Um ano sem sexo

Paloma Soares

por
em às | Ladies Room, Relatos, Sexo


Não sou feia. Nem muito burra. Menos ainda desdentada. Mas, sim, estou há um ano sem sexo. Início convidativo, não? Mais ainda porque pretendo dar uma resposta improvável.

Contradizendo suas expectativas, amável leitor, não venho aqui reclamar aos quatro ventos que o mercado masculino está ruim. Não, a oferta vai bem e a mesma de sempre, obrigada. Então você pergunta: “Por que diabos você está há tanto tempo sem dar?”.

Resposta muito simples: para refletir. E acho que um ano foi suficiente para refletir um bocadão.

Sou uma mulher como qualquer outra, que viveu várias fases. Adolescência conturbadamente normal, descoberta da sexualidade, os primeiros namoricos, o jovem amor conto-de-fadas para perder a virgindade, a revolução sexual individual e busca pelo prazer, a prática do pompoarismo, o amor desregrado, o sexo casual.

E, por fim, veio a fase da abstinência cheia de reflexão. Não escalei nenhuma montanha, não fiquei caminhando perdida num deserto, não me tranquei num mosteiro. Continuei numa grande metrópole, mantendo os mesmos hábitos, mas em estado de “meditação full time”. E venho, humildemente, compartilhar algumas inquietações.

Já espiou uma mulher durante seu período celibatário?

Perdemos muito tempo com sexo e relacionamentos amorosos

No início, sentia muita falta de sexo. Parei para analisar de onde vinha essa vontade. Eram inquietações hormonais? Influência da sociedade liberal e libertina? Estímulo do grupo de amigos? O que era realmente meu e o que vinha de fora?

Dizem que homens são máquinas de sexo. Mas eu já conheci caras que não gostam de puteiros. Há “homens-mocinhas”, há românticos. Já conheci outro virgem, aos 28 anos. E conheço mulheres muito fogosas, outras muito frígidas. A questão de gênero, pois, não é mais pertinente para minhas indagações e devaneios.

Eis que eu já conhecia muito bem o meu corpo, zonas erógenas, meu ciclo menstrual e hormonal. Já sabia exatamente de que tipo de homem gostava e o que neles me atraía. Já conhecia os conflitos de uma relação a dois, os problemas de antes, durante e depois. Estava cansada da repetição de ideias, sentimentos e conceitos. Estava muito cansada das minhas amigas e amigos com o mesmo blá-blá-blá sobre relacionamentos, as fórmulas infalíveis e os conselhos fúteis. Cheguei a me cansar do Dr. Love. Só não abandonei o PdH porque, no fim das contas, é muito divertido.

Estudei mais sobre psicologia e fui agregando ideias, tentando raciocinar sobre os relacionamentos de maneira diferente. O sexo foi deixando de ter tanta influência sobre a minha vida. Passei a vê-lo como um ato meramente mecânico: apenas indivíduos em busca de prazer.

Passei a ter dias muito mais produtivos intelectualmente. Artes, filosofia, psicologia, política, estudei muita coisa de maneira disciplinada e prazerosa. Todo o tempo e a energia que eu perdia conversando sobre relacionamentos (e buscando sexo) foram muito bem empregados durante esta fase. Explorei a liberdade e o auto-conhecimento. Durante todo este tempo refleti: afinal, qual é o real propósito do sexo?

"Só eles me levavam pra cama."

O sexo como intensificador de experiências

Como uma criatura que se viu numa fase ninfomaníaca poderia, noutra fase da vida, passar por um período de 12 meses, 365 dias de abstinência? A minha conclusão individual é que a necessidade, a importância e a finalidade do sexo é totalmente manipulada e controlada por nosso poder mental. Já dizem que o orgasmo está no cérebro, pois tudo mais está lá também.

O meu afastamento da prática sexual me permitiu observar e analisar os relacionamentos sexuais de uma maneira, digamos, um pouco mais imparcial. Acredito que o sexo contribui para a nossa saúde, para o equilíbrio e harmonia de nosso organismo. Mas, por outro lado, o sexo pode ser altamente prejudicial. Observando amigas e amigos, vi que o vínculo sexual acentua todas as características de um relacionamento. O que é bom e bacana pode ficar muitíssimo melhor. Um relacionamento conturbado pode piorar de vez e ter um super final trágico.

O sexo pode causar enorme perturbação mental – aviso, não só para mulheres! Insegurança, ciúmes, desavenças ilógicas, sentimentos de aversão e nojo, falta de concentração, promiscuidade e culpa, desespero, depressão. Parece que estou escrevendo abobrinha? Lembre-se então dos inúmeros casos de crimes passionais divulgados pela imprensa. O que tem de gente que assassina o companheiro e depois se mata não está no gibi.

Essa intensificação causada pelo sexo pode nos ofuscar e cegar para vários pontos importantes nas relações. Cortar o sexo foi um jeito de abrir essa visão.

Obrigação social

O sexo, teoricamente, era para ser algo íntimo, para ficar entre quatro paredes. Só que desde os tempos de Freud destamparam de vez a caixa de Pandora e o danado saiu de lá e tomou o mundo! Ainda que a revista feminina fale em sexo lacrado, não tem nada lacrado, não.

Hoje é sexo por telefone, filme pornô em qualquer lugar, casa de swing, sexo online. Hoje tem adolescente mostrando tudo que pode – e mais um pouco – no Twitcam. Hoje é requisito entender tudo de sexo, conhecer as 1001 maneiras de agarrar seu homem, saber como fazer sua mulher ter mil orgasmos clitorianos antes da penetração, encenar e filmar o ato sexual… Sexo não é mais privado. Passou da arte. Virou utilidade pública, patrimônio da humanidade. Dever cívico. Intimação do exército. Obrigação.

Acho sexo muito bom, muito gostoso mesmo, curto pra caramba. Não sou careta, sou da Geração Y, sem preconceitos, e vim ao mundo para fazer bonito e me jogar no ar feito purpurina! Mas, confesso, estou começando a ficar assustada.

Voltando à pergunta-chave: qual é o real propósito do sexo? No que o sexo é capaz de nos transformar? Teremos um limite? Colocaremos nisso tudo e em nós mesmos um limite? Eu me lembro de Marquês de Sade, o verdadeiro pregador da libertinagem.  Sade me parece tão atual! Mas eu realmente temo tudo isso. Eu temo que nossa sociedade eduque e multiplique Juliettes (nem queira saber o que essa protagonista de Sade apronta).

Ilustração do livro "Juliette" (1797), de Marquês de Sade.

Como tudo aconteceu e minha situação atual

Após o término de um relacionamento, viajei para o exterior, cogitando a possibilidade de curtir como nunca e pegar todos que desejasse. Mas a vida resolveu me dar a maior lição de todos os tempos. Passei pela mais difícil fase da minha vida, emocionalmente fragilizada. Crise existencial, conceitual, religiosa, profissional, tudo junto. E com-ple-ta-men-te sozinha. A solidão (uma escolha minha) e uma pitada de vazio existencial foram o estopim para o ano sem sexo.

A abstinência não foi planejada, simplesmente foi acontecendo.

Havia um tipo específico de cara que me dava muito tesão. De repente, conheci mais de dez com a aparência ideal, o tipo perfeito que me atraía. E o desinteresse não fazia o menor sentido, mas aconteceu. Não bastava ser lindo. Tinha de ter conteúdo, fazer a diferença na minha vida. Eu simplesmente havia me cansado das conquistas. A dinâmica toda começou a me parecer patética, uma grande perda de tempo.

Eliminei aos poucos de meu comportamento qualquer interesse em conquistas amorosas. Passei a ter ainda mais intuição e estratégias para saber me afastar com elegância dos caras garanhões e malas. Os super gatos, passei a apreciar deliciosamente com olhar de artista diante de uma bela obra de arte. E só.

Não apenas um ano sem sexo, mas um ano sem beijar na boca.

Soa tão estranho, mas isso não me perturba e, contraditoriamente, trouxe-me serenidade. Nesse tempo, refleti sobre definitivamente tudo da minha vida. Solidão feliz: é bom quando você gosta da própria companhia sem ficar deprimido por estar só. Contemplei a minha vida inteira, sentimentos de infância, relação com a família e amigos, objetivos de vida, o que eu estou buscando nessa minha existência.

Tenho um vibrador ultra moderno. De início, quebrava um super galho. Mas, com o tempo, canalizei minha energia em tantas atividades que me davam prazer que fui sublimando a necessidade sexual. Às vezes, bate aquela vontade: uso o vibrador e passa. Vejo isso como uma mera necessidade física saciada de maneira muito prática. Igual comer e dormir. Mas sem trabalho, sem prejuízo emocional para mim ou outrem, sem um centavo gasto ou nenhuma ansiedadezinha por causa de homem.

Estive sempre aberta a novos relacionamentos. Mas precisam valer a pena. O bom mesmo é que não ando contando os minutos e segundos para encontrar um príncipe encantado, nem acho que preciso de um namorado. É bom estar bem. Fico com pena das amigas que não conhecem essa sensação de bem estar e tranquilidade, que a procuram em seus eternos e repetitivos dilemas amorosos. É como passar uma vida andando em círculos…

Eu me conheci mais e aprendi a ter mais domínio sobre meus sentimentos e sensações. É fundamental ter equilíbrio e controle emocional para ter uma vida saudável e feliz. Mesmo sem sexo, posso dizer que hoje vivo muito em paz comigo mesma e com o mundo. Sem TPM alguma, inclusive!

Paloma Soares

Paloma Soares é o pseudônimo de uma garota bem comum, que se esforça diariamente para fazer bom uso do próprio cérebro, se conhecer mais e amadurecer.


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221 comentários

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  • Brenno

    Na verdade nada e 100% fundamental na vida.Sexo é uma demonstração de intimidade de um casal, você não precisa se abrir a qualquer um.Parece anormal,mas eu já ouvi cada coisa, isso chegou a ser bonitinho.Não há meio de ser feliz através de outro, depende de você e não precisa ser celibatário pra isso.

    • Ana Júlia

      Ué, mas sendo ‘celibatária’, ela foi feliz. Quando você diz que ‘não precisa ser celibatário para isso’, você nega todo o seu comentário. Afinal, encontrar alguém que porporcione a cumplicidade, para ser casal, não é tão corriqueiro. Portanto, as vezes acontece o ‘celibato’. Lógico que depende da gente, e ‘Paloma’ quis justamente mostrar isso, Brenno! Primeiro SE conhecer, para depois compartilhar com o outro. Ela confirmou que sexo é demonstração de intimidade de casal e isso é o que realmente vale a pena.

      • Brenno

        Eu devo ter me expressado mal,você pode estar em um processo de auto-conhecimento não significa abstinência.Claro que demanda tempo, mas transas casuais podem fazer parte do processo.

      • Anônimo

        Concordo contigo Brenno. Acho que a autora do texto deu um grande passo na própria vida, se descobriu muito além do que ela se conhecia, ótimo! Mas por outro lado a visão dela ainda me parece aprisionada. Ela não se permite escolher realmente, ela meio que tem um pensamento pré-concebido já, se o cara não for “isso” comigo, nada feito. Isso não abre espaço pra escolhas livres, pra improvisos, pra casualidade (e como esta ultima nos pega desprevenidos, devastando momentos ou vidas). No final ela diz que é fundamental ter equilíbrio pra se ter uma vida feliz. Extremamente certa a colocação, mas meio contraditória ao que ela relata durante o texto.

        Quanto a autora. Parabéns, não é qualquer um(a) que seria capaz de fazer sacrifícios assim em busca do auto-conhecimento (caso tenha sido essa a intençao do teu “celibato”).
        Já dizia Sun Tzu ..

        “Aquele que conhece a si mesmo e ao inimigo, vence
        - ou seja, nao se arrisca.
        Aquele que conhece ceu e terra, vence
        - ou seja, se realiza.”

    • Rafael

      Não sei, não acho que quem não faz sexo não tem intimidade com o parceiro… Acho que existe o caso contrário. Sexo não é 100% fundamental para intimidade.
      Mas concordo, celibatárismo não é 100% fundamental para felicidade. A autora apenas fez uma escolha e está a apreciando: paz consigo mesma – sem sexo ou relacionamento sexual.

      Maravilhoso é o mundo e suas infinitas formas. Mas cada um tem suas preferências em algumas formas, o jeito é testa-las e descobri-las, aprecia-las. (Acabei de ver o artigo sobre Mandelbrot. Ótimo para refletir, assim como esse texto do Ladies Room).

      • Dalponte_g

        Nada na vida eh 100% fundamental, mas primeiro voce tem que aprender a entender, aceitar e acreditar que nada eh 100% fundamental. Porque se voce nao entende isso, voce vira refem das suas emocoes, dos seus desejos, e de todo o resto.
        Voce so cria intimidade com o parceiro sem sexo quando voce chega no estagio de compreensao que sexo eh um complemento e nao o funtamental, entao voce nao fica frustrado, ancioso ou qualquer outra coisa so porque nao esta transando. Voce comeca a tirar dos ombroms alheios a obrigacao de te fazer feliz e te satisfazer.
        A Paloma so mostrou que sexo nao eh tudo quando voce consegue enxergar o que eh mais importante, voce nao deposita no sexo ou relacionamentos toda a sua satisfacao e realizacao. Com sexo voce eh feliz, MAS SEM sexo voce tambem eh feliz.

        Eu passei por uma situacao parecida com a da Paloma, fui morar em outro pais e passei dois anos sem sexo. Passei pelas mesmas transformacoes, comecei a ver que as coisas tinham que valer a pena, quando via um homem bonito era mais uma apreciacao da beleza do que hesteria pra ficar com o cara, aprendi a usar melhor o meu tempo, e aprendi a ver sexo e relacionamentos de uma forma diferente. Foi bom pra mim como tudo aconteceu, mas tenho certeza que ninguem precisa passar por isso pra ter as mesmas transformacoes. Basta que cada um deixe de encarar sexo e relacionamentos como a unica coisa que satisfaz e realiza plenamente uma pessoa.

    • Alguem

      na verdade, ao menos água, oxigênio e nutrientes são 100% fundamentais na vida. a exposição feita pela paloma não parece ter a pretensão de determinar “O” único caminho de auto-conhecimento e felicidade. ela apenas fez uma análise empírica de um modo de ver o sexo. não pediu conselhos, está dando alguns. 
      todos os comentários que eu li (não mais que os primeiros 20) são realmente péssimos e pretensiosos ou vazios. vocês simplesmente leram o texto e se posicionaram como juízes, detentores de sabedoria capazes de julgar o conteúdo da exposição.
      eu tentei procurar contra-exemplos para as conseqüências propostas pela paloma decorrentes da busca constante do sexo, mas não pude. de fato, me parece que ela está muito próxima da realidade que eu observo nas pessoas. pra mim, parece que tudo é sexo pra todo mundo o tempo todo. isso é muito estranho e contra-producente. eu acho que seria agradável passar pelo menos alguns dias em que ninguém pensasse em sexo e ver o que resultaria disso. 

  • Marcio

    Wow! Você é O Cara! É necessáio coragem para estar consigo mesmo por tanto tempo, por mais estranho que possa parecer o medo de estar somente consigo mesmo.

    Fato: “Estava cansada da repetição de ideias, sentimentos e conceitos. Estava muito cansada das minhas amigas e amigos com o mesmo blá-blá-blá sobre relacionamentos, as fórmulas infalíveis e os conselhos fúteis.”
    Como no outro artigo sobre a repetição dos erros (uma palestra TEDx), você observou uma padrão fácil de ser observado, porém difícil de ser deixado de lado.

    E não está escrevendo abobrinha de maneira alguma: “O sexo pode causar enorme perturbação mental – aviso, não só para mulheres! Insegurança, ciúmes, desavenças ilógicas, sentimentos de aversão e nojo, falta de concentração, promiscuidade e culpa, desespero, depressão.”
    Quantas vezes, você deixou algum princípio de lado para fazer sexo ou por causa dele? Eu, algumas vezes.

    Bom texto!

