Papo de Homem

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Vencendo a si mesmo no poker, no xadrez e nos negócios


Publicado por Victor Lee em 02.11.2009 às 06:01 em Desenvolvimento Pessoal, Esportes, Patrocinador

Como jogar poker ou xadrez ajuda o sujeito a ficar mais inteligente e rico?

Usando uma mentalidade vitoriosa, jogos podem revelar uma filosofia de sucesso que é aplicável na vida e nos negócios.

“Não existe nada de meigo no xadrez”

Dentre diversos autores na área de desenvolvimento mental, gosto muito da abordagem de Tony Buzan, bastante conhecido pelo seu sistema de mapas mentais e formas criativas de aprendizagem. Ele tem uma larga experiência na pesquisa de aperfeiçoamento das capacidades do cérebro.

Buzan esclarece um mito a respeito do xadrez. O xadrez não é uma “atividade de hemisfério esquerdo” do cérebro – essa ideia circula por aí por muitos imaginarem que o xadrez envolve somente lógica e pensamento de cálculo de probabilidades. Trata-se de um esporte mental que envolve o cérebro todo, incluindo o hemisfério direito.

O nosso campeão enxadrista Rubens Filguth vai além. Na respeitada coletânea A Importância do Xadrez, revela como o jogo é importante em diferentes níveis de desenvolvimento intelectual e capacidade crítica.

Além de exercitar a mente, o sucesso da prática do xadrez pode ser convertido nas mais diferentes áreas de negócios, inclusive no esmagamento violento de oponentes.

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Kasparov na histórica partida contra o Deep Blue

É isso mesmo. Algumas empresas mais agressivas poderiam gostar de contratar o campeão Garry Kasparov para ser um diretor. Veja o que ele diz em uma entrevista na renomada publicação de negócios Harvard Business Review:

“…quando empresários usam o xadrez como metáfora, eles por vezes acabam sentimentalizando sem querer o que está relacionado com a vitória, por ver o xadrez como um afazer intelectual. Não é esse o caso de forma alguma. Não existe nada de meigo no xadrez; é um esporte violento, e quando você enfrenta seu oponente você está determinando a esmagar seu ego. Todos os mestres mundiais do xadrez com os quais competi ao longo dos anos compartilham de minha visão de que o xadrez é um campo de batalha onde o inimigo deve ser exterminado.” [tradução livre]

Talvez quem não compartilhe do mesmo entusiasmo de Kasparov possa achar a citação um pouco exagerada. Mas uma coisa é fato: na vida e nos negócios existem infinitas possibilidades. E um dos problemas de hoje é justamente essa sobrecarga de informação que nos paralisa ou faz colocar a culpa em uma informação incompleta.

Kasparov costuma dizer que antes de se apressar em considerar a próxima ação, é fundamental ter um claro entendimento da situação presente. Ao querer racionalizar e criar um rol de possibilidades, nossa mente fica focalizada em eliminações e se fecha à criatividade e percepção. Assim, nesses cálculos de probabilidade estamos arriscados a nos perder nos detalhes e ignorar o óbvio.

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Planos infalíveis que se esquecem do óbvio: coisa de quem não está atento ao momento presente

Apesar das interessantes analogias entre o xadrez e o mundo empresarial, no tabuleiro existem apenas dois oponentes com recursos iniciais idênticos: suas peças igualmente posicionadas e com mesmas funções. O destino final desse campo de batalha depende unicamente das habilidades de cada jogador.

O professor enxadrista Bruce Pandolfini diz que o xadrez é um jogo pessoal no qual é importante interpretar a linguagem de sinais do oponente. Mas, numa partida comum de xadrez, a emoção e o blefe geralmente têm pouca relevância sobre o oponente.

É por isso que no mundo dos negócios é o poker que traz uma riqueza maior de semelhanças.

O jogo interno do poker

Os recursos iniciais dos diferentes jogadores são diferentes – cada um recebe um conjunto aleatório de cartas. Os estilos emocionais de cada jogador fazem grande diferença, mesmo numa brincadeira entre iniciantes. E aqueles que têm mais dinheiro podem pagar para ver, esperar mais até ter uma boa mão… e quem tem pouco dinheiro tem de arriscar mais. A habilidade individual determina como usar os recursos e emoções no jogo com aquilo que lhe foi dado.

