9 passos para decolar sua carreira internacional

Seiiti Arata

por
em às | Listas, Mecenas, Melhor do PdH, O Lugar no PdH, Trabalho e negócios


Ou como desenvolver sua carreira fazendo viagens internacionais sem gastar nada

Quem mais quer viajar e juntar a aventura com os benefícios de construir um bom currículo, fluência de idiomas e experiência no exterior? Eu, você e a torcida do Flamengo.

O problema é que não é todo mundo que pode bancar a passagem aérea e outros custos relacionados a investir em um projeto desses. E, sem nunca ter ido pro exterior, fica mais difícil ser selecionado para as vagas de trabalho mais competitivas dentro do Brasil (justamente as oportunidades que mandam os funcionários a trabalho em missões internacionais).

Como resolver esse dilema? Vale a pena fazer uma viagem só pra ganhar uns trocados lavando pratos antes de encontrar algo melhor? Existe alguma forma de viajar de graça e ainda por cima avançar a carreira? Essas são algumas perguntas feitas por muitos de meus amigos e clientes de coaching.

A pergunta de como iniciar uma carreira internacional sem gastar nada tem uma resposta bastante simples: por meio de programas de bolsa de estudo e competições internacionais de monografias. Foi assim que eu iniciei a minha carreira.


Link YouTube | Filmando às oito da manhã na neve e garoa…

Mas essa resposta nos traz a uma segunda pergunta, cuja resposta não é tão simples: como nos preparar de forma a ter chances reais de participar desses programas? É aqui que a conversa se torna interessante, pois a carreira internacional se torna uma mera consequência, um efeito ocasional de uma hit combo de vários benefícios muito maiores.

Em vez de ter a carreira internacional como um objetivo a ser buscado, prefiro aplicar uma técnica de lifehacking: transformar objetivos atraentes em consequências incidentais. No vídeo acima, fiz um breve resumo dos nove pontos que mais contribuiram para que eu construísse um ecossistema que inevitavelmente deslanchou a carreira internacional que eu visualizei mais de doze anos atrás.

Antes de continuar, é importante esclarecer que esse aqui é mais um bate papo informal em que eu conto o que é que funcionou bem para mim e o que eu notei ser um padrão comum entre meus colegas que também seguiram carreiras internacionais. Não existe fórmula única. Se você tiver outras sugestões complementares por favor fique à vontade pra compartilhar aqui com a gente nessa conversa.

Agora vamos às dicas que podem ajudar nesse primeiro round de conversa.

1. Tenha clareza sobre qual é o seu sincero propósito

Vale a pena largar tudo e lavar pratos pra pagar os custos da viagem?

Depende. Eu acho que o custo de oportunidade muitas vezes é ignorado por quem aceita um subemprego. Isso sem contar os riscos associados. A armadilha cognitiva é pensar quanto dólares, euros ou libras representam em comparação com a moeda brasileira sem levar em conta que os custos de aluguel, comida e transporte no exterior também são igualmente altos.

Assim, quem aceita o subemprego acaba poupando muito pouco, além de violar a lei caso desenvolva atividade remunerada com o visto de turista. Além disso, quem levanta dinheiro desse jeito acaba geralmente vivendo em condições péssimas e com má alimentação.

Se a pessoa pode se sacrificar tanto no exterior, não poderia fazer o mesmo no Brasil e juntar até mais dinheiro com menos perrengue? Provavelmente sim, mas não teria a emoção e a aventura de se jogar longe de casa. É esse o risco do “juntar o útil ao agradável”: dispersamos nosso tempo, recursos e foco. Essa abordagem de aceitar o que aparecer fica clara na filosofia de gente que diz que gostaria de trabalhar na própria área, mas aceitaria lavar pratos pra poder pagar as contas.

Por um lado, é muito positivo ser humilde e aceitar o subemprego quando não existe outra alternativa. Porém, essa abordagem é como dar um tiro com aquelas espingardas que atiram dezenas de bolinhas de chumbo, na esperança que pelo menos uma acerte em algo. E todo mundo concorda que tomar decisões importantes com base na esperança não é um bom negócio.

Prefiro pensar como o sniper que dá um único tiro certeiro. Para focalizar, é necessário primeiro saber o que a gente quer da vida. O que queremos de verdade? É realmente o dinheiro que é pago por atividades que trazem pouco enriquecimento pessoal? Ou é a aventura em virar barman em um navio cruzeiro ou faxineiro em uma estação de esqui?

Essa divisão também ajuda a esclarecer nossas decisões no aprendizado de idiomas. O caso clássico é do adolescente que pede para os pais pagarem uma viagem pra Austrália ou Nova Zelândia para aprender inglês. Além de ser perfeitamente possível aprender o idioma no Brasil, eu conheço muitos casos de quem vai para o exterior, gasta aquele dinheiro limitado que possui, e acaba apenas fazendo amizades com outros brasileiros, portugueses e latinos. E voltam falando portunhol melhor do que qualquer outra coisa.

O que quero dizer é que a gente tem a tendência de ter a emoção nos puxando pra um lado… e, daí, racionalizar o nosso impulso com algo que é mais aceitável. Dizer da boca pra fora que quer juntar dinheiro, melhorar o currículo ou ficar fluente no idioma são exemplos clássicos de racionalização quando o que a gente quer na verdade é uma aventura.

Não tem nada de errado com isso. Apenas seja honesto consigo mesmo: qual é o seu principal objetivo com a viagem?

Esse post foi feito especialmente para quem realmente quer se dedicar a uma carreira internacional sólida. Se este for seu caso e você não puder torrar uma fortuna, eu recomendo a segunda dica.

2. Focalize em programas de bolsa internacional

Quem sobreviveu à leitura da longa descrição da primeira dica acima e sinceramente quer seguir a carreira profissional internacional já passou pelo filtro que separa dos meros aventureiros. Ao invés de reinventar a roda e desperdiçar energia querendo trilhar um caminho novo que pode não dar em nada ou ser arriscado, procure os programas sérios de bolsa (fellowship, scholarship).

Tenho amigos que tiveram ótimas experiências com a AIESEC, por exemplo. Procure também pelas diferentes “Câmara Júnior”, que são bons pontos de convergência de oportunidades.

Boas faculdades com tradição também possuem muitas parcerias bilaterais com instituições de ensino no exterior – e muita gente não sabe. É impressionante a quantidade de oportunidades que ficam na mesa da secretaria e que os funcionários estão deixando pra pregar depois no mural. Faça amizade com quem trabalha nesses departamentos e visite regularmente esses murais para ser o primeiro a saber das oportunidades existentes.

No meu caso, eu fiz a minha primeira viagem para a Europa sem gastar um tostão. Foi em uma competição de monografias, que me premiou com uma viagem para uma das melhores conferências da Alemanha: World Business Dialogue. Conheci presidentes e diretores de corporações globais e vários empreendedores de todo o mundo, além de alunos de universidades renomadas que também tinham sido premiados. Nessa ocasião, enquanto a gente interagia nos intervalos, o pessoal perguntava quem é que já tinha ido pra tal “conferência da Suíça”.

Quer dizer, o fato de eu ter participado da conferência da Alemanha permitiu que esses contatos me recomendassem uma outra competição de monografias semelhante. E aqui estou eu, no PapodeHomem, passando todas as barbadas. O St. Gallen Symposium foi a minha segunda viagem para a Europa, no ano seguinte.. E eu também não gastei nada com transporte ou hospedagem, sem contar o fato de participar da conferência que eu considero a melhor de toda a Europa para conhecer empreendedores. Veja a lista de palestrantes para ter uma idéia.

A diferença é que, nessa segunda conferência, eu já tinha um pouco mais de experiência e resolvi negociar com os organizadores: perguntei a eles se a minha passagem já estava comprada. Eles disseram que sim e acabei negociando com eles que se eu conseguisse uma passagem mais barata, eles poderiam me reembolsar. Com isso, comprei uma passagem com retorno aberto para o Brasil: participei da conferência na Suíça e logo após fui para Paris, procurei trabalho e não consegui por não ter o visto de trabalho.

Não vou entrar em todos os detalhes dessa viagem, mas o que interessa é que eu acho que essa fórmula de usar as conferências internacionais é muito pouco explorada. Meu primeiro trabalho na ONU aconteceu em 2005, quando completei curso online da DiploFoundation, que premiava os melhores alunos com programas de fellowship. Também fui aprovado para o Harvard Project for Asian and International Relations, quer dizer, oportunidade tem de monte, basta procurar e fazer o investimento inicial para adquirir habilidades suficientes para ser aprovado nesses concursos culturais. Espero passar aqui neste post os elementos suficientes pra ambos.

De fato, é necessário ter preparo sólido para escrever uma monografia que seja vencedora em uma competição contra alunos de todo o mundo. Você tem que mandar melhor do que um aluno de Harvard, Oxford, Insead… Em inglês. Isso nos leva ao terceiro ponto.

3. Primeiro, fortaleça a si mesmo

Sem falar o idioma, sem ter conteúdo, contatos ou experiência dentro do Brasil, quando você chega até a Europa, você é apenas mais um com pouco a oferecer e prontinho para ser explorado e rotulado como mão de obra desqualificada. Evite ser mais um no meio da multidão de desesperados.

O processo de fortalecimento de seus talentos é demorado: não existe pílula mágica. Quanto mais cedo você começa a dedicar esforços na maestria de sua área específica, melhor. Recomendo muito o livro Maestria, de George Leonard.

No meu caso, foi perfeitamente possível alcançar a fluência de inglês no Brasil. Somente fui para o exterior depois de ter o inglês fluente, o que ajudou a abrir portas muito mais interessantes do que se tivesse ido prematuramente.

Durante o horário de almoço num dia de trabalho, pedi ao amigo Maurício Correia, diplomata de carreira, que compartilhasse um pouco conosco. Fiquei bastante agradecido e acho que esse rápido bate-papo ilustra muito bem como é fundamental esse processo de preparação. Ele reforça muito a importância do domínio do português como ponto de partida para a carreira diplomática.


Link YouTube | Bate papo informal com um diplomata durante a pausa de almoço na ONU

4. Elimine o que não resulta em enriquecimento pessoal

Na mesma linha do Leo Babauta e do Tim Ferriss, recomendo eliminar hábitos que trazem pouco enriquecimento pessoal. Doze anos atrás, eu cortei completamente a televisão da minha vida. Um motivo: eu trabalhava durante o dia todo e de noite ia para a faculdade (isso quando eu não continuava trabalhando até de madrugada no escritório). Descobri que não era apenas novelas e filmes que não me faziam falta: acompanhar noticiários tornou-se uma atividade completamente irrelevante quando eu considerava o custo de oportunidade de outras coisas mais importantes que merecem mais atenção.

Além de cortar televisão, apaguei meu perfil do Orkut e deletei minha conta de MSN e ICQ. Quando respondo emails, uso a técnica da resposta minimalista. Toda essa eliminação foi para abrir espaço para hábitos de enriquecimento.

