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Qual é a sua jornada?

Guilherme Nascimento Valadares

por
em às | Mundo



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Jornada

Respirar e ter um saco entre as pernas é pouco.

Estamos aqui para viver… e morrer. Cada minuto em que nos esquecemos disso é jogado fora. Vazio.

Nossa existência… é abrupta.

Não há mapas.

Nem caminhos certos ou errados.

“Seja você mesmo” é história pra crianças.

No mundo real há escolhas.

Construa quem deseja ser.

Cada passo nos avança em uma direção cuja responsabilidade é nossa. De mais ninguém.

Não há garantia. Pra nada.

Somos os únicos artesãos de nossos dias.

Afie sua mente. Ela será o melhor aliado de seus instintos.

Faça silêncio, escute.

Respire.

Repetir ideias sem o exaustivo teste da prática é nos render a uma existência fácil.

Sendo assim, sorrimos para o embate. Ferocidade saudável nos mantém sãos.

O treinamento não cessa, nunca.

Somente em nossas covas.

Somos exploradores; não guardiões da moralidade e do correto.

Apreciamos o medíocre, o esplendoroso, o sombrio, o pitoresco, o belo, o misterioso, o hediondo.

Estamos aqui para expandir, sujar, contar, provocar, questionar, ofender, debater, dialogar, brigar, esmigalhar, refletir, semear, construir e crescer em conjunto. Continua e disruptivamente.

Engrandecemos aqueles à nossa volta, pois a conquista solitária é um prato frio, sem gosto.

Viemos todos da mesma merda.

Não perca tempo se justificando. Coloque o seu melhor na mesa.

Reclamar nos apequena, é fraco. Aja.

Seja o exemplo que deseja seguir.

Erre tanto quanto possível, aprenda sempre – mesmo quando acreditar não ver nada ali. Erre mais.

Pessoas não buscam o sentido da vida. Buscam a experiência de estar vivas.

Caminhar com propósito.

Ser homem é se tornar protagonista de sua própria história.

É jornada.

Legado.

Qual será o seu legado?

Qual é a sua jornada?

(…)

Do pequeno círculo de confiança a um amplificador de narrativas

Cinco anos, representados em uma constelação. É só o começo... (clique pra ver a imagem completa)

O PapodeHomem como o conhecem morreu. Esse artigo, o “espaço exploratório” em nossa logo e o background com uma foto mesa central de nosso QG, onde nos reunimos, nos alimentamos e craniamos loucuras – todos marcam largo passo em materializar nossa real visão, a qual temos construído tijolo a tijolo ao longo dos últimos anos.

Não somos um site, um veículo, um portal ou mesmo um grupo de caras espalhados pelo mundo.

Tudo isso, disfarces.

Em realidade, cultivamos um espaço exploratório do masculino. Estamos por publicar um belo mergulho teórico por meio do qual vamos aprofundar e compartilhar essa noção conceitual a respeito de nossa essência. O vídeo ao início foi um passo nesse caminho, materialização produzida em conjunto com o talentoso Coletivo Eztetyka.

Antes, porém, queremos escutar.

Vocês veem significado e coerência no que dizemos? Nossa fala de algum modo os impacta ou transforma? Enxergam aqui algo além-veículo?

Na visão de vocês, o que é, poderia ser e oferecer um espaço exploratório do masculino?

Guilherme Nascimento Valadares

Focado em comunidades digitais, conteúdo e desenvolvimento humano há bom tempo. Na interseção desses três pilares, surgiram o PdH, o Escribas e O LUGAR (ex-Cabana). Formado em Comunicação, atuei alguns anos como estrategista digital.


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Somos entusiastas do embate saudável

O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Somos um espaço plural, aberto a visões contraditórias. Conheça nossa visão e a essência do que fazemos. Você pode comentar abaixo ou ainda nos enviar um artigo para publicação.


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  • Marcos Augusto Nunes

    Penso que significado sobre e coerência falta; o primeiro é ruim, o segundo é bom. Espaço exploratório do masculino? Não é pouco?

    Entende-se: vivemos em um “mercado”, é preciso ter “foco”, senão nosso “produto” estaciona nas prateleiras, etc. Compromisso com os anunciantes.

    Melhor manter a incoerência do espaço exploratório sobre qualquer coisa, deixar pairar o masculino e soltar a mocinha. Ou a intenção é fazer com que eles migrem para um Papo de Mulher?

    • Vítor Moreira Barreto

      @google-a652a2d4c11eb69ba68a8e52007b276b:disqus Não entendi…

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Marcos, o que diabos quis dizer com esse comentário escalafobético?

      • http://www.facebook.com/vagner.abreu Vagner Alexandre Abreu

        Falta de foco dele mesmo :p

    • http://www.facebook.com/people/Rodrigo-Veiga/100002244855304 Rodrigo Veiga

      macacos ostrogodos mutantes !

    • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

      Traduz pra Klingon!

  • Fillipe Carvalho Fádel

    Tenho orgulho de ser frequentador e fiel leitor do Papo de Homem. Aprendi e aprendo muitas coisas com vocês.

  • http://eusoutros.tumblr.com/ Natacha Orestes

    Tem um ponto que você colocou sobre o qual eu gostaria de dar a minha opinião. Você disse que “seja você mesmo” é história pra crianças, mas esse “ser você mesmo” é uma bandeira que não me canso de carregar na mão esquerda. Na mão direita, eu carrego a bandeira oposta, a bandeira do “descubra outra pessoa em você”. Acho que uma pessoa deve saborear até a última gota daquilo que é, até enjoar, até se enojar de si mesmo e então querer ser outra pessoa, conhecer os outros dentro de si, ficar confuso, não saber mais quem se é, perder as referências dos próprios limites, se experimentar para se construir, e, de repente, se encontrar, aos poucos, timidamente, construir essa nova identidade e lutar por ela, voltando ao início do ciclo, levantando a bandeira do “seja você mesmo”, até que a zona de conforto volte a incomodar.

    A jornada é feita disso, de ser e de não ser, de estar sendo e de deixar de ser, de ter medo de ser e depois a coragem de ser, ad infinitum.

    Eu não sei você, mas por diversas vezes me sinto uma criança de 26 anos, precisando bater o pé no chão, defender o meu brinquedo, chamá-lo de meu, dizer que “sou assim” porque quero e porque sou e pronto. Tempos depois, eu rio de mim, me acho ridícula, ou até abraço a minha criança com um carinho de mãe.

    Importante é não parar, lutar sempre. Seja pra “ser você mesmo”, seja pra “deixar de ser quem se é pra se transformar em quem será”.

    O post é direcionado para o masculino e tem a ver com a Cabana, mas me identifiquei tanto com tudo o que foi dito que não pude deixar de me manifestar no único ponto em que não concordei.

    A propósito, bela jornada nas estrelas a de vocês. Que continuem explorando, mergulhando, viajando e compartilhando conhecimentos e experiências com cada vez mais homens e mulheres pela internet e fora dela, conhecendo cada vez mais pessoas que escrevem pra caralho, conquistando clientes conscientes (e conscientizando muitos também).

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Penso que estamos numa toada bem similar, Nat.

      A fala “Seja você mesmo é história para crianças” ataca a noção de solidez comumente associada ao nosso entendimento da construção de identidade.

      Ataca a noção de que somos algum tipo de ser uno, indivisível e que, uma vez amadurecidos, temos pouco espaço a explorar.

      Com esse trecho, quis abrir a ideia de fluidez para nós mesmos.

      Somos seres em constante construção – isso nunca cessa. No entanto, muitas vezes se adota a ideia de que esse percurso é limitado. Não raro escutamos por aí frases como, “a verdade verdadeira é que as pessoas não mudam! e tenho dito.”.

      A maioria das pessoas adota uma postura de mundo na qual sociedades e grupos se formam de modo a manter todos mais ou menos coerentes e presos a identidades conhecidas, seguras, previsíveis. Legítimas, claro. Mas também limitantes.

      Porém, somos a mais plena liberdade. Podemos acessar novos olhares e maneiras de agir sem melindres, sem uma falsa ideia de que estaríamos “nos traindo” ou enganando aqueles à nossa volta.

      Não falo em sair por aí porralouqueando. Falo em nos permitir flertar com novas ideias e percepções, nos abrir para outras pessoas, para oportunidades, para experimentações, do modo como acharmos melhor. Inclusive adotando a postura de fechamento e negação, caso sejam coerentes.

      Afinal, quem quer se abrir para tudo o tempo todo? Eu certamente não. Vou escolhendo, da melhor maneira ao meu alcance, onde meter minhas pisadas.

