Se você passou mais de 10 anos na escola e agora pretende ser ou já é pai/mãe, esse vídeo e esse encontro é para você →
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Por dentro do Miami ATP Tour

Guilherme Nascimento Valadares

por
em às | Aventuras e celebrações, Relatos


Domingo. Sob o sol escaldante de Miami, Novak Djokovic se concentra para sacar contra Andy Murray. Match point da final, arena em absoluto silêncio.

Milhões de dólares, olhares e expectativa

***

Porém, antes desse pináculo – assistido ontem por milhões de telespectadores ao vivo pela TV e cerca de 15.000 na arena principal do Crandon Park – muito aconteceu.

A história teve início quando recebi um convite da Mastercard para cobrir o evento, com tudo pago. Isso mesmo. Definitivamente há certas surpresas que o dinheiro não compra.

Pré-torneio, nas entranhas de Miami

Como já estava nos EUA para participar do SXSW, resolvi emendar viagens e aterrisei dois domingos atrás, três dias antes do torneio começar. O intuito era respirar livremente um bocado da cidade. O timing não poderia ser melhor, estava em plena Miami Music Week. Festas de sobra. Reservei hospedagem de última hora (vacilo!) e contei com a mão do destino ao conseguir uma vaga num hostel excelente a um quarteirão de South Beach, o suposto local do agito.

Fui explorar os entornos. Trombei com o estúdio do Miami Ink, sou fã dos caras. Orcei uma tatuagem e descobri que minha conta bancária discordava de meus planos de pintura corporal. Merda. Fiquei na vontade. Caminhei a praia de ponta a ponta; vários idiomas, *muitos* latinos e latinas, topless. Sol estalando. Descobri um local onde dava pra alugar carraços como um Rolls Royce ou uma Ferrari. U$300 por hora. Em Miami, ou você tem ou finge que tem. Há espaço para todos. No meu caso, nem A, nem B.

Como cartão de boas vindas, o primeiro dia teve uma bebedeira com uma turma de franceses, no calçadão de South Beach. Me apresentaram a um drink chamado Bulldog, uma marguerita turbinada por duas Coronas viradas *dentro* do próprio drink, carga etílica considerável até mesmo para meus padrões mineiros.

Nos intensos dias seguintes, fiz amizades com três britânicas jogadoras de Rugby (Sophie, Megan, Becky), alemães, brasileiros, suíças e alguns yankees. Festas alucinantes fechavam todos os dias com chave de ouro. Às 9pm começava o esquenta fornecido pelo próprio hostel. Duas horas depois, uma babel de nacionalidades partia rumo a uma das baladas locais.

A nóia dos americanos em proibir consumo de bebidas em público foi um porre. Não há quiosques vendendo bebida alcóolica, uma merda. Era necessário uma pequena jornada para comprar drinks na calçada e voltar até a areia, no intuito de melhor apreciar o delicioso desfile de bikinis – quesito no qual as frequentadoras estão de parabéns.

Entre as esbórnias, tirei um dia pra visitar os pântanos do Everglades. Avistar crocodilos, carregar um deles no colo, fazer besteira e quase ser mordido. Gostei do tour.

Não tente brincar de papai com um crocodilo bebê, ele vai te morder de volta e te hospitalizar.

Ponto alto pra noite de terça na Mansion, com um set ao vivo de Steve Aoki. Foi uma das pérolas que estavam rolando na Miami Music Week. Am I in Miami or what, bitch?

Steve Aoki e Lil Wayne, segundos antes de cuspirem (!) champagne no público

Na última manhã no hostel, ressaqueado, peguei um táxi com um brasileiro falante. O destino? The Ritz Carlton Coconut Grove, hotel dos ricos e milionários. Corta fase roots, entra núcleo luxo da viagem.

Resumo: Miami é uma mistura de Cuba, Rio e Salvador, com doses cavalares de dinheiro jogadas por cima.

***

É isso.

Maçanetas douradas, pé direito digno do coliseu romano, sorrisos por todos os lados, camisas poló, cordialidade, detalhes impecáveis e mármore. O Ritz é projetado para dizer a seus hóspedes, “Bem-vindo, camarada, você venceu na vida. Seu harém e café da manhã completo te esperam na sala em frente.” O harém é meu delírio pessoal, mas a mensagem é bem por aí. Passar uma noite por lá custa no mínimo um iPad, campeão.

