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A fácil paternidade

Alex Castro

por
em às | Debates, Frentes, Mente e atitude


Ser pai não é pra ser fácil. Se seu filho quase não te dá trabalho, alguma coisa você está fazendo errado.

* * *

Mesa de bar. Eu e mais três amigos homens. Todos na mesma faixa etária, trinta e muitos. Mas eles têm uma coisa que não tenho: filhos. Eu adoro crianças mas nunca quis ter. Nem cogitei.

Filhão!

Filhão!

A biografia dos três é bastante similar: casaram cedo, tiveram filhos, separaram rápido, foram morar em outras cidades. Hoje, falam com os filhos por Skype regularmente, mandam um chequinho todo mês, passam as férias junto. E se acham bons pais.

De vez em quando, o assunto passa pelos filhos. Me dão umas cutucadas, dizem que homem tem que ter filho para ser pleno, trocam histórias orgulhosas de seus pimpolhos, essas coisas.

E eu, que sei que tem coisas que não se falam porque ferem fundo; eu que não quero atacar a própria imagem que meus amigos têm de si mesmos; eu que sou amigo de muitas mulheres que criam sozinhas filhos de pais que moram longe; eu que sei que tirar remela, botar roupinha, levar pra escola, contar história é mais difícil e cansativo que assinar um cheque todo dia cinco; eu fico cuidadosamente calado, ou então digo apenas:

“Vocês é que têm sorte. Eu nunca vou provar das delícias de ser pai.”

* * *

A menina tem quatro anos.

Ela chega da escola às quatro da tarde e vai dormir às nove da noite: durante essas cinco horas, domina totalmente a casa. A mãe tem que parar tudo para antecipar suas necessidades. Não consegue completar uma frase. Manter um diálogo se torna impossível. Quando a menina não está pulando em cima dela e interrompendo nossa conversa, está jogando videogames barulhentos, assistindo filmes e gritando junto com os personagens, pedindo comida ou reclamando da vida – são impressionantes as crises existenciais dos quatro anos.

O pai mora em outra cidade, liga quase toda noite, não manda chequinho porque ganha pouco, fica com a filha um fim-de-semana a cada dois meses e se acha o melhor pai do mundo, amoroso e participante.

Eu, que também gosto dele, não tenho coragem de corrigir.

* * *

Decidi não ter filhos porque não quero a vida dessa mãe. Se fosse pra ter a vida desses pais, gostaria sim.

Quer coisa melhor do que a sensação deliciosa de ter posto uma vida autônoma no mundo, de ter cumprido suas obrigações para com seus genes… mas sem nenhuma das pentelhações cotidianas?

Você vive sua vida como sempre viveu, namora à vontade e come mulheres, se concentra no trabalho e investe na carreira e, às oito da noite, faz um DDD de cinco minutos pro filhão!

Todo mês, tira um pedacinho do seu contracheque – o que, se você estiver acima da linha de pobreza e não for egoísta, não é nenhum grande sacrifício, e ainda pode até ser considerado um investimento pro futuro.

Nos feriadões e nas férias, curte a companhia do seu mini-me e transmite toda sua sabedoria acumulada: olha só como se pesca, deixa eu te mostrar uma coisa que seu avô me ensinou, toda aquela egotrip paterna macho-alfa blá blá.

E, que delícia!, no último dia das férias, você manda o pimpolho de volta pra mãe e recupera a sua vida como se aquela camisinha nunca tivesse furado.

Paizão!

Paizão!

E ela que cuide do almoço e janta, do lanche e do banho, do horário de escola e da agenda de recreação, que sacrifique a carreira e a vida pessoal, que deixe de sair e que afugente namorados, 24h por dia e 7 dias por semana, enquanto você se sente de alma lavada e dever cumprido por assinar um chequinho todo mês e ligar dois minutos por noite.

Afinal, ser pai é isso, não?

Alex Castro

alex castro é. por enquanto. em breve, nem isso. // todos os meus textos são rigorosamente ficcionais. // se gostou, me siga no facebook, compre meus livros ou faça uma doação. // não leio comentários dos meus textos. para falar comigo, mande um email.


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  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    bem-vindos aos comentários.

    por favor, sejam educados.
    quem gostou, pode me seguir no facebook e saber de todos meu futuros textos e livros:
    http://www.facebook.com/AlexCastroEscritor

  • Gabriel Souza

    PERFECT!!!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=706126393 Augusto Antonio Paixão

    Ótimo texto Alex. Tenho amigos que são pais e não vivem com as respectivas mães das crianças e a situação é bem essa mesma. O que eles possuem são tele-filhos. Sempre tive muito cuidado de evitar uma gravidez indesejada com minhas namoradas para que algo desse gênero não me acometece.
    Mas fazer o que, esses caras são ótimos pais, não?

  • Katz

    E o pai deveria fazer o quê? Se sentir mal, entrar em depressão, voltar pra ex para viverem felizes para sempre?

    Se ele liga toda noite, fica com o filho nos finais de semana, contribui financeiramente, ele simplesmente está fazendo a parte dele diante da situação. Agora, se ele se sente realizado, melhor ainda, para todos.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      ué, quem sou eu pra dizer o que as pessoas deveriam fazer!

      • João

        Há várias situações no qual os pais estão separados, seja por brigas, falta de amor, vejo que nesses casos o melhor para a criança é essa separação dos pais mesmos. Meus pais brigavam tanto que rezava para que a minha mãe separasse do meu pai, isso não aconteceu e deixou cicatrizes. Se tivesse acontecido eu seria muito mais feliz visitando meu pai uma ou duas vezes por mês, passeando, brincando e ainda ganhando pensão que talvez seria melhor aproveitada pela minha mãe. Meu pai não era presente e não era não feliz, já peguei ela com outras mulheres, minha mãe sabia mas para manter as aparências de uma família feliz eles continuavam casados. Então meu amigo, antes de postar verifique que pois há muitos casos diferentes dos teus amigos! Abraço.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        gente. as pessoas não sabem mais ler?

        sim, amigo, eu sei que há várias situações. sim, eu sei que existem muitos casos muito diferentes dos meus amigos.

        o meu texto em momento algum diz, ou sugere, ou dá a entender, que todos os pais do mundo (ou mesmo a maioria) são como meus amigos…

        por favor, indique o trecho onde isso está dito ou sugerido.

        abraços.

      • Katz

        Mas pra criticar o que sentem é com você mesmo.

    • http://twitter.com/diariodebar Sarah Teodoro

      “E o pai deveria fazer o quê?” hahahahhahaha

    • Juliana

      “E o pai deveria fazer o quê?”. Eu estou me perguntando até agora se eu li isso mesmo. É muita onda.

      • Maverick_RJ

        Juliana,
        O Pai deveria fazer o quê ?

        Minha namorada tem pai ausente, estando ele presente no lar. Ele serve de enfeite. É um bom homem, mas, egoísta, não está presente para a família que sempre esta presente para ele.

        Minha namorada por sua vez quis ter um filho. O Pai, um verdadeiro párea. Não contribui com nada, não aparece, não é bem-vindo, e quando resolve aparecer quer mudar toda a rotina da criança, levar durante a semana e etc… NOTA: ELA QUIS ENGRAVIDAR DELE.

        Eu fui pai adolescente. Me achava malandro, saía com várias mulheres, todas mais velhas e escoladas… Quando arrumei uma namorada de 15 anos a engravidei, pois, eu era tão esperto quanto uma porta.

        A vida continuou, separamos ele tinha 4 anos… me envolvi em outros relacionamentos, mudei de estado, voltei e etc… sempre presente o quanto pude, não como deveria.

        Hoje ele tem 14. Fica comigo quando quer, viaja comigo, finais de semana.. ou com suas preferências…

        Será que para não ser um desses “super-pais” eu devesse ter ficado com a mãe dele ?

        Me dou bem com ela, não cuido só dele, se ela precisa eu estou sempre disposto a colaborar, afinal, enquanto ela estiver bem, ele também estará.

        Na outra ponta, minha mãe não separou do meu pai por causa dos filhos. Viveu infeliz e meu pai meteu o pé. Os filhos ficaram adultos e tem suas vidas. E agora ?

        Até onde vale realmente abrirmos mão de algo por causa de possíveis traumas infantis enquanto nossas vidas passam, e nossos filhos crescem e adquirem suas próprias vidas ?

        O que minha mãe teve de retorno, além de uma vida infeliz ?

        Muito se fala por aqui (PDH) em machos-alpha. Remete aos primórdios. Macho traz o sustento para casa (cheque no dia 5), Fêmea cuida da cria… (Não, não é minha visão, é ilustração)…

        Diante de toda a mudança social, o homem perdeu a identidade de provedor, uma vez que há muitas mulheres com maior capacidade intelecto-financeira para fazer e o fazem muito bem… Ainda estamos perdidos sem saber bem qual o papel de cada um, homem e mulher)

        Acredito que o mais importante é que os pais, separados ou não, tenham bons exemplos a dar a seus filhos.

        Enquanto meu filho se orgulhar e se espelhar em um pai que busca ser reto e honesto, que apesar de não viver com a mãe dele, preza os valores familiares e ensina que família e confiança são a base de tudo, que devemos respeitar as pessoas e NUNCA responder a uma pessoa mais velha (sou incapaz de ser indelicado com alguém mais velho, mesmo dentro da minha razão), Que há maneiras de se conseguir de tudo, cada coisa a seu tempo, sem diminuir ou se aproveitar de ninguém, sem ser desonesto, afinal, ninguém nunca perdeu nada por ser honesto… pode até não ganhar, mas, não perde…

        De tudo isso:
        1 – Minha namorada SE FO….DE sozinha (não mais, agora estou ao lado dela) por que ESCOLHEU isso.

        2 – Minha mãe SE FO…DEU por prezar demais os filhos e se desprezar ao mesmo tempo… deveria ter equilibrado e ir vivido a vida dela, talvez mais penosa, provavelmente tendo que nos criar, mas, não dentro de um relacionamento infeliz.

        3 – Minha namorada continua com o pai ausente dentro de casa, a casa dela me parece um ALUGA-SE um quarto… numa casa com 4 quartos e pessoas diferentes dentro, sem responsabilidades ou considerações umas com as outras. O Pai é pastor evangélico e extremamente atencioso com sua igreja e rebanho, menos com sua família, mas, nunca deixou faltar nada e é bem visto pela sua igreja/comunidade/família externa.

        Sabe, é como se ele assinasse um cheque todo dia 5, estando dentro de casa…

        Sou “menos fodão” por causa disso…

        Em termos de comparação,

        meu filho que me vê bem pouco sente menos a minha falta que a família deste, que o tem diariamente dentro de casa.

        Sou mais eu.

    • Juliana

      “E o pai deveria fazer o quê?”. Será que eu li direito? É muita onda mesmo.

    • Nélio Oliveira

      A “parte do pai” vai muito além do financeiro e da mera presença física.

    • Izabela

      O pai deve, chorar, implorar, lutar e correr atrás do direito de dividir com a mãe o enorme prazer de conviver com seu filho exatamente como nós mães faríamos. Pronto filhinho agora você já sabe o que fazer!

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        olha uma dica boa aí.

      • Nélio Oliveira

        PORRA NENHUMA. O pai TEM O DIREITO de dividir com a mãe o enorme prazer de conviver com o filho, quer a mãe queira, quer não. Não tem que chorar nem implorar NADA.

      • Maverick_RJ

        Nélio, concordo, desde que divida todo o resto. A parte financeira, e a parte penosa, como doenças mesmo as simples por exemplo. Fácil levar de volta correndo para a mãe assim que fica resfriado.

      • Nélio Oliveira

        “of course my horse”. ;)

      • Maverick_RJ

        Comentei acima. Minha namorada escolheu engravidar de um párea. Agora paga o preço por isso (Estou falando antes da minha existência na vida dela)… quantas são assim ?

        Quantas engravidaram pelo poder financeiro do cara ?
        Quantas engravidaram pelos músculos do cara ?

        Quantas engravidaram pela beleza do cara ?

        Quantas engravidaram do cara na micareta/balada/festinha etc?

        Quantos são filhos de homens que nem merecem ser chamados assim ?

        TODA A RESPONSABILIDADE DE UMA GRAVIDEZ É DA MULHER. NÃO É MACHISMO. É QUE EM 153,17% DAS VEZES ELA É A MAIOR “PREJUDICADA” FICANDO COM TODOS OS DEVERES, ALGUMAS ATÉ COM OS FINANCEIROS. É O CASO DA MINHA NAMORADA.

        NÃO QUEREM/CONCORDAM COM SUPER-PAIS SEPARADOS, ESCOLHAM MELHOR PRA QUEM VÃO ABRIR AS PERNAS.

        Sou feliz em ser pai separado, vacilei aos 17 anos e não teria feito por escolha. O Resultado foi ótimo, curto e amo meu filho, mas, não teria acontecido não fosse meu excesso de burrice na época.

        Não tenho pena da mulher que passa por isso por escolha;
        Não tenho pena da mulher que apanha mais de uma vez;

        Escolhas carregam preços, por vezes, muito altos…

      • vivian

        Perdão, mas passei o seu comentário no corretor anti-machista do word. ficou assim:

        Quantos engravidaram uma mulher por que insistem em não usar camisinha? Por que preferem gerar uma vida do que ejacular numa bolsa de látex? (Sim, é uma escolha que está sendo feita!)

        Quantos engravidaram uma mulher por que estão pouco se lixando se ela ficar grávida, afinal não é no deles?

        Quantos engravidaram uma mulher por que estão bêbados?

        Quantos engravidaram uma mulher na micareta/balada/festinha etc, por que nunca mais vão vê-las?

        A RESPONSABILIDADE DE UMA GRAVIDEZ É DOS DOIS.

        FAÇA A SUA PARTE: ENGRAVIDE UMA MULHER SOMENTE SE VOCÊS DOIS QUISEREM SER PAIS.

        NÃO QUEREM TER FILHOS INESPERADOS, ESCOLHAM MELHOR QUEM VOCÊS VÃO ENGRAVIDAR. O HOMEM NÃO É UM ANIMAL IRRACIONAL INCAPAZ DE CONTER SEU ESPERMA NA HORA DO SEXO E PODE SIM TOMAR UMA DECISÃO SENSATA, DECIDINDO NAQUELE MOMENTO NÃO TER FILHOS.
        E se você tiver filhos, faça tudo que um pai deve fazer pela criança. Cobre o mesmo de sua companheira.

        Tenho pena de quem condena as mulheres pela gravidez fruto de uma relação entre DUAS pessoas.
        Opiniões carregam preços, por vezes, muito altos…

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        coloca à venda esse seu corretor antimachista q vc vai ganhar uma fortuna.

      • Nélio Oliveira

        Mas vivian, se você acha (não estou afirmando que você acha) que, por exemplo, a mulher é dona do seu corpo ao ponto de decidir, p. ex., ter o filho em casa (ou mesmo fazer um aborto), você não acha que o mesmo se aplica na via contrária, a da responsabilidade? No caso, de, partindo desse pressuposto, também seria a mulher a “senhora”, ou seja, a “detentora do poder” de não engravidar, seja pela exigência de que o parceiro use camisinha ou pelo uso por si mesma de métodos contraceptivos?

      • Vivian

        Métodos estão aí para os DOIS usarem.
        Afinal, filhos só são feitos por XX + XY.

        Ignorar sua metade da participação é achar que você não tem nada a ver com o assunto. Mas homens tem! E tem 50% a ver!

        Agora por que a gravidez acontece dentro do corpo da mulher e não do
        homem o exime de responsabilidade sobre os seus 50% no ventre de outrem?

        Um homem ignorar que está engravidando a mulher ao não usar camisinha
        simplesmente está dizendo FODA-SE O QUE ACONTECER DENTRO DELA. FO-DA-SE.

        Por que sexo sem camisinha ENGRAVIDA.

        Não existe alguém ser dono do seu corpo a partir do momento em que outro corpo tem poder de interferência sobre ele. Homens são muito mais “detentores do poder” de seus próprios corpos por que não sofrem interferência resultante de terceiros, como uma mulher pode sofrer interferência em seu próprio corpo ao ter relações sexuais com homens e engravidar. Mesmo mulheres que se protegem podem engravidar por que os métodos falham mais do que deveriam, então não há possibilidade de ser “senhor” de um corpo do qual não se tem pleno controle, do qual não se pode sequer controlar com 100% de certeza uma possibilidade de gravidez.

        Além disso, como uma mulher vai ser detentora “absoluta” de algo que ela é co-autora, tanto quanto outro co-autor? O ATO SEXUAL em si é protagonizado por duas pessoas, os dois decidem sobre isso.

        E para esclarecer, o ato de manter a gestação e PARIR é protagonizado apenas pela mãe, logicamente, ela decide onde ter a criança, se em casa ou no espaço sideral. Não há nenhum privilégio nisso a ser acompanhado de uma suposta “responsabilidade”, apenas uma questão biológica, e, se quer saber, algo que muitas mulheres adorariam não ser biologicamente programadas para carregar.

      • Maverick_RJ

        Vivian, Creio que não fui compreendido.

        Condeno escolhas mal feitas. Fato.

        Quantas vezes você mesma deve ter ouvido de mulheres/amigas mais velhas/sábias: Filho não segura homem ?

        Quantas vezes viu de verdade um filho atrapalhar um homem ?

        Mesmo que recaia sobre o homem a total criação da criança, havendo condições financeiras, todo um aparato feminino será formado. Babás, Creches/escolas intergrais, empregadas e até a namorada dele. Sem falar em mães e irmãs… É incrível, mas, sempre há um grande número de mulheres em socorro de um homem nessa situação.

