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29.10.2008

Dr. Health

Feedback para 2009 – Dr Health

Caros leitores, por meio desta coluna venho desejar, antes de mais nada, Boas Festas e um Feliz 2009.
Muita paz, amor, dinheiro e saúde, e nesse último caso, estou à disposição para ajudar, aqui na PdH e também no meu email: drhealth@papodehomem.com.br
Como já abordei muitos temas aqui, às vezes as idéias ficam mais escassas para [...]

04.1.2009 | 39 comentários

Dr. Cook

Dicas para harmonizar os vinhos no réveillon

Consultei o Nelson Luiz Pereira, sommelier da rede de lojas Ville du Vin e diretor de degustação da ABS (Associação Brasileira dos Sommeliers) e eis sugestões de harmonização de “bebes” para a última festa do ano.
Recepção
Espumante. Eles são alegres, leves e transmitem muito frescor. Dependendo da sofisticação da festa, podemos ir desde um bom prosecco, [...]

01.1.2009 | 11 comentários

Ladies Room

A ex de Johnny

Lembra-se de Dani? Estilo Maria-chuteira, loira, baixinha, coxuda, bunduda, tesuda, mas que fora trocada por bonecas infláveis? Isso! A ex de Johnny!
Pois é, aparentemente quem se deu melhor desde a separação foi ela. Na época do término de seu namoro com JJ, Dani se deprimiu tanto que resolveu pendurar suas chuteiras e fazer o bom [...]

30.12.2008 | 25 comentários

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Terapia de Família

Publicado por Guilherme Nascimento Valadares em 03.1.2008 às 22:19

familia2

Aproveitando o começo de ano com todo mundo voltando a trabalhar, ainda meio sem saber como retomar o ritmo, e perdidos entre promessas para 2008 e as desilusões de 2007, deixo o convite para assistir esse pequeno vídeo da ERD Filmes, a mesma que produziu o Mundo em Mudanças.

Trata-se de um fragmento do longa metragem “Dia Certo Hora Marcada“, que discute até onde a família interfere na nossa vida.

familia-unida

Retrato de uma família surpreendemente saudável

Pedro, um terapeuta de família tenta se entender através de seus pacientes. O filme conta com a supervisão no roteiro do Dr. Moisés Groisman, uma das maiores autoridades em Terapia de Família no Brasil. O longa foi gravado no consultório da núcleo Pesquisas onde é realizado pesquisas e tratamento de famílias.

Não é uma resposta, um julgamento, nem uma obra prima do Oscar, é um simples momento de reflexão. Muito interessante por sinal.

Terapia em Família, 5:58

link para o vídeo

Foto do autor

Publicitário e criador da PapodeHomem. Quer passar 2008 viajando e escrevendo do laptop. Aham, vai sonhando...

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25 comentários

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  1. B. Spadotto

    Gostei =)

  2. Guilherme Nascimento Valadares

    Pontos que me chamaram a atenção, Spadotto:

    - a origem da patologia muitas vezes é a própria família

    - a mudança da estrutura patriarcal cada vez mais notória, com a figura do pai cedendo seu espaço à mulher

    - a família funciona como um sistema, ora em equilíbrio, ora em desequilíbrio, e a doença de um muitas vezes representa esse desequilíbrio no sistema como um todo

    O que não entendi foi a ausência de comentários por aqui. Ou o pessoal achou o tema um pé no saco ou ninguém gostou da idéia de se dar ao trabalho de pensar no que assistiu. Ou mesmo, quem gostou preferiu se abster de comentar. Vai saber.

    Abração, Breno!

  3. Breuer

    Curti o video, onde consigo a versão completa?

  4. Guilherme Nascimento Valadares

    Breuer, creio que a versão completa não está pronta ainda, mas você assistir mais da ERD aqui:

    http://www.youtube.com/profile?user=erdfilmes

    Abraço

  5. Thiago Henrique Neto

    Pura realidade! As vezes por superproteção dos pais, a família toda é prejudicada!

    Mto bom o vídeo, gostaria de ver o final!

  6. Vincent

    Terapia familiar pra mim é academia.

    Nas férias, rangando todo dia na casa da minha vó, eu sempre volto uns 10 quilos mais gordo.

    Bjunda procêis

  7. Musashi

    Eu acho que a maioria por aqui no PDH é mais nova, e tá na posiçao da Carlinha no vídeo. Talvez por isso tenha poucos comentários. O video é muito massa, é só não escorregar pro estilo Nelson Rodrigues ( tentador) que vai ficar bom.

