“Não dá pra ser feliz dormindo de conchinha”, pensou
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Acordou. Em parte. O braço esquerdo continuava adormecido, e só com algum esforço foi capaz de retirá-lo de debaixo do travesseiro onde a esposa repousava a cabeça, ressonando levemente.
Sim, "ressonando". Coisa de amador. Quem roncava ali era ele, um pouco mais a cada ano, a cada quilo, a cada taça de vinho, em episódios cada vez menos esporádicos de sinfonia ...