Vendo e compro belezinhas

Jader Pires

por
em às | Crônicas e contos


Já era o quinto cigarro que eu acendia em, sei lá, quarenta minutos. Estava esperando Chula. Eu estava vendendo umas paradas e um amigo me indicou esse tal de Xula. Sei lá como se escreve a porra do apelido. Ninguém deve ter tentado escrever isso antes. “Desculpas sinceras, Schula”. Apelido de merda.

Botava fogo em um antes mesmo de a bituca do outro cair no chão. Eu era ansioso e estava tenso pra cacete naqueles dias. Sentei na escada da entrada do prédio olhando lá pra baixo, pro começo da rua, esperando a silhueta do cara aparecer (decidi que não vou mais repetir esse apelido, puta que o pariu).

Parceiro, eu nem sei o nome dela direito. Conheço desde sempre mas nunca troquei palavra alguma. A pequena mora nas casinhas que fazem frente com o prédio que eu moro. Nunca falei porque ela era realmente muito nova. Lembro dela ainda neném, ainda criança catarrenta. Lembro da menina de joelhos ralados, correndo e chorando o vestido sujo. Pra mim, até aquele dia específico, ela era uma dessas três figuras. Como não andava mais muito por aqui nem falava muito com o pessoal daqui, eu estava era muito errado.

Foto: Adriana Zehbrauskas (The New York Times)

O puto que não chegava de jeito nenhum e caía direto na caixa postal o número celular que me haviam passado. Era época de calor e tinha muita gente zanzando na rua. Tudo que era corpo que despontava na esquina eu imaginava o magrelo que ia comprar minhas paradas. Mas nunca era ele. Apelido de merda. Eu precisava vender. Precisava da grana e não podia vender minhas paradinhas lindas pra qualquer um.

Meu amigo, entre um cigarro e uma chamada que caía na caixa postal, eu reparei num par de pernas que se juntavam a um rabo de bunda inesquecível, daquelas imagens que colam na cabeça e você consegue imaginar detalhadamente anos depois. Do outro lado da rua, em frente ao portão das casinhas, eu mal reconheci a pequena que desfilava calmamente usando um shortinho depravado de cor berrante, olhando fixamente pro celular.

O espanto foi pelo tempo que passou sem que eu reparasse nela. Me lembrava da cara triste, de nunca ter ouvido a voz dela. O que me tinha na memória eram recortes dela cabisbaixa comprando cigarros pro tio ou leite pra varrida da mãe. Aquela era a primeira imagem dela ‘mulher’ que eu tinha, com seios escapando do decote, mexendo no telefone e olhando de quando em quando pra esquina, enquanto tirava o peso de uma das pernas deliciosas pra se sustentar na outra perna deliciosa. E eu tentando fazer as contas.

Já nem lembrava mais se eu ia vender minhas belezinhas pro Mula… pro Tula… que apelidozinho de merda. Eu tentava lembrar o nome, os minutos iam engordando e a menina ali, mexendo no celular e olhando pra esquina com um chicletão pipocando na boca.

Comecei a lembrar de umas histórias que ouvi da velha do vinte e seis. Quando eu descia pra comprar alguma coisa na padaria ou mesmo pra vender um pouco das fofurinhas que vendo, aquela velha asquerosa colava em mim pra falar da vida alheia. Parecia uma chaminé de rolinho na cabeça e fofocava com aquela voz rouca de efisema, de pigarro, ou qualquer merda que fosse. Ficava babando quem tinha tomado tiro, quem estava sem pagar aluguel… aquele saco todo.

E a velha nojenta já tinha comentado da pequena ali da frente. Tinha falado algo de ela estar cada dia com um namorado diferente, que tinha largado o trabalho no posto de gasolina pra ficar de volta com um bando de macho. A velha estúpida tinha futricado sobre uma menina do outro lado da rua que andava agora toda emperiquitada, de salto alto pra lá e pra cá, que andava cada dia num carro diferente e que devia estar dando por dinheiro. Velha escrota.

Escroto mesmo foi aquele arrombado do Xula que atrasou mais de duas horas. “Porra, Chula, onde cê tá?”. Schula… que apelido de merda. Ele atrasado e eu na calçada, vendo uma criança que virou mulher-da-vida. “Tadinha”, eu pensei. Sempre foi uma pessoinha meio triste, dentro daquela vilinha doida que todo mundo briga no meio da rua com todo mundo, sabe. Sempre quieta. Sempre apagada. De repente, vira uma adolescente que bebe cerveja na lata, manda mensagens obscenas no celular, desfila no bairro de shortinho depravado com cor berrante e paga de gatinha com garoto, com velho, com qualquer um que lhe pague o que ela achar justo.