        Não vejo ocorrer o mesmo no mundo feminino. Quem pariu Matheus que embale…

        Numa gravidez tranquila a mulher “perde” pouco… Se houver problemas, perde-se emprego (A justiça do trabalho tá aí pra isso, mas perde), Perde-se um ano de faculdade ou outro curso qualquer e etc…

        Então, pense num cenário onde ambos são irresponsáveis. A quem caberá o maior ônus ? De quem de fato dependerá aquela vida ? O Pai, participando ou não, quase nada tem a ver com isso, não é uma presença dispensável, entendemos isso, mas, não é uma presença primária. Apenas a mãe o é.

        Pode acontecer, claro, do seu Príncipe Encantado, com anos de namoro/noivado/casamento te engravidar, se transformar numa pessoa que você desconhece e meter o pé, mas, o risco sempre será menor do que você resolver engravidar de uma paixão de 1 mês que te parece amor eterno.

        Todos os problemas que causam maior impacto em você, são exclusivamente seus, mesmo com a participação/causa de outrem.

        ———————————
        A RESPONSABILIDADE DE UMA GRAVIDEZ É DOS DOIS.

        Será mesmo, Vivian ?

        Vivian, Se você não é virgem, não é inexperiente, mesmo que não seja expert, já conheceu e deve fazer uso de métodos contraceptivos ? Acertei ?

        Camisinha, sim, deve ser utilizada, hoje muito mais na prevenção a DST’s.

        Se você, mulher, utiliza contraceptivos, continuará no poder de seu corpo, e poderá ESCOLHER com amor e sensatez com quem procriar…

        Se você se molhou no Terno Armani do Chefe ou nos Músculos micareteiros do BOY e resolveu dar na escadaria da empresa, durante o frisson, sem camisinha e sem VOCÊ fazer uso de métodos contraceptivos, afinal estava solteira a meses e não tinha por quê estar tomando medicamentos, prepare-se para pagar a conta. Sozinha.

        Eu não me enquadro nos meus desenhos acima, sustento meu filho, auxilio financeiramente a mãe dele quando há necessidade, há amizade entre nós e só, apenas um querer bem e saber que como é ela quem cuida a maior parte do tempo, faço o que for possível para que os dois estejam bem.

        Não deu certo a relação, mas, não fugi à minha responsabilidade, não só financeiramente falando.

        Já um amigo meu (amigo mesmo, e não autobiografia na pele de um amigo) tem 3 filhos, cada um de uma mulher. Na boa, pode até dar certo pra você, mas, com este histórico de engravidar e meter o pé, em 3 relações, você teria um filho dele/alguém nesta situação ? Não estaria se arriscando explicitamente por sua conta ?

        Não escolha mal, Condeno mesmo.

      • Vivian

        Amigo, se você precisa TANTO MAS TANTO condenar os outros, ao menos seja coerente e condene os dois. Se acha que a situação está tão ruim do seu ponto de vista, condene a mulher que abriu as pernas E condene o homem que gozou dentro dela.

        Vê um homem que engravida todas por aí? CONDENE ELE TAMBÉM.

        Por que mau-caratismo deles deve ser premiado com o seu silêncio?

      • Katz

        Me poupe desse sectarismo nojento.

    • Mariana

      Pobre pais que não tem uma escolinha de como ser pais né? Pode começar pelo bom senso…

    • vivian

      melhor ainda para quem?
      só se for para o pai semi-omisso, por todas as razões que no texto ficaram muito bem esclarecidas.

      com certeza não é melhor pra mãe e sequer para a criança.

      aliás, também não é melhor para ti: vc acha que esse filho que vc educa a distância é que vai cuidar de vc no hospital, quando estiver precisando?

      • Katz

        Semi-omisso pra você. Pra mim é semi-presente, e isso devido a situação.

        Primeiro, qualquer referência paterna positiva que um filho tem de um pai, já é lucro no XXI.

        Segundo, guarda igualitária da criança é um completo distúrbio mental e social na vida do filho, proporcional a distância física e empática entre o ex-casal.

        Terceiro, essa sua suposição do hospital é só um partidarismo, apoiado na crença do bem o do mal.. ora… sempre haverá erros e acertos dos dois lados. Mas mantendo sua lógica absurda, suponhamos então que a mãe seja uma vagabunda e cuida do filho como um vira-lata, e que o pai um alcoólatra, mas ainda sim um bom cara que quer o melhor para o filho, diante dessa situação, ela consegue guarda definitiva da criança. E aí?

        Que bom seria o mundo fundamentado nessa puerilidade que existe na nossa imaginação.

    • Tatiane Souza

      A ultima coisa que meu pai fez por mim foi me levar no medico, sabado passado, e eu tenho 25 anos… Só uma sugestão, sei lá….

  • aiaiai

    2 minutos p alguém aparecer com mimimi “…mas a justiça brasileira é que DÁ PRIVILÉGIOS À MULHER…blábláblá”. Contando!

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu estou achando incrível ainda não ter aparecido nenhum.

      • Jorge

        E vocês acabam de matar no berço toda uma possível linha de argumentos (alguns construtivos?) nesse sentido. O comentário de vocês não agregou nada à discussão, apenas tornou-a mais pobre. Espero que surja alguém para peitar o ponto de vista de vcs, pois é bom ouvir os dois lados da moeda.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        nao tem possibilidade de conversa ou argumentação construtiva com alguém que chega falando isso… é como achar que temos que ouvir os dois lados da moeda, os negros e os racistas, etc.

    • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

      //
      mas a justiça brasileira é que DÁ PRIVILÉGIOS À MULHER

      Não acho que sejam maioria na estatística, mas já vi mais de um caso (trabalho no judiciário) em que um pai foi alijado da vida familiar depois do divórcio por meio de medidas judiciais. E, então, aparentemente desistiu. Mas esse é outro assunto.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        meu deus do céu, será que ninguém faz nada pra proteger esses pobres homens brasileiros que só se fodem? é muita injustiça!

      • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

        ;)

      • Claiton Rocha

        Não mesmo, Alex, sinto muito mas seu comentário foi maldoso e preconceituoso, antes de escrever uma barbaridade dessa (a resposta, não o texto) vá a uma vara de família, converse com advogados de causa familiares, você vai se surpreender.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        oi. eu sou maldoso e preconceituoso. sou sim.

      • andressa

        o primeiro problema em ser ironico…vc sabe qual é, né?

    • Carolina Darcie

      ficam de mimimi reclamando, mas quando as mulheres combinam que eles vão ter que buscar as crianças na escola TODO dia, como elas sempre fazem, reclamam até cansar. “mas e meu trabalho, como fica?” ué, quem tem filho sabe que vai ter que abrir mão de muita coisa, inclusive de uma promoção no trabalho porque “toda hora tem que sair mais cedo”.

  • Carolina Darcie

    Adorei, adorei. Tocou na ferida dos homens-pais-de-fim-de-semana. Maravilhoso. Clap. Clap. Clap. Homem separado adora ser pai. É a coisa mais fácil do mundo. E pronto.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      “homem separado adora ser pai”

      perfeito, perfeito comentário. é exatamente isso.

      • Carolina Darcie

        sou mãe de criança de 1 ano. ela idolatra o pai. chama o nome dele o dia todo. se ele demora chegar, ela vai até a porta umas cem vezes. imagina se ele some ou nos separamos? como ela vai se sentir? vai “ligar” pra ela? vai depositar o dinheiro? e todas as minhas noites sem dormir? os braços pra carregar sacolas e neném escada acima? alguém ligando o chuveiro pra esquentar enquanto eu tiro uma fralda? a ajuda do pai no DIA-A-DIA é totalmente necessária. e não é fácil. ele liga o baixo, pra tocar, ela desliga o amplificador, pra brincar. ele resolve trabalhar no computador, ela pula no colo dele, quer atenção. quem quis ter filho, como ele, como eu, sabe que não é fácil. passei 600 dias sem dormir. ele perdeu a cama. perdeu a mulher. e só agora estamos recuperando tudo. com ela pulando em cima da gente, mas estamos. ser pai presente é coisa muito, muito difícil. mais fácil ser um tele-pai.

      • http://twitter.com/Sonado_HuanIP Sonado

        É uma bela palhaçada mesmo, ser pai só no final de semana. Acho que o cara que mais admiro é um amigo meu que é pai separado, mas é que é mãe de final de semana, pois o cara cria o filho deles e realmente ama fazer isso.

      • Camila

        Carolina, paternidade não pode se confundir com o relacionamento desfeito. Meu marido é separado e tem um filho de 3 anos com a ex. A guarda é dela, até porque o menino não tem idade pra fazer guarda compartilhada, que pode confundir muito as referências da criança. Pegamos ele fins de semana alternados e um dia durante a semana, apesar de já termos pedido mais. Quando ele fica doente, sem poder ir pra escolinha, os pais se revezam nas faltas ao trabalho.
        Dá pra chamar esse cara de tele-pai? O casamento “miou”, a relação homem-mulher acabou, seria mais válido manter a fachada, o convívio tenso sob o mesmo teto, sendo infelizes ou traindo? Será? :P

      • Glaucio Merlin

        Muito bom, Camila. Julgar, usando a vala comum é, no mínimo, covardia!

      • Ana Luiza

        Verdade Camila, um pai separado não pode participar do dia-a-dia da criança como um pai que é casado com a mãe, simplesmente porque eles NÃO MORAM JUNTOS. Mas um pai de verdade não deixa de ser presente. Tive um pai que não morava comigo, mas me buscava na escola, nos levava no estádio e no cinema fosse fim de semana ou não. Em caso de doença estava sempre presente, problemas na escola estava tão por dentro quanto minha mãe. Não é porque ele não escovava meus dentes nas terças-feiras que ele é um “pai de fim de semana”. Concordo que esse tipo é bem comum, mas tem-se que levar em conta as limitações de convívio quando não se moram juntos. Como disse o Glaucio aqui, colocar na vala comum é bem injusto.

      • http://www.facebook.com/rrizette Rogéria Rizette Linares

        Camila, eu me divorciei quando minha filha tinha dois anos e, mesmo indo contra o conselho até do pediatra, eu e meu ex fizemos a guarda compartilhada, pq ambos queríamos ficar com ela e não aceitávamos de forma alguma sermos pais de final de semana. Hj ela tem nove anos e não tem nenhum problema de referência, ama o pai, fala com ele o tempo todo, convive bem com a madrasta, com o padrasto e nunca se confundiu sobre onde é a casa dela é sobre quem é o papai e a mamãe. Claro, varia de criança para criança, mas há que se tomar cuidado com essas verdades absolutas que especialistas arrotam por aí. Quem ama de verdade e se importa, dá consegue. Abraços!

      • Tatiana

        nem sempre, mas paternidade pode se confundir com relacionamento desfeito, quando a separação se dá porque o pai não segurou a onda de ser um pai casado e presente. se a mãe fica sobrecarregada, é difícil manter um dia-a-dia com felicidade. têm casos em que o homem cobra que a mulher seja aquela que o satisfazia antes do filho, seja no aspecto da aparência, sexual, trabalho etc.., e quer manter sua mesma vida “livre” de sempre, não é companheiro nas transformações e não contribui para o bem estar das pessoas envolvidas, pensa apenas no seu. a pressão social sobre uma mãe solteira geralmente é muito maior, é importante questionar os privilégios do pai, até pra quebrar preconceitos, estigmas sobre esta mãe.

      • Tatiana

        sobre a guarda compartilhada, se for um pai bastante envolvido desde a gravidez, que tenha dividido os cuidados, entrado de corpo inteiro na relação com a criança, não vejo no que isto lhe faria mal…

      • Tatiana

        e mesmo que não tenha sido assim, na guarda compartilhada ele poderá aprender a ser..

      • Carolina

        Só hoje li seu comentário. Meu marido também é pai separado. E não, a criação da outra filha dele não é satisfatória. Ele mal a vê. Faz o que pode. Mas é uma merda, convenhamos. A perda da convivência no dia a dia mata a paternidade e a maternidade. Ou, no mínimo, a afeta bruscamente. Não dá pra fingir.

      • Rodrigo

        Ótimo comentário.

      • Vinicius Lima

        Choro frequentemente por não poder ter meu filho ao lado, moro ha 180km de distância dele, pq a mãe dele se mudou, não eu!
        Qdo morávamos a 1km de distância, eu era muito presente, faziamos os deveres de casa juntos e ele dormia em minha casa com bastante frequência. Gasto quantias enormoes entre gasolina, pedágios e passagens de ônibus para poder dividir momentos legais com o meu moleque. Vou à reunião de pais, competição da natação, enquanto a mãe dele decidiu não trabalhar mais, não gasta 01 centavo com ele, não se interessa pelas atividades que ele gosta de fazer, praça, bike, skate, natação… e ainda por cima de tudo dificulta que eu o veja, pois quando ela visita a sogra, que mora ha poucos km de minha casa, faz questão de deixar meu filho com os avós apenas para que eu tenha o trabalho de viajar 5h de estrada para buscá-lo.

        Ela mora junto ao pai dela, casas diferentes no mesmo terreno, e tanto o pai dela quanto o marido dela concordam que seria melhor para meu filho se ele morasse comigo, pois eu demonstro total interesse nele e em transformá-lo no melhor cidadão que eu puder entregar para a sociedade.

        Fico muito puto da vida quando escuto que ser pai de fds é fácil e mais puto ainda qdo a mãe dele questiona a qualidade da minha paternidade. Eu não meço esforços para estar com ele, pago pensão conforme regulamentado e por vontade própria pago plano de saúde, curso de inglês, compro roupas e calçados, material escolar, levo para passear, gasto meu tempo com ele, ensino, leio, procuro atividades que possam somar em suas vivências, levo para viajar, conhecer lugares diferentes.

        O mínimo que eu gostaria de receber é a convivência amistosa e pacífica para que o contato com meu filho seja facilitado.

    • amauri.braz

      Carolina, Homem separado adora ser pai na Mesma proporção que Mulher Separada adora Pensão.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        “afinal, carolina, sabe como é, mulher só quer saber de dinheiro!!”, falou o homem q deve ser tão chato e desinteressante que a única que ele tem que pode interessar a uma mulher deve ser o dinheiro mesmo….

      • Nélio Oliveira

        Não entendi… você afirmou
        mesmo que o amauri é chato e desinteressante?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        afirmei não, colega. não sei quem é esse amaury. mas essa é minha opinião genérica sobre homens que dizem que mulher só se interessa por grana.

      • Nélio Oliveira

        Bom, como ele NÃO AFIRMOU isso, e mesmo assim você escreveu o que escreveu em “reply” a ele, só posso concluir que você o fez direcionado a ele, mas lhe falta a hombridade necessária pra admitir. Não que eu me surpreenda com isso. Só que todo o seu mimimi de attention whore aqui nos comentários se baseou em “ah, esses analfas que põem palavras na minha boca”, e agora você fez EXATAMENTE a mesma coisa.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu não tenho nem a hombridade mínima, quem dirá a hombridade necessária.

      • http://www.facebook.com/claudio.pedrosa.7 Cláudio Pedrosa

        E o cara que fala em “hombridade” como se fosse uma virtude a ser cultivada, não dispõe do mínimo senso crítico. Eu não estranharia se um cara que pense assim, queira resolver as coisas “dando cadeiradas” nas pessoas.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        pois é. se o cara acha que “hombridade” é virtude, não tem nem mais o que conversar…

      • Onildo Reis

        Alguns significados de hombridade: arrogância, desdém, empáfia, intolerância, orgulho, soberba, capricho. É bom ter cuidado com o excesso de virtudes.

      • RD

        Significado de Hombridade

        s.f. Aspecto varonil, estatura humana.
        Fig. Altivez, nobreza de alma.

      • Dalton

        Que opinião preconceituosa.
        Se você simplesmente desse uma olhada nos casos de mães solteiras/divorciadas nos EUA, por exemplo, perceberia facilmente que grande parte delas praticamente aplicam golpes no marido, simplesmente alegando violência doméstica pra se separar e ganhar pensão/casa/comida. E esse é só um dos exemplos.
        O Amauri está certíssimo em sua colocação. A proporção é igual.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        ah, essas mulheres! sempre se dando bem! quando vai chegar a vez dos homens finalmente ficarem por cima, hein?

      • aiaiai

        Alex, eu já disse que te amo? Então, te amo!

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        é recíproco! :)

      • amauri.braz

        Alex, com base em que você pode afirmar que eu disse que todas mulheres adoram Grana? Caso você não leu direito eu usei o termo “Na mesma proporção” apenas rebatendo a critica da Carolina onde ela afirmou que
        “homem separado adora ser pai” e isso não é verdade, e como você pode me definir como “chato e desinteressante” com base em apenas um comentário que fiz, mesmo porque você nem me conhece.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        como eu posso? eu posso tudo.

      • Fabiano Moraes

        Nunca. Porque só de pensar que um homem vai tirar vantagem em cima da mulher, a sociedade o esmaga.

      • Juliana

        Nossa,com certeza você mão tem filhos,tem? e você os cria? não acredito que dinheiro algum “minimize” ou se compare as árduas tarefas diárias que envolvem a criação de um filho; tarefas estas que estão vinculadas nos valores da sociedade como função estritamente feminina.

        “simplesmente alegando violência doméstica”?Como assim,simplesmente? Opinião preconceituosa,machista e sem fundamento algum.

      • Jackson Araújo

        pqp! Que comentário energúmeno! deve ser é broxa esse bixo!

        Sem mais.

      • Carol

        Juro que não entendo essa fixação com a pensão. Sério que você não acha que pagar pensão é o mínimo e absolutamente irrisório perto de realmente criar o filho?

      • amauri.braz

        Então porque quando o filho esta com o Pai normalmente a mulher não aceita pagar? e não me venha com hipocrisia em dizer que isso não acontece.

