Papo de Homem

Somos um grupo de caras espalhados por todo o Brasil, com gosto por tudo o que a vida oferece de melhor. Relatamos aqui descobertas, eventos, produtos, idéias e tudo o mais que nossa imaginação alcançar. Lifestyle Magazine.

Porque o último a ser contemplado em um consórcio não existe


Publicado por Fabricio Stefani Peruzzo em 01.10.2008 às 11:00 em Colunas, Dr. Money

Algumas pessoas, quando vão comparar consórcios, financiamentos ou juntar o dinheiro necessário para comprar um imóvel, costumam cair naquela mesma lenga-lenga de sempre. Dizem que guardar o dinheiro é a forma mais barata, que o financiamento pode até ser muito mais caro, mas que tu adquires o imóvel imediatamente e por aí vai.

Tudo errado.

Alguns chegam a dizer que é melhor viver pagando aluguel do que comprar teu próprio apartamento. Vêm com um papo estranho de que o rendimento do dinheiro no banco é maior do que o valor do aluguel, logo, é melhor deixar rendendo. Tudo papo de frustrado que não sabe a maravilha que é ter um teto pra chamar de seu. E pior, a grande maioria dos defensores desta alternativa “maravilhosa”, NÃO POSSUEM O DINHEIRO QUE DIZEM SER MELHOR DEIXAR RENDENDO.

paciencia

Tem que ter muita paciência…

Então, antes de começar a explicação de porque o último consorciado contemplado é um mito dos consórcios, vamos deixar uma coisa bem clara: Um imóvel, tua casa, teu apartamento, teu lar, o teto sobre a tua cabeça, geralmente é o maior patrimônio que uma pessoa consegue adquirir.

Mais que isso, é algo que gera um bem estar psicológico que não pode ser entendido por quem ainda não o possui, mas que é de tal poder, que as estatísticas provam que a absoluta maioria das pessoas que possuem um imóvel próprio também possuem alguma reserva financeira. Enquanto a absoluta maioria que mora de aluguel, estão com as mais variadas dívidas. Sim, sei que existem excessões, só não conheço nenhuma pessoalmente. :-)

Tendo isto claro, foco no objetivo e vamos em frente:

Comprar pelo menos um imóvel nos próximos anos

Como todos sabemos, a forma mais rápida e barata de comprar um imóvel é através dos consórcios. Mas sempre que vamos conversar sobre isso vem um espertinho qualquer e larga aquela famosa questão:

- E se eu for o último a ser sorteado? Não quero esperar mais de 12 anos para ter minha casa própria.

E então, compram o primeiro apartamento que visitaram, criam uma dívida de 20 anos em um financiamento qualquer e fazem a alegria do gerente do banco. No final, pagarão mais de três vezes o valor do imóvel. Maldito imediatismo. Mas mesmo esta alternativa é melhor do que a outra, bastante comum, de simplesmente dizer que quando conseguirem juntar um bom valor aí sim irão comprar um imóvel, à vista ou financiando uma parcela pequena para não pagar juros altos ou fazer um financiamento de muitos anos.

E no final, nada de juntar o dinheiro. Tudo por conta de um mito que botaram na própria cabeça.

Imediatismo e falta de realismo.

bebe-energumeno

Reação da maioria das pessoas diante do prospecto de aguardar mais de um ano para se alcançar qualquer coisa

O grande problema é o imediatismo. As pessoas que dizem que não querem esperar mais de 12 anos para ter o próprio imóvel não admitem que é possível adquirir este mesmo imóvel em um prazo entre dois e cinco anos. Querem agora, imediatamente, ou não querem mais. É semelhante ao cara que reclama da violência do Rio de Janeiro, mas mora no Leblon. Claro que a cidade é violenta, mas a reclamação é exagerada se analisarmos o tipo de violência a que está exposto o cidadão que mora neste bairro. Nada contra o Leblon, muito pelo contrário, é onde gostaria de morar se estivesse no Rio de Janeiro.

Pela forma como são formados os grupos de consórcio, é completamente impossível ser o último a ser contemplado. Aquele que esperará os 150 meses do plano até receber sua contemplação.

Exemplo prático.

Tomemos como exemplo um consórcio da Rodobens, que são os que possuo, onde invisto e os que indico aos meus clientes. Neste consórcio, temos um grupo de 600 pessoas que participam de um plano de 150 meses. Com 600 pessoas pagando 1/150 (mais taxa de administração) todos os meses, podemos entregar quatro contemplações por mês.

Me acompanharam até aqui? Se acabasse aqui o funcionamento dos consórcios, existiria um último contemplado. Mas não acaba aqui.

Como ocorrem as contemplações mensais.

Todos os meses são entregues quatro contemplações, da seguinte forma:

  • Uma contemplação por sorteio
  • Uma contemplação por lance livre
  • Uma contemplação por lance fixo de 30% das antecipações
  • Uma contemplação por lance fixo de 20% das antecipações

Então eu forneço uma pequena informação extra: o lance livre costuma ser de 70% do valor do crédito. E forneço uma segunda informação extra: nestes planos, a Rodobens GARANTE uma contemplação extra por lance livre nos primeiros 12 meses do consórcio.

Acham que esta garantia de uma contemplação extra nos primeiros 12 meses do plano são uma caridade da administradora de consórcio? Vai tirando o cavalinho da chuva, não existe almoço grátis.

O que acontece é muitos simples de entender para qualquer pessoa que sabe matemática básica, depois das informações que forneci acima. A cada mês temos aproximadamente 190% de um crédito extra a ser contemplado. Contem comigo: 70% do lance fixo, 70% do segundo lance fixo, 30% de um dos lances fixos e 20% do segundo lance fixo. 70+70+30+20=190.

Todos esses valores de lance vão compondo o saldo do grupo. São prestações que foram adiantadas pelos participantes que queriam contemplar mais cedo. Então com estes valores disponíveis, a administradora começa a entregar mais créditos todo mês do que os quatro previstos. Já notamos que nos primeiros meses dá para entregar quase duas contemplações extras. Mas vamos ser totalmente pessimistas e pensar que será entregue em média, três contemplações extras a cada dois meses.

Então, em 24 meses, teremos 36 contemplações extras. Em 48 meses, ou seja, nos primeiros quatro anos, teremos 72 contemplações extras. Com estas 72 contemplações extras garantimos que o último participante a ser contemplado receberá seu imóvel pelo menos 72/4 = 18 meses antes do final do plano.

Continuando com os cálculos, indo para seis anos, chegamos a 108 / 4 = 27 meses, ou seja, o último contemplado receberá seu imóvel mais de dois anos antes do final do plano.

Então vamos fazer outros cálculos. Vamos ver o que dá 5,5 contemplações mensais (as 4 normais mais a 1,5 que calculamos ser possível com sobra de dinheiro). Vamos multiplicar essas 5,5 contemplações por 75 meses, metade do período do consórcio. Temos 412,5.

Ou seja, na metade do plano, dos 600 participantes, 412 já terão recebido seu imóvel. Isso dá 68% dos participantes.

Então você tem 68% de chances de ser contemplado antes da metade do prazo final do consórcio. Contra apenas 32% de chance de ser contemplado no final. Lembrando que estou fazendo os cálculos usando 1,5 contemplação extra mensal e que já vimos que há consideravelmente mais saldo disponível do que isso.

Um estudo publicado pelo portal Administradores.com.br mostra que os números reais são de 72% de chances de estar no primeiro grupo. Mas vamos continuar com nossas espectativas pessimistas, para fazer os cálculos seguintes…

Há meses que temos até oito contemplações… Pessimismo tem hora… Este exemplo é de uma das cartas que possuo, contemplada, naturalmente.

Quantos são contemplados, ano a ano:

Ano 1 - 66 - 11%

Ano 2 - 132 - 22%

Ano 3 - 198 - 33%

Ano 4 - 264 - 44%

Ano 5 - 330 - 55%

Ano 6 - 396 - 66%

Ano 7 - 462 - 77%

Ano 8 - 528 - 88%

Ano 9 - 594 - 99%

Ano 10, primeiro mês - 600 - 100%

Ano 11

Ano 12

Ano 13 (150 meses são 12 anos e meio)

Ou seja, o último a ser contemplado, o mega azarado, o Pato Donald dos consórcios, receberá seu imóvel três anos e meio antes do prazo final. Na pior das hipóteses, já que usamos números pessimistas para nossa média de contemplações mensais.

Mas sabe o que mais?

Ser o último não é tão ruim assim

O último recebe o crédito totalmente corrigido. O valor que foi pago a cada ano, no final do ano é corrigido junto com as prestações seguintes. Quem recebe antes pode ter muitas possibilidades de lucros extras, mas quem recebe no final, que agora vimos que não é tão no final assim, recebe o valor que pagou, corrigido.

Então vamos deixar de lero-lero, vamos assumir nossa responsabilidade conosco mesmo e começar de uma vez nosso plano pessoal para aquisição da casa própria. Se o que estava faltando era a autoconfiança para dar o primeiro passo, pode saltar que estou aqui para ajudar.

Perguntas, como sempre, serão respondidas nos comentários. Perguntas mais específicas ou quem não quer abrir seus números pessoais em público, podem ser enviadas para fabricio@megacombo.com.br.

Quem quiser começar já, basta ir até o site da Megacombo e entrar em contato. Mais informações e outros artigos sobre as possibilidades dos consórcios podem ser encontradas no Moeda Corrente.

Obrigado aos que chegaram até aqui.

Semana que vem vou ensinar uma forma de ganhar de três a 100 vezes mais que a renda fixa de uma forma totalmente segura, dentro da lei e sem mágicas. Aguardem.

peruzzo Fabricio Stefani Peruzzo é empresário e investidor de sucesso. Tem por hobby ajudar as pessoas a descobrir o caminho da independência financeira e construção de patrimônio.