  • pedro

    Um dos motivos de eu ser virgem até hoje[20 anos] é que se eu fizer vou querer todo momento! ahahahaha
    É muito mais seguro tocar uma bronha ao ter de aguentar alguma guria falando dos problemas dela tdo santo dia!porra tambem temos problemas, nossos demonios batendo em nós a todo momento, como diz um amigo meu

    -mulher qer dividir os problemas, homem só querem somar socos no útero.

    msa e algo superficial nao morro por nao fazer!vontde da e passa….
    mas estou imprecionado paloma tu é muito bonita, tem que ter personalidade MUITO forte para ficar numa reflecção dessas, atitude nao lhe falta! beijos^^

  • Vinicius

    Eu me admito um romântico. Já estive com mulheres que nem lembro o nome, e seguidamente me pergunto o por quê. Tenho 18 anos e nunca tive um relacionamento mais serio do que dois meses, e realmente não me sinto satisfeito com esse tipo de situação. Apesar do sexo e de todo o resto, percebo que a muito mais coisas que eu desejava desfrutar, não sexualmente, mas questões muito mais profundas e emocionais.
    Tenho certeza que virão aqui me dizer que sou muito novo (todo mundo fala isso), e que ainda não encontrei a pessoa certa. Mas a questão é essa… tem que existir uma pessoa certa para que os relacionamentos sejam mais do que sexo?

    • Dani

      Precisamente, você acha mesmo possivel ter esse tipo de envolvimento com alguém substancialmente diferente de você, com quem voce não se importa e acha tedioso? Só se acontecer por acaso

    • Dani

      Precisamente, você acha mesmo possivel ter esse tipo de envolvimento com alguém substancialmente diferente de você, com quem voce não se importa e acha tedioso? Só se acontecer por acaso

  • http://twitter.com/gabrielvinicius Gabriel Alves

    Fantástico! Em outras palavras nem tudo na vida se resume ao sexo!

    Pessoas que vivem em função do sexo podem ter vários problemas, por sempre ficar com o pensamento focado nessa “necessidade”.

  • Pedromarx

    A senhorita tem sérios problemas, deveria procurar ajuda psicológica ou cirurgião plástico…

    • CauVick

      Desculpe, Pedro, mas as coisas não são bem assim. Entendo perfeitamente a autora. Acredito que somos responsáveis pelas nossas escolhas. Falo por mim: faço terapia, sou louca por sexo, entre quatro paredes sou uma devassa, mas depois do meu último relacionamento resolvi dar um tempo pra mim e por mim. Estou a quase um ano sem sexo, sem beijo na boca e por opção. Não sou feia, tenho boa condição financeira, tenho uma vida social movimentada e nem por isso tenho que ficar me esfregando por aí. Sexo é momento, é tesão, é descontrole e (por quê não?) autocontrole. Optar por ficar sem sexo, creio, é optar por não se envolver emocionalmente com alguem. As mulheres são assim, mais reservadas. Então não julgue uma pessoa que optou pelo não sexo como doente pscologicamente falando ou como feia, porque, meu caro, se vc pensa assim, deveria cuidar mais do seu cérebro!

  • Anônimo

    De um tempo pra cá venho vivendo algo semelhante. Uma coisa que ajuda nas minhas divagações sobre o sexo é viver em um ambiente no qual ele é, ao mesmo tempo, um distintivo social e um tabu: a faculdade.

    • Moises

      Isso dá um artigo muito bom. Essa falsa idéia de que sexo durante a faculdade é igual a filme americano…

  • http://www.facebook.com/people/Roney-Gomes/100000405197143 Roney Gomes

    Tudo tava indo muito bonito, muito sublime, muito paz e amor (comigo mesmo) até que surgiu um elemento fálico na brincadeira e acabou de vez com o título de “ONE YEAR WITHOUT SEX!!!”. Muito legal compartilhar uma estória tão bonita de auto-conhecimento, mas na verdade o sexo esteve presente nesse ano. Talvez com menor importância, talvez de outra forma, mas estava participando do auto-conhecimento como um tipo de “auto-sexo” (kkk! Não acredito que escrevi isso). Bem nossa amiga deve estar a um ano sem se relacionar e não sem sexo. E sinceramente acho que isso é muito pior do que um ano sem sexo.

    • http://twitter.com/felipesalum Felipe Salum

      tb percebi isso.. masturbacao, uso de vibrador, eh uma forma de sexo… ou seja sem sexo mesmo ela nao conseguiu ficar.

    • http://twitter.com/felipesalum Felipe Salum

      tb percebi isso.. masturbacao, uso de vibrador, eh uma forma de sexo… ou seja sem sexo mesmo ela nao conseguiu ficar.

    • http://twitter.com/felipesalum Felipe Salum

      tb percebi isso.. masturbacao, uso de vibrador, eh uma forma de sexo… ou seja sem sexo mesmo ela nao conseguiu ficar.

  • Marduk

    DU-VI-DO! ;P

    • Geraldo

      Não tome as pessoas por você, Marduk.

      Há infinitas possibilidades no mundo, se vc é incapaz de seguir alguma, não ache q o resto do mundo também o é.

      Ótimo texto, ‘Paloma’, e parabéns por ter aceito o desafio.

  • R Silva

    É. Vc passou por um trauma e acabou refletindo na sua sexualidade.
    Procure ajuda, um analista… eles podem te trazer para a luz.
    Não existe essa de “é impossível ser feliz sozinho”, mas se é uma escolha, devemos respeitar.
    Espero que seja só uma experiência.
    Por mais complicado que sejam os relacionamentos, no final das contas se colocar numa balança é muito bom estar acompanhado, dar e receber carinho…

  • Diogo

    Solidão feliz me lembrou disso aqui: http://www.youtube.com/watch?v=k7X7sZzSXYs. Massa o texto!

  • Marcos

    Concordo contigo em partes da sua reflexão, entretanto sinto que há um esforço, talvez não consciente de provar “Eu sou independente”, talvez por medos ou algo assim. De fato, é possível viver sem sexo, da mesma forma que é possível viver anos e ser fiel, todavia, afirmar que sexo é igual comer, dormir é estranho. Precisamos comer, pois necessitamos transformar o alimento em energia, necessitamos dormir para que o cérebro (fisicamente) não pare de funcionar. Se o sexo está relacionado a apenas uma questão mental, logo, em nenhum momento você precisaria de um vibrador =D Não estou defendo que sua idéia é inválida, seu um ano de reflexão foi necessário para sua pessoa, eu também já refleti sobre isso e hoje eu sei, eu quero alguém para compartilhar outras coisas além de sexo, sexo é bom, melhor que usar um aparato sexual, todavia, não quero uma pessoa neurótica, que não tenha uma vida própria e viva em torno do relacionamento (como você comentou, as pessoas giram em torno disso: relacionamento e sexo) e gastam muito tempo com isso. Eu sou de outra vertente: melhor ter uma pessoa do que ficar correndo atrás de várias, gastasse muita energia, a qualidade da questão resume-se apenas em acertar na pessoa. Feito isso, tenho tempo para aproveitar o melhor dos dois mundos.

  • Marco Antônio

    “Essa intensificação causada pelo sexo pode nos ofuscar e cegar para vários pontos importantes nas relações.”

    Onde está SEXO leia-se: alcool, amantes, dinheiro, poder, cocaina ou o objeto analogo que cause dependencia nociava a pessoa. E pronto, teremos uma regra geral.

  • Cazzobrasilia

    “O correr da vida embrulha tudo.
    A vida é assim: esquenta e esfria,
    aperta e daí afrouxa,
    sossega e depois desinquieta.
    O que ela quer da gente é coragem”

    João Guimarães Rosa

  • O discípulo

    A kundalini yoga se baseia em pricípios milenares de canalização energética para a base do cérebro, ao invés de desperdiçá-ã com a difusão perineal. Você apenas “descobriu” isto. Boa sorte, e não dê prá qualquer um, isto pode por todo um período de insights a perder.

  • Bruno Tamanaka

    Você não pode negar que ainda espera pelo seu príncipe encantado, “Não bastava ser lindo. Tinha de ter conteúdo, fazer a diferença na minha vida.” Isso é um príncipe encantado!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Eu ainda to pra ver uma garota que superou essa necessidade, Bruno. E to pra ver igualmente um cara que não mais espera uma princesa encantada. Nunca encontrei alguém verdadeiramente livre desse processo. Ou melhor, não da minha idade. ;-)

      • http://www.facebook.com/gabe.cordeiro Gabe Cordeiro

        Acho triste como todos parecem estar tratando-a como coitada.

        Penso que o ser humano se acostuma com -praticamente- tudo… eventualmente.

        Gitti, acredito que quem escolhe (ou se vê na situação de) estar com outros, socializar, busca alguém que se encaixe bem consigo, vale pra amigos, empregados… Príncipe e Princesa são só figuras pra uma busca que vejo como eterna.

        Digo eterna pois, até onde enxergo o ser humano tende a ser frustrado.
        Se viveu muito só, pensa como seria (ou é) viver 1+1. E assim vai com tudo…

        A frustração mesmo que não domine, assombra sempre na vida.
        Pois viver é escolher, e muitas escolhas são irreversíveis…

        Por isso sou curioso quanto à meditação, me pergunto se ajuda.
        O pouco que sei de budismo, me diz que sim.

      • Dalponte_g

        A gente so para de buscar quando se conforma que nunca vai encontrar, por isso que gente da sua e da minha idade ainda busca, porque ainda ha esperanca.

  • Ahenrique

    Interessante, mas perturbador…

  • http://discordando-do-mundo.blogspot.com Leonardo Xavier

    Eu acho que os caminhos para felicidade são individuais, cada uma acha o seu caminho. Eu acho que talvez as pessoas realmente devessem realmente tentar encontrar o caminho delas sem seguir fórmulas. Se abrir mão de sexo foi uma escolha que te fez feliz, meus parabéns.

  • Dougsnatch

    Concordo com o Brenno e completo:
    Não acho que realmente precisa viver sem sexo por um ano para passar a me entender.
    O que ocorre é que, em boa parte dos relacionamentos, tanto homens como mulheres, trata o companheiro(a) como o alicerce da vida, que sem isso não consegue viver, ou até mesmo abandona os amigos, as saídas e até mesmo os momentos de reflexões para se dedicar sempre ao relacionamento amoroso e de fato esquece de viver e passa a viver a vida do outro.
    É por isso que sempre digo a mim mesmo e a minha namorada, para ela não viver em função de mim afinal o futuro a Deus pertence.
    Sexo para mim é bom e importante, conseguiria viver um ano sem ele sim, mas sei muito bem que não preciso dele para refletir e entender meus próprios sentimentos.
    O que aconteceu com você (Paloma Soares) DEVE ter sido uma decepção amorosa muito grande que te fez pensar se realmente tudo aquilo que você estava sofrendo valia a pena… [???]

  • Fábio

    ATITUDE, acho que é melhor definição do seu comportamento diante de várias coisas que te conturbavam por serem extremamente opostas, a fusão do bem (prazer) e do mal (desprazer), a mistura que considero perfeita para viciar, qualquer incrédulo de sí mesmo, neste circulo repetitivo capaz de atrair relacionamentos nocivos dos quais nos permitimos a cumplicidade. Parabéns, o que precisamos sejam homens ou mulheres é ter atitude pra reconhecer e mudar aquilo que precisamos mudar, mas também é necessário o reconhecimento da importância da fase “conturbada”, para refletir sobre a mudança e pela vivência da experiência, além de nos permitir o auto conhecimento, mesmo que para isso fiquemos só com nós mesmos.

  • William

    Ótimo texto! =D

    Essa é uma reflexão que considero necessária para nossa atual geração! Após eras de repressão sexual tivemos uma redescoberta em nossa sociedade: nosso poder sexual. Nessa nova fase precisamos colocar o sexo em seu devido lugar: normalidade. Isso não significa “banalizar” o ato sexual, mas tratá-lo como uma coisa normal, parte de nossa vida normal humana, sem idolatria!

    Apesar do ápice de nossa vida estar nos contatos sociais, onde em relações saldáveis 1 + 1 é sempre maior q 2, temos de estar preparados e sóbrios para não dependermos desse contato social para nossa existência. Temos de parar de buscar a felicidade nos outros, pois deve ser primeiro encontrado em si mesmo para depois ser multiplicada com os outros.

  • http://pulse.yahoo.com/_CNTFCUKRE3XG4B7X7CX6IMGB4Q Anônimo

    É uma experiência interessante, ainda mais por ter sido espontânea. Já fiz algo parecido em termos de abstinência. Tá, nem tão parecido assim: me mudei pra uma cidade do interior e trabalhava/estudava 14 horas por dia, durante 3 anos. E a abstinência? Três anos sem internet; três anos sem e-mails e orkut; três anos sem atualizar um blog que tinha cem (pra mim, uma multidão) visitas diárias. Perdi a acensão dos vídeoblogs e twiter, etc. Tbm não foi planejado, mas valeu a pena. Não temos ir à Espanha pra fazermos nosso Caminho de Santiago. Podemos fazê-lo de maneira internalizada, basta ter foco e olhar pra dentro.
    Já ouvi relatos de mulheres fizeram o que tu fez, mas como eram casadas elas não deixaram de abrir as pernas pros maridos. Esqueceram o sexo, não o praticavam, mas permitiam que seus companheiros ainda as usassem. Depois de um tempo, tudo voltou aparentemente ao normal, mas elas estão mais maduras, mais atentas ao mundo que as cerca. A vida é assim, cada um buscando que é melhor para si.
    Um grande abraço, e bom retorno, hehe.

  • @PabloBassMan

    Muito legal seu texto e interessantes percepções que vc teve.

    Parabéns.

  • Wagner Sales

    Um ótimo texto, um ótimo ponto de vista e uma ótima forma de se conhecer, mas eu acredito que não é regra e a vida não pode ser apenas levada assim…
    ” sem prejuízo emocional para mim ou outrem, sem um centavo gasto ou nenhuma ansiedadezinha por causa de homem.”
    Tem um prejuízo sim! nesse caso eu acho que é igual a um ditado popular que dizem “não perdi, mas deixei de ganhar” e pra mim isso é prejuízo…
    A “ansiedadezinha”, a saudade, a vontade tb faz bem, não é só o sexo, o ato final, mas tudo que envolve esse círculo, parar os relacionamentos e todo o resto até é válido, como vc se conhecer, deve ser uma experiência muito boa! mas em meu ponto de vista só isso deixa alguma coisa faltando, por mais que você não perceba agora, um dia fará falta
    ;)

  • http://twitter.com/isabellaianelli Isabella Ianelli

    Não é o caso, mas vi este texto aqui e lembrei que acabei de ler numa revista feminina sobre um grupo de pessoas que se denominam como assexuadas. São homens e mulheres que querem namorar, mas não querem transar. Não gostam do contato íntimo e não conseguem parceiro por causa da pressão social já no início do namoro. A mesma obrigação social a que a autora se refere.

    Sex tornou-se algo público mesmo, parece…

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Comecei batendo de frente com seu texto, discordei. Lia enquanto pensava em argumentos pra rebater.

    Prossegui e dei de cara com ótimas reflexões. Interessante quando fala sobre como canalizou sua pulsão sexual para outros canais/atividades.

    A parte sobre sexo como “Obrigação Social” é o ápice do texto, a meu ver. É bonito falar sobre, esbanjar, contar vantagens. Contar não, compartilhar – visto que vivemos na era Facebook/Twitter.

    Estava aprovando o rumo que escolheu, até uma pequena e discreta frase surgir…

    “Fico com pena das amigas que não conhecem essa sensação de bem estar e tranquilidade…”

    Pena? Pena é um olhar adjacente a uma visão própria de superioridade. E, mesmo que refletir e crescer com seu período de abstinência seja fantástico, uma vida sem o masculino – ou sem o feminino – não é plena.

    Me pareceu encerrar a reflexão estando sozinha e desiludida, mas já acostumada com ambas sensações, o que não considero nada bom. Os grandes caras – homens de conteúdo é como as mulheres andam chamando, certo? – estão soltos por aí, cuidado para não se encastelar num olhar tão crítico, tão crítico, a ponto de construir uma muralha que nenhum homem seja capaz de trespassar.

    E como já dizia um velhinho esperto…

    “Sex without love is just exercise.”

    bjo.

    • http://twitter.com/JackCostaD JackCostaD

      Faço minhas as suas palavras, Guilherme!

      Texto excelente, cheio de boas reflexões.

      Mas, acredito que é no nosso interior que encontramos bem estar, tranquilidade e paz. E a sublimação sexual trata-se apenas de um dos inúmeros caminhos.

