[PdH Porn] A Cauda Longa e como o conteúdo grátis gera dinheiro

Victor Lee

por
em às | Dinheiro, Mundo


O último texto da série [PdH Porn], sobre a história da pornografia digital, mostrou como a indústria de entretenimento adulto cada vez mais segue modelos de negócio inovadores. E a nova onda do momento é usar o Grátis para ganhar dinheiro.

Esse conceito é tão difundido hoje que acabou dando origem ao livro Free: Grátis – O Futuro dos Preços, de Chris Anderson.

Com a explosão de tubes e torrents que despejam conteúdo pornográfico em volumes descontrolados, é cada vez mais difícil ganhar dinheiro usando modelos antigos. Os produtores de material pornográfico que ainda relutam a aceitar as novas regras do jogo permanecem com suas contas bancárias diminuindo conforme os assinantes desaparecem. Como sobreviver?

A Cauda Longa

Chris Anderson, editor da revista Wired, popularizou no primitivo ano de 2004 uma ideia chamada “long tail”, a cauda longa da Internet. O conceito do livro A Cauda Longa é bastante simples: a quantidade de pessoas com diferentes interesses específicos é geralmente maior do que as que se reúnem em torno de um interesse popular. A cauda é maior do que a cabeça de um gráfico de volume de compras.


Os hits de sucesso são a anomalia no mercado. O grosso do dinheiro está na Cauda Longa. | Fonte

Quando se cria um negócio direcionado ao mercado de interesse popular, existe muita competição e é difícil atingir um apelo forte o suficiente para que ocorra a compra. Imagine o trampo que é concorrer hoje com a Lady Gaga ou filmar o próximo Avatar. Já existe uma quantidade suficiente de grandes produtores oferecendo produtos e serviços genéricos.

Por outro lado, existe uma população enorme de interesse específico que não é suprida nesse mercado de massa. Não faz sentido para uma grande rede de supermercados colocar em sua prateleira um CD de uma banda sueca que toca rock viking.

A chance de aparecer um interessado é praticamente zero e portanto o espaço de prateleira ocupado por esse CD poderá ser melhor utilizado por algo de apelo mais popular. Para esmagar ainda mais as chances de tal CD ser vendido em uma grande loja, mesmo supondo que fosse possível alugar um galpão gigantesco com capacidade infinita, seria muito complicado para o comprador ter a paciência e sorte de achar o que procura.

No mundo da Internet, o espaço de prateleira não é problema. Muito menos localizar. Em poucos segundos, ao digitar “Swedish viking rock” no Google acabei conhecendo o Ultima Thule, a tal banda sueca de rock viking. There is really everything on the Internet.

Antes da Internet, os produtores de conteúdo de nicho menos popular passavam fome em tentativas frustradas de colocar suas obras no grande mercado de massa. Uma banda incomum como o Ultima Thule pode ter trinta fãs no Brasil inteiro, talvez vinte na Índia e por aí vai.

Apesar da base global de fãs chegar a alguns milhares, ela está pulverizada. Assim, nenhum local específico seria propício para bancar a turnê mundial dos caras… mas hoje isso não importa, pois a venda é pela Internet.

E quem lucra é a Apple, com o sistema iTunes, que explora todos os infinitos nichos de mercado, possibilitando fãs de gostos mais excêntricos a encontrar o que desejam. Quanto mais específico for esse gosto maior é a chance do consumidor desembolsar a grana para ter a raridade em mãos.


Modelo Wal-Mart e modelo iTunes: qual está mais preparado para o mundo digital?

O espaço de prateleira (modelo Wal-Mart) é sempre limitado e caro. Assim, a estratégia de escolha de produtos ofertados prefere agradar o público geral. Por outro lado, produtos digitais (modelo iTunes) possuem custo quase-zero de armazenamento e aproveitam mecanismos de busca para facilitar o encontro de interesses específicos.

O pornô de nicho

Já deu para imaginar onde isso vai dar, não? Para sobreviver em um ambiente de loiras do peito siliconado que viraram commodity, é necessário fazer algo diferente. E o que mais cresce hoje é o pornô de nicho.