Foto do autor

Fabricio Stefani Peruzzo é empresário e investidor. Financeiramente independente desde os 35 anos, ajuda as pessoas na trilha da independência financeira e construção de patrimônio. Saiba mais em http://www.peruzzo.org e http://www.investimentoemconsorcio.com.br

Outros artigos escritos por Fabricio Stefani Peruzzo

Aproveite para assinar nossos feeds e visitar nosso fórum

77 comentários ↓


  • #1 - Guilherme em 01.10.08 at 11:25 am
  • E os desavisados dizem que consórcio é mania de brasileiro, e por isso preferem o financiamento. Não sabem que é nossa “mania” só existe graças aos juros exorbitantes praticados por aqui. Com certeza não existe forma que aproveite melhor nosso próprio capital! Aguardo semana que vem para sugestões de investimento, só espero que não caia nos clichês!!
    Abraços!


  • #2 - Maldito em 01.10.08 at 12:27 pm
  • Acho a idéia legal… mas um lance de 20% do valor do imóvel é muito alto.


  • #3 - Leandro.o em 01.10.08 at 12:48 pm
  • Parabéns pela iniciativa de ajudar terceiros a adquirirem seus bens (lê-se em muitos casos sonhos).
    Apesar de sabermos que a Rodobens está remunerando-o muito bem. rs.
    Mas é isso, o números não mentem.
    Só tenho uma dúvida (acredito que pode ser a duvida de muitos).,,

    Aqui em Blumenau - SC, existem algumas incorporadoras sérias e com muitos anos de mercado, com muitos prédios entregues.. Normalmente a entrada fica em 15%, e você paga em 8 ou 10 anos.. A vantagem é de estar comprando um apartamento por digamos 80.000,00 e quando entregam (normalmente 36 meses), ele já está valendo 110.000,00.

    Essa alternativa se equivale ao consórcio?

    Abraços;


  • #4 - Douglas Machado em 01.10.08 at 1:55 pm
  • Grande Fabricio.

    Parabens pelas dicas.


  • #5 - JuManhã em 01.10.08 at 2:16 pm
  • Não sei se esses números são tão reais assim. Corriga-me se eu estiver errada, mas você tá colocando as chances de ser contemplado com todas as alternativas, incluíndo os lances, certo? Agora, se for assim, esses números que você deu não são bem assim. Na verdade, quem não der lance nunca, sempre vai ficar com a mesma possibilidade de ser contemplado, ou seja, 1 chance por mês. Entendo que com outras pessoas sendo contempladas por lance, os sorteios ficam menos “concorridos”, já que haverá menos pessoas para contemplar.

    Se esse meu raciocínio estiver correto, acaba que quem não der lances vai acabar sendo contemplado lá pelos últimos meses. Estou errada?


  • #6 - Mamadou N'diaye em 01.10.08 at 2:46 pm
  • O texto é bom, são argumentos convincentes. Exceto por estar explícito que há uma intenção de vender o próprio produto, o que tira boa parte da credibilidade. Frases subjetivas como ’sonho da casa própria’, ‘ter um próprio teto’ não deveriam estar presentes, pois nada tem a acrescentar ao artigo se não uma tentativa de persuadir as pessoas.

    Não funciona bem assim, afinal de contas, o tal mito citado algumas vezes durante o texto pode se aplicar também ao fato da realização pessoal de uma pessoa se dar com a aquisição da casa própria. Mito difundido numa escala absurdamente maior, apenas.

    Concordo que não é fácil criar um planejamento financeiro com a diferença adquirida entre a parcela de um financiamento ou consórcio e o valor do aluguel. Então, tendo em vista esse fato, o consórcio é mais interessante do que as outras opções. Mas para quem tem disciplina, bom senso e pensa um pouco no longo prazo vai buscar outras opções pra formar o patrimônio.


  • #7 - Anderson em 01.10.08 at 3:23 pm
  • 20 % do valor do imóvel não é tão alto. Se vc for olhar, todos os bancos só financiam até 80 % do valor do imóvel.


  • #8 - Carlos em 01.10.08 at 4:33 pm
  • O problema é que mesmo o azarão não recebendo em 12 anos e meio, ele irá receber em 10 anos. Quando você falou que era impossivel alguem rceber em 12 anos, eu esperava que o ultimo fosse receber em 8 anos ou menos. Como eu sou azarado, eu não poderia esperar o sorteio… quando será que conseguiria vencer com base em lances?


  • #9 - Pedro em 01.10.08 at 7:25 pm
  • Concordo com Mamadou N’diaye, parece propaganda pura!

    A intenção e a idéia são boas, mas ñ tem como ficar com o pé atrás!


  • #10 - Tiago em 01.10.08 at 8:06 pm
  • Continue nos dando suas dicas Fabricio pois pretendo me tornar um Eike Batista. hehe

    Vou aguardar o próximo artigo.


  • #11 - Roberto43 em 01.10.08 at 9:58 pm
  • No aguardo…


  • #12 - Fabricio Stefani Peruzzo em 01.10.08 at 10:04 pm
  • Guilherme: é isso aí, o consórcio foi inventado para resolver um problema que só havia aqui. E resolve. Pode esperar semana que vem que não cairei em nenhum clichê :-) Meu negócio são investimentos criativos, andar pelos caminhos menos frequentados, abrir novas oportunidades.

    Leandro.o: obrigado pelas palavras. Dá uma lida no http://www.moedacorrente.com.br, divulgo estas e outras informações desde muito antes de me tornar representante da Rodobens.

    A compra de prédios na planta é uma ótima forma de investimento, mas como todo investimento, possui uma série de particularidades. Além deste que já mencionaste de procurar uma construtora sólida e com prédios já entregues, temos que ter cuidado se haverá a facilidade de venda depois do prédio pronto, se o valor futuro realmente será possível para venda e uma série de outros detalhes.

    Tenho alguns amigos, investidores em consórcio, que também possuem investimentos neste tipo de prédio. Alguns, sem experiência prévia, simplesmente adquiriram um em que gostaram do prédio. Um em específico, arquiteto e especialista na região onde adquiriu três unidades em construção, estima lucro de 40% em até dois anos.

    Há boas possibilidades, mas o nível de conhecimento necessário para não cair numa roubada é bem maior. E o rendimento final, menor do que investindo o mesmo valor em consórcios. Por isso até hoje não entrei neste mercado.

    Douglas: valeu! Legal descobrir que nos conhecemos pessoalmente e nos encontramos por aqui.

    JuManhã: estás mais ou menos certa. Quem espera somente pelo sorteio, tem uma chance por mês. Mas o que ocorre com as contemplações extras mensais pelos lances é que estes que estào esperando pelos sorteios esperarão bem menos tempo. Na pior das hipóteses, contemplando uns três anos antes do final do grupo. Então, mesmo não dando lances, as contemplações seguem a distribuição descrita.

    Mamadou N’diaye: justamente deixo explicito que vendo consórcios para não ser acusado de “propaganda enganosa”. As frases subjetivas que tu comentas como ‘ter um próprio teto’, nada mais são do que meu sentimento sincero e pessoal. Me mudei há quatro meses para um novo apartamento adquirido com consórcios. Tenho hoje três vezes mais espaço do que tinha. Sou infinitamente mais produtivo hoje pela simples satisfação que sinto atualmente.

    Sou um cara muito guiado pelas emoções. Isso pode ser um grande problema se deixasse as emoções negativas me governarem, mas sou o que chamo de “realista positivo”. Tem gente que se diz otimista, tem gente pessimista. Eu digo que sou realista positivo porque acredito ser realista e pensando assim, tudo de bom tem me acontecido.

    Escrever aqui no PdH, por exemplo, é uma dessas coisas. Não planejei isso e quando escrevi o primeiro artigo não sabia quanta gente iria ler o texto. Me surpreendi muito com o retorno maravilhoso do pessoal fazendo perguntas, tirando dúvidas.

    Há muitos mitos enraizados na cabeça das pessoas. Mitos que se originaram em fatos concretos do passado e que passam de geração em geração. Meu pai, por exemplo, perdeu muito dinheiro no passado com consórcios, naquela época em que os de veículos eram atrelados ao dólar e a moeda disparou, aumentando absurdamente as prestações e entregando carros que valiam bem menos do que os valores pagos. Tenho alguns amigos que sofreram com administradoras que quebraram e sumiram com o dinheiro dos participantes. Mas isso faz parte do passado, hoje há fiscalização do Banco Central e regras de proteção que separam o dinheiro da empresa administradora do dinheiro dos consorciados. E com a nova lei aprovada no senado, isto que já é realidade fica ainda mais forte.

    Há diversas opções para formar patrimônio, algumas mais rápidas, algumas mais lentas, algumas mais baratas e outras mais caras. Apenas mostro a opção que escolhi para mim. Opção que funcionou tão bem nos últimos anos que a simples divulgação informal dela para meus amigos mais próximos acabou me levando a abrir uma empresa para cuidar disso.

    Tendo alguma dúvida para tirar ou querendo saber algum detalhe, fico a disposição.

    Carlos: nós somos aquilo que pensamos que somos. Eu não sou azarado. Em mais de 25 cartas ao longo dos últimos sete anos, sempre fui contemplado em menos de quatro anos. E em apenas duas cartas levei mais de 3 anos para ser contemplado. Usando os sorteios e os lances fixos em uma proporção de 1/4, ou seja, para cada 4 cartas contempladas em média uma foi por sorteio. Não posso estimar quando tu contemplaria, apenas posso te mostrar meus números pessoais.

    Pedro: a intenção é mostrar a existência de alternativas. Querendo ler mais sobre o assunto, no http://www.moedacorrente.com.br tem diversos artigos extras, muitos escritos bem antes de eu abrir a empresa.

    Tiago: o primeiro passo é sair apenas da leitura das dicas e efetivamente começar a investir :-)

    Quanto ao Eike Batista, ele utiliza o tripé da riqueza em que escreverei num futuro artigo: imóveis, ações e empresas.