5. Cultive o hábito de aprendizado permanente

O conhecimento é uma das formas mais fáceis e acessíveis de enriquecermos a nós mesmos. Leio um livro por semana, em média. Existem três recomendações iniciais que podem fazer uma enorme diferença:

a) Outliers – Fora de Série, de Malcolm Gladwell, conta histórias de sucesso e destrói completamente o nosso mito do herói John Wayne que consegue fazer tudo sozinho e sem grande esforço. Analisando padrões de sucesso, é fácil notar que existe uma fórmula que está ligada a trabalhar bastante durante longo tempo (Gladwell sugere 10 mil horas de treinamento), estar bem conectado e saber aceitar ajuda de pessoas a nossa volta. Sucesso tem pouco a ver com sorte, dom ou talento, mas sim com as horas de bunda sentada na cadeira.

b) Linchpin, de Seth Godin, um dos melhores livros que li no ano passado. Seth conta como nós temos a tendência de nos comportar como zumbis corporativos que fazem o mínimo necessário, achando que isso pode nos trazer algum benefício na vida. Para ser um profissional de talento, é necessário amar o trabalho, transformando-o em uma expressão de arte. É abandonar aquela postura de “Ah, não posso fazer isso pq não faz parte da minha área” ou “Ah, imagina que eu vou sacrificar meu fim de semana por causa dessa empresa se eu nem ganho pra isso”, como disse um amigo meu.

c) A Classe Alta: os truques de marketing e psicologia que aprisionam a classe média… e o que fazer para enriquecer, de minha autoria. Diferente de livros de papel, que a gente lê de começo ao fim de forma passiva e promove pouca transformação pessoal, este é um livro digital com atividades interativas que são realizadas dentro de um grupo MasterMind.

"To cansado, cara. Como cê tá de trampo aí? Quer parar pra um café antes de sairmos mais cedo?"

6. Aumente o tamanho da sua orelha

Esta é uma técnica simples que pode ser realizada principalmente com dois tipos de plataforma: Twitter e Google Alerts. Basicamente, você vai escolher termos relacionados à sua área de interesse. Digamos, “London fellowships chemistry” para bolsas de estudo de química em Londres. Utilize essa busca permanente como uma coluna no Tweetdeck e também como um Google Alerts.

7. Aumente a extensão e a qualidade da sua rede de contatos

Assim como eu só fiquei sabendo da conferência da Suíça depois de conhecer a turma na Alemanha, existem milhares de oportunidades “invisíveis” que somente as pessoas bem conectadas podem oferecer. Como conectar?

Existem redes sociais genéricas como o Orkut e Facebook, mas que geralmente não ajudam muito por serem de propósito genérico. A tendência é ficar nas trivialidades, respondendo perguntas engraçadinhas do Badoo ou jogando colheita da fazenda e outras bobagens.

Procure se enturmar com as pessoas certas. Todo profissional de carreira internacional precisa ter um perfil LinkedIn bem organizado. No Orkut ou Facebook, eu não recomendo que você saia adicionando gente que nunca viu pessoalmente na vida, pois a rede não foi feita pra isso. O LinkedIn é uma rede com propósito unicamente profissional. Quanto mais conexões você possui, maiores as chances de encontrar ótimas oportunidades. Esse é o poder das conexões fracas que o Malcolm Gladwell menciona no livro The Tipping Point, que eu também recomendo demais:

“Granovetter argues that when it comes to finding out about new jobs – or, for that matter, gaining new information, or looking for new ideas – weak ties tend to be more important than strong ties. Your friends, after all, occupy the same world that you do. They work with you, or live near you, and go to the same churches, schools, or parties. How much, then, do they know that you don’t know? Mere acquaintances, on the other hand, are much more likely to know something that you don’t. To capture this apparent paradox, Granovetter coined a marvellous phrase: “the strength of weak ties.” The most important people in your life are, in certain critical realms, the people who aren’t closest to you, and the more people you know who aren’t close to you the stronger your position becomes.” –Malcolm Gladwell

Outra rede de contatos que você pode usar é o CouchSurfing, com um ângulo totalmente oposto ao corporativo LinkedIn, pois é uma comunidade de gente que abre as portas da própria casa pra acolher desconhecidos que dormem no sofá da sala. É um projeto sensacional e valeria fazer um vídeo só pra descrever. Mas é tudo bastante intuitivo e o cadastro de entrada é livre. Mesmo que você não tenha a intenção de sair surfando no sofá alheio ou hospedar alguém por enquanto, os fórums da comunidade Couchsurfing são uma prova viva de como as pessoas gostam de ajudar umas às outras. Confira também o TakingITGlobal para encontrar sua paixão e se engajar em temas globais.

Além desses, você pode procurar por fóruns específicos e mailing lists da sua área de atuação. Use o bom e velho Google, escrevendo por exemplo “forum”, “discussion group” ou “community” junto com a disciplina profissional em que você atua – pode ser bastante específico pois hoje em dia tem fórum sobre tudo.

Finalmente, existem as comunidades fechadas. Uma das que eu mais gosto é A Small World, que no começo acabou com uma má reputação por ser esnobe demais. A imprensa chamava de “O Orkut dos Ricos”. Apesar de eu ter ouvido críticas de gente que diz que nessa comunidade o pessoal sai marcando atividades em que para participar você tem que ter um jatinho ou helicóptero particular, não foi essa a minha experiência. Nas reuniões que eu participei, achei o pessoal bem tranquilo, apesar de sempre ter um ou outro meio lesado. Infelizmente, não posso enviar convites para quem eu não conheço: uma das regras desta comunidade é que a gente somente convida quem a gente confia e conhece pessoalmente.

Para quem gosta de conteúdo um pouco mais voltado a ciências sociais, recomendo o Connected: The Surprising Power of Our Social Networks and How They Shape Our Lives, escrito por Nicholas Christakis, professor dos departamentos de Medicina e de Sociologia em Harvard, e James Fowler, professor da Universidade de San Diego especializado em redes sociais. Nossas vidas são influenciadas por nossas redes sociais. Por exemplo, se um de nossos amigos engorda, nós temos chances maiores de ficarmos também obesos. Ou se eu estou feliz, minha felicidade pode ser transmitida para meus amigos. Essa transmissão, dizem os autores, vai até três graus de separação, de modo que eu posso receber influência de meus amigos (primeiro grau), dos amigos de meus amigos (segundo grau) e dos amigos dos amigos dos meus amigos (terceiro grau).

8. Ajude o máximo de pessoas que puder

Esse ponto vai ficar com cara de conselho de autoajuda ou mensagem hipócrita de político. Mas se você perguntar para qualquer pessoa bem sucedida que alcançou resultados de forma honesta, todos vão dizer que você só vai começar a ver resultados a partir do momento que tem a condição de oferecer valor para a comunidade. Se pensarmos bem, isso é óbvio.

Um empregador somente vai querer contratar um profissional que mande bem. Um consumidor somente vai comprar produtos de uma empresa que seja a melhor, em termos de design, de funcionalidades, de preço. E a prática de ajudar pessoas é um hábito que pode ser treinado e fortalecido. Faça trabalho voluntário. Economize dinheiro e aceite estágios não remunerados que vão abrir muitas portas adiante. Pense no longo prazo.

Um outro livro que recomendo nesse sentido é o Never Eat Alone, de Keith Ferrazzi, que reforça a idéia de generosidade como o principal fator de sucesso e também complementa bastante a idéia de networking e conexões como mencionado no ponto anterior.

9. Treine bastante

Eu achava engraçado que meus amigos de faculdade ficavam ansiosos antes de uma entrevista de emprego, enquanto eu me divertia muito. Sempre vi as entrevistas como um treinamento. Eu ia até os murais de estágio da faculdade, anotava todos os números de telefone e emails, e me inscrevia para tudo, inclusive para vagas que não me interessavam.

Para essas vagas que não me interessavam eu tinha o resultado mais impressionante: não tinha absolutamente nada a perder. Eu explorava diferentes formas de vender o meu peixe.

"Sim, ouvimos suas sugestões, mas gostaria de lembrar que isso aqui é uma entrevista de emprego."

Essa prática me trouxe um valioso recurso mesmo depois de finalizar a faculdade. Uns três anos atrás, uma empresa americana me convidou para uma entrevista com os diretores que ficavam na sede no Vale do Silício. Foi nesse contexto que eu viajei pela primeira vez na vida aos Estados Unidos.

Aliás, para essas super entrevistas, que são para vagas em altas posições em corporações internacionais, as famosas Fortune 500, vou dar a última dica que é muito poderosa: pesquise profundamente absolutamente tudo o que acontece com a empresa e isso será um elemento que vai ajudar demais durante o bate papo.

A forma que eu sempre faço é entrar na base de dados do sistema EDGAR da U. S. Securities Exchange Commission, pois as empresas de capital aberto são obrigadas a informar os acionistas sobre tudo o que acontece na empresa: seus riscos, seus produtos, seus competidores, o CV dos gerentes, os produtos que mais trouxeram lucro (veja aqui um exemplo).

Essas informações acontecem de forma mais picada trimestralmente (porém atualizada) e bastante detalhada no relatório anual: leia ambos, além de criar um Google Alert sobre a empresa e a área de sua atuação para ter certeza de acompanhar tudo. Concentre-se no que é mais importante para sua área (riscos e estratégia, ou finanças, dependendo do caso).

Dá trabalho fazer isso tudo? Sim, muito. Mas, diferente de lavar pratos (metáfora usada para qualquer tipo de trabalho que não está alinhado com seu propósito), essa dedicação é algo que vai acumular em experiência, conhecimento e contatos que cada vez aumentam a sua curva de sucesso. O resultado desejado é transformado em uma consequência inevitável.

Se eu puder ajudar neste processo, será um grande prazer. Adicione-me no LinkedIn e vamos trocando ideias aqui nos comentários.

Oferecimento: HSBC

Mecenas PdH: Você leu um texto apoiado por uma empresa. Conheça nossa política de transparência e conteúdo livre de amarras. Este post é resultado de nossas práticas, diálogos e treinamentos na Cabana PdH. Quer entrar no Dojo?
Seiiti Arata

Gosta de ajudar pessoas e fazer amigos. E ainda recebe dinheiro pra isso. Fundador da Arata Academy.


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  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    Seiiti, parabéns pelo post

    Quando morei em Londres 3 meses trabalhei de garçom e barman e durante a minha viagem encontrei com um amigo que estava a negócios pela empresa.

    Lendo seu post lembrei como era gritante a diferença entre a qualidade de vida dele e a minha.

    Eu:
    Trabalhava 10-15 horas por dia, saia menos pra economizar e dividia um muquifinho a 40 minutos do centro com mais 4 pessoas e com a grana que eu guardei viajei por 1 mês.

