Cometi Facebookcídio

Guilherme Nascimento Valadares

por
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“A definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter resultados diferentes.”

O Facebook, portanto, se tornou uma redoma de loucos.

* * *

Há catorze dias, me furtando a despedidas babacas, tasquei o perfil de um certo “Guilherme Nascimento Valadares” no caixão. Para contextualizar as razões por trás do seppuku, compartilho meu percurso na rede social zuckerbergiana.

Fui um típico usuário pós-early adopters, criei minha conta há cerca de três anos.

Com esmero, disparei os primeiros pedidos de amizade. Munido dos aprendizados orkutianos e da experiência como profissional de comunicação digital, já me considerava maduro o suficiente para estruturar círculos sociais mais proveitosos e coerentes com minha realidade. Reestruturei álbuns de fotos, arranjei um avatar interessante, postei as primeiras badalhocas espertas no mural.

Pronto. Lá estava eu, ou melhor, “ele”, minha persona, se exibindo no Facebook.

À medida em que o tempo passava, meu crivo foi se tornando cada vez mais frouxo. Não tive paciência para lidar com listas, segmentações especiais por grupos e critérios de privacidade sofisticados. Amigos de infância, conhecidos, contatos profissionais e fodas de uma noite compartilhavam basicamente o mesmo habitat.

O Facebook criou inúmeras configurações para melhor estruturar meus círculos. No entanto, também me fez preguiçoso. Updates pulam em nossa tela freneticamente com aqueles simbolozinhos vermelhos infernais. Updates pelo nariz, pelo rabo, pelas tripas. As tais configurações? “Ah, são chatas, meio escondidas, preciso gastar um tempo pensando nelas e um tempo maior ainda para agrupar as centenas de conexões nos caixotes corretos.”

Em contraponto, minha vida “fora dali” avançava a braçadas amplas. Me demiti para focar integralmente no PapodeHomem, me afastei de pessoas com as quais não me identificava, passei a dedicar mais tempo ao cultivo da mente, corpo e estabilidade emocional por n percursos distintos.

Dentro do Facebook, a persona Guilherme residente por aquelas bandas não raro me parecia um primo estranho. Passei a postar cada vez menos. Preferia poupar a web de mais ruído.

Mesmo em silêncio, seguia firme com minhas doses diárias de dopamina por meio das várias mensagens recebidas, prospectos de novos negócios, diversão, festas, sexo ou apenas papo furado mesmo. Distrações em cima de distrações, escassez galopante de trocas realmente úteis.

A plataforma não é má. Abre zilhões de possibilidade fantásticas. Porém, a maneira como a conduzimos pode nos trancafiar em uma prisão bastante confortável, que, compartilhada por tantos outros, sequer se assemelha a uma.

O problema era eu ter me viciado no Facebook.

Será que estava sozinho nessa?

Não. Em 2011 estimava-se cerca de 350.000.000 de pessoas afetadas pela Desordem do Vício em Facebook. A rede tem cerca de 845 milhões de usuários.

Dando boa margem para variações, podemos trabalhar com a hipótese de que uma em cada três pessoas presentes no Facebook o usa de maneira nociva.

Seria o intrépido Mark um Pablo Escobar do Vale do Silício, bem debaixo de nosso nariz?

Caso você observe dois ou três dos sintomas abaixo surgindo continuamente ao longo de um período de seis meses, bem-vindo ao clube:

Permissividade

Esse termo é usado para descrever o comportamento desesperado de um viciado. Ele gasta cada vez mais tempo no site, chegando a um estágio em que necessita acessá-lo para obter satisfação. Ou, no extremo oposto, o uso do site começa a gerar um efeito de piora na pessoa e em sua vida. Um sinal clássico costuma ser ter três ou mais abas do navegador abertas no Facebook.

Sintomas de abstinência

Se tornam óbvios quando o indivíduo tem seu uso do Facebook restrito por conta de participar e executar tarefas fora da rede. Sinais comuns são ansiedade, stress e necessidade em falar sobre o Facebook e o que pode ter sido postado em sua ausência.

Redução das atividades sociais/recreativas usuais

O indivíduo reduz – de maneira consciente ou inconsciente – o tempo gasto socializando com amigos fora da web assim como reduz quaisquer outros hábitos que pudesse ter, e passa mais tempo no Facebook. No lugar de se encontrar com um amigo para tomar um café ou praticar esportes, ele manda uma mensagem… pelo Facebook. Jantares são substituídos pelo messenger. Em casos extremos, a pessoa deixa de atender o telefone e passa a insistir para que os outros se comuniquem com ele pelo Facebook.

Encontros virtuais excessivos

No lugar de levar o parceiro ou a paquera para o cinema, jantar ou qualquer outra atividade, acabam interagindo online em proporções nada saudáveis. Até sexo pela caixa de mensagens surge. Bandeira vermelha.

“Amigos” que não são amigos

Se, digamos, sete ou oito dos últimos updates em seu feed de notícias foram feitos por pessoas com as quais você não tem ou deseja ter uma relação real, cuidado. Seu crivo para selecionar as pessoas com quem se conecta pode ter sido deturpado.

Vício completo

Ao encontrar uma pessoa nova, o indivíduo logo dispara, “Qual seu nome? Ok. Nos vemos no Facebook…”. Cada novo update recebido – notificações, mensagens, wall posts, pedidos de amizade… – pela pessoa é o equivalente a uma pequena dose de prazer, bem semelhante ao que acontece com apostadores quando jogam suas fichas na roleta. Bem comum observar viciados checando compulsivamente seus smartphones em situações sociais. Não adianta questioná-los, vão racionalizar alguma justificativa circunstancial para o ato.

Tal relação nociva tem sido padrão recorrente em várias redes sociais. Orkut, Facebook, YouTube, Twitter e por aí vai. Ruído, ruído, ruído. Não somos nativos digitais, somos os perdidos digitais. [sintomas traduzidos da seguinte fonte: Social Times]

A missão do Facebook é tornar o mundo mais aberto e conectado, nas palavras do próprio Mark, conforme escreveu em carta para os investidores antes do IPO.

Pessoas adentram a rede para enriquecer e amplificar suas interações sociais.

Melhores conexões humanas necessitam abertura, estado de presença, relaxamento, mente estável. Mas vejam esse trecho da carta de visão do Facebook:

Nós acreditamos que um mundo mais aberto é um mundo melhor pois pessoas com mais informação podem tomar melhores decisões e ter um impacto maior.

PERIGO!

Desde quando pessoas agem melhor com mais informações em mãos, cara pálida?

A nossa mente lida com as informações. A nossa mente é um dos territórios mais inexplorados do universo conhecido.

O digníssimo Mark – reforçado por U$$100.000.000.000 e uma horda de investidores – decidiu que devemos consumir o máximo possível de informações, pois isso é o melhor para nós e para o mundo. Essa crença é o problema fundamental do Facebook.

Se a plataforma possui seus mecanismos automatizados para nos enfiar cada vez mais updates e informações goela abaixo, isso conduz seus usuários a um curto circuito mental. Como consequência, surgem personas erráticas, ansiosas e aflitas. As conexões humanas provenientes sofrem danos.

Na prática, o que temos?

“Publique primeiro, pense depois. Curta, pois todos curtem.” Esse é o mantra zumbificado do inconsciente coletivo.

Cerca de um terço da base de usuários com graus distintos de vício, aflita diante do volume brutal de informações, disparando mensagens dispensáveis freneticamente. Seja em busca de reconhecimento, por perplexidade, para seguir e pertencer ao bando ou por mero hábito, sem pensar muito.

O grafo social se expande, a quantidade de conexões se expande.

O ruído – as interações dispensáveis – se expande. O sinal – a comunicação útil – decresce.

Falas repetitivas, angustiantes, afobadas.

A mente de todos sofre.

Seja sincero, quanto do que você faz e checa no Facebook é absolutamente essencial? Quantas vezes por dia você checa seu perfil? Os cinco minutos entre reuniões checando updates e compartilhando alguma crítica social mordaz eram vitais para seu dia e o de seus amigos?

Não. São apenas uma egotrip, algodão doce. Você fala, outros lêem, pouco acontece. Melhor, alguns “curtir” e “compartilhar” acontecem. Dopamina (prazer) e suposto capital social (valor) surgem do éter.

O vício se instala sem notarmos. Ora, todos a nosso lado agem mais ou menos parecido. Não é dolorido, ele nos dá prazer ao checarmos as novidades. Isso não pode ser ruim.

De súbito, o efeito cascata atravessa múltiplos grafos sociais e temos uma manada infinita de seres exibindo comportamento similar, como se fossem símios anestesiados.

A plataforma se converte num templo de ansiedade, uns buscando validar os delírios dos outros, cuspindo interações falseadas a torto e à direito. Cascas. Mais cascas. Máscaras. Insuportavelmente sufocante. Poucos se olham ou se falam de verdade.

Em busca de melhorar suas vidas e interações sociais, propagam e colhem mais caos, ruído e angústia. Seguem agindo do mesmo modo nocivo sem se dar conta do que acontece. E mesmo achando minhas mensagens e presença online bastante espertas, confesso que me encaixei nesse recorte.

E esse comportamento – buscar enriquecer a vida com ações que geram ansiedade e confusão, repetidamente – é a própria definição de insanidade.

* * *

Pelo ritmo atual de crescimento, nos próximos 24 meses o Facebook pode se tornar o site responsável por mais de 50% do tempo gasto online por TODAS as pessoas do mundo. Ubíquo.

Significado de Ubiquidade

s.f. Propriedade ou estado do que é ubíquo. Do que está ao mesmo tempo em toda parte; onipresença. (Do lat. ubique)

Ou seja, o Facebook se tornaria a web e a web se tornaria a plataforma na qual ele roda. Seu perfil um CPF digital.

Se o comportamento das pessoas “lá dentro” hoje beira a insanidade e o Facebook se tornar a própria web, podemos ter em breve o mais perfeito chassi da loucura onipresente.

Uma redoma de loucos, como mencionei ao começo desse texto.

“Sendo a internet o reflexo da sociedade, se você não gosta do que vê no espelho, a solução não é mudar o espelho, mas a nós mesmos.”

- Vint Cerf, reconhecido como um dos criadores da internet e dos protocolos TCP/IP, o alicerce de conexão à rede

Entendam, não sou um retrógrado anarquista. Acredito pra caramba na internet. No entanto, não aposto minhas fichas no Facebook como a rede social para nos fazer avançar rumo a vidas melhores. Sua visão mira no futuro presa aos paradigmas (e investidores) errados.

Estou fora até segunda ordem, resolvi partir em busca de novas paisagens e ar puro. Nos vemos pela estrada.

Guilherme Nascimento Valadares

Interessado em boas conversas, criar negócios que não se pareçam com negócios e em espaços de transformação. Nessa encruzilhada surgiram o PapodeHomem, o Escribas e o o lugar. No Twitter.


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  • http://www.facebook.com/estelaarocha Estela Rocha

    Não me atreveria a mudar uma linha sequer, Guilherme. Um dos melhores textos, sem qualquer dúvida.

    By the way, compartilharei no facebook, don’t blame me!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      “Lá” é o local onde esse texto mais precisa ser compartilhado.

      By all means, distribua aos quatro ventos!

      • Carlos Ataídes

        Tive que compartilhar por lá também… Texto fodão e sereno!

        Tomara que abra discussões (que não acompanharei durante essa semana) gratificantes por lá!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001781035344 Gabriel Aquino

    De tudo que há de errado no Facebook, o que mais me incomoda é esse compartilhamento desenfreado de tudo que possa ser ”gostado”. Postam 5 fotos/músicas/frases de autores que nem conhecem/ por minuto. Pra que ? Sentirem-se valorizados ? Meu irmão, por exemplo, jura que redes sociais são naturalmente fúteis. Já eu penso que somos nós quem a tornamos assim. Há muitas coisas a serem discutidas e você abordou a maioria delas muito bem no texto, obrigado por nos proporcionarem ótimos textos.

    • Filipe Gonçalves

      Na minha opinião essa quantidade infinita de porcarias que circulam em nossa timeline são reflexos do que concordamos em receber. Tu tens teus seletos amigos na vida real porque tu optou por aturá-los, e não os outros.

      Nas redes sociais aceitamos convites de pessoas que nem são tão próximas e às vezes sequer gostamos. “Mas ok, é apenas virtual.”

      Nasce daí o problema. Passamos a ter que “conviver” com pessoas que no convívio natural (digo na rua, no trabalho, na escola…) optamos por não nos relacionarmos.

      Aí, meu velho… Deu merda!

      • Adriana

        É isso mesmo. Eu apaguei meu facebook simplesmente por começar a não “suportar” pessoas virtualmente. Chegou num ponto onde irritava ler tanta coisa inútil, correntes, narradores de jogo de futebol, pessoal do tempo, os que só reclamam, o tanto de solicitação pra “Meu Calendário” e por aí vai. No orkut pelo menos havia as comunidades, onde você encontrava pessoas (no virtual, claro) e se podia discutir assuntos amigavelmente (ou não as vezes). Havia os orkontros das comus também. Enfim, o facebook tirou isso

  • http://www.facebook.com/people/Tiago-Xavier/100001465290255 Tiago Xavier

    Embora a metáfora com o espelho seja verdade, não dá pra negar que a própria estrutura do facebook favorece o tipo de postagem criticada: egotrip, falas de angústia e ruídos.

    Lembro do Orkut e a estrutura de comunidades. Ali, ao contrário do facebook, era possível ter uma discussão e resgatá-la depois, pra consulta ou pra conduzi-la depois.

    Já no facebook, se não tiver uma notificação, resgatar um papo é quase impossível. Ou seja, vale o que está acontecendo no momento, o que passou não tem importância.

    Pena que o Google parece que vai patrocinar a neurose e tá se esforçando cada vez mais pra fazer do G+ um facebook clone.

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. R.

      Belo complemento ao post do Guilherme.

      Eu ainda uso orkut para discussões, e agora está melhor do nunca, já que tudo de ruim que havia no Orkut migrou para o Facebook: spammers, trolladores, “vigilantes virtuais”, attetion-whores, marketeiros e afins.

      Tenho conta no Facebook, mas só uso para ler noticias de interesse. Quando me incomodar apenas deixo de entrar na página.

      Diziam que 50% da web era pornografia, e 50% era o “restante”. Agora creio que 50% da web será pornografia e 49% será o facebook. o 1% que nunca mudou é o que é de interessante.

      • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

        Tenho vários amigos que fazem verdadeiro clipping: o socialista, que dá notícia do golpe no Paraguai, o tucano, que me informa como o País vai mal, o Petista, que me diz que tudo nunca esteve tão bem, os músicos, os futebolistas, etc.

        Diversas vezes leio alguma coisa ou tenho algum insight que gostaria de discutir com um deles. Mas vá resgatar a postagem relacionada: é um inferno.

        O facebook é bom pra tornar certas coisas públicas. Se não fosse ele, só tomaria contato com certo tipo de conteúdo se estivesse inscrito em alguma comunidade especializada (como no Orkut).

        Mas o facebook é péssimo pra aprofundar os temas, pois é organizado “por pessoas” e não “por temas”.

        A primeira rede social que conseguir conciliar a possibilidade de tornar algo público para o maior número de pessoas com uma interface de aprofundamento vai arrebentar a boca do balão. Algo como a mistura de alguns aspectos do facebook com a interface social que o google reader tinha há uns tempos atrás.

      • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. R.

        Concordo. Um outro fator que pesa contra o facebook, é o nível de “frescura”, o Orkut é bem menos fresco, e ainda há bastante liberdade, vide comunidades ao estilo “caiu na net”.

      • Nélio Oliveira

        Bom dia. Eu tenho dois irmãos marcados como spam no Gmail justamente porque spammeiam à direita e à esquerda. É um tal de “Dilma terrorista” e “Viva Fidel” que revira o “estrombo”… ;)

    • Filipe Gonçalves

      A quantidade de informações que recebemos atualmente é extremamente superficial e quantitativa. Cabe a nós selecionarmos o que queremos saber mais ou simplesmente ignorar.

      Acredito ser impossível estabelecermos um contato multilateral em redes sociais sem que sejamos notificados disso. Seria ainda mais insano termos que nos preocupar em “dar uma checada naquele assunto que rolou no post do Fulano sobre o problema político no Paraguai”.

      Acho que o Guilherme tocou em pontos extremamente importantes no texto, e concordo com ele. Já constatei muitos desses vícios e, pra isso, simplesmente criei regras para mim mesmo. Não precisei me desligar da rede. Talvez pra ele o desligamento tenha sido mais eficiente do que regrar-se e, sendo sincero, se mulher não falta fora da rede, não vai perder nada! Haha

      • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

        As críticas do texto também se aplicariam em grande parte ao Orkut. Mas que, nos tempos pré facebook, não existia essa skinner box de “posta uma coisinha ganha um jóinha”. E a relação das pessoas com as redes sociais era menos ansiosa.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      //Embora a metáfora com o espelho seja verdade, não dá pra negar que a própria estrutura do facebook favorece o tipo de postagem criticada: egotrip, falas de angústia e ruídos.

      EXATO.

      Tanto Facebook como G+ estão presos a paradigmas nocivos.

      Acreditam, como exposto na carta de visão escrita pelo próprio Mark, que quanto mais informações recebermos, melhor.

      Não.

      Nem fo-den-do.

      Nossas mentes mal sabem lidar com os estímulos que estávamos acostumados a receber pré-redes sociais.

      Agora então, elas estão em parafuso.

      A web precisa incorporar visões humanas de avanço social e mental. Vide discussões relacionadas a Ken Wilber, Allan Wallace e cia.

      Seguimos nos próximos artigos…

      ;)

    • http://marciosarge.blogspot.com.br/ Marcio Sarge

      Eu uso o G+ e é bem útil para se informar e discutir assuntos do seu interesse, mas acredito que ainda esta assim dada a baixa frequência de usuários brasileiros.

      • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

        Eu não acho a rede em si diferente do facebook. De tempos em tempos checo o meu perfil e fico assustado com a quantidade de lixo que tem no meu streaming.

  • Henrique Vieira

    Excelente texto!
    Estou com a mesma dúvida em relação a cometer ou não o facebookcídio, mas algumas coisas ainda me são caras nessa rede social, pois alguns grupos de organização de projetos (principalmente de faculdade) que eu participo estão lá, sem falar que saber das festinhas e não ficar de fora do aniversário do seu amigo são bons também.

    O que eu estou fazendo é tentando minimizar o ruído, mesma coisa que fiz com o twitter. Parei de seguir os haters, os mimizentos, os “vou ao banheiro”, etc e hoje utilizo o twitter como um “consultor” de conteúdo, seguindo perfis que utilizam o twitter de forma útil, leia-se, twittando conteúdo de meu interesse. No facebok é um pouco mais antissocial fazer isso, mas é necessário. Estou fazendo a limpa nos “amigos” e mantendo aqueles cujo contato me é caro e recomendo isso a todos que estão pensando em abandonar a rede social, faça isso e veja se melhora (eu mesmo estou em período probatório desse método), aí se não rolar, peguemos nossas trouxas e corramos para seguir o @Guilherme Valadares na estrada.

    • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

      Nem sempre é necessário excluir o amigo, você pode simplesmente configurar pra não ver as postagens dele. Eu faço isso quando alguém posta muito ruído. Assim, posso usar o facebook como uma ferramenta de conteúdo útil / interessante para mim.

      • Henrique Vieira

        Como faz isso?

        Show me the way, please!

      • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

        Quando o Fulaninho postar algum ruído, tu vai no canto superior esquerdo do status que ele postou, clica na setinha que aparece e escolhe a última ou a penúltima opções: “unsubscribe from Fulaninho” ou “unsubscribe from activities / status updates / photos by Fulaninho”. Voilà :)
        Quando é algum aplicativo que posta automaticamente também tem a opção “Hide all by Spotify / SongPop / Cartola”…

      • Henrique Vieira

        Putz, valeu demais!!!

      • http://marciosarge.blogspot.com.br/ Marcio Sarge

        Se fizer isso com todo mundo que posta lixo, não recebe nada de ninguém, o que não é ruim

      • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

        É importante aprendermos a fazer esse filtro, a analisar a relação sinal/ruído dos nossos amigos pra definir o que estamos interessados em seguir e o que não estamos… O que não dá pra acontecer é termos medo de perder um “sinal” no meio do tanto de “ruído” que eliminamos. Porque inevitavelmente vamos perder.

      • BrunoSantos

        Cara, eu não sou fã dessa opção de cancelar assinatura. Pra mim tem que deletar a amizade virtual logo.

        Você não quer mais ver as atualizações de tal cara, mas quer que ele pense que você ainda é amigo dele e está curtindo/tem interese no que ele posta. Isso não soa certo pra mim.

        É um amigo virtual a menos, mas, nesse caso, faz diferença?

      • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

        É um bom ponto, Bruno. Acho que cada caso é diferente. Eu não quero que o cara pense que eu tenho interesse no que ele posta, só não quero perder o contato dele, que me pode ser útil em algum momento (assim como o meu contato pode ser útil pra ele). Pelo menos pra mim, um “amigo virtual” a menos faz diferença sim, porque os amigos que tenho no facebook são pessoas com quem construí uma ligação, e não alguém com quem troquei meia dúzia de frases – bom, talvez eu tenha também alguns desses, e aí concordo que vale o unfollow. Acho que vou fazer isso, inclusive, valeu pelo insight ;)

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Você está reestruturando seu grafo social e seu grafo de interesses, Henrique.

      Excelente!

      Todos vão precisar passar por isso, em algum momento.

      Veja esse texto, me aprofundei no tema dos grafos:

      http://papodehomem.com.br/a-internet-nao-esta-chata-e-voce/

  • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

    O vício na web não é novidade, tive um colega de faculdade que teve problemas sérios com isso lá por 2004. A questão é que agora todos os serviços “viciantes” (interação social, chat, joguinhos, posts engraçados) estão integrados em um único lugar, que é o facebook, e nos faz apontar a rede como a grande vilã. Não que não seja uma vilã, mas o problema maior é realmente o uso que fazemos dela.
    Sou a favor da disseminação de informação, acho que sim, podemos agir melhor com mais informação – relevante – em mãos. O problema é que no facebook é muito difícil filtrar a informação relevante, agora já tão parca, da informação irrelevante, o grande oceano de ruídos. Eu costumo cancelar a assinatura dos posts de gente que faz muito ruído, filtrando somente as informações que são úteis e interessantes pra mim, mas é uma tarefa complicada. Acabamos ficando viciados em informação, mesmo na irrelevante.
    Eu me considero, infelizmente, viciado na web, mas não somente no facebook. Divido a minha atenção entre o e-mail, facebook, joguinhos e blogs, e luto pra que esse interesse deixe de ser um vício, que seja uma relação saudável. O e-mail aparecendo no meu celular o tempo todo não ajuda (embora eu nem faça questão de ter o facebook no celular).
    Ademais, vamos pra rua, que o dia tá bonito!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      //Sou a favor da disseminação de informação, acho que sim, podemos agir melhor com mais informação – relevante – em mãos.

      BOA questão para o debate.

      Relevância.

      Como diabos vão decidir por nós a relevância? Não há como. Mas é o que tem acontecido.

      As pessoas precisam assumir papéis de curadoria ativa. Lidar com o novo protocolo digital.

      Falei mais sobre essa mudança de postura aqui, Cassio:

      http://papodehomem.com.br/a-internet-nao-esta-chata-e-voce/

      Veja lá o que acha.

      • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

        É verdade, não é de hoje que tentam decidir por nós o que é relevante na web. Monitoram as nossas atividades, reconhecem padrões, e, como li em algum dos comentários aí em cima, acabamos ficando com uma visão viciada, pois Zuckerberg decidiu que o que é relevante para nós é mais do mesmo.

        Vou reler o outro texto e ver se tenho algo a adicionar à discussão por lá. Assim que eu responder a todas as requisições do SongPop…

  • http://guitarrismos.wordpress.com/ Rafa

    Uma pena. O FB vai ficar um pouco mais chato. Mas entendo perfeitamente o seu ponto, Guilherme.

    Ainda consigo ver utilidade no FB. Mas eu uso a ferramenta simplesmente porque desconheço algo melhor. Bem ou mal, a plataforma ainda me permite manter contato com pessoas importantes para mim e fazer algo de produtivo.

    Quem sabe no futuro não pinta uma rede social voltada pra esse tipo de interação produtiva?

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Rafa, a minha rede social dos sonhos seria algo como um “Zenbook”.

      Minimalista, poucos estímulos.

      Um convite para interações em menor quantidade e com mais significância.

      Por ex, imagine se lá se pudesse fazer no máximo um update por dia. E se ao enviar uma mensagem, ela demorasse 25h para chegar em seu destino. Como se as coisas no Zenbook fossem mais lentas, artesanais, mais pensadas, mais cuidadas…

      Ruminando…

      • https://www.facebook.com/Andre.R.Tamura André Tamura

        Hahaha lembrei dos barulhinhos do modem discando…

        Excelente texto Guilherme!
        Eu considero que tenho um uso controlado, “racional”. Será que não é pior ainda? Como se fosse uma coisa a mais pra tentar controlar?

        Fiquei 3 meses cancelado, nov-10~jan/11 – ficar off-line do FB, me ajudou a reestruturar algumas questões bem delicadas que estavam acontecendo em minha vida na época. Sempre que sinto a ansiedade aumentar é um dos primerios lugares que aponto; o tempo que estou on-line.

        Meu irmão que brinca, que se um dia eu mandar um recado pra ele via Facebook é porque a coisa ficou séria, unfriend.

        Valeu pelo texto!

      • http://guitarrismos.wordpress.com/ Rafa

        Imaginei postagens que se desfizessem com o tempo, ou que pudessem ser transformadas em outras coisas. Um verso que poderia virar um dialogo que por sua vez vira um texto

        E, sim, minimalismo pelo amor de deus

  • http://www.facebook.com/malfonlufe Luiz Felipe Maldonado

    Uma descrição otimista do futuro na internet, sobre a nossa sociedade quebrada!!! Eu não alteraria uma vírgula do texto!!! Parabéns!!! Acompanho o papo de homem tem um bom tempo já e devo dizer que a qualidade dos textos, tem se aprimorado infinitamente ao longo do tempo!!! Sensacional! Abraços.

  • http://tenholaminhasduvidas.blogspot.com/ Marcelle Gália

    Busted :(

    Não faz mais do que uma semana que me comprometi a lidar com pessoas reais, sem toda aquela camada de fingimento, gente interpretando pra si. Precisa haver um propósito! Invertemos as posições. O Facebook pode ser uma ótima rede de contatos, mas é apenas um pontapé inicial. É preciso sair da redoma.

  • Luciana_Marques

    E tenha dito!

  • http://twitter.com/lucianoandolini Luciano Andolini

    Cara,

    Há algum tempo venho me revoltando de forma semelhante com o Facebook.

    Eu deixava uma aba estratégica aberta, para eu ir monitorando o que acontecia ou para conversar com alguém, caso me chamassem.

    Depois, quando percebi, o Facebook estava me jogando atualizações de TUDO, coisas absolutamente dispensáveis. Se eu era convidado para um evento, lá estavam milhões de notificações. Se alguém postava em um grupo, lá estavam mais notificações. Se curtiam, se comentavam, se entravam ou se saíam.

    Em algum ponto, eles passaram a notificar até mesmo as atividades dos meus amigos reais (seja lá como fizeram isso). E isso sem me consultar em coisa alguma.

    É quase como se fosse eu contra o Facebook. Eles jogam um monte de lixo na minha cara e eu tenho que ficar me movendo para evitar que isso aconteça. E lá vou eu explorar aquele painel de configurações que provavelmente é ruim de propósito, para evitar que as pessoas de fiquem mexendo naquilo.

    Eu estava ficando paranóico, literalmente. A ansiedade de checar o site, mesmo sabendo que 90% do que ele me notifica é inútil ou completamente sem relação comigo, era gigantesca.

    Isso sem contar um efeito meio idiota, que é o de ficarmos esperando que algo interessante aconteça. Imagine, você percorre a sua Timeline procurando algo útil. Fica rolando a barra por algum tempo até que finalmente acha. Vai ler um texto, ver um video, whatever. Depois, você fica muito tempo procurando outra coisa útil que simplesmente não aparece. O que o prende ali é a esperança.

    E, assim, lá se vai o dia, você perde sono, deixa de trabalhar bem, deixa de estudar ou ler algo interessante, pára de ver as pessoas no mundo real e assim por diante.

    Ótima discussão, Guilherme.
    Abraços

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Você narrou a minha experiência e a de tantos outros, Luciano.

      Estranhamente, ninguém parece se questionar a fundo. Vamos tolerando, tolerando, tolerando… uma espécie de tortura silenciosa e coletiva.

      Se todos aguentam e estão por lá, vamos seguir.

      Por um lado, como estava conversando com o Gitti agora pouco, é bom. Esse momento do Facebook está evidenciando a necessidade humana de avançarmos no conhecimento de nossa mente.

      Está ficando patente como uma bela ferramenta pode se transformar num instrumento de loucura, em contextos de ansiedade.

      Vai ser bem bom acompanhar o desenrolar dos próximos capítulos Zuckerberianos…

      abração,

      • Scoot

        SENSACIONAL!!!SEMPRE PENSEI EXATAMENTE ESSAS MESMAS COISAS E FICO FELIZ DE ENCONTRAR PESSOAS QUE TAMBÉM TÊM AS MESMAS OPINIÕES. FALOU TUDO E CONCORDO PLENAMENTE!PARABÉNS PELO TEXTO E VAMOS SER FORTE PARA SUSTENTAR TUDO ISSO. PENSANDO BEM, AS PESSOAS MAIS INTERESSANTES QUE EU CONHECI NÃO USAM REDES SOCIAIS.

      • http://www.facebook.com/rodrigo.lourenco.12 Rodrigo Lourenço

        Guilherme, já pensou em escrever algo sobre como foi a experiência de ter saído do FB?

        Seria uma boa!

    • kako

      concordo

    • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Henrique-Gordo/100000230207408 Gustavo Henrique Gordo

      Exatamente. Isso acontecia comigo e creio que com muitas outras pessoas também. Até que nos últimos dias veio aquela epifania de “Puta merda, minha vida deve da uma bosta pra ficar ligado só nisso.”

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares
    • http://twitter.com/arvro arvro

      Acho que a forma mais fácil de perceber que algo está errado, é o tanto que você fica rolando a página, procurando alguma coisa que valha a pena!
      “O que prende ali é a esperança” , você matou a pau! Essa é a grande justificativa pra continuar nesse ciclo sem fim!

      • Kelly Fernanda

        “O que prende ali é a esperança” (Y)

    • http://twitter.com/fabianesecches Fabiane Secches

      “O que o prende ali é a esperança”. Acho que você falou tudo com essa frase.

      Sobre o assunto, nunca li nada melhor que “Felicidade, Desesperadamente” (no sentido de desesperançosamente), do filósofo francês André Comte-Sponville. Pra mim, um dos raros livros *realmente* capazes de modificar vidas. Vocês conhecem?

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Desconheço, Fabiane.

        Ele faz algum link da questão felicidade/esperança com o universo digital?

        Ou tem outro recorte?

        Dá uma olhada aqui, Amizade a conta gotas, vê o que acha:

        http://blogs.estadao.com.br/link/amizade-a-conta-gotas/

        bjo,

      • http://twitter.com/fabianesecches Fabiane Secches

        Não, o recorte é outro. Na verdade, é sobre o universo em geral, então também se aplica ao digital. Mas, olha, é uma leitura transformadora:

        http://www.martinsmartinsfontes.com.br/catalogo_det.php?id=335

        E gostei bastante do link. Obrigada pela dica. ;-)
        Bjos.

    • lilica

      Há um ou dois anos atrás (já nem me lembro) resolvi, sob muita pressão da maioria dos amigos,criei um perfil no tal Facebook. Não consegui mantê-lo por 1 mês.
      Achava um saco aquela gente toda de sorriso amarelo, postando coisas tipo “acabei de chegar da balada”, aff!!! que ressaca moral”, “os homens são todos iguais” e etc, etc, etc…isso sem falar naqueles Scraps (nem sei se é assim mesmo que se escreve ou denomina, aquelas mensagens intermináveis e chatas, que a galera cisma de compartilhar e a coisa vai virando uma bola de neve)…sem falar no vazio que dá, fazer parte daquela exposição toda, todo mundo acha todo mundo, todo mundo “vê” todo mundo.
      Que coisa mais chata,fútil e vazia. E sem medo de ser crucificada, digo que vez ou outra li ou vi algo que valesse a pena! E que tenho o velho MSN, que também vez ou outra acesso pra conversar com amigos e familiares que estão distante.Quer saber? A vida é muito curta para ser desperdiçada com essa “gaiola de vidro”. Ainda sou praticante assídua da conversa cara a cara,de uma boa prosa num barzinho, de caminhar a pé, de acampar,fazer trilha…Me orgulho em dizer que, em se tratando de redes sociais, quero continuar sendo analfabeta digital.

      • Fabio

        Uma boa prosa com você! Taí! Eu quero. :) Você é uma pessoa deveras interessante; portanto, qual é o seu MSN, Lilica ? *

        * obviamente estou brincando. ;)

      • james

        Mais um carente… Liga pro CVV, ostra.

      • ISABELA

        só uma dica: HÁ não é acompanhado de ATRÁS, pq é redundância. Beijos

      • Fabio

        Isabela…
        Bem observado e ótima colocação!
        Eu agradeço pela Lilica. ;)
        By the way… Qual é o seu MSN ? *rssss*

      • fc

        colocação de que, aonde?

    • Su

      Luciano, obrigada por escrever (e até mesmo esclarecer à mim mesma) o que eu penso e sinto a respeito do Facebook. Me aproprio de todas as suas palavras.

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    Já conversei sobre esse assunto pelo email com o Guilherme, e adicionei um texto bem interessante que compartilho(rá!) aqui:
    http://stevecorona.com/how-30-days-without-social-media-changed-my-life.

    Sobre a saída do Guilherme propriamente dita, eu devo acrescentar que considerei algo meio arriscado profissionalmente falando, uma vez que todo seu negócio (os que conheço) giram em torno de internet e se beneficiam a partir de compartilhamentos, muitos deles partindo do seu próprio perfil pessoal (eg; Quantos views um simples comentário disparado por ele não poderia gerar? Qual a receita que poderia ser gerada a partir disso?). No caso dele, eu teria construído uma política pessoal de uso (2 horas por dia) só para fazer o uso praticamente profissional da minha rede.

    Mas pelo lado pessoal acredito que tomou uma sábia decisão e que se esse corte representar melhores negócios e interações na vida extra-internet, tudo que falei anteriormente deve ser desconsiderado.

    Mas o problema não é do facebook, estamos mirando no problema errado. Isso é uma questão econômica bem simples; Pessoas respondem a incentivos.

    Lembro da época do Internet Relay Chat como as pessoas (me included) passavam os dias inteiros e apresentavam exatamente o mesmo comportamento que hoje é apresentado pelos usuários viciados do facebook (proporção maior, a internet por si só cresceu). Mas esse comportamento pode ser observado em outros lugares também.

    Todo fórum tem aqueles que comentam tudo, respondem tudo, puxam conversas e sempre tem uma opinião sobre algo. Todo site tem aquele grupo gigantesco de pessoas que são as primeiras a comentar. O próprio PdH tem aquelas pessoas que dão F5 várias vezes ao dia buscando novidades, algo que preencha o vazio. Todo site, canal, recurso que fornece algum tipo de incentivo (Amizades, conversas, likes, artigos, status, mulheres) vai reunir seu grupo de dependentes. Quanto maior o canal, maior o numero de viciados.

    Conheço gente que repete os mesmos comportamentos listados com sua caixa de e-mail, ou com janelas do MSN, com o 9gag, com remédios, novelas e televisão, ou em caixas de comentários aqui do papodehomem mesmo.

    Tenho me policiado para gastar melhor meu tempo, isso inclui não acessar o facebook antes das 11 horas da manhã. Nesse tempo estou desenvolvendo ou escrevendo algumas coisas. Mas isso foi só outra forma que achei para curar minha ansiedade. Troquei caixinhas vermelhas com números por linhas de texto e código.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      O texto do Corona foi riquíssimo para me ajudar o construir o raciocínio por aqui, Brandão.

      Bom demais você compartilhar com todos!

      A sua fala sobre o problema não ser com o Facebook em si é certeira. Ele é um instrumento, uma ferramenta. Como tal, reflete as intenções de seus “donos”, de seus usuários.

      Todo esse caos, esse desconforto dormente sentido pelas pessoas, é sintomático.

      Nesse sentido, temos MUITO a agradecer ao Mark. O face está nos esfregando nas fuças o quão inábeis ainda somos pra lidar com a web e a maneira como ela tem amplificado nossas relações.

      Vamos entrar numa onda de unfriending, unfollow e disliking muito em breve…

      Pode anotar.

      abração,

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=1066327634 Dani Stark

        Cara, esse texto veio bem de encontro as minhas constatações. Eu estava fazendo um uso muito babaca do facebook. Mas fiz uma reflexão e resolvi botar ordem na minha vida online. Já desamiguei uns 70% dos meus ‘amigos’ do face. Limpei minha lista de contatos do e-mail. Limpei o twitter… Vamos ver o que vai dar…

      • Kelly Fernanda

        Dá uma sensação boa esse ‘pós limpeza” né? :D

  • Paulo Carvalho

    O meu velho pai, sempre diz…
    Homem de verdade não tem facebook, homem de verdade, perde o tempo com crescimento pessoal…
    Será que, ele com seu baixo conhecimento em informatica, esta certo?

