Vivemos numa geração meio mariquinha

Jader Pires

por
em às | Debates, PdH Shots


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O Alexandre Matias pinçou, lá no Trabalho Sujo, um teco do texto escrito pelo Clint Eastwood que foi publicado na Piauí desse mês.

“Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.

Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.”

Definitivamente o Clint Eastwood é um cara fodão. A gente já falou sobre ele mais de uma vez e já refletimos sobre as afirmações grosseiras e completamente pertinentes que ele lança, já na fase passada dos 80 anos.

Aqui no PapodeHomem, o Guilherme já afirmou que, em matéria de embate profissional, um murro na cara não dá demissão. Por aqui, amigo não acostumado com uma boa briga entre lenhadores, a chapa esquenta, o bicho pega, a giripoca pia, a casa cai, a porra fica séria.

Num mundo normal, corporativo, ideias seriam debatidas como quem come um sorvete de melancia, cheio de meandros, de cuidados para não escorrer, de como seria a forma mais perfeita de comer um gelado, como  obter a tal explosão de sabores. Ao final, uma nova reunião seria marcada para decidir o que foi apresentado na reunião anterior. Um papo mariquinha, feito por mariquinhas com o intuito de ter um trabalho tranquilo e marica.

Que? Você não gosta de sorvete de melancia? Acho que esse texto não é pra você. Tenta esse aqui do Gitti.

O lance é que, hoje, a violência é rechaçada pela sociedade. Não que devêssemos agir de modo contrário e fazer to nosso entorno um verdadeiro Mad Max. Mas, aparentemente, parece que ultrapassamos o limite de negar a violência e adentramos numa linha de pensamento anestesiada, em que qualquer ruptura do equilíbrio emocional é caracterizado como bruto, selvagem, retrógrado, bestial. Fomos criados por mulheres e esquecemos como pode ser útil e produtivo levantar a voz, mandar alguém tomar no cu, bater o pau na mesa e defender uma opinião, um sentimento, uma ideologia.

Temos que ser delicados, temos que debater em ordem, com parcimônia, deixar o outro falar, ouvir calado e transformar um revés em algo positivo. Nos instruíram, basicamente, a fazer da nossa vida e de todos a nossa volta um cobertozinho quentinho, fofinho e confortável. Tudo é uma white fluffy cloud esperando bundas macias e afáveis para aconchegar-se. Tudo errado.

Não tô defendendo a ogrice gratuita. “Há que endurecer, mas sem perder a ternura” (ou algo que valha).

Pensar é justo. Digo, é obrigatório. Mas pensar demais cansa e agir de menos engorda, amolece. Eu pensei e pensei por anos a fio enquanto mofava num cargo de banco. Quando parei de pensar e comecei a agir, virei editor do PapodeHomem e abri um hostel, o Santa Maloca.

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Dizem também que ler é mais “inteligente” que ver apenas uma figura.

Eu acho que tem gente que fala demais e, claro, faz de menos. O Clint Eastwood fala pra caralho e faz pra caralho. Taí algo de grande valor.

E cê acha que o mundo está mesmo dominado por “mariquinhas”? Ou temos, hoje, a maior quantidade da história de homens de respeito?

Obs: O texto publicado na Piauí foi, originalmente faz parte de uma entrevista dada à revista Esquire, em 2008, com o título de What i’ve Learned (ou, em bom portuga, “o que aprendi”).

Jader Pires

É escritor e editor do Papo de Homem. Lançou, nesse ano, seu primeiro livro de contos, o Ela Prefere as Uvas Verdes e outras histórias de perdas e encontros.


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  • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

    Não vivemos em uma geração “mariquinha”. Quem diz isso no final provavelmente hoje é algum cara que se sente acuado com a negação de violência que as pessoas fazem.

    Se o cara acha que está em uma geração mariquinha, melhor ele ir para o Irã…

    Não discordo que certas coisas seria mais fácil resolver de um jeito mais duro, mais ativo, mais de ataque e com um toque de violência. Mas em tempos de “não me toque” ou “não fale comigo”, criamos muros invisíveis que seguram nossa atitude interior.  Talvez, justamente por temermos a morte, ou por justamente saber as consequências de uma violência extrema, é que repudiamos atitudes violentas, socos na cara e ofensas gratuitas. As vezes é difícil medir o limite entre uma briga entre amigos e uma luta por se manter vivo.

    E se for para “banalizar” a violência, aí lembremos que na mesma época que coisas eram resolvidas no soco, mulheres apanhavam até a morte por simplesmente ter olhado para outro cara. Eis aí um outro motivo para a “negação da violência” –  o fato de que uma violência pode estar associada a outra.

    Eu já briguei muito na vida quando criança por me desrespeitarem. Hoje tento evitar. Pois sei que se eu começar a resolver algo no soco, provavelmente vou até a morte do meu adversário ou de nós dois.

    • SonnyAllan

      Cara, eu realmente acho que o brigar explicito no texto e na própria declaração do Clint ta além de sair na porrada a cada cinco segundos. Mas assim, eu só acho. 

    • http://twitter.com/ratobiblioteca CristineM

       Concordo com seu comentário. Não dá pra banalizar a violência e resolver tudo no tapa, já vimos que isso não dá certo. O que entendi do artigo é que em vez de ficar filosofando sobre o rabo da lagartixa, precisamos agir e fazer o que deve ser feito. Isso é ser adulto e assumir o controle da prórpia vida. Ah, e isso serve para homens e mulheres!
      Abraços!

      • jaderpires

        Exatamente, Cristine. O lance está mais na ação que na porrada.
        E certamente serve pra qualquer pessoa do mundo. Homem ou mulher.

    • jaderpires

      É engraçado como as pessoas focam em detalhes. E isso não é um demérito.
      Eu, ao ler o trecho falado pelo Clint, fiquei na cabeça sobre o “talvez estejamos pensando demais sobre o sentido da vida”. Isso me fez perceber que há mesmo muita gente filosofando demais e aplicando de menos, agindo de menos. Esse é p intuito do texto.

      Claro que não vou defenter a violência gratuita. Pra mim, o que ele disse sobre sair no pau passa mais por esse lance de agir mais e pensar menos do que a parte da violência em si.

      São duas visões pra um mesmo texto.

      • http://www.facebook.com/arthur.s.mendonca Arthur Silva Mendonça

        ”Meu pai tinha um casal de filhos no início da Grande Depressão. Não havia emprego. Não havia previdência social. Mal se conseguia sobreviver. Naquele tempo as pessoas eram mais duronas.” (parte da entrevista do Clint)

        o cara foi criado num época punk da economia americana. Ele deve ter aprendido isso tudo sentindo no próprio couro.
        (olha a filosofia aí de novo)

      • Alberto

         Mas quem quer criticar algo e não encontra uma base sólida para tal, busca um ou  outro detalhe possivelmente ambíguo e desvia-o até esquecer de onde partiu, aí fala absurdos inimagináveis. Coisa de quem, como já se falou aqui à exaustão, de quem fala muito e age pouco.

      • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

        Entendi diferente um pouco, como eu disse acima ao Guilherme, foi mal. 

        Penso que pensamos demais hoje porque já vivemos uma época de extremos. Hoje realmente pensamos mais antes de agir (eu que o diga… só que só penso e não ajo =p ). Por um simples fato: realmente não sabemos a reação alheia, pois até mesmo um “oi, tudo bem”, pode desencadear justamente um soco na cara…

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      //Eu já briguei muito na vida quando criança por me desrespeitarem. Hoje tento evitar. Pois sei que se eu começar a resolver algo no soco, provavelmente vou até a morte do meu adversário ou de nós dois.

      Aham, sei.

      Se entrar numa briga de socos a sua decisão, já tomada, é sair somente em caso de morte.

      Menos bravata, Vagner, por favor.

      Dessa maneira você se equipara à própria crítica. Parece apenas estar reprimindo um instinto assassino e sem nenhum bom senso, escondido sob uma camada de falsa cortesia e civilidade.

      Seu comentário começou bem, traçando paralelos amplos, citando outras culturas…e derrapou horrivelmente ao final.

      Além do que, o Jader não trata da violência enquanto mão na fuça, está é flertando com as noções de uma postura mais agressiva/assertiva na vida, como um todo. A proposta é de equilíbrio saudável, entendendo que não devemos ter tanto pudor/receio ao caminhar pelo mundo, atrás do que queremos.

      • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

        Pareço estar não, estou mesmo. Sou meio monstro (acho) :p :)

        Provavelmente interpretei um pouco diferente o texto, mas o pessoal aí já falou o porque. Afinal, falar sobre “mariquinha” e colocar um pouco de relatos sobre brigas internas no soco, dá nisso :)

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        //Pareço estar não, estou mesmo. Sou meio monstro (acho) :p :)

        o Fred Mattos escreveu esses dias sobre como identificar psicopatas, dá um pulo lá…

        huahuahuahu

      • http://www.facebook.com/people/Vicente-Lo-Duca/100000327132630 Vicente Lo Duca

        o cara é meio monstro e põe “:p” no final, francamente, até os monstros de antigamente eram menos mariquinhas, hahahaha

  • SC

    Não sei não : vejo com muita desconfiança essa nostalgia da masculinidade perdida, mesmo com todos os condicionantes. Resolver no comitê do sorvete de melancia é um saco, mas no fim das contas, me parece bem mais produtivo…

    Mariquinha power forever !

    • jaderpires

      É o oposto do produtivo. Claro que ninguém deve sair na porrada efetivamente. Mas ficar um alisando o outro, tomando cuidado pra não machucar a opinião do outro, pisando em ovos por conta da hierarquia, dos anseios do futuro profissional é o completo oposto de ser algo mais produtivo.

      O comitê do sorvete é o atraso de vida do mundo. É a igreja da Idade Média.

      • http://www.facebook.com/people/Juliano-Passos/1367555270 Juliano Passos

        Velho, você disse exatamente o que sentimos quando temos alguém em posição hierárquica maior que a nossa e gosta de exercer poder. Pisando em ovos, acho que grande parte desse acovardamento (nem sei se esse termo existe) se deve por influencia dos mais fortes em cima dos mais fracos, quando não há o respeito e sim a imposição, a disseminação de atitudes mais água com açucar se tornam mais comuns e dominante.Claro que sendo apenas um complemento numa gama muito maior de outros fatores…

        Essa imagem já foi wallpaper e já colocando ela novamente, daria um belo cartaz ou quadro pra loja!

      • Raquel P

        Concordo.

        Sangue nos óio forever!

  • Marcos Augusto Nunes

    Bato o pau na mesa e defendo a opinião de que Clint está errado no que disse e 99% das vezes errado no que faz. Dos filmes recentes dele só gostei daquele onde ele é morto no fim – Gran Torino. Contradição, né? Fica a lição bíblica de que o deusinho da história cuspiu o que não era nem quente nem frio, mas morno. Bah, não tô nem aí para lições bíblicas. Sou maricas. Acho que não vale a pena bater o pau na mesa para forçar a vitória de sua razão quando ela certamente será desmistificada lá na frente como um equívoco. Melhor cogitar melhor, acordar, resolver junto. Daí agir. E errar com toda propriedade maricas do mundo.

    • jaderpires

      Boa, garoto! Se todo mundo discordasse assim do Clint, ele daria mais moral pra galera, hahahaha.

  • Dado Teles

    Não penso que a sociedade tenha que ser menos ou mais maricas. O que falta é autenticidade das atitudes, expressar verdadeiramente o que pensa e sente diante das situações, com a carga de emoção que tais demonstrações exigirem. Falta o funcionário não baixar a cabeça a tudo o que o chefe diz ou manda. Falta o esposo/esposa se afirmarem mais em seus relacionamentos como iguais e responsáveis por sua manutenção. Falta sinceridade nas amizades, deixar de passar a mão na cabeça do(a) amigo(a) para ficar bem na fita.

    Esse excesso de “politicamente correto” já encheu…

    • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

      Dependendo das expressões, a pessoa acaba perdendo o que não queria. Se o mundo fosse feito de sinceros, seriam poucos, pois o resto estaria morto pelos super sinceros. “Ah, eu não gosto de você, então morra!”

      • Dado Teles

        Vagner, não vamos confundir sinceridade com franqueza rude. Acho que tudo pode ser falado, o que importa é como.

      • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

        Meio linha tênue.

      • Leonardo Andrade

        É bem comum confundir sinceridade com grosseria. Tem gente que até pede desculpas por ser sincero. 

    • Fabiofinch

      É isso aí!!! Concordo plenamente!
      O mundo de hoje, assim como a maioria esmagadora de pessoas, é fake…

    • http://www.facebook.com/lmanoel Leonardo Manoel

      Cara, o melhor comentário de todos até agora!

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    Jader dando surra de pau mole na cara da maricada. Me espanta ir nos comentários e ler “Sou maricas”. 

    • jaderpires

      “Sou maricas” é o novo “eu vou prover para a nossa família enquanto você cuida da casa e dos filhos”.

    • http://twitter.com/tassoevan Tasso Evangelista

      Compartilho do espanto. Quantos machos-beta comentando aqui…

    • Marcos Augusto Nunes

       Espanta por que? Que surra ele deu na “maricada”. O povo, unido, jamais será vencido. Pirncipalmente por uma facção de pseudomachos alfa que nada tem a dizer e que axcham que podem impor uma ditadura da força física contra a razão multidivergente. Não podem. Perdem. Restam as lamúrias. O mundo está perdido, etc. Ora, o mundo está aí…

    • André Kaminski

      Podem me criticar a vontade, mas é esse o público-alvo que o Papo de Homem se focou nos últimos 2-3 anos. Tanto é que me surpreendeu ver este tipo de texto novamente publicado aqui.

      Todavia, independente de foco, textos do Jader e do Fred Fagundes sempre são ótimos. 

  • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Henrique-Gordo/100000230207408 Gustavo Henrique Gordo

    Maricas não sei. Mas que hoje em dia tudo ta chato e entediante, isso eu tenho certeza. ” Ah, mas é opinião dele..” Foda-se! É por essa e outras que temos que aguentar Michel Teló, Gustavo Lima, Mulher Melância e… Bem, vo parar de dar exemplos, tem muitos.

    • Matsuura Junichiro

      E o pior é que esses caras ficam se achando. Só porque vendem CD pra cacilda, os “shows” bombam, tem um monte de periguetes – que não entendem NADA de música – se prostrando de joelhos diante da “arte” deles, eles “pensam” que TODOS tem obrigação de se prostrar aos pés deles também.

      Dá raiva pra carvalho quanto um desses babacas reclama – geralmente em programas de TV – que alguém questionou a qualidade “artística” deles.

      Detalhe, as mulheres-fruta do pseudofunk – chamar aquilo de funk é idiotice – são todas umas tremendas gatonas, MAS NÃO ENTENDEM NADA DE MÚSICA.

      Simples assim.

  • SonnyAllan

    Falta brigar por ideologias, falta sair na porrada pra defender direitos, falta deixar de ser frouxo e achar que podemos sempre chegar a um consenso. Sim eu acho que tem muito marica por ai. Também acho que resolver no murro vai além de resolver no murro. Também acho que esse “não me toque, se não eu choro” generalizado é uma baita de uma alienação. 

  • FelipeSerra

    Provocação interessante, só mudaria alguns pontos onde você falou violência por conflito. 

    • jaderpires

      Complemente.

      • FelipeSerra

        Quando vejo alguém usando a palavra violência, remete a um ataque a pessoa, de uma forma quase irracional. Conflito remete a interesses, idéias diferentes, pontos distintos. Em uma discussão de trabalho acho que não precisamos ser violentos por exemplo, mas sim não ficar com medo de conflitar com a opinião do outro. Não é descambar para o que esse babaca ta falando, o que eu veria como violência, mas também não é deixar de falar para evitar ser contraposto.

      • jaderpires

        Justo. Bem justo.

  • Tatiana

    Apáputaquepariu! 

  • http://www.facebook.com/tfontesantana Thaís Fonte Santana

    Cara, acho que é uma evolução já não resolvermos tudo na base da porrada, do tom de voz elevado etc. Concordo que algumas situações PEDEM uma atitude mais drástica e menos mimimi, mas, falando por experiência própria: quem não entra na dança do mimimi roda, na prática. Infelizmente, precisamos de emprego, de posições, de grana e de engolir alguns sapos de vez em quando. Defender-se é válido, mas hay que saber COMO. 

    • jaderpires

      Não disse que o jogo dos caras deve ser jogado. A roda funciona assim hoje. Isos não quer dizer que temos que ser condizentes e fazer disso um costume e acabar aceitando como a prática adotada.

      Eu trabalhei num banco por quase sete anos. Fui político e a porra toda. Todos os dedos necessários. Cansei. Não tinha o perfil. Há quem tenha o tal perfil. Tem aqueles que nçao aguentam e vão atrás de outras coisas. Agora, triste é ver aqueles que não gostam, mas fazem porque…”ah, é porque o mundo é assim mesmo”.