    Essa é a minha fórmula pessoal para ter conseguido atingir a independência financeira. Tenho diversas empresas que me geram renda mensal recorrente. Grande parte dessa renda é direcionada ao investimento em consórcios que com o tempo alavanca a aquisição de imóveis. Os rendimentos dos imóveis então, são direcionados para a composição de uma carteira de ações robusta e bem diversificada, voltada para empresas sólidas e grandes pagadoras de dividendos.

    Para quem é empregado ou autônomo, dá para fazer o mesmo. A única diferença é que o salário geralmente é consideravelmente menor do que dá para ganhar montando uma empresa sólida. Então as coisas começam menores e levam um pouco mais de tempo. Mas nada que não seja possível a qualquer um se aposentar antes dos 45 anos de idade. A propósito, eu tenho 35.

    Abraços a todos e obrigado pelos comentários.


  • #13 - Rafael em 01.10.08 at 11:18 pm
  • Não sou de deixar comentários, mas esse texto foi realmente útil.


  • #14 - Cadu de Castro Alves em 01.10.08 at 11:48 pm
  • Fabrício,

    Li este e o último artigo teu aqui na PdH. Gostei bastante. Baseado no primeiro artigo, gostaria de saber se o mesmo raciocício é válido para consórcios de automóveis, ou seja, comprar títulos de consórcios e, sendo contemplado, repassá-los, realizando os lucros?

    Parabéns a você pelo artigo e ao pessoal da PdH pela ótima escolha de seus articulistas.


  • #15 - Leandro.o em 02.10.08 at 8:04 am
  • Leiam o livro “Pai Rico Pai Pobre”. A leitura é cansativa, por se tratar de um livro estrangeiro e um tanto quanto antigo, mas é de extrema importância para que almeja algo à mais.


  • #16 - Aureo Vilas Boas em 02.10.08 at 8:55 am
  • Adoro ler esses textos-tapa na cara, haverão diversas possibilidades de obtermos a independencia financeira e todas exigem disciplina e constancia, e isso sabemos que é pra todos mas não é pra qualquer um. Sugiro a cada um que aprenda a se conhecer melhor e nunca se deixar dominar pelos negativismos dos outros, estude formas de investimento e tome atitude!
    Senão, será apenas mais um lendo o blog, procurando por defeitos e reclamando da sua sorte nessa vida!
    Parabéns Fabricio, só falta investir em consórcio imobiliario para fechar meu trinômio da fortuna!


  • #17 - italo em 02.10.08 at 10:07 am
  • Caramba.. o Fabricio tah mandando ver nos artigos… tpoh anotando tudo pq agora com (quase) 21 anos pretendo adiquirir meu primeiro imóvel… estou estudando as possibilidades que eu tenho, e realmente o lance de consórcio parace ser uma boa pedida, é como guardar dinheiro, só que com carnê… como eu ainda não consigo me compromoter a guardar o dinheiro em poupança etc, consórcio é uma possibilidade…

    obs: Não sabia que consórcios tinham sido “inventados” aqui no Brasil e pensando por este lado, será que essa crise imobiliária e consequente recessão nos EUA não pode ser amenizado por “concessionárias”? Aê Fabrício, só me chama pra ser “sócio” contigo se for utilizar essa idéia ok? rsrsr


  • #18 - Fabricio Stefani Peruzzo em 02.10.08 at 10:24 am
  • Rafael: que bom que pude ajudar. Estou a disposição no que puder ser útil.

    Cadu: é mais ou menos possível repetir isso com consórcios de automóveis, mas com lucros percentualmente bem menores. Não vale a pena na prática, porque devido aos prazos menores dos consórcios de veículos os valores de prestação são praticamente os mesmos que os necessários para investir nos consórcios de imóveis.

    Outro “problema” de usar os consórcios de automóveis é que as cartas contempladas destes concorrem com financiamentos de fábrica a preço de banana. Então os benefícios de já sair com o carro imediatamente para quem precisa dele para trabalhar, são superiores. Uma outra coisa a ser levada em conta é que a burocracia para liberar o crédito de um carro é a mesma da necessária para um financiamento, então os benefícios de um e outro são pequenos em comparação com os diversos benefícios dos consórcios de imóveis em relação aos financiamentos imobiliários.

    Resumindo: dá para fazer, rende menos, custa o mesmo, tem menos bvantagens para quem adquire mas se mesmo assim quiseres fazer, posso te ajudar.

    Ah, e as correções das prestações acompanham a correção do preço de fábrica do carro referência.

    Leandro.o: Recomendo também a leitura do “Homem Mais Rico da Babilônia”. Livrinho pequeno, diversas historias curtas, mas um dos melhores livros que há sobre o assunto. Releio três vezes ao ano.

    Aureo: Valeu Aureo! É bem isso que escreveste, o autoconhecimento nos dá o poder de utilizar as técnicas necessárias para “passar por cima” das nossas dificuldades pessoais. E tudo fica bem melhor quando descobrimos que uma técnica que inicialmente foi adotada apenas para “disciplinar um indisciplinado”, acabou se transformando em uma potente alavanca financeira.

    Italo: só posso te parabenizar. Eu comecei um pouco depois dos meus 21. O consórcio não só é uma “poupança forçada”, como também é uma “poupança premiada”.

    Tenho alguns amigos nos EUA, já estou bolando “coisas”!


  • #19 - Cigano em 02.10.08 at 11:18 am
  • Planejamento é tudo.


  • #20 - Yocream em 02.10.08 at 4:59 pm
  • “o Pato Donald dos consórcios”
    Eu ri. Muito.

    Eu até me interesso pelos textos daqui, mas não consigo entender nada HAHA :|


  • #21 - Carlos em 02.10.08 at 5:11 pm
  • “nós somos aquilo que pensamos que somos. Eu não sou azarado”

    Isso é coisa de quem lê “O Segredo” 3 vezes em menos de uma semana. Se todos ficarem pensando positivo “Eu não sou azarado” mesmo assim, os últimos 30 serão os azarados. Eu até acho válido o consórcio, mas só entraria em um se pelas médias em no máximo 4 anos eu consegui ganhar com lance de 36 ou 24 prestações.

    E seria legal o artigo explicando o be a ba dos concórcios, seria bastante útil.


  • #22 - Felipe Santiago em 02.10.08 at 5:47 pm
  • Parabéns pelo post, soube explicar bem sua abordagem. Eu particularmente discordo da sua posição, mas isso é questão de opinião.

    Você disse algumas coisas sem fundamento em pesquisa, com afirmações como pessoas que vivem de aluguel estão com dívidas ou que pessoas que possuem imóveis sempre tem reserva financeira. Acho perigoso esse tipo de abordagem em um blog com tamanha audiência. É interessante buscar estatísticas antes de se basear em apenas amigos ou clientes. Até porque dependendo do nível financeiro das pessoas que te rodeia, como vc disse, vc não vai conseguir encontrar informações que sejam diferentes das que vc abordou tornando o post totalmente parcial e vulnerável.

    Acredito também, como vc mencionou, que um Lar é um patrimônio que traz tudo aquilo que vc disse, mas para quem está investindo, de repente se torna mais interessante ter o valor de um imóvel sendo negociado em outras possibilidades do que ter ele “parado” em um imóvel, uma vez que um imóvel não é um investimento, é um bem adquirido. Conheço poucas pessoas que vendem suas casas que, por ventura, tenham se valorizado muito, para comprar alguma outra de mesmo padrão. As pessoas costumam manter o padrão ou até subir.

    Agora, concordo que o consórcio nesses moldes que você explicou seja bastante interessante para quem adquirir um imóvel.

    Abraço


  • #23 - Stefano Babinski Neto em 02.10.08 at 9:06 pm
  • Excelente artigo meu caro!
    Aguardo ansiosamente o próximo post!

    Abraço!


  • #24 - Fabricio Stefani Peruzzo em 02.10.08 at 10:46 pm
  • Yocream: confesso que estava inspirado.

    Carlos: não li ainda “O Segredo”, mas assisti o filme.

    O segredo, sem aspas, é simplesmente pensar o que tu queres que aconteça e então agir para que isso possa acontecer. No meu caso, quero contemplar as cartas o quanto antes, logo, preciso fazer as cartas de uma vez. Se no final demorar um pouco mais, não faz diferença. O tempo passa muito rápido.

    Já a questão das médias, alguns números pessoais. Tenho duas cartas que estou pagando há quatro anos e dois meses, sem contemplar. Isto, em um universo de mais de 25 cartas que já tive ao longo dos últimos 7 anos. Fora essas duas, nunca contemplei nenhuma carta em mais do que três anos.

    O bê-a-bá dos consórcios ainda vem. O próximo artigo planejado é sobre como ganhar de 3 a 100 vezes mais que a renda fixa de forma segura e no seguinte devo falar sobre a bolsa de valores. Provavelmente no que vem a seguir então volte a falar de consórcios.

    Felipe: É o que sempre digo, a minha forma de investir é a mais adequada para minha situação, há pessoas diferentes, com características e expectativas diferentes. O importante é nos conhecermos bem para poder escolher o que funciona para nós.

    A informação sobre endividados sem imóveis e pessoas com reservas e imóveis é genérica, mas baseada em uma pesquisa que li há algum tempo. Infelizmente não lembro onde, mas vou procurar a fonte para citar corretamente. De toda forma, a pesquisa falava em médias, claro que sempre há excessões. Porém tu deves concordar que as pessoas que possuem a disciplina para conseguir comprar um imóvel tem naturalmente mais aptidão a conseguir também formar outras reservas.

    Sobre usar o capital para investir versus comprar a casa própria, há defensores das duas correntes. Eu estou do lado que diz que o primeiro imóvel a ser comprado é o para tu morar. Mas concordo contigo que as pessoas não costumam diminuir de padrão de casa quando há a possibilidade de grande lucro com pequena queda no padrão atual.

    Defendo a busca de um imóvel próprio de padrão adequado e depois deste, somente investimentos de forma a alcançar a independência financeira. Alcançada a independência financeira, aí sim, começar a aumentar o padrão de vida de forma sustentável, sem correr o risco de perder a independência.