        Só acha que ideias devem ser debatidas, coisa que não esta acontecendo aqui, esta parecendo um tribunal onde o Réu é o HOMEM.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        engraçado isso. eu, por exemplo, de fato não quero debater nada. acho que homem tem mais é que pagar pensão mesmo, tem que mais é que sustentar o filho que concebeu. então, olha, se você quiser encontrar alguém que ache que essa é uma questão aberta ao debate, boa sorte. eu não vou debater com você não. :)

      • amauri.braz

        A pergunta que fiz a Carol não foi essa, você tem o dom de distorcer o que agente escreve, assim quem sabe você ganhe mais popularidade entre as mães solteiras.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        mas eu já admiti que sou uma pessoa horrível, ué. o que pode ser mais horrível do que escrever esse texto horrível que escrevi? leia aí os comentários das leitoras e você vai ver o nível do meu horror…

      • amauri.braz

        Já vi que o sarcasmo é seu forte.

        Eu li grande parte dos comentários das Leitoras e realmente você esta com moral, mas pensando friamente qualquer texto escrito por um Homem onde o conteúdo do mesmo escracha a parte machista dos Homens a mulherada adora, atrás de um micro escrevendo o que as mulheres adoram ouvir é fica fácil ser adorado por elas, tipo um Dr LOVE

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        a inveja é uma merda.

      • amauri.braz

        Como já dizia o saudoso Bob Marley:

        ” A verdade dói, a mentira mata, mas a dúvida tortura. ”

      • Ana

        vc é o Nick Marshall, aquele cara que lê a mente das mulheres?

      • amauri.braz

        Ana não leio a mente das Mulheres infelizmente, mas todo Homem com um Pouco de experiência sabe o que vocês mulheres adoram ouvir, e você sabe disso.

      • Tatiana

        hahahahah ah sim! as mãe solteiras, coitadinhas, estão ansiosas pelo principe encantado que as defenda dos homens maus, agora o Alex será cobiçado por todas, que golpe de mestre né amuri?! uhauahuahauahu

      • amauri.braz

        Assunto velho Tatiana, e só corrigindo meu nome é Amauri.

      • Raquel Dörnfeld

        Desse mal, graças a Deus, eu não padeço. Sou muito bem casada, obrigada, mas já está devidamente avisado que, se um dia, o digníssimo se tornar o “falecido”, não precisa se preocupar minimamente em ser pai de fim de semana nem com pensão, pois eu dou conta sozinha de mim e do meu filho. Nem me venham com esse blábláblá de que o filho tem direito de ver o pai e etc, porque se o pai pensar bem nesse direito do filho, há de cuidar da relação com a mãe dele. Eita machismo que não acaba nunca. Ou alguns homens têm o cérebro tão pequeno quanto seu órgão sexual?

      • Mara Lopes

        oi? só se for ex de jogador de futebol, né? porque a maioria – comum com carteira assinada – paga malemá 150 a 350 conto de pensão (quando paga) que não dá nem pras fraldas! Meu filho tem 1 ano e 2 meses, e só de fralda consome 200 pila por mês. O dinheiro da pensão a mãe não usa com ela, é direito da criança. E não pagar pensão é uma das poucas coisas que dão cadeia no Brasil, acho justo! Só reler o texto para ver que o trabalho todo, cai nas costas da mãe – só faltava também o pai FDS não ajudar (quase nada com $) a sustentar a criança, que come, veste, fica doente, frequenta escolinha, passeio, curso, ganha brinquedo… Amo muito meu filho, mas por mês gasto com ele uma média de 800 reais com ele – e é só o necessário, viu? E ele só tem 1 ano, realiza daqui uns anos… garanto que a marolinha de 200 conto que o pai dele paga, QUANDO PAGA, não dão pra nada! :)

    • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

      Sim. E enchem a boca pra dizer isso! Ma dá uma vontade de estapear…

  • Ulisses Crasso

    Mais um texto fraco seu, Alex. Escreve sem conhecimento de causa, sem profundidade, com ar acusador… Infelizmente seus textos veem caindo de qualidade, talvez por estarem aumentando de quantidade. Quem sabe? Arrisco a dizer que talvez, em relação aos seus textos, menos seja mais.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu sou fraco mesmo.

      • StevenConte

        Erro crasso.

    • Nélio Oliveira

      Permita-me defender o autor dessa vez. Muitas vezes o olhar “distante” fornece insights que quem está envolvido não tem capacidade de ter (justamente por estar envolvido). Não por acaso, todos aqueles que escrevem profissionalmente oferecem seus textos para uma pessoa de confiança antes de submetê-los à publicação.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        gente, hackearam o nélio total. muita maldade isso. daqui a pouco vai aparecer o flavio morgenstern aqui defendendo a esquerda!

      • Nélio Oliveira

        Alex, não REPITA a piada. ;)

    • Katz

      Ou seja, se ele não escrever nada, alcança a plenitude. :D

  • Shanks

    Que belo tapa na cara hein! Ótimo texto!
    Me faz pensar… Ano que vem eu e minha mulher planejamos ter filhos, e nós queremos MUITO envelhecermos juntos e criar o filho até sempre.
    O foda é que não sabemos o que o futuro nos aguarda e eu odiaria virar um pai deses =/

    • Vivian

      Nossa Shanks, basta não virar.

      Se vc não tem certeza se vai ser um cara desses ou não, ao menos avise tua esposa dessa possibilidade. Ela certamente não imagina arcar sozinha com a educação da criança. Avisando, ela assume a bronca de ter escolhido fazer filhos com você mesmo vc não sabendo se estará presente ou não.

      Falo isso pois eu jamais cogitaria ter filhos se o pai não se comprometesse a ser 100% presente. Criança não é fácil mesmo, muito menos para uma pessoa só que ainda trabalha cuidar.

    • http://www.facebook.com/malubrazil Maria Luiza

      é possível pais separados serem presentes na vida dos filhos, chama-se guarda compartilhada. uns dias (dias uteis, hein! não apenas fds-diversao-oba-oba) com a mae, outros com o pai. e mesmo quando a criança estiver com um deles, nada impede q o outro colabore e de um help. nao precisa ter um dia certinho pra cada um, é algo q os pais podem acertar de comum acordo. quando um nao pode buscar e levar, o outro faz, quando um ta cansado, o outro assume. mesmo q o casamento acabe, os 2 tem q ter em mente q irao trabalhar em equipe em relaçao à criança. nao vai ter sexo e romance entre eles, mas a responsabilidade com a criança é a mesma. o problema é q os casais n conversam sobre isso antes de ter filho, e em muitos terminos nem olham um pra cara do outro, como se essa rivalidade nao fosse respingar na coitada da criança q nao tem nada a ver com as infidelidades e brigas do ex-casal.

  • Lucas

    Pior que esse tipo, talvez, só aquele que faz o mesmo, só que morando na mesma casa.
    Ótimo texto, Alex. Parabéns!

  • http://www.facebook.com/pv.romeiro P.v. Romeiro

    Am, não qro parecer prepotente, ou idiota, mas….
    Namoro uma bela mãe solteira há 5 anos. Seu filho tinha 1 ano e meio qdo começamos. O menino vê o pai duas ou três vezes por ano, e qdo volta da casa da outra familia, volta cheirando cigarro e um pouco mais desgostoso com o pai, que não liga, não manda msg e tira um pedaço do contra-cheque pra ele e a filah q teve com outra mulher.
    Por isso, logo no inicio do namoro, o menino um dia estava na banheirinha pra tomar seu banho, qdo ele me chama, e qdo chego, ele me estende o sabonete para que eu lhe desse o banho.
    Perdi vários programas, diversões, noitadas e até a paciência. Contudo, o garoto adquiriu minhas manias, algumas de minhas frases e confia em mim. E agora, aos sete anos, só não me chama de pai pq não casei com a mãe dele.
    A vida nos prega peças de vez em qdo, não?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      acontece muito. :)

    • http://twitter.com/Sonado_HuanIP Sonado

      Pai é quem cria. Parabéns cara, você é pai como deve ser, você cria xD

    • Nélio Oliveira

      Sobre esse negócio de chamar o filho de outro de “filho” e pretender que ele chame o parceiro da mãe de “pai” eu já alertei minha esposa sobre a inconveniência de deixar isso acontecer na hipótese de nós nos separarmos e ela se relacionar com outra pessoa. Na verdade as palavras não foram bem essas. Foram “se algum dia outro cara chamar nossa filha de ‘filha’ vai levar uma cadeirada na cabeça cinco segundos depois”. Espero que ela tenha entendido o recado.

      • RommelSousa

        “se algum dia nossa filha chamar outro cara de pai eu me dou uma cadeirada na cabeça cinco segundos depois”

      • Nélio Oliveira

        Deus queira que sua cadeira seja daquelas de plástico bem vagabundas, da mesma qualidade da sua parentalidade. Porque, pra sua filha fazer isso, bom pai você não terá sido. ;)

      • RommelSousa

        bingo.

      • http://fb.com/rubensvinicius5 Rubens Vinícius

        Pois é, invalidou o próprio argumento! =)

      • Nélio Oliveira

        Você poderia explicar como eu fiz isso?

      • Clayton Neves

        @NelioOliveira:disqus
        eu achei que o @RommelSousa:disqus
        disse tudo … a pessoa só vai chamar sua filha de filha, caso você não tenha presença de pai, que vai muito além do que o autor do artigo citou, e nós sabemos muito bem disso.

      • Carol

        Cara, foi exatamente isso que ele quis dizer sobre VOCÊ! Não brigue com a mulher ou com o cara que está sendo o pai para sua filha, perceba o quão ausente você está sendo. (Que difícil que é interpretar texto, né?)

      • Nélio Oliveira

        Pelo visto você não leu NENHUM dos meus posts aqui. Tivesse lido, não escreveria tamanha bobagem.

      • http://fb.com/rubensvinicius5 Rubens Vinícius

        Isso ae, invalidou o argumento dele! lol

      • http://www.facebook.com/walysson.siqueira Walysson Siqueira

        Traído pelas próprias palavras! haha

      • http://www.facebook.com/isadora.franco.58 Isadora Franco

        bem por aí.:)

      • Ariana Mendonça

        Nélio, isso é meio marcação de território, você não acha? Minha filha chama a madrasta de mãe, por imposição dela, hoje ela não gosta de ir à casa do pai por conta da madrasta. Isso eu acho um absurdo, uma pessoa querer impor um relacionamento com uma criança seja lg a por qualquer motivo. Criança se conquista e te conquista. Se minha filha a amasse e chamar de mãe, juro, meu orgulho talvez até se ferisse um pouco, mas eu ia achar bonito até. Bonito que outra mulher ame e seja tão amada por minha filha a ponto de chamá-la assim.. Como eu mesma chamava minha vó quando era pequena e não diminui meu amor por minha mãe..

        Amor é pra ser multiplicado, ter um cara que ame e se dê bem com seus filhos, quando não há outra alternativa, é impagável, vá por mim.

      • Nélio Oliveira

        É na mesma linha da minha concordância com o Francisco logo acima: se minha filha chamasse eventual novo companheiro da mãe de pai certamente o problema seria comigo, com meu “desempenho” como pai. Agora daí a esse eventual novo companheiro da mãe chamar minha filha dessa maneira vai uma distância enorme, que, como afirmei, seria percorrida a cadeiradas. ;)

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        @NelioOliveira:disqus, não concordo com você, apesar de ter rido pra caramba com sua “cadeirada”. Acho isso relativo. Uma madrasta que as crianças tiveram não era chamada de mãe (não que eu soubesse), mas as tratava como filhos, dando presentes, vindo buscar sem o pai e deixando recados amorosos pra minha filha na rede social. Gostei, espantei o ciúmes como se fosse mosca, e fui investigar se era real ou a imagem que ela queria passar, De fato, ela era amorosa mesmo, falava daquele jeito com eles e tal, e eu, sinceramente, senti um alívio, porque fui conhecê-la, peguei na mão dela, troquei palavras, porque sou mãe, minha função é zelar pelas crianças (fui muito criticada pelas mulheres da minha família, mas isso acontece desde que sou criança). Se chamassem de mãe, sério, eu ia conversar com eles, descobrir o que estava rolando por trás disso, sem neuras, e mandando o ciuminho embora, porque ao contrário da maioria das pessoas de minha espécie não considero que onde há amor, há ciúmes. Ciúmes a gente tem do que é nosso, que nos pertence, e nem filhos e muito menos companheiros (as) nos pertencem…

      • Nélio Oliveira

        Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. ;)

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        Justamente… ;)

      • Ariana Mendonça

        Penso como você, quem ama minha filha merece, no mínimo, meu respeito e os ciuminhos têm que ser mandados embora mesmo :)

      • Carine

        Você é uma mulher madura (mentalmente)… É difícil sim… com certeza! Mas você é inteligente assim como a madrasta de seus filhos também é… quem adoça a boca dos meus filhos, adoça a minha ( diria a minha avó)… e neste caso… adoçou o coração.

      • Onildo Reis

        Parece mesmo “marcação de território”, mas não do pai, senão daquele que julga ter o melhor argumento. Se é para debater vaidades, não volto mais aqui e vou ficar com a minha filha, errando ou acertando solitariamente,

      • Onildo Reis

        Parece mesmo “marcação de território”, não do pai em relação ao seu filho, mas daquele que julga ter o melhor argumento. Se é para debater vaidades intelectuais, vou me abster de postar comentários e ficar com a minha filha, errando ou acertando, e deixando que ela me julgue diante de eventual separação da sua mãe.

      • http://www.facebook.com/people/Francisco-De-Assis-Rosa/568548135 Francisco De Assis Rosa

        Se meu filho chama outra pessoa de pai, minha revolta seria comigo mesmo, pois isso só é reflexo a minha ausência na vida da criança. Alias, revolta nem é a palavra. é vergonha mesmo.

      • Nélio Oliveira

        Concordo com você. Mas você viu que não foi essa a situação hipotética que eu coloquei, não viu?

      • Clayton Neves

        Assino embaixo!

      • Dalton

        Pena que ninguém percebeu que você se referiu ao novo companheiro da ex-mulher chamar os seus filhos de filhos, e não os teus filhos chamarem o novo companheiro de pai, rsrsrsrs.

      • Nélio Oliveira

        Isso não me surpreendeu nem um pouco. Se tem uma coisa que foi distribuída sem parcimônia alguma nesse mundo, essa coisa é a incapacidade de ler e compreender um texto simples. Inclusive boa parte daqueles que se dizem alfabetizados, estudados e até mesmo “dotôres” incorrem nesse problema seriíssimo.

        E não duvido que muitos deles pensem que eu estou me referindo a você só por estar lhe respondendo… rs…

        Abraços!

      • Onildo Reis

        Fico preocupado com pais que desdenham a capacidade de entendimento dos outros, pois podem ter dificuldade de entender os seus próprios filhos, sobretudo quando são pequenos.

      • Mariana

        Eu entendi, fiquei me perguntando porque raios ninguém entendeu isso! São coisas diferentes!

      • http://www.facebook.com/claudio.pedrosa.7 Cláudio Pedrosa

        A questão não é de compreensão textual. Trata-se de um problema ético: Porque diabos, parece razoável dar uma cadeirada numa pessoa que trata minha filha, como eu deveria tratá-la? Além disso, pouco importa como se o futuro companheiro da minha ex-esposa quer ser o pai da minha filha. A questão é se minha filha o quer como pai. Essa é a questão. E foi isso que o @RommelSousa:disqus destacou ao inverter os lugares na frase original. Mas, não espero que vocês entendam porque, de fato, é muito sutil. Alguém que acha que uma ameaça de cadeirada é uma boa mensagem, não poderia entender mesmo.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        ah, esses canalhas que tratam meu filho tão bem, que convivem tanto com ele, que ele até os chama de pai… só na base da cadeirada mesmo! pulhas!

      • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

        Caso vcs se separem, isso será determinado por como a sua filha se sentirá a respeito da sua presença ou ausência. Não será culpa dela, nem do cara, e muito menos da mãe. Se hoje, que ainda está casado, tem essa preocupação, talvez sua consciência possa estar sugerindo algo. Talvez não. Prestar atenção aos detalhes, se mostrar disposto e disponível e estreitar convivência, sempre cai bem. Inclusive quando se mora na mesma casa! Boa sorte!

      • Briba

    • Mariana

      Isso é muito bonito sabia? Isso que é homem de verdade.

    • http://www.facebook.com/isadora.franco.58 Isadora Franco

      lindo!

    • http://twitter.com/dazedingalway Dazed in Galway

      O fato de você ser o pai na prática e o pai biológico só ficar na teoria não significa que o seu enteado deva te chamar de pai. Pai a gente só tem um. Infelizmente alguns não tem sorte com o pai que tem, mas isso não torna a sua dedicação menos reconhecida. Espere e verá!

      • http://www.facebook.com/marcia.walker.77 Marcia Walker

        Eu discordo. Acho que o título de pai, assim como qualquer outro membro da família, é algo que se faz por merecer.
        E acredite, nenhuma criança usa um termo assim levianamente.

    • Carine

      Eu acho que você é pai… o outro é genitor! E independente de ser biológico. E SE um dia ele te chamar de pai (ou não), não se incomode… ele sabe quem merece o título por comportamento! Parabéns!

  • marcus

    hahah sensacional. A maioria dos paois que eu conheço podem muito bem ser substituídos por um psicólogo uma vez por semana. Tranquilo.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      boa.

  • Carolina Darcie

    falem com filhos adultos de pais separados. não conheço UM cuja maior frustração não seja justamente a TOTAL AUSÊNCIA do pai na vida deles.

    • Tiago

      Eu sou filho de pai separados e não tenho essa frustração. Mas bom, eu já não era mais criança quando eles se separaram… conta?