Internet facilitando o pornô de nicho: boa notícia para os
amantes de cosplay japonês, grávidas, pôneis, ursos de pelúcia e a arte do pornô com enguias. Como diria Einstein, “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”.

Os que estão se dando melhor são os que investiram em produção exclusiva com bons canais de distribuição com gordas comissões para afiliados que direcionam tráfego para os sites pagos, que exploram a Cauda Longa.

O problema é que as novas gerações de usuários se revelam bem treinados para encontrar qualquer coisa na rede sem precisar pagar, inclusive o conteúdo de nicho. O próprio sistema de afiliados, que é uma grande fatia das receitas, é altamente criticado pelos grandes players e vai morrer naturalmente ou adaptar.

É hora de ganhar dinheiro oferecendo conteúdo de graça

O começo do novo porn está em aceitar que o conteúdo ficou gratuito e que é necessário criar modelos de negócio baseados em serviços premium ou totalmente inovadores.

A premissa de Free: Grátis – O Futuro dos Preços é que é possível oferecer coisas de graça e ganhar dinheiro cobrando por outros meios. Se um autor de livros encontra seu lucro de venda reduzido por causa de cópias PDF distribuídas descaradamente no 4shared.com, ele pode desencanar e deixar o material disponível para download gratuito. E cobrar para dar palestras e treinamento em empresas.

Esse princípio é bem conhecido no mercado tradicional de átomos: a Gillette fez fortuna ao distribuir seus barbeadores de graça, fidelizando os consumidores e posteriormente lucrando na venda de lâminas. Esse “de graça” era na verdade um investimento de marketing da empresa, pois os barbeadores custavam dinheiro.


Outro exemplo dado por Anderson é a empresa de aviação RyanAir, que cobra até 20 libras esterlinas (54 reais) para um vôo de Londres a Barcelona |
Fonte

Como é possível fazer um voo internacional por um preço menor do que uma corrida de taxi? Cobrando 30 libras para transportar duas malas, vendendo bebidas a preços inflacionados, adicionando taxas de cartão de crédito, obtendo subsídios com o governo e cortando custos drasticamente, fazendo o passageiro entrar em roubada com as tarifas ocultas de bagagem e venda online. É grátis pero no mucho.

No mundo dos bits, o Grátis não é necessariamente um esquema criado para tirar dinheiro por segundas vias. Anderson diz que, como não existe custo significativo na oferta no armazenamento e transmissão de dados, é possível alcançar o custo quase zero e oferecer informação de graça.

No mundo do pornô, sites como o Pornhub oferecem conteúdo gratuito (muitas vezes infringindo direitos autorais) como forma de veicular vendas de acesso para garotas de webcam no Streamate ou Livejasmin, de onde veio a Jamie, a garota que ganhava um dólar por dia na webcam. Outra opção para monetizar é a venda de produtos como o fleshlight ou de software como o VirtuaGirlHD, que é anunciado em vídeos como esse do RedTube.

Em ambos os casos, temos a venda de produtos ou serviços alavancada com o tráfego alto de visitantes, ou simplesmente o sistema de afiliados funcionando para gerar dinheiro.

De acordo com o Los Angeles Times, para atrizes de renome, como Tera Patrick e Belladonna, é necessário escapar da crise diversificando as fontes de receita perdidas com a pirataria. Algumas das formas são o licenciamento de produtos eróticos e lingerie, além de fazer performances em clubes de strip tease. Mas essa é uma fórmula que não funciona para quem ainda não atingiu o status de celebridade pornstar.

Teste de realidade: o “Grátis” funcionou?

O empreendedor Mark Cuban fala o que ninguém quer ouvir: quando se começa um negócio, é fácil deixar empurrar com a barriga a parte que realmente importa. Ganhar dinheiro.

Os números de receita com publicidade dos sites que oferecem vídeos de graça não são públicos. Mas mesmo que sejam lucrativos, eles vivem sob o constante risco de ter que pagar indenizações por infração de direitos autorais. Não parece um modelo sólido de negócio, apenas aproveitando de conteúdo alheio. Sites que possuem conteúdo próprio (como Brazzers e Twistys) continuam com a venda de acesso.

Do lado dos produtores, esses agora reduzem custos com pagamentos mais baixos para as atrizes. O pagamento médio de 1000 dólares caiu para 700. Outras despesas, como maquiadora, também são eliminadas de modo a tornar as vendas mais baixas de DVD ainda lucrativas.