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001580727355 Michelle Mantesso

        Trampo em banco, essa não é a minha e já estou dando meus pulos pra pular fora…rsrsrs…e até ano passado estava numa relação estável (ou seria instável!?) de mais de 10 anos que já tinha dado o que tinha pra dar…aí um dia resolvi que os mimimis deviam acabar, os “e se” também deviam parar pra dar lugar a ação: e então a fila andou! Essa foi, sem dúvida nenhuma, uma das melhores atitudes que tomei na vida! E essa atitude certa está meio que puxando a atitude citada ali no começo (o pular fora…).
        Começar uma mudança, tomar uma atitude é sempre muito difícil…afinal vc sai da sua zona de conforto pra arcar sozinho com o bônus e o ônus disso…e tem muita gente que não tá preparado pro segundo! Mas às vezes é só tomando porrada que a gente aprende! E é aí que eu concordo com vc: às vezes a porrada, o bater o pau na mesa, o bater no peito e dizer : “pode mandar que eu aguento!” é mais que necessário!  Isso é atitude…e quem tem essa atitude não é maricas!Acho que falta pra muitas pessoas o realizar, o fazer acontecer, o arriscar…é mais cômodo só reclamar e continuar na rotina do “Todo dia ela faz tudo sempre igual…” ou simplesmente aceitar passivamente a situação e se tornar o coitado (chega a ser até meio Idade Média isso!)…mas aí cabe uma frase sempre dita por uma grande amiga minha: “Ninguém nesse mundo é digno de pena!”….logo, sou a favor do: menos mimimi e mais atitude, por favor!

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    gente, q texto bobo. mesmo que hj em dia as pessoas sejam mesmo assim, o cara chegar e pagar de machao durao e chamar todo mundo de mariquinhas tb é coisa de gente ridícula. fica o roto falando do esfarrapado.

    • jaderpires

      Tu tá falando do texto do Clint Eastwood ou do meu? Porque não me vi escrevendo pagando de machão algum. Como disse uns comentários acima, o texto do Clint me chamou atenção pelo final, onde ele fala de que talvez estamos pensando demais no sentido da vida. Claro que trata-se de um questionamento feito por um homem de quase 82 anos, que já passou por todos os tipos de questionamento. O lance da porrada é pura nostalgia de uma época em que ele era mais ativo, mais participante do todo. Hoje, como um velho, é fácil demais dizer que o passado é melhor que o futuro.

      Me admira você, Alex Castro, chamando de ridículo um texto em que tu pega a parte pelo todo. Tststs….

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        estou falando do texto dele. vc é lindo, jader-san.

    • Rodrigo Cambiaghi

      Não foi você que disse que só tem amiga mulher e se relaciona pouquíssimo com homens?

      Ta explicado…

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

         eu só acho que é mt facil falar isso aí q ele não falou e não requer nenhum tipo de masculinidade pra dizer isso… aliás, o que é masculinidade?

      • luciano

        Jamais insinuando qualquer coisa, mas a útlima vez que vi um homem indagando o que é masculinidade, ele virou gay no fim do dia.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

         hahahah! e se eu virar gay no fim do dia? tem problema? nao pode? invalida alguma coisa? :) ai ai é tão bonitinho o povo vindo “questionar minha masculinidade”….

      • Matsuura Junichiro

        Questionar a masculinidade alheia é coisa de mariquinha.

    • http://twitter.com/leonardofratini Leonardo Fratini

      Conflito entre editores do PdH… Tomara que o Alex Castro seja afastado, de 10 textos que escreve 9 são porcarias.

      • jaderpires

        Completamente errado, Leonardo.
        Conflitos entre editores do PdH é algo formidável e isso que fomenta novos textos fodas. Afastar o Alex nem estaria entre as coisas que pensamos em fazer.

        Acho rico ele discordar de tudo o que tá escrito, asism como acho rico eu discordar de muita coisa que ele fala e escreve.

        “Posso discordar completamente do que você diz, mas vou defender até a morte seu direito de dizê-lo”.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

         hahahahah! A equipe de conteudo do PdH tem 7 pessoas fixas e publica 3 textos por dia. Acho que a gente nunca concordou em nada. Sempre tem um texto que um gosta, ou que outro desgosta. Super normal.

        Mas ó, Leo, se vc quiser se afastar de mim, fique à vontade. :)

      • http://www.facebook.com/people/Rafael-Salinas/100001186770841 Rafael Salinas

         Os leitores mais frequentes já devem ter percebido, um tema vira polêmica na sociedade, o PdH sempre traz pelo menos duas opiniões diferentes na mesma semana, como aconteceu com o caso da PM na usp e vários outros textos mostrando argumentos que defendem os dois lados da história e na maioria dos casos ambos os textos são muito bons. Acho que deve ser fruto desse estímulo ao conflito entre os editores pra evitar uma única visão sobre os temas.

      • Matsuura Junichiro

        Mesmo porque questionamentos fazem parte da vida. Ninguém é inquestionável.

      • Josias

        Troll Detected

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

      Cara tenho que concordar com você, sem contar que a coisa “hoje só temos molengas no mundo” é disco muiiiiiiiiiito arranhado. Dá para fazer até prece e música com isso …

  • http://www.facebook.com/people/Júlivan-Arantes-da-Silva/100001032282778 Júlivan Arantes da Silva

    Concordo com o autor. Estranho é que a maioria dos textos aqui defendam justamente o contrário: Não veja as fotos da atriz pelada porque é feio, jogue o video game da amizade, método karatê kid, etc. E não tem haver tanto com a questão de ser hetero ou homo: penso em Alexandre, o Grande, como um cara FODA, mesmo flertando com alguém do mesmo sexo. Enfim, penso em atitudes, de ir com a faca nos dentes e fazer acontecer.

    • jaderpires

      Pelo que você falou, tu não concorda em nada comigo não, Julivan.

      Por que o jogo da amizade é ruim? O que isso tem a ver com agir mais em vez de ficar só no campo das ideias? O que o método karatê kid tem que te faz pensar e não agir, se o texto é justamente sobre como agir melhor em absolutamente tudo o que fazemos?
      A pegada aqui é sobre como as pessoas deixam oportunidades passarem porque pensam demais. São situações que deveriam ser resolvidas de cara, com um papo franco e de fala mais alta, do que uma troca de emails cheio de dedos pra não ofender ninguém.

      O PapodeHomem não defende o contrário do que eu disse aqui. As coisas se complementam.

      • http://www.facebook.com/people/Júlivan-Arantes-da-Silva/100001032282778 Júlivan Arantes da Silva

        Não sei, mas esses textos que eu citei parecem algo do tipo… ”Ah! Olhe só para mim, eu sou o duende encantado na terra do pirulito!” pulando e mexendo os dedinhos… (créditos a Homer Simpson)

      • jaderpires

        Nada, cara.

        São ótimos textos que podem servir para inúmeros debates e, mais ainda, para a melhora efetiva de muita gente.

        Sobre games, acho muito foda mostrar uma saída para a tonelada de jogos iguais. Não porque eles são violentos, mas porque estão todos muito iguais e é muito fos quando se pega um jogo foda que vai conta a maré. podia ser o contrário, caso que acontece com o humor, onde todo mundo tá certinho demais e a gente gosta quando vem um e suja tudo, faz o politicamente incorreto.
        Já o texto do Gitti, cara, tudo nessa vida é uma questão de treino. Se você quiser, pode focar em um atributo da vida e reinar para ficar fodão, caso do “treine por 10 mil horas”. Agora, imagina como seria foda você treinar absolutamente tudo o que você faz. Certeza que seria um homem melhor.Pode não concordar, pode achar difícil demais, mas achar que é tudo balela me parece simplista demais, não acha?

    • Matsuura Junichiro

      Se não pode ver atriz pelada, veja baranga pelada, Tá resolvido o problema.
      Videogame da amizade não existe. Vamos jogar Carmageddon, e nos divertir pra carvalho com isso.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=1284083944 Hique P. Zarquon

    A agressividade humana (principalmente, no homem) serviu de trampolim evolutivo para que chegássemos até aqui sem concorrência. Mas, hoje em dia, se converteu em um obstáculo, e não raro em “muleta” para aqueles que não sabem o valor de um diálogo. 

    O que eu penso, é que a grande maioria das pessoas vêem como ameaça uma pessoa que pensa e age sob uma influência retrógrada de pensamento na qual se levanta a voz, e bate de frente sempre que algo lhe parece incorreto e ofensivo. 

    Acho sim que deveríamos ser um pouco menos “maricas” no que diz respeito à usurpação de nossos direitos, e no tocante à proteção de nossos valores. Mas sempre se questionando se é a hora ideal para dar um pontapé na mesa ou sentar-se à mesma para ouvir e debater.

  • Jose

    Tão ou mais desagradável que a ditadura do politicamente correto é a do politicamente incorreto. O mundo não está uma merda, o mundo sempre foi uma merda, guerras, mortes, intolerância, o que o homem busca (em tese) é evoluir e aprender que há pessoas que pensam e agem de forma diferente da que ele aprendeu enclausurado no quintal dele. A galera que é 100% “não-me-toque” é chata pra caralho, mas essa ogromania é pior, pq é a semente da intolerância, que por sua vez é semente da violência. Como disseram aí, quem se sente incomodado com diálogo, no mínimo tá acuado com isso, ou provavelmente não sabe dialogar nem com o espelho.