Mesmo quando se tem uma mão boa, é importante analisar como os demais estão apostando. É igual no mundo das negociações quando temos que analisar o que está sendo oferecido e o que se pode oferecer ou aceitar. Idem para gerenciar pessoas ou investimentos.

Eis algumas mentalidades de jogo interno do poker que podem ser aplicadas no mundo dos negócios:

Pense simultaneamente em diferentes níveis. Em negociação e poker, raramente é preto-no-branco. A resposta é “depende”. Os jogadores de poker avançados e os empresários de sucesso pensam em muitos níveis e a partir de perspectivas diferentes.

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Quem está subindo e quem está descendo? | Relativity, M.C. Escher (1958)

Conheça as características e estilo de seu oponente. Nunca presuma que eles pensam como você. O livro Psicologia do Poker mostra como o poker é uma rica interação humana feita por intermédio do baralho. Por exemplo: será que seu oponente está jogando motivado pelo dinheiro apostado? Ou para socializar e escapar da realidade de seu trabalho ou casamento frustrado? Ou será que existe alguma insegurança por trás daquele jogador, que encontra na vitória uma forma de se autoafirmar? Existe um quadrante que combina estilos agressivos, passivos, seletivos ou impetuosos e isso faz toda a diferença.

Mantenha a calma. Não se coloque numa situação em que você tem que ganhar a todo custo. A urgência da situação o coloca em desvantagem.

Siga sua intuição. Sabe quando você bate o olho num sujeito e pensa “Esse cara é gay”? É um radar intuitivo tão comum que até tem um apelido carinhoso: o gaydar. Existem interessantes exemplos comprovados de como o pensamento racional fica para trás comparado com a intuição. É assim que Malcolm Gladwell escreveu o bestseller Blink: The Power of Thinking Without Thinking, que conta tudo o que acontece naqueles dois segundos da nossa primeira impressão – e como manipular essa intuição. O livro é leitura obrigatória para as comunidades de poker.


Malcolm Gladwell no TED

Aumente a aposta ou caia fora. É o princípio 80/20, conhecido também como Princípio de Pareto. Quando jogar, jogue pra valer. Focalize nos investimentos corretos ao invés de ficar disperso. Jack Welch, lendário presidente da General Electric e um marco de referência em estratégia de negócios, dizia: “Se você não tem uma vantagem competitiva, não compita”.

Preocupe-se com seu concorrente. Jogadores ruins apostam apenas com base no que têm na mão. Bons jogadores jogam considerando as cartas de seus oponentes. Porém, existe o lado oposto dessa dica, que é o pensamento que sugiro para encerrar esse texto.

Vencer quem mesmo?

O poker é um jogo competitivo, um toma-lá-dá-cá. Nos negócios não é sempre assim: vencem aqueles que sabem usar a mentalidade de abundância para cooperar. Pensar nos outros como oponentes o tempo todo pode fechar a mentalidade para prêmios maiores.

Nos negócios e na vida, preocupe-se primeiro com sua mente e seus próprios obstáculos. Esqueça um pouco a analogia com os diferentes jogos, pois nem sempre é necessário, importante ou positivo esmagar seus concorrentes.

O mesmo Jack Welch, no livro Paixão por Vencer, dizia que existem duas formas de vencer: vencer ao derrotar seu oponente… ou vencer alcançando seus objetivos.

Depois de refletir sobre essa frase, ficou muito mais fácil focalizar a atenção no que é importante para mim.

Promoção Trip 2 Las Vegas

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Pra quem quiser testar algumas dessas ideias na prática, está rolando uma promoção do SuperPoker.

Serão sorteadas 2 viagens a Las Vegas (5 noites com tudo pago mais um acompanhante e U$1000,00 para gastar) para quem abrir uma conta no site Full Tilt Poker.

Não precisa se dar bem no jogo, basta abrir uma conta para concorrer.

Além disso, se você manja de poker, mais 2 viagens serão oferecidas ao jogador que mais gerar FTPs e ao primeiro do ranking dos freerolls diários.

