Fora da estrada: velocidade com terra, barro e lama

Rodrigo Almeida

por
em às | Dr. Pirelli, Mecenas, Velocidade


Quando os primeiros raios de Sol atingem estradas de terra, muitos profissionais que trabalham com a lida no campo já estão acordados. Cruzam barro, lama, aclives e declives de terra traiçoeira. A paisagem compensa. Pradarias, gado à vista até onde o horizonte atinge, areia ou sertão árido sem fim, tanto faz, o que importa é que para alguns nem todos os caminhos da vida são pavimentados com asfalto.

Há aqueles que dirigem automóveis nesses lugares. Sabem que seus carros possuem limitações e que não irão transpor determinados obstáculos naturais. Admiro também o pessoal da escola antiga que, em meados de 2010, ainda montam um cavalo.

Carro x Cavalo

Cavalos não possuem maiores limitações quanto ao ângulo de subida em aclives e declives, cavalos afundam as patas na lama mas possuem inteligência suficiente para trilharem seu caminho para fora do atoleiro. Em muitas situações, cavalos passam por lugares que nenhum veículo motorizado terrestre passaria. Digo, quase nenhum.

"Relaxa, querida, você estaria pior se estivesse em cima de um cavalo."

Certa vez, estava assistindo ao The Best Jump, evento em que cavaleiros demonstram toda sua perícia em hipismo. Uma das atrações do espetáculo era a competição “homem x máquina”. O desafio consistia em construir uma pista de terra com obstáculos variados em que um cavalo e um carro travariam uma batalha pelo melhor tempo de percurso. Edição a edição, ora o animal vence, ora a máquina é ganhadora.

Não é fácil vencer o cavalo. Nas curvas o carro desliza de lado, nos atoleiros a experiência ajuda a não perder tração, nas rampas… bem, suspensão boa faz a diferença. Enfim, não é fácil.

Dirigir um automóvel em estradas de terra exige técnicas de condução completamente diferentes em relação às que utilizamos todos os dias no asfalto. No entanto, o que é necessidade para uns pode ser a diversão de outros. Vencer os obstáculos naturais, na maioria das vezes criados pela chuva e erosão, pode ser um desafio extremamente prazeroso de se superar. Dirigir sob trilhas de barro e lama, esquecidas pelo departamento de trânsito e pela civilização, requer cuidado especial para se evitar que o equipamento seja danificado ou que a diversão desapareça no primeiro atoleiro.

Rally: areia, gelo, barro, pedra, venha o que vier.

Cruzar de carro estradas de terra em condições deploráveis pode definitivamente se tornar um martírio. Contudo, como eu disse, quanto mais difícil for, mais divertido é para o entusiasta de off-road. Traduzindo para o português, off-road ou “fora de estrada” é a categoria dos automóveis criados especificamente para transpor obstáculos impostos pela natureza em estradas não pavimentadas.

O off-road motorizado consagrou-se como um esporte há mais de meio século quando se teve notícia das primeiras competições que visavam cruzar campos de lama, gelo ou alagamentos, no menor tempo possível. Surgiram daí os ralis, competições automobilísticas profissionais em que automóveis percorrem de montanhas a desertos para testarem os limites do piloto e a confiabilidade do veículo.

A propósito, já contamos aqui no PapodeHomem a história de alguns dos mais perigosos ralis que se têm notícia: o Grupo B, o Paris-Dakar e o Rally dos Sertões.

"Eu to vendo a estrada daqui, tem certeza que vai pelas pedras?"

Obter sucesso num rally não se resume a pisar fundo e conhecer condução em estradas irregulares como ninguém. Além de modificações veiculares extensas, que podem ser necessárias num rally profissional, outra figura entra em cena: o navegador. O navegador é o lobo solitário que estuda cartas topográficas enquanto o piloto descansa e dorme. O navegador é quem diz por onde ir, para onde ir, em que velocidade dirigir, onde frear e onde acelerar.

Um piloto mediano pode obter sucesso com um navegador excepcional, porém dificilmente um piloto incrível obterá sucesso com um navegador que o conduz para o lugar errado.

Por outro lado, nem todos os apaixonados por barro querem cruzar desertos e sertões em velocidades próximas dos 200 km/h. Muitos almejam somente transpor aquela trilha que em um primeiro momento veículo nenhum parece ser capaz de fazê-lo. Para isso, contam não somente com automóveis construídos para a prática de off-road, mas também extensamente modificados para vencer todo o tipo de obstáculo fora de estrada.

