Porque estamos emburrecendo. Estamos levando a sério demais o caráter apolíneo do mundo. Cada dia que passa criamos mentiras cada vez mais elaboradas para manter nosso statu quo.
Viver no caos nos ajuda a recuperar a alma perdida, nossa chama dionisíaca; nos ajuda a fazer as perguntas certas, a pensar diferente. Nunca fomos tão homogêneos, tão pasteurizados, tão assépticos.
Ninguém mais parece querer pagar o preço de viver seu destino e pensar por conta própria. Estamos sempre em busca de uma confirmação nos outros, o que para mim é o oposto da criatividade. E o caos nada mais é que isso, ser criativo.
Caos é renunciar aos gurus, aprender com o que está à margem, ir contra a maioria. A maioria SEMPRE vai estar errada, pois buscam viver de acordo com as regras, obedecer, aceitar e acatar. Viver no caos é viver no relativo, buscar alternativas, repensar o que parece certo. Viver no caos é entrar no fluxo da vida: incerta, imperfeita, finita e sem controle.
SER do mundo, FAZER o mundo, e não simplesmente ESTAR no mundo. Fodam-se os objetivos. A gente precisa a reaprender a enjoy the ride.
Se não for assim, melhor ir para a fila do abate.
–
Via One Question Interview, do BitPapo. Entrevistas disruptivas de uma única pergunta. Isso, uma só.
Crédito imagens: dinosonic
Keid vem do Suriname.
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Verdade é que MUITO se canta “prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…”
Mas aí quando se tenta VIVER isso na prática apanha-se TANTO e de TANTOS que a maioria, ao invés de sair do casulo e voar, morre nele… E nem percebe…
Fingimos e continuamos afirmando que somos DIFERENTES quando somos apenas mais um daqueles que recolhem as próprias asas e corta diariamente as asas que ameaçam se abrir a sua frente.
Ás vezes é mais confortável e seguro a mesmice com muitos do que a diferença na solidão do caos….
Está cada vez mais raro viver… e cada vez mais comum passar pela vida!! acho que a ultima parte deste texto para mim é o resumo do que penso sobre a vida… finita, sem controle, imperfeita e incerta.
Eu espero um dia aprender…
Greetings from Suriname
Estranho cara, ultimamente to pensando pra caramba nesse assunto, e hoje venho aqui e encontro esse post.
Seria um sinal?
hehehe
Vinicius….. Eu tbm cara!!
Ontem até debati isso com minha mãe.
Seria um sinal? [2]
Pois é Keid.
É a grande pergunta da “Matrix” em que vivemos.
Romper com o sistema…OU JUNTAR-SE A ELE?
Eu sei qual a escolha que fiz. Sem hipocrisia. Sem medo.
E você?
Prefere tomar a pílula vermelha, da plena verdade….ou a pílula azul, da doce ilusão?
De que pílula você precisa?
Beijo
da verde.
wilma, as duas realidades são duras. uma nos deixa impotentes; a outra, com uma sensação diferente de solidão. as vezes fico aflito por nao ter descoberto a forma mais confortavel pra se estar. talvez seja pq eu ainda sou novo, mas “Eu espero um dia aprender…[2]”
Seria um sinal? [3]
eu tb tenho pensado mto nisso ultimamente. e ja nao é a primeira vez que me acontece isso, de eu pensar em alguma coisa depois ler aki na PdH. a cada dia tenho mais certeza de que realmente coincidencias nao existem.
Negras, Wilma. Pilúlas negras para ajudar na ausência e a reinvenção. E algumas brancas, diárias, para manter a psique em ordem. Minto, minimamente em funcionamento. Mais - pra juntar os pedaços. Acho que, assim como você, também fiz escolhas. Ou melhor, faço qualquer coisa a favor da minha verdade. Quero todas as pílulas
Um beijo.
Quer um pouco de caos na sua vida?
Trabalhe com suporte de informática…
Ah…sei lá…
isso de VERDADE….de ILUSÃO…
talvez Ilusão seja achar que existe uma VERDADE absoluta…
quanto mais se vive, mas percebemos pequenos “buracos” nas nossa verdades “absolutas”
Acho que pior doq não aderir ao caos em nossas vidas, é não saber quando tirar proveito disto. A confusão está formada frente a tantas opiniões em diferentes momentos do dia que presenciamos. É inevitável não ter seu próprio ponto de vista. O caos se forma querendo ou não.
Então méritos para aqueles que tem o bom senso de distinguir o certo do errado.
Ah. Muito foda esse site! Leitor assíduo…
Quando o Guilherme começou a sonha com o projeto Papo de Homem, comentou com um grupo de amigos que queria reunir em um mesmo ambiente o relato de pessoas que aproveitassem a vida ao máximo. Que buscassem coisas diferentes e que fossem aonde quase ninguém pensa em ir! Remar contra a maré.
