Se você passou mais de 10 anos na escola e agora pretende ser ou já é pai/mãe, esse vídeo e esse encontro é para você →
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Músicas clássicas incríveis, para homens

Alex Castro

por
em às | Artigos e ensaios, Cultura e arte


Gosto de balé, ópera e música clássica não pelo que são, mas pelo que foram.

Quem vê essas formas de arte hoje, tão conservadoras e moribundas, não imagina o impacto cultural de seu vanguardismo. Elas foram o rock, o jazz, o samba do seu tempo. Os grandes compositores clássicos já causaram tanto escândalo quanto os Beatles, Elvis Presley e Louis Armstrong.

Como toda arte revolucionária, foram aburguesadas. Cooptadas pelos cidadãos de bem. Quem te viu, quem te vê.

Hoje, no ocidente, Beethoven é música de elevador, mas suas obras são proibidas no Irã. Claramente, os aiatolás vêem uma força transgressora em Beethoven que nós já não sentimos mais. (Um artigo interessante no The Telegraph: Why Iran’s ban is a tribute to the power of music)

Se você acha música clássica uma coisa difícil, chata, pentelha, tediosa, me faz um favor. Dedique alguns minutos para ouvir as músicas abaixo.

Vamos começar com os mais clássicos dos clássicos, que você já deve ter ouvido pela vida, em comercial de xampu e em elevador lotado. Mas essas músicas não merecem essas indignidades. Ouça de novo agora.

“Ode à Felicidade”

Escrita por Schiller em 1785 e musicada por Beethoven em 1824.

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“Carmina Burana”

Outra que é porrada pura, uma cantata medieval musicada por Carl Orff em 1937.

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“Troika” (1934)

Do russo Sergei Prokofiev, foi usada no filme “A Última Noite de Bóris Grushenko” (1975), de Woody Allen. É dele também a trilha sonora do desenho da Disney, “Pedro e o Lobo” (1946).

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“Trio para Piano em Lá menor, Opus 50”

Talvez a minha música preferida de todos os tempos. De Tchaicovski, foi composta em 1882, em memória a um grande amigo que acabara de falecer. É a música mais triste jamais escrita.

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“Trenzinho caipira”

E quem disse que música clássica tem que ser alemã, francesa, européia? A minha favorita nacional é a manjadérrima, mas nem por isso menos linda, “Trenzinho Caipira”, de Villa-Lobos. Veja como ele está, ao mesmo tempo, firmemente inserido na tradição acima mas também traz um frescor e uma originalidade tipicamente brasileiros.

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“Tocata e Fuga em D Menor” (c.XVIII)

Também mostrando o dinamismo e as possibilidades contemporâneas da música clássica mais clássica, eis aqui uma versão remixada eletrônica de hiper-canônica “Tocata e Fuga em D Menor” (c.XVIII), geralmente atribuída a Bach, meu compositor favorito. Reparem como dá pra pirar na música.

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“Bolerish”

No passado, os compositores de música clássica, balé e ópera eram como os músicos de trilha sonora hoje em dia: compunham pensando na ação, na trama, na narrativa. Por causa disso, muitos dos grandes músicos do futuro, ainda esnobados hoje em dia, vão sair dos filmes e da TV.

Por exemplo, a sequência de abertura do maravilhoso filme “Femme Fatale” (2002), de Brian de Palma, traz uma maravilhosa releitura, de 13 minutos, do clássico “Bolero” (1928) de Ravel. Como o “Bolero” todo mundo já conhece, apresento vocês ao “Bolero” do século XXI: “Bolerish”, de Ryuichi Sakamoto.

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“The Gael” (1990)

Uma das minhas trilhas sonoras favoritas é a do filme “O Último dos Moicanos” (1992), de Michael Mann — também meu filme de guerra favorito, aliás. Com vocês, o tema principal, composto pelo escocês Dougie MacLean.

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“Passacaglia”

Nenhum seriado teve uma trilha sonora melhor, mais sofisticada, mais impactante do que o novo “Battlestar Galactica” (2004-2009), composta por Bear McCreary. Abaixo, vai só a minha favorita, “Passacaglia”, da primeira temporada, simplesmente linda, rica, tristíssima, cheia de possibilidades.

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Gostou? Quer saber mais? Recomendamos com força o blog Euterpe, de Leonardo T. Oliveira, em especial a série: “Música clássica e porrada”.

Alex Castro

alex castro é. por enquanto. em breve, nem isso. // todos os meus textos são rigorosamente ficcionais. // se gostou, me siga no facebook, compre meus livros ou faça uma doação.


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  • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. R.