      Nossas ideias se aproximam nesse trecho:

      “Acho que uma pessoa deve saborear até a última gota daquilo que é, até enjoar, até se enojar de si mesmo e então querer ser outra pessoa, conhecer os outros dentro de si, ficar confuso, não saber mais quem se é, perder as referências dos próprios limites, se experimentar para se construir, e, de repente, se encontrar, aos poucos, timidamente, construir essa nova identidade e lutar por ela, voltando ao início do ciclo, levantando a bandeira do “seja você mesmo”, até que a zona de conforto volte a incomodar.
      A jornada é feita disso, de ser e de não ser, de estar sendo e de deixar de ser, de ter medo de ser e depois a coragem de ser, ad infinitum.”

      //

      Sobre o texto ter relação com a Cabana.

      PapodeHomem e Cabana são um só, partiram de uma mesma visão. Apenas gastaram um bom tempo maturando trilhas próprias, para se reencontrarem.

      Isso vai ficar cada vez mais claro no desenrolar nos próximos capítulos…

      E do caraleo saber como apreciou o artigo. Ele vai bem além do masculino, dialoga com o humano.

      beijo,

      • http://www.facebook.com/people/Jefferson-Mello/100002062506317 Jefferson Mello

        Acho bacana uma frase do Nilzan Guanaes:
        “Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.”
        Tem haver com o fato de que pra mantermos nossa identidade não é necessário estagnar.

      • artur

        Eu estou aqui desde o inicio quando vi um anuncio num fórum que você administrava , inclusive tem fotos minha publicadas aqui de quando tinha uma doutora de estilo em que ela me esculacha , e uma das primeiras perguntas respondidas pelo doutor love, sobre transexualismo, sinceramente até hoje não sei do que essa “porra” se trata , antes eu achava que ia encontrar guias para homens , mas acabei encontrando muita filosofia de universiotario , de qualquer forma , me atraio pelo projeto , por ver como ele se tornou grande , tem como tirar lições de gerencia de sites , pelo design em constante mudança em busca de uma identidade pelas ações publicitárias , e como algo tão confuso ( na minha opinião pessoal) pode atrair tanta gente , eu imagino se vocês tivessem foco e um conceito mais prático e menos fiolosofico , o que não fáriam. E quanto não lucrariam?

        Efim o conceito prático que achei é a capacidade empresarial para gerir um site de sucesso , e só por isso venho aqui, porque se dependesse dos artigos eu prefiro deicha-los pros Universiotários, feministas e outras minorias.

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=100003736155299 João Paulo Machado

        Ódio, preconceito, desdém, tem tanta coisa escrota aí que parece até trollagem de um adolescente inseguro quanto a sua masculinidade que mora com a mãe e por não ter tido bons exemplos masculinos, percebe inconscientemente todas as mulheres como repressoras (igual a mãe) e vê no dinheiro e “sucesso” material a qualquer custo uma forma de obter controle.

      • artur

        rsrsrs eu até poderia me sentir ofendido se você não estivesse completamente errado , é que tocar no tema feminismo hoje em dia da nisso , me sinto como um judeu na época do nazismo .

        Apenas fiz uma análise fria de um homem de 32 anos que é casado , e que não se leva a sério , formado na London School of Marketing e que esta aqui desde o inicio , é claro que ser bom humorado hoje em dia e alem disso tocar em certos termos faz certas pessoas se sentirem ofendidas , o nome disso é ego e insegurança . Talvez na verdade alguém aqui perceba os homens como repressores ( igual o papai) e acha que um dia vai virar o surfista livre , mas o que diabos esta fazendo aqui prezo a um computador falando mau de gente que nem conhece ?

        Enfim aguardo mais negativos no meu post para bater o recorde do cara com mais negativos da história do site rsrsr e provar que este se tornou um site para feministas , universiotários e geeks.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Atrair interpretações absolutamente confusas como a do Artur que, após nos acompanhar desde o início, segue nos percebendo como uma massa errática, nos sinaliza estarmos na trilha correta de nossa visão.

        Somos “isso”.

      • http://twitter.com/richardrx Richard

        Guilherme, sem muita puxação mas sempre paguei um pau pra linha editorial de vocês, mas de certa forma exemplos como o do Artur não pode se tornar que parte de um público que era fiel deixe de ser porque agora vê a linha como Geek ou universitária?

        Não acredita que existe uma linha muito tênue entre diálogos que gerem a reflexão e mudança de comportamento e a linha da filosofia barata que é vendida nos livros de auto-ajuda?

        Sendo ainda mais papo-reto…

        Estamos falando do que na prática? De um plano de negócios que sai da linha meramente editorial e foca-se mais em eventos?

        Seria o papodehomem tornando-se um tipo de clube da luta?

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Fala, Richard

        Zero Clube da Luta ou filosofia de padaria. Ao menos, lutamos para não ser nada disso. Se for pra produtizar e fazer grana rápida, já estaríamos nessa há séculos. Estamos tentando plantar alternativas.

        Nosso foco está em:

        conteúdo
        formação/transformação
        rede/comunidade

        Um híbrido de veículo-comunidade, com cada vez mais contato olho no olho com as pessoas, cada vez mais impacto direto na rede – não por sermos professores, mas pelo esforço conjunto de exploração envolvendo todos nós.

        Na real, o time que trabalha no PdH tem sérios problemas. ;)

        Talvez isso seja nosso melhor combustível.

        Que pensa, soa coerente?

        Abração e obrigado pela crítica, cara

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Atrair interpretações absolutamente confusas como a do Artur que, após nos acompanhar desde o início, segue nos percebendo como uma massa errática, nos sinaliza estarmos na trilha correta de nossa visão.

        Somos “isso”.

      • Débora

        Poxa Guilherme, essa resposta colaborou muito com o teu texto. Consegui enxergar melhor o que vc quis dizer.
        beijos

    • http://www.facebook.com/people/Gustavo-Henrique-Gordo/100000230207408 Gustavo Henrique Gordo

      Resumindo, o segredo é estar e não ser. Movimento.

  • http://www.facebook.com/pedromiotto Pedro Miotto Federico

    Dá orgulho ser parte dessa tribo. O número de pessoas que fala/vai falar isso não deve causar surpresa à você. Não somos somente leitores, Guilherme. Você bem sabe disto. A fala presente aqui neste espaço é sim impactante e transformadora. E como parte disto tudo, eu lhe digo: as coisas aqui não apenas se complementam de uma maneira metódica e matemática. Somos, na verdade, um círculo inteiro, completo, 360 graus e inteirinho recheado, morfando; e sempre em busca de expandir o nosso jogo (para nós mesmos e para os outros).

    Esse espaço exploratório está na conversa, na experiência e na sua troca, que é o que tentamos fazer aqui. E mesmo aqueles que não dão as caras, participam e engrandecem o papo. Parte do nome da parada já ajuda a dizer bastante: “lifestyle”. ;)

    “Somos os únicos artesãos de nossos dias.” Caralho, que verdade.

    Gostei bastante do que a @1af4272d6e108aad6c9c4c65ea275653:disqus escreveu sobre “descobrir outras pessoas em nós mesmos”. Mas não acho que isto é oposto à idéia do “seja você mesmo”. Essa última frase, tão repetida, não serve pra nada. Aliás, nenhuma das duas serve. O negócio é: basta ser. Ser e ir atrás de ser. Ação, movimento. Movimento. Avanço. Como uma tropa marchando, unstoppable. Saca?

    E um empurrando o outro.

    E como não poderia deixar de falar: valeu, caras.
    Abraços.

    PS: Curti a mudança do fundo. Uma vez um de vocês me ensinou que essa mesa representa pra caralho o lado artesanal de todo o negócio. Foda.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      O Pedro é um cara que mora aqui perto do QG. Certa feita, ganhou uma promoção na qual era necessário vir até o portal e dar um berro, confere?

      ;)

      Então, sobre a ideia de sermos uma tribo, uma tropa.

      Cuidado.

      Tribo, tropa, grupos puxam rapidamente pra homogeneidade, pra conformidade, pra atuação linear. Passa quase uma ideia de resgate, “a tropa em busca da verdadeira hombridade!”

      E não queremos isso.

      Somos um não-grupo.

      Apresentamos, debatemos, oferecemos e tacamos para o alto posturas e ideias, pra ver se cola.

      Temos entre nós fulanos de todas as cores, raças, credos e opções sexuais, sem frescuras.

      Queremos causar bem mais estranhamento e caos do que temos feito hoje. Estamos apenas RASPANDO no que realmente almejamos.

      Com alguma sorte, vamos quebrar bem mais coisas no caminho.

      abração, cara

      • http://www.facebook.com/pedromiotto Pedro Miotto Federico

        Confere! O Pedro é esse cara sim. E é o mesmo que você fez questão de embebedar uma vez, também. hahahaha

        É, faz sentido, cara. Tive receio mesmo de usar estes termos, por fazerem parecer que se trata de algo fechado. Faz total sentido o que você diz. Eles também dão idéia de homogêneo, você tem razão.

        Mas é interessante você dizer “somos um não-grupo” ao invés de “não somos um grupo”. ;) É algo. Mas é algo aberto, sem ser algo. É… é um não-grupo!

