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	<title>Comentários sobre: Saudades da Am&#233;lia?</title>
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		<title>Por: Resumo do Caso Sorocaba Mulher descobre que marido a trai com amiga &#171; Azar é &#8230;</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-137242</link>
		<dc:creator>Resumo do Caso Sorocaba Mulher descobre que marido a trai com amiga &#171; Azar é &#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 04:38:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Saudades da Amélia? &#124; Papo de Homem ? Lifestyle Magazine [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Saudades da Amélia? | Papo de Homem ? Lifestyle Magazine [...]</p>
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		<title>Por: yahoo-5KH4J2GJWBD7YEFSNIAEE7AT6A</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-132614</link>
		<dc:creator>yahoo-5KH4J2GJWBD7YEFSNIAEE7AT6A</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 02:58:14 +0000</pubDate>
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		<description>É uma grande verdade que muitas mulheres estão se equivocando completamente com essa história de direitos iguais (= mulheres modernas)&lt;br&gt;&lt;br&gt;São aquelas que, por exemplo, vão para a balada, conhecem um cara atraente, transam de primeira...e ficam magoadas, sentindo-se um lixo porque o cara não ligou no dia seguinte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para mim, esse é um típico exemplo de mulher Amélia. Para agradar ao homem (ou ao marido, irmão, chefe, filhos), ela passa por cima de sua própria essência, valores e vontades e, claro, fica frustrada depois.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mulheres verdadeiramente modernas assumiriam o que significa o “one night stand” e não ficariam na expectativa de nada mais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;ou &lt;br&gt;&lt;br&gt;Mulheres verdadeiramente modernas assumiriam que não gostam de transar de primeira e deixariam claro sua vontade mesmo correndo o “risco” do cara ir embora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acho triste e absurdo mulheres fazendo esse tipo de coisa para parecerem modernas, para seguir “conselhos” de amigas mais descoladas etc.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ou pior, achando que vão segurar o cara ou que por algum milagre da natureza, esse homem poderá se apaixonar por elas em vez de desaparecer no dia seguinte. A idéia é boba e inocente mas ainda assim, muitas mulheres inteligentes, cultas e interessantes insistem em assumir esse papel de Amélia quando se trata de relacionamentos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mulheres, tenham coragem de assumir quem vocês são, mesmo que seja para ser “careta”. Essa é a única forma atrair alguém que as respeitem também.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Abs&lt;br&gt;Cuca;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma grande verdade que muitas mulheres estão se equivocando completamente com essa história de direitos iguais (= mulheres modernas)</p>
<p>São aquelas que, por exemplo, vão para a balada, conhecem um cara atraente, transam de primeira&#8230;e ficam magoadas, sentindo-se um lixo porque o cara não ligou no dia seguinte.</p>
<p>Para mim, esse é um típico exemplo de mulher Amélia. Para agradar ao homem (ou ao marido, irmão, chefe, filhos), ela passa por cima de sua própria essência, valores e vontades e, claro, fica frustrada depois.</p>
<p>Mulheres verdadeiramente modernas assumiriam o que significa o “one night stand” e não ficariam na expectativa de nada mais. </p>
<p>ou </p>
<p>Mulheres verdadeiramente modernas assumiriam que não gostam de transar de primeira e deixariam claro sua vontade mesmo correndo o “risco” do cara ir embora.</p>
<p>Acho triste e absurdo mulheres fazendo esse tipo de coisa para parecerem modernas, para seguir “conselhos” de amigas mais descoladas etc.</p>
<p>Ou pior, achando que vão segurar o cara ou que por algum milagre da natureza, esse homem poderá se apaixonar por elas em vez de desaparecer no dia seguinte. A idéia é boba e inocente mas ainda assim, muitas mulheres inteligentes, cultas e interessantes insistem em assumir esse papel de Amélia quando se trata de relacionamentos.</p>
<p>Mulheres, tenham coragem de assumir quem vocês são, mesmo que seja para ser “careta”. Essa é a única forma atrair alguém que as respeitem também.</p>
<p>Abs<br />Cuca;)</p>
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	<item>
		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-112710</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:06 +0000</pubDate>
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		<description>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &quot;conduta&quot;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &quot;esculhambado&quot;.
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286370</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &quot;conduta&quot;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &quot;esculhambado&quot;.
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
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		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286371</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
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		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286372</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286373</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
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		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286374</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286375</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &quot;conduta&quot;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &quot;esculhambado&quot;.
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Fmuto91</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/saudades-da-amelia/#comment-286377</link>
		<dc:creator>Fmuto91</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &quot;conduta&quot;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &quot;esculhambado&quot;.
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.
A questão não é encarar como inversão sexual -  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar - e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &quot;mundo&quot; que levamos . 
Forte abraço em cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em parte ,concordo que existem mulheres(não quantifico,razão pela qual, eu não mencionei muitas e sim, existem)que acabam aderindo comportamentos negativos,tidos como ordinariamente da &#8220;conduta&#8221;masculina :fumar ,beber,sair e não ter hora para chegar em casa ,entre outras qualificações que se rotulam próprias do homem.Aquelas buscam mostrarem-se independentes(???),mas acabam trilhando esse perfil &#8220;esculhambado&#8221;.<br />
Entretanto,uma outra parcela das mulheres vem conquistando,diga-se de passagem, merecidamente o espaço dela na sociedade.A proporção desta com relação ao homem na  inserção no mercado de trabalho é ainda perceptivelmente menor.Felizmente ,muitos tabus estão sendo desatados com relação a capacitação profissional da mulher e a respeito da remuneração dela.<br />
A questão não é encarar como inversão sexual &#8211;  a mulher a base financeira da casa,enquanto o homem o alicerce dos afazeres do lar &#8211; e assim achar que inverteram-se os valores morais do homem e da mulher.O que está acontecendo, chama-se flexibilidade,nada haver com fragilidade sexual.<br />
Acredito que aos poucos,nós estamos nos desligando da mediocridade em que vivemos,cheios de esteriotipagens(muitos destes ainda precisam ser derrubados,não somente com relação à mulher).<br />
Isso não quer dizer,liberalismo da moralidade e sim,não nos acomodarmos com a ignorância que insiste existir na sociedade.Afinal,é muito mais cômodo,adotarmos um conceito pronto ,estigmatizado como devemos ser e como não devemos  ser, do que pensarmos por nós mesmos.Tirem suas conclusões a respeito dos conceitos q individualmente tomamos como verdade absoluta.É trabalhoso mudar em nós o que nos ensinaram,mas somos aptos a recriar o conceito de &#8220;mundo&#8221; que levamos .<br />
Forte abraço em cada um.</p>
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