É bem simples: basta baixar o software, inserir o código promocional e validá-lo. Acesse o site da promoção e boa sorte!

artigo-patrocinado

* Fiquei sabendo que vai ter prêmio para os leitores fãs de Poker, mas não nesse primeiro post. Aguardem.

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Foto do autor

Victor Lee é o embaixador europeu da Papo de Homem e está sempre de malas prontas para ir onde tem mulher bonita. É autor do From Victor With Love - Diário.

Outros artigos escritos por Victor Lee

  • leandrobrettas
    Sensacional!!!!!
  • Eduardo Campos
    Texto de qualidade, com analogias fantásticas, provendo dicas de leituras maravilhosas!


    Isso é Papo de Homem.

    Abraço
  • pela barra de loragem! parece tenso...
  • Ótimo artigo! Eu posso dizer que o aprendizado com o poquer me ajudou muito em várias áreas da minha vida. Assim como relacionamentos sociais.

    Uma coisa sobre o poker que eu incluiria ai é: Deixe o seu ego de fora do jogo.

    E eu diria como no final: Que no poquer você raramente joga com as suas cartas, na verdade você joga mesmo com as cartas que o seu adversário tem na mão.
  • Quero muito aprender a jogar Poker. Bom, tracei como meta depois de ler este texto.

    Sou empresário há 5 anos e jogar xadrez pra mim, hoje, não tem sido muito regular, mas me ajudou a melhorar minha capacidade de concentração, foco, raciocínio e espírito competitivo. Creio que qualquer executivo que se preze precisa, como ordem primária, saber jogar xadrez. E quem tem o mundo dos negócios do sangue com certeza vai se apaixonar pelo esporte...

    Ah, parabéns pelo texto... Se for pra ser patrocinado, com esta qualidade, podem continuar... Abraços!
  • Muito legal o post!
    Gostei mesmo!
    Vou aprender a joga Xadrez e Poker... ainda não sei! =/
  • Marcão, macho-alpha++
    #17 - Cara, boa idéia. Acho que vou escrever sobre uma partida de futebol valendo a vida que eu joguei em uma favela do Rio numa madrugada sombria. Óbvio que eu perdi :D

    #19 - Felizmente (pra você), eu aprendi que a vingança é um prato pra se comido frio. Finotti né? Ok....

    Att

    Marcão, macho-alpha++
  • betoow
    Eu já voltei com o poker...
    vou ficar de olho simm, gosto desses artigos patrocinados, eles me motivam a voltar a fazer algo q eu queria mas ficava deixando pra dps..
  • Absolutamente nada contra posts patrocinados. "O Conselheiro Come" (João Ubaldo), ora essas. Ou as pessoas acham que blogueiro, jornalista, articulista, vive de vento e do calorzinho gostoso que os elogios de leitores trazem?

    Nada mais honesto, ainda, do que expor que se trata de artigo patrocinado. A não ser que prefiram aquelas matérias "top 10" alguma coisa que CERTAMENTE não exigiram nenhum jabá, certo?
  • Paulo H.
    Tenho me decepcionado muito aqui, quando vou achar o artigo foda, vejo que rodaram tudo nao pelo objetivo de passar a mensagem e sim divulgar artigo patrocinado.
  • Lee,

    seus textos são ótimos, e achei a comparação do mundo de negocios com o poker ótima.

    Abraços!
  • Victor - DeathStalker
    Excelente texto, Victor. Sempre ouvi falar de (e divagar sobre) como o xadrez pode ajudar no campo empresarial, agora sobre o poker é a primeira vez. Talvez porque não tenha jogado muito poker até hoje... Estou começando aos poucos =D
  • Rafael Finotti
    Para aprender tanta com o xadrez...antes é preciso ter paciência e tempo para gastar numa ação tão monótona quanto pescaria e bingo beneficiente.

    Boas analogias.Mas se querem aprender alguma coisa meus amigos. Botem a cara na rua.

    abs

    PS.Esse Marcão, macho-alpha++ tem problemas mentais sérios. Fato.
  • David Borges
    É com gosto que leio, tais artigos no PdH,
    Parabéns meu caro, por suas palavras
  • Isso Marcão!