Esse texto, é o mais Papo de Homem Style possível. Parabéns!
Chaos é um viado brasiliense que eu conheço
Tô fora!!!
Muito interessante o tema do post e, como não poderia deixar de ser, bastante complexo.
Mas é preciso ver de que Caos está se falando. A Física mostra que há uma certa ordem no Caos, e talvez seja o caso de se perguntar: a quem ela serve, a quem interessa, quem se beneficia dela ? Temos um exemplo presente e próximo de nós, a atual crise do sistema econômico-financeiro internacional. Uma observação mais atenta certamente irá mostrar que alguém deve estar ganhando muito com ela.
O Caos pode trazer a luz, mas pode levar às trevas também. Entendido como desordem social, anomia institucional, o Caos absoluto pode conduzir à barbárie, a uma espécie de fascismo high-tec.
Mas penso que o autor esteja se referindo a um Caos interno, intelectual, digamos (na falta de uma palavra melhor), diferente do caos social. Que pode ser entendido como um método não-linear de pensamento, que ‘embaralha’ as informações -estimulando o senso-crítico - e estabelece novas conexões, recombinando-as de forma original e criativa. Um Caos dialético, portanto, e criador do que é realmente Novo.
E que nos remete ao que propõe Timothy Leary, por exemplo, como pode ser visto nestes vídeos:
http://br.youtube.com/watch?v=MDxKoHUsbvY
Penso que deste Caos estejamos realmente precisando muito, para rompermos com a mentalidade de rebanho, que nos empurra como manada desgarrada em direção a um caos aparente e sedutor, mas que no fundo não passa de uma transmutação mascarada do velho e carcomido status-quo.
O politicamente correto matou o caos.
Eu acredito levar uma vida diferente, do meu jeito. Mas posso estar errado…
Complementando:
Sendo dialético, esse “caos intelectual” a que me refiro tem que se traduzir numa ‘práxis’ real, em posturas realmente diferenciadas nas interações com o Outro, e no dia-a-dia, e não se constitui em mera masturbação mental.
@Dr. Health:
Tem certeza de que esse viado brasiliense não atende pelo nome de Rafael … ? … (risos) …
pra mim chega de caos.
caos é o trabalho e esse monte de coisa que a gente vê na internet e na tv toda hora.
o que eu quero é exatamente o oposto.
To com preguiça de escrever hoje, então fico com a frase do cidadão ai em cima…
”Ás vezes é mais confortável e seguro a mesmice com muitos do que a diferença na solidão do caos….”
Medo, insegurança, falsidade, enfim tudo isso junto, ai temos o mundo que temos.
Pregamos a individualidade, mas será que alguem sabe viver só??
O correto seria “statu quo”, não?
Falha minha, Pedro, ao publicar acrescentei o “s” erroneamente em “statu”.
É bom questionar e por isso crescemos…
Mas vivemos a Era das transformações, nunca se debateu e pôde se expressar como hoje.
Até uma exposição de lixo é sucesso. Tem sempre público e críticos.
Experimente viver na época da Inquisição e ler a Bíblia? Experimente usar umas ervas medicinais ou uma mulher usar calças e não ser taxada de bruxa e consequentemente cair numa desagradável fogueira.
Experimente ser mulher e achar que a vida é para ser vivida nos anos 40, 50… e traia seu marido e veja o que te acontece!!!
Tem uma propaganda do Canal Futura que diz: “Sorte sua viver numa época que você é livre pra pensar.”
Temos muita sorte de podermos ter esse espaço aqui…
O problema é que a liberdade prende… aí acostumamos e acomodamos com tudo fácil.
Hoje pregamos o individualismo e na verdade não acreditamos nele. Faz parte do crescimento… assim que tudo se transformou e se transforma… não sabemos se isso é bom ou ruim… mas é que tudo muda e ainda bem que muda!!!
Pra ser mais curto, grosso e direto:
@Rafael:
Quem faz a apologia do caos tem que ir morar no Rio de Janeiro (lugar que eu admiro) e ver o que é bom pra tosse. Falar em caos no discurso é fácil, quero ver segurar o rojão na hora que o bicho pega.
Tenho total aversão pelo políticamente correto, que pra mim tá superado. Não há nada mais políticamente correto que tachar alguém de políticamente correto. É uma mistificação, uma manifestação do “caos conceitual” que anda por aí …
Não passa de um rótulo vazio, um artifício de preguiçoso mental que, não tendo argumentos, anda com ‘crachás’ no bolso pra sair por aí pregando nos outros e posar de esperto.
Vc é a expressão mais bem acabada do que eu chamo de parasitas existenciais, aqueles que - impotentes de mentalidade oca e subserviente - agem como ’sugadores de energia’ de quem realmente têm atitude frente à vida, porque reflete críticamente sobre ela.