Deixei minha tralha no quarto e fui recebido em uma Chevrolet Suburban a la agente secreto. O motorista era um cubano chamado Julio, grande figura. Morou na Alemanha e sonha passar um carnaval no Brasil. Me deu todas as dicas de malandragem pra não entrar em frias.

O palco da ação

Na quadra central do Crandon Park

A arena do torneio, Crandon Park, ficava localizada em Key Biscaine, uma península maravilhosa. Chegamos lá entre Ferraris, Porsches, Jaguares, Cadillacs, BMWs, Mercedes, Audis, Volvos. Profusão de fortunas sobre rodas. Pôsteres de Nadal, Djokovic e Federer preparavam os ânimos.

Me encontrei com o argentino Claudio, a mexicana Nuria, a norte-americana Regina e a excelente equipe Mastercard (Janet, Aimee, Christine) para compor o time de convidados da cobertura especial. Almoçamos como reis no Champions Club e recebemos um cartão com U$200 para gastarmos livremente.

A estrutura do evento, que acontece ao longo de duas semanas, foi armada a um custo na casa dos U$35 milhões, com a presença de 41 marcas. A maioria delas integrante do mercado de luxo ou aspirante a. No total, 326.000 passaram pela arena, ingressos girando entre U$7 e mais de U$500.

O diretor de toda a organização nos apresentou toda a instalação – inclusive as áreas na qual a imprensa não entra. O lugar é uma mini cidade, a área onde os atletas ficam é outra mini cidade equipada com academia, salas de entrevista reservadas, lounges para descanso e manutenção da sanidade. Ao que parece, a estrutura de Miami é uma das melhores do mundo. O media center tem uma visão privilegiada da quadra, com monitores, Wi-Fi e toneladas de informação em real-time sobre cada raquetada.

Nas áreas públicas, estandes com entretenimento e comida. A ideia é receber os visitantes para um dia de tênis do mais alto nível, compras e diversão. As pessoas não vão para ver um jogo apenas, passam o dia. Se inserem, vêem e são vistas como membros da alta casta. Tiram fotos ao lado de seus jogadores favoritos.

E também ao lado de outros objetos de desejo...

Nos intervalos entre os jogos, LMFAO e Michel Teló. “Delícia, assim você me mata” é a nova Macarena, acreditem. Tocava direto, com grã-finos e plebe dançando igualmente.

À noite, jantamos no Zuma, um dos restaurantes mais cobiçados da cidade. Daqueles onde se reserva uma mesa com meses de antecedência. Comemos a seleção do chef, com pouco mais de 10 pratos. Todos espetaculares, regados a um belíssimo vinho.

Sharapova, Venus, Nadal, Federer e Djokovic

Os limites da realidade me fascinam, em especial aqueles que estão no topo de suas respectivas áreas. Tênis é um esporte que demanda resistência, estratégia, habilidade e garra ímpares. Assistir os melhores do mundo em quadra pela primeira vez em minha vida, a poucos metros, foi um tesão. Putaqueopariu.

Mais que assistir aos jogos, tentei sugar a mente dos campeões. À pequena distância, era possível ver cada expressão facial, movimento. Entender a presença deles em quadra, a origem de sua força. Entre os melhores e os melhores dos melhores, a principal diferença me pareceu ser o absurdo desempenho destes últimos em situações de alta pressão. Os jogos são eletrizantes. Gravei pequenos trechos para sentirem a atmosfera.


YouTube | Sim, ela urra como se estivesse gravando cenas tórridas de sexo. Não vamos reclamar


YouTube | Federer (de branco) contra a promessa americana Ryan Harrison (de azul)


YouTube | Djokovic demolindo. Depois desse ponto, escutei um “Vai, Corinthians”. Sério

Marquei toca e não gravei nada da Venus e do Nadal. Mas os assisti de perto e são incríveis.

Atleta/Celebridade

Um aprendizado foi observar a maratona extra-quadra a qual os atletas top50 são impostos. Coletivas, entrevistas fechadas, fotos idênticas – sempre sorrindo –, lançamento de produtos. É foda. Os caras se tornam produtos.

Em certo momento tivemos uma conversa particular com o argentino David Nalbadian, em uma salinha fechada. Fizemos algumas perguntas sobre seu desempenho, o jogo do dia seguinte, suas expectativas. Tudo bem rápido, eu podia jurar que ele estava mais afim de descansar e se concentrar para a partida, o que faz perfeito sentido a meu ver. As próprias perguntas feitas por nós não foram lá muito originais. Saí dali refletindo sobre o quão maçante deve ser dar respostas similares repetidamente.

