Como preservar o Meio Ambiente sem frescuras – Parte II: Utilize o Álcool Combustível

Thiago Oshiro Campi

por
em às | Debates, Principal


Antes de qualquer coisa neste segundo artigo sobre como preservar o meio ambiente sem frescuras, gostaria de humildemente pedir licença aos colegas ecologistas, biólogos e químicos por meter meu bedelho nos assuntos de hoje.

Espero que não se ofendam caso eu tenha escrito alguma coisa pouco convencional ou de uma maneira esquisita. Inclusive correções e observações são muito bem vindas nos comentários!

Além disso, sei que muitos leitores que assistem o Discovery Channel (assim com eu) ou estejam estudando sobre o assunto terão comichões para escrever comentários sobre carros a hidrogênio, a lixo, a energia elétrica, solar e sei lá mais o quê.

Acho tudo isso muito lindo. De verdade! Mas como esclarecido no primeiro artigo, a intenção é tratar dos cuidados práticos que podemos ter no nosso dia-a-dia com o meio em que vivemos sem ficar fantasiando muito. Então vamos nessa:

2º MANDAMENTO: Utilize o álcool combustível

carro-flex

A nova onda são os econômicos

Praticamente todo proprietário de um veículo com motor bi-combustível prefere utilizar o álcool combustível (que chamarei a partir de agora apenas de álcool). Entretanto, essa “escolha” é devido somente ao preço do mesmo e poucos consumidores conhecem o benefício ambiental ao optarem pelo álcool.

Hoje em dia, quase todos nós possuímos carros com motores bi-combustível, ou “Flex” como preferirem. Felizmente, o cenário atual brasileiro permite que utilizemos o álcool como combustível prioritário e apesar do rendimento ser menor do que o da gasolina, o preço é muito inferior e a equação que relaciona custo com rendimento é bem favorável ao álcool.

Por que utilizar o álcool?

Bem, além de conter o tão amado e idolatrado etanol, que é o mesmo álcool contido nas bebidas ditas alcoólicas, o álcool é uma fonte renovável de energia e de menor impacto à atmosfera do planeta, pois emite menores quantidades de poluentes.

Por que renovável?

Porque o ciclo do carbono pode ser considerado completo. O carbono é o elemento fundamental das moléculas orgânicas, ou seja, tudo que é (ou foi) vivo, contém carbono. Desde a bactéria até o elefante!

Explicando o ciclo do carbono:

De uma maneira bem simplista, a cana-de-açúcar (como qualquer outro vegetal “verde”) realiza fotossíntese, ou seja, utiliza o “gás carbônico” ou dióxido de carbono (CO2) contido no ar para sintetizar proteínas e obter energia.

Quando “queimamos” o álcool proveniente da cana nos motores de nossos carros, há a liberação de gás carbônico na atmosfera, ou seja, é como se o CO2 absorvido pela planta ficasse armazenado no combustível, que quando queimado, libera o gás para a atmosfera, que por sua vez servirá de produto para a realização de fotossíntese por uma outra planta. Isso é fantástico!

Quando utilizamos gasolina, o CO2 liberado desbalanceia o sistema, pois estamos queimando combustível originário de material fóssil, que é o petróleo. O petróleo é resultado de milhões de anos de decomposição de matéria orgânica, ou seja, digamos que é carbono aprisionado, que uma vez liberado não tem quem o consuma.

Por que é ruim CO2 em excesso na atmosfera? Já ouviu falar em efeito estufa, aquecimento global, etc.? Pois é, tem tudo a ver.

O temido efeito estufa e o aquecimento global

Vai um churrasquinho?

O efeito estufa, ao contrário do que muitas pessoas pensam é fundamental para a existência de vida na Terra. Sem ele seria impossível sobreviver aqui, pois após o pôr-do-sol, o planeta se resfriaria rapidamente impossibilitando a existência da vida como a conhecemos.

O efeito estufa nada mais é do que um “fenômeno do cobertor”, que impede o calor obtido pelos raios solares durante o dia de se dissiparem rapidamente durante a noite. Quando nos cobrimos num dia frio não é o cobertor que nos aquece. É errado afirmar isso. Na verdade o cobertor impede que o calor do nosso corpo de dissipe e por isso nos sentimos aquecidos. Isso é efeito estufa amigão!

ovo-frito

Já pensou em fritar ovo no chão? Bem prático, certo?

O “cobertor” do planeta é formado por gases, dentre eles o CO2. Acontece que o calor “aprisionado” precisa ser dissipado aos poucos, para que no dia seguinte nova quantidade de calor seja “recebida” e assim sucessivamente. Se aumentarmos as concentrações de gases na atmosfera, o equilíbrio termina, pois a atmosfera torna-se mais densa, a dissipação de calor vai diminuindo e o planeta vai aquecendo ao longo do tempo.