Qualquer um tem todo o direito de discordar de um comentário meu, desde que o faça com algum fundamento, e não com um palavrório vazio e ataques pessoais.
@Pedro:
A rigor, vc está certo quanto a grafia de statu quo. Mas pelo que podemos ler no site http://www.sualingua.com.br , do prof. Claudio Moreno, não há um consenso quanto a isso:
” …Estranhamente, diz o dicionário Aurélio XXI que a forma status quo seria preferível a statu quo. Essa é também a lição de alguns dicionários ingleses, mas não tem qualquer razão de ser… ”
No meu caso, foi um vício de linguagem que adquiri por ter quase sempre lido a expressão - que vem de ‘in statu quo ante’ - grafada com ‘S’. Ao ser abreviada ela foi ao mesmo tempo substantivada, foi se tornando um substantivo. Acredito que por isso foi, ao longo do tempo, sendo grafada com ‘S’, já que o substantivo, em latim, é ’status’.
De qualquer forma, valeu pela advertencia, vou me corrigir e, a partir de agora, acho que não erro mais.
Acho que o caos que precisamos é caos atingido no mundo ocidental: O que você faz da sua vida e não afeta os outros não é da conta de mais ninguém. Se você cumpre suas obrigações e nada cria problemas para os outros você não deve satisfações à ninguém, inclusive à lei.
Mas no caso do Brasil precisamos é de ordem dentro desse caos. É preciso saber que o seu salário vai ser pago, que a polícia vai te socorrer, que o hospital vai estar lá quando você precisar, que a escola vai ensinar e não doutrinar e etc.
As escolhas de foro íntimo são livres: onde você vai para fazer o que, com quem, até quando e com que roupa. Desde que você não passe por cima dos direitos de ninguém nada te impede.
Precisamos de mais ORDEM.
Correção:
Se você cumpre suas obrigações e não cria problemas para os outros você não deve satisfações à ninguém, inclusive à lei.
“Todos os homens vão morrer um dia, mas poucos realmente viveram.” (citação que não lembro seu autor)
??? se boa, não entendi nada do post. Escrita confusa, puerilmente rebuscada, assim, de senso comum. Pseudo-filosofia do mundo das idéias de Platão, reivista pela produção cinematográfica Matrix, o mito da caverna, e o que será? Por que hão de comentar? Seria a futilidade de sua própria vida refletida aqui? ou seria simplesmente o desejo de ser diferente, de “emarr contra a maré”. Pobres jovens na ânsia de desafiar acabam burlando as regras, perdendo a razão, vivendo na marginalidade e no caos. Nada conseguem e por fim: sucumbem.
correção: “Remar contra a maré” … astigmaismo atrapalha as vezes…
“Quem quiser nascer tem que destruir um mundo”. (Herman Hesse)
Caos é a chave para o sentido da vida, concordo plenamente com o texto. É destruindo o mundo de valores e “verdades” prontas que aprendemos a criar. Não se torna criador de si e da própria vida sem antes destruí-la.
Sabemos bem que muita gente prefere se recolher com o rabo entre as pernas de volta ao calor humano das massas dissolvidas, sem identidade. Mas será que há algum valor nisso, quando dessa forma não se vive?
Caos é a solução, caos é o segredo. Nos ensina que “o” caminho não existe, e nos permite criar qualquer caminho que seja do nosso gosto. Vamos destruir!
concordo com você italo , não peguei a moral do texto . até parecia um texto da marcia batista .
mas este troço de ir contra a maré é muito relativo , acho que foi a sobrinha do calrl jung que falou, se perguntarem a cem pessoas o que é o amor você tera 101 respostas , levando em conta a sua .
agora quanto ao caos pelo que EU penso , se trata da vida enlatada da geração coca cola , qualquer um que vá contra a tendência é visto como louco , como os loucos que disseram : a terra é redonda , vamos botar os pés na lua , , o automóvel vai substituir o cavalo ,ame o prócimo como a ti mesmo …
ir contra a maioria é ir contra a sociedade , é preciso muita coragem e desapego mundano , ter fé em si mesmo é rarissimo , a maioria deposita sua fé em seu emprego , seu carro , sua piscina , seu dinheiro .
e o que conseguem ? pagam para terem problemas , e depois pagam pra caras como eu tentarem resolvelos .
os que pensam por si mesmo tão criticados hoje, são os futuros divisores de águas, no futuro .
não sei quem é o autor , li isto numa moto :
aquele que cheira a liberdade , nasceu com asas de coragem .
Rebeldia é falta de surra…
evo e viado também…
huauahauhauhauahuahuahuaha boa Semnome!
Parece mesmo um texto da Marcia Batista… rsrsrs
e tbm acho que “rebeldia desmedia” é falta de limites e da figura do pai…(alguma semelhança com EMO e viado?)
