O malandro morreu e, por alguma lei divina, foi aos céus como todos os pierrôs, colombinas, arlequins, polichinelos, bambas e congêneres. Descontente estava, porém. Corroía-lhe a alma haver morrido sem ter consumado sequer uma noite com certa beata, de olhos verdes como o verde da Mangueira. Dadá, sambista inquilino do céu, não tinha sossego justamente onde a paz deveria reinar. ...