        E olha, é (também) do cutucão que você me deu agora que eu estava falando quando me referia à ação. É isso que faz todo esse lugar foda. Em algum post de anos atrás, tem algo sobre o fato de os textos daqui serem escritos para funcionarem como ‘textos-físicos/textos-movimento’, não lembro o termo que usaram. Mas daqueles que cutucam, que empurram, que puxam de volta, que chacoalham, entende?

        Isso é estranho. Muito estranho. É bom.

        E já que queremos mais – com licença, mas me senti na posição de usar a primeira pessoa do plural -, boa sorte pra nós, então, Guilherme!

        Abração!

  • Anderson Dantas

    Como estudante de contabilidade aprendi que a mesma é a um modelo, uma simplificação da realidade da entidade, um conjunto conhecimento que se bem utilizada ajudara a empresa a planejar, controlar e tomar as melhores decisões. Assim vejo o Papo de Homem, um conjunto de conhecimentos que nos ajuda a pensar, a ser mais críticos, não por nos mostrar o certo ou errado, pois isso definitivamente não existe, e sim, por nos mostra alternativas que nos auxiliam a tomar as melhores decisões em nossas vidas.
    Sempre digo aos amigos que estar atualizado pra vida é mais importante que estar atualizado das noticias. PdH é isso, estar atualizado pra vida ;)

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      “Sempre digo aos amigos que estar atualizado pra vida é mais importante que estar atualizado das noticias.”

      Gostei dessa noção, Anderson.

      Se relaciona com algo que temos discutido aqui no QG. Nosso negócio não é conteúdo, não é entretenimento… é *outro*.

  • BrunoSantos

    Tento absorver ao máximo todo conteúdo que é publicado aqui. Entro aqui umas 3 vezes por dia pra ver se não tem algo novo.

    Eu fico pensando “Como é que eu não descobri o PdH antes? Quantos textos, assuntos e opiniões eu perdi?” Descobri o portal em dezembro do ano passado, e desde lá, não perco um texto sequer.

    Vocês são fodas cara.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      A casa agradece, Bruno.

      abração, cara

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002801397718 Rafael Tristão

      Também só fui descobrir o PdH no ano passado, e agora sou leitor assíduo… Faço minhas as palavras do @BrunoSantos:disqus

  • http://www.facebook.com/people/Bruno-Frota/100003377437111 Bruno Frota

    Vejo
    no pdh homens como eu, que podem não saber exatamente o que querem, mas com
    certeza não querem exatamente o que temos por ai, queremos mais, queremos
    melhor, queremos com mais vontade.

    ps: Tem como liberar o mp3 do video??

    ps2: Sou leitor desde 11/2007 e só vejo melhorias. Parabéns!!!

    Grande abraço a todos!!!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Caraleo, desde 2007!

      Então já viu trocentas subidas e descidas enfrentadas por nós. Você é um dos persistentes, agradecemos a paciência em colocar seu tempo aqui, cara.

      Sobre o vídeo, liberamos o download no próprio Vimeo, dá uma olhada por lá.

      abração,

      • http://www.facebook.com/people/Bruno-Frota/100003377437111 Bruno Frota

        Já está no celular…valeu e abração a todos!!!!

    • http://www.facebook.com/danilo.publicidade Danilo Gonçalves

      tamo junto.

    • FIDEGA

      Somos três.

  • Catalina

    uma frase de um texto escrito por um de vocês me fez gostar do papo do homem. eu sou mulher. as vezes leio outros textos, porém são bem poucos os que me interessam. aquele do facebook-suicidio foi largo, aborrecido e pouco relevante (só um exemplo: sabemos todos que fb é merda a maior parte do tempo). Assim, papo do homem me interessa por ter um ou dois de vocês que escrevem decentemente de vez em quando algum bom material importante, quando o talento não se perde em outros absurdos. gostei de ler esse texto aqui. pronto.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Seu comentário tem alguns pontos interessantes, Catalina.

      - é direto e claro, nos conta sobre termos coisas boas e coisas ruins (temos sim um bocado de textos que não obedecem ao crivo atual e são uma merda). Críticas sinceras são essenciais para o que fazemos, não somos nada além de um bando de perdidos sem elas.

      - seu comentário mostra como muitos lêem o que está escrito mas passam completamente batido pelo ponto das discussões, em várias ocasiões. o artigo do Facebookcídio não é uma crítica para a plataforma em si, mas para a maneira como a usamos, como nossa mente se posiciona e para como, diante disso tudo, a plataforma se torna nociva. O Facebook não é essencialmente mau e me preocupa você pensar que, por premissa, ele seja uma merda. Me parece limitante.

      É isso, beijo! Que continue por aqui.

  • http://www.facebook.com/people/Pedro-Henrique-Oliveira/1200943775 Pedro Henrique Oliveira

    A proposta do site é ousada, tão ousada que poucas pessoas realmente entendem o conteúdo veiculado e me excluo destas. Sei que desta maneira algumas ideias já causam bastante polêmica e que se fossem ainda mais rasgadas é que não iriam conseguir um entendimento mesmo (por bloqueio mental do leitor), mas isso faz agente não entender muito bem a ideia a ser passada.
    Talvez se houvessem ensaios sobre determinados comportamentos (ciúme, por exemplo), não digo um artigo, que tem toda uma preocupação estética, e tudo mais, digo um ensaio, quase científico sobre os comportamentos abordados em alguns artigos. Eles poderiam ser escritos e refinados por todos os membros da Cabana, que assim teriam mais uma maneira de treinar e aprender. Seria importante destacar no texto que as ideias contidas neles não são um padrão a ser seguido e sim uma visão diferenciada e elevada sobre tal assunto, livre de preconceitos e individualidades, uma alternativa quase surreal ao nosso modelo de vida, mas que, pode nos fazer mudar algumas atitudes e nos ajudar em momentos de sofrimento.
    Outro ponto que ja pensei bastante é sobre o quanto o conteúdo veiculado realmente ajuda que o entende. Digo isso porque durante muito tempo lia todos os artigos e achava que isso era legal, que eu estava mudando, que estava com opiniões mais maduras, etc. Mas isso não garante uma mudança de fato, pois pode fazer com que fiquemos presos aos textos, viciados em suas ideias, mas sem ação o que imagino não ser o objetivo.
    Um caminho diferente que eu vejo é uma abordagem mais prática em alguns textos, do tipo, vá lá e faça isso também e conte sua experiência. Isso já está presente em alguns textos, mas pode ser ainda mais explícito.
    Outra coisa, como vocês mesmo dizem, o principal está nos comentários. Mas essa ferramenta de comentários tem uma cara de “deixe o seu que ele vai ser soterrado por muitos outros”. O autor do texto poderia ter uma opção de “destacar comentário/conversa” e este subiria para o topo de comentários ou apareceria em uma janela a parte, para ampliar o impacto da discussão. Em paralelo, poderia ter na home uma janelinha do tipo “Discussões recentes/aonde o bixo ta pegando” para a galera se interessar. Isso poderia começar apenas nos textos mais polêmicos mesmo, ou nos que tenham algum conteúdo mais profundo.
    Alguma coisa que eu falei faz sentido?
    Ah, quase esqueci: parabéns pela iniciativa, pelo trabalho duro e pela persistência, vocês já ajudaram muita gente. E outra: parabéns por se manterem vivos e casarem anúncios e publicidade com textos que muitas vezes nos abrem os olhos contra eles.

    Abraços.

    • Shi

      ” Mas isso não garante uma mudança de fato, pois pode fazer com que
      fiquemos presos aos textos, viciados em suas ideias, mas sem ação o que
      imagino não ser o objetivo.”

      Pedro Henrique, creio que todos os textos não sejam algo fixo, com o objetivo de nos ”viciar em suas idéias”, e sim uma base inicial, o start para todo o “ensaio” que fazemos acontecer através das discussões aqui, nos comentários.
      Mudamos em opiniões mais maduras através do diálogo após.

      Curti a sugestão do “Discussões recentes/aonde o bixo ta pegando” e reitero a idéia pra moderação. :D

      Abraços, Shi.

  • Heloisa Jardim

    Que post mais mimimi!!!!!! rs
    Falando sério, acompanho vcs há algum tempo e com alguma frequência.
    Acho super legal, instrutivo, esclarecedor e, muitas vezes, surpreendente.
    Claro que não concordo com tudo, sou “menina” e vejo algumas coisas sob outra óptica (TKS, God!)
    Acho legal uma egotrip, mas sem dispersar muito.
    O sonho das mulheres não é sempre aperfeiçoar os homens, melhorá-los??
    Então, que sejam mais maduros, melhores.. mas não deixem a essência pela qual nos apaixonamos sumir…
    Boa Sorte!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Heloisa, não entendi bem seu comentário. Te lanço alguns questionamentos.

      O que seria mimimi nesse artigo?

      Percebeu o texto como uma egotrip?

      Qual seria a essência dos homens pela qual vocês se apaixonaram?

