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Sexo não é tão essencial para um relacionamento

Fábio Rodrigues

por
em às | Artigos e ensaios, Cabana no PdH, Mecenas, Prudence, Sexo


Estamos habituados a pensar e sentir que um relacionamento é bom quando tem paixão, sexo, intensidade, e que não é bom quando não tem essas coisas.

Claro, não é um problema existir paixão, sexo e intensidade. É excelente. O problema é acreditar que isso seja a melhor base para o relacionamento, o melhor critério de qualidade, que sem isso algo esteja errado.

Não há como sustentar o jogo sexual por muito tempo (e nem é preciso). Se apostarmos nisso e o tomarmos como referencial, quando ele flutuar – e ele vai flutuar – vamos dizer que a relação entrou em crise, perdeu qualidade. Ora, quem disse que esfriar é algo negativo?

Diante da ausência desse calor, normalmente ficamos aflitos e 1) tentamos recuperar a intensidade, “apimentar a relação” (o que obviamente não dura), 2) acabamos a relação e procuramos outra que tenha “química” (para repetirmos o problema mais tarde), 3) tentamos estabelecer outra base para a relação, que não tenha sexo e paixão como eixo principal.

Fogo eterno só em GIF

“O antídoto para a apatia não é “manter o fogo”, prolongar a paixão inicial, “apimentar a relação”. Focar no próprio relacionamento, usar a criatividade, explorar fantasias, viajar junto; tudo isso funciona, claro, mas não dá para manter tal frescor por muito tempo. O antídoto para apatia em um casal encontra-se na vida dele e na vida dela, não tanto no próprio casal. Está mais no “Eu” e menos no “Nós”.

Se ele se movimenta de modo positivo, se tem brilho nos olhos, se enriquece a vida dos outros, se anda no mundo com uma visão ampla. Se ela está sempre em desenvolvimento, cada vez mais inteligente, radiante e livre, se dança pelo mundo, se também tem brilho nos olhos e sentido na vida. É isso o que livra o casal da apatia: a energia que eles movimentam por si só, sem o apoio do outro. É essa a energia que eles trazem para a relação, que se multiplica quando vira “Nós”.”

Gustavo Gitti

A verdadeira base do sexo

Não é necessariamente um problema haver pouco sexo entre um casal. O problema é não haver essa energia dinâmica que dá vida pra relação – e que por um tempo brotou por meio do jogo da paixão e do sexo.

Há um nível sutil de sofrimento no esforço pra sustentar esse jogo rolando, mesmo enquanto o relacionamento é tido como bom, com sexo de qualidade e tudo mais. O fogo exige uma manutenção constante. Na verdade, já sofremos só de imaginar a paixão flutuando, e vamos sofrer muito mais quando ela oscilar de fato – tudo na exata medida em que alimentamos esperança e expectativa de que a experiência que temos no relacionamento se sustente.

É mais fácil controlar a chuva do que uma mulher

Acredito que as coisas tendem a funcionar melhor pra um casal (e o sexo pode ter melhor qualidade) quando o homem assume o papel daquele que busca, que alcança, e a mulher assume o papel daquela que tem que ser buscada, alcançada, percorrida, dominada, segurada, penetrada. A qualidade do jogo, então, depende da maestria que os dois têm em brincar, cada um no seu papel. No nosso caso, do quanto conseguimos ser bons caçadores, buscadores, do quanto conseguimos oferecer acolhimento, firmeza, chão e penetração.

Porque quem está fugindo não quer ser pego, e quem quer pegar na verdade não quer pegar – o que se quer é que o jogo e o movimento sejam mantidos. É daí quem vem o tesão, o brilho, a vivacidade – do jogo, do movimento, da dança. Penso que esta seja a verdadeira base do sexo, e que ela pode ser ativada e alimentada mesmo sem atividade sexual.

Resolver o jogo implica em monotonia e falta de movimento; manter o jogo supõe seguir o movimento. Eu diria ainda mais: esse movimento supõe algum nível de liberdade, que por sua vez supõe algum nível de insegurança e medo. Ou seja, a própria coisa que desejamos banir das relações é o que cria a tensão que as mantém. A liberdade, o medo e a insegurança são a eletricidade que gera o magnetismo.

“Todo amor luta para enterrar as fontes de sua precariedade e incerteza, mas, se obtém êxito, logo começa a enfraquecer – e definhar.”
–Zygmunt Bauman

Sexo sem sexo

É possível comer uma mulher sem tocá-la. Transar é só o jeito mais grosseiro e desesperado de exercer penetração, alcance e acolhida. Tem outros jeitos para se fazer a mesma coisa. E ela vai mostrar todos os sintomas de estar sendo comida: vai ter brilho no olho, ficar soltinha, se sentir segura, feliz, satisfeita, se deixar conduzir, enfim, o pacote completo. E o homem, da mesma forma, vai se sentir realizado, estável, confiante.

Com uma carinha de felicidade como essa, a penetração pode ser a última das importâncias

Quando o casal percebe essas coisas, uma nova base já está estabelecida. E esta base já é bem menos flutuante e estreita do que a primeira. Aí há chances de que a intensidade reapareça de outras formas, sem depender tanto do sexo em si. Eventualmente até mesmo sem precisar de uma relação amorosa.

É possível (ainda que bem raro) que os dois entendam essa dinâmica toda e trabalhem lado a lado pra diminuir o potencial que têm pra sofrer quando a sustentação desse e de qualquer outro jogo flutuar.

Agora, curiosamente, esse processo parece fazer com que a pessoa se torne mais brilhante e atrativa, inclusive sexualmente.

Relacionamentos amorosos também não são tão essenciais assim

É um problema colocar os relacionamentos no centro da nossa vida, como se todas as possibilidades de movimento que temos dependessem desse eixo, exclusivamente.

Não quero, com isso, dizer que os relacionamentos não mereçam nossa atenção, que eles não sejam valorosos e possam nos ajudar a construir vidas boas e saudáveis. Mas o ponto é que eles podem fazer isso, só podem, como muitas outras coisas podem.

Penso que uma maneira mais verdadeira pra dar ânimo no relacionamento, pra fazê-lo ter um sentido natural, fluido, é nós mesmos encontrarmos um sentido em nossas vidas. Isso pode ser feito de forma independente um do outro. Independentes, mas ainda assim juntos, apoiando-se mutuamente.

De onde vem o tesão?

Particularmente eu entendo que uma das coisas (talvez a principal) que torna a pessoa desejável é a medida que ela nos é inalcançável.

Em "Sin City", Marv vê em uma prostituta, a sua deusa inalcançável

Por um lado, nós desejamos a pessoa porque há uma dimensão nela que não entendemos bem, que nos escapa – um nível de liberdade e mistério que até mesmo nos assusta um pouco. Essa dimensão é o que nos atrai, nos incita e nos move em sua direção. É como se houvesse uma vontade de entender e dominar aquilo, de resolver a questão, de subjugar, descobrir, atravessar e desnudar o outro.