      Sem contar que uma ‘ansiedadezinha’ é sempre bem-vinda, vez ou outra. Faz com que nos sintamos vivos, em movimento. Diferente de andar em círculos.!!

      Beijão, Paloma. Excelente contribuição. Obrigada!!

    • FabioBrasileiro

      Gostei do texto, porém concordo com o Guilherme, e acrescento: Sexo é bom, faz bem e há quem defenda (e eu concordo) que é necessário. Talvez a quantidade de sexo necessária é que possa ser discutida. Acho interessante o ponto de vista da Paloma, mas acho que formalizar uma experiência pessoal como verdade absoluta geral é um pouco inocente, imaturo e até perigoso. Afinal como dizer o que é melhor para a amiga se somente ela pode dizer o que sente e como sente?
      Enfim, ótimo texto, grandes argumentos e um fiasco como proposta.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Comecei batendo de frente com seu texto, discordei. Lia enquanto pensava em argumentos pra rebater.

    Prossegui e dei de cara com ótimas reflexões. Interessante quando fala sobre como canalizou sua pulsão sexual para outros canais/atividades.

    A parte sobre sexo como “Obrigação Social” é o ápice do texto, a meu ver. É bonito falar sobre, esbanjar, contar vantagens. Contar não, compartilhar – visto que vivemos na era Facebook/Twitter.

    Estava aprovando o rumo que escolheu, até uma pequena e discreta frase surgir…

    “Fico com pena das amigas que não conhecem essa sensação de bem estar e tranquilidade…”

    Pena? Pena é um olhar adjacente a uma visão própria de superioridade. E, mesmo que refletir e crescer com seu período de abstinência seja fantástico, uma vida sem o masculino – ou sem o feminino – não é plena.

    Me pareceu encerrar a reflexão estando sozinha e desiludida, mas já acostumada com ambas sensações, o que não considero nada bom. Os grandes caras – homens de conteúdo é como as mulheres andam chamando, certo? – estão soltos por aí, cuidado para não se encastelar num olhar tão crítico, tão crítico, a ponto de construir uma muralha que nenhum homem seja capaz de trespassar.

    E como já dizia um velhinho esperto…

    “Sex without love is just exercise.”

    bjo.

  • Bruno Cavalcanti

    Vendo teu artigo estou começando a achar que o sr. Nessahan Alita era um verdadeiro gênio no deciframento da mente feminina.

  • http://pulse.yahoo.com/_IXAU54XGJB3EAU5JJ7I77MBYJE Rafael

    E ai, afinal de contas, após esse tempo na labuta esta pronta para exercitar o seu xá sexual? Admiro e as vezes pratico esse exercicio, que gosto de dizer ser um momento de auto analise, de ficar na seca. Mas, o sexo não é apenas uma necessidade fisiológica que pode ser controlada pelo SNC (sistema nervoso central) ou um momento íntimo de um casal (ou mais). Tem muita coisa inclusa, exercício energético entre outras, mas, o que considero interessante é ser um espelho de como nos relacionamos com nos, com o outro e com as coisas do mundo. Bem, o que quero dizer não é nada de mais, entenda como um: admiro atitudes assim e boa sorte (isso você parece ter, já que sorte somos nos quem construímos). Beijo!

  • Jefferson

    Bom texto. Aprender a conviver consigo mesmo é uma das sensações mais desgastantes e prazerosa, é uma questão de liberdade espiritual, são cada crenças assustadoras que as pessoas carregam que faz muita gente perder o rumo…

  • CucaPhesca

    Pombinha, pronto já desabafou !
    Agora, pare com suas punhetinhas e venha ser minha Juliette!!

    Bj

  • http://www.facebook.com/people/Douglas-Campos-de-Paula/100001112875452 Douglas Campos de Paula

    sei la…

    “É como passar uma vida andando em círculos…”

    esse ciclo vicioso, faz você ter histórias e emoções, não que livros, filmes e cultura em geral não te traga isso, mais é menos intenso…menos perigoso…

  • Débora

    Eu também passei quase um ano sem sexo, sentia muita falta, mas aprendi a me virar e passei a encarar como você disse, como uma “necessidade física saciada de maneira muito prática”.
    Nem tenho muita paciência pra sexo, mas continuo fazendo.
    E não me impede de ter cultura também (como você falou, livros e tal).

    Eu começo a escrever e começo a viajar, pensar na vida, tudo é muito complexo.
    Fico por aqui.

  • Chrono

    Nego é muito pela-saco, sinceramente. O que a autora afirma é possível, sem dúvida. Mas como alguém já disse acima, o que ela teve foi um ano sem relacionamentos e não sem sexo, graças ao “vibrador ultra moderno”. Se um homem passa um ano sem pegar mulher, só na punheta, ele não fica um ano sem sexo: ele fica um ano NA MERDA.

    Você pode até entrar numa onda existencialista, de auto-análise e etc. Com certeza terá pensamentos profundos e sonhos emocionantes. Vai amar a literatura, a música, etc. Só que isso tem um preço, que é um ano sem algo que, quando usado da forma correta (e todo mundo sabe, lá no íntimo, quando não é), te traz alegria de viver e um convívio saudável com a pessoa (ou pessoas) que você ama.

  • Lucas

    Largue essas reflexões idiotas e vá transa mulhé, simplesmente viva!

  • Anônimo

    Você parece uma ex-viciada em drogas ou ex-alcoólatra falando sobre o vício que superou.

    Não vejo esse tipo de generalização como algo bom. Você pode dizer que sexo não é essencial mas dizer que a vida é melhor sem ele e blablablá… isso é conversa pra boi dormir e pra sustentar algum fracasso pessoal e moral.

    Não, ficar sem sexo não é um fracasso moral e pessoal. É, pelo visto, um resultado disso.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Não vejo fracasso algum, Thiago.

      Um relato como esses é perturbador e nos força a ver a pessoa com alguém PIOR do que nós simplesmente por auto-defesa.

      É como se pensássemos: “Porra, eu me esforço todo dia pra conseguir amor e sexo, já sofri muito por isso, todas as minhas conquistas deram trabalho. Eu preciso disso. Aí vem você dizendo que isso tudo não é obrigatório, que não é necessário, que eu poderia viver bem sem esse esforço em direção a amor e sexo? Vai se foder, sua perdedora!!! Você tá errada!!! Porque se você estiver certa, bem, se você estiver certa, o perdedor sou eu, que fico aqui trabalhando duro pra conseguir minha felicidade de amor e sexo.”

      Isso não é 100% da história, mas tem um aspecto disso, na minha visão.

      • Anônimo

        Na verdade não é bem assim. Sexo não é algo estritamente necessário mas aboli-lo também não é correto, pelo menos na minha visão de vida.

        Não tem por que abolir algo que nos traga prazer e/ou felicidade. Assim como não acho legal abolir cerveja, bebidas, cigarro, desde que não nos façam mal em excesso ou estejam nos prejudicando em algo.

        Sexo faz parte das “coisas boas da vida” e não concordo com a ideia de barrar uma dessas coisas.

        Falei do fracasso pois se ela o fez, foi resultado de algum. Aliás relendo o texto ela até fala de um relacionamento que acabou… e cita que não se viu atraída por ninguém por um tempo… sintomas bem comuns.

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        Sim, mas ela apenas passou um ano sem. Não aboliu. E eu conheço um amigo que aboliu. É mais feliz do que eu. Assim como conheço gente que transa pra caralho e está muito bem. Ou seja, sexo não é critério algum.

        Se é fracasso ou não, eu deixo isso com ela. O relato não me interessa para eu julgar a vida de uma pessoa de acordo com os meus referenciais. O relato me interessa como argumento, como visão, como uma possibilidade. Se eu apenas enxergo uma pessoa ali, não o conteúdo da coisa, e ainda a enquadro em meu próprio mundo, aí não sobra grande coisa, eu perco toda a riqueza existente.

        Abraço.

      • Anônimo

        Vc tem razão

  • Luuuuis

    Cara, teus dedos devem estar ultra calejados !

  • http://twitter.com/hqexperimental Jussara Gonzo

    Texto muito corajoso! Ainda mais vindo de uma mulher, que no caso de sexualidade perdem sempre para os dois lados – mulher que dá é puta, mulher que não dá é frígida.

    Não estou a tanto tempos em sexo. Só dois meses. E admito, às vezes a gente faz isso meio que por obrigação, para “não perder a cota do mês” ou coisa parecida. vamos tentar ficar mais conscientes!

    Alias concordo 100% com o Gustavo Gitti!

  • Felipe

    Olá Paula, eu sou homem e fiz a mesma coisa que você após um problema com uma quase namorada, fiquei praticamente 11 meses sem beijar ou fazer sexo, tratando o sexo oposto como se fosse sempre uma nova amiga, passei por todas as fazes que você descreveu acima e vejo que os problemas são tantos para o lado feminino quanto masculino, a banalização do sexo faz com que os seres fiquem vazios, procurando apenas por prazer momentâneo. O auto-conhecimento foi a melhor parte de todo o processo, dar tempo a nossa cabeça de processar tudo o que acontece conosco. Parabéns pela matéria!

  • http://www.facebook.com/chumbinho Lucas Dias

    Acho q isso soh me surpreenderia se fosse um homem contando… no caso de mulheres vejo isso meio como algo facil de se acontecer, conheco algumas garotas q passaram por algum tipo de trauma (uma palavra meio forte, mas para chegar nessa situacao eh a unica q pode ser usada), e se abstiveram de sexo durante longos periodos para “refletir”…
    Uma de minhas ex msm, apos terminarmos ela ficou pouco mais de um ano sem sair com ninguem, ate recentemente, qndo saimos novamente, ou seja, apos um ano e meio sem ninguem a proxima vez q ela foi transar com alguem foi… comigo de novo…
    Cheguei a perguntar o pq disso e a unica resposta dela foi q ela n ve “graça” em nenhum outro homem alem de mim…
    Respeito as escolhas de todos, msm q EU nunca escolhesse para mim, e acho q se a pessoa estiver realmente feliz consigo msma, n apenas querendo se convencer q esta feliz… estando REALMENTE feliz, entao dane-se a opiniao do resto do mundo, viva a sua vida e seja feliz =]

  • Bruno

    Paloma,

    Parabéns pela energia em compartilhar tudo isso… O principal é o sentimento de sinceridade que guia seu olhar…

    É incrivel conhecer a história pessoal de cada um, e refletir como todos querem chegar no mesmo ponto, não sabendo nem por onde começar…

    Estou no mesmo barco, se tiver algum insight de iluminação e quiser colaborar no processo de busca deste leitor (não seguidor de redes sociais e Blogs como Phd, Nova, Atrevida, Contigo, Trip, TPM, etc) e um pouco distante, me liga :)

    Felicidades pra ti.

  • Anônimo

    Legal, Paloma.
    E o mais legal, talvez essa “experiência” poderá desvelar outros significados pra você ainda – você pode até mesmo cair no círculo de novo com um outro olhar, talvez.
    Sabe, acho que ao mesmo tempo que parece absurdo ficar sem sexo 1 ano, também é algo super possível, nada de especial. Para algumas pessoas, escrever sobre isso inclusive pode soar como se perder num detalhezinho da moldura de uma grande obra de arte… Acho que a relevância da sua experiência nem esteja no sexo.
    Vc mesma diz que foi acontecendo – vc seguiu o fluxo – então, o sexo apenas foi um ingrediente a mais afetado pela experiência toda.

    Concordo plenamente qdo disse que “abriram a caixa de pandora” do sexo. Não acho que sexo não possa ter um clima sacana etc etc. Sim, isso é próprio dele! Mas tem de haver um certo “segredo”, uma coisa nobremente guardada e muito sacana e prazerosa: você descobrir até onde pode ir a sacanagem, por si só, uma descoberta intima. Não sei explicar mto bem essa idéia, falta palavras… É preciso ter a sacanagem mais sacanagem de todas guardada, para que possamos sentir ultrapassando limites que existem essencialmente no sexo “tabu”. Se ela é exposta excessivamente, perde o poder.
    Não dá pra escancarar desse jeito, a magia sacana vira LIXO! E são necessários estímulos cada vez mais violentos pra acender os sentidos, coisas que eram pra ser totalmente tesudas, não movem mais e, então, ver mulheres repetindo movimentos do sexo, em posição de carrinho de mão, sem calcinha, chupando uma garrafa, na calçada pública, já é o bagaço estraçalhado da laranja, saca?

    Mas é isso né, as coisas se apresentam assim e talvez, esse seja o caminho… sei lá!
    um beijo!

  • Victor Hugo

    ” É fundamental ter equilíbrio e controle emocional para ter uma vida saudável e feliz. Mesmo sem sexo, posso dizer que hoje vivo muito em paz comigo mesma e com o mundo. Sem TPM alguma, inclusive! ”

    Com certeza seu texto não reflete isso ….

  • FIDEGA

    A questão é que PARA VOCÊ, O SEXO DAVA TRABALHO.
    Daí resolveu não correr mais atras e canalizar em outras coisas.
    Para fugir dos meus problemas eu meto a cara no trabalho.
    Sinceramente me pareceu que a autora é recalcada.
    Se fosse tão resolvida como ela mesma afirmou, certamente não usaria pseudônimo.

  • FIDEGA

    A questão é que PARA VOCÊ, O SEXO DAVA TRABALHO.
    Daí resolveu não correr mais atras e canalizar em outras coisas.
    Para fugir dos meus problemas eu meto a cara no trabalho.
    Sinceramente me pareceu que a autora é recalcada.
    Se fosse tão resolvida como ela mesma afirmou, certamente não usaria pseudônimo.

  • FIDEGA

    A questão é que PARA VOCÊ, O SEXO DAVA TRABALHO.
    Daí resolveu não correr mais atras e canalizar em outras coisas.
    Para fugir dos meus problemas eu meto a cara no trabalho.
    Sinceramente me pareceu que a autora é recalcada.
    Se fosse tão resolvida como ela mesma afirmou, certamente não usaria pseudônimo.

  • http://www.facebook.com/pedrosavastano Pedro Savastano Calabria

    Paloma,

    Admiro o que você conseguiu, mas eu estou me enquadrando mais no http://papodehomem.com.br/viciado-em-sexo-dependente-de-putaria-um-relato/ .
    Não consigo ficar sem… de jeito nenhum. (não dizendo que faço muito, mas estou satisfeito com o quanto faço.)

    Abraços.

  • http://www.facebook.com/pedrosavastano Pedro Savastano Calabria

    Paloma,

    Admiro o que você conseguiu, mas eu estou me enquadrando mais no http://papodehomem.com.br/viciado-em-sexo-dependente-de-putaria-um-relato/ .
    Não consigo ficar sem… de jeito nenhum. (não dizendo que faço muito, mas estou satisfeito com o quanto faço.)

    Abraços.

  • http://www.facebook.com/pedrosavastano Pedro Savastano Calabria

    Paloma,

    Admiro o que você conseguiu, mas eu estou me enquadrando mais no http://papodehomem.com.br/viciado-em-sexo-dependente-de-putaria-um-relato/ .
    Não consigo ficar sem… de jeito nenhum. (não dizendo que faço muito, mas estou satisfeito com o quanto faço.)

    Abraços.

  • http://www.facebook.com/people/Mari-Marino/1623494613 Mari Marino

    Tudo que é radical, penso não ser saudável!

    Existem várias formas de auto conhecimento, essa foi a que a Paloma encontrou. Ótimo pra ela! rs!

  • Rodrigo

    Cada vez mais as pessoas se oferecem como objeto e menos como sujeito. Nossa sociedade parece cada vez mais como um fast-food, um rodizio. São várias opções de prazer. Mas em muitas pessoas isso vai se tornando superficial com o tempo e você já não se satisfaz mais com essa relação objetal. Passa a querer algo mais real. E que real seria esse? Amizade, arte, filosofia, esporte? Quem sabe sexo, porque não? Mas já não mais visto (e vivido) com o mesmo olhar… Aliás, nesse ponto você já não olha mais nada com só com o olhar de antigamente.

  • http://www.facebook.com/people/Vicente-Lo-Duca/100000327132630 Vicente Lo Duca

    “Passei a ter dias muito mais produtivos intelectualmente. Artes, filosofia, psicologia, política, estudei muita coisa de maneira disciplinada e prazerosa. Todo o tempo e a energia que eu perdia conversando sobre relacionamentos (e buscando sexo) foram muito bem empregados durante esta fase. Explorei a liberdade e o auto-conhecimento. Durante todo este tempo refleti: afinal, qual é o real propósito do sexo?”

