PdH no Debate MTV: Baixar o imposto vai aumentar a venda do CD?

Jader Pires

por
em às | Cultura, QG


Os últimos dias aqui em São Paulo tem sido de incertezas climáticas. Frio de adormecer o nariz na noite que termina com uma manhã fortemente ensolarada, trazendo, por sua vez, uma garoa na noite que é seguida pela madrugada de chuva. O ar vai de um bloco seco que acaba com qualquer rinite à massa úmida que faz tremer qualquer um que começa a divagar “Como diabos vou secar esse monte de roupa?”.

E foi nesse clima de incertezas que me aventurei a participar do Debate MTV na Music Television, programa de tretas e desavenças capitaneado pelo aloprado Lobão. Com o tema “Baixar o imposto vai aumentar a venda do CD?”, me sentei junto a deputados (Marcelo Serafim – PSB AM e Otavio Leite – PSDB RJ), músicos (Ivo Meirelles e Bruno Medina), presidentes de associações (Paulo Rosa, da ABPD, a RIAA brasileira) e todo o tipo de gente interessada – para o bem ou para o mal – no assunto. Como apreciador de música (e não autor), fui para ver até onde os “fazedores” da coisa estavam empenhados, seja lá no que fosse.

Vi o bicho pegando fogo, a giripoca piando e o pau comendo. Mas sobre a venda de CD em si, parecia que só eu queria saber. O bate-papo foi batendo na porta de assuntos mais pungentes como o emprego no mercado da fabricação de CD, sobre produtos piratas (que foi o momento em que pudemos tirar a única unanimidade da discussão – a isenção de imposto não vai acabar com a pirataria) e sobre a jurisprudência cultural: por que um livro é considerado cultura, e por isso tem isenção de imposto, e a música ainda não tem tal isenção? Então a música não é considerada como cultura aqui no Brasil?

Do assunto principal, me vejo bem tranquilo e de opinião concisa e definida: a isenção de imposto não vai alavancar a venda dos CDs no país e em lugar algum. Trata-se de um formato ultrapassado e de qualidade inferior ao vinil, que tende a ver sua margem de vendas cair cada vez mais até atingir um patamar de coleção. O vinil sim tem agora a chance de se ver renascido das cinzas e forte o suficiente para não voltar a sumir (mas, claro, continuará como artigo de coleção voltado para o degustador musica, que vai separar um tempo determinado em seus dias para botar a agulha no bolachão e aproveitar todos os prazeres do bom e velho Long Play).

porta-brincos
Pra quem ainda quer presentear a namorada com CD…

Então pra que discutir um projeto de lei que visa se transformar em remédio para dor de cabeça na boca de quem já está diagnosticado com uma doença incurável?

Pra começar a traçar o futuro. O projeto de lei também beneficia o DVD (que ainda tem certo tempo de vida útil antes de ser engolido, daqui uns anos, pelo Blu-ray e pela venda de streaming e vídeos online) e a música digital. Por enquanto, os maiores beneficiados no mundo dos MP3 serão as gravadoras, em parceria com as empresas de telefonias móveis. Se você adorou comprar seu celular com o material inédito da Ivete Sangalo, O Rappa, Sandy e Jr e Malu Magalhães, então é só aguardar o projeto ser, de fato, aprovado e sair correndo para as lojas da sua operadora preferida, porque vai chover “conteúdo exclusivo” nos celulares Brasil afora.

Agora, claro que a coisa toda também vai caminhar para a estruturação da venda de músicas na Internet, o que beneficia também os artistas independentes, que poderão se mostrar mais e depender ainda menos de intermediários para vender seus trabalhos. Já dos outros assuntos, ficaria mesmo para a mesa de bar, onde todo mundo jura que é especialista em qualquer assunto.

Saí dos estúdios da MTV debaixo de uma garoa fina que se intensificou ainda no caminho de casa. Fui embora ainda sem saber o que cada um dos convidados queria expressar e saí de lá sem fazer ideia do que seria concreto no que cada um deles defendeu e do que podemos esperar da venda de música naquele futuro próximo que estamos esperando. Mas atravessei as portas da emissora com as minhas ideias acerca do assunto mais em ordem e deitei pra dormir sabendo que, no meio de tanta certeza, ninguém sabe é de nada.


Assista aos vídeos dos outros blocos do debate.

E você? Acha que o CD tem ainda alguma chance? Deixe sua opinião nos comentários.

Jader Pires

Jader Pires é editor do Papo de Homem. Publicitário por opção, jornalista por apego e escritor por maldição. Prometeu um dia que, se ganhasse na loteria, doaria cem reais para caridade (e não há cristo que o faça pensar o contrário). No Twitter, atende pela brilhante alcunha de @jaderpires.


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146 comentários

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  • Henrique D.

    Show o debate… sem mais comentários.

  • Henrique D.

    Show o debate… sem mais comentários.

  • Henrique D.

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  • http://www.opiniaotitular.com.br/ Thiago dos Reis

    Como fã paralâmico, espero qve “contevdo exclvsivo brasil afora” seja do novo CD dos Paralamas. hahaha

  • http://www.opiniaotitular.com.br/ Thiago dos Reis

    Como fã paralâmico, espero qve “contevdo exclvsivo brasil afora” seja do novo CD dos Paralamas. hahaha

  • http://www.opiniaotitular.com.br Thiago dos Reis

    Como fã paralâmico, espero qve “contevdo exclvsivo brasil afora” seja do novo CD dos Paralamas. hahaha

  • José Arlindo

    Pode até aumentar, mas quem irá comprar mesmo (em sua maioria) são os colecionadores ou aqueles que fazem questão de ter um exemplar original em casa.

    Os novos formatos já foram incorporados na cultura do consumidor brasileiro. Não será uma diminuição no imposto que fazer fazer as vendas alavancarem por aqui.

