Swordplay: os guerreiros medievais do Ibirapuera

Andre Schroder

por
em às | Cultura e arte, Listas


Um guerreiro barbudo usa arco e flecha para atacar de distância segura. Uma garota, com traje medieval esvoaçante, manuseia habilmente sua lança até ser encurralada por espadachins e tombar com golpe mortal pelas costas. O confronto reúne aproximadamente 40 jovens no gramado atrás do Auditório do Ibirapuera.

Swordplay: os guerreiros medievais do Ibirapuera

Concentração antes da batalha "mortal"

Com espadas e machados em punho, um dos grupos avança rapidamente e monta cerco. O outro bando permanece compactado sob proteção de escudos e exibe suas armas enquanto avalia a estratégia inimiga. Frequentadores do parque observam, curiosos, a movimentação em passos lentos. Ao sinal de um dos comandantes, linhas de defesa e ataque se desfazem, dando lugar à correria da batalha campal. Iluminadas pelo sol de verão, espadas se tocam no ar com sons abafados.

Em menos de cinco minutos, os mais graduados combatentes lutam sem proteção de seus subalternos. Alguns correm desesperadamente para escapar das investidas rivais, mas acabam rodeados e atingidos. Por fim, um machado de duas lâminas acerta o peito do último oponente e encerra a batalha. Quatro sobreviventes festejam a vitória em meio a gritos e aplausos dos colegas mortos.

A cena singular é parte de um treinamento de swordplay, atividade física que simula combates com armas brancas tendo como inspiração a era medieval europeia e as artes marciais do oriente. A prática deriva do RPG (Role Playing Game), jogo de interpretação, e de sua variante ao vivo denominada LARP (Live Action Role Play), em que praticantes se vestem, falam e agem como seus personagens.

Nas regras do confronto fingido, golpe no tronco do oponente é considerado mortal. Os combatentes que tiverem braço e perna tocados pela espada inimiga ficam vetados de usar os membros feridos. Ataques no pescoço e na cabeça são proibidos. Cada embate requer honestidade em acusar os golpes sofridos e aceitar a derrota.

Sérgio de Araújo Pirajá, funcionário público do setor de previdência do Estado de São Paulo, caminha soberano entre os membros do Draikaner, grupo de swordplay de temática arthuriana que comanda desde 2010. Aos 23 anos, o cavaleiro formado em Economia sai todos os domingos da zona norte da capital paulista com roupa temática e variados modelos de armas dentro de uma sacola.

“Não tenho vergonha, mas é melhor não chamar a atenção. As armas maiores são difíceis de esconder. Quando alguém pergunta, resumo que é teatro”.

No parque, devidamente paramentado, ele é sir Pirajá, embora reconheça que Pirajá não é um nome muito inglês.

Swordplay: os guerreiros medievais do Ibirapuera

Uma luta brutal entre o sir Pirajá (esq.) e outro guerreiro medieval

Sir Pirajá não gosta de jogar futebol. Fã de video game, de RPG e de rock, já treinou Kung-Fu, Tai-chi-chuan e Ninjutsu. Faz aula de teatro e pretende iniciar um curso de arco e flecha para melhorar o desempenho na histórica modalidade. Conheceu a namorada, estudante de jornalismo, num grupo de esgrima renascentista.

“Temos um perfil parecido, um gosto em comum por coisas medievais, por lutas. Sou ateu, mas ela é sacerdotisa bruxa e eu acabo um pouco envolvido com isso também”.

O líder máximo do grupo Draikaner bebe cerveja, sai com amigos e mantém uma rotina comum.

“Eu sou um cara normal. A diferença é que eu gosto de lutar com espadinhas”.

Para que os ferimentos das lutas fantasiadas não se tornem reais, as armas utilizadas nos combates são feitas de canos de PVC, revestidos com espuma de baixa densidade e cobertos por fita adesiva do tipo silver tape. Sir Pirajá se orgulha dos avanços na tecnologia de equipamentos que seu grupo trouxe para o swordplay brasileiro. “Temos um guardião responsável pela forja. Descobrimos a espuma adequada e reduzimos custos de fabricação. Cada peça dura mais ou menos um ano, e é possível fazer uma nova espada em apenas 20 minutos”.

