Atirador da Noruega, Adolf Hitler e a banalização do mal
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Como podemos pensar, ainda nos dias de hoje, no ressurgimento histórico de um movimentos de intolerância? O horror, chamado pela filósofa Hannah Arendt de “banalização do mal”, encontra-se, em nosso tempo, sob uma forma submergida de alteração de práticas de terror e violência.
Nossa memória persiste sob o signo da necessidade de fazer-se jamais esquecer, no imaginário coletivo, a experiência trágica a ...