    Digo que o esforço vale a pena. :D

  • José Arlindo

    Pode até aumentar, mas quem irá comprar mesmo (em sua maioria) são os colecionadores ou aqueles que fazem questão de ter um exemplar original em casa.

    Os novos formatos já foram incorporados na cultura do consumidor brasileiro. Não será uma diminuição no imposto que fazer fazer as vendas alavancarem por aqui.

    Digo que o esforço vale a pena. :D

  • José Arlindo

    Pode até aumentar, mas quem irá comprar mesmo (em sua maioria) são os colecionadores ou aqueles que fazem questão de ter um exemplar original em casa.

    Os novos formatos já foram incorporados na cultura do consumidor brasileiro. Não será uma diminuição no imposto que fazer fazer as vendas alavancarem por aqui.

    Digo que o esforço vale a pena. :D

  • Alessandro Bonicenha Marchezi

    Particularmente eu gosto de CD,mas para alavancar as vendas o preço teria que cair para 7,00 a 10,00 reais ou menos e quem mais compraria seria a classe B e principalmente a classe C.Certa vez dei um discman antigo para o filho de minha empregada e a alegria da criança foi incrível, para a grande maioria da população do nosso país
    o CD ainda é uma mídia atual, nen todo mundo tem acessso à banda larga, estamos bastante atrasados em reduzir os impostos e fomentar o consumo de cultura musical.

  • Alessandro Bonicenha Marchezi

    Particularmente eu gosto de CD,mas para alavancar as vendas o preço teria que cair para 7,00 a 10,00 reais ou menos e quem mais compraria seria a classe B e principalmente a classe C.Certa vez dei um discman antigo para o filho de minha empregada e a alegria da criança foi incrível, para a grande maioria da população do nosso país
    o CD ainda é uma mídia atual, nen todo mundo tem acessso à banda larga, estamos bastante atrasados em reduzir os impostos e fomentar o consumo de cultura musical.

  • Alessandro Bonicenha Marchezi

    Particularmente eu gosto de CD,mas para alavancar as vendas o preço teria que cair para 7,00 a 10,00 reais ou menos e quem mais compraria seria a classe B e principalmente a classe C.Certa vez dei um discman antigo para o filho de minha empregada e a alegria da criança foi incrível, para a grande maioria da população do nosso país
    o CD ainda é uma mídia atual, nen todo mundo tem acessso à banda larga, estamos bastante atrasados em reduzir os impostos e fomentar o consumo de cultura musical.

  • http://thenoob.com.br/ Avatar

    Heheheheh, tá brincando? O Cd nunca esteve tão barato quanto está agora. Não é reduzindo impostos que vão conseguir aumentar a vendagem destes itens.
    Assim como o autor falou, o Cd é obsoleto.
    O pessoal tinha que se preocupar em desenvolver uma tecnologia de streaming de dados (vídeos, músicas, etc) onde eles pudessem alugar estes serviços e obter renda através disto.
    Menos poluente e muito mais prático…
    Show o Blog!

  • http://thenoob.com.br/ Avatar

    Heheheheh, tá brincando? O Cd nunca esteve tão barato quanto está agora. Não é reduzindo impostos que vão conseguir aumentar a vendagem destes itens.
    Assim como o autor falou, o Cd é obsoleto.
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    Assim como o autor falou, o Cd é obsoleto.
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    Menos poluente e muito mais prático…
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  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mandou bem, Jader!

    O último CD que comprei foi do Radiohead porque sou MUITO fã da banda. Porém, o último do Dave Matthews Band (banda top pra mim) não comprei, só baixei.

    Até para dar de presente hoje vale muito mais a pena criar um CD do que comprar. Escolher as músicas, capa, editar as letras e dar para a namorada.

    Ou ainda pegar o iPod dela e encher de surpresinhas.

    Mas tenho pena de quem ainda acredita no formato. Ontem mesmo vi um músico vendendo seu CD num bar. Perguntei pelo site dele (blog, MySpace, qualquer coisa) e ele não tinha. Assim fica complicado.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mandou bem, Jader!

    O último CD que comprei foi do Radiohead porque sou MUITO fã da banda. Porém, o último do Dave Matthews Band (banda top pra mim) não comprei, só baixei.

    Até para dar de presente hoje vale muito mais a pena criar um CD do que comprar. Escolher as músicas, capa, editar as letras e dar para a namorada.

    Ou ainda pegar o iPod dela e encher de surpresinhas.

    Mas tenho pena de quem ainda acredita no formato. Ontem mesmo vi um músico vendendo seu CD num bar. Perguntei pelo site dele (blog, MySpace, qualquer coisa) e ele não tinha. Assim fica complicado.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mandou bem, Jader!

    O último CD que comprei foi do Radiohead porque sou MUITO fã da banda. Porém, o último do Dave Matthews Band (banda top pra mim) não comprei, só baixei.

    Até para dar de presente hoje vale muito mais a pena criar um CD do que comprar. Escolher as músicas, capa, editar as letras e dar para a namorada.

    Ou ainda pegar o iPod dela e encher de surpresinhas.

    Mas tenho pena de quem ainda acredita no formato. Ontem mesmo vi um músico vendendo seu CD num bar. Perguntei pelo site dele (blog, MySpace, qualquer coisa) e ele não tinha. Assim fica complicado.

  • http://thenoob.com.br Avatar

    Heheheheh, tá brincando? O Cd nunca esteve tão barato quanto está agora. Não é reduzindo impostos que vão conseguir aumentar a vendagem destes itens.
    Assim como o autor falou, o Cd é obsoleto.
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  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mandou bem, Jader!

    O último CD que comprei foi do Radiohead porque sou MUITO fã da banda. Porém, o último do Dave Matthews Band (banda top pra mim) não comprei, só baixei.

    Até para dar de presente hoje vale muito mais a pena criar um CD do que comprar. Escolher as músicas, capa, editar as letras e dar para a namorada.