    • Márcio

      Bom meus pais são separados desde meus 11 – 12 anos de idade.
      Aos 13, acabei me mudando com minha mãe e tal.
      O Fato engraçado aí, é que meu relacionamento com meu pai, pós-separação, só melhorou. Isso mesmo.
      Nós brigavamos muito antes, e com a separação isso acabou mudando.
      Inclusive ele na época perguntou se independente do negócio com a minha mãe, se eu não gostaria de morar com ele, ao invés de me mudar.
      Acabei optando pela mudança, mesmo assim ele nunca deixou de me oferecer a opção de ir morar com ele.
      O Caso é que tenho um sobrinho, e no caso dele a mãe e o pai são figuras ausentes na criação. O Pai mais ainda que a mãe. O caso dele é escroto demais por isso, as duas figuras não agem como deveriam, ou ao menos como poderiam.
      Enfim talvez seja mais fácil na minha posição que vejo de fora, julgando os dois, mas é por estas e outras que eu não tenho esse sonho todo de ter filhos.
      Um dia talvez, por escolha minha e da companheira com quem eu estiver, tentar fazer isso planejadamente, apesar de acidentes acontecerem o tempo todo…, criança não é brinquedo, é um outro ser humano. Merece respeito e consideração, assim como eu ou qualquer outro.

  • Juliana Ricci

    Eu vivo essa situação (com a pequena diferença de que consegui namorar e casar de novo :-) e, não é por mim que falo, nem pelas milhares de mulheres que vivem esse dilema, mas pelas crianças: o que passará em suas cabeças quando crescerem? o que meu filho fará quando tiver um filho, esteja ele casado ou não com a mãe? vai repetir o exemplo do pai? conseguirei ensiná-lo a não fazer isso? difícil……

  • Nélio Oliveira

    Muito bom o texto.

    Há uns dois meses eu fui obrigado, por uma circunstância completamente além da minha capacidade de influência, a tirar uma semana de férias e ficar full time com minha filhota de dois anos, porque ela não poderia, nesse ínterim, frequentar a creche.

    Foram cinco dias de dedicação integral a ela e, apesar de ter me cansado muito, esse tempo serviu pra nos aproximarmos ainda mais. Eu inclusive desenvolvi uma técnica pra trocar as fraldas e limpar a pequena muito mais eficiente do que a que minha esposa utilizava. E nada melhor do que dormir toda tarde depois do almoço abraçado à pequena (depois de assistir aos inescapáveis Backyardigans e Galinha Pintadinha).

    Mesmo se me separasse da mãe dela eu não acho que conseguiria estar menos presente na vida da minha filhota.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      gente, avisem ao nélio que alguém hackeou o disqus dele.

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        quase caí da cadeira de rir

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        olha, recebi mts elogios pelo texto de hoje, mas ter feito o mestre quase cair da cadeira de rir foi o que ganhou o meu dia. valeu, pedro. vc é a melhor coisa que aconteceu no PdH esse ano. :)

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        Ahh pô Alex, você é um ídolo intocável cara. Um imortal, cada linha que leio sua é um aprendizado. E o PdH foi a melhor coisa que aconteceu pra mim esse ano.

        Obrigado mesmo.

        ps.: eu achava que meus textos causavam a ira em alguns, você leva fácil o posto. Dá-lhe Nélinho…

      • Nélio Oliveira

        Você realmente acha que eu fico “irado” por causa de um texto de que eu não goste? (aliás, eu GOSTEI desse texto, não sei se você percebeu)

        Você afirma isso baseado em quê? Você age assim quando lê algo de que não gosta? Cerra os dentes e começa a grunhir? Arranca a cueca pela cabeça? Quebra os óculos de emo?

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        Para um cara que lê muito, acho que você deveria saber interpretar mais. Leia de novo o que eu escrevi no comentário, e o mais importante, para quem eu escrevi.

        Só não explico por que seria uma vergonha explicar.

      • Nélio Oliveira

        Estou pouco me fodendo pra quem você escreveu. No final, você se referiu a mim, e ainda que você cerre os dentes e comece a grunhir, arranque a cueca pela cabeça ou quebre os óculos de emo, eu vou replicar sempre.

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        Para quem está pagando de bom moço e comentador respeitoso no post do “melhor” de Agosto, você é bem boca suja rapaz.

        Talvez você não tenha percebido, mas o único com os dentes cerrados e a gunhir feito louco aqui é você.

        E que fixação é essa nos óculos garoto? Quer um igual de presente?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        *comendo pipoca*

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        *comendo pipoca aqui e me divertindo*

    • marlon c. g.

      Nem cogite essa ideia de separação Nélio, pra mim não tem sido fácil.

      Tenho uma filha na mesma idade e estou fazendo o impossível pra ela não sentir minha falta, algo que sei ser impossível, pois não mais estou colocando ela pra dormir todos os dias.

      Saiba que sinto inveja de sua pessoa, mas uma inveja boa!

      • Nélio Oliveira

        Pois não tenha inveja. A situação teve sua origem da pior forma possível: o filho da dona da creche em que fica minha filhota foi preso por tráfico de drogas e, em conversa com um amigo delegado da PF, eu fui basicamente INTIMADO por ele a ir lá retirar a pequena porque, segundo ele, “traficante grande não leva prejuízo” e muito provavelmente o “chefe” iria lá cobrar dos pais o que perdeu com a prisão do filho deles. Eu agi como ele sugeriu IMEDIATAMENTE, e ela só voltou pra lá uma semana depois porque as coisas se acalmaram (tanto quanto possível), mas só fica lá um período, e mesmo assim só até o final do ano (optamos por deixá-la metade do tempo lá e metade na escolinha até dezembro pra não causar uma ruptura tão grande na rotina dela).

      • marlon c. g.

        Disso eu não tenho inveja não; falo da possibilidade de estar junto quando se quer estar.

        E boa sorte com o seu “amigo” lá!

  • Ronaldo Milani

    caralho! onde dou thumbs up de melhor texto sobre paternidade de todos os tempos?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      valeu!

  • Claiton Rocha

    Alex, concordo em partes com você, sou pai separado, quando eu e minha ex nos fomos a uma juíza, eu e ela (minha ex), acertamos que eu passaria todos os fins de semana com ele, quando frente a juíza a mesma disse: “mas mãe a senhora precisa de tempo para educar seu filho”, então no documento da guarda eu só poderia ficar como ele em fim de semanas alternados. Evidente que eu e ela não seguimos isso, fico então com ele todos os finais de semana, além de feriados, levo no médico, dentista, psicologo, enfim acredito que eu e ela fazemos o melhor para ele. Ele cresce saudável e esperto sem nenhum trauma e o mais importante sabendo o valor que tem para nós.
    Minha ideia aqui é mostrar quem nem todo o pai separado sejam “pais de fim de semana”,embora 70% dos pais separados o seja, ou por falta de informação ou por pura falta de maturidade.

    Antes que alguém diga que isso não é só culpa da lei, eu concordo, em muitos casos a ex-mulher pode ser um problema, e muitas vezes ela carrega a criança para longe.
    Não estou defendendo, pois como já disse, a maioria gosta de ser pai de fim de semana, e quando estes casam, é pior, por que ai abandonam o filho de vez.

    • Tatiane Souza

      Claiton, acho que vc nem se aplica ao “pai de fim de semana”. Vcs não moram na mesma casa, seria impraticavel se verem todos os dias. Mas se vc esta tanto pra alegrias e tristezas, saude e doença, já não eh um pai ausente, ao meu ver.

  • Alan

    Perfeito esse post! Sou pai, sou solteiro e essa é uma atitude que não quero ter, não fui sempre perfeito como pai (nem sei se o sou hoje) mas faço questão de estar com meu filho em tudo! Rir juntos, passear juntos e etc, não basta ser 30% (ou em alguns casos 32%) tem de ser pai 100% de corpo e alma.

  • Diego Barbosa

    Oi Alex,

    Sempre leio seus textos e os acho muito bem escritos e tal. Concordo com você sobre este também, mas me pareceu um tanto quanto excessivo, pois se tudo se resume a isto, porque vemos por aí processos de disputa de guarda e crianças vítimas de alienação parental?
    Abraços.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      onde foi que eu disse, ou sugeri, que “tudo se resume a isso”? eu falar sobre uma situação não quer dizer que eu acho que “tudo se resume” ao ângulo que eu mostrei…

      vcs precisam urgentemente aprender a ler os textos pelo o quê eles são e dizem, e não extrapolando-os fora de controle como se tentassem “resumir tudo”.

    • Nélio Oliveira

      A lei da alienação parental (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12318.htm) pretende justamente coibir o abuso psicológico que os filhos sofrem quando uma mãe (ou pai), dentre outros, “fazem a caveira” do outro. Mas a ausência do pai (ou da mãe) não pode ser enquadrada na conduta tipificada.

  • P a i Casado

    Ótimo texto! Sou cassado, pai de duas filhas. Concordo plenamente contigo, acho que estamos criando uma sociedade doente, esses pais não tem qualquer senso de autocítica, mas o pior é s e acharem paizões!

  • marlon c. g.

    Sou pai separado e não me orgulho de ser pai, e sim de ter uma filha!

    Ela que se orgulhe de mim (como me orgulho do meu pai), pois sei onde e quando devo estar pra ela, e independente de minha ex esposa encontrar um novo parceiro, eu sei que vou sempre ser o pai que ela precisa.

    Não tenho um pingo de preocupação referente a isso, amo e tenho orgulho de ter uma filha (linda por sinal) – não de ser pai; isso é mera consequência.

    • marlon c. g.

      redundante eu sei, mas é pra entenderem mesmo pois fiquei um pouco ofendido com o texto Alex, aconselho num texto futuro colocar um paralelos nessas histórias dos seus amigos.

      • Rangel

        Concordo com você, também me senti ofendido, estou em processo de separação e tenho certeza que não deixarei de ser pai por isso, minha presença na vida minha filha e vice-versa, será fator determinante para que ela não se sinta diferente. Temos que ponderar e rever algumas abordagens no texto, pois da maneira que foi escrita, transparece a irresponsabilidade (generalização) em todos os casos, e sabemos que isso não é verdade..

      • marlon c. g.

        Leu aí Alex Castro?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu li. o moço é que não leu o meu texto, onde nunca é dito e nem sugerido que todos os pais, ou mesmo a maioria dos pais, é assim….

  • http://twitter.com/thatsvitor Vítor de Araújo

    Vivi essa situação na pele, mas
    por um lado da história que não foi abordada no texto. Sou um filho sem pai e
    para piorar um pouco, sou um filho sem chequinho e sem DDD’s também. Meus pais
    separaram-se quando tinha dois anos, segundo minha mãe, meu pai era meu herói e
    talvez por isso não aceitei muito bem o outro companheiro que ela arrumou. Eu
    sabia que ele não era meu pai e ele não teve o feeling para lidar com a situação. Convivemos distantemente. Sinto
    falta do meu pai até hoje, mesmo não tendo lembrança alguma do seu rosto ou da
    sua voz, nem do tempo que passamos juntos. Em 98 quando ele morreu meses antes
    de nos encontrarmos não chorei, nem ri, não senti nada. Fiquei confuso. Meu pai
    havia morrido, mas ainda assim eu continuava esperando por ele. Não aquele que
    havia morrido, mas outro que ainda não havia nascido pra mim.

    Hoje quando vejo essa galera que manda chequinhos, que liga de vez em quando e
    se acham os reis da moral e dos deveres cumpridos, penso: seus filhos da puta!

    • Marcos Coelho

      Eu quase passei pela mesma coisa, mas conheci o meu genitor aos 25 anos. Contudo, tenho que admitir que há duas versões em todas as histórias. A que minha contou e a que o cara contou. E há contradições interessantes nas duas histórias. Não considero o cara meu pai, pois o companheiro da minha assumiu este papel na minha vida. Por isso decidi deixar as coisas como estão, não julgar nem o cara nem minha velha, afinal, todos cometemos erros.

  • xuh

    Comigo é desse jeito. trágico.

  • http://www.facebook.com/andremangha Andre Mangha Rosais

    bah.. eu achei uma bosta.. quase estaria passando por uma situação dessas se tudo não tivesse mudado na ultima hora e eu sei o quanto eu estaria sofrendo por estar longe do meu filho e saber que talvez um outro homem estaria ensinando-o a fazer as coisas que o “macho alfa” aqui estaria ensinando pra ele. as conclusões que eu tirei do seu texto são: 1 – é um julgador, pq você julga a vida dos outros como se não tivesse um motivo pra aquilo estar acontecendo como está acontecendo, 2 – é um egoista, pq se nega a ser pai exatamente para não ter que sair de sua zona de conforto e 3 – tem os tais trinta e muitos anos e aposto que ainda mora com a mãe pq não sabe lavar, passar e fazer o almoço. ps. viu como é bom julgar?

    • Nélio Oliveira

      André, vou me permitir lhe responder.

      1. Concordo… rs…
      2. Olha, depois que a gente é pai nossos conceitos mais arraigados mudam consideravelmente. E uma coisa que muda é que a gente acorda pro fato de que não é todo mundo que nasceu pra ser pai, e é legítimo que isso aconteça. Embora mais raro, há mulheres que não nasceram pra ser mães, e… bem, no caso da minha primeira esposa, p. ex., tudo o que posso dizer é AINDA BEM.

      Já dizia o Gaiarsa – que Freud o tenha – que sequer somos obrigados a gostar dos nossos próprios filhos…

      3. hahahaha

  • Alexandre

    Excelente texto! Casei com uma mãe solteira! Essa visão de super pai por que paga escola e pega final de semana é um caos! Ridículo! Hoje, estou me separando tendo isso como uma das causas. Qualquer coisa que ele fazia, que era pra ser mais que obrigação era tratado como algo mágico. Todos (o próprio pai, os avós da criança e outros) viviam “elogiando” como ele era um bom pai… Eu o ouvi dizer várias vezes quando trazia a criança mais cedo que o combinado: “ela estava muito nervosa hoje, então a trouxe mais cedo” Uau! Mas agora, separado, farei de tudo para não cometer esse erro com meu filho que está com seis anos. Durante os anos juntos, tive a oportunidade de fazer tudo pelo meu filho, dei muito banho no meu filho pra minha esposa fazer faculdade, trabalho, etc. Isso é mágico! É maravilhoso! “Não tem preço”.

  • Maria Fernanda Salaberry

    Vou até dizer que muitos pais que moram com os filhos tem a mesma participação insignificante dos pais que não moram com os filhos, e ainda atormentam e enchem o saco das mulheres. Lamentavelmente o problema não é que moram longe, é que os homens não são criados para serem responsáveis por seus filhos.

    • Carolina Darcie

      ex-ce-len-te.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      exato. o cara é criado pra achar que o papel dele é ganhar dinheiro. participar e estar presente seria um plus que ele faz ou não….

    • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

      Homens não são criados para serem responsáveis por seus filhos (generalização nunca é bom)… Mas então a solução seria: matarmos suas mães ou sermos melhores mães pros nossos meninos, né? (isso foi uma piada, tá? em discussões muito inflamadas é sempre bom explicar..rs)

    • JSM

      Falou tudo. Poucos tem a sensibilidade de perceber como foram condicionados a se comportarem desta forma pelo machismo que os circunda. Com certeza um texto envolvendo os pais casados com as maes de seus filhos possa ser igualmente útil. Vivemos em um período de transição no que tange a definição dos papéis femininos e masculinos na sociedade. Por isso tanta confusão.

  • Paulinho

    Na boa, isso não é ser pai. Mas pai mesmo é quem cria. Não concordo com muito do que você falou, como não querer ter a vida dessa mãe, pois quando você se torna pai, você realmente passa a viver a vida do seu filho. Você não precisa querer se antecipar, você faz isso naturalmente. Apenas curtir não tem graça. Eu quero acordar a noite para levá-lo pra fazer xixi e não molhar a cama, acordar cedo, preparar o suco, quando puder, ajudar a mãe na logística de levar e trazer da escola, aturar o mal humor quando ele está com sono, reclamar, ensinar, aprender. Isso faz valer a pena passar o FDS como o mini-me e toda essa egotrip. É muito bom! Eu não tive e nem tenho um pai presente. Não tô reclamando: foi a vida que quis assim. Eu amo meu pai do meu jeito, então tá tudo resolvido. Mas com o meu eu quero fazer diferente.

  • Gabriel

    Muito foda o texto. Concordo plenamente.

  • http://www.facebook.com/people/Carla-Rodrigues/1014618676 Carla Rodrigues

    Perfeito!
    Sou mãe solteira (inclusive no registro) de uma garota linda de 8 anos, e sei o quanto e difícil abdicar de certas coisas, afugentar namorados ou perder viagens/shows com a galera. Mas sei tbm o quanto vale a pena (clichê!).
    Nunca fiz questão do pai dela por perto e ele nunca fez questão de estar. Agradeço. Menos uma dor de cabeça. Sei que parece egoísta, mas me enoja essa ideia da pessoa mandar centavos por mês e se achar no direito de corrigi-la, ou de ter alguns finais de semana em convívio com uma garota linda e inteligente. Deixar uma criança com a ideia de que isso é ser pai é cruel demais.
    Não sei se faço certo, mas sei que não me sinto culpada, tampouco ela tem complexos ou crises.
    Simples: no dia dos pais nos sempre fazemos um picnic e trocamos presentes!
    É o nosso dia! E eu não faria nada diferente!
    =)

    • Carolina

      Certinho. Sempre foi assim com a minha mãe, que se separou e teve um marido que achava que era pai por que aparecia quando queria. Eu falei, deveria ter sumido de uma vez. Agora, faz anos que nao vejo ele e ainda topresa com o sobrenome dele, pra piorar.

      E ah, isso quando o cara se acha no direito ainda de cobrar um telefonema de Dia dos Pais.Ridiculos

  • fabianelim

    Vivem me falando que tenho que ser mãe. Eu sempre respondo: “Desculpa, mas mulher não pode se livrar dos filhos tão fácil quanto os homens sem sua vida se tornar um inferno”.