No Brasil, existem diferentes tipos de apaixonados pelos esportes a motor na terra. Há aqueles que possuem condições de investir alto em veículos todo-terreno, que com a configuração de fábrica já são capazes de passarem pela grande maioria das trilhas sem dar sustos. Quando esse perfil de trilheiro toma gosto pela brincadeira, não tarda a iniciar alterações agressivas em seu conjunto mecânico e a se inscrever em campeonatos amadores de off-road. Essas competições são portas de entrada para outras muito mais profissionais, a exemplo do próprio Rally dos Sertões.

Daí pra frente, a velocidade dos veículos off-road na terra só não é maior do a que a velocidade em que o hobby se torna coisa séria.

Paulista Off-Road 2009.

Carros especiais para rally

Poucos consumidores sabem, mas há no Brasil diversas montadoras que comercializam seus automóveis de linha comuns em versões especiais para Rally.

Não estou falando dos carros estilizados com estribos e adesivos nas laterais. São edições especiais, não homologadas para uso na rua, com gaiola de proteção interna, peso aliviado, interior desprovido de acessórios de conforto, ajuste especial de suspensão, pimenta no motor e pneus específicos para terreno off-road. Basta ir até a concessionária e solicitar uma dessas versões especiais que são fabricadas sob encomenda.

Surpreendentemente, o valor desses automóveis é bastante convidativo e na maior parte das vezes inferior ao de suas versões completas com ar-condicionado, vidros elétricos e acabamento interno completo. Uma vez que esses veículos de competição não podem trafegar nas ruas, as próprias montadoras organizam eventos off-road para integrar e confraternizar seus clientes entusiastas.

A diversão dos jipeiros

Preconceitos à parte, outra peculiar tribo de apaixonados por lama são os famosos jipeiros. Com um investimento não necessariamente alto, é possível adquirir um Jipe Willys da década de 50 e, sem muitas alterações, logo partir para a lama.

Falo em preconceito, pois entre grupos formados por praticantes de Rally que investem alto em seus carros, jipeiros podem ser mal vistos devido a sua pré-disposição para o bom humor. A turma do Willys costuma não levar a brincadeira muito a sério. Às vezes fazem bagunça na lama, ignoram regras e competições, atolam e desatolam bastante, mas principalmente se divertem muito. É comum encontrarmos irreverentes caroneiros despreocupados com a segurança dependurados na gaiola dos jipes e bebendo muita cerveja.

Engraçados ou não, os jipeiros precisam se preocupar com alguns itens de segurança que não passam despercebidos por nenhum praticante de off-road, amador ou profissional. O praticante do esporte não pode esquecer que, quando se trata de velocidade e de situações de pouca estabilidade, acidentes podem ser fatais.

Antes de se aventurar na terra, é aconselhável receber instruções de condutores experientes que sabem pilotar em situações adversas. Assim como na estrada, cintos de segurança são mandatórios e podem ser o fator decisivo entre a vida e a morte.

Pneus especiais

Não é preciso recomendar manutenção impecável e alertar que barro e lama penetra por entre diversos componentes mecânicos de seu carro. É importante que após cada trilha seja feita uma revisão completa.

O pneu de um automóvel fora de estrada é completamente diferente de um pneu concebido para rodar exclusivamente em asfalto. Se na estrada pavimentada o que queremos é um pneu com maior contato com a superfície, na lama queremos um pneu com grandes sulcos que possam escoar água e terra molhada.

Jipeiros e outros entusiastas mais radicais costumam optar por pneus exclusivos para lama que, em contra-partida, apresentam aderência deficiente no asfalto. Embora muitos pilotos possuam automóveis off-road que quase nunca andam na rua, é prudente sugerir a opção de um pneu todo-terreno, desenvolvidos para extrair o melhor do desempenho tanto na terra e quanto no asfalto.

Iniciar-se na vida do off-road não é difícil. Todos conhecemos uma estrada de terra próxima de nossas cidades. O importante é reiterar que cuidado é necessário e que não é fácil controlar um automóvel em situações de baixíssima aderência.

Além de garantir que seu veículo está devidamente preparado, é necessário desenvolver habilidade para conduzi-lo nessas circunstâncias. Pessoalmente, aconselho integrar um clube de entusistas de off-road e acompanhá-los em algumas trilhas antes de enfrentar a lama por si só.

Não me culpe, porém, se após essas dicas seu carro precisar de uma lavagem minuciosa após cada final de semana.