Essa solução de corte de custos ajuda nas produções destinadas ao público menos sofisticado tecnologicamente. Mas existe um mercado de consumo mais interessante, que faz compras pela Internet e se interessa pelos nichos. Nesses, a lucratividade continua, com base na teoria da Cauda Longa.

E onde se aplica a teoria do Grátis, se todo o conteúdo dos sites de nicho é pago?

Muitas vezes são os próprios produtores que fazem o upload de seus vídeos nos sites de tube. A Brazzers por exemplo possui parceria com a RedTube, que promove os vídeos de curta duração e estimula visitantes para fazer a compra da assinatura. Uma forma bastante tímida de Grátis quando comparada com as possibilidades listadas por Chris Anderson.

Um dos pontos fortes do livro Grátis é a ideia de que a abundância de uma coisa implica em escassez de outra. Com tanta pornografia de baixa qualidade disponível na rede, valeu remar contra a maré: a superprodução Pirates custou um milhão de dólares e embolsou mais de cinco milhões de volta.


Pirates: o primeiro da nova geração dos filmes de alta produção, como o Teachers, que indiquei no post sobre o debate “Is Internet for Porn?”

A fórmula teve tanto sucesso que a sequência, Pirates II, recebeu um investimento de dez milhões. Vendeu mais de 240.000 DVDs ao preço de 70 dólares cada. Faça as contas. Além de DVDs, a Digital Playground investiu bastante em um website que cobra pelo acesso. Nesse case, duas tendências vão contra o que Anderson propõe: (1) o Grátis não foi usado para os lucros, e (2) valeu investir na cabeça da Cauda Longa.

As ideias de Anderson são interessantes, mas quem dá o golpe final dessa vez é Malcolm Gladwell, que concorda que o custo de armazenamento e distribuição de um vídeo hoje é próximo de zero… e no caso do YouTube, os setenta e cinco bilhões de vídeos armazenados ao custo “próximo de zero” resultam no total de U$ 360.000.000 de manutenção anual.

A indústria do pornô mostra que a Internet não chegou a trazer uma revolução na economia, como Anderson parece insinuar.

Ao contrário, certos princípios continuam fortes, como usar material gratuito para capturar a atenção inicial do possível cliente e dar continuidade fornecendo conteúdo relevante. Mesmo que isso signifique japonesinhas do cosplay, grávidas, pôneis, ursinhos e enguias…

Victor Lee

É o embaixador europeu da PapodeHomem e está sempre de malas prontas para ir onde tem mulher bonita. É autor do "From Victor With Love - Diário".


Outros artigos escritos por

Conheça nosso projeto editorial

O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Somos um espaço plural, aberto a visões contraditórias e entusiasta do embate saudável. Conheça nossa orientação editorial e a essência do que fazemos. Você pode comentar abaixo ou ainda nos enviar um artigo para publicação.


RECEBA PDH POR EMAIL

Enviamos apenas um email por dia com todos os textos e shots que selecionamos a dedo para os leitores não perderem tempo.


LEIA TAMBÉM...

37 comentários

Dê vida ao PapodeHomem, para sua imagem aparecer ao lado de seu nome nos comentários, cadastre-se no Gravatar usando o mesmo e-mail com o qual comentou. Leva 2 minutos.

Queremos uma discussão de alto nível, sem frescuras e bem humorada. Portanto, leia nossa porra de Política de Comentários.


  • http://twitter.com/ninja_copiador Kakashi

    Ótimo texto e indicação de livro!
    Dificil é fazer o muitas vezes cabeçudo do diretor da sua pequena empresa de 10 funcionários acreditar que a cauda longa vale o esforço que se faz para mantê-la…

  • Pingback: Cuidado com a Ryanair! 3 truques por trás das passagens aéreas na Europa | From Victor With Love - Diário

  • Ricardo

    argh! meus olhos!!