Punks, EMOs, Metaleiros, Funk-Favela, todos querem ser diferentes, todos quere ser OS diferentes do sistema!
são todos “iguais”… a diferença é que tem preconceitos uns com os outros… as “Tribos” são só uma forma de aparecer e incluir-se.
Cassiando, Italo, Semnome, não misturem as discussões. Figura paterna, emos, rebeldia adolescente não tem nada a ver com esse texto. Isso é puxar o argumento mais raso e óbvio de todos.
Não é um texto de quem acabou de fazer 18 e quer comprar uma Honda Biz usada pra sair da barra dos pais.
Leiam com outros olhos.
Armando, concordo com você quando diz:
“Mas penso que o autor esteja se referindo a um Caos interno, intelectual, digamos (na falta de uma palavra melhor), diferente do caos social. Que pode ser entendido como um método não-linear de pensamento, que ‘embaralha’ as informações -estimulando o senso-crítico - e estabelece novas conexões, recombinando-as de forma original e criativa. Um Caos dialético, portanto, e criador do que é realmente Novo.
E que nos remete ao que propõe Timothy Leary, por exemplo, como pode ser visto nestes vídeos:
http://br.youtube.com/watch?v=MDxKoHUsbvY
Penso que deste Caos estejamos realmente precisando muito, para rompermos com a mentalidade de rebanho, que nos empurra como manada desgarrada em direção a um caos aparente e sedutor, mas que no fundo não passa de uma transmutação mascarada do velho e carcomido status-quo.”
E mais, acredito que o tal caos proposto só se realiza na ação. Quem fica na masturbação mental e não age mantém toda sua energia presa.
Tudo que pensou, os planos, as grandiosas idéias, se perdem…
Dani, vc tocou um ponto interessante aqui:
“O problema é que a liberdade prende… aí acostumamos e acomodamos com tudo fácil.
Hoje pregamos o individualismo e na verdade não acreditamos nele.”
Livres.
Individuais.
Sem crenças.
Perdidos num deserto. Deserto cheio de gente. Da casa pro trabalho, de volta pra casa, temperando com idas a academia, cinema, restaurantes e, dependendo da sua $$$, viagens ao melhor estilo Curtindo a Vida Adoidado ao redor do globo…
Sim, claro Guilherme, não estou me referindo somente à rebeldia adolescente, acabei de escrever um outro comentário “explicando” a minha posição, infelizmente deve ter dado pau e não apareceu… =(
simplesmente me referi à “rebeldia desmedida” pra complementar o Cassiano.
Acho a “Rebeldia”, a mudança, o movimento muito bons, já fui Punk e ainda acredito na anarquia como o melhor sistema de “governo” já citado, uma pena que seja ‘utópica’ na sociedade que estamos… não é possível (ainda) politizar e educar toda uma “nação”, se até Lei Seca nós precisamos para zelamos pela nossa própria segurança.
Tbm não tenho uma honda Biz usada…
Eu vou mais raso, Italo. Nada de governo, sociedade, sistema. tsc tsc tsc
Como o caos está presente na sua vida e nas suas atitudes hoje? Qual a última vez em que se abriu ao caos, imperfeito, incerto, sem controle?
–
(pergunta vai tb para todos os outros que comentaram por aqui)
*SER do mundo, FAZER o mundo, e não simplesmente ESTAR no mundo. Fodam-se os objetivos. A gente precisa a reaprender a enjoy the ride.
Acho que devemos ter diferentes tipos de pensar… se isso é o que vc chama de caos, então concordo…
Gosto de pensar em ordem, e novas ordens, assim como novas “sinapses”, diferente do caos, penso em experimento, em metodologia, em ciência-filosofia, em mudar, movimentar e por fim: AGIR
Não sei Guilherme, Não acredito em “Enjoy the Ride”… Sim sou “aberto” ao novo, ao incerto… mas é de minha natureza ser da razão, ser da filosofia, ser comtemplativo as vezes e ser atuante em muitas outras… Não estou querendo contrariar ninguém é apenas a minha opinião… a MINHA forma de pensar… que isso fique claro =)
Até tu ta aqui no PdH Cage…mas que coisa…não me livro de ti mesmo…complicado esse mundinho!
Se o caos fosse tão bom assim, não estaríamos sempre empenhando nossas vidas para conseguir manter a organização.
@Guilherme Nascimento Valadares
guilherme eu não chamei o autor se guri rebelde de 18 anos .
eu não entendi a mensagem do texto , simplesmente isso .
e o que escrevi foi o que eu entendi , parece que pouco a ver com a idéia original de keid sammor .
devido a sua correção , você tambêm não me coomprendeu , não falei nada sobre emos , adolecented ou etc . só tentei ilustrar que o caos é o mundo e quem consegue aceitar esta realidade e viver alem dela é livre . é uma visão budista da vida , e muito discutivel ,mas é a MINHA visão do mundo .
