A cada dia que passa eu viro mais fã desses Sheikhs loucos. No começo eu pensava que eram um bando de lunáticos sem saber o que fazer com tanto dinheiro.
Continuo achando a mesma coisa, mas com uma certa admiração. Os caras são muito criativos e isso a gente não pode negar, são geniais quando o assunto é gastar dinheiro nas formas mais bizarras possíveis.
Vou começar a catalogar essas estórias e vou contando assim que souber. Juro, é tudo verdade.
Um Sheikh e seu filho. Eles têm mais grana do que você vai ganhar nos próximos 30 anos.
Meu peixinho colorido
Um dos diretores de criação lá da agência é um egípcio completamente alucinado, tenho certeza que ele é louco e não tenho a menor dúvida que se ele voltar pra o Egito vai ter algum hospício procurando por ele, mas esse causo aconteceu com o irmão dele.
O cara pelo visto é o irmão são, consultor de um dos bancos mais importantes da Arábia Saudita e consequentemente de alguns Sheikhs.
2 horas da manhã o telefone toca…
- Alô, aqui quem fala é o Sheikh Mohamed, estou com um problema e quero que você me ajude a resolver agora, não quero dormir com isso.
(o cara puto da vida, se perguntando o que esse infeliz que veste camisola durante o dia com um lenço que parece toalha de piquenique na cabeça tá ligando aquela hora.)
- Pois não seu Sheikh, é uma honra serví-lo a qualquer hora, por favor diga-me o seu problema que eu removerei montanhas pra resolvê-lo como fez o profeta nos tempos passados.
(Esse Sheikh tem um aquário gigantesco em uma das salas do palácio dele)
- O meu peixinho colorido não quer se mexer, já tentei de tudo mas ele não se mexe. Sei que ele não está morto mas quando comprei esse peixinho colorido imaginei que ele ficaria nadando alegre dentro do aquário, o que eu faço?
- Bem… senhor… eu gostaria muito de ajudá-lo mas não sou a pessoa mais certa, sou seu consultor financeiro, não seria mais apropriado o senhor procurar uma ajuda profíssional? Se o senhor quizer eu ajudo a procurar.
- Vou ver o que eu faço, boa noite.
—
Uma semana depois quando ele foi fazer a visita rotineira no palácio, depois de resolver os assuntos burocráticos ele resolveu quebrar o gelo e trazer a conversa do peixinho de volta.
- Com relação aquele seu problema que o senhor me contou outro dia, do peixinho colorido, o senhor conseguiu resolver?
- Ahh, consegui sim, ficou uma maravilha.
- Que bom saber, o senhor procurou uma ajuda profissional?
- Não não, perguntei a um amigo meu (outro Sheikh), ele me aconselhou a colocar tubarões no aquário, ele tem um cheio deles, nunca mais o peixinho ficou parado. O incoveniente é que quase sempre temos que repor os peixinhos.
- ?!?!
- Quer ver?
Sheikh com Toque
Luxo? Nem um pouco.
Essa é curtinha também e de outro Sheikh lá da Arabia Saudita. Ele tem uma mania que muitas pessoas têm, só que ele elevou aos níveis absurdos, detesta aquelas divisões do piso tipo quando um cerâmica encontra a outra.
Eu confesso que tenho um pouco isso, às vezes me pego evitando essas divisões nas calçadas, normal, mas esse Sheikh simplesmente radicalizou, ele tava construindo um palácio novo e pra o salão principal de quase 500 metros de diâmetro mandou trazer da África uma peça inteira de mármore desse tamanho equilibrada entre dois navios de carga viajando a 10 km por hora. Dá pra acreditar?