    Parágarafo excelente, principalmente quanto ao foco das energias, parece meio bizarro mas pensar em sexo o tempo todo, ou foca-lo como realização de vida ou algo parecido acaba por obscurecer sua atividade em outras coisas. E acho que o propósito do sexo são alguns:
    Prazer, Curtir aquela intimidade com a pessoa que você gosta, e mais algumas…

    o Grande lance é não deixar que o pensamento sobre sexo lhe consuma, e pra isso não precisa se abdicar só é preciso se conhecer, ter controle sobre si mesmo.

  • Henrique E Borges

    Vários e vários comentários, cada um expressando o que há dentro de seus autores. Pouquíssimos porém chegaram perto de olhar para o texto sem sua “persona” ou talvez de possuir uma “persona” próxima a da autora do texto. Belíssimo texto e melhor ainda a experiência narrada.
    Um ponto crucial para se aproximar do estado de espírito da autora e compreender o texto acredito que seja:
    “Mas, com o tempo, canalizei minha energia em tantas atividades que me davam prazer que fui sublimando a necessidade sexual.”

    Gostaria de conhecê-la pessoalmente.

  • http://twitter.com/diegorv Diego R. V.

    Incrível, enfim.. alguém com o pensamento estranhamente parecido com o meu ;- )

    • FIDEGA

      AUHAUSHUASHUHSAUHSUh

      Boa, boa.

      :D

  • Mulher de Atitude Blog

    Gostei de sua história… temos que passar por determinadas situações para nos fazerem refletir.
    Pelo que disse, saiu com vários caras acabou se frustrando… ou sentiu-se nojo… daí sim resolveu ficar só. Mas penso que antes só do que mal acompanhada…
    Tenho visto muitas amigas nessa situação, e infelizmente não podemos fazer nada! Até tentei mas quando a mulher quer se sentir a fodona, é foda mesmo! Só faz loucuras…
    Mas pelo que entendi, você está sem sexo, porém usa vibrador??? Então não ficou sem sexo? Só não teve um Homem. Aí acho que é fácil hehehehe Porque acabou-se masturbando…
    Penso que o sexo é muito importante numa relação, porém não é tudo!
    Parabéns pela atitude, e que você conheça uma pessoa para estar ao seu lado.

  • PC

    Olá,
    Muito legal o post.
    Eu sou homem e já fiz isso, na verdade, sempre faço. Eu acho que o sexo é uma coisa super gostosa, mas dou uma valorização mais romântica.
    Normalmente só faço sexo com quem eu realmente estou afim. Eu particularmente me sinto melhor dessa forma, fazendo amor com uma garota especial… Já fiz sexo por sexo e não achei legal… Então cheguei a uma conclusão parecida contigo…
    + isso pra homens é bem mais punk… a pressão social é bem maior né? + aprendi a lidar bem com isso e levo a vida numa boa.
    Atualmente namoro, amo minha namorada e o sexo com amor é simplesmente fantástico.
    De qualquer forma, respeito a opinião de todos.
    Um abraço

  • http://www.facebook.com/people/Andreas-Werner-Hahmann-Figge/621264388 Andreas Werner Hahmann Figge

    Paloma, muito legal mesmo, texto muito bem escrito e o tópico abordado então… só espero que não vire moda hehe

  • http://twitter.com/crishonsou Cristiano Gonçalves

    Infinitas possibilidades, meus caros!!

    Infinitas possibilidades.

  • http://twitter.com/crishonsou Cristiano Gonçalves

    Infinitas possibilidades, meus caros!!

    Infinitas possibilidades.

  • laurinha

    Ué eu estou há mais de 1 ano sem sexo, bem como muitas amigas minhas.
    Isso não é nada anormal.
    E também celibatário não é necessário pra se refletir sobre a vida, a não ser que vc pare de viver sua vida p/ viver a do outro quando está em um relacionamento. Daí seus problemas já vão além…

  • http://www.facebook.com/alessandra.marcuzzi Alê Marcuzzi

    Paloma, admiro sua abertura, foi que mais me chamou a atenção no texto, esse compartilhar leve e tranquilo, sem grandes pretensões, muito bonito isso!
    Particularmente me idenfico com muitos trechos relatados por você, principalmente a querer ver as coisas de uma outra forma, ampliar esse olhar e as vezes a gente se abstem externamente de alguns estimulos pra conseguir isso, outras vezes de lugares, enfim, o importante é vivenciar, experimentar o que te nutre naquele momento. Não se trata de certo/errado, nem bom/ruim, mas vc buscou e foi a fundo isso é bem digno e me dá alegria de ver em outro ser humano.

    Abs

    Alessandra

  • http://twitter.com/Phenriquefc Paulo Henrique F. C

    No dia que quiser tirar o atraso me avisa ;)

  • http://www.facebook.com/pierre.caradec Pierre Briquet

    Ótimo texto.

    O tempo dedicado a discussão sobre relacionamentos e investidas pode ser bem alto mesmo, e é só nestas épocas de abstinência voluntária que fica mais fácil perceber e internalizar isto. Acredito que esta nova ponderação te faz ser mais seletivo no “trade-off” do tempo que você poderia aplicar ou em outras atividades ou num novo caso qualquer. Não é possível fugir completamente do animal que somos (não só quanto a busca do sexo, citando também outras necessidades como a aprovação social ou subjulgar alguém para criar sensações de potência), mas textos como este nos ajudam a refletir sobre o quanto que este tende a decidir sozinho sobre os nossos rumos e experiências em vida.

    Em suma, que nós gastemos nosso tempo com mais parcimônia.

    Abraço.

  • http://twitter.com/tiagoandrade89 Tiago de Andrade

    Julgamentos aqui não tem porque existirem.

    Este é apenas um relato de uma vivência. O que deixa no ar, a dúvida do que ser melhor.

    No meu ponto de vista? Depende de cada um.

    Parabéns Paloma, bela reflexão.

  • James

    coitada

  • Costinha10

    vc tem sorte isso sim… leia http://diariodeumbode.wordpress.com e veja o que vc está “perdendo”

  • Costinha10

    vc tem sorte isso sim… leia http://diariodeumbode.wordpress.com e veja o que vc está “perdendo”

  • Dine

    - Roney Gomes – Concordo em número, gênero e grau com você. Ela não passou um ano sem sexo (“vibrador ultra moderno”), passou um ano sem relacionamento. O sexo não é a questão, eu acho, a questão é o relacionamento. Ainda que se fale em sexo casual, ainda assim é um tipo de relação. Enfim, não deu certo a experiência. Se não tivesse vibrador, nem masturbação em 1 ano, aí sim.

    • http://www.facebook.com/people/Vicente-Lo-Duca/100000327132630 Vicente Lo Duca

      Dine,
      Parece que você tá dizendo que é a mesma coisa a masturbação do sexo , mas são diferentes. Po é um ano sem sexo cara. Vibrador pra mulher, uma punheta pro homem são coisas completamente diferentes de sexo, e pra ser diferente não precisa ser o sexo romântico.. É diferente até mesmo do sexo casual.
      E sexo casual não tem relacionamento.

  • Dine

    - Roney Gomes – Concordo em número, gênero e grau com você. Ela não passou um ano sem sexo (“vibrador ultra moderno”), passou um ano sem relacionamento. O sexo não é a questão, eu acho, a questão é o relacionamento. Ainda que se fale em sexo casual, ainda assim é um tipo de relação. Enfim, não deu certo a experiência. Se não tivesse vibrador, nem masturbação em 1 ano, aí sim.

  • Dine

    - Roney Gomes – Concordo em número, gênero e grau com você. Ela não passou um ano sem sexo (“vibrador ultra moderno”), passou um ano sem relacionamento. O sexo não é a questão, eu acho, a questão é o relacionamento. Ainda que se fale em sexo casual, ainda assim é um tipo de relação. Enfim, não deu certo a experiência. Se não tivesse vibrador, nem masturbação em 1 ano, aí sim.

  • Diego

    Muito bonito seu relato.

    Desculpe a franqueza mas a vida, de uma maneira espetacular, te ensinou o caminho para passar de uma ”vadia superficial” a uma verdadeira mulher. Aquela que os homens de boa índole quer presentear com as flores mais perfumadas e fazer brilhar teus olhos com muito carinho.

    Não saia desse caminho, ele te renderá bons frutos. (como vc disse: intelectual, emocional, mas tb e principalmente, espiritual –> td é uma questão de ”relacionamentos”.

    ”O invisível é a maioria” – Buda

    bjo

  • Diego

    Muito bonito seu relato.

    Desculpe a franqueza mas a vida, de uma maneira espetacular, te ensinou o caminho para passar de uma ”vadia superficial” a uma verdadeira mulher. Aquela que os homens de boa índole quer presentear com as flores mais perfumadas e fazer brilhar teus olhos com muito carinho.

    Não saia desse caminho, ele te renderá bons frutos. (como vc disse: intelectual, emocional, mas tb e principalmente, espiritual –> td é uma questão de ”relacionamentos”.

    ”O invisível é a maioria” – Buda

    bjo

  • Diego

    Muito bonito seu relato.

    Desculpe a franqueza mas a vida, de uma maneira espetacular, te ensinou o caminho para passar de uma ”vadia superficial” a uma verdadeira mulher. Aquela que os homens de boa índole quer presentear com as flores mais perfumadas e fazer brilhar teus olhos com muito carinho.

    Não saia desse caminho, ele te renderá bons frutos. (como vc disse: intelectual, emocional, mas tb e principalmente, espiritual –> td é uma questão de ”relacionamentos”.

    ”O invisível é a maioria” – Buda

    bjo

  • Diego

    Muito bonito seu relato.

    Desculpe a franqueza mas a vida, de uma maneira espetacular, te ensinou o caminho para passar de uma ”vadia superficial” a uma verdadeira mulher. Aquela que os homens de boa índole quer presentear com as flores mais perfumadas e fazer brilhar teus olhos com muito carinho.

    Não saia desse caminho, ele te renderá bons frutos. (como vc disse: intelectual, emocional, mas tb e principalmente, espiritual –> td é uma questão de ”relacionamentos”.

    ”O invisível é a maioria” – Buda

    bjo

  • http://www.facebook.com/leonora.ling Leonora Berrini

    Gostei muito do seu texto Paloma, mas concordando com o Guilherme, considerei desnecessária a frase sobre ter pena das amigas que não compreendem que estar bem e sozinha pode ser muito mais benéfico do que estar em uma relação somente pelo sexo, ou somente por ter uma relação, pois passa a idéia de que julga seu estilo de vida superior ao delas, o que não é, da mesma maneira que o delas não é superior ao seu. Cada um trilha seu próprio caminho, fazendo ou não fazendo sexo, estando em uma relação ou não (não quis passar um sermão aqui, foi apenas uma opinião pessoal). E concordo muito com isto de haver uma certa demanda social para que tenhamos uma vida sexual constante, como se isto fosse uma espécie de pré-requisito para nos enquadrarmos na sociedade, sendo que a não tanto tempo assim, sexo era uma assunto tido como tabu. O que vê-se hoje em dia é quase o oposto de antigamente: fala-se tanto em sexo, que chegou a ser algo de domínio público, tornando-se até banal, e de fato podemos direcionar nossa energia a várias outras coisas que podem ir além dele.

    Parabéns pelo texto, e continue aprimorando-se cada vez mais :).

  • http://www.facebook.com/leonora.ling Leonora Berrini

    Gostei muito do seu texto Paloma, mas concordando com o Guilherme, considerei desnecessária a frase sobre ter pena das amigas que não compreendem que estar bem e sozinha pode ser muito mais benéfico do que estar em uma relação somente pelo sexo, ou somente por ter uma relação, pois passa a idéia de que julga seu estilo de vida superior ao delas, o que não é, da mesma maneira que o delas não é superior ao seu. Cada um trilha seu próprio caminho, fazendo ou não fazendo sexo, estando em uma relação ou não (não quis passar um sermão aqui, foi apenas uma opinião pessoal). E concordo muito com isto de haver uma certa demanda social para que tenhamos uma vida sexual constante, como se isto fosse uma espécie de pré-requisito para nos enquadrarmos na sociedade, sendo que a não tanto tempo assim, sexo era uma assunto tido como tabu. O que vê-se hoje em dia é quase o oposto de antigamente: fala-se tanto em sexo, que chegou a ser algo de domínio público, tornando-se até banal, e de fato podemos direcionar nossa energia a várias outras coisas que podem ir além dele.

    Parabéns pelo texto, e continue aprimorando-se cada vez mais :).

  • http://www.facebook.com/leonora.ling Leonora Berrini

    Gostei muito do seu texto Paloma, mas concordando com o Guilherme, considerei desnecessária a frase sobre ter pena das amigas que não compreendem que estar bem e sozinha pode ser muito mais benéfico do que estar em uma relação somente pelo sexo, ou somente por ter uma relação, pois passa a idéia de que julga seu estilo de vida superior ao delas, o que não é, da mesma maneira que o delas não é superior ao seu. Cada um trilha seu próprio caminho, fazendo ou não fazendo sexo, estando em uma relação ou não (não quis passar um sermão aqui, foi apenas uma opinião pessoal). E concordo muito com isto de haver uma certa demanda social para que tenhamos uma vida sexual constante, como se isto fosse uma espécie de pré-requisito para nos enquadrarmos na sociedade, sendo que a não tanto tempo assim, sexo era uma assunto tido como tabu. O que vê-se hoje em dia é quase o oposto de antigamente: fala-se tanto em sexo, que chegou a ser algo de domínio público, tornando-se até banal, e de fato podemos direcionar nossa energia a várias outras coisas que podem ir além dele.

    Parabéns pelo texto, e continue aprimorando-se cada vez mais :).

  • http://www.facebook.com/leonora.ling Leonora Berrini

    Gostei muito do seu texto Paloma, mas concordando com o Guilherme, considerei desnecessária a frase sobre ter pena das amigas que não compreendem que estar bem e sozinha pode ser muito mais benéfico do que estar em uma relação somente pelo sexo, ou somente por ter uma relação, pois passa a idéia de que julga seu estilo de vida superior ao delas, o que não é, da mesma maneira que o delas não é superior ao seu. Cada um trilha seu próprio caminho, fazendo ou não fazendo sexo, estando em uma relação ou não (não quis passar um sermão aqui, foi apenas uma opinião pessoal). E concordo muito com isto de haver uma certa demanda social para que tenhamos uma vida sexual constante, como se isto fosse uma espécie de pré-requisito para nos enquadrarmos na sociedade, sendo que a não tanto tempo assim, sexo era uma assunto tido como tabu. O que vê-se hoje em dia é quase o oposto de antigamente: fala-se tanto em sexo, que chegou a ser algo de domínio público, tornando-se até banal, e de fato podemos direcionar nossa energia a várias outras coisas que podem ir além dele.

    Parabéns pelo texto, e continue aprimorando-se cada vez mais :).

  • http://pulse.yahoo.com/_SURJCNTEGCEJZ6FISW2ZI4SXWQ Lapeño Heriquez

    Sugiro um novo nome PDG PApo de GAy …..
    Texto Gay ….
    Não me interessa saber das alucinações , frustrações , viagens, teorias, filosofias de vidas de mulheres psicoticas, frustadas, solitarias, com complexo de superioridade .. se gostasse disso ficava ouvindo minha mulher falar sobre as amigas loucas dela …Pouco me importa a vida sexual da fulana se era puta e virou freira uo vice versa …..

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Passe para o próximo post, Lapeño.

      Tem homens que se interessam, sim, por relatos assim. E não entendi bem o que isso tem de gay… Pra quem sempre se relaciona com mulheres, esse relato não tem nada demais. Nem de gay.

      Se interesse e curiosidade não são mais qualidades masculinas, bem, então acho que tem algo de errado no lance.

      Abraço.

    • Bruno Tamanaka

      Lapeño,

      As razões que fazem as mulheres não quererem dar, é uma coisa que me interessa. As razões que as fazem dar, me interessam ainda mais!

      Sabe de uma coisa gay? Fantoches!

  • Olevante

    Não pelas mesmos motivos, mas tive experiência parecida, mas durou mais de um ano. Parece-me que as reflexões estão bastante razoáveis e coincidem em muitos pontos com a minha experiência.