    Esse cara aqui acabou com tudo que eu tinha como concepção de música, tocando o clássico “Hall of Mountain King“(de Edvard Grieg), esse é o avô que todo mundo queria ter:

    http://www.youtube.com/watch?v=Zj5-vKuXT8s

    Perguntaram a ele, o que o inspira eis a resposta.

    http://www.youtube.com/watch?v=GYggQPr8jDI

    Se o PDH conseguisse entrevistar esse cara, ia ser muiiiiiito foda.

    outras músicas tocadas por ele, nessa “coisa”:

    Ancestors
    http://www.youtube.com/watch?v=Xih22yGMGZk&feature=relmfu

    Ride
    http://www.youtube.com/watch?v=DwOVkiqSwhE&feature=related

  • mczanetti

    Pô, lista muito boa, mas acho que ficou faltando duas músicas:
    Moonlight Sonata:
    É uma das mais conhecidas composições para o piano (escolhi essa versão por preferir o timbre do violão :) ), composta por Mozart
    http://www.youtube.com/watch?v=kS8eVFq1ZdU

    Greensleeves:
    Essa música é muito antiga, sendo datada aproximadamente de 1500! Não se sabe quem foi o compositor original da música, existe apenas uma “lenda” na Inglaterra que diz que a música foi composta por Henrique VIII, em homenagem à uma de suas concubinas.
    http://www.youtube.com/watch?v=kS8eVFq1ZdU

    • http://www.facebook.com/people/Lucas-Pedrucci/100001663603171 Lucas Pedrucci

      Esse apelido “sonata ao luar” pra Sonata op 27 n2 só apareceu depois da morte de Beethoven.

      Essa passagem mais famosa é o primeiro movimento, que, considerando apenas a sequência de notas, é bem fácil de executar, mas cuja interpretação demanda muito cuidado, tanto para destacar a linha melódica mantendo o fundo “vivo” sem exageros em nenhum deles como para respeitar os pianissimos mantendo a “atitude”/”peso” na intenção (difícil descrever). IMHO, isso é um dos aspectos fundamentais da peça e acaba se perdendo no violão (pelo menos nessa versão).

      Recomendo muito ouvir a sonata inteira, ela faz mais sentido completa.

      O segundo movimento é meio bobinho. Já o terceiro é fantástico e, além da interpretação, demanda uma técnica razoável: http://www.youtube.com/watch?v=zucBfXpCA6s

      • http://www.facebook.com/thiguedes Thiago Guedes

        Recomendo Wilhem Kempf. Tanto o 1º quanto o 3º, interpretados por ele, são sensacionais :) Na minha opinião é quem melhor toca Beethoven. (Assim como, Liszt e Rachmanioff são especialidade da Valentina ). O Tzvi Erez possui uma versão do 3º movimento, tocado mais lentamente, que gosto pra caramba :)

      • http://www.facebook.com/people/Lucas-Pedrucci/100001663603171 Lucas Pedrucci

        Thiago, MUITO BOA essa do Tzvi Erez. Lembra um pouco a do Arthur Moreira Lima. Sem correria (apesar do “Presto agitato” na partitura), interpretação cuidadosa, explorando a música,
        “aproveitando” os momentos de maior expressividade.

        Na contramão dessa supervalorização do virtuosismo puro que vemos muitas vezes. Teria postado esse se tivesse achado. ;-)

        Gostei bastante da interpretação do Kempff também. Os baixos contidos mas enérgicos dele no início são o exemplo perfeito desse “pianissimo com atitude” que eu falei. E o terceiro movimento também está mais próximo disso que vimos no Erez.

        Obrigado por compartilhar.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000896274463 Ygor Canute

    Absolutamente espetacular essa apresentação, Romeo e Julieta junto com Don Quixote esta entre meus ballets favoritos, simplesmente maravilhoso:
    Prokofiev- Romeo e Julieta
    http://www.youtube.com/watch?v=ZB3sd2BAxys

    Essa obra de Villa Lobos é de chorar de tão bonita, Heitor Villa Lobos está sem sombra de dúvida, entre os maiores compositores do mundo:

    Villa Lobos – Choros nº 10 “Rasga o Coração”

    http://www.youtube.com/watch?v=7UnVmG-DDhY

    Shostakovitch é uns dos meus compositores favoritos, todo vez que o ouço, eu me encho de vigorosidade e alegria, sensação incrível!
    Sinfonia nº 5
    http://www.youtube.com/watch?v=ogJFXqYEYd8&feature=plcp

  • mczanetti

    Nossa, viajei fácil. Valeu pela correção :)

  • Leonardo

    Caramba, Alex, música clássica se tornou declaradamente ultrapassada na sua introdução,e até mesmo nos aperitivos picotados dos seus exemplos. Também gosto de lembrar que música clássica não é música do passado, porque há música contemporânea, e acho que ela vai muito bem, o problema parece estar antes na embalagem com que a divulgam. Como um amigo, o Adriano Brandão, disse uma vez: música clássica é um tigre de 300kg vendido como se fosse um poodle tosado de laços cor-de-rosa. O que acontece é que algumas músicas precisam de uma contextualização mínima, assim como poesia e romances dos grandes escritores no fim das contas. E note que a música que achamos mais modernas do que Beethoven nos estilos populares atuais, se formos falar de música no sentido puro, é extremamente conservadora perto da música clássica, que. como por princípio trabalha um conteúdo que reside na sua própria forma, acaba sendo mais inventiva e experimental (não melhor, porque aí a diferença é de propósito, mas mais “moderna”, surpreendentemente).