Por outro lado, para a pessoa que tem sua medida de inalcançabilidade surge também excitação quando ela tem a perspectiva de ser alcançada, descoberta, desnudada. A excitação sexual viria do “cair das máscaras”, de descobrir e alcançar ou de ser descoberto e atravessado, mesmo que apenas de forma momentânea e condescendente. As duas coisas acontecem juntas.

Isso parece explicar o motivo porque existe excitação sexual com coisas como tapa na cara, fantasias de  dominação e submissão, bondage etc. Já viram casos no quais a mulher é fodona na vida, chefe, autoritária, brava, e na cama gosta de ser submissa? Então, o tesão vem de ser alcançada, descoberta, desprovida de sua encenação, de afrouxar a tensão criada pela encenação dos papéis cotidianos.

Tais posições, de quem busca e de quem é buscado, são assumidas pelos dois ao mesmo tempo e em alguma medida, bem como podem ser encenados com maior predominância por um ou por outro de forma alternada, ou ainda ser encenado por uma das pessoas pela vida inteira. E os dois podem estar conscientes disso ou não.

Eis porque é comum surgir esse problema de falta de tesão no casamento. Os dois se conhecem demais. Sabem tudo um do outro. Já sabem e adivinham cada movimento, cada pensamento. As dimensões de inalcançabilidade ficam mínimas, quase inexistentes. Aí não há incitação, desafio, vontade de dominar, assegurar, descobrir, abarcar, atravessar.

A solução pra isso então seria fazer ressurgir algum nível de tensão no relacionamento. Se temos tesão pela vida, se nos movemos mais livremente, se nossa presença ativa a dimensão de espanto e incerteza que já existe o tempo todo, criamos causas e condições para que o jogo se estabeleça mais facilmente e de modo mais lúdico. Essa dinâmica então é percebida pelo parceiro ou parceira, mesmo que indiretamente, e eis que a dança pode começar.

Oferecimento: Prudence Ice

 

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Fábio Rodrigues

Designer, desenhista, professor de estética, guitarrista e baixista na banda Vacine, coordenador no CEBB Joinville e na Cabana PdH. Facebook e Instagram.


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  • Ju

    Artigo bem interessante, mas meio contraditório em relação ao produto anunciado, não?

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Ju,

      Mesmo se fosse contraditório, é assim que produzimos conteúdo apoiado no PapodeHomem: de modo livre, sem amarras. As empresas e marcas apenas APOIAM o conteúdo que já oferecemos aqui, diariamente. Um publieditorial é produzido como qualquer outro, entende? Só muda o bloco de oferecimento ao fim.

      Ou você deseja que a gente produza conteúdo maculado, vendido, comprado, não vindo das falas autênticas de nossos autores?

      No entanto, esse texto está longe de ser contraditório. Você o leu atentamente? A ideia é justamente desvelar a base do sexo, mostrar como o supervalorizamos e, ironicamente, melhorar sua qualidade durante o processo. É justamente porque supervalorizamos o sexo que temos tantos problemas.

      O que me diz?

      Abraço.

      • Juliane_2

        Gitti,

        Gostaria de saber em qual vitrine desta vida, neste presente século encontro homens que “pensem” tanto quanto você.

        Definitivamente,
        Sem mais.

  • Juniorandradesp

    first page. o/

    penso assim, dessa forma quase similar a sua fabio, pq na minha humilde opnião desejo e vontade de obter alguém. vem dá falta de conhecimento do msm. o que te leva ao misterio, a curiosidade ao desejo de ver como funciona; saber como ela é oq faz.

    uma boa base para sustentar relacionamento: dá certo cmg, e foram varias vezes

    esconda se dela, suas coisas pessoais sua vida pessoal procure não mostrar interesse em saber e perseguir a garota, msm querendo e tentandoo sem q ela preceba.

    se for conversar evite falar de vc procure mais envove-la no dialogo tipo: – peça para ela contar coisas dela, quando ela perg das suas desvie e procure estrategias para dribla la com outros temas q n seja vc.
    e isso sem deixar de ser interessante.rsrs

    ela sempre vai querer ficar com vc, o pq ? ela quer mais e mais. te descobrir ate o ponto q fugir do controle dela e começa a gosta do cara.

    quanto ao sexo, relacionamento n é só isso. U_U

    pelo contrario as vezes e maioria delas o q estraga destroi um relacionamento é o sexo.

    nada mais broxante que alguém que acha q sabe fazer e tals e n sabe, ou n faz do jeito q ela quer ou gosta.

    outra, a relação se aprofunda bastante ao ponto de ver os podres uns dos outros.

    e pior descobre onde vc mora se leva la por lá, fica sabendo oq vc faz.

    dai se vc naun é interessante q eu to para descobrir como agradar uma mulher (dificil)

    ela logo vai cansar e ver q é só aquilo q o cara tem a oferecer e vai pula do barco.

    botaddaaaa em vooc.

    dai é correr po abraçs…..game over!!!  hehehe.

    fica a dica:. misterio, segredos curiosidade são otimas armas a serem usadas quando o assunto é conquistar uma mulher.

    nada pior q começar um jogo sabendo o resultado final. (pra mim n tem graça)

  • http://www.facebook.com/valsortiz Valquíria Sampaio Ortiz

    O fato da marca apoiar um artigo como esse, que de modo simplista diz
    que o sexo não é importante, só sobe no meu conceito, e muito!

    Mas é claro que não tem nada de simples neste artigo. A beleza dele é
    justamente confrontar aquilo quese tem como certeza, principalmente para
    os homens. Acredito que os homens tem esse sentimento mais arraigado
    que a mulher. Para o homem, o sexo; para a mulher, o amor.

    Não que não devamos acreditar no amor, mas se pararmos pra pensar, nem
    todas nossas relações são baseadas no amor, e isso não significa que
    elas não funcionam. Pelo contrário, é mais fácil manter qualquer outro
    tipo de relação que não seja amorosa! ;)

    Não sei se faz sentido pra vocês, em todo caso, é uma mostra da minha
    linha de pensamento que surgiu com este artigo. Muito reflexivo para uma
    manhã de segunda pós-folga! hahahaha

    No mais, parabéns Fábio pelo artigo!!! Vais provocar bastante discussões e muuuitas reflexões!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti
      • http://www.facebook.com/valsortiz Valquíria Sampaio Ortiz

        Gustavo, esse teus textos são a cereja do bolo! Eu já havia lido há um bom tempo atrás, e foi um prazer reler. É bom observar as mudanças de pensamento de 2007 pra cá, e melhor ainda é ler os comentários, como sempre.
        Aliás, lendo os comentários, qual não foi a minha surpresa em ver um comentário que fiz. Bem interessante analisar como a gente muda bastante (espero que pra melhor) em 4 anos; e perceber que ainda vai mudar muuuito!