    Ou ainda pegar o iPod dela e encher de surpresinhas.

    Mas tenho pena de quem ainda acredita no formato. Ontem mesmo vi um músico vendendo seu CD num bar. Perguntei pelo site dele (blog, MySpace, qualquer coisa) e ele não tinha. Assim fica complicado.

  • Joseph Klimber

    O CD assim como o DVD são produtos com seus dias contados. A pirataria deve ser combatida de forma mais direta. Baixar os impostos podem deixar os preços mais baixos, mas a maioria da população que realmente consome música pirata não vai deixar de comprar o piratex – que ainda vai continuar com seu preço muito abaixo do CD original. Na verdade existe no país uma cultura do pirata. O que antes era uma alternativa aos grandes preços praticados pela indústria fonográfica, agora “institucionalizou-se” como um mercado alternativo que oferece produtos em primeira mão (filmes que ainda nem estrearam no cinema) e compilações inteiras de artistas ou de gêneros musicais em um único produto. Mesmo regulamentando o mercado de venda on-line de música não vejo como poderemos acabar com a pirataria de outra forma que não o combate direto aos pirateadores e distribuidores desse mercado.

  • Joseph Klimber

    O CD assim como o DVD são produtos com seus dias contados. A pirataria deve ser combatida de forma mais direta. Baixar os impostos podem deixar os preços mais baixos, mas a maioria da população que realmente consome música pirata não vai deixar de comprar o piratex – que ainda vai continuar com seu preço muito abaixo do CD original. Na verdade existe no país uma cultura do pirata. O que antes era uma alternativa aos grandes preços praticados pela indústria fonográfica, agora “institucionalizou-se” como um mercado alternativo que oferece produtos em primeira mão (filmes que ainda nem estrearam no cinema) e compilações inteiras de artistas ou de gêneros musicais em um único produto. Mesmo regulamentando o mercado de venda on-line de música não vejo como poderemos acabar com a pirataria de outra forma que não o combate direto aos pirateadores e distribuidores desse mercado.

  • Joseph Klimber

    O CD assim como o DVD são produtos com seus dias contados. A pirataria deve ser combatida de forma mais direta. Baixar os impostos podem deixar os preços mais baixos, mas a maioria da população que realmente consome música pirata não vai deixar de comprar o piratex – que ainda vai continuar com seu preço muito abaixo do CD original. Na verdade existe no país uma cultura do pirata. O que antes era uma alternativa aos grandes preços praticados pela indústria fonográfica, agora “institucionalizou-se” como um mercado alternativo que oferece produtos em primeira mão (filmes que ainda nem estrearam no cinema) e compilações inteiras de artistas ou de gêneros musicais em um único produto. Mesmo regulamentando o mercado de venda on-line de música não vejo como poderemos acabar com a pirataria de outra forma que não o combate direto aos pirateadores e distribuidores desse mercado.

  • Joseph Klimber

    O CD assim como o DVD são produtos com seus dias contados. A pirataria deve ser combatida de forma mais direta. Baixar os impostos podem deixar os preços mais baixos, mas a maioria da população que realmente consome música pirata não vai deixar de comprar o piratex – que ainda vai continuar com seu preço muito abaixo do CD original. Na verdade existe no país uma cultura do pirata. O que antes era uma alternativa aos grandes preços praticados pela indústria fonográfica, agora “institucionalizou-se” como um mercado alternativo que oferece produtos em primeira mão (filmes que ainda nem estrearam no cinema) e compilações inteiras de artistas ou de gêneros musicais em um único produto. Mesmo regulamentando o mercado de venda on-line de música não vejo como poderemos acabar com a pirataria de outra forma que não o combate direto aos pirateadores e distribuidores desse mercado.

  • Barretta

    Eu acho que os cds tem muito pouca chance, mas não vão sumir tão rápido assim, acho que em breve teremos ainda vendas de pen drives com conteúdo, se não inventaram ta na hora de começarmos hein, fica a idéia aí. o cara leva o som, despacha em casa e ainda fica com a memória, agora imagina o cabra com uma coleção de pen drives, pra achar o maldito ac/dc…pqp acho que não foi muito inteligente essa idéia hein rs

    falows

  • Barretta

    Eu acho que os cds tem muito pouca chance, mas não vão sumir tão rápido assim, acho que em breve teremos ainda vendas de pen drives com conteúdo, se não inventaram ta na hora de começarmos hein, fica a idéia aí. o cara leva o som, despacha em casa e ainda fica com a memória, agora imagina o cabra com uma coleção de pen drives, pra achar o maldito ac/dc…pqp acho que não foi muito inteligente essa idéia hein rs

    falows

  • Barretta

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    falows

  • Barretta

    Eu acho que os cds tem muito pouca chance, mas não vão sumir tão rápido assim, acho que em breve teremos ainda vendas de pen drives com conteúdo, se não inventaram ta na hora de começarmos hein, fica a idéia aí. o cara leva o som, despacha em casa e ainda fica com a memória, agora imagina o cabra com uma coleção de pen drives, pra achar o maldito ac/dc…pqp acho que não foi muito inteligente essa idéia hein rs

    falows

  • Zabari

    Há, inclusive, um projeto de Lei versando sobre a isenção de tributos (não me pergunte quais) na ATIVIDADE musical. Provavelmente sobre IR, Cofins e Csll recolhidos pelo músico. Quanto à tributos sobre a produção artística, desconheço…os estúdios, as gravadoras e até mesmo as indústrias de “cds” continuariam contribuindo normalmente.

    A realidade é que os músicos que não estão na grande mídia auferem lucros apenas com os shows. Não será uma redução na carga tributária que irá afastar a tradição pirata do brasileiro.

  • Zabari

    Há, inclusive, um projeto de Lei versando sobre a isenção de tributos (não me pergunte quais) na ATIVIDADE musical. Provavelmente sobre IR, Cofins e Csll recolhidos pelo músico. Quanto à tributos sobre a produção artística, desconheço…os estúdios, as gravadoras e até mesmo as indústrias de “cds” continuariam contribuindo normalmente.