Voltemos ao nosso cobertor no dia frio. Imagine-se com um cobertor de lã de 5cm de espessura, numa sala com lareira, em Porto Alegre, num daqueles dias mais frios do ano. Gostoso né? Quentinho… Agora pense numa noite de sono em Recife, em pleno verão, aos 40ºC com aqueles mesmos cobertores de Porto Alegre e a lareira junto… Welcome to hell!

É esse tipo de efeito que anda-se discutindo tanto atualmente, pois na verdade muito imagina-se mas ninguém sabe exatamente quais as reais consequências que esse aquecimento pode trazer ao planeta. Aja ar condicionado!

Preço baixo e ganhos ambientais. Por esses e outros motivos: viva o nosso álcool combustível!

Pra quem perdeu o primeiro mandamento: Separe o Lixo

Thiago Oshiro Campi é Engenheiro Civil formado pela UNICAMP, atualmente a serviço do Governo do Estado de São Paulo, atuando na área ambiental. Além disso é guitarrista de carteirinha com Heavy Metal nas veias.

Thiago Oshiro Campi

Thiago Oshiro Campi é Engenheiro Civil formado pela UNICAMP, atualmente a serviço do Governo do Estado de São Paulo, atuando na área ambiental. Além disso é guitarrista de carteirinha com Heavy Metal nas veias.


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311 comentários

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  • Thales

    “Hoje em dia, quase todos nós possuímos carros com motores bi-combustível, ou “Flex” como preferirem. ”

    Discordo totalmente. A realidade brasileira não é bem assim, não são muitas famílias de classe média que tem acesso a carros relativamente novos, e as que tem, muitas vezes não se preocupam em ter um “Flex”.

  • Thales

    “Hoje em dia, quase todos nós possuímos carros com motores bi-combustível, ou “Flex” como preferirem. ”

    Discordo totalmente. A realidade brasileira não é bem assim, não são muitas famílias de classe média que tem acesso a carros relativamente novos, e as que tem, muitas vezes não se preocupam em ter um “Flex”.

  • Thales

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  • Thales

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  • Thales

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  • Thales

    Ahh, e esqueci de parabeniza-lo pelo artigo, muito bom mesmo! Não conhecia esse ‘funcionamento’ do CO2.

  • Thales

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  • Thales

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  • Thales

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  • Maldito

    Legal a dica. Queria saber mais coisas também sobre o uso do GNV. Tem como me mandar algumas referências pelo e-mail (que fica escondido)?

  • Maldito

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  • Maldito

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  • http://www.srhype.com/ Daniel Hypeman

    Putz, cheguei atrasado. O Thales já escreveu o que eu ia comentar, só me resta assinar embaixo.

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  • http://www.guiadicas.com.br/ Guia Dicas

    Bem interessante o post!

    Ao meu modeo de ver, a culpa toda pelo aquecimento global e seus fatores, são somente nossos, isso por que, já sabemos que o aquecimento, a cada dia que passa vem se expandindo mais, e nós ficamos apenas de mão cruzadas.

    Pessoas estão procurando alguém achar uma solução magnífica, sendo que a única porta aberta seria cada um fazer sua parte.

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  • http://gabrielgalvao.com/ gabrielgalvao

    O único problema que o aumento do consumo de álcool em combustíveis pode trazer, é o desmatamento de áreas de floresta, para plantar cana, isso é algo a se pensar !!!

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  • http://cadudecastroalves.com/ Cadu de Castro Alves

    Sensacional, Thiago.

    Estudo engenharia e gostaria de trocar umas idéias contigo e tirar algumas dúvidas. Seria possível?

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  • Rodrigo Almeida

    Thales, em Porto Alegre a maioria absoluta dos carros nas ruas já são Flex!

    O texto é fantástico e acho muito legal a abordagem do autor mas só gostaria de fazer uma correçaozinha…

    alcool é menos volátil que gasolina exigindo uma maior proporção de partes de ar por combustível para aumentar a taxa de compressão, aumentando a pressão dentro da câmara de combustível, causando uma combustão com maior potencial dissipador de energia o que produz mais torque. Logo, carro a alcool sempre anda mais que um carro a gasolina.