        Valeu pela sessão remember! ;-)

      • http://www.facebook.com/valsortiz Valquíria Sampaio Ortiz

        Gustavo, esse teus textos são a cereja do bolo! Eu já havia lido há um bom tempo atrás, e foi um prazer reler. É bom observar as mudanças de pensamento de 2007 pra cá, e melhor ainda é ler os comentários, como sempre.
        Aliás, lendo os comentários, qual não foi a minha surpresa em ver um comentário que fiz. Bem interessante analisar como a gente muda bastante (espero que pra melhor) em 4 anos; e perceber que ainda vai mudar muuuito!

        Valeu pela sessão remember! ;-)

  • http://www.facebook.com/valsortiz Valquíria Sampaio Ortiz

    O fato da marca apoiar um artigo como esse, que de modo simplista diz
    que o sexo não é importante, só sobe no meu conceito, e muito!

    Mas é claro que não tem nada de simples neste artigo. A beleza dele é
    justamente confrontar aquilo quese tem como certeza, principalmente para
    os homens. Acredito que os homens tem esse sentimento mais arraigado
    que a mulher. Para o homem, o sexo; para a mulher, o amor.

    Não que não devamos acreditar no amor, mas se pararmos pra pensar, nem
    todas nossas relações são baseadas no amor, e isso não significa que
    elas não funcionam. Pelo contrário, é mais fácil manter qualquer outro
    tipo de relação que não seja amorosa! ;)

    Não sei se faz sentido pra vocês, em todo caso, é uma mostra da minha
    linha de pensamento que surgiu com este artigo. Muito reflexivo para uma
    manhã de segunda pós-folga! hahahaha

    No mais, parabéns Fábio pelo artigo!!! Vais provocar bastante discussões e muuuitas reflexões!

  • http://www.facebook.com/valsortiz Valquíria Sampaio Ortiz

    O fato da marca apoiar um artigo como esse, que de modo simplista diz
    que o sexo não é importante, só sobe no meu conceito, e muito!

    Mas é claro que não tem nada de simples neste artigo. A beleza dele é
    justamente confrontar aquilo quese tem como certeza, principalmente para
    os homens. Acredito que os homens tem esse sentimento mais arraigado
    que a mulher. Para o homem, o sexo; para a mulher, o amor.

    Não que não devamos acreditar no amor, mas se pararmos pra pensar, nem
    todas nossas relações são baseadas no amor, e isso não significa que
    elas não funcionam. Pelo contrário, é mais fácil manter qualquer outro
    tipo de relação que não seja amorosa! ;)

    Não sei se faz sentido pra vocês, em todo caso, é uma mostra da minha
    linha de pensamento que surgiu com este artigo. Muito reflexivo para uma
    manhã de segunda pós-folga! hahahaha

    No mais, parabéns Fábio pelo artigo!!! Vais provocar bastante discussões e muuuitas reflexões!

  • http://www.facebook.com/people/Rosana-Rogeri/100000284466237 Rosana Rogeri

    O que eu tenho considerado mais fantástico nesses post da prudence é o trabalho literário mesmo. Essa coisa do esfria sempre presente e de uma forma quase poética, ou totalmente poética. Textos muito bons!!

    • Anônimo

      Obrigado, Rosana! Estamos fazendo esses textos com a Prudence com muito carinho. Todos os textos eu gostei muito mesmo. Ótimo tema e ótimas visões sobre o assunto =D

  • http://www.kuro-obi.com.br Alberto Brandão

    Eu de fato não concordo com grande parte do texto.

    Acredito que o papel de um buscar e o outro ser buscado não define o sucesso de um relacionamento, como também pode determinar um grande fracasso. Uma postura desse formato acaba gerando determinado rancor por parte de quem busca. Todo mundo precisa ser buscado alguma hora.

    Gosto mais do modelo onde ambos buscam. Uma forma mútua de lidar com a necessidade individual de atenção e carência que em algum momento as duas partes vão ter de fazer os dois papeis, de quem busca e de quem quer ser buscado. Um modelo em que ninguém é mais importante, mas que ningué quer perder o outro.

    A falta do sexo faz até determinado sentido, porém quando o sexo esfria, para ambas as partes isso reflete diferente, os dois não esfriam da mesma forma. Um dos lados tende a se sentir insatisfeito, e o outro impossibilitado de retribuir o que o parceiro “tanto precisa”, mesmo que exista compreensão do lado que não tem o que quer, o outro se sente frustrado por não atender aos desejos do outro da mesma forma.

    O que acredito sim, é que o dialogo e cumpicidade consigam neutralizar os males do “esfriamento” e nivelar os desejos, seja ele menor ou maior. Sexo não é de fato vital para um relacionamento, mas desde que ambas as partes se sintam assim, caso o contrario vai sempre existir insatisfação de algum dos lados.

    Desculpem qualquer erro, postado do celular..

    • http://www.facebook.com/iodris Fabio Rodrigues

      Fala, Alberto,

      Algumas coisas pra comentar:

      - (Só pra explicar o item seguinte: não entendo que um relacionamento de sucesso seja um relacionamento que se sustente por um longo tempo. Penso que há sucesso quando a relação ofereça causas e condições para maior felicidade do que aflições para o casal e para as pessoas ao redor. Independente do tempo que dure essa relação.)

      - Eu também não acredito que isso, apenas, seja suficiente pra que o relacionamento tenha esse sucesso. A coisa toda é bem mais complexa.

      - Também acho que esse papel é assumido pelos dois em alguma medida, e as vezes mais por um do que por outro. (Você leu o texto inteiro…?)

      - Penso que o rancor só brota quando a pessoa sente que “buscar” é um
      trabalho penoso, um esforço que deve ter uma solução, em vez de algo que
      faz parte da dinâmica toda e que não precisa ter uma solução necessariamente.

      - Sobre o diálogo ser uma boa forma de resolver os problemas de relacionamento, particularmente eu não acredito muito nisso. Acho que é um meio hábil bem ineficiente. O Gitti falou um pouco sobre isso aqui: http://nao2nao1.com.br/conversar-discutir-e-melhorar-a-comunicacao-e-realmente-o-segredo-de-um-bom-relacionamento/

      O que acha?

      Abs! ;-)

      • http://www.kuro-obi.com.br Alberto Brandão

        Também não acho que pra definir sucesso um relacionamento deve durar para sempre. Mas se tenho um bom relacionamento, nada mais natural que eu não queira que ele acabe, assim como se a outra parte entende dessa forma, não vai querer se separar também.

        Mas texto do Gitti não tira a importância de um bom dialogo, ele apenas mostra o “tato” que se deve ter para o dialogo não virar uma briga. Para mim o ponto alto de qualquer relação é quando os dois conseguem conversar sobre qualquer assunto, inclusive problemas conjugais como se estivessem falando do último episodio de “How I Met Your Mother”, sem que sejam agressões, e que apesar de serem problemas, deixar o carinho e o amor sempre acima das diferenças a serem discutidas.

        Mas é uma boa discussão, o tema é mega extenso e da muito pano pra manga!

        Abraços!

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        “Mas texto do Gitti não tira a importância de um bom dialogo, ele apenas mostra o “tato” que se deve ter para o dialogo não virar uma briga.”