    • Nélio Oliveira

      É, se você cogita “se livrar do seu filho” algum dia é porque realmente você não nasceu pra parir.

      • Ariana Mendonça

        Ainda bem que ela sabe disso! Os pais do texto não pensaram nas consequências e seus filhos que sofrem, ser pai não é para qualquer um e admiro muito os que se assumem como não aptos.

      • Nélio Oliveira

        Eu também admiro muito as mães que se assumem como não-aptas…

  • Ariana Mendonça

    Alex, vou repetir o que postei na chamada para esse texto no perfil do Pdh do face: “Caralho, obrigada!”

    Eu sou mãe solteira. Minha filha tem um pai ausente, ele tem, sim, lá os motivos dele, mas eu também tenho os meus. Faço medicina, vivo sustentada por papai e vovô até me formar, raramente trabalho. É difícil com uma filha de cinco anos? É. Muito. Mas é minha! Escolha minha! E porra, como pode alguém que a fez não tê-la como prioridade, alegria e amor da sua vida?

    Eu só tenho que parabenizar e agradecer pelo alerta à muitos pais, solteiros ou não por aí.

    Só discordo do que disse de espantar namorados. Eu não espanto, eles não aparecem. Já até sugeri aqui um texto sobre namorar mães e pais solteiros (diferentes dos citados no texto), eu mesma já pensei em escrever, mas ou ia parecer um pedido desesperado de namoro ou uma reclamação amarga, rs

    Beijos!

    • http://www.queropensar.com.br/ Cleyton Bruno

      Por favor, escreva. Quero MUITO ver um texto desses aqui.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      ariana, vc é linda e sempre faz comentários inteligentes e sensíveis aqui no pdh. é difícil acreditar que os homens sejam assim tão burros. e sim, eu adoraria ler esse texto. escreve pra mim?

      • Ariana Mendonça

        Não é questão de burrice, há inúmeros preconceitos, há falta de maturidade, é difícil, muito difícil. Há casos em que o cara pode se sentir inseguro com relação ao ex, por medo de um possível retorno ou aproximação, afinal, apesar de muitos se manterem distantes, alguma forma de contato será mantida para sempre, nem que seja para receber o tal cheque mensal..

        Eu posso tentar, mas tenho medo, juro, mas vou tentar expor isso, certamente tem suas dificuldades, mas tem seus lados bons também e a eu pudesse ajudar a ver isso e aumentar o senso crítico da galera nesse sentido, seria lindo.

      • Carolina Darcie

        Ariana, ouvi estes dias de colegas do trabalho (sem eles verem): ————– > cara, eu tava lá com a mulher, e ela não podia ir ao cinema comigo…PQP…tudo por causa do filho de 5 anos. e agora tenho que aguentar o ex indo na casa dela e falando com ela quando vai pegar o menino? ahhh fui embora na hora. —-> e eu pensei: que SORTE a dela!!! :DDD

      • Ariana Mendonça

        Rs, sorte mesmo! Meu pai me criou solteiro e hoje ele fala isso para mim, que um ótimo critério para ver o caráter da pessoa é esse. Se um cara não me quer por eu ter uma filha, eu que não devo querer esse cara :)

    • Nélio Oliveira

      Ariana, você é linda, mas só não queira nos convencer de que você, fazendo medicina e sendo sustentada por papai e mamãe, é quem cria sua filha DE VERDADE. Essa não cola, e nem é demérito seu, não precisa ficar chateada.

      • Ariana Mendonça

        Não, não sem ajuda. Ajuda da escola meio-período, ajuda da senhora que trabalha para os meus avós, ajuda do meu irmão que mora comigo. Agora, o que você chama de criar? Pagar as contas? Se é isso, as donas de casa, embora fiquem integralmente com as crianças, não as cria, pois é outro que provê para a família. É ditar as regras? Se for só isso, bom, não quero nunca criar sozinha, sem ouvir opiniões e aceitar conselhos, embora a palavra final no que diz respeito à ela seja minha aqui em casa.

        E nesse período de greve de meses que minha faculdade se encontrou? Não fui eu quem a criei?

        No final das contas, quando fica doente, quando chora, quando há assuntos escolares para resolver, quando há consulta de rotina, isso tudo é comigo. O dinheiro que meu pai envia é apenas o suficiente e não há choradinha quando ele acaba, então, eu tenho que ponderar se vou comprar um uniforme novo para ela ou vou ao cinema com amigas. Sim, não fui eu que ganhei o dinheiro, mas eu não a crio?

      • Nélio Oliveira

        Bom, EU não acho que você cria sua filha. Eu acho que você, pelo quadro que você pintou, é a irmã mais velha dela. Afinal, ela vai pra escola (que seu papai e seu vovô pagam), depois fica com a “senhora que trabalha para os seus avós” (que suponho não seja você quem pague, mas sim vovô ou papai).

        Mas, não satisfeita em não sustentar sua criança, você, pelo quadro que você pintou, SEQUER PASSA TEMPO CONSIDERÁVEL COM ELA, e nem digo por não querer, talvez por não poder, porque você cursa medicina.

        Assim, eu te devolvo a pergunta: se você não sustenta sua filha (e nem a si mesma) e nem passa muito tempo com ela, você acha MESMO que a cria?

      • Ariana Mendonça

        Sim, acho.

        A decisão de fazer medicina veio após o nascimento dela. Eu casei e quando me separei, não fui buscar ajuda de papai e mamãe, fui trabalhar enquanto fazia engenharia, mas, nesse caso, acho que você acharia que a creche a criava, já que era em tempo integral..

        Hoje ela é bolsista na escola, se ela passa tempo lá embaixo nos meus avós, ao meu ver, isso não significa ser criada lá, significa isso, passar tempo, mas o que você diria que influenciou na sua criação? Só seus pais? Só sua ajudante no lar? Só sua escola?

        Ou você realmente acha que não a crio somente pelo aspecto financeiro? E quanto à passar pouco tempo com ela, psp tanto quanto alguém que trabalhe fora, por isso, nem eu, nem os pais que trabalham não criam seus filhos? Eu estudo depois que ela dorme, se foi isso que quis dizer quanto ao pouco tempo. É mais sacrificante, mas ao menos dou atenção à ela e você, como pai, sabe que com o passar do tempo eles ficam mais independentes, então, porque ela deseja, sei lá, tomar banho sozinha ao invés de que eu dê o banho, eu não a crio?

      • Nélio Oliveira

        Ariana, o que mais se vê nos comentários deste texto é “ser pai não é só amparar financeiramente, é participar ativamente da vida do filho”. Você, pelo quadro que você pintou, não ampara financeiramente NEM participa ativamente da vida da sua filha.

        Mas é só a minha opinião, repito, baseada no quadro que você mesma pintou. Não duvido das suas boas intenções nem do seu amor por ela, até porque seria uma ilação completamente injusta da minha parte. E faço votos de que você seja uma excelente mãe.

      • Ariana Mendonça

        Ela mora comigo, dorme comigo, acorda comigo (ou me acorda, rs), se arruma para a escola comigo sempre que estou em casa, eu frequento reuniões dá escola sempre que posso, leio agenda, faço dever de casa com ela, acordo quando passa mal à noite, troquei fraldas, amamentei exclusivamente até os seis meses, desmaiei com um ano e oito meses, desfraldei sozinha, ensinei a se higienizar, a fazer seu próprio leite, a usar garfo e faca, embora eu ainda queira cortar tudo para ela.. Deleguei e dividi tarefas? Sim, mas não todas. Nunca por um final de semana quinzenal, sou mãe diariamente. Isso não é criar?

        Acho que você se contradiz. Se criar é cuidar 24h por dia sem auxílio, quem sustenta? Se sustenta, logo, trabalha, logo, alguém tem que cuidar dos filhos enquanto se está fora, logo, não se está criando os filhos. Então, definitivamente te pergunto, quem cria seus filhos? O que é essa definição para você? Temos definições diferentes, apenas isso.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        ariana,

        quando vc responde ao questionamento, descabido e agressivo, de um completo estranho na internet, você está de fato validando a pergunta e dando a entender que o maluco tinha mesmo o direito de questionar você a respeito da sua vida e de sua filha.

        ele não tem. ninguém tem nada a ver com isso. entende? a opinião dele não conta.

      • Ariana Mendonça

        Eu sei, você está certíssimo, mas eu tenho essa mania chata de querer provar um argumento, não por eu me achar boa mãe, mas por achar que uma mulher ocupada não cria seu filho é uma idéia absurda. Existem extremos? Sim. Piores até que os exemplos que você citou no texto, de mães e pais, casados e com tantas babás que mal sabem os detalhes das vidas dos filhos.. Aí fico nessa, mas parei, rs…

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        @arianamendonca:disqus Já estava me dando desespero essas réplicas e tréplicas, rs, porque você vive sua vida e só você a vive. Na minha opinião, já que isto é um debate, criar e educar são duas coisas diferentes. E a gente faz as duas coisas com ajuda, apoio, suporte (pais, babás, escola etc), mas todos estes são figurantes ou personagens secundários. A responsa é nossa mesmo!
        Criar é dar banho, alimentar e os milhares de etecéteras equivalentes, temos avós, babás e outros pra ajudar. Só ajudar. Educar é passar valores, aí é o que o bicho pega. A ajuda nem devo chamar de ajuda, é apoio: vem da escola, pediatra, psicólogo, pessoal que tem autoridade pra me dar suporte com isso. Mas ainda assim: a responsa é e sempre será minha!
        Senti uma culpa aí, posso ter sentido errado, mas parece que VOCÊ precisa acreditar nas coisas que escreve, pra provar pra si tudo isso. Sinceramente, eu era assim e mudei radicalmente. Quando minha avó, que amo, vem com essas ideias de que “tem que bater sim”, “porque no meu tempo…”, “deixar de fazer janta pra ajudar com a lição?! absurdo” com muita delicadeza eu digo que a mãe sou eu, a dona da casa sou eu e então eu faço as coisas do meu jeito (sem prepotência, simplesmente tomo as rédeas porque me é requerido). É a rotina que funciona pra mim e pra minha casa, e nossa rotina é construída a base de muito suor e lágrimas, né não?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        ariana, o debate tem que se dar sobre ideias, concepções de paternidade, etc. não sobre você, como pessoa, e sua filha, ainda mais com você se justificando para um cara que já está ficando famoso aqui no pdh por ter claros problemas mentais ou de socialização, e por ter tempo demais nas mãos pra ficar trollando os comentários o dia inteiro. não valide os malucos. :) tenho certeza que você é uma ótima mãe.

      • Nélio Oliveira

        O debate tem que se dar sobre IDEIAS, não sobre PESSOAS. Então que tal parar de se referir a mim e passar a se referir ao conteúdo das minhas intervenções, sem ironia?

        Fica feio pra quem se diz escritor embasar suas réplicas no ad hominem ad eternum… rs…

        Ademais, o que caralhos tem você a ver com o tempo que eu passo aqui? Você não passa o mesmo tempo que eu? Seus seguidos posts dizem que sim…

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        alias, ariana, repara que o maluco-com-mt-tempo-livre só fica aqui o dia todo, enchendo o saco de todo mundo, e criticando a vida de todo mundo, certamente por ter uma carência enorme de interação humana. se a gente parar de falar com ele, ou falar dele, o mala cansa e some. repara que eu já parei de falar COM ele e, agora, vou parar de falar DELE também. se o povo parar de dar corda, ele cansa.

      • Nélio Oliveira

        Já era hora mesmo de você parar de falar de mim. Agradeço penhoradamente.

        Você só poderia ser um pouco MENOS leviano quando afirma que eu critico a vida de todo mundo, e se arvora de DEUS ao afirmar que eu tenho “carência enorme de interação humana” sem sequer me conhecer pessoalmente e, pior, sem ter a formação necessária para afirmar isso (ou você é psicólogo/psiquiatra/psicoterapeuta?).

        Mas esperar que você não seja leviano é como esperar de você alguma hombridade. Melhor fazê-lo sentado.

      • Ariana Mendonça

        Tem um tempinho que eu não vinha aqui no PdH, geralmente, quando participo de um debate, fico enquanto acho saudável.

        Eu concordo com você, mas é a maneira que sei argumentar, se na minha cabeça parece certo, como pode outra pessoa não enxergar assim? rs, estou errada, eu sei, mas quando debato, também procuro argumentos que mudem meu ponto de vista e se estiver errada, assumo e levo pra vida..

        Ótima mãe eu não acho que eu seja não, sempre tem onde melhorar, mas faço o melhor que posso com as condições que tenho e é isso aí. E no final das contas, para mim, o mais importante ainda é o clichê dos clichês da maternidade: encher minha filha de amor. Fazer com que ela SEMPRE se sinta amada e o resto a gente se vira.

      • Ariana Mendonça

        Pois é, como eu disse ao Alex, eu tenho essa mania de ficar discutindo quando eu acho que há uma maneira de provar meu argumento pela lógica, mas se não pensamos em lógicas diferentes, não tenho como enfiar a minha na cabeça de ninguém…

        A realidade é essa, eu a vivo e à mim, somente, diz respeito. Eu não deveria mesmo ficar debatendo se sou ou não boa mãe, mas sabe como é, vivemos há poucos anos com o “trabalho” fora de casa, ainda não sabemos direito lidar com, no exemplo do meu caso, o prazer que é fazer uma carreira que dará alegrias e realização para mim e conforto, embora a longo prazo, para minha filha e, embora quase nunca ela apareça, uma pequena culpa por não ter mais tempo, não me dedicar mais e outras coisas, mas é como dá pra fazer e talvez por isso eu tenha parecido como quem queria provar pra si mesma uma mãe que cria, mas não quero. Dei meus argumentos baseados na minha vivência e acho sim que educo minha filha, crio com ajuda e é como posso fazer e sei que passo à ela um bom exemplo de uma mãe que viveu apertada anos para construir uma boa carreira futura.

        E como é a base de suor e lágrimas, viu! Mas tem também o “chamego”, os sorrisos, os abraços, os “eu te amo atéééé o céu”, os infinitos beijos suados, ai, é tudo bom demais!

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        @arianamendonca:disqus Eu te amo atééé o céu é bom demais!! Você já leu pra sua filha a fábula Adivinha Quanto Te Amo, de Sam Mc Bratney? É um aconchego, uma delícia. Leio sempre pros meus filhos antes de dormir, este hábito precisa ser disseminado, é o afeto em ação.

        Beijos!

      • Ariana Mendonça

        Puxa, ainda não… ler é um hábito que precisamos cultivar mais aqui em casa, embora ela tenha inúmeros livros.. vou procurá-lo, obrigada :)

        Eu estou pensando em ideias sobre namorar pessoas com filhos, quer ajudar? Procurei meus amigos mães e papais, mas não tive muito retorno e não queria que o artigo ficasse muito sob a minha ótica..

        Meu email é arianamendonca arroba gmail

        Beijinhos!

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        Pode deixar, Flor. Te mando um email agora. Bjo!

      • Nélio Oliveira

        Não seja condescendente com a moça. Agindo assim você está, na verdade, dizendo “deixa eu te ensinar como responder a quem não escreve o que a gente quer ler, é assim, ó”.

        Ademais, não houve nenhuma agressividade nas minhas intervenções (você não pode afirmar o mesmo em relação às suas), e causa-me espécie vê-lo mencionar o “descabimento” de alguma intervenção. QUEM PORRA VOCÊ ACHA QUE É pra julgar o que é ou não “cabido”. Que você não tem espelho em casa facilmente se depreende, mas por favor não seja tão sem-noção.

      • Diabolic

        Cara… lendo os comentários e… uau, vc é idiota

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        e com muito, muito tempo livre. deve viver de renda.

      • Nélio Oliveira

        Vivo de renda, mas não da renda proveniente da venda de textos velhos pra sites que ainda acham que eu presto pra alguma coisa.

      • Ryu

        Hadouken!!ahauhauhaahua
        Boa Nélio!

      • Pedro

        Viver de renda é pecado? É errado? É melhor ou pior do que mendigar um mecenato?

  • http://www.facebook.com/people/Anderson-Dos-Santos/100001105823750 Anderson Dos Santos

    Esse cachorro do Tom e Jerry é pai e mãe do filhote, um exemplo mesmo kkk

  • http://www.facebook.com/people/Francisco-De-Assis-Rosa/568548135 Francisco De Assis Rosa

    Sempre tive a vontade de ter meu casal de filhos. Mas sinceramente não tenho coragem de colocar um filho no mundo e não assumir de verdade. Até em caso de uma separação, acho que preferia eu criar o filho.
    Não consigo conceber um homem que não participe ativamente da criação de seu filho.
    Se um dia acontecer a tragédia do meu filho chamar outra pessoa de pai, eu sei muito bem que isso é muito mais por conta da minha falha como pai e como homem, do que pela presença de outra pessoa na vida dela.

  • http://twitter.com/natimax Natimax

    Ser pai/mãe é algo que devia dar arrepio em qualquer pessoa normal que pense no assunto.

    Não arrepio de medo por não ser bom, mas arrepio de ser uma situação sobre a qual a responsabilidade é imensa e o controle nenhum.

    Simplesmente TUDO que fizermos terá reflexo na vida daquele que será chamado de filho. Um pensamento, uma frase, ausência, correção, disciplina, carinho, atenção.

    Se criar um cachorro/gato e ensinar limites e garantir que ele esteja satisfeito já é difícil, quem dirá criar uma pessoa, deixá-la segura e amada, ensinar os limites e os cuidados necessários.

    PAVOROSO!

    A parte de ensinar as coisinhas legais, as coisinhas engraçadinhas, é uma delícia.

    Mas o grosso de se ter um filho deve ser MUITO diferente da parte bonitinha da história.