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Rodrigo Almeida

Engenheiro, apaixonado pela vida e por qualquer coisa com um motor potente, nostálgico entusiasta de muitas daquelas boas coisas que já não mais se fazem como antigamente.


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  • Paulo Fava

    Este post do Rodrigo tá enorme, ninguém vai parar pra ler um post patrocinado deste tamanho. Ele podia transformá-lo em posts menores.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Paulo,

      Não há nenhuma frase patrocinada em todo o texto. Pode ver. Nada, absolutamente nenhuma ideia vendida. Está com o selo e sob a categoria “Patrocinado” apenas como um modo de comunicar os leitores PdH que tem uma empresa apoiando esse conteúdo. Ele também está no branded channel, no canal especial da Pirelli.

      Sobre o fato de ser longo, é um mito esse de que as pessoas não leem na Internet. Temos vários textos longuíssimos aqui no PdH com trocentos comentários e RTs.

      Tem muita gente que não é adepta da cultura de entretenimento rápido de drops que não exigem muito tempo e que, ironicamente, acabam roubando todo o nosso tempo.

      Publicamos textos mais curtos no PdH Shots e fazemos questão de publicar um texto rico para ficar o dia inteiro em destaque na home.

      Esclarecido esse ponto mais técnico, vamos ao que interessa:

      Você já participou de algum evento off-road? Curte o tema? Gostou do texto?

      Abração.

      • Anônimo

        Gitti,

        O texto está muito bom, o problema é que já são mais de muitos textos sobre carros ou algo relacionado a este universo últimos dias… lamborghini, salão do automóvel, track day, acervo da quatro rodas, carros ensinando sobre mulheres, motorshow, F1…
        Nada contra, mas a diversidade de temas abordados sempre de forma inteligente, descontraída, muitas vezes polêmica e inusitada é o que me faz visitar diariamente o PdH.
        Abração!

    • http://www.facebook.com/rslfilho Roberval Filho

      O fato do texto ser longo não atrapalha em nada. E sem ver o selo do Patrocínio nem dá pra perceber que é o post patrocinado, não concordo com sua crítica.

      Parabéns pelo artigo, já participei da organização de alguns eventos de Off-Road, dentre eles o Piocerá-Cerapió, que já tem mais de 20 edições anuais.

      É muito bom participar desse tipo de competição.

      Mas uma vez, parabéns pelo artigo.

    • Eliakim

      Acredito que pra quem gosta de off-road e tbm pra quem nao gosta, vale a pena dar uma conferida em vídeos das competições de BAJA SAE, ou ir numa competiçao.

      Abraço,
      Eliakim Araujo
      Capitão da Equipe Carpoeira de BAJA SAE

  • Carlos

    Não sei se foi para não extender muito o texto, ou se foi pelo pouco conhecimento do mundo Off-road ou se o que foi dito é meramente ilustrativo para contextualizar o patrocínio, mas devo dizer, com todo respeito, que esse texto ta engomado e não condizente com a realidade.

    É importante deixar claro que existem várias vertentes no off-road. Há o lado competitivo do 4×4, aonde se tem rally de regularidade(Mitsubishi Motorsports), rally de velocidade(WRC), rally cross-country(Rally dos Sertões), indoor (corrida em circuito fechado)… e o off-road aventureiro, digamos assim. São meramente passeios, trilhas, expedições… é só o prazer de andar fora da estrada seja para ver paisagens que normalmente não se vê, seja o gosto por transpor obstáculos.

    E a ausência dessa distinção acentua o carater preconceituoso de como foi exposto a figura do jipeiro. Primeiro entenda-se que jipeiro não é só quem tem willys; trollers, samurais, vitaras, landrovers e etc são igualmente jipes. E segundo que o tipo de coisa que jipeiro faz (Brincadeiras, atolar, desatolar, cruzar rios…) são normalmente realizada em situações distintas de competições. Trilhas e passeios são realizados em momentos próprios, e servem meramente para descontrair e se divertir.

  • MrBerlitz

    Bom texto Rodrigo !

    Como moro no interior, vivo pegando algumas estradas de terra. E é justamente nelas que me divirto mais. Muitas vezes vejo um caminho onde meu Palio Weekend (não locker) não passaria … Mas com jeitinho acaba indo. ;)

    Já participei como competidor e organizador de alguns Rallyes Universitários. É competição para amadores, com carros de passeio e sem experiência. Sempre são rallye do tipo Regularidade, em que a velocidade é menor e a pontuação é dada de acordo com a tua regularidade de andar sempre dentro do tempo previsto para cada trecho. O clima sempre é de festa, e é uma ótima maneira de conhecer o esporte sem fazer nenhum investimento.