        Não, Alberto, não. hahaha

        O texto é uma crítica à própria noção de “bom diálogo” como algo que resolve alguma coisa. Uma crítica às noções de sinceridade e afins.

        Mas também vejo que ter espaço para QUALQUER conversa é algo muito bom e desejável.

        Abração!

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        “Mas texto do Gitti não tira a importância de um bom dialogo, ele apenas mostra o “tato” que se deve ter para o dialogo não virar uma briga.”

        Não, Alberto, não. hahaha

        O texto é uma crítica à própria noção de “bom diálogo” como algo que resolve alguma coisa. Uma crítica às noções de sinceridade e afins.

        Mas também vejo que ter espaço para QUALQUER conversa é algo muito bom e desejável.

        Abração!

  • Freelancer

    Cool!

    Ja concordo com essas idéias há tempos.
    A sabedoria popular ja faz alusão a esse conteúdo:
    “O importante é a escalada e não ficar no topo da montanha”

    • Anônimo

      Mas quando chegamos ao topo, o que fazer?

      • Freelancer

        Esqueça o seu cantil de proposito desça para buscá-lo e comece tudo de novo!

  • Freelancer

    Cool!

    Ja concordo com essas idéias há tempos.
    A sabedoria popular ja faz alusão a esse conteúdo:
    “O importante é a escalada e não ficar no topo da montanha”

  • http://donluidi.wordpress.com don luidi

    Muito bom mesmo!!! Uma relação madura, sim, terá sexo muito bom, mas acima disto, terá carinho e outras inúmeras formas de dar prazer, aquela viagem, aquela massagem, brincadeiras, passeios. Em suma, os casais que após a queda do desejo sexual permanecem juntos são aqueles que realmente amam o outro, que construíram uma história de prazer e de VIDA.

  • Anônimo

    Pois é. E é engraçado ver como as pessoas (claro que me incluo na lista) se martirizam por esses momentos de ‘falta de fogo’. Como, muitas vezes achamos que levamos a coisa com a barriga, algo que se torna a verdade absoluta com o passar do tempo. Rola uma ditadura da felicidade absurda.

    Esse texto evidencia justamente a necessidade de desapego a essa ditadura =]

  • http://twitter.com/_Croco Adriano C.

    O mais legal de tudo isso é que iremos ler o texto, absorver alguns conceitos e adquirir a consciência de onde estarão os erros (na falta de mistério, supervalorização de certas coisas, apego, carência), e, mesmo assim, iremos errar feio. :)

    Engraçado que fica difícil mantermos essa tensão marota depois de um relacionamento longo (meu caso). De qualquer forma, tento não me preocupar muito com isso e seguir vivendo. Se for para errar, ao menos irei aprender algo (eu espero).

    E outra, se for para ficar evitando sofrer acaba se sofrendo mais mesmo ahahahah

    Ótimo post. 

    • http://www.facebook.com/iodris Fabio Rodrigues

      “O mais legal de tudo isso é que iremos ler o texto, absorver alguns
      conceitos e adquirir a consciência de onde estarão os erros (na falta de
      mistério, supervalorização de certas coisas, apego, carência), e, mesmo
      assim, iremos errar feio. :)”

      É verdade, Adriano. Perceber a coisa toda rolando, de fato, claramente, já é algo bem raro e trabalhoso. E mesmo assim me parece que o verdadeiro trabalho vai começar só depois disso, quando sacamos que as aflições continuam brotando do mesmo jeito. É como se um mágico fajuta fizesse o mesmo truque barato na nossa frente, vez após vez, e nós sempre caíssemos de novo. Long way to go ;-)

    • http://www.facebook.com/iodris Fabio Rodrigues

      “O mais legal de tudo isso é que iremos ler o texto, absorver alguns
      conceitos e adquirir a consciência de onde estarão os erros (na falta de
      mistério, supervalorização de certas coisas, apego, carência), e, mesmo
      assim, iremos errar feio. :)”

      É verdade, Adriano. Perceber a coisa toda rolando, de fato, claramente, já é algo bem raro e trabalhoso. E mesmo assim me parece que o verdadeiro trabalho vai começar só depois disso, quando sacamos que as aflições continuam brotando do mesmo jeito. É como se um mágico fajuta fizesse o mesmo truque barato na nossa frente, vez após vez, e nós sempre caíssemos de novo. Long way to go ;-)

  • João Vitor Schulte

    Vou precisar reler esse texto mais uma(s) vez(es) realmente é um pensamento bem contrario ao que eu sempre vi como verdade, então faço questão de entender melhor esse outro ponto de vista proposto pelo autor. Parabéns pelo texto Fábio!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      O que sempre você viu como verdade, João?

      • João Vitor Schulte

        Pra mim o sexo sempre foi mais de 80% de um relacionamento, se o sexo não “combina/encaixa” o relacionamento não tem o combustível suficiente pra seguir em frente com isso a relação vai esfriando e esfriando até que decida ir cada um pro seu lado, mas isso claro sem deixar de contar que outros fatores também influenciam esse “bem estar” na cama fazendo disso sempre o ciclo vicioso que o Fábio citou no texto!

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        João, se sexo fosse 80% de uma relação, mesmo, pra valer, poderíamos ficar com qualquer gostosa que fodesse bem. E isso está longe de ser verdade. Há todo um lance de construção, de sonhos, de histórias, de direcionamento na vida.

        E mesmo o sexo, como o texto deixa claro, manifesta outra dinâmica mais fundamental que, essa sim, sustenta a relação.

      • João Vitor Schulte

        Respondendo aqui por que acabou a opção ali embaixo:
        Com certeza esse é um ponto de vista que vale muito a pena refletir, afinal estamos aqui pra isso mesmo, enxergar coisas novas pensar sobre elas e tirar tudo de bom que pudermos das atitudes, ou simples visões de outras pessoas, os exemplos estão aí parar serem analisados e de certa forma ajudarem com que nos tornemos pessoas melhores(inclusive para nós mesmos).

      • João Vitor Schulte

        Respondendo aqui por que acabou a opção ali embaixo:
        Com certeza esse é um ponto de vista que vale muito a pena refletir, afinal estamos aqui pra isso mesmo, enxergar coisas novas pensar sobre elas e tirar tudo de bom que pudermos das atitudes, ou simples visões de outras pessoas, os exemplos estão aí parar serem analisados e de certa forma ajudarem com que nos tornemos pessoas melhores(inclusive para nós mesmos).

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=697743219 Alex Castro

    mais um texto para a serie: motivos pelos quais me ufano de trabalhar no papo de homem. lindo, lindo, lindo.

  • Anônimo

    “Se ele se movimenta de modo positivo, se tem brilho nos olhos, se enriquece a vida dos outros, se anda no mundo com uma visão ampla. Se ela está sempre em desenvolvimento, cada vez mais inteligente, radiante e livre, se dança pelo mundo, se também tem brilho nos olhos e sentido na vida. É isso o que livra o casal da apatia: a energia que eles movimentam por si só, sem o apoio do outro. É essa a energia que eles trazem para a relação, que se multiplica quando vira “Nós”.”
    Depois desta sentença acima, fica difícil complementar qualquer coisa pois ela é exata. 