  • Olevante

    Não pelas mesmos motivos, mas tive experiência parecida, mas durou mais de um ano. Parece-me que as reflexões estão bastante razoáveis e coincidem em muitos pontos com a minha experiência.

  • Olevante

    Não pelas mesmos motivos, mas tive experiência parecida, mas durou mais de um ano. Parece-me que as reflexões estão bastante razoáveis e coincidem em muitos pontos com a minha experiência.

  • Olevante

    Não pelas mesmos motivos, mas tive experiência parecida, mas durou mais de um ano. Parece-me que as reflexões estão bastante razoáveis e coincidem em muitos pontos com a minha experiência.

  • Devalekssa

    Ameeeiiii…amadinha…. eu axei que eu era a unica ainda não tem um ano mais estou exatamente na mesma posição…..se não tiver algo melhor que a minha solidão pra me oferecer então é melhor nem mexer comigo..mil bejos

  • Devalekssa

    Ameeeiiii…amadinha…. eu axei que eu era a unica ainda não tem um ano mais estou exatamente na mesma posição…..se não tiver algo melhor que a minha solidão pra me oferecer então é melhor nem mexer comigo..mil bejos

  • Devalekssa

    Ameeeiiii…amadinha…. eu axei que eu era a unica ainda não tem um ano mais estou exatamente na mesma posição…..se não tiver algo melhor que a minha solidão pra me oferecer então é melhor nem mexer comigo..mil bejos

  • Devalekssa

    Ameeeiiii…amadinha…. eu axei que eu era a unica ainda não tem um ano mais estou exatamente na mesma posição…..se não tiver algo melhor que a minha solidão pra me oferecer então é melhor nem mexer comigo..mil bejos

  • anonimo

    “Pra quem não sabe amar
    Fica esperando
    Alguém que caiba no seu sonho”

    Blues da Piedade
    Cazuza

  • anonimo

    “Pra quem não sabe amar
    Fica esperando
    Alguém que caiba no seu sonho”

    Blues da Piedade
    Cazuza

  • anonimo

    “Pra quem não sabe amar
    Fica esperando
    Alguém que caiba no seu sonho”

    Blues da Piedade
    Cazuza

  • anonimo

    “Pra quem não sabe amar
    Fica esperando
    Alguém que caiba no seu sonho”

    Blues da Piedade
    Cazuza

  • http://www.facebook.com/people/Cecilia-Macieira/100000214655181 Cecilia Macieira

    Adorei o post!
    Meu parabéns à autora pela coragem em escrevê-lo, ainda que sob um pseudônimo.

  • http://www.facebook.com/people/Cecilia-Macieira/100000214655181 Cecilia Macieira

    Adorei o post!
    Meu parabéns à autora pela coragem em escrevê-lo, ainda que sob um pseudônimo.
    Não precisamos chegar ao extremo dos 12 meses, mas podemos sim ter uma vida mais reflexiva e menos guiada pelo instinto.

  • Gustavo Meneghel

    Vc eh uma idiota. Sem mais.

  • Rodrigo

    Existem normas? Padrões de comportamento? Conduta sexual legal ou reguladora?

    Se sim, é o fim da picada. Mata todo o infinito potencial de criatividade que a vida (e o sexo) permite-nos realizar.

    Acho que uma experiencia dessas exige maturidade. É de quem não aceita os moldes que tentam nos impor, desde o berço. Já que sexo virou só mais um produto de excelente lucratividade, pois, quem não o faz?

    Todos consumem sexo.
    É quase uma heresia não pratica-lo.

    Mas será tão absurdo assim não faze-lo? Porque?

    Fazer do ato sexual uma relação objetal, uma obrigação moral ou transforma-lo em mais uma dessas modinhas que surgem, pra mim, é demais também.

  • FabioBrasileiro

    Gostei do texto, porém digo: Sexo é bom, faz bem e há quem defenda (e eu concordo) que é necessário. Talvez a quantidade de sexo necessária é que possa ser discutida. Acho interessante o ponto de vista da Paloma, mas acho que formalizar uma experiência pessoal como verdade absoluta geral é um pouco inocente, imaturo e até perigoso. Afinal como dizer o que é melhor para a amiga se somente ela pode dizer o que sente e como sente?
    Enfim, ótimo texto, grandes argumentos e um fiasco como proposta.

  • Roger

    Ótimo artigo. Obrigado, Paloma, você me fez pensar. “[...] passei a apreciar deliciosamente com olhar de artista diante de uma bela obra de arte. E só.” Foi exatamente o que eu fiz com relação ao nu artístico da primeira imagem do artigo. Há algo no meu cérebro que me faz apreciar muito certos padrões do corpo feminino :)

  • PALOMA

    Olá,

    Fiquei feliz em poder colaborar com esse meu relato no PdH. Diante da impossibilidade de responder a cada um, vamos à alguns esclarecimentos.

    …A expectativa de vida do brasileiro é de aprox. 73 anos. O que significa UM ano diante de uma longa vida? Não sinto que esse meu ano sem sexo tenha sido uma tortura. Sabe aquela sensação de que o ano simplesmente voou? Aconteceu naturalmente, não foi um desafio que eu me impus ou espécie de aposta. Foi algo bem natural.

    E meu ano foi cheio de aprendizado e experiências reveladoras. Convivi com chineses e ingleses. Pense aí sobre a questão do sexo nessas duas culturas, como o tema é tratado de maneira diferente! E como a psicologia social ajuda a compreender alguns comportamentos individuais.

    E se esse UM ano sem sexo representar uma maturidade que vai me proporcionar TRINTA anos de relacionamentos mais sadios?

    Eu compreendo a reação de muitos. Há pessoas que me vêem como uma derrotada, com problemas psicológicos ou em processo traumático. A questão do sexo exalta as paixões, é uma coisa que mexe com as entranhas. Por que? É essa a pergunta que faço, que analiso. O porquê disso tudo, o propósito disso tudo e a melhor maneira de lidar com o sexo e com nossos relacionamentos.

    Por favor, não pensem que estou me privando de um relacionamento. Nesse um ano eu tive um grande relacionamento comigo mesma! Algo valioso e que ninguém dá valor. Sempre pensamos no outro, o outro, sempre o outro…

    Peço, gentilmente, que tentem se despir de qualquer preconceito ou estereótipo e releiam o texto. Não parece algo natural? Por que há algum problema comigo ou algo de errado em minhas escolhas?

    O fato de eu não estar transando não significa que me isolei do mundo ou não recebo carinho. Saio muito com amigos, etc, etc. E não quero parecer independente (respondendo ao Marcos). Sou independente, é um fato :)

    Só abri a minha mente. Não quero me limitar, esse foi um grito de minha alma que refletiu em tudo na minha vida.

    Não nasci com o propósito de arranjar um marido. Não nasci com a única missão de ter filhos ou trabalhar feito uma louca obssessivamente para alcançar um cargo de liderança.

    Quero saber o que mais a vida tem para me proporcionar. E quem eu sou, e o que eu posso proporcionar para a minha própria vida.

    Então, a minha conclusão (até o momento) é a de que nasci para aprender. Aprender qualquer coisa, e tudo o que surgir. Arranjar um cara bacana (normal e com defeitos, nada de príncipe) e ter filhos pode OU NÃO fazer parte do meu longo aprendizado de vida.

    E, depois de certa idade, começar a tocar piano ou aprender um idioma exótico faz parte disso. APRENDER, APRENDER E ME DELICIAR. Observar os comentários de vocês e me deliciar também com toda essa diversidade incrível de opiniões.

    Peço perdão pelo trecho em que disse que sinto “pena” de uma amiga. Ficou forte e dá espaço para más interpretações. Bem, apenas na manhã de hoje, recebi TRÊS e-mails de uma amiga falando sobre relacionamentos. Um saco repetitivo… por isso a “pena”. Não quero generalizar nem me estender nessa questão específica.

    PS: sobre quem falou em me conhecer, eu vou dar o meu MSN e se o papo render a gente marca um encontro pra eu tirar o atraso (HAHAHAHAHA, brincadeirinha)

    Acredito que o sexo não deve estar sob holofotes e de maneira tão explícita e banalizada como nos dias de hoje. Nós ditamos as modas e o que queremos delas. E nós que conhecemos a nós mesmos e temos o poder de reinventar nossa cultura e sociedade, seja lá qual for o caminho escolhido.

    Obrigada pela oportunidade de dividir essa experiência com vocês, todos os comentários gentis e as críticas. Um abraço!

    Paloma Soares
    (o pseudônimo não é falta de coragem minha, mas ética. Infelizmente, falar de minha vida pessoal na internet prejudicaria minha carreira profissional, so sorry, não teve jeito)

    • http://incelencamalditadopavor.blogspot.com/ Thiago Bastos Zucarini

      Também desejo um dia tocar piano :)

    • http://incelencamalditadopavor.blogspot.com/ Thiago Bastos Zucarini

      Também desejo um dia tocar piano :)

    • Mario de Souza

      Acho que o seu relato exemplifica bem o que o Gitti sempre fala: criar experiências positivas em qualquer caminho.

      Parabéns Paloma, gostei muito do artigo.

      PS: Eu ri da sua primeira frase, aposto que se você não falasse que não era feia ou desdentada haveria muitos comentários aqui supondo isso, haha. Tendência comum atacar o autor e não os argumentos.

    • Mario de Souza

      Acho que o seu relato exemplifica bem o que o Gitti sempre fala: criar experiências positivas em qualquer caminho.

      Parabéns Paloma, gostei muito do artigo.

      PS: Eu ri da sua primeira frase, aposto que se você não falasse que não era feia ou desdentada haveria muitos comentários aqui supondo isso, haha. Tendência comum atacar o autor e não os argumentos.

    • Carlos cle

      Paloma, consegui te entender você viveu um ano de namoro com você, ou deu o direito de ter um momento com você. Esta introspectiva, nos é salutar ainda mais que nos conecta com o ponto de equilibrio. e nos faz ver que o sexo e as aventuras não são a unica forma de deixar felizes. Mas use este momento seu como uma busca ao equilibrio

  • Marcelo

    Meus Sinceros Parabéns!
    Estou como você querendo ficar sozinho por um tempo para fazer as pazes comigo e estou de bem com a vida.
    Relacionamentos conturbados e que nós estressam não dá. Precisamos de um tempo para gente, para nos apaixonarmos por nós mesmo outra vez e ai sim ser feliz de verdade e ter tranquilidade, o que já consegui.
    Um grande abraço.

  • http://www.facebook.com/people/Mari-Marino/1623494613 Mari Marino

    Tudo que é radical, penso não ser saudável!

    Existem várias formas de auto conhecimento, essa foi a que a Paloma encontrou. Ótimo pra ela! rs!

  • http://www.facebook.com/people/Risso-Yamamoto/1503408100 Risso Yamamoto

    Acho que vc escreveu esse texto todo so pra afirmar uma coisa…que vc esta doida pra fazer sexo ;)
    Pra pessoa chegar ao ponto de ficar contando os dias,dizer q relacionamentos sao perda de tempo,q sexo pode levar ao “mal” caminho,q hj vc se satisfaz com um vibrador casualmente,analizando tudo isso dificil de acreditar q vc esteja sem sexo pq quer.
    Alias,buscar prazer se masturbando indica em parte uma necessidade disso.
    Seu problema e medo de se abrir e sofrer de novo,o msm problema q ja ouvi da boca de mts q conheci,vc so mascarou isso de um jeito culto,psicologico,intelectual ou seja la o que for:(

  • Nando Zapelini

    Texto ótimo.
    Mas credito metade da excelência por ele estar tratando de sexo.
    Parece-me que sexo tornou-se um daqueles papos que não se discute com qualquer um, tipo política, religião, futebol, blá blá… porque é essa sensação que tive lendo alguns comentários.

    De psicólogo todos temos um pouco e não convém, aqui, avaliar se ela foi errada ou não em se abster de sexo. Escolha dela, fez bem, não fez, pelo menos agora ela sabe o que fazer e o que nunca fazer!

    Na realidade, esse texto nos faz pensar em muitas coisas, muitas escolhas e opiniões, que quando comecei a digitar esse comentário foram mudando no final (e tive que apagar tudo e refletir mais um pouco) hehe. É tanto para ser comentado que daria pra fazer uma roda de discussão sobre o assunto…

    Abraço! Bora pro próximo agora… :P

  • http://perfeitoimperfeito.wordpress.com/ Alexandre Melo

    Acredito ser possível sim o que a Paloma disse, inclusive para homens. Estou em um período um pouco maior do que esse (1 ano e meio) e me sinto perfeitamente normal.

    Pirava no início, dando mais peso ainda para essa “falta” e não me ajudou em nada, pelo contrário, só criou uma ansiedade para que acabasse logo. Quando não dei mais peso para isso, tive tempo para me conhecer melhor, ajeitar minha vida, buscar novos objetivos e tudo com uma energia incrível, que não alcançava antes.

    Não irei sair correndo e parar no primeiro puteiro para matar essa “necessidade”. Eu precisava deste tempo para me refazer de um relacionamento fracassado e em nada teria ajudado o sexo neste momento.

    Até quando ficarei assim? Foda-se até quando. Pode acabar hoje, pode durar mais 10 anos. A única certeza que tenho é que acontecerá naturalmente, não vou ficar me julgando, me desvalorizando por que o Zé Tripé come 4 mulheres por dia. Não baseio minha vida nas experiências ou verdades dos outros. Tenho a minha própria.

    Parabéns Paloma, pela coragem de expor algo que muitos veem como um absurdo ou impossível. Existem mais pessoas como você, homens e mulheres.

    • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

      Parabéns a você também, moço. Acho que assumir/expor isso sendo homem é 10 vezes mais difícil.

      Beijos,
      Deb.

  • Ari

    É muito legal essa singularidade no ser humano!

    São N maneiras utilizadas por cada individuo para encontrar o melhor de si mesmo.

  • http://profiles.yahoo.com/u/33VJAN7ILLWJXC36GO7VU6T74E Jean

    Oi Paloma S.

    Primeiro, parabéns pelo texto. Mostrou bastante convicção com o que você está buscando no momento e consistência naquilo que você defende.

    Mas acredito que ficou um pouco vago a questão das experiências que você disse ter passado.
    Que tipo de aprendizado você teve?
    Foi através de leituras? Ou de que?
    Conte um exemplo.
    Você fez tantas perguntas retóricas que o texto acabou dando voltas e voltas nessa parte. rs.

    Admiro a sua postura.
    Se é necessário “retirar-se” pra ter novas ideias sobre relacionamentos e lidar com eles de forma sadia e satisfatória, acredito que vale a pena sim.

    No mais, seria interessante uma parte 2 desse texto. Que tal? rsrs.

  • Bruno Cavalcanti

    Percebe-se um monte de gente criticando a atitude da Paloma Soares, mas pow, é decisão foi dela. Qual o problema?

    A vida é feita de decisões. Cada um faz a sua e ponto final.

  • Anônimo

    Caramba… você leva o sexo MUITO a serio, apesar de tentar mostrar o contrario. Agora, eu acho que voce sabe que isso é apenas outra fase, mas um conselho, de um livro meio fora de moda, mas que eu acho interessante: “E a conclusão do assunto, apos tudo ser considerado é: todo a atividade do homem debaixo do sol é vaidade, e um esforço pra alcançar o vento” e “Quanto maior o conhecimento, maior a dor, ou o tedio, nao lembro direito…” Mas a idéia é: Não pense DEMAIS, é contraprodutivo.
    Em tempo: o livro é a biblia, num dos livros de salomão.

  • Robson_ft

    Vc mostrou algo que poucos pararam para observar.
    Eu particularmente adoro sexo, porém não preciso ficar pensando nisso o tempo todo.
    Muitas pessoas parecem que vivem para isso. Eu tenho algumas amigas e alguns amigos que quando estão no trabalho pensam em sexo, quando estão na faculdade pensam, quando estão na rua pensam em sexo, pensam em sexo até quando estão na Igreja. Eu não vejo essa necessidade, se eu estou na faculdade eu penso na matéria, mas se eu estou na cama, com minha namorada, dai sim eu penso em sexo. Não vejo a necessidade de pensar nisso o tempo todo.
    Parabéns pelo post!!!!!