    Vendo por aí, sem base estatística nenhuma, acho que o pessoal em geral tá acomodado nessa situação, muita gente com 30 anos ainda mora com os pais!!! Além do lado econômico, tem o lado pessoal, não dá pra crescer e virar adulto debaixo da saia de papis e mamis.

    Falando para as “Carlinhas”(os) de plantão, diria que o mais difícil é sair do papel de filhinha ( no começo ela diz “são minha família, né??) e sair também do papel de revoltada ( “dei pro único homem com quem vc me deixou sozinha”). Os dois papéis são de criança, pois adulto faz o que tem que fazer e aguenta as consequencias. Porque também é cômodo ser a filhinha perfeita…isso vale para homem ou mulher.

    Agora, a média é ruim mesmo, basta ver que o BBB 8 tá começando e a idade média é de 20 e poucos. Sinceramente, eu conheço pouca gente de 20 e poucos que tenha algo de interessante a dizer na TV, e no entanto é campeão de audiência. TV é entretenimento, ok, mas de onde vão vir referências como a desse vídeo para movimentar uma massa maior de pessoas??? Da novela das 8???

    Abraços, ótimo post

  8. eu acho que a galera não se deu ao trabalho foi de assistir…
    eu msm demorei a assistir, e akela parte onde ele anota dados da familia e ta escrito “a filha e mimada pela mãe” acho que esse negoico de mimar criança e carrega-las na mão estraga a criança
    que fica sem limite… e eu sem exagerar eu ainda acho que ouvido de menino e na bunda!

  9. Quero assistir… parece muito interessante…..
    Abraços

  10. Elisandra

    Não é que faltaram comentários, é complicado se falar no tema família. Mexe com o emocional de qualquer cidadão.
    Existem momentos de plenitude e de complicações.
    Realmente muitas patologias são fruto das intervenções familiares, e isso é muito comum em crianças em idade escolar. Aqueles bem capetinhas são fruto de falhas na família, pais erram tentando acertar, crianças não vem com manual de instruções. E isso é um fator de grande peso.
    Pasmem pessoas com manias agudas são reflexos de dominação restrições na infância. Mania de limpeza, fobias, verificar varias vezes aparelhos e trancas antes de sair de casa. São herdados da formação.

  11. Eu msm

    Interessante o video, já passei por problema parecido e consegui dar a volta por cima, pois eu conversei com meus pais a respeito, e aprendi que pai e mãe acima de tudo são amigos, e se existe problemas entre família tem de ser resolvido entre a própria

  12. Guilherme Nascimento Valadares

    @Musashi, por pesquisas e sondagens que fizemos na PdH, o público aqui tem mais de 20, a maioria já formado e empregado. Ou seja, não são adolescentes.

    Por esse ponto de vista, o que você comentou procede. A juventude está se estendendo. A turma dos quase 30 ainda está em casa, vivendo conflitos exatamente como no filme acima.

    Sinceramente, a não ser que seja algum caso extremo, sujeito com mais de 25 morando com os pais é patético. É como se enterrar no chão.

  13. Guilherme Nascimento Valadares

    @Elisandra, o que nos tornamos é reflexo direto da família, da formação, etc e tal. Mas o que ando vendo muito são pessoas que reclamam pacas dos pais e família e eles mesmos não tomam atitude.

    Ficar reclamando da família que nos deu tudo que precisamos ao longo da vida, como se tivéssemos sido abusados, isso sim é imaturidade.

    A família tem suas deficiências, e é justamente aí que devemos crescer.

  14. Elisandra

    Realmente não concordo em ficar reclamando da família que temos, devemos sim procurar meios de se viver bem com ela.
    Porém trabalho na area, e atendo casos onde a família apresenta falhas, sintomas, e merecem ser tratadas e quando se reconhece a necessidade de mudança ajuda muito, mas em casos onde se da murro em ponta de faca é complicado.
    Vivemos em uma sociedade com patologias, e na família não é diferente, é uma instituição que deve ser repensada.
    Convivo com situações que fogem as regras, vai bem além do que estudamos, em graduações e pós-graduações.
    O video trouxe uma situação problema comum hoje, mas temos casos com idade inferior a estas e uns que demandam auxílio de uma equipe.
    Atendo um garoto e sua irmã mais nova que convivem com pai drogado,agressivo,situação extrema de violência, e demais infrações, como posso pensar que estes vão crescer e se desenvolver bem neste ambiente tão rico em estímulos a boa formação de uma criança e um adolescente.
    Como incutir nestes o sentimento de gratidão a família, que lhes provê tudo o que necessitam.
    Quando comentei pensei em patologias que já vi,não me referia a famílias saudaveis,talvez se tivesse comentado sem ver o video teria me colocado de modo menos agressivo aos olhos dos colegas que comentam.
    Mas mesmo com tantos problemas, graças a DEUS estamos vivos, batalhando, sonhando e fazendo por onde contribuir na sociedade.