    O texto esta certo ao dizer que sexo não é essencial para um relacionamento e só vamos perceber isso com o tempo de convívio, tanto porque no inicio tudo é fogo. Mas é uma maturação gradativa que nos leva a perceber isso, exige-se nesse ponto uma inteligência emocional muito forte pra deixar de lado certos dogmas ( como por exemplo a ideia de que o homem tem que ser sempre uma máquina de sexo pronta a satisfazer a mulher a qualquer momento) e ai que descobrimos o outro lado do amor, aquele que é temperado com as brincadeiras, a redescoberta do namoro, essa coisa toda que o Gutti disse acima nesse ensinamento.
    Claro, eu não acho que com isso devamos esquecer do sexo, deixar de trata-lo com cuidado, mas vamos percebendo que ele é complemento não o todo, é maravilhoso isso, sabe quando notamos, pois ai há um mundo fodástico pra ser conquistado ao lado da sua mulher.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Achei o texto ótimo, bem escrito, bem desenvolvido. Ainda que não concorde com o ponto de vista de algumas partes dele.

    Concordo que hoje existe uma super-valorização do sexo. Novelas, filmes, propaganda vendem essa ideia de que relacionamento bom é a paixão arrebatadora, sexo 3 vezes por dia etc, encantamento perpétuo. E isso é um tanto ilusório. Paixão é fogo que se consome rápido, e daqui a pouco deixa as pessoas se perguntando como algo que era tão intenso, tão incrível… acabou. Acontece que se for só uma paixão, é sempre crônica de uma morte anunciada. Para ter continuidade é preciso saber ir além disso. 

    Hoje acredito mais no que costumam chamar de “amor maduro”. Mais tranquilo, mais desprovido de idealizações, mais capaz de intimidade, de companheirismo, de lidar com defeitos, chatices, banalidades cotidianas. 

    Mas acho que o sexo é fundamental em um relacionamento amoroso sim. Por que eu namoraria ou me casaria com alguém com quem não gostasse de transar? Isso para mim é um amigo, e só. De um companheiro eu espero o amigo, sim, mas também o amante. O que não se traduz em quantidade, mas em qualidade. Ou seja, sei que depois de um tempo de relacionamento as coisas esfriam mesmo. O tal do sexo 3 vezes por dia não dura para sempre. Mas e daí? Não é isso que diz se o lado sexual do casal está indo bem ou não. Mas de alguma forma ele tem de ir bem, em qualidade. Se eu deixo de desejar uma pessoa, sei que é hora de terminar um relacionamento, e manter um amigo.

    O tesão tem várias formas. Posso ter tesão por um homem gostoso que vejo passar na rua… como posso ter tesão por um sujeito careca e barrigudo com quem eu tenha envolvimento emocional, intimidade, cumplicidade. A diferença é só que o primeiro tesão, se levado às “vias de fato”, provavelmente acabará depois de algumas sessões de sexo. Já o segundo durará bem mais… 

    • Anônimo

      Você tocou em um ponto importante… a super valorização do sexo, o que acho até mesmo doentia hoje em dia. 
      Isso está até criando problemas no relacionamento, desgastando porque como a Deb disse é ilusorio, o que vendem nas novelas e revistas não é real. Sou até meio radical, acho novelas nocivas a saúde :).

    • http://www.facebook.com/killersandro Sandro Guedes de Souza

      Eu ia escrever algo bem nessa linha, mas você foi mais rápida heheeh

      Eu sempre segui um padrão sobre vida sexual em relacionamentos que se resume em ter sexo regular intenso e frequente no começo. Bem naquela do “3x por dia”. Essa frequência serve de “treino” para que eu e minha companheira possamos desenvolver um grande aprendizado sobre o outro, possibilitando o mesmo nível de satisfação com menos frequência, dali a um tempo.

      Nunca cheguei ao ponto onde as coisas realmente esfriam, pois minhas relações sempre acabaram por “motivos de força maior” e não por “acabar o sentimento/desejo” (chama-se “azardocaralho”), mas muito me leva a crer que continuar seguindo nesta direção será, no mínimo, interessante.

  • http://www.facebook.com/iodris Fabio Rodrigues

    “Já deram algumas dicas de “sexo sem paixão” rsrs,,, nas daria um post
    exclusivo, ou até varios textos. Deixo aqui o desafio a Gitti eFabio.”

    Pô, verdade… Daria uma BELA série de posts. Já temos bastante conteúdo sobre isso na Cabana. Acho que seria só questão de nos organizarmos ;-)

  • http://www.facebook.com/borgesramos Bruno Borges Ramos

    Depois pretendo entrar na discissão, mas só pra deixar registrado.
    Abri a página pensando ler algum bom texto. Acabei lendo as observações mais sinceras e completas sobre a relação homem/mulher.
    As relações seriam melhores se todos parassem pra refletir sobre o motivo de tê-las.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Gente… pergunta nada a ver com o texto… Já tem uns dois dias que estou com algum problema com o DISQUS e queria saber se mais alguém está observando a mesma coisa. O meu número de “curtiram recebido” aqui em cima vai aumentando mas os “curti” não são aparecem nos meus comentários recentes. Dos últimos 15, 20, que vi que recebi, só uns 3 ou 4 apareceram, então fico sem saber a que opinião eles se referiam, o que é chato… O que pode ser isso? Obrigada!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Deb, vamos perguntar para eles e para o Gus Fune. Também não sabemos.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Deb, vamos perguntar para eles e para o Gus Fune. Também não sabemos.

      • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

        Muito obrigada, Gitti. Estranho, né?

  • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

    Texto muito bom.
    Assunto visto na Cabana também, se não me engano.

    Cada vez que leio entendo um pouco mais.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Paulo, boa parte desse texto é um resumo de alguns papos na Cabana. Na verdade, vamos preparar uma versão mais longa e detalhada para publicar na Cabana.

      Abração!

  • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

    Texto muito bom.
    Assunto visto na Cabana também, se não me engano.

    Cada vez que leio entendo um pouco mais.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Francine,

    O texto deixa claro que o papel de caçador não é do homem e que ambos se alternam. Aliás, o Fabio escreve com muito mais cuidado do que eu (que uso “masculino” para esse papel, algo que restringe e tenho sempre de explicar que mulheres também podem ser masculinas nesse sentido).

    No entanto, e esse é um ponto que eu vou levantar no debate sobre machismo, a maioria das mulheres fica satisfeita e se sente feliz quando se posiciona de modo mais feminino em uma relação. Ou melhor, na posição de entrega, rendição. E a maioria dos homens fica satisfeita com a ação de atravessar, penetrar, pegar.

    Constatar isso não é machismo. Por outro lado, eu vejo essa dinâmica (positiva) uma das causas das dinâmicas negativas que inferiorizam, restringem e condicionam as mulheres.