  • Robson_ft

    Vc mostrou algo que poucos pararam para observar.
    Eu particularmente adoro sexo, porém não preciso ficar pensando nisso o tempo todo.
    Muitas pessoas parecem que vivem para isso. Eu tenho algumas amigas e alguns amigos que quando estão no trabalho pensam em sexo, quando estão na faculdade pensam, quando estão na rua pensam em sexo, pensam em sexo até quando estão na Igreja. Eu não vejo essa necessidade, se eu estou na faculdade eu penso na matéria, mas se eu estou na cama, com minha namorada, dai sim eu penso em sexo. Não vejo a necessidade de pensar nisso o tempo todo.
    Parabéns pelo post!!!!!

  • http://www.facebook.com/arturguimaraes Carlos Artur Guimarães

    Me apaixonei.

  • http://www.facebook.com/arturguimaraes Carlos Artur Guimarães

    Me apaixonei.

  • Flávio

    Simplesmente virei seu fã!! Tem twitter, facebook? Hehehe… Li, re-li e “tri-li” seu texto e, apesar de ser homem e, como um dos caras comentou “sofrer a pressão da sociedade”, eu me vi literalmente em toda a sua descrição… Saí frustrado de um relacionamento a um ano e nesse período me forcei a estar com uma única pessoa, com isso vi que o sexo em minha vida precisa ser algo que me some algo real, seja com alguém que tenho um carinho, uma admiração, um respeito, e que sinta o mesmo por mim, mesmo que não seja amor ou paixão… Mas o principal foi que vi que é possível viver sem o sexo e “gastar essa energia” com outras coisas, sejam elas psicológicas ou físicas, leituras, meditação, estudos, ou atividades físicas, exteriores… Não quero viver assim para sempre e já passei maus bocados, pois sou bastante fogoso digamos assim, mas como um bom fã da Teoria da Evolução, me adaptei e hoje vivo numa boar… Grande satisfação finalmente encontrar um texto assim na net… Peace!!

  • Flávio

    Simplesmente virei seu fã!! Tem twitter, facebook? Hehehe… Li, re-li e “tri-li” seu texto e, apesar de ser homem e, como um dos caras comentou “sofrer a pressão da sociedade”, eu me vi literalmente em toda a sua descrição… Saí frustrado de um relacionamento a um ano e nesse período me forcei a estar com uma única pessoa, com isso vi que o sexo em minha vida precisa ser algo que me some algo real, seja com alguém que tenho um carinho, uma admiração, um respeito, e que sinta o mesmo por mim, mesmo que não seja amor ou paixão… Mas o principal foi que vi que é possível viver sem o sexo e “gastar essa energia” com outras coisas, sejam elas psicológicas ou físicas, leituras, meditação, estudos, ou atividades físicas, exteriores… Não quero viver assim para sempre e já passei maus bocados, pois sou bastante fogoso digamos assim, mas como um bom fã da Teoria da Evolução, me adaptei e hoje vivo numa boar… Grande satisfação finalmente encontrar um texto assim na net… Peace!!

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Nada demais,

    Qualquer pesquisa fuleira mostra que para mulheres é normal passar 6 meses ou mais sem fazer sexo.

    Contudo meus parabéns, foi a primeira mulher que vi, que conseguir notar que se passou 1 ano rs.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Nada demais,

    Qualquer pesquisa fuleira mostra que para mulheres é normal passar 6 meses ou mais sem fazer sexo.

    Contudo meus parabéns, foi a primeira mulher que vi, que conseguir notar que se passou 1 ano rs.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    O que me parece é que aquela necessidade que autoafirmação que os rapazes tem(ficam contando casos e casos) a mulheres tem do mesmo jeito mas pós 30 anos caso sejam solteiras, um papo de “descobri minha sexualidade”(?!?!?!?).

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    O que me parece é que aquela necessidade que autoafirmação que os rapazes tem(ficam contando casos e casos) a mulheres tem do mesmo jeito mas pós 30 anos caso sejam solteiras, um papo de “descobri minha sexualidade”(?!?!?!?).

  • Felipe Meneghetti

    Passei por algo parecido, sai de um relacionamento, onde a idéia de um próximo se tornou, por um momento, algo desconfortante, e foi onde resolvi dar um tempo a qualquer tipo, mas qualquer mesmo, desde curtição a idéia de felizes para sempre. No começo não compreendia o porquê criei esse mecanismo inconscientemente, mas depois, consegui de certa forma, interpretar o que estava acontecendo.
    Bom, como eu, não acredito que Paloma fez isso meramente por decepção, ou, simplesmente por experiência, mais foi uma forma que ela encontrou para praticar o auto-conhecimento, pois como disse nossa amiga Dalponte_g, “…porque se você não entende isso, você vira refém das suas emoções, dos seus desejos…”. Então criou um processo consciente de entender alguns sentimentos para poder utilizar e controlar, da melhor forma, e não mais desperdiçá-los, nem deixar se levar pelos próprios, distribuindo a atenção para outras atividades e interesses.
    Acredito que o maior obstáculo que enfrentamos, somos nós mesmos, pois é sempre uma luta incessante contra nossa própria mente, pois se algo, idéia te perturba, te atrapalha, ou simplesmente te incomoda, é necessário, primeiramente encontrar um meio de entender para depois utilizar a inteligência e, com ações, afastar ou minimizar tal “coisa”.
    Paloma, não é qualquer um que consegue entender a si próprio, muitas não chegam nem a tentar, pois não é uma tarefa fácil não.
    Não existe tempo nem regra para o autoconhecimento, mas cada um tem o seu próprio modo, podendo demorar a vida inteira para encontrar.

  • Felipe Meneghetti

    Passei por algo parecido, sai de um relacionamento, onde a idéia de um próximo se tornou, por um momento, algo desconfortante, e foi onde resolvi dar um tempo a qualquer tipo, mas qualquer mesmo, desde curtição a idéia de felizes para sempre. No começo não compreendia o porquê criei esse mecanismo inconscientemente, mas depois, consegui de certa forma, interpretar o que estava acontecendo.
    Bom, como eu, não acredito que Paloma fez isso meramente por decepção, ou, simplesmente por experiência, mais foi uma forma que ela encontrou para praticar o auto-conhecimento, pois como disse nossa amiga Dalponte_g, “…porque se você não entende isso, você vira refém das suas emoções, dos seus desejos…”. Então criou um processo consciente de entender alguns sentimentos para poder utilizar e controlar, da melhor forma, e não mais desperdiçá-los, nem deixar se levar pelos próprios, distribuindo a atenção para outras atividades e interesses.
    Acredito que o maior obstáculo que enfrentamos, somos nós mesmos, pois é sempre uma luta incessante contra nossa própria mente, pois se algo, idéia te perturba, te atrapalha, ou simplesmente te incomoda, é necessário, primeiramente encontrar um meio de entender para depois utilizar a inteligência e, com ações, afastar ou minimizar tal “coisa”.
    Paloma, não é qualquer um que consegue entender a si próprio, muitas não chegam nem a tentar, pois não é uma tarefa fácil não.
    Não existe tempo nem regra para o autoconhecimento, mas cada um tem o seu próprio modo, podendo demorar a vida inteira para encontrar.

  • João Paulo BH

    A questão do texto não é o sexo. E sim a capacidade de lidar com questões que são colocadas initerruptamente diante de todos pela sociedade, pela familia, pelos amigos e por nós mesmos. A questão é saber como iremos proceder diante das ações sociais, do sexo, profissão, amizades, política, religião, fé, espiritualidade, … cada pessoa possui interpretação única e aspirações próprias, é de fato, impossível dissociar do senso comum, do status quo social, uma vez que a própria tentativa de fazer o mesmo seria um link direto com o mesmo, seria uma reação ao mesmo. O ser humano gosta e precisa muito de um propósito, de um objetivo, de uma finalidade, um norte, e muitas vezes é muito fácil se assemelhar a multidão, e sim mais confortável. O importante é que o auto-conhecimento e a compreenssão de algo fora do social, fora do relacionamento, fora do outro e de você, torna-se essencial pra uma busca ou para traçar um caminho virtuoso.

  • João Paulo BH

    A questão do texto não é o sexo. E sim a capacidade de lidar com questões que são colocadas initerruptamente diante de todos pela sociedade, pela familia, pelos amigos e por nós mesmos. A questão é saber como iremos proceder diante das ações sociais, do sexo, profissão, amizades, política, religião, fé, espiritualidade, … cada pessoa possui interpretação única e aspirações próprias, é de fato, impossível dissociar do senso comum, do status quo social, uma vez que a própria tentativa de fazer o mesmo seria um link direto com o mesmo, seria uma reação ao mesmo. O ser humano gosta e precisa muito de um propósito, de um objetivo, de uma finalidade, um norte, e muitas vezes é muito fácil se assemelhar a multidão, e sim mais confortável. O importante é que o auto-conhecimento e a compreenssão de algo fora do social, fora do relacionamento, fora do outro e de você, torna-se essencial pra uma busca ou para traçar um caminho virtuoso.

  • Diogo

    Pronto porra, finalmente alguma mina que escreve pro PdH escreve algo que realmente preste, sem ser sobre tamanho de pinto ou dar de quatro.

    Minha cara, belíssimo texto, te entendo perfeitamente.

  • Diogo

    Pronto porra, finalmente alguma mina que escreve pro PdH escreve algo que realmente preste, sem ser sobre tamanho de pinto ou dar de quatro.

    Minha cara, belíssimo texto, te entendo perfeitamente.

  • Paulo Sergio

    Show de bola o texto… vou colocar o meu titulo: ” A mulher de Aço”. rsrsrsrs… Parabéns, vou destacar a conclusão: “É fundamental ter equilíbrio e controle emocional para ter uma vida saudável e feliz”. Vlw. Bju

  • Paulo Sergio

    Show de bola o texto… vou colocar o meu titulo: ” A mulher de Aço”. rsrsrsrs… Parabéns, vou destacar a conclusão: “É fundamental ter equilíbrio e controle emocional para ter uma vida saudável e feliz”. Vlw. Bju

  • Paulo Sergio

    Show de bola o texto… vou colocar o meu titulo: ” A mulher de Aço”. rsrsrsrs… Parabéns, vou destacar a conclusão: “É fundamental ter equilíbrio e controle emocional para ter uma vida saudável e feliz”. Vlw. Bju

  • Rogeduardo

    Parabéns! Você cresceu (ou envelheceu se preferir).

  • Rogeduardo

    Parabéns! Você cresceu (ou envelheceu se preferir).

  • Rogeduardo

    Parabéns! Você cresceu (ou envelheceu se preferir).

  • Lionheart

    Esse texto só vale para mulheres. Os anseios q vc descreve em relação à sua antiga vida, não são sentidos por mim e tenho ctz pela maioria dos homens.

  • http://www.facebook.com/people/Luana-Bezerra/100001688282717 Luana Bezerra

    Parabéns pelo texto e pela coragem de seus relatos.
    Se assim está bom pra você, então continue seu caminho. Faça suas escolhas, curta suas preferências e seja feliz a sua maneira.
    Mas lembre-se que essa é SUA maneira de buscar a felicidade, o bem estar e sua paz, mas as outras pessoas, suas amigas, não precisam escolher os mesmos caminhos que você.
    Se as mulheres querem seus príncipes encantados, você deveria ser a primeira a não criticar, já que defende sua liberdade de escolha.

    No mais, sucesso e felicidade…

  • Angeltns

    Texto muito bom. MAs acho que ela nao ficou sem sexo por causa do vibrador.

  • Zombie

    Pois bem, achei o texto interessante, de fato.

    É sempre legal ver um outro angulo de certos assuntos tipicos que parecem ser verdades absolutas. Lendo o relato me passou inúmeras possibilidades pela cabeça… Dela estar traumatizada, dela estar negando o sexo por medo, ela ser perdedora e isso e aquilo…
    Mas, vejo que foi apenas o caminho dela. E isso não temos o direito de julgar. Jamais.

    Mas sempre fica a duvida na minha cabeça: É tudo isso mesmo ou ela tá se enganando?

    Foda isso.
    Acho que 90% das pessoas olhou, não concordou e pensou: Não é assim que funciona.

    Legal observar que ninguém aceita porra nenhuma ahahahah

    Boa sorte no seu caminho, Paloma.

  • Daniel Torres

    Já para mim não há melhor caminho para a felicidade do que o relacionamento amoroso. Poucas coisas me dão tanto prazer quanto fazer uma mulher feliz. Sexo é tão fundamental para um casal quanto o respeito e a confiança. E além disso, se feito com frequência e de maneira saudável, se torna um grande responsável por aumentar a longevidade do indivíduo. Eu nunca encontraria a felicidade me isolando sozinho. Mas esse sou eu.

  • Arthur

    que atitude admirável. Mesmo que nao tenha sido planejada. De tantas meninas q eu ja vi se matando por estarem ”sozinhas”, sem um namorado pra passar o domingo pacato, simplesmente pq as amigas dela têm um namorado. E em meio a tantas revistas, sites, que tem uma cartilha ideal pra vc seguir, conquistar o homem da sua vida, fazer sexo como nunca e tal, tem que ter muito discernimento pra se livrar desse eterno ciclo.

  • Alex

    Não vejo nada de extraordinário no fato de uma mulher ficar um ano sem sexo (na verdade não está por que ainda se masturba) seria extraordinário ver um homem sem sexo por um ano (nem masturbação) totalmente sereno, criticontemplativo e filosofando sobre a inconsistência de relacionamentos, isto seria sim digno de exclamação.

  • http://twitter.com/carlosimolina Carlos Molina

    Se, nas suas “orgias literárias” voce nao leu “Amor, Liberdade e Solitude” (Osho), leia, porque é exatamente sobre isso que trata o livro: sobre o que voce aprendeu na prática e deduziu por conta própria.

    Parabéns pelo post.

    Bejao!

  • http://www.facebook.com/people/Thiago-Kalu/1692536090 Thiago Kalu

    Gostei do texto, só acho que é meio estranho tratar sexo como uma necessidade banal como comer ou dormir. Mas fazer o q.. sexo acabou perdendo o significado mesmo.

    • Xica

      Tiago, acho que vc não entendeu quando falo “comer ou dormir”… não quis banalizar, pelo contrário, assim como sexo, essas são necessidades humanas vitais: ninguem consegue viver sem comer ou sem dormir… e acho que sem sexo, talvez só quem realmente nunca experimentou. A abordagem foi nesse sentido. Abs.

  • Xica

    Penso que a questão não é ficar um ano ou um mês sem sexo, mas quais razões tem me levado a fazer sexo.

    Atualmente o individualismo está tão acentuado que as pessoas se cruzam, transam e somem como se nada houvesse acontecido. E sexo é para o proprio prazer sim, mas quando sabemos que o parceiro também obteve prazer, além do sentido de apenas gosar (mas de atribuir a nós um valor que não foi dispensado a outrem) nos sentimos especiais, e então a satisfação é imensamente maior.

    Transar apenas para contar com performance faz parte do nosso momento “descoberta”; numa boa parte das vezes sequer voltamos a ver a pessoa… é como se masturbar: sacia o desejo orgânico imediato, mas nem sempre o psicologico… Certamente, mais cedo ou mais tarde, perde o sentido de ser, porque falta a essencia. Como seres humanos precisamos de envolvimento com coisas e pessoas, para nos sentirmos inseridos na sociedade… para conseguimos nos avaliar e medirmos valores (é por isso rapazes que preferimos levar um fora explicito, ao esperar aquela ligação que jamais chega) .

    Ao amadurecermos sexualmente nos tornamos muito mais seletivos com quem nos envolvemos, porque nos conscientizamos que somos únicos em meio a tantas pessoas (não existe um outro eu) e portanto, temos muito mais a oferecer do que um corpo fisico.

    Paloma, acredito que houve em você essa mudança de valores, que lhe tornou mais exigente, isso porque você descobriu que é mais do que (simplesmente) esse corpo, e agora quer mais do que isso também. Apenas não torne essa abstinência numa renúncia, pois sexo é bom, é otimo, e nos torna melhores, nos faz bem fisica e psiquicamente. Sexo é uma necessidade humana, assim como dormir e comer, e sempre existem pessoas que são mais do que brinquedos de prazer, pessoas que tem conteúdo que as tornam unicas, que nos fazem desejarmos-as de novo, de novo, de novo… com essas vale a pena se envolver.