    Agora tem que lançar um texto "Situações no jogo que constroem o caráter de um homem"

    Abraços!
  • Marcão, machoa-alpha++
    O xadrez me ajudou a me auto conhecer na adolescência. Jogava muito, muito mesmo na escola, às vezes no meio da aula. Uma vez o professor tomou meu xadrez magnético e levou para o diretor. O diretor ao me devolver criticou o professor dizendo que ele deveria incentivar e não tentar punir :D Mas estou divagando.

    Quando eu caia em alguma armadilha, ou minha estratégia era destruída, eu ficava furioso e partia pra cima de maneira até suicida. E era massacrado pelos meus oponentes (colegas de sala), apesar do meu raciocínio probalístico/matemático ser muito melhor do que o deles. Ali, eu aprendi que pra vencer e massacrar meus inimigos, às vezes temos que engolir sapos, recuar e esperar o momento certo, independente da raiva que subiu a cabeça. A vingança é um prato pra ser comido frio (acho que eu levava um pouco a sério demais :D)

    Com o tempo, aprendi a dominar minhas emoções e me tornei um excelente jogador de xadrez. Aprendi que existe a hora certa pra bater e pra correr. E quando encontrar o ponto fraco, é pra bater até massacrar o inimigo. Isso me ajudou bastante na vida profissional :D

    Mas voltando ao poker: o aspecto psicológico é fenomenal. Joguei bem menos do que xadrez, mas me impressionou como as cartas são apenas um detalhe no jogo :D
    A diferença é que o xadrez é europeu, sofisticado, inteligente e demorado. Poker é tipicamente norte americano: rápido, movido a dinheiro e sem profundidade.

    Att

    Marcão, macho-alpha++
  • #Victor

    Fala, Victor! O legal desse livro do Kasparov é que o foco dele não são jogos de xadrez, mas sim estratégias empresariais! Ele usa o xadrez como alegoria para seus exemplos, é realmente um livro muito bom.

    Já que estamos dando dicas de livros bons: A Lógica do Cisne Negro e Fooled by Randomness (ambos do N. Taleb) também são ótimos.

    A menos, é claro, que o leitor seja do tipo sensível e não goste de escritores com opiniões fortes... daí não vão gostar mesmo.
  • Malcolm Gladwell - português

    Pessoal que prefere acompanhar o vídeo da palestra do TED em português - vejam a bela dica do #6 Allan Rolim.

    Basta clicar aqui http://bit.ly/48v9nG e escolher, no canto direito, "open interactive transcript" - isso fará uma janela ser modificada, aparecendo um menu onde se pode trocar "English" para "Portuguese (Brazil)"

    O TED, que é de tirar o chapéu, tem bastante coisa bacana programada para o nosso querido Brasil. Quem gosta do trabalho fora de série deles pode continuar acompanhando o PdH que não vai se arrepender.
  • Poker

    #3 betoow - quando começar a jogar, fique de olho aqui (use o tal RSS para facilitar) pois vai ter novidade bem bacana.

    #4 Adann - você me fez lembrar de quando eu era moleque , jogando com meu pai. Uma coisa que eu me lembro bem é que ele nunca me deixava ganhar, igual outros pais costumam fazer.

    E acho que faltou eu adicionar essa experiência no texto. Uma das melhores coisas que aprendi é justamente "como perder"... e usar essa derrota como motivação para melhorar cada vez mais. Coisa difícil para uma criança sedenta por gratificação instantânea de ego!

    #7 Igor - valeu pelos elogios! Pelo que você comentou do seu professor, acho que um livro bacana que poderá gostar é o Envolvimento Total, do Jim Loehr e Tony Schwartz, que fala sobre o poder em saber combinar o foco de atenção intensa com momentos de recuperação de energia.

    http://www.estantevirtual.com.br/Jim+Loehr+Tony...

    O filme pareceu interessante - se tiver o título, passe pra gente!