  • Manuela

    Os textos do pdh são muito bons, mas gente vamos ter mão leve na hora de escolher as fotos, hein. Esse post não precisava de fotos tão feias assim, não é moralismo, não é puritanismo, é só uma dica pro blog não perder o bom senso. Ainda assim o pdh continua com muito bom conteúdo.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Manuela, a maioria das imagens usadas no PdH são escolhidas pelos editores. Nesse caso, todas as imagens foram enviadas pelo autor, o Victor. Suponho que ele realmente quis refletir o que se encontra por aí (e ainda foi bem comedido!). Pra mim, funcionou, não vi problema.

    Mas em geral concordo com você e por isso mesmo evitamos imagens assim, até mesmo nos artigos sobre sexo, esperma, testículos… ;-) É só navegar pelo site pra comprovar e descobrir os meios hábeis utilizados com imagens.

    Beijo.

  • Victor_Lee

    Oi Manuela! Dica registrada aqui. Fiquei na dúvida se colocava ou não a foto, e é bom saber a reação da galera.

    p.s. na verdade tinha outra foto um pouco pior, que envolvia tentáculos. Essa eu realmente achei que não carecia…

  • Marcão, macho-alpha++

    Como diria Rorschach,

    “deixo as baratas humanas discutindo pornografia e heroína e volto pra escuridão”

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • pablofernandes

    Eu já virei fã dessa série.

    Victor, seus textos são fodas bro. ;)

  • pablofernandes

    O problema é que nesses casos a situação é mesmo bizarra. Não há como mostrar, fazer o leitor entender sem ser um pouco forte.

    Mas, entendo bem a reclamação. Pra quem não viu, dar de cara como uma imagem como aquela é no minimo desconfortável.

  • http://lucasdantas.posterous.com/ Lucas Dantas

    ótimo artigo, victor!

  • gilfolador

    Cara esse Pirates e Pirates 2 é terrível de ruim. Quando vou atrás de um Porno é para me dar prazer e não assistir uma história rolanabunda. Se eu quiser assistir uma história rolanabunda eu assisto Crepúsculo… Sério, essa Jesse Jane só é gostosa, porque os filmes que ela faz…. vish….

  • Nati

    O problema destas fotos é que não é em qualquer lugar que você pode ler tranquilamente. Leio PDH aqui do trabalho e nunca tive problema, mas num caso desses se alguém vê a foto, pensa que estou vendo pornografia.. o que não é o caso.

  • Victor_Lee

    Valeu, man! Se quiser trocar idéias aqui sobre implementação de produtos/serviços em cauda longa, é um prazer.

  • Victor_Lee

    Valeu, Pablo! Vamo que vamo!

  • Victor_Lee

    Hahaha – é o famoso “tão ruim que é bom”!

    O que acha dos antigões, tipo Debbie Does Dallas ou Devil in Miss Jones?

  • pablofernandes

    Pois é Nati, realmente tem esse lado também.

    É bom que vamos dosando e vendo até onde podemos ir. ;)

  • pablofernandes

    Victor, nunca cheguei a ver esses que citou e nem o Pirates e Pirates 2.

    Também não sou de ver muita graça nesse estilo de filme.

    Tem algum desses que você acha realmente muito bom?

  • http://www.facebook.com/people/Ruben-Matera/1196028218 Ruben Matera

    Victor, parabéns meu camarada! O texto ficou show e a Cauda Longa é exatamente o que estou estudando na pós de marketing…

    Além de ser ídolo no quesito mulheres suecas, você ainda entende de negócios! HAHAHAHA

    Abraço,
    Nos vemos no FromVictorWithLove's Fórum!

  • Guilherme Damiani

    Ótima série de posts!

    Victor, um outro exemplo interessante: o Steam. É um aplicativo em que você tem à sua disposição uma infinidade de jogos para download (single e multiplayer). O pagamento é facilitado (depois de cadastrar o cartão, apenas alguns cliques), sempre há promoções, jogos em destaque, demos e vídeos disponíveis, o download é rápido e facílimo, existe uma comunidade de gamers e seus 'achievements' e ele ainda deixa tudo organizado, fácil de acessar.

    Resultado: eu não pirateio mais jogos. É mais cômodo pagar! (Mas o aplicativo em si é de graça)

  • pablofernandes

    Counter strike, é pelo steam não é?