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      A ideia de homens avançaram rumo ao crescimento pessoal é excelente. Ponto pro seu velho.

      Sobre Facebook não ser pra homens de verdade, é sonoro. Mas não vejo lá muito sentido.

      O que seriam esses tais homens de verdade?

      O sujeito que não se deixa viciar?

      Que não se apega a futilidades?

      Redes sociais podem ser instrumentos lindos, sociais, políticos, produtivos. Para homens, mulheres, crianças, velhos, animais…

      No meu caso, faltou sagacidade. Resolvi partir pra uma ruptura brutal, a la terapia de choque. Pra rever tudo mesmo.

      E te digo, tem sido bom pra caraleo.

      Me sinto abrindo os olhos pra muitas pequenezas interessantes, por mais que isso possa soar piegas.

      Sem falar no ganho de produtividade, foco e no estado de tranquilidade cada vez mais presente.

      abração, Paulo

    • CDP

      Provavelmente. Não sou totalmente contra redes sociais, mas abomino elas pelo que acabam se tornando. Simplesmente uma ferramenta de marketing e de rastreio da população. O Facebook não está simplesmente te dando espaço pra falar algo, ele está guardando estatísticas do que você fala, do que você curte e do que você vê pra passar seus dados a empresas e assim direcionar melhor a propaganda a sua pessoa. Você já deve ter notado que sempre aparecem propagandas ligadas a assuntos que você conversou, nem a busca do google é mais a mesma. Cada pessoa obtém resultados diferentes.
      Eu nem desativei a conta do facebook, mandei apagar totalmente mesmo. A parte de excluir permanentemente a conta é tão escondida que tive que achar através de outro site. Depois disso ainda te dão um prazo de 14 dias caso você queira voltar atrás. Apaguei minhas contas de todas as redes e sites que considero nocivos em questão de privacidade (mais propriamente o facebook e o google). Nem buscas no google eu faço mais.
      Sinto minha “vida virtual” muito mais leve e proveitosa sem esse bombardeio de ruído e marketing.

  • http://twitter.com/renancaixeiro Renan Caixeiro

    Facebook é mainstream…então é pular fora kkkk

  • Fernando

    Baita texto!

    Não sei até que ponto o “feici” agrega valor. Se é a favor, com críticas sociais, políticas ou apenas compartilhando fatos positivos desse mundo negativo, a maioria ignora. Afinal, não são fotos de festas, ou daquela gostosa na praia, ou videos de gatos correndo na grama.

    Se é contra, são aquelas pessoas choramingando em público, dor de cotovelo, dor de corno, dor de barriga… ou aqueles jargões clássicos de “HOJE É SEXTA!!!!” (obrigado por me avisar cara, não tinha percebido ainda…)

    Pena que as pessoas não percebem que a internet está do nosso lado, nos transformado nos chefões das informações e quem sabe assim trazer um pouco de verdade nesse país das mentiras (Roberto Marinho que se cuide, aonde ele estiver).

    Agora chega, vou olhar o que tá rolando no feed de notícias.

  • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

    A onda agora é o “OrCult” e a sua brilhante (vejam só!) divisão de assuntos por comunidades!

    • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

      Não é a onda. As críticas do texto também se aplicariam em grande parte ao Orkut. Mas que, nos tempos pré facebook, não existia essa skinner box de posta uma coisinha ganha um jóinha. E a relação das pessoas com as redes sociais era menos ansiosa.

      • http://tulejur.wordpress.com/ Cassio Cons

        Claro, não é onda nenhuma, eu só quis fazer uma piadinha complementando os comentários sobre o nível de ruído que o facebook proporciona, coisa que era menor no Orkut graças à sua divisão por comunidades. Concordo com você, o excesso de informação e a forma como as interações sociais ficaram estruturadas deixa todos mais ansiosos.

  • http://twitter.com/samuel_teles Samuel Teles

    Facebook = 666

  • Thiago Y.

    Bom saber que existe gente que pensa como eu.
    Criei minha conta em meados do ano passado após insistência de colegas e não fiquei nem meio ano com ela, tive a certeza de que estava certo em relação à sua utilidade. Na minha opinião é uma ferramenta completamente dispensável, fútil. Essa história de manter contato com pessoas importantes, para mim é pretexto, mesmo porque se a pessoa é realmente importante em nossas vidas, não seria necessário uma conta no facebook para mantermos contato.
    Enfim, como já dizia Mary Schmich “Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons”. Acho que devemos cultivar mais amizades atuais e menos no FarmVille.

  • http://twitter.com/BrisaFeliz Fernanda Magalhães

    Alguém já disse. ” O Facebook é um templo de ansiedade, uns buscando validar os delírios dos outros, cuspindo interações falseadas a torto e à direito.
    Cascas. mais cascas. máscaras. insuportavelmente sufocante.

    Ninguém se olha. ninguém se fala, de verdade”. Fato!

    Estou no início de um namoro, ontem descobri que o meu namorado não tem, não gosta de redes sociais, o máximo são seus e-mails, pessoal e comercial. Confesso que isso foi surpresa pra mim, mas também só cresceu a minha admiração por ele.
    Independente dele gostar ou não, já estou ensaiando a morte do meu face, faz alguns meses.

    Boa visão, verdades reais e respeitável.

    Parabéns e sucesso na tua caminhada, Guilherme.

    • http://www.facebook.com/people/Marcus-Petros-Petros/100002670910103 Marcus Petros Petros

      “Cascas. mais cascas. máscaras. insuportavelmente sufocante”.

      É só isso que vejo. Boa sacada @BrisaFeliz:disqus

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Excelente ter me lembrado desses trechos, Fernanda. Complementando o texto…

    • http://www.facebook.com/jcnaweb Júlio César

      Namorados no Facebook é a coisa mais foda que tem se vocês não estão sintonizados no mesmo tom.
      Eu nunca mais quero passar pelo que passei.

  • http://www.facebook.com/people/Júlivan-Arantes-da-Silva/100001032282778 Júlivan Arantes da Silva

    Não entendo o porquê de tudo ter que ter um propósito. De qualquer forma, organizar minhas fotos no timeline foi uma das coisas mais bacanas que eu já fiz. Me ver gordo, magro, cabeludo, careca e lembrar dos caminhos que percorri até chegar aqui, foram uma viagem e tanto. Além do quê, meu primeiro contato com minha namorada após nos conhecermos na balada foi o facebook. Acho que devemos deixar sempre as portas abertas. É igual bebida: alguns não tomam por convicções (algumas absurdas), outros destroem o fígado. Eu aprecio com moderação!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Júlivan, você adotou uma disciplina que eu não tive.

      Ainda chego lá.

      ;)

    • http://twitter.com/BrisaFeliz Fernanda Magalhães

      Moderação e disciplina, simples assim, será? Vamos tentar.

    • http://twitter.com/rafaelcgo Rafael Oliveira

      Concordo Júlivan.
      Não precisamos ser maniqueístas com tudo. Como já foi falado mais acima, o Facebook é uma ferramenta.

      Existe muita gente babaca no mundo fazendo de tudo, principalmente usando facebook… paciência.

    • harlley

      Concordo com Júlivan. Facebook, Internet, TV, bebida, carro. Tudo isso, sendo usado de forma saudável, pode ser muito útil, e se não soubermos usar, pode detonar com a gente. É preferível procurar mudar comportamento ao invés de radicalizar. Por exemplo, parar de acelerar o carro a 160km por aí, ao invés de vender o carro… Seguir as pessoas certas no Twitter, ao invés de reclamar, que todo mundo só reclama…

    • http://www.facebook.com/jadson.alex Jadson Alex Dantas

      Concordo! Tenho uma lista de amigos minúscula em comparação com outras pessoas, 39 amigos, não permito que ninguém além de meus amigos vejam minhas publicações e solicito que qualquer marcação com o meu perfil tenha que ser aprovada antes. PRONTO! Toda minha interação no facebook são complementares as minha interações reais com os meus amigos. Os únicos amigos que não tenho contato real diariamente são aqueles que vivem em outras cidades.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=1066327634 Dani Stark

    Esses dias que eu estou sem computador e só acesso a internet aqui do trabalho estão me mostrando que eu não sinto tanta falta assim do facebook. A quantidade de coisas inúteis na minha timeline estão me deixando maluca. To quase indo pelo mesmo caminho…

  • TZinmi

    Fiz o mesmo há três meses e não me arrependo, agora estou tentando convencer minha namorada a largar o vício, mas tá difícil.

  • https://www.facebook.com/thiago.andreazza Thiago Andreazza

    Guilherme, achei excelente o texto, mas preciso acrescentar algo. Talvez isso que tu anda sentindo não se limite apenas ao facebook. O Facebook me parece estar apenas refletindo aquilo que tu ve nas pessoas, só que chegou o momento em que na tua percepção, isso ta se tornando cada vez mais desconfortável. No fim, isso tudo não se trata das redes sociais e sim do comportamento social que está se tornando cada vez mais desprezível aos teus olhos…
    Não quero ser a voz da verdade aqui, só foi a minha leitura…
    Mas me atrevo a dizer que esse foi só um passo para futuros desprendimentos maiores.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Que beleza ver seu comentário, Thiago, que beleza!

      É bem essa a trilha.

      Os desprendimentos maiores já estão rolando, com a ferida bem aberta, do jeito como tem que ser.

      A fala ao final do texto, do Vint Cerf, é a deixa para esse raciocínio que você puxou.

      São os próximos passos da discussão, que fazem total sentido dependendo do momento em que cada um aqui se encontra na vida.

      No meu caso, por estar em um momento de transição, crise, tornado e maremotos, tudo faz sentido. É cristalino.

      Curioso pra ver como outros vão reagir a essa sua percepção…

      • https://www.facebook.com/thiago.andreazza Thiago Andreazza

        Pois é cara, passei por essa reflexão recentemente, tem experiências na vida que tem esse poder de nos fazer questionar a própria realidade…
        Não cheguei a sair do facebook, resolvi tentar modificar a forma de utilização, tornar só uma ferramenta de utilidade eventual e não um palco para um alter ego atuar. Ainda não obtive muito sucesso hahah

      • Fernanda Otta

        Idem! Percebi que o esquema é mudar a forma de utilização também… Só que estou tendo que tomar cuidado para não atropelar a crença das pessoas… Mas é isso aí… Devagar e sempre!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001864864946 Vitor Augusto Rodrigues Fávero

    o engraçado é que, mesmo depois de ler esse texto, as pessoas ainda o curtem no facebook!!!! hahahaha enfim, estive pensando em excluir meu perfil também, mas por 2 motivos não faço: muita gente que ja estive próximo, agora só tenho contato pelo facebook; e, o facebook e a vida viraram sinônimos, pra todos os seminários da universidade nós fazemos o planejamento pela rede, ou seja, se eu excluir, fico completamente por fora de tudo… infelizmente a realidade é essa.

  • http://marciosarge.blogspot.com.br/ Marcio Sarge

    Já matei meu perfil duas vezes. Resolvi ressuscitá-lo por ele estar atrelado a alguns outros serviços, como esse do disqus, mas somente por isso, pois ele como ferramenta de socialização é falho.
    Não sei o quanto disso é culpa do Mark, mas acredito que o maior problema esta mesmo no usuário. Não se compartilha informação, se impõe. São atitudes narcisistas, egocêntricas, fúteis, os usuários ali não querem analisar as informações recebidas, gerar discussões, conversar, querem receber Likes, como se isso as fizessem se sentir melhores, um tipo de afago no ego.
    Cansei!

  • Márcio

    No final de semana passado conheci uma garota e na despedida ela perguntou se eu tinha facebook. Eu disse que não (já excluí faz tempo) e ela perguntou: “Então como você mantém contato?”, eu respondi: “Da forma como estamos fazendo agora.”

    Não sei no caso do Guilherme, mas eu sinto um certo orgulho quando digo pra alguém que não tenho facebook.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      É como se desse um banho frio na pessoa, de certo modo.

      “Ei, estou aqui, presente. Você também.”

      De todo modo, a coisa do orgulho é perigosa. Eu sinto também. Pode nos fazer pensar que somos os novos espertos por termos escolhido sair do Facebook.

      E adotamos uma postura segregatória, meio olhando de cima os bestas que ainda não entendem como estão se ferrando…

      Idealmente, uma postura mais fraterna – realmente mais fraterna, coisa que eu mal entendo, pra ser sincero – vai fazer surgir novas plataformas digitais REALMENTE revolucionárias, no que diz respeito a nossa avanço enquanto espécie.

      • Márcio
      • http://www.facebook.com/rafael.allegretti Rafael Allegretti

        Guilherme, mas também há a parte boa do Facebook, como organização de protestos e afins. Não ligo muito pra ele, quando estou disponível em casa, deixo uma aba aberta para se alguém quiser falar comigo, mas nem fico conferindo. Mas muitas coisas que a TV não passa, as pessoas postam no facebook. Não acho que ele seja de todo ruim, acho que temos que ponderar o lado positivo da rede também.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Com certeza, Rafael.

        Isso é inquestionável, o Facebook é catalisador e amplificador de muita coisa boa.

      • http://twitter.com/oaryjunior Ary da Silva Jr.

        Ainda não invetaram chat melhor do que uma mesa de bar.

      • http://facebook.com/pedravellar Ravell

        Mas nem sempre dá pra se ir numa mesa de bar, nem todo dia é sexta feira, nem todo dia temos uma grana alta na conta. As vezes tamos presos esperando algo, e um chat, uma piada não muda muita coisa. Hoje em dia o que se diz é que só existe 3 pessoas. “Os idiotas alienados viciados em redes sociais”, “Os superiores que saem ou se recusam a entrar nessa orgia caótica de opinião inútil”, e “Os hipócritas que a cada atualização reclamam, xingam o facebook”.

  • http://www.facebook.com/people/Darlison-Azevedo-de-Lima/1526898635 Darlison Azevedo de Lima

    Guilherme, eu entendo e sinto na pele muita coisa da sua “defesa” por ter saído da rede. Mas uma coisa que vem em meu pensamento quando me deparo (inclusive quando eu próprio) com esse tipo de visão é: será que não estamos nos bloqueando a visão?

    O Facebook hoje permite (sem mesmo nós querermos) que ampliemos a nossa visão. Sabemos da vida do cara da lanchonete de frente do trabalho, sabemos dos seus gostos, suas saídas, suas festas familiares, quase da mesma forma que sabemos sobre um ídolo nosso por exemplo. Ou um portal, como o PdH. O que aqui se passa, o dia-a-dia. Ou seja, é nos apresentada no facebook, toda a cultura gerada por todos nós e por tudo aquilo que nós “curtimos”.

    A partir do momento que veem os “besterols”, as solicitações chatas, as mensagens intransigentes e os compartilhamentos inúteis, e nós nos bloqueamos disso, por, muitas vezes, satisfação ego-cognitiva propriamente nossa, não estaríamos nós querendo ver somente aquilo que queremos ver?

    Será que não estaríamos nos limitando somente aos nossos gostos? A nossa cultura? Será que nós não estaríamos libertos dentro do nosso próprio presídio cultural?

    São dúvidas minhas, que compartilho.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Excelentes dúvidas, Darlison.

      Sim, com certeza é fechar uma grande janela.

      Essa janela me mostrava coisas absolutamente incríveis, mas também me forçava – por minha inabilidade e vício, reforço – a consumir toneladas de ruídos e angústia para chegar nas preciosidades.

      Fiz essa escolha como um experimento de percepção.

      Tempo vai dizer melhor dos desdobramentos.

      abração e obrigado pelo ótimo questionamento,

  • Rodrigo Cambiaghi

    Ter o botão de like na sidebar desse texto chega ser irônico.

    Apaguei o aplicativo do celular e já diminui bastante meu vício, próximo passo é não acessar mais durante o expediente.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Ponto pro Cambiaghi!

  • Robinho

    Desativei (o termo é esse mesmo, pq não tem como vc cancelar seu facebook, só desativar, basta inserir o login e senha q volta tudo da mesma forma) meu facebook a quase um mês, é engraçado vê a quantidade de pessoas quando se encontram comigo pessoalmente me perguntam “vc sumiu, não aparece mais no face” e eu digo que não tenho mais a cara de espantados q fazem. Hoje posso dizer que tenho muito mais tempo livre pra varias outras coisas. Sempre estava checando essa porra atras de alguma ‘novidade’, seja no smartfhone ou em um pc, notebook qualquer.

    • CDP

      Tem como excluir definitivamente sim. É propositalmente bem escondido, mas existe. Dá uma procurada em algum site de busca sobre como excluir definitivamente que tu consegue descobrir. Só assim achei como.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Você precisa fazer uma requisição direta ao Facebook, por email.

        Leva uns 10+ dias, mas eles deletam.

        É foda.

        Parece coisa de traficante, não?

        “Olha aqui, pensa melhor antes de largar o vício. Não quer uns papelotes na faixa pra refletir sobre isso, amigão?”

      • CDP

        Agora não precisa mais. Tem um link que tu clica pra excluir definitivamente, dá uma buscada que tu acha. É meio escondido e tem todo aquele lance de digitar senha e o baralho a quatro pra dar mais trabalho. Mas os 14 dias de prazo continuam. Você não pode logar no facebook dentro destes 14 dias senão o pedido é cancelado. Felizmente foi fácil pra mim, quando resolvi que faria, avisei quem eu queria avisar pra passar o msn e o resto mandei pra casa do chapéu.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        ahhh tá, CDP. não sabia desse detalhamento.

        valeu, cara!

      • CDP

        Que isso, tranquilo. Nunca é demais ajudar os outros a sair dessa praga.

      • Gian Depiné
  • kako

    Concordo plenamente com todas as opinioes contrarias ao uso do facebook, deixei de usar faz umas 2 semanas e me senti menos ansioso etc, acredito que seu uso constante possa refletir em alguma forma na saude fisica e mental do usuario que ainda nao foi estudado mais profundamente.

  • http://www.facebook.com/people/Osmar-Cavalcante/1601905252 Osmar Cavalcante

    Este quadrinho do @malvados tem tudo a ver com o texto, devia até estar como uma das ilustrações. hehehehe. http://www.malvados.com.br/index1614.html

  • Rodrigo

    “Vamos entrar numa onda de unfriending, unfollow e disliking muito em breve…”

    De tempos em tempos sempre dou uma filtrada em minhas redes sociais, não dá pra ficar seguindo aquele colega da oitava série no twitter só pra parecer simpático. Isso ajuda muito a não ficar perdendo tempo com informação desnecessária.
    É meio como aquele texto da semana passada dizia, “sou seu amigo, saimos juntos mas não quero conversar contigo na internet”

  • Hélder Silva

    Guilherme, só pode ser um sinal. Tô com tudo isso que você escreveu na cabeça já faz um tempo, inclusive a ideia de excluir a tal rede, mas ela é tão fácil que tornou-se um meio de comunicação “essencial” (ou pelo menos nos acostumamos a pensar dessa forma). Virou uma extensão do social, da faculdade, do trabalho, da religião, entre outros. Parei aí. “É impossível excluir”. Digamos que seu texto foi o fósforo jogado no monte de pólvora que já vinha se amontoando por aqui. Vou pensar de onde parei e planejar esse facebookcídio também (tem que ser bem pensado, pois não quero retornar admitindo uma “derrota”). Vale lembrar que não se trata de anarquismo, como você disse. É só uma escolha.