Armas exóticas exigem criatividade e maior dedicação, mas costumam ser um diferencial para o triunfo. “Venci um torneio com uma arma que ninguém tinha visto”, vangloria-se Pirajá sobre sua invenção: uma lança especial com mangual (originalmente a bola espinhada de metal) na ponta. O uniforme do Draikaner – capa vermelha e amarela presa ao corpo por um cinto preto – é produzido por uma costureira em Guaianases ao preço de 25 reais. A caracterização é indispensável nos enfrentamentos com outras equipes, como na “Guerra de Clãs” realizada anualmente e que, no ano passado, reuniu mais de cem guerreiros divididos em exércitos.

Para subir de posto no grupo, os praticantes passam por testes de graduação que reúnem prova teórica sobre armas medievais, testes físicos e desempenho em combate. Os cavaleiros, no topo da hierarquia, passam conhecimento a guardiões, sargentos, soldados, guerreiros e aprendizes. Os treinos podem ser técnicos, desenvolvendo habilidade com espadas, lanças e escudos, ou táticos, ensinando estratégias de ataque e defesa que serão utilizadas nas batalhas. Pirajá é irredutível em punir atrasos e erros com flexões.

“Se não fosse pelo swordplay, tem muita gente aqui que não sairia da frente do computador”.

Além da reunião semanal no Ibirapuera, o Draikaner também conta com uma base no Centro de Artes Marciais Maguila, em Osasco.

O precursor do swordplay na cidade é Diego de Brito Henrique, o Caos, admirado e temido pelo seu peculiar estilo de luta. Máscara e capa com capuz pretas compõem o visual misterioso e amedrontador do cavaleiro que abusa de saltos e esquivas para derrotar os inimigos.

Swordplay: os guerreiros medievais do Ibirapuera

O temido "Caos" que, nas horas vagas, trabalha com sistema de informação

“É um estilo mais agressivo. Tento chamar a atenção dos adversários e desorganizar suas estratégias para permitir que meus companheiros possam invadir seus territórios. Todos gostam do personagem, então costumo usar a máscara para lutar”. Os pulos com pernas e braços abertos, que por vezes lembram o movimento de um sapo, tornam Caos impiedoso diante dos adversários. A técnica é apurada semanalmente com aulas de saltos e acrobacias.

Desde que começou a simular batalhas medievais, o jovem de 24 anos, formado em Sistema de Informação, atraiu seguidores na Zona Oeste de São Paulo, onde mora. As lutas no meio da rua já reuniram até 15 pessoas, entre vizinhos e passantes atraídos pelo embate.

Chacotas parecem não afetar a honra dos praticantes do swordplay, mas Pirajá acha prudente evitar batalhas nas áreas mais frequentadas do parque. “Se chegamos perto, gritam Power Rangers, He-Man, Highlander”. O destemido Caos também releva provocações e conta que já entregou sua arma a zombeteiros que, hipnotizados pelo vai e vem das espadas, mudaram de ideia e pediram para lutar também.

Criando o próprio exército

Não é complicado organizar um combate caseiro de swordplay entre amigos, mas é preciso responsabilidade na hora de confeccionar as armas: nada de espetos, facas de churrasco e armas de fogo. Os membros do Draikaner recomendam esses passos:

  • Bases de madeira leves, revestidas com espuma e cobertas com muita fita adesiva;
  • Você deve testar o equipamento dando alguns golpes no próprio corpo, atento para que nenhuma ponta da madeira tenha ficado exposta;
  • Priorize confrontos um contra um, deixando outros amigos como observadores, embora acusar os golpes recebidos seja um valor básico dos grandes guerreiros;
  • Não use as lutas para “acertar as contas” com ninguém;
  • Nunca mire na cabeça.