  • Rodrigo Almeida

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  • Felipe

    Na verdade esse papo do desmatamento ser o maior problema é um pouco exagerado (mas não é incorreto, só supervalorizado)… Atualmente existem várias pesquisas no intuito de se conseguir o etanol e o biodiesel (esse também terá um papel importante no futuro) de matéria prima hoje descartada, maximizando assim os ganhos. O ruim (sim isso é ruim apesar de ser bom) a maior parte do investimento nessa área é do governo, e sabemos que só quando a iniciativa privada entra na brincadeira de verdade que as coisas ficam sérias…
    Outros problemas do etanol? O açúcar, e a logística. Demanda do açúcar sobe, produção sobe… O transporte desse combustível ainda está longe do ideal (e isso impede a exportação)
    Outro problema da gasolina e do diesel? Enxofre, e dependendo da qualidade do combustível, muito enxofre.
    Agora um problema sério de todos esses combustíveis são os óxidos de nitrogênio, desses é complicado fugir, e causam muitos problemas.
    Mesmo assim estamos na direção certa, agora resta saber se o caminho escolhido foi o melhor e se estamos percorrendo ele na velocidade certa.

    Mas é isso aí, ótimo artigo.

  • Felipe

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  • Felipe

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    Mas é isso aí, ótimo artigo.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • rAMOS

    Li uma reportagem onde diziam que o Etanol brasileiro não é tão limpo assim com o o povo pensa. Nossa colheita é feita por trabalhadores, logo os senhores feudais queimam a cana para que os trabalhadores possam cortá-las, isso gera MUITO CO2, MUITO MESMO, na reportagem dizia que as principais cidades produtoras tem o ar tão poluido quando uma capital(talvez estejam exagerando).

    Com isso o governo entra em um dilema social X ambiental, para que não seja necessário queimar a cana a colheita deve ser feita por máquinas, deixando assim muita gente sem emprego.

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

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    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

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    THALES,

    Não sei onde você mora, mas em São Paulo, que possuí mais de um terço da frota nacional de veículos de passeio (quase 11 milhões), ou seja, é BEM representativo, basta dar uma voltinha que você vê que a grande maioria dos veículos são do tipo FLEX, sim senhor. Outra coisa, veículos FLEX nem são mais opção principalmente entre os mais populares. Tente comprar um Palio ou um Corsa 0KM a gasolina…

    Sobre o ciclo do carbono, ainda bem que gostou! Fiquei receoso sobre ficar muito confuso o esquema, mas tentei ser bem didático, pois no fundo o ciclo é um pouco mais complexo e envolve uma série de outros fatores, mas em linhas gerais é assim que a coisa funciona.

    MALDITO,

    O GNV é de origem fóssil, assim como o petróleo. Porém, a emissão de poluentes é baixíssima e o custo dele também! É uma alternativa legal, tanto que é um combustível utilizado por muita gente. Entretanto, por ser de origem fóssil (portanto NÃO RENOVÁVEL) vai se esgotar, assim como o petróleo. Mas acho bacana utilizá-lo enquanto existe por ser bom ambiental e economicamente, mas jamais basear a matriz de combustível no GNV!!! Aliás, sempre é péssimo não possuir opções.
    Quanto a bibliografia sobre GNV, tem uma muito legal que faz comparativos entre alguns tipos de combustíveis para utilização em ônibus urbanos:

    RIBEIRO, Suzana Kahn (coord.) – Transporte Sustentável: alternativas para ônibus urbanos, Coppe/UFRJ, 2001.

    Têm também meus projetos de iniciação científica na época da faculdade. Nós criamos uma biblioteca virtual para questões ambientais e os textos estão disponíveis. Aqui vai o lik para as questões relativas à transportes:

    http://www.fec.unicamp.br/~bdta/modulos/mobilidade/mobilidade.htm

    GUIA DICAS,

    Pois é meu caro, se cada um fizesse “sua parte” a coisa andava. Mas um dia a gente chega lá. É uma questão de fazer com que certas atitudes se tornem hábitos. Eu sempre gosto de citar os exemplos do banho e da escovação de dentes. A 100 anos atrás tomar banho todo dia aqui no Brasil era coisa de doido…”tirava sua proteção”…
    E escovar os dentes? Acho que há 50 anos atrás muita gente não fazia isso. Três vezes ao dia então, nem pensar! Fio dental? …coisa muito recente. Acho que tudo vem da escola e da educação básica em casa sabe? Hoje em dia as crianças já tem uma educação diferenciada e muitas até repreendem os pais quando jogam lixo no chão ou demoram no banho. Daqui a uma ou duas gerações acho que muitos hábitos “ambientalmente corretos” já estarão intitucionalizados.

    GABRIELGALVÃO,

    Você tem razão. Temos de ficar de olho nos desmatamentos, mas partindo do princípio que deve haver licenciamento ambiental para a instalação desses empreendimentos está tudo bem. Na verdade a preocupação deve ser sempre ficar de olho para ver se o licenciamento está sendo concedido a partir de critérios técnicos corretos.