    Qualquer pessoa que pense sobre o assunto, em tudo que envolve a criação deveria ficar apavorado. rs

    Quanto aos pais que não são pais, tenho que concordar com alguém que já comentou abaixo: Só não é pior o pai ausente do que o que convive diariamente e ainda assim não representa nada além do que o dinheiro no fim do mês. Conheço não um, mas vários assim.

    Belo texto.

    O legal de se escrever é causar no outro uma identificação, a defesa de uma causa, uma verdade.

    Alguns se sentiram tocados (ui!) com as críticas, e tem que descontar em algum lugar né?

  • Dudu

    O PdH tá virando misandrico? Só metem o pau nos homens. Parece que só homem tem desvio moral. Não falam mais de assuntos financeiros, falam pouco sobre futebol, carros nem se fala, viagem tá muito raro, exercícios de jeito nenhum, comida já foi pro espaço, mulheres (e o Alex entra nesse grupo) só vêm pra falar como os homens são otários ou canalhas, sem nenhuma crítica construtiva ou vontade de debater. Relacionamentos…só os litigiosos colocando a culpa no homem. Sério tá ficando irônico até.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      ó, e agora, quem poderá nos defender?!

      • Dudu

        Tu não tem o mínimo de respeito por um debate sério. É uma criança birrenta apenas. É daqueles que amam a humanidade, mas odeiam o próximo.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        sim, eu não tenho nenhum respeito por nada, nem por mim, nem por vc, e muito menos por um debate sério. aliás, acho que debater sério é coisa impossível, pois ficar debatendo é coisa de criança birrenta. sim, eu não amo o próximo, é verdade, mas também não amo a humanidade.

        escrevi mais sobre debates aqui: “quando um não quer, dois não debatem” http://www.interney.net/blogs/lll/2009/04/04/termos_de_uso_do_blog_liberal_libertario/

        abraços!

  • Zana

    Alex, o texto é fabuloso, e o fato de que se aplica a 90% dos casos de filhos de pais separados é tão triste quanto real. Conheço também casos de mães de fim de semana, onde a criança não encontra amparo nem no pai, nem na mãe, e cresce largada na casa dos avós e nas mãos de babás. E tem ainda os casos de casais que vivem juntos, e delegam a criação e os cuidados dos filhos a outras pessoas por mero comodismo.
    Ter filhos é uma opção pra vida toda! O mundo tem muito a ganhar se essa escolha for consciente, tanto por parte do pai quanto da mãe.

    • http://twitter.com/teresasilvaRJ Teresa Silva

      E quando as crianças não tem pai e mãe nem nos fins de semana? A jornalista Cynara Menezes, falando sobre gente que tem babás 24X7, comentou que em Brasília vê muitas crianças nesses dias passeando nos parques e nos shoppings acompanhadas apenas de babás uniformizadas. Como alguém já comentou aqui, é gente que tem filho apenas por status. Triste.

  • amauri.braz

    É Alex criticar os Pais separados estando de fora da situação é fácil né, quando você casar tiver um filho e por algum motivo se separar e um Juiz qualquer dar a guarda da criança para a mãe ai sim podemos discutir o assunto.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      bingo! bingo!

      nunca imaginei q iria demorar até quase 3 da tarde pro primeiro falar isso. perdi uma aposta. achei que o primeiro seria antes das 11 da manhã…

    • vivian

      vc perdeu a guarda da criança pra mãe?

  • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

    Alex, cara… eu pensei em zilhões de coisas para escrever aqui. Concordando, discordando, só refletindo. Mas a verdade é que eu não saberia o que dizer, porque eu estaria somente cagando regra.

    Meus pais são casados a quase 40 anos, eu tenho um relacionamento bacana, pretendo casar, ter pequenos seres humanos customizáveis e tudo mais. Tenho um amigo que tem um pai de “chequinho no início do mês”, e isso não é legal.. Dad issues.

    Mas é bom ler um tapa na cara assim, para tomar um pouco de realidade…

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu te acho foda. :)

      • Luciana_Marques

        Nada a ver eu me meter aqui, mas eu também! rsrsrs

        (Blz que eu não sou ninguém, e ninguém perguntou nada, mas e daí?)

        Os meus preferidos são sempre os mais loucos (ou que suscitam as mais fortes paixões!): Pedro, Alex… rsrsrs

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        e eu agradeço. :)

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        Ahhhhh assim vocês me deixam com vergonha pô

      • http://www.facebook.com/pedroturambar Pedro Américo

        vou colocar numa mouldura, junto com aquele outro. =)

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    nunca entendo essas pessoas que me acusam de “não ter respeito”.

    poxa, custa perguntar? eu admito: claro que não tenho respeito.

    eu já sempre me comporto como quem não respeita nada, chega a ser ofensivo o cara me apontar um dedo e me acusar de desrespeitoso, parece que ele claramente não está prestando atenção!

    eu não respeito nem a mim mesmo, ou minhas próprias opiniões, claro que não respeito nem os outros e nem a opinião dos outros. e é óbvio que não vou debater com ninguém, porque me importo tão pouco com suas opiniões idiotas que não vou me esforçar pra extirpá-las.

    aliás, o que é isso de “respeito”? o que seria exatamente “respeitar a opinião” de alguém? não é mais fácil eu dar a minha e vocês darem as suas? por que exigir “respeito”? o que é isso? como funciona?

    de qualquer modo, não respeito não. quem tem algum problema com isso que vá chorar na cama que é lugar quente, ou, melhor ainda, dar piti nos comentários. prefiro a segunda opção, me diverte mais.

    beijos em todos.

    • Dudu

      Parem com tudo que ele quer atenção.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        poxa, dado que você já veio comentar e dar pageviews pro texto que escrevi, meio tarde pra isso, né? espero que o seu próximo texto também faça sucesso, dudu. ah é, ops. :)

  • http://www.facebook.com/people/Bruno-Alcântara/100002339187896 Bruno Alcântara

    Poxa, Alex, nada contra, muito pelo contrário. Mas esse e o último texto foram um pouco preconceituosos não acha? Achei que ficou bem injusto para com os pais separados, porque nem todos são como você descreveu. E a idéia de corrigir a parternidade de alguém é meio complicada né não? Afinal de contas, por acaso existe, de maneira consensual, um jeito certo e um jeito errado de ser pai?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      oi bruno.

      o texto não é injusto com pais separados porque o texto nunca diz, nem nunca sugere, que todos os pais (nem mesmo a maioria dos pais) são como eu descrevi. o texto descreve algumas pessoas bem específicas, cujos exemplos não são extrapoláveis. depois disso, cada leitor veste a carapuça que quiser.
      e não, de modo algum, não existe nem jeito certo nem errado de ser pai, o texto nunca nem mesmo toca nesse assunto.

      por favor, leiam o texto…

  • Amanda

    Você resumiu os últimos 22 anos da vida dos meus pais.

  • Juliana

    “O que o homem deve fazer?” Como vi essa pergunta várias vezes nos comentários, darei minhas sugestões.

    simples, estar presente. Digo isso por experiência própria, pq apesar do meu pai, ao longo dos anos ter se tornado muito mais presente, logo depois que se separou da minha mãe era ausente.

    se o filho está doente, ajudar a cuidar ou dividir turnos com a mulher. Várias vezes minha mãe ficou cuidando de filho doente de madrugada e quando ligava para o meu pai para ver se ele podia vir, ele estava ocupado. Oras, e ela não?
    Não podemos mais achar que a sacrifício de mãe é natural.

    Pai presente também é aquele que ajuda a resolver crises em casa. Meu irmão teve uma época muito violenta e minha mãe tinha imensas dificuldades em lidar com isso, mas nas vezes que chamava meu pai para lidar com uma crise familiar em casa, ele quase nunca vinha pq não tinha tempo, sendo que minha mãe tinha/tem a mesma, senão mais, carga de trabalho do que o meu pai. Poxa, o filho também é teu para lidar com os momentos difíceis, não só pra comer sorvetinho e achar que está tudo bem. O pai tem que estar tão disponível quanto a mãe senão a mulher sempre acaba sacrificando muito mais outros aspectos de sua vida do que o pai, o que não é nada justo.

    Não acho que os pais têm de ficar juntos para que o pai não vire essa figura retratada no texto (como muitos já disseram, existem pais ausentes que moram na mesma casa), mas só de ver que alguns pais empregam o verbo “AJUDAR” quando falam de criação de filhos me dá uma certa tristeza, pq, pra mim, pai não tem que ajudar a criar, pai tem que criar junto com alguém. Quem ajuda, auxilia a criar é a babá, os avós, amigos, tios… Ajudante é uma função secundária, quando o pai tem de dividir a primária com a mãe.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      os homens perguntam, uma mulher paciente responde, vamos ver quem vai ouvir.

    • Katz

      Seu pensamento estabelece as mesmas personificações do artigo, mas como não foi feita sob um viés ridículo, como o do artigo:

      “faz um DDD de cinco minutos pro filhão!”"deixa eu te mostrar uma coisa que seu avô me ensinou, toda aquela egotrip paterna macho-alfa blá blá”
      “e recupera a sua vida como se aquela camisinha nunca tivesse furado.”

      E que de certa forma influenciou no meu posicionamento que gerou a tal frase…

      Vou me esforçar mais, pela sua sobriedade.

      Existe um julgamento espontâneo e implícito por parte de todos os leitores, de culpa sob o pai, independentemente das circunstâncias. E uma absolvição automática à mãe.

      No seu desabafo, começa por aqui:

      “Várias vezes minha mãe ficou cuidando de filho doente de madrugada e quando ligava para o meu pai para ver se ele podia vir, ele estava ocupado. Oras, e ela não?”

      Assume-se implicitamente que mesmo que ele viesse todas as vezes, hoje, para você, o balanço seria exatamente o mesmo, quaisquer que seja a distância que ele estivesse, tal como, se a viagem de um quarto ao outro, fosse tão custosa quanto a de 20km. No entanto, qualquer falha do pai na ação, corrobora sua deficiência no papel. Quando na verdade, de forma simplificada, todas as ações e perspectivas sobre seus pais seriam novas se as distâncias fossem invertidas. E isso não depende só da vontade do pai, digo o porquê.

      Você assume genericamente, assim como no artigo, que tais pais, estão sempre em posse das melhores condições para desempenhar seu papel. Como por exemplo, na comédia O Mentiroso, em que a mãe sempre abre espaço, o filho adora o pai, a mãe sempre levanta a bola do pai para mãe, e sempre quem pisa na bola é ele, e na maioria das vezes contra sua vontade, e não porque o trabalho ou o futebol com os amigos é mais importante que o filho.

      Ignora por completo que talvez o filho simplesmente não se dê com o pai, e isso não é de criação, pode até ser atenuado ou agravado por ela. Mas a vida é assim. O que pode muitas vezes ser desestimulante para o pai.

      E tudo isso sem falar dos casos, porque é disso que a vida é feita. Apenas rebati tão raso quanto veio pra mim. Porque o meu caso por exemplo, destroçaria absolutamente todos os paradigmas previsíveis e fáceis de tudo que foi postado nessa página. Exceto pelo comentário do Maverick.

      • aiaiai

        quer dizer que pai tá sempre com culpa e mãe não???? Deixa eu te dizer uma coisa: ser mãe é ser culpada. O tempo todo, por todo mundo. Qq coisa que a mãe fizer, sempre será pouco, insuficiente ou errado para todo mundo. Inclusive para a própria. Te garanto que luto todos os dias da minha vida contra essa culpa que me é imposta pelos outros e pela minha própria consciência moldada pela cultura machista.

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        Culpa, aiaiai… Foi por conta dela também que iniciei a terapia e foi o investimento mais importante que fiz em mim mesma. Isso é cultural, nossas mães e avós nos ensinaram justamente a culpa! Sim, a culpa! Culpa por sentirmos tanto, culpa por pensarmos de outra maneira, culpa por sentirmos tesão, culpa por sentirmos tesão por alguém comprometido, por alguém não comprometido pela gente, por alguém comprometido com nossa melhor amiga, meu, culpa e culpa e culpa! Isso sim, dá um outro artigo. Essa culpa que nós carregamos é que nos acorrenta. Nós somos carcereiras de nós mesmas. Faça uma coisa importante pra si: tente tirar a culpa. Dói no começa, sangra porque é casca de ferida, mas amiga, é libertador. 7 meses de terapia me ensinaram isso…
        Fique bem…

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        Eu considero que debates, ainda que acrescentemos nossas experiências pessoais, sejam mais sóbrios quando imparciais. Sua colocação é interessante e evidencia como a gente, mesmo sem querer, generaliza as coisas. O homem sempre culpado por ser ausente, a mulher sempre sacrificada por ser a solteira. E isso não é verdade. No meu caso é verdade, mas conheço outros casos e tenho um real na família de que o homem assumiu a paternidade quando a criança nasceu, uma vez que a mãe queria abortar. O resultado: um pai presente há anos. A mãe, neste caso, é ausente. Então, não generalizar é dar abertura pro debate saudável sempre.
        No caso do artigo, já não havia a intenção da imparcialidade, o Alex tomou partido porque este é um artigo de opinião, tranquilo. Só acho que se a gente for lendo os comentários e se inflamando com cada um, e já ir escrevendo sem refletir, sairão argumentos nada relevantes.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        pois é. escrevi sobre uma coisa bem específica e os malas que não sabem ler ou acham

        1. q porque eu falei DESSE caso, eu acho que todos os casos são assim

        2. ou, só porque escrevi sobre esse caso, eu deveria escrever sobre todos.

        é como aqueles caras que vc escreve sobre a falta de democracia nos eua e eles dizem, e cuba, hein? e cuba, hein hein? sobre cuba ninguém fala! etc etc

        mas estou falando dos estados unidos agora, filhinho…

        enfim, dá uma certa canseira.

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        @alexcastrolll:disqus Essa é nossa sociedade: de um jeito ou de outro atacando nossas opiniões e tentando invalidar nossos argumentos… Mas isso é saudável, viu? Tem que existir o antagonismo pra solidificar nossas opiniões.

      • Marcos Coelho

        Prezado, vc já produziu textos melhores. Aquele sobre normalidade foi fenomenal. E cito isto apenas para incitar sua reflexão sobre o fato de que as relações sociais são pautadas por esta normalidade. Não só dos homens, mas tbm das mulheres. A pergunta que fica então é: de que forma através da normalidade, a mulher em questão agiu para que o pai da filha dela tivesse uma paternidade tão fácil?

        Acho que sua provocação, enquanto provocação, é fundamental para fazer pensar. E faz pensar que há sempre dois lados da moeda. Se os caras levam uma vida de solteiro com filhos ocosionais (especificamente os seus amigos no bar), as mães assim o permitem. Certamente elas optaram por isso, ou então seu argumento que afirma que as pessoas fazem suas escolhas e são responsáveis pelas mesmas é inválido. Ou seja, ao contrário do que vc respondeu abaixo ao Edegar e embora os encadeamentos não estejam no seu texto tais fatos são mais que relevantes. Pois foram por causa da escolha das pessoas envolvidas, homens e mulheres, que a situação chegou ao ponto que está: paternidades faceis. E por mais que vc conheça os seus amigos e as respectivas mães, vc não sabe nem um terço do que ocorreu. Digo isso, pq meus amigos(as) não sabem exatamente o que ocorreu em meu caso, embora alguns até se arvorem a dizer que sabem. Saber que a sociedade é machista e combater esse machismo, não implica imputar responsabilidade apenas ao homens, embora boa parte deste tenha uma enorme parcela de responsabilidade. Afinal a sociedade é muito mais complexa.

        Se sua análise é tão especifica sobre os seus amigos do bar, qual o motivo de vc ter feito o post para todos(as) lerem? Será que vc queria fazer os leitores pensarem sobre essa realidade, ou apenas concordarem com sua análise? Será que os leitores podem fazer inferências distoantes por chegarem a conclusões diversas das suas? Isso não quer dizer que eles não saibam ler. Acho que deveria haver um pouco mais de respeito mútuo no tratamento. Espero sinceramente que, caso esta pequena resposta não lhe “canse” e porventura queira responder, seja cortez, afinal são os leitores que mantem este site vivo.

        Atenciosamente

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu escrevo sobre casos específicos justamente porque não me arrogo o direito de falar sobre todos os pais do mundo. isso seria arrogância. estou falando bem especificamente sobre quatro pessoas.

        pq fiz isso? bem, leia os comentários de todo mundo que gostou do texto e você vai entender. um texto sobre exemplos específicos muitas vezes ajuda as pessoas a generalizarem suas próprias experiências.

      • Marcos Coelho

        Td bem, vc respondeu apenas um das perguntas. Mas pq ler apenas os comentários de quem gostou? Fico por aqui e até a próxima.

        Cordialmente

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        opa. acho que vc não entendeu. EU leio todos os comentários, de quem gostou e de quem não gostou.

        mas vc fez a seguinte pergunta:
        Se sua análise é tão especifica sobre os seus amigos do bar, qual o motivo de vc ter feito o post para todos(as) lerem?
        e minha resposta, pra VOCÊ, é: leia os comentários de todo mundo que gostou, das pessoas que agradeceram, das pessoas a quem o texto ajudou, e você vai entender porque eu fiz o post para todos lerem. fiz o post para ajudar essas pessoas, como de fato (pela reação delas) ajudou.
        foi pra isso que escrevi.
        respondida a sua dúvida?

      • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000169026699 Michel Colombo

        Exemplos específicos, lidos e comentados por pessoas que exemplificaram com seu dia a dia nada específico.

        Aqui (comentários) todos homens foram escrachados por mulheres e por você, simplesmente por serem pais separados. Se são ausentes ou não, nem sequer foi cogitado.

        “Homem tem mesmo que pagar pensão” Pensamento antiquado e machista.
        Sexo é feito a dois, e quem deve ajudar da divisão do contracheque é aquele que tem mais condição financeira.