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
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      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
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        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
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        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

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      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

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      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
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        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
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        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
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        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
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        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

      • Heloisa Jardim

        Gulherme,
        mimimi é uma brincadeira com “frescurinha”, a “crise” de identidade que vc expôs, mas foi SÓ uma brincadeira!
        Achei que você coloca dúvidas do caminho a seguir daqui pra frente, de mudanças internas suas que vão refletir no blog. Isso que chamei de egotrip.
        A essência? Por mais que a gente reclame de alguns comportamentos e posturas masculinas, no final das contas vcs nos complementam.
        Eu gosto muito do universo masculino, tenho muito amigos homens.
        A praticidade, a objetividade e a força bruta (bem direcionada), a quase ausência de mimimis (rs): Taí o que eu gosto nos meninos.

        Resumindo: gosto muito do blog, mas mudanças fazem parte da vida e a gente se adapta. Vai fundo!

  • http://www.facebook.com/annagraboski Anna Paula Graboski

    independente do que vocês sejam, fazem parte da minha leitura diária obrigatória, e assim espero que continue. ponto. :)

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      justo, Anna.

  • Ricardo

    Audaciosamente indo onde a masculinidade jamais esteve, sem ser fresco, nem irracional(bruto), ajudando os homens simplesmente trazer a tona elementos podados pela cultura de massa que padroniza atitudes, pensamentos.Homens que agem como um rei em momentos decisivos, demonstram força somente quando é necessário, refletem e analisam o mundo ao ser redor como um mago, e amam e seduzem como o mais um encantador dançarino de tango. Foram estes conhecimentos que, apesar de já conhecer-los ,consegui colocar em prática depois que comecei andar por aqui.

  • http://www.facebook.com/jhsantos João Henrique Santos

    Caros amigos do Pdh, ainda lembro como se fosse hoje, um imbecil de 22 anos que acabava de discutir com a mãe busca insanamente informações sobre como é morar só e como se virar e dar certo nessa jornada, e de repente dá de cara com um artigo do Alberto Brandão, intitulado “O que ninguém conta sobre morar sozinho” e acaba descobrindo que embora se julgue velho praamorar com a mãe, ainda é muito imaturo pra tentar dar uma psso maior qeu as pernas.
    Ao longo desse mais de um ano acompanhando quase qeu diariamente o Portal, eu vi esse imbecil se transformar num cara mais calma, mais cordenado com o mundo, mais consciente dos esforços que fazem parte da jornada de se tornar homem e de merecer tal titulo.
    Ao longo de um ano redescobri velhos prazeres, abandonei velhas mesmices, e comcei a me cuidar mais, além de é claro correr atas de parar de mimimi e fazer o que precisa ser feito.
    Eu sinceramente creio qeu o Pdh não é só um site ou só um portal com boas ideias e propagandas é uma nuvem de conhecimentos e experiencias qeu transforma os leitores em homens melhores, que aprendem a apreciar devidamente o que deve ser apreciado, no fundo o Pdh mais parece uma sociedade anônima inclinada á tornar o mundo mais harmonioso justo e perfeito (o que me faz pensar se seria correto compara-los ocm os maçons).
    Enfim, como vocÊs mesmos dizem com alguma frequencia, a mudança é o que dá sentido a vida, e se essa mudança vier com mais conteudo e mais interatividade que venha logo.

  • https://www.facebook.com/Andre.R.Tamura André Tamura

    Sou leitor e atualmente participante do Cabana. O @papodehomem:disqus me explicou um pouco sobre a empresa quando visitei o QG. Eu me surprendi, pois tinha uma visão sobre o PdH que foi desconstruída quando entrei no lugar e em pouco minutos de conversa.

    Quando vistei o QG acabei comprando o livro que foi publicado em 2009. Sério, não consegui terminar de ler. O Cabana é hoje mil vezes maior, em qualidade de conteúdo, alcance e impacto na vida de qualquer homem que tenha propósito e atitude. Aqui vocês apontam lanternas para todos cantos escuros do homem, seja qual for a definição ou conceito em que tentamos inultilmente nos enquadrar, nerd, playboy, fudido, zen ou empresário. Essa exploração começa aqui e o nosso trabalho é ruminar na cabeça e agir. Aqui acontece a exploração do que fomos, do que somos e daquilo que um dia pretendemos ser.

    Eu só tenho a agradecer esse espaço. Valeu Guilherme!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Pois é, André, menos de 3 anos depois e o livro já está muito distante do nosso ponto atual.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

      ps.: sim, nosso livro de 2009 está cômico, relendo agora!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

      ps.: sim, nosso livro de 2009 está cômico, relendo agora!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

      ps.: sim, nosso livro de 2009 está cômico, relendo agora!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

      ps.: sim, nosso livro de 2009 está cômico, relendo agora!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

      abração

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Esse “valeu” tem que ir pra todos da equipe, Tamura.

      Meu principal papel é ser fagulha e aglutinador de malucos. Agora, sem o bando de insanos à volta, nada seria como é hoje. Mesmo.

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      ps.: sim, nosso livro de 2009 está cômico, relendo agora!

  • http://www.facebook.com/people/Claudio-Pedroso/1799344240 Cláudio Pedroso

    O que eu sinto falta no PdH é justamente um dos “temas” do vídeo: faça!
    Quando quero pintar parede, trocar óleo, cozinhar, etc, eu procuro, geralmente na internet, um tutorial básico e diferentes maneiras de fazer o que quero fazer. A partir disso, desenvolvo meu método e toco em frente.
    Acho que o PdH pode se desenvolver mais pra esse lado. As fotos do QG mostram muitas pinturas, placas, pixações que vocês fazem. Seria legal ter uma seção “faça você mesmo” com atividades saco-roxo.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Cláudio, o que notamos é que boa parte do que estamos vivendo não está sendo registrada. Eu, por exemplo, fiz um retiro agora e não me preocupei em fazer um relato sobre isso. Tem mil outras ações que estão passando batida porque muitos textos desses levam um tempo que às vezes não temos na corrida para sustentar uma empresa, as pessoas que contratamos, manter as entregas, aquela coisa.

      A coisa é bem diferente na Cabana, mas aos poucos estamos integrando tudo.

      Vamos ter mais “faça” no PdH, com certeza. Obrigado.

  • Leandro

    Concordo com tudo, menos com a brecha que insistimos querer encontrar para justificar nossos erros.
    Busco acertar sempre. E se erro, aprendo com isso, me lamento, me conformo e me edifico.
    E não viemos todos da mesma merda. Viemos todos do mesmo milagre que é a “vida”, na mais pura concepção da palavra. VIDA.
    A merda que nos tornamos ou não é o que diferencia os homens dos meninos. Que busquemos então o acerto em detrimento ao erro, a redenção em detrimento à merda.

  • myla fonseca

    Ver taaaaaantos homens, todos alinhados c uma mesma [e rara] intenção, só me enche d felicidade – e é daaaaquelas todas misturadas: alegria, esperança, gã, tesão, corpo, mente, coração, boca, olho, bunda, mão, silêncio, puta estrondos… enfim…

    Sou amiga do Gitti e do Fábio Rodrigues já há uns bons seis anos, se não for mais… rs E tenho acompanhado os dois dsd então.

    É mto f o d a ver as coisas crescerem como estão crescendo e, vou repetir, dá uma puta felicidade pq é extremamente difícil a gnt encontrar pessoas q compartilham uma msma intenção e, melhor ainda, pôem a mão na massa e, de um jeito ou d outro, espremem tudo em alguns posts q tocam centenas d outras…

    A principal fraqueza do Masculino hoje em dia, e isso já foi falado várias vezes aqui, é a famigerada falta d direcionamento.

    Um homem q não tem um objetivo maior em sua vida, perde em tudo o mais. Perde em casa, perde no trabalho, perde c os amigos, perde c as relações, perde em tudo, ponto.

    Este dojo aqui exercita isso, “caminhar c propósito”.

    Acho q é o ponto-base e o principal. Depois disso mais explorado, compartilhado, esmiuçado, destruído, reconstruído, amado, enfim, dps disso, aí, sim, abrem-se espaços p o juicy da coisa: p uma relação mais íntima c o Feminino – tudo o antes é só arranhar a casquinha: neurose, ruído…

    Eqto os homens se sentem mais realizados qdo se sentem livres, nós, mulheres, queremos relações mais profundas. No fundo, Amor e Liberdade, somam a msma moeda.

    A dureza é q todo mundo quer encontrar um método self-service pra isso tudo.

    Tá aí, na minha opinião, o nosso maior auto-engano.

    Enfim, mais pra frente vai ser super bonito d ver vcs tb dando espaço p a expressão do Masculino em nós, mulheres. E como q toda essa sinergia d sexual essences interage dentro e fora d nós. Tá aí uma coisa q tenho certeza q teria um alcance fantástico!

    Long live PdH!!!!!!!!!!!!!