    CADU DE CASTRO ALVES,

    Quando quiser, pode escrever. Ficarei muito contente se puder ajudar outro futuro colega “da espécie”…rs. Se não puder ajudar, tentarei ao menos indicar alguém que possa. Escreva-me: thiagocampi@gmail.com

    RODRIGO ALMEIDA,

    Devo ter me expressado mal quando falei sobre rendimento no meu texto. Eu quis dizer que a relação distância / consumo é maior para a gasolina. Meu carro por exemplo faz na cidade 12Km/ L com gasolina e 8Km/ L com álcool. Eu gosto do álcool. Além de ser ambientalmente melhor é mais barato e como você mesmo disse, o carro “anda” mais. O torque é realmente maior.

    FELIPE,

    Também não sei responder essas perguntas que você colocou…e quer saber? Ninguém sabe. Ficar “pirando” muito sobre detalhes do futuro distante acaba sendo como a visão que o pessoal que criou o filme “2001 uma odisséia no espaço” tinha do ano de 2001. É totalmente surreal. O negócio é estabelecer diretrizes. Qual o objetivo? Diminuir emissões? Perfeito…trabalha-se nesse sentido. Se a coisa começar a ir para outro caminho ou outras alternativas surgirem, experimenta-se e muda-se. Não devemos engessar as técnicas e sim os objetivos…o foco deve ser sempre esse.

    Um abraço a todos e muito obrigado pelos comentários! Aprendo muito com eles!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

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    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

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    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

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    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

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    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

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    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

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    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

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    Um abraço

    Thiago

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    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

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    Um abraço

    Thiago

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    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

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    Um abraço

    Thiago

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    RAMOS,

    Na verdade o grande problema com a queima da palha de cana é com relação à foligem. O material particulado que a queima origina que é o grande “X” da questão e não CO2. Por esse motivo que em São Paulo as queimas são monitoradas e proibidas quando a umidade relativa do ar está muito baixa (cerca de 20%). Há todo um esquema no Estado para a realização da queima:

    http://sigam/sigam2/default.aspx?idPagina=123

    Além disso, há uma tendência realmente da redução da queima, caindo nessa questão das máquinas que você citou:

    http://sigam/Sigam2/Default.aspx?idPagina=2922

    Devemos tomar muito cuidado com “reportagens” da mídia não especializada. Que me desculpem os jornalistas, mas muitos deles acham que são médicos, engenheiros, advogados, economistas, etc… E obviamente como não são nada disso e sim jornalistas acabam se descuidando e escrevendo bobagens…emitem opiniões não técnicas como se fossem técnicos especializados. Se eu fosse escrever uma critica sobre o último São Paulo Fashion Week ia ficar uma caca!! Não quero generalizar. Muitos jornalista são especializados em certos assuntos e escrevem verdadeiras obras primas sobre tais, mas os aventureiros…

    Um abraço

    Thiago

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • Karen

    Sempre fui interessada nessa coisa de natureza, paz, amor sabe? Mas realmente efeito estufa,deretimento de calotas polares é uma coisa que parece beem distante da gente então a gente não toma as devidas providências.
    Mas pra mim tudo mudou, e eu acho que pro resto da minha turma tbm, foi quando uma prof minha de biologia disse que se tudo continuar como está, daqui a 50 anos ninguém vai poder sair na rua de manhã, o sol vai estar tão forte sema a proteção da camada de ozônio que se uma pessoa sair de casa simplismente vai ficar cega e com sérias queimaduras na pele!!
    Isso é assustador e põe pra pensar, pq é uma coisa muito próxima (pq eu pretendo estar viva daqu a 50 anos, vou estar linda e botocada com meus 69 anos).

    Ótimo artigo mesmo, um dos mais úteis que eu já vi por aí e olha que eu leio a Superinteressante. ^^

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

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    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

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    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

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    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

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    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

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    KAREN,

    Fico lisonjeado com seu comentário. Muito obrigado, MESMO.

    Sinceramente eu não sei o que vai rolar com o planeta daqui há cinquenta anos. Tudo indica que a mudança climática ocorrerá devido ao aumento da temperatura global, mas… no fundo é expeculação. Já ouvi até cientistas defendendo que o aumento da temperatura não tem nada a ver com as emissões!!! Que é um ciclo natural… vai saber? Antigamente, não se registravam temperaturas, marés, pluviometria. Isso é coisa recente, então não dá pra saber se esse aquecimento faz parte de algum ciclo climático…
    Eu particularmente acho muito improvável. Acredito que nossas emissões estão modificando a atmosfera e causando as mudanças. É o que tudo indica…

    Só uma observação: buraco na camada de ozônio não tem nada a ver com efeito estufa e aquecimento global, ok? O buraco na camada de ozônio na verdade contribui para que os raios ultravioleta penetrem na atmosfera. Esses raios são prejudiciais à saúde dos seres vivos. A camada de ozônio protetora fica no nível mais externo da nossa atmosfera (estratosfera). O efeito estufa se dá na camada chamada troposfera, que é a mais interna.