    A realidade é que os músicos que não estão na grande mídia auferem lucros apenas com os shows. Não será uma redução na carga tributária que irá afastar a tradição pirata do brasileiro.

  • Zabari

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  • Zabari

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    A realidade é que os músicos que não estão na grande mídia auferem lucros apenas com os shows. Não será uma redução na carga tributária que irá afastar a tradição pirata do brasileiro.

  • Zabari

    Há, inclusive, um projeto de Lei versando sobre a isenção de tributos (não me pergunte quais) na ATIVIDADE musical. Provavelmente sobre IR, Cofins e Csll recolhidos pelo músico. Quanto à tributos sobre a produção artística, desconheço…os estúdios, as gravadoras e até mesmo as indústrias de “cds” continuariam contribuindo normalmente.

    A realidade é que os músicos que não estão na grande mídia auferem lucros apenas com os shows. Não será uma redução na carga tributária que irá afastar a tradição pirata do brasileiro.

  • Mister M

    Acho que sim… é só ver o que a diminuição de impostos fez com a venda de carros e da linha branca de eletrodomésticos. As vendas aumentaram absurdamente e o governo arrecadou muito mais!!! Mesmo com os impostos lá embaixo. Porque não deixar isso pra sempre?? Fazer isso em todo comércio??? Esse país é uma piada!!!

  • Mister M

    Acho que sim… é só ver o que a diminuição de impostos fez com a venda de carros e da linha branca de eletrodomésticos. As vendas aumentaram absurdamente e o governo arrecadou muito mais!!! Mesmo com os impostos lá embaixo. Porque não deixar isso pra sempre?? Fazer isso em todo comércio??? Esse país é uma piada!!!

  • Mister M

    Acho que sim… é só ver o que a diminuição de impostos fez com a venda de carros e da linha branca de eletrodomésticos. As vendas aumentaram absurdamente e o governo arrecadou muito mais!!! Mesmo com os impostos lá embaixo. Porque não deixar isso pra sempre?? Fazer isso em todo comércio??? Esse país é uma piada!!!

  • Mister M

    Acho que sim… é só ver o que a diminuição de impostos fez com a venda de carros e da linha branca de eletrodomésticos. As vendas aumentaram absurdamente e o governo arrecadou muito mais!!! Mesmo com os impostos lá embaixo. Porque não deixar isso pra sempre?? Fazer isso em todo comércio??? Esse país é uma piada!!!

  • Mister M

    Acho que sim… é só ver o que a diminuição de impostos fez com a venda de carros e da linha branca de eletrodomésticos. As vendas aumentaram absurdamente e o governo arrecadou muito mais!!! Mesmo com os impostos lá embaixo. Porque não deixar isso pra sempre?? Fazer isso em todo comércio??? Esse país é uma piada!!!

  • Fernando

    Dificilmente chega-se a alguma conclusão no Debate MTV, mas que é engraçado é..

  • Fernando

    Dificilmente chega-se a alguma conclusão no Debate MTV, mas que é engraçado é..

  • Fernando

    Dificilmente chega-se a alguma conclusão no Debate MTV, mas que é engraçado é..

  • Fernando

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  • Fernando

    Dificilmente chega-se a alguma conclusão no Debate MTV, mas que é engraçado é..

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Para mim esse é o tipo de discussão perdida, porque você acaba no final não obtendo nenhuma conclusão. Veja que não quero ofender o programa e muito menos o autor do artigo, até porque não conheço o programa e gostei muito do que ele escreveu.

    Na minha opinião, o CD já “morreu” faz e tempo e provavelmente o DVD vai ter o mesmo fim.

    O que o Brasil deveria estar discutindo agora é como criar novas formas de atingir uma parcela maior do mercado de mídia digital ou, melhor ainda, desenvolver novas tecnologias de forma a melhorar ainda mais a qualidade do que está sendo fornecido (fica subentendido que o governo deveria ter em mente investir em P&D e C&T).

    Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.

    PS: Correria do caramba, me desculpem alguma idéia confusa e atrapalhada.

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Para mim esse é o tipo de discussão perdida, porque você acaba no final não obtendo nenhuma conclusão. Veja que não quero ofender o programa e muito menos o autor do artigo, até porque não conheço o programa e gostei muito do que ele escreveu.

    Na minha opinião, o CD já “morreu” faz e tempo e provavelmente o DVD vai ter o mesmo fim.

    O que o Brasil deveria estar discutindo agora é como criar novas formas de atingir uma parcela maior do mercado de mídia digital ou, melhor ainda, desenvolver novas tecnologias de forma a melhorar ainda mais a qualidade do que está sendo fornecido (fica subentendido que o governo deveria ter em mente investir em P&D e C&T).

    Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.

    PS: Correria do caramba, me desculpem alguma idéia confusa e atrapalhada.

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Para mim esse é o tipo de discussão perdida, porque você acaba no final não obtendo nenhuma conclusão. Veja que não quero ofender o programa e muito menos o autor do artigo, até porque não conheço o programa e gostei muito do que ele escreveu.

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    O que o Brasil deveria estar discutindo agora é como criar novas formas de atingir uma parcela maior do mercado de mídia digital ou, melhor ainda, desenvolver novas tecnologias de forma a melhorar ainda mais a qualidade do que está sendo fornecido (fica subentendido que o governo deveria ter em mente investir em P&D e C&T).

    Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.

    PS: Correria do caramba, me desculpem alguma idéia confusa e atrapalhada.

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Para mim esse é o tipo de discussão perdida, porque você acaba no final não obtendo nenhuma conclusão. Veja que não quero ofender o programa e muito menos o autor do artigo, até porque não conheço o programa e gostei muito do que ele escreveu.