@italo
qualé a tua italo ? não gosta dos metaleiros ? olha que eu quebro minha guitarra na tua cabeça hein ?
UP THE IRONS !!!!!
@semnome
rsrsrs… só utilizei como exemplo, pô, se vc me bater com sua guitarra, meu Baixo voa nas sua costas hein, acompanhado do amplificador de 80W >=?
ta legal !
chama o dr. heath e vamos tocar back in black então .
o guilherme canta !
Guilherme, gostei do pessoal daqui
@Felipe Ramos: esqueceu que minha missão na vida é tornar sua vida um caos?
Na boa, não acho que esteja havendo esse tipo de emburrecimento não.
O que acontece é que a GRANDE MAIORIA da população é que deixou de querer evoluir. Não evoluir no sentido de ser o maior e sim melhor. Com todas as mazelas vividas aqui por nós, é muito mais fácil nos acomodarmos e aceitar de bom grado tudo que nos impõem. Só que o lance é que há também os que não aceitam e pensam no crescimento pessoal e individual pra depois pensar no conjunto. Não acho errado de uma maneira geral, porque pra um cara que rala pra caramba -mesmo quem teve boas oportunidades precisa se dedicar nos dias de hoje- pra tu conseguir uma boa posição tá foda, quase não podemos contar com disputas leais, então, mesmo que o cara tenha um pensamento de grupo, precisa primeiro se manter pra depois contribuir.
Mil desculpas se já falaram algo parecido ou se fugi um pouco do tema, li o texto pelo feed e não consegui ler os comments, escrevi pq sou xarope mermo!
Abraço!
Estás convidado para escrever mais…parece que o pessoal também gostou de ti…
@Maldito:
Eu vivo este Caos…….suporte de informática
como dizem, somente traficante e profissional de informática tem usuário o resto é cliente, fornecedor, paciente, interno e por ai vai…..
Olha o Maldito matando a cobra e mostrando o pau:
“Se o caos fosse tão bom assim, não estaríamos sempre empenhando nossas vidas para conseguir manter a organização.”
SURPLUS Sobre a sociedade de consumo e caos…
Penso que as pessoas se escondem atrás da mentira, das ilusões para passar um “ar” de auto-confiança. Afinal, todos queremos ser apreciados diante dos outros. Quando nos abrimos verdadeiramente estamos sujeitos a tornar-nos mais vulneráveis diante da verdade. Gostei muito do texto! Bjos!
A criatividade consiste em ver o que todo mundo vê, e pensar o que ninguém pensou.
Esse texto lembra muito os conceitos naturais do pensamento, que não remetem a nenhum raciocínio lógico ou científico, o nível mais primitivo de informação. A Concepção Espontânea.
Formamos naquela fase da vida em que estamos aprendendo a lidar com o meio que nos cerca. Geralmente acontece de dentro para fora, a partir de experiências relacionadas a contatos com objetos ou situações do cotidiano.
Não dá pra by-passar.
De qqr forma, o texto bota a mente pra esquentar.
Parabéns!
@Guilherme:
Até porque achei que parecia ter ficado muito no plano das idéias, meio platônico, se vc observar bem fiz essa ressalva sobre a importância da ação, num comentário posterior. E dialética é isso, uma relação recíproca entre teoria e prática: a teoria nasce da prática e, num segundo momento, ilumina essa prática, a orienta.
De modo que tudo o que eu penso é resultado daquilo que eu vivi. As minhas eventuais leituras apenas me ajudam a formular melhor minhas próprias experiências.
Mas gosto muito de uma frase do Hemingway que, como vc sabe, foi um cara que viveu intensamente: “Nunca confunda movimento com ação.”
Por outro lado, contemplar também é ato. Refletir, pensar, etc., são verbos e, segundo a própria gramática, verbo é a palavra que exprime uma ação. E penso que vc vai concordar comigo: só um boçal age sem pensar.
E veja, não me parece lógico alguém que não tenha crenças. A liberdade, o individualismo, a necessidade de ‘enjoy the ride’, etc., que vc defende e eu concordo em parte, são crenças. Apenas para ilustrar: ser AMORAL, por exemplo, é uma forma de MORAL.
Enfim, sempre fui um cara muito aberto ao Caos - no melhor sentido - que viver significa (daí o meu interesse por Timothy Leary). E a gente paga um preço por isso, inclusive. E me considero um homem livre, dentro da minha própria concepção de liberdade.
Novartis… mostrar o pau é atentado ao pudor… hehehehe
É engraçado como as coisas mudam… eu costumava dizer que não existe beleza sem caos…
Mas depois a gente cresce e descobre que não é bem assim.