  • http://www.facebook.com/danilo.publicidade Danilo Gonçalves

    É preciso transcender. Chegar ao fundo do poço é necessário. Nossa corrida é o pináculo da colina invertida, quanto mais ao fundo mais no topo. Transcender. Ir além. Enxergar, não só ver. A mudança é o curso natural, mas não é nada. É essencial ir além, é chegar no fundo do poço e querer cavar. Morrer e re-abrir o olho. A mente. É preciso transcender.

  • http://twitter.com/polentofrito Nathan

    Ser você mesmo sem deixar de descobrir um outro “você” a cada dia.

  • http://www.facebook.com/people/Robert-Oliveira/100002294217625 Robert Oliveira

    Respondendo a sua pergunta Guilherme,sim eu vejo significado e coerência no que o PdH diz,o que a equipe diz nem sempre me impacta,mas depois que conheci o PdH me transformei e transformei minha vida em algo melhor,as vezes são transformações que não percebo de imediato,mas lá na frente,ao tomar uma atitude ou ao fazer um silêncio importante,percebo que são coisas que aprendi aqui,que vão me transformando em alguém mais perto de quem eu quero ser.

  • http://www.facebook.com/people/Yago-Bruno-Dantas/100001296506331 Yago Bruno Dantas

    Quem me conhece sabe que eu leio o pdh. Sempre tento mostrar um texto para algumas pessoas. Ontem mesmo mostrei o texto pra Diretora de Projetos atual e o futuro DP da Empresa Júnior que eu participo.(antes eu enxergava Administração como uma idiotice de pessoas amestradas, diziam que era pra eu estar na Filosofia. Hoje exergo muito diferente, muito mesmo)
    Hoje um amigo meu veio com ideias sobre criar algum canal de produção de conteúdo, daí fui citando alguns exemplos, quando falei sobre o pdh, tentei deixar bem claro que aqui não era um site que vendia estereótipos, mas um lugar de trocas de experiências e ampliação de visões de mundo. É difícil fazer com que as pessoas entendam isso.
    Ontem houve uma discussão sobre Depressão numa aula de Psicologia Organizacional, só que eu vi uma abordagem extremamente química, de dependência de remédios para um caminho, por isso eu interrompi e tentei falar sobre a falência de visão das pessoas. (o professor é um cara bem esquisito e que não deixa ninguém falar).
    A noção que eu tenho hoje sobre algumas coisas tem uma contribuição do papodehomem sim. Principalmente no sentido de desconstruir e construir conceitos, caminhos etc.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001710322346 Jorge Sobreiro

    Eu e um amigo achamos a Pdh muito aleatoriamente tem uns 2/3 anos e sempre acompanhamos os posts. Para vocês terem idéia nos começamos a fazer drinks com o dr drink, ate montamos um bar básico. Admiro muito a linha de pensamento de vocês e cada vez mais é difícil achar conteúdo que realmente acrescente alguma coisa rolando pela internet. Posso fala que a Pdh me ajudou muito com quem eu sou hoje.

    Obs.: Reforço o post mais abaixo que poderia ter um lado mais pratico, como tinha o dr. drink

  • Marcelo Douglas

    Melhor que o texto, são as discussões… Sempre aprendendo com o PdH, infelizmente não consegui passar pelo processo de maturação… Continuo um menino de 26 anos, que ainda mora com os pais, não teve a capacidade de formar e ainda não sabe o que quer da vida… Se encanta com os textos diários, pensa seriamente em colocar em prática, mas dae… #falha…
    Mas persisto, que ainda conseguirei sair dessa zona de conforto, e pelo menos nesse anseio o PdH me ajuda…

    • http://www.facebook.com/pedromiotto Pedro Miotto Federico

      Marcelo, o que você fez hoje que vai te ajudar a sair dessa inércia?

      O PdH pode tentar te movimentar (e parece que tem funcionado com você), mas pegar essa energia desse movimento e transformar em ação pra sua vida é com você, cara.

      É com todos nós, pras nossas respectivas vidas. É ação. E é perceber a própria energia – que agora alimenta o ciclo.

      Como o Guilherme colocou, somos os *únicos* artesãos de nossos dias.

      Abraço!

  • http://www.facebook.com/arthur.s.mendonca Arthur Silva Mendonça

    Eu enxergo o PdH como um xamã. Quando terminei de ler o artigo me veio à cabeça aquele artigo que vcs postaram recentemente sobre um professor que tem habilidades xamã. Quando eu participei da Cabana e senti alguma diferença eu senti que as práticas despertam o xamã dentro de nós. E mais importante: nos tiram do lugar comum, da zona do conforto, pra nos lembrarmos que necessitamos de mais experiência, que a vida é movimento.
    Quando os textos nos fazem nos questionar, quando são incisivos e questionam verdades que consideramos absolutas, ou discutimos tabus… essas textos nos fazem crescer de verdade, nos fazem enxergar outros ângulos da nossa existência.
    Eu agradeço muito por ter encontrado este site e caras determinados a espalhar o melhor da visão deles sobre o mundo e o melhor de si próprios para que os outros cresçam também.

  • MARCUS MOTA

    Não tenho o hábito de comentar não por nenhum motivo específico, mas diante da sua pergunta, me senti no dever de falar sobre o bem que vocês fizeram e fazem dentro da minha cabeça. Tenho 20 anos e encontro algumas dificuldades na internet e nos meios de comunicação em geral: Textos bem escritos; Visão diferenciada; Raciocínio lógico; Credibilidade; E um lugar em que se possa aprender algo.

    Nessa nova jornada que vocês pretendem traçar não percam esse foco. O papo de homem passa isso para mim por, além de ser um portal com bons escritores, vocês acreditam no que vocês fazem. Vocês colocam a emoção no texto. Emoção de quem gosta e realmente acredita naquilo. E é exatamente isso que as pessoas precisam.

    Não dá mais pra ficar mascarando essa pseudo-imparcialidade de jornais. Vocês passam mais credibilidade porque sei que o que vou encontrar aqui é a opinião de vocês. Se eu concordar, tá certo, se eu descordar, vou observar os argumentos, analisar, refletir. Se continuar descordando, eu vou ter conhecido um outro lado da opinião e foda-se o resto. Aqui é a opinião de gente que gosta de fazer isso. Assim que vocês se vendem. Sem esse moralismo infernal desses tempos de “politicamente chato” ou “correto”, como preferirem. E sem essa imparcialidade boçal que a gente aprende na faculdade de Comunicação.

    Continuem sendo vocês, gostando do que fazem, dando a opinião de vocês, sendo verdadeiros com o público e com vocês e sem essa imagem chata de jornalista de terno, gelzinho no cabelo e falando “poxa”, em vez de PORRA!

  • http://www.facebook.com/marcelo.delphi Marcelo R. R.

    Conta ai o cara o que tá pegando, 2 posts foda, um atrás do outro e esse
    aqui em tom de “despedida” atrás do outro sobre o seu “seppuku” no
    facebook?

    Tem que vir um terceiro post!

    Seja o que for, sinto cheiro de inquietação por algo novo, algo que seja “foda” hehe.

    Sobre a pergunta no final do post, não tenho como responder agora por causa que estou de saída. mas retorno.

    Fui.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

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      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Visão bem sagaz, Marcelo.

      Muito acontecendo nos bastidores. Muito acontecendo na minha vida, um turbilhão bem maluco, na real.

      Me sinto como um marinheiro numa barqueta, frente a uma tempestade daquelas se aproximando…

      Ou seja, coisa boa!

  • http://www.facebook.com/people/Ve-Arantes/100000113413898 Ve Arantes

    Bom!
    Sou o tipo de leitora que pouco comenta e muito absorve!
    Lamentavelmente muito absorve e pouco pratica! A jornada pra mudança é longa!
    Acredito que nosso objetivo é nos tornar aquilo que sempre quisemos ser!
    E nossa visão se espande com o tempo! Oque é maravilhoso!
    Me orgulho de sempre divulgar o trabalho de vcs! E numa noite de bebedeira e conversa com meu irmão e um tio, um deles diz: “vc leu aquele artigo do PdH?”
    Incrível!

  • http://www.facebook.com/eloylabatut Eloy Labatut de Oliveira

    Será que tão esperado WTF finalmente chegou?!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      UNLEASH THE MAGIC, Eloy!

  • http://www.facebook.com/people/Duda-Bolibeira/100003568224225 Duda Bolibeira

    Não acho que somos tão auto-suficientes como diz esse texto, não concordo que a simples busca por uma jornada mundana e efêmera nos tornara mais fortes, mais homens.

    Gosto de dizer que somos tão passageiros quanto uma gota que escorre pela janela, o mais sábio dos homens, o homem mais valente, que hoje caminha sobre a terra, amanhã sera pó, e de que adiantou sua estadia aqui? nada.

    Na minha vida, eu busco a Jesus, pois só ele tem as palavras da vida eterna.

    • Shi

      Talvez para você assim como para mim não tenha adiantado em nada o fato de outra pessoa ser a mais valente, a mais sábia …mas e para ele próprio?
      E é isso o que importa!