    Na minha opinião, o CD já “morreu” faz e tempo e provavelmente o DVD vai ter o mesmo fim.

    O que o Brasil deveria estar discutindo agora é como criar novas formas de atingir uma parcela maior do mercado de mídia digital ou, melhor ainda, desenvolver novas tecnologias de forma a melhorar ainda mais a qualidade do que está sendo fornecido (fica subentendido que o governo deveria ter em mente investir em P&D e C&T).

    Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.

    PS: Correria do caramba, me desculpem alguma idéia confusa e atrapalhada.

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Para mim esse é o tipo de discussão perdida, porque você acaba no final não obtendo nenhuma conclusão. Veja que não quero ofender o programa e muito menos o autor do artigo, até porque não conheço o programa e gostei muito do que ele escreveu.

    Na minha opinião, o CD já “morreu” faz e tempo e provavelmente o DVD vai ter o mesmo fim.

    O que o Brasil deveria estar discutindo agora é como criar novas formas de atingir uma parcela maior do mercado de mídia digital ou, melhor ainda, desenvolver novas tecnologias de forma a melhorar ainda mais a qualidade do que está sendo fornecido (fica subentendido que o governo deveria ter em mente investir em P&D e C&T).

    Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.

    PS: Correria do caramba, me desculpem alguma idéia confusa e atrapalhada.

  • Gustavo Castro

    esse programa da MTv é horroroso. O Lobão é um PÉSSIMO mediador, ele sempre se coloca a favor de um dos temas e corta as pessoas em momentos errados, deixa os caras falando coisas nada a ve…

    mas sobre o tema, acho que a galera ta viajando. Mt gente nao tem internet banda larga em casa, baixar musica não é a realidade da maioria da população no Brasil, acredito que a maioria mesmo seja compradora de CDs pirata mesmo

  • Gustavo Castro

    esse programa da MTv é horroroso. O Lobão é um PÉSSIMO mediador, ele sempre se coloca a favor de um dos temas e corta as pessoas em momentos errados, deixa os caras falando coisas nada a ve…

    mas sobre o tema, acho que a galera ta viajando. Mt gente nao tem internet banda larga em casa, baixar musica não é a realidade da maioria da população no Brasil, acredito que a maioria mesmo seja compradora de CDs pirata mesmo

  • Gustavo Castro

    esse programa da MTv é horroroso. O Lobão é um PÉSSIMO mediador, ele sempre se coloca a favor de um dos temas e corta as pessoas em momentos errados, deixa os caras falando coisas nada a ve…

    mas sobre o tema, acho que a galera ta viajando. Mt gente nao tem internet banda larga em casa, baixar musica não é a realidade da maioria da população no Brasil, acredito que a maioria mesmo seja compradora de CDs pirata mesmo

  • Gustavo Castro

    esse programa da MTv é horroroso. O Lobão é um PÉSSIMO mediador, ele sempre se coloca a favor de um dos temas e corta as pessoas em momentos errados, deixa os caras falando coisas nada a ve…

    mas sobre o tema, acho que a galera ta viajando. Mt gente nao tem internet banda larga em casa, baixar musica não é a realidade da maioria da população no Brasil, acredito que a maioria mesmo seja compradora de CDs pirata mesmo

  • Gustavo Castro

    esse programa da MTv é horroroso. O Lobão é um PÉSSIMO mediador, ele sempre se coloca a favor de um dos temas e corta as pessoas em momentos errados, deixa os caras falando coisas nada a ve…

    mas sobre o tema, acho que a galera ta viajando. Mt gente nao tem internet banda larga em casa, baixar musica não é a realidade da maioria da população no Brasil, acredito que a maioria mesmo seja compradora de CDs pirata mesmo

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Representou, Jader! Congrats.

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Representou, Jader! Congrats.

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Representou, Jader! Congrats.

  • http://papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Representou, Jader! Congrats.

  • http://papodehomem.com.br Guilherme Nascimento Valadares

    Representou, Jader! Congrats.

  • http://www.conversaatrevida.blogspot.com/ Atre l Conversa Atrevida

    Eu não vejo MTV, aqui só com TV a cabo que eu NÃO tenho….(sór pra constar).

    Em relação ao CD…

    Por aqui costumam dizer que CD é igual mulher: Por causa de uma parte boa, vc tem que levar todo o resto (sic)…Mas explica bem o conceito de que a gente até curte um artista, mas dificilmente gosta de TODAS as músicas dele.
    E hoje não tem jeito, todo mundo quer um CD ou no MP3 algo personalizado. O ideal mesmo seria algo do tipo ‘fast food’ musical. Entramos numa lojá, escolhemos o que queremos e o CD fica pronto na hora (e de forma legal).
    Só que como já se faz isso ‘de graça’ no virtual, pouca gente ia pagar…

    Aliás, uma vez vi uma banda falando que disponibilizou o CD na internet e pedia que as pessoas pagassem, ao seu critéiro, pelas músicas. O país que menos pagou pelo que levou foi o Brasil.

    Eu moro perto do Paraguai. Aqui é comum a gente ver, no centro da cidade, o pessoal colocar uma mesa e vender os CDs, e pensa que o povo corre quando vê polícia?

  • http://www.conversaatrevida.blogspot.com/ Atre l Conversa Atrevida

    Eu não vejo MTV, aqui só com TV a cabo que eu NÃO tenho….(sór pra constar).

    Em relação ao CD…

    Por aqui costumam dizer que CD é igual mulher: Por causa de uma parte boa, vc tem que levar todo o resto (sic)…Mas explica bem o conceito de que a gente até curte um artista, mas dificilmente gosta de TODAS as músicas dele.
    E hoje não tem jeito, todo mundo quer um CD ou no MP3 algo personalizado. O ideal mesmo seria algo do tipo ‘fast food’ musical. Entramos numa lojá, escolhemos o que queremos e o CD fica pronto na hora (e de forma legal).
    Só que como já se faz isso ‘de graça’ no virtual, pouca gente ia pagar…

    Aliás, uma vez vi uma banda falando que disponibilizou o CD na internet e pedia que as pessoas pagassem, ao seu critéiro, pelas músicas. O país que menos pagou pelo que levou foi o Brasil.