Fiquei com pena porque comecei a formular teses de que alguém se aproveitou daquela solidão pra colocar a mãozinha dela dentro das calças. Que algum pervertido maldito deve ter colocado a pequena pra rodar numa caranga legal e, como retribuição, abaixou a cabeça da pobre pra debaixo do volante. Enquanto o meu novo cliente chegava e contava num tom alto e cheio de gírias o porquê do atraso, fiquei absorto nas mil possibilidades que a coitada teve de ser molestada até acabar pegando gosto pela coisa, ou simplesmente se acostumando com a condição de só receber carinho naqueles poucos segundos de putaria com psicóticos, tarados, esfomeados e todo o tipo de pilantra e vagabundo.

Tadinha, mas gostosa. Pra caralho.

“Eae, Tchula! Bora então comprar aquelas belezinhas?”

“É Chula. A galera me chama de Schula.”

“Isso. Tchula. Bora entrar lá em cima que eu te mostro os pitelzinhos que são as paradinhas que eu tenho pra vender.”

O Xula levou meia dúzia das minhas gracinhas. Desci a escada contando o dinheiro e enquanto ele sumia na outra esquina, vi que a pequena já tinha sumido. Parei pra olhar pela janela umas boas vezes durante a tarde toda. Em cada bisbilhotada, eu a imaginava apertada contra o muro em algum beco, de costas pra algum barbudo – ele mandando bala – e ela olhando pra baixo, esperando a ação acabar. Figurava na cabeça ela em algum motel sujo, com as pernas pra fora da janela em qualquer drive-in de quinta. Via, em pensamento, a pequena contando grana como contei mais cedo, com a cabeça em outro lugar. Queria que tivesse sido diferente pra ela.

Se passaram algumas semanas até que eu a vi de novo. Unhas de cor forte, maquiagem pesada em pleno meio-dia, celular e uma cara de puta que já nem tinha como disfarçar. Pensei de novo em carros chegando, nas masturbações que ela começava fazendo, nos boquetes, nas feições que ela devia fazer durante o sexo.

Não podia mais suportar aquelas suposições todas. Atravessei a rua tranquilamente, contando o dinheiro que tinha no bolso. Me aproximei, como quem não quer nada, e perguntei quanto era o programa.

Jader Pires

Jader Pires é editor do Papo de Homem. Publicitário por opção, jornalista por apego e escritor por maldição. Prometeu um dia que, se ganhasse na loteria, doaria cem reais para caridade (e não há cristo que o faça pensar o contrário). No Twitter, atende pela brilhante alcunha de @jaderpires.


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112 comentários

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  • http://politicaspublicasecidadania.wordpress.com/ Wagner Menke

    Agora fica faltando o conto na visão dela, de como o vendedor de paradinhas lindas virou um traficante.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      E depois contando como o traficante ampliou o mercado e virou um cafetão.

      • Luiz Fernando

        Pensei o mesmo. Seria interessante!

      • http://www.facebook.com/lzenon Leonard Zenon

        kkkk, boa. 

      • Anônimo

        right? =] 

      • Alemao

         Vocês podiam fazer isso mesmo hein, estilo “Juliana Problema”, lá do Papo de Bar

      • Anônimo

        Tudo pode acontecer, Alemão…tudo pode acontecer 

      • Anônimo

        E assim começa uma saga… 

    • http://www.facebook.com/arthur.s.mendonca Arthur Silva Mendonça

       e depois o capítulo 3 em flashback, contando as origens da garota

    • Anônimo

       Nice one, Wagner! =D

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001683998983 Ana Ribeiro

     Confesso que a última frase me surpreendeu… belo texto :)

    • Anônimo

      Obrigado, Ana…que bom que a história prendeu até o final  

  • Davi Araujo

     Muito, muito bom.

  • Rodrigo Santos

    Impulsividade boa e quem sabe se ele ampliou o mercado pra virar cafetão… Pensei nisso também.

    Até agora tô pensando no fim da história, belo texto.