      • http://www.facebook.com/people/Duda-Bolibeira/100003568224225 Duda Bolibeira

        Não me referia ao fato do outro ser mais valente, mais sábio, mas sim se é isto o que realmente importa, eu gosto da sabedoria e aprecio quem a tem, busco conhecimento todo dia da minha vida, mas para mim sem amor a DEUS nada vale apena, e é isso que priorizo, gosto dos posts do PdH, mas na maioria deles o homem é julgado como algo muito superior ao seu valor.

        Espero que me entenda, é apenas minha opinião, as palavras de um pecador, que tenta seguir os passos do Mestre.

      • Julio

        Rapaz, muito do que se diz aqui é idêntico ao q o Mestre dizia…

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

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      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

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      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

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      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

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      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

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      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

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    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

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      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Duda, não nos colocamos como auto-suficiente.

      É bem o contrário.

      Por termos tantas limitações, aflições e obstáculos, precisamos encarar de frente nossa sujeira, nossas fraquezas.

      Aí começa o processo de amadurecimento e libertação.

      Processo looooongo.

      abraço,

  • Willyans Mendes

    Acredito que o incentivo de vocês e os textos pra lá de cativantes dão o que precisamos para entramos na tal “área do exploratório masculino” agora só depende de nós fazermos isso aqui abaixo e acima de mim, e é claro no nosso dia-a-dia.

  • Luciana_Marques

    Eu conheci o papodehomem no final do ano passado. Estava em Genebra para um estágio doutoral de quatro meses (sem filho e sem marido)… O PdH foi um pedaço do Brasil que eu comi todos os dias lá. Naquela época eu sentia-me constrangida de comentar… Este ano, já de volta ao lar, passar por aqui é meu vício diário, e há um mês tomei coragem de comentar sempre.

    Sou meio apaixonada por tudo aqui, principalmente porque discordo de muita coisa. Mas a vida e o casamento me ensinaram que a discórdia nos faz crescer… e eu gosto de embates, de brigas… gosto desse lance de que “soco na cara não dá demissão”. Leio os textos e os comentários, sempre. Não compro briga por aqui porque o papo é de HOMEM, assim, sempre que discordo redondamente de algo, limito-me a passar para o próximo texto.

    De todo modo, como já foi assinalado em alguns comentários, para mim também, parece que *isso* fala mesmo é do humano (como esse texto mesmo). Todavia, muitas vezes, o fato de ser *menina*, me faz parecer intrusa em um lugar que não era para eu estar. Mas foda-se! Continuarei vindo! ;)

  • http://twitter.com/marxboladao Karl Marx Boladão

    Eu fico aqui observando vocês para recrutá-los para minha revolução! Vocês estão passando no teste!

  • Bruno Longo

    Não li os comentários para manter o meu comentário o mais “puro” possível.
    Eu acompanho o PdH faz um bom tempo, participo comentando há pouco tempo e eu vejo que há sim uma coerência no que vocês falam, apesar de ter a sensação de que cada um de vocês tem um estilo diferente não só de escrever, mas de ser, de ver a vida, e acredito que todas essas visões acabam meio que convergindo e se tornando a visão do PdH. Pode parecer meio confuso falar que cada um é cada um, mas no final são todos a mesma coisa, mas acredito que a essência e a coerência do PdH está no sempre questionar, sempre procurar evoluir, errando e acertando, porém sempre procurando ser um homem melhor (e nisso incluo também nós, os leitores).
    Um exploratório masculino deve abordar todos os aspectos que vocês já abordam aqui e que acredito abordam também na Cabana, talvez aqui no PdH dar uma atenção maior na evolução do homem, na transformação mesmo do menino no homem, mostrar que ser homem vai muito além do que supomos e que somos mais parecidos com as mulheres do que pretendemos, sei lá, eu sei que sempre estarei aqui esperando mais um artigo que vai pirar minha cabeça e me colocar pra pensar.

  • http://www.facebook.com/gicrila Gisele Cristina Laranjeira

    espaço exploratório do masculino? não sei, eu sou mulher e me sinto muito em casa aqui (estou até criando mais coragem para comentar!!), de certa forma me vejo muito refletida na maioria dos textos. Não sei até onde a idéia original era para ser um “clube do bolinha” mas, bom, pra mim vocês falam de ALMA, de ser humano, e isso não tem sexo, não tem idade, não tem limitações tão bem definidas assim. Uma hora você bate o olho e se vê ali, mas depois não concorda com acolá, a coisa vai indo nesse ritmo de se achar, se perder, se perguntar, questionar, e nem sempre concordar, que é o mais importante.
    Não sei qual o segredo ou a receita para ser e oferecer esse espaço exploratório que você pediu, Guilherme, porque definir um universo masculino está além das minhas idéias mirabolantes. Mas explorar já é isso mesmo, independente do universo, galáxia e planeta, eu acho que começa sempre com uma pergunta, que não precisa necessariamente da resposta, mas do só da curiosidade em si.

  • Diango

    Foi em 2008, no auge da minha completa imaturidade quanto aos meus princípios e valores, quando a solidão masculina me conduzio a procurar ajuda na internet para as perguntas que me tiravam o sono e faziam com que eu deixasse de ser quem eu era, que acabei encontrando o Pdh. Agradeço as minhas ex-namoradas por fazerem parte desse processo.

    Me recordo de ter lido todos os texpos publicos do Dr. Love e apartir dai comecei a frequentar o site diariamente.
    Os anos passaram e encontrei no Pdh um amigo. Aquele cara que tava sempre ali pra te dizer alguma coisa, seja uma filosofia louca, uma bebida nova para você experimentar, um conceito novo pra voce aprender ou uma experiencia vivida e compartilhada.
    Pdh é isso, uma mistura que ao longo do tempo vem evoluindo, se renovando, criando, melhorando, se renovando novamente e assim por diante… igual a eu mesmo. Que de um rapaz imaturo e tonto, passou a perceber (e a se questionar) as coisas que estão ao seu redor, passou a se renovar e a se permitir.

    Hoje, diariamente acesso o site e fico muito grato por ter acesso a esse conteúdo que raramente comento, acho que por sentir uma imensa confusão mental trazida pelas novas idéias propostas. A cada dia, os meus conceitos são testados, revisados e renovados. Não por acatar todas as idéias, mas por buscar se questionar sempre, por procurar agir mais, buscar mais, arriscar mais, viver mais.

    Pra quem nunca escreveu tanto, acho que já escrevi demais.
    Continuem a ser quem vocês quiserem ser, do jeito que for.
    Ta bom pra caráleo.
    Abraço!

  • Luan Gabriel

    Iluminismo do homem. Liberdade. Cara, isso me lembra muito a resposta de Kant ao Iluminismo, e inclusive são apenas 12 páginas pra quem quiser ver a semelhança. Ele falava que a liberdade do homem se encontra na saída do homem de sua menoridade, de sua incapacidade de se servir do entendimento sem a orientação de outrem.

    “É difícil a cada homem desprender-se da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza (…) Mesmo que um deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso,porque não está habituado ao movimento livre.São, pois, muito poucos apenas aqueles que conseguiram mediante a transformação do seu espírito arrancar-se à menoridade e encetar então um andamento seguro (…)o uso público da razão deve sempre ser livre (…)

    Aqui eu vejo (ou pelo menos acho que vejo) homens que buscam a liberdade, no sentido mais amplo da palavra, ou seja, buscam explorar todos as áreas que tangem nosso sexo, e podem nos engrandescer. Que buscam sair da menoridade, buscam identidade própria e para isso (de forma até paradoxa) unem-se para compartilhar a razão pública, porque sabem que sozinhos o caminho é bem mais difícil. Eu vejo uma puta coerência nisso tudo que você disse, Guilherme, e sei que ainda tem coisa que não vejo aí.

  • http://www.facebook.com/souzasilvalucas Lucas Silva Souza

    Cara descobri o PDH ano passado e rapidamente se tornou o meu portal favorito na internet. Perdi a conta das horas que eu ganhei explorando os artigos do site, realmente vocês fazem um belo trabalho como artesões de conteúdo. Como ainda estou no início da minha jornada acredito que vocês tenham grande influência no homem que eu vou me tornar, portanto espero que continuem com o bom trabalho, principalmente com o que diz respeito ao desenvolvimento pessoal e ao crescimento coletivo. O PDH ampliou a minha visão de mundo com certeza.

  • http://twitter.com/fabianesecches Fabiane Secches

    Bem, considerando que toda mulher tb tem seu lado masculino, e que muitos dos textos daqui são beeem além-sexo (mais do que além-veículo), acho que minha opinião pode ser válida. ;-)

    O Papo de Homem tem uma linguagem sofisticada, mas não no sentido arrogante da palavra. É um dos raros sites/canais/marcas/movimentos/projetos que se sustenta com qualidade de conteúdo e conteúdo de qualidade.