Juntando-se à infantaria


Link YouTube | Vídeo feito pelo pessoal do Draikaner

Para quem não teme skatista qualquer gritando “Power Rangers, He-Man, Highlander” nem outros 500 bullyings possíveis, o ideal é aprender com quem sabe. O Draikaner se reúne aos domingos, próximo ao Auditório do Ibirapuera, a partir das 14h. Você não paga para fazer a aula, em que é possível aquecer, aprender algumas movimentações básicas com os armamentos, entender um pouco da estratégia de combate e lutar: primeiro um contra um e depois numa simulação de batalha campal.

Lembre-se de usar roupas leves, que não atrapalhem exercícios físicos. Os treinamentos respeitam as limitações de cada participante e são bastante animados. Mas não confunda animação e diversão com esculhambação. Se for lá, é preciso entrar no clima.

O preço da guerra

Fazer parte de um grupo de swordplay tem baixo custo:

  • Cerca de R$ 25 pela roupa;
  • Outros R$ 15 por uma boa arma e;
  • Volta e meia, uma contribuição espontânea para cobrir gastos com competições.

Mais do que dinheiro, é preciso comprometimento com treinamentos semanais para desenvolver suas habilidades com espadas, lanças, flechas, para entender melhor estratégias de ataque e defesa e evitar a morte no primeiro minuto de combate.

De tempos em tempos, você pode avançar na hierarquia passando por testes de graduação, que levam em conta desempenho físico, habilidade com armas, inteligência estratégica e conhecimentos sobre Idade Média. Quando os cavaleiros máximos do grupo decidirem que sua hora chegou, você poderá participar de uma batalha de clãs, lutando contra outros grupos.

Se um dia você ficar bom o suficiente, pode arriscar montra o seu próprio clã.

No site do Draikaner você encontra informações completas do grupo. Que os deuses sejam bondosos contigo nas batalhas.

Obs: A primeira e terceira foto foram tiradas pelo próprio André, quando foi escrever esse artigo no Ibirapuera, em fevereiro desse ano. Tem tem mais fotos no Flickr dele.

Andre Schroder

Jornalista, fotógrafo e baterista. Cerveja, McCartney e Houellebecq.


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  • http://www.facebook.com/julio.saraiva.9 Julio César Saraiva

    olha queria morar mais perto nessas horas, seria muito relaxante e proveitoso , curto batalhas medievais e games seria como participar disso tudo show de bola

    • http://www.facebook.com/sergio.piraja Sérgio Pirajá

      Olá Julio César!

      Não sei onde vc mora, mas no Facebook existe uma lista de grupos de Swordplay de todo o Brasil, talvez isso ajude de alguma forma. Segue o link:
      https://www.facebook.com/groups/156209394482267/doc/213362682100271/ 

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000088922153 Wagner Menke

         Será que tem espaço para um cavaleiro? Já encilhei meu cavalo.

        PS: Aqui em Brasília tem um pessoal que pratica também. Mas se a caracterização elaborada de vocês.

  • Angelo

    perder a virgindade que é bom eles não querem né…

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

      Se sua cabeça fosse um “pokin” menos fechada perceberia facilmente que tem muito pai de familia nesse lance ai.

    • Tiago

      Nossa que pena que tem pessoas que ainda pesam assim… isso é apenas uma hobby nada de mais ali todos conseguem ter suas vidas normais cara… se duvidar dá uma passada lá, posso ter certeza que qiuando vc perceber vc estará Lutando com o pessoal…

  • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

    Magno e excelso.

    Deixo aqui um tributo aos admiradores das(diversas) artes militares:

    “Senhor, umas casas existem, no vosso reino onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta, se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta, se deitam obedecendo. Da vontade fizeram renúncia como da vida.

    Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares… Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a liberdade e a vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão.

    Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem.

    Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina”. (MONIZ BARRETO – Carta a El-Rei de Portugal, 1893).

  • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

    Na Rússia o bagulho é heavy-metal:
    .
    http://www.youtube.com/watch?v=-wQtdIXms98&feature=related

    • Breno Tiki

      Sem esquecer o Society for Creative Anachronism

      http://www.youtube.com/watch?v=BuFUhALxcJk

      Vou colar nesse treino e ver como é ( e sim sou casado e feliz)

      • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

        great.