Cara,
eu estudo e faço parte de uma “teoria” (encara-se isso como metáfora) ao contrário de seu pensamento. Caos no dicionário(1)é: Grande confusão ou desordem.
Eu entendo como “sistema coercitivo, muitas vezes dotado de punição, desordem ou seja fora do nosso controle”, pois bem, quem aqui passa ou já passou por este tipo de “sistema”, deve ter sentido na pele o tanto que é difícil emitir um contracontrole e reverter este sentimento, controle coercitivo gera efeito colateral, efeito esse chamado FUGA/ESQUIVA (2). Ora, basta olhar para nossa sociedade para nortarmos isso, pegue o número de abstenção de votos no estado de SP, daria para eleger um prefeito, é isso mesmo a somatória de NULO BRANCOS e ABSTENçÕES somam um valor um tanto eloquente.
A idéia de criatividade e “liberdade” em meu pensamento é termos o controle das váriaveis e das contingências que nos cerca, no senso comum é arranjar maneiras de modificar nosso meio, da maneira que queremos e pretendemos. Ah quem diga que quando estamos inseridos em um sistema coercitivo, não temos escolha. Será??? Será mesmo que estamos fadados a viver em uma anestesia, será que todas vez que necessitemos de inovação teremos que nos martirizar e se jogar ao CAOS.
Na realidade quando tudo vai bem, não damos ênfase, quantas vezes você elogia ou elogiou uma esposa, um colega de trabalho, um amigo, um pai por ter feito “a coisa corretamente”. Agora lembre-se quantas vezes você pune, chama atenção, controla uma pessoa através de idéias e comportamento negativos e coercitivos……. pois é esse método produz uma notabilidade maior.
Ser criativo é não ser controlado por um único “acontecimento” e sim deixar-se ser estimulado por vários eventos, buscar o prazer, não aliviar a dor (odeio metáforas, mais fazer o que).
Pensar é comporta-se na presença de um estímulo (3). pense nisso….
(1) Dicionário Aurélio Buarque de Hollanda
(2) Para melhor compreensão ver “Coerção e suas implicações” Murray Sidman
(3) ver B F Skinner “Sobre o behaviorismo”
ao Guilherme, seria legal debater este tema, mostrar uma idéia contrária a este esposta aqui pelo Keid, se precisar de um contato tenho alguns que falam com maestria e fácil entedimento. flw
entendi a moral ! caos é o bonéquinho branco que anda com o ten-shi-han .
cara … que bosta ,escrever bebado é foda …
Aí eu concordei com o PapoDeHomem… pela primeira vez em tempos!
@Guilherme Nascimento Valadares
Estou sóbrio de mais para me aprofundar no texto…
Quem sabe depois de alguns copos de Jack eu voltei aqui.
Estou sóbrio de mais para me aprofundar no texto…
Quem sabe depois de alguns copos de Jack eu voltei aqui [2]
Tema indiscutível.
Se alguém sabe que precisamos de caos em nossas vidas, deve saber o que SÃO nossas vidas e qual a razão de nossa existência, a lógica, o sentido da vida. Se alguém souber, me diga, por favor. O que me parece é que todos procuram felicidade, e ela não parece estar nessa tranqueiragem toda de idéias.
Marlon, meu velho e chato inimigo.
A moral é tentar ser o menos infeliz possível, ja que felicidade completa não tem como se conseguir.
Faça como a maioria, procure a felicidade nos rótulos de guaraná em pó.
Esse é um dos posts mais filosóficos da história do PDH.
Pra meter o bedelho, entendo o caos postulado pelo autor como o velho e bom “carpe diem”, rompendo, em nossas ações, a linearidade do pensamento cartesiano que nos domina.
Menos razão, mais emoção (não querendo ser banda emo); menos rótulos, mais sensações, impressões… Talvez até menos ciência e mais intuição, mais instinto…
Onde vai dar? Não sei, talvez nem interesse… Mas que a Higway seja divertida!
Parabéns pelo post! A letra abaixo do Radiohead “Filter Happier” pode nos ajudar a refletir sobre a ausência do caos em nossas vidas:
fitter, happier more productive
comfortable
not drinking too much
regular exercise at the gym (3 days a week)
getting on better with your associate employee contemporaries
at ease
eating well (no more microwave dinners and saturated fats)
a patient better driver
a safer car (baby smiling in back seat)
sleeping well (no bad dreams)
no paranoia
careful to all animals (never washing spiders down the plughole)
keep in contact with old friends (enjoy a drink now and then)
will frequently check credit at (moral) bank (hole in wall)
favours for favours
fond but not in love
charity standing orders
on sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants)
car wash (also on sundays)
no longer afraid of the dark
or midday shadows
nothing so ridiculously teenage and desperate
nothing so childish
at a better pace
slower and more calculated
no chance of escape
now self-employed
concerned (but powerless)
an empowered and informed member of society (pragmatism not idealism)
will not cry in public
less chance of illness
tires that grip in the wet (shot of baby strapped in back seat)
a good memory
still cries at a good film
still kisses with saliva
no longer empty and frantic
like a cat
tied to a stick
that’s driven into
frozen winter shit (the ability to laugh at weakness)
calm
fitter, healthier and more productive
a pig
in a cage
on antibiotics
@Marlon,
Meu querido, felicidade todos buscamos. Só que (pelo que entendi do texto…) esta busca pela “felicidade pasteurizada”, pronta, nos EMBURRECEU. A todos nós.