    Normalmente, a gente tem aquela sensação de vergonha alheia ao ler um jornal, uma revista ou um livro. Ao ver um canal de tv (aberta ou fechada) ou ouvir um canal de rádio. Ao ver a nossa timeline no Facebook ou Twitter. Tudo é tão banal. Tudo está meio parecido, pra não dizer igual.

    Nesse sentido mais do que em todos os outros, pra mim, o Papo de Homem se destaca sim, e tem um poder transformador diferenciado. Sinto que aqui os assuntos são abordados com uma profundidade especial. Um cuidado de quem escreve, que acaba trazendo leitores também mais interessantes e reflexivos, que completam os textos com alguns comentários à altura – coisa raríssimo de se ver.

    Aliás, é fácil perceber o poder de impactar pessoas do PdH acompanhando os comentários – que viram verdadeiros fóruns de discussões, na maioria das vezes respeitosos e construtivos, o que muito me espanta (no melhor sentido da palavra).

    Esse engajamento é, de novo, coisa raríssima de acontecer, mesmo em blogs/sites/veículos que também são comprometidos de verdade com seu conteúdo, com propostas diferentes, apuro e amor de quem colabora. O que vejo, na maior parte do tempo, é ótimas reflexões morrerem na praia, e um milhão de bobagens viralizarem a toda prova.

    Ver as duas coisas juntas, qualidade e quantidade, acontece pouquíssimo. E acontece aqui.

    Sem exageros nem rasgação de seda, saber que isso é possível é um oásis em uma época que as pessoas estão cada vez mais narcisistas, impacientes, dispersas e ansiosas.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

    Caras, acompanho o crescimento desse site faz muito tempo, nem lembro quando foi a primeira vez que entrei… Nos tempos em que o Dr. Love ainda era o carro-chefe daqui (e eu sei que o site evoluiu muito desde então, mas ainda sinto falta dele). E já faz pelo menos uns dois anos que entrou todo dia, ou pelo menos umas 3, 5 vezes por semana (ainda bem que não é bloqueado no meu trabalho).

    O mais legal daqui é que você encontra todo tipo de visão. Eu diria que o PDH funciona como se fosse um irmão mais velho. Você ouve os conselhos, discorda de certos pontos de vista, até briga, mas sabe que ele estará sempre por perto. E eu tenho ctz que hoje sou um homem melhor pelo que já aprendi aqui. Ter um post meu publicado aqui é um grande orgulho que tenho. E no mínimo 1 vez por mês eu leio algum texto que me faz pensar: porra, que foda, nunca pensei dessa forma antes ou então que merda eu tô fazendo aqui. E são pouquíssimos os sites, livros ou mesmo qualquer experiência que me proporcionam isso. Então eu só tenho que agradecer e aguardar as novidades, tenho certeza que irão me surpreender positivamente.

    Keep up the good work!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000104077969 Guilherme Casimiro

    Devo grande parte da minha formação não só como homem, mas como ser, a este lugar.

    Sem zoeira.
    :)

    • Shi

      Somos dois!

  • http://www.facebook.com/vitormkr Vítor Madsen Kretschmer

    O PdH faz parte das leituras diárias há pouco mais de 1 ano. Desde então, li centenas de textos e repensei conceitos importantes, antes quase “imutáveis” dentro do meu crânio. Mas parecia que eu continuava o mesmo. Era uma merda ler, acreditar, mas não sentir a “mudança” na prática. Imaturidade minha, claro.

    Tendemos a achar que as mudanças serão rápidas: “Que texto foda! Agora é assim que vou ser!”. E elas não são. Um dos caminhos, creio, é entender que elas acontecem, geralmente, à longo prazo. E só quando mantemos uma conduta firme, ativa e objetiva. Nisso o PdH ajuda pra cacete, como um amigo que fala: “Porra, te liga, cara! Faz mais e com menos desculpas.”. O texto do Guilherme chegou num momento bom, ao menos pra mim. Finalmente me sinto confortável para afirmar que as leituras e as discussões experienciadas aqui me fizeram tomar algumas atitudes, “botar o pau na mesa”. E como isso ajudou pra cacete nos últimos tempos. A mudança à longo prazo que falei ali em cima.

    Eu era do tipo que quase morreria após um final de namoro, if you know what I mean. Sofria com a insegurança. Mas eu não morri e me sinto mais vivo do que nunca (não só com relação à questão de relacionamentos), ciente de que sempre terei muito o que aprender.

    Ah, e às perguntas:
    Vocês veem significado e coerência no que dizemos?
    – YEAH. Mas a coerência é relativa. Alguns textos são contraditórios, quando de diferentes autores, e isso é muito afudê.
    Nossa fala de algum modo os impacta ou transforma?
    – HELL YEAH, mas não tão rápido quanto fazer um miojo.
    Enxergam aqui algo além-veículo?
    – YEAH, mas ainda quero entrar na Cabana.
    Na visão de vocês, o que é, poderia ser e oferecer um espaço exploratório do masculino?
    – MAIS PRÁTICA, promovendo encontros e trocas reais de experiências, algo exercitado pela Cabana e, pelo que li aqui, também nos planos do PdH.

    Ceis são foda, mano. Abraço e muito obrigado.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      //Na visão de vocês, o que é, poderia ser e oferecer um espaço exploratório do masculino?
      - MAIS PRÁTICA, promovendo encontros e trocas reais de experiências, algo exercitado pela Cabana e, pelo que li aqui, também nos planos do PdH.

      estamos nos preparando FORTE pra avançar nessa direção.

      aguarde…

      ;)

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  • Willian B. da Silva

    Bom, parece que a partir de agora PDH passará de sua “adolescencia” e começará a dar seus primeiros passos mais firmes e opinativos, mesmo sem total e completa razão, pois “não somos guardiões da verdade”. Erraremos juntos, cresceremos juntos, amadureceremos juntos, porém com nossa força e nossa união jamais pereceremos, não seremos invencíveis, mais concerteza MELHORES.

  • myla fonseca

    Ver taaaaaantos homens, todos alinhados c uma mesma [e rara]
    intenção, só me enche d felicidade – e é daaaaquelas todas misturadas:
    alegria, esperança, gã, tesão, corpo, mente, coração, boca, olho, bunda,
    mão, silêncio, puta estrondos… enfim…

    Sou amiga do Gitti e do Fábio Rodrigues já há uns bons seis anos, se não for mais… rs E tenho acompanhado os dois dsd então.

    É mto f o d a ver as coisas crescerem como estão crescendo e, vou
    repetir, dá uma puta felicidade pq é extremamente difícil a gnt
    encontrar pessoas q compartilham uma msma intenção e, melhor ainda, pôem
    a mão na massa e, de um jeito ou d outro, espremem tudo em alguns posts
    q tocam centenas d outras…

    A principal fraqueza do Masculino hoje em dia, e isso já foi falado várias vezes aqui, é a famigerada falta d direcionamento.

    Um homem q não tem um objetivo maior em sua vida, perde em tudo o
    mais. Perde em casa, perde no trabalho, perde c os amigos, perde c as
    relações, perde em tudo, ponto.

    Este dojo aqui exercita isso, “caminhar c propósito”.

    Acho q é o ponto-base e o principal. Depois disso mais explorado,
    compartilhado, esmiuçado, destruído, reconstruído, amado, enfim, dps
    disso, aí, sim, abrem-se espaços p o juicy da coisa: p uma relação mais
    íntima c o Feminino – tudo o antes é só arranhar a casquinha: neurose,
    ruído…

    Eqto os homens se sentem mais realizados qdo se sentem livres, nós,
    mulheres, queremos relações mais profundas. No fundo, Amor e Liberdade,
    somam a msma moeda.

    A dureza é q todo mundo quer encontrar um método self-service pra isso tudo.

    Tá aí, na minha opinião, o nosso maior auto-engano.

    Enfim, mais pra frente vai ser super bonito d ver vcs tb dando espaço
    p a expressão do Masculino em nós, mulheres. E como q toda essa
    sinergia d sexual essences interage dentro e fora d nós. Tá aí uma coisa
    q tenho certeza q teria um alcance fantástico!

    Long live PdH!!!!!!!!!!!!!

  • Leo

    Cara sem dúvidas o conteúdo PdH é impactante e transformador, acompanho faz uns 3 anos, e posso afirmar que a evolução é notável. Honestamente, lá atrás achava alguns dos posts meio forçados, ou tipo “pagação” se é que me entendem, por vezes até os comentários. Porém hoje percebo as idéias e interações de forma diferente, soam muito mais naturais, humanas e palpáveis. Pode até ser que essa mudança tenha acontecido mais em mim do que no PdH,ou que o próprio PdH tenha me ajudado a mudar e percebe-las assim putacoisalokameooooo!