Federer, em sua coletiva, comentou que mais deu entrevistas e foi em eventos de mídia do que jogou tênis propriamente dito.

No penúltimo dia, nos juntamos a um grupo de cem ganhadores de uma promoção da Mastercard que também estavam por lá. Clínica de tênis com Guillermos Canãs e aparição surpresa do Guga.

Guga é um magneto ambulante, sua mera presença deixou mais de cem pessoas em polvorosa

Não à toa um dos projetos mais interessantes que conheci por lá foi a IMG Academies. Uma instituição especializada na formação de atletas de ponta, ao mesmo tempo em que os garante alto desempenho acadêmico e preparo psicológico. Em tempos como os nossos, jogar bem apenas não dá conta do recado. Vencer é uma mistura de talento, garra, treino, política, dinheiro, preparo mental e, claro, destino. Missão para poucos.

***

Momentos finais no Ritz, trabalhando

Escrevendo, tomando uma bela breja e refletindo sobre a vida na última noite antes de pegar o avião de volta rumo a terra brazilis. O torneio ainda estava em sua primeira semana. Brindei sozinho, pensando sobre como ando com fome de mundo, precisando meter o pé na estrada mais vezes. Deixei Miami pra trás após essa viagem espetacular com apetite pra retornar fácil.

Valeu, Mastercard.

***

Retornamos à arena principal em Key Biscaine, dessa vez estou assistindo pela TV. Djokovic confirma seu serviço e atropela Murray em uma vitória incontestável. Conquistou o troféu em Miami sem perder um único set.

Guilherme Nascimento Valadares

Focado em comunidades digitais, conteúdo e desenvolvimento humano desde 2006. Na interseção desses três pilares, surgiram o PdH, o Escribas e O LUGAR (ex-Cabana). Formado em Comunicação, atuei bom tempo como estrategista digital.


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  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Caralho, Gui. Paguei um pau. Como eu já vinha te dizendo quando você ainda estava por lá, isso que você viveu é um sonho. Vamos marcar aquele boteco HOJE pra você me contar o que não pôde relatar aqui, rsrsrsrs.

    • http://www.facebook.com/people/Darlison-Azevedo-de-Lima/1526898635 Darlison Azevedo de Lima

      Exatamente: um sonho. Não podemos marcar um um boteco hoje, mas quem sabe.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        quando vier em sampa, visite nosso QG, Darlison!

        sobre tênis, você é fã do esporte?

      • http://www.facebook.com/people/Darlison-Azevedo-de-Lima/1526898635 Darlison Azevedo de Lima

        Não fã, talvez um apreciador do garbo. Não conheço os ícones, mas sei as regras. E sempre que passa na Tv eu vejo. 

        Convite feito, e aceito!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      auhuhahuahu

      curioso esse Alexandre!
      tem um bocado de fotos que acabei não incluindo no artigo por falta de tempo, tive que correr. estou fuçando um plugin de galeria do wordpress pra resolver isso. 

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    De fato, foi uma daquelas inesquecíveis, Julivan.

    Já teve por lá?Tem acompanhado o circuito de tênis?

  • https://www.facebook.com/Andre.R.Tamura André Tamura

    Invejaa!!! Deve ter sido inesquecível mesmo.
    Eu participei de perto de alguns torneios / challengers no Brasil anos atrás. Encordoava raquetes de tênis. Eu acompanho e gosto muito!
    O tênis é um dos esportes mais legais para avalaiarmos o poder do corpo, mente e práticas. E como a mente de um atleta influencia o outro (esportes 1 x 1 sem contato físico)

    Que baita experiência Guilherme!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      E chegou a jogar em torneios também, André?

      • https://www.facebook.com/Andre.R.Tamura André Tamura

         Não, só bati uma bolinha de brincadeira. nem perto de participar de torneios. Você joga?!

  • http://www.facebook.com/people/Diogo-Cordeiro-da-Silva/100001288867438 Diogo Cordeiro da Silva

    Ih caramba, eu tenho um sonho louco de ir pra Roland Garros véio. Juntar uma puta grana e tipo ir lá num ano, ver o torneio. Tenho esse fascínio desde que assitia o Guga jogando por lá e só aumentou quando me tornei praticante do esporte. 