Não existe isso, a “fórmula pronta” para todos os males do mundo e pessoais.
O texto é um manifesto contra isso.
Contra essa busca inútil da felicidade que, do jeito que idealizamos, não existe. A minha felicidade não pode ser igual a sua. E é por isso que não pode-se “pasteurizar e vender a felicidade em larga escala”.
E a razão, a motivação do autor é exatamente esta. Chutar a hipocrisia que existe INTERNAMENTE e buscar ser feliz, mesmo que isso vá se chocar com as “convenções sociais”. Se coincidir com elas, ótimo. Se não, botar a mochila nas costas e vá trilhar teu caminho.
Dificuldades todos temos. Felicidade em estado puro, só alguns poucos.
Por isso, repito pra você a pergunta que eu fiz ao autor:
Você prefere tomar a pílula vermelha ou a pílula azul?
Faça suas escolhas conscientemente, e seja feliz com elas.
Beijo.
Uhu, perfeito! Sempre pensei assim.
Pessoal, gostaria de compartilhar com todos uma experiência de chutar literalmente tudo para o alto, após longos anos seguindo todas as regras e protocolos de boa conduta, na busca desenfreada de aceitação, dinheiro, status e poder. Embora tenha tido a coragem de enfrentar esta difícil travessia de desistir da receita de bolo e de se aventurar rumo ao fundo do poço, não tenho a segurança de aconselhar às demais pessoas a mergulhar nesta experiência, haja visto que corri um grande risco de me perder definitivamente no percurso. Encarar de frente todos os nossos medos, enfrentar o fracasso, a desaprovação, o preconceito, dar a cara a tapa, sentir e perceber o lado negro de todo ser humano, se curvar perante as leis imutáveis da natureza, enxergar os nossos piores defeitos, desenvolver na marra a nossa verdadeira humildade, aprender novamente a buscar o abrigo dentro do nosso interior diante das crises, descobrir novamente o verdadeiro amor e a felicidade em pequenas atitudes, simples gestos e situações. Nosso processo de aprendizagem consiste de infinitas tentativas e erros. Embora tenhamos a sabedoria de aprender também com os erros dos outros e assim evitá-los, acredito que, cedo ou tarde, induzido ou não, devemos também submeter o nosso espírito à prova, testando nossa índole e caráter, e buscando assim nossa evolução individual e única. Sei também que o masoquismo e o sofrimento não deixam intrinsecamente ninguém sábio, pois caso fosse assim, martelaria a minha mão todos os dias e seria então um gênio.
Gostaria de dizer também que foi, como um teste, extremamente divertido e elucidativo adquirir, experimentar e desdenhar todos os brinquedos e upgrades de consumo, descobrindo da pior forma o quanto somos pequenos quando seguimos ou competimos com a boiada na busca da felicidade pasteurizada, materializada e institucionalizada. Ao se despir de tudo isso, fica mais fácil enxergarmos valores no que realmente nos fazem felizes, seja o amor, o respeito, compartilhamento, humanidade, integridade, amizade, altruísmo, dentre outros. O materialismo é um buraco negro que consome à tudo e a todos.
Comparo esta minha parada para reflexão e crescimento como uma corrida de carros, onde todos correm desenfreadamente na busca do primeiro lugar à todo o custo, submetendo a trapacear e sabotar os adversários. Enquanto todos se preocupam em enxergar o mais próximo retardatário no espelho retrovisor ou sofre com a posição superior do adversário à sua frente, paro, desisto da minha posição privilegiada e me recuso a continuar com esta insanidade, escostando sozinho o meu carro no pitstop para colocar pneus de chuva, uma vez que, enquanto todos estavam preocupados com suas posições e status quo, esqueceram de olhar o tempo (no caso a natureza, mãe terra, Deus) este ser supremo que não segue as regras dos homens e que realmente tem o verdadeiro poder de mudar, enviando uma tempestade no momento certo para lavar nossas almas sujas.
Sou grande admirador da pessoa Steve Jobs e tem uma grande frase dele que guardo, com muito carinho:
“… almost everything — all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure - these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.”
Viver o caos é viver criativamente, pense diferente!