    Meu próximo texto será sobre isso.

    Abração!

    • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

      you get the point.

      A pergunta é, qual o limite, qual o ponto onde jogar a responsabilidade em cima do homem, neutraliza a mulher, fazendo-a cair no “ciclo machista” e dependência do homem?

      Até que ponto pode a mulher lidar com a idéia de que aquele cara que está ali hoje pode sumir por conta própria? Sem rotular ele de infantil, inseguro, adolescente crescido e.t.c?

    • Anônimo

      O chato ( eu eu me frusto com isso) é que algumas mulheres enxergam inferiorização (existe essa palavra?) em tudo, quando na verdade é só a predominância das características masculino/feminino. Os homens tem sim essa necessidade de estar caçando, abordando, cercando e as mulheres teem o perfil de serem seduzidas e arrebatadas, que mau há nisso? Onde isso quer dizer que um é inferior ou outro.

      Mania de ver machismo em tudo!

      • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

        Olha, Marcio… acho que tem mais coisas aí. Tudo bem, eu não teria essa postura de caçar, abordar, cercar. Acho chato. Mas gosto tanto de ser seduzida como de seduzir. E aí, como faz? rss

      • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

        Olha, Marcio… acho que tem mais coisas aí. Tudo bem, eu não teria essa postura de caçar, abordar, cercar. Acho chato. Mas gosto tanto de ser seduzida como de seduzir. E aí, como faz? rss

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    O fato de dar muito trabalho não significa nada. Ter um filho dá muito trabalho. E daí? Qualquer coisa dá trabalho. ;-)

  • Anônimo

    Fantástico.

    Excelente texto! Sintetiza muita coisa importante e o que acho melhor: o questionamento. Por quê X tem que ser a coisa mais importante no relacionamento? Onde X possa ser sexo, paixão, viagens, etc.

    O fato é que a maioria das pessoas está presa a modelos de felicidade, vendidos, principalmente, pelas novelas, seriados e a imprensa marrom. E isso inclui os relacionamentos. As meninas sonham em achar homens como o galã da novela, os rapazes, em comer uma mulher como a atriz gostosa da novela (ou a própria).

    E isso aí é uma loucura… buscamos uma felicidade alheia, ao invés de criar a nossa própria felicidade. Eu acho que tudo é uma questão de postura! Postura de entender e buscar que o que funciona para um, não funciona para outros!!

  • Anônimo

    Fantástico.

    Excelente texto! Sintetiza muita coisa importante e o que acho melhor: o questionamento. Por quê X tem que ser a coisa mais importante no relacionamento? Onde X possa ser sexo, paixão, viagens, etc.

    O fato é que a maioria das pessoas está presa a modelos de felicidade, vendidos, principalmente, pelas novelas, seriados e a imprensa marrom. E isso inclui os relacionamentos. As meninas sonham em achar homens como o galã da novela, os rapazes, em comer uma mulher como a atriz gostosa da novela (ou a própria).

    E isso aí é uma loucura… buscamos uma felicidade alheia, ao invés de criar a nossa própria felicidade. Eu acho que tudo é uma questão de postura! Postura de entender e buscar que o que funciona para um, não funciona para outros!!

  • http://www.hynd.com.br/ Jorge Maluf

    Acho difícil colocar tudo como uma verdade absoluta. Esse tipo de assunto não é uma fórmula que se aplica a todos, pode ser que nem a maioria. Pode ser que as pesquisas mostrem algo, mas na hora H é diferente porque as pessoas mentem e omitem quase sempre quando é em relação ao seu íntimo.

    O ponto é que dizer que da pra se comer mulher sem toca-la; ou que sexo não é essencial para um relacionamento; ou dizer que o tesão vem disso ou aquilo… Quem realmente sabe? NINGUÉM SABE DE NADA, seria a resposta para essas afirmações (resposta para afirmações, uhnn). Todo mundo pode filosofar sobre isso ou aquilo, criar teorias, dizer que consegue fazer uma mulher gozar só olhando pra ela ou que para manter o fogo acesso é necessário X coisa. Como se fosse tudo fosse uma fórmula mundial.

    O único ponto verdadeiro disso é o vídeo do filtro solar ( http://www.youtube.com/watch?v=2UhdFtjhsp8 ). O único conselho que alguém pode dar para outra pessoa é usar o filtro solar para não se foder no futuro, o resto não passa da própria experiência de vida.

    Pessoas são diferentes. Culturas diferentes, pontos do planeta diferentes, criação diferentes, astros diferentes, sangue diferente… Esse texto não se aplica a nada, mas sim, e unicamente, a grande massa de quem não sai da frente do computador e nnao tem as próprias experiências.

    Um abraço.

    PS: Não tiro créditos NENHUM do autor. Está ótimo e tem coisas que me iluminaram muito nessas linhas, mas ao todo creio que não seria necessário uma discussão dessas. :)

  • http://www.hynd.com.br/ Jorge Maluf

    Acho difícil colocar tudo como uma verdade absoluta. Esse tipo de assunto não é uma fórmula que se aplica a todos, pode ser que nem a maioria. Pode ser que as pesquisas mostrem algo, mas na hora H é diferente porque as pessoas mentem e omitem quase sempre quando é em relação ao seu íntimo.

    O ponto é que dizer que da pra se comer mulher sem toca-la; ou que sexo não é essencial para um relacionamento; ou dizer que o tesão vem disso ou aquilo… Quem realmente sabe? NINGUÉM SABE DE NADA, seria a resposta para essas afirmações (resposta para afirmações, uhnn). Todo mundo pode filosofar sobre isso ou aquilo, criar teorias, dizer que consegue fazer uma mulher gozar só olhando pra ela ou que para manter o fogo acesso é necessário X coisa. Como se fosse tudo fosse uma fórmula mundial.

    O único ponto verdadeiro disso é o vídeo do filtro solar ( http://www.youtube.com/watch?v=2UhdFtjhsp8 ). O único conselho que alguém pode dar para outra pessoa é usar o filtro solar para não se foder no futuro, o resto não passa da própria experiência de vida.

    Pessoas são diferentes. Culturas diferentes, pontos do planeta diferentes, criação diferentes, astros diferentes, sangue diferente… Esse texto não se aplica a nada, mas sim, e unicamente, a grande massa de quem não sai da frente do computador e nnao tem as próprias experiências.

    Um abraço.

    PS: Não tiro créditos NENHUM do autor. Está ótimo e tem coisas que me iluminaram muito nessas linhas, mas ao todo creio que não seria necessário uma discussão dessas. :)

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Maluf,

      Se há padrões, por que não apontá-los?

      Trepe e converse com 50 mulheres e veja como a maioria vai se posicionar de modo muito semelhante. Quanto mais fundo você for, mais parecidas elas serão. Quase todas vão pirar na posição de entrega.

      O relativismo é só mais uma visão relativa, cara. Seu comentário também não se aplica a quase nada. ahahaha

      Abração!