    Sò pra citar alguns exemplos voltei pro Jiu inspirado pelo Alberto Brandão, fui fazer curso de meditação influenciado pelo Gitti e tive umas discussões homéricas com minha mulher por que lia ou via alguma coisa por aqui e chegava de cabeça virada, etc, etc, etc,
    Pra fazer uma crítica construtiva, queria relatar que por duas vezes quis me inscrever para participar da cabana, mas não tive retorno algum, mesmo um do tipo (Sem vagas / Volta depois / Nunca mais volte / Morre deabo!). Achei válido comentar poís pode ter acontecido com outros.
    É isso, sucesso e vamos mudando juntos.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Leo, vou encaminhar sua mensagem agora pro pessoal que está puxando a Cabana, pra fazer contato direto contigo.

      De todo modo, já aviso. O processo de convocação foi abolido. Agora dá pra fazer tudo direto:

      http://cabana.papodehomem.com.br/inscricao/

      abração, meu caro, gostei pra caraleo do seu comentário

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  • Shi

    Conheci o PdH por acaso, 2010, em um momento delicado da vida envolvendo mulher, crises, etc.

    Desde então procuro absorver ao máximo todo conteúdo do site/portal. …Não acatando todas as idéias, mas se questionando sempre. Com o meu ser, com o meu eu, com o que estou sendo.
    “Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. Esse é o foco!
    Vocês me ajudam a cada dia, não só os colaboradores, doutores, redatores, mas todos (sim, leitores também) com os artigos e discussões tão ricas.
    É tão impactante para mim… quantos conceitos fechados sobre determinados assuntos foram quebrados com uma conversa franca de homem pra homem aqui.
    Sou extremante grato a vocês e faço meus votos para que a “comunidade” cresça!

    PdH é a faísca que nos faz transcender!
    De meninos frágeis a verdadeiros homems preparados para encarar a vida!

  • http://www.facebook.com/deyvid.debastiani Deyvid Debastiani

    Acompanho o PdH desde maio do ano passado, e desde lá, abro esta página todos os dias. Não tem como explicar o quanto os textos aqui publicados mudaram minha forma de encarar o mundo, sempre procuro absorver ao máximo do que vocês oferecem. Vocês fazem um excelente trabalho e espero que este projeto continue dando certo por muito tempo.

    Fica o agradecimento de um leitor assíduo.

    Ah, conselhos? Apenas continuem fazendo o que fizeram até agora, tenho certeza que a qualidade permanecerá.

    Abraço.

  • http://guitarrismos.wordpress.com/ Rafa

    Leio o PdH regularmente há uns dois anos, e faço parte da Cabana ha pouco mais de um. De lá pra cá, senti que a vibe desse espaço mudou bastante.

    Não me refiro somente ao crivo dos posts e à linha editorial. Os frequentadores e comentadores mudaram também, na minha humilde opinião. Basta ver o naipe e o teor das caixas de comentário.

    Eu sinto essa mudança em mim. Mudança esta iniciada ou catalisada por uma série de encontros intencionais e aleatórios com os demais frequentadores deste espaço. Hoje eu faço e penso coisas que jamais seria possível ou sequer imaginável sem esta interação de todas as partes deste sistema. Com certeza, nossas vidas teriam sido completamente diferentes.

    É impressão minha ou o espaço (não chamarei de site, porque o site é apenas a ponta visível do iceberg) atingou algum “tipping point”, ou ponto de mudança crítica, depois de tanto tempo de maturação e depuração?

    Estou curioso para ver o que o futuro nos aguarda.

  • http://twitter.com/oaryjunior Ary da Silva Jr.

    O Papo de Homem é o meu livro de cabeceira.

  • Katz

    O texto me pareceu mais confuso do que profundo. E a narração acelerada e insensível também não ajuda.

    Só pra completar minha total desaprovação: Que porra de vídeo é esse?

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

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      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

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      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

      O texto é reflexo do que temos explorado nos últimos cinco anos. Suas falas se originam, integralmente, de embates e enfrentamentos vividos por nós.

      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

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      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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      Sim, a narração deveria ter sido feita no triplo do tempo.

      Não conseguimos por contingências de captação e edição. Cest la vie

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      De fato, pode soar confuso.

      Obrigado pela crítica sincera, Katz!

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  • http://www.facebook.com/people/Elenice-Alves/100001693614856 Elenice Alves

    Não entendo muito sobre escrever… entendo sobre sentir.
    E Todos os dias em que eu aprendo algo, em que uma nova idéia me desperta pra ação, ou pro pensamento, ou pro sentimento, ou pra discussão, é um dia lindo.
    E a leitura que eu faço aqui, SEMPRE, me faz sentir isto. :)

  • PC

    PORRADA como sempre, pessoal do NITEN é da porra!
    Cara só fico chateado, PUTO mesmo é pq ainda não tem cabana no RIO!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      A Cabana não tem sede física, PC.

      Está aberto a todos, em qualquer cidade ou país.

      http://www.cabana.papodehomem.com.br

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      A Cabana não tem sede física, PC.

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  • http://www.facebook.com/christian.carvalho.5811 Christian Carvalho

    Só não curti muito a parte do ‘Viemos todos da mesma merda.’ de resto, muito inspirador.

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    Só não curti muito a parte do ‘Viemos todos da mesma merda.’ de resto, muito inspirador.

  • Diogo Olivares

    2 anos se passaram (rápido) desde o meu primeiro contato, acessando quase que diariamente o pdh e percebo que, às vezes, ”já li” o post do dia antes neste mesmo lugar e por isso não me acrescenta nada de novo. Isso só prova que nesses 2 anos absorvi muito da filosofia e do movimento que acontece aqui, e comprovadamente isso tem muito impacto na minha vida.
    Por outro lado, SEMPRE há o que se melhorar, o que se evoluir, o que se aprender; o que me motiva a continuar presente aqui.
    Parabéns! Continuem tratando os assuntos com interesse genuíno e transparência.
    Que venha a próxima etapa!

    PS: Espaço exploratório do masculino? Vejo sem dúvida muita discussão, mas em alguma plataforma ou dinâmica diferente?

  • http://www.facebook.com/gilberto.ganiko Gilberto Ganiko

    Gostei muito desse texto! Não faz muito tempo, andei percebendo que, com meu objetivo de me tornar um homem melhor, e a pressão sobre mim mesmo decorrente deste objetivo, fui é me tornando um homem pior, ficando demasiadamente abalado com meus corriqueiros erros, quando na verdade eu deveria agradecer por ter a oportunidade de experimentar, independente de ter acertado ou não. Estou passando a me permitir errar mais, a não ter medo de arriscar mais, de viver a experiência humana em toda a sua potência. E esse texto me motivou ainda mais. Obrigado!

  • Renan Bock

    Belo texto, Guilherme. Ele me parece uma “mistura” de Clube da Luta, O Caminho do Guerreiro Pacífico e Shambala (A Trilha Sagrada do Guerreiro). É claro, todos eles demonstram a noção de libertação de apegos, pensamentos (e tudo mais) e também da consciência da própria morte. Acho que esse é um dos caminhos para a lucidez. Abração.

    Obs: Acompanho o PdH desde 2009.

  • http://www.facebook.com/ViitorOlliveira Vitor Oliveira

    Quando descobri esse site, lembro que fiquei maravilhado com tantos textos que se não explicavam só reforçavam algumas ideias e ideais que possuía. Tenho 16 anos, estou descobrindo, melhor dizendo aprendendo um novo mundo de certa forma. Quando vi o link dessa matéria pelo facebook, logo fiquei curioso por ter total ideia do potencial de vocês e a forma com que cada texto modifica (renova) meus pensamentos.
    Creio que estamos em processo de mudança continua. Quando falo isso penso assim. Fui criança e adorava assistir desenhos, brincar na rua entre outras coisas. Depois que fiz pouco mais de 11 anos se alguém me perguntasse se ainda brincava, ia até fim dizendo que não. Tinha vergonha e me sentia um tolo por isso. Logo após eu fui perdendo cada vez mais as únicas coisas que importavam, assim como é com um amor que não dá certo. Hoje eu não me importa em errar só pelo fato de saber que esse erro só irá me fazer crescer.
    Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido até aqui. E que o caminho novo que vocês estão seguindo, possam proporcionar pra além de um sucesso tremendo como um ótimo aprendizado.

  • Pingback: A jornada de Alberto Brandão (e a sua) | PapodeHomem | Espaço exploratório do masculino

  • -’-

    raça de boy de merda. Quero ver ao final da vida que satisfação vocês vão sentir.

  • Pingback: Porradaria e aprendizado no 2º Cabana-Do | PapodeHomem

  • http://www.facebook.com/felipe.santanacoelho Felipe Santana Coelho

    Uma frase que meu amigo Lucas Facco me disse certa vez que eu gosto muito e que acho que corrobora esse texto é:

    “Escolha! Se der certo, beleza, se der errado, melhor ainda, ao menos você aprendeu como não fazer.”

  • Pingback: Qual é a sua jornada? | Mugango

  • Pingback: Como podemos usar melhor as redes do PapodeHomem? | PapodeHomem

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