    Ele
    Trabalhava 6-8 horas por dia, saia para jantar 3x por semana, pegava as melhores baladas e morava num apartamento com mais 1 pessoa na zona 1, ia a pé para o trabalho e com a grana que ele guardou, viajou por 1 mês, comprou um carro e deu entrada num apartamento :p

    Conheci N brasileiros que estão lá a 2 anos empacados no mesmo lugar, lavando prato e “fazendo curso meia boca de inglês”.

    Hoje eu mega aconselho quem quiser ir para o exterior ficar um bom tempo para procurar programas de carreira, você ganha um mega-status e é uma puta experiência para o curriculo.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Fala Cambi!

      Pois é, bro: também já dividi apê com brothers que eram garçons, e a vida não era fácil. Sempre faltava grana, trabalho de sete dias por semana. Mas mesmo assim, não sei de onde é que eles tiravam energia festeira do bolso e sempre saíam de balada, obviamente tudo nas cortesias.

      Mas, sabe? Se eu perguntasse a eles, eu tenho quase certeza que nenhum deles se arrepende, e fariam tudo de novo.

      Do meu lado, eu também fiz um monte de coisa: desde a simplicidade do trabalho não qualificado até consultoria internacional pra empresas Fortune 100. E pra mim, não tem um que foi absolutamente melhor do que outro. São situações diferentes e por isso que eu reforcei bastante no começo do vídeo e do post que não dá pra dizer qual é o melhor. Depende do contexto, da estratégia e do que queremos de verdade.

      E, pra quem quer a carreira profissional internacional SÓLIDA, realmente não tem jeito: o cara tem que ser excelente. Totalmente alinhado com o livro Linchpin que indiquei, e também com os artigos mais recentes (de um ano pra cá) do blog do Seth Godin: http://sethgodin.typepad.com/

  • http://www.facebook.com/people/Clara-Andrade/1301551499 Clara Andrade

    Um dos melhores posts patrocinados! Dá pra preencher boa parte do tempo com os conteúdos linkados.

  • Ok Santiago

    Muito bom, seus videos são muito bons, e gosto de acessar sua pagina.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Que bom, Santiago. Obrigado!

      Na minha página, eu não publico todos os materiais. Deixo uma parte só pra envio por email e tem um formulário especial pra turma do PdH aqui: http://pdh.co/13u

  • Paulo Duarte Pinto

    Post muito bom!

    Eu me acho privilegiado pela oportunidades que eu tive. Eu tenho 18 anos, e ja morei nos Estados Unidos, inclusive, me formei no Ensino Médio lá. E agora, eu moro sozinho em Köln na Alemanha a um pouco mais de meio ano, consigo me virar bem falando Inglês, Alemão e Espanhol. Estou conseguindo lidar bem com a vida e todos seus desafios até agora. Tive sorte que meus pais me deram essas oportunidades e realmente acho que são experiências como essas que fortalece uma pessoa, pelo menos eu, não tinha metade das responsabilidades que eu tinha quando eu morava com os meus pais e não sabia do que eu era capaz. Eu ja não me sinto tão nervoso em aeroportos como antes haha. Ja fui para Londres e Amsterdam só. Meu problema é, ainda não sei que carreira seguir na vida, espero que essas viagens e idiomas que eu aprendi esteja de alguma forma relacionado a carreira que eu escolher, pois são as únicas experiências que eu tenho haha.

    Bem, aqui na Alemanha, ja encontrei jovens da minha idade fazendo algo proximo. Espero que encontrar mais gente assim.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Oi Paulo, beleza?

      Koeln foi a primeira cidade européia que visitei, no tal evento World Business Dialogue, na época promovido pela sigla OFW (Organisationsforum Wirtschaftskongress). Turma sensacional.

      Você, que tem 18 anos, ainda vai passar por muitas reviravoltas e descobertas provavelmente. Eu, com 18, ACHAVA que sabia o que queria, mas isso foi mudando demais ao longo dos anos. Os princípios continuam sendo os mesmos (oferecer valor, conectar, criar coisas), mas as formas de como seguir esse caminho são bastante diferentes.

      Vamos mantendo contato, amigo!


    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Oi Paulo, beleza?

      Koeln foi a primeira cidade européia que visitei, no tal evento World Business Dialogue, na época promovido pela sigla OFW (Organisationsforum Wirtschaftskongress). Turma sensacional.

      Você, que tem 18 anos, ainda vai passar por muitas reviravoltas e descobertas provavelmente. Eu, com 18, ACHAVA que sabia o que queria, mas isso foi mudando demais ao longo dos anos. Os princípios continuam sendo os mesmos (oferecer valor, conectar, criar coisas), mas as formas de como seguir esse caminho são bastante diferentes.

      Vamos mantendo contato, amigo!


    • Jeisamarjorie

      Pai rico voce nao deve ter, porque eu moro aqui nos EUA e vivi na SUica por 10 anos e tanto faz aqui com 10 mil dollares ao mes ou 50 mil anuais la na EUropa, a vida e’ um inferno, as pessoas te olham com nojo. Vc nao disse o que voce faz pra sobreviver, acho que voce e’ travestoi, me desculpe a franqueza, pois ter visto de artista foi um sufoco para mim, imagine pra voces hm,ens

  • http://blog.paulovelho.com Paulo Henrique Martins

    Post patrocinado assim dá até gosto de ler.

    Estava comentando com o Guilherme esta semana mesmo: Larguei um monte de coisa no Brasil e vim para a Europa. Meu objetivo nunca foi juntar dinheiro trabalhando por aqui, até mesmo porque sabia e vejo claramente que a atual situação no Brasil é muito melhor do que aqui (principalmente na minha área – informática)
    Mas vim com um plano. Um plano mutável mas não totalmente desesperado. Pra começar eu tenho um budget mensal mediano que me permite viver por 5 ou 6 meses sem conseguir emprego. Isso me deu a calma necessária para não aceitar qualquer coisa e agora estou trabalhando na minha área em um emprego divertido. O salário é muito inferior ao que eu esperava, mas com 3 meses de trabalho, mantendo meu budget, será o suficiente para pagar minha passagem e o que eu já gastei por aqui.
    Meu budget é curto, mas é o suficiente para viajar (que, no fundo, é meu objetivo primário aqui). Fui já para a Espanha e estou indo para a Irlanda no esquema CouchSurfing: além de sair mais barato, é mais divertido e você conhece mais profundamente a cultura do lugar.

    Estou atualmente em Portugal. Moro numa república com estudantes de todos os lugares do mundo. Estou aproveitando a oportunidade para aprender francês. Em outubro tenho planos de novamente largar tudo por aqui e tentar de novo um emprego em Paris (por isso que estou aprendendo francês)

    Concordo com muita coisa. Não abandonei minhas redes sociais ou mensagens instantâneas pois parte do meu plano de vida depende de eu estar conectado à elas. Estou tendo uma experiência fantástica e recomendo definitivamente a aposta.
    A mudança em mim definitivamente vai ser mais proveitosa do que a mudança em minha conta bancária.

  • Anônimo

    Porra….eu BEM SEI como é essa de lavar prato.

    Passei 4 meses em Toronto e na metade desse tempo “lavei pratos” por meio-periodo e de forma extra-ofocial (visto de turista). Rendeu uma grana, até, mas nada que justifique a ILUSÃO que muito brasileiro tem de trabalho no exterior.

    Uma coisa legal de se observar é esse lance de se planejar. Acho que é ai que está o grande diferencial entre aventureiros e empreendedores. Infelizmente, eu ainda tenho muito mais perfil para o primeiro grupo, paciência.

    Gostei muito do post e gostaria muito de participar do próximo “A classe alta”. Tentei nos dois anteriores e não fui selecionado -ajuda ae, Seiiti, hahaah

  • Ilza Ribeiro

    Excelente post!
    A propósito, também deixei de usar a TV há 02 anos, e no mesmo horário em que via TV, agora, leio bastante. Tenho lido 03 livros por mês.

  • http://www.facebook.com/people/Gabriel-Bazo/100000478703102 Gabriel Bazo

    Nossa um dos melhores posts que eu já ali aqui no Papo de Homem, salvei até nos meus favoritos.

    Parabens, espero usar muito tudo isso.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Obrigado, Gabriel!

  • Sergio

    Olá Seiti, o vídeo foi muito explicativo. Clareza,organizações das idéias são os pontos fortes da mensagem. Abraços

  • http://www.facebook.com/hiroshi84 Hiroshi Matsuyama

    Show de bola esse post !!!!
    Morei no Japão durante 4 anos e meio como dekassegui(entenda lavando pratos) , fui por motivos financeiros, mas mesmo lavando pratos foi uma experiência que acrescentou muita coisa em minha vida a mais importante acho que seja a parte cultural, educação e consciência que só o povo japonês tem !!!!! Agora estou de volta terminando minha primeira faculdade e iniciando minha carreira nesse mundo das multinacionais !!! Mas foi no Japão que decidi não apenas ser um cidadão brasileiro, mas sim um cidadão do mundo !!!
    Quando fui para o Japão os motivos eram apenas financeiros agora é um detalhe importante mas não o principal. Acho que o principal motivo de querer uma carreira com muitas é o quão melhor eu posso ser como pessoa !!! Agregando culturas, conhecimentos e visão de mundo de várias partes do globo !!!

  • http://www.facebook.com/people/Gabriel-Konzen/100000484278504 Gabriel Konzen

    Eu participei de um programa de mobilidade acadêmica ano passado pelo programa Erasmus Mundus. Tem bolsas de graduação, mestrado e doutorado, além disso passagem e seguro também são pagos.

    Quanto a esses programas, tem uma questão importante, várias universidades tem uma assessoria de relações internacionais, e muitas vezes os programas não são bem divulgados e ai que surge o famoso “pano preto”: quem sabe desses programas dificilmente vai sair por ai: “ei galera, bolsas pra europa, quem quer ir lá concorrer comigo?” Infelizmente é assim, eu mesmo evitei comentar, confesso. Por isso que é fundamental mesmo “aumentar o tamanho das orelhas” e ficar atento a todas essas oportunidades que aparecem.

    Parabéns Seiiti pelo post, seguindo o padrão de excelência. Quanto ao vídeo, talvez a intenção de colocar uma paisagem no fundo possa ser interessante para demonstrar essa coisa “status internacional” mas por mim poderia ter evitado o frio e neve gravando num lugar fechado..

    • http://www.facebook.com/diegobcampos Diego Campos

      Boa Gabriel, eu também estou na Europa com uma bolsa dessa. O Programa dá em média 200 bolsas por ano pra graduação, mestrado e doutorado, e o valor oferecido é muito acima das outras bolsas do tipo.

      Vale a pena ficar informado com a Assessoria Internacional da sua faculdade ou ainda procurar na internet, no orkut tem várias comunidades de intercâmbio onde o pessoal posta muita coisa boa.

      Seiiti, post TOP, já encaminhei para os meus melhores amigos.

  • http://marcellodundi.com Marcello Dundi

    Olá Seiiti, mais uma vez você contribuindo de forma magnífica. Parabéns e muito obrigado pelas dicas.