  15. Maria José

    por acaso hoje, achei este site papadehomem e adorei, relembrei da minha antiga sala de estudo, do Dr. Moisés . Já que fiz formação lá durante alguns anos. Gostei do vídeo de atendimento da Carlinha.Como ainda existe hoje em dia, tantos pais criando carlinhas, e não Carlas. Qualquer ajuda que eu possa contribuir, me procurem, sou Terapeuta de Família, e adoro temas pertinentes ao assunto família.
    Beijos Maria José

  16. Interessante como a estrutura familiar pode ser complicada de acordo com a personalidade, as inseguranças e as crenças de cada membro da família. Isso pode resultar numa combinação explosiva, ou numa família feliz.

  17. Guilherme Nascimento Valadares

    Elisandra, nascer em uma boa família é das maiores sortes que uma pessoa pode ter. Concordo plenamente com seu ponto de vista à respeito.

    Maria José, bom demais saber que gostou de nosso site! Espero que se torne leitora frequente e participativa nas discussões. ;D

    Lourenço, nem fala, brother. Nós, pelos grupos e fóruns que frenquentamos web afora, sabemos muito bem do nível de “fucked up” que algumas pessoas chegam… fueda.

  18. Pois é. Quanto mais eu conheço pessoas desses fóruns, mais eu vejo quanto a criação é importante na vida de uma pessoa.

    Cada louco que eu conheci, que não tá no script.

  19. Musashi

    Adulescentes - Esse termo tem sido usado para falar de pessoas que se recusam a crescer, tem 20 e muitos anos e não querem assumir nenhum tipo de responsabiliade, vivendo em geral de PAItrocínio.

    Concordo com o Gulherme, as pessoas devem deixar os pais de lado depois de uma certa idade, afinal agora você é um adulto, muitas vezes com a idade que seus pais tinham quando você nasceu. Olhe pra si mesmo e imagine o quanto ia sofrer pra criar alguém. Nossos pais não sabiam mais sobre criação de filhos do que a gente sabe hoje em dia, nem livros ou Internet pra pesquisar existia.

    Então, se seus pais erraram, dane-se. Faz terapia, toma umas brejas e vai pra briga. Afinal é a sua ÚNICA vida CURTA que está em jogo.

  20. Ainda não tinha conseguido assistir o vídeo, só agora consegui.

    Uma de minhas maiores brigas com minha sogra era porque até hoje, ela carrega meu ex-marido no colo, o sujeito tem 47 anos e não é responsável, nem pela família que iniciou comigo nem com a segunda, depois que separamos. Ele já mora há 8 anos com a segunda mulher e ainda dá como endereço de residência a casa da mãe dele!!

    Não venho de uma família bem estruturada, aos 20 morreu minha mãe e meu pai sempre foi ausente, porque nunca se livrou da função de protetor das irmãos.

    Se minha mãe fosse viva não sei como seria meu caminho par o amadurecimento, porque durante muito tempo eu procurei uma certa proteção, com meu pai e com meu ex-marido, até que me resolvi e conseguime tornar independente e liberta dos valores convencionais que tanto atrasam nosso amadurecimento.

    Concordo com o Musahi, há muitas Carlinhas e Carlinhos que com 30 anos ainda vivem sob o teto dos pais achado que são eternos bebes, muitas vezes arrumando desculpas prá não crescer

    E também concordo com o Guilherme, enfiar a culpa nos pais prá poder não tomar nenhuma atitude é a maior prova e imaturidade!!

    É uma situação retro-alimentada, por um lado os pais não querem perder seu bebe pq sua vida à dois já encerrou há tempos e por outro lado o sujeito também não quer crescer pq crescer é chato, é trabalhoso, a gente fica com pouco dinheiro prá roupa e balada!!

    Não sou a favor de botar prá fora, como se faz nos Estados Unidos, mas convenhamos, uma pessoa com 30 anos ainda morando na casa dos pais e muitas vezes dizendo que ainda está se descobrindo profissionalmente é foda!!

    Guilherme, parabéns pelo artigo, demorei prá concluir, mas gostei!!

    Beijos!!

  21. Gente, se eu tivesse um terapeuta horrendamente didático e falador desses eu perguntava para ele:

    “- Fofo, se você vai ficar falando o tempo todo desse jeito, quem sabe você não deita aqui no divã de uma vez?”

