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em 15/07/2010 às 10:19 | Artigos e ensaios, Ladies Room, Sexo
Ah, o poder das palavras. Estes simples verbetes podem nos condenar, culpar, martirizar, julgar, machucar, definir, redimir, edificar, incentivar, manipular e tantos outros infinitivos que eu pudesse enumerar aqui.
Mas sabe o que anda me intrigando esses dias? Aquelas palavras que não têm masculino. Diferente dos epicenos que você estudou na quinta série, como o masculino de jacaré, que é jacaréia “o jacaré fêmea”. Falo também daquelas palavras que definem comportamentos específicos. Específicos das mulheres, sendo eu mais específica.
Por exemplo, você pode me dizer qual é o masculino de “biscate”? E qual é o masculino de “vadia”? E quanto a “piranha”, qual o masculino? Por acaso “periguete” tem algum equivalente masculino? “Puta” até tem, mas usa-se em outro sentido na maioria das vezes, né?

"Hum, deixa eu ver se entendi: se meu desejo for seu, ok, mas se meu desejo for livre, eu sou uma puta?"
Não me considero uma pessoa retrógrada, mas muitas dessas inequivalências ainda me fazem matutar um bocado. Apesar de ser cria dos anos 80-90, muito depois da filosofia de sexo, drogas, rock ‘n roll, amor livre e paz-e-amor ter ascendido e declinado (esses ex-maconheiros já eram yuppies quando nasci), me considero relativamente moderna. É claro que se você for me comparar com as Sandys que a sociedade mantém como padrão de ideal de “moça de família”, eu sou um urubu carnicento rondando o cocô do cavalo do bandido.
Ainda assim, arregalam-me os olhos alguns nomes dados a certas atitudes femininas. Não sei se é engraçado ou cruel, mas é no mínimo interessante a maneira que a sociedade num todo é muito mais cruel com as mulheres e complacente com os homens, no tocante da (caham) moral e dos bons costumes. Certas… qualidades descritivas para as mulheres ainda reprimem algumas vontades e comportamentos, por mais porra-lôca que uma criatura envaginada seja.
Tudo bem que a Bíblia é ficção mas desde o Jardim do Éden as mulheres carregam duas cargas, talvez desmerecidas, a seguir:
1. As manipuladoras;
2. As culpadas.
Posto que nós, mulheres, manipulamos, induzimos os homens – pobres, inocentes e ingênuos, coitadinhos – ao pecado. E daí que Adão quis comer a maçã por si só? A Eva que induziu o pobrezinho a comê-la. Para aqueles que estudaram o mínimo de Teologia, sabem o que a metáfora que a maçã representa. A maçã nada mais é que o símbolo do ato sexual. Deus disse a Adão e Eva:
“Olha só: cês andam pelados, brincam pelados, se abraçam pelados. Mas sexo, meus filhos, não pode. Ter tesão é motivo pra arder no inferno, apesar de ser algo natural. Mas ó: papai ama vocês, tá?”
A serpente, do alto de sua sabedoria ofídica, que não precisava ficar cheia de dedos por motivos óbvios, logo mostrou para Eva o que era tesão e a pequena ta-ta-ta-tataravó da Jezebel, como boa bróder que era, foi compartilhar o novo brinquedinho macio e úmido com Adão, seu macho, irmão e companheiro. Então, mesmo que Adão esteja na mais pura filosofia do “fi-lo porque qui-lo”, a culpa é da Eva. Coitado do Adão, ele só foi manipulado pela jararaca vaginenta. Ele, tadinho, não haveria de fazer nada se não fosse essa tentação ambulante, manipuladora, vadia e periguete, se esforçando ao máximo para tirá-lo do caminho do Bem.
Neste ponto, peço-lhes que pause este texto e assista ao vídeo abaixo. Duvido muito que você não tenha lido nem ouvido falar sobre o barraco de Sorocaba, mas caso você seja um alien ou tenha acabado de acordar de um coma profundo, é melhor assistir antes de prosseguir:
Link YouTube | Ela começa se achando no direito de humilhar e acaba com violência física
Assistindo a esse vídeo, não pude evitar de ficar me questionando algumas coisas. Por mais que a “corna” e a “putinha” fossem amigas (por mim, podiam até ser irmãs), quem é que carregava um anel de compromisso sempiterno com a “corna”?
Quem foi que jurou, diante de um padre e amigos e padrinhos, que faria a “corna” feliz na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte vos separe? Quem é que tinha filhos com ela, morava com ela, olhava-a nos olhos e dizia “eu te amo”?
A putinha é que não, afinal, ela é só uma putinha que sai procurando homem na rua, não é?
Não vou ser hipócrita e dizer que achei o cúmulo do absurdo esse vídeo. Como boa misantropa, adoro ver um(a) babaca se fodendo, mas não consigo deixar de me perguntar: por que diabos a “corna” foi tirar satisfação com a outra, ao invés de ir acertar os pontos com o marido, aquele que lhe deve lealdade e votos de confiança? Bem, aí fechamos o círculo do presente texto.
A corna foi tirar satisfação porque a outra é “a manipuladora”, “a culpada”.
O filho-duma-puta que lhe botou cornos é apenas um ingênuo, um Adãozinho inocente fadado ao Paraíso que nada teria feito se não fosse a puta, cachorra, vadia e piranha ter lhe tentado a cabeça de baixo. A culpa é sua, mulher manipuladora.
Por herança cultural, temos a obrigação de ser as “direitas” na história. Homem quer comer qualquer uma, mas mulher não pode querer transar com qualquer um. Por quê? É que… veja bem, a mulher é… certinha, sabe… e ela não pode ser, tipos, loucona de sair dando e tal porque… porque… um dia ela vai ser mãe, e tem que dar o exemplo e… e aí se ela tiver filhas… ela tem que dar o exemplo, sabe? E segurar a periquita senão, se depender da vontade da maioria dos homens, tudo vira uma suruba generalizada. E… e aí… aí Deus vai mandar queimar tudo, igual ele fez com Sodoma e Gomorra.

Créditos: Atheist Cartoons.
Queridos leitores, eu não sou psicóloga, nem uma grande conhecedora de antropologia, nem feminista e nem especialista em porra nenhuma. Sou apenas uma observadora que gosta de tentar entender o mundo, e humilde o suficiente para admitir que certas coisas estão além da minha capacidade de compreensão. A única explicação – porca, vazia, esfarrapada e sem muita base argumentativa – que enxergo para tal afobamento em reprimir e condenar atitudes femininas relacionadas a sexo é: isso não está escrito no script.
Façam o favor de me contrariar, de contra-argumentar, de me iluminar as ideias nos comentários, mas do ponto de vista de quem está do lado rosa da Força, tais palavras destrutivas, pejorativas e que só servem para julgar e punir, como biscate, vadia, piranha, periguete e afins só existem porque está escrito no script que as mulheres não podem (ou ao menos não devem) ser sexualmente desencanadas.
De acordo com nossas bases biológicas, um homem pode gerar quase que inúmeros descendentes em várias parceiras diferentes num período de um mês. Eu, como mulher, só posso gerar um, ou um par de gêmeos, no prazo de nove meses. Isso, teoricamente, explicaria o porquê de os homens quererem meter em qualquer buraquinho úmido e as mulheres sentirem a necessidade de escolher melhor o seu parceiro, tentar abocanhar preferencialmente o macho-alfa.
Mas hoje em dia existe camisinha, anti-concepcional, coito interrompido, pílula do dia seguinte. E eu terminei com o namorado ontem e tô afim de trepar com o primeiro que aparecer na frente. Fui na boate e fiquei com 15 meninos numa noite só. Tô sem fazer nada em casa e vou chamar meus amigos pra uma suruba. Me deu curiosidade e resolvi ir numa casa de swing. Senti tesão e gravei um vídeo me masturbando na webcam.
E daí?

"Bel, você não está seguindo o caminho correto."
Pois é, colega… se você acha que difícil é ter que manter a ereção, matar barata e aturar as DRs da sua namorada, experimenta vir com uma vagina na sua próxima encarnação. Qualquer sacanagenzinha que você queira fazer estará sujeita a uma vasta gama de xingamentos e repressões. E tem coisa pior que te reprimirem justamente durante o sexo?
Se foder, véio. Depois a gente sai queimando sutiã e vocês não entendem por quê.
Paradoxal, crítica, chata, bebum, adepta do hedonismo e misantropia. Mas é uma boa pessoa. No Twitter: @lemonndrop.
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em 15/07/2010 as 13:47 |
Pra toda a revolta dela fosse mais pq ela esperava mais de uma amizade, e por isso se revoltou. Talvez ela já não esperasse muito do marido que a traiu, mas esperava pelo menos alguma fidelidade da mulher que se dizia amiga dela, em quem ela confiava.
em 15/07/2010 as 13:48 |
Andressa, você acha mesmo isso? Que ela está revoltada pelo fim de uma amizade?
em 15/07/2010 as 13:50 |
Pablo, o exemplo é perfeito pois não diz respeito ao NOSSO entendimento do caso, não exatamente sobre quem está agindo errado ou não.
O nosso entendimento é “a mulher traída tem todo o direito de humilhar e bater na outra, pois, afinal, foi traída e a outra é uma vagabunda”. Se o seu entendimento é diferente desse discurso, ótimo, parabéns porque você é exceção.
Abraço.
em 15/07/2010 as 13:52 |
HAHA, este texto foi num nível pesado. Chocante.
Muito bom.
O que tenho a dizer é que provavelmente os valores sociais, na maior parte cristãos, ainda não evoluiram o suficiente para acompanhar o progresso da ciência ( camisinha, anti-concepcionais e afins ).
Belo texto.
em 15/07/2010 as 13:56 |
Almeidinha,
A que você se refere? Eu não vi merda nenhuma no texto. Pelo contrário, é um antídoto contra o machismo. E, vamos admitir, todos nós estamos contaminados com esse vírus, uns mais, outros menos, mas todos nós, até mesmo as mulheres.
Se não abrir diálogo, seu próximo comentário do tipo (em outro post) não será publicado pois não segue nossa política de comentários (http://papodehomem.com.br/comentarios/), ou seja, não enriquece, não argumenta, não faz uma crítica minimamente decente.
Abraço.
em 15/07/2010 as 14:02 |
Eu também, Rodrigo, senti falta de uma porrada direcionada às próprias mulheres.
E não vejo problema algum no tom “feminista revoltada”. Pensa, homem é cheio de querer decidir como uma mulher deve se portar. Não pode ter tom feminista revoltada (onde isso é um problema, me diz?), não pode falar palavrão, não pode xingar, não pode trair, não pode se oferecer pra qualquer um…
A gente adora quando elas falam palavrão na cama PRA NÓS, quando se oferecem PRA NÓS, quando traem CONOSCO, mas quando o desejo delas se mostra livre pra além de nós, quando os olhos delas não apontam para nós, quando a bunda move outros caras, pronto, ela é uma puta, uma vagabunda, uma mulher que não é pra casar… E isso não é o discurso do meu avô, mas de vários de meus amigos… e AMIGAS. Isso é até mesmo o discurso que passa pela minha mente várias vezes e com o qual eu até me identifico em alguns casos. Ou seja, somos todos responsáveis por essa sociedade repressora e preconceituosa. Não há culpados pois estamos todos no mesmo barco, mas há responsáveis, sim: todos.
Abraços.
em 15/07/2010 as 14:03 |
Bel,
Muito bom!! E totalmente pertinente. Eu pensei a mesma coisa… Pq a “corna” não deu a surra no “esposo”? Pq até, nós mulheres, julgamos as outras como se tivéssemos um pinto? Eu acho q nessa história, tá todo mundo errado. Vexame, vexame, vexame… Mas suas observações são mto legais. Realmente o que está por trás disso tudo é esse ranço machista e absolutamente datado.
Parabéns! Adorei!
@danimie
em 15/07/2010 as 14:09 |
Recebo tanta lição de moral de um Adãozinho inocente fadado ao Paraíso sem ligações sólidas comigo por ser cortês e, às vezes, conseguir conversar cordialmente sobre livros com outro Adãozinho que meio que desisti da minha liberdade sexual pra ficar sozinha conversando com as paredes e admirando os atores das minhas series favoritas.
“Hum, deixa eu ver se entendi: se meu desejo for seu, ok, mas se meu desejo for livre, eu sou uma puta?”
ÓTIMO texto, Bel. Parabéns. Você é demais. :)
em 15/07/2010 as 14:11 |
Amei ! Concordo plenamente com tudooo !
em 15/07/2010 as 14:18 |
Ótimo comentário.
Tem só um lance que faltou:
“Mesmo com esses tempos moderninhos em que vivemos, por mais que os caras digam: “eu gosto de mulheres que falem sobre sexo e não ligo que elas transem no primeiro encontro”, no fundo no fundo, a maioria liga. Essa 'revolução sexual' da mulher, ainda incomoda os homens e as mulheres mais machistas. O jeito é não ligar.”
Agora aplique a mesma lógica a vocês: por mais que vocês digam “O jeito é não ligar”, no fundo, no fundo, a maioria liga. ;-)
Ou seja, a maioria das mulheres ainda é refém do olhar masculino. E nosso olhar é totalmente confuso, preconceituoso, carente, amedrontado, impositivo, controlador. Nós também somos reféns das mulheres, sempre que tentamos controlá-las, sempre que esperamos que nossa mulher não nos traia, que seu desejo seja nosso e de mais ninguém, que não seja livre, que seja por nós 100% aprisionado.
Ambos sofremos nesse processo.
O Pedro Jansen escreveu sobre a prisão feminina aqui: http://papodehomem.com.br/sobre-mulheres-imperf...
E eu sobre a masculina aqui: http://papodehomem.com.br/por-que-muitos-homens...
em 15/07/2010 as 14:21 |
Pensei o mesmo, Dani. Esse problema existe em todos os casos de crimes passionais e outras histórias de relacionamento que aparecem na mídia. E não acho que é um problema da mídia, como se fôssemos passivos, mas de nossas próprias mentes mesmo, ativamente construindo e reconstruindo tais preconceitos.
em 15/07/2010 as 14:22 |
Olha, concordo com a parte que diz que a corna deveria era ter tirado satisfação com o marido, mas acontece que, no meu entender, isso não tem nada a ver com feminismo/machismo, isso me parece mais algo da natureza humana. Se fosse o contrário provavelmente o homem (corno) estaria tirando satisfação do “amigo” traíra. Em uma aula de filosofia (o assunto era outro) dei um exemplo do marido que chega em casa e encontra a mulher na cama com outro e então mata a mulher. Muitas mulheres fizeram cara de “pq matar a mulher?”, então eu disse “e mata o cara também”, pronto, todos satisfeitos…
em 15/07/2010 as 14:29 |
Nossa fonte de sofrimento e dor não vem do terceiro. Nosso parceiro (aqui estou falando sem diferença de gênero) pode trepar com outros 1000. Não nos interessa esses 1000, mas o DESEJO do outro.
Sofremos porque o desejo do outro se direciona para outro que não nós, assim como o laço do casamento (em nossa sociedade) se baseia na crença de que o desejo livre do outro foi capturado e na esperança de que ele assim se mantenha. Como a vida é sacana, esse processo muitas vezes não funciona de acordo com nossas crenças, aí sofremos e nos descabelamos como se algo tivesse dado errado.
Mas nada deu errado no caso de Sorocaba. E não há culpados. O melhor que eles podem fazer é tentar superar essas aflições e criar as melhores relações possíveis agora, longe ou perto, como for melhor. E, para as próximas relações, ajuda se eles não forem tão reféns do desejo do outro e se nunca se esquecerem de que esse desejo é livre.
em 15/07/2010 as 14:43 |
Oi, Bel, não conhecia teus textos, vim instigada por uma chamada do G. Gitti, rechamado pelo P. Jansen “Enfim o texto que eu queria ler sobre o Barraco em Sorocaba”. Muito bacana a sua fluência, adorei, gente à vontade nas vírgulas é uma parada rara, mas, bem, você disse que valia contrargumentar. Contrargumento, pois:
Ô Bel, a maçã não representa o sexo, sim, sei que esse não é o ponto central do debate, mas como ele vai seguindo nessa linha de raciocínio, importante pôr: não é o sexo. A maçã (ou jaca, ou abacaxi ou mesmo uma banana, que não diz lá o nome da dita cuja) representa nessa mitologia (e é um mito, não uma metáfora e metáfora é um negócio como se fosse e a mitologia foi que foi exatamente assim e isso explica o meu mundo, pra quem não concorda tenho aqui uma AK) a desobediência moral à Deus (ou deus). Esse mito conta a história da entrada do Mal no mundo através da desobediência (a uma ordem? a um tabu? a uma cultura?). Mito parecidíssimo com o de Pandora, for sure. Rá! Então, aí nós entramos na sua linha: Pandora, Eva, foram a janela da desobediência. É… nisso tinham interesse os antigos em ter seu rebanho de cabritinhas cerceadas, área de influência de semens, esses antigos eram uns malas mas.. são antigos, vou respeitá-los e confessar o que, pessoalmente, considero como sendo o ponto certo deles: mulher é uma merda. Não digo isso por maldade, mas, como você mesmo admite, ter uma vagina, um útero e dois ovários – por mais que eles tenham sido carcomidos por cistos múltiplos, continuam ali, invencíveis – é foda.
Esses caras das primeiras narrativas mitológicas sabiam disso, somos ardilosas, somos mais inteligentes, curiosas, conjuramos infernos e fazemos todas aquelas coisas que os blues contam. Nosso poder é do caos, da fertilidade e da porra toda. Eles ficaram com medinho. Hoje os homens tão com menos medinho, viva!
Ao barraco.
Também esperei até o final sua voadora nas mulheres, porque, ora, ora, ela fez aquele marmota sair da história como O Gostoso. Não há equivalente masculino para puta, é a nossa cultura e cultura, refletida na linguística, é um negócio que demora uma caralhada pra mudar. Acho que tem mudado. Aqui no Rio há o termo “prostituto”, o antigo gigolô me parece, só que mais apático, assumidamente apático. Anyway, Vivian só fez isso de errado que foi preservar o pau do marido e alardeá-lo como um pau de ouro. Pena. Mas, mulher é foda, a gente de repente tá com o útero na mão e faz essas coisas que saem pela culatra.
Era isso, Bel, me alonguei mais do que pretendia, peço perdões. Adorei a imagem lá em cima: Were the wild things are. É nóis. Obrigada pela leitura, muito esclarecida.
em 15/07/2010 as 14:46 |
Hahaha! Tava demorando pra alguém usar esses tipos de argumentos. Bom, vamos lá:
1º: A “metáfora” da maçã é totalmente ridícula. Maçã representar sexo??? Essa sua anedota de “papai ama vocês” só mostra que você não sabe nada do básico sobre Cristianismo, e olha que isso é bem difícil nos dias de hoje. “Crecei-vos e multiplicai-vos”. Como Deus iria perpetuar a raça humana proibindo o sexo??? Tá falando merda.
2º:Namoro e já tive vontade de trair e não o fiz. Sou gay? Menos macho? Puritano? Acho que só sincero. A vontade de transar nada mais é que meu extinto de sobrevivência que PODE SIM ser controlada. Pessoas que dizem o contrário são desonestas com seus parceiros e com sigo mesmas.
E aqui vem seu argumento mais brilhante: tentar jogar toda a culpa da parada no marido e na esposa,como se a amante não tivesse nada a ver com isso. A amante E o marido tem total culpa nisso, traindo a confiança da esposa e amiga. Os dois são culpados, OS DOIS estão errados. Ela não deixa de ser uma puta e ele um safado.
As feministas, as feministas DE VERDADE, devem estar se revirando nos tumulos agora, vendo que a causa delas foi distorcida. Vocês, “mulheres cabeça”, acabam confundindo liberdade com libertinagem. Acabam querendo assumir a posição que os homens tem na sociedade não entendo que ela também é errada.
É gente assim, os “desencados sexualmente”, que me fazem rir quando vem falando no desespero que pegaram alguma DST ou AIDS. É tipo de coisa que me faz rir de verdade.
Graças ao seu texto, ainda vou continuar usando vadia, essa palavra tãão suja e sem pé nem cabeça, por muito tempo.
em 15/07/2010 as 14:51 |
Artista, os comentários são moderados, leva um tempo até a aprovação. Segure os adjetivos aí para quando você tiver razão. ;-)
em 15/07/2010 as 14:58 |
Bel, sinto como se seu texto fosse meu. Digo a mesma coisa há anos para vários amigos. Em um deles, que se orgulhava de chamar de puta toda mulher que fizesse um boquete, dei um tapa de luva de pelica ao lembrá-lo de que sua mãe, antes de ser mãe, é mulher, e que ela já havia feito com o pai dele tudo o que ela podia, inclusive chupar o pau do cara. A expressão dele, ao ouvir isso, foi um misto de desapontamento, surpresa, revelação e iluminação. Mas, pelo menos, o pensamento dele mudou.
Coisa parecida eu vi acontecer no caso do (suposto) boquete da Tessália: um monte de idiotas por aí gritando pra todo mundo ouvir: vagaba, puta, piranha, biscate etc. Esse bando de homem estúpido só xingou porque não foi o pau deles que ela (supostamente) chupou. Pura inveja. E tem mais: se fosse o contrário, se o cara lá que tivesse chupado a Tessália, ele teria sido saldado como herói, comedor, fodão, gostosão etc. Era capaz até do Lula recebe-lo em Brasília.