    Estou tomando um outro rumo, agora tudo certo com o banco suiço para gerir contas em Forex.

    Abraços.

  • Aluísio

    Poxa,ele diz pra se distanciar de redes socias mais abertas e TV,desse jeito vou acabar virando um excluído do mundo…

  • Dr Health

    Tenho uma situação privilegiada que não aproveitei como deveria até agora (tirando uma entrada sem visto nos EUA em 2007): Um passaporte da comunidade européia.

    Mas certeza que aquelas visitas ao consulado espanhol no Rio não aconteceram à toa. Ainda vai me servir pra muita coisa fantástica. Inclusive foi um dos cliques que me fizeram terminar com uma namorada, porque quando mencionei essa facilidade e os planos de um dia morar fora do Brasil após largar a medicina, ela me rechaçou de cara, dizendo que não iria.

    Odeio pensamento pequeno. Next!!!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Mau, eu tive o privilégio de te entrevistar pro nosso lançamento da primeira edição do A Classe Alta, e já vou fazer publicamente o convite para uma nova entrevista, já que estou planejando a terceira edição a pedido da turma.

      Vamos conversar sobre esse processo de preparo com sobriedade para transição profissional?

      • Dr Health

        Here we go!!!

  • Leo

    Seiti, primeiramente quero te dar os parabéns pelo excelente post.
    Meu sonho é trabalhar internacionalmente, talvez por isso fui atraído pela graduação em Relações Internacionais. Passei no vestibular da Federal de Santa Catarina e começarei este ano as minhas aulas. Fiz intercâmbio, morei em Taiwan no ano de 2008. Aprendi o básico de chinês ( pretendo voltar a estudar assim que começar a faculdade), e melhorei em muito o meu inglês. Ano que vem pretendo iniciar alguns trabalhos voluntários, pois é essa a área que eu desejo atuar futuramente!
    Enfim, quero te dizer que suas dicas foram super bem vindas, e já estou pesquisando as suas indicações de livros.
    Um abraço!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Fico contente que o post e o vídeo tiveram boa serventia, Leo.

      Com a descrição aí do seu comentário já deu pra ter uma idéia de que vc é da nossa tribo de caras que não se contentam com pouco. Mantenha contato com a gente por favor – além do LinkedIn tem tb o http://www.twitter.com/seiitiarata e a gente vai se conhecendo melhor e trocando idéia.

      Se eu puder ajudar em algo, é só dizer.

  • Eduardo Marques

    Mt bom. Não é que isso era justamente o que eu estava procurando? Eu estava mesmo pensando hoje em como adquirir experiência no exterior. Eu pensava em mandar emails para empresas extrangeiras pedindo emprego com mensagens do tipo “will do anything for experience abroad”. Mas acho que essas dicas vão servir.

  • http://blog.amuri.com.br Eduardo Amuri

    Passei pela mesma coisa, por 7 maravilhosos meses. O destino era outro, mas o objetivo era o mesmo e não me arrependo de NADA. Conheci muita gente que investiu tudo o que tinha e acabou enganando a sí mesmo, formando um novo Brasil fora do Brasil, sem orientação, sem foco.

    Sendo bem planejado (o que não significa que será previsível), tem tudo para ser um período fantástico.

    Parabens pelo projeto.

    E parabéns ao Seiiti pelo excelente post.

  • Barion

    Seiiti tenho guardado um dinheiro todo mês para pagar um curso interativo de Francês. O Active French; trabalho atualmente em um Callcenter de uma empresa nacional de transportes que sede bolsa facultativa para seus empregados, mas meu curso não é oferecido na cidade, já estou matriculado em uma instituição à 01h20min de carro e estou disposto a começar este curso (Gastronomia) e tentar algum estágio fora do Brasil, tenho em mente que vou começar a cursá-lo em Agosto e já terei o dinheiro do curso interativo e uma reserva para um mochilão de sete dias pela CI, para conhecer a Europa. Gostaria de saber se estou no caminho certo, pensando em aprender o idioma e conhecer mais da cultura do país sem me preocupar de momento com trabalho/estágio oferecidos por eles, mas mesmo assim acatando a oportunidade de procurá-los.
    Ps: Faço parte da lista de MasterMind, mas não pude comprar o livro, estou na espera.
    Obrigado pelo ótimo post.

  • Ju

    Excelente post!!
    Eu tinha um certo pé atrás com posts patrocinados que desapareceu completamente com a qualidade deste post =)
    Me formei e larguei tudo p/ ter essa experiência no exterior. Passei seis na Inglaterra (entre estudo e mochilão) e incrivel! Recomendo p/ qualquer um que tiver a oportunidade.

  • Nando Zapelini

    Sem dúvida, o melhor post patrocinado, como outros comentaram acima.
    Post tipo Top Five, que está na primeira colocação!

    Meus tios estão nos Estados Unidos lavando prato e fudendo…
    Um deles voltou ano passado, comprou cobertura na praia, carro novo, caminhões, abriu empresa.
    Hoje tá fudido porque não tem condições de manter tudo.

    Meu sonho, desde quando era um girino, é ser fluente em línguas.
    Mas as condições financeiras nunca foram boas suficientes para tal. Até comecei, fiz 5 meses, a mensalidade aumentou e tive que parar!

    Recentemente deixei meu currículo no Yázigi, escola renomada em SC, para ser tutor de alunos. Em benefício, ganhava o curso de inglês, por exemplo, totalmente na faixa. Fui chamado pra entrevista, mas, segundo a Coordenadora, estou “velho” para ter esse tipo de atividades e estaria tirando oportunidade de outros “jovens”. Eu posso com uma coisa dessas?! Mas mesmo assim, guardou meu currículo, pois se um dia precisar, sabe quem chamar. ¬¬

    Um dia chego lá!

    Parabéns Seiiti!
    Aliás, tenho a impressão de que teu dia não tem apenas 24hs… 1 livro por semana, PdH, Arata Academy, vida social, namorada, família, trabalhos, conferências?! Acabas de entrar na minha lista dos homens que deveríamos conhecer!! Hehe

    • Eduardo Marques

      Interessante sua história. Eu também me interesso muito por línguas e não tive muita oportunidade ($$) para aprender. Só que eu usei a internet. Eu posso ler perfeitamente qualquer texto em inglês, francês e espanhol e assisto a filmes sem legenda. Não arrisco dizer nada sobre minha expressão nessas línguas, pois não vivi em países que as falam, mas o possível que me foi permitido fazer aqui eu fiz.

      Eu sinceramente acho curso de línguas uma furada. Na escola eu sempre sabia tudo o que o professor estava ensinando e até mais que ele XD. A internet tem muito mais coisa em inglês do que em português, e com muito mais qualidade. Também está recheada de vídeos e audiolivros para treinar a compreensão em qualquer língua falada por mais de 200.000 pessoas. Tenho certeza de q na sua cidade tem locadora de DVD, então alugue filmes e assista no original sem legendas ou com legendas na mesma língua. Vc ainda pode comprar livros em outras línguas pela Livraria Cultura e pela amazon.com (livros de outros países são bem baratos às vezes, shame on us). No fim, vc pode fazer um teste de proeficiência, já que não requerem curso, para atestar sua capacidade, como o TOEFL (inglês) e o DELF e DALF (francês). Não fique dependendo de curso, além d perder tempo esperando até “ter a oportunidade”, acho que não vão te levar a lugar algum.

      http://classemediawayoflife.blogspot.com/2009/04/dica-005-fazer-cursos-de-idiomas-e-nao_14.html

      Até mais.

      • Nando Zapelini

        Pow Eduardo, valeu pelas dicas!

        Realmente, reconheço que temos tudo as nossas mãos, como na internet.
        E não há desculpa por não ter me mexido ainda.
        Mas a correria do dia, compromissos, enfim, vou deixando e levando com a barriga.
        Confesso que teu depoimento me deu um gás, vou procurar melhor!

        abraçoo
        e parabéns pelo empenho né! hehe

      • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

        Fala Edu, beleza?

        Vou falar um negócio que vc pode não concordar. E o bom do PdH é isso: aproximar pontos de vista diferentes e, quem sabe ao final, termos uma posição ainda mais bem estruturada.. e útil.

        Recomendo fortemente que vc leia o livro Maestria, indicado no link aí em cima no post.

        O motivo de dizer isso é que ter um bom mestre faz uma diferença, sim. Pode ser que vc tenha tido o azar de encontrar professores meia boca de inglês. Nesse caso, estudar sozinho pela Internet pode ser bem melhor.

        Isso aconteceu comigo na Cultura Inglesa, que é uma das mais renomadas instituições de ensino do idioma. Tinha vezes que eu tinha sorte e pegava professores excepcionalmente bons. E tinha vezes que tinha azar de pegar algum novato ou mesmo uma pessoa padrão. Sem talento.

        E o que eu fazia era imediatamente ir até a secretaria e pedir pra mudar meu horário, até novamente ter um professor excepcionalmente bom. Não tolero serviço meia boca, principalmente quando custa uma nota.

        Enfim, o comment aqui foi pra quem sabe trazer um novo ar de ânimo e crença de que existem sim bons professores que podem fazer toda a diferença pro seu processo de crescimento. É um dos pontos que o George Leonard fala no Mastery.

        Abraço!

      • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

        A dica aqui é que TOEFL é mais voltado para viagens e intercâmbios, expirando em dois anos, se não me engano.

        O ideal é um FCE ou ECPE da vida, certificados que não expiram com o tempo. Tem para inglês americano, o segundo, e para britânico, o primero.

        É isso mesmo, vou fazer o ECPE no final do ano, para me certificar :D

        Abraço

    • Dr Health

      Achei que era só eu que curtia línguas. Pra mim o inglês é default, porque comecei a estudar aos 10 anos e hoje sou fluente.

      Meu começo nas outras foi exótico: Esperanto. Fiz o curso online da Liga Brasileira de Esperanto e tecnicamente, eu sou esperantista, meu nome tá lá (ou tava) no site da Liga.

      Pois é. O projeto é foda, mas Zamenhoff cometeu um pecado: Num mundo anglo-saxonico, baseou 80% do vocabulário em linguas latinas. Não tem como pegar.

      Um dia, conversando com o pai de um amigo meu, ele fala o seguinte: “É mais útil você aprender a língua do P”. Nesse dia, larguei o esperanto e fui estudar francês pelo Curso de Idiomas Globo. Me deu uma puta base, e estou revisando agora. Consigo ler qqer coisa em francês, mas falar bem ainda é difícil.

      Fiz minhas extravagâncias também: Numa época que o dólar tava praticamente 1 a 1 com o real, eu importei vários livros pela Amazon, da série “Teach Yourself” em vários idiomas. Sueco, Holandês, Finlandês, japonês, russo, hindi, árabe, hebraico e por aí vai… Tá tudo empoeirado lá em casa, hehehehe, nunca tive a disciplina. Eram em fitas k7, e mesmo que eu quisesse fazer agora, ia ser meio difícil.