    Dúvida: esse é realmente um artigo patrocinado ?

  • Brunosanches

    muito bom o post, e o link patrocinado ou nao tbm

    moro em MS e sempre estou indo para fazendas e afins, ou seja, sempre estou nesse tipo de estrada.
    na verdade tenho 17 anos e nessas estradas é o unico lugar q eu realmente posso dirigir tranquilo.
    gostaria de mais dicas para andar com seguraça com o carro na areia, pois ja estive envolvido em um acidente desse tipo e gostaria de saber oq fazer em situaçoes extremas como essa

    sou um assiduo frequentador do blog, porem nao sou muito de comentar, pois pensava que nao teria uma resposta dos blogueiros, vejo que nesse blog é diferente
    logo me verao comentando mais de hj em diante

  • http://twitter.com/chikletinho Paulo Santana

    Texto muito show Rodrigo!!

    Melhor que rally só a formula 1 mesmo.. Nunca peguei um carro e meti em uma estrada de terra, mas penso em fazer isso um dia.. Deve ser “o Bicho”..

  • Victor Hugo

    Parabéns pelo texto, Rodrigo!
    Nunca me envolvi em nenhum evento desse tipo, mas tenho uma vontade imensa de participar e sentir a adrenalina de passar por morros, rios, esse tipo de coisa…quem sabe um dia?!

  • http://twitter.com/matheus_bola Matheus Ribeiro

    Tenho muita vontade de ir nesses eventos, não só de off-road, mas sou novo ainda e tenho muita carne pra assar ! Ótimo texto !

  • http://www.facebook.com/people/Lucas-Neto/100001393534145 Lucas Neto

    O texto ficou bom mesmo. Mostra bem como as competições off-road. Só acho que faltou um pouco mais de detalhes em algumas modalidades mais simples, que a pessoa pode participar com seus carros de rua como os rallys de regularidade. Pelo texto, parece que sem um carro preparado você não consegue encarar uma trilha.

    Eu já pilotei 1 vez em um rally de regularidade, uma das etapas do estadual de rally do MS. Fui substituindo a companheira de equipe da minha irmã num troller e entrei como piloto. Era pra ser uma disputa normal, mas havia chovido, era uma etapa noturna e pra piorar, o pessoal da organização julgou que por não estar mais chovendo deveríamos fazer médias de seco, só que a estrada estava completamente enlameada. Ai foi um Deus nos acuda. Muita água, muita lama, quase batemos várias vezes e foi, de muito longe, a direção mais tensa que eu tive na vida.

    Só que tinha chovido tanto que o pessoal da cronometragem tinha atolado em alguns pontos e a etapa foi cancelada. A etapa então iria ser refeita mas numa data que a gente não poderia participar. :(

    Se eu morasse no sul, já teria ido pra umas dessas competições organizadas por montadoras fazia muito tempo…

  • Augusto Msilva

    Parabéns pelo texto.
    Meu sonho é participar desses eventos, de preferência sendo um Jipeiro. Sem limites.

  • Marina

    Adorei o texto, apenas uma resalva: e as motos?

    Faco trilha, enduro e rally, tudo de moto, e enquanto o carro exige um investimento inicial razoavel a moto facilita neste ponto. O Brasil tem varias competicoes maravilhosas, e tudo que um carro faz as motos tambem fazem. Uma trilha travadíssima como a do bonete ou da cassandoca, só de moto ou cavalo, carro para longe…

    Sem contar que na moto o piloto é também o navegador, e ai se vê mesmo que o bom piloto nao é nada sem ser também um bom navegador. Pilotos que andam muito, e deixariam todos para trás, se perdem, erram o caminho e com isso se cansam mais. Potência nao é nada sem direcionamento.

    Espero um texto que inclua nossas valentes magrelas (nem sempre…) no grupo de carros e cavalos fora de estrada.

    Beijos

  • http://twitter.com/dscorzoni Danilo Scorzoni Ré

    Gostei muito do texto e sempre me senti atraído por esse tipo de atividade, mas nunca fui atrás de participar de alguma, até pq não tenho carro. Tenho experiência com mapas devido a minha profissão, será que dá pra entrar nessa de navegador? hehehe.
    Uma outra dúvida que eu tenho é se a galera costuma usar os carros convencionais, usados nas cidades, para as atividades off-road e se isso estraga muito o carro (o que eu devo acreditar que sim). Abraço e parabéns pelo artigo.