Mulheres bem resolvidas, cabe a vocês mudar essa situação. Se forem esperar a cabeça desse monte de homens (e mulheres) machistas, vocês continuarão a viver sob o lema da “dama na sociedade, puta na cama” pro resto da vida.
em 15/07/2010 as 15:00 |
Valores sociais ultrapassados, geram situações escabrosas como esta. Supor, se a corna tirou ou não satisfação com o marido não cabe no texto, sendo que o video deixa claro em quem ela colocou a culpa, pois sempre temos que achar um culpado pra tudo. No mais, parabens Bel, pois numa revista chamada Papo de Homem, defender um ponto de vista desse é num mínimo, muita coragem. E os homens que discordarem, so podem esta morrendo de medo do sexo frágil. Rss
Ps.: Descobri há pouco esta revista, e dou os parabens pela qualidade dos textos e artigos.
em 15/07/2010 as 15:03 |
Pequeno comentário:
1) Não existe a tal da “maçã” na Bíblia, mas sim o “fruto proibido”.
2) Quem realmente estudou o mínimo de Teologia sabe que o “fruto proibido” NÃO representa o ato sexual, mas sim o conhecimento do bem e do mal.
em 15/07/2010 as 15:04 |
Papo de homem? serio mesmo…..
Feministas e seu mundinho sex and the city
em 15/07/2010 as 15:06 |
Leonmrs,
Seu comentário evidencia a estrutura que faz com que o casal “adúltero” tenha de esconder sua relação, deixando a situação chegar ao ponto que chegou. Se nosso ambiente social fosse mais amplo, sem tanta repressão, sem nos cegarmos à vida como ela é, sem culpa, a probabilidade da amiga ou do marido ter contado para a esposa sobre a relação paralela seria muito maior, pois eles teriam a certeza social de que não estão fazendo nada de errado.
Ninguém é errado ou culpado nessa história, meu caro. Isso é uma alucinação de algumas pessoas e você pode interrompê-la, se quiser. Não é a realidade, é apenas um óculos que você colocou.
A experiência de ser traído e enganado dói, e muito. Mas ela é uma experiência. Ela não é errada, a menos que você ache que a morte (definitivamente a pior das experiências pois acaba com a possibilidade de novas experiências) é algo errado, que não deveria acontecer, que não faz parte da vida.
Fazemos promessas, acordos e pactos o tempo inteiro. E nem sempre cumprimos, nem mesmo aqueles que fazemos conosco. Qual o sentido em punir o outro porque ele fez algo que sempre fazemos? O marido ou a esposa é livre para criar relações paralelas ao casamento, não é? O casamento nunca conseguirá impedir isso. O marido ou a esposa é livre para pedir o divórcio após saber da traição. Ou não. É livre também para seguir a relação, de modo careta depois, sem mais nenhuma traição. Ou com outras relações paralelas. Liberdade não é libertinagem. Liberdade às vezes é ser careta, desde que isso venha da uma ação livre, não de condicionamento e repressão.
Abração.
em 15/07/2010 as 15:09 |
Já que a mulher é condenada com a negação ao sexo o homem, suponho, é condenado pela incapacidade ao sexo.
Ou seja, temos os unicamente masculinos:
1. BROCHA
2. MEIA BOMBA
3. FROUXO
Tão cruel conosco como é com vocês.
em 15/07/2010 as 15:09 |
Que tratamento? Por que eles deveriam ser humilhados? Qual o crime exatamente?
Por que nos achamos no direito de criticar, rebaixar e humilhar esse casal que se formou em uma relação paralela a um casamento e um namoro. O que eles tem de diferente? O que eles fizeram de errado, Pablo?
em 15/07/2010 as 15:11 |
Acho que o machismo que parece existir é apenas a superfície do que observamos.
Pq a “corna” foi tirar satisfação com a “putinha”?
Pq se alguém não reparou, no vídeo vcs podem observar que ela (corna) pergunta o tempo todo p/ Juju “eu quero saber o que vc quer?”, “vc quer ficar com ele?”. Pq isso acontece?
Pq minha gente a CORNA não tá nem aí pro Cícero, pq uma mulher quer saber se é traída? Pq ela sofre por seu homem? NÃO! Pq ela quer saber quem é a outra mulher, quem é a putinha, o que ela tem que eu não tenho, passa pela feminilidade da mulher, o que é essa mulher? Essa é a questão.
Não existe um simbolo de feminismo universal, ao passo que existe para o homem, o simbolo é a virilidade, o pênis, o tal falo.
E pra mulher? A mulher não tem um simbolo, para cada mulher pode ser uma coisa e quando uma mulher mostra que tem algo mais interessante que a “corna” a corna vai ficar doida querendo saber o que a 'putinha” tem de diferente dela.
O homem aí não é nada (tá exagerei um pouco), mas isso é só a superfície, o problema é a estrutura psiquica que é formada na sociedade em que vivemos, um bando de neuróticos que não sabem desejar.
em 15/07/2010 as 15:12 |
Seu elogio nos deixa orgulhosos, caro(a) Delete.
Sobre a coragem dela em defender o ponto de vista, nós abrimos o espaço “Ladies Room” – categoria a qual esse texto pertence – justamente pra isso.
em 15/07/2010 as 15:19 |
Gente, prestem atenção que o texto não sobre a “corna” nem sobre a bíblia, é sobre comportamento. Respondam um pouco mais centrados.
em 15/07/2010 as 15:19 |
Adorei o texto, uma linguagem bem coloquial, fácil de entender e tal… Quando eu comecei a ler o texto logo penser que A Bel era uma feminista nata rsrsrs, mas depois fui mudando de opniao, e ela tem razao em todos os pontos, desde o Inicio do mundo, diz a Biblia (acredito muito nela mas nao vem ao caso) Que Deus fez o Homem o cabeça e a Mulher a calda, ou seja, quem manda nas relções sao os homens. Só que os tempos mudam, as pessoas mudam… e o texto mostra que varias mulheres ainda vivem esse pensamento que os homens são os cabeças das relações.
Uma coisa que logo me veio a mente lendo o texto, foi com relação ao caso do Goleiro Bruno ( nao aguento mais ouvir falar ) a mídia ta falando que ele é assassino, frio, calculista e tal… mas depois que a Eliza morreu ela agora virou santa e até vai ser canonizada, é claro que eu nao estou falando que ele tinha que matar ela, nao aprovo de jeito nenhum o que ele fez, mas eu tentei por um instante me colocar no lugar dele, imaginem só o tanto que ela nao estava infernizando a vida dele. Gente nao me julguem eu jamais estaria aceitando a atitude dele.
Obrigado pelo belo texto
@Dudu_stoque
em 15/07/2010 as 15:28 |
Certeza social que não estão fazendo nada de errado foi ótimo. Des de quando trair a confiança que alguém deposita em você (em vários níveis, não só em relacionamentos amorosos) é algo admiravél ou algo que se deve aceitar? Não estou usando óculos algum, mas da pra ver de longe as besteiras nesse seu argumento. Se seu casamento está ruim porque não separar pra depois ficar com outra pessoa? Te digo, é mais pratico fica acomodado.
Comparar a experiência da morte com a experiência da traição é ótimo. A morte é inevitável, mas não se deve nunca aceitar de bom grado uma traição, NUNCA.
Ai é o ponto crucial: falta de sinceridade da parte que trai. Se não está feliz num relacionamento saia dele. Simples. Se quer curtir, não se envolva com alguém pensando na hora de dar o migué. Ser casado não impede ninguém de ter amigos, eu disse AMIGOS. Ai vem a parada de ser sincero consigo mesmo. Você sabe quando aquele coleguismo está ameaçando sua fidelidade, só tem que evitá-lo.
hahaha modo careta foi ótimo. Dó da mulher que casar contigo.
em 15/07/2010 as 15:28 |
Você disse exatamente o que eu sempre digo, mas esqueci dessa vez: as pessoas confundem liberdade com libertinagem!!!! E são coisas completamente diferentes…
em 15/07/2010 as 15:29 |
Fico triste ao ver essa situação. Espero que um dia todos consigam se livrar do preconceito, da raiva… Sei que devo começar por mim mesmo. Só não sei como… =(
em 15/07/2010 as 15:32 |
Gitti, quase sempre concordo com você, mas nunca nesse ponto.
Deixa eu aproveitar pra perguntar uma coisa [curiosidade, sério!]: se a traição não é algo tão absurdo assim sob sua filosofia, então porque isso é considerado errado em todas as culturas??? Não só as ocidentais.
Mesmo no islamismo, em que o homem tem até 4 esposas, são todas dentro do casamento. Dentro de um compromisso, assumido e aceito em suas condições, por ambos.
E mesmo no hinduísmo, que é uma cultura politeísta, também se prega a fidelidade no matrimônio.
em 15/07/2010 as 15:32 |
Realmente não entendo o porquê de uma mulher fazer artigos em um blog chamado PAPO DE HOMEM…
Mas, vamos lá.
Para mim, mulheres “sexualmente desencanadas” não servem para nada além de uma gozada e só.
Sobre o vídeo, deu pena da “corna”, de por um lado ter uma amiga “sexualmente desencanada” (sim, só sendo muito desencanada para transar com o marido da “melhor amiga”) e por ela ter um marido sem vergonha, que não honra as calças que veste. Espero que essa mulher dê a volte para cima e que consiga cuidar dos filhos bem. A “corna” errou em ir falar com a outra mulher, mas não tem como julgá-la, pois, não foi você, colunista, que está na pele da coitada.
Mais uma vez uma colunista mete a religião no meio para demonstrar como “as mulheres são descriminadas” (ui ui ui), algo totalmente descartável. Demonstrando assim falta de respeito com a religião alheia.
em 15/07/2010 as 15:34 |
Concordo em gênero, número, grau, vírgulas e pontos. Só por conhecimento de causa, sou mulher e realmente existe uma GRANDE DIFERENÇA entre liberdade e libertinagem. Não gostaria de ir a uma reunião do colégio do meu filho (a) e vê-lo cabisbaixo porque algum (a) colega saiu falando que o pai dele comeu a mãe do meu filho (a). Somos RESPONSÁVEIS por gerações futuras e pelo que se ensina a elas. Concordo que em alguns casos o feminismmo é necessário, mas distorcê-lo está além daquilo que acredito.
em 15/07/2010 as 15:37 |
Tocou no ponto certo.
Pois se quando o homem pega todas é taxado de fodão e a mulher quando comete o mesmo ” delito ” é tratada de puta; o homem quando não consegue ter o melhor desempenho é um frouxo broxa e a mulher quando não atinge o orgasmo a culpa é do parceiro.
Acho a argumentação do texto meio falha. Existem machistas sim, mas a sociedade como um todo não é exclusivamente contra as mulheres, a sociedade é cruel mesmo com TODOS.
em 15/07/2010 as 15:41 |
LENHA NA FOGUEIRA:
Quem disse que a esposa do cara já não tivesse corneado ele?
Quem disse que o casamento não era uma absoluta merda?
E se ela fosse uma esposa tosca, tão perversa no relacionamento como o marido foi ao cultivar o caso por anos?
–
A visão nos comentários ainda está muito restrita pro meu gosto.
em 15/07/2010 as 15:41 |
Leonmrs,
Por que toda traição seria fruto de uma infelicidade ou insatisfação no casamento? Eu consigo achar uns 10 exemplos de amigos meus que transam com outras e estão bem felizes em suas relações.
Eu vivo uma relação careta, não sou um bom exemplo, mas estou aqui para questionar nossa necessidade de controle, de congelar a vida, de não aceitar o que existe debaixo do nosso nariz o tempo todo.
Podemos viver num mundo em que 30% das pessoas são traíras, ruins, mentirosas, erradas. Ou podemos viver num mundo em que todos nós estamos abertos ao que acontecer. Às vezes as pessoas não querem trair e traem, e depois se sentem culpadas, arrependidas. Outras vezes elas traem e isso não afeta a relação. Eu prefiro viver num mundo em que isso tudo é possível, em que podemos nos relacionar com as coisas como são e ajudar as pessoas a construírem relações melhores, sem tanta culpa e dor.
Recebo emails quase diários com histórias assim e acompanho outros casos de relações paralelas de conhecidos. Não dá pra negar essa realidade, empurrando tudo para a vala do “errado” e “inaceitável”. Não dá para viver dentro de uma bolha, dentro do que é “certo”.
As pessoas “erradas” estão aí, meu caro. Elas somos nós. Nós somos elas.
em 15/07/2010 as 15:41 |
SENSAIONAL BEL!
Você é feminista da terceira geração e nem se deu conta.
Não cultive sentimentos ruins sobre isso, as feministas de hoje em dia tem todas a tua pinta.
;]
Freedom, um dia a gente chega lá.
em 15/07/2010 as 15:52 |
“Realmente não entendo o porquê de uma mulher fazer artigos em um blog chamado PAPO DE HOMEM…”
Nenhuma mulher participa do seu mundo, Guilherme?
“Para mim, mulheres “sexualmente desencanadas” não servem para nada além de uma gozada e só.”
Obrigado por trazer mais problemas ao mundo, meu caro. Nossa sociedade não é nada machista. Realmente precisamos de mais comentários assim. Ótimo serviço.
Agora sem ironias: seu comentário me dá vergonha, cara. Fico realmente triste ao ler isso, ao constatar, de novo e de novo, que ainda existe esse pensamento em nossas cabeças.
Depois ainda tem gente que reclama quando alguma feminista fala em como a mulher é tratada como um objeto de satisfação masculina, seja lavando cueca, cozinhando ou “servindo para uma gozada e só”.
Que todas as mulheres que também reproduzem esse discurso e comportamento possam ler seu comentário e constatarem de vez a imbecilidade e a estupidez que nem sempre vemos como um dos produtos do machismo.
Abraço.
em 15/07/2010 as 16:01 |
Cris,
Não estou propondo filosofia alguma, só estou DESCREVENDO as coisas. Ora, a traição EXISTE em todas as culturas, não existe? O fato de ser considerada errada a faz cessar? Não, ela continua existindo por todos os cantos. É só isso que estou dizendo.
Se pudermos lidar com a traição assim, sem tanta culpa, é melhor. Menos dor e sofrimento, pois ser traído e trair geram MUITA dor, culpa, ansiedade, sofrimento. Fora o tesão, claro. Ou você vai negar que tem prazer, tesão e alegria envolvidos? Dois amantes se comem igualzinho um casal bem casado. Igualzinho. O que tem de errado?
Dói? Sim. A sociedade funciona melhor com monogamia? Sim. Se eu pudesse escolher entre uma mulher fiel e uma mulher que me traísse mensalmente, sim, eu escolheria a fiel. Mas meu ponto é outro: é melhor viver sem essa esperança e sem achar que, quando acontece, algo deu errado. Não, traição é igual merda: acontece.
E, quando acontece, temos de lidar com isso. É nessa etapa que é melhor lidar com isso abertamente, sem achar que houve algo de errado, sem tanta culpa e agressão, como se o outro merecesse ser punido. É só isso que eu falo, com a motivação de que não soframos tanto. E falo como alguém que nunca traiu (o máximo que fiz foi beijar outra uma só fez durante um namoro que durou 5 anos, 3 morando junto) e já foi traído várias vezes, com todos os requintes de crueldade que você possa imaginar, exceto por gravidez e DST.
Abraço.
em 15/07/2010 as 16:11 |
Pablo, eu creio que se ela ja tivesse tirado satisfação com o Marido, a OUTRA ja saberia e essa conversa/treta nao teria acontecido.
em 15/07/2010 as 16:11 |
Sendo bem direto: mulher quer dar? Vai lá e dá, oras, é muito fácil pra elas, afinal, SEMPRE tem um cara dando em cima, e até outras mulheres, dependendo de algumas. Se é gata então… E a Bíblia é uma pataquada mesmo, não precisa ser muito inteligente pra perceber isso, basta deixar a preguiça de lado e estudar um pouco. A grande questão, é: tanto a tal “puta”, quanto o bonzão, deviam ser HONESTOS. E hoje em dia é assim, cada um só faz o que quer e como bem entende, e FODA-SE se está prejudicando alguém ou não. Queriam ficar junto, curtir ou sei lá o que, mas que jogassem limpo com a traída. Porque, se é pra se compremeter com alguém, tanto o comprometido, quanto o terceiro envolvido, deviam pensar um pouco nisso. E sobra pra mulher não por causa de falso moralismo ou outros motivos bestas que nada tem a ver com a Bíblia, mas sim, simplesmente porque, pro homem, ele tem que ter todo o trabalho de ser isso, ser aquilo, enquanto que pra mulher, basta ESTAR LÁ. Citando uma pequena analogia que já vi por aí: “imagine uma chave que abre toda e qualquer tranca. Essa chave provavelmente será considerada uma chave mestra. Agora, imagine uma tranca que é aberta por qualquer chave. Essa tranca é bem vagabunda, não acham?”
em 15/07/2010 as 16:14 |
Agora sim, estou satisfeito! Ótimo comentário, Gitti.
em 15/07/2010 as 16:15 |
ps: A minha resposta na verdade seria para a resposta do Gustavo ao Pablo, mas como não encontrei o botão “Responder”, segui o caminho mais próximo.
Enfim, Gustavo Gitti diz: “Que tratamento? Por que eles deveriam ser humilhados? Qual o crime exatamente? [...] O que eles tem de diferente? O que eles fizeram de errado, Pablo?”
Bom, achei a pergunta um tanto ingênua. Sem precisarmos lembrar que a mulher traída no vídeo é advogada (e no vídeo percebe-se que com aquela papelada pode-se foder com um marido), podemos muito bem dizer aqui que o Art.240 prevê o Adultério como crime, tendo como pena detenção de 15 a seis meses (acredite); Como adicional, considerando que a traição/adultério causa dor e sofrimento à pessoa traída, pode-se enquadrar o traidor no art.5: indenização por Danos Morais; Como se ainda não bastasse, Traição viola os deveres do casamento (dever de fidelidade recíproca, dever de respeito e consideração mútuos etc – art. 1.566, CC), o que deixa a pessoa traída no direito de pedir separação judicial por culpa, e essa em o direito a mais uma indenização, mas essa só pode ser feita se a separação de fato acontecer.
Tirando as duas indenizações e um processo por adultério, temos nesse casal também crimes morais, rapaz – esse é meu ponto de vista, claro – e merecem sim esse tratamento agressivo por parte da traída. Mas não adianta abrir esse diálogo. Como um amigo meu diz: “A dor do outro sempre é menor que a nossa”, e você, Gustavo, provavelmente não é casado com alguém, tem filhos com essa pessoa e percebe que está sendo traído, enganado e humilhado há 5 anos. Então, realmente, “O que eles fizeram de errado, Gustavo?”
em 15/07/2010 as 16:20 |
Tenho certeza que, há uns dias atrás, li um post, feito por um homem, com argumentos tão idênticos a esses que as frases chegam a ser as mesmas.
em 15/07/2010 as 16:20 |
Natacha, a imagem do bonitão tem de ser preservada pois é a identidade da esposa que está em jogo. Poucos conseguem olhar para a verdade e lidar com isso, ou seja, reconhecer que o marido trepou com outra com tanto tesão e amor (ou provavelmente mais) com que trepava com a esposa. E que isso rolou porque é possível, porque não tem nada impedindo, nada, casamento algum, religião alguma, Deus algum.
Como isso é demais, como isso explodiria a cabeça da maioria das pessoas, é melhor trazer algum tipo de apoio para afirmar que aquilo é errado, inaceitável. Algum jeito de sacrificar alguém para manter nossa identidade despedaçada.
O problema é que, justamente por tentar evitar a dor, acabamos aumentando a dor, o sofrimento, a confusão.
Seria mais fácil admitir a morte dessa identidade esperançosa e lidar diretamente com a realidade, seja cortando relação com o marido e deixando eles dois se pegarem sem culpa, seja tentando continuar com o marido ou seja tentando estabelecer algum tipo de relação entre os 3 que funcione, a la Vicky Cristina Barcelona ou não.
Na hora que o bicho pega, queremos nos defender, queremos atacar e parar de sofrer. Aí o caos só aumenta. Por isso insisto tanto em não alimentarmos essas esperanças e ilusões.
Abraços.
em 15/07/2010 as 16:22 |
Amigo, nem tudo é preto e branco.
em 15/07/2010 as 16:24 |
Por isso que ser homem é tão bom…eu posso escolher qualquer mulher que eu quiser pra tentar seduzir, posso transar com qualquer uma, e se eu conseguir, eu sou um garanhão, as vezes até “galinha”, mas um homem não se sente tão mal com isso, já vocês mulheres não podem simplesmente chegar em qualquer homem que quiser, e muito menos transarem com qualquer um, pois se fizerem isso, são taxadas de vadias. A sociedade teima na questão da igualdade, mas feliz ou infelizmente isso não existe ainda, e provavelmente nunca existirá, até porque homens pensam de maneira diferente das mulheres, a diferença consiste entre o pensamento racional e o emocional, e isso só será mudado quando a cultura em geral for mudada, não vejo esforço nenhum na sociedade para que isso aconteça.
em 15/07/2010 as 16:25 |
Caro Leonmrs,
Qual o problema dos “desencanados sexuais” terem pavor de pegar alguma DST ou AIDS?!
Desde quando uma pessoa que é “desencanada sexual” é alguém irresponsável e que não pensa na própria saúde?
Pelo amor de Deus…quanta ignorância heim!?
em 15/07/2010 as 16:29 |
Sei que se uma namorada minha estivesse me traindo desta forma com um amigo, eu iria ficar (muito) puto com os dois, iria descer o bambu nos dois, e “largar” ambos.
Agora cada age da forma que quer na vida, mas aceite as consequencias e assine a obra… Se a corna ficou afim de fazer o que fez com a mina (ou com o cara), é problema deles.
Se a Bel não consegue ser uma completa libertina sem sertir-se culpada ou deixar entrar na nóia do julgamento social, é problema dela.
Eu não gosto de “biscate” nem de “biscato”, nem de vagabunda nem de vagabundo. Mulher (e homem) pra mim tem que ser íntegra em vários sentidos, um deles é ter valores éticos/morais que batam com os meus. Isso, é opinião minha, e o que essa minha percepção vai me gerar na vida, é problema meu.