    • Anônimo

       fim? pense num começo, Rodrigo. Imagine as possibilidades…

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Até que enfim, Jader de volta. E em grande estilo!

    Adorei, moço. Um dos teus melhores.

    • Anônimo

       Jader está prestes a “não sair mais”

      =)

      • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

        Ótima notícia. :)

      • Anônimo

        0/ 

    • http://twitter.com/johnnyschulte João Vitor Schulte

       Lembro da gente falando sobre isso no twitter!
      Muito bom mesmo!!!

      • Anônimo

        Pois é, João. Teremos mais, muito mais. 

    • Anônimo

      Obrigado, Deb! tua opinião conta….muito =] 

  • Geeko

    kkkkkkkk muito bom o post

  • Anônimo

    bem interessante mesmo, não tão surpreendente mas bem construido, seria legal a visão dela agora 

  • http://www.facebook.com/cristianosvieira Cristiano Vieira

     Pó, fumo, pedra? E as paradinhas iam sendo vendidas pro xschuthulo. 

    • Anônimo

      Belezinhas, as paradinhas, Cristiano….belezinhas. 

    • Anônimo

      Belezinhas, as paradinhas, Cristiano….belezinhas. 

  • http://www.facebook.com/people/Luis-Rangel-Amorim/100000266374850 Luis Rangel Amorim

     Porra cara você tem o Dom!

    • Anônimo

      haha! Valeu, Luis! 

    • Anônimo

      haha! Valeu, Luis! 

  • Anônimo

     Cara, muito bom, muita naturalidade e espontaneidade na escrita

  • http://profiles.google.com/cassiohenriquealmeida Cássi Henrique

    Legal, apesar que odeio roteiros que acabam “sem fim”, entendem?

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

     Mas esse tem fim demais… Só não é um fim convencional, mas está amarradíssimo o que aconteceu. E o bacana é justo que vai contra o que o texto vinha encaminhando o leitor a pensar. Achei super bem trabalhado.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

     Mas esse tem fim demais… Só não é um fim convencional, mas está amarradíssimo o que aconteceu. E o bacana é justo que vai contra o que o texto vinha encaminhando o leitor a pensar. Achei super bem trabalhado.

  • http://twitter.com/ritter_br Bruno Ritter

    o texto é bem legal, mas pelo menos pra mim, na primeira vez que ele começou a imaginar o que faziam com ela já deu pra sacar a paudurecencia física e mental do sujeito, inevitável o desfecho… 

  • Amanda Anunciacao

    um otimoo texto de inicio achei que o tal de Xula seria a menina gostoosa : )

    • http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002211046956 Pedro Fahd

      Somos dois. :) 

  • http://twitter.com/johnnyschulte João Vitor Schulte

    Quando eu crescer quero escrever assim!!! huahuahau
    Sem dúvida um dos melhores contos!
    Parabéns Jader!

    • Anônimo

      Valeu, cara!  

    • GuilhermeLC

      Seria Schulte o apelido do tal xula? 

    • GuilhermeLC

      Seria Schulte o apelido do tal xula? 

  • Czrabelo

    Otimo! Irreverente, oscilante. Um típico cinema negro no mais puro estilo Henry Miller.
    A cena sórdida exala fumaça de escapamento e calçada suburbana. A arte imita a vida e se expande em si mesma num ato de superação, saciedade e mimetismo.

    • Anônimo

       Poxa, Czrabelo! Henry Miller é baita honra, hein! A vaidade agradece. Hahaha

  • Pedro Henrique

    Lendo o conto, me veio a cabeça uma garota, que conheci nas minhas férias em Belo Horizonte, quando eu ainda era pivete, uns 13 anos. Sempre passava férias na casa da minha tia, essa garota morava pertinho, coisa de uma quadra. Na época já podia imaginar que se tornaria um mulherão, ostentava cabelos lisos bem cuidados, traços finos e  diferente da do conto, era aparentemente feliz. Rolava um climinnha mais não chegamos a ficar, acho que ela era apaixonada por um tal de “xula”.
    O tempo passou e à um tempo atrás voltei a BH, e a vi por poucos minutos passando na mesma rua que custumavamos brincar. Dei uma filmada nela e  percebi que aqueles traços finos não apresentavam a mesma delicadeza, mas em contrapartida andava rebocando “um rabo de bunda inésquecível”.
    Depois fiquei sabendo que fazia programas.
    Se passaram uns dias, e me peguei incomodado com a situação. Porra conheçi esse garota, com vergonha de me dar um beijo no rosto porque eu tinha ganhado no jogo “pêra, maçã, salada mista” e a tinha escolhido. Aquela ingênuidade quase cristalina se foi…. Pena!
     