    • Tiago

      Não só na Russia… nos USA, Espanha e outros países a COISA é LARP MESMO como está escrito na reportagem… aqui fazemos apenas a simulação de Batalha Medieval… mas digo… por enquanto…

  • ftencaten

    acho que isso ai é coisa de quem esqueceu e/ou não pode aproveitar a infância e agora ta tentando correr atrás do prejuízo

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

       O contrário, geralmente quem não teve infância é mau-humorado e ranzinza quando mais velho e principalmente, não sabe se divertir :)

      • ftencaten

        então deve ser falta do que fazer mesmo

      • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

        deus, que comentário imbecil.

      • Luan Kenji Draikaner Patata

        voce conhece a palavra hobbie ? bom acho que nao neh

  • Thiagofrizoni
    • Thiagofrizoni

      Ja tive a oportunidade de ver, e posso dizer que e mt foda!
      Ate mesmo o Paintball
      http://www.youtube.com/watch?v=EYvWbv3t6Ls 

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

      Vi videos e os russos são muito fodas em todas as modalidades, desde as mais “bad ass” e nas mais “organizadas”.

      Nos comentários tem uns caras dando dicas de artesãos em Belarus(Bielo-Rússia?) que fazem réplicas reais das armaduras medievais.

      Tem muitos caras dizendo que tem vontade de ir a Rússia para participar, especialmente americanos, por que as que eles fazem lá é muito cheia de frescuras. Não duvido nada que daqui algum tempo essa coisa vire atração turistica na Rússia.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      O_O

      fo-da!

      já participou, Thiago?

      • Thiagofrizoni

        Participei como espectador. Meus amigos que moram em Kursk, sempre participam. Como chegou o verao por aqui, vou ver se compro meus equipamentos e entro na brincadeira hehehe

  • http://www.facebook.com/people/Gabriel-Balardino/100000236742752 Gabriel Balardino

     Será que no Rio de Janeiro rola algo assim com frequencia?? Teve uma vez na Quinta da boa vista, mas não conheço um grupo…

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100003611111123 Esgrimista Van Berserk

      No Rio de Janeiro existe a Graal-RJ. O link é esse: 
      http://graalrj.com.br/ Boa sorte!

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100003611111123 Esgrimista Van Berserk
  • http://twitter.com/fabricio_ca Fabricio C Andriani

    Aqui em Feira de Santana, Bahia a gente tem um grupo iniciante, o Touros de Sant’Anna http://www.facebook.com/groups/128363177283264/
    Em Salvador tem a Batalha Cênica Salvador http://www.cofenix.com.br/bcs/
    No Facebook tem o grupo da Liga Nacional de Swordplay com vários grupos http://www.facebook.com/groups/156209394482267/

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mas eu fico feliz, mas eu fico MUITO feliz de saber que tem gente fazendo isso por aí. Obrigado pela reportagem, Andre. Bem completa. Obrigado pela edição, Jader.

    Paguei pau especialmente para o caos. Me lembrou o papel que às vezes faço na TaKeTiNa. Fiquei com vontade de conhecê-lo pra saber os detalhes de como ele age.

    Eu acho boa parte dessas pessoas (se já não são) serão grandes empresários, empreendedores, professores, amantes, pais… Eles estão mexendo com a estrutura mesma que cria todos os mundos e realidades. Pensa! Não é pouca coisa.E estão treinando avançar uns sobre os outros, atacar, estimular a energia da agressividade só que sem nenhuma agressividade real, de modo lúdico.

    Eu queria ter tempo pra brincar disso também. Mas estou brincando com coisas bem parecidas.

    Abração.