Cada um com a sua percepção/opinião. Eu nao quero mudar a(s) sua(s), porque querem mudar a minha?
em 15/07/2010 as 16:29 |
Sei que se uma namorada minha estivesse me traindo desta forma com um amigo, eu iria ficar (muito) puto com os dois, iria descer o bambu nos dois, e “largar” ambos.
Agora cada age da forma que quer na vida, mas aceite as consequencias e assine a obra… Se a corna ficou afim de fazer o que fez com a mina (ou com o cara), é problema deles.
Se a Bel não consegue ser uma completa libertina sem sertir-se culpada ou deixar entrar na nóia do julgamento social, é problema dela.
Eu não gosto de “biscate” nem de “biscato”, nem de vagabunda nem de vagabundo. Mulher (e homem) pra mim tem que ser íntegra em vários sentidos, um deles é ter valores éticos/morais que batam com os meus. Isso, é opinião minha, e o que essa minha percepção vai me gerar na vida, é problema meu.
Cada um com a sua percepção/opinião. Eu nao quero mudar a(s) sua(s), porque querem mudar a minha?
em 15/07/2010 as 16:30 |
Caramba
Nunca conheci mulheres assim em uma balada a noite.
As que eu conhecia, queriam somente beijar e beber, pronto.
Esse texto me deu vontade de sair a noite na balada e tentar “comprovar” isso..hehe
Mas por respeito a minha namorada, ficarei em casa pensando nisso e refletindo.
hehehe
Abs
em 15/07/2010 as 16:30 |
Caramba
Nunca conheci mulheres assim em uma balada a noite.
As que eu conhecia, queriam somente beijar e beber, pronto.
Esse texto me deu vontade de sair a noite na balada e tentar “comprovar” isso..hehe
Mas por respeito a minha namorada, ficarei em casa pensando nisso e refletindo.
hehehe
Abs
em 15/07/2010 as 16:33 |
Não sei iluda, nesse caso sim. Excessões tem limite.
em 15/07/2010 as 16:33 |
Não sei iluda, nesse caso sim. Excessões tem limite.
em 15/07/2010 as 16:33 |
só uma pergunta Leonmrs.
Qual é a sua posição sobre um relacionamento aberto?
em 15/07/2010 as 16:33 |
só uma pergunta Leonmrs.
Qual é a sua posição sobre um relacionamento aberto?
em 15/07/2010 as 16:34 |
“a morte (definitivamente a pior das experiências pois acaba com a possibilidade de novas experiências)” como pode fazer essa afirmação ?? não entendi… mas enfim acho que é outro tema né ?!
em 15/07/2010 as 16:35 |
Em alguns momentos da vida eu chego a não acreditar no que estou lendo.
Não consigo comentar nada a respeito tamanha perplexidade, esperava ler isso em muitos lugares, mas aqui no PdH me surpreendeu.
em 15/07/2010 as 16:35 |
Só para fazer uma correção ao que disse o Pablo: o crime de adultério foi revogado em 2005.
Pingado.
em 15/07/2010 as 16:36 |
Olha, na MINHA concepção, Liberdade é o que eu quero, e se a MINHA liberdade for feita de libertinagem? Isso é errado? De que forma?
Eu acho que ninguém pode rotular nem definir o que é liberdade, isso distorce o conceito, a idéia da liberdade em si.
em 15/07/2010 as 16:39 |
Exato.
A sociedade é, e acredito sempre será em certa medida, uma selva. Ponto.
em 15/07/2010 as 16:39 |
Resposta a Gustavo Gitti:
“Dói? Sim. A sociedade funciona melhor com monogamia? Sim. Se eu pudesse escolher entre uma mulher fiel e uma mulher que me traísse mensalmente, sim, eu escolheria a fiel. Mas meu ponto é outro: é melhor viver sem essa esperança e sem achar que, quando acontece, algo deu errado. Não, traição é igual merda: acontece.”
Ahá… aí está o que eu disse: teoria é só… TEORIA.
No fundo no fundo, todo mundo vai escolher quem for, ou pelo menos parecer fiel.
Concordo quando vc diz que tem muito a ver com o desejo. Principalmente mulheres encucam com o 'o que ela tem que eu não tenho'. Mas nem de longe envolve só isso.
Acho que, como outros também já comentaram aqui, é acima de tudo uma questão de respeito e honestidade para com o próximo.
Sair fazendo só o que lhe dá na telha é, no mínimo, muito egoísmo!!!
Quanto a 'viver sem esperança', acho que esbarra mais na questão do ciúme. É burrice demais querer viver controlando o outro. Até porque quanto mais você tentar controlar a vida do outro mais ele vai ficar de saco cheio e mais vai ter vontade de trair.
Então, sim, viver sem neuras é muito mais saudável, inclusive pro relacionamento.
Mas é surreal dizer que é possível passar por uma traição sem sentir nada. Tristeza e decepção são o mínimo. Vai dizer que se vc fosse traído hoje e soubesse não sentiria nenhum dos 2?!
Eu, particularmente, não consigo trair. Porque quando estou alguém não consigo olhar pros lados. Isso nem é forçado, como algumas pessoas podem pensar. Eu não me controlo. Apenas sou assim… E acho que se, por algum motivo, eu estivesse com muito ódio da pessoa e fosse tentar trair por vingança ou qualquer bobagem do tipo, é quase certeza que eu travaria na hora e não iria em frente.
em 15/07/2010 as 16:39 |
Bem colocado Guilherme,
Na maioria dos casos (não estou dizendo que nesse especificamente as coisas são assim, pois não conheço detalhes) todos são vítimas de uma situação que poderia ser evitada se houvesse mais honestidade entre as pessoas.
Abcs
em 15/07/2010 as 16:39 |
Adorei o texto! É sempre bom ter um “pitaco” feminino no meio desse papo de homem…rs
Bjs
em 15/07/2010 as 16:40 |
PORRA.
Não somos mais um blog.
Somos um portal – ainda que não seja o termo perfeito, é o mais próximo de nossa realidade atual. A mudança de posicionamento precisa ficar clara.
em 15/07/2010 as 16:41 |
Link, Nara?
em 15/07/2010 as 16:42 |
George já chegou,
http://www.youtube.com/watch?v=e9WSb5aXLfc
em 15/07/2010 as 16:42 |
O filme do YT tá editado, teve muito mais. Os maridos chegam e o caraleo.
em 15/07/2010 as 16:43 |
Sua mente já não estava clara a respeito de transar com quem e quando quiser antes do post, Meire?
em 15/07/2010 as 16:45 |
Ficou perplexo por qual motivo, AC_Gomes?
em 15/07/2010 as 16:46 |
“pokerol 1 minute ago em resposta a Leonmrs
só uma pergunta Leonmrs.
Qual é a sua posição sobre um relacionamento aberto?”
Mais honesto que uma traição, pois ambos sabem da coisa. Mas acho meio que uma frescura essa nomenclatura. Vejo mais que o seu “parceiro” num relacionamento aberto seria o seu preferido, podendo ficar com quem você quiser, sem assumi um compromisso muito sério..
em 15/07/2010 as 16:46 |
O marido que traiu ainda xaveca a reporter…é um espartano esse cara….kkkk
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,...
em 15/07/2010 as 16:47 |
só por favor gatinhas, cuidado. cuidado! lendo o que o pessoal escreve, é fácil aderir a um pensamento representado pela Bel e pelo Gitti de que as mulheres podem e devem “soltar as amarras bíblicas” e sair fazendo sexo sem culpa. eu concordo! mas na prática, muito cuidado por favor. lembrem que muitas de vocês são flores, espero que não julguem que eu estou diminuindo-as quando as estou enaltecendo, seus corpos são sensuais, delicados, cheirosos. NÃO caiam na vulgaridade dos relacionamentos instantâneos idiotas que eu tanto vejo por aí. o mesmo poderia ser dito pros homens, mas eu não tenho muita esperança nos muleque não. mas vocês moças, sejam safadas que é uma delícia, mas não compartilhem sua intimidade com qualquer otário, não deixe que o tesão+álcool+pressão as empurre pra uma transa patética. sou romântico, eu acredito que vocês devem valorizar a paixão e o ato de fazer amor (bem safado de preferência, risos), não por motivos bíblicos, mas porque é um momento especial e mágico. eu entendo a revolta e a vontade de sair da repressão moralista e DAR pra qualquer um, mas procurem por favor se conter, façam amor com caras que vocês gostam e que gostem de vocês, trepem gostoso mas por favor não caiam na vulgaridade dessa transas extremamente pobres que eu tanto vejo. valorizem esse momento delicioso. e para os meus colegas homens, sempre digo “se forem comer, comam gostoso, não assim de qualquer jeito como vocês fazem, metam beijando na boca, metam abraçando ela bem forte, envolvendo”, e todas aquelas dicas gostosas que o povo da PDH já postou, dentre as quais as que eu mais gosto são um texto do Pablo chamado “de homem pra homem” e um do Gitti chamado “ignore o orgasmo e transe por horas”. abraços!
em 15/07/2010 as 16:50 |
Incrível como a fala e a linguagem corporal dele são firmes.
em 15/07/2010 as 16:53 |
Adorei o texto que só reitera o fato de que mulher traída acha que a culpa é só da outra que está com seu marido/namorado.. como se o fofo não tivesse vontade própria…. só rindo.
em 15/07/2010 as 16:55 |
Você tem liberdade pra fazer o que quiser, isso não implica em estar sempre certo, abs.
em 15/07/2010 as 17:01 |
É o barraco em vídeo mais divertido que já vi.
O tiozinho lá pelo que contam dele, ele é gente boa, do tipo “sossegadão”.
Bons tempos a época em que morava em frente a um bar, tudo que eu queria era voltar no passado e ter uma câmera para filmar todos os barracos, na época câmera era coisa de rico.
em 15/07/2010 as 17:01 |
Então, Bel, sinta-se privilegiada, proibido é mais gostoso, quando é errado é que dá tesão, se é pecado você tem uma cota extra de orgasmo, essas coisas.. todas são verdadeiras.
em 15/07/2010 as 17:04 |
Cada qual com seus costumes. O texto usou um exemplo de infidelidade do marido e da amiga, não há como insentar qualquer culpa.
A questão principal – e que me fez pensar em escrever o comentário – está nas coisas como elas são.
Conversar e entender é uma possibilidade, e se for insuficiente, o que resta é a lamentação.
Acho q melhor do q dar asas ao impulso sexual singular, é ter à disposição alguém que complemente isto em vc, lendo, inventando, criando situações onde o prazer é o fator que alimenta melhor a relação. Transformar a sua liberdade em desejo conjunto, multiplo orgasmo, gozar junto.
Generalizar nunca é o melhor negócio,assim como as mulheres deixaram de ser objetos sexuais – quando assim desejam – e passaram a ser vistas simplismente como independentes, os caras também passaram a ter o mesmo rótulo.
Hoje o entendimento é livre. Generalizar é sempre o pior negócio.
em 15/07/2010 as 17:11 |
Realmente, visão muito restrita. As pessoas só se apegam naquilo que podem argumentar.
O pessoal ta confundindo Liberdade com traição. Ninguém disse isso.
em 15/07/2010 as 17:12 |
A frase “Realmente não entendo o porquê de uma mulher fazer artigos em um blog chamado PAPO DE HOMEM” traduz toda uma cultura machista de não-espaço para a expressão feminina que eu, não sendo utópico, até esperava ouvir, mas não vinda dos leitores da PdH.
Já que mulheres fazem parte do dito papo de homem, assim como homens fazem parte do dito papo de mulher, nada mais natural que abram espaço para ouvir a opinião/expressão direto da fonte.
Quem se recusa a ouvir uma mulher, tem medo do que pode ouvir ou certeza de que não saberá lidar com o que ouviu, algo esperado em alguns lugares, mas não aqui.
Porém, liberdade de expressão e opinião ao nosso amigo, que não reduz meu susto ao ler isso.
Abcs
em 15/07/2010 as 17:14 |
Hahahaha Cara feladapú!! Ainda dizem que mulher não gosta de cafa? Bonito ele admitiu que não é… Então não é beleza que elas procuraram (as duas “amigas”).
#VDM
Tem que rir para não chorar.
em 15/07/2010 as 17:14 |
E novamente cai no conceito de certo ou errado, CERTO E ERRADO não existem. O que é certo pra você pode muito bem não ser o certo pra mim.
em 15/07/2010 as 17:15 |
Hehehehehehe….
Anos de trabalho, noites mal dormidas, para dar um passo avante na definição do PdH, e vem alguem e chama de blog.
em 15/07/2010 as 17:15 |
Óbvio que na minha vida mulheres participam, mas não tem nada haver com o assunto.
Como você distorceu o que eu escrevi para teu bel prazer, terei que responder.
Mulher promíscuas, que não sabem “lavar cueca”, que transam de primeira, baladeiras, fúteis para mim, “sexualmente desencanadas”, que dão mais que chuchu na certa ,não servem para nada além de uma gozada só ué, se para você essas palavras não são boas, se case com uma prostituta e seja feliz cara! Aprenda a receber críticas, senão aguenta, bebe leite…
Mulheres bacanas, de bom caráter, ou seja, “para casar”, eu as trato super bem. É como diz aquele velho ditado, “não dê pérolas aos porcos”.
Eu não fico triste e tampouco com vergonha das baboseiras que normalmente você escreve. Afinal todos são livres para fazer quaisquer comentários, a sociedade é livre. Há homens e homens, os de verdade e os bananas.
em 15/07/2010 as 17:17 |
É que a autora quis nascer homem mas não consguiu… esse é o verdadeiro mal do feminismo.
em 15/07/2010 as 17:18 |
Amigo, nem tudo é preto e branco.
DISSE TUDO.
em 15/07/2010 as 17:22 |
A tese apontada pela bel é UMA vertente já muito exposta, inclusive no PdH… Só acho que o texto ficou muito raso. Ficou só no: “não posso isso, não posso aquilo.” A fase de que a bíblia é a grande culpada já passou, por que não avançarmos a um novo horizonte? Há claramente toda uma analise de nossa hipócrita sociedade por trás disso. Cadê o resto? pena para o PdH que é sempre o mais completo, o mais amplo…
Ah, desculpem o machismo, mas este texto é só mais um exemplo de quanto as mulheres estão virando homens e assumindo a postura de condução (independentemente se isto é certo ou errado, válido ou não).
em 15/07/2010 as 17:22 |
Quanta a ideia do texto a autora falha de modo desastroso pelo seguinte:
Nenhum homem se incomoda com mulheres que “dão para todos”, aliás a maioria quer é encontrar uma que libere geral. Lembro de uma garota que gostava da coisa, parecia um pouco desequilibrada, mas o que mais tinha era filas de meninos, loucos para ter a sua “vez” com a gentil donzela.
A maior parte da “pressão social” vem das próprias mulheres, neste caso mesmo a guria fez um escândalo filmado, para que todos possam ver e postou no “perfil” dela, bem tipico mesmo ficar criando caso.
O medo que as mulheres tem de assumirem como put@s ops “mulheres livres”, é que, se ela cair nesse rótulo, os homens só irão querer sexo com ela, por isso ela necessita vestir máscaras sociais.
Afinal quem vai ser o otário que vai andar de mãos dadas com uma mulher que todos os seus amigos pegaram? Eu não.
Já pensaram no dia do seu casamento, vem um tiozinho dessa história e “sussurra” no ouvido de outro: “Já fiz de tudo com essa ai!”
A autora no fundo defende uma forma de teoria da escada disfarçada de discurso liberalista, na analogia da teoria da escada, a mulher tem duas escadas de tamanho diferentes, para cada homem, aos mais idiotas é reservado a escada maior, eles terão que “subir” mais para conseguirem o que há de mulher, enquanto para os “fodões” o tamanho da escada é bem menor.
Contudo se guria não tem valor(no caso de um hipotética puta), o “bonzinho” não vai querer se dar ao trabalho de subir a escada, ele vai procurar outra mulher para oferecer a companhia dele. Afinal qualquer ser inteligente sabe que se uma pessoa vende uma mercadoria com dois preços diferentes, e para essa pessoa a mercadoria é mais cara, ela está sendo feita de trouxa.
No caso mesmo desse escândalo, o namorado da fornicadora deve ter passado meses para “conquistá-la”, enquanto o tiozinho só exibiu algumas notas. 2 escadas diferentes para tamanhos diferentes para cada homem.
No mundo comércio, umas das regras básicas é os compradores não revelaram seu preço de compra, e os fornecedores não revelam aos outros clientes, regalias que ele dá para um certo cliente preferencial. Pois se um cliente descobre, ele vai querer comprar também pelo preço amigável.
Portanto, put@ não é a mulher que simplesmente dá para todos os homens, mas sim aquela que joga com todos os homens.
em 15/07/2010 as 17:27 |
Resumindo:
“Queridos leitores, eu não sou psicóloga, nem uma grande conhecedora de antropologia, nem feminista e nem especialista em porra nenhuma.”
>>Pelo lixo de texto superficial e vazio deu pra perceber. Aliás, eu quase parei de ler ali, afinal, pra que ler um texto de alguém que se entitula como um zero a esquerda? Sua falta de auto-estima explica sua postura defensiva e auto-depreciativa (e talvez explique a necessidade de escrever texto vazios e vulgares na net).
“Sou apenas uma observadora que gosta de tentar entender o mundo, e humilde o suficiente para admitir que certas coisas estão além da minha capacidade de compreensão.”
>>Então, antes de falar, deveria estudar antropologia, psicologia e principalmente teologia porque você não sabe nada mesmo. Só não foi o pior do Ladies Room porque o nível aqui é realmente muito baixo…. Serviu apenas pra capitalizar SEO, nada mais.
Se você realmente for humilde, aguarde seus agradecimentos e desculpas logo abaixo.
Att
Marcão, macho-alpha++
em 15/07/2010 as 17:33 |
Marcão macho hífen alpha mais mais,
“Sua falta de auto-estima explica sua postura defensiva e auto-depreciativa”
É claro que a Bel usou um recurso de argumentação para mostrar que seu discurso não é fruto de nenhuma especialidade, mas de uma mulher que vive e olha. Ela até pode ser especialista em alguma coisa, mas preferiu escrever assim pois, de fato, funciona no texto.
Não tem falta de auto-estima em lugar algum.
Pessoal, novamente peço que não entrem em questões pessoais. Discutam ideias e textos, não “o caráter” das pessoas. Deixem o caráter para o Claudio Correa e para aquele artigo do próprio Marcão macho hífen alpha mais mais que publicamos aqui ano passado. ;-)
Abraços.
em 15/07/2010 as 17:33 |
Quanta preguiça intelectual….
em 15/07/2010 as 17:34 |
você é superior
em 15/07/2010 as 17:39 |
Incrível seu comentário. É um tapa na cara das feministas e homens feministas de plantão.
em 15/07/2010 as 17:41 |
clap clap clap
esse é o texto que eu gostaria de ter escrito, sem mudar nenhuma virgula! Parabéns a todos!
em 15/07/2010 as 17:41 |
GG,
“É claro que a Bel usou um recurso de argumentação para mostrar que seu discurso não é fruto de nenhuma especialidade, “
>>Esse é o ponto: não é um bom recurso de argumentação em argumento nenhum. Muito menos num assunto onde a autora dogmatiza boa parte do conteúdo e empurra sua falta de critério moral e ético como se fosse verdade absoluta. Enfim, não funciona no texto.
“Não tem falta de auto-estima em lugar algum. “
>>O que escrevemos é reflexo do que somos e sentimos. Sua tentativa machista de defender alguém que é bem grandinha e sabe se defender é desnecessária.
Poderia ter muito mais textos meus pra construir caráter, e deveria, mas…..
Att
Marcão, macho-alpha++
em 15/07/2010 as 17:46 |
Acho ridículo evangélicos e mais rídiculos essas feministas. No mínimo, mal amadas.
A coitada da mulher foi traída 2x e ainda foi julgada por ter brigado com a amante, no mínimo ridículo o ponto de vista desses liberais. (os verdadeiros culpados por essa sociedade estar do jeito que está).
em 15/07/2010 as 17:54 |
Querido Marcão,
Antes de eu considerar seu comentário, gostaria de ver scanneado o seu diploma de antropólogo, psicólogo E teológo (um só não vale), e uma foto da marca da sua bunda em uma das cadeiras da ABL. Senão, te considero tão zero a esquerda quanto eu, e sua opinião vale o mesmo que um papel de bala pra mim. Afinal, apenas os especialistas podem observar e refletir, concorda?
Aguardo os .jpeg em meu e-mail. Depois disso, posso considerar me desculpar por ser tão burra e insignificante, perante sua magnânima genialidade. Beijos.
em 15/07/2010 as 18:07 |
É tão difícil assim aceitar alguém que pense diferente?
Teus comentários apenas servem para comprovar a teoria dela…
“temos a obrigação de ser as 'direitas' na história”
“1. As manipuladoras; 2. As culpadas.”
em 15/07/2010 as 18:11 |
Marcão e Pedro;
Seus comentários só serviram para comprovar a teoria da autora…
“temos a obrigação de ser as 'direitas' na história”
“1. As manipuladoras; 2. As culpadas”
em 15/07/2010 as 18:14 |
Concordo com você.
Há momento para as criticas serem dirigidas paras as mulheres e para os homens na nossa sociedade.
O que, infelizmente, acontece mais é que as mulheres acabam sendo taxadas muito mais vezes que os homens.
Mas, isso tudo só dá espaço para que aos poucos as pessoas mudem a forma de ver as coisas. Deixe um ar mais real e menos sentimental para tudo. Não é porque o homem broxou na primeira transa que é um frouxo. Não é porque ele não conseguiu dar um orgasmo que ele é fraco.