    Então na verdade temos uma combinação bombástica: Um rombo na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta, permitindo assim sua passagem e ao mesmo tempo uma densificação da atmosfera que impede que o calor do planeta se dissipe!!! Como eu disse antes: WELCOME TO HELL.

    Thiago

  • Karen

    Sim sim, eu eu sei. Só queria elucidar o que eu falei sobre catástrofes não estarem tão distantes da gente com imaginamos.

  • Karen

    Sim sim, eu eu sei. Só queria elucidar o que eu falei sobre catástrofes não estarem tão distantes da gente com imaginamos.

  • Karen

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  • Karen

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  • Karen

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  • Karen

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  • Karen

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  • Maldito

    Valeu as dicas.

  • Maldito

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  • Maldito

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  • Maldito

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  • Maldito

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  • Maldito

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  • Maldito

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  • Fabricio

    A taxa de compressão é uma relação matemática que indica quantas vezes a mistura ar/combustível, aspirado para dentro dos cilindros pelo pistão, é comprimida dentro da câmara de combustão antes que se inicie o processo de queima. Assim, um motor a gasolina que tenha especificada uma taxa de compressão de 8:1, indica que o volume aspirado para dentro do cilindro foi comprimido oito vezes antes que a centelha da vela iniciasse a combustão.
    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
    Quando um motor à gasolina é abastecido com álcool, seu rendimento é mais baixo que aquele possível se fosse aproveitado todo o potencial do álcool, já que a taxa de compressão do motor é mais baixa que a do combustível, mas isso não significa que o motor vai perder potência, pois a taxa de compressão do motor é física e não pode ser alterado.
    Existem formas de se aumentar a taxa de compressão, mas isso não vem ao caso agora, então, o que será modificado nos parâmetros de cálculo de potencia é o poder calorífico do combustível em uso no momento, e como o do álcool é cerca de 30% menor em relação ao da gasolina, é necessário um aumento na injeção de álcool na câmara de combustão de cerca de 30%, por isso é que um carro a álcool “bebe” mais que um carro à gasolina. Mas como o álcool geralmente custa metade do preço da gasolina, é mais vantajoso utilizar álcool. Uma conta simples é aquela regra dos 70%.
    Se o álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina, compensa utilizar álcool, caso contrário, a gasolina é mais vantajosa.

  • Fabricio

    A taxa de compressão é uma relação matemática que indica quantas vezes a mistura ar/combustível, aspirado para dentro dos cilindros pelo pistão, é comprimida dentro da câmara de combustão antes que se inicie o processo de queima. Assim, um motor a gasolina que tenha especificada uma taxa de compressão de 8:1, indica que o volume aspirado para dentro do cilindro foi comprimido oito vezes antes que a centelha da vela iniciasse a combustão.
    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
    Quando um motor à gasolina é abastecido com álcool, seu rendimento é mais baixo que aquele possível se fosse aproveitado todo o potencial do álcool, já que a taxa de compressão do motor é mais baixa que a do combustível, mas isso não significa que o motor vai perder potência, pois a taxa de compressão do motor é física e não pode ser alterado.
    Existem formas de se aumentar a taxa de compressão, mas isso não vem ao caso agora, então, o que será modificado nos parâmetros de cálculo de potencia é o poder calorífico do combustível em uso no momento, e como o do álcool é cerca de 30% menor em relação ao da gasolina, é necessário um aumento na injeção de álcool na câmara de combustão de cerca de 30%, por isso é que um carro a álcool “bebe” mais que um carro à gasolina. Mas como o álcool geralmente custa metade do preço da gasolina, é mais vantajoso utilizar álcool. Uma conta simples é aquela regra dos 70%.
    Se o álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina, compensa utilizar álcool, caso contrário, a gasolina é mais vantajosa.