    Escrevi isso aqui ontem (como disse antes, o tema já estava em minha cabeça), caso queira dar uma olhada: http://oticamiope.blogspot.com.br/2012/06/vacuo.html

    Abraço!

  • Tiaguitos
  • Nélio Oliveira

    Boa tarde. Aqui quem escreve é o mesmo que comprou o livro do PdH num sebo e o exemplar era autografado por você.

    Entendo completamente seu suicídio virtual. Eu mesmo não possuo “feice” e até já tive Orkut, mas cometi “orkutcídio” já há uns cinco anos, depois que a conta da minha esposa foi hackeada (ela continua com perfis em ambas as redes sociais).

    Essa “overconexão” é um porre. Não há razão para nos interessarmos tanto assim pela vida de outrem. E menos razões ainda para expormos a nossa como usualmente se faz.

    E poucas coisas são mais brochantes, em todos os sentidos, do que você sair pra jantar com sua esposa e ela atualizar o FB à mesa. Foi assim no Dia dos Namorados, em pleno Gero…

    Além disso, é risível o argumento de que “ai, no feice eu encontro aquelas pessoas que eu não vejo há vinte anos!”. Oras, E DAÍ? Pessoas seguem caminhos distintos na vida, se desencontram, se reencontram (de verdade, presencialmente), e isso faz parte da riqueza de viver. Não é um scrap (é assim que se chama no FB?) que vai tornar próximo quem não te vê há duas décadas!

    Em suma, FB, Orkut, twitter (mano, POR QUE VOCÊ ACHA QUE EU QUERO SABER O QUE PASSA PELA SUA CABEÇA E/OU ACONTECE NA SUA VIDA MINUTO A MINUTO?) e quetais são COMPLETAMENTE dispensáveis.

    E ainda sei que existe um outro em que você indica onde você está em tempo real. Cruzes.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      fala, Nélio, me lembro de você.

      ;)

      olha esse texto agora:

      http://blogs.estadao.com.br/link/amizade-a-conta-gotas/

    • Nélio Lino

      Porra, encontrei outro Nélio…rs, concordo plenamente com tudo exposto, ainda não deletei o perfil mas se perco 10 mins por semana nele é muito…e olha que agora administro a fanpage da empresa.

      Grande abraço e excelente artigo e posts!

    • Kelly Fernanda

      Oras, E DAÍ? Pessoas seguem caminhos distintos na vida, se desencontram, se reencontram (de verdade, presencialmente), e isso faz parte da riqueza de viver. Não é um scrap (é assim que se chama no FB?) que vai tornar próximo quem não te vê há duas décadas![2]

      Nossa, conseguiu estampar meu pensamento! Parece que há uma ‘ditadura’ do encontro e da felicidade. Todo mundo tem que adicionar todo mundo que já viu na vida, desde o amigo de infância que nem lembra mais que você existe até a menina que você conheceu na fila do show daquela banda que você nem mais ouve, enfim.. sem mais palavras, cada frase dita por você resumiu meu pensamento – e o de muita gente aqui, acredito, né ;)

  • Marcos

    E eu pensando em criar o meu essa semana!

    Todos me perguntam se eu tenho algum problema, ou vida social..
    Vivi bem até hoje, agora quero ver como funciona esse treco e se ele vai adicionar alguma coisa pra minha vida

  • Lucas Carvalho

    olha, eu gosto muito de rede social e, parece loucura dizer, eu cresci e me desenvolvi pra caralho com redes sociais, sim.

    aprendi um monte sobre o que eu era e quem eu era participando de comunidades do orkut, por exemplo, que foram a minha primeira vivência em fóruns. foi nesses ambientes que eu percebi que, ao mesmo tempo que eu tinha uma capacidade (que eu nem fazia ideia de ter) razoável de liderar as pessoas, influenciá-las e tornar-me um ponto de referência, foi lá também que eu descobri o quão eu posso magoar e irritar as pessoas com as coisas que digo sem nem pensar direito ou intencionar esse tipo de stress.
    isso tudo enquanto estava no ensino médio. chega na faculdade e um professor, muito querido por sinal, disse que enxergava em mim exatamente essas coisas.
    foi a internet também que me deu a noção de que eu não era um patinho feio num mundo estranho: encontrei pessoas que se assemelhavam mais a mim, tinham comportamentos parecidos, ouviam e liam coisas semelhantes.
    bem ou mal, no mundo offline, principalmente no mundo em que eu estava inserido (classe média-baixa de cidade de interior), as oportunidades de aprendizado de coisas novas, situações inusitadas e debates aprofundados é ínfima e, no meu caso, a internet, junto com as suas redes sociais, funcionaram sim, pra mim, como janela pro mundo.

    só que tudo isso que eu disse foi relacionado puramente ao orkut que, se formos ver, já foi um pouco do zenbook que você mencionou, guilherme. a quantidade de informação era infinitamente menor – por mais popular que você fosse, receberia 10, 20 recados por dia. hoje, no facebook, a sua timeline te obriga a ler mais de 300, 400 interações por dia. o orkut não nos atualizava o tempo todo de tudo e, enquanto informação das pessoas, focava mais naquilo que você construía no seu perfil e menos no seu dia-a-dia. hoje em dia, nem o orkut é assim mais porque, conforme viu o seu volume de usuários migrar pro facebook, começou a copiar a ferramenta do zuckerberg e é, hoje em dia, um filial mais colorida e menos desenvolvida do mesmo.

    lembro de passar muito tempo no orkut, mas majoritariamente em comunidades (aliás, a estrutura de comunidades do orkut é imbatível e o facebook não chega nem perto com os seus grupos). fora delas, não havia tanto tempo pra se gastar assim. no facebook, há um milhão de estímulos, aplicativos, imagens engraçadinhas e o caralho. e, pra mim, a solução parcial disso é simples: unfollow (cancelar assinatura) sem dó. dos meus 300 amigos, eu leio 80 e, mesmo nesse 80 eu aplico o FB purity. e isso nem é porque eu não gosto dessas pessoas – pelo contrário, dentro desses 220 tem gente que eu realmente sinto vontade de manter contato mas, de verdade, não são pessoas que publicam algo que me interesse.

    não sei você, mas eu acho que online as pessoas se tornam MUITO mais intoleráveis. estar em contato com a opinião do outro (dos outros, na verdade, de muita gente) o tempo todo é extremamente desgastante.
    enfim, já falei demais mas, nem tanto ao céu, nem tanto a terra: o facebook pode ser um inferno e a sua proposta (como você disse, isso de mais informação é melhor é o caralho, um senhor de um caralho) também mas, ao menos, ele dá todas as ferramentas pra você adequá-lo o máximo possível. e, como você mesmo assumiu, teve preguiça de ir atrás disso.

    última coisa: acho que o pior vício do facebook é relacionado, na verdade, a ansiedade por novas notificações. boa parte do tempo a gente deixa aberto esperando mais e mais estímulos. se for ver na prática, dá pra matar tudo, ler coisa interessante e interagir com as pessoas em menos de uma hora, em um acesso único diário. acho que vou me policiar pra isso e vou desinstalar o aplicativo deles do meu celular, deixando meu acesso limitado ao máximo de 1h/dia pela noite.

  • Marvin

    Eu tinha como por “esporte” cancelar as assinatura das pessoas as quais não gostava do que postavam. Devo dizer que meu mural ficou bem mais limpo: sem imagens de montanhas com frases do Augusto Cury, sem piadinhas compartilhadas do Melhor do Melhor do mundo e nem pessoas dizendo “Bom dia, Facers.”

    Apesar de ter ficado mais feliz com o que eu via, as coisas não mudaram muito. Cancelar assinatura era como matar uma pessoa por não gostar dela. Isso não resolve um problema. Elas continuam surgindo. O pior foi quando me deparei me tornado o que mais odiava no facebook: usá-lo como uma espécia de diário de Doug Funnie.Ta, eu não postava o meu dia, mas me via postando hora outra uma coisinha besta.

    Acho que essa é a armadilha do facebook a qual me identifiquei com o seu texto, Guilherme: fazer o que você outrora evitava. Pior que é que nem estar apaixonado: não tem um dia oficial para isso, quando se dá conta, já aconteceu.

    Não pretendo deletar meu facebook pois ele da uma grande ajuda na hora de compartilhar alguns informações e dúvidas da faculdade na madrugada. Li esse texto (http://stevecorona.com/how-30-days-without-social-media-changed-my-life) e fiquei encantando com os benefícios de dar uma abstinência de redes sociais e me identifiquei muito. Faço faculdade de arquitetura e sempre amei escrever. Talvez se eu ficar Off-Line por um tempo e me dedicar mais a escrita e ao desenho acredito que ficarei mais feliz.

    Acredito não, tenho certeza. Sinto falta da época que escrevia e desenhava livremente nas tardes frias…

  • http://www.facebook.com/reginaceliasb Regina Célia Barbosa

    “Conhece-te a ti mesmo”.
    Deveria ainda ser palavra de ordem.

    Escrevendo em mármore ou no facebook, não mudamos nossas compulsões e angústias sem olhar para dentro.

    A oportunidade de compartilhar pensamentos com muitos e cada vez mais, só aumenta as chances de que alguns ouçam e talvez aprendam mais sobre si mesmos.

    Não só a internet é um espelho.

  • Julhão

    Acho maravilhoso e muito pertinente o texto, porem acho antagonico ao final ter um botãozinho “curtir”, é como aquelas pessoas que falam sobre os males do cigarro e ao terminar de falar acendem um e fumam!!!!

  • http://www.facebook.com/people/Marcos-Barretta/100001988029859 Marcos Barretta

    Tapa na cara, muito bom GNV!!! Redoma de loucos, vou postar isso lá rs…

  • http://www.facebook.com/LuizHCrivelli Luiz Henrique Bezerra Crivelli

    GNV o grande problema é a irrestrição de quantidade.

    o fato de ser tudo irrestrito no facebook, faz com que os usuários tenham a liberdade de não pensar no que será postado.

    Nos primórdios do Gmail … era liberado 10 convites para enviar aos
    amigos …. que fazia com que você distribuisse apenas à pessoas que
    realmente iriam utilizar, ou para seus 10 amigos mais próximos.

    Caso surgisse uma rede que restringisse o número de posts diários,
    talvez os usuários pensassem antes de postar qualquer besteira.

  • http://www.facebook.com/jcnaweb Júlio César

    Não terei tempo pra ler todas as respostas ao que passei nessas últimas semanas.
    Pensei em sair, sumir de lá.
    Mas voltei atrás e escrevi o seguinte:

    Motivos para não deixar de usar Facebook:

    1. É uma ferramenta que integra zilhões de outras.
    2. Onde você pode buscar informações (O conteúdo delas depende apenas de você)
    3. Dá pra usar como backup de fotos (Coloca os álbuns apenas pra você)
    4. Dá pra conhecer gente

    O problema não é a ferramenta, e sim o que você faz com ela.

    Mas já cheguei ao ponto onde o que me deixava mais feliz era que certa pessoa curtisse meu post ao invés de um simples telefonema ou um OI.
    E já cheguei ao ponto de morrer de dor por ver posts que não queria.

  • Iuri Veloso

    Esse texto me inspirou a ficar um mês sem logar no Facebook, vamos ver no que vai dar.

  • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

    Estou admirada, Guilherme. Fantásticas suas considerações. Possuo perfil – bastante incompleto, pouco checado e, confesso: tenho também uma falta de habilidade imensa com a ferramenta. Nada contra os avanços tecnológicos. Quando se trata de interação e formar vínculos entre pessoas, acho pouco provável que inventem algo melhor do que a maneira tradicional – presença e comunicação ( mais direta possível!), nem creio que tenham inventado nada melhor que um martelo, quando só o que se deseja seja bater num prego. O caminho mais razoável me parece ser questionar nossa própria motivação, ao fazer qualquer coisa.

  • http://www.facebook.com/people/Gabriel-Konzen/100000484278504 Gabriel Konzen

    que subversivo.

  • Reyk Alencar

    engraçado…deletei o meu hoje, parece que o texto me fez perceber o quanto era inútil o facebook… ; )

  • Tiaraju

    O suicídio é o grande dilema da filosofia (Camus). Certamente as questões que envolvem esse dilema se projetam no seu “facebookcídio” ….

  • http://twitter.com/anabnas_ ana b.

    Texto muito justo, penso de modo similar.
    Inúmeros colegas meus passam mais tempo no Facebook do que em qualquer outro lugar, seja em casa ou em sala de aula, é um vício, e um dos piores.
    Excelente texto.

  • Leandro

    Acabei de desativar minha conta.
    e me sinto melhor.

  • Gabriel Dias

    Muito bom, há um mês atrás, minha conexão com a internet havia caído e nesse mesmo dia recebi uma convite de uma amiga pra ir com ela num evento de música que ocorreu aqui na minha cidade.

    Lá, uma mina veio e a abraçou do nada, mais tarde vim a descobrir que era uma prima dela. Depois de trocar umas ideias, ganhei a garota, e o que fechou a noite com chave de ouro: foda no carro.
    Disse para ela me adicionar no Facebook, aquela firula toda. Chegando em casa, pensei na quantidade de oportunidades como aquela, que perdi só por ficar parado na frente de uma tela esperando algo aparecer pra me entreter sendo que eu poderia achar o que era realmente necessário há alguns metros dali.
    Abri meu perfil e fui em configurações, hesitei um pouco, mas fiz. Desativei minha conta. No começo senti falta, mas acho que não era um Facebookaholic em estado crítico e acabei me readaptando rápido. Não digo que a rede social é de total malefício, só estou admitindo que eu não sabia como usá-la do modo correto.

    Enfim,

    Ótimo texto. Abraço brother.

  • http://www.facebook.com/tiago.irineu Tiago Irineu

    Artigo interessante.
    O pior, a cada citação importante, eu já pensava em correr para postar ela no facebook .
    Somos viciados , sem perceber…

  • Melo

    Parabéns cara!
    Eu também cometi redesocialcidio (deletei todas!)

    O que me levou a isso foi um acontecimento recente que descrevo:

    Minha prima se casou fazendo uma festa muito luxuosa na qual ela gastou até o que não podia. Nas palavras dela mesma “fiz a festa assim porque queria esfregar na cara de algumas pessoas que agora eu posso”
    Infelizmente o marido dela morreu semana passada em um acidente de transito, 2 meses após o casamento dos dois. Para ela sobraram as dividas da festa que fez (que tera que pagar com o salario de professora em escola publica) e uma depressao fodida…

    Pensei em quantas coisas ela deixou de realizar com ele no tempo em que ele estava vivo, para poder provar coisas aos outros. Com aquele dinheiro poderiam ter passado grandes momentos juntos em qualquer lugar do mundo, e agora ela teria lembranças doces daqueles momentos, mas não…

    Tirei de lição disso que a vida é imprevisivel e nao devemos perder tempo com nulidades, tentando provar alguma coisa aos outros ou dando nossa atenção e tempo a coisas que nao vao acrescentar nada a nossa jornada e às das pessoas que amamos e queremos por perto.

    Não sei quanto tempo eu tenho aqui, só sei que quero gastar ele da melhor maneira.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      uou.

      o_O

      estou sem palavras, Melo.

      que relato intenso sobre sua prima.

      • Junior

        Cara, o facebook está tão impregnado em mim que quando li sua resposta procurei o botão curtir! Sinceramente, não quero isso pra minha vida. Vou informar à meus contatos que estou me desligando da rede social.

    • Rodrigo Cambiaghi

      Foda ter que perder um parente pra perceber isso.

    • Guest

      Incrível! Leio tantos textos aqui e acabei deixando passar este. O que
      me assusta é o grau de importância que muita gente dá a estas redes
      sociais. Estou quase optando pelo “redesocialcidio”do Melo. hahaha

  • http://bitcount.com.br Marco Túlio Pires

    Guilherme,

    Os clichês não são o que são à toa. Alguma coisa eles dizem. Disparo um nessa discussão:

    O Facebook, assim como tudo na vida — desde o mijar no vaso até as relações de trabalho — é o que fazemos dele.

    Volte, ou não, quando sentir que ele lhe será útil. Enquanto isso, aplaudo decisões como essa. Limpe seu caminho de coisas que não o importam, agarre-se ao que realmente *te* interessa.

    Abração

  • thiagocmartins

    “Like” no texto.

    Um tempo atrás cometi Facebookcídio também pelos mesmos motivos.
    Confesso que o dedo coça pra digital o endereço e ser recebido com informações e besteiras de todo gênero, mas consegui me conter.

    Infelizmente parece que muitas pessoas preferem uma conversa pelo facebook ao invés de um simples sms ou telefononema e acabei voltando.

    É como se as pessoas tivessem doses de prazer toda vez que ver aquela notificação vermelha aparece. Como se fosse realmente um novo tipo de droga.

  • http://www.facebook.com/people/Kleber-Joseph/100000142617642 Kleber Joseph

    Guilherme, percebi que muitas pessoas vivem suas vidas para postar seus momentos no facebook, seja algo maravilhoso e digno de se recordar ou algo fútil, mas que as pessoas “devem” ver.

    Até pensei em deletar o meu, mas não o fiz pq o “tempo de vida” do facebook ainda é longo e posso usufruir um pouco mais dele seja para fins profissionais ou pessoais.

    O vídeo anexo é uma prévia do seriado: How I met you mother – Mystery vs. History (S07E06). Ele mostra que a cada dia que se passa, basta alguém saber seu nome completo e algumas pesquisas nas redes sociais e pronto… já sabem tudo sobre você. Se puder ver o episódio completo, vale a pena.

    http://www.youtube.com/watch?v=cD_Mee3cNk8

    Aquele(a) que já pediu pra um amigo(a) apresentar alguém com certeza usou “manda o perfil da pessoa pra mim”. Pare e pense, vc vai ver que um dia fez isso também.

    É tudo uma questão de disciplina. Quando souber o nome da pessoa, basta resistir e não pesquisar nada sobre ela.