E muito menos, não é porque a mulher conheceu um cara, teve tesão por ele e quis dar que ela será uma puta.
Falta entendermos que sempre teremos situações assim e, mais ainda, muitos desses caras que criticam podem viver isso dentro de casa com suas irmãs, mães, namoradas/esposas sem saber.
em 15/07/2010 as 18:20 |
Sra Isabel,
seu analfabetismo funcional é impressionante. Quem falou que pra ser especialista precisa ter um diploma? Se você demonstrasse o mínimo de conhecimento nos campos citados eu poderia acreditar que você é uma especialista. Mas o seu texto demonstra sua ignorância em TODAS essas áreas, junto com a sua confissão.
Eu também nunca disse que sou especialista, mas estudo profundamente essas áreas, pois sou apaixonado pelos mecanismos que formam o ser humano, e pelo visto, sei muito, muito, muuuuuito mais do que você, baseado na superficialidade do seu texto.
O planeta está repleto de gente diplomada e ele (o planeta, a sociedade) não é um lugar melhor. Na verdade, pessoas como você, que defendem um estilo de vida vulgar e amoral tem tornado ele num lugar pior. Os mudernos enfim.
Aliás, uma das características dos mudernos é, como você se definiu no rodapé e no texto: “Paradoxal, crítica, chata, bebum, adepta do hedonismo e misantropia. Mas é uma boa pessoa.”
Quer viver de qualquer maneira, usando o corpo e os relacionamentos como se não houvesse amanhã, como se não houvessem consequências e ainda quer ser considerada uma boa pessoa. Quer viver de emoções novas e passageiras e ainda manter a auto-estima, fracassando totalmente nisso. Meus alunos observem uma muderno no seu habitat natural!!!
“Afinal, apenas os especialistas podem observar e refletir, concorda?”
>>As pessoas não devem ser reféns dos especialistas, os malditos homens de branco, mas deveriam estudar, ler e pensar antes de tomar decisões e de defender pontos de vista absurdos como o seu. Coisa que você não fez, não faz e não vai fazer.
Lamento por você, mas aqui não é o AoE, site de crianças….
Aguardo suas desculpas, e você está certa: eu sou genial.
Att
Marcão, macho-alpha++
em 15/07/2010 as 18:21 |
Exatamente.
Muito se pensa também com aquela situação acontecendo com você. Temos que parar de nos colocar no lugar de muita gente em certas situações. As coisas vão acontecer, a gente gostando ou não. Se identificar a fundo com alguns casos é buscar sofrimento onde não existia.
E vejo isso muito como “automático” nas pessoas. No caso mesmo do vídeo, todas as mulheres já começaram a se perguntar e pensar o que fariam se fossem com elas. Porra, não foi com elas. Pra que pensar e querer agir com base em algo que não aconteceu?
ps.: Foto de festa a fantasia, Vanessa?
em 15/07/2010 as 18:22 |
RESPONDENDO O DOUGLAS NASCIMENTO….
MEU QUERIDO TEU CÓDIGO TA DESATUALIZADO…
ADULTÉRIO NAO É MAIS CRIME… VAI ESTUDAR!
em 15/07/2010 as 18:22 |
Ao contrário dos primeiros a se manifestarem, não vou falar do acontecido, por que fiquemos nós sabendo ou nao, esses barracos rolam todo dia.
Mas não é todo dia que eu leio um texto assim. Gostei do teu jeito de escrever, Bel, primeiro texto seu que eu leio. Irreverente e revoltada, mas com idéias. Não é só outra mula que quer fazer revolta sem pensar antes.
E quanto a esse tabu hoje a respeito dos “labels” que nós homens damos às mulheres, relaxa. Isso vai mudar. A geração séc XXI deve vir com idéias sobre igualdade sexual mais bem fixadas que nós, que nascemos no meio do processo.
Espero ler mais de você.
em 15/07/2010 as 18:23 |
LEIAM COM ATENÇÃO… ADULTÉRIO REVOGADO
em 15/07/2010 as 18:26 |
Pra mim, a visão dos comentários está feminista.
Não pensaram nisso tudo que você acabou de citar.
Pode muito bem ter rolado tudo isso. A mulher pode ter traído o marido várias vezes sem ser descoberta e resolveu fazer isso quando ele passou a fazer o mesmo.
Queria ver se fosse o contrário, com o marido colocando vídeo na internet tendo uma conversa com o amigo depois de descobrir que ele era traído por 5 anos. Ele seria taxado apenas de mané?
em 15/07/2010 as 18:29 |
Concordo com a maior parte do texto, as mulheres hoje em dia merecem um tratamento mais “igualitário”, não tem como discordar … sou de uma família com 14 mulheres e 1 irmã, só eu de Homem, acho que todos tem direitos iguais, por mais complicado que seja colocar isso na cabeça tanto dos homens quanto das mulheres.
Só acho que a referência à Bíblia é furada, até porque sua interpretação da maça como “ato sexual” é vazia … A Bíblia é a maior fonte de duplas interpretações que já escreveram, cada um gera a interpretação que julga mais sólida para validar sua opinião.
em 15/07/2010 as 18:31 |
Bel;
Parabéns! Direta, crua e áspera!!!
O texto está ótimo, mas o mais divertido são os comentários!
Parece ter muita gente que esperava encontrar “um pouco mais do mesmo” que anda rolando na net sobre o vídeo de Sorocaba e acabou encontrando exatamente o contrário…
Não é todo mundo que está preparado pra ter contato com um ponto de vista diferente do que é mostrado na novela das oito…
em 15/07/2010 as 18:36 |
O cara sabe o que fala, como fala e como se portar pra isso.
Ele se cuida, tem uma boa condição social e realmente, se desse 10 minutos pra ele imagino que conseguiria de fato convencer uma mulher.
Agora dá pra entender um pouco mais o porque de ter rolado. :P
em 15/07/2010 as 18:36 |
Se ela conseguiu esconder o adultério por tanto tempo do marido, que outra palavra melhor define melhor as habilidades em picaretagem da moça do que manipuladora?
O tiozinho não pegou ela a força, ela abriu as pernas por livre e espontânea vontade, do mesmo modo que manteve por muito tempo em sigilo a traição.
Essa horror as definições das coisas é um sintoma de logofobia, e esse tipo de comentário só serve para comprovar minha ideia de que marxistas culturais têm problemas com símbolos de autoridade(no caso o logos ou a razão).
em 15/07/2010 as 18:36 |
sim nós, a geração dos pais adúlteros. 90% de nós viram o casamento dos pais acabar. isso influencia pra caralho em muitos aspectos das nossas vidas, não acham?
em 15/07/2010 as 18:44 |
Pablo,
“a visão dos comentários está feminista.”
É importante entender que a proposta do feminismo (ignorando todos os exageros) é cultivar um pensamento e um mundo no qual uma pessoa não sofreria mais por ser mulher do que sofre por ser homem. Não é algo contra os homens, mas contra o machismo. Ou seja, é um movimento positivo, necessário. E quando digo “movimento” não me refiro a revolução ou “movimento” no sentido de MST, mas de fluxo, caminho, percurso, movimentação. Ou seja, é um movimento necessário para nós todos, homens e mulheres, assim como fazemos isso contra o racismo, evitando que uma raça seja inferiorizada.
Já o machismo é simplesmente o pensamento que cultiva um mundo no qual uma pessoa que nasce homem tem muito mais possibilidades (de ser e de agir) do que uma que nasce mulher. É uma ideologia, um preconceito, uma visão que dá um nascimento inferior às mulheres, que rebaixa, que não vê outras possibilidades, que congela e oculta o processo, como se isso fosse natural.
Se a mulher traiu o marido antes ou não, isso não altera em nada o texto da Bel pra mim. O ponto é que a outra é vista como vadia, por nós. Por nós. E ela continuaria sendo vista como vadia se fosse o marido o traído tendo uma conversa com o amigo.
Esse amigo nunca seria taxado de vadio no mesmo sentido que a mulher é vista como vagabunda pelas pessoas. Pelo contrário, nós homens até admiraríamos o amigo que traçou a mulher do outro, dependendo do contexto. A sociedade valorizar o comedor, o espertão, mas não aceita muito bem quando falamos em a comedora, a espertona. Ou seja, vivemos em um ambiente machista e um pouco de movimento no sentido feminista é sempre muito saudável.
Eu nem penso nesses termos, mas ajuda a se comunicar assim. Eu penso em termos simples: mulheres e homens são BEM diferentes, mas essa diferença tem pesado a favor dos homens. E isso não precisa ser assim.
Abraço.
em 15/07/2010 as 18:44 |
Parece que pela própria mulher, Natacha.
Ela editou e colocou no orkut para que os amigos pudessem ver. O restante do vídeo ela manteve guardado, assim como outros vídeos que ela fez do “casal”.
em 15/07/2010 as 18:47 |
Eu endosso o que o Guilherme falou. Fica todo mundo aqui fazendo hype do Gitti, bancando de moderno, mas na realidade todo homem quer para namorar ou para casar uma mulher decente, não uma vagaba que libera a tarraqueta a torto e direito. A não ser aqueles que tem vocação para corno.
Quanto a ficar triste com a opinião alheia que eu julgasse bobagem, já estaria em depressão lendo este site (blog/portal?), principalmente pelos comentários.
Por fim, sorte que existe todo tipo de mulher. Imagina se tivéssemos que namorar ou casar para dar uma pimbada sem compromisso. Ia ser f…
Abraço a todos!
em 15/07/2010 as 18:49 |
O que é conhecimento? Apenas o conhecimento acadêmico?
Ele tem que ser legitimado por uma instituição que, segundo seus comentários no artigo sobre a Geisy, você considera controladora e que objetivam castrar a mente humana?
Não é contraditório isso, Marcão? Olha só, palavras suas:
“Educação é só uma forma de controle. Escolas e faculdades são prisões com objetivo de castrar a mente humana, submetendo-a à vontade dos donos do poder.”
Partindo desse pressuposto, será que você não deveria valorizar mais um conhecimento não-acadêmico, este que você ataca com unhas e dentes neste artigo? Quem não tem conhecimento acadêmico agora é um “zero à esquerda”?
E me responde uma coisa: o que você considera “alto nível” pras mulheres escreverem?
em 15/07/2010 as 18:56 |
Será que ele se dava bem naquele “speed dating” do metrô? ;D
em 15/07/2010 as 18:59 |
hahaha.
Lá só podia conversar por 3 minutos. Ele precisa de 10. :P
em 15/07/2010 as 19:01 |
Querido Marcão,
Meu nome não é Johnn… digo, Isabel. Pra você, é só “Bel”, mesmo. Mas não é esse o ponto.
Só pra terminar essa conversa de uma vez: analfabeta funcional, ignorante, superficial, vulgar e amoral, fracassada… quer me chamar de boba, chata e feia também? Se for fazer você se sentir melhor… mais MACHO, fique a vontade. Ainda estou tentando ver como pude levantar tanta raiva e revolta em seu pobre coraçãozinho de testosterônico, a ponto de um mero texto fazer você julgar o autor e toda sua vida, baseado em duas dúzias de parágrafo que você leu.
Adotando uma política de boa vizinhança, não vou discutir por internet. Aproveite do texto o que achar interessante e, se não tiver nada de interessante pra você, beijos e tenha uma boa vida.
Bel
em 15/07/2010 as 19:04 |
Nossa!! Ótimo texto!!
Interessante como fundamentos vitimológicos está quase sempre presente no discurso femista. Feministas devem se revirar nos túmulos quase sempre, também.
em 15/07/2010 as 19:08 |
Pô, seria bom se todas as mulheres fossem assim desencanadas. Afinal o dever do homem é conduzir, e o da mulher é se deixar conduzir.
Raiva dá dessas idiotas que não querem nada com nada nunca. Parabéns e qualquer coisa estamos aí.
em 15/07/2010 as 19:16 |
Como, sempre existe um contra argumento, posso estar equivocado quanto a minha opinião, mas:
Porra, só de existir ainda esse papo de luluzinha vs bolinha, é ser retrogado.
em 15/07/2010 as 19:18 |
Você criticou o texto e tem até alguma razão no que disse, apesar da força desproporcional das críticas… Mas não mostrou sua opinião sobre o assunto tratado.
Poderia dissertar sobre?
abraço
em 15/07/2010 as 19:27 |
li os comentarios e fiquei pensando um pouco aqui…
e o caso da Mércia Nakashima…e a Eliza Samudio?
e a violencia contra a mulher? crimes passionais?
Fiquei pensando como é complexo esse assunto.
bem, acredito na maxima “nao faça ao outro aquilo que vc nao gostaria que….”
em 15/07/2010 as 19:28 |
Bel, excelente como sempre, parabéns! ;)
Na realidade a mais machista na história toda é a corneada.
E não, não acredito nessa história de “nem tudo é preto e branco” quando diz respeito a uma traição no casamento. Você aceitou entrar numa relação de MONOGAMIA, não foi? Então aguenta as restrições que isso impõe.
Mas fica claro nos vídeos que o “casamento” das duas tava uma merda, e que o tal do Fábio era importante e muito provavelmente, rico. Reflitam.
E valeu aí, trolls, ri muito com os comentários. UASHAUSHASUHASUHAUHS
em 15/07/2010 as 19:28 |
Sra Isabel Neri Oliveira,
“Se for fazer você se sentir melhor… mais MACHO, fique a vontade.”
>>Chutar cachorro morto não me faz sentir mais macho, só treina as pernas…
“Ainda estou tentando ver como pude levantar tanta raiva e revolta em seu pobre coraçãozinho de testosterônico,”
>>Você não conhece machos-alpha, por isso não entende de raiva e revolta. Vive no meio de mudernos que se auto-congratulam pela própria mudernidade afundados na apatia hedonista. O macho alpha está sempre com em contato com seu lado selvagem e animal, é uma força poderosa e destruidora e essa força só é controlada e domada pelo seu profundo auto-conhecimento e amor próprio e não por alguma convenção social ou relacionamento.
“a ponto de um mero texto fazer você julgar o autor e toda sua vida, baseado em duas dúzias de parágrafo que você leu.”
>>Mais uma prova da sua superficialidade e banalidade. O que escrevemos é reflexo do que somos. Em uma pessoa sem treinamento emocional isso fica mais evidente. O nome disso é perspicácia, a capacidade de ver através de carne, osso e sangue. E não. Não vende na boca de fumo, é conquistada com meditação, observação e humildade, qualidades que você não demonstrou (talvez até tenha, mas sério: eu duvido).
“Adotando uma política de boa vizinhança, não vou discutir por internet. Aproveite do texto o que achar interessante e, se não tiver nada de interessante pra você, beijos e tenha uma boa vida.”
>>Que coisa interessante. Achei que você escreveu pra provocar discussão… e agora não quer discutir? Já sei, você quer discutir o casal de sorocaba, e suas opiniões, mas não você. Existe separação entre uma pessoa e suas opiniões?
Bem, seu texto realmente é vazio, fútil, vulgar e insosso. Nada se aproveita.
Mas eu também não queria discutir com você, só expor a vulgaridade e superficialidade dos mudernos. Só queria uma vítima muderna pra despir de toda carcaça hipócrita na frente dos outros comentaristas. Você serviu, afinal, é igual a todos os mudernos…..
Att
Marcão, macho-alpha++
em 15/07/2010 as 19:31 |
Só um detalhezinho…. quando citam a Bíblia, a lição é exatamente esta: pro homem largar mão de “ah, foi ela que me levou pro mal caminho” e assumir a responsabilidade por seus atos!
Tanto é que os dois são culpados do mesmo crime: ambos erraram e ambos puseram a culpa em outra pessoa. Se o Adão culpou a Eva, a Eva culpou a serpente e, se Deus perguntasse, a serpente culparia a árvore, e por aí vai…
Quanto ao “fruto proibido”, nenhum teólogo que se preze acredita que isso se referencie à maçã, é óbvio, e muito menos ao ato sexual. Deus criou homem e mulher exatamente para o sexo (entre outras coisas, é claro) – inclusive, a confirmação do casamento é exatamente o ato em si, que faz dos dois uma só carne! O fruto proibido foi apenas um teste de obediência, de fé. Qualquer um que prega algo fora disso, está interpretando errôneamente as escrituras.
Mas, independente disto, o fato é que a sociedade criou padrões desiguais para homens e mulheres e atitudes irresponsáveis e até mesmo execráveis de um homem são ignoradas ou mesmo valorizadas enquanto para a mulher, qualquer coisa abaixo de santa já é visto com maus olhos.
O correto não seria que as mulheres se tornassem homens e vivesse refém de seus prazeres em detrimento do respeito e da honra (assim como a maioria do gênero masculino vive). Dizer: o homem trai, briga, se embriaga e é louvado por isso, então temos que estender isso para as mulheres para garantir que elas também sejam assim felizes é um absurdo!
Entretanto, caso ambos se tornassem iguais na responsabilidade, na honradez e na moral, sendo cobrados, criticados e galhardeados da mesma forma, pelos mesmos motivos – isso sim é igualdade, é uma igualdade que merece ser buscada e alcançada!
Eu cobro de minha esposa da mesma forma como sou cobrado, e ainda, tento viver pelos mesmos parâmetros que espero que ela viva: de fidelidade, respeito, amor, honradez.
No caso do vídeo, todos estão errados – o marido que traiu, seria o primeiro e maior culpado, pois traiu os próprios votos e a sua esposa; a amiga amante tem sua parcela de culpa pois traiu uma amizade e participou da derrocada de um casamento; e a esposa que com certeza deixou de alguma forma seu relacionamento culminar nesta situação.
Citando a Bíblia novamente, se fizéssemos aos outros o que queríamos que fizessem a nós mesmos, com certeza este mundo seria um lugar bem melhor pra se viver e homens e mulheres viveriam em total e plena liberdade (não libertinagem) em pé de igualdade social, intelectual e emocional.
em 15/07/2010 as 19:40 |
Hahahaha, é família de bobas da corte? Só pode ser uma piada…
em 15/07/2010 as 19:51 |
Sensacional!
Realmente dá saudade dos textos do AOE !
Tento botar essa filosofia na cabeça das minhas amigas, e amigos que me cercam, mas as próprias mulheres cultivam esse preconceito dentro delas.
Aconteceu um caso de uma amiga minha 'furar o olho' da outra, a traída brigou com a amiga, mas continua namorando.
Em vez de ficar puta com a amiga eu acho que ela devia agradecer por ter aberto o olho dela pra quem o 'namoradinho perfeito' dela realmente era.
em 15/07/2010 as 19:52 |
Minha jovem aluna Natacha,
minha resposta anterior a Sra Isabel deve ter lhe respondido, mas vou responder novamente.
Conhecimento acadêmico não é importante nem relevante. Pode ser útil, mas não fundamental. Se o que estudamos – em qualquer lugar, em casa, na faculdade, na net – não nos transformar em pessoas melhores; ele não serve pra nada.
Eu não defendo conhecimento acadêmico e nem santifico o não-acadêmico. Defendo idéias coerentes e embasadas por mais loucas que sejam, concordando ou não. Foram os sãos que trouxeram o mundo pra onde estamos hoje, um lugar infeliz, destruído e injusto. Então eu dou uma chance pros loucos :-D
Este artigo é uma peça (mal escrita) de propaganda de um ponto de vista distorcido, pervertido e desequilibrado sobre o ser humano e relacionamentos, defendido com unhas e dentes pelos mudernos. Se fosse bem escrita, talvez tivesse um debate, mas esse assunto já foi debatido trilhões de vezes aqui e magistralmente coberto pelo Dr. Love e pelos meus brilhantes comentários. Talvez seja esse o problema: falta de assunto.
Acho que isso responde o que é “alto nível”.
Att
Marcão, macho-alpha++
em 15/07/2010 as 19:53 |
Concordo em gênero, número e grau. Homens julgam demais.
Gostaria de vê-los menstruando e sentindo cólicas todo mês, sentindo dores do parto, tendo que fazer exames ginecológicos e ainda sendo chamados de vadios.
em 15/07/2010 as 20:39 |
Haha, sim, somos uma família de bobas da corte. Como diz minha mamãe, boi preto reconhece boi preto, né? ;D
em 15/07/2010 as 20:45 |
Que merda que estão os comentários. Sério, a coisa foi por água abaixo quando alguém invalida a argumentação de alguém como “sem coesão e lógica” apenas porque não concorda. Tá muito claro que não rola argumentação – é só uma discordância e ponto.
No mais, parece que… OLAVO DE CARVALHO tem um fake e veio aqui nos visitar, porque tá foda.
em 15/07/2010 as 21:09 |
Ótimo texto.
Desde a época do aoe nunca vi um texto da bel não gerar uma boa discussão como essa.
Eu só queria ter visto um comentário da Bel mesmo, principalmente em reposta ao comentário do “guilherme” lá em cima (que disse que mulheres não deviiam postar aqui e mais…).
Abraço e parabén pelo PORTAL!
hasuihasihasuias
em 15/07/2010 as 21:25 |
Parabéns a toda a equipe da PdH e principalmente à Isabel pelo excelente texto.
Grande polêmica!
Pena minha pausa para o café não ser tão longa para conseguir ler os comentários.
Antes de explicitar aminha opinião, gostaria de acrescentar que a mulher e o homem são diferentes ( e ainda bem!) ela é fisiologicamente, psicologicamente e socialmente diferente do homem.
E com o passar do tempo a própria evolução e história política trataram de exacerbar, e acrescentar outras, diferenças favorecendo os indivíduos do sexo masculino por terem sustentado a posição de “domínio”. Tudo isso nos remete hoje as regras de comportamento homem x mulher.
E o machismo existe! A sociedade, ao menos a grande maioria, é machista, mulheres são machistas e os homens, por defenderem o “domínio”, naturalmente são machistas.