    • jaderpires

      Qual ogromia, José.
      A do Clint – não é uma ogromia nova. É o discurso de um velhote de 82 anos! Claro que a época dele era melhor em tudo. É a nostalgia. Vale reler o trecho que separei pro texto e reparar em como ele diz que se pensa demais hoje e se age de menos. Que se põe muitos dedos pra discutir coisas que, muitas vezes, seria resolvido melhor no levantar de voz para o bem do assunto.

      A minha. Não sei se fui ogro, creio que não.

  • http://www.facebook.com/people/Pedro-Henrique-Pires/100001897651044 Pedro Henrique Pires

    Cara, se quer conversar conversa, se quer brigar briga porra! Que se foda a opinião alheia, faça o que quer fazer, o resto que se foda. Mania de generalizar coisas não generalizáveis…

    • jaderpires

      Esse é o comentário mais alucinado que já li no PapodeHomem.

      Mentira. não é não.

      • http://www.facebook.com/people/Pedro-Henrique-Pires/100001897651044 Pedro Henrique Pires

        hauhauahuhau e no momento estou são brother. Eu acho, vai saber…

  • Ficticio

     discurso que poderia ter saído da boca de meu avo, ou do vendedor de jogo do bicho lá da esquina…. generalista e superficial…. retrógrado eu diria…

    vivemos hoje na era da informação, tudo é mais complexo e evoluido… quem não consegue sobreviver nessa sociedade e resolver seus problemas sem pensar e argumentar, que fuja pras colinas e viva como um ogro, de fato.

    • jaderpires

      Comentário que podia ter saído de…só de um cara que lê a parte, acha que é o todo e quer entrar escondido e dar o pitaco raso dele.

      Tirando todo o comentário de lado, tu chama o discurso de retrógrado e resolve tudo com o avançadíssimo comentário de “presente: ame-o ou deixe-o”. Resolveu no tapa o problema do tapa.

      Agir no impulso e não pensar também não é a proposta do texto…é…fictício. Releia com calma.

  • Esaigh

    Faço das suas minhas palavras Jader. Ótimo texto!

  • http://www.facebook.com/people/Pablo-Tavares/100001870051146 Pablo Tavares

    Hoje em dia tem mais homem fazendo fofoca e intriguinha que mulher, isso é fato.

    • Matsuura Junichiro

      Pior que é mesmo. Tem homem que dá de dez a zero em mulher quando o assunto é fofoca e intriguinha. Dá até raiva. Dá vontade de fazer uma coisa realmente braba, do tipo pegar uma arma a meter bala nesses caras.

  • http://www.facebook.com/people/Patricia-Marques/716341860 Patricia Marques

    Perfeito!

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    As pessoas esquecem o quanto a violência é necessária. O quanto as guerras e conflitos, por mais triste que sejam, catapultaram o desenvolvimento dessa bolinha azul que a gente vive.

    • jaderpires

      Admirável Mundo Novo.

      A galera sempre cita o nome desse livro em contextos errados. Acho que nunca vi um contexto melhor que esse.

    • Rodrigo Cambiaghi

      A violência ta no cotidiano de todos os animais.
      E ainda sim, nós humanos a reprimimos.

  • http://www.portalhomem.com.br Fred Fagundes

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    • Rodrigo Cambiaghi

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      _____te amo te amo te amo te amo te a_______ te a
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      ______te amo te amo te amo te amo te amo te amo 
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      • http://twitter.com/edegar EDEGAR NEUMANN

         Ah, fala sério!!!!

      • http://twitter.com/edegar EDEGAR NEUMANN

         Ah, fala sério!!!!

      • Matsuura Junichiro

        FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!! FODA-SE!!!!

  • Rodrigo

    Se o Clint ta falando né…

  • http://www.facebook.com/people/Daniel-Luiz/100002163812083 Daniel Luiz

    Mais um texto foda Jader.

    Concordo plenamente com o Clint Eastwood, as vezes pensar de mais demais a respeito da vida acaba atrapalhando. Eu mesmo já perdi algumas oportunidades por pensar demais em vez de agir, de botar a cara a tapa. Mas agir sem pensar pode acarretar em alguma merda. Há de ter um equilíbrio entre o pensar na vida e botar a cara a tapa e fazer o que tem que ser feito.

  • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

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  • http://twitter.com/Bruhpm Bruna Monteiro

    Não se trata de violência física!!! É uma reflexão sobre o quanto as pessoas andam bunda mole, fazendo draminha, não se pode falar nada e o outro já espana! O tema é sobre pessoas que se ofendem além do necessário e não fazem porra nenhuma pra ser alguém melhor. “Botar o pau” no mesa é ser maduro o suficiente para fazer e aguentar as críticas sem fazer mimimi e ir correndo chorar pra mamãe que tomou uma “coça” da vida. 

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=1322822228 Gonzalo Penalvo Rohleder

      A situação tá tão crítica que é preciso uma mulher vir falar sobre enfrentamento e “agressividade” pra esses marmanjos. Boa Bruna.

      • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

        Na verdade isso vir da boca de uma mulher é mais normal do que se pensa.

        Vários autores do evolucionismo relacionam a queixa por falta de “macheza” como uma postura tipicamente feminina ou um traço feminino da evolução. Em termos comuns, sabe quando você quer apenas curtir um praia e água de coco e a guria fica pensando em coisas sem importância como limpar a casa!

        É parte da masculinidade saber “curtir” em tempos de paz. O autor do texto, na verdade é parte do problema para o qual ele aponta o dedo(tem a mente de um efeminado), pois não há motivação nenhuma para homens serem como os “homens de antigamente” e sairem arriscando o pescoço.

        De todo jeito se alguém sente falta de macheza, é só comprar passagem para a siria, a aproveitar que o negócio tá pegando fogo lá. Balas e ação é o que não falta no Oriente Médio.

    • http://www.facebook.com/julio.saraiva.9 Julio César Saraiva

      palmas palmas exatamente o ponto ,costumo citar sherek : “sou ogro e não vou pedir desculpas por agir como um” . quase uma síndrome do coitadinho , tudo é dó, tudo é vai com calma, pode, não pode. 

  • luciano

    Jader, a você meus parabéns, gostei do texto. Ainda mais inspirado pelas palavras de um gênio do cinema e grande autor.

  • luciano

    Aliás, este texto devia dividir águas, quem gosta de uma discussão de verdade que traz resultados, eternize-se no PDH, maricas politicamente corretas a favor de o mundo ser a gaiola das loucas, retirem-se.  Afinal papo de homem leva um nome , que por mais que tenha tido mudanças pra agradar vários públicos, seu nome honra alguns princípios que os criadores devem ter.

  • http://discordando-do-mundo.blogspot.com Leonardo Xavier

    Eu não sei se a gente precisa de violência, mas eu acho que os conflitos quando bem gerenciados ajudam bastante a se desenvolver… Eu realmente sinto que há uma falta no mercado de trabalho por um embate mais passional das idéias.

  • http://www.facebook.com/joao.lemesamerico Joao Lemes Americo

    concordo.alias,fazia muito tempo que eu nao lia um texto assim.vivemos hj na geraçao “tome uma,vire e leve mais uma “.homem tem q ser homem.tudo é questionado hj.ate mesmo o q é imutavel,inquestionavel.um homem,tem q ser assim,firme.nao ogro,animal.mas firme,convicto.afinal,como cuidar, estruturar uma familia sem ser decisivo?ou vc decide com energia,encara com vontade,convicçao,ou o mundo te engole.pq alguem nao vai ser marica,e essa pessoa vai te atropelar sem do.é redundante,mas homem tem q ser homem.

  • PatriciaBedin

    Esse texto podia ser resumido numa única palavra: Parcimônia. Que palavra mariquinha…

  • http://www.baixinhoinvocado.blogspot.com Wagner Villa Verde

    O Clint lança uma visão da vida e da falta de atitude que hj temos e a galera fica discutindo o que é violência. TÁ DE BRINCADEIRA !!
    O que o cara quis relatar com toda sua experiência de vida é que paramos de agir. Hoje ficamos em rodas de discussão e conversas tentando agradar todos o níveis e todas as formas para que possamos ser politicamente corretos e assim aceitos. Dessa forma perdemos a experiência de fazer e ERRAR !! pois errando também aprendemos e crescemos … viramos HOMENS ( nesse o sentido é amplo) !!

    Tá faltando ação nesse mundo e concordo MUITO com o CLINT !! A prova disso é a merda da política brasileira que continua corrupta e nós continuamos vendo tudo pela TV, indignados, porém sentados e relaxados, esperando a hora que a novela vai começar !!

    e para mim … certo mesmo é o Rodolfo Viana e a Hello Kitty linda que ele postou !! MACHO É ISSO AÍ !!