    Eu moro perto do Paraguai. Aqui é comum a gente ver, no centro da cidade, o pessoal colocar uma mesa e vender os CDs, e pensa que o povo corre quando vê polícia?

  • http://www.conversaatrevida.blogspot.com/ Atre l Conversa Atrevida

    Eu não vejo MTV, aqui só com TV a cabo que eu NÃO tenho….(sór pra constar).

    Em relação ao CD…

    Por aqui costumam dizer que CD é igual mulher: Por causa de uma parte boa, vc tem que levar todo o resto (sic)…Mas explica bem o conceito de que a gente até curte um artista, mas dificilmente gosta de TODAS as músicas dele.
    E hoje não tem jeito, todo mundo quer um CD ou no MP3 algo personalizado. O ideal mesmo seria algo do tipo ‘fast food’ musical. Entramos numa lojá, escolhemos o que queremos e o CD fica pronto na hora (e de forma legal).
    Só que como já se faz isso ‘de graça’ no virtual, pouca gente ia pagar…

    Aliás, uma vez vi uma banda falando que disponibilizou o CD na internet e pedia que as pessoas pagassem, ao seu critéiro, pelas músicas. O país que menos pagou pelo que levou foi o Brasil.

    Eu moro perto do Paraguai. Aqui é comum a gente ver, no centro da cidade, o pessoal colocar uma mesa e vender os CDs, e pensa que o povo corre quando vê polícia?

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    Eu não vejo MTV, aqui só com TV a cabo que eu NÃO tenho….(sór pra constar).

    Em relação ao CD…

    Por aqui costumam dizer que CD é igual mulher: Por causa de uma parte boa, vc tem que levar todo o resto (sic)…Mas explica bem o conceito de que a gente até curte um artista, mas dificilmente gosta de TODAS as músicas dele.
    E hoje não tem jeito, todo mundo quer um CD ou no MP3 algo personalizado. O ideal mesmo seria algo do tipo ‘fast food’ musical. Entramos numa lojá, escolhemos o que queremos e o CD fica pronto na hora (e de forma legal).
    Só que como já se faz isso ‘de graça’ no virtual, pouca gente ia pagar…

    Aliás, uma vez vi uma banda falando que disponibilizou o CD na internet e pedia que as pessoas pagassem, ao seu critéiro, pelas músicas. O país que menos pagou pelo que levou foi o Brasil.

    Eu moro perto do Paraguai. Aqui é comum a gente ver, no centro da cidade, o pessoal colocar uma mesa e vender os CDs, e pensa que o povo corre quando vê polícia?

  • http://www.conversaatrevida.blogspot.com Atre l Conversa Atrevida

    Eu não vejo MTV, aqui só com TV a cabo que eu NÃO tenho….(sór pra constar).

    Em relação ao CD…

    Por aqui costumam dizer que CD é igual mulher: Por causa de uma parte boa, vc tem que levar todo o resto (sic)…Mas explica bem o conceito de que a gente até curte um artista, mas dificilmente gosta de TODAS as músicas dele.
    E hoje não tem jeito, todo mundo quer um CD ou no MP3 algo personalizado. O ideal mesmo seria algo do tipo ‘fast food’ musical. Entramos numa lojá, escolhemos o que queremos e o CD fica pronto na hora (e de forma legal).
    Só que como já se faz isso ‘de graça’ no virtual, pouca gente ia pagar…

    Aliás, uma vez vi uma banda falando que disponibilizou o CD na internet e pedia que as pessoas pagassem, ao seu critéiro, pelas músicas. O país que menos pagou pelo que levou foi o Brasil.

    Eu moro perto do Paraguai. Aqui é comum a gente ver, no centro da cidade, o pessoal colocar uma mesa e vender os CDs, e pensa que o povo corre quando vê polícia?

  • Daniel

    Nem li o conteudo…mas, eu não compro cd, acho chato ir lá comprar, me ocupa tempo…e não é pelo o valor…então para mim fazer por outros meios é mais rápido…o mundo está mudando, o dia que eu conseguir comprar uma musica ou um album online em minutos eu serei o primeiro cliente.

  • Daniel

    Nem li o conteudo…mas, eu não compro cd, acho chato ir lá comprar, me ocupa tempo…e não é pelo o valor…então para mim fazer por outros meios é mais rápido…o mundo está mudando, o dia que eu conseguir comprar uma musica ou um album online em minutos eu serei o primeiro cliente.

  • Daniel

    Nem li o conteudo…mas, eu não compro cd, acho chato ir lá comprar, me ocupa tempo…e não é pelo o valor…então para mim fazer por outros meios é mais rápido…o mundo está mudando, o dia que eu conseguir comprar uma musica ou um album online em minutos eu serei o primeiro cliente.

  • Daniel

    Nem li o conteudo…mas, eu não compro cd, acho chato ir lá comprar, me ocupa tempo…e não é pelo o valor…então para mim fazer por outros meios é mais rápido…o mundo está mudando, o dia que eu conseguir comprar uma musica ou um album online em minutos eu serei o primeiro cliente.

  • Daniel

    Nem li o conteudo…mas, eu não compro cd, acho chato ir lá comprar, me ocupa tempo…e não é pelo o valor…então para mim fazer por outros meios é mais rápido…o mundo está mudando, o dia que eu conseguir comprar uma musica ou um album online em minutos eu serei o primeiro cliente.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fala Mateus! (#11)

    “Enquanto muitos países estão pensando lá na frente, nós ainda estamos discutindo coisas que… me desculpem, já são obsoletas.”

    Cara, concordo totalmente contigo.