  • R.Arrais

     Grande conto…parabens. 

  • http://www.facebook.com/people/Henrique-Monteiro-Silva/100002354816403 Henrique Monteiro Silva

     Texto legal só falta a continuação
    quero ver como fica a historia

  • http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002211046956 Pedro Fahd

    Texto muito bom. Acho que exagerou, apenas, na enfatização do “Chula”. Ademais, o roteiro sem fim aparente, deu um toque ”Machado de Assis”.

  • Wiler_carmo

    Doido demais! kkkkk Parabéns. 

  • http://donluidi.wordpress.com don luidi

    conto muito realista de um mundo capitalista. mas se enganem não, têm muita universitária, pós-graduada e até doutoranda fazendo concorrência com a moça do cortiço (experiências calientes com mulheres destes dois níveis), outros tempos my friends…

    • Anônimo

      Concordo em genero, numero e grau!!!

      E excelente texto!!

      Claro que falta incluir outros elementos presentes nesse meio como:

      * Homens bem sucedidos e casados saindo com as garotas;

      * Garotas tentando levar uma vida normal com um determinado cliente (se conhecerem nesse meio) ou um não cliente (o cara acredita que ela apenas foi uma universitária ou enfermeira, como um caso que eu conheço.. hehehe)

      * E as diversas realidades de cada caso e que levam as garotas a frequentar ou encarar como

      Enfim.. só destacando algumas sugestões para novos textos.

      E novamente.. parabens pelo texto, Jader.

    • Anônimo

      E assim a vida segue, Luidi… 

    • Anônimo

      E assim a vida segue, Luidi… 

  • Adrianot_silva

    Eu vi essa menina enquanto lia, imaginei ela quando criança, vi a rua em que se passou a história, e a janela do ap em que o noiado mora…

    Parabéns, imaginei mil coisas com esse texto. 

    • Anônimo

      Valeu, Andriano! Fez o dia! 

    • Anônimo

      Valeu, Andriano! Fez o dia! 

  • http://www.facebook.com/alfarichard Michael Richard

    Hahaha, agora que eu me dei conta que li todo o conto ouvindo essa música:
    http://www.youtube.com/watch?v=dpmAY059TTY
    Belo conto. 

  • http://twitter.com/julioczares Júlio Silva

    Belissimo texto…

    • Anônimo

      Valeu, cara! 

    • Anônimo

      Valeu, cara! 

  • GLAUCOS VICENTE

     Fiquei como a mente borbulhando em saber mais, e como continuaria a historia. Texto muito bom

  • http://www.facebook.com/alfarichard Michael Richard

     a

  • Anônimo

    a viagem, às vezes, é tão interessante quanto o destino… 

  • Anônimo

    Valeu, cara. CUrti muito escrever esse conto e saiu bem naturala mesmo.  

  • Anônimo

    Valeu, cara. CUrti muito escrever esse conto e saiu bem naturala mesmo.  

  • Anônimo

    Pense como um começo, Cássi. imagine as possibilidades que a história pode levar a partir desse ponto. 

  • Anônimo

    Consciência é uma bandida, né não, Bruno

  • Anônimo

    e ISSO seria uma surpresa, Amanda. uahuahauha 

  • Anônimo

    Do texto pro cotidiano. Valeu, Pedro! 

  • Anônimo

    Valeu! 

  • Anônimo

    quais as possibilidades, Henrique? ;)

  • Anônimo

    Schula é um apelidozinho de merda, vá lá.Valeu, Pedro! 

  • Anônimo

    Valeu! 

  • Anônimo

    Valeu, cara!O conto valeu mesmo mote pra uma série de histórias. 

    • Anônimo

      Hum.. acho que o texto foi truncado por erro de BIOS

      Refazendo a frase:

      “E as diversas realidades de cada caso e que levam as garotas a frequentar ou encarar essa vida de prostituta como um meio de vida”

      Fui!

  • Anônimo

    Valeu, cara!O conto valeu mesmo mote pra uma série de histórias. 

  • Anônimo

    Obrigado, cara! Fazer a mente trabalhar me deixa com a sensação de dever cumprido! 