O grande problema é o machismo exacerbado, o que ocorre com alguns homens como se fosse uma reação reflexa( acredito eu) quando sentem-se ameaçados, e acabam sempre por ofender e denegrir o sexo oposto tão covardemente.
Parabéns as mulheres que estão enfrentando esse mundo cruel por direitos iguais( sinceramente eu as admiro) vai ser difícil pois vocês são diferentes e essa é a realidade.
E para terminar, as feministas sempre dizem que homens e mulheres tem que ser tratados iguais, se for para seguir ao pé da letra, enterremos o cavalheirismo.
Abraço e mais uma vez parabéns.
em 15/07/2010 as 21:29 |
Acho que o texto tratou de um assunto complexo e profundo com uma superficialidade e uma futilidade impressionante, colocar Bíblia, Deus, traição, mídia, internet 3.0 tudo isso junto, e ainda passar uma baita opinião pessoal sobre o assunto é pedir para ouvir merda mesmo. No entanto achei muito parcial o texto, o assunto abordado é tão complexo que podemos ficar aqui numa discussão infinita, o fato que mudar bases concretas (pode ser careta e o que for), precisa de tempo, muito tempo. E vamos ouvir ainda durante muito tempo que as mulheres são vadias e os homens os bons, só o tempo muda esses conceitos.
em 15/07/2010 as 21:34 |
Bom, não entendo nada de teologia e nem sou religioso, mas é muito comum em nossa sociedade Cristã, termos as palavras cristãs como hábito.
Por isso indico uma correção ao texto:
A maçã não era sexo, pois bem sabemos que Deus quando criou aos homens (e também os outros animais) disse : “Crescei-vos e multiplicai-vos”.
Evidentemente, ao criar o sexo como meio de manutenção da vida, deus aprovava o sexo.
Maçã pode ser outra coisa, que não sei. O que tenho certeza é de que não é sexo. ausehuase
Isso ae soou gnóstico demais. A Cabala Judaica, que é como se nomeia os gnósticos que seguem a bíblica, tem muito disso: dizer que o sexo é uma sujeira do espírito, que deus nao teria criado sexo e que o pecado consistia nisso. Obviamente, isso é um arquétipo (nas palavras de Jung), pq todo mundo tem a impressão de que, toda vez que ouve a estorinha da maçã, que adão e eva pecaram por manter relações sexuais. iasuehiasehiua piada
Por outro lado, é evidente que tanto o adúltero quanto a mulher que quis fazer justiça com as próprias mãos são maus. Uma barbárie do mundo moderno. A putaria rola solta. Homem de verdade não trai, pq força mesmo é olhar p'ra uma mulher te dando mole e não cair na onda dela.
Ainda mais, toda mulher é manipuladora, como diria bem o Dr Love. E por isso mesmo é culpada. Não existem essas duas facetas em mulheres distintas. a manipulação é tipicamente feminina. Como dizia Freud: a mulher se explica pela ausência(do falo). Dentre muitas coisas, a ausencia de uma força coercitiva, faz a mulher manipular. É a única chance que ela tem de vencer o homem, um ser objetivo, direto e racional por natureza.
finalmente , o argumento da “natureza biológica” tantas vezes difundindo aqui no PDH é mais papo furado de materialista do que bibliazinha p'ra gnóstico. Se fosse assim, certas espécies de animais não seriam monogâmicos também. O macho tem o poder de fecundar diversas fêmeas, mas escolhe uma p'ra vida inteira. Então se existe algo que faz o homem ser “safado” é algo que não a sua imensa capacidade reprodutiva. Querer sempre mais, querer buscar um estado de completude infinita, como diria Lacan.
Todo mundo tem suas tendências à safadeza. Uns mais , outros menos. Uns concretizam, outros seguram. É a vida… O certo é que os safados sempre se fodem, veja o caso acima, veja o caso de bruno, o goleiro. o caras ficaram tao sedentos por sexo, achando que a última coisa do mundo fosse mulher. Não conseguem nem controlar seu próprio pau. que porra de macho é essa? Não consegue controlar seu próprio pau e por isso mesmo nao conseguia controlar a mulher tendo que matá-la . Subjulgou o poder da própria razão, vivendo como um animal.
Lamentável
em 15/07/2010 as 22:38 |
Alguma coisa nesse texto se aproveitaria, se não fosse maculado pela própria (e admitida) misantropia da autora. Freud explica! :D
Um ponto que não vi ninguém citar é: é muito fácil reclamar do que a sociedade impõe como padrão de comportamento para as mulheres. E então quer dizer que impor comportamentos pras mulheres é errado, mas impor para os homens não? A partir do momento em que as mulheres preferem, no geral, um padrão determinado de homem, haverá uma recíproca. DEAL WITH IT, LADIES. ;)
em 16/07/2010 as 0:22 |
“E para terminar, as feministas sempre dizem que homens e mulheres tem que ser tratados iguais, se for para seguir ao pé da letra, enterremos o cavalheirismo.”
Muito pelo contrário, cara!
Se há machismo na parada, ou seja, se você não reconhece a liberdade e a potência feminina em se virar sozinha, seu cavalheirismo não passa de proteção que inferioriza o outro, tratando-o como incapaz ou menos capaz.
Se você reconhece que a mulher pode isso, pode aquilo, que ela é livre e potente, que é autônoma para se construir e agir como bem entender (como qualquer outra pessoa, aliás), então a generosidade entra em cena e o cavalheirismo, a gentileza, tudo isso é possível, pois é um jogo, um adorno, um ornamento à relação, não algo necessário. Aí a relação vira arte, que é sempre desnecessária e por isso tão deliciosa. Aí sim, aí sim.
Abraço.
em 16/07/2010 as 0:24 |
Com certeza, Lucas.
Humberto Maturana fala que todos os diálogos são emocionais e que sempre ignoramos os argumentos, por mais que eles façam sentido e por mais que se prove cognitivamente que A + B = C e que você está errado. O ponto de discordância, na maioria das vezes, tem uma base emocional, não racional. É por isso que discordar de alguém é criticar sua identidade, seu mundo inteiro. E é por isso que as pessoas surtam e raramente debatem ideias de modo impessoal.
Abração.
em 16/07/2010 as 0:37 |
Gostei do teu texto Bel. Escreva mais.
O fato é que decidir viver de maneira diferente do que a maioria está acostumada a viver, é difícil, é ir contra a maré e nem todo mundo está disposto. Daí precisamos de adjetivos tais como citasses pra classificar quem não se enquadra.
Ainda ontem estava falando com alguém que: fodam-se aquelas que querem adiar a primeira transa pro cara achar que “essa é pra casar/namorar”. E fodam-se mais ainda os caras que colocam um peso tão grande no “dar ou não dar no primeiro encontro”, ou ser fácil ao não resistir a uma transa casual. Quer viver igual a gado indo pro abate sem se questionar? Problema é seu! Mas não me venha dizer o que eu posso ou não fazer com minha sexualidade.
E o pior é que reforçamos esses comportamentos quando deixamos de ir pra cama com alguém- mesmo morrendo de vontade-, simplesmente porque desconfiamos que o fulano não vai ligar no dia seguinte. Se não ligar – e precisa ligar?-, é até bom que o lance não tenha tido continuidade, porque mostra-se aí um cabeça de camarão cheio de pré-conceitos medievais.
O caso de Sorocaba, como deixasses bem explícito, só reproduziu o que está posto na sociedade como certo e errado. A mulher sempre tem muito mais a perder que o homem. Perde o respeito da família, dos amigos, dos filhos, etc.
Acho que o que falta é questionar esse modelo de relação que temos e que grande parte das pessoas escolhe sem se questionar o suficiente, ou melhor, sem se questionar nada.
em 16/07/2010 as 0:41 |
eu diria que ela ainda gosta do marido por isso descontou a raiva na amiga.. anyway, é só outra hipótese..
o resto do texto eu concordo
em 16/07/2010 as 1:12 |
Caramba!! Tema polêmico e instigante!!
Coloco algumas questões.. não cheguei a nenhuma conclusão..
- estamos acostumados a esteriotipar as mulheres em dois extremos.. ou são de família, santas, obedientes, caretas e certinhas ou são depravadas, vulgares, vagabundas e descaradas.. tá certo isso?? não há o intermediário, o meio-termo??
- outra questão é: o que leva uma pessoa a humilhar a outra, violentá-la e ainda colocar isso na web pra todo mundo ver??
- traição pode ser uma oportunidade para aprender, se conhecer melhor, ter auto-controle, ter respeito pelo outro, enxergar a realidade ou temos mesmo que escrachar e humilhar a dita cuja?? somos capazes de agir racionalmente numa situação como a traição??
- que homem é esse que não joga limpo, que mulher é essa que junta 500 provas da traição e aguarda pacientemente pelo grande encontro e que mulher é essa que trai também, com um homem também comprometido e ainda engole tudo quando é descoberta?
- os homens, será, são os vilões dessa história toda ou são as mulheres as que mais reprimem e criticam o comportamento sexual desencanado das outras mulheres? as mulheres fazem isso por insegurança, por ciúme, por inveja, por medo, por seus homens??
- o que tem por trás dessa fúria e dessa prepotência da mulher traída??
- por que a amante não se defende, por que ela abaixa a cabeça e engole tudo??
- fidelidade é ilusão?? somos todos cornos?? todos traímos??
Acho q é isso!! Não há apenas uma resposta, mas sim várias questões.. pra refletir.. e refletir.. Apenas acho que o respeito e a lealdade deve ser a base.. e as mulheres precisam se valorizar mais e isso não significa não poder se satisfazer sexualmente plenamente.. é necessário o bom senso e o equilíbrio nisso tudo.. as mulheres na minha opinião estão desiquilibradas.. é necessário o bom senso e o equilíbrio nisso tudo.. e as consequências disso são como essa cena bizarra de Sorocaba..
em 16/07/2010 as 1:19 |
Aprendi que é engraçado a forma com que Bel explica o Genesis e que dei muita risada.
Aprendi que não se deve bater nem humilhar as pessoas só por que você foi traida(o) pelo sua amiga(o), isso me lembra um post do PDH que dizia que isso traz um carma comer a mina dos outros.
Aprendi que preciso com urgencia do telefone celular da Bel para marcarmos algo já que ela terminou com o namorado, não?
em 16/07/2010 as 1:38 |
Alguma coisa nesse texto se aproveitaria, se não fosse maculado pela própria (e admitida) misantropia da autora. Freud explica! :D
Um ponto que não vi ninguém citar é: é muito fácil reclamar do que a sociedade impõe como padrão de comportamento para as mulheres. E então quer dizer que impor comportamentos pras mulheres é errado, mas impor para os homens não? A partir do momento em que as mulheres preferem, no geral, um padrão determinado de homem, haverá uma recíproca. DEAL WITH IT, LADIES. ;)
em 16/07/2010 as 3:22 |
“E para terminar, as feministas sempre dizem que homens e mulheres tem que ser tratados iguais, se for para seguir ao pé da letra, enterremos o cavalheirismo.”
Muito pelo contrário, cara!
Se há machismo na parada, ou seja, se você não reconhece a liberdade e a potência feminina em se virar sozinha, seu cavalheirismo não passa de proteção que inferioriza o outro, tratando-o como incapaz ou menos capaz.
Se você reconhece que a mulher pode isso, pode aquilo, que ela é livre e potente, que é autônoma para se construir e agir como bem entender (como qualquer outra pessoa, aliás), então a generosidade entra em cena e o cavalheirismo, a gentileza, tudo isso é possível, pois é um jogo, um adorno, um ornamento à relação, não algo necessário. Aí a relação vira arte, que é sempre desnecessária e por isso tão deliciosa. Aí sim, aí sim.
Abraço.
em 16/07/2010 as 3:24 |
Com certeza, Lucas.
Humberto Maturana fala que todos os diálogos são emocionais e que sempre ignoramos os argumentos, por mais que eles façam sentido e por mais que se prove cognitivamente que A + B = C e que você está errado. O ponto de discordância, na maioria das vezes, tem uma base emocional, não racional. É por isso que discordar de alguém é criticar sua identidade, seu mundo inteiro. E é por isso que as pessoas surtam e raramente debatem ideias de modo impessoal.
Abração.
em 16/07/2010 as 4:05 |
por que diabos a “corna” foi tirar satisfação com a outra, ao invés de ir acertar os pontos com o marido, aquele que lhe deve lealdade e votos de confiança? [2]
É simplesmente isso. Fora a questão antiga da competição feminina: é sempre mais fácil jogar a culpa em outra mulher do que aceitar que seu marido não cumpriu a fidelidade prometida. Se ela tirou satisfação com o marido, realmente não sabemos – e eu pessoalmente espero que sim -, mas isso jamais justifica trazer alguém para dentro da sua casa única a exclusivamente para apanhar e ser humilhada. Isso é perder totalmente a razão.
E para aqueles que acham que ela “bateu foi pouco” na menina (que são muitas pessoas, aliás), espero que percebam que não, não vamos ver um vídeo do marido de Juliana brigando com o marido da Vivian, simplesmente porque não vale a pena jogar (mais) merda no ventilador, principalmente quando a causa está ganha para você.
em 16/07/2010 as 4:30 |
Eu gosto muito dos textos da Bel e concordo com ela no que se refere ao preconceito sobre mulheres que desejam uma vida sexualmente ativa. Vou exemplificar: terminei um namoro de 5 anos com meu primeiro namorado ha pouco tempo. De vez em quando fico com uns caras, mas até agora so tive relações sexuais com um. Estava eu contando para um amigo sobre meu encontro com esse cara e também sobre um outro que fiquei e foi muito interessante. O intervalo desses encontros foi de 3 dias. Meu amigo me mando sossegar a periquita! Ou seja, eu não posso ficar com 2 que ja estou sendo saidinha demais. Não que eu ache que estou fazendo algo errado, mas claramente essa é a impressão deste meu amigo, e tenho certeza que de muitos outros pra quem eu nao conto o que faço. Acho que esse tipo de preconceito é o que a Bel critica.
em 16/07/2010 as 4:43 |
Perfeito o post.
Acho que não tenho muito o que dizer além do que já foi dito. Mas só queria comentar algo.
Infelizmente, muitas mulheres pioram essas situações pra elas (como foi visto no video, mas não vem ao caso), por exemplo, quantas namoradas eu já ouvi que se soubessem que foram traidas, elas iram lá conversar com a tal “por fora”, ao invés de ir conversar com o tal “por dentro”.
Ou sobre a liberdade sexual, por exemplo, nas rodas que eu converso, sempre tento apimentar as coisas (não no sentido malicioso) falando que “ahh, as mulheres deveriam se soltar mais quando querem (não me entendam mal), se elas tão afim do cara e o cara também, qual o problema?” Por favor, não estou querendo dizer pras mulheres serem faceis, mas simplesmente não se importarem tanto com a opinião alheia. Afinal, os homens fazem isso e são “os caras”. Mas infelizmente, nesse tipo de conversa eu sou mais cortado pelas mulheres, como se o que eu estivesse falando fosse o maior absurdo do mundo.
E só pra terminar, às vezes, não entendo nem alguns homens. Primeiro eles dizem que “ahh as mulheres são muito dificeis, tinham que aproveitar mais”, mas ai se eles conhecem alguém que realmente aproveita, eles falam “ihhh essá é facil, biscate”. Sério, que complicação hein. Parece que mesmo há mais de 2000 anos (muito mais) o maior pecado da história, ainda é o sexo.
em 16/07/2010 as 4:55 |
Excelente post, excelente mentalidade Bel!
A sociedade sofre por causa de sua própria hipocrisia.
É muito fácil falar sobre a liberdade sexual e direitos iguais entre homens e mulheres. O problema vem quando nós precisamos viver isso, e quando digo “nós” me refiro a nós homens e mulheres.
Homens chamam de puta a mulher que da para vários caras apenas pq está afim? As mulheres fazem exatamente a mesma coisa entre elas.
Homens e mulheres tem sérios problemas em viver na prática aquilo que aprenderam a repetir dia após dia em seus belos discursos decorados. Quando alguém resolve quebrar o discurso e dizer algo novo recebe um rótulo, e isso é uma grande merda.
em 16/07/2010 as 5:16 |
Bom, o engraçado é o número de mulheres 'defendendo' a traida, para mim os comentários que li neste caso comprovam: Se somente os homens fossem machistas o machismo não sobreviveria, para mim a sociedade como um todo é machista e a maioria das mulheres que reclama direitos iguais não faz questão nenhuma de trocar um pneu.
O fato de ela perguntar o q a outra quer não diz nada, óbvio q a outra quer só transar ou não se preocupa com isso (ela mesma diz q não tem planos) e isso parece ser o maior pecado…
Vamos falar a verdade, essa amiga dela é muito gostosa, ela deu sopa pro azar…
em 16/07/2010 as 11:35 |
Muitos comentários heim… mas.. enfim…. queria esclarecer que confurndir o pecado original com algo ligado ao sexo não é correto.. concordo que algum tempo atrás essa idéia era muito cmomum… mas a teologia há muito tempo deixou de ligar uma coisa coma outra… na verdade o pecado é a desobediencia.. o fato de fazer algo escondido… de nao confiar… e aí sim.. tudo a ver com o caso em questão.. da mulher traída… mas os pontos de vista a respeito são variados… e enfim… como diz Guimarães Rosa: “Pão e pães é questão de opiniães”
em 16/07/2010 as 11:35 |
O tema abordado é interessante, principalmente feito por uma mulher que esta respondendo num tom compreensivel para muitos homens (mas isso nao significa que muitos irão aceitar esse tipo de comportamento.. hehehe)
Mas como to numa fase de “que se foda”, prefiro apenas acompanhar, na medida que tiver saco pra isso, o desenrolar do debate.
Entretanto, contudo, porem… o tema é realmente interessante. Boa discussão a todos.
em 16/07/2010 as 11:40 |
Muito bom o texto, o assunto realmente precisa ser mais discutido.
p.s. Alguem sabe o nome da modelo da primeira foto?
em 16/07/2010 as 13:42 |
O texto é MUITO foda! No entanto, discordo de alguns pontos entre os comentários.
A questão da traição. Não entendo esse esquema de que a a amiga não estava errada, de que não existe certo ou errado. Na minha cabeça, existe sim. Se aceitou casar em um molde tradicional é porque acredita naquilo. Ou seja, se não acredita, não deveria ter casado. Aí nem é tanto uma questão de moralismo, mas de ter outras pessoas envolvidas, tais como: filhos. Ninguém mencionou, mas imagina os filhos…
Nao tenho nada contra ter desejos, resolver satisfazê-los, ter relação aberta ou suruba. Mas jogue limpo, porra.
Assuma seu desejo, deixe claro para outro e livre também para escolher se quer ou não embarcar na sua.
É mais honesto.
em 16/07/2010 as 14:03 |
A maçã é o símbolo do ato sexual, mas Deus mandou que Adão e Eva procriassem. Contraditório.
em 16/07/2010 as 14:35 |
Muitos comentários heim… mas.. enfim…. queria esclarecer que confurndir o pecado original com algo ligado ao sexo não é correto.. concordo que algum tempo atrás essa idéia era muito cmomum… mas a teologia há muito tempo deixou de ligar uma coisa coma outra… na verdade o pecado é a desobediencia.. o fato de fazer algo escondido… de nao confiar… e aí sim.. tudo a ver com o caso em questão.. da mulher traída… mas os pontos de vista a respeito são variados… e enfim… como diz Guimarães Rosa: “Pão e pães é questão de opiniães”
em 16/07/2010 as 14:35 |
O tema abordado é interessante, principalmente feito por uma mulher que esta respondendo num tom compreensivel para muitos homens (mas isso nao significa que muitos irão aceitar esse tipo de comportamento.. hehehe)
Mas como to numa fase de “que se foda”, prefiro apenas acompanhar, na medida que tiver saco pra isso, o desenrolar do debate.
Entretanto, contudo, porem… o tema é realmente interessante. Boa discussão a todos.
em 16/07/2010 as 14:40 |
Muito bom o texto, o assunto realmente precisa ser mais discutido.
p.s. Alguem sabe o nome da modelo da primeira foto?
em 16/07/2010 as 14:45 |
Provavelmente MUITAS pessoas não concordarão com meu discurso, ou o acharão de certa maneira confuso/desconexo, mas vamos lá:
Esses dias pra trás, senti que orelhas de asno ameaçavam aparecer nas laterais do meu côco e resolvi tomar uma “Sessão Yale” pelo Youtube, pra me relembrar o que é uma aula de verdade. Me deparo então com dez aulas de mais de uma hora cada sobre o tema “Sexo, Reprodução e Evolução”. Curioso, pus-me a assistí-las.
O Professor começa a sessão citando vários exemplos de atrocidades cometidas contra as mulheres ao redor do mundo. Em um certo ponto da aula, ele questiona: “Como é que as mulheres, tendo elas um papel tão fundamental na continuação da espécie, podem ser maltradadas pelos homens, enquanto justamente o contrário seria o biologicamente lógico?”.
Parei e pensei: “É… Os nossos parentes chimpanzés também lascam o pau nas fêmeas de vez em quando. Às vezes matam os filhotes delas NA FRENTE delas, e estas ainda vão atrás dos assassinos para reproduzir com eles.” [(Discovery Channel). Mais tarde, esse Professor até citaria este mesmo fato, dando as teorias que explicariam os porquês)]. Nesse ponto, não estamos sós.”
[Deixo claro aqui que não concordo com essas agressões, tanto que as chamo aqui de Atrocidades!]
Esse Professor também fala que, na natureza, a monogamia é praticamente INEXISTENTE. Só uma espécie é 100% monógama (e isso pq o macho fica literalmente colado na fêmea). Análises de DNA de milhares de espécimes animais permitiram aos biólogos/pesquisadores concluir que, na natureza, entre 10% e 70% dos filhotes da casa NÃO SÃO do macho da casa (variando de acordo com a espécie). Tudo muito interessante ao meu ver.