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

       Está faltando ação nada. Só comprar passagem para Siria. Cadê essa galera que reclama de falta de “atitude” indo ajudar o pessoal lá na “primavera arabe?”.

      • Lia.

        Aaah por favor né Marcelo?! Se ve que nao entendeu nada do texto…. tsc tsc tsc.

  • http://shotsarge.blogspot.com Marcio Sarge

    Esse texto lava a alma.

    Essa geração quer resolver tudo mesmo no divã, taxando qualquer brincadeira com bullying, super protegendo a molecada quando não devem e achando que a punição é pesada de mais quando saem fora dos trilhos.

    Esses dia vi na tv uma reportagem que dizia que dois moleques estão se tratando no psicologo porque ficaram traumatizados com aquele jogo labirinto maldito, onde você fica conduzindo um pontinho na tela por um labirinto e no final aparece a cara da mina do exorcista no final.
    É de mais pra mim.

  • http://www.facebook.com/augustoocarvalho Augusto Carvalho

    Penso que há um mecanismo de autodefesa que afasta nossa geração de ter qualquer conexão ou compromisso honesto e real com os nossos sentimentos verdadeiros. Estamos reclamando da situação econômica, da violência, dos problemas sociais, mas estamos fazendo alguma coisa pra melhorar essa situação? Estamos tão preocupados com falhas e sucessos, marcas e preços – como se essas coisas fossem tudo o que irá nos resumir no final.
    Nesse ponto, a “violência” ou melhor, o “ogrismo” representaria a resistência ao impulso de estar “encapsulado” na sociedade. Serve para experimentarmos sentimentos numa sociedade que está dormente… 

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Henrique-Pires/100001897651044 Pedro Henrique Pires

      Isso é verdade, vejo muito mimimi e pouca ação.

  • Felipe

    com certeza o que mais falta hoje é atitude! Vejo um monte de pessoas que falam e falam, mas não tomam atitude, as vezes por medo de mudança, as vezes por “bundamolismo” mesmo! Creio que o que da de tirar de positivo sobre a resenha seria a parte de mais atitude, menos enrolação, mais ação, menos blá blá, mais objetividade!! Dou razão ao estilo Clint sim!!! Pois antigamente as pessoas tinham mais carater, hoje só querem saber dos “dereito”. Tenho um caso que aconteceu cmg, ajudei uma pessoa, dei moradia, comida, trabalho, atençao, tudo… e em troca quando esta pessoa que nao trabalha mais comigo me deu uma açao trabalhista! Se fosse em 1950 e por ai, essa pessoa ia ver como que ia ser o processo dela… ia ser na porrada mesmo!! Maior filha da putagem ter que engolir isso… mas enfim estamos em 2012 e nao em 1950, eu vou engolir e rezar pra ter sorte de pegar um Juiz que julgue o justo!!

  • http://www.facebook.com/matheuswach Matheus Carvalho Batista

    Acho que concordo. Estamos muito na era do ativismo por facebook, em que todos compartilham das injustiças sofridas, mas pouco se faz para a resolução destes problemas. Coadunando com o post sobre a nova geração de homens mimados (críticas a este à parte), acho que esta geração (na qual me incluo) parece tem tudo muito pronto e mastigado em suas mãos, o que lhes diminui um maior atividade no mundo, esperando aqueles que “são encarregados” que resolvam os problemas.

    Achei talvez equivocado o uso do termo “maricas” por se referir a homens que tratam de assuntos “reservados” a mulheres, remetendo a uma passividade e desigualdade; acho bom pontuar isso, não para te chamar de misógino, mas para atentar ao fato de que discursos constroem e moldam ideias, talvez mesclando este assunto com machismo. Isso também porque vi muitos comentários de pessoas não esclarecidas ao que o texto visava discutir, a ação e não a violência em si.

    • Matsuura Junichiro

      Hoje em dia, todo mundo prefere xingar muito no Twitter. Coisa mais marica. Nem tenho conta nessa merda. Estou pensando seriamente se vou abrir uma ou não.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    A frase final do Clint, sobre a relação entre maricas e o sentido da vida, esconde muita verdade.

    Se olharmos bem, os homens “sensíveis” surgem exatamente junto com o movimento nova era (http://papodehomem.com.br/7-passos-para-fazer-um-filme-nova-era/ | http://papodehomem.com.br/a-sabedoria-nova-era-de-will-smith/ | http://papodehomem.com.br/ensinamentos-do-guru-fantoche-puppetji-contra-a-nova-era/).

    É o que Ken Wilber (http://papodehomem.com.br/ken-wilber-entrevista-brasileira-parte-2/) enfatiza ao analisar o modelo da Dinâmica Espiral (http://en.wikipedia.org/wiki/Spiral_Dynamics), com foco na cor verde.

    Uma boa imagem para entender isso é visualizar uma reunião de uma ONG cheia de homens sensíveis aos outros, sendo que ninguém é capaz de bater o martelo em nada porque sempre é necessário ouvir e considerar a opinião do outro, e do outro, e do outro…

    O marica, o homem sensível, é justamente essa posição mental que fica olhando tudo, respeitando tudo, considerando tudo, checando tudo, tentando achar um consenso, tentando agradar, e é incapaz de fazer um avanço real, uma ação cortante.

    É claro que depois vamos além disso, mas acho essencial entender esse movimento.

    Um dos ensinamentos que já ouvi sobre essa fixação em se perguntar sobre o sentido da vida (com foco no aspecto limitante e negativa da coisa) diz exatamente isso: se você se pergunta sobre o sentido da vida, essa angústia é sinal de autocentramento. Se você sair disso, verá que tem muita louça pra lavar ou que basta seguir escalando a montanha, não é preciso parar para se perguntar qual é a verdadeira natureza da montanha.

    Vem um pouco daí essa relação entre falta de ação e busca excessiva pelo sentido da vida.

    Isso é facilmente detectado em grandes grupos sociais e também em uma só pessoa.

    Valeu pelo texto, Jader.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

       pois é, a vida nao tem nem tem que ter sentido. quem fica buscando ou se perguntando qual é o sentido da vida em geral está evitando fazer alguma outra coisa…

      • Matsuura Junichiro

        O sentido da SUA vida está nas escolhas que VOCÊ faz.

        Simples assim.

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=1322822228 Gonzalo Penalvo Rohleder

        O simples “fazer escolhas” requer uma tomada de posição. Pra fazer valer sua posição também é preciso certa dose de agressividade, no sentido de fazer sua vontade prevalecer.

    • Marcos Augusto Nunes

      O sentido da vida é poder dizer: Clint, tu tá errado pra caralho, e não é um estrutura clichê de princípios que me fará gostar de seus filminhos chinfrins, e mais: a ação não divide o mundo entre maricas e não-maricas, mas entre bilhões de pessoas com suas demandas e contribuições.

  • http://twitter.com/edegar EDEGAR NEUMANN

    Lembrei do filme/série/livro Auto da Compadecida, no momento em que todos vão para o julgamento e aparece o Lúcifer. Todos se borram e até elogiam o cramulhão, só o João Grilo continua agindo e fazendo das suas, sem nenhum palavrório desnecessário.
    Isto é mais comum que se imagina, no mundo corporativo, porque no mundo real o João Grilo acaba sendo demitido, e não é pra qualquer um ficar pulando de galho em galho toda vez que encontra um chefe/equipe/departamento maricas…

  • http://www.facebook.com/pedromiotto Pedro Miotto Federico

    Mano, e a galera fica discutindo tudo isso aí. Porra, calem a boca. ;-)

    De resto, foda Jader. Valeu.
    E foda Gitti, comentário foda.

  • Daniel Larsen

    Falta um pouco da velha e boa imposição de limites EM CASA. Deram liberdade e poder para pessoas que ainda não tinha capacidade de pensar ou agir por um ideal, então surgiram movimentos inúteis e opiniões pouco expressivas para o crescimento da sociedade. É o que mais se vê, infelizmente. O pior é ver que tantos jovens deram a cara a tapa, lutaram e até morreram contra a repressão, pensando na liberdade de expressão, nos seus ideais, para que a geração de jovens atualmente (em sua maioria) denegrisse praticamente todo o trabalho feito por aqueles.

    O que diriam os “Caras-pintadas” sobre a juventude de hoje? E olha que não faz tanto tempo assim que tivemos uma juventude politicamente ativa, protagonista de diversas lutas sociais Brasil afora.