      Agora estou estudando 3 idiomas, mas estudando mesmo. Revisando o francês, e aprendendo alemão e espanhol. O alemão tem que ser o suficiente para eu me comunicar até setembro, quando vou pra Oktoberfest de Munique, mas tá foda, a língua tem 3 gêneros, casos dativo, gentivo e acusativo (pois é, imagina que porra é essa?), mas tô curtindo!!

      Bom saber que não tô sozinho nessa!

      • Nando Zapelini

        Opa Dr. Health,

        Com certeza não é só tu não. Desde que comecei a ter inglês na escola, percebi que era isso que queria.

        Agora, Esperanto… nunca ouvi falar. Vou pesquisar.
        E que empolgado pra saber outras línguas hein?!

        abraço

      • http://www.facebook.com/people/Rafael-Lustosa/100000255168680 Rafael Lustosa

        Ótimo comentário. Recomendaria também a série Assimil, que considero muito superior ao Teach Yourself. Tem CD de áudio falado com pessoas nativas na língua. Se consegue perfeitamente a fluência em muitas línguas com este programa. Fiquei fluente em espanhol com este programa e hoje tenho uma excelente base em francês, graças a este programa. E o melhor, custa muito pouco tempo para ganhar uma base excelente.

        Para quem gosta de línguas, tem um forum de entusiastas em línguas, que se chama How to Learn Any Language ( http://how-to-learn-any-language.com/e/index.html ). É uma comunidade bastante ativa, tem a presença de muitos poliglotas e inúmeras dicas para se aprender a língua sem ter que ir a outros países. Infelizmente, o número de brasileiros lá é bem pequeno e tem que saber inglês para aproveitar bem as dicas. Mas é uma excelente comunidade para quem quer aprender uma língua sem sair do país.

        Como disseram, cursos de línguas, em sua maioria, são enrolação. É melhor estudar sozinho, utilizar bons programas com áudio, utilizar a internet. E para finalizar os estudos, passe ao menos um mês no país em que quer aprender a língua e se possível, consiga um professor particular para te dar aula dentro deste mês. Uma hora por dia basta. Sai mais barato do que as pessoas imaginam e funciona muito bem.

      • Dr Health

        Eu faço o Assimil de alemão, Rafael. Só não tenho os CDs, mas ele tem um guia de pronúncia bem detalhado.

      • Dr Health

        Eu faço o Assimil de alemão, Rafael. Só não tenho os CDs, mas ele tem um guia de pronúncia bem detalhado.

      • Norb

        Reforço o comentário do Rafael. Também uso o Assimil e sempre que eu posso acesso o how-to-learn-any-language. Também uso o Pimsleur como complemento.

      • Eduardo Marques

        Que legal, eu gosto do Esperanto também! Seu começo nas línguas não foi tão exótico assim. O Esperanto é ótimo para aprender línguas. Ele é tão simples que faz vc adquirir fluência rápido. Assim, você já tem uma idéia de como é falar uma língua estrangeira e pode aplicar às demais.

        Eu confesso que sou meio, hã, distraído. Não me aprofundei muito no esperanto e ainda não tenho “fluência” total. É mais falta de vocabulário, prática. Eu fui olhar outras línguas também como alemão (comprei até esta gramática importada tiny.cc/m3x0t, muito boa), latim e japonês. Acabo, aliás, de voltar da aula de grego da universidade rsrsrs.

        Estou fazendo o curso de Direito. Não sei se vou continuar nele, mas, caso afirmativo vou tentar carreira no Direito Internacional, talvez tentar concurso para diplomata… Línguas são importantíssimas aí, né. Em um livro de Direito Internacional que eu estava lendo*, muitas notas de rodapé e citações estavam em inglês, francês, espanhol, etc sem tradução. O cúmulo foi quando o autor colocou uma citação no texto principal de quase um parágrafo inteiro em latim! Peraí, né.

        Bom saber que não tô sozinho nessa! [2]

        *este: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3419290/manual-de-direito-internacional-publico-19-ed-2011/?ID=BB4F24087DB03100C05231033

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      E aí Nando, tudo certinho? Desculpa a demora na resposta. Inclusive, quem tá respondendo aqui por mim é o Gitti, a meu pedido por email. É que aqui a conexão está tão ruim que está dando bug no Disqus. Não consigo responder diretamente, e mandei meu comentário pra ele… por email! Veja só…

      Cara. Se você REALMENTE quer esse trampo na Yázigi, não deixe esse “vou deixar seu cv na gaveta” te segurar. Converse com outras pessoas. Seja insistente, porém inteligente. Faça amizade com alguns alunos e comece a dar a tutoria… FORA da escola. Se vc estiver mandando bem, peça pra esse contato chamar mais alunos. Monte um sarau, um encontro informal bacana e criativo. Crie uma reputação foda e um grupo mais foda ainda, deixando sua reputação espalhar o trabalho.

      Imagina a cara da turma qdo vc falar que já está dando a tutoria pra um grupo de cinco ou mais pessoas… e inclusive ter declaração escrita dessa galera PEDINDO pra vc entrar?

      Esse foi apenas um exemplo bobo escrito aqui no laptop deitado numa rede de Fernando de Noronha. Tenho certeza que você consegue traçar uma estratégia bem mais trabalhada e alinhada com tua personalidade e capacidades.

    • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

      Também sempre me pergunto como o Seiiti faz tudo isso.
      Tá, o cara não assiste TV, nem perde tem em orkut/msn.

      Mas daí a trabalhar para a ONU, lançar livros mensalmente, fazer posts fodas no Pdh e na Arata Academy, responder a todos os emails etc etc é demais!

      • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

        Valeu, Paulo e Nando! Vcs são brothers demais, sempre dando um apoio!

        Uma coisa que não contei pra vcs é que pelos últimos meses eu venho experimentando diferentes modelos de produtividade. Ontem por exemplo (sábado) trabalhei até 1:45 am e hoje acordei às seis da manhã, e estou colocando tudo em ordem.

        Estou cansado e com sono? Não.

        Satisfeito e feliz? Pra caralho.

        O que falta agora é teorizar esse modelo de modo a ser utilizado por pessoas diferentes, de formas e contextos personalizados de acordo com cada prioridade. Esse ano fica pronto!

      • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

        Tá vendo aí? Mais um livro! hauehuaeh

        Estou no aguardo sim. Eu não consigo entender como você dorme menos de 6 horas e diz estar inteiro. Espero que não seja algo que dependa da genética, que possa ser um hábito a se aprender, pq mesmo quando durmo 7,8 horas ainda fico com sono :P

        Abraço

    • William Shinji

      Nando, tudo bem??

      Um recurso grátis para aprender idiomas, e que é muito bom! Se bem, que ele é resumido, é o Formula Fluente. Eu faço o curso pago, que é bem mais preenchido e tals, mas pode ter certeza, esse é um método de aprender muito otimo e recomendado! Do Sr. Frank Flórida
      http://formulafluente.com/

      Ele te fala sobre a ciência do cérebro (PNL, que aprendeu durante a faculdade), e dá várias estrátegias e táticas de como aprender gramática e vocabulário de uma maneira mais eficiente.
      Abraços!

      • Guest

        Legal William! Eu vou dar uma olhada nesse site ai que aparentemente parece ser muito bom. Temos muitos sites que oferecem cursos de inglês né? É só achar o certo e mandar ver, haha, me passa seu e-mail pra gente trocar umas ideias, um abraço!

      • William Shinji

        Oi, eu sei que passou muito tempo já hahaha
        mas é william.mistic-s@hotmail.com
        Abraço!

  • Leo Moura

    Ótimo artigo!

    Mesmo pra quem não almeja carreira internacional no curto e médio prazo. Várias das dicas são válidas para o desenvolvimento pessoal e da carreira em geral.

    Abç!

  • http://www.facebook.com/reginaldonepomuceno Reginaldo Nepomuceno

    Parabéns a todos os envolvidos (Seiiti, HSBC, PDH e pessoal dos comentários) por compartilhar seus pontos de vista! Também quero desenvolver minha carreira profissional, mas os primeiros passos tem sido complicados: falta de dinheiro, de disciplina, de experiência, talvez… Tenho me preocupado muito em criar meu próprio caminho, mas este post ajudou a lembrar daqueles caminhos que foram deixados de lado sem terem sido trilhados por ninguém. Nunca é tarde pra rever a estratégia, pessoal!

  • http://www.facebook.com/jefiklein Jeferson Klein

    Uma pergunta pro Seiiti, ou pra quem já teve essa experiência, qual o nível de inglês mínimo? Pergunto isso porque hoje meu nivel de inglês está em intermediário. Sou capaz de conversar com alguém coisas simples, de entender bem o contexto de um texto qualquer, mas ainda sofro bastante com falta de vocabulário mesmo, que se aprende bastante com prática.
    Se tem alguém ai que teve alguma experiência no exterior sem falar inglês, ou se num nível médio conseguiu se virar e puder dar dicas ai, agradeço.

    • Gustavo Maronato

      Não sei se vale como exemplo pois tenho apenas 15 anos, porém me formei em inglês há 2 anos no ACBEU (curso renomado de inglês aqui na Bahia). O ponto é que fui com meu pai em uma reunião que ele teve nos estados unidos (não tive acesso à reunião em si, mas pude ir no jantar que rolou após a mesma) e percebi que eles usavam muitos termos e palavras técnicas que eu nunca ouvira antes, fora que as conversações que se tem no curso são bem mais pausadas que as deles, que falam tão rápido e tão objetivamente quanto nós aqui. 
      Não sei qual é o seu nível, porém vejo agora o inglês como bater um pênalti: não basta apenas saber a teoria, tem que praticar, e praticar muito. Consegui alguns msn’s e skypes de alguns americanos que converso sempre que posso para treinar e comecei a ler livros em inglês.
      Com o tempo você pega alguns macetes e passa a pensar em inglês, sem a necessidade de ter que ler e traduzir para depois compreender o que esta escrito. 
      Para finalizar, outra dica que muitos consideram básica mas poucos realmente a põem em pratica: assistir filmes em inglês sem legenda. Ajuda mais do que parece.
      Espero, em minha humilde ignorância adolescente, ter lhe ajudado um pouco :)

      • http://www.facebook.com/jefiklein Jeferson Klein

        Valeu pelas dicas ai Gustavo…
        Apenas adicionando as suas dicas, uma que já pratico, que é escutar podcasts em ingles, sobre qualquer coisa…
        Você não entende tudo, mas quanto mais ouve, melhor vai se tornando sua audição para o inglês, porque eles bem rápido…

  • Anônimo

    Simplesmente fantástica a participação do Seiiti aqui no PdH. Todos os textos dele agregam muito conhecimento. Ótimo.