    Que cá pra nós, é sensacional. Adoro jogar. Apesar de ainda ter muito a aprender…Guilherme você viveu um sonho ai mesmo camarada, garanto que todo mundo que curte um esportezinho queria estar lá no teu lugar. Mas é uma inveja boa cara, parabéns pelo texto e valeu por dividir um pouco com a gente. Abraço

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Roland Garros deve ser *animal*!

      Quanto será que sai uma viagem pra acompanhar o torneio, tem ideia?

      • http://www.facebook.com/people/Diogo-Cordeiro-da-Silva/100001288867438 Diogo Cordeiro da Silva

        Cara os pacotes esse ano, olhei no site. Tão variando de 40 Euros a 700 Euros o pacote completo (com final incluida e tudo mais). 

        http://rolandgarros.fft-tickets.com/uk/information/ticket-info/packs 

        No momento eu dei uma olhada em sites, uma passagem São Paulo-Paris vai chegar perto dos 2.000 paus.

        E ai a hospedagem não deve sair baratinha não.(Apesar que tenho uma amiga da faculdade que mora lá em Paris e com certeza ligaria para ela em uma situação dessas kkkk) 

        Mas não deve sair por menos de 6.000 reais não.

      • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

        Hospedagem nos bons hotéis deve ser obscena. Mas vale pegar uns hostels, imagino que role algo como uns 50 euros por diária, talvez.

        E a passagem tem que ser comprada com meeeeses de antecedência, pra economizar.

        De todo modo, é daqueles sonhos que vale a pena se perseguir.

        Se algum dia você for nos envie um relato, Diogo!

  • Rafael Tavares

    Ver Federer, Nadal, Djokovic… e em Miami, fantástico!

    Infelizmente o joelho tirou o Nadal da final (Murray não
    teria chances ), certeza de um jogão contra o Nole.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Mas cara, lembra do último jogo de 5 horas entre Murray e Djocovik? Foi bem pau a pau.

      Dessa vez o Murray deu o azar de avançar duas partidas por WO, não entrou no embalo. Jogou na quarta e a final foi só no domingo, sendo que o Djocovik jogou sábado mesmo, estava quente.

  • http://www.facebook.com/people/Juliano-Passos/1367555270 Juliano Passos

    Que parada root’s! Miami sempre foi um destino preferido por mim, ainda mais com estas dicas dadas, com ou sem o ATP deve ser FODAPRACARALEO!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Quando for, certifique-se de ir no verão e buscar as famosas pool parties nos hotéis top da cidade.

      Se for pegar um hostel, recomendo muito esse:http://www.hostelmiamibeach.com/

      Nas baladas, pergunte o preço das bebidas antes de comprar. Numa delas inventei de tomar tequila e o shot custava U$17! Os preços são bem caros pra se encher a cara.Comprar roupas, no entanto, é uma barganha.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    m/

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Taí um daqueles elogios bom pra quem escreve. A ideia foi bem essa, um texto visceral, compartilhando o que senti ao longo da aventura. Mostra o artigo pros seus irmãos também.

    beijo,

  • Rodrigosmc_

    Com o final do ATP Miami, entramos na fase do Saibro, com os torneios de Monte Carlo (deve ser animal), Madrid e Roma, para ai em Maio/Junho começar Roland Garros.

    Quem viveu a fase do Guga, era o melhor momento do tênis !!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Fato.

      Eu assistia todas as partidas dele em Roland Garros.

  • http://twitter.com/anabnas_ ana b.

    Sensacional, brother. Sem dúvidas uma experiência rica em todos os sentidos possíveis. Mordomias, descobertas, e tênis!, o quanto deve ser emocionante assistir a esse esporte ao vivo.
    Anseio pelo meu dia de ampliar meus horizontes assim.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Caminho aberto pra *você mesma* construir seus horizontes, sister.

      beijão!

  • http://www.streetsampa.com.br Felipe Salum

    Saudades de Miami!!! :)

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Teve lá aprontando o que, Felipe?

  • http://shotsarge.blogspot.com Marcio Sarge

     ”O Ritz é projetado para dizer a seus hóspedes, “Bem-vindo, camarada, você venceu na vida.”
    Fiquei curioso com essa frase. Vence na vida, no final das contas é isso, ganhar muito dinheiro?