  • http://www.facebook.com/eliseujr Eliseu Junior

    Vivemos numa geração de mariquinhas SIM, e entendam mariquinhas como pessoas que não fazem o que tem que ser feito. Ficam de mimimi sem saber o que quer dá vida. Inventam terminologias pra corpo mole… Fazer o que tem que ser feito não tem nada a ver com violência. Qual é? Pra construir qualquer coisa precisa de um operário certo? Se for uma casa, um pedreiro, imagina se o cara diz que não põe a mão na massa porque é sujo, dolorido!  Pô, antigamente se curava fimose com sexo!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000344150493 José Leonan S. Carvalho

    Já era de se esperar disso de uma geração que não é colocada a prova, só
    precisam cumprir alguns deveres em casa e apertar alguns botões em
    frente a uma tela.

    É preciso algum tipo de adestramento para essa geração molenga e  piega se quisermos manter a varonilidade da nossa espécie.

    Em um livro que lí a pouco tempo ele relatava como os jovens rapazes das
    tribos zulus eram adestrados. Quando chegavam na puberdade eram
    pintados de branco e jogados na mata, demoraria 2 semanas para que a
    tinta branca saísse do seu corpo. Se outros homens da sua tribo o avistasse este poderia matar o rapaz.
    Ao voltar para sua aldeia, assim que a tinta branca que cobria seu corpo saiu, ele era aclamado como homem e tratado como tal.
    É quase que “apanhar até tomar jeito”, com nossa sociedade moderninha cheia de confortos somos privados de muitas “surras”, daí a vida acaba sendo muito dura para quem é tão molenga.
    Por esse motivo que busco mudar, e me aventurei a entrar na cabana(http://cabana.papodehomem.com.br/).

    Muito bom o texto Jader!

  • Renato

    Cara, é triste constatar que hoje eu, aos 27 anos, sou um puta maricas!!!kkkkkk Fui criado com mãe e avó. tinha tudo na mão. Hoje tenho família, 2 filhas p criar, sofro até para mudar minhas atitudes, pensar menos, ser menos idealista, acordar mais cedo, ser mais homem enfim. Não sei nem fritar um ovo direito. Não consigo nem lavar minhas cuecas sem esforço. nem lavo aliás. é foda. mas esse texto me ajudou um pouco!! sou um maricas!!

  • Lucas Carvalho

    lendo esse texto e pensando na minha vida, identifiquei que eu acho que todos os chavões sobre violência (“violência não leva a nada”, “violência gera violência” etc.) são absolutamente verdade, mas só se a gente estiver falando da violência em estado bruto, não lapidado – a violência que o texto defende e reclama que não existe mais. violência bruta e dureza inconsequente não levam a nada, e não me levaram a (quase) nada até hoje. desde que comecei a minha vida profissional (mais precisamente quando eu comecei a minha universitária), eu venho sofrendo com o meu excesso de dureza, com meus inúmeros “vai tomar no cu”, com meus incontáveis momentos de botar o pau na mesa e o caralho. todos os feedbacks negativos que eu tive, todos os meus maiores problemas profissionais e pessoais vieram do meu tom de voz, da minha violência argumentativa, da minha incapacidade de ouvir. apesar de conseguir o que eu queria no grito, muitas vezes, eu fui o principal prejudicado pelo meu comportamento, e o benefício alcançado não valeu tudo que eu perdi e passei de stress. perdi boas amizades, fiz as pessoas chorarem, fiz chefes se irritarem e tudo mais. 
    e eu não consigo achar que eu sou o certo numa sociedade de maricas, sabe? porque eu não sou.

    se a violência me levou pra muito lugar que eu não iria sem ela, também me fodeu imensamente o tempo todo. é exatamente o que ela fez com o mundo: desenvolveu, mas fodeu tanta coisa e tanta gente que não sei a gente consegue dizer que uma coisa compensou a outra, sabe? o desenvolvimento econômico dos EUA na segunda guerra compensa hiroshima, compensa os campos de concentração? eu realmente não sei a resposta.

    a greve do metrô, hoje, foi uma violência estúpida, com muito mais prejuízo do que ganho, por exemplo.a violência natural, a tendência a incisividade a explosão são, de certa forma, um dom. um dom que pode ser usado para o bem próprio e para o bem de todo mundo. a capacidade de contestar duramente o seu chefe, e fazê-lo enxergar o erro, é incrível. só que para que tudo isso funcione, você precisa lapidar a sua violência. transformá-la em algo que não ofende, só contesta e expõe. você precisa jogar o jogo das pessoas que, naturalmente, não querem ser contrariadas e muito menos serem ofendidas. você ser super violento, super cheio de atitude, leitor do testosterona.blog, também não gosta. é como a vida é, hoje em dia. num mundo que tem muita, muita gente, tudo tem que ser SIM ponderado, controlado, racionalizado. certas coisas tem que ser engolidas. se não vira o caos. não vivemos mais em vilazinhas onde a gente resolve de homem pra homem a treta, a gente vive em sociedade, em enormes sociedades em que uma coisa reflete na outra. a violência bruta, pra mim, só se justifica no extremo, e não em discussões profissionais.

    a violência bruta é grandes coisas num mundo que é muito prático e pouco intelectual – e boa parte disso é “culpa” (uma culpa positiva) das mulheres, que hoje em dia fazem parte do mundo e não são mais apenas coadjuvantes de um mundo masculino. felizmente, o mundo é muito mais intelectual do que prático, hoje em dia, e provavelmente não vai voltar a ser como era. se você não sabe adaptar o seu potencial violento num mundo em quem realmente ganha é aquele que sabe jogar o jogo da ponderação social, então você merece se foder, sem dó. o fraco não é o maricas, mas aquele que não se adapta. pior ainda é aquele que quer jogar o jogo inverso porque tal coisa funcionava lá quando o clint eastwood mijava nas calças.

    não sinto falta da violência, mas da capacidade de contestar. isso sim deveria ser bem mais exaltado, contestar sem olhar a quem – isso é uma forma de violência ponderada, se for ver. violência sim, mas com cérebro, com ponderação e, principalmente, e pelo amor de deus, com a porra da empatia, a palavra mais necessária e mais esquecida dos últimos tempos.

    enfim, achei o texto bem bobo e mais do mesmo nesses papos de “ai, o mundo mudou, tudo era certo antes e agora tá tudo errado”. não é birra nem nada, mas acho que eu nunca gostei de algo que o jader tenha escrito. o que não quer dizer que eu acho ele ruim, eu só nunca gostei, mesmo.

  • http://mude.nu/ Walmar Andrade

    Talvez o mundinho que o Clint vê seja meio mariquinha. No mundo que eu vejo torcedores matam outros porque usam uma cor de camisa diferente. Países invadem outros por meras suspeitas. Tribos se matam a torto e a direito na África. As pessoas se matam no trânsito. Maridos espancam suas mulheres todos os dias. Homofóbicos agridem homossexuais.

    Não vejo esse mundo meio mariquinha que o texto cita. Muito pelo contrário.

    • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. Rodrigues

      Falou e disse.

    • Tony Montana

      Pois é cara, tudo isso acontecendo e o que muitas pessoas fazem?

      - se vestem de branco e lançam flores no ar pedindo paz, vejo uma passeata dessas a cada semana a uns 10 anos.
      - clicam em “eu protesto!”
      - assinam petições online.
      - reclamam para os seus terapeutas

      E na mesma semana vão soltar gritinhos de prazer na hora que o Anderson Silva soca a cara do oponente. Já vi muita gente assim.

      Creio que a crítica dele é volta pra essa gente hipócrita. Essa gente que reclama de tudo e não faz nada, ou faz algo inócuo de proposito para não ter que encarar os problemas de frente, ou não tirar a bunda do sofá.

  • Ericksagaguara

    Aham é sendo macho que morre-se fácil no transito, na rua ou em outro lugar.

    Desde que a arma foi inventada não tem essa de resolver na mão, nem com criança brinca-se mais, ser macho como em partes o texto defende quer dizer ser burro o suficiente para entrar em brigas gratuitas e ganhar balas gratuitas, então continuará sendo muito macho no cemitério.