    Mas a ideia é justamente participar dessas discussões, não ignorá-las, e tentar avançar (como você bem apontou). Tanto é que o Jader escreveu analisando o debate de modo crítico.

    Aproveito e pergunto se você tem uma sugestão de algum tema “lá na frente”, que considera essencial e que vê pouca ou nenhum discussão no Brasil. Sugere algo?

    Abraço!

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

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      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

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      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

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      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

  • Lucas

    O debate foi bom, e suas idéias estão corretíssimas. CD já é uma mídia ultrapassada.

    Porém, é Blu-Ray; Não BluE-Ray, como citado no texto. -FIKDIK

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      Lucas, valeu pelo toque. Já corrigimos aqui.

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Olá, Gitti. (#16)

    Antes de discutir sua pergunta gostaria de esclarecer um possível mal entendido (eu estava com pressa quando digitei o

    comentário passado). Admiro o Jader ter tido peito para ir representar e gostei muito do modo como ele criticou o debate que

    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Olá, Gitti. (#16)

    Antes de discutir sua pergunta gostaria de esclarecer um possível mal entendido (eu estava com pressa quando digitei o

    comentário passado). Admiro o Jader ter tido peito para ir representar e gostei muito do modo como ele criticou o debate que

    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

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    Olá, Gitti. (#16)

    Antes de discutir sua pergunta gostaria de esclarecer um possível mal entendido (eu estava com pressa quando digitei o

    comentário passado). Admiro o Jader ter tido peito para ir representar e gostei muito do modo como ele criticou o debate que

    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

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    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

  • http://deviscience.wordpress.com/ Mateus

    Olá, Gitti. (#16)

    Antes de discutir sua pergunta gostaria de esclarecer um possível mal entendido (eu estava com pressa quando digitei o

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    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

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    ele participou. Não valorizar o trabalho (e a coragem) dele seria uma desonestidade da minha parte. Fica meus cumprimentos.

    Nomais, quando eu digo “pensar lá na frente” não quero propor parar essa discussão ou fugir dela. O meu ponto é que devemos discutir os investimentos que o país pretende fazer em *Ciência & Tecnologia *e *Pesquisa & Desenvolvimento*. Investir nisso não é nem de longe uma perda de tempo e dinheiro (como muitos pensam); enquanto não fizermos isso, continuaremos importando tecnologias e não criando (muito menos revolucionando) nada. Continuaremos [sempre] dependentes.

    Não é de agora que países como Estados Unidos e Japão investem horrores em tecnologia (diferentes formas de

    armazenamento, novos processamentos, enfim…) e parece que o Brasil não aprende, enquanto eles estão discutindo melhorias

    para tecnologias atuais, ou criando sistemas (como o iTunes) para vender (popularizar) um novo formato, nós ainda estamos sentando em rodas para discutir se a diminuição do imposto sobre o CD vai fazer com que ele venda mais.

    Percebe a discrepância que eu quero mostrar? Enquanto os caras estão sentados discutindo sobre a possibilidade de tornar algo

    atual em velho, nós estamos ainda pensando se devemos importar a velharia.

    A discussão que eu proponho é: investimento em educação. Investir pesado no ensino básico, superior e se for possível, procurar o máximo de apoio em grandes empresas para conseguir dinheiro para C&T e P&D. Infelizmente essa discussão me parece um sonho; o Brasil é imediatista e investir em C&T e P&D é saber que o retorno só virá daqui 10 anos ou até mais. Nossos governantes não parecem estar dispostos a esperar isso… afinal, eleição é a cada 4 e isso não dá voto.

    PS: Se quiser continuar a discussão, será um prazer; se ficar algo confuso, questione.

    Abraços!

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • Schamlose

    Chegam a serem ridículas as gravadoras que insistem nessa m. de cd, eles compram briga com os sites de download, as vezes mandando pais de família para cadeia por causa de besteira.
    Não existe mais isso de ficar comprando cdzinho de música, mesmo quem não tem computador pode baixar músicas facilmente pela lan-house.
    Os artistas sabem que su maior renda vem dos shows, quem está defendendo os cd’s são só meia dúzia de empresários, que, para por a mão no nosso dinheiro, atacam na justiça os sites onde ouvimos/baixamos músicas. Como aconteceu com o piratebay, e pode acontecer com o Youtube.
    A Viacom está processando o youtube em 1 bilhão de dólares(julgamento ainda não tem data marcada) por direitos autorais, tudo porque, segundo eles, nós deixamos de comprar os seus produtos por eles estarem disponíveis no site.
    O cd irá ficar ultrapassado da mesma forma que o vinil ou as fitas k7, e eu torço para que apareçam empresas dispostas a se adequarem a nós consumidores, e não que tentem nos adequar a elas.

    As empresas de músicas estão parecendo os suiços com seus relógios de ponteiro.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Mateus, não teve mal entendido, não, foi bem isso que entendi da sua parte.

    Quanto ao que disse, concordo, claro. Perguntei para que possamos propor isso à equipe aqui no PdH e ver se alguém quer escrever algo e abrir a discussão.

    Seria interessante um artigo sobre novas iniciativas em educação e pesquisa, como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, do Miguel Nicolelis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Nicolelis). Conhece?

    Eles tem uma escola para jovens, equipamento foda, enfim, um puta projeto.

    Vou propor a ideia e em breve publicamos um artigo aqui para continuarmos o papo.

    Abraço!