    Mas fora minha viajem filosófica ai em cima, de fato, curti pra caralho a sua aqui do sofá :)

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Pelo entendimento geral, é sim um dos critérios.

      Pelo entendimento subjetivo, é questionável – como deixei implicíto pela frase.

      Agradeço o elogio ao texto, Marcio!

  • Matheus Weber

    Ótimo texto cara!

    Sempre tive vontade de viajar pra Miami, ainda mais depois de ver essas fotos.

    Tênis é fascinante. Quase um vício.Putz, o Djokovic é frio demais, mesmo perdendo ele não mostra emoção. Não é a toa que é dos melhores do mundo! 

    Só faltou uma coisa: fotos das garotas de lá haha

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Yup, o Djokovic é uma máquina.

      Gostei muito de uma entrevista recente dele, na qual perguntaram sobre a diferença entre ele um ano atrás – apenas top 10 – e hoje, melhor do mundo.

      A resposta?

      A mente foi sua principal mudança.

  • Carlos Araujo

    Descrição Fodaça. 
    Parece que eu estava lá. Isso é que é legal na leitura. A imaginação é infinita.
    Lembro-me do primeiro Harry Potter que li. A vassoura dele era uma Nimbus 2000. A descrição era de uma ferrari. show…
    Agora tá chique  né? MAC. Lembra da foto do primeiro Toshiba?  Meu primeiro note também foi um Toshiba  ..rs…abraço Carlos

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      huahuahuahuahu

      bem atento, Carlos! aproveitei a viagem pra trocar meu lap. a Mastercard nos liberou um tempo livre pra compras. 

      confesso estar curtindo pra caraleo a nova máquina, peguei um Macbook Air.

  • http://www.facebook.com/people/Marcos-Barretta/100001988029859 Marcos Barretta

    Do caralho GNV, puta experiência, momentos únicos com certeza!!! Na próxima só libero a verba se incluir o financeiro kkk

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      huahuahuahuahu

      vamos marcar uma reunião pra debater o tema, Barretta.

  • http://www.facebook.com/people/Rat-Geber/100003597644974 Rat Geber

    “…há certas surpresas que o dinheiro não compra”, e ainda assim algumas delas são pagas pela Mastercard!

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      o marketing deles vai dar pulos com seu comentário, Rat.

      huahuahuauh

  • http://www.facebook.com/people/Rat-Geber/100003597644974 Rat Geber

    Pô, e eles nunca te levaram pra jogar? Tênis tem essa má fama de monótono, mas sinceramente acho imensamente mais emocionante e dinâmico que futebol… Basta aprender a passar a bola e colocá-la dentro de quadra pra descobrir. Estou até ensinando minha namorada! :D

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Deram a chance de jogar, mas tenho zero de prática, Rat. Não saberia rebater uma bola. 

      :(

      Você tem quanto tempo de prática? Minha impressão é que um esporte no qual são necessários anos de experiência para se jogar minimamente bem.

      • http://www.facebook.com/people/Rat-Geber/100003597644974 Rat Geber

        Ah… eu sou um peladeiro… perco até pros meus ‘proselitisados’… Mas, como sou bom perdedor, adoro assim mesmo! Ó… se a pessoa tiver uma aptidão média pra esporte, acho que demora pouco pra conseguir bater uma bola legal. Mais pra semanas que pra meses. Se estiver passando por CG-MS algum dia e não tiver nenhum plano melhor, tá em pé o convite! Converter novos jogadores é quase um hobby meu… hehehe

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Valeu, Siegfried.

    No seu caso, foi fazer o que em Miami?

    abraço,

    • http://www.facebook.com/people/Sig-Meurer/799955928 Sig Meurer

      Eu fiz um Work and travel e estava morando em Ohio. Fui pra lá apenas a passeio.. Não foi por causa do Ultra Music Festival nem nada.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Então, a Mastercard tem investido mais no território de social media e resolveu nos convidar como único representante brasileiro para essa ação.

    Belíssimo reconhecimento de nosso trabalho.

    E sim, visitas o QG são liberadas! Se tiver afim de vir conhecer nos manda um email em qg arroba papodehomem.com.br se apresentando e vemos um dia bom.

    abração, Bruno

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Disse tudo, a atmosfera é incrível.

    Você já esteve em outros torneios de grande porte, Matheus?

  • Taate Montiel

    VOCÊ É DEMAIS!!! ;)

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