  22. RAFAELA

    É… até os 23 anos +/- eu era muito ressentida com a minha família… achava que td que não dava certo pra mim estava associado às coisas que assimilei no meu lar através do convívio com os meus pais que sempre foram bons, porém muito distantes emocionalmente dos filhos; sofri muito de solidão durante a infância e fui uma criança problema. Com o passar do tempo fui entendendo que era muito difícil para eles darem o carinho e a cumplicidade que não tiveram em suas próprias histórias… geralmente tendemos a repassar as nossas neuras para os filhos e isso se torna um ciclo patológico. Muitos conseguem fazer até o movimento inverso, oferecendo td que não tiveram, como uma compensação, mas de fato é um exercício árduo que geralmente implica em algum tipo de processo terapeutico acompanhado por profissionais ou mesmo de forma auto-didata através de livros de auto-ajuda.
    Casei aos vinte e cinco anos motivada pelo desejo inconsciente de sair de casa! Logo depois que cheguei a essa conclusão me separei e resolvi tocar minha vida sem tentar me sustentar em muletas! Precisava amadurecer de uma vez por todas e custei a entender que o possível estrago emocional que tinha sofrido com a minha criação era um “fato” em minha vida mas não poderia determinar o meu destino. Estava sob minha responsabilidade encarar a vida de frente e já soava muito infantil qualquer tentativa de atribuir os meus erros e frustrações à minha família. Esta tomada de decisão foi libertadora!!!!! Substituir as acusações por tolerância e compreensão e hoje tenho uma relação bem mais saudável com os meus pais.
    Bom… esse depoimente foi propriamente uma sessão terapeutica!!!!rsrsrs
    É uma pena não poder hj levar minha família ao divã… estamos todos separados pela vida, em estados diferentes, mas seria uma excelente idéia… quem ainda tiver a oportunidade poderá pensar mais seriamente nessa alternativa… quem não tiver mais… TOCA A PORRA DESSA BOLA PRA FRENTE, MEU REI!!!!!!! rsrsrs
    O CAMINHO SE FAZ É CAMINHANDO!!!!

  23. Rafaela,

    Existe um livreto, algumas frases rodam muito na internet, prá variar com a autoria trocada, escrito por uma mulher chamada Kim McMillen quando fez 50 anos, e sua filha publicou, chama-se “Quando Me Amei de Verdade”. Se vc quiser eu “comprei” no emule, posso enviar para você o livreto todo!!

    “Quando me amei de verdade,
    parei de me culpar pelas escolhas que fiz e que me faziam sentir segura. Passei a me responsabilizar por elas.”

    Acho que essa frase tem muito a ver com seu comentário, saiba que muita gente percorre esse caminho que vc está percorrendo, inclusive eu. Tenho uns 10 anos a mais que vc, e meu caminho foi bem parecido com o seu, embora tenha demorado um pouco mais a me livrar dessa prisão emocional de crescer numa família ausente, já que minha mãe morreu cedo, não tive coragem de confrontar meu pai e só fui buscar terapia com 34 anos, quando tive coragem de encerrar o casamento!!

    E busquei terapia quando eu percebi que vi que eu criava meu filho da mesma forma que fui criada, e eu tinha consciência de que não podia fazer o caminho inverso, porque não queria que meu filho crescesse um bestalhão como o pai, como disse lá em cima, busquei o equilíbrio e hoje posso dizer que estou bem próxima desse equilíbrio.

    É como vc disse: só tocando essa porra prá frente!!
    Beijos!!

  24. RAFAELA

    Puxa Jade… obrigada messsmo!! Muito delicado da sua parte… de verdade! Aceitaria de coração se já não tivesse lido. Não foi à toa que o meu comentário teve conteúdo similar ao que encontramos nele… muito bom! Já li muitos livros desse gênero muita coisa terminei assimilando por osmose outras peneirei e joguei o resto no lixo e assim fui construindo a maluca que sou hj… sem falar que sou formada em Filosofia e passei 5 anos debatendo os valores familiares, sociais etc, etc, etc… ufa ninguém sai deste processo sendo completamente normal, não é mesmo!!!!rsrsrsrs Aliás… de perto, de perto quém é normal? Todo mundo tem neuras, tem recalque com algum aspecto familiar, medos injustificáveis, entre outras coisas mas talvez seja tudo isso apenas um dispositivo que Deus inventou pra que a gente aprenda a se reinventar durante toda a vida… talvez…

  25. Pois é Rafaela, vc aos 30, eu aos 40, a autora do livro aos 50… mas como bem cantou minha “ídala” Elis Regina:
    “Vivendo e aprendendo a jogar
    Vivendo e aprendendo a jogar
    Nem sempre ganhando
    Nem sempre perdendo
    Mas aprendendo a jogar”

    Esse é o segredo né??

    Beijos!!

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