  • Doug686

    Jader, falou tudo, inclusive nas respostas aos comentários, foi direto, firme e ao mesmo tempo educado e gentil sem mi mi mi, assim como o texto sugere. 
    A figura do Clint independente de qualquer outra baboseira que alguns falaram, é uma  porrada na cara da falta de atitude, especialmente dos homens ditos MODERNOS. Abaixar a cabeça, enfiar o rabo no meio das pernas e se  esconder para não sofrer, por medo de errar ou dar um passo adiante por que a maioria ficou no mesmo degrau??? 
    Lí isto aqui nos posts hein..rss.   Tenha santa paciência, então sugiro voltar para o colo da mamãe,  para estes só existem dois caminhos ou vira MARICÃO de uma vez ou vai aprender do jeito mais difícil e doloroso a SER HOMEM e ter postura como tal, falo no sentido mais amplo da palavra, pois a vida não é mole não criançada..  Ficou explicitamente claro que o foco é a perda de identidade, atitude e princípios e em nada tem a haver com a “ violência ” ao pé da letra. Tenho 40 anos e já vi muita gente capacitada, cheia de virtudes e qualidades tanto no âmbito pessoal quanto profissional totalmente reprimidas, estagnadas, reféns das situações e tristes, tudo por falta de atitude e determinação, total desperdício de potencial! Uma historia resumida… quando iniciei na vida profissional comecei a analisar as pessoas do meio e vi como se anulavam frente a quem “batia o pau na mesa” e muitas vezes esses “mandões” não tinham nem um terço da capacidade, qualidades e muito menos razão, achava um absurdo, injusto D+. Logo ali no começo fiz um voto de consciência, nunca, mas nunca me submeteria a uma situação de conforto ou ficaria engolindo sapos por medo de ser verdadeiro em minha postura e atitudes, sempre muito profissional, direto e verdadeiro ganhei espaço e respeito pelo trabalho bem feito e não pelo silêncio e acomodação. Resultado?….nunca fui demitido em nenhuma das empresas (8) por ande passei por ser verdadeiro e direto, minha postura e atitude refinaram minha personalidade e isso aguçou meus sentidos, me deixando ávido por desafios e se não vencesse as barreiras anti-éticas e profissionais do ambiente, não restava duvidas, pedia para sai por que não era para mim, buscava desafio e não submissão. Fiz disso um estandarte para tudo em minha vida e nunca colhi arrependimentos, bem ao contrario, aprendi a falar firme, forte, alto e até rispido quando necessário, pois tenha certeza tem gente que precisa disso para funcionar, mas como disse inteligentemente um amigo nos posts ” o resultado não vem pelo que se fala, mas como se fala” Hoje sou meu próprio patrão, e “BATO O PAU NA MESA” ..rss,  e será assim até que apareça alguém com mais atitude e postura do que eu, e quando isto acontecer, não tenha duvida, vou tirar o meu chapéu e passar o bastão. Agora me perguntem se farei isso para um MARICÃO MEDROSO!  Nunca!!  e vejo que muito provavelmente do jeito que as coisas andam neste mundo eu acabe passando o bastão para uma MULHER, para que esta bata o TAMANCO na MESA, e farei isto com o maior prazer, pois a mulherada esta dando de 10 a 0 quando o assunto é atitude e postura, é só checar a ascensão feminina no mercado de trabalho.Tem uma frase de um filme que diz assim    ” O Mundo virou uma cópia medrosa dele mesmo” acho que é O JUIZ, tendo o Stalonne como protagonista,vejam só quem..rss Porra Jader, este filme também cairia como uma luva neste contexto de mundo melindroso e alienado hein, é a representação perfeita do que acontece quando falta atitude e deixamos que outros apenas simplesmente BATAM OS PAUS NA MESA e ditem regrasE como disse outro camarada logo acima os “maricas” incomodados que procurem outra revista, existem muitas opções para este publico cheio de mi mi mis  por que aqui o PAPO é DE HOMEN ! abs… 

  • lukas_couto

    Depois ainda me chamam de mal educado. Só porque eu xingo quase toda hora, só que não ofendo ninguém. Não sou preso às opiniões dos outros. Mas se tiver que ir na porrada vai. Cresci com essas frases :
    “Não cace briga, mas também não fuja de uma!”
    “Se apanhar na rua apanha em casa também!” 

    • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

      Xingar é ofender.

  • lukas_couto

    Esse tal de bullying não existe. É uma desculpa pra essa geração de pirralhos frouxos, frescos, cheios de mimos que sempre têm alguém para resolver seus problemas. E com isso as pessoas crescem e viram covardes. Hoje quando há uma pequena discussão, sempre existe um covarde que de imediato vai sacando uma arma. Esses covardes são aqueles fracos que apanhavam e ao invés de revidar do mesmo modo apelavam para a covardia (atacar por trás, usar armas, pedaços de madeira, etc..).
    Existem duas realidades desses maricas.
    A de sociedade média e a do subúrbio.

    Um exemplo do subúrbio:
    Meu amigo da minha altura (1,87m), braço de cavalo, todo cheio dos músculos e sabe lutar. Ele estava em uma LanHouse e entrou um molequezinho de uns 14 anos. Esse muleque não estava conseguindo usar o computador. Meu amigo começou a imitar uma galinha (ele imita igualzinho).
    O moleque sai da lanhouse e de repente ele volta com dois cabras. Esses dois vem “falar” com o meu amigo e um deles já saca uma arma. Nesse momento todo mundo entra no banheiro, apenas o meu amigo está de fora. Ele corre para o banheiro, todo mundo estava segurando a porta, não se sabe como mas ele conseguiu abrir a porta. E nesse momento um dos cabras atira nele e vão embora. A sorte foi que a bala atravessou a porta antes de acertar no peito do meu amigo.

    Moral da história.
    Um frangote por covardia pode sim matar alguém muito mais forte e corajoso que ele, por um simples ato dessa pessoa. 

    Ou seja, cuidado com essa geração pervertida, covarde, gananciosa. Não se tem ideia do que passa pela mente da pessoa que você menos espera uma reação. Ela pode sacar uma arma e te matar. 

    • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

      Já parou para pensar que o que ele fez não foi covardia? Afinal, chamou dois caras para “ir” falar com seu amigo. Aí não é covardia, ao meu ver, e sim outra coisa, é imposição. Da mesma forma que um advogado hoje ameaça de processo um cartunista que faça charges contra um político por exemplo.

      Quem começou a provocação e a idiotice foi seu amigo, não ele. Quem provocou foi seu amigo. Provavelmente o moleque sabia que não tinha poder para enfrentar seu amigo e impor um pouco de respeito, mas sabe que “ter aliados e armas” ajuda a pelo menos impor um medo.Mais covarde é seu amigo ter provocado. Afinal, do jeito que você descreveu, provavelmente seu amigo provocou imaginando que o moleque não reagiria temendo o tamanho do cara. 

  • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

    vale lembrar: O FRED MATTOS JÁ DEU UM SOCO NO GITTI.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      vale lembrar: SOCO NA CARA NÃO É MOTIVO DE DEMISSÃO NO PAPODEHOMEM.

      ps.: o soco do Fred foi nocaute! há registros fotográficos da cena, dizem.

  • http://papodehomem.com.br/author/rodolfoviana/ Rodolfo Viana

    vale lembrar: O JADER JÁ FEZ COSQUINHA EM MIM.

  • http://www.facebook.com/danilo.publicidade Danilo Gonçalves

    “Somos uma geração de homens criados por mulheres”, foi isso que Tyler disse, foi isso que o PDH já pregou. http://papodehomem.com.br/uma-geracao-de-homens-criados-pelas-maes/ 
    Nossas crianças sofrem cada vez mais com a ausência de seus pais, elas não têm mais obrigações, não têm mais limites. Para compensar a ausência, física ou de afeto, eles tentam colocar a criança numa grade diária de tarefas. Futebol, judô, inglês, natação. E o que eu vejo? Elas não gostam e desistem, os pais vão lá e colocam, Karatê, bateria, desenho. Eles desistem. Lógico que vão desistir, não tem um exemplo de pai em casa, um de exemplo de compromisso. De postura saco roxo. Tu quer fazer judô? Então faça, lute, aprenda, não desista. Nossas crianças estão ficando mole, tudo que chega muito fácil, vai muito fácil, já dizia nossa mãe.Leiam os comentários do link do PDH. Vejam e leiam O Clube da Luta. É um pouco disso que Clint está falando.

  • Aldo

    Não entendo nada dessa coisa de ”mariquinha”, ”clint”e ”eastwood”, só sei de uma coisa, esse texto é um dos mais ”maricas” do Pdh. Tinha que ser do Jader, né!? não se pode criar boas expectativas de um texto dele, assim como não se pode criar boas expectativas do Clint Westwood.

    Texto estúpido, sem pé nem cabeça, eu hein!

    • Lia.

      Cara, vc mesmo disse que nao entende do assunto .. entao nao faça julgamentos. Tb nem deve saber o que significa estupidez.

    • Giulia

      Oii, Aldinho. Sou eu de novo. ^^

      Se você quiser (porque precisar está mais do que óbvio que vc precisa) de aulas de interpretação de texto, eu posso arrumar para você.

      Mentira. Procure no jornal, pq eu não tenho mais bondade de dar aula de graça =P

      E mais uma vez: pára de se afetar e atacar o autor ao invés da idéia =) 

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002630545299 Yago Fagundes

    Sinceramente , eu como homem , tenho necessidade de agir, não gosto de monotonia .

  • rdt

    Defender a violência como forma de resolver os problemas é dar um tiro no próprio pé.