    Esse é o meu foco principal: independência. Já escrevi algumas vezes sobre isso. Acho que tu vais gostar de um artigo do Moeda Corrente em que falo do meu plano pessoal de investimentos. Neste artigo explico as quatro coisas que são importantes para mim e a ordem delas: segurança, tranquilidade, conforto e luxo.

    Não vou buscar a tranquilidade (uma casa própria, por exemplo) antes de ter segurança (um plano de saúde, seguro no caso de quem tem filhos, etc). Nem vou buscar conforto (um apartamento enorme) antes de ter tranquilidade (um apartamento adequado, uma reserva financeira de segurança, um carro popular).

    Sei o que quero, sei a ordem em que isso é importante para mim, planejei como chegar lá e imagino o tempo que vai levar. Depois disso, não há mais o que fazer a não ser desenhar o plano e simplesmente segui-lo todo mês.

    Agora, gostaria de conhecer teu plano pessoal. Acredito que o espaço disponibilizado aqui no PdH pode ser melhor utilizado expondo as diferentes idéias, justamente porque pessoas diferentes têm necessidades e planos diferentes.

    A maior recompensa é a troca de idéias.


  • #25 - Lucas em 02.10.08 at 11:22 pm
  • @Carlos: já que estamos falando de auto-sugestão, neurolinguística e afirmações, sugiro uma pequena correção na sua frase:
    “nós somos aquilo que pensamos que somos. Eu não sou azarado”

    mude para:
    “nós somos aquilo que pensamos que somos. Eu sou sortudo”

    Não acredito muito em ter sorte, acredito mais na simples probabilidade e consequências de se jogar com ela, mas posso dar certeza de que afirmar algo positivo é sempre melhor que negar algo negativo (pelo menos em uma afirmação).


  • #26 - Lucas em 02.10.08 at 11:34 pm
  • Fabricio, está de parabéns.

    Sempre tive muito interesse nestes tópicos, de independência financeira, liberdade, etc. Vejo muitas semelhanças na sua mentalidade com a apresentada no livro “Segredos da mente milionária” (deve ser um bom sinal, heheh), já leste?

    Confesso que eu havia meio que deixado essa coluna de lado, apesar do meu interesse pelo assunto, esse seu tópico sobre consórcios me encorajou e me motivou a esperar sempre os novos artigos.

    Já fiz um curso de análise gráfica para investimento na bolsa em ações e opções, jogo poker (que honestamente acredito ser uma forma de investimento rentável e seguro, quando comparado ao investimento a curto e médio prazo na bolsa, onde se pretende realizar lucros através da venda das ações, ao invés dos dividendos), e decido com meu pai sobre os investimento do patrimônio que ele/nós temos. Sua chamada para o artigo seguinte — que possibilita entre 3 a 100 vezes mais que a renda fixa — muito me chamou a atenção. Aguardo o texto o quanto antes!

    Abraço,
    Lucas


  • #27 - Igor em 03.10.08 at 12:16 am
  • Fabricio, você acha viável a idéia de usar um consórcio para comprar salas comerciais e deixar o dinheiro do aluguel dessas lojas pagar as mensalidades do consórcio?


  • #28 - Fabricio Stefani Peruzzo em 03.10.08 at 8:53 am
  • Lucas: liberdade para mim é a palavra chave. Liberdade de dispor do meu tempo como eu bem entender, de não depender de salário, de trabalhar por prazer, fazendo o que gosto. Já li “Os Segredos da Mente Milionária”, me idepntifiquei muito com o conteúdo :-)

    Legal saber que na tua familia o assunto dinheiro/patrimônio é conversado com naturalidade. Isso não é comum, mas é característica normalmente encontrada em familias de seucesso.

    Divertida tua comparação do poker com a especulação na bolsa. Falando em carteira de dividendos, meu sócio em uma nova empresa (vou falar sobre isso no futuro, envolve finanças pessoais e investimentos mas não tem nada a ver com consórcios) é o gestor do clube de ações da empresa em que ele trabalha. As aplicações deles estão positivas no dia, no mês, no ano e nos últimos 12 meses. Tudo por ele ter concentrado os investimentos em ações de empresas boas pagadoras de dividendos (elétrica, gás, banco e infraestrutura). Pessoalmente não gosto de análise gráfica. Acredito que os movimentos das massas possa ser estimado com as técnicas adequadas, mas exige constante acompanhamento do mercado. Sou preguiçoso, gosto de apenas comprar e ficar sentado em cima do patrimônio.

    Nos dois textos atualmente publicados aqui no PdH deixei uma série de dicas espalhadas. Juntando as peças o resultado é o conteúdo do próximo artigo. Fala de uma das minhas estratégias de construção de patrimônio. Tenho amigos que estão concentrados apenas nesta estratégia, nem se importante com as outras possibilidades. E entre esses amigos, há duas sub-estratégias envolvidas, ambas com excelentes retornos. Mas vou deixar isso para semana que vem :-) só pra deixar um gostinho do que vem por aí.

    Igor: não só acho viável, como um amigo pessoal aqui de Porto Alegre possui diversas salas nesta condição. Mais que isso, já pesquisei e encontrei uma série de oportunidades excelentes em todo o Brasil. Tenho um amigo em Belo Horizonte que fez isso investindo em Flats.

    Aqui em Porto Alegre há um prédio no centro que possui diversas salas de 20m2 que custam R$ 18.000 cada. Essas salas são alugadas por R$ 200 mensais. Com uma carta de 35.000 (mais a correção até pouco mais de 36.000) da para comprar duas salas destas que renderão então R$ 400 mensais. Com este dinheiro tu pagas os R$ 300 do consórcio, usa 10% (R$ 40) para pagar uma administradora de imóveis para não se incomodar com inquilinos, e usa os R$ 60 que sobram (15%) para pagar o imposto de renda sobre o valor dos aluguéis. E o melhor de tudo isso: tu já compra esse tipo de sala com o inquilino dentro.

    Eu já fiz uma coisa semelhante. Vendi uma carta contemplada para um inquilino desses. Ele me pagou o valor que já tinha pago, o ágio que eu estava pedindo e com a carta, comprou a sala que antes alugava. Está pagando agora as prestações da própria sala ao invés de pagar aluguel. E o custo mensal dele ainda é um pouco menor.


  • #29 - Leandro.o em 03.10.08 at 9:39 am
  • Em “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”, o autor, muito respeitado no meio por sinal, é enfático e convincente em afirmar que adquirir um imóvel, não passa de um mero capricho da classe média.

    Não que eu concorde com as idéias dele, mesmo tendo esse livro como de cabeçeira (ganhei da minha namorada), mas é que os argumentos são efetivamente fortes.


  • #30 - Marcos em 03.10.08 at 11:53 am
  • Olá Fabrício,

    Parabéns mais uma vez por seu excelente artigo !
    Tenho um amigo que participa de um consórcio que paga meia parcela e vive me convidando para participar também. Seu plano são de 840 pessoas em 140 meses de consórcio. No início ele disse que eram 3 contemplações por mês. Hoje, depois de 3 anos já está em 5. Mas fiz as contas e no caso dele para atingir os 840 dentro do prazo serão necessários no mínimo 6 contemplações por mês.
    Minha dúvida é a seguinte :

    1) Em consórcios que pagam meia parcela até a contemplação, o raciocínio é o mesmo ?

    Obrigado por sua atenção,

    Marcos


  • #31 - JuManhã em 03.10.08 at 12:50 pm
  • Certo, entendi que ninguém espera o período total do consórcio para ser contemplado, mas ainda assim, acho que esperar 9, 10 anos para receber o crédito, é muiiiito tempo…


  • #32 - Olocomeu em 03.10.08 at 4:35 pm
  • Fabricio, fui em busca de consórcios, pq me interessou muito.
    Fica uma dúvida, na rodobens, 100.000 em 150 meses é 858 por mês, um total de 128.706 reais. Ok, bem mais razoável do q um financiamento, q torna 100 mil em 260mil reais + 30 mil de entrada.
    28% é algo bem razoável.
    Então fui ver outros consórcios, peguei um de uma grande empresa de seguros, a Porto Seguro, em que há um consórcio de 180 meses, mas ele calcula da 4º parcela até a 180º parcela, oq dá 110.197 reais, mas cobra 1% de taxa de administração antecipado e +1% dividido em 3 primeiras parcelas. 1% é 10 mil reais, e outros 10 mil divididos em 3 vezes, é 3.333 reais. O total, segundo calculei, dá 130196,12. 30% de lucro, ainda dentro da faixa bem razoável.

    Então se eu tenho pelo menos 20 mil reais para dar uma entrada no consórcio, vou pagar 150 reais a menos por mês.

    Se eu tiver 20 mil reais pra entrar, por exemplo na rodobens, isso diminui o valor da minha parcela? ou só diminui o tempo q vou continuar pagando?


  • #33 - luiz santos em 03.10.08 at 11:06 pm
  • Fabricio, li gostei, e te vejo como um cara de susseso e te pergunto, o que faria com 800,000.00 reais na mao? e uma pergunta que ilustra meu futuro em? rrssss pensse bem em respondela, por favor, rrsss. Trabalhei como escravo nos USA por 6 anos e nao sei em q investir, essa e a razao da pergunta.
    gostaria de investir em algo seguro e rendavel, o que me sugere? e ja tenho 35, casado, duas filhas. .. muito obrigado. E se todos de inteligencia, tivesse boa fe de ajudar as pessoas assim como vc o mundo seria bem melhor …..parabens….


  • #34 - Fabricio Stefani Peruzzo em 04.10.08 at 1:08 pm
  • Leandro.o: o Gustavo Cerbasi é um excelente escritor e ótimo economista. Ficou rico investindo na bolsa, no melhor período que a bolsa teve nas últimas décadas. Mas ele parece ter um bloqueio total em relação aos imóveis. Não apenas isso, mas em seu último livro, ótimo até pouco mais da metade, quando chega ao final ele simplesmente escreve uma série de absurdos em relação ao investimento em imóveis e mais ainda em relação aos consórcios. Os cálculos que dá de exemplo não batem com a realidade e as formas que ele tenta ilustrar não fazem o menor sentido.