  • Anônimo

  • Anônimo

    Por mim você não faria continuação não… Deixa a galera ficar imaginando, que fica mias interessante! De leitor a continuísta! euheuheh!

    • Anônimo

       A galera já tá imaginando, velho…
      Por hora, deixa a galera imaginando…

    • Anônimo

       A galera já tá imaginando, velho…
      Por hora, deixa a galera imaginando…

  • Anônimo

    Por mim você não faria continuação não… Deixa a galera ficar imaginando, que fica mias interessante! De leitor a continuísta! euheuheh!

  • Gabriel Tavares

     Poucos, aliás, pouquíssimos escritores tem a capacidade, melhor dizendo, o poder de fazer os leitores criarem um mundo na própria imaginação a cada frase, a cada detalhe descrito. Temos bons escritores, boas técnicas mas esse “poder” é quase que excepcional. E você nasceu com esse dom, faz isso de forma tão natural, milagrosamente. Não me sai da imaginação aquela garota, naquela rua suja com um buteco na esquina, parabéns, perfeito.

  • Bruno T

    Muito bom o texto!

    Vender as paradinhas e comer as menininhas!

    Get my money, buy my medicine ♪

  • http://twitter.com/HuntitAC Agrupador Huntit

    Ótimo texto, os detalhes dão um charme ao conto

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

    Sendo sintético: grande conto, Jader, muito bom mesmo

    • Anônimo

      Obrigado, João! que bom que agradou assim  

    • Anônimo

      Obrigado, João! que bom que agradou assim  

  • Paola

    o/ um texto do Jader de novo!!

    Aliás, muito bom.

    • Anônimo

      Um de vários que virão, Paola! 

    • Anônimo

      Um de vários que virão, Paola! 

  • Sheila O Abreu

    Adorei… o fim devo dizer é PERFEITO!!! Parabéns.

  • http://www.facebook.com/people/Paola-Pissolato/100001946213200 Paola Pissolato

    O texto é excelente, mas eu adorei mesmo foi o título. Quando li o título fiz uma suposição sobre o texto  mas, como acontece com bons contos me surpreendi.
    Parabéns

  • http://www.facebook.com/people/Bruna-Alencar/100002213235413 Bruna Alencar

    a riqueza de detalhes no texto, faz a minha imaginação ir de cena em cena….uau…surreal!

  • http://www.facebook.com/viniciusduque Vinicius Duque

    haha, realmente, MUITO bom o conto!

  • Anônimo

     Obrigado, Gabriel. Me senti honrado com tal feito. =]

  • Anônimo

     Obrigado, Gabriel. Me senti honrado com tal feito. =]

  • Anônimo

    uahuahuaha….que síntese, Bruno! que síntese! 

  • Anônimo

    uahuahuaha….que síntese, Bruno! que síntese! 

  • Anônimo

    Valeu! 

  • Anônimo

    Valeu! 

  • Anônimo

    Obrigado, Sheila! Fiquei feliz de ver que gostou tanto 

  • Anônimo

    Obrigado, Sheila! Fiquei feliz de ver que gostou tanto 

  • Anônimo

     Obrigado Paola. Sempre achei que títulos não são meu forte….que bom que esse mandou bem =D

  • Anônimo

     Obrigado Paola. Sempre achei que títulos não são meu forte….que bom que esse mandou bem =D

  • Anônimo

     Haha! aproveite então, Bruna! Aproveite!

  • Anônimo

     Haha! aproveite então, Bruna! Aproveite!

  • Binoparçadoxula

    Porra conheço uma historia parecida! belo texto você é bom! Falou cara boa sorte!

  • Anônimo

    Valeu, parceiro do XUla! Huahuahuah

  • Anônimo

    Valeu, parceiro do XUla! Huahuahuah

  • Matheus M.

    Se eu te chamar de David Coimbra Paulista, será uma ofensa? haha Supera ele no lado emocional e menos machista.
    Muito bom o conto, desde as Crônicas do Grito sou um grande fã…

  • http://twitter.com/PnogueiraSCCP Patrick Ferreira

    Texto muito bom, são textos como esse que sempre fazem eu parar um pouco para ler o PDH.
    Final surpreendente.

  • http://www.facebook.com/people/Flávio-Matos/1626263017 Flávio Matos

    oh beleza  XD

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