Recomendo o link para o video abaixo:
The One - Been Smart Since the Beginning
http://br.youtube.com/watch?v=BlGACftb4iI
Abraço a todos, F3L1P40
@F3L1P40
OBJETIVIDADE = 0…
de boa @F3L1P40 se é pra se aparecer, não acrescentar em nada o post, só pra “aumentar o marcador” melhor não comentar nada…
“Viver o caos é viver criativamente, pense diferente!”
É mesmo? Então porque você não saiu do senso-comum, de frases batidas e da superficialidade? Não vi nada de “diferente”, só confuso, inconstante e, além de tudo, muito mal- estruturado…
não é nada pessoal à você, alguns comentários seus foram de grande valia, me refiro apenas a este…
Boa Noite Italo, grato pela sua análise aberta e pelo feedback. Concordo contigo, realmente me empolguei no post, desabafando tudo junto… experiência, reflexão, conclusão, recomendação, etc… Lamento mas a catarse “online” ocorreu pela experiência ser bem recente, onde ainda estou recuperando minha racionalidade.
Choose life.
Choose a job.
Choose a career.
Choose a family.
Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and eletrical tin openers.
Choose good health, low cholesterol, and dental insurance.
Choose fixed interest mortgage repayments.
Choose a started home.
Choose your friends.
Choose leisurewear and matching luggage.
Choose a three-piece suite on hire purchase in arage of fucking fabrics.
Choose DIY and wondering who the fuck you are on sunday morning.
Choose sitting on that couch whatching mind-numbing, spirit-crushing games shows, stuffing fucking junk food into your mouth.
Choose rooting away at the end of it all, pishing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourself.
Choose your future.
Choose life.
But why would I want to do a thing like that?
I chose no to choose life..I chose something else.
And the reasons?
There are no reasons…
So why did I do it?
I could offer a million answers, all false.
The truth is that I’m a bad person, but that’s going to change,
I’m going to change.
This is the last of this sort of thing.
I’m cleaning up and I’m moving on, going straight and choosing life.
I’m looking forward to it already.
I’m going to be just like you: the job, the family, the fucking big television, the washing machine, the car, the compact disc and electrical tin opener, good health, low cholesterol, dental insurance, mortgage, starter home, leisurewear, luggage, three-piece suite, DIY, game shows, junk food, children, walks in the park, nine to five, good at golf, washing the car, choice of sweaters, family Christmas, indexed pension, tax exemption, clearing the gutters, getting by, looking ahead, to the day you die.
@F3L1P40 que bom que entendeu…
Eh…
eu achei que fosse ler algo interessante no comentário também… ¬¬
Too bad.
Esse post me lembra o meu estado depois de ler Utopias Piratas, TAZ, O fim - crônicas sobre os últimos dias do império americano, e CAOS terrorismo poético e outros crimes exemplares, um após o outro.
mas em todo caso resolver abraçar esse caos na vida é uma decisão difícil, libertadora, mas difícil, deixarmos tudo que temos para recomeçar requer 10 vezes mais coragem que qualquer ato heróico. um pouco de estupidez e uma vontade quase que inabalável.
É uma decisão que afetará sua vida e a de várias outras pessoas, não digo diretamente, mas você passará a inspirar as pessoas, mesmo que não intencionalmente, será exmplo de que o o modelo de vida tido como correto é só uma opção que não exige o confrontamento de todos.
Ao contrário de loucura traz um amadurecimento mais amplo, uma visão da capacidade, criatividade e resistência que a maioria de nós julga não ter e, principalmente, a sensação de estar vivo.
Ok, isso soa maravilhoso, mas… você vai ouvir que é louco, todo dia alguém vai te mandar desistir, toda hora você vai se questionar se fez a coisa certa, você vai perder amigos, brigar com parentes, fazer muita besteira e no final, descobrir faria tudo de novo, ou não.
Sim, há a possibilidade de arrependimento, há a possibilidade de dar tudo errado e boa parte do tempo você nem vai saber se está fazendo a coisa certa (não que isso importe), mas esse é o legal da coisa, é viver com esse frio na barriga, perceber que em vez de cair você pode voar, mas que cair também não machuca tanto.
Martim, agradeço por dividir seus pensamentos, pois se encaixam muito nesta experiência de recomeço. De uma forma geral, quase todos nós estamos condicionados a um pseudo realidade. Como aquela conhecida experiência dos macacos, (ver
http://gritopacifico.blogspot.com/2008/02/mensagem-o-mistrio-da-bananas.html ) é quase humanamente natural criticarmos o diferente, o ousado, quando estamos bem situados em uma zona de conforto. Acredito que a primeira lição, após a nossa recuperação do salto quântico, é saber perdoar aqueles que nos atiraram pedra.
Martim, parabéns pelo post, valeu mesmo!