  • http://www.facebook.com/willian.olvrs Willian Oliveira

    Meio apocalíptico, mas acho que você vai “curtir”. Eu gostei. http://www.youtube.com/watch?v=h0OBp_0YC-w&list=FLJSENLBC3G6MjlyZepNsI7A&index=3&feature=plpp_video

  • http://twitter.com/malualz Malu Almeida

    Lembrando que o Orkut era possível excluir, mas o Facebook nós “Desativamos”. Uma constante lembrança de que todo aquele ruído ainda está lá, esperando você voltar sem ter que ter todo o trabalho de adicionar as pessoas novamente.
    Enfim, também ‘desativei’ o meu, em busca de vida inteligente aqui fora.
    Satisfação foi quando me contaram que lá, em um dos grupos que participava, alguém deu pela minha falta e, quando ficou sabendo que eu tinha saído, comentou “É preciso coragem”. Corajosa então!!
    “Distrações em cima de distrações, escassez galopante de trocas realmente úteis.”
    Ótimo texto!!

    • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

      É possível sim excluir o facebook. Só a única condição é aguardar 15 dias :)

      Só ver no ajuda > dúvidas > como excluir.

  • Marina Oliveira

    Sinceramente, se não fosse pelas coisas da faculdade, não teria facebook. Foi o que me fez criar um perfil, na verdade. E eu vejo o tanto que eu sou uma usuária diferente de 95% das pessoas que estão lá. Eu não quero botar cada foto que tiro lá, não quero falar das coisas que faço pelo meu mural. Ainda sou do tipo de pessoa que pensa que se estão interessados no que eu ando fazendo, devem vir conversar comigo. Não acho válido todas as pessoas que eu conheço saberem se estou solteira ou namorando, o que eu ando fazendo da minha vida. Pessoas que na verdade nem se importam com o que está acontecendo, e nem teriam ficado sabendo não fosse pela rede.

  • Jonas

    Nunca me viciei em redes sociais e outro dia estava pensando porque isto acontecia comigo e não com os outros…

    Possibilidades levantadas:
    - Sou pouco popular
    - Por eu não interagir com nada (compartilhar, curtir, etc), meu facebook é parado e ninguém interage de volta.
    - O que os meus amigos de facebook postam não me prendem a atenção, então nunca tenho nada de interessante para ver lá.

    No fundo, é um pouco de cada =)

  • Jairo Luiz de Souza

    Putzzzz @papodehomem:disqus também vazei desta merda….
    Já faz 15 dias que matei meu facemerda…estava perdendo tempo demais em visualizações do nada, em atualizações das desatualizações, das amizades vazias…. deixando minha responsabilidade e meus trabalhos em segundo plano….
    Mas, estou fora… e muito bem obrigado…

  • http://www.facebook.com/iagosilvadealmeida Iago Silva

    Eu realmente não acho que o facebook seja de todo ruim. Pra mim, é uma consequência do mundo em que vivemos hoje, saca. Eu nasci com a internet, não posso simplesmente ignorar o site onde grande parte das interações virtuais ocorrem. Acho que a merda começa a acontecer quando essas interações virtuais passam a ser sociais e únicas também, quando o cara coloca a vida dele na rede social, isso sim é o pecado. Eu me policio muito na questão do tempo que gasto lá, e desde que tomei a decisão de que ia manter meu facebook esse ano (pré-vestibular fode todo seu tempo), vem dando muito certo. O negócio até me ajudou várias vezes, pra não perder o contato com amigos que moram longe e tal. Agora, quando o cara começa a ter o face como imprescindível na vida, aí fode tudo.

    • http://www.facebook.com/iagosilvadealmeida Iago Silva

      Ah, e me deu vontade de corrigir um pequeno erro de acentuação seu no texto também, @papodehomem:disqus, mas deixa quieto hehe (:

    • http://www.facebook.com/jcnaweb Júlio César

      Pois é Iago. Vou dar meu pitaco mais a sério aqui.
      Eu coloquei mais acima, mas como é tanto comentário, deve ter ficado perdido por aí. (ou não…).

      Facebook é uma ferramenta. Você não é obrigado a usa-lo. Você pode ter uma faca e não ser doido de matar alguém. Beber uma cerveja e não ser alcoólatra. Não é o Facebook que é ruim (quer dizer, tem uns trecos que são realmente fodas, e se não configurar vira uma zoação total de privacidade. Mas de novo, vejam só, quem coloca os posts lá é você….não ele.)

      Então esse lance de 1.”vou largar o Facebook”, 2.”é invasivo demais”, 3.”não traz benefícios”, 4.”tenho mais amigos lá do que no celular”, sou meio que estranho.
      E vejam bem, EU a menos de 1 semana tive o mesmo discurso de deixar o facebook….mudei radicalmente de ideia.

      Vamos lá, por partes.
      1. Porque está tomando seu tempo? Ok. Então, o viciado é você. Largar pode ser uma boa, mas unicamente porque VOCÊ não tomou controle do que tava fazendo. Se descontrolou. Mas porque ele não pode ser um entretenimento como qualquer outro? Olha rapidinho, sai, ri, conversa, saiu. Fui, obrigado, tchau. A questão é se policiar. Acho um método totalmente extremo, hoje estou fumando um cigarro atrás do outro e amanhã não quero mais. Dificilmente isso faz bem. Parar de vez, nunca dá certo. No caso do Facebook, se te vez bem, ótimo. Só não vale depois ficar “pô que a galera deve tá falando lá?”
      Em casos extremos que EU passei eu bloquei a pessoa, pra nem acessar meu perfil. Afinal, facebook e telefone para bebados é um terror….
      2. Ora, o único cupado das informações que você posta….é você. Não quer que sua tia avó saiba que você fez suruba com 7 garotas? Existem os círculos, os filtros. Senão tem paciência em lidar com isso, uma vez apenas e nunca mais mexer se quiser….então, a ferramenta não é pra você.
      3. Benefícios traz sim, as vezes você encontra uma informação daquele seu cantor predileto, um evento, uma promoção daquela marca, uma ajuda que um amigo seu está pedindo, deixa uma mensagem pra um grupo sobre uma prova de tal dia. Pode via email? Sim, mas fale a verdade…as vezes você só tem email de alguns.
      4. Mais amigos que no celular. O celular pra mim é muito mais pessoal que o Facebook. Eu não saio anotando número de que meu digo apenas oi na rua.
      Facebook algumas pessoas que só encontro de vez em quando na vida, eu tenho por perto por conta de gostos parecidos, só não chegam a ser meus amigos próximos, para que eu ia querer te-los no telefone? Então o Facebook vira um contato – não-contato. Eu não preciso falar, mas se precisar, estão lá ou vice versa.

      E nem falei da facilidade de integrar n ferramentas.

      Bem, é apenas minha opinião, eu já pensei váaaarias vezes em apagar facebook, sumi das redes sociais, virar um EU real.
      Mas eu já sou, a internet está aí, para aproximar pessoas, ou isolar quem não sabe usar.
      Eu particularmente na época do Orkut me diverti muito. MUITO mesmo.

      O único porém que eu colocaria aqui é:
      Vida de casal no Facebook/Redes sociais merecia um tópico separado….

      • http://www.facebook.com/iagosilvadealmeida Iago Silva

        @facebook-536129009:disqus você falou exatamente o que eu penso, cara. O facebook é, como quase tudo na vida, dispensável. Mas se eu posso usá-lo de uma maneira que seja favorável pro meu dia-a-dia, não vejo porque ignorá-lo.

        Toda rede social é invasiva, o propósito da rede social já é ser invasivo. Você, quando faz seu registro, está aceitando compartilhar sua vida com seus amigos virtuais. Então esse papo de que facebook é invasivo e blá blá blá não me convence. Cabe a você ficar se policiando, certo? Agora, eu reconheço que não é todo mundo que consegue, aí vem o problema.

        p.s: eu adorava as comunidades do Orkut, me divertia muito naquela época também hehe.

  • http://twitter.com/rafaelcgo Rafael Oliveira

    “No entanto, não será o Facebook a rede social para nos fazer avançar, como humanos, rumo a vidas melhores.”

    Nunca interpretei o Facebook com esse objetivo. A missão deles, segundo eles mesmos:
    “Facebook’s mission is to give people the power to share and make the world more open and connected.”

    Acho que nesse sentido eles estão bem.

    Em suma, Facebook é só pra você falar um pouco da sua vida, ver um pouco da vida dos outros… Só tem que ser light e não gastar muito tempo com ele.

  • Danillo Maciel

    Facebook só serve para amigos, não canso de ocultar ou excluír aquela pessoa que já não faz parte da minha vida.Nunca ficou tão claro a diferença entre o orkut e o facebook pra mim. No orkut não importa quem você é ou da onde veio, já que você escolhe seu grupo e comenta sobre assuntos do seu interesse; já no fb o que importa é sua promoção, alguns fazem isso tão mal que você acaba perdendo a “amizade”.

    Parece que vivo em duas realidades. Nunca me senti tão mal(constrangido) “convivendo” com uma pessoa em uma rede social, mas na vida real não tenho coragem de cumprimentá-la. Como lidar com pessoas que já não fazem parte da sua vida ou você não tem uma relação, mas já fizeram ou fazem parte do seu convívio que você não consegue rejeitar sua solicitação de amizade, até uma amizade real ou um reencontro fica muito mais difícil. ops acho que estou reproduzindo o post kkk

    …Fora que ficar preso em um viral, além de não exitar em clicar em um número na esperança de algo legal…

  • Daniel Yutsuo

    Ler esse texto foi tão gratificante, informativo e esclarecedor que me senti mal por todas as pessoas que vão perder essa mensagem por não entenderem português.

  • Marcos Augusto Nunes

    Ainda no caderno TEC da Folha de São Paulo, sou informado que existem caras (muitos) que compram seguidores no Twitter de alguns caras (acho que uns 8, mas parece que isso tá crescendo) que vendem por lote, por exemplo: 3.000 seguidores por R$ 500,00. Fazem isso também no Facebook, é claro. Fingem esquecer que seus seguidores são comprados e respondem às suas mensagens, mesmo que elas sejam escritas em polonês.

    O engraçado nisso é que nunca tive Facebook e, por tal causa, era tratado como um ET. Agora recebo várias manifestações de adictos em recuperação: “cancelei meu Facebook há duas semanas e ainda estou vivo!”. É engraçado.

    A ubiquidade é o máximo que um sujeito consegue se aproximar do sentimento de ser uma divindade. Tem muito cara no Facebook que, na sua ambiguidade paranóica, se vê na figura do Zuckerberg, e pior: ela ama isso.

  • Ana

    Depois de refletir bastante sobre o texto e gastar um bom tempo lendo cada um dos comentários, decidi. Cometerei o Facebookcídio hoje e o meu epitáfio será o link para esse texto e a citação “O Facebook é um templo de ansiedade, uns buscando validar os delírios dos outros, cuspindo interações falseadas a torto e à direito. Cascas. mais cascas. máscaras. insuportavelmente sufocante. Ninguém se olha. ninguém se fala, de verdade”.
    E viva a vida sem Facebook!

  • Larissa

    Muito bom o texto. Faz um tempo que eu decidi que não ia mais compartilhar coisas no facebook. Comecei a achar que não tem porque eu ficar direcionando o que os outros devem ler ou mostrando o tempo todo o que eu leio e gosto.

    Se por um lado é bom “compartilhar” informação, por outro com o fb isso se tornou compulsivo. No fim das contas acho que há muito mais egocentrismo do que boas intenções. Compartilhar uma informação legal visava ganhar likes e shares, ou seja: ser aprovado por seu grupo social. Coisa de adolescente não?

    Bom, daí resolvi usar só o botão de like, pois considero um bom feedback para quem escreve. O autor sabe que seu texto agradou e eu não preciso “perder tempo” comentando. Mas com esse texto acho que vou refletir um pouco sobre o assunto.

    E sobre as discussões quanto a temas polêmicos. Larguei de mão depois de uma série de acontecimentos que me levaram a sair do meu centro, discutir, brigar e dar conta que era uma falsa sensação de estar exercendo meu cidadania. Esbravejar no facebook não muda em nada o mundo. Há muito o que ser feito, mas não acho que o melhor espaço seja o fb.

    Parabéns pelo texto!

  • http://twitter.com/becoldasice Alexandre Wiechers Vaz

    É um tema que exige uma reflexão bem do caralho!

    Acho que isso depende muito da pessoa e do quanto (e como) ela acredita que qualquer rede social influencia sua vida. Já estou a alguns dias pra escrever esse comentário pq não sei bem o que pensar ou de que lado ficar. De semana passada pra cá, voltei a usar o facebook e o twitter, não com a mesma frequencia de antes, mas voltei. Já estava pronto pra defender que as redes sociais podem nos ajudar em alguns aspectos(e acredito que dependendo do conteúdo ou do quanto o ruído interfira no conhecimento absorvido, realmente possam), mas aconteceu uma coisa que me fez mudar de idéia.

    Uns colegas do trabalho lançaram um jogo na play store e divulgaram no facebook. Curti. Ontem me veio um deles puxando assunto “Po cara, tu toca guitarra, né? etc. etc.” e eu pensando “Cara, eu o adicionei a eras, como ele ainda não sabia que eu tocava se estou segurando uma guitarra na foto do meu perfil?”. Logo o meu gerente de projetos também veio “Ah, toca cara? Maneiro, o que você toca?”. Respondi, mas com aquele pensamento “Cara, tem tudo no meu perfil…”. Um pouco depois a galera tava mexendo com ele, pq o cara NÃO TEM facebook. Admito que fiquei admirado. E essa admiração virou um insight fodido. Como o facebook alterou a minha vida, a minha maneira de pensar, caralho… Cheguei no nível de compartilhar coisas no facebook para que os outros vissem os meus gostos e interesses e não por achar que aquilo seria de real utilidade. Ruído!

    Agora vejo o quanto isso acabou deteriorando não só a minha maneira de se relacionar “não-virtualmente”, mas também o meu modo de pensar. Já perdi as contas de quantos “Olha aí o que eu postei no facebook kkkkk” ou “Ah, entra aí no meu face e vê” ja não recebi e/ou falei! BUSTED, Alexandre! Tenho mais de 300(ou 400…) amigos no facebook. Minha lista de contatos no telefone tem 41. BUSTED AGAIN! Achava que o facebook era um meio de conhecer melhor os meus amigos e colegas e pode até ser que seja uma das intenções, mas não funciona bem assim, pois a grande maioria das pessoas passa a levar em consideração como se fosse a ÚNICA maneira de conhecer melhor as pessoas… Bullshit. Meu gerente não tem facebook e todos aqui o conhecem bem pra caralho.

    Cheguei a pensar que sua medida foi bem drástica, Guilherme, mas agora até que faz sentido. Párabens pela atitude!

  • Rodrigo Camelo Barboza

    A MAIS PURA REALIDADE !

  • Médico_Mg

    Guilherme, dá uma olhada neste vídeo, show de bola…

    Se me permite a análise/pergunta, vc está passando por um momento de “mudança”, no qual está querendo deixar para trás alguns “velhos hábitos” por pressão ou influência social?
    Pareceu-me pelos textos da genitália e este que sim… Bom, estou em uma fase parecida… E é sempre interessante ver como outras pessoas lidam com isso, esses momentos são sempre muito, muito solitários…

    http://www.youtube.com/watch?v=frd6hXF6Idc

    • http://www.facebook.com/jcnaweb Júlio César
    • http://www.facebook.com/jcnaweb Júlio César

      Vou mais longe Médico_MG, esse foi muito mais legal, e de uma galera Brasileira.

      http://www.youtube.com/watch?v=CKJRBIzifjQ

      • Médico_Mg

        Como assim, vou mais longe? Vc percebeu que são vídeos com propostas antagônicas?
        Olha, este vídeo (que eu postei), a minha opinião e acredito que a do autor também é dizer que o modo como o facebook foi projetado, as ferramentas disponíveis e quadro atual de relações não está sendo salutar… Cria um mundo de citações, provocações de times, aparências, ansiedade por “fit in” e ser popular, receber e mandar mensagens, tudo isso vazio, na maior parte das vezes.
        Isso não quer dizer que abominamos a internet ou a facilidade de comunicação inerente, quer dizer que o modo como isto está sendo feito não está sendo produtivo, pelo menos não ao nosso ver.
        Se para você está sendo bom, ótimo, está aí a comprovação da singularidade.
        abc

  • Alexandre

    Comecei a perceber essa dependência quando também percebi o numero de repetições de um mesmo post… Dai me limitei a entrar uma vez por dia, para passar uns dez minutos e o resto do tempo dediquei a ler a enorme lista que eu tinha no Feeds, mas aí veio outra surpresa: um terço dos sites que eu costumava ler estavam atualizando com menos frequência, e alguns já tinham parado de vez para continuar a interação pelo próprio Facebook, seguindo a interação Imagem/Frase de efeito do mural. Ainda bem que vocês seguem firme e forte, valeu.

    Porém, tenho uma nova sensação ao sair do facebook para catar outras relações virtuais: Parece que estou sozinho no deserto, cara. Ahahahah, é um sensação estranha, como se todas as crianças estivessem em aula e eu fosse a única criança no parque… claro que aquelas crianças não estão aprendendo mais que eu, mas a sensação é essa. Abraços.

  • Imprimatur

    Não tenho ideia do que vocês estão falando. Não tenho e nunca tive FB. Esse tipo de contato social nunca despertou meu interesse, o maximo que cheguei perto disso foi com o Orkut, mas exclui minha conta em 2007. Hoje meu circulo social virtual se resume a um forum do qual participo, simplesmente é logar e escrever, sem frescura.

  • Fabio Beleza

    Cara, é sempre a velha história… tudo o que é demais faz mal. A diferença do veneno e do remédio é a dose! A pouco tempo essa mesma discussão se aplicava ao celular.. está sempre comigo.. mas não quer dizer q fico pendurado toda hora no telefone. Mas seja macho.. livre-se do correio eletrônico também e do telefone celular!

  • Arthur Franco Ferreira

    Como o @facebook-100001781035344:disqus colocou corretamente para o irmão, ao meu ver, o problema não está na tecnologia nem na ferramenta, mas sim, nos usuários (que Clu não saiba disso! rs)

    O problema de uma rede social como o Facebook é que seu rumo é ditado mais pelos usuários e tribos nela do que a ferramenta em si. Ela está ali para ser usada da maneira que você achar melhor, que você gostar. Diferente do Linkedin, por exemplo, que tem um objetivo mais profissional e acaba por ter um ar mais sério e centralizado.

    Eu tenho meu facebook e uso com certa frequência, confesso. Compartilho artigos e vídeos que acho interessante com meus contatos de lá, mas nada exagerado como tem alguns que fazem (que fiz questão de bloquear os updates destes).

    Enfim, o facebook pra mim é um centralizador de contatos, um agregador de notícias de amigos e de familiares mais distantes, além de compartilharmos coisas que gostamos na web.

  • MageCiconello

    Se minha vida social fosse condizente a quantidade de “convites” para eventos que recebo por dia, não teria mais nada pra fazer além de ir a festa durante 24 horas dia.
    O que mais me incomoda no Facebook é que os usuários, a cada vez que se conectam, ganham uma cirurgia plástica e uma sessão de análise. Todo é bonito e feliz no Facebook.