  • Victor_Lee

    Olha, “muito bom” não acho que existe não, Pablo… A graça está justamente no underground da coisa…

    O que eu acho ser o filme mais coringa já produzido, que sempre serve ter em casa é o The Masseuse da Jenna Jameson.

  • Victor_Lee

    Guilherme, vc acertou em cheio. O caso da praticidade em comprar música no iTunes por 1 dólar para não ter o trampo de puxar de graça em torrent/p2p e ficar caçando foto da capa do álbum etc… é um dos fatores que o Anderson aponta no raciocínio do Steve Jobs.

    Não conhecia o tal Steam, mas o princípio é esse mesmo. Abraço!

  • Victor_Lee

    Pós de marketing? Legal, Ruben. Depois vamos então trocar idéias sobre outros livros, que isso tudo ajuda para tudo o que a gente faz na vida. Acho interessante que muitas pessoas tem um certo repúdio ao marketing… mas eu acho fascinante.

  • Victor_Lee

    Nati, recado anotado. De fato, será difícil continuar a série sem ilustrar com imagens que tenham um duplo sentido… mas vou levar essa situação em conta.

    Sei que está tarde… mas vai uma dica do texto acima: NAO clique nos links! Senão vai aparecer coisa que vc realmente não quer abrir no escritório!!!

  • Victor_Lee

    Valeu Lucas! Espero que vc goste dos outros da mesma série.

    Abraço

  • Cartola

    Demais Victor.
    Estou gostando muito desta serie sobre pornografia, é impressionante como uma coisa que aparentemente é tão comum pode conter tantos aspectos financeiros e obscuros. Eu fiquei curioso em saber sobre como você consegue estas informações, isso é algum tipo de hobby maluco?

    Flw. Vlw

  • gilfolador

    Devil in Miss Jones eu assisti o que siau em 2005, com a Savanna e Jenna. Gostei, mais ainda não é o meu tipo.

    Brazzers são os melhores p/ mim hahahha.

  • Guilherme Damiani

    Counter strike, Battlefield, Left for Dead, Everquest… chega, já ta mto nerd!! ;D

  • Victor_Lee

    Hahaha – “hobby maluco” foi ótimo!

    Então, Cartola: É que eu sou empreendedor e para meus negócios eu preciso usar muitos conceitos de ponta sobre tecnologia, tendências de consumo, novos mercados etc.

    Acho que o mercado de pornografia ilustra bem diferentes conceitos e fui escrevendo a série usando coisas que eu já sabia e outras que pesquiso especialmente para o PdH através de pesquisa pela Internet, livros, filmes e entrevistas com pessoas do business.

    Se vc tiver sugestões, é só dizer.

    Valeu pelo comentário – abraço!

  • Jota

    Não imaginava que a Ryanair e a indústria pornô fossem tão próximas. Tomará que no próximo voo tenha uma aeromoça polonesa. E que juntos possamos protagonisar uma bela história rolanabunda!!!

  • Victor_Lee

    Jota, sabia que tinha uma aeromoça da Ryanair que era atriz pornô?
    http://hotstewardess.com/115/ryanair-stewardess…

  • tulio

    fala victor, eu gostaria de conversar contigo, sobre implementaçao de produtos long tail !!! pega meus contatos ae!

  • Victor_Lee

    Tulio, nao consigo ver seu email. me escreve no victor (arroba) papodehomem.com.br

    Abraço!

  • Davi

    Quando me dei conta eu percebi que havia lido uma matéria sobre pornografia sem mais nem menos, o que nem de longe é normal! Mas sério, ótimo texto, a economia do negócio é fascinante!
    Nunca imaginei um exemplo tão forte para expor esse ponto como o mercado virtual de porns!

    =)

  • antonio

    discordo.
    acho que as fotos devem continuar no mesmo padrão.
    tinha que ser mulher pra reclamar das fotos.
    se for seguir conselho de mulher daqui a pouco vira papo de fresco.

  • Lucasramos Araujo20
  • Lucasramos Araujo20

Papo de homem recomenda

Assine o Papo de homem

Curta o PdH no Facebook
  • 3172 artigos
  • 500947 comentários
  • 38388 Leitores no Feed RSS
  • leitores online

Lifestyle Magazine

"O que me preocupa não é grito dos maus, é o silêncio dos bons." - Martin Luther King