  • Guilhermelizardo

    caramba… excelente post..
    são coisas assim que inspiram nós.. a moçada =)

  • Pauloroberto_

    Seu texto só fez aumentar meu desejo de construir uma carreira internacional.
    Tenho amigos que foram para o Leste Europeu, China, Índia, Rússia, Senegal pela AIESEC e é isso mesmo o que relatam. De certa forma todos falaram um pouco dos teus pontos, mas principalmente comentam sobre o aumento da rede de contatos, o aprendizado constante e o fortalecimento pessoal que é único em uma experiência dessas.
    Belo texto!

  • Antonia Braz

    Seiti
    Achei excelente os 2 videos. Inclusive pedi para meus sobrinhos e netos assistirem pois eles tem ainda muito o que aprender e refletir sobre suas carreiras.
    Meu filho trabalhou na Inglaterra em Oxford por 6 anos e tenho certeza que se tivesse assistido a um video desse antes não teria sofrido tanto.

  • http://twitter.com/NoNameYesIdea No Name! Yes Idea!

    Parabéns pelo post! iSso sim que é texto bem escrito! parabéns meu caro!

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Artigo do tipo que tem que tenho que voltar para reler.

    Só peca o título, dá a impressão que é mais uma daquelas listinhas fracas, como não julgo livro pela capa, abri e li.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Que bom que leu, Shâmtia.

      Além da garantia de qualidade que o Papo de Homem representa (só pelo fato de ter sido publicado nesse domínio), o texto tem também a minha assinatura. E pra continuar valorizando a minha reputação, me recuso a assinar qualquer coisa que não siga um padrão de excelência.

  • http://twitter.com/AlvaroSM Álvaro Marcus

    Sensacional este artigo Seiiti!

    Vai ajudar muita gente.

    Também estou participando do seu mastermind, preciso colaborar mais por lá, devido algumas metas (motivado pelo próprio mastermind) não estou podendo postar muito.

    A respeito do LinkedIn é algo que vou me atentar!
    Dica anotada.

    Abração!

  • Marlise

    Já morei em Londres quando tinha 30 anos. Fui naquele espirito “deixa a vida me levar” e o que seriam 30 dias de férias viraram 9 meses lavando prato. Pergunto…aos 41 anos, é muito tarde para tentar? Tive uma carreira sólida aqui mas nos ultimos 3 anos minha vida profissional está estagnada (sou publicitaria com especialização em MKT e sempre trabalhei em multinacionais). Tenho um grande desejo de voltar a morar fora, tenho pensado muito nisso e curiosamente ontem a noite, conversando comigo mesma, com as paredes, com meus botões e com Deus, pedi uma “luz” sobre o que eu devia fazer da minha vida…fico aqui e esqueço essa vontade forte de ir embora ou invisto e tento uma nova vida na Europa?? Ó dúvida cruel….Pois bem, hoje pela manhã abri meu e-mail e vi este post….será esta a resposta??…rsrsrs. Brincadeira a parte, gostaria de sua opinião.

    É tarde???

    Marlise.

  • Monica Duarte

    Parabéns pelo excelente trabalho.. Aproveito para completar que hoje em dia o tempo voa por isso mesmo que uma pessoa esteja a lavar os pratos aproveite e faça algo para enriquecer e não desperdiçar o tempo só por causa do dihneiro, estude, tire cursos certificados, leia. Candidate-se a empregos a todo o segundo.. Nunca sabemos onde está a oportunidade:) Abraço a todos!

  • Hadan

    Parabéns pelo trabalho, Seiiti. Bastante esclarecedor e serve como guia profissional e pessoal mesmo para aqueles que não almejam carreira no exterior (ao menos por enquanto). Ótimo post, um dos melhores do Papo de Homem.

  • http://www.streetsampa.com.br Felipe Salum

    Belo artigo.

    Acho que o principal eh se planejar e ter um objetivo. Meu objetivo sempre foi morar e trabalhar fora, num país de lingua inglesa. Como vir pros EUA por conta propria pra trabalhar eh dificil pra nao dizer impossivel (por causa do visto), minhas opcoes na epoca eram o visto de profissional qualificado pra Canada e Australia, como nao gosto do frio tirei Canada da lista e comecei a ler tudo que era necessario pro visto da Australia.

    Um amigo meu dizia que eu manjava mais sobre como tirar o visto de residente da Australia que os proprios funcionarios de imigracao de la. Enviei todos os documentos, exames, formularios, etc e esperei 1 ano pro meu permanent resident visa ser aprovado. Na mesma epoca a empresa na qual eu trabalhava abriu uma oportunidade nos EUA e perguntou se eu queria ir.

    Acabei indo pra Australia apenas a passeio, e entao me mudei pros EUA, onde vivo atualmente. Assim como foi dito em abandonar TV, orkut, msn, etc (nao abandonei nada disso), mas tive que abandonar muito dos meus hobbies pra poder guardar grana durante meu processo de visto pra Australia.

    Valeu cada centavo.

  • Dr Health

    Marlise, sei que a pergunta é pro Seiiti, mas me senti compelido a dar minha opinião aqui.

    Faço 35 anos dia 17 agora. Sou médico, tenho uma carreira sólida, concursado, dono de clínica e consultório, herdeiro de empresa de medicina do trabalho e tal.

    Eu tenho tudo que muita gente queria, mas vou largar esse tudo pra correr atrás dos meus sonhos. Maluquice??? Maluquice pra mim é viver insatisfeito até o fim dos meus dias.

    (A diferença é que, ao contrário de muitos que largam tudo de uma vez, eu estou fazendo de forma gradual e planejada. Não tenho dúvida que terei sucesso).

    Vou te dizer quando é tarde para fazer algo: Quando vc estiver 7 palmos abaixo do chão!!!

    • Marlise

      Valeu Dr….Estava precisando desta “injeção” de ânimo (sem trocadilhos…;) e ouvir de alguém em situação parecida que não é tarde.

      Vou acreditar que, se quero tanto, é porque minha alma sabe o caminho a seguir. Vou ser feliz…

    • Marlise

      Valeu Dr….Estava precisando desta “injeção” de ânimo (sem trocadilhos…;) e ouvir de alguém em situação parecida que não é tarde.

      Vou acreditar que, se quero tanto, é porque minha alma sabe o caminho a seguir. Vou ser feliz…

    • William

      Feliz aniversário!

      • Dr Health

        Obrigado, William!

  • Pedro

    Excelente! Parabéns!

  • Pedro

    Excelente! Parabéns!

  • Wesley Brasil

    Caras, sou leitor assíduo do PdH, assinei para receber no email, e desde então muita coisa mudou.
    Não lembro de ter algum dia enviado comentários.
    Sou fã do trabalho de vocês, tomei essa loucura do Valadares como uma verdadeira fonte de inspiração, enfim.

    Dessa vez não deu pra segurar. Quando vi no final que o post era patrocinado pelo HSBC tive um instinto de pensar “putz, esse é o banco que preciso”.
    Vocês me fizeram ser infiel ao meu banco, e isso é bom.

    Tive que me manifestar, afinal, não é todo dia que eu encontro conteúdo de qualidade bem casado com a propaganda de qualidade.
    Meus parabéns a vocês, um grande abraço a todos, e quando eu for a Sampa vou querer conhecer o QG.

    Continuem, pois sinceramente, vejo no PdH uma vanguarda do mercado editorial brasileiro.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Wesley, mandei seu comentário para todos da equipe full aqui. Muito bom saber disso, cara.

      Quando vier, o QG está aberto. Basta nos avisar por email (contato@papodehomem.com.br).

      Abraço!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Wesley, mandei seu comentário para todos da equipe full aqui. Muito bom saber disso, cara.

      Quando vier, o QG está aberto. Basta nos avisar por email (contato@papodehomem.com.br).

      Abraço!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      É um ecossistema, né Wesley? Talvez o post não teria sido feito se não fosse o patrocínio de uma marca fodástica como o HSBC (e digo com toda a confiança, pois na tal conferência World Business Dialogue que mencionei no post eu conheci pessoalmente o Sir John Bond, que em 2001 ainda era o chairman mundial do grupo – e o cara mandava bem demais na articulação das idéias, como todo bom jurista).

      E, principalmente, o patrocínio não apareceria se não fosse por leitores e amigos especiais como vc que fazem questão de deixar um comentário de nos encher de orgulho como esse. Valeu mesmo – vamos manter contato. Se vc tb estiver no Twitter, me dá um alô no @seiitiarata

  • Wesley Brasil

    Caras, sou leitor assíduo do PdH, assinei para receber no email, e desde então muita coisa mudou.
    Não lembro de ter algum dia enviado comentários.
    Sou fã do trabalho de vocês, tomei essa loucura do Valadares como uma verdadeira fonte de inspiração, enfim.

    Dessa vez não deu pra segurar. Quando vi no final que o post era patrocinado pelo HSBC tive um instinto de pensar “putz, esse é o banco que preciso”.
    Vocês me fizeram ser infiel ao meu banco, e isso é bom.

    Tive que me manifestar, afinal, não é todo dia que eu encontro conteúdo de qualidade bem casado com a propaganda de qualidade.
    Meus parabéns a vocês, um grande abraço a todos, e quando eu for a Sampa vou querer conhecer o QG.

    Continuem, pois sinceramente, vejo no PdH uma vanguarda do mercado editorial brasileiro.

  • http://twitter.com/Cardadeiro Roberto Cardadeiro

    Meus parabéns Seiiti post excelente. Eu tenho pensado muito nisso desde que entrei para a faculdade. Eu faço Engenharia Civil e desde novo gosto de construções de grande porte, então quando qualificação técnica para poder trabalhar nisso eu irei para qualquer lugar do mundo e curtir meus sonhos =D

    Enquanto isso estou me preparando na questão de línguas já sei inglês, não fluente, para sair falando que vem à cabeça, mas consigo ler tudo e consigo conversar. Japonês eu fiz 1 ano, mas parei pq tava na época do vestibular e até agora não voltei, tenho que organizar um tempo pra voltar para as aulas ou pelo menos me virar aqui em casa com as apostilas que eu tenho, muito boas por sinal.

    Outras línguas que eu tenho muita vontade de aprender são alemão e italiano ;D

    Vamo que vamos galera do PdH o trabalho de vocês só tem melhorado nestes anos parabéns.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Oi Roberto – obrigado! Não te conheço nem sei quais são seus planos, prioridades, recursos ou estratégias. Mas como dica de amigo, bem genérica, eu acho que é melhor primeiro ficar fluente no inglês… e só depois colocar energia pros “extras”.

      Tudo, claro, vai depender do que vc quer – mas como regra geral pra carreira internacional, o inglês fluente é praticamente um requisito mínimo necessário. Saber outros idiomas em nível básico-intermediário não compensa essa deficiência do inglês não-fluente na maior parte dos casos.

  • Walter Monteiro

    Há muito tempo não lia aqui um post de tão excelente qualidade. Seiiti Arata, parabéns.

  • http://www.facebook.com/people/Vicente-Lo-Duca/100000327132630 Vicente Lo Duca

    Além de excelente post, me fez refletir sore duas coisas que rodeiam meu pensamento o momento, obrigado mais uma vez Seiiti e PDH.