  • http://www.facebook.com/waleska.lobao.1 Waleska Lobão

    Acho melhor eu ler o texto “Como identificar um psicopata”.
    A sociedade está absurdamente mariquinha!
    Cabra macho tá em falta. 
    O cara não faz nada no trabalho, reclama, fala mal do salário, da empresa, e se o chefe dá uma carcada nele, rola até processo. 
    Viadagem!!!
    Ngm tá falando de porrada propriamente dita, é só chamar a atenção mesmo. E agora, tudo é “abuso psicológico”, “depressão decorrente de pressões no campo afetivo”!
    Ah, para!
    As mamães criam seus filhinhos como bonequinhos de cristal, e é a sociedade que tem que lidar com essa porra. Um puxão de orelha é bom e não mata e nem traumatiza ninguém. 
    Não é à toa que se vê por aí os malditos adolescentes enfiando a mão na cara do pai. E acho que o pai merece.
    Minha mãe me criou de modo que eu nunca tivesse coragem de enfrentá-la. Isso só aconteceu depois que fiquei adulta, e comecei a questionar a vida como um todo, inclusive a ela. 
    Como meu pai faleceu cedo, tínhamos que dar conta de uma vida mais turbulenta, e fazê-la dar certo! Não tenho irmãos drogados, bandidos, traumatizados, depressivos, psicopatas, mal sucedidos. cada um tem a vida que escolheu, e se a escolha foi ruim, lide com isso, e com a cabeça bem erguida, senão leva na cara! E da vida, que é pior.
    Preparem seus filhos pra uma vida impiedosa, e eles só terão boas surpresas.

  • http://www.facebook.com/people/Duda-Bolibeira/100003568224225 Duda Bolibeira

    Outro dia estava conversando com um amigo, e o tema era parecido com este.

    Conversávamos sobre o mundo hoje, onde tudo termina em processo, o pessoal não consegue mostrar o seu lado, a sua visão a ninguém, sempre tem que haver alguém, alguma figura superior para mediar a situação de ambas as partes, antigamente era muito melhor, dava-se duas espadas e quem estivesse do lado da verdade venceria, e o mentiroso pagava com a morte, pelo menos cada um defendia a sua visão com unhas e dentes.

    Não gosto que me ajudem, nem que tenha alguém intercedendo por mim, acho que nunca levaria ninguém a julgamento, odeio tanta burocracia, prefiro a boa e velha bate boca.

  • Tony Montana

    Acho que a violência – soco na cara mesmo – é uma forma de argumentação válida QUANDO TODAS AS OUTRAS FALHARAM. O problema de hoje é que descartaram essa possibilidade, tiraram o pau da mesa, então mesmo quando aparece um sujeito que está merecendo uns tablefes, o povo só fica no mimimi mesmo…

    Israel não vai argumentar com o Irã até o infinito, logo vai chover bomba na cabeça deles. Os EUA não argumentaram com Bin Laden e nem com Saddam, um está no fundo do mar, e o outro enterrado com a corda no pescoço. É nesse mundo que vivemos, apesar de todo verniz de civilidade.

    Concordo totamente com o Jader Pires. E é claro que a maricada ia chorar…

  • Tati

    Eu entendi o texto usando os exemplos que eu tenho em casa. Meu pai já colheu café, trabalhou duro na vida. Hoje ele vive bem, mas nem por isso ficou mal acostumado ou deixou de ser um Homem. Ele sabe viver no conforto, mas nunca se esqueceu de como é viver na PELEJA. Os homens de hoje reclamam por trabalhar sentados o dia todo e ficar na frente do computador, E PIOR, conseguem ficar doentes por fazer isso ! Minha mãe cuidou e educou muito bem 4 filhos, trabalha e é uma Mulher maravilhosa. Hoje em dia eu vejo notícia de mães que ficam loucas por cuidar de 1 filho, ou que deixam os filhos na escola o dia todo por que “não aguentam” o trabalho de educar.
     
    As pessoas estão mal acostumadas, ficam com a bunda na cadeira, reclamando da vida e postando frases do Caio F. Abreu no facebook. Filosofar a vida não adianta nada, é o que você faz que define o que você é. Falta é fibra, saber viver na paz e na guerra.

    Enfim, esse foi o meu entendimento do texto : )

    Menos homens e mulheres mariquinhas, por favor.

  • Diego Louro

    Estamos numa geração mais mariquinha sim,hoje nada pode ser resolvido na porrada sob pena de levar um tiro de bobeira. É isso que vivemos hoje.

  • Leonardo Andrade

    Acho que hoje as pessoas têm sérios problemas com verdades diretas, recalques e a opinião alheia. 

    Nesse mundo contemporâneo eufemiza-se tudo. Não foi um político qualquer que eufemizou a mentira chamando-a de “inverdade”?

    Isso passa pela imprensa também, a favela é comunidade, o negro é afro-descendente, pobre é gente diferenciada, empregado é colaborador, cobrança é assédio moral. Isso distorce um pouco a realidade, a percepção das coisas. 

    Fazer isso é meio mariquinha, esse negócio de amenizar as coisas que devem ser ditas e feitas. Por que essa necessidade de amenizar? Falta coragem? Ter medo de ofender é não ter coragem de dizer o que deve ser dito, de fazer o que deve ser feito. Falta coragem de encarar a realidade? Falta punho pra encarar um problema?

    A comunicação revela muito quem somos por que as palavras têm força. Muita, mas não mais que atitudes. 

  • Wellington

    Concordo no quesito autenticidade das relações, pois elas são extremamente importantes para não se interiorizar um mal-estar construído por meio de relações fúteis, superficiais e absurdas com as quais temos que conviver hoje em dia.Torna-se necessário conviver com pessoas de comportamento detestável e reprovador por simplesmente sermos ligados a elas por meio de laços profissionais, familiares,afetivos. E isso realmente não é algo bom a curto, médio ou longo prazo. É um louvor à banalidade das relações. Dizer o que se pensa é necessário para que não se perca o privilégio do contraditório, do pensar diferente, da vontade de ser, da alegria de se viver e se relacionar. O que torna o texto motivo de tanto debate é o termo “mariquinhas”, que pra mim também é equivocado. Entendi perfeitamente a mensagem que o texto pretendia transmitir. Mas, em um mundo de crise moral, intelectual, científica, econômica, educacional e outras mais, há de se lembrar que atitudes com requintes de brutalidade conduzem ao aparecimento de aberrações como homofóbicos, neo-nazistas, corruptos políticos, neo-liberais economicistas e irresponsáveis, depravação sexual, entre outras características de um mundo pós moderno, no qual intercalam-se a “mariquice” e a “selvageria”. Não temos como definir o que é certo e o que é errado. Mas podemos falar, reinvindicar, debater… Ser autênticos. Ser homem, mas ser cauteloso, e não neandertalesco, pois a nossa realidade requer pessoas que sejam ativas em algumas questões e recalcadas em outras. O que importa é não confundir atitude com agressividade. E, infelizmente, o texto proporciona essa interpretação. Clint Eastwood é simplesmente um homem da indústria cinematográfica, que faz o seu trabalho reverberar por meio do que ele fala e faz. Não creio que ele seja um exemplo adequado. Pois vem uma pergunta óbvia: Será que ele é tão durão assim ou é mais um que tem que falar baixinho pra não contradizer e deixar a patroa nervosa dentro de casa? Nenhum homem é infalível… Relações tem que ser verdadeiramente vividas e não arrastadas… mas, sinceramente, conviver com autoritarismos de quaisquer espécies é enojador… E tenho dito!!!!

  • mczanetti

    O texto me lembrou um pouco sobre o que meu avô me dizia:”o que porrada ou dinheiro não resolver, é porque um dos dois foi pouco”.
    A propósito, excelente texto Jader, serve pra mulecada que fica o dia inteiro no facebook e acha que vai acabar com a fome na África compartilhando imagens…

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  • Mateus Mendes

    A época é de maricas sim, também de desperdício e papo furado pra caramba.

    Só que hoje é assim, se o cara resolve tudo na porrada, recebe uma sanção do mundo em volta. Fica marcado como violento, reprimido, estranho, fracassado, marginal. Parece que hoje pra o cara ser foda tem que parecer um nerd terminal com tatuagens, que joga videogame e reclama da vida.

    A verdade é deprimente, como sempre. Os valentões que eu enfrentava na escola hoje são todos nerds esquisitos com metade do meu peso. Essa parece a forma mais prática de entrar na sociedade e fazer parte da “geração meio mariquinha”. Aquela imagem de Clint Eastwood ficou no passado, infelizmente.

  • reccanello

    Espanto-me não com o texto em si, senão com o fato de as pessoas não entenderem que a violência “defendida” pelo autor não é, necessariamente, literal.

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