    Abraços! E obrigadíssimo pela indicação! :)

    • http://www.facebook.com/people/Lucas-Pedrucci/100001663603171 Lucas Pedrucci

      Leonardo, parabéns pelo site.
      Sua série sobre a definição de “música clássica/erudita” como gênero, não como estilo, e todas as consequências disso foi das melhores coisas que já li sobre o assunto.

      Recomendo a todos:http://euterpe.blog.br/musica-e-cultura/musica-classica-um-genero-um-estilo-uma-prateleira-de-cds

    • http://www.cavico.com.br/ Camilo Vitorino da Costa

      Concordo totalmente com o seu comentário, principalmente na parte do contexto. Até mesmo as músicas não-eruditas perdem valor se não forem contextualizadas (mesmo sendo simples, e não falo só do arranjo, mas de melodia e expressão), quanto mais músicas mais complexas. O problema está aí nessa “venda”. É difícil quem goste e saiba apresentar essas maravilhas para os outros, normalmente estando fora de contexto.

      Mas enfim, o texto foi maravilhoso, espero que algumas pessoas comecem a ouvir mais esse tipo de música e deixo minha sugestão de compositor Contemporâneo Nobuo Uematsu, mestre nessa arte de emoções.

      1. Em primeiro lugar a música que me fez gostar de música erudita, One Winged Angel. É o tema de um vilão, cujo foi cobaia de vários experimentos cientificos que se fortaleceu e deseja se vingar com toda sua ira da humanidade. É um clichê eu sei, mas a música expressa de uma forma maravilhosa sua ira e grandeza.
      http://youtu.be/Yn71hIsm0U8

      2. Em segundo, Liberi Fatali. É a música tema do jogo Final Fantasy VIII e a favorita de Nobuo Uematsu. Não sei muito bem a história portanto não vou encher linguiça :P
      http://youtu.be/waV-9bIyl24

      abração

  • http://www.facebook.com/rodriigocoimbra Rodrigo Coimbra

    Pachelbel, Canon em D.

    http://www.youtube.com/watch?v=stCKjZniMsQ

    Mágica!

  • http://guitarrismos.wordpress.com/ Rafa

    O melhor do post foi justamente a indicação do blog Euterpe. Puta material que eles tem lá!

  • Luciana_Marques

    Uau!!! Parabéns pelo artigo!

    Cliquei no botão “melhor conteúdo de todos” – kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Marcos Augusto Nunes

    Eu recomendo a “Cantata do Café”, de J. S. Bach, principalmente para aqueles que não se importam em ouvir pessoas cantando lindamente em incompreensível de todo alemão. Aqueles que sabem alemão ouviram um libreto meio jocoso meio ingênuo, mas não importa: a música é belíssima.

    Jordi savall, músico espanhol, especializado em música antiga, diz não se importar com o fato de tocar música feita até o século XVIII, por considerar que, executando hoje a música de ontem, ela passa a ser contemporãnea para os ouvidos de sempre.

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    Musica clássica foi parte da minha criação cultural. Quando era moleque e comecei a tocar guitarra fui recebido com centenas de referencias para aprender o que era música, composição, harmonia e isso fez toda diferença.

    Hoje em dia gosto de ouvir Mozart e Vivaldi quando estou em algum processo criativo. Seja programando, escrevendo ou estudando. É como se amplificasse minha percepção, difícil de explicar mas já faz parte do ritual.

  • Castanha

    AMEI o post! Só que, se sua intenção foi mesmo despertar o interesse nesse estilo, podia ter começado corrigindo o nome “música clássica”. O certo é “música erudita”, já que Classicismo foi apenas um período da História, do qual fazem parte Mozart e Schubert. Mas curti muito de qualquer jeito!!!

    • Leonardo

      Não é errado – inclusive no mundo inteiro se fala “música clássica”, contando com Portugal. Só no Brasil a expressão “música erudita” é usada. O fato de um período ser considerado paradigmático em uma arte e chamado de “clássico” não anula o título “clássico” em outras abrangências. Na história, por exemplo, há a chamada Antiguidade clássica, que compreende a Grécia Antiga desde Homero até Roma e a queda do império. Isso não impede que a própria Grécia tenha tido um período clássico nos séculos V e IV a.C. Além disso, “música clássica” não gera ambiguidade cm classicismo, é possível usar a expressão sem qualquer remorso.

      • Satanás

        Watch out we have a bad ass in here!