    “Dizer da boca pra fora que quer juntar dinheiro, melhorar o currículo ou ficar fluente no idioma são exemplos clássicos de racionalização quando o que a gente quer na verdade é uma aventura.”

    “Ah, não posso fazer isso pq não faz parte da minha área”

  • Hiro Miyakawa

    Obrigado Seiiti, PdH. Excelente texto.

    É um assunto que caiu como uma luva pra mim.
    Além de esclarecer os passos fundamentais para a carreira internacional, ensina como se tornar um profissional e uma pessoa de valor.

    Além disso, é recheado de conteúdos de alta qualidade. Tenho que voltar a ler e reler só para pega-los.

    O que me deixou feliz e me que motivou bastante, é ja ter incorporado alguns hábitos ou ter lido conteúdos citados nas 9 dicas. Isso comprova ainda mais que estou no caminho certo.

    Sem gabar, um dos melhores textos que ja vi na internet.

    Parabéns novamente ao Seiiti e ao Papo de Homem.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Obrigado, Hiro. Seu elogio vale o dobro, pois sei que vc lê coisa pra caramba (e de boa qualidade) pela net. Abração!

  • Roberval Filho

    Só tenho uma coisa a dizer: Os melhores artigos patrocinados da internet estão aqui. Não são meramente escritos para promover a marca de um ‘mecenas’, mas trazem conteúdo.

    O desse artigo então, muito bom! As dicas são muito relevantes, vou recomendar a todos os meus contatos.

    Parabéns.

  • Aline

    Quero dizer que sei, por experiencia propria, que tudo neste video do Seiiti eh verdade e da certo!

    No momento,estou fazendo faculdade de Marketing na Australia, e apesar de morar aqui, quase nunca vou a praia, pois tenho maiores objetivos, para os quais direciono o meu tempo.
    Ja cheguei aqui falando ingles, e isso foi essencial.Nunca trabalhei como faxineira, por exemplo, pois como domino o idioma (era professora de ingles no Brasil), consegui um emprego como recepcionista e teria a possibilidade de ser ‘patrocinada” pela empresa para ficar aqui, numa boa, so estudando :)

    Vale a pena, eh soh seguir estes passos, que eh o que estou fazendo por instinto.

  • http://matheuszeuch.com Matheus Zeuch

    Excelente artigo Seiiti! E parabéns pelas suas conquistas!
    Abração,
    Matheus Zeuch

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      valeu, Zeuch!! Vc faz parte dos brothers que ajudaram e participaram dessas conquistas!

  • Anônimo

    Muito bom o tópico Seiiti!
    Gostaria muito mesmo de ver mais tópicos como esse por aqui … e um agradecimento muito especial ao PDH por colocar o patrocínio do HSBC … não pela empresa em si, empresa poderia ser qualquer uma … e sim pela oportunidade que é trazida até nós, leitores.
    Grande Abraço!

  • http://mude.nu Toni Durden

    Este é um dos melhores posts já publicados no Papo de Homem. O Seiiti e o Gitti estão de parabéns.

    Como crítica construtiva, tentem manter esse nível de posts aqui no PdH com maior regularidade.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Pode deixar, Toni. Valeu!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Pode deixar, Toni. Valeu!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Valeu, Toni! Hoje recebi email do Valongueiro e vejo que o mude.nu também está de vento em popa! Parabéns!

  • ADEMIRnistracao

    Show de bola o tópico!
    To me formando agora e seu tópico foi colocado como “favorito” no meu navegador”

    Ja vi algumas oportunidades dessas nos murais da faculdade, mas não tinha preparação para ir atrás, mas agora vou meter as caras para isso.

  • ADEMIRnistracao

    Show de bola o tópico!
    To me formando agora e seu tópico foi colocado como “favorito” no meu navegador”

    Ja vi algumas oportunidades dessas nos murais da faculdade, mas não tinha preparação para ir atrás, mas agora vou meter as caras para isso.

  • http://www.facebook.com/people/Caio-Ferreira/100001235146130 Caio Ferreira

    Muito bom o texto Seiiti! Mandou super bem!

  • ADEMIRnistracao

    Man, faço administração e to me formando agora. Qual “fellowship” voltado para Business no exterior voce me recomendaria?

  • Natã Oliveira

    Confesso que quando li o brocardo favorito da Men’s Health: ” X dicas para.. “, logo no título do artigo, desanimei. Felizmente, eu estava errado.

    O artigo, como um todo, veio bem a calhar. Fiquei bastante surpreso com o que li, pois muitos dos hábitos e condutas sugeridos eu já tenho por costume; como ler um livro por semana, o uso a técnica da resposta minimalista e o corte do entretenimento que não enriquece, por exemplo.

    Estou no segundo ano da faculdade de Direito, consequentemente, aspiro uma bolsa na área. Faltam poucos meses para que eu conclua meu curso de inglês e faça o TOELF ou o Cambridge.

    Vou seguir suas dicas e procurar investir nesse sonho.

    Muito obrigado, Seiti.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Valeu, Natã!

      Se for listinha “dez dicas essenciais para…” assinado por mim, pode ler que é garantia de satisfação ou seu dinheiro de volta.

      Abração, bro!

  • http://www.facebook.com/people/K-Yo-Victor/1647729924 K-Yo Victor

    Sou professor de dança e passei um mês viajando pelo Canada e Estados Unidos lecionando em Workshops de Dança Zouk Brasileiro.
    Realmente foi uma experiência incrível. -> Segue o resumo da viagem -> http://migre.me/441fM

  • http://www.facebook.com/people/Thiago-Rocha-Lima/100002089513350 Thiago Rocha Lima

    Seiiti, parabéns pelo texto.
    Creio que algumas coisas citadas no texto são boas inclusive para uma carreira nacional.
    No item do aprendizado contínuo, quantas vezes já não ouvi de colegas que eu não deveria aprender ou fazer coisas que não estariam relacionadas ao meu trabalho.
    Tenho grande vontade em aprender coisas relacionadas a minha área de atuação e outras também, tendo interesse em fazer mestrado ou algum curso de extensão fora do Brasil. No momento ainda to na graduação porém ainda não falo inglês fluente. O que seria melhor? Um bom curso presencial ou devido a falta de tempo um curso on line renomado?

    Abração, Seiiti.

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Tudo vai depender demais, Thiago. Imagino que vc saiba bem como os cursos presenciais funcionam, mas não tem muito conhecimento de como os novos modelos online funcionam. Pra isso, uma amiga que eu recomendo que vc entre em contato é a Ana Luisa Bergamini do http://www.twitter.com/inglesonline – ela é muito boa e atenciosa

  • http://www.umpapolivre.com Paulo Roberto

    Sem comentários, mt bom o post.
    O papo de homem está mudando minha maneira de ver a publicidade em websites.

    Parabéns a Seiiti pelo texto e a equipe pelo modelo de trabalho.

    Keep Coming,
    Abraços!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Valeu, Paulo!

  • Anônimo

    Excelente post, Seiiti.

    Faz pouco tempo que comecei a ler os seus posts e os acho muito interessantes.

    Tenho uma história parecida. Hoje moro em Stockholmo.
    Mas tem que correr atrás mesmo. Tudo é um investimento pra colher resultados depois.

    Quem sabe um dia não nos encontramos pra tomar uma cerveja :)

    Abraco

  • http://www.facebook.com/nlfortes Nelson Luís Nunes Fortes

    Parabéns pelo material!! Bastante esclarecedor e gostei muito dos links, muita coisa nova.

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Pessoal, recebi o seguinte link de uma amiga, que pode ser de interesse:

    http://expoestudenoexterior.net/?id=2045

    (Esclareço que eu não tenho nenhum tipo de afiliação a esse grupo e nem conheço a qualidade do serviço prestado. Por isso não posso recomendar – estou apenas repassando pra vcs formarem sua opinião, ok?)

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Pessoal, recebi o seguinte link de uma amiga, que pode ser de interesse:

    http://expoestudenoexterior.net/?id=2045

    (Esclareço que eu não tenho nenhum tipo de afiliação a esse grupo e nem conheço a qualidade do serviço prestado. Por isso não posso recomendar – estou apenas repassando pra vcs formarem sua opinião, ok?)

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Oi Jeferson, não acho que tem um inglês mínimo. Vc pode não saber nada e se jogar, e ir se virando pelo caminho. Conheço gente que fez isso e conseguiu.

    Agora, pra fazer uma carreira internacional em alto estilo, é necessário ter a fluência (e com isso eu incluo saber escrever melhor do que a maior parte dos nativos).

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Tem coisa que a gente precisa viver na pele pra saber como é, né Sandro?

    Vamos manter o contato pois esse ano tem muito a fazermos juntos!

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Legal conhecer essa experiência, Hiroshi. Tenho muitos amigos e familiares que tiveram uma jornada parecida – em diferentes fases da vida, a gente tem prioridades diferentes, né?

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Ah, o Erasmus! É também muito interessante – vou mencionar em mais detalhes em um texto futuro.

    Tentei fazer o vídeo em quatro locações diferentes, Gabriel. Foram muitas horas de preparo, escrita, edição, deslocamento, filmagem, edição, novas filmagens, novas edições… até o post sair do jeito que está aqui. O importante é que no final fique bom pra turma gostar!

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Legal, Marcello! Eu acho sensacional o caminho que você está trilhando e recomendo a todos os que tem interesse em investimentos que mantenham um olho bem próximo do trabalho feito por vc!

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Oi Barion! Não tenho condição de dar pitaco na sua vida, dizendo se está ou não no caminho certo. Isso depende de uma série de circunstâncias, potencial, prioridades e estratégias que é você quem deve dizer (e mais ninguém).

    A única coisa genérica que posso dizer, além dos princípios que listei neste post, é: faça a coisa certa.

    O resto é besteira.

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Ju, quando o texto tiver minha assinatura, vc pode ler sem problema independente de ser patrocinado ou não.

    Pra mim, isso não tem a menor influência quando escrevo, e não aceito palpite de nenhum patrocinador quando preparo meu conteúdo. (Sugestão eu sempre ouço, mas nunca permito intervenção editorial pra agradar patrocinador)

    Aliás, quando o meu texto é patrocinado, vc pode ter certeza que a qualidade do texto será inclusive mais caprichada. Pois além da minha própria reputação, devo honrar a marca que está confiando a imagem em meu trabalho.

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Valeu, meu querido!

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Ademir, não posso te recomendar nada específico agora, mas tenho certeza que se vc seguir os passos 6, 7 e 9 (principalmente) vc vai encontrar os melhores da área!

  • http://www.facebook.com/henrique.campolina Henrique Campolina

    Seiiti,

    Ótimo artigo, parabéns. Me identifiquei com a sua trajetória em partes mas ainda estou no início da minha carreira internacional. Consegui uma bolsa para vir estudar na China em 2008 e moro no país desde então. A bolsa tinha duração de um ano, renovei por mais um e quando a bolsa acabou eu continuei no país através de uma boa oportunidade de trabalho que surgiu.