    Já os argumentos dele sobe adquirir um imóvel ser um capricho da classe média, é uma opinião que pode ser válida para ele individualmente. Não concordo com este pensamento para o meu caso particular, nem com o radicalismo que tenta impor que essa linha de pensamento é a única correta.

    A questão central é que ele se concentra apenas nos fatores matemáticos da realidade atual, não levando em conta nem que a realidade pode mudar, nem que as pessoas não são máquinas, mas seres emocionais que reagem de maneiras diversas a estímulos diversos.

    Meu exemplo prático: mudei para um apartamento novo há cinco meses. Há quatro meses, estou ganhando quatro ou cinco vezes mais do que ganhava antes, em grande parte pela mudança interna que o novo apartamento gerou. Não estou trabalhando mais. Apenas estou me sentindo mais produtivo e isto se reflete na minha prática diária.

    Marcos: não existe almoço gratis. Se tu pagas meia parcela antes de contemplar, isso significa que vais pagar mais de meia parcela depois que contemplar.

    Outra coisa que acontece nesses grupos é que pagando apenas meia parcela, só é possível contemplar metade dos participantes que seriam possíveis se todos pagassem a parcela inteira. 840 participantes em 140 meses significa que deveriam ser contemplados NO MÍNIMO 6 pessoas por mês, sem contar os saldos dos lances.

    Tuas contas estão certas, o que acontece nestes grupos é exatamente o oposto do que escrevi neste artigo. Nestes grupos a grande maioria contemplará muito depois da metade do prazo total. É uma furada enorme que só serve para atrair pessoas ingênuas.

    JuManhã: 9 ou 10 anos é o período máximo para receber o crédito, dos mais azarados dos azarados, já que a probabilidade de receber antes é bem maior do que a de receber depois.

    Olocomeu: Os cálculos que fizeste da Porto Seguro estão errados. O vendedor que te atendeu não te explicou direito. Além disso, 1% de 100.000 não são 10.000, são apenas 1.000. Há uma série de outros furos e características neste consórcio que são oferecidas como vantagem e na verdade só beneficiam a administradora.

    Não existe entrada em consórcio. Ter 20.000 reais não abaixa a tua prestação.

    Se quiser que te oriente melhor, me manda um email.

    Luiz Santos: seria leviano tentar te orientar em um assunto que diz respeito ao teu futuro financeiro sem saber uma série de coisas a teu respeito e a respeito de tua família, estilo de vida atual e estilo de vida planejado. Te mandei email com uma série de perguntas que poderão me ajudar a desenhar um plano mais completo, mas para uma orientação formal temos que conversar mais.

    Sou sócio de uma empresa especializada em orientação financeira. Meu sócio orienta famílias fazendo planejamento financeiro há mais de 20 anos e eu faço o planejamento de crescimento do patrimônio e do padrão de vida. Podemos te ajudar e dar as orientações necessárias, mas temos que ir com calma.

    Abraços,
    Fabricio.


  • #35 - diva em 06.10.08 at 9:46 am
  • Parabéns Fabricio, esse texto me abriu um pouco a mente, tenho 24 anos e meu esposo e eu queremos investir em algo nosso, lendo o texto jah começo a ver ou outro caminho!


  • #36 - Filipe G. Reis em 06.10.08 at 12:50 pm
  • Parabéns pelo artigo, Fabrício. O que me chamou a atenção desde o último texto - muito interessante por sinal - foi o fato de você se disponibilizar a não só explicar o funcionamento do sistema de consórcios mas também a ‘dar a cara a tapa’ e responder a todos nos comentários.

    Não apenas as dúvidas de quem se interessou pela forma de investimento, mas principalmente aos questionamentos de quem vai contra sua opinião pessoal.

    Agora uma dúvida pessoal: Entendi perfeitamente os pontos que você levantou sobre ser contemplado antes do prazo. Mas, no entanto, existe algum tipo de garantia por parte da RODOBENS sobre essas contemplações extras (que vão garantir 2 anos a menos em média para conclusão do grupo)?

    Compreendi que é uma questão de lógica o fato de serem feitas mais ‘contemplações’ por mês, uma vez que reservas são feitas. Mas, por contrato, alguma coisa é prevista nesse sentido? Ou para o mínimo previsto por mês (4) ou para as extras?

    Abraços e obrigado desde já pela explicação!


  • #37 - Paulo em 06.10.08 at 7:46 pm
  • Fabricio, onde eu posso procurar por empresas de consórcios ou que revendem, assim como você, aqui no meu estado(Paraíba)?

    Hoje eu moro de aluguel, R$340, e no últimos dias resolvi fazer um consórcio, que pelo que pesquisei um de R$50.000 daria uma parcela R$500, que não seria muito acima do valor do aluguel atual(imagina com os aumentos anuais do aluguel). Eu estaria deixando de pagar um valor que não me retorna na forma de nada, pra pagar um valor que todo mês reverte em um “pedaço maior de imóvel próprio”.

    Então, eu queria comprar um carta já contemplada, especialmente de alguém que tivesse tirado nos primeiros meses e não a quizesse. Daí eu compraria essa carta(seria como uma pequena “entrada”) e assumiria o valor das parcelas restantes. Você sabe me dizer se isso é fácil de ser feito? As parcelas do consórcio são fixas?

    Valeu pelos textos desde já.


  • #38 - Fabricio Stefani Peruzzo em 06.10.08 at 10:12 pm
  • Diva: Fico a disposição no que puder ajudar.

    Filipe: meu objetivo é desmistificar algumas coisas que as pessoas falam sobre os consórcios por simples desconhecimento. E nisso, não falo apenas em pessoas que não estejam no meio. Mesmo quem trabalha com consórcios desconhece a maioria das coisas que explico nos meus artigos. Recebo emails de concorrentes, representantes da Rodobens e também de outras administradoras, me agradecendo por ensinar uma ou outra característica que não conheciam.

    Sobre tua dúvida específica, nos planos novos da Rodobens há a garantia de cinco entregas por mês nos primeiros 12 meses. Depois desse prazo, não há mais tal garantia.

    Paulo: não conheço ninguém na Paraíba para te indicar, mas será um prazer te ajudar direto aqui do sul. Atendo clientes em diversos estados do Brasil, mas no teu ainda não tive o privilégio.

    Uma carta de 50.000 da Rodobens tem uma parcela de R$ 429,02. Mas a única forma de tu poderes parar de pagar o aluguel é tendo a carta contemplada.

    Para comprar uma carta contemplada nos primeiros meses, pelo sorteio, é necessário aproximadamente 30% do valor do crédito como “entrada”, assumindo as parcelas restantes. Isso é possível, mas não é fácil, já que depende de alguém contemplando no sorteio. Essas contemplações acontecem com regularidade, mas as cartas normalmente são vendidas no mesmo dia em que contemplam, tal é a procura por elas.

    As parcelas do consórcio aumentam anualmente pelo INCC.

    Abraços,
    Fabricio.


  • #39 - Anderson em 07.10.08 at 8:38 am
  • Opa…
    Parabéns pelo artigo…
    Uma dúvida que me paira, estou querendo começar a investir em imóveis, gosto desta área, queria fazer um consórcio de um apartamento ou uma casa para alugar. Só que a questão que me atormenta é a seguinte, achar um equilibrio entre o valor que investirei neste imóvel e o retorno que conseguirei do investimento em aluguel, fiz umas contas “burras” aqui e cheguei a uma conclusão que pode estar preciptada, mas de um valor para cima compensa mais investir em um fundo de renda fixa, não compensa? Gostaria da sua opinião a respeito. Moro em cidade pequena, então estou até tentado em comprar um terreno e construir algumas casas pequenas em cima para aluga-las. Pode opinar para mim Fabricio?
    Obrigado
    Um abraço.


  • #40 - Notívago em 09.10.08 at 11:20 pm
  • Olá Fabrício,
    Muito bons os seus artigos, têm sido bastante esclarecedores. Tinha pensado em investir em consórcios alguns meses antes de você postar por aqui, e agora eu estou achando que pode ser mesmo uma boa opção.
    Me tira uma dúvida:
    Em média, qual o valor do lance que as pessoas dão, para que consigam ser contempladas no primeiro ano de consórcio?
    Você teria essa informação não só em relação à Rodobens, mas também em relação a outros consórcios, os da Caixa e do BB por exemplo?
    Obrigado e um abraço


  • #41 - Gerson Bertoglio em 13.10.08 at 2:11 pm
  • Por acaso, li seu artigo, já que estava procurando no Google pessoas indigandas com o Consórcio de imóveis como eu(…mais especificamente da Rodobens). Tenho consórcio de imóveis da Rodobens com todas as prestações rigorosamente em dia. Acontece que fiz um lance para comprar meu apartamento. Os prazos para quitar os lances são extremamente rigorosos, só que na hora de conseguir o crédito!!!!!….meu amigo….
    A documentação que pedem é de uma burocracia que nunca imaginei que existiria…são dezenas de documentos pedidos ,sem a menor necessidade, pois um se sobrepõem ao outro criando redundâncias.O vendedor fica todo atrapalhado, assim como o comprador, não existe acessoria, os funcionários da Rodobens dão a lista te vira.
    estou tão inconformado com esse desleixo, que penso em escrever críticas em jornais locais para ninguém mais cair nessa furada.Realmente o pós venda deles e acessoria é um lixo.
    Atenciosamente.
    Gerson Bertoglio.