  • Leon

    Muito interessante esse texto.. não sei o que pensar sobre ainda, mas com certeza vai ficar grudado na minha cabeça por um tempo… irei refletir :P

  • http://twitter.com/carl_rodriguez Carla Rodriguez

    Parabens pelo texto!
    Concordo, qdo se refere “as suas amigas” que colocam os homens no centro do universo delas, realmente acaba sendo rotina as mesas de botecos, os assuntos sao sempre o X, Y, PTO, q alguem pegou ou deixar de ficar…
    Porem tb fiquei 9 meses sem, e hj [é bom saber q sou capaz, na epoca nao fiquei bitolada, pensando “Nossa, to mais um dia sem sexo…Eba”, simplesmente aconteceu…
    Hj vivo as minha vontades nada alem do que eu quero, sem tabus de “sexo no primeiro encontro” ….e etc…Me vivo!!Sencillo Así!!

    Boa sorte na sua busca “Do principe”, pq na realidade, todas buscamos nos aprimorar (intelectual, fisico, espiritual,) para poder compartilhar, com alguem….

  • http://www.facebook.com/camilovitorino Camilo Vitorino Da Costa

    Gostei bastante do texto e concordo que sexo não é tudo, mas é engraçado ler um texto que fala da “des-importância” do sexo, trazendo ele como assunto principal. Querendo ou não, você está dando sim importância ao sexo, porque senão estaria escrevendo um texto como “Um ano sem comer lasanha” OU “Um ano sem [insira aqui alguma coisa que você não faz a um ano]“. Esses dois exemplos são importantes para você? certamente que não. Não merecem a atenção que o *sexo* merece. Bom, mas paremos de falar sobre a motivação e sim sobre o texto:
    É curiosa a importância do sexo para as pessoas, assim como namorar e gritar isso para o mundo. Faz parte desse sentimento de querer mostrar para os outros essa “constante felicidade”. Essa nossa geração procura estar feliz em todos os momentos, constantemente! Morar perto dos amigos, balada todo dia, internet super-veloz para ver aquele vídeo bonitinho de gatinhos tocando piano. As pessoas não sabem apreciar as coisas “ruins”… Não li a grande parte dos comentários, mas tenho certeza que deve ter muita gente criticando o fato de ficar um ano sem sexo, porque veem isso como algo ruim. Você está fazendo algo bastante nobre Paloma, que é nadar contra essa corrente de felicidade decretada pela sociedade.
    Nossa como falo! Detesto comentar porque sempre saem textos enormes rsrsrs
    Aproveite o dia ;-)

  • Borboletinha Rosa

    O historia estranha, rs
    mais pra que um vibrador :x
    tipo, eu não me apego 100% a nada, consigo viver sozinha
    sei ser feliz sem ter ninguém, mais sexo e uma coisa natural,
    bom de se fazer com amor, pra quer optar por um vibrador, se vc pode optar por uma pessoa,
    sentir um coração palpitando perto de vc.
    sei lá.
    acho besteira isso tudo que vc escreveu.
    mais se vc se sente melhor, isso que importa! :)

  • Thiago Ribeiro

    A tendência a negar sensações dolorosas é tão antiga quanto o próprio sentimento de dor. Nas crianças pequenas, é muito comum a negação de realidades desagradáveis, negação que realiza desejos e que simplesmente exprime a efetividade do princípio do prazer.
    Isso é Psicologia, e você ainda tem muito que aprimorar na sua personalidade, negar e fugir são atitudes de pessoas Mal-Alicerçadas Emocionalmente

  • Anônimo

    parei de ler no “Não, a oferta vai bem… obrigada.”

    Você deve ser uma gorda feia.

  • 1bertorc

    Se vc está bem assim… ok, td bem…
    Mas preciso ser franco… Vir aqui postar isso pode ser visto como uma ‘contribuição sincera’
    ou como uma maneira de justificar sua abstinência a si mesma.
    Moska uma vez disse que a explicação é parte da obra, ainda que de cunho pessoal.
    Eu não entendi muito bem pq para aprender qq coisa alguém precisa ficar sem fazer sexo…
    Para mim (perdão pela franqueza) criar esta dicotomia entre instintos (supondo o desejo sexual
    como um deles) e intelectualidade é algo tão errado quanto polarizar a vida só em função do sexo.
    Estrapolando um pouco é como supor que um dia deixaremos de ser grandes macacos ou que
    esse grande macaco não tem papel nas coisas boas que fazemos.
    Nossa mente ‘roda’ em um (des)equilíbrio entre as nossas facetas límbicas e racionais e (acho)
    nosso melhor vai estar sempre nessa delicada lâmina. Muita gente teme isso… Eu não … Eu gosto
    disso, aprecio meus instintos e acho q eles me fazem bem (talvez esta seja minha ‘droga’) mas
    talvez eu precise estudar mais psicologia…

  • Pablon

    Ótimo texto.

    Interessante lembrar que este comportamento era o padrão até há algumas décadas atrás. Me remeteu imediatamente para a incrível saga de Miss Jones.

    Leiam ( Se puderem, assistam ): http://en.wikipedia.org/wiki/The_Devil_in_Miss_Jones

  • Valdimir

    You suck!!

  • Malefic

    Nada de novo por aqui. Apenas uma mulher medíocre e ordinária, comum como tantas outras milhões no brasil, vagabunda (até admitiu que fazia sexo casual) e, inclusive, tentando justificar esses comportamentos passados, apelando pro clichê de que “eram tudo fases. Uma vagabunda tentando se sentir especial, que nos brindou com essa demonstração pobre de narcisismo. Em suma, eis a mulher mediana contemporânea: sofrendo uma crise de meia idade após perceber que teve comportamento de vagabunda durante a vida e foi usada, e, agora, tentando se sentir especial e convencer a si mesma que é uma pessoa especial e intelectual. Só tentando.

  • Caradpaumasfalaverdades

    Ela só relatou isso pra fazer um *ú doce pro Gustavo Gitti. Ele tem as manha do lance da meditação e do sexo tântrico e ela nessa de que nunca foi bem comida…
    Pelo que sei o cara tem namorada…mas “não tá morto quem peleja”

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Malefic,

    Olha nossa política de moderação de comentários: http://papodehomem.com.br/comentarios

    Não faz sentido algum o que você disse. “Vagabunda” é quem faz sexo casual? Eu e metade dos leitores PdH somos vagabundos, então.

    Os próximos comentários nesse nível não serão aprovados (entre no link para entender).

    Abraço.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Paloma

    Te entendo perfeitamente. Também fiz essa opção uns tempos atrás, e ela durou um ano e dois meses. E foi ótimo para mim. Eu tinha chegado à conclusão de que estava lidando com o sexo de uma maneira que no final das contas não me satisfazia. Tinha sempre que quisesse, mas… sentia que alguma coisa estava errada. (E não se tratava de amar ou não amar o parceiro… ia além disso.) Então resolvi dar um tempo. Parar para pensar, analisar, entender padrôes de comportamento, desejos, o que me movia… e o que não me movia.

    Outro dia falei disso no meu blog, respondendo a um comentário de um leitor. E disse que não ia ficar pregando celibato para ninguém não… cada um funciona de um jeito, não existe um manual único para o ser humano. Mas para mim foi uma grande experiência. Aprendi um bocado com esse período. E quando “voltei à ativa”, foi de uma forma muitíssimo mais prazerosa, mais intensa, mais saudável… e principalmente, mais consciente.

    Fácil não é não, né? Os primeiros 3 meses foram bem difíceis…rsss Depois parece que o corpo se acostuma. Só alguns dias por mês é que a coisa ficava feia. Em especial no período de ovulação (hormônios, hormônios…), ou em noites de lua cheia. :-)

    Parabéns pelo texto, pela iniciativa de expor a sua experiência aqui. Acho que os questionamentos que você faz são super importantes, e de repente podem fazer algumas pessoas pararem para pensar…

    Beijos,
    Deb.

  • Janaína

    SIMPLESMENTE MARAVILHOSO. Sensacional a forma em que vc se expressou, falando de abstinência e sendo incrivelmente moderna, vc é o tipo de amiga que toda boa e moderna mulher merece ter e parabéns por compartilhar dessa sua experiência.

  • http://www.facebook.com/people/Renata-Reis/100000213541654 Renata Reis

    OK. Legal. Mas também, depois desse seu momento espiritual você encontre alguém e se sinta dessa mesma maneira. É fase. Da mesma forma que daqui um tempo, eu posso passar pela mesma crise existencial, celibatário etc.
    Falou que sente pena das suas amigas, mas pode ser que elas sejam felizes e completas e que você esteja noutra fase.
    Independe do rumo que tomará. Estando bem consigo, tá valendo.

  • http://twitter.com/rocchirodrigo Rodrigo Rocchi

    Acho que você tem um medo profundo de se frustrar, pra ficar nesse tempo todo.
    Medo de tentar, de errar, de falhar, eu mesmo já tive (ainda tenho), e não ajuda em nada na vida.

  • http://twitter.com/tarja_black M

    Não tem um resumo ai??? Só vi as fotos e algo sobre sexo…

  • http://obomcanalha.blogspot.com/ O Canalha

    Ótimo texto.

  • http://obomcanalha.blogspot.com/ O Canalha

    Ótimo texto.

  • Rodrigo

    Achei interessante a experiencia não planejada q realizou.
    Acredito que todos deviam se conhecer assim como fez!
    Um grande abraço.

  • Paloma

    Obrigada por sua participação, Malefic.

    Apesar de ter destilado veneno, não se preocupe, você também é especial. Tem algo de bom aí dentro e algo para ser lapidado.

    Eu, que você chama de vagabunda, e você, que eu chamaria de venenoso. Ambos vamos mudar. E, sim, teremos várias fases ao longo da vida queira você ou não.

    (PS: tive experiências qualitativas de grande intensidade e não quantitativas. Do ponto de vista qualitativo, jamais poderia ser chamada de vagabunda. E se eu questiono no texto a banalização do sexo em nossa cultura, questiono justamente a vagabundagem desmedida. Mas não vou desmentir sua percepção. Leia o texto novamente, se desejar.

    Nem conheço o Gustavo Gitti e enviei o texto para o Pablo. Então, ignoro totalmente o comentário seguinte.

    Obrigada,
    Paloma.

  • Paloma

    Obrigada por sua participação, Malefic.

    Apesar de ter destilado veneno, não se preocupe, você também é especial. Tem algo de bom aí dentro e algo para ser lapidado.

    Eu, que você chama de vagabunda, e você, que eu chamaria de venenoso. Ambos vamos mudar. E, sim, teremos várias fases ao longo da vida queira você ou não.

    (PS: tive experiências qualitativas de grande intensidade e não quantitativas. Do ponto de vista qualitativo, jamais poderia ser chamada de vagabunda. E se eu questiono no texto a banalização do sexo em nossa cultura, questiono justamente a vagabundagem desmedida. Mas não vou desmentir sua percepção. Leia o texto novamente, se desejar.

    Nem conheço o Gustavo Gitti e enviei o texto para o Pablo. Então, ignoro totalmente o comentário seguinte.

    Obrigada,
    Paloma.

  • Paloma

    Obrigada por sua participação, Malefic.

    Apesar de ter destilado veneno, não se preocupe, você também é especial. Tem algo de bom aí dentro e algo para ser lapidado.

    Eu, que você chama de vagabunda, e você, que eu chamaria de venenoso. Ambos vamos mudar. E, sim, teremos várias fases ao longo da vida queira você ou não.

    (PS: tive experiências qualitativas de grande intensidade e não quantitativas. Do ponto de vista qualitativo, jamais poderia ser chamada de vagabunda. E se eu questiono no texto a banalização do sexo em nossa cultura, questiono justamente a vagabundagem desmedida. Mas não vou desmentir sua percepção. Leia o texto novamente, se desejar.

    Nem conheço o Gustavo Gitti e enviei o texto para o Pablo. Então, ignoro totalmente o comentário seguinte.

    Obrigada,
    Paloma.

  • André

    O maior conceito fraudulento do homem, esta no seu pensamento letargico de que, abandonar o sexo é assumir um conceito homossexual. Tive uma fase “padre”. Gozei bem da fase em todos os sentidos, e tive meu maior auge profissional.
    Mas para cada um, um pensamento! Expresso o meu de que tudo ao seu excesso possui algum dano, de maior ou menor efeito.

  • Criticodeblog

    Procure um psiquiatra, voce necessita. a necessidade do sexo é antropologicamente falando uma necessidade da raça humana, voce foi programada para perpetuar a especie, voce esta indo contra sua natureza. Procure algo real e não imaginario. Quantas pessoas com problemas de não ter tempo para o sexo, e voce me aparece com uma abobrinha destas.

  • ricardo

    fantastico o post !

  • http://twitter.com/mohajar Mohamad Hajar Neto

    yada yada yada
    Faço sexo da mesma forma que dou um beijo: por prazer, por mutualismo com ela, por simbolizar o amor.
    Sinceramente, as pessoas deviam parar de entender coisas que não precisam ser entendidas e começar a curtir mais a curta vida que nos é dada.
    Já dizia Alexandre Inagaki: pensar enlouquece, pense nisso!

  • http://twitter.com/dpiwgiaty f

    Achei um texto ótimo! Parabéns, estou passando exatamente por tudo isso, mas ainda não cheguei ao estado de “solidão feliz” estou trabalhando para isso.

  • Camila Z

    Exelente o artigo …
    ja estou virando leitora compulsiva dessa coluna
    Parabéns a escritora !

  • http://www.facebook.com/people/Renan-Alves/100001639161992 Renan Alves

    Paloma, gostaria de te parabenizar por este post. É muito difícil de ver pessoas como vc. A promiscuidade sexual atual tem trazido grandes malefícios para a sociedade em que vivemos. O ato de refletir, te trouxe uma nova forma de ver a vida, e principalmente, de senti-lá. O sexo faz parte de nossas vidas, mas existem outras coisas para as quais devemos nos dedicar.
    Gostei muito de ler o seu post!!!! Desejo sorte para vc!!!!!

  • http://www.facebook.com/RS.Robles Ricardo Robles

    Paloma, muito legal o seu texto e sua experiência. O que mais achei legal é forma como descreve a sua relação consigo mesma. Particularmente acredito que esta solidão opcional na realidade forma a companhia mais consistente e a única que vai te acompanhar até o final. Os relacionamentso são complicados, porque as pessoas buscam aceitação e abrem mão de si próprias para conseguir o que se quer. Depois com o passar do tempo se sentem sufocadas e o casamento é que leva a culpa. O erro é de quem abre mão de sua indivudualidade e jeito de ser! É necessário que a gente se baste e se conseguirmos isto, o que vier daí para frente, novas companhias e relacionamentos se tornam lucro, aprendizado, experiências necessárias para continuarmos aprendendo com a vida!

    Sou casado pela segunda vez e na primeira tive a certeza que não daria certo quando logo na primeira noite ela virou p/ mim e disse a frase mais idiota e clichê: ” agora somos um só…….” pensei comigo: ” quem será que vai morrer?????” O relacionamento é união de duas pessoas e se assim, deveria multiplicar as possibilidades e não reduzi-las. Por isso acredito que um relacionamento legal e consistente vem de uma equação matemática não exata: 1 + 1 = 3! É a sua vida, mais a vida do outro, com todas as individualidades respeitadas, que resulta em uma terceira vida: a que é comum aos dois! Tranformamos 2 em 3 e com a chegada dos filhos ela deve virar 4, 5…. Ou seja, é preciso respeitar a individualidade de cada pessoa…. Para fazer isto é necessário que nos bastemos. Quando nos sentimos completos com a gente mesmo, não precisamos mascarar quem somos em busca de aceitação….. passamos a não precisar mais dela!

    Pô, mais o post é sobre ” Um ano sem sexo”, pois é sexo é imprescindível num relacionamento, assim como todos os outros ingredientes que só vamos conseguir trocar com o outro se tivermos eles bem consistentes dentro da gente…. Caso contrário ele passa a ser um detalhe físico e aí, não é necessário um relacionamento para tê-lo, certo?

    Então, na realidade acho que este seu momento de descobertas e cumplicidade consigo mesma vai servir para que a partir daí os problemas de relacionamento não te afetem tanto, quando eles vierem…. Por que? Porque você se basta! E quando atingimos esta consiciencia não perdemos mais, só somamos…. aprendemos! Caraca, adoro o PDH! Muito legal o texto!