      • http://www.hynd.com.br/ Jorge Maluf

        Sim, mas nessa posição de entrega que você fala é o ápice da linha que separa o nosso racional do nosso animal. Tudo que envolve instinto animal a flor da pele – hora do sexo, fome extrema, raiva etc… Não da pra ser levado em consideração porque é algo que está dentro de todos. O racional e toda a nossa experiência de vida nos diz como controlar essa parte animal.

        Lógico que depois do sexo a maioria das mulheres vai ter quase a mesma posição, por mais que seja contra o seu racional. Mas isso é unicamente porque ela acabou de liberar a besta do sexo de dentro de si. Aí com o decorrer que o tempo vai passando ela vai voltando mais para o que acredita ser “normal” e “aceitavel” para o mundo não animal.

        O texto desse post diz sobre pessoas e modos de agir racionamelnte para coisas irracionais / animais. Por isso é quase nulo algumas ideias.

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        “Aí com o decorrer que o tempo vai passando ela vai voltando mais para o que acredita ser “normal” e “aceitavel” para o mundo não animal.”
        Pelo contrário, cara, o que vejo em mulheres felizes e inteligentes é justamente o oposto: uma liberação ainda maior de desejos, instintos e impulsos, aprofundando ainda mais os relacionamentos.

        Lidar com isso tudo é essencial. A visão de que textos desse tipo são desnecessários me faz pensar que eles são ainda mais necessários para ajudar os homens a ativar essa potência e a não olhar para os desejos livres das mulheres de modo negativo, como se a vontade de ser dominada, subjugada, atravessada, penetrada fosse algo negativo. Ou como se fosse errado assumirmos a posição de dominadores, pau na mesa, condutores, no sexo e muitas vezes na relação como um todo.

        De fato, é essa a causa de boa parte das reclamações femininas que recebo quase diariamente: os homens estão explorando muito pouco essa posição masculina e por isso impedem que as mulheres explorem e sejam felizes na condição de entrega e rendição.

        Abraço!

  • Cesar Nic

    Acho que podemos fazer uma analogia em como nos relacionamos com o mundo e com nossos conjugues, no momento que paramos de nos excitar com a vida, sendo curiosos, nós paramos de viver(vide frase já citada aqui no pdh “Se você acha que já sabe bastante e está em paz com seu lugar no mundo, então, parabéns. Você está oficialmente morto.”). Concordo que a base do relacionamento está no mistério, tanto que acredito que a sensualidade venha disso, mas discordo que devemos deixar isso inalcançável(até porque nem todos somos adeptos do voyeurismo e derivados). Nós só buscamos porque sabemos do sentimento bom que é descobrir, de consumar, e ,como já citado aqui nos comentários, sobre o que fazer quando completamos a escalada e chegamos ao topo, a resposta é começar novamente, é essa renovação de desejos e diversificação dos mesmos que enriquece a relação. 

  • Cesar Nic

    Acho que podemos fazer uma analogia em como nos relacionamos com o mundo e com nossos conjugues, no momento que paramos de nos excitar com a vida, sendo curiosos, nós paramos de viver(vide frase já citada aqui no pdh “Se você acha que já sabe bastante e está em paz com seu lugar no mundo, então, parabéns. Você está oficialmente morto.”). Concordo que a base do relacionamento está no mistério, tanto que acredito que a sensualidade venha disso, mas discordo que devemos deixar isso inalcançável(até porque nem todos somos adeptos do voyeurismo e derivados). Nós só buscamos porque sabemos do sentimento bom que é descobrir, de consumar, e ,como já citado aqui nos comentários, sobre o que fazer quando completamos a escalada e chegamos ao topo, a resposta é começar novamente, é essa renovação de desejos e diversificação dos mesmos que enriquece a relação. 

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Quais erros, viu, Renan?

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Quais erros, viu, Renan?

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Para mim essa leitura não é ao avesso. O texto todo fala exatamente disso.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    É um assunto que tem me intrigado até, mudei de opinião vamos dizer assim.

    Parece que a idéia do homem que não é obrigado a ser caçador, provedor ou responsável por qualquer coisa, seja socialmente ou individualmente incomoda, e gosto de coisas que incomodam. Por isso estou começando a curtir a idéia do “novo homem” e revendo algumas idéias, hehe.

    Parece-me que a idéia do homem não assumir nenhuma responsabilidade incomoda seriamente as mulheres, mesmos as mais feministas, noto que hoje a moda é reclamar da falta do “velho homem”. 

    Eu particularmente, como não idealizo tipos, quero ver aonde vai dar um mundo cheio de “Tyler Durden”‘s, eu aposto minhas fichas no retorno de minarquias em detrimento dos grandes estados e contrariando a tendência do “governo mundial”.

    A primeira tendência, observável a olho nu, é o abandono, por parte dos homens, do caminho tradicional de elevação social, o velho escola-faculdade-emprego público ou em multinacional, e vão indo apostando em pequenos negócios, mas muito lucrativos e menos impostos é claro.

    A segunda tendência, mas pouco observável e mais dificil de ser analisada é o ressurgimento de  “associações” seja coisas “secretas” ao estilo maçonaria, grupos politicos abertos, ou mesmo coisas sofisticadas como a Cabana daqui. Homens que se unem e vão direto ao ponto de seus problemas em comum. Não precisam da política, da sociedade, não choram para o governo, não pedem nada a ninguém. Esses são os clubes da luta da vida real.

    Ou a sociedade se adequa ao homem, ou o homem dá as costas para ela.

  • Lucas S

    Então, o disqus tá realmente estranho aqui e reformatou completamente meu post…

    • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

      E o DISQUS  continua roubando os meus curtidos recebidos. Desapareceu com 4 hoje. Acho que eles devem estar bêbados ou esfomeados por lá.

    • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

      E o DISQUS  continua roubando os meus curtidos recebidos. Desapareceu com 4 hoje. Acho que eles devem estar bêbados ou esfomeados por lá.

      • Anônimo

        Deb em resposta lá em cima. 

        Ai você faz o que gosta, não to dizendo que exclusivamente o homem tem que cercar, abordar e caçar, disse que isso prevalesse em homens, mas parece que dizer isso hoje em dia dar atestado de machista.

  • Rodrigo

    Ótimo texto, gosto muito desse pensamento da “caça” em uma relação.
    e só no papo de homem podemos ver um texto assim(tanto pelo tema quanto pela qualidade) sendo patrocinado por uma marca de preservativos!

  • Arsteppenwolf

    Passei o texto inteiro procurando nas entrelinhas uma frase curta que simplesmente me dissesse o que fazer… Nós somos mesmo um bando de fodidos!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      É assim que passamos a vida também.