  • DUDA

    símios anestesiados,,,rs
    Mandou bem, cara…
    Eu nunca tive FB.. encerrei a “social” na rede, no orkut, quando virou um problema de falta de privacidade e me trouxe brigas no relacionamento.
    Hoje só MSN as vezes (o que corresponde a um telefone), e ainda assim, quase ninguém usa mais (tá todo mundo no FB..argh)
    Mesmo não (me) consumindo (com) essa droga, ela me afetou indiretamente.. uma namorada (usuária ou viciada?) vivia me trazendo problemas, fofoca daqui, provocação dali e quando terminamos, um amigo ou outro, fulana postou isso, fulana postou aquilo.. só aborrecimento, particularmente tomei nojo da ferramenta sem sequer conhecê-la..
    mas no final das contas é só um espelho, o problema é quem se põe na frente do objeto.
    ou seja, o problema é todo mundo…rs
    Galera… EVOLUTEMOS !!!
    (lutemos contra nosso pequeno tamanho, vençamo-nos e evoluamo-nos !!!)
    *português é difícil.. alguém sabe se isso tá correto? rs… soa mal pra caraleo kkkk, mas a idéia é essa..
    Abraço e parabéns pela decisão, Guilherme.

  • http://www.facebook.com/nt.ft1 NT FT

    O que causa mais repúdio na minha opinião é a incapacidade de se desplugar do face em momentos de maior socialização como festas, bares e restaurantes, ou um simples encontro casual. As pessoas passam mais tempo encarando seus smartphones do que reparando o ambiente. So sad!

  • Cru&Nu

    Como diversos outros vicios, exige uma boa dose de controle para se libertar e para poder usar. Ja tem algum tempo que FB caiu na graça popular e quem usa ha mais tempo ja encheu o saco, como diversas outras atividades ciclicas da vida que enjoam mesmo. Nem tudo precisa de um motivo espiritual, revolucionario ou busca da verdade interior como desculpa para o fato que os neurotransmisssores ja nao respondem da mesma maneira a algo que nao é mais novidade. Conhecer-se ajuda mais a fugir de overdoses virtuais do que esperar a plataforma suprema de comunicaçao. Para evitar tais conflitos, basta desligar a força da casa…

  • http://twitter.com/fabricio_ca Fabricio C Andriani

    Motivado pelo seu texto, e algumas leituras (incluindo texto sugerido pelo @albertobrandao:disqus nos comentários) decidi experimentar 30 dias sem Facebook e Twitter.

    Não me sinto pronto para abandonar tudo de uma vez, principalmente porque trabalho nessas redes, mas tenho consciência que algo tem que ser mudado, estava deixando de fazer coisas importantes para fazer nada no Facebook e em tantos outros sites, e isso vinha me trazendo mais angustia e ansiedade do que coisas boas.
    Espero conseguir ficar os 30 dias e depois fazer um balanço da experiência.

  • Ghava

    Já apaguei o meu há muito tempo. Havia lido uma frase que dizia algo como:
    “Quando estou sozinho, olho pro céu e acho um motivo para sorrir: Deus.”

    Depois que eu li essa frase não aguentei, deletei já minha conta do facebook.

  • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

    Redes sociais, seja facebook, orkut, badoo ou até mesmo os comentários daqui, no final “unem iguais”.

    Apesar do facebookcídio, tu ainda está no meio de uma rede social, este site aqui. A diferença não está apenas no ruído, e sim no isolamento. Aqui é possível controlar quem dá as caras ou não, os assuntos, etc.

    No Facebook, realmente, dependendo de quem a pessoa assina ou puxa, acaba tendo “ruído” demais, ou no final até mesmo uma distração para si mesma. Noto que muitos vão no Facebook para se distrair, pois “a vida real é uma **** “. Como já dito por alguns, e por ti, o Facebook é uma ferramenta e cada um faz o melhor uso dela. Isso vale para um Orkut ou outra rede social, ou a caixa de comentários deste site.

    Eu sinceramente estou é me cansando de tantas opiniões dissonantes em tudo quanta lugar. Cansa-me opiniões diferentes que tenho que aturar muitas vezes enfiadas guela abaixo por alguns (não, não falo do Papo de Homem, apesar de considerar alguns textos meio “intragaveis”, como se o autor quisesse enfiar a opinião dele ao invés de debater – caso dos textos do Alex Castro).

    É chato isso. E sim, sei que as vezes acabo também enfiando guela abaixo a minha opinião, mas até isso estou tentando moderar. Na verdade, aos poucos me canso e pego um “asco” disto tudo, da “internet” em si (note que coloquei entre aspas, justamente para não citar o texto “a internet não está chata”).

    Enfim. Até eu mesmo já tentei facebookcídio. Mas acabo voltando. É realmente um vício. Pior que sei que se eu me “suicidar” no face, acabo tentando achar outro vício de rede social. Para quem participou no começo de fóruns relacionados a temas que curtia, no final é um vício e costume estar sempre tentando se comunicar com alguém que curte algo como eu.

    Ao invés de fazer um facebookcidio, hoje apago quem ao meu ver não contribui ou fiz um “clique e virei amigo”. Aos poucos, deixo o face apenas com as pessoas que interessam a minha vida ou a páginas que tenham assuntos interessantes.

    E também diminuo meus comentários aos poucos. Para quem é viciado em comentar, pelo menos diminuir esta atividade é uma vitória.

  • Leandro Terra

    Tirei uma horinha e ajustei as configurações de privacidade de todos os meus 460 contatos, além de dar unsubscribe em todas as pessoas que só postam coisas que não me interessam, ou elas próprias não me interessam, se já não foram excluídas.

    Raramente abro o fb no browser vejo o news feed, utilizo o Facebook Messenger para saber das notificações e utilizar o chat.

    Desse jeito, a experiência online tá sendo ótima. :p

  • Mariza de Aguiar

    O que vocês chamam de fundo do poço, eu chamo de Facebook.

  • http://www.facebook.com/gregorio.manoel.9 Gregório Manoel

    Eu não tomei uma decisão radical assim, por gostar de conversar com os amigos à noite antes de dormir rs, além de manter contato com amigos que estão longe. O que eu estou fazendo é uma limpeza e já estou notando melhoras: Estou cancelando assinatura de todo mundo que só posta foto de baladas e/ou mensagens pseudo-filosóficas/religiosas tipo Caio Fernando Abreu e Pe Fábio de Melo (“Memes” tb estão entrando nessa lista). Em breve terei meu perfil limpo dessas coisas/pessoas. Nunca postei fotos nem comento nada da minha vida pessoal. Penso que, uma boa rede de contatos mantém vc bem informado. É só saber gerenciar.

  • Fernanda Otta

    Aplausos!

  • http://twitter.com/arvro arvro

    Depois que lí o texto, esse trecho ficou martelando na minha cabeça;”E pelo ritmo atual de crescimento, nos próximos 24 meses o Facebook pode se tornar o site responsável por mais de 50% do tempo gasto online por TODAS as pessoas do mundo”

    Comecei a pensar numa certa analogia com a tv brasileira (até porque não conheço de outros lugares).

    Nos moldes atuais, a maioria esmagadora só assiste a Globo. A tv já acorda sintonizada no canal, e é desligada no fim da noite, no mesmo canal. Dá pra questionar também que a qualidade dos programas de outros canais é sofrível, mas do mesmo jeito, a Globo tem programas bons, mas também tem outros muito ruins.

    Mas penso que todos estão acostumados a assistir quase que exclusivamente o canal, e isso já vem passando por algumas gerações de expectadores, algo bem consolidado, é a referência, em termo de televisão.

    Já o Facebook, parece que está no início desse caminho, sendo a principal referência em termos de internet.

    No caso da tv, a grande máxima sempre foi “a tv a cabo não é acessível para todos”, mas e na internet? Não era ela a tal “sem fronteiras”?
    Podemos ter acesso a qualquer tipo de informação, opinião ou visão… mas esperar que alguma coisa brote na timeline, sem dúvidas é mais comodo.

  • http://twitter.com/fabianesecches Fabiane Secches

    E o Facebook fica pior com essa notícia…

    Concordo com (quase) todo o texto (o contrapeso é o também ótimo “A internet não está chata, é só você”).

    Mas é uma perda para todos nós que pessoas como você, que podem fazer a diferença (e fazem), fiquem de fora das redes sociais. Se continuar assim, as previsões são assombrosas.

    Vai ficar cada vez mais intragável.

    Então espero que você volte depois de umas férias (merecidas). Eu, de tempos em tempos, faço isso. Assim não me sinto sugada por esse universo de aparências, relações e conteúdos descartáveis. Ajuda a me manter sóbria.

    Quando sinto que está demais, vou lá e fecho minha conta por duas semanas, só pra mostrar ao Facebook quem é que manda na minha vida (ou quem deveria). ;-)

    Beijos e parabéns pelo excelente texto!

  • http://twitter.com/fabianesecches Fabiane Secches

    Ah, faltou dizer que seu texto me lembrou muito de “Medianeras”, um dos filmes que melhor retrata, de maneira mais honesta, sensata e sensível, essa realidade amalucada que vivemos.

  • Freelancer

    Ja pensava assim desde antes da febre dos mêmes começar…

    Sou muito Old School, odeio telefone, email e redes sociais para falar em amigos e amizades. Prefiro sempre conversar pessoalmente.

    No caso do Facebook – Depois de um tempo o comecei a desativar atualizações de pessoas. Hoje o facebook é para mim o que google reader era antigamente, uma forma de seguir sites e obter atualizações por sua páginas. Então basicamente apenas páginas me enviam atualizações.

  • http://www.facebook.com/ecollanieri Eduardo Collanieri

    Por isso que o lance é postar as coisas que vc gosta sem esperar nada e ligando um foda-se pra quem não gostar.

  • http://www.facebook.com/guijotape Guilherme Jotapê Rodrigues

    Beleza, Gui

    Agora me passa teu e-mail que te procurei ontem no Fêice e não te achei.

    Abs

  • Oow Design

    Oi Guilherme, você traduziu em palavras (e muito bem escritas), TUDO o que penso, a frase da Fernanda Magalhães é fato! “Alguém já disse. ” O Facebook é um templo de ansiedade, uns buscando
    validar os delírios dos outros, cuspindo interações falseadas a torto e à
    direito. Cascas. mais cascas. máscaras. insuportavelmente sufocante.

    Ninguém se olha. ninguém se fala, de verdade”. Ainda possuo um perfil, sou designer gráfico freelance e preciso me expor como ”empresa”, mas como pessoa física “toh fora!!. PARABÉNS pela matéria!

  • Gian Depiné

    Tamo junto parceiro!

    Mas, eu ainda não apaguei meu perfil. Ao invés disso passei o dia de ontem todo apagando todo conteúdo que postei lá. Fotos, comentários, “likes”, apaguei tudo. A única informação que mantive no perfil foi meu nome e uma foto de rosto. Utilizo um aplicativo para Google Chrome que me permite apagar todos os históricos de conversas no chat. E mantive 96 “amigos”, cujos updates foram desativados no muro das lamentações.

    Porque não excluí totalmente o perfil? Justamente por causa desses amigos, com quem eventualmente converso usando um programa de mensagens (junto com msn, gtalk).

    Além disso, excluir (ou desativar) o perfil não apaga as informações, as vezes constrangedoras, que ficam lá armazenadas. Preferi manter a conta vazia e ir parando aos poucos ao invés do corte brusco…

  • Rodrigo Paz

    Guilherme, seu texto aborda o assunto com uma visão bem realista. Facebook se tornou mais danoso do que benéfico às nossas vidas. Eu desativei minha conta por um período de pelo menos 2 semanas e, no final, se não me fizer falta, não me darei ao luxo de reativá-la. Vamos ver como se desenrola esse caso! hahahah

  • Matheus

    Grande Guilherme,
    sigo religiosamente o papo de homem todos os dias, porém acho que essa deve ser a segunda vez que estou comentando algum texto.
    Vim até aqui dividir de maneira muito simples e curta a minha primeira experiência em não usar o facebook como modo principal de me comunicar.
    Estou de aniversário no próximo dia 30 de junho, 21 anos, e como a maioria dos convites que recebo para festas em geral são via facebook, e após ler o seu texto e dando mais força a uma vontade que eu tinha de largar as redes sociais, decidi que iria convidar todos os meus amigos, conhecidos, parentes, seja lá o ser que for, via telefone ou, em segundo plano, email. Cheguei até a fazer umas contas de quanto eu vou gastar ligando pra galera toda.
    Fiquei meio assim de começo e com certeza a praticidade que seria convidar a maioria dos meu amigos via facebook.
    Mas que saber, quero cultivar e amadurecer meus relacionamentos, amizades. Acho tão engraçado que as pessoas não sabem conversar, e quando fazem esse ato tão saudável, não são capazes nem de ao menos olhar nos olhos umas das outras para realmente absorver o que o diálogo está proporcionando.
    E o que são míseros 10, 20 ou 30 reais que irei gastar ligando para todos que julgo importantes na minha vida? Irei ganhar muito em troca, ouvir a voz deles, o sorriso que dá para sentir do outro lado da linha no momento em que a pessoa recebe uma ligação, comumente hoje inesperada.

    Fico extremamente grato pela motivação que consegui ter lendo seu texto.

    E tenho umas duas histórias que gostaria de contar para os leitores do PdH.
    Quem sabe entro em contato em breve para saber se há chance de publicar aqui.

    abraço garoto

  • Luba Sanders

    Parabéns pela visão. Não concordo com tudo, mas achei muito lúcido e diferente do que lemos por aí… “All your base are belong to us”.

  • camila cruz

    adorei o texto ! também saí do facebook há alguns meses, quando vi um contato postando a foto do carro recém adquirido. foi a gota d’água. a questão é que não sinto falta, até porque o twitter é a minha rede social.
    o que tenho estranhado é que uma passoa sem facebook é considerada um alienígena no mundo atual. vários blogs só aceitam comentários se você estiver logado no facebook. uma pena !
    parabéns pelo texto ;)

  • Iceman

    Tive facebook pelo breve período de 4 ou 5 semanas.
    De início já vi que não ia me dar bem, aliás, nem orkut tenho, nunca vi graça ou benefício nas tão propaladas redes sociais.
    Mas enfim, voltando ao facebook, logo percebi que aquilo é apenas um altar dedicado à egolatria, pessoas posando de felizes, bem sucedidas, como se não tivessem problemas e suas vidas corressem às mil maravilhas, 24 por 7.
    Como a minha não é assim, logo pensei: “estou vivendo no mundo errado”.
    Por fim, me dei conta que tenho mais o que fazer do que ficar lendo murais de gente pagando de fodona.
    E também apaguei meu facebook.

  • http://twitter.com/gianhp Gian Luca

    Cometi facebookcídio há alguns dias. E espero continuar assim por muito tempo. Você descreveu todas as minhas razões para deixar a rede, simplesmente não dava mais. Ainda bem que tem outros suicidas como eu :D

  • Amanda

    Otimo texto Guilherme. A ironia é que eu o encontrei pelo facebook. Eu vou mandar um “like” por aqui. Concordo com você. O facebook para mim é quase uma ferramenta de busca, o que eu acho péssimo, mas muitas vezes é por onde eu começo, daí para bem longe da rede social, como agora, por exemplo. Mas admitamos que hoje, não tivessemos redes sociais, Como compartilhar tantas informações?
    Abraços

  • Marta Mello

    Guilherme, gostei muito do seu artigo e do seu blog, e a reverberação da sua sinceridade e integridade se revela na qualidade dos comentários das pessoas por aqui, me identifiquei com a fala de muitos. Sobre o Face, preciso dizer que vim parar aqui hoje porque alguém do meu círculo de amigos postou o link para esse seu artigo. Estou no Face faz dois anos e costumo dizer que lá tive duas “bênçãos” incríveis — fui chamada, em momentos diferentes, por pessoas diferentes, para dois trabalhos que eu amei fazer, um deles ainda em andamento. Mas hoje em dia estou viciada, detesto a sensação, e já faz algum tempo que tento me libertar. A ideia de cair fora cresce, e o momento certo há de chegar. Obrigada pela super oportuna reflexão e saiba que vc ganhou uma leitora. Abs!

  • Thiago Buratti

    Mano sem comentários, seu texto está FODÁSTICO!!! Parabéns, é bem isso ai mesmo.

  • Amanda

    Cometi facebookcídio ontem. Senti um alívio enorme. Hoje vejo o seu texto. Nada mais real. Saiu na Folha:
    http://www1.folha.uol.com.br/tec/1110432-smartphone-acentua-males-psiquiatricos-diz-pesquisador.shtml

  • Vings

    Percebi há algum tempo, do quanto algumas coisas do facebook eram desnecessárias para o meu dia a dia, do quanto perdia tempo nisso. Mas ainda assim acho o facebook uma ferramenta muito interessante, principalmente para mim q não tenho lá muitas amizades. Olhar milhões de mensagens com animais com a carne pra fora pedindo compartilhamentos para salva-lo, mensagens romanticas é um pé no saco, mas aprendi a selecionar o q eu quero ver, e o q é proveitoso pra mim. Comecei a reparar quais perfis de colegas me eram úteis e acrescentavam algo para mim, deixando um pouco de lado as interações com amigos eu digo. Hj procuro focar nesses perfis, quando vejo fotos de adolescentes com mensagens bonitinhas e tal aprendi a ignorar e posso dizer q hj uso de uma forma muito mais proveitosa, não q eu não perca tempo de vez em quando rs mas muito menos em relação ha um tempo atrás

  • http://twitter.com/FeSemBoasIdeias Fê*

    Uau! Eu tentei ler todos os comentários, mas não consegui. Um pensamento complementa o outro, mesmo os discordantes.
    Entrei pra ler o texto porque também cometi facebookcídio há um tempo atrás. Alguns amigos ainda me pedem para voltar, já que agora estou por fora dos eventos.
    Mas não sinto falta. Apesar de utilizar toda a configuração disponível pela rede (eu tinha, inclusive, um grupo de “menores de idade” pra selecionar minhas postagens), ainda tinha que ver muita coisa desnecessária e me sentia entediada por diversas vezes.
    Fui inspirada por outras questões mais pessoais, mas o conjunto foi a base pra minha decisão.
    Não condeno quem tem e mantem, mas como um comentarista disse, sinto um certo orgulho em dizer que não tenho mais facebook.
    Não abandonei todas as redes sociais, mas esta, sem dúvidas, ocupava um tempo precioso do meu dia. Agora eu ocupo este tempo lendo textos interessantíssimos como este.

  • henrique

    vc disse absolutamente tudo que eu gostaria de dizer e nao encontrava as palavras certas, perfeito!

  • Jeff

    EXCELENTE! Parabéns pelo texto, de verdade!!