    #11 hmendes - ao contrário, como você vê, a gente sempre lê os comentários aqui e é sempre bom ouvir sua opinião sincera - seja para elogiar ou criticar. Como disse aí ao #4 Adann, eu sempre quero melhorar no que me proponho a fazer, e é muito bom saber que gostou do modo da abordagem, tema e da promo, que vale bastante acompanhar.

    Quem acompanha de perto o meu trabalho na área de viagem e paquera sabe que eu apóio explorar todos os meios disponíveis para viajar na faixa. Pô, Las Vegas com acompanhante e um barão na mão? Concordo contigo que foi um artigo patrocinado que é de extremo interesse!

    Abraços!
  • Dicas de livros

    Obrigado pelas dicas dos livros, que enriquecem bastante a nossa discussão!

    #2 Henrique - o Kasparov manda muito bem, né? Tá adicionado pra minha lista de leitura. Tem muita coisa boa a ser aprendida com ele.

    #10 Mabach - fiquei curioso - vc disse que a sua paixão em business começou com o A Meta, do Goldratt? Eu já tinha ouvido recomendações do livro (ainda não li), porém vindo de um amigo que estudava aqui na Europa.

    Parece que é uma obra prima, pois o autor consegue com uma narrativa cativante transmitir valiosos conceitos de negócio com simplicidade e elegância. É um dos livros favoritos da turma da INSEAD.
  • hmendes
    Cara, esse foi o melhor artigo patrocinado que ja li na vida!
    Muito bom os elos até chegar a promo, além de ser de extremo interesse, o texto te prende na leitura.

    Eu sei que pouco importa a minha opniao, mas pode ter certeza que esse texto esta excepcional!
    Meus Parabéns =D
  • Mabach
    Realmente o poker e o xadrez são ótimas ferramentas para ter uma noção mais aprofundada quando falamos de regras e negócios e principalmente estratégia, são jogos que nos dão uma visão mais privilegiada das diversas situações da vida dos negócios e pessoal tbm...
    Excelente post ...tbm recomendo um ótimo livro: A Meta de Eliyahu M. Goldratt para mim foi onde começou a paixão pelo mundo dos business ...
  • Muta
    E tem quem ouse falar mal desse blog
  • L. Leite
    Gaydar? Prefiro mais o meu FagAlert® e ShoeScan®, rs! ;)

    Gostei do texto, ainda mais porque vi que uma filosofia de vida pessoal é compartilhada por muito mais gente!
  • Igor
    "Ao querer racionalizar e criar um rol de possibilidades, nossa mente fica focalizada em eliminações e se fecha à criatividade e percepção. Assim, nesses cálculos de probabilidade estamos arriscados a nos perder nos detalhes e ignorar o óbvio."

    Essa frase sintetiza uma preciosa virtude: focar em apenas um objeto até obtê-lo. sem distrações.
    Durante a faculdade de engenharia, um grande professor meu sempre frisava este pensamento. Para se resolver um problema, separe-o em partes e as resolva separadamente, cada uma em seu tempo.

    Não sei porque, mas lembrei de uma frase que ouvi em um filme de poker a um tempo atrás. "Jogue como se estivesse vivendo. Viva como se estivesse jogando."

    Excelente texto Victor, esses textos patrocinados tão ficando cada vez melhores!
  • Allan Rolim
    Pra quem não sabe inglês fluente, aqui a palestra do Malcolm Gladwell legendada: http://www.ted.com/talks/lang/eng/malcolm_gladw...
  • Gostei da palestra do TED, bem edificante. Fiquei com vontade de ler os livros do Gladwell.
  • Adann
    putz
    Quando moleque, eu chegava a uma garota bolando todas as possíveis possibilidades. Pensava bastante no xadrez nessa época, mas não jogava muito.

    Um jogador de Poker precisa de habilidade e sorte, caso contrário não tem sucesso nas apostas. Creio que habilidade em torno de 90%.

    Boa promo o/
  • betoow
    legal, vou voltar a jogar poker... quem sabe mais pra frente retome o xadrez...
  • Aproveitando o tema, sugiro o excelente livro de estratégia negocial do GArry Kasparov - Xeque Mate, A vida é um Jogo de xadrez, da Ed. Campus!
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