        Debate? Nem ferrando, aqui me reservo ao direito de opinar. Texto muito legal, gostei bastante. Diferente dos comentários. Antiquados, machistas, interesseiros e carentes.

      • aiaiai

        Aline, vc não entendeu nada do meu comentário. A mãe é sempre culpada de tudo, ausente ou presente, solteira ou casada…qq coisa que aconteça é culpa dela. É, e eu to generalizando mas tó falando do que acontece na maioria dos casos em uma sociedade machista. Já vc tá falando de uma exceção.

        O pai nunca é culpado. Se separou, não deu certo, vai tocar sua vida…o que ele poderia fazer, coitado (é o que todos dizem).
        E se está em casa, mas não cuida do filho, é porque está trabalhando para sustentar a família. Já a mãe, se trabalha é uma relapsa ou carreirista. Se não trabalha é uma vagabunda.

        Pense!

      • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

        Eu entendi seu comentário. Só que sempre, de um jeito ou de outro, acabo ‘atacando’ generalizações. Elas sim invalidam argumentos. Desculpe, é minha opinião. “Nunca”, “sempre” e coisas do gênero… Se você generaliza, terá descrédito.

    • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

      @bd9f49b4f0c505c0b918ef6ef8336e55:disqus “Ajudante é uma função secundária, quando o pai tem de dividir a primária com a mãe”. Muito, muito relevante esse comentário. Valeu, menina!

  • Mariana

    É Alex, pisou no calo de mtos papais lindos de fim de semana e de fotos no facebook.
    Quando uma criança virou “status”? Vejo que mtos pais, principalmente os mais novos, usam o filho como status de “vida feliz” qdo na real passam mto pouco tempo com os filhos , não acordam de madrugada com o nenê chorando, não dormem 2 horas e depois vão pro trabalho e ainda acham mto qdo a mãe exige fralda pampers em vez daquela que vende na esquina. Criança virou apenas uma mercadoria. E amor e dedicação pra criar um ser humano feliz ficou pra trás, se algum dia existiu né?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      puxa, o q mais vejo é macho-alfa brigando a chifradas com outros machos-alfa pra ver quem tem o filhão mais gostosão, sendo que nenhum deles vê o pimpolho com nenhuma regularidade. é a coisa mais comum do mundo…

  • Belisa Monteiro

    Eu penso sobre isso há muito tempo… é realmente difícil expressar isso para os caras. Eles realmente acham que estão fazendo a sua parte… r-e-a-l-m-e-n-t-e… sem ter nenhuma relação diária com a criança e suas chatisses… e pra mim, ainda pior são os caras que além de apenas conviverem com as crianças de final de semana, ainda são ajudados pelas mães…

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      isso é q eu acho mais incrível, sabe? o cara não compartilha NADA da parte chata de ser pai mas jura, jura mesmo, de verdade, do fundo do coração, que é um superpai.

  • Katharina Lacerda

    Alex Castro, parabéns pela reflexão.
    Seu post é um alento para nós, pães.
    Abraço, Katharina.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      agradeço. :)

  • Katz

    Castro, se você não disse o que pensa para seus amigos, e ao invés disso, disse para nós, melhor tirar a palavra “amigo”, para ao menos, honrar a amizade.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu sou mesmo uma pessoa horrível e um péssimo amigo. mas o que é que isso tem a ver com o texto?

      • Katz

        Nada. Só a origem dele.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu sou uma pessoa horrivel. admito e confesso.

      • Katz

        Confessarei também, então. A crítica pessoal, foi porque me senti enganado, tal como fosse um de seus amigos. A origem, de fato, não importa.

        Melhoras.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        nao sou seu amigo, nem mesmo conhecido, nao te devo nada. abracos.

      • Nélio Oliveira

        Pois é, você acha que nem respeito aos outros você deve. Essa postura é lamentável.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        se vcs me preocupassem mais em ler os textos e entender o que dizem, ao invés de ficar se preocupando se o autor é respeitoso ou bom amigo, talvez fossem melhores em compreensão de texto. abraços.

      • Nélio Oliveira

        Mas eu compreendi muito bem o texto, tanto que NÃO vesti a carapuça e inclusive elogiei sua abordagem.

        Sua sugestão é de mão-dupla: você também não precisa, depois de eventualmente ser criticado pelos seus textos, publicar assim, do nada, um “disclosure” que mais parece um pedido desesperado por atenção, como você fez mais abaixo, e que foi brilhantemente comentado pelo Dudu.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        não faria sentido eu “pedir desesperadamente por atenção” no dia em que meu texto está aqui sendo falado e comentado por centenas de pessoas e, inclusive, passei o dia todo respondendo aos comentários.

        se vc e o dudu não querem alimentar o que chamam de meu “desejo por atenção”, então sugiro que não comentem nem leiam meus textos. afinal, eu nunca li nem comentei nada que vcs escreveram por aí, não sei nem quem vcs são…
        somente escrevi o meu texto e, de repente, aparece um bando de estranho me dizendo que eu sou isso, eu sou aquilo, que preciso isso, que não preciso aquilo. só posso rir, né? pq eu não sei quem vcs são e vcs estão aqui perdendo horas colocando azeitona na minha empada…

        continuem assim.

      • Katz

        Centenas de pessoas comentam seus textos, não porque você é magnânimo como sua megalomania excita. É simplesmente porque você destoa do conjunto PDH.

        E veja, nem precisei pagar de insensível fuck the world, não me importo com ninguém, sua inveja faz meu sucesso.. e todo esse papo de adolescente, para te dizer o que penso de verdade.

        Você é tipo um cara de peruca andando na rua, só você não sabe que tá de peruca. E claro, isso não me interessa, mas se você ocupa o lugar de pessoas interessantes, caberá sempre a crítica.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        puxa, me pegou. e o que mais vocês acham de mim e dos meus textos? contem, contem…

      • Katz

        Cara, a internet tá cheio de gente como você. E a gente meio que se acostuma com isso. Uma espécie de egolatria travestida de insensibilidade, e que persiste com piadas infames, e com a velha técnica da auto-flagelação como contra-argumentação.

        Claro que nós sabemos que são técnicas de irritação, e no seu caso, atua como uma espécie de trollação intelectual, de modo que seu texto fala por você e os que discordam são banalizados.

        Você diz que quem discorda amistosamente, é respondido da mesma forma, mas a verdade é que isso praticamente nunca acontece. Todos que discordam, sejam agressivos, pessoais ou amigáveis, são ignorados ou menosprezados, até mesmo os que propõem o debate. Já os elogiosos são sempre bem tratados.

        Você não é o problema, como eu disse, a internet tem muita gente como você. O problema é o lugar onde você está. Incomoda, entrar no Papo de Homem e lembrar que você (personagem da internet), existe, persiste e lucra com tudo isso, em um espaço que me importa. E que pela pegada, acaba criando um laço afetivo, pelo fato de certos artigos tomarem forma e impacto na minha vida e na de outros. Mesmo àqueles que não postam (que era meu caso, até pouco tempo).

        A qualidade dos textos ultimamente do PHD, têm me balançado, ora muito bons, ora muito pretensiosos, mas foi você que conseguiu, cara.

        To vazando.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        pô, vaza não, cara. fala mais de como eu sou e das suas muitas opiniões sobre mim… parece que vc me conhece muito bem e é uma pessoa mt perceptiva… conta mais…

      • Nélio Oliveira

        EXCELENTE análise. E, não obstante sua seriedade, cordialidade e lucidez, recebeu do Alex Castro… mais do mesmo.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu sou um monstro mesmo…

        não sei nem como vcs me aguentando, nem porque ficam voltando e voltando e voltando…

        eu sou pago pra estar aqui. qual é a desculpa de vcs?

        abraços.

      • Nélio Oliveira

        É MUITA pretensão da sua parte esperar que quem frequenta o PdH agora lhe explique o porquê de fazê-lo. Só faltava essa…

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        filho, enquanto vc continuar aqui, o dia inteiro, de graça, colocando azeitona na minha empada, agitando os comentários, dando pageviews, aumentando o tempo médio de estadia na página, etc, você pode fazer o que quiser. e eu é que agradeço o fato de vc não ter nada pra fazer da sua vida. abraços.

      • Nélio Oliveira

        De nada.

      • Katz

        Melhor assim. Se fosse meu amigo, não seria tão honesto quanto tem sido.

  • http://www.facebook.com/luiseduardolima Luis Eduardo Lima

    Alex, você está certo… tem tantos assim como disseram nos comentário, tele-pai . Para os que o acusam de dizer que só tem gente assim, bom, não foi o que li.
    De qualquer forma, eu SEI que não são todos… tem eu, que não sou, então é isso.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      exato, luis. eu conheço dezenas de pais que não são assim. o texto só não é sobre eles….

  • Luciana

    Alex, a discussão é bem apropriada. Mas você me desculpe, totalmente distorcida. Ser um ótimo pai de fim de semana é melhor do que ser um ótimo pai infeliz preso num casamento que não quer.

    Tentei de todas as maneiras ler seu texto e não te condenar, pois sempre admirei suas ideias. Mas para mim, tudo isso não passa de um rancor-por-pais-divorciados.

    Segundo você, pobre do homem que casa e tem um filho, pois ele está para sempre condenado àquela mulher que, ame ou não, tem a guarda do seu rebento.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      luciana, cruzes, estou aqui quase entalado com tantas palavras e opiniões que você enfiou na minha boca.


      Ser um ótimo pai de fim de semana é melhor do que ser um ótimo pai infeliz preso num casamento que não quer. “

      jamais. onde que o texto diz isso? onde que o texto sugere isso? as pessoas tem que ser feliz. qualquer criança está melhor sendo filha de dois pais felizes, mesmo que morem em países separados, do que de duas pessoas infelizes, tristes, desgraçadas.

      aliás, esse troço de que divórcio dos pais fode com a cabeça das crianças é pura lenda, já repetidas vezes desmentida. o que fode com a cabeça das crianças é ver papai e mamãe brigando e se odiando….

      tudo isso não passa de um rancor-por-pais-divorciados.

      quem disse que meus pais são divorciados? ou que tenho rancor? pode me dizer qual foi o trecho que te fez pensar isso?

      meus pais, por acaso, moraram juntos até eu ter 27 anos e sempre se deram muito bem, antes e depois do seu divórcio…

      Segundo você, pobre do homem que casa e tem um filho, pois ele está para sempre condenado àquela mulher que, ame ou não, tem a guarda do seu rebento.

      meu deus, vc leu meu texto mesmo? de onde foi que vc tirou isso? sempre condenado? serio? isso que você acha que eu disse é tão nonsense que não sei nem por onde começar a negar….

      o meu texto é o que tá nessa página, tá? não sei qual foi o texto que vc leu, mas não foi o meu.

      abraços.

      • http://profiles.google.com/hcartaxo Henrique Cartaxo

        Eu entendo que você levantou uma questão que não implica diretamente no raciocínio da Luciana. Mas aí o texto leva a pensar “Ué, mas então o que é que o Alex quer desses pais?”. É complicado mesmo que as partes lidem com um divórcio onde existe uma ligação e uma responsabilidade que permanece, porque o fim de um relacionamento normalmente é acompanhado de muita dor, carece de distância, de tempo…

        E esse problema precisa ser levantado, ser pai separado é uma grande questão masculina hoje. Um legítimo Papo de Homem.

        Mas existe esse vício de achar que quem propõe um problema tem que propor a solução também, se não é melhor ficar calado. E o que você quer e não ter filhos e não ter esse problema e não ter que pensar nisso. Certo?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        o meu texto está apontando um problema de alguns pais. se as pessoas, com base nisso, querem propor soluções para todos os pais, belezas — mas não venham dizer que o texto afirmou ou propôs isso…

    • Tatiane Souza

      Acho que o @alexcastrolll:disqus não impôs o casamento como obrigatorio. Mas o pai estar perto, na mesma cidade, dividindo as noites de doenças e os problemas de familia, como comentou a @bd9f49b4f0c505c0b918ef6ef8336e55:disqus, já faz o pai mais presente. Ele “tem” de mudar de cidade?! Talvez tenha mesmo, mas as vezes é questão de se sacrificar um pouco, assim como a mãe provavelmente terá de fazer tbm!

  • Thiago Calazans

    Por essa mesma razão eu só quero ter filhos mais tarde, lá pruns 30 anos.

    Amo crianças, mas primeiro quero crescer profissionalmente, viajar, curtir a vida, pra aí então ter meus pimpolhos e poder dedicar todo o meu tempo a eles.

  • VAL KLAY

    Correndo o risco da incompreensão por estar aportando o
    assunto a partir de uma mirada exótica, despreocupada com noções de “politicamente
    correto”, mesmo sendo mulher, eu continuo vendo tudo isso sem a menor surpresa.

    Nada disso é anormal para seres humanos (deixando de lado
    nossas “obrigações” e considerando nossas reais naturezas) que vivem num
    contexto socioeconômico que poderia muito bem ser descrito como uma gigantesca
    fazenda de bebês, um esfomeado e astronômico útero devorador de mundos, que tem
    como principal função dobrar a população humana a cada 20, 30 anos, “prendendo”
    o máximo possível de indivíduos para esse fim, héteros ou não, geração após
    geração. Nossa programação social é tão poderosa que, segundo a maioria dos
    números e estudos (vamos deixar de lado a hipocrisia e assumir saudavelmente),
    a mulher comum ainda tem na maternidade o principal alicerce para sua
    identidade e sobrevivência financeira (inclusive nas altas camadas da
    sociedade, não faz diferença), enquanto que os homens, majoritariamente, ainda
    são “arrimo de família”, como se diz. O principal cartão de crédito
    de um tipo compulsório, hegemônico, monogâmico, ou seja, biologicamente nada
    “falocêntrico” de família, que a maioria deles (tanto héteros quanto gays) nunca
    desejou e que sequer pode admitir, porque estão ideologicamente amordaçados.
    Assim como muitas mulheres, mas nem de longe a maioria.

    O que não se pode assumir é que existe uma cultura
    feminina de base que depende profundamente de toda essa problemática. Apesar de
    estar acompanhando vários outros casos, eu faço de mim um exemplo. Eu não sou
    casada, eu não sou mãe e eu não sou solteira. Não sou tudo isso há 12 anos. E a
    única coisa que eu tenho que ser pra defender minha liberdade é alguém que
    aprendeu muito bem a lidar com a desonestidade organizada e socialmente aceita
    de certas mulheres. No mais, vale dizer que o título desse artigo deveria ser A
    FÁCIL PATERNIDADE DAS CLASSES ABASTADAS. Afinal, nós estamos num País com
    injustas leis de paternidade onde incontáveis pedreiros, lixeiros, marceneiros
    e até catadores de papel estão presos por não terem como pagar mais de 90% de
    seu salário à ex-esposa mensalmente. É fácil ser pai, “just take it like a man!”

    • Nélio Oliveira

      Olha, sua opinião é válida como qualquer outra. Aliás, abre pra outras elocubrações que eu sequer havia pensado.

      Só o trecho “afinal, nós estamos num País com injustas leis de paternidade onde incontáveis pedreiros, lixeiros, marceneiros e até catadores de papel estão presos por não terem como pagar mais de 90% de seu salário à ex-esposa mensalmente” é COMPLETAMENTE viajante. Não há quem pague 90% do salário a título de pensão alimentícia, porque um dos requisitos para um juiz concedê-la é a possibilidade de quem PRESTA os alimentos, vis-a-vis a necessidade de quem os requer.

      Mas é pressuposto lógico de que a sobrevivência de quem os presta não pode ser inviabilizada por essa prestação.

  • bruh

    Nossa disse Tudo, esses paizinhos de merda se acham e nem sabem o trabalho que esses pequenos rebentos lhe causam com vossas respectivas Mommys , sua escolha foi certamente a mais sensata se for pra pra ter um filho com um pai semi ausente é melhor que não o tenha.

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    a internet é tão louca que o cara chega do nada, cheio de agressividade, me dizendo que sou isso ou sou aquilo, ele que nem me conhece, ele q eu nem sei quem é, e quando respondo rigorosamente no mesmo tom, o cara ainda me chama de grosso.

    podem ver aí embaixo que quem discordou do texto com educação recebeu uma resposta educada também.

  • Flor

    Clap, clap, clap… Sou filha de um pai assim, e só digo uma coisa: as maiores prejudicadas são as crianças. Por isso, pais, por mais que vocês estejam ressentidos com suas ex esposas, por mais que o juiz tenha dado a guarda à mae, por mais que seu(sua) filho(a) não vá com a sua cara… Insista. Nada pior do que o sentimento de ser abandonado.

  • André Martins

    Excelente texto, quando o Alex Castro acerta dá vontade de pendurar na parede.
    Para os machos eu pergunto: vamos parar de canalhices e assumir nossas responsabilidades? E se for preciso, vamos viver com as “megeras” até que os filhos cresçam? Vinte anos passam rápido, vamos honrar as calças e fazer esse “sacrifício”?
    Para as moças: considere um favor quando o cara foge por saber que tem filho na parada, pode crer seu filho agradece por não se ligar a uma falsa figura paterna.

    • amauri.braz

      Ninguém é obrigado a levar um relacionamento que não da mais certo André, foi o tempo que filho segurava casamento.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        ficar num relacionamento falido por conta de filho é uma das piores decisões que um ser humano pode tomar. não é nenhum benefício para ninguém ser criado por pais infelizes….

  • amauri.braz

    Alex, Isso se chama falso moralismo, se você me permite uma sugestão, no próximo texto escreva sobre os Pais que sustentam seus Filhos e quase a família da Ex. Mulher inteira, com uma pensão absurda estipulada por um Juiz.

    PS: Se a Tua intensão com o Texto era ficar bem com a Mulherada, parabéns seu objetivo foi conquistado.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      Oi, Amaury.