Resposta genial
Um curioso inventou de perguntar a um Sheikh o quanto ele era rico. A resposta é de dar inveja a roteiro de qualquer redator:
- O quanto eu sou rico…? bem, se eu pegar todo o meu dinheiro de todas as contas, de todos os países, vender todos os meus imóveis, minhas empresas, meus carros, meus ativos, colocasse todo esse dinheiro numa pilha e subisse até o topo, eu veria a Suíça daqui da Arábia Saudita. Duvidam?
Rafael Rizuto é nosso autor convidado. Publicitário brasileiro trabalhando pra lá de Bagdá, mas precisamente em Dubai, no meio da arabiada tosca. Além disso é dono do blog Bahrain louco, hein? e você pode conferir o portfólio dele - que é do caralho - aqui.
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A última é a melhor…
Bando de Bezerras esses caras….
Cara, interessante o artigo e as coisas loucas que os Sheikhs fazem.
Mas “simplismente” e “pilhasse” todo o dinheiro foi de doer…
Foi mau Pasquale. Mau com “u” ou mal com “L”?
Fernando, erros já corrigidos. Obrigado pelo toque!
Rafael, sabe que eu sempre confundo? Mas acho que com L
Guilheme, disponha. O conteúdo aqui no Papo de Homem é excelente (como o artigo acima) e acompanho o blog religiosamente.
Abs!
Porra… o cara mora lá em Dubai… sabe-se lá quanto ele usa português, e os caras ainda ficam pegando no pé por isso…
Queria ver a ralé morando no exterior um tempo e tendo de escrever um texto desse tamanho em português, pra ver a quantidade de erros…
A propósito, rafael, seria mal com L. E tem um “quizer” aí no meio tb…
rsrsrs
abraços
A propósito, a hora do servidor está adiantada, não? até onde eu sei, agora são 2:42…
Realmente sempre sai com horário errado!!rsrsrsrsrs
Quanto ao fato desse povo ter tanto dinheiro tudo bem, se um piá fizer um buraco no quintal para brincar acha petroléo, aqui o mesmo seria um poço, mas teremos chegada a hora em que água valerá ouro. Aí teremos guerras por água.rsrsrsrs
Mas o que me causa certo incomodo é saber que podem ter varias esposas. Sacanagem!!
Mas eles podem bancar quantas quiser. Entao o maio problema que as mulheres poderiam trazer ele tem a solução.
Risos.
Discordo!!!!!
Que mentalidade é essa de que mulher é sinônimo de despesas, gastos.
Onde fica o romantismo, já não se fabricam homens como antigamente.rsrsrsrsrsrsrsrsrs
Uma dúvida joselita: os sheikhs em geral utilizam o inglês ou precisam de interpretes?
Essa do peixim é muito boa! Não por ser uma demostraçao de ostentação, mas por imaginar o quanto um sujeito desse é desprovido de problemas. heheheh
E melhor que o problemão do tal sheikh é a solução encontrada. hauiahaiuah
Ae, Rizuto, depois conta mais dessas histórias!
se são verdadeiras, são histórias e não estórias. quiser é com s.
Nossa, um dia serei um sheik. Ah, se serei. terei dinheiro demais!
um amigo meu é sheik. ele trabalhava no mister sheik. HAHAHAHAHAHAAHAHA (piadinha infame)
Porra velho.O que eu preciso pra virar Sheikh?
Eu só queria ser um pelas mulheres
o Dinheiro pode ser a metade daquele que for mais pobre que já fico feliz
Eu queria ser podre de rico para fazer igual a Martha Stewart. “Hoje nós vamos cultivar tulipas” aí aparece ela com uma pazinha e a câmara mostra três acres de plantação de tulipas no meio de umas colinas luxuriantes.
Ser rico é o que há!
Na verdade, Thiago, mesmo para fatos não verdadeiros o termo estória caiu em desusso, e pode ser usado, sem problema algum, o termo história. História com H maiúsculo se refere à ciência.
Nessas horas, lembro-me da máxima: “Queria ser feio e pobre só um dia… Todo dia cansa.”