  • Eduardo

    Faltam várias, claro… são séculos e séculos de música! A generalização da música clássica como entediante se deve em boa parte ao imediatismo de tudo que se tem por aí. “Músicas acima de 4 minutos são grandes demais, quando não tem letra então, parece interminável”. Escutei uma vez a seguinte frase quando certa banda de pop fazia uma parte instrumental para iniciar a peça: “Nossa, mas a música não começa nunca!”. Eu falei: “já começou oras”. E a resposta foi: “claro que não, ele nem começou a cantar ainda”.

    Escutar música é uma atividade assim como ver um filme ou ler um livro, e não apenas pra acompanhar uma caminhada ou como pano de fundo para mexer no computador.

    Se fosse sugerir uma obra, citaria a 10a sinfonia do Mahler, especialmente o primeiro movimento.

    Como uma linguagem própria que é, a música não precisa de explicações… se toda música pudesse ser descrita em palavras, teríamos só a literatura. A música é a música! Essa do Mahler desperta n sensações, basta dar atenção e deixá-la percorrer todas as percepções e ideias pra causar seu impacto real. Assim como todas (ou boa parte) as músicas são capazes de fazer.

  • Luka

    Sou meio movida a música. Se preciso fazer uma tarefa que exija rapidez, coloco algo rapido, se preciso de calma escuto algo lento, se quero fazer algo que exija fossa lá vou eu escutar corno music… enfim.

    Gosto muito de algumas regravações:
    Dvorak + Therion
    http://www.youtube.com/watch?v=QRa6okKpUGI
    Fizeram um ótimo trabalho. Children of Bodom gravou um pedacinho de Summer do Vivaldi que ficou muito bom tb.
    http://www.youtube.com/watch?v=2iLIhLv8LuY

    :)

  • Marcus Vinicius Magalhães de A

    Poxa, falando em trilha sonora, dá pra colocar também toda a trilha sonora do Conan, o Bárbaro, de 1982 do John Milius. A trilha é uma maravilha com destaque para os tímpanos, é pura porrada, principalmente na primeira faixa, The Anvil of Crom, a trilha é uma obra prima do Basil Poledouris.

    http://www.youtube.com/watch?v=LANHWwEjOAU . Esse ainda tem o Prólogo do filme.

    A do filme Cruzada (Kingdom of Heaven), do Ridley Scott, também é maravilhosa, uma mistura muito legal de influências, vale a pena conferir.

    http://www.youtube.com/watch?v=v6Loyx-BJ70

  • http://www.cafecomamigos.com.br Cristiano Vieira

    Estou sem tempo agora, mas irei ouvir uma por uma. Estou escutando Chopin e posso dizer que é maravilhoso.
    Estou aprendendo a variar meus gostos musicais, mas tem uns tipos de sons aí que não desce nem com azeite.

  • http://www.facebook.com/people/Lucas-Pedrucci/100001663603171 Lucas Pedrucci

    Puta iniciativa. Música erudita é do caralho, excelente idéia destruir esse estigma de música chata e elitizada, ou de música de fundo. Pequenos comentários e minha humilde contribuição à lista:

    - O Hino à Alegria é uma passagem do quarto movimento da Nona Sinfonia do Beethoven, Ouçam inteira, é absurda.

    - Uma vez na vida assistam Carmina Burana na íntegra, ao vivo, com orquestra e coros completos. (Eu só dispensaria essa pirotecnia toda, a música fala por si).

    - Não conhecia esse trio do Tchaikovski, realmente animal. Valeu, Alex.

    - Sempre bom lembrar do pessoal aqui de casa. Já ouviu o Trenzinho na transcrição pra piano solo? http://www.youtube.com/watch?v=34FuMeYQc7Y&feature=related

    - Não curti muito essa viagem com a Toccata, mas tem outras pirações muito boas com obras consagradas. Recomendo bastante os holandeses do Trace (e os outros projetos dos Rick van der Linden) e essa versão do Guarani pelo Som Nosso de Cada Dia (puta banda nacional de rock progressivo): http://www.youtube.com/watch?v=k-fKHudhIkg

    - Falando de trilhas, pode ser manjado, mas o filme d’O Senhor dos Anéis não seria o mesmo sem a música: http://www.youtube.com/watch?v=ybZINoDv8I8

    - Dêem uma olhada na Campanella, um dos Seis Grandes Estudos de Liszt, transcrição de uma peça para violino de Paganini. Não se enganem pela “doçura” do comecinho. Mesmo esse começo inocente é das passagens mais difíceis do repertório para piano, as mãos voam ao longo de duas oitavas. A partir dos 3 minutos então, é palhaçada: http://www.youtube.com/watch?v=4-dntja5WQE