  • Fabricio

    A taxa de compressão é uma relação matemática que indica quantas vezes a mistura ar/combustível, aspirado para dentro dos cilindros pelo pistão, é comprimida dentro da câmara de combustão antes que se inicie o processo de queima. Assim, um motor a gasolina que tenha especificada uma taxa de compressão de 8:1, indica que o volume aspirado para dentro do cilindro foi comprimido oito vezes antes que a centelha da vela iniciasse a combustão.
    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
    Quando um motor à gasolina é abastecido com álcool, seu rendimento é mais baixo que aquele possível se fosse aproveitado todo o potencial do álcool, já que a taxa de compressão do motor é mais baixa que a do combustível, mas isso não significa que o motor vai perder potência, pois a taxa de compressão do motor é física e não pode ser alterado.
    Existem formas de se aumentar a taxa de compressão, mas isso não vem ao caso agora, então, o que será modificado nos parâmetros de cálculo de potencia é o poder calorífico do combustível em uso no momento, e como o do álcool é cerca de 30% menor em relação ao da gasolina, é necessário um aumento na injeção de álcool na câmara de combustão de cerca de 30%, por isso é que um carro a álcool “bebe” mais que um carro à gasolina. Mas como o álcool geralmente custa metade do preço da gasolina, é mais vantajoso utilizar álcool. Uma conta simples é aquela regra dos 70%.
    Se o álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina, compensa utilizar álcool, caso contrário, a gasolina é mais vantajosa.

  • Fabricio

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    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
    Quando um motor à gasolina é abastecido com álcool, seu rendimento é mais baixo que aquele possível se fosse aproveitado todo o potencial do álcool, já que a taxa de compressão do motor é mais baixa que a do combustível, mas isso não significa que o motor vai perder potência, pois a taxa de compressão do motor é física e não pode ser alterado.
    Existem formas de se aumentar a taxa de compressão, mas isso não vem ao caso agora, então, o que será modificado nos parâmetros de cálculo de potencia é o poder calorífico do combustível em uso no momento, e como o do álcool é cerca de 30% menor em relação ao da gasolina, é necessário um aumento na injeção de álcool na câmara de combustão de cerca de 30%, por isso é que um carro a álcool “bebe” mais que um carro à gasolina. Mas como o álcool geralmente custa metade do preço da gasolina, é mais vantajoso utilizar álcool. Uma conta simples é aquela regra dos 70%.
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  • Fabricio

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  • Fabricio

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    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
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    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
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    Existem formas de se aumentar a taxa de compressão, mas isso não vem ao caso agora, então, o que será modificado nos parâmetros de cálculo de potencia é o poder calorífico do combustível em uso no momento, e como o do álcool é cerca de 30% menor em relação ao da gasolina, é necessário um aumento na injeção de álcool na câmara de combustão de cerca de 30%, por isso é que um carro a álcool “bebe” mais que um carro à gasolina. Mas como o álcool geralmente custa metade do preço da gasolina, é mais vantajoso utilizar álcool. Uma conta simples é aquela regra dos 70%.
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  • Fabricio

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    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
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  • Fabricio

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    Do ponto de vista termodinâmico, a taxa de compressão é diretamente responsável pelo rendimento térmico do motor, pois quanto mais pressão na câmara de combustão, mais energia é gerada pela combustão, mas há limitações físicas e técnicas para a simples ampliação da taxa. A principal é a octanagem do combustível, que nos dá o valor de quanto cada um “tolera” de compressão antes de se auto-inflamar. No caso do álcool esse valor é de 13 e na gasolina é de 8.
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    Se o álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina, compensa utilizar álcool, caso contrário, a gasolina é mais vantajosa.

  • Eagle

    “sono em Recife, em pleno verão, aos 40ºC ” A noite é foda. Acho que aqui em Recife ainda não chegou a essa temperatura a noite não.

  • Eagle

    “sono em Recife, em pleno verão, aos 40ºC ” A noite é foda. Acho que aqui em Recife ainda não chegou a essa temperatura a noite não.

  • Eagle

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  • Eagle

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  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    Preciso parar de escrever utilizando metáforas ou hipérboles, pois tem gente que leva tudo ao pé da letra. Prometo escrever um texto bem chato da próxima vez!!!

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

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    Thiago

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    Thiago

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    Thiago

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    Preciso parar de escrever utilizando metáforas ou hipérboles, pois tem gente que leva tudo ao pé da letra. Prometo escrever um texto bem chato da próxima vez!!!

    Thiago

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    Thiago

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

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  • luis

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  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

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  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

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  • luis

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  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • luis

    Discordo totalmente com o uso do álcool ou o biodiesel como matriz energética.

    Preço do petróleo subindo => aumento do valor do alcool => maior rentabilidade para os produtores => maior produção => maior área cultivada => mais desmatamentos => mais queimadas => menor produção de generos alimentícios => maior preço dos alimentos =>…

    Nem vou entrar no mérito de o Brasil mais uma vez se firmar como exportador de comodites fiel ao grande pai yankee que precisa de uma fonte energética segura, afinal, a coisa tá feia no iraque.

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

  • http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras/ Thiago Oshiro Campi

    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

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    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

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    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

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    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

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    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
    Aqui vale a máxima: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

    Thiago

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    Bem Luis, nem sei se é uma questão de concordar ou discordar. A questão é que o petróleo está no “bico do corvo”. As jazidas estão se esgotando, SIM. Novos combustíveis precisam ser inseridos no mercado, pois o mundo não vai parar e enquanto as tecnologias a hidrogênio, eletricidade ou energia solar ainda são obra de ficção científica e não se sustentam economicamente, o álcool e o biodiesel são sim alternativas bem viáveis.