    • Luan Kenji Draikaner Patata

      hehe eu conheço o caos , sou membro ativa do DK , o caos é um cara super mega SIMPATICO e das 75 pessoas que aparecem por la na minha opinião ele é sim o melhor manja muito mesmo com todas as armas tipo rank SS ^ ^

  • http://tenholaminhasduvidas.blogspot.com/ Marcelle Gália

    Tem quem desqualifique falando que é infantil, mas não há nada tão gostoso quanto se permitir. Por que as pessoas insistem em sustentar que um homem maduro precisa extravasar com algo entre boteco, MMA, sexo e coçada de saco? Se o cara é seguro o suficiente para participar desse jogo, só tenho a admirar. 
    Acabou me lembrando das aulas de esgrima no colégio militar (ô, faz tempo…) 
    Fiquei curiosa. Acontece ao lado de casa e eu nunca vi.

  • Jairoqueiroz

    No mínimo, curioso!!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002792597766 Uyran Ribeiro

    Quem puder ver eles não vai se arrepender! Eu gostei e recomendo :D

  • Ramon

    Lembro que uma vez os vi, no momento eu fiquei sem entender o que se passava mas pra quem é amante de RPG deve ser um prazer indescritível.

  • Draikaner .

    Muito bem escrita a matéria, parabéns!
    Só faltou o endereço do nosso site: http://draikaner.wordpress.com/

    • jaderpires

      Cara, tem esse endereço como link não uma, mas duas vezes no texto.

      “Sérgio de Araújo Pirajá, funcionário público do setor de previdência do Estado de São Paulo, caminha soberano entre os membros do Draikaner, grupo de swordplay de temática arthuriana que comanda desde 2010.”

      “Se um dia você ficar bom o suficiente, pode arriscar montra o seu próprio clã.No site do Draikaner você encontra informações completas do grupo. Que os deuses sejam bondosos contigo nas batalhas.”

  • http://fabiorocha.com.br/ Fabio Rocha

    Achei maneiro. Meu Deus, sou nerd! :)

  • Jessctsa

    Pra quem fala mal: Swordplay também é um esporte (de preferência nerd!) e tem muita cultura envolvida. Agora meu caro, se você acha que ninguém ali faz sexo me desculpe, mas você é um imbecil de pinto pequeno e que não deve ter nem culhões pra lutar com um guerreiro Draikaner.  

    IN GLADIUS VICTORIA EST!

  • http://www.facebook.com/sergio.piraja Sérgio Pirajá

    Adorei a matéria, André! Muito obrigado!  =)

    Foi um prazer recebê-lo no treino e contar um pouco do que é esse mundinho ainda desconhecido pela maioria!

    Segue abaixo o link duma listagem com os grupos de Swordplay conhecidos atualmente no Brasil:
    https://www.facebook.com/groups/156209394482267/doc/213362682100271/ 

    Tudo isso fica dentro da página da Liga Nacional de Swordplay que está no Facebook:
    https://www.facebook.com/groups/156209394482267/ 

    Quem quiser conhecer mais, lá é o lugar certo!

    Abraços e beijos à todos!
    Vejo-os no campo de batalha!   =)

    PS: Não fui eu quem inventou a lança-mangual, foi um amigo chamado Gabriel Lòpez! Sou apenas que usa o equipamento, pois ganhei-a de presente dele!  =D

  • Leonardo

    Somos como aqueles grupos de amigos que se reúnem para jogar futebol aos fins de semana, a diferença é que preferimos espadas ao invés de uma bola.

  • Leonardo

    Somos como aqueles grupos de amigos que se reúnem para jogar futebol aos fins de semana, a diferença é que preferimos espadas ao invés de uma bola.

  • Leonardo

    Somos como aqueles grupos de amigos que se reúnem para jogar futebol aos fins de semana, a diferença é que preferimos espadas ao invés de uma bola.

  • http://www.facebook.com/fabiobracht Fabio Bracht

    Li o texto todo só lembrando desse clipe muito foda do Red Fang: http://www.youtube.com/watch?v=fuRKRFjm-HA

  • http://www.facebook.com/suely.ayres Suely Ayres

    Meu filho Lucas Adriano, de 10 anos, é louco por guerras medievais. Ele começou essa paixão por causa dos filmes: As Crônicas de Narnia. Se possível, gostaria de levar ele pra assistir (ou até mesmo participar) do Swordplay Brasil.

  • Dada

    Que negócio de nerd virgem!!!

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