Temos nossos computadores, linguagem, física quântica, psicologia, medicina, conhecimentos de química etc. Mas ainda somos animais. Somos suceptíveis a variações hormonais e drogas. No míolo do nosso cérebro, temos um mini-cérebro primitivo, similar ao dos répteis. No nosso naríz, ainda temos um resquício do detector de feromônios (orgão vomeronasal) que nos ajudava a encontrar nossos parceiros no passado. E adivinha? O sacana é ligado diretamente ao tal cérebro reptiliano. Ainda somos animais. Pergunto aqui que homem nunca se alterou somente com o cheiro natural do pescoço da mulher, sem perfume? O poder do instinto animal ainda está aqui, firme e forte!
Nós vivemos numa sociedade que é nossa selva moderna. Hoje temos nossas leis, armas, religião, educação e uma série de outros instrumentos “não-naturais” que orientam nosso comportamento.
Chegamos aqui na questão sexo nos nossos dias.
Se formos considerar somente as mudanças nos costumes dos ocidentais (generalização escrota!), do tempo dos nossos avós até hoje, estas foram, no mínimo, brutais! Comparando com séculos passados, então? São quase absurdas! Somos hoje consideravelmente (não infinitamente) mais liberais que nossos antepassados. Mas não em todos os aspectos. Ainda persiste a postura de “Mulher pegadora é puta e Homem pegador é fodão”. Ainda existe essa repressão contra a “mulher socialmente safada” e acredito que vai demorar MUITO até que isso eventualmente suma. Recorro aqui à junção do nosso instinto animal aos modelos sociais presentes para justificar minha opinião: A conjuntura não nos permitiria agir ou pensar de maneira muito diferente.
Podem discordar de mim! Me chamem de determinista, evolucionista maluco, machista, burro e o escambau. Mas vamos pensar:
Muito de nós aqui (acredito eu) queremos encontrar um(a) companheiro(a) para passar o resto de nossa vida. Alguém que nos dê suporte, ouvidos, carinho, filhos etc. e que (com um pouco de sorte), beirando os 70, 75, sentados de mãos dadas na varanda, você ainda se chamarão de “minha gata” e “meu gato” (isso eu já ví! Não é utopía). Quem não quer isso???
Mas primeiro você tem que encontrar essa pessoa. E em seus critérios de escolha, com certeza você terá o quesito “comportamento sexual”. Aí vem uma pergunta cretina:
O que é mais fácil? O homem safado quietar o faixo pra ficar com uma só mulher ou a mulher safada quietar o faixo pra ficar com um só cara?
Aliando minhas experiências com as de outras tantas pessoas, eu digo que a primeira hipótese é mais comum e mais fácil.
Calma!!! Não me atirem pedras ainda!!!
- Quantos(as) aqui já não tiveram um amigo canalha (não Carpinejariano, é claro) que colocou por livre e expontânea vontade a “coleira” no pescoço, não saindo pra lugar nenhum sem a namorada?
- Quantas(os) aqui não tiveram um amigo de bom coração que sofreu com uma menina liberal?
- Que homem você conhece que gostaria de COMEÇAR UMA RELAÇÃO com uma pegadora?
- Que mulher SEXUALMENTE ATIVA você conhece que gostaria de começar uma relação com um aquele cara bonzinho?
Uma mulher liberal concentra mais fatores negativos para a construção de uma relação que um cara liberal geralmente concentraria. E isso por conta do comportamento associado ao respectivos tipos. Não estou dizendo que mulheres liberais não prestam. Nada disso! Mas um mínimo observação nos mostra que, no geral, esse tipo é consideravelmente menos suceptível a se associar a alguém, mesmo que esse alguém seja O Cara (ela, na verdade, nem quer saber disso)! Já com o homem isso raramente acontece. Se o cara conhece a menina-de-ouro, se ele não for burro, ele vai tratar logo de cuidar dela (pois este está na caça constante pela mesma).
Existe homem cachorro que não dá valor à mulher algúma, sim. Mas esses são a exceção à regra. Já a mulher safada que não dá valor a homem algúm, essa SÃO a regra! E AÍ QUE MORA O CORVO!
Podem começar a atirar as pedras agora.
em 16/07/2010 as 15:04 |
Ridículo esse texto….coisa desse povo que acha que ser moderno é sair transando com todo mundo, e toda hora que der vontade. O ser humano tem um diferencial dos animais: aprendeu a usar o sexo com ética. Quem acha que o mundo é uma eterna suruba, pra mim tá abaixo dos animais, porque muitas espécies conseguem usar o sexo mais racionalmente do que muita gente que conheço.
Bel, Sobre as citações bíblicas, dê uma pesquisada mais a fundo sobre o assunto antes de falar. Até eu que tenho um conhecimento mínimo da Bíblia sei que isso não tem nada a ver.
Calma lá, o homem não tem que sair por aí comendo todo mundo. Essa vertente feminista que quer justificar a promiscuidade feminina, se baseando no pensamento da maioria dos homens tá ultrapassada. Isso é nivelar por baixo, como aquele político que rouba só porque tá todo mundo do seu lado roubando. Você traçou um estereótipo masculino, e estereótipos implicam no lifestyle da maioria dos homens.Como dizia Nelson Rodrigues, sempre desconfie de unanimidades. Mas respeito sua opinião (acho que já vi um texto com idéia igual por aqui…) apesar de divergir dela, não to falando que tô certo e não to falando que você tá errada. Cada um tem seus valores, e o que parece ser legal pra uns não é pra outros.
em 16/07/2010 as 15:08 |
“Existe homem cachorro que não dá valor à mulher algúma, sim. Mas esses são a exceção à regra. Já a mulher safada que não dá valor a homem algúm, essa SÃO a regra!”
Artemides, se essa é a descrição do mundo que você vive, porra, que grande tristeza!
O que você descreveu NÃO é o mundo em que eu vivo, logo no meu mundo tem muito mais mulher “pra casar”, pois todas são, de algum modo, “menina-de-ouro”.
Abraço.
em 16/07/2010 as 16:51 |
Sim, é preciso reconhecer para assim ordenhar as vaquinhas pretas. ;* Hahahah
Tá parecendo AoE isso, triste. =/
em 16/07/2010 as 16:51 |
Sim, é preciso reconhecer para assim ordenhar as vaquinhas pretas. ;* Hahahah
Tá parecendo AoE isso, triste. =/
em 16/07/2010 as 17:29 |
Hahahaha, Pô, Gitti!! Só 8 ou 80? Não tem meio-termo, não? É engraçado ver os contrastes entre vocês dois.
Agora, um ponto chave: Muitas mulheres reclamam sobre a divisão que os homens fazem entre mulheres “para casar” e as “para curtir” mas faz a mesma distinção com homens. Bom, muito justo isso, não? Igualitário. Não é hipocrita, nem um pouco. Certo?
Ninguém é livre disso, somos constantemente taxados e taxamos, algo que facilita a tomada de decisões. O chato é o mimimi~ que se faz com isso. Seria mais fácil se cumprissem o que cobram dos outros ou não cobrar nada, simples assim.
em 16/07/2010 as 18:19 |
Prezado Gitti,
Eu gostaria de acreditar que você, ao escrever “…essa é a descrição do mundo que você vive…”, estaria fazendo uso de uma força de expressão. Mas eu temo que esse não tenha sido o caso.
Permita-me, então, criticá-lo.
Classificar meu mundo de maneira tão simples através dessa única colocação foi um erro tremendo seu. Eu sei que você poderia ter feito melhor, campeão. Parece até que você reduziu todo o meu argumento anterior somente a isso. Mas vamos lá. Isso não é tão incomum.
Não. Esse não é o mundo como eu quero/acredito que ele seja. Esse é o denominador comum que eu encontrei, através das vidas de vários conhecidos (ou não), inclusive da minha própria. Cada pessoa carrega consigo sua interpretação particular do mundo, isso é fato. Você pode ver a chuva como um tormento para seu domingo na praia enquanto eu a vejo como uma alegria para minhas horta. Para ambos, entretanto, a chuva é água que cai do céu. Aqui que mora a raiz da minha análise.
Generalizar é quase um crime (ao meu ver) pois sempre existe uma exceção à regra. E mesmo no momento que generalizei, tive cuidado com isso. Explico:
Ao mencionar “mulher safada”, me referi ao reflexo do “homem cachorro”, e não à mulher que vez ou outra faz sexo sem compromisso. Essa segunda trabalha em outro setor!
Se todas a mulheres, mesmo as mais piriguetes, no seu mundo são, de algum modo, “meninas-de-ouro”, eu imagino que você dê um peso maior a certos aspectos que do eu pessoalmente daria (aqui vamos além do sexo, indo pro fator companheirismo, personalidade, responsabilidade, compromisso, fidelidade, auto-estima, etc.) ou mesmo desconsidere algumas características que para mim pesam.
Mas não dá pra fechar os olhos para o mundo. Por exemplo: Eu pessoalmente não concordo com a postura do “fulano fez isso contra ciclano, não foi contra mim. Eu não tenho nada contra fulano”. Se seu amigo pega dinheiro emprestado de outro e não paga (mesmo tendo condição), você tem que abrir seu olho. Se um conhecido seu erra e põe a culpa em outra pessoa, você tem obrigação de ficar atento.
No caso específico da “mulher safada”, na maioria das vezes, ficar acreditando que dá pra construir alguma relação séria com ela é querer se iludir. Isso é estatístico, camarada Gitti. Aqui eu não estou reduzindo a mulher ao comportamento sexual dela! Não! Só por que ela gosta de transar com vários caras, não quer dizer que ela não possa ser uma boa amiga ou ter boas idéias (Se você achou que eu quis dizer isso em algum momento, errou). Ela simplesmente muito dificilmente vai querer saber de alguém.
O “…não dar valor…” se refere à incapacidade (ou a descrença) de uma pessoa de enxergar em outra o valor dela como parceira(o). Em um sentido mais profundo, também incluiria-se o quanto essa pessoa dá valor aos sentimentos da outra. Pensei que tivesse sido claro na minha frase, mas vejo que ainda havia margem para interpretações estranhas.
Aí está!
Não fique triste por mim, parceiro! Eu já encontrei minha gata. =)
No seu lugar, eu ficaria triste sim pelos outros que insistem em querer “tirar leite de pedra”.
em 16/07/2010 as 19:16 |
Homem faz a parte dele em querer algo “seu” e rejeitar vadias. Já, a mulher, não faz a parte dela em não querer algo “seu”, rejeitando pilantras.
Aliás, eu nunca vi mulher humilhar ou queimar filme de homem por ele ser “safado” ou sair comendo todas (elas até gostam disso, diga-se de passagem).
O vídeo é a prova disso. Em vez da corna humilhar os dois (marido e a amiga), só resolveu humilhar a amiga. Sendo que o certo, já que quer humilhar alguém, seria fazer com os dois, pois os DOIS estão errados. Ninguém é santo ou criancinha inocente que não sabe o que faz.
Depois a mulherada fica com essa de que “homem pode e mulher não”, sendo que, na verdade, homem nunca pode. A realidade é que as mulheres nunca tomam atitudes e elas mesmas agem atribuindo dois pesos para duas medidas.
Simples assim…
em 16/07/2010 as 19:17 |
Como dizia Nelson Rodrigues : “Perdoa-me por me traíres”. A traição em última análise é culpa da(o) traída(o).
Se ela tivesse correspondido as expectativas do marido, não haveria margem pra outra conseguir seduzi-lo…
Ela deveria repensar a sua postura….Jogar a culpa no outro (marido ou amiga), só vai fazer com que essa mesma situação se repita por toda a sua vida..
em 16/07/2010 as 19:17 |
Primeiro, não suporto certas ignorâncias, então aqueles que aparecerem dizendo que adultério é codificado como crime que vá tomar no cú e pesquisar, porque não é mais. Quanto a indenização moral, sim elas existem e são válidas contanto que exista intenção vexatória por parte dos adulteros em ferir a parte traída, vão pesquisar os julgados que existem por aí e não fiquem falando abobrinha.
Quanto a traição, é uma discução inútil, porque ela está aí sendo errada ou não e todos devemos conviver com ela, gostando ou não e ao entrarmos numa realção devemos ter a consciência de que estamos sujeitos a ela, afinal de contas não somos solitários num relacionamento. Se existem culpados, odeio essa expressão afinal não existe crime, devemos apontar primeiramente aquele que é o companheiro, marido, namorado, efim, o que seja, afinal a confiança na lealdade está depositada nesta figura.
Quanto ao texto da Bel, eu concordo, justamente por pregar a liberdade de ação de todos, independente de sexo, ou outros mimimis. E imendando, sou contraria a todos os “ismos” e radicalizações. O mundo é relativo, a vida é relativa. Por tanto não sejamos mesquinhos achando que somos donos das vidas e verdades alheias, porque não somos. Podemos apenas cuidar das nossas próprias vidas e verdades. Afinal a guerra do Iraque aconteceu quando uma cultura achou que podia tomar conta de outra, só porque era melhor.
em 16/07/2010 as 19:20 |
Concordo em gênero, número e grau.
O pior é que a própria mulher se julga. Quer a igualdade, mas julga a outra.
E a mulher se faz trouxa mesmo. Quando é traida, além de bater na vadia, acaba sempre dando uma chance para o que corneou… e depois tem a pachorra de dizer que homem não presta.
Querendo ou não, somos nós que deixamos eles mal acostumados.
Agora acredito que existam situações e situações. Por mais que tenha sido filhadaputice de ambos, quais os reais motivos dessa traição? Com certeza, a Vivian teve sua parcela de culpa, correto? Quando um relacionamento não vai bem, os dois são culpados, um por prejudicar, outro por não saber lida com a situação, entre tantos outros motivos. O que sei de cara que largou a mulher pra ficar com uma mais nova, entre tantas outras histórias. Não precisamos ir muito longe, lembram da Tessália e Michel?
Xingaram a Tessália de todos os nomes possíveis, e a própria namorada do Michel declarou que não ligava para a moça, pois ela estava solteira, não tinha compromisso com nada mesmo. É importante respeitar? Sim. Mas se o próprio namorado não respeita seu relacionamento, como uma terceira vai respeitar?
E detalhe: Tessália e Michel estão juntos até hoje…
Portanto, as mulheres precisam parar de julgar e de se julgar. Parar de se juntar em rodinhas de fofoca e falar mal umas das outras.
em 16/07/2010 as 19:34 |
Caríssimos,
Discordo fortemente de alguns missivistas, por sinceramente não acreditar que “não haja pessoas certas nem erradas nessa história”.
Certo e errado são noções que exprimem um julgamento de determinados fatos ou condutas.
Em se tratando de condutas humanas voluntárias (no sentido de “determinadas pela vontade humana”), “certo” e “errado” são noções que consistem num julgamento moral conforme as convicções pessoais do julgador (se alguém quiser uma discussão realmente interessante, apliquem ao caso o conceito físico da paralaxe).
Pessoalmente, refuto o relativismo moral (beirando o estoicismo apático, com o perdão dos leitores por esse pleonasmo) empregado por alguns missivistas como algo em si perigoso. O fato de o julgamento moral seja afetado pelas convicções pessoais de quem observa e/ou julga a conduta (e a isso poderíamos chamar de paralaxe do julgamento moral, para ter um nome fofo) não nos exime de escolher aquilo que consideremos certo, desprezando aquilo que consideremos errado.
Em MEU julgamento, o casamento implica a ambos os cônjuges o dever de fidelidade. E em MEU julgamento, tão errado quanto descumprir esse dever é envolver-se com alguém sabidamente casado.
em 16/07/2010 as 20:04 |
A “corna” citou, não me lembro se no vídeo ou na reportagem, que o marido já estava fora de casa, óbvio q ela deve ter fechado o pau com ele. Na vdd ela filmou com a vadia por uma questao de orgulho ferido. De um marido, “já não se duvida de uma traição”, mas no caso da amiga fica complicado. O homem poderia ter traído com qualquer uma, mas a vadia escolheu cornear a amiga.
Quanto aos tabus, creio que por uma questão histórica encontramos tais condições e convenhamos, apesar de não ser no mesmo grau, homens “putos, biscates, galinhas” também são mal vistos.
em 16/07/2010 as 20:34 |
ah.
nem minimiza aê
todo mundo nessa historia fede.
a corna, a “amiga” puta, o marido macho safadot e o marido gay corno.
Traição é sujo
não ha justificativa nem atenuante social
quem falar que tem é hipocrita
todo mundo nessa historia é responsavel e por mim que se explodam
ps: a corna já fez o q a amiga safada fez com ela.
em 16/07/2010 as 22:21 |
é complicado mudar uma sociedade sedimentada por anos e anos de dimunuição feminina.
Gostei do gancho pra falar desse inegável problema apesar de achar o caso cheio de atitudes desprezíveis . Tudo, incluisive a anatomia feminina conspira para que sejam feitam essas distinções de comportamento.
A coisa que me deixa mais revoltada é o garoto que chega e fala ” mas homem e diferente, homem sofre pressão desde de cedo, vê filme desde cedo”. Os sexos têm sim suas diferenças, obvio . Mas não são por causa delas que as mulheres são academicamentes incapazes ou superiores então não há de ser por causa delas que haverão distinções sexuais.
O chato desse tema é que comentam uma infinidade de hipocritas que dizem que a mulher tem que ser assim mesmo, tem que ser aberta ao sexo , dar de primeira.
Aí você pergunta se o fulaninho namoraria, casaria com uma dessas .. ” não, é mo vadia”. Pura hipocrisia né.
É fácil você incentivar um comportamento para depredá-lo. Dizem que os tempos mudaram, mas não é verdade. As atitudes femininas mudaram elas realmente estão fazendo mais coisas, porém continuam sendo discriminadas socialmente, só olhar a variedade de adjetivos negativos associados. A não-virgindade da mulher era motivo de ANULAÇÃO DE CASAMENTO prevista no código civil!!! Toda essa “normatização” da supressão da sexualidade feminina é inegável, e contribui para a situação ainda desigual atual.
“Não ligar” é difícil para a maioria , afinal a aceitação social é importante, é difícil atravessar essa linha, pois pessoas estriamente ligadas a elas , tais como a família ainda desenvolvem pensamentos preconceituosos.
Sobre o desempenho sexual masculino, é fruto dessa mesma historinha. Primeiramente pelo sexo ser algo mais “particular” não há a exposição do desempenho ruim , ou a exposição deste não causa todo o preconceito que causa alguém ser taxado de vadia. Além do que é sabido que ainda existem homens que não se importam com o prazer da parceira, que não se interessam em ouvir o que ela tem a dizer, no sentido de tornar o sexo unilateral, agressivo e rápido. Penso que nesses casos os adjetivos pejorativos masculinos citados são cabiveis desde que o homem tape os ouvidos e não escute dicas da propria mulher envolvida, o que acontece muito, já que homem ( a maioria) não gosta de ser chamado atenção, ainda mais no desempenho sexual.
em 16/07/2010 as 23:17 |
Bel…..moça, gostei muito do seu post. Eu nunca tinha analisado significados masculinos para alguns xingamentos femininos…
Porem, segue uma associação que algum mestre me ensinou em alguma aula por ai…
Uma excelente chave, eh akela que entra em qualquer fechadura e abre qualquer porta.
Uma péssima fechadura, eh akela q c abre com qualquer chave…
Abraços e sucesso ao blog
em 17/07/2010 as 0:41 |
Eu acho o seguinte:
O medo masculino, é que faz o machismo crescer. Concordo com o Gitti quando ele diz que o que temos medo é do desejo LIVRE da mulher. Eu assumo. Tenho medo mesmo que minha mulher se interesse por outros. Afinal, eu ponho tempo, dedicação e expectativas na relação. Não quero que tudo isso vá por água abaixo. Não vou querer controlá-la, mas, se ela quiser sair trepando por aí, ao menos, termine comigo primeiro. Isso de fato é exigir muito? Sinceridade no nosso contrato, que afinal, É NOSSO e ninguém pode julgá-lo como certo, errado, retrógrado ou algo do tipo?
É do ser humano evitar o sofrimento. Óbvio que fugimos da traição, buscamos saídas, presentes, noites de aniversário, motéis… Tudo para evitar que o o outro não nos deixe. Mas, pensem no sentido humano da coisa… Poxa, somos humanos! A transcendência esperada de nós é realmente possível?
Eu tenho minhas dúvidas quanto a isso.
Quanto ao texto, os homens tem medo SIM do desejo livre da mulher. Mas… Qual o problema? Somos menos homens por isso? Se o cara tem o desprendimento para não exigir fidelidade “sexual” da esposa, ótimo, ponto para ele que consegue lidar com isso. Mas e a grande maioria que não consegue?
E outra, passarmos desse ponto é realmente necessário? Não to falando para ficarmos preso a estagnação, mas, irmos aos poucos. E toda mudança leva tempo. A sociedade que o diga.
Quanto aos valores humanos, eles foram feitos para não serem quebrados. Ao menos, teoricamente. È óbvio que quando são quebrados as pessoas ficam confusas. Não acho nada errado em mantê-los. Pois muitos dos valores estão inclusos no “meio de vida livre”.
Afinal, uma pessoa sem medos, evita fazer alguém sofrer, sendo honesto, etc
Pois tem compaixão e os escambau, certo?
Para finalizar: Eu tenho medo do desejo livre da mulher. E ouso dizer, que talvez algumas mulheres tenham medo do desejo livre do homem também. Se é assim, esses dois que fiquem juntos e façam seu próprio caminho. Os que querem liberdade que se tenham com os semelhantes. Eu acho que o problema todo reside em tentarmos nos envolver com quem não pensa o mesmo que nós. È só uma questão de procurarmos alguém parecido.