    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
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    Thiago

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    Quanto ao seu raciocínio, poderia ser assim se o governo se omitisse ou se não houvesse legislação a respeito. Mas como já citei nos comentários há toda uma legislação ambiental que impediria o apocalipse que você anunciou. Além disso o Estado DEVE intervir na produção agrícola através de incentivos para equilibrar as produções diferenciadas.

    Não dá pra achar que tudo vai se regular por si só. Isso é fantasia. O Estado está aí para impedir esse tipo de ruina. Agora se ele faz ou não o papel dele são outros quinhentos…
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    Thiago

  • luis

    ‘Estado’, ‘governo’,…

    Meu amigo, estamos no Brasil…

  • luis

    ‘Estado’, ‘governo’,…

    Meu amigo, estamos no Brasil…

  • luis

    ‘Estado’, ‘governo’,…

    Meu amigo, estamos no Brasil…

  • luis

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    Meu amigo, estamos no Brasil…

  • luis

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    Meu amigo, estamos no Brasil…

  • Pingback: Revista Papo de Homem - A única que o homem lê todos os dias » Como preservar o meio-ambiente sem frescuras - Parte III

  • http://riffsesolos.blogspot.com/ Diego Matias

    É de textos desse tipo que eu acho que o PdH precisa ter um pouco mais. Informação é sempre bem-vinda quando vem de onde a gente admira.

    Thiagão, foi mal pela demora no comentário… andei meio sumido daqui mesmo…

    Abraço, Galera!

  • http://riffsesolos.blogspot.com/ Diego Matias

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    Abraço, Galera!

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    Abraço, Galera!

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    É de textos desse tipo que eu acho que o PdH precisa ter um pouco mais. Informação é sempre bem-vinda quando vem de onde a gente admira.

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    Abraço, Galera!

  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

    nunca canso se ler os textos do Thiago!

  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

    nunca canso se ler os textos do Thiago!

  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

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  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

    nunca canso se ler os textos do Thiago!

  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

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  • Rodrigo Almeida

    Verdade Diego,

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  • Rodrigo Almeida

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  • Rodrigo Almeida

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  • http://www.papodehomem.com.br/ Thiago Oshiro Campi

    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

  • http://www.papodehomem.com.br/ Thiago Oshiro Campi

    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

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    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

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    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

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    Thiago

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    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

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    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

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    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

  • http://www.papodehomem.com.br Thiago Oshiro Campi

    Valeu caras! Às vezes fico até com medo do tamanho dos textos, por se tornarem cansativos, mas eu juro que dependendo do assunto não dá para ser mais sucinto, pois é tudo muito cheio de “poréns”.

    Muito bom saber que tem gente que não se cansa! Rs…

    Um abração! Em breve sai mais um. Tô meio na correria, mas vai rolar.

    Thiago

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

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    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • http://notenho JANDIRA CLARA

    Adorei ler sobre o assunto, pois estou estudando para um concurso sobre o meio ambiente e não foi passado uma bibliografia, então estou perdidona para estudar, mas adorei e aprendi muito, se puder coloque mais assuntos sobre o meio ambiente I e II, artigos recentes, pois preciso lê-los.
    Desculpe a folga e obrigada

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

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  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • marcel/

    Tudo besteira em 2012 o mundo acaba então parem de perder tempo discutindo essas viadagens ecológicas e vão curtir esses 4 anos de vida que resta , a quem viver, para ver o fim dos tempos.

  • http://papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    “viadagem ecológica”. Que gente esclarecida…

    Pode deixar Marcel. Eu e todos os viados que comentaram meu artigo (se prestar um pouco de atenção, verá que muitos dos viados que comentaram são grandes escritores da PdH, inclusive o “boss”) iremos parar com essa viadagem e nos preocupar mais em nos preparar bastante para que quando esse dia do fim do mundo chegar, estejamos prontos para encher de porrada acéfalos como você.

    Se é pra comentar merda, por favor não comenta. Não entendo qual o intuito disso.

  • http://papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    “viadagem ecológica”. Que gente esclarecida…

    Pode deixar Marcel. Eu e todos os viados que comentaram meu artigo (se prestar um pouco de atenção, verá que muitos dos viados que comentaram são grandes escritores da PdH, inclusive o “boss”) iremos parar com essa viadagem e nos preocupar mais em nos preparar bastante para que quando esse dia do fim do mundo chegar, estejamos prontos para encher de porrada acéfalos como você.