    - Três concertos para piano e orquestra que todo mundo devia ouvir:
    1. O número 3 de Rachmaninov:http://www.youtube.com/watch?v=D5mxU_7BTRA
    2. O Concerto em Lá Menor de Grieg: http://www.youtube.com/watch?v=NF0WaXEf0xM
    3. O Concerto número 2 de Chopin (Nelson Freire é genial.): http://www.youtube.com/watch?v=zhUrIGHB0aY&feature=related
    * Reparem nos violinos tocados “col legno” (com a parte de madeira do arco) no terceiro movimento. Técnica utilizada pelos violinistas de rua de Varsóvia, emprestada por Chopin. Depois tocar três acordes na guitarra usando jeans rasgados é ser transgressor. ;-)

    • felipehk

      Poxa @facebook-100001663603171:disqus . Excelentes referências cara. Estou buscando conhecer mais sobre música clássica e vou escutar todos os links que tu mandou.

  • http://www.facebook.com/thiguedes Thiago Guedes

    Poxa, sensacional ;)

    Vou contribuir também.

    Show de técnica e interpretação da Valentina aqui, tocando Rachmaninoff Prelude in g minor op. 23:

    http://www.youtube.com/watch?v=4QB7ugJnHgs

    • http://www.facebook.com/people/Lucas-Pedrucci/100001663603171 Lucas Pedrucci

      Esse prelúdio “alla marcia” é destruidor.
      Tentei tocá-lo na minha formatura de piano, mas não saiu nem perto disso.
      A Valentina arregaça.

  • Cleberson Pertile

    Sabem o que me fez gostar de música orquestrada?
    Metallica, em 1999, no álbum Metallica S&M (Symphony & Metal).É de bater a cabeça na parede chorando de tão fudidas e emocionantes que são as músicas.
    A introdução, The Call of Ktulu, é incrível. Mas recomendo ver a sessão toda, non-stop.
    http://youtu.be/xisIVhc64Ng

  • Josias

    Esqueceram de Wagner

    “The ride of the walkiries”

    http://www.youtube.com/watch?v=V92OBNsQgxU

    • Abe Surdo

      Boa Josias. A voz das mulheres “wah wah wah hã – wah wah wah hã”

  • http://www.facebook.com/iagosilvadealmeida Iago Silva

    Por isso que sempre sigo o que o Alex Castro diz! Cara, o quarto vídeo é lindo, a música é muito tocante.

  • Pedro Teles

    Quem dá um show, também, é o Philip Glass. Apesar de ainda vivo, e contemporâneo – o estilo dele é conhecido como minimalismo, termo que ele mesmo discorda -, faz peças maravilhosas tanto para orquestra, como piano solo. Ele ficou bastante famoso pelas composições na trilogia Qatsi.

    Segue uma obra dele, interpretada por uma pianista chamada Branka Parlic. Vale ouvir:

    http://www.youtube.com/watch?v=il4VDf-ugPI

  • http://wwe.blog.br Francis Rosário

    Faltou um Frank Zappa ai!
    http://youtu.be/imAWVWi5PIU

  • Luka

    O Children of Bodom Refez um pedacinho de Summer
    http://www.youtube.com/watch?v=2iLIhLv8LuY se vc gostar da mistura…

  • Luka

    Alias, tem Requiem (Dies Irae) do Mozart. Ele foi usado como tema várias vezes, mas quem jogou KOF vai se lembrar do Wolfgang Krauser.
    E eu sou fã de misturar clássico com metal.
    http://www.youtube.com/watch?v=Vi-cTbi8lkI gosto muito dessa versão.

  • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

    Alex,como diria Tom Jobim, “se todos fossem iguais a você, que maravilha viver”.

  • Lucas Carvalho

    Alex, tinha visto Passacaglia no teu perfil do facebook e nem cheguei a ouvir. Agora que fui ouvir e saquei que música que é, e é linda mesmo. permeia um monte de cenas da série e é do caralho, mesmo.

    já que você gosta dessa viagem misturando o clássico/erudito com o eletrônico, eu sugiro dar uma olhada em algumas músicas da trilha do jogo Portal 2, como essa aqui, ó:
    http://www.youtube.com/watch?v=OLlm9ykiH7s
    esse jogo termina, inclusive, com uma aria:
    http://www.youtube.com/watch?v=tL_TFXbSnLY

    outro jogo com uma bela fusão entre as coisas é a trilha de The Binding of Isaac, um dos joguinho bem simples mas com uma trilha sonora grandiosa: olha essa, do final boss (
    http://www.youtube.com/watch?v=pEtnBwgX0fg) e essa, do começo (
    http://www.youtube.com/watch?v=7tQgdDHrde8)

    de música clássica mesmo, eu conheço bem pouco. mas tem uma que eu ouço sempre e tá favoritada no meu youtube faz tempo: é grandiosa, me inspira, faz eu me sentir bem e querer ir agir; é do shostakovich (http://www.youtube.com/watch?v=ogJFXqYEYd8&feature=plcp). destaque pro final do trecho, após 08:42, acho estarrecedor de tão intenso.
    esse excerto é a parte IV (allegro ma non troppo) da 5ª sinfonia dele. um dia eu vou ouvir inteira… é que eu não consigo simplesmente ouvir, eu tenho que parar pra ouvir, até absorver cada segundinho da música. e isso demanda tempo e paciência, visto que a sinfonia tem quase 50 minutos.

  • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Faria/1132579103 Gustavo Faria

    Alex, Música Clássica, Remix e Trilha Sonora tudo num post só! Que foda ehehhehe
    Bom vamos lá…Eu como dj produtor admiro muito a versatilidade da música eletrônica em remixar música clássica, jazz, tango e bossa nova. Para exemplificar isso: http://www.youtube.com/watch?v=JRtHYiWmsoA&feature=relmfu
    Em relação a música clássica curto os compositores mais fortes como o Tchaikoviski e o Beethoven e o Carmina Burana. Em relação a trilha sonora sou muito fan do Quentin Tarantino, Woody Allen e Guy Richie, mas eles não compõe quase nada. Então:
    http://www.youtube.com/watch?v=KeoEZ7Hk27Y … esses cara são foda…mais pesado… e falando em som pesado… as músicas clássicas que eu tenho mais ouvido são versões de rock da Orchestra Sinfônica de Londres, porque Bossa and Stones é pra fracos ehehehe: http://www.youtube.com/watch?v=yrVAubDH4Es

    • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Faria/1132579103 Gustavo Faria

      Ah esqueci do Wagner também… sonzeira The Ride of the Walkyries…

      • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Faria/1132579103 Gustavo Faria

        Love the smell of Napalm in the morning ehehhehe

  • rafael

    Duas que gosto sao:http://www.youtube.com/watch?v=VH3fLzxRX40 e
    http://www.youtube.com/watch?v=OyIliL2Ciss sao de um jogo online mas nem por isso sao ruins.

  • http://www.facebook.com/people/Caíke-Gama-Machado/592877604 Caíke Gama Machado

    saudades do pdh…como tenho recebido as newsletters quase não estava acessando o portal!!! até o disqus mudou!!! Adoro as newsletters, mas le direto do site é muito mais gostoso, old school talvez, num sei…só sei que é prazeroamente diferente!

  • http://www.facebook.com/people/Vinicius-Carvalhosa/100001249369908 Vinicius Carvalhosa

    um dos meus favoritos, o prelúdio da Cello Suite 1 do Bach

    http://www.youtube.com/watch?v=q2ZHjSA8mkY

  • http://profiles.google.com/1bertorc Humberto Ramos Costa

    Há muitos ‘trechos’ fáceis de gostar (como Ode to Joy), mas na minha opinião a peça erudita magnífica, mais completa e mais ‘acessível’ é ‘As 4 estações’.

  • http://www.facebook.com/raphael.fernandes.5494 Raphael Fernandes

    Ainda nem vi todos, mas faltou “Minuet in G major”, de Bach (ou pra outros, de Christian Petzold).

    De quem quer que seja, é S-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l.

    http://www.youtube.com/watch?v=on1DDSLdDOo

  • Lilla

    Grande, Alex!
    Eu adoro o contexto que a obra traz, principalmente as óperas. Tanto a melodia como a história das personagens foram imprescindíveis para que minhas preferidas sejam Carmem e Thaís. Não posso deixar de acreditar que Prosper Merimee tenha conhecido alguma espanhola com as características da hipnotizante cigana e de tal modo inspirado Bizet. Da mesma forma, seja Thaís tão encantadora como alguma grega um dia possa ter sido.
    http://www.youtube.com/watch?v=3rjOrOt6wFw&feature=fvwrel

    http://www.youtube.com/watch?v=LasbhkKzfOo

  • Jafé Praia

    Tem um Alex que também ama música clássica. O Alex de “Laranja Mecânica”. No filme ele faz mais referência ao “grande Ludwig van Beethoven”, mas no livro ele cita vários grande músicos. Lembrei do livro e filme ao ler esse post que, aliás, é excelente!

  • http://www.facebook.com/guigobezerra Guilherme Bezerra

    Me surpreendi com tantos comentários e videos postados. Belo post!

    Aqui minha deixa: Ludovico Einaudi
    http://www.youtube.com/watch?v=qmxFAT581T4

  • http://www.facebook.com/annagraboski Anna Paula Graboski

    O post é valiosissímo, e os comentários ainda mais legais!
    De compositores atuais, realmente, o mais legal tá saindo do cinema e de seriados!
    Tem um grupo, que até virou produtora, chamado “two steps from hell” que tem umas coisas muito bacanas!
    http://www.youtube.com/watch?v=LRLdhFVzqt4

  • Iago

    alguem ai pode me indicar um site onde eu possar baixar essas músicas?