Vou me candidatar a odalisca….rsrsrsrs Até que acho alguns homens árabes atraentes, mas esses Sheikhs maluquetes….bah!
Gente, eu sou o primeiro a defenter o bom uso da língua (acho elegante escrever corretamente — mostra que a pessoa se preocupou com quem vai receber o texto).
Mas essa coisa de ser grammar nazi com texto de Internet (especialmente os comments) é muito chata e acaba ocupando todo o espaço da discussão útil.
Essas puxadas de orelha ficam melhores feitas em canais de comunicação privados, vocês não acham?
(Embora depois que eu disse isso, não achei nenhum canal muito óbvio de feedback direto ao autor.)
Rodrigo, tudo bem, nesse caso é opcional. Ele escreveu Estórias, por isso que corrigi. Também gosto de ser corrigido.
SaintCahier, concordo com vc. Eu nem ia falar nada, só falei por causa do ‘quizer’, aí aproveitei e falei do estória. Vc estava sumido do site essa semana ein…
Ah, um dia serei tão rico… Casa na praia e etc.
Eu ainda vou sumir mais, Thiago, estou viajando em breve (Lisboa dia 25, Paris 26) e tenho que terminar a maldita tese até o dia 20. The horror, the horror!
Quanto a ser rico: dinheiro de verdade não é ter casa na praia, é ter praia na casa.
Mau é o antônimo de bom, e mal é o contrário de bem.
Eu decoro assim: maU é aUdigetívio, enquanto maL é adivérbiL.
[OFF-TOPIC]
Saint-Cahier, também concordo contigo que fazer esse tipo de correção é melhor feita em ambiente privado. Quando feito em lugares públicos dá a impressão que o corretor quer pagar uma de sabichão, mas não busco fama,
só o melhor para o site. Na verdade só quis complementar a informação do Thiago. Agora sobre o gramma nazi, minha opinião é que depende do contexto. Se existe uma normatização da língua, por que não usá-la? Não é pelo meio ser a internet que o rigor deve ser menor. Cansei de ler em sites/blogs grandes e que são referência para muita gente, escritos como “há muito tempo atrás”. Não dá, isto escrito em um blog descompromissado até passa, mas em um lugar que pretenda ser referência em algum assunto não deveria ser corriqueiro. E não me lembro de ter visto absurdos grande aqui na/no Papo de Homem não, mas há uns blogs de tecnologia por aí…
E Thiago, realmente o uso do termo estória, até onde eu sei, ainda não é errado, é só aquela coisa do que é comumente utilizado.
Gente,
Onde eu encontro um desses???
hahahaha!
Tô brincando, amor…
huahauhauhau
Maneiro.
Fico pensando se meu bisavô resolvesse ficar por lá…e começasse a investir em petróleo…
Bom, melhor nem pensar.
Alguns podem ter essa opção de ter ficado por lá…
O pEor é que vc não tem parentes para ficar reclamando de ter ficado em algum lugar bom…
Rodrigo: acho que o off-topic já devorou o assunto original.
Eu também acho que devemos valorizar a norma culta da língua — essa conversa de que gramática é elitização burguesa para mim é puro bullshit. E também acho, que dentro de certos limites, o bem falar independe do meio. (Dentro de certos limites, porque muita correção em contextos informais fica até feio, né? Já pensou usar mesóclise no bate-papo com os amigos? É puro pedantismo. Existe um bom uso das modalidades da língua que exige bom senso.)
O problema é que:
1) Certas formas de comunicação, mais ágeis, não podem exigir tanto polimento, ou, no mínimo devem ser mais lenientes;
2) Espaços de fórum, onde muitos erros podem acontecer, devem ser privilegiados para discussões de fundo, e não de forma. “Há anos atrás” e “há ânus atrás” são ambos pleonásticos, mas, convenhamos, em ambos a comunicação se fez eficazmente. Em se tratando de discussão, melhor se concentrar em aspectos mais essenciais.