  • http://twitter.com/LinkEsfera LinkEsfera

    Vi algo assim nesse agregador de links. http://migre.me/9FHex

  • Alexandre Lavrador

    Alguém pode me explicar esse site? o.O

    http://www.playbook.k6.com.br

    é isso mesmo que eu to pensando? Não é possível

  • Leandro

    Eu também sinto raiva do Facebook em vários momentos porque o vejo como uma forma das pessoas se mostrarem perante outras. Na vida real, cara a cara, as pessoas não podem sair se gabando, se bajulando, se exibindo porque logo os outros ‘cortam’ ou se afastam destes. Já na net o computador é seu, a vida é sua e você posta o que quiser. Irrita o fato das pessoas tentarem mostrar o quanto são felizes, como se a vida fosse perfeita….

  • Rah

    Eu abomino qualquer rede social da minha vida, e tem uma coisa q eu acho mais engraçado ainda:
    na minha faculdade tem pessoas que só se falam por facebook, porque pessoalmente nem se cumprimentam (????)
    Ou seja, não se trata apenas da substituição dos relacionamentos pessoais, o famoso ‘cara a cara’ pelo virtual, mas também a maneira como ser falso e fingir se importar com os outros virou modinha…
    Sério, curtir a foto de aniversário ou formatura de alguém não substitui sua presença lá…e é escroto.

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

    Otimo artigo nunca possui um perfil no face e muitos ja me perguntaram ja no comeco de um bate papo: vc tem face? Quando falo que nao, a pessoa ja soltava mas como nao? Hoje me dia todo mundo tem face?? Eu falava quase todo mundo nao tenho nunca me fez falta e pretendo nunca ter…se ja falaram que a religiao e o opio do povo, hoje em dia diria uma nova frase o Facebook e o novo opio do povo!

  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

    E gostaria de dar um conselho a todos: desplugue-se do virtual e replugue-se na vida real…..vale muito a pena….abracos a todos..

  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Guilherme Morais

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  • Edson Júnior

    Guilherme, primeiramente parabéns pelo texto.

    Nunca tive um facebook ou um twitter mas noto (vide onde trabalho e também no transporte coletivo, na rua…) a quantidade de tempo que é gasta nesta página azulada. Fico me perguntando enquanto vejo olhos vidrados e um movimento de scroll incessante, “o que será que essas pessoas tanto procuram?”.

    Até que ponto o facebook agrega algo de positivo as pessoas?

    Penso que, da mesma forma como a cocaína causa uma dependência absurda de quem a consome, a rede do Sr. Zuckerberg vem causando o mesmo impacto frenético, quase que taquicardíaco de seus usuários, deixando-os como verdadeiras marionetes na frente de um dispositivo seja ele qual for, alucinados, em busca de novas atualizações ou seja lá como chamam isso no facebook.

    Quando o G+ abriu ao público, me inscrevi para conferir o que os gigantes de Mountain View fizeram. Passados um ou dois meses, constatei o tamanho da inutilidade daquilo (uma cascata de pseudo-notícias pouco ou nada relevantes somados a uma enxurrada dos malditos e intermináveis ‘kkkkkkkk’).

    Resultado: G+ enterrado. Facebook nunca criado. Twitter? Pfff.

    O ser humano precisa de alimento para o intelecto, e que venha através de bons livros, de bons diálogos com pessoas reais, face-a-face e não de fofocas da vida alheia.

    As redes sociais deixaram (worldwide) em estado febril as pessoas.

    Estou imune destes vírus.
    Saudações a todos os leitores!

    Abraços fraternais!

  • Edson Júnior

    Guilherme, primeiramente parabéns pelo texto.

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  • Edson Júnior

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    Quando o G+ abriu ao público, me inscrevi para conferir o que os gigantes de Mountain View fizeram. Passados um ou dois meses, constatei o tamanho da inutilidade daquilo (uma cascata de pseudo-notícias pouco ou nada relevantes somados a uma enxurrada dos malditos e intermináveis ‘kkkkkkkk’).

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    O ser humano precisa de alimento para o intelecto, e que venha através de bons livros, de bons diálogos com pessoas reais, face-a-face e não de fofocas da vida alheia.

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  • Gleice

    o meu face também excluí , ou melhor desativei, pois eles dão a opção de reativarmos a conta, teve uma época que ficava o dia todo postando, sem contar que as pessoas bisbilhotam nossa vida de uma maneira exacerbada também!

  • Gleice

    o meu face também excluí , ou melhor desativei, pois eles dão a opção de reativarmos a conta, teve uma época que ficava o dia todo postando, sem contar que as pessoas bisbilhotam nossa vida de uma maneira exacerbada também!

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  • http://www.facebook.com/samuel.santana1 Samuel Sant’Ana

    Se você não gosta do que no Facebook….a culpa não é do Facebook nem dos seus amigos.
    Só mostra que você não consegue ir para um mundo onde as pessoas agregam a você.
    As mídias sociais são só isso….mídias. Exibem o que já existe.
    As pessoas estão expressando o querem, e isto é ótimo! Se vc não gosta da opinião deles, mude seu círculo. Acredite ou não, pode usar as mídias sociais para gravitar a pessoas como você…..foi pra isso que foi inventado.
    Não adianta muito criticar os outros quando a culpa é, obviamente, sua.
    E sim…as pessoas PODEM e DEVEM ter e gerar informação. Bem vindo a era da democracia verdadeira.

  • http://www.facebook.com/samuel.santana1 Samuel Sant’Ana

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    Não adianta muito criticar os outros quando a culpa é, obviamente, sua.
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    As mídias sociais são só isso….mídias. Exibem o que já existe.
    As pessoas estão expressando o querem, e isto é ótimo! Se vc não gosta da opinião deles, mude seu círculo. Acredite ou não, pode usar as mídias sociais para gravitar a pessoas como você…..foi pra isso que foi inventado.
    Não adianta muito criticar os outros quando a culpa é, obviamente, sua.
    E sim…as pessoas PODEM e DEVEM ter e gerar informação. Bem vindo a era da democracia verdadeira.

  • Victor Cavalcanti

    Estou eu em um hostel em Paris, dividindo um quarto com outros 11 elementos. Eis que entra no quarto uma menina que só iria dormir uma noite, muito simpática e coisa e tal. Uma das primeiras perguntas dela foi: Vocês tem facebook? Vou adicionar vocês agora. Depois de nada mais que 5 minutos de conversa. Não aceitei e nem pretendo… povo maluco.

  • Victor Cavalcanti

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  • Victor Cavalcanti

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  • Victor Cavalcanti

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  • Victor Cavalcanti

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  • Victor Cavalcanti

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  • Philipe3d

    Sei lá. Eu estou lá no Facebook, acho que uso normalmente, sem ficar
    viciado nem maluco. No meu ponto de vista, o cara que tem tendência pra
    maluco, vai surtar com facebook, twitter, com jogo, pagina de sacanagem,
    blogs, com qualquer porcaria.

    Uma das coisas que eu mais odeio na rede era o tal do MSN, depois veio o
    Skype e todos esses trecos que te fazem receber mensagens. Eu tb não
    gosto disso la no facebook, mas suporto porque é uma forma de estar em
    contato direto com meus leitores.Tirando uns 10% de sequelados que vem
    falar comigo e aporrinhar (alguns até da família!) tem sido boa esta
    plataforma de contato e feedback com leitores. já fechei até negócio com
    o lance do facebook.

    Eu posso estar errado, mas no momento atual vejo as coisas de um jeito
    simples… De vez em quando penso que o problema não está no facebook.
    Está nas pessoas e sua preguiça de procurar coisas interessantes. É
    muito cômodo baixar a scrollbar esperando que algo interessante caia em
    seu colo de bandeja. Sair do facebook, orkut ou o que seja, nunca mudará
    isso, que é uma característica humana. Perceber este fato é algo
    fundamental para pessoas que vivem da geração de conteúdo (como eu).

    Enquanto muitos perdem tempo, poucos ganham grana. É a vida. Sempre foi, possivelmente, sempre será.

  • Philipe3d

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    Sei lá. Eu estou lá no Facebook, acho que uso normalmente, sem ficar
    viciado nem maluco. No meu ponto de vista, o cara que tem tendência pra
    maluco, vai surtar com facebook, twitter, com jogo, pagina de sacanagem,
    blogs, com qualquer porcaria.

    Uma das coisas que eu mais odeio na rede era o tal do MSN, depois veio o
    Skype e todos esses trecos que te fazem receber mensagens. Eu tb não
    gosto disso la no facebook, mas suporto porque é uma forma de estar em
    contato direto com meus leitores.Tirando uns 10% de sequelados que vem
    falar comigo e aporrinhar (alguns até da família!) tem sido boa esta
    plataforma de contato e feedback com leitores. já fechei até negócio com
    o lance do facebook.

    Eu posso estar errado, mas no momento atual vejo as coisas de um jeito
    simples… De vez em quando penso que o problema não está no facebook.
    Está nas pessoas e sua preguiça de procurar coisas interessantes. É
    muito cômodo baixar a scrollbar esperando que algo interessante caia em
    seu colo de bandeja. Sair do facebook, orkut ou o que seja, nunca mudará
    isso, que é uma característica humana. Perceber este fato é algo
    fundamental para pessoas que vivem da geração de conteúdo (como eu).

    Enquanto muitos perdem tempo, poucos ganham grana. É a vida. Sempre foi, possivelmente, sempre será.

  • http://www.facebook.com/thiago.chonchu Thiago Chonchu

    O que mais tem me assustado no facebook e a velocidade que qualquer informação surge,é aceita e compartilha pela maioria. Eu posso inventar qualquer coisa polêmica, reacionária, preconceituosa que em pouco tempo ela se espalhará como se fosse a verdade das verdades. Isso me lembra a macabra frase ”
    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

  • http://www.facebook.com/thiago.chonchu Thiago Chonchu

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

  • http://www.facebook.com/thiago.chonchu Thiago Chonchu

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    “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” . E mesmo com argumentos racionais e provas concretas é difícil combater esses delírios. Facebook é o novo Jornal Nacional, não há questionamento de nada.

  • Paula

    Ri com os sintomas….rs…minha vida andou quando deixei pra lá a rede social.

  • Katz

    Porra, tem algo mais constrangedor do que o facebook?

    Como podem vocês, clicar em um botão chamado “compartilhar” ou postar o
    vídeo da música que estão escutando, e achar isso normal? Porra, essa
    merda me dá ânsia de vômito.

    Há algo pior do que a carência ostensiva? Diga-me?!

    A primeira coisa que me vem na cabeça quando penso em facebook, é um
    lenhador… Vestindo uma roupa útil ao frio, deixando a barba do jeito
    que a natureza manda, pegando a porra do machado e mandando ver nas
    árvores. Foda-se o teu partido, foda-se o seu sorriso, foda-se a tua
    negação. Tudo o que você tem a comentar e a curtir sobre o que eu penso e o que acho, eu resolvo com esse machado.

  • Tatiana

    Concordo com cada palavra desse texto! Excluí minha conta há 5 dias, e, sinceramente, não sinto falta alguma. Acho que é preciso estar com a autoestima muito abalada pra ter que depender do facebook pra viver. Além disso, acho lastimável ver pessoas que eu considerava até certo ponto interessantes postando babaquices o tempo todo, ou, ainda, perceber que aquela pessoa que você admirava não consegue utilizar seu tempo ocioso (se é que isso existe) de forma mais proveitosa.

  • Claudio

    Cometi Facebookcidio a 15 dias. estou achando ótimo não ter a obrigacao social de postar, curtir, compartilhar e aceitar como amigo todos os que pedem. Amem!

  • Suzana

    Estava quase decidida a deixar o facebook (já abandonei uma vez, mas voltei por pressão de amigos e familiares). Mas agora já tenho certeza: não me adianta em nada. Rede social por rede social, ainda prefiro comunidades inteligentes do orkut (embora pouco habitadas) e o twitter. Abraços!

  • Pinto Virgem

    Cara sim eu apresento todos os sintomas descritos em cima,mas do meu caso nao e o facebook,mas sim o papodehomem!!!

  • Patrick Borges

    O grande problema das redes sociais é que as pessoas na verdade não sabem usar, saudades dos tempos do Orkut onde só era possível postar 12 fotos e era tudo sem muita frescura.
    Hoje em dia no Facebook as pessoas compartilham qualquer besteira que veem, o que torna a rede totalmente fútil, eu mesmo no meu Face 95% das atualizações dos meus amigos são de algo que não me interessa. Também estou prestes a excluir minha conta.

    Concordo quando dizem que o brasileiro não sabe utilizar redes sociais.

    Parabéns pelo texto!

    Abraço

  • Mauricio Alves

    Put A Keep A Real !!!
    Até que enfim encontrei alguém que cancelou sua conta no “FEICIBUQUI” por motivos óbvios. Suas palavras também são às minhas palavras, pois como disse, o próprio sistema é fantástico com essa jogada psicológica de “acorrentar” as pessoas dentro daquele mundo virtual, como bem conhecemos ou conhecíamos. Também cancelei à minha conta no final do ano passado, seguindo praticamente à sua linha de raciocínio. Entretanto, quando alguns conhecidos souberam disso, fui tachado de antissocial, maluco, viado, eticétera e tal… mas fazer o que né, algumas pessoas nasceram para ser “Gado”.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Li só agora, Guilherme.

    Achei bom o texto. Só no fim senti falta de expandir a citação “Sendo a Internet o reflexo da sociedade, se você não gosta do que vê no espelho, a solução não é mudar o espelho, mas a nós mesmos.” para dizer que o Facebook é uma excelente oportunidade de reconhecer como já estamos vivendo (dentro e fora do Facebook). Quanto mais o Facebook cresce, mais as pessoas percebem que assim não dá, que tá todo mundo louco. Essa percepção é crucial.

    Achar que tá todo mundo louco por causa do Facebook é, na minha visão, um engano.

    Se o Facebook acabasse hoje, essa loucura não acabaria. Então o ponto maior está longe de ser o Facebook. O ponto essencialmente é nossa mente e nossa operação na vida.

    E essa loucura segue igualzinha mesmo entre aqueles que nunca entraram no Facebook.

    Esse ponto pra mim faltou.

  • http://fabiorocha.com.br/ Fabio Rocha

    Resumiu tudo muito bem.

  • http://www.facebook.com/people/Leo-Moura/100003636074815 Leo Moura

    Já fui refém de redes sociais, interferências prejudiciais…

  • Ana

    Esse texto foi um belo tapa na cara.
    Tem dias que sonho com as notificações,sério!

  • http://www.facebook.com/people/Raul-Pedri-Feldmann/1126513731 Raul Pedri Feldmann

    Belo texto Gui!
    Concordo que a cada dia me vejo obrigado a dar unsubscribe e deletar mais e mais gente por tanta porcaria que eu sou obrigado a ver/ler.
    Mas como as pessoas não usam mais o MSN, o Facebook acaba sendo uma boa plataforma para conversar com os amigos quando necessário.

    Alias, cheguei neste texto porque ia manda uma mensagem falando que você tava sumido e não te achei ai o Cambi me linkou o texto.

    Só não some ai!
    Abs!

  • Andre

    Estou enfrentando uma tremenda crise de abstinência, tive que reativar meu twitter para poder manter a mente saudável (teoria da amenização de danos) , agora estou tentando sair gradualmente do twitter, com prática de exercícios físicos, caminhadas no parque e boas leituras como PDH.

  • http://twitter.com/thomasfreitas Thomas Freitas

    Hoje cometi facebookcídio. Tomei esta decisão na noite passada, quando me deitei na cama e refleti em como não estava me dando bem com os processos em minha home-office. Trabalho com edição de vídeos, roteiros e direção de cinema. Estava viciado. A cada vez que entrava na rede tinha que acessar a rede social de cinco em cinco minutos, isso quando demorava. Os projetos atrasados, a minha vida social atrasada também, havia uma certa satisfação naquelas notificações. Mas decidi que meu ego precisa de muito mais pra ser feliz. Obrigado pela dica.

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  • Cacau

    Texto massa amei …

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  • http://twitter.com/oaryjunior Ary da Silva Jr.

    Há dias que estou decidindo se excluo Twitter e Facebook. Encontrar esse post foi muito bom, quase tudo o que é falado nele é o que se passa com quem usa as redes sociais. Acho até que o Facebook estraga amizades à distância. Mudei de cidade e passei a me comunicar com meu melhor amigo pelo chat do Facebook ao invés de ligar. A sensação que eu tinha era que a amizade tinha enfraquecido, mas isso era nada mais do que o vazio que é falar com alguém sem ouvir o tom da voz, o jeito como as coisas são ditas. Relações pela internet não são válidas. Rede social me parece ilusão. Conviver com e ter informações sobre pessoas que não pertencem mais ou nunca pertenceram ou pertencerão às instituições sociais que você frequenta é dispensável. A saudade, a distância e o contato direto são essenciais para que a amizade, namoro, casamento e outrps tipos de relacionamento sejam bons. Redes sociais empobrecem as relações sociais e não o contrário. E tem detonado também a relação do indivíduo consigo.

  • Bruno Seixas

    Recentemente excluí tudo o que podia excluir. Twitter com 4.200 seguidores, Orkut (?), Google+, LinkedIn e Facebook.

    Via meus finais de semana e meu tempo livre totalmente tragados pela vida alheia, pela superficialidade e pela evidencialização do que chamo de “ser humano médio”, totalmente embriagado pela aceitação do próximo ao invés da valorização pessoal.

    Concluí que as pessoas realmente importantes estão acessíveis via telefone, uma viagem ou sei o endereço de todas e como acessá-las. Os outros 99% era voyerismo puro e autofágico.

    Creio que existe um problema grave quando a vida do outro passa a ser algo comoditizado. Podemos estar com alguém na França, ou na Grécia, ou dentro do UFC. Nos vemos nas fotos, nas marcações, ansiamos pelos comentários e negligenciamos as experiências. É como se vendessemos uma vida que esquecemos de aproveitar porque estávamos preocupados demais com o que os outros estavam fazendo e comentando sobre as nossas.

    Facebook killed the real life star.

    Not for me.

  • Marcelo Nogueira

    Li o artigo ontem, e hoje ao folear a Época Negócios foi impossível não lembrar do assunto.

    “O escritor e consultor Clay Shirky lembra-se de longos momentos de
    enfado na juventude, até que a internet chegou e pôde entretê-lo, por
    exemplo, às 4 horas da madrugada. Ele diz ter exultado, mas, com o
    tempo, percebeu que perdera algo: o alto valor do tédio. Entediar-se,
    diz Shirky, permite fazer um diagnóstico sobre o fosso entre o que você
    almeja e sua atual situação. Mas entediar-se na era digital pode ser um
    ato de disciplina: hoje ficarei olhando pela janela durante algum tempo.
    Assim como parar e ler um livro, pois o que antes era um hábito comum
    hoje exige um certo esforço.