    Me perguntaram uma vez sobre quais dicas eu daria pra quem quer morar no exterior, apesar de ter achado o seu post super completo eu gostaria de dar a minha contribuição. Então eu vou colocar algumas delas que acho que também são válidas para os leitores desse post (eu acho):

    —-

    Sobre morar no exterior…

    A primeira dica que eu dou é: tenham persistência. Antes de vir pra China muita gente duvidou que eu poderia chegar aqui e eu só consegui alcançar o meu objetivo porque tive muita força de vontade e corri atrás pra valer do meu sonho. Se a pessoa realmente quer morar em outro país vai ter que se desdobrar pra encontrar alguma forma de fazer isso, e na maioria das vezes não vai ser muito fácil. Arrumar um “Work & Study” pros EUA em uma agência de intercâmbio é muito fácil. Mas não são todas as pessoas que tem condição de bancar um programa do gênero.

    A segunda dica seria pra conhecerem o máximo que podem a respeito do país. Se a pessoa quer morar no Nepal o primeiro passo é procurar saber mais a respeito do país, se situar, compreender um pouco a respeito da cultura, enfim… Saber mais a respeito do seu destino te dá mais segurança, bagagem e possibilidades.

    A terceira dica seria definir objetivos. Quer ir pro país pra estudar durante 6 meses? Quer ir pra arrumar um trabalho? Quer ir pra estudar e depois correr atrás de um trabalho e ficar pelo país? Quer se mudar pra sempre e nunca mais voltar?

    A quarta dica é relacionada a terceira dica. Dependendo do objetivo analisar como você vai conseguir alcançar o seu objetivo. Não adianta nada viajar pro outro lado do mundo achando que você vai chegar e que rapidinho vai ter um emprego ganhando uma grana e vai se dar bem. Na realidade as coisas não funcionam assim e trabalhar no exterior por exemplo costuma ser bem difícil. Pra quem quer trabalhar em outro país eu recomendo vir primeiro estudar, e conhecer de perto o mercado, não vale a pena chegar em lugar nenhum de para-quedas. Se for sair do Brasil pra morar em outro país com emprego garantido (empresa Brasileira fez convite pra ir morar no exterior por exemplo) aí já é algo bem diferente…

    A quinta dica diz respeito a forma como eu consegui alcançar o meu objetivo e vim parar na China. Bolsa de estudos. Busquem na internet se existem bolsas pro país que você quer morar, procurem saber como conseguir a bolsa, o que é necessário, enfim… Existem vários sites com oportunidades de bolsa de estudos no exterior, as faculdades costumam ter programas de intercâmbio e o próprio governo Brasileiro oferece bolsas para vários países.

    Essas são as minhas dicas…

    —-

    Gostaria de trocar umas idéias com você, vou mandar um e-mail através da AA, ok?

    Abraços

  • http://twitter.com/_mandy Amanda Lira

    Gosto muito de indicações verdadeiras de livros, filmes, vídeos. É sempre bom compartilhar o que encontramos de útil.

    Então parabéns ao Seiti! Os textos são sempre muito bons mas esse foi excepcional. :)

  • Jackie

    Seiiti, clap clap clap! Adorei o post!!!
    Faço parte do couchsurfing e posso te dizer que amei as experiências que tive. Fiz 2 mochilões pela Europa ano passado e em um deles fiz só couchsurfing. Não me arrependo, faria de novo e já recebi um pessoal aqui emc asa. Super recomendo.
    Já estou usando o serviço do googlealerts e estou pesquisando bolsas de pós internacional. Obrigada pelas dicas valiosas. E também por me deixar fazer parte da 2ª turma da Arata Academy! Beijos!

    • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

      Eu é que fico contente em interagir e ter colaboração contigo, @342b349a52539b9f2ddc85dd42670a5b:disqus !!! Estamos apenas começando!

      ;-)

  • Jackie

    Seiiti, clap clap clap! Adorei o post!!!
    Faço parte do couchsurfing e posso te dizer que amei as experiências que tive. Fiz 2 mochilões pela Europa ano passado e em um deles fiz só couchsurfing. Não me arrependo, faria de novo e já recebi um pessoal aqui emc asa. Super recomendo.
    Já estou usando o serviço do googlealerts e estou pesquisando bolsas de pós internacional. Obrigada pelas dicas valiosas. E também por me deixar fazer parte da 2ª turma da Arata Academy! Beijos!

  • http://profiles.google.com/pdroalves Pedro Alves

    Sempre tive o sonho de conhecer o mundo. Desde adolescente eu já ensaiava rascunhos de planos para intercâmbios. Hoje estou concluindo minha graduação em matemática e depois de ler seu post me animei a investir nesse sonho de forma mais séria.

    Tenho um nível intermediário-avançado em inglês. Ouço e leio muito bem, mas minha fluência na fala ainda tem o que melhorar. Por isso pensei que talvez, uma possibilidade interessante, fosse experimentar algum curso de idiomas. Será que esse tipo de curso vale a pena para um inicio?

  • http://arataacademy.com/port Seiiti Arata Jr.

    Fala @google-42671c229882cd72c9b4229435ab5ee0:disqus – tudo vai depender do seu orçamento. Se você acha que pode ir agora, aproveitar a experiencia… e depois retornar digamos daqui um ano, manda bala!

    O meu comentário foi pra quem realmente tá com o orçamento bem apertado. Num caso desses, eu acho que é mais válido ficar mais tempo no Brasil (e inclusive aumentar as economias) e continuar estudando pra ficar mais fluente antes de pisar no exterior. Abraço!

  • Tammy Inglez

    Parabéns pelo excelente post!
    E obrigada pelas dicas e, eu diria, lições embutidas no texto também.

    Me senti muito atraída pelas idéias que você apresentou. Há dois anos comecei a pensar em maneiras de me internacionalizar e descobri um programa de estudos na França. Comecei a estudar francês, reinvesti no meu currículo adicionando projetos e no ano passado fui selecionada.

    Estou morando na França há 8 meses, passei 5 meses “estudando” e percebi que estava perdendo tempo em relação aos meus estudos no Brasil, pois o nível da faculdade era, infelizmente, inferior ao esperado. Decidi então procurar um estágio e cá estou, há 3 meses em estágio de pesquisa em uma universidade.

    Aprendi inglês na escola sem problemas, agora tenho domínio também da língua francesa e comecei a estudar italiano e espanhol.

    O que eu quero dizer é: eu tenho consciência das minhas capacidades e eu sei que tenho potencial para fazer ainda mais do que isso. O problema é que meus planos agora mudaram. Eu percebi que tenho horizontes mais amplos do que a engenharia pode me oferecer, apesar de todas as oportunidades que me tem sido oferecidas. Mas me sinto perdida em relação ao próximo passo, pois não sei mais o que quero fazer.

    Se você puder me dar uma luz, ajudaria muito.
    Obrigada!

  • http://www.facebook.com/rrobson.mafra Robson Mafra

    Seiiti, primeiro parabéns pelo post. Excelente sua abordagem, me identifico bastante com os pontos levantados por você.
    Já sou formado com especialização, meu inglês é avançado, até já fiz um curso no canadá para melhorar minha pronuncia. Mas estou passando pelo que você comentou, em se aventurar em outro país e trabalhar no que aparecer ou conseguir uma experiência realmente profissional na minha área.
    Estou me preparando a bastante tempo, aperfeiçoando o inglês e o italiano, me aperfeiçoando academicamente e profissionalmente, mas tenho uma grande dúvida em relação a viajar já com uma oportunidade em vista aqui no Brasil ou ir em frente e correr atrás já no país (que me esbarro no problema de visto de trabalho). Você tem algum conselho referente a este ponto?

    Novamente parabéns!

    Abraço
    Robson

  • Priscila

    Estava pesquisando sobre emprego no google e
    eis que me deparo com um excelente post.

    Seiiti, seus nove passos são uma orientação
    para qualquer carreira, independente do país.
    Tornei-me admiradora de seu trabalho e de todos
    do site, pois compartilhar conhecimento atualmente
    é raro e quando feito impera a má vontade.

    Parabéns!

  • Rodolfo
  • http://www.facebook.com/josimar.simoes.3 Josimar Simoes

    E AI SEIITII tudo bom , nao sonho em trabalhar no exterior quero o meu futuro aqui,mais voce e seus colaboradores estao de parabens , nao mi lembro de onde conheci seus trabalhos sei que sao otimos para quem quer crescer , financeiramente ,culturalmente, suatentavel, independente,obrigado voce esta mi dando a uma grande ajuda 1

  • Fernando

    bom demais! concordo com todos os conceitos e sinto-me muito identificado.
    meu objetivo sempre ter experiencia internacional, e pra isso entendi que devia ser fluente em línguas, (de fato sou argentino)
    este ano vou trabalhar no brasil, e o ano passado trabalhei e estudei na frança por meio duma bolsa!
    o post e maravilhoso.. da pra ver que existen muitas pessoas com os mesmos interesses
    obrigado Seiiti

  • http://www.facebook.com/olivalpaulino Olival Paulino

    Ótimas Dicas Seiiti Arata =D Obrigado.

  • http://www.facebook.com/julineres Juliana Neres

    Que texto incrivel! Muito obrigada pela sua generosidade em nos transmitir tanto conhecimento e bons exemplos. Muitas pessoas querem alcancar o sucesso sem esforco, sem trabalho e sem usar a inteligencia e depois reclamam que nao vao pra frente.
    Parabens, me sinto imensamente inspirada a mudar a minha historia e a fazer a diferenca no mundo.
    Espero sinceramente um dia poder me encontrar com voce e expressar toda a minha gratidao.

  • marcelo sesso

    seiite arata! adoro suas aulas acho um grande mestre sigo vc desde então por ser um grande Mestre, mas é possivél alguem que estar falido finaceiramente e não ter por onde começar ter alguma idéa de onde começar tudo de novo!

  • Israel Almondes

    Nossa! Quanta informação importante.
    Abri todos os links apresentados e vamos ao desafio de lê-los, fora os vídeos.
    Será interessante aprender e saber que existem pessoas que já viveram e pode tornar nosso sonho em realidade.
    Forte abraço.

  • Anderson Henrique Chaves

    cada vez que leio esse texto tenho uma diferente e mais madura interpretação.
    talvez por absorver os seus conselhos através dos cursos da arata academy de maneira lenta, porém consistente.

    confesso que é bem dificil voce cortar essas futilidades e os ladroes de tempo que nao percebemos, porém a estratégia é bem valida.

    Interessante também é a ideia de fortalecer a si mesmo antes, em vez de bater a cabeça desesperado em território desconhecido. Acredito que quando ainda estamos imaturos perdemos diversas oportunidades que estavam a um palmo do nosso nariz.

    Valeu pelo texto Seiiti. Voce tem sido um ótimo influenciador!
    Sucesso

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