Pelo amor do Deus, continua com essas Historias, ri demais quanto ao peixinho.
um dia vo ter mais dinheiro doq esses milkshakes , q com tanto dinheiro nao tem oq fazer.
é foda…
flw
Já encontrou Lets, só não espalha…
haha
Como sempre digo dinheiro não traz felicidade, manda buscar!!
hehehe
A do peixinho é o que há!!! rs
Se um dia tiver tanta grana, espero não ficar tosco como esses caras e esbanjar tanto dinheiro à toa.
Quanto à discussão gramatical, está em processo a unificação da língua portuguesa, o que trará algumas mudanças para nós. Para quem vive escrevendo, vale dar uma pequena olhada:
http://www.linearclipping.com.br/cnte/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=93&codnot=319645
Pois não seu Sheikh, é uma honra serví-lo a qualquer hora, por favor diga-me o seu problema que eu removerei montanhas pra resolvê-lo como fez o profeta nos tempos passados
Só faltou dizer: “seu desejo é uma ordem, meu amo e senhor”
Let’s, vc já tem namorado e ainda tá procurando um sheikh???
Assim as solteiras ficarão solteiras para sempre.
Mas taí uma solução pro nosso problema (q existem muitas mulheres pra cada homem). Eu ñ ia ligar de dividir um marido sheikh (multimilionário) com outras 6 mulheres.
Voltando à realidade… hahaha… aprecio o bom uso da nossa língua, claro. Mas é tão bom usar gírias e abreviar na internet pra ficar td mais rápido.
O problema é qdo alguém escreve tudo sem acentuação e, pior ainda, sem pontuação. Aí fica impossível entender.
Uai, Rob’s é uma opçao…
vc serve ele no ambito carnal…e eu nos outros, tudo pela bagatela de um cartão sem limite…
Como diria o arrogante-mor, Jô Soares, “sem querer ser chato, mas já sendo”, não consegui encaixar “transtorno obsessivo-compulsivo” na sigla “toque”. Isso que dá ouvir as coisas e sair escrevendo como se soubesse do que está falando.
Robs era meu apelido na escola. Nossa, q saudade dessa época rs.
“vc serve ele no ambito carnal…e eu nos outros, tudo pela bagatela de um cartão sem limite…”. Quanto a vc eu ñ sei (vc se entende c/ o Daniel e c/ o sheikh-rico), mas eu posso oferecer mto mais do q os prazeres da carne.
Bom, o nome já diz :Sheikh.
Eles fazem e eles bancam!!!
Prazeres são poderes hahahahaha
Beijokas à todos
Como é chato não ter o muito o que fazer com dinheiro sobrando…
Um dia o petróleo acaba, ah se acaba…
Aí quero ver o que vão fazer.
Sem contar os carros que eles tem…
Só carro exótico, só máquina…
Putz, hoje recebi um e-mail q tem tudo a ver com esse post. Pra quem devo mandar, Guilherme???
Pode mandar pra mim mesmo, Roberta, no gnv.bhz@gmail.com
Obrigada, Guilherme. Já enviei o email. Se puder colocar alguma foto no meio do texto, com aqueles comentários q vc sabe fazer mto bem, acho q vai ficar legal (apesar desse post ser de autoria do Rafael Rizuto).
qndo acabar o etroleo eles jah vão estar na 6 geração e ai dah pra eles viverem no minimo mais 5 gerações sem fazer nada…
ai eu penso… esses caras num entram na listas da Forbes de milionarios neh!? acho q eles não conseguem nem contar qnto dinheiro eles tem…
Acho que eles não entram na lista da Forbes pra não fazer inveja aos “pobretões” americanos que patrocinam a lista hehehehehe
Foi uma boa solução essa dos tubarões . Gostei.
Quando acaber o petroleo venderam suas mulheres. rsrsrsrs
Medidas de contenção de despesas…