  • #42 - Fabricio Stefani Peruzzo em 13.10.08 at 9:46 pm
  • Anderson: Há diversas formas de ganhar dinheiro com o investimento em imóveis. No site http://www.moedacorrente.com.br escrevi sobre algumas delas e ainda tenho diversos artigos “no forno” sobre o assunto. O melhor investimento depende sempre de uma série de fatores que variam de cidade para cidade e de momento para momento. Comparar o retorno do aluguel com o retorno da renda fixa é querer comparar bananas com laranjas. São investimentos completamente diferentes. Não adianta comparar apenas o retorno que o investimento proporciona. Até porque esse retorno pode ser bem diferente dependendo de onde tu vives.

    Aqui em Porto Alegre por exemplo, tenho alguns amigos comprando terrenos e construindo casas para vender. Tua alternativa de construir para alugar pode ser boa ou não, não posso opinar por não saber em que cidade tu moras nem conhecer o mercado daí.

    Notívago: os lances livres para contemplar uma carta são absurdamente altos, mais de 70% do valor total do crédito. É mais ou menos o mesmo em outras administradoras. Dependendo do que tu pretende fazer com a carta depois de contemplada, os consórcios de bancos podem não ser adequados. O público que costuma descobrir que comprar cartas contempladas é mais barato que fazer financiamento, por exemplo, costuma procurar essa alternativa após descobrir que não se qualifica para um financiamento. E aí temos um problema, porque os consórcios dos bancos envolvem exatamente a mesma análise de crédito que um financiamento para poder fazer a transferência do consórcio.

    Outra coisa que tem que ter cuidado é com o lance embutido. É uma armadilha que algumas administradoras oferecem como grande vantagem. No final só serve para te fazer pagar taxas absurdamente maiores, muitas vezes mais até que um financiamento equivalente.

    Gerson: te indico entrar em contato com a ouvidoria da Rodobens através do 0800 deles. Não sei de que cidade tu és nem nada sobre tua situação específica, mas a burocracia dos consórcios é infinitamente menor do que a de qualquer financiamento. Mais que isso, os documentos que são solicitados são principalmente os do vendedor e do imóvel e o objetivo de pedir os mesmos é para TE PROTEGER. Tive um amigo que comprou um apartamento a vista e por negligência do corretor não pediram uma negativa X qualquer que não lembro qual era. Resultado, ele perdeu o apartamento e o dinheiro que havia pago. Agora está há dois anos na justiça tentando reaver o que perdeu processando a imobiliária negligente.

    No meu caso particular, para a compra do meu apartamento, a Rodobens pediu apenas cópia da minha identidade e CPF, o mesmo para minha esposa e cópia de nossa certidão de casamento e pacto antenupcial (por sermos casados sob comunhão total de bens). Só. Da vendedora e do imóvel, pediram uma série de negativas, mas bem menos do que os bancos costumam pedir. Além disso, a corretora que nos atendeu buscou todos os documentos em menos de quinze dias, contando todos os prazos de espera, pois alguns documentos tem que ser solicitados e levam três ou quatro dias para serem entregues. Em menos de um mês foi feito todo o processo, com assinatura da escritura e registro no registro de imóveis.

    O que quero dizer é que provavelmente tu estejas sendo mal atendido pelo corretor de imóveis que está intermediando a venda. E se não há corretor envolvido, o problema pode ser simplesmente falta de experiência tanto do comprador quanto do vendedor no processo de negociar um imóvel. Por fim, o que tu conseguirá com estes documentos que são pedidos é garantir que teu dinheiro não corra o risco de ir para o ralo. A proteção é em primeiro lugar, para ti mesmo.

    Mais uma vez, te indico ligar para o 0800 da Rodobens. Realmente funciona. Pode acontecer de tu estar sendo mal orientado por um funcionário inexperiente ou mal humorado. As empresas são feitas de pessoas e pessoas, podem falhar.


  • #43 - Carlos J. V. Santos em 14.10.08 at 2:18 pm
  • Olá, Fabrício.
    Acompanho sua trajetória de sucesso. E deixo aqui meus Parabéns!

    Seu amigo de Belo Horizonte - MG


  • #44 - Junior em 14.10.08 at 5:15 pm
  • Vc disse q faria outro post depois de uma semana, já se passou uma semana, cadê? hehe


  • #45 - Natalya em 20.10.08 at 10:30 am
  • Muito bom ter alguém na internet que se proponha a explicar assuntos complexos pra leigos como eu!

    Eu quero muito um dia ter um lar só meu… vou aprender com vc, ansiosa pelo seu prox post. Beijokas.


  • #46 - Fabricio Stefani Peruzzo em 21.10.08 at 10:22 am
  • Carlos: valeu!

    Junior: está ainda no meu moleskine :-)

    Vou mandar pros editores do PdH ainda esta semana.

    Natalya: obrigado pelas lindas palavras. É um prazer poder ajudar.

    Lembrando que o caminho mais rápido e certo para um lar só teu é: começar cedo e tornar o investimento automático.


  • #47 - Marcelo em 30.10.08 at 7:12 pm
  • Fabrício,
    Por alguns motivos particulares, atrasei por um ano e meio o pgto das prestações da construtora. Como as chaves já estão pra sair, liguei pra eles para saber qual era o meu débito com eles e quanto eu teria de pagar pela parcela de financiamento.
    Eles me disseram que eu tenho 48.500,00 em atraso (já corrigido), 194.000,00 da parcela de financiamento das chaves mais 2 anuais para Março de 2009 e Março de 2010 respectivamente que são de mais ou menos 14.000, cada. Arredondando o custo total para pagar o apartamento é de 272.000,00 reais.
    Gostaria de saber o seguinte: Tenho 75.000,00 em dinheiro no momento e estou na dúvida do que fazer, se pago pelo atrasado ou tem alguma forma de através de um financiamento ou carta contemplada para eu adquirir rapidamente o crédito e quitar junto com a construtora?
    Caso tenha alguma solução para o meu caso, ou talvez, uma direção ou sugestão, fico inteiramente agradecido.
    meu e-mail é zemarcelo10@hotmail.com


  • #48 - Marcelo em 30.10.08 at 7:16 pm
  • Fabrício,
    Apenas retificando algo. Quanto ao valor de 75.000,00 que tenho, eu quis dizer se não é melhor utilizálo para adquirir um crédito do que pagar o atrasado e diminuir a minha possibilidade de conseguir uma boa carta de crédito?


  • #49 - June em 30.10.08 at 7:23 pm
  • Taí…
    Nunca tinha pensado na casa própria.
    Tenho 23 e, sendo beeemmm sincera, Brasília tem preços absurdos para imóveis….
    Mas a idéia de pagar algo meu me animou um bocado. Vou pesquisar melhor essa alternativa


  • #50 - Como ganhar de três a cem vezes o rendimento da renda fixa, de forma segura, estável e dentro da lei. — A Revista Papo de Homem - Lifestyle Magazine em 11.11.08 at 10:43 am
  • [...] sabe qual é a forma melhor e mais barata de comprar um imóvel e também já aprendeu comigo que em um consórcio de imóvel não existe o último a ser contemplado. Hoje você aprenderá como investir um valor mensal de forma a obter rendimentos de três a cem [...]


  • #51 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 12.11.08 at 2:30 pm
  • Marcelo: o problema que há no teu caso é que tu só poderia utilizar o consórcio para pagar o valor total devido, ficando então o imóvel no teu nome e alienado à Rodobens. Então, como os 75.00 que tu tens não são suficientes para conseguir o valor total necessário, não há como resolver a questão.

    Não sei o restante da tua situação, mas me parece que este apartamento está mais caro do que deveria ser o teu alvo. Será que não é melhor tentar vender ele, recuperar o valor que já pagaste, eventualmente com algum lucro, já que agora está mais perto da conclusão e então com os teus 75.000 mais o valor recuperado do apartamento procurar um já pronto, não novo, para adquirir aí sim, com um consórcio alavancando e permitindo que tu compre um apartamento e ainda fique com dinheiro em caixa para alguma emergência?

    As vezes a melhor solução é olhar por outro ângulo.

    —–

    June: quanto mais cedo pensamos nisso, mais cedo resolvemos o problema. O tempo é nosso bem mais precioso, o que passou, passou.

    No que puder ajudar, fica a vontade para me escrever.


  • #52 - Engenheiro Jovem em 14.11.08 at 1:28 pm
  • Após análise breve, imagino que seu cálculo está equivocado. Corrija-me se eu estiver errado.

    Você não pode considerar constante 11 beneficiários a cada 2 meses (4 de cada mês, 1 extra no primeiro mês e 2 extras no segundo) durante todo período.

    O problema é que todo mês, quem pagou 70% (livre), 30% e 20% das antecipações vai pagar diferente do restante. Visto que eles já pagaram uma parcela do valor do consórcio, eles teriam duas opções:

    - Contribuir com uma parcela menor durante todo período
    - Pagar o mesmo valor num período menor.

    Ou seja, num exemplo prático, imagine um consórcio de 150 meses, num valor de 100.000 com parcelas fixas de 666 reais mensais. Os contribuintes DO PRIMEIRO MES que pagam 70% (70.000) de antecipações devem ao consórcio apenas 30.000 restante.

    Essas pessoas vão:
    ou pagar mais 45 parcelas de 666 reais mensais
    ou diminuir o valor contribuido para 201 reais mensais até o mês 150.

    E isto vai ocorrer em todos os períodos.

    Considerando que os ganhadores por contemplação LIVRE pagarão apenas 45 parcelas restantes (sem considerar os ganhadores por contemplação fixa de 20% e 30%), no 46º mês, a arrecadação que era de 400.000, perde 666 reais, no 47º perde mais 1332 (ganhador livre + extra + ganhador livre do mês passado = total 1998), e assim alternadamente.

    No final do 5º ano, o consórcio já conta com a contribuição de apenas 385.348. Caso ele não tenha gerado caixa para contemplar 4 ganhadores por mês, o consórcio passará a trabalhar no vermelho.


  • #53 - Fabricio Stefani Peruzzo em 14.11.08 at 2:07 pm
  • Engenheiro Jovem: Com certeza não dá para considerar todas essas contemplações durante todo o período. Simplesmente porque todas as contemplações já terão sido entregues antes do final do período total.