  • Gabriel Nobre

    E viva a diversidade! Longe de mim traçar julgamentos sobre a forma que lhe serviu para encontrar o tão sonhado equilíbrio que tanto almeijamos. Mas se todo mundo seguisse essa fórmula, a humanidade estaria extinta (e aceito questionamentos sobre isso ser algo bom para a natureza). Claro, poderíamos criar crianças em laboratório, mas perde a naturalidade pra mim. Bom, falei isso até em tom irônico.

    Falando mais seriamente, bem, essa não seria a receita adequada para mim. Posso apenas especular os motivos de termos hoje cada vez mais pessoas (sobretudo mulheres) adotando a sua fórmula. Hoje em dia estamos perdendo a espontaneidade, a originalidade. Temos que usar tal perfume que diz na revista, tal roupa que o estilista indica, o corte de cabelo do cantor da moda, andar no carro que os pegadores andam, seguir por tal profissão que é a que dá dinheiro, etc. Ou seja, parece que todos temos que fazer um ENEM social para obter reconhecimento. Daí gastamos energia para sermos aprovamos e percebemos que não era aquilo tudo que diziam que seria.

    Eu sempre fui o tipo do cara que faz as coisas do que jeito que sente que é certo e nunca do jeito que dizem que é certo. E pode reclamar ou falar mal, tô nem vendo, vá reclamar na defesa do consumidor, comigo não. Desta feita, o que eu sinto é que preciso sim ter uma parceira, não seria feliz sozinho (boa parte da vida o fui e sei que não me deixou feliz), preciso de uma companheira para dividir experiências, trocar carinho, sim, ter um sexo baseado na intimidade e com ela criar filhos que espero tornar pessoas úteis à sociedade. Parece utópico, mas eu ainda acredito ser possível.

  • Thiago Henrique (dzno23)

    Li o texto, achei legal… não tive tempo de ler os comentários, apenas alguns primeiros…
    Só queria colocar uma dúvida na roda: Quando a autora satisfaz as nessecidades como ela diz, utilizando um vibrador, o que ela está fazendo? Masturbação é sexo? Claro que sim! Sexo não precisa ser com outro para ser sexo!
    É importante lembrar que sentimento é diferente de sexo! Mesmo que muitas vezes andem juntos… (Já experimentou fazer sexo por sexo? E fazer sexo por sentimento?)
    Acho que o que ela busca é algo muito mais sentimental/espiritual/astral ou qualquer outra coisa do que sexual! O fato de titular a experiência com o nome SEM SEXO atrai mais leitores… Como alguém ficaria sem sexo? E outra, quer desfrutar de maior auto-conhecimento do que dando prazer a si próprio? fazendo sexo com você mesmo? Nós homens costumamos nos maturbar pensando em alguém, ou situação… mas já experimentaram se masturbar para vocês (não pensando em vcs… rsrs)? As mulheres tem mais este costume!
    E é isso que a autora faz…
    Pode parecer um pouco agressivo… mas ele só precisava de se conhecer mais, e não deixar de fazer sexo e achei o título bastante apelativo (puro marketing)…
    Bom… espro que argumentem, seja contra ou a favor! ;)

  • Eduardo23333

    Se vc é feliz assim, meus parabéns.

    Só que tem algo de estranho nesse seu texto, sei lá.

    Não sou psicólogo, terapeuta nem nada, não sei ao certo, mas fiquei com a sensação que mais do que se curtir, se valorizar e aprender mais sobre si mesma, vc tava se escondendo tb.

    Do que é que eu não sei.

    • SMaria

      Eduardo, entendo seu ponto de vista, passei por uma experiencia muito parecida com o relatado pela autora, e este ‘asilo’ vonluntário vivenciado em um ano, no meu caso, me permitiu o autoconhecimento, amadurecimento e consequentemente, definir o que quero e principalmente “o que não quero” pra mim.

      No final, o resumo da história é:
      “se eu estiver com alguém serei feliz, mas se não estiver, eu também serei feliz”.

      Compartilhar a vida a dois torna-se o plus, o bonus do amadurecimento resultado do autoconhecimento.

      Abraço

  • Pingback: bela marcela « Terrorismo Branco

  • Dr.Maah

    Paloma voce esta certissima, do mesmo jeito que voce pode explorar outro lado da felicidade com um parceiro , como pode ampliar seu aproveitamento intelectual com o sexo, pode ? Claro , mas como voce mesmo falou a vida é vida plena em equilibrio, se voce “cai” mais pra um dos lados , deixa de ter o maximo de aproveitamente, acredito que realmente sexo nao é tudo, mas é uma parcela de tudo, se voce tira o sexo nao esta mais 100 % pode estar 99% mas nao é 100% , me intende ? É claro sexo nao é um requisito para ser feliz, mas pode ser usado para aprimorar sua situação, sexo nao é só ter um orgasmo, contato fisico e um relacionamento tambem ajudam a melhorar suas visoes de mundo. Aprecio o que fez, e os motivos são, a felicidade só depende de voce mesma , nao depende dos outros, por isso se intendeu e conseguiu achar “paz” , voce aprendeu a gostar de voce mesma , por que mais dificil que viver com alguem é viver bringado com nós mesmos . Agora se me permiti dar uma opiniao ,voce pode maximizar tudo isso que sente para aproveitar bem mais essa curta vida com o sexo e com o relacionamento com outra pessoa, é claro , nao é qualquer homem que tem cabeça e maturidade pra isso , entao depende de voce querer arriscar ou nao pra alcançar isso , embora acho que nao estaria perdendo nada , ja que se nao der certo, voce ja é feliz sózinha , voce só tem a ganhar se acontecer de dar certo.Parabéns pelas ideias , muito bem elaboradas e com sentido claro, até mais e seje feliz.

  • Dr.Maah

    Paloma voce esta certissima, do mesmo jeito que voce pode explorar outro lado da felicidade com um parceiro , como pode ampliar seu aproveitamento intelectual com o sexo, pode ? Claro , mas como voce mesmo falou a vida é vida plena em equilibrio, se voce “cai” mais pra um dos lados , deixa de ter o maximo de aproveitamente, acredito que realmente sexo nao é tudo, mas é uma parcela de tudo, se voce tira o sexo nao esta mais 100 % pode estar 99% mas nao é 100% , me intende ? É claro sexo nao é um requisito para ser feliz, mas pode ser usado para aprimorar sua situação, sexo nao é só ter um orgasmo, contato fisico e um relacionamento tambem ajudam a melhorar suas visoes de mundo. Aprecio o que fez, e os motivos são, a felicidade só depende de voce mesma , nao depende dos outros, por isso se intendeu e conseguiu achar “paz” , voce aprendeu a gostar de voce mesma , por que mais dificil que viver com alguem é viver bringado com nós mesmos . Agora se me permiti dar uma opiniao ,voce pode maximizar tudo isso que sente para aproveitar bem mais essa curta vida com o sexo e com o relacionamento com outra pessoa, é claro , nao é qualquer homem que tem cabeça e maturidade pra isso , entao depende de voce querer arriscar ou nao pra alcançar isso , embora acho que nao estaria perdendo nada , ja que se nao der certo, voce ja é feliz sózinha , voce só tem a ganhar se acontecer de dar certo.Parabéns pelas ideias , muito bem elaboradas e com sentido claro, até mais e seje feliz.

  • Ernane

    Ela perguntou varias vezes qual o sentido de se fazer sexo… eu respondo: sentido reprodutivo.
    Eu pergunto: Qual o sentido da vida?… Eu respondo: Ciclo da vida… Nascer, crescer, reproduzir e morrer, logo conclui-se que sexo é essencial para se cumprir o ciclo!

  • Stand

    TEXTO MAGNÍFICO.

  • Gentleman Cambrioleur

    Sou fã da filosofia política que denuncia a invasão da vida privada na vida pública e o sexo é uma das maiores manifestações disso. Há situações engraçadas, ridículas e outras preocupantes na mídia. Você abre a porta de um mundo interessantíssimo e cheio de tesouros que não buscamos porque simplesmente nos é inculcado que somos animais e precisamos nos satisfazer como tais. Afinal, há outras satisfações? Meu deu muita vontade de saber das suas, além do sexo. Pois também as tenho, muito intensas e variadas. Gostaria muito de conversar. Abs.

  • Marianalins92

    Cada um tem seu tem ponto de vista e  temos que respeitar  a pessoas por mais que  possamos nao concordar com  sua  forma de exergar
    . Amei  o texto  e  isso  bateu muito comigo a ausencia   de  sexo  faz  vc  refletir  sobre   aquilo que vc realmente  quer  para sua vida uma  aventura um romance  ou algo real  enfim um relacionamento serio  para sua  vida aonde  as  duas  pessoas  vão  ter o mesmo objetivo em comum dividir  a vida  a dois . O mais engraçado é que quanto mais eu   fico sem  sexo  mas eu  consigo enxergar  o que relamente quero. Tudo na  vida  tem um preço casamento exiger amor  compreensao, paciencia, tolerancia com os defeitos  do seu companheiro, calma para nao  brigar qd ele ou ela estiver nervoso nao é facil. Mas quem  quer ficar sozinho a  solidao é cruel  e te mata  aos poucos . Tem alguem para vc dividir sua vida alguem que  possa  contar para momentos  dificies que vao  vim  cedo ou mais tarde alguem para aquecer vc no frio. Meu avo passou a vida toda  nunca conseguindo demonstrar  e dizer para minha avo que  amava ela no enterro dela qd o caxao  tava sendo posto no carro  para levar para o cemiterio ele comecou  a gritar e chorar de desepero  ele  so sabia  dizer  nao   va cida meu amor.isso  que  estou falando e veridico  eu  aprendir com  isso que temos  que provar  e  dizer que  amamos enquanto é tempo. 

  • Ledig29

    Puxa..  moh legal!! nunca pensei q mulheres tbm pensassem assim.. tbm passei por parecido.. foi assim que sai de um ciclo vicioso e sem sentido.. sexo gera sexo q gera mais sexo.. sexo não gera amor e sim só sexo e cada vez mais nos afasta do nosso “eu” e de nossos objetivos, kem ker sexo q faça, mas saiba q isso aprisiona, amor gera sexo sim.. mas é diferente.. o sexo gerado pelo amor sim é gostoso e não gera insatisfação nem procura a outros parceiros.. é como viver livre.. viver satisfeito, viver bem , é como vc ser grato a cada dia pelo q fez e pelo que tem.. é saber q esta no rumo certo, q vc se conheci, que vc tem controlesobre si.. é algo verdadeiramente bom.. num concordo mto com o vibrador mas se num tem outro jeito né..rsrsrsrs..melhor doq deitar com um estranho e ele ficar no seu traseito colado como um cachorro.. parabens por compartilhar sua experiencias..

  • Domingosjube

    Gostei,Paloma,concordo com você.Só sei dizer que fazer sexo é muuuuuuito bom,dá uma caseiiiiiiiira.

  • Camaleaodefogo1

      Eu estou admirada, e realmente orgulhosa que ainda existam mulheres e pessoas como vc. Gostaria de ser como vc, e toda a reflexão e controle ke vc obteve nesse período, até mesmo desencanando de conquistas ou beijar na boca… apesar de adorar beio na boca, e ter gostado além da conta de todo envolvimento sexual, e do iniciar de uma” vida sexual”, tenho 19 anos e, um pouco antes de fazê-lo, perdi a virgindade com um cara ke achava que valeria a pena, como ele me disse que valeria. Eu fiz por ter cedido, não por ter kerido, pois ele insistia sempre. Eu acho que me arrependi seriamente, pois não apenas a forma como o ”relacionamento” acabou, mas tbm da maneira fria e apática que ele fora comigo na minha primeira vez. Ele me chamou de preguiçosa quando pedi um copo de suco… disse que eu tinha de o agradar, tocou a música que a ex namorada dele dançava, no teclado. Não tive beijinhos ou abraços, nada. Nem achava que ele merecia, mas eu cedi por ele.
     Olha só, justo eu sempre com valores tão feministas, independentes…e que expectava tanto em perder a virgindade de forma romântica, e genuína. Eu realmente lamento por mim. Tenho certeza que poderia ter sido muito melhor. Comentei com um amigo que não estava mais afim de fazer de novo, e me veio com o comentário que não tinham feito ”’direito’. Quando eu falei que tinha canado de estar kebrada por dentro, e que era de tempo e ele sabia. Ele concordou e disse: ”ah isso aí, é foda.” Poisé, não se resume a perfomance sexual, mas sim sobre sentimentos,e como as pessoas se arriscam a saúde mental, auto estima por isso.O sexo hoje se tornou obrigação, não escolha, ou evolução de um envolvimento ou relacionamento amoroso. E não acho que vc tenha visão aprisionada, pelo contrário, vc se ”libertou” de desejos carnais, e do controle do teu corpo sobre vc, das pressões externas. A mente deve controlar vc, e não o corpo suas atitudes. Sem falar na sua dedicação consigo mesma, sua vida profissional, e aperfeiçoamento no conhecimento de tantas outras áreas.  Parabéns, sou sua fã. E vou me lembrar do seu texto durante muito tempo, tenho certeza. Beijos faíscantes, e um abraço apertado. Ah, e estou sorrindo pra ti. ;D

  • Camaleaodefogo1

      Eu estou admirada, e realmente orgulhosa que ainda existam mulheres e pessoas como vc. Gostaria de ser como vc, e toda a reflexão e controle ke vc obteve nesse período, até mesmo desencanando de conquistas ou beijar na boca… apesar de adorar beio na boca, e ter gostado além da conta de todo envolvimento sexual, e do iniciar de uma” vida sexual”, tenho 19 anos e, um pouco antes de fazê-lo, perdi a virgindade com um cara ke achava que valeria a pena, como ele me disse que valeria. Eu fiz por ter cedido, não por ter kerido, pois ele insistia sempre. Eu acho que me arrependi seriamente, pois não apenas a forma como o ”relacionamento” acabou, mas tbm da maneira fria e apática que ele fora comigo na minha primeira vez. Ele me chamou de preguiçosa quando pedi um copo de suco… disse que eu tinha de o agradar, tocou a música que a ex namorada dele dançava, no teclado. Não tive beijinhos ou abraços, nada. Nem achava que ele merecia, mas eu cedi por ele.
     Olha só, justo eu sempre com valores tão feministas, independentes…e que expectava tanto em perder a virgindade de forma romântica, e genuína. Eu realmente lamento por mim. Tenho certeza que poderia ter sido muito melhor. Comentei com um amigo que não estava mais afim de fazer de novo, e me veio com o comentário que não tinham feito ”’direito’. Quando eu falei que tinha canado de estar kebrada por dentro, e que era de tempo e ele sabia. Ele concordou e disse: ”ah isso aí, é foda.” Poisé, não se resume a perfomance sexual, mas sim sobre sentimentos,e como as pessoas se arriscam a saúde mental, auto estima por isso.O sexo hoje se tornou obrigação, não escolha, ou evolução de um envolvimento ou relacionamento amoroso. E não acho que vc tenha visão aprisionada, pelo contrário, vc se ”libertou” de desejos carnais, e do controle do teu corpo sobre vc, das pressões externas. A mente deve controlar vc, e não o corpo suas atitudes. Sem falar na sua dedicação consigo mesma, sua vida profissional, e aperfeiçoamento no conhecimento de tantas outras áreas.  Parabéns, sou sua fã. E vou me lembrar do seu texto durante muito tempo, tenho certeza. Beijos faíscantes, e um abraço apertado. Ah, e estou sorrindo pra ti. ;D

  • http://www.facebook.com/rucheledailymirror Rúchele’s Daily Mirror

    não sei. não me deixa de doer o coração, ver tantas crianças, velhos, doentes, aleijados, e com fome, fora o sofrimento constante que é uma vida(contemporânea?), para ricos e pobres, don ruans e ninfomaníacas-peruas…,  para se pensar realmente em sexo, depois dos 35, especialmente. acho que é só coisa de jovem, e que todo mundo(inclusive as mulheres), só quer fazer o papael do macho, já no sexo(imagina no resto), acho sim. tenho certeza.
    beijos

  • jose

    gostei do texto, mas tenho mesmo necessidade de sexo.  sinto que tudo passa a ser mehor, é uma paz,  uma felicidade, um  antideprecivo, enfim…

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