Julgar o outro é errado porque ninguém tem moral para isso. Se fossemos um pouco menos egoístas ajudaria também.
em 17/07/2010 as 3:34 |
Sempre qndo leio teus textos tenho a sensação de que fui eu que escrevi isso, pq tu é uma das únicas pessoas que pensam exatamente como eu. É o tipo de coisa que eu sempre tentei explicar pras pessoas mas ngm parecia entender e qndo eu leio isso publicado num blog assim, é um tesão. Eu realmente não entendo pq diabos a gnt não pode ser puta, sempre achei bem mais divertido não me preocupar com o que os outros pensam.
Enfim, sou tua fã. É dificil encontar algurm que pense assim.Gostaria de um dia te conhecer e trocar ideia. :)
em 17/07/2010 as 4:45 |
Apesar de não concordar com o discurso, acho a idéia válida. Mas abrindo um parêntese que me acompanhou do início ao fim do texto: Qual o feminino de “cafageste”, por exemplo?
em 17/07/2010 as 12:27 |
Só pra esclarecer uma coisa, Xica, sobre extremos, que você pontuou:
“as Sandys que a sociedade mantém como padrão de ideal de “moça de família””.
Usei a Sandy como exemplo porque, até onde pude observar, ela é a nora que toda sogra quer ter, aquela típica menina tom pastel. Na minha opinião, ela é uma das que representa bem o ideal de “moça de família”, recatada, ri baixo, se porta bem… uma sinhá moça.
Recatada, santa, puritana, amélia… definem um comportamento. Biscate, puta e vadia não. SÃO, sim, ofensas, palavras usadas com desdém. Oras, não tem nada de hipocrisia se sentir ofendido com palavras que são xingamentos. Ninguém diz “adoro aquela menina, ela é tão biscate <3 “, né?
E,”comportamento de puta” é trepar por dinheiro. O resto, é realização de desejos e vontades que são tachados de promiscuidade, por mais ortodoxo que seja transar no primeiro encontro.
em 17/07/2010 as 12:30 |
Eu também não sei se ela tirou satisfação ou se separou do marido, Ligia. Imagino que deva ter arrancado o couro dele em algum momento da história. Mas vc reparou que ISSO ela não filmou? ISSO ela não upou no youtube?
A intenção era expor e humilhar a outra, e não o marido.
em 17/07/2010 as 12:32 |
Aprendi, nos comentários, que eu não sei nada de Genesis. Um pessoal aí andou me corrigindo, e o que eles disseram tem bem mais coerência do que a minha explicação ;P
Desculpa aí, mas eu não terminei com o namorado, hahaha. De onde cê tirou isso? Continuamos firmes e fortes desde o ano passado (:
em 17/07/2010 as 15:27 |
Só pra esclarecer uma coisa, Xica, sobre extremos, que você pontuou:
“as Sandys que a sociedade mantém como padrão de ideal de “moça de família””.
Usei a Sandy como exemplo porque, até onde pude observar, ela é a nora que toda sogra quer ter, aquela típica menina tom pastel. Na minha opinião, ela é uma das que representa bem o ideal de “moça de família”, recatada, ri baixo, se porta bem… uma sinhá moça.
Recatada, santa, puritana, amélia… definem um comportamento. Biscate, puta e vadia não. SÃO, sim, ofensas, palavras usadas com desdém. Oras, não tem nada de hipocrisia se sentir ofendido com palavras que são xingamentos. Ninguém diz “adoro aquela menina, ela é tão biscate <3 “, né?
E,”comportamento de puta” é trepar por dinheiro. O resto, é realização de desejos e vontades que são tachados de promiscuidade, por mais ortodoxo que seja transar no primeiro encontro.
em 17/07/2010 as 15:30 |
Eu também não sei se ela tirou satisfação ou se separou do marido, Ligia. Imagino que deva ter arrancado o couro dele em algum momento da história. Mas vc reparou que ISSO ela não filmou? ISSO ela não upou no youtube?
A intenção era expor e humilhar a outra, e não o marido.
em 17/07/2010 as 15:32 |
Aprendi, nos comentários, que eu não sei nada de Genesis. Um pessoal aí andou me corrigindo, e o que eles disseram tem bem mais coerência do que a minha explicação ;P
Desculpa aí, mas eu não terminei com o namorado, hahaha. De onde cê tirou isso? Continuamos firmes e fortes desde o ano passado (:
em 17/07/2010 as 17:24 |
Eu acompanho meio que “por fora” o PdH a muito tempo, com certeza foi muito importante pra mim e em decisões minhas e até na forma com que eu vejo a minha vida, mas agora eu fiquei com uma duvida e ela veio por causa da opinião do Gitti… o seguinte, se ele não sentia o mesmo “tesão” que sente com a outra com a mulher dele, pra quê continuar um relacionamento de “teatro” pois ao meu ver o relacionamento ali não mais existia… não seria melhor para ambos que ele de uma vez tomasse uma decisão? Porque ele continuou 5 anos sendo que com certeza isto também não estava fazendo bem a ele? Bom, podia até ser gostoso mas no fundo tenho certeza que não fazia.
em 17/07/2010 as 17:25 |
Não entendo o posicionamento crítico das mulheres em relação à bíblia, vivemos em um mundo onde a o macho e a fêmea desde o mundo animal irracional até racional, tem seus papéis definidos.
Há pouco tempo vi reportagens sobre os costumes do casal de leões, onde a mídia criticou veementemente o macho leão, por ele não caçar a comida e ser o primeiro a comer. Pois bem, primeiro pesquisem, analisem sobre os hábitos de homens e mulheres e verão que se existe injustiça é para com os machos, no caso dos felinos, o leão fica com a tarefa mais pesada e arriscada, patrulhar e proteger o território, chegando a andar 50 KM por dia, para proteger a sua leõa dos predadores, q fica em local seguro cuidando dos filhotes. Hora depois de um dia de cansaço, batalhas contra os predadores, o mínimo q ele merece é uma refeição fresca, preparada na hora e uma carinho da leõa, já q amanhã é outro dia. E pra quem não sabia, o leão caça e melhor que a fêmea.
em 17/07/2010 as 18:14 |
Bom, realizar o desejo de ficar rica, conhecida ou ter status através do sexo não é “comportamento de puta”? Isso não é o problema, o problema é manipular e usar terceiros para isso, enganando-os. Só olhar o caso do Pato, talvez o do Bruno e mais uma miríade de casos semelhantes.
E puritana e amélia são usadas com desdém também. Da mesma forma que puta também pode ser usada para outras expressões (já ouvi muita mulher falar “fiquei puta da cara”) não pejorativas – acho.
em 17/07/2010 as 20:24 |
Eu acompanho meio que “por fora” o PdH a muito tempo, com certeza foi muito importante pra mim e em decisões minhas e até na forma com que eu vejo a minha vida, mas agora eu fiquei com uma duvida e ela veio por causa da opinião do Gitti… o seguinte, se ele não sentia o mesmo “tesão” que sente com a outra com a mulher dele, pra quê continuar um relacionamento de “teatro” pois ao meu ver o relacionamento ali não mais existia… não seria melhor para ambos que ele de uma vez tomasse uma decisão? Porque ele continuou 5 anos sendo que com certeza isto também não estava fazendo bem a ele? Bom, podia até ser gostoso mas no fundo tenho certeza que não fazia.
em 17/07/2010 as 20:25 |
Não entendo o posicionamento crítico das mulheres em relação à bíblia, vivemos em um mundo onde a o macho e a fêmea desde o mundo animal irracional até racional, tem seus papéis definidos.
Há pouco tempo vi reportagens sobre os costumes do casal de leões, onde a mídia criticou veementemente o macho leão, por ele não caçar a comida e ser o primeiro a comer. Pois bem, primeiro pesquisem, analisem sobre os hábitos de homens e mulheres e verão que se existe injustiça é para com os machos, no caso dos felinos, o leão fica com a tarefa mais pesada e arriscada, patrulhar e proteger o território, chegando a andar 50 KM por dia, para proteger a sua leõa dos predadores, q fica em local seguro cuidando dos filhotes. Hora depois de um dia de cansaço, batalhas contra os predadores, o mínimo q ele merece é uma refeição fresca, preparada na hora e uma carinho da leõa, já q amanhã é outro dia. E pra quem não sabia, o leão caça e melhor que a fêmea.
em 17/07/2010 as 21:14 |
Bom, realizar o desejo de ficar rica, conhecida ou ter status através do sexo não é “comportamento de puta”? Isso não é o problema, o problema é manipular e usar terceiros para isso, enganando-os. Só olhar o caso do Pato, talvez o do Bruno e mais uma miríade de casos semelhantes.
E puritana e amélia são usadas com desdém também. Da mesma forma que puta também pode ser usada para outras expressões (já ouvi muita mulher falar “fiquei puta da cara”) não pejorativas – acho.
em 18/07/2010 as 9:34 |
O descontrole da “traída” é evidente, agir assim e ainda por cima publicar não acredito que resolva o caso de infidelidade. Mas é fato que quem prometeu fidelidade e respeito a ela foi o marido. Quanto a amiga amante, essa usou de dissimulação e mentira para continuar a diante com o caso amoroso e a amizade, simultaneamente.
Por que é tão difícil lidarmos com a verdade? Assumir e Aceitar os sentimentos, os fatos e perdoar?
em 18/07/2010 as 12:34 |
O descontrole da “traída” é evidente, agir assim e ainda por cima publicar não acredito que resolva o caso de infidelidade. Mas é fato que quem prometeu fidelidade e respeito a ela foi o marido. Quanto a amiga amante, essa usou de dissimulação e mentira para continuar a diante com o caso amoroso e a amizade, simultaneamente.
Por que é tão difícil lidarmos com a verdade? Assumir e Aceitar os sentimentos, os fatos e perdoar?
em 18/07/2010 as 16:39 |
Me considero uma pessoa bem tranquila, penso que a pessoa tem todo direito de fazer o que quiser, assumindo as responsabilidades, no minimo.
Já a parte de traição é complicado, pois homens, digo homens de verdade, fariam diferente, porque ficar numa relação insatisfeita, procurando outras mulheres, traindo alguem. se você pode simplesmente se assumir e terminar o relacionamento e ir atras do que quer, assumindo as responsabilidades, como foi feito por Bel, discrito no texto acima, se assumiu e faz o que quer, mesmo não sendo bem vista por terceiros que não entendem sua posição.
Parabens acredito ainda que todos tem o direito de fazer o que quer dae a liberdade, mas assumindo as responsabilidades e também que todos precisam de espaço, afinal niguem é igual a niguem.
em 18/07/2010 as 17:13 |
Fico feliz que existam mulheres, embora sejam poucas, que compartilham o seu pensamento e sua visão de mundo sem medo de ser feliz, sem vergonha e sem dever nada a ngm. O mundo seria bem melhor se mais mulheres fossem assim. Mais verdadeiras e menos maxistas. Sim, mulheres tbm são maxistas. Bem mais que muito homem por aí…
em 18/07/2010 as 17:51 |
Bote fé, hein. Quer dizer, se meu bofe me traísse, eu ia dar uma surra nele, fatão. Embora eu ache que furar o olho de amigo é safadeza, não importa de que sexo você seja. Enfim, adoray o texto!
em 19/07/2010 as 4:23 |
A minha versão da história: O homem e a “putinha” tinham planos de fugir. Não aguentavam mais. O Marido e a “amiga” em um momento brigaram por que a amiga diz em um momento que eles não estão mais juntos. E também por algum motivo o marido não está vivendo mais com a mulher.
Ou seja… em uma pequena imaginação: O marido a a amiga tentaram se mudar. Por algum motivo isso não deu certo e ele brigou com ela e para se vingar passou o acesso de todos os e-mails para a esposa, tentando se justificar e dizendo que era ela que o estava convencendo. (Não temos como saber pois não há como verificar a diferença entre o que a mulher dizia nos e-mails e o que o homem dizia)
Como eles não estão mais juntos o homem não contaria para a amiga de que levou um esporro. Assim ainda há a possibilidade que ele tenha tomado um esporro.
Essa é a minha hipótese.
Agora sobre as mulheres, é tudo uma questão de ponto de vista. Vejo muitas mulheres reclamando que o mundo diz que elas são putas, vadias, e não vêem que o problema está nelas mesmas. Digo mais, são as mulheres que chamam as outras de putas, os homens só aproveitam, ou se deixam levar pelo que as mulheres dizem das outras.
Se vocês querem que isso mude, ensinem seus filhos de outra maneira, suas filhas, e pouco a pouco o mundo muda.
E sobre a história da mulher biológicamente escolher é uma questão de seleção natural.
Mas bom, também não sei se é justo as mulheres não serem obrigadas ao serviço militar, se aposentarem 5 anos mais cedo. Não corresponde necessáriamente com a fraqueza da mulher e não sei se é necessáriamente justo. Mas aí é entrar em uma outra discussão. A maioria das mulheres vai defender que são mais frágeis e que tem de se aposentar mais cedo, e que não precisam de mulheres no exército. Mas bom, convenhamos que isso é provavelmente só uma grande desculpa…
em 19/07/2010 as 9:20 |
Bom, não sou casado, nunca fui casado masss tb não entendo o pq a mulher foi tirar satisfações com a amante, bom o coroa pelo visto tem grana pelo o que li, se eu estivesse no lugar dele, me convertia ao islamismo e levava as duas pra casa e de bonus tentava arrumar mais uma .
em 19/07/2010 as 12:20 |
Bom, não sou casado, nunca fui casado masss tb não entendo o pq a mulher foi tirar satisfações com a amante, bom o coroa pelo visto tem grana pelo o que li, se eu estivesse no lugar dele, me convertia ao islamismo e levava as duas pra casa e de bonus tentava arrumar mais uma .
em 19/07/2010 as 16:32 |
Pensei esses tempos sobre este tema das mulheres serem consideradas putas quando dão de mais. E acredito que o motivador de tudo não é opressão e machismo. Cresci aprendendo e acredito ainda, que mulher é sagrada (apesar de não ser).
No ato sexual ela é a invadida. Tudo bem se isso for feito por um homem mesmo que milhões de vezes, mas deixar qualquer um adentrar a beleza feminina torna ela menos divina. O homem por outro lado é um porco de quem ninguém tem pena. Já a mulher é valiosa de mais para se imundiciar com diversos destes porcos. Pois de tanto estar entre os porcos, você fica sujo.
A mulher é tão valiosa, que é um presente! Se você pega uma coisa que já foi presenteada demais, ela não tem tanto valor, as vezes valor nenhum.
Por fim a culpa é: acreditamos demais na mulher. Achamos a mulher um ser acima dos homens-porcos. Valorizamos demais as mulheres.
Se a mulher quer dar pro batalhão, que dê! Ela tem o direito. É animal como o homem, é suja como o homem. Nâo vale um centavo a mais que o homem.
em 19/07/2010 as 16:33 |
Eu gostei muito, mas encontrei um erro grave em relaçao a historia biblica que voce citou.
Quando Adao come da fruta, a fruta vem da Arvore da Vida, a analogia de que essa fruta e o sexo funcionaria muito bem se nao fosse pelo fato de que nos versiculos seguintes a tal 'Arvore da vida' ficar 'trancada' no paraiso e cercada por anjos de fogo para que os homens ja nao a pudessem encontrar. Outro motivo para que a fruta nao seja o sexo eh que a biblia nao condena o sexo e sim a promiscuidade. A biblia eh a favor do sexo entre pessoas comprometidas. Enfim, so para aclarar que nem toda a ignorancia humana veio da biblia….talvez sim da igreja (que sao duas coisas MUITO DIFERENTES).
em 19/07/2010 as 18:57 |
“… tudo perdeu-se… em todos os sentidos… amigos não são tão amigos… mães não são tão mães… maridos não são mais tão maridos… caos… caos…
Os valores se foram… prevalece o eu… o que eu quero… o que eu penso… e vou agir da forma que eu achar que devo… assim tudo se perde denovo… caos…”
… o que imagino nisso tudo é que os 04 envolvidos não se deram conta da gravidade dos fatos… tomam suas decisões e fazem prevalecer suas vontades, independente de quem atinja… pô!!! E os filhos… crianças… os pais… os avós… ??? Cadê os valores desse garanhão imbecil… que posa de galã no fantástico, enaquanto seu filho é ridicularizado na escola… linchem… E a coitadinha traída… corna… que posta um video desse na net… e sua mãe é ridicularizada na padaria… seus avós… !
E a gostosinha … vadia… que traí a amiga, dorme com o garanhão… dorme com o marido… com o garanhão devono… depois com o marido novamente… até que nem sentar consegue… e depois diz que Ama… ama quem? Não ama, nem um… nem outro… nem os filhos e nem a si mesma… pois o amor é diferente… sublime… cheio de pequenas coisas bacanas… como dizia minha avó… o amor é pão com manteiga…
em 19/07/2010 as 19:33 |
Eu gostei muito, mas encontrei um erro grave em relaçao a historia biblica que voce citou.
Quando Adao come da fruta, a fruta vem da Arvore da Vida, a analogia de que essa fruta e o sexo funcionaria muito bem se nao fosse pelo fato de que nos versiculos seguintes a tal 'Arvore da vida' ficar 'trancada' no paraiso e cercada por anjos de fogo para que os homens ja nao a pudessem encontrar. Outro motivo para que a fruta nao seja o sexo eh que a biblia nao condena o sexo e sim a promiscuidade. A biblia eh a favor do sexo entre pessoas comprometidas. Enfim, so para aclarar que nem toda a ignorancia humana veio da biblia….talvez sim da igreja (que sao duas coisas MUITO DIFERENTES).
em 19/07/2010 as 19:40 |
O texto está bom, provocativo…só alguns escorregões como o masculino da palavra vadia “não existir”, sendo que existe: vadio, mas mais uma vez com um sentido mais “leve” para o homem.
Outra coisa foi a referência dela com relação a história da bíblia de adão e eva…muito católico. Nada contra o católico, mas pra quem não é católico o que ela falou não faz sentido. Mas se serve pra eles..que bom =)
De fato não há crime, só um pouco de burrice por parte da mulher que chifrou a amiga.
em 19/07/2010 as 22:40 |
O texto está bom, provocativo…só alguns escorregões como o masculino da palavra vadia “não existir”, sendo que existe: vadio, mas mais uma vez com um sentido mais “leve” para o homem.
Outra coisa foi a referência dela com relação a história da bíblia de adão e eva…muito católico. Nada contra o católico, mas pra quem não é católico o que ela falou não faz sentido. Mas se serve pra eles..que bom =)
De fato não há crime, só um pouco de burrice por parte da mulher que chifrou a amiga.
em 20/07/2010 as 0:21 |
“Mas sabe o que anda me intrigando esses dias? Aquelas palavras que não têm masculino.”
Mulheres que vendem sexo recebem um nome, uma classificação:- prostitutas.
Homens que compram sexo – são apenas homens, não recebem classificação alguma, são protegidos pelo anonimato.
Nao pude assistir o video, minha conexão é realmente muito lenta.
Mas percebo que muitas vezes o pensamento de algumas mulheres diante de uma traição é de que o homem é o que é, responde aos estimulos, portanto, a “culpa” é da lambisgóia que se ofereceu….
É triste perceber que os piores machistas podem ser as proprias mulheres, e essas são aquelas que desconhecem a historia da sociedade em que vivem
Acredito que o texto não trate exatamente de traição ou não, mas de penalizar as mulheres que decidem ter um comportamento sexual “nao comportado”.
As mulheres “rebeldes” ou “diferentes” sempre causaram sensações, abalaram alicerces e provocaram aqueles que achavam que teriam tudo sob controle….
Nao levanto bandeira de relacionamentos extra-conjugais, a questão aqui é: por que nos achamos no direito de punir ou taxar as mulheres pelo seu comportamento sexual.
em 20/07/2010 as 9:34 |
(nem li muito os comentários, desculpem se a idéia for repetida)
o que eu acho é que mulher tem muito medo de ficarem sozinhas! Muitas acabam sozinhas porque tinham tanto medo que prometeram juras de amor ao primeiro mané que ela teve coragem de dar. Depois namoram, casam, não se aguentam e separam.
A mulherada tem que parar com esse medo! Elas precisam dar mais pra mais caras para escolherem melhor! Elas acham que as meninas que saem por aí dando pra vários, estão sendo injustas nessa guerra pra arrumar homem. Que besteira!
… mas isso aí Bel, quanto mais mulheres inteligentes falarem abertamente que gostam de sexo! Seja na suruba ou no swing, mais próximos estaremos tirarmos o sentido de termos como “vadia”.
Vadia = mulher inteligente, decidida, sem preconceitos.
Os homens já reescreveram vários termos.. por exemplo, canalha. Antes tinha um significado diferente. Hoje canalha = homem sem preconceito, viril
em 20/07/2010 as 12:34 |
(nem li muito os comentários, desculpem se a idéia for repetida)
o que eu acho é que mulher tem muito medo de ficarem sozinhas! Muitas acabam sozinhas porque tinham tanto medo que prometeram juras de amor ao primeiro mané que ela teve coragem de dar. Depois namoram, casam, não se aguentam e separam.
A mulherada tem que parar com esse medo! Elas precisam dar mais pra mais caras para escolherem melhor! Elas acham que as meninas que saem por aí dando pra vários, estão sendo injustas nessa guerra pra arrumar homem. Que besteira!
… mas isso aí Bel, quanto mais mulheres inteligentes falarem abertamente que gostam de sexo! Seja na suruba ou no swing, mais próximos estaremos tirarmos o sentido de termos como “vadia”.
Vadia = mulher inteligente, decidida, sem preconceitos.