  • http://twitter.com/dscorzoni Danilo Scorzoni Ré

    Gostei muito do texto e sempre me senti atraído por esse tipo de atividade, mas nunca fui atrás de participar de alguma, até pq não tenho carro. Tenho experiência com mapas devido a minha profissão, será que dá pra entrar nessa de navegador? hehehe.
    Uma outra dúvida que eu tenho é se a galera costuma usar os carros convencionais, usados nas cidades, para as atividades off-road e se isso estraga muito o carro (o que eu devo acreditar que sim). Abraço e parabéns pelo artigo.

  • Carlos

    Apagaram meu comentário o.o’
    Pow, era só ter editado a parte que eu falo dos patrocinadores xP

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Carlos,

      Nós não editamos comentários. Eu editei por algum tempo para corrigir erros de português e diagramar melhor, só pra facilitar a leitura.

      Se puder, publique de novo, pois não achei nada no histórico aqui do Disqsus

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Achei. Estava na lista de deletados, não sei por quê. Está publicado.

      Abraço!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Achei. Estava na lista de deletados, não sei por quê. Está publicado.

      Abraço!

    • Anônimo

      Deve ter dado algum problema, o meu comentário também não foi publicado!

  • http://twitter.com/bruuno_ Bruno Narciso

    Fui criado no meio jipeiros e até hoje possuo um jeep Willys 1948 preparado pra trilhas.
    Costumamos não ligar muito pra tempo ou velocidade, até porque, jeep e velocidade não combinam muito.
    Ótimo texto!

  • Diogo

    Pneu todo-terreno (AT) é aquele pneu que é ruim pra todo terreno, como diz o nome. Ruim pra asfalto e ruim pro off-road. Ou coloque pneu de asfalto no veículo e saiba que vai ter que manerar na trilha, ou coloque pneu de trilha e sabia que vai ter que manerar no asfalto.

    Eu já usei pneu todo-terreno nas mesmas medidas (265/75-16) dos meus pneus lameiros (80% lama 20% asfalto) atuais, e diria que no off-road um AT não vale nada, e no asfalto um pneu mud é bem parecido com um AT (tão ruim quanto. hehehe). Mais barulhento e com um pouco menos de aderência, mas pouco, vale a pena. Vou só de mud agora.

    Grande abraço, ótimo texto

    • Carlos

      Em areia e em terra batida, AT é melhor do que o mud. E em asfalto, pelo menos no tocante aos BF’s, eles são melhores do que os Pirelli 70on30off% que vieram na minha tr4.

      Mas eu ainda acho que o ideal é ter um jogo de mud ou cross e um jogo de pneus pro dia-a-dia.

    • Carlos

      Em areia e em terra batida, AT é melhor do que o mud. E em asfalto, pelo menos no tocante aos BF’s, eles são melhores do que os Pirelli 70on30off% que vieram na minha tr4.

      Mas eu ainda acho que o ideal é ter um jogo de mud ou cross e um jogo de pneus pro dia-a-dia.

  • Pablo Fernandes

    O que tinha escrito, Eder?

    Farei uma busca aqui, porque não lembro de ter rejeitado comentário feito por você.

    • Anônimo

      Pablo,

      Na verdade eu comentei que o texto estava muito bom, porém nos últimos dias foram muitas postagens com assuntos relacionados a carros. Foi Lamborghini, salão do automóvel, revista Quatro Rodas, Fórmula 1, motorshow, track day, lições de carro sobre mulheres, carro pode fazer cidade mais feliz… entre outros!
      Um dos motivos que faz com que eu acesse todos os dias o PdH é justamente a diversidade de temas abordados, por isso minha preocupação.

      Abração.

      • Pablo Fernandes

        Estranho, Eder. Porque eu mesmo aceitei seu comentário. Valeu por ter avisado. ;)

  • Nii Holtz

    olá
    adorei o post..ele é mto interessante!! acho esses campeonatos como Rallys incríveis!!
    aliás o blog todo é mto interessante..e mesmo sendo uma garota acho legal saber um pouco mais sobre os gostos de vcs homens!

    ahh se puder dá uma passadinha no meu blog e deixa um comentzinho dizendo o que acharam: http://pinklifeofnih.blogspot.com
    bjaumm :**

  • http://twitter.com/gabrielvinicius Gabriel Alves

    Post muito interessante, da para ter uma noção exata sobre como participar de um rally para diversão ou para competição.

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