    • Vitor de Souza

      “Passei o texto inteiro procurando nas entrelinhas uma frase curta que simplesmente me dissesse o que fazer… ”
      Ai é que ta o problema não só dos relacionamentos,mais da sociedade moderna atual também.Porque as pessoas sempre querem fórmulas?
      Hoje em dia as pessoas são muito acomodadas e preguiçosas é como uma pessoa disse no comentário lá encima as pessoas procuram a felicidade alheia e não o que realmente te faz feliz,esperando aprovação de terceiros.Pois as mesmas tem preguiça de lutar até contra a opinião de uma maioria para defender o que te faz feliz,então é mais confortavel você seguir regras pré-estabelecidas para as pessoas não te aportunarem e evitar que você entre em uma “guerra”.
      Adorei o texto ele faz você pensar o que é melhor para você,não é tipo daquele texto das “10 tipos de coisas”, não que eu ache valida essa ideia acho até interessante da para tirar sim,alguma coisa de util desse tipo de texto por que ele normalmente é baseado em comportamento humano habitual,mais isso não significa que você deva levar ao pé da letra.Tudo na vida da para se tirar um pouquinho de cada coisa sendo boa ou ruim e forma algo novo e diferente,mais hoje a sociedade vive uma cultura de extremos ou você é oito ou oitenta as vezes acho até engraçado uma pessoa faz uma pergunta a alguém e a pessoa fala “mais ou menos” a pessoa que fez a pergunta que fica irada com isso,as pessoas hoje em dia não buscam mais o equilibrio é aquele extinto das pessoas tem de rotular as coisas.rsrsrs
      Vou acabar por aqui por sai do eixo do tema proposto do texto,mais eu adoro isso quando leio algo que te faz pensar não só naquilo mais que te faz expandi para outras discussões.

      Ps:
      Depois daqueles textos polemicos e fatídicos do dia do homem o Pdh se redimindo com um otimo texto,mais é aquilo que eu disse logo acima no meu comentário não da para ser “8″ ou “80″ a vida toda (rsrs) o site é feito por pessoas que não são perfeitas como todos nós mais dão uma dentro de vez em quando.

  • http://www.facebook.com/iodris Fabio Rodrigues

    Fala, Lucas

    “E é nesse ponto que critico seu texto: Não há sequer menções
    em ‘como’ fazer ressurgir essa tensão em um relacionamento, ou em ‘como’
    trabalhar isso dentro de cada um no cotidiano – se é que é necessário fazer
    ressurgir ou consertar qualquer coisa em qualquer que seja o relacionamento.”
    Eu não tive a intenção de fazer o texto no estilo “how to” mesmo. Pensei em primeiro levantar o tema, deixar a sugestão de olharmos para as nossas próprias relações e tentarmos ver se essa percepção faz sentido. 

    Mas também podemos entender que o primeiro passo do “como fazer” seja justamente dar-se conta de que o problema existe, não? Na verdade eu acredito que só essa parte de entender e aprender a observar e descrever esses processos todos já é um tipo ou um começo de mudança mesmo. (E é algo não muito fácil de fazer, diga-se de passagem.)

    Se mudamos o olhar, naturalmente já vamos mudando alguma coisa na forma em que agimos, por mínimo que seja, sem nem precisarmos receber dicas de fora. (Pra usar um exemplo muito quase bobo, é como se estivéssemos com fome e aí alguém coloca um prato de comida na nossa frente. Já temos o “olho da fome”, e isso nos dá uma ideia sobre o que podemos fazer com aquilo)

    Mas, sendo menos otimista, sim, eu também acho que é um trabalho bem complicado e que exige dedicação, cuidado e tempo. Dos dois. (Ou três, quatro, porque não?). Acho uma pena que tenhamos tão pouca coisa escrita e estruturada sobre isso por aí.

    Talvez seja a deixa pra prepararmos não um texto, mas uma série deles aqui no PapodeHomem. Ou pra pensarmos uma maneira de estudarmos isso abertamente, como já fazemos na Cabana ;-) 

  • Anônimo

    Demonstrar sentimento, carinho e atenção é normal e todo homem gosta, não conheço um que goste de ser tratado como mais um pela mulher, mas creio que no seu caso você peque pelo exagero, ai ja não é dominação e sim sufocamento, aquela coisa de posse mesmo, coisa que nenhum ser humano gosta de sentir seja ele homem mulher.

    Em relação a dominação na hora do sexo eu só vejo uma saída, encontrar um homem que realmente goste de ser dominado o que geralmente não acontece.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Qual é a ideologia do Dr. Love, Paulo?

  • Victor

    Olha só! Não sei se você lembra de mim, mas fui eu que te apresentei ao PdH. Gostei de perceber que você leu um texto e se tornou frequentadora fiel.

    Beijão Montanhista…

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Diogo, nossa condução nunca é perfeita. Por isso digo que o melhor mesmo é deixar outra coisa conduzir. A gente só ajuda. É igual fazer o pau crescer: algo faz o pau crescer, não é bem nós. Quanto mais somos conduzidos, mais podemos conduzir. Na dança de salão é a mesma coisa.

    Falei um pouco disso aqui: http://nao2nao1.com.br/dicas-infaliveis-de-seducao-e-mais-4-respostas-aos-leitores/

  • Luvieira Vendas

    Achei muito inteligente e interessante. E concordo plenamente com o que está escrito… Posso ser considerada fria, seca, o que for, mas REALMENTE não acho sexo tão importante assim… E não existe mulher que está “a fim” 24 horas por dia, 7 dias por semana… Quem discordar, está mentindo! Pessoas normais têm altos e baixos, períodos de cheia e de estiagem… Numa boa! Amei!

  • http://www.facebook.com/people/Patrícia-Bedin/1020082213 Patrícia Bedin

    Eu resumiria um bom relacionamento em afeto, respeito e parceria. O resto é consequência, até o sexo.

  • Lilian Rufino

    Maravilhos, texto, nota 10 para o autor, gostei mesmo. Bjs

  • Carlos Duarte Cle

    equilibrio amanda é a chave vai olhando nos olhos dele vendo sua reação

  • Carlos Duarte Cle

    equilibrio amanda é a chave vai olhando nos olhos dele vendo sua reação

  • Bela

    Perfeito. É tudo que os homens e mulheres imaturos, que só pensam em transar não entendem. O relacionamento tem que ter uma troca de carinho, respeito e principalmente companheirismo. O bom sexo é consequencia de um relacionamento bem cultivado, é o momento de plenitude, o mais alto grau de contato entre pessoas que se desejam e querem sentir e proporcionar prazer. É supremo quando não é o principal objetivo quando se busca uma companhia.

  • amor verdadeiro

    acho absurdo hoje, as pessoas endeusam o sexo. se vc nao falar q é viciado em sexo e tal, as pessoas acham q vc é um ET. o pior é quando as pessoas nao sao respeitadas pelo parceiro, e sofrem chatagens. respeito acima do sexo. eu e meu marido temos essa opiniao. afinal, na velhice ou doenca, nao é o sexo que sustenta o casamento

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  • Artur Junior

    Cara, esse texto é tão bom, q eu leio um parágrafo por semana pra me adaptar a essas verdades.

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  • Adunco

    Já leu Mating in Captivity, da Esther Perel? Seu texto é um abstract do livro, e tão bom quanto. Recomendo.

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