Os homens já reescreveram vários termos.. por exemplo, canalha. Antes tinha um significado diferente. Hoje canalha = homem sem preconceito, viril
em 20/07/2010 as 12:47 |
Verdade Gustavo.
Contra-argumentar requer muito mais intelecto e frieza do que argumentar. Frieza, digo no sentido de segurar a nossa veia passional, de levantar o punho e esbravejar. Quando surge um argumento passional, acaba a discussão. Não dá pra discutir nem contra-argumentar com gente passional, porque deixam a razão de lado.
Forte abraço.
em 20/07/2010 as 14:59 |
olha n é que todo homem é sem lei e talz… homem gosta de sacanagem e talz…mais no meu caso gosto que seja com minha namorada…e n reprimo mulher nenhuma…msm pq pra mim ela tem que se sentir bem de estar comigo….e satisfeita é claro….mais n quer dizer que quando ta solteira sai dando pra todo mundo e não sei o que mais….acho que mulher tem que se valorizar…quanto mais dificil de se conquistar uma mina mais responsa ela é….v que seleciona n da moral pra qualquer um……eu n ia querer uma mulher assim..rodada..se todas fossem assim ia preferir ficar sozinho do que no meio dessa bagunça….gosto de safadeza e talz…mais quando to só n saio comendo todas….prefiro com a minha mina só… é isso…
em 20/07/2010 as 15:05 |
Nem li inteiro….
Dessa Bel, pra variar, mais baboseiras sobre sexo, liberdade sexual, liberação feminina e sei lá o que mais…
Não rola de virar o disco?
Sério, já tá dando flor esse tipo de texto, saiu o “grande” Dr. Love clichezão e entrou essa tal de Bel, mas o efeito é o mesmo: tédio.
Saudades dos textos do Rodrigo Almeida…
Saudades
em 20/07/2010 as 16:19 |
Cara… Simplesmente demais o texto. Pq uma coisa só pode valer para um dos lados? Sacanagem ao cubo isso! Todo mundo tem tesão, todo mundo tem desejo, mas só os “pipi mole” da vida podem aproveitar? hahahah
NOT!!!
Parabéns bel, mandando bem como sempre!
em 20/07/2010 as 16:45 |
Texto bastante polêmico, mexe muito com o ponto de vista de cada um, acredito que a sociedade realmente tem tratativas diferenciadas para as mesmas atitudes tomadas por um homem e por uma mulher. Más nesse caso específico, não tenho como não enxergar a atitude desses “amantes” como sendo algo de total falta de respeito para com seus conjuges, pois, como disse a Anelize, 5 anos é tempo pra cacete e os dois tiveram muito tempo pra refletir sobre o que estavam fazendo e ou assumir logo a relação ou parar de vez de sacanear seus companheiros. Acredito que ninguém está imune a cometer “erros”, más “errar” por 5 anos é demais!! sendo assim, se a relação não está boa, senta e conversa, o que é combinado não é caro! voltando a visão da sociedade, é assim que a mesma enxerga o homem e a mulher, infelizmente:
Cão—>melhor amigo do homem
Cadela—>puta
Vagabundo —>homem que não trabalha
Vagabunda —>puta
Touro —>homem forte
Vaca —>puta
Pistoleiro —>homem que mata pessoas
Pistoleira —>puta
Aventureiro —>viajante,desbravador
Aventureira —>puta
Garoto de rua —>menino pobre, que vive na rua
Garota de rua —>puta
Homem da vida—>pessoa letrada pela sabedoria adquirida ao longo da vida
Mulher da vida —->puta
O galinha —->o “bonzão“, que traça todas
A galinha —->puta
Tiozinho —>irmão mais novo do pai
Tiazinha —>puta
Feiticeiro —>conhecedor de alquimias
Feiticeira —>puta
E para finalizar…
Puto —->nervoso, irritado, bravo
Puta —->puta
em 20/07/2010 as 19:45 |
Texto bastante polêmico, mexe muito com o ponto de vista de cada um, acredito que a sociedade realmente tem tratativas diferenciadas para as mesmas atitudes tomadas por um homem e por uma mulher. Más nesse caso específico, não tenho como não enxergar a atitude desses “amantes” como sendo algo de total falta de respeito para com seus conjuges, pois, como disse a Anelize, 5 anos é tempo pra cacete e os dois tiveram muito tempo pra refletir sobre o que estavam fazendo e ou assumir logo a relação ou parar de vez de sacanear seus companheiros. Acredito que ninguém está imune a cometer “erros”, más “errar” por 5 anos é demais!! sendo assim, se a relação não está boa, senta e conversa, o que é combinado não é caro! voltando a visão da sociedade, é assim que a mesma enxerga o homem e a mulher, infelizmente:
Cão—>melhor amigo do homem
Cadela—>puta
Vagabundo —>homem que não trabalha
Vagabunda —>puta
Touro —>homem forte
Vaca —>puta
Pistoleiro —>homem que mata pessoas
Pistoleira —>puta
Aventureiro —>viajante,desbravador
Aventureira —>puta
Garoto de rua —>menino pobre, que vive na rua
Garota de rua —>puta
Homem da vida—>pessoa letrada pela sabedoria adquirida ao longo da vida
Mulher da vida —->puta
O galinha —->o “bonzão“, que traça todas
A galinha —->puta
Tiozinho —>irmão mais novo do pai
Tiazinha —>puta
Feiticeiro —>conhecedor de alquimias
Feiticeira —>puta
E para finalizar…
Puto —->nervoso, irritado, bravo
Puta —->puta
em 20/07/2010 as 21:34 |
Outra coisa que me irrita pra cacete e mulher dizendo “queria que homem fosse colocado na vida de mulher para menstruar e ter colica” !!! eu trabalhei 2 anos cortando cana e arrancando cana com enxadão, na minha turma de serviço tinha 10 homens e 10 mulheres, e durante todo esse tempo os serviços leves sempre foram dados as mulheres, já perdi a conta de quantas vezes eu estava arrancando cana debaixo de sol de meio dia, e do meu lado tinha rodinha de mulher atoa por que não tinha nada pra fazer e não adiantava colocar elas para cortar cana por que a maioria não da conta, so trabalhavam mesmo em serviço leve, tem mulher que aguenta o mesmo serviço pesado que homem, mas isso e uma em dez, a maioria só quer pegar serviço leve, quando o fiscal botava quente nelas começavam a embromar, e não e apenas no trabalho que você ve isso, em quase toda situação perigosa a maioria das mortes pertence ao homem.
Uma vez por mês o meu encarregado de setor junta o pessoal para dar uma palestra sobre a importância de se usar E.P.I(equipamento de proteção individual), ele também aproveita para ler o histórico de acidentes na empresa, de todos os acidentes que resultaram em mortes, todos foram de homens, alguns amigos meus que trabalham em outra usinas também dizem que em acidentes apenas homens são vitimas, isso por que a maioria dos serviços perigosos a dado apenas para homem.
Ai vem um lazarento dizendo “igualdade entre os sexos”, mas na hora da batata assar mulher quer ser tratada como dama de antigamente, não quer se ferrar igual homem se ferra, e quando você fala algo assim e questão de tempo aparecer um fdp para dizer que você tem que aprender a ser homem e aguentar qualquer coisa calado, sera que esses vermes acham que vida de homem e um passeio no parque hmm? igualdade o cacete, apenas hipocrisia.
em 20/07/2010 as 22:41 |
Claro que eu não li tudo, mas acho que tem umas coisas pra esclarecer nessa discussão.
É claro que tem alguma coisa de errado nessa história toda. Mas não tem nada que ver com sexo ou casamento. A mina foi enganada por pessoas de quem ela gostava e em quem ela confiava. Isso é que incomoda, e isso é que configura “traição”. Havendo respeito, reciprocidade, fazendo as coisas às claras poderiam transar os quatro uns com os outros, ou separados, ou com quem quisessem, que não haveria nada de errado com isso. Pelo contrário, possivelmente seriam muito felizes.
Entretanto, o que parece incomodar as pessoas não é bem isso. É a afronta ao ideal do casamento, da posse e do controle sobre o outro. A história toda é uma afronta ao ideal do amor romântico, ao casamento, à segurança do casamento monogâmico. Quem se coloca no lugar da mulher traída vê todo esse ideal despedaçado, e se sente à mercê de um mundo perigoso, onde todo mundo pode ter tesão por todo mundo e botar isso em prática. Isso causa medo, e o que nos causa medo a gente joga na fogueira e usa pra expiar nossos próprios aspectos menos desejáveis (quem nunca quis comer alguém socialmente inadequado jogue a primeira pedra). Por isso a história toca tanto as pessoas.
Essa história pode ser pensada com outros vilões, ou sem vilões: São todos adultos, saudáveis, cheios de tesão, se amam e se comem. Como ninguém enxerga isso como um crime, não é um crime, e cada um faz o que deseja, abertamente, e lida-se com as consequências. FIM. Outra: São todos adultos, saudáveis, cheios de tesão, se amam e querem se comer. Mas isso é feio, errado e sujo, porque a civilização tem seus pilares nessa idéia, e isso proteje as pessoas contra coisas desagradáveis, como não saber quem são os filhos ou perder a posse de seu objeto amado. Se você não gosta da idéia, azar é o seu, porque a sociedade é nossa e nós decidimos o que é crime e o que não é. Se for fazer, faça bem esconddo. Do contrário, fogueira pra você. FIM.
em 21/07/2010 as 1:25 |
“Nao levanto bandeira de relacionamentos extra-conjugais, a questão aqui é: por que nos achamos no direito de punir ou taxar as mulheres pelo seu comportamento sexual.”
Aí, sintetizou bem o cerne do texto. Gostei (:
em 21/07/2010 as 3:11 |
Existe diferença entre punição e taxação: o nível de tolerância para ser tolerado. Se alguém te achar uma puta pode muito bem desconsiderar a opinião da pessoa, mas se ela te punir estará te afetando diretamente.
Taxar, ok. Punir, não ok.
Por que dar tanto peso assim ao pensamento das outras pessoas? Há pessoas que não pensarão que mulher é puta pelo comportamento sexual, é só procura-las.
E taxar todo mundo taxa, então menos hipocrisia, sim?
em 21/07/2010 as 12:30 |
O masculino de vadia, bicate…etc é PUTÃO.
Porem para muitos homens não se trata de xingamento.
A culpa se relaciona a mulher porque qualquer mulher que tire a roupa na frente de um homem irá despertar seu desejo.
O inverso na grande maioria das vezes não é verdade.
Isso acontece porque o homem é visual e a mulher é sentimental. É da natureza humana.
E claro, a mulher é a base da educação familiar. A quem dá a luz. O Exemplo.
em 21/07/2010 as 17:15 |
Tantos “espertinhos esclarecidos” analisam a história, como se fosse uma novela, ou uma experiência em laboratório, condenando, concordando e JULGANDO. Da mesma forma com que NÓS olhamos a este exemplo, olho também os comentários. É fácil dar uma de onisciente, onipotente e onipresente, deduzinho todos os fatos relativos ao caso, e assim crucificar quem quer que seja e as posições que se tomam diante disso, por terceiros. E, na maioria das vezes, quando há uma contra-argumentação, nos fechamos em “casulos” sociais, dando ouvidos, apenas, àquilo que atesta nossa posição.
Mas todos temos nossos “lixos” e “sujeiras”, visto que isso é relativo. Eu, entendendo que uma orgia é algo explêndido, posso ir contra todo um ideal religioso; perante estes adeptos sou sujo, perante meus parceiros sexuais, um colega/amigo/pa/qualquer coisa que não um imundo, por exemplo.
Acredito que de nada adiante ficarmos usando o caso dela como expiação à coisas que sabemos que todos fazem e padrões que muitos seguem. Não é ELA que é idiota, machista inconsciente, e todos os outros nomes que queiram dar, mas a sociedade em que vivemos. Temos que enxergar que isso não é defeito exclusivo dela, das mulheres, da cidade de sorocaba, mas sim que são comportamentos presentes em todos nós. Vejo aqui um debate que busque nos fazer refletir, questionar-nos sobre condutas que TODOS temos.
E talvez o debate não se reduza a isso, mas outras questões que talvez possam ser encaixadas aqui…E conceitos de traição, certo ou errado, não há uma definição única. Cada um tem sua leitura de mundo, seu caráter, ética e moral, e age de acordo com eles…O que nos falta é compreensão quanto as diferença, e buscar uma convivência harmônica com elas…
Há braços.
Obs:desculpem-me pelos possíveis erros, escrevendo com pressa num micro teclado não ajuda!
Obs 2: Parabéns pela criação do debate, tendo sido ele intencional ou não.
em 21/07/2010 as 20:10 |
Tudo muito bonito, tudo muito moderno esse papo de alguns de liberdade de ações, de relativizar conceitos de liberdade, de certo e errado.Esse papo é bonito quando não é no próprio terreiro, quando não se está na própria pele, por que quando isso acontece, aí a coisa muda de figura. Então parem de bancar os modernos, resolvidos, por que não os são quando a hora exige, por que todos que são traídos dessa maneira, com o namorado ou afins se envolvendo com amigos de verdade, tem essa reação, tão ou pior que a dela. Se foi certo ela expor apenas a amiga que não respeitou a amizade? não foi, mas isso é tão injusto e errado quanto a outra que traiu a amizade de sua amiga e se esfregou com o marido alheio por 5 anos, se sobrou só pra ela, azar, injusto mas merecido por sua atitude! Agora por que raios ela não expôs o maridão babaca, tão e mais traíra que a amiga? acho que alguns de vocês já expôs bem aqui, mas basicamente é o egoísmo e falta de coragem dela de tomar uma atitude digna!!! não existe meio termo…ou se calava e perdoava ambos, ou então ferrava de vez com os dois, expondo ambos e não apenas um lado, pois agora além de perder a amiga vai ficar com fama de fraca, descontrolada e chifruda!!!
As pessoas tendem a complicar os relacionamentos, e não tomam atitude que é necessária, mesmo que esteja saltando aos olhos, seja por medo, egoísmo,comodismo ou por diversos outros fatores…estão infelizes, insatisfeitos com o relacionamento? Termine…simples assim, é muito mais digno, maduro e sensato com o companheiro e consigo mesmo…do que ficar num relacionamento infeliz, onde situações dessas podem acontecer.Quer liberdade? ótimo….seja livre…mais livre sozinho..pois relacionamento é compromisso…comprometimento de ambos…que como tudo na vida, tem seu preço e suas regras.
Foi só um pequeno desabafo de idéias de alguém que já está cansado de todo esse mundo de pessoas indecisas, egoístas e inseguras.
Desculpem pelo longo texto..se é que alguém chegou ao fim :)
em 22/07/2010 as 6:56 |
O Cícero e sua amante Juliana é apenas um mero retrato das relações humanas. A infidelidade existe e SEMPRE irá existir, não adianta espernear, chorar, xingar, nada irá funcionar. A sociedade é um agente limitador dos “outros”, para assim manter sua rede de segurança e cinismo, pois segundo pesquisas,cerca de 70% dos casamentos são compostos de infidelidade de ambos ou de algum conjuge. As mulheres também são bastante infiéis, mas não aceitam que outra “biscate” pegue o “seu” marido. As mulheres usam o termo “meu”, como se o desejo do homem pudesse pertencer a elas. Homem tb são infiéis e exigem fidelidade de suas esposas, e assim caminha a humanidade. Engraçado é que sempre se usa clichês, como a esposa vituima, a amante vagabunda , o canalha e o corno. Ninguém se pergunta o que faltava para o marido infiél, o que a esposa “traida” (esteriotipo mediocre) realmente é. Ninguém se pergunta como era o casamento deles. Eu já fui infiél e tenho certeza que serei mais vezes, assim como não ponho minha mão no fogo por mulher nenhuma neste mundo. Apenas acha excelente viver uma relação estavel, normal e segura, mas tb viver paixões frutiferas, experimentando corpos de outras mulheres. Mas claro, tudo no mais absoluto sigilo, pois meu desejo e minhas puladas de cerca so dizem respeito a mim e mais ninguem. E a sociedade que morra esbravejando seus chavões. Eu quero é mais!
em 22/07/2010 as 15:28 |
Creio que certo ou errado, principalmente em relacionamentos, são conceitos muito extremistas (preto ou branco, 8 ou 80… ). Concordo com o que a pokerol disse. A vida em si não é regida por nossas regras morais (mesmo que estas regras sejam contra a propria postura da sociedade). Acima de tudo, somos seres dotados de sentidos e instintos (e nem sempre eles atendem as expectativas do próximo). Ao invés de adotar conceitos como “certo” ou “errado”, prefiro assumir a idéia de AÇÃO E REAÇÃO. No fim das contas, devemos agir conforme nossas vontades e desejos, independente da vontade alheia, da melhor forma o possível. Acredito que esta seja a verdadeira liberdade.
No caso do “barraco” de Sorocaba, creio que o único erro de fato que a “vadia” e o “cafajeste” (galinha, cachorro, vadio, sem vergonha (também temos nossos adjetivos)) fizeram, foram manter o caso traindo a confiança da “chifruda” (ok, foram cinco anos, mas quando a coisa é muito boa, é difícil largar o osso). Por fim, não sabemos o que aconteceu depois (ou antes talvez) entre a “chifruda” e o “cafageste”
em 22/07/2010 as 15:48 |
A justiça tem firme o entendimento de que…
Bem vou deixar isso pra lá. Não acrescenta nada ficar fislosofando e defendo ponto de vista, seja a favor ou contra.
Acontenceu, foi divulgado e tomou grandes proporções. É fato! Julgar a conduta da mulher, da amiga, do marido, não muda absolutamente nada!
Eles que se resolvam!
em 22/07/2010 as 19:41 |
Existem alguns adjetivos que definem um homem promíscuo, podem não ser tão popularizados quanto os destinados ao sexo feminino, mas existem. “Galinha” é um deles. Eu penso cabe a cada um distinguir a forma como recebe os mesmo. Uns tem isso por honra, outros por vergonha.
Quanto ao fato de a moça ter acertado as contas com a amiga, acho justo, pois se eram amigas tão próximas e de longa data, o mínimo que se deve é dar alguma satisfação por um ato de engodo como essa traição. Penso que antes de ser puta, era também amiga da moça, sendo assim, devia respeito.
Não estou isentando a culpa do marido. Imagino que ele também deve ter prestado contas de alguma maneira, talvez o dano tenha sido até pior do que a surra sofrida pela amiga. Vai saber.
em 23/07/2010 as 2:16 |
Deixando de lado qualquer juízo de valor quanto ao caso em si, acho que o só fato de estarmos discutindo quem tem razão ou não nessa história é um tanto surreal. É mais um dos exemplos dessa superexposição meteórica que a internet causa. A internet é algo fantástico, mas que, também, traz o pior dos seres humanos.
em 23/07/2010 as 22:15 |
Resumindo tudo, pq não vou ficar lendo todos os comentários… O seu texto foi demais! Primeira vez que leio o Papo de Homem e ADOREI…
Não precisa acrescentar nada. Ponto final, morreu o assunto! Parabéns!
@anamagal
em 28/07/2010 as 20:08 |
Grande Bel… Saudades do AoE… espero ler mais textos seus por aqui…
E respondendo sua pergunta: Sociedade machista é a resposta. Quem nunca ouviu aquela: Essa mulher é p casar.. aquela outra só p pegar mesmo.
Bju Bel
em 2/08/2010 as 13:21 |
Na verdade não podemos generalizar, até porque nosso país e também o mundo é muito grande.
As culturas são muitas e tratam desse assunto das mais diversas maneiras.
Moro no RS, um dos estados brasileiros considerados mais machistas pela mídia e pelo Brasil.
O que ocorre com algumas mulheres que conheço é que elas ficam o tempo todo mostrando uma imagem de “santinhas”, moças “quase” virgens de família.
Só que ao mesmo tempo querem ter as suas fantasias e as suas liberdades da igualdade de gênero.
Tudo isso tem um preço!
Os homens em geral querem uma mulher santa para o mundo, mas puta na cama.
Os abusos têm repercussões.
em 10/08/2010 as 2:17 |
O que achei surreal foi filmar a agressão, que eu acredito ser crime…
E o acerto de contas com alguém que não jurou fidelidade a ela, ao menos eu não conheço o grau de afinidade que as duas tinham…se ela não expôs o marido porque se expôs e expôs a “ex-amiga”??? escrevi pra que possam aliviar minhas duas…
Ainda não tenho uma opinião, e essa é minha posição!
em 24/08/2010 as 20:29 |
Os dois traidores fizeram atos de crueldade e isso me faz sentir uma certa repulsa.
Mas se não existe certo errado? e a liberdade pode ser libertinagem? e agora?
Se quiser viver sem regras, não viva em sociedade… pessoas que abusam das regras sociais, compromissos e acordos para se darem bem, são bastante egoístas e dependendo do nível poderiam ser considerados com algum nível de psicopatia.
E isso não tem nada a ver com liberdade…
Como já foi debatido, ambos tinham a liberdade para romper o casamento e fazer o que bem entender… o problema que vejo é na traição, é enganar alguém que em tese se “ama” e acredita ser especial.
Agora me parece um desvio de caráter pensar que traição para atingir algum tipo de vantagem é natural. E buscar refugio em signos como liberdade para justificar traição, é algo no mínimo distorcido, não?
Hoje, com a liberdade que temos, podemos ser solteiros, viver em relacionamentos abertos e tudo mais, transar, namorar e fazer as praticas mais malucas e com quantas pessoas forem necessárias para se sentir bem, e tudo isso, sem precisar enganar e trair ninguém. Todos podem saber, aceitar e até gostar desse tipo de relacionamento, agora, na minha opinião, trair é ruim para a sociedade, para o grupo, para a família, é algo egoísta, e eu não gostaria de ter uma pessoa que pensa dessa forma por perto e acredito que ninguém gostaria.
@pauloangelo