  • http://www.facebook.com/people/Rodrigo-Balthar-Furman/762667221 Rodrigo Balthar Furman

    Não tem essa de “o correto”. Música clássica, erudita, de concerto, sinfônica, tradicional… qualquer um destes termos é aceito como certo. E todos carregam uma desvantagem.

    “Erudito”, por exemplo, é um ótimo termo, vem de “ex rudis” (“o que deixou de ser bruto”). O significado do termo é “sábio”, mas pra música o que faz mais sentido é “o que se apóia em vasta literatura e experiência; o que se torna polido por estudar, praticar e refletir”. Só que na prática, por má interpretação, é compreendido como “coisa pra quem é muito inteligente, rico e/ou velho”.

    “Sinfônico” e “de concerto”, então, aparecem como substitutos naturais. O problema é que a maior parte do repertório NÃO É sinfônico. O repertório de câmara (grupos com poucos instrumentos) e solo é maior que o orquestral. Há mais repertórios pra recitais do que pra concertos. (Não se engane, ambos os repertórios são absurdamente grandes, são quase 500 anos desta tradição instrumental). Sem falar na música eletroacústica, que rompe com a necessidade de ter instrumentos e até intérpretes no palco.

    Aí tem o “Tradicional”. Ótimo termo, afinal é a forma de fazer e pensar música que domina a tradição ocidental nos últimos séculos, mais ou menos desde a Ars Antiqua (século IX). O problema aqui é que, com o advento da musicologia, “tradicional” começou a ser associado com “folclórico”. Neste nosso caso aqui, a música se utiliza do folclore a seu bel prazer (“O Lago dos Cisnes”, a tetralogia de Wagner, “Sherazada”, “Uirapuru”, as danças de Bartók etc), mas não o contrário.

    Por isso prefiro o termo “Clássico”. Dá uma pompa, mas não segrega. O problema é a coincidência nominal com o período classicista, mas num primeiro momento, acho esta “confusão” até saudável. Não é à toa que é o termo mais utilizado mundialmente.

  • http://www.facebook.com/people/Rodrigo-Balthar-Furman/762667221 Rodrigo Balthar Furman

    De neo-clássico, o metal não tem nada. É uma confusão (marketada) que fizeram, que repetem até hoje… aquele clássico caso de mentira repetida mil vezes que vira verdade.

    O heavy metal bebe tanto da fonte da música clássica quanto o hip hop, o pop e o choro. É uma tradição muito forte, a qual somos imersos desde nosso nascimento, que obviamente é grande influência na nossas próprias composições. Claro que há sempre coisas novas surgindo, mas elas não são por geração espontânea, elas vêm baseadas sempre em algo.

    Como disse Philip Glass uma vez, estudar a música de Bach (século XVIII) permite a compreensão de praticamente todos os movimentos harmônicos tonais, inclusive os de rock e pop.

  • http://www.facebook.com/people/Rodrigo-Balthar-Furman/762667221 Rodrigo Balthar Furman

    A galera tá aí deixando links de músicas que gostam, vou fazer também! Uma de cada período (os principais, a partir do Barroco) e 3 contemporâneas.

    Barroco: Marin Marais – La Sonnerie de Sainte Geneviève du Mont-de-Paris
    http://www.youtube.com/watch?v=mdcDi5_t3-g

    Clássico: Mozart – Sonata para piano K. 331 – 1º movimento: Andante Grazioso
    http://www.youtube.com/watch?v=gZIfQlviUDg

    Romântico: Ernst – variações The Last Rose of Summer
    http://www.youtube.com/watch?v=tp4QgBNAtaI

    Moderno e Contemporâneo:
    Holst – Os Planetas – Júpiter
    http://www.youtube.com/watch?v=Nz0b4STz1lo

    Steve Reich – Music for 18 Musicians
    http://www.youtube.com/watch?v=cO1VVONqL4U

    Philip Glass & Uakti – Metamorphosis (tudo aqui é instrumento acústico)
    http://www.youtube.com/watch?v=agWuc3AcPk8

  • Cahê Gündel

    Ouço música erudita (a terminologia “clássica” é usada erroneamente, já que corresponde a um período especifico; assim, falar que Beethoven é um “compositor clássico” é uma falha grosseira. E, não, Beethoven não é o maior compositor de todos os tempos, nem de longe. O alemão mal lustra o violino de Vivaldi, pra ficar com um compositor menor).Por isso resolvi comentar. Louvável a sua intenção – estimular o interesse pela música clássica (ok, ok). Eu ouço desde criança, devido à influência familiar. PORÉM, jamais – jamais! jamais! – faça isso colocando um vídeo dessa prostituta musical chamada André Rieu. Logo você, Alex, que fez todo um discurso “revolucionário” no texto (não que eu concorde com isso, mas fica incoerente). Fazer isso é o mesmo que tentar estimular o interesse das pessoas por Literatura dando um livro do Harry Potter, ou da “saga” (Santo Cristo!) Crepúsculo, ou – horror dos horrores! – do nosso amigo querido, ilustríssimo, Paul Rabit. Quem lê essas coisas, chamei lerá um Shakespeare, um Tolstói, um Cervantes, um Camões, um Homero, ou mesmo um Machadinho. Do mesmo modo, que vê os concertos do holandês ficará apenas com aquele estereótipo que cerca a Música Erudita. Irão ao um concerto do sujeito como quem vai a uma pagodeira.