    Em seu blog, Nicholas Carr somou-se à defesa do tédio. Fugimos dele
    porque significa a falta de estímulos motivadores, mas é justamente a
    dor provocada por essa sensação que nos impele a agir, abrindo caminhos
    para novas descobertas, afirma. A internet e todos os gadgets digitais
    viraram uma forma de contornar a dor do tédio, preenchendo cada minuto
    com chats, fóruns, tweets, downloads e notícias, mas ao mesmo tempo
    bloqueiam qualquer ação para superar o fosso. Isso pode ser perigoso
    para todos, sobretudo para as crianças, que, na ausência do impulso do
    tédio, talvez nunca descubram o que é mais importante para suas vidas.
    Porque o tédio permanente é tão ruim quanto a falta de tédio permanente.” Por Paulo Eduardo Nogueira

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  • Carol Ornellas

    É isso! Estou em processo de desapego do facebook, foi importante ler tudo isso nesse momento. Grata, muito grata! :)

  • Marina

    Excelente!

  • Lucia

    Acabei de cometer o facebookcídio e como todo dependente, estou ainda em fase de abstinência. Há algum tempo venho pensando em apagar mas acabo desistindo por conta das pessoas com quem converso e os contatos, já que hoje é simplesmente o meio de comunicação na internet, já não tem mais ninguém no msn ou usando e-mail com tanta frequência como entra no facebook. MAS… ultimamente eu só tenho me irritado quando entro naquilo e como vc disse, vinha postando cada vez menos, apenas o vício de logar e ficar olhando o feed de notícias. Infelizmente o hábito de fuçar a vida alheia me é muito intrínseco, por mais que esteja tentando me libertar disso, o fato é que acabo mais vendo páginas das pessoas que eu NÃO GOSTO ou que eu BRIGUEI em vez de realmente fazer algo BOM e ÚTIL. Sem contar tamanha irritação com os memes chatos que não param de se repetir nos feeds. Agora eu só espero não ter nenuma recaída! hahaha
    Gostei do texto, pois realmente, o facebook não serve pra nada. (E claro, isso me dá forças para seguir sem ele hahaha)

  • Priscila

    Cometi meu facebookcídio há dois anos. A princípio, minha intenção não era excluir o perfil, apenas desativá-lo. Estava na reta final do mestrado, sentindo-me culpada e nervosa com o tempo que perdia no Facebook, e planejava reativar o perfil depois que concluísse o curso. Alguns meses depois, já mestre, pensam que eu quis voltar? A vida era tão melhor sem Facebook que preferi deixar as coisas como estavam. Passados mais alguns meses, voltei a logar só para fazer a exclusão definitiva. Nunca me arrependi, pelo contrário.

    Acho legal se conscientizar das próprias forças e fraquezas. Existem pessoas que conseguem conviver com o Facebook sem se viciar, eu sei. Mas se a experiência cansou de me provar que eu não sou uma delas, a quem eu estava tentando enganar? Eu tinha um vício real, que me causava prejuízos reais, e precisava tomar ALGUMA providência que funcionasse. Ponto. Não sou contra o Facebook ou quem gosta dele – seria complicado ser contra quem gosta, já que até meus pais estão lá. Só não o quero para a MINHA vida.

  • Luciano Ferreira

    Redes sociais, FB que o diga, estão se tornando vulgares demais, o que está abrindo caminho para que muita gente saia destes meios. No Facebook, por exemplo, tudo o que vc faz é rastreado, como se estivesse sendo monitorado, e vc realmente esta, a todo o momento. Esta rede social já sofreu varias ações judiciais em diversos paises, há uma miriade de casos no mundo inteiro: mensagens privadas e particulares que se tornaram posts publicos (!!!), rastreio total ou parcial de localização para os que clicam o famoso botão “Curtir”, o que repercutiu na proibição feita pelos alemães em colocar estes botoes em qualquer site do País (agora já voltaram a colocar, mas com uma série de restrições por parte da comissão de proteção de dados alemã). Os europeus são mais rigorosos com a proteção e sigilo de suas informações se comparado aos americanos, brasileiro então nem dá pra mencionar, e não enxergo isso como um conservadorismo por parte deles, como muitos falaram.

    Como eu vi em um post por aí: “O Facebook é o pasto, e nós usuários somos o novo gado” ahahahahaha, quer queira ou não, a realidade é esta: expomos fotos de todos, ou quase todos nossos familiares sem se preocupar com as consequencias. Dependendo do perfil que vc acessa, conseguimos levantar tudo sobre a pessoa, há os mais inteligentes que até adicionam seus parentes como família, de forma que qualquer desconhecido fica sabendo em um clique quem são nossos pais, tios, primos e primas.

    O cúmulo de tudo isto aconteceu quando fui convidado para uma festa atraves daqueles convites do FB, e o cara que estava organizando o evento colocou os dados bancarios dele com CPF e tudo para antecipar a grana da festa. Nada contra estas atitudes, mas em minha opinião trata se de uma burrice sem limites, acredito que nem um neandertal faria uma coisa dessas.

  • Pingback: rodolfo viana morreu | rodolfo viana

  • Rodrigo

    Matéria sensacional Parabéns pela Propriedade sobre o assunto!
    Melo seu comentário foi ótimo também

    Valeu!

  • Luana

    EXCELENTE TEXTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Vou colar aqui um trecho do que escrevi do post do Alberto Brandão:
    “Tenho me irritado muito,porque quando falo que vou sair do Facebook, as pessoas me questionam como se eu fosse me mudar pra Marte. O que não entendo é essa defesa insana. Você fala que vai sair do Twitter, de casa, do país, se divorcia, se demite, vende o cabelo, muda de religião, muda de sexo, vai pra lua e todo mundo entende. Mas fala que vai sair do Facebook pra você ver!!!! É insana essa defesa! Aí, para mim, está detectado um viciado que não se percebeu como tal ainda.”

    Gostei muito de ler o post dos dois. Me fez entender e respeitar as diferenças.
    Mas to contigo. PRECISO sair desse trem!! kkkkkkk

    Um abraço!

  • Sonia

    Tá…mas eu só nao entendo uma coisinha,pq vcs continuam por aqui?

  • http://www.facebook.com/victorhugo.rodriguesreis1 Victor Hugo Rodrigues Reis

    Curti! hahahahahaha

  • Juliana

    Olá
    Queria dizer os meus parabéns pela sua iniciativa. Faz pouco tempo que eu tbm cometi o facebookcidio. Estou naquela fase em que eu estou sofrendo alguns sintomas de abstinencia rsrsr. Um dos motivos que me levaram a tomar esta atitude foi o tempo a eu perdia vendo o quanto a vida dos outros era boa ( só fotos de baladas e viagens e coisas deste tipo) e o eu tava deixando de viver a minha vida não virtual, com pessoas e sensações reais, vendo que as pessoas tem o seu lado não “glamoroso”.
    To de saco cheio de todas estas futilidades, e principalmente da necessidade de mostrar para os outras pessoas, muitas vezes se gabando de maneira desnecessaria… A gente não precisa de ninguem pagando pau para gente por a gente ta numa balada, ou ta dando uma festa de arromba ou comprou um carro. Eu me pergunto, o porque desta necessidade de dizer o quanto eu sou legal?? se no fundo da minha alma eu não sinto isso..

  • jeffsilva

    noia de facebook o.0

  • jeffsilva

    eu prefiro blog que rede social olhem meu blog
    http://jeff-desenhando.blogspot.com.br/

  • W. santos

    Caraleo mesmo fiz isso ontem e passei minha noite inteira lendo o que estava pendente on-line “Estou fora, até segunda ordem. Tenho mais a explorar no momento. Resolvi
    partir em busca de novas pairagens e ar puro. Há de existir mundo
    além-facebook.”²

  • Pingback: Menos informação e mais tempo para se dedicar aos seus desafios

  • Samns

    Pensei exatamente assim quando resolvi enterrar o faceburro. Banalidade em cima de futilidade, pessoas vazias nos enchendo de porcaria, pessoas burras fingindo ser inteligentes com posts de filósofos, livros….Mulheres desesperadas postando o sim a solteirice…outras postando fotos como em um ensaio da playboy … indiretas…amigos que nunca nos dão oi na rua ( sinistro ) Pensei que estava a beira de um colapso…muita contradição envolvida, resolvi me dedicar ao estudo ( Letras ) tinha muita coisa ( inteligível ) para colocar dentro dessa cachola…Parabéns!!! Adorei o artigo ;)

  • Daniel

    Desativei minha conta do face também, depois de dois meses refletindo sobre o assunto (pasmem! será que alguém algum dia imaginou que um site da internet geraria tanta reflexão filosófica?). Mas, de fato, tive de pensar muito para desativar, havia o medo de perder o contato de pessoas importantes, de ficar ilhado sem saber as discussões do momento, de perder o passa-tempo de horas de tédio, etc… Por outro lado – e me perdoem pelo que vou escrever: alguém poderá indagar: em pleno século XXI isso ainda? – havia colocado uma meta na minha vida de viver mais experiências significativas, de aproveitar melhor minhas amizades cara a cara, de me desafiar mais para conhecer as pessoas, de ouvir mais os outros, enfim, todos os ideais do romantismo…hehehe

    Mas acho que fiz uma boa escolha para mim ao desativar o face. Não vejo problema em quem gosta de usá-lo, mas eu não me dava mais bem com esse excesso de virtualidade em minha vida, não me dava mais bem em conversar com pessoas que não conversaria na vida de carne e osso… Além disso, lendo alguns textos sobre o assunto, alguns pensadores como Bauman (sim, um senhor de 86 anos!), que dizem que um dos problemas do face está em minar com os laços entre as pessoas por eliminar das relações justamente aquele elemento de responsabilidade que seria necessário em qualquer relação interpessoal mais profunda. No face simplesmente excluimos alguém, ignoramos ou ficamos off para alguém ou alguém faz isso com a gente, como se os seres humanos tivessem se tornado descartáveis ou uma espécie de produto na prateleira do supermercado passível de ser simplesmente trocado por outro… Eu não queria contribuir para esse comportamento superficial que a rapidez das redes sociais acabou por disseminar entre as pessoas… enfim, exclui o facebook e estou feliz (sei que isso soa como alguma espécie de recalque, mas como ser mais direto?)

    Parabéns pelo Blog!!!! Ótimo post!

  • Pingback: Facebook: como diminuir a quantidade de besteira e parar de perder tempo | PapodeHomem

  • Mateus Tonini Eitelwein

    Parabéns, eu estava realmente precisando ler isso aqui no PdH.

    Estou limpo há quase dois meses, desativei minha conta pela terceira vez (dessa vez acredito ser definitivo).

    É incrível como o facebook faz de tudo para mantê-lo na rede, percebi quando tentei “excluir” minha conta (o que é impossível) e tive a surpresa de só poder “desativá-la”, bastando somente fazer o login em um momento de bobeira para que tudo voltasse ao normal.

    Apesar de ser bem escondido, achei o caminho p/ desativar a conta, e eis que me deparo com a foto dos meus amigos mais próximos seguidas de uma frase do gênero: “Eles sentirão saudade”. Porra, não to me suicidando, mas o facebook me leva a crer que sim, minha vida acaba daquele ponto em diante.

    Quando você marca o motivo da sua saída, ex: “Perco muito tempo na rede” aparecem várias sugestões de como contornar a situação (utilizar filtros…), exceto quando você escolhe: “Não acho que o facebook seja útil”, no meu caso surgiu uma frase pequena escrita em língua inglesa que nem traduzi, diante da minha indignação com a dificuldade e jogo de chantagem p/ manter a conta.

    Minha decisão em desativar a conta foi simples, o mesmo motivo da migração do orkut p/ facebook: muita gente com voz e vez, muita besteira, muito tempo necessário p/ filtrar informações úteis, perfis de uma second life buscando alimentar seu ego, substituição de encontros pessoais por virtuais (sensação falsa de proximidade), afastamento da vida real e relações pessoais daquelas em que se olha no olho enquanto conversa.

    Houve um tempo em que para buscar informação bastava ir até o google, hoje perdemos mais templo selecionando informações do que lendo-as.

  • @MMLeitte

    Eu também cometi o Facebookcídio. É fato que você manter uma rede social faz parte da sua vida social, afinal o que mais ouço é “Poxa, Matheus. Cadê vc no Facebook? Queria te marcar em tal coisa.”. Você começa a não saber de certas coisas, certos acontecimentos. Mas o que fez eu agir assim foi o fato das pessoas não compartilharem conhecimento e ideias nas suas timelines, eles só compartilham aquelas mensagens iguais Spam de Power Point. Não vemos o lado interessante das pessoas, só o lado Spam das pessoas.
    Eu sempre tentei ser criativo e engraçadinho, mas me vi ilhado de bobagens onde eu era o diferente. MInha lei sempre foi “ter no Facebook só quem eu conheço na vida real e só quem eu FALO de verdade”. Nunca passei de 215 amigos e mesmo assim só uns 30 que interagem comigo, no máximo.
    Não me faz falta (e nâo estou mentindo pra mim mesmo. Eu repito: não me faz falta).

  • Santos

    Em todos os cantos você encontra pessoas conectadas ao Facebook, mesmo quando NÃO DEVERIA. Este final de semana, fui num concerto de música antiga. Ao meu lado, uma jovem com o celular em riste, curtindo e compartilhando sua vidinha virtual, ao invés de se inteirar do conteúdo da obra.

  • Leandro Andrade

    Porra cara, achei seu texto fabuloso! Eu recentemente havia deletado o facebook pela quantidade de desprazer que ele me causava… Agora eu fiz outro e estou em uma experiencia nova, tentando controlar essa maquina virtual bizarra, que normalmente me controla… Talvez eu escreva um texto sobre isso também.
    Abraços!

  • Alexandre Limamoura

    Muito bom o post. Parabéns, concordo com tudo o que foi dito…

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  • Adler

    melhor do que essa leitura, é essa leitura pouco tempo depois de ter cometido “facebookcídio”. total identificação com essas ideias. nos vemos na caça pela informação, enquanto alguns esperam que ela chegue via feed de notícias,

  • Zorann

    Parabéns! Primeira vez que entro neste site e fico admirado com sua capacidade dissertativa e o teu pensamento crítico, aposto que mais uma lidinha nos seus outros textos vão me tornar um leitor assíduo deste site.

  • Ilza Lacassagne

    Olá, mais um, rsrs, tb cometi Facebookcídio , sim há ali um barulho infernal que sintomatiza insatisfação pessoal, necessidade de autoafirmação, exibicionismo, inveja, e por aí vai… reforça o que há de mais vazio e fútil no ser humano. Eu mesma passei por uma situação bastante constrangedora em meu perfil, sobre a qual questionei com uma pessoa que me era muito querida sobre o ocorrido e ainda fui vista como a “torta” da história, simplesmente por querer respeito em meu timeline, foi então que saí sem remorso e em completo silêncio do Facebook. e de tdo o mais. Hj só tenho um e-mail como forma de comunicação que já estou mudando, farei outro. Prefiro mesmo me relacionar socialmente olho no olho com pessoas reais, sinceras e que estão dispostas a trocar ideias e conhecimentos tb reais, verdadeiros e profundos. Atualmente totalmente off na rede e on line na vida real. Nunca fui muito de postar no FB, mas conheço gente compulsiva que posta o dia inteiro e de qualquer lugar, duvido que trabalhem ou que sejam realmente tdo aquilo que “dizem” ser nas suas postagens (frases feitas) asneiras. Autistas da Web, ta aí, esta é uma nova síndrome. Se Freud estivesse vivo diria que o Facebook é a entrada real para inconsciente. Belo texto parabéns!! Grande abraço.

  • Allan Zaarour

    Cometi nesse instante! Vamos ver como rola a abstinência e a insistência no mundo real: “você viu tal coisa que não sei quem postou?” Dureza.

  • Antonio

    a melhor coisa é fazer aquele sexo casual de boua e não ter que no dia seguinte adicionar ou receber convite da mina pelo facebook. isso não tem preço

  • Lara

    Guilherme…Por favor me responda oq acontece qdo n respondemos a solicitação de maizade de alguem?Sabe me dizer se com o tempo o proprio Facebook deleta a solicitação por si só?

  • Fabiana Silva

    Oi Guilherme…Boa tarde…Eu gostaria de saber oq acontece qdo alguem nos adiciona no face e n respondemos a solicitação de amizade?O face com o tempo exclui essa solicitação por si só?Desde ja obrigada…bjos….

  • Bárbara Monteiro

    Genial o texto! É foda quando a ficha cai e você se vê num retrocesso (porque é a isso, em diferentes graus, que o facebook te leva). Tô a um passo de deletar.

  • Lia

    Nunca gostei do facebook mas como muitos me senti pressionada por fazer uma conta. A fiz no ano 2008 mas nunca me senti a vontade com toda aquela exposição. Nunca gostei de postar alguma foto minha (que as vezes o fiz por pressão) nunca gostei de expor minha opinião (porque chegou uma hora que tinha nao so amigos como familiares, chefes, colegas de trabalho… E as configurações de privacidade sao muito mais complicadas que as do Google + que basta vc fazer os círculos) enfim… Mas o que mais me chateava com o facebook é que as pessoas simplesmente deixaram de me telefonar ou mandar email para conversar ou marcar algo. Os convites estavam postados no facebook, se vc nao viu.. Azar o seu! Simplesmente pelo fato do cara ter vc lá como “amigo” entao já nao era mais necessário “conversar” com vc. E aí que as pessoas ficavam bravas se eu nao postava porque ninguém mais pergunta de ninguém, espiona-se os perfis e adivinha-se como estão as pessoas… Eu achava tudo aquilo muito chato, sentia saudades de quando os amigos me chamavam por telefone pra bater um papo.
    Enfim, com a piada do tubby e a merda do lulu tomei a decisão de me despedir de todo mundo e deletei minha conta. Me senti meio idiota quando percebi wue o tubby era trollagem e que tinha deletado a conta. Mas por outro lado em 3 dias que a minha conta ficou deletado entao os verdadeiros amigos me telefonaram e me convidaram a tomar um café (puxa em 5 anos de facebook parecia que já nao era necessário conversar pessoalmente!) . Há muita pressão para que eu volte, mas nao, obrigada, nao vi meus negócios melhorarem por causa do facebook, nao vi uma relação melhorar por causa do face… E me sinto mais livre e segura na minha privacidade. Além do mais tenho percebido wue aumenta as páginas de ódio no face. Fora fora

  • Camila Barros

    Acabei de me dar conta de que eu só conheci o PdH depois que aboliram o Facebook do meu trabalho… Me fizeram um grande favor…! Excelente reflexão!!! A título de complementação, sugiro o estudo de conformidade de Asch. Ele me foi esclarecedor na compreensão dos fenômenos relacionados ao Facebook… Gratidão!!
    http://dharmalog.com/2011/09/21/quem-esta-pensando-por-voce-3-exemplos-do-experimento-de-conformidade-de-asch-video/

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  • Thatiana Guimaraes

    hahaha sexo fácil, um pouco pretensioso teu texto. Como todo mundo que deleta o facebook, você garantiu que todos soubessem disso. Parabéns?!

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