    Se é pra comentar merda, por favor não comenta. Não entendo qual o intuito disso.

  • http://papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    “viadagem ecológica”. Que gente esclarecida…

    Pode deixar Marcel. Eu e todos os viados que comentaram meu artigo (se prestar um pouco de atenção, verá que muitos dos viados que comentaram são grandes escritores da PdH, inclusive o “boss”) iremos parar com essa viadagem e nos preocupar mais em nos preparar bastante para que quando esse dia do fim do mundo chegar, estejamos prontos para encher de porrada acéfalos como você.

    Se é pra comentar merda, por favor não comenta. Não entendo qual o intuito disso.

  • http://papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    “viadagem ecológica”. Que gente esclarecida…

    Pode deixar Marcel. Eu e todos os viados que comentaram meu artigo (se prestar um pouco de atenção, verá que muitos dos viados que comentaram são grandes escritores da PdH, inclusive o “boss”) iremos parar com essa viadagem e nos preocupar mais em nos preparar bastante para que quando esse dia do fim do mundo chegar, estejamos prontos para encher de porrada acéfalos como você.

    Se é pra comentar merda, por favor não comenta. Não entendo qual o intuito disso.

  • http://papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    “viadagem ecológica”. Que gente esclarecida…

    Pode deixar Marcel. Eu e todos os viados que comentaram meu artigo (se prestar um pouco de atenção, verá que muitos dos viados que comentaram são grandes escritores da PdH, inclusive o “boss”) iremos parar com essa viadagem e nos preocupar mais em nos preparar bastante para que quando esse dia do fim do mundo chegar, estejamos prontos para encher de porrada acéfalos como você.

    Se é pra comentar merda, por favor não comenta. Não entendo qual o intuito disso.

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  • http://www.icommercepage.com/ icommercepage

    O que eu posso dizer?
    O artigo está completo, maravilhoso, acho que se não for para comprar um carro flex melhor não comprar nada, andar à pé faz muito bem para a saúde. Antigamente havia a altenativa do álcool, a tecnologia era ruim, o carro não prestava, não havia a ignição eletrônica, nem nada, para dificultar ainda mais , os usineiros faziam especulação, escondiam o álcool para subir o preço. Agora a coisa mudou, o bi-combustível não é para usar gasolina, significa que “pode” usar gasolina, isso evida a especulação do preço do álcool.
    Os novos Flex com quatro tipo de opções de combustível funciona perfeitamente nesses casos. Quem começou tudo isso foi a wolks que não tinha mais opções estratégicas de venda, saiu na frente, vendeu carrro pra caramba, e era a única fábrica maior que a matriz.

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  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Jandira, não sei porque não recebi seu comentário por e-mail, então não tenho seu endereço.

    “Colocar mais assuntos sobre meio ambiente” vai acontecer, porém como a PdH é uma revista de variedades, fica difícil para o Guilherme priorizar esse tema. De qualquer forma, eu posso te ajudar indicando textos e artigos interessantes. Entre em contato!

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  • Fabiana

    Gostaria de saber como friar um ovo sem calor?
    Meu profº de biologia passou essa questão.
    Grata

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  • http://www.papodehomem.com.br/author/thiago-oshiro-campi Thiago Oshiro Campi

    Que catso ovo tem a ver com o tema? Cada uma que me aparece…

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  • Luiz Padovani

    Uma pequena obervação,

    “De uma maneira bem simplista, a cana-de-açúcar (como qualquer outro vegetal “verde”) realiza fotossíntese, ou seja, utiliza o “gás carbônico” ou dióxido de carbono (CO2) contido no ar para sintetizar proteínas e obter energia.”

    Na fotossíntese, as plantas utilizam a energia luminosa, o gás carbônico e a água para sintetizar CARBOIDRATOS, não proteínas, e utiliza-los como seu principal meio de obtenção de energia. No caso, o carboidrato sintetizado é a glicose.

  • Luiz Padovani

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  • JULIANA CARDINALLY

    OLHA THIAGO, PARABENS PELO ARTIGO. VC NÃO SABE O QUANTO ESSA INFORMAÇÕES ESTÃO ME AJUDANDO PARA COMPLEMENTAR O MEU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO( TCC DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS-UERN) QUE É RELACIONADO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL!! MUITO OBRIGADO E PARABENS.

    JULIANA CARDINALLY

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  • evandro

    nota 10, parceiro. Explicou muito bem um assunto que poucas pessoas tem conhecimento, aprendi bastante com esse seu texto.

    Continue assim, bixo, pq se o mundo está do jeito que está hoje em dia, é por causa de duas coisas: falta de informação e ganância.

    informação é a chave para nossa vitória :D parabéns mais uma vez.

  • evandro

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