  • http://www.facebook.com/emiliohjn Emílio Jaeger Norbert

    Esse post me fez ver a música clássica com outros olhos.

  • Rodrigo Magalhães

    Epa! Opa! Espera ai!
    “Ode à Alegria”, “Toccata de Bach”, etc… realmente incríveis, mas não apenas para homens. Agora vi aqui um momento machista perigoso, não raro, porém disfarçado. Hitler se sentia poderoso ao escutar Wagner, mas minha irmã (18 anos), se sente motivada em terminar logo os estudos e passar de vez no vestibular. Alex Castro, o que você escreveu agora se assemelha à isso: “A cor rosa é só para mulher, plantas é só para mulher, carros é só para homens, futebol é só para homens”. Não faça isso! Suas palavras se assemelharam com as políticas dos Aiatolás, seu machismo é o mesmo que a proibição da mulher de fazer várias coisas no Irã, por exemplo.

    E, gostar da música pelo que ela foi, não é totalmente heróico. Goste dela pelo que ela É.

  • http://www.facebook.com/adriana.fayadcampos Adriana Fayad Campos

    Nossa, amei esse post, pque eu simplesmente sou viciada em trilha sonora e em música… se pudesse nascer de novo iria trabalhar numa orquestra… já que não sou o Superman pra dar a volta ao globo e voltar o tempo, pelo menos quero ver se aprendo alguma coisa de cello. Pque acho que quem ama música acaba querendo aprender a fazer música, ainda que só como alguém que curte, não profissionalmente… ou, como diz Caetano “Como é bom poder tocar um instrumento…”
    Lembrei daquele programa da TV Senado, “Quem tem medo da música clássica?” com o realmente saudoso Arthur da Távola… que delícia que era ouvi-lo falar sobre o assunto, e como foi triste quando ele morreu…
    Bom, vou mandar umas referências tbém, pra quem quiser conferir:
    Essa é do Angelo Badalamenti:
    http://www.youtube.com/watch?v=khMlcTE7lw8&feature=fvwrel
    Ou esse lullaby que fala ao inconsciente coletivo da gente:
    http://www.youtube.com/watch?v=0tD3Jmc96ao&feature=fvwrel
    John Neschling fez essa maravilhosa trilha pra minissérie Os Maias:
    http://www.youtube.com/watch?v=RAXlsjIUCIE&feature=related

    Também curto o Pet Cemetery do Ramones, mas este post não é sobre rock (minha outra paixão musical), então….
    Só quero lembrar o que Arthur da Távola sempre dizia ao encerrar o programa dele: “Música é vida interior… e quem tem vida interior, jamais padecerá de solidão”

  • http://www.facebook.com/rsaffi Ricardo Saffi Marques

    Hmmm, bacaníssimo o post, mas devo dizer que achei terrível a combinação de Bach com música eletrônica. Eu sei que o post é seu e escreve e posta o que quiser, mas uma dica: a versão de Toccata & Fugue da Vanessa Mae, bem contemporânea, com violino e uma banda com baixo/guitarra/bateria é mais bacana.
    Aliás, gosto dessas misturas de música clássica com instrumentos que dão essa tocada meio “rock”. Veja aqui: http://www.youtube.com/watch?v=Hg8Fa_EUQqY
    Outra dica que eu dou são os álbuns de soundtrack do Hans Zimmer dos filmes “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”. Absolutamente impecável! :)

  • http://www.facebook.com/rsaffi Ricardo Saffi Marques

    Aliás, a versão com banda está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=t5AMGnC4lx0

    Contradanza também adoro, recomendadíssima: http://www.youtube.com/watch?v=NUDhA4hXdS8

  • Pingback: Músicas clássicas incríveis, para homens | Mugango

  • Rodolfo

    Isso é música de se ouvir de olhos fechados.

  • André Guilherme

    Eu gosto muito de música instrumental, mas quando elas estão em versões mais contemporâneas, como artistas que tocam maravilhosamente bem como Anna Rucner, Lindsey Stirling, Bond, eScala, 2 Cellos, Caitlin.

  • http://www.facebook.com/anderson.niada Anderson Niada

    Incluiria também uma que eu considero muito boa, “The Ecstasy of Gold” trilha sonora do filme “The Good, The Bad and The Ugly”. Mas ótima lista.

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