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

    PS: Recebi este link mil vezes pelo twitter nesta semana. De qualquer forma, vale a pena ver. É um movimento, iniciado por alguns artistas independentes, a favor da música para baixar. Ideias protestos, agenda com debates, shows: http://musicaparabaixar.org.br/

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

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    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

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    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

    PS: Recebi este link mil vezes pelo twitter nesta semana. De qualquer forma, vale a pena ver. É um movimento, iniciado por alguns artistas independentes, a favor da música para baixar. Ideias protestos, agenda com debates, shows: http://musicaparabaixar.org.br/

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    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

    PS: Recebi este link mil vezes pelo twitter nesta semana. De qualquer forma, vale a pena ver. É um movimento, iniciado por alguns artistas independentes, a favor da música para baixar. Ideias protestos, agenda com debates, shows: http://musicaparabaixar.org.br/

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com Isabella

    Adorei o texto e realmente: não sei de nada.
    Mas, vamos tentar…
    Por mais que o artista queira vender cds ainda (para atingir um público maior e mais diversificado e conseguir uma graninha extra), se ele não for famoso e quiser dar certo, o conteúdo tem que estar disponível na internet. Mais importante do que ter o cd na mão é ter site, blog, música pra baixar… Acho que o cd, antes de sumir, vai virar uma cartinha de apresentação. Aliás, é só dar uma olhadinha em shows de músicos independentes: já virou.
    Convenhamos, nada mais estranho e nada prático do que um cd. Vc paga 40 reais e corre o risco de riscá-lo e nunca mais conseguir ouvir uma musiquinha sequer. E aí ele vai pra onde, meu amigo? Pro lixo. Nem vem com essa ideia de porta-brincos que eu tô fora, coisa feia…
    Resumindo: o cd vai pro beleléu em pouco tempo, música na internet… E será que eles vão conseguir controlar esta terra de ninguém? Acho (e espero) que não. Música livre. Pago pelo show. E quanto mais a música circula, mais gente ouve, mais gente gosta, mais gente quer, mais gente vai, mais gente paga. Um bom ciclo, não?
    Adeus, gravadoras poderosas!

    PS: Recebi este link mil vezes pelo twitter nesta semana. De qualquer forma, vale a pena ver. É um movimento, iniciado por alguns artistas independentes, a favor da música para baixar. Ideias protestos, agenda com debates, shows: http://musicaparabaixar.org.br/

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • jumento

    n entendo como tem gente que fala que a qualidade do som do vinil é melhor que qualidade do cd…

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • http://www.cazz.com.br/ossos Rodrigo Franco

    Na verdadade, realmente a discussão sobre o preço ou impostos sobre o CD é perda de tempo. CD é uma mídia, não um produto. O consumo de um artista e de seu subproduto, música, mudou para sempre. Não tem volta. Eles deveriam discutir como fica o negócio da música daqui pra frente.

    Só não concordo com uma coisa: o vinil não tem melhor qualidade que o CD. Você pode ser saudosista, como eu mesmo sou, o som é, sim, diferente, mas o o som do CD é o máximo que se chegou em termos de qualidade, sem contato físico do tocador com a mídia. Para conseguirmos isso com dados, vai muito tempo ainda.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • Francisco Romualdo

    Realmente, o CD já acabou mesmo. Mas quanto ao DVD não adianta diminuir o imposto do produto, se continuarem cobrando do consumidor.

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com/ Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • http://www.isabellaviranoticia.blogspot.com Isabella

    Ah, e concordo com o #13, Gustavo Castro: o Lobão é péssimo no Mtv Debate. Toma partido mesmo e chega a ser irritante.
    Gosto do Lobão, mas não neste programa. Fora que eu nem sou fã do Cazé, mas adorava ele no Mtv Debate… Ele mediava de verdade, colocava ordem na budega…

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Gustavo Alencastro

    O grande problema está no colo das gravadoras, foi o tempo em que o artista/banda dependia da gravadora pra ter penetração na mídia, a internet faz esse serviço com menos custos e na maioria das vezes de graça, ou seja, o artista faz o que bem entender com o que ele produz e pode dar as costas para as majors, nós fãs é que fomos privilegiados, o cd já era, ou melhor, já passou o seu tempo. Ninguém vai parar a troca de músicas pela internet.

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
    E ai, o que podemos fazer?

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
    E ai, o que podemos fazer?

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
    E ai, o que podemos fazer?

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
    E ai, o que podemos fazer?

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
    E ai, o que podemos fazer?

  • Johnny Becker

    Caraca, acho muito bacana essas discussões sobre baixar ou não o preço do CD, se baixa vende mais ou menos, mídias futuras, tecnologia, educação, política e por ai vai. É bacana ver alguns com conhecimento especifico defendendo seu ponto de vista, outros com bastante informação oriunda de muita pesquisa, e outros apenas expondo que realmente baixam mídias da internet e não compram CDs mesmo.

    E eu concordo com todas as opiniões. E mesmo que fuja do tema, gostei do rumo que tomou a conversa pelas palavras do Mateus e do Gustavo.
    Acho que a coisa é realmente por ai, investir em educação e cultura, em tecnologia e desenvolvimento (de preferência desenvolvimento sustentável), apoiar pesquisas e experiências nacionais, instigando os brasileiros a buscar sua parcela de independência tecnológica e porque não também a sua parcela no mercado de exportação destes itens.

    Outro dia li uma matéria que falava de um pesquisador brasileiro (que agora não lembro o nome e nem qual sua área de atuação), que é patrocinado por empresas estrangeiras porque o Brasil não o apóia.
    É vergonhoso um brasileiro colocar suas idéias a disposição dos gringos, para eles aprimorarem e depois venderem o produto final para o Brasil, tudo porque o nosso governo não incentiva o próprio povo.

    Depois da vontade de chorar quando leio matérias como a que li ontem na revista Isto É, falando de políticos que movimentam 34 milhões, 47 milhões em doações para campanhas partidárias, doações que muitas vezes são apenas um modo de lavar dinheiro.
    Um presidente que gasta 16 milhões em um filme que até o mais ignorante sabe que é apenas mais politicagem.

    E o nosso povo, sem cultura, sem educação, continua na mesma pindaíba.
    Mas como ouvi outro dia de um colega de trabalho ‘o brasileiro tem a política e o político que merece’.
    Enquanto continuarmos ‘preguiçosos’ no aspecto político a coisa vai continuar assim.
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