    Nas cartas da Rodobens, que são as que me refiro no artigo, não dá para contribuir com parcela menor e manter o período total. Entào vamos nos concentrar na segunda opção, essas pessoas irão pagar durante menos tempo.

    No teu exemplo prático, com os 100.000, não acrescentaste o valor da taxa de administração ao saldo devedor. De toda forma, tua explicação continua sendo compreendida, mudam apenas os prazos. Hummm, analisando melhor, não faz diferença, agora entendi os 400.000 a que tu te referiste como sendo o valor total arrecadado de todos os participantes se tivessemos um grpo onde todos fizessem cartas de 100.000.

    O que tu não levaste em conta é que os valores arrecadados pelos pagamentos mensais do grupo, não são a única entrada mensal. Os lances fixos e livres continuam a ocorrer mesmo depois do quinto ano. Então, mesmo diminuindo o valor arrecadado de todos os participantes porque vários estarão quitando suas últimas prestações, o saldo continuará sendo maior do que o necessário para pagar as contemplações esperadas. E mais algumas.

    Mesmo que, em algum momento, lá pelo sétimo ou oitavo ano, ao invés de termos duas contemplações extras tenhamos apenas uma contemplação extra a cada dois ou três meses, por exemplo.

    O fato é que as chances de receber antes da metade do plano são aproximadamente as que foram calculadas. Alguns, com certeza demorarão mais para contemplar, mas mesmo esses, no final, terão o valor atualizado para comprar o bem, ou seja, ninguém perde.

    Não conto nisto a taxa de administração. Para mim, nos casos dos últimos contemplados, que pagaram a taxa de administração e não se beneficiaram com uma contemplação antes da metade, isso é o custo que pagaram pela possibilidade de adiantar a aquisição do bem.


  • #54 - Engenheiro Jovem em 14.11.08 at 3:00 pm
  • Acontece que mesmo diminuindo o número de ganhadores extras nos últimos meses, o número de contribuintes diminui E TAMBEM DIMINUI A RECEITA (que o ganhador extra contribuiria com os seus 70%).

    Por exemplo, na mesma linha de raciocínio do meu exemplo anterior, o numero de contribuinte no final de cada ano segue a seguir:

    Ano Saíram Ficaram Receita mensal

    6 104 496 330.666
    7 156 444 296.000
    8 204 396 264.000

    (neste caso, considerei APENAS as saídas dos ganhadores livres + extras, sem considerar os de 20% e 30%, o que diminuiria ainda mais o numero de pessoas restantes)

    Ou seja, se não existe ganhador extra contribuindo com mais receita, ela não paga nem mesmo os 4 ganhadores do mês.

    O que é preciso fazer neste caso?

    Retirar ganhadores extras dos períodos anteriores para gerar caixa para pagar as 4 prestações dos restantes.

    O que acontece aqui é uma reação em cadeia que vai diminuindo ganhadores extras até grandes períodos anteriores, diminuindo muito a sua chance de ganhar antes da metade do consórcio.


  • #55 - Engenheiro Jovem em 14.11.08 at 3:02 pm
  • Ano*****Saíram*****Restantes*****Receita mensal

    6*****104*****496*****330.666
    7*****156*****444*****296.000
    8*****204*****396*****264.000


  • #56 - Fabricio Stefani Peruzzo em 15.11.08 at 8:36 am
  • Engenehri Jovem:

    > Ou seja, se não existe ganhador extra contribuindo com mais
    > receita, ela não paga nem mesmo os 4 ganhadores do mês.

    Entre os 4 ganhadores NORMAIS do mês, somente um depende apenas da receita de todos os participantes. As outras três contemplações são por lance livre, fixo de 20% e fixo de 30%, ou seja, teremos 30% (livre) + 30% (fixo) + 20% (fixo) EXTRAS todo mês, compensando aqueles que foram contemplados antes e não estarão mais pagando por já terem quitado seus consórcios.

    E a solução que tu apresentas: “Retirar ganhadores extras dos períodos anteriores para gerar caixa para pagar as 4 prestações dos restantes”. É baseada na falsa premissa de que é OBRIGATÓRIO ter 4 contemplações mínimas mensais. Não teremos. No final, haverá meses em que ninguém dará lance fixo, por exemplo. Apenas um número limitado de pessoas conhece o lance fixo. Apenas um número limitado de pessoas oferta os lances fixos.

    Então o que ocorre é que essas contemplações que poderiam ocorrer por lance fixo e não ocorrem, são entregues para quem ofertou o segundo maior lance livre (gerando mais dinheiro para pagar contemplações) e o terceiro e o quarto maiores lances livres. Até que, no final, todas as cartas tenham sido entregues antes do final do grupo.

    Resumindo: teu pensamento tem lógica, mas está baseado em premissas falsas sobre o funcionamento dos grupos. No caso das cartas da Rodobens, o que ocorre é o que eu descrevi no artigo. Para outras administradoras, podem acontecer coisas diferentes, já que cada administradora tem suas particularidades específicas em relação as regras de contemplação extra.


  • #57 - jay em 21.11.08 at 2:44 pm
  • “Tomemos como exemplo um consórcio da Rodobens, que são os que possuo, onde invisto e os que indico aos meus clientes. Neste consórcio, temos um grupo de 600 pessoas que participam de um plano de 150 meses. Com 600 pessoas pagando 1/150 (mais taxa de administração) todos os meses, podemos entregar quatro contemplações por mês.”

    po irmao
    tu se queimou, tu enfiou a cabeca na bunda.

    tu ta vendendo teu peixe, e vende bem.

    agora qual a diferenca entre a tua alegria em fechar mais um consorciado e o gerente do banco ?


  • #58 - Fabricio Stefani Peruzzo em 24.11.08 at 10:12 am
  • Jay: a diferença entre a minha alegria em vender um consórcio e a do gerente do banco é que eu sei que estou ajudando da melhor forma que posso, independente da comissão.

    A diferença é que ao contrário do gerente do banco, eu invisto pessoalmente nos consórcios e só descrevo e indico o que eu mesmo faço.

    A diferença é que eu indicava os consórcios desde 2003 e só me tornei representante da Rodobens na metade de 2005.

    E não acho que tenha me queimado, pelo contrário. Acredito na transparência. Dizer que vendo esses consórcios não me queima, já que por causa deste investimento pessoal que faço desde 2002 mudei completamente de carreira, vendendo a empresa que possuia desde 1996 para me dedicar integralmente aos consórcios e a ajudar as pessoas a obter os mesmos resultados que eu.

    Para me conhecer melhor, lê o artigo abaixo e também os outros que estão no Moeda Corrente:

    http://www.moedacorrente.com.br/wp/arquivo/eu-nao-tenho-vergonha-de-ganhar-dinheiro-e-voce-tem/

    Abraço,
    Fabricio.


  • #59 - Engenheiro Jovem em 01.12.08 at 2:32 pm
  • Fabrício,

    ainda tenho dúvidas de como o consórcio seria capaz de contemplar todos os integrantes antes do final (num pensamento simplista, em um consorcio de 12 anos e meio, se ele termina na época descrita, a taxa de administração e a renda extra - bastante reduzida devido aos já contemplados - teriam que bancar 2 anos e meio de capital de giro), mas acredito que o calculo deve ser mais complicado, e obviamente, o resultado é rentável para a empresa ofertante.

    De qualquer forma, tenho outra duvida.

    Gostaria de saber quais os impactos que a atual crise financeira tem nesse segmento de investimento.
    Quer dizer, se por um lado, a dificuldade de crédito estimula a entrada de pessoas em consórcios (o que geraria mais pessoas interessadas em comprar as cartas contempladas), por outro existe uma tendência natural das pessoas em se retraírem em relação a investimentos (o que diminui o numero de interessados na compra de imóveis).

    Gostaria de saber como o mercado tem reagido, na prática.

    Obrigado


  • #60 - jane em 07.02.09 at 4:57 pm
  • passei por aqui e gostei.. parabens!


  • #61 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 09.02.09 at 5:31 pm
  • Engenheiro: no que diz respeito a mim e aos amigos que investem da mesma forma, a crise financeira apenas gerou impactos positivos. Tenho vendido oito vezes mais do que nos meses iniciais de 2008, apesar de que parte disso se deve a uma tragédia pessoal pela qual minha familia passou no início do ano passado, mas a maior parte é porque o mercado está procurando mais mesmo.

    O que aconteceu é que as pessoas não se retraem em investimentos na crise. Elas apenas trocam os investimentos de risco por alternativas mais seguras. Junta o fato dos imóveis serem o investimento mais seguro de todos e o consórcio ser a melhor alternativa para comprar mais imóveis com o mesmo capital inicial ou a alternativa que permite a quem não tem o dinheiro para um imóvel inteiro ir programando a sua aquisição e temos o resultado que está acontecendo.

    Então na prática, estou muito satisfeito.


  • #62 - ACÁCIO em 03.03.09 at 2:12 pm
  • Boa tarde Sr. Fabrício.

    Em um Consórcio cujo valor de Carta de Crédito seja de R$ 60.000,00 onde ainda participarei do 1º lance, qual as chances de contemplação caso eu ofereça um lançe de R$ 30.000,00?

    Aguardo orientação!

    Abraços.


  • #63 - ACÁCIO em 03.03.09 at 2:15 pm
  • Somente para corrigir: É 1a Assembléia e já darei R$ 30.000,00 DE lançe!!!!

    Abraços.


  • #64 - Ronin em 06.03.09 at 1:44 pm
  • Fabrício explica essa parte melhor por gentileza, por exemplo, eu quero adquirir o consórcio apenas pagando a mensalidade normal, as chances de eu ser contemplado é apenas por sorteio??

    Uma contemplação por sorteio
    Uma contemplação por lance livre
    Uma contemplação por lance fixo de 30% das antecipações
    Uma contemplação por lance fixo de 20% das antecipações


  • #65 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 09.03.09 at 3:24 pm
  • Acácio: tudo depende do consórcio que tu adquirir. Tua pergunta não define se é consórcio de imóvel ou de veículo, nem qual a administradora. Em um consórcio imobiliário, oferecer 50% de lance para contemplar costuma ser pouco nos grupos novos.

    No teu caso específico, procuraria por cartas já contempladas. Com 50% do crédito tu consegues uma carta já contemplada praticamente sem ágio.

    —–

    Ronin: se tu pagar somente as prestações mensais tu só concorrerá no sorteio mensal. De toda forma, as chances de contemplação são referentes a todos os participantes, porque muitos que poderiam contemplar pelo sorteio, concorrendo contigo, terão contemplado antes através das diversas modalidades de lance, adiantando a tua contemplação por sorteio.


  • #66 - Jdar em 12.04.09 at 10:56 am
  • Olá Fabrício, eu gostaria de saber quais as documentações necessárias que o consórcio pede, depois de sermos contemplados. Eu estou pensando em investir em um imóvel, mas ainda estou com muitas dúvidas. Me passa teu e-mail, por favor. Obrigada!


  • #67 - Thiago em 23.04.09 at 11:33 am
  • Olá Fabricio!
    Gosto das suas colunas e gostaria que me desse uma estimativa: caso eu faça uma carta para 35K, e resolvesse dar um lance de 10K ou 15K, quando conseguiria sair “vencedor”, pois vejo que vc falou que com 50% é complicado no primeiro ano. Abraço!


  • #68 - Rafael Borba em 04.05.09 at 11:06 am
  • De acordo com os livros do Pai Rico que voce mesmo cita, acho que pelo fato de voce ser dono de uma concessionaria de consorcios, seus posts sao mais enquadrados em CONVERSA DE VENDEDOR do que em INFORMACAO FINANCEIRA FUNDAMENTADA…

    Abracos!


  • #69 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 04.05.09 at 11:28 am
  • Jdar: quando comprei meu apartamentop usando os consórcios, os documentos que me pediram foram identidade, CPF, certidão de casamento e, como sou casado com comunhão total de bens, pacto antenupcial. Meu email está na página http://www.megacombo.com.br/contato

    —–

    Thiago: não há como prever. O melhor, tendo um valor de 10K a 15K para o lance é ofertar o lance fixo, onde tu concorre com menos de 10% dos participantes.

    —–

    Rafael Borba: depois de leres minha história, verás que cito o Pai Rico com total convicção, pois como ele mesmo diz, devemos pedir orientação a quem ganha dinheiro com o que indica.

    Invisto pessoalmente em consórcios desde 2002. Lucrei muito com isso. Indiquei para amigos que lucraram também. SOMENTE DEPOIS DISSO, em 2005, é que abri minha empresa representante da Rodobens. E fiz isso mais para poder ter mais poder nas minhas aquisições pessoais do que para vender consórcios para terceiros.

    SOMENTE EM 2008 é que tornei esta a minha atividade principal. Oriento quem deseja investir e lucrar da mesma forma que eu mesmo invisto e lucro. É informação financeira fundamentada e mais que isso, comprovada por anos de histórico positivo.

    Abraços.


  • #70 - Roberto Ribeiro em 21.05.09 at 6:25 pm
  • O ARTIGO SOBRE CONSÓRCIO VEIO NUM BOA HORA, POIS TENHO CASA, MAS PRETENDO ALUGA-LÁ APÓS ADQUIRIR UM APARTAMENTO. SÓ FICOU UMA DÚVIDA: A CARTA DE CRÉDITO PODE SER TRANSFORMADA EM ESPÉCIE, DIGAMOS QUE AO LONGO DO CONSÓRCIO MUDEI DE IDÉIA DE ADQUIRIR O APARTAMENTO.


  • #71 - SILVIA em 26.05.09 at 10:09 am
  • COMPRAR UM CONSÓRCIO É FÁCIL,FÁCIL… QUERO VER DEPOIS DE COMTEMPLADO ELES TE LIBERARAEM O CRÉDITO. É A MAIOR SAFADEZA… ELES SÓ LIBERAM SE VOCÊ PROVAR QUE GANHA DEZ VEZES MAIS DO QUE PAGA, É UM PAVOR…. O FINANCIAMENTO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO COBRA MAIS CARO , MAS JOGA MAIS LIMPO. SE DÁ DÁ…SE NÃO DÁ FALAM NA HORA QUE ANALISAM SUA PROPOSTA DE CRÉDITO.CUIDADO AO COMPRAREM CONSÓRCIO…


  • #72 - SILVIA em 26.05.09 at 12:05 pm
  • AMIGO ROBERTO RIBEIRO
    VOCE SÓ RECEBE EM ESPÉCIE SE DEPOIS DE COMTEMPLADO HÁ MAIS DE 180 DIAS VOCÊ QUITAR O SEU CONSÓRCIO. EM RESUMO. SÓ RECEBE SE QUITAR TUDO. O CONSÓRCIO NÃO ADIANTA NADA EM ESPÉCIE.


  • #73 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 26.05.09 at 4:57 pm
  • Roberto: Depois de contemplado por mais de 180 dias sem usar o crédito, tu podes quitar o consórcio com o próprio valor do crédito e receber a diferença. Normalmente não vale a pena, vale mais deixar o crédito rendendo até o final do plano, quando aí sim, tu recebes o valor integral em espécie.

    —–

    Silvia: A que administradora te referes? Na Rodobens não há necessidade de comprovação de renda, este é um dos maiores motivos por eu apenas investir nos consórcios deles.

    Há outras administradoras que exigem três ou cinco vezes o valor da parcela como comprovação de renda. Exigir 10 vezes, não sei de nenhuma.

    Abraços.


  • #74 - SILVIA em 26.05.09 at 6:46 pm
  • fabricio
    Tenho consórcio bradesco. Já paguei 64 parcelas e devo 53… sou profissional liberal e agora estão exigindo decore, o qual meu contador não pode dar. É justo isto ? estou contemplada há mais de 8 meses e não tenho condições agora de quitá-lo, portanto, não tenho nada. se eu tivesse financado um imóvel pela cef por exemplo, eu já teria pago metade e já com imóvel próprio.
    não acredito mais que consórcio seja o melhor remédio.
    é uma ótima poupança para quem pensa em investir, mas no meu caso eu quero é o meu imóvel.
    obrigada pela sua atenção, e quando pensar em comprar novamente um consórcio para investimento… me lembrarei de você.
    obrigada,
    silvia


  • #75 - Fabricio Stefani Peruzzo (Autor) em 26.05.09 at 7:46 pm
  • Silvia,

    Entendo teu drama, tenho dois amigos que sofreram o mesmo problema, quando venderam prometeram mundos e fundos e na hora de usar, nada.

    Não tenho certeza de como funciona o consórcio do Bradesco nesta questão, mas tenta se informar se é possível quitar o consórcio com o próprio crédito e com isso liberar a diferença já paga. Tu perderá todo o valor da taxa de administração, mas ao menos conseguirá reaver grande parte do que pagaste. Com esse dinheiro em mãos, provavelmente seja o suficiente para adquirir uma carta “decente” já contemplada, permitindo que tu compre teu imóvel imediatamente, sem burocracia.

    Comprei meu apartamento com consórcio da Rodobens e tudo que me pediram de documentos foi identidade e CPF meus e da minha esposa, junto com nossa certidão de casamento e o pacto antenupcial por termos optado pela comunhão total de bens.

    Se puder ajudar de qualquer outra forma, fica a vontade para me mandar email.

    Abraço.


  • #76 - SILVIA em 27.05.09 at 11:36 am
  • FABRICIO
    COMPREI UMA CARTA DE CRÉDITO DE 100.000, E HOJE PAGO MENSALMENTE E PONTUALMENTE 1563,00 NA QUAL AGORA ATUALIZADA A CARTA DE CRÉDITO ESTÁ EM 147.960,00 COM 8 MESES COMTEMPLADA ACREDITO QUE TENHA LÁ UNS 155.000,00.JA PAGUEI 64 PARCELAS E FIZ EM 120 MESES. AGORA PROPUS AO BANCO COMPRAR OUTRA CARTA DE CRÉDITO PELO BRADESCO DE 150.000, EM UM GRUPO EM ANDAMENTO E JÁ DARIA DE IMEDIATO UM LANCE DE 53.000,… ELES ESTÃO ESTUDANDO A PROPOSTA E ACHAM QUE NÃO APROVARIAM PARA COMPOR UM UNICO IMÓVEL. DEVO DIZER QUE SOU CORRENTISTA DO BRADESCO HÁ MAIS DE 18 ANOS E NUNCA ATRASEI MINHAS PARCELAS. ESTOU PENSANDO EM COMPRAR DAR O LANCE E DEPOIS
    BRIGAR PARA QUE LIBEREM OS 300.000 QUE PRECISO URGENTE PARA FECHAR A COMPRA DE UM IMÓVEL(GALINHEIRO MORTO) O IMÓVEL VALE 450.000,00.
    MINHA GERENTE EXPLICOU QUE POR ELES NA AGÊNCIA TUDO BEM, MAS QUE SÃO PAULO (BRADESCO CONSÓRCIOS) É QUE EU TERIA PROBLEMA. ELES QUEREM ESTE DECORE E JÁ NÃO SEI MAIS O QUE FAZER, POIS JÁ DEI 10.000 DE SINAL DE NEGÓCIO COM A IMOBILIÁRIA. O QUE FAÇO ?


  • #77 - daniel em 15.06.09 at 8:08 pm
  • Carlos J. V. Santos

    Gostaria de trocar umas idéias com você a respeito de flats. Poderia me mandar um e-mail? Muito grato!


Deixe um comentário

*opcional

Para sua imagem aparecer ao lado de seu nome nos comentários, cadastre-se no Gravatar usando o mesmo e-mail com o qual comentou.


© 2006-2009 Papo de Homem - Lifestyle Magazine . Conteúdo publicado sob Licença Creative Commons . Anuncie . Política de Acessibilidade