      Não, obrigado, eu prefiro escrever o texto que escrevi mesmo. Se eu tivesse mais coisa a falar sobre o assunto, teria dito. Entretanto, nada impede que VOCÊ escreva esse texto e mande pra gente.
      E finalmente, alguém que entende que um texto tem que ser julgado de acordo com seus objetivos. E o objetivo de tudo o que faço e escrevo e digo e etc é ficar bem com a mulherada, claro, sempre.

      Finalmente, um reconhecimento!

      • amauri.braz

        Sinceramente não entendi onde você quis chegar com Texto, o cara trabalha as vezes estuda e sobra somente o Final de semana para ver o Filho, na maioria dos casos de separação o filho sempre fica com a mulher, as vezes por questão financeira as mulheres não abrem mão da guarda.

        No texto inteiro você atacou os Pais de “Finais de semana” , mas em nenhum momento Você deu alguma sugestão de como deve ser a relação de Pai para Filho.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        amauri, o texto é livre e aberto. cabe a você tirar dele o que você quiser e puder. eu é que te pergunto: onde é que o texto chegou?

        e sim, eu não dei nenhuma sugestão.

        quem sou eu, que nem sou pai, pra vir levantar o dedo e dizer como deve ser uma relação pai e filho? isso seria o cúmulo da arrogância.

        estou só falando como são alguns pais que conheço. ponto.

      • Lilla

        Você ficou a discussão inteira se defendendo e argumentando sobre a “verdade” dos “sofredores”. Aff²
        E todo o homem que pensa sustentar a família da esposa (sim, todo) cabe perfeitamente no perfil deste cara que o texto aponta. Porque nunca se envolveram diretamente na criação, não sabem os altos custos financeiros que um filho demanda, não fazem ideia para onde vai o dinheiro. Mulheres não abrirem mão da guarda por questão finaceira, só mesmo aquelas em que a pensão do pai faz juz à uma conta bancária acima dos 6 dígitos. Afinal, passar noites em claro, contar moedinha para não faltar nada ao filhote, mesmo que falte a si própria, torcer para que o dinheiro da pensão não atrase mais uma vez e tenha que postergar o pagamento da farmácia, abandonar faculdade porque à noite é o momento de fazer a tarefa, de ler um livro na cama, e brincar um pouco porque as crianças necessitam, depois de ter dado banho, preparado o jantar, feito escovar os dentes, preparado a mochila da escola, ensinado milhares de vezes a organizar os brinquedos, e por tudo isso ter tomado um tempo enorme, sentir-se feliz mesmo exausta, pois existe alguém que depende de você e está contando com tudo isso para se sentir bem-vindo ao mundo. É. Essas mulheres são maioria. E elas nunca vão abrir mão da guarda, por dinheiro algum.

    • Mariana

      Amigo, o texto não é nem sobre vc nem sobre a família da sua ex.
      As pessoas nunca vão aprender isso né? Umbiguismo define …

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        para os narcissistas que acha que tudo sempre é sobre eles, recomendo o texto: “o assunto não é você”
        http://www.interney.net/blogs/lll/2011/01/23/o_assunto_nao_e_voce/

      • amauri.braz

        Mariana, Você leu meu comentário direito, em qual momento eu disse que se tratava de minha vida pessoal, presta a atenção antes de criticar alguém.

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    acho bem engraçado me acusarem de escrever um texto “pra ficar bem com a mulherada”. sou homem, hetero, solteiro. claro que escrevi o texto pra ficar bem com a mulherada.

    o dia em que eu escrever um texto pra ficar MAL com a mulherada, vocês por favor me internem. beijos.

    • http://www.facebook.com/gustavoducka Gustavo Augusto R. Abreu

      Pensei que vc era gay haha.

      • Nélio Oliveira

        Ele é hetero tanto quanto é escritor. Esse não engana ninguém.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu sou gay. eu não sou escritor. eu sou o mundo.

      • andressa

        e vc é o batman! o/

      • guilherme

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, boa

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        eu sou gay.

    • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

      kkkkkkkkkkkk

  • Lan Borges

    Alex, sou sua fã. Adorei o texto e vendo tantas reações tão apaixonadas penso que você acertou na mosca. O que eu mais gosto é das pessoas que gostariam de saber “o que então elas deveriam fazer”. <3

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      pois é, né? nego me acusa de arrogante e, na frase seguinte, me pergunta “o que deveria fazer”.

      ora, arrogância seria eu ficar aqui dizendo às pessoas o que fazer!

  • Luciana_Marques

    Uau. Quase 200 comentários… Acho que não há mais nada a dizer… Mas mesmo caindo na repetição: parabéns!!! Pelo texto, e principalmente pela coragem! O meu esposo é sim um paizão! Somos uma família de muita sorte ;)

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      bom ouvir isso. :)

  • Pingback: mês de valorização da paternidade | mãederna

  • http://www.facebook.com/katyanecristina Katy Cris

    Eu que trabalho como professora de educação infantil (crianças de 3-5 anos) percebo o “impacto” que separação e pais/mães ausentes causam nas crianças. Meus alunos com mais problemas de relacionamento/comportamento são esses com famílias desestruturadas: pais que brigam, que não cuidam, etc…
    Quanto a figura paterna, tem um que eu tenho vontade de dar um sacode pra ver se acorda: separaram-se e ele vinha um dia por semana (dia em que estava de folga) buscar a menina na ‘escolinha’ e levava ela no cinema, no parque, pra tomar sorvete, comprava brinquedos e tal. Coisa mais linda! As vezes fazia isso em alguns finais de semana também. Já a mãe, que tinha mais um bebê e trabalhava o dia inteiro não conseguia paparicar tanto a menina… resultado: a menina queria pq queria morar com o pai. Isso tudo durou um mês e agora já faz mais de um mês que o pai não vem vê-la. Pensem em uma menina triste e confusa….
    Claro que existem pais que vestem a camisa. Conheci um que criava (super bem) sem a presença da mãe, dois meninos (um era meu aluno) . Lia agenda, comparecia às reuniões, o menino sempre estava limpinho cheiroso e muito feliz… um pai super participativo e o menino era uma figurinha rara: inteligente e muito querido. Conheço outro também que tem duas filhas que não moram com ele, mas ele está presente revezando turno quando estão doentes, leva na natação duas vezes por semana, participa das reuniões na escola… enfim, é um excelente pai.
    Seria interessante se um pai que realmente participa da criação de seu filho escrevesse um texto aqui, nos contando como é.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      katy, eu adoraria esse texto. podem escrever e me mandar!

  • http://www.facebook.com/clayton.rocha1 Clayton Rocha

    Lendo o texto deu até vontade de ser pai. Mas de ser o pai que nunca tive. Sim, eu tenho pai e o amo. Hj meus pais são separados, porém msm no tempo q morávamos juntos ele nunca foi meu herói. Quero transformar seus erros em meus acertos. E se eu negligenciar nessa missão, serei merecedor de vestir a carapuça do texto. Parabéns, Alex.

  • http://www.facebook.com/ZildaPavao Zilda Pavao

    Adorei o texto. Já começa com um belo chute no saco de muitos pais que se acham o máximo.

    “Ser pai não é pra ser fácil. Se seu filho quase não te dá trabalho, alguma coisa você está fazendo errado”

    Há mais de 9 anos, com minha filha de 1 ano nos braços, livrei-me de uma pai desses e conheci o melhor pai que eu poderia dar para os meus 3 filhos. Sim temos 3 filhos :D

    • amauri.braz

      É sempre assim mulher sempre acha que o atual é sempre o melhor Homem do mundo e o ex. um cafajeste, vai entender.

      • Rosa

        deve ser porque mulher é tudo louca e os ex são todos uns fofos injustiçados, porque claro que o certo era as mulheres ficarem achando que os ex são uns anjos e elas perderam a sorte grande e os atuais é que são os cafajestes que estragaram as vidas delas… vai entender…

  • Dalton

    Pai é quem cria.
    Sem mais.

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    discutir a sério com pessoas que defendem opiniões odiosas só faz validar essas opiniões. nesses casos, a escolha mais adulta acaba sendo o deboche.

    • Lilla

      Alex, você foi brilhante nesse deboche desconcertante e hábil. Poxa, fazia algum tempo que eu não lia o PdH e depois que retornei, tenho me surpreendido. Vocês estão doces. Sem perder a saxo-roxisse, claro!

  • http://www.facebook.com/people/Renan-Felippe-Correa/100000791971084 Renan Felippe Correa

    nao sei o que é pior… fazer isso ai ou fazer como meu pai que, quando soube que minha mae estava gravida, simplesmente fugiu.

  • Marcelo Perine

    Tenho uma filha de 9 meses. Desde antes dela nascer eu já me preocupo com ela e também com a mãe, minha esposa. Fiz esforço para matar o trabalho algumas vezes e fui em todos ultrasons. Venci o medo e assisti o parto, onde eu que nunca havia pegado um bebezinho no colo, a pediatra coloca aquele pacotinho embrulhado nos meus braços e diz “Toma que a filha é sua”. É um choque !
    E venho tocando o barco junto com minha esposa. Chego em casa por volta das 18hs, fico com minha filha até às 19 e entrego ela para a esposa, vou preparar o banho, depois dou banho enquanto a esposa prepara a papinha, em seguida a esposa dá papinha enquanto despreparo o banho(jogar água da banheira fora, colocar roupinhas pra lavar, arrumar bolsa para o dia seguinte, etc), depois da papinha minha filha vem para meu colo e canto, conto histórinhas, faço hummmmmm, enfim, até ela dormir. Nisso já são quase 21hs, hora que vamos preparar nossa janta.
    Dá trabalho ? dá… mas, sinceramente ??? é uma delicia isso tudo !!!

    • Nélio Oliveira

      Eu fiquei quase os seis meses da licença maternidade em casa também, e fazia isso tudo. Assisti ao parto e acompanhei as primeiras horas de vida da minha filhota, e testemunhei com muita angústia a verdadeira “blitz” que os recém-nascidos sofrem. Foram mais ou menos duas horas em pé, em frente à encubadora, atento a tudo o que faziam com ela. Depois disso, já no quarto, literalmente montei guarda pra ninguém entrar sem higienizar as mãos antes (comprei um pote de três litros de álcool em gel, que no final das contas durou mais de seis meses… rs…).

      Já perto dos quatro meses de nascimento, empreendi verdadeira “batalha jurídica” contra o empregador da minha esposa para garantir a ela a extensão da licença-maternidade, bem sucedida, felizmente. E esse primeiro ciclo encerrou-se no primeiro dia útil de 2011, quando deixamos a pequena na creche pela primeira vez.

      Desde então outro ciclo se iniciou, e este foi até o dia 6 de agosto, quando ela foi pela primeira vez à escolinha. Desde esse dia (veja bem, nem um mês atrás!), ela teve um salto IMPRESSIONANTE no desenvolvimento e na “maturidade”. E assim vamos, cada dia com a sua surpresa…

  • http://twitter.com/kkcamilla KK Camilla

    Mal sabem eles que quem perde mais com isso tudo são eles mesmos.
    Pq pai a gnt substitue, tem um tio, um avô, um padrinho…ou não substitue e vive bem sem (pq com um pai meia boca desse é até melhor não ter).

    Mas ver uma criança crescer, se formar, aprender, passar por fases, crises, dormir abraçado, dar carinho…. Isso tudo quem perde é o pai.

    Um pai recreador não cria laços, afinidade….
    E nem adianta vir cobrar depois que eles crescem…. pq vai ser tarde, amigo!

    Um cheque por mês nao compra afeto, nem tempo, nem amor.

    • http://www.facebook.com/carollseixas Carol Seixas

      Penso assim também! Meu pai nunca participou (nem com o chequinho) e quem perdeu foi ele. Não fiquei carente nem frustrada, de verdade!
      Quem não cuida desse amor é quem perde!

  • http://www.facebook.com/fraymundi Felipe Raymundi

    É por isso que eu admiro cada dia mais o meu pai…não tenho familia mas vejo em mim e nas minhas irmãs a mesma vontade do velho…ter varios filhos e todos ao redor…e assim como ele ter uma mulher forte e linda ao lado…minha amada Mãe…

  • http://www.facebook.com/gustavoducka Gustavo Augusto R. Abreu

    O texto é bom, mas obviamente ele enfatiza o lado do pai omisso, quando na verdade muita das vezes a mãe tem grande culpa no relacionamento conturbado do casal e consequentemente no filho.
    Um belo sinal de covardia por parte de algumas mulheres (de maneira nenhuma eu quero generalizar) é usarem o filho ou a filha como escudo emocional, como a lei SEMPRE ira dar prioridade para que a guarda das crianças fique com a mãe, é uma atitude muito fácil sempre culpabilizar o pai em tudo.
    Sobre o fato de alguns pais substituirem a carençia emocional pelo dinheiro concordo, mas quase sempre cabe ao papel do pai suprir a familia, inclusive se não fazer isso vai preso, ou sejo tanto faz o que o pai faz no final das contas, a vitimização sempre parte pelo lado da mãe.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      o texto se propôs a falar de uma coisa só, não do mundo. mas você pode escrever um outro texto, falando do lado que vc acha que faltou falar, e mandar pra gente. :)

  • http://twitter.com/edegar EDEGAR NEUMANN

    Cara, eu li este post ontem e fiquei incomodado, mas não entendi porque. Pensei à noite e agora posso explicar: julgamento.
    Está todo mundo aqui fazendo julgamento dos “pais à distância”. E é um julgamento injusto, pois ninguém aqui sabe quais as sequências de fatos que os puseram nestas situações. Ninguém sabe se depois deste papo de bar eles saem e ficam com uma tristeza nos olhos lembrando do filho/a lá longe. Ou se realmente ‘não estão nem aí’ e acham que só o pouco tempo/DDD/cheque já bastam.
    Ninguém sabe se eles tentaram a guarda dos filhos. Ninguém sabe se foi a mãe que sacaneou e foi pra longe ou que motivos existem para ele continuar longe.
    Então vão cuidar de suas vidas e tentem não repetir estas histórias. Já tá de bom tamanho.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      opa. eu não sei você, edegar, mas o texto é sobre quatro pessoas bem específicas que conheço muito bem. Eu sei bem como eles entraram nessas situações. Eu sei bem que eles ficam tristes com saudades dos filhos sempre. Eu nunca disse que eles não estão nem aí.

      a questão é que isso não muda nada. eles ainda assim vivem vidas muito muito mais fáceis do que as mães. eles vivem vidas livres de solteiros, com filhos ocasionais, enquanto as mães é que tem que limpar a bunda dos filhos todos os dias.

      o que eles sentem, como entraram nessas situações, etc, tudo isso é irrelevante. é tão irrelevante que, por isso mesmo, nem foi mencionado no texto.

      • http://twitter.com/edegar EDEGAR NEUMANN

        Understood!

  • amauri.braz

    Isso aqui ta mais para Papo Calcinha, onde o único objetivo é apresentar os defeitos dos Homens, Lamentável.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      vamos todos lamentar juntos…

  • ricardo

    Vocês mulheres legiões de sanguessugas, vampiros e parasitas…

    Fui criado com muito menos do que 1/3 do que hoje ganho. E com dignidade. Possibilitou o que hoje sou. Talvez principalmente por isso, aprendi dar valor ao “difícil”. Muito mais do que um terço de dignidade em comparação com o terço que meu pai provavelmente ganhava. Porque o terço que conta, o da humildade da minha mãe e da sua ética, foi suficiente. É deste amor que o mundo está carente. Não das loterias em que se transformaram as pretensões judiciais de alimentos, que criam miríades de lucro fácil, legiões de sanguessugas, vampiros e parasitas. A simplicidade costuma ser melhor conselheira do que a bonança.
    Enquanto não se atenta para essa cadeia viciosa, multiplicar-se-ão anciões com ninfetas numa hipocrisia de sangrar os olhos. As famílias do futuro. De viúvas herdeiras ou pensionistas ociosas desde cedo (afinal esses casamentos não duram quase nada…). Os filhos? Títulos de crédito como outros quaisquer.
    É preciso superar a tendência atávica das uniões por interesse e atingir o grau de civilidade das uniões baseadas no amor sincero. A base está na família, não no dinheiro que a corrói ou sustenta. Mas o Judiciário precisa combater exemplarmente a contaminação das famílias pelo interesse financeiro mesquinho.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      fez bem você que largou essas vacas e agora só transa com homens. cara, respeito sua decisão, mas eu não conseguiria. valeu!

  • http://alinenardi.com/ Aline Nardi

    @alexcastrolll:disqus, poxa, cara, você merece um prêmio! Resumiu num artigo questões muito reais de ambos os lados: a mãe solteira e o pai que pensa ser presente. O pai dos meus filhos não lerá isso, certamente, porque sua capacidade de admitir coisas e aprender é limitada. Mas como há esperança no mundo, depois de 4 anos de divórcio, dá sinais de peso de consciência (o que chegar perto dos 40 não faz, né?).;
    De fato: a gente sacrifica carreira, adia sonhos, espanta o cansaço, o estresse e a depressão como guerreiras em batalha! Isso quando seu filho é saudável física e psicologicamente, porque se houver qualquer doença, multiplique os trabalhos por 5 ou 10, dependendo do grau.

    Eu tive que aprender a ser regrada. Sou a senhora desorganização! Contudo, tive que aprender pedagogia na raça (atualmente faço a faculdade), desenvolver a criatividade na cozinha para trabalhar com ingredientes fáceis para pratos rápidos, cujo tempo de preparo não ultrapassem uma hora por conta do horário que se chega do trabalho/escola e o horário de se botar a criança na cama pra que não dorma na sala de aula às 7 da manhã!

    E você aprende musiquinhas fofas com fundo moral, contar histórias e dublar personagens imaginários, inventar pratos diferentes e coloridos na cozinha, se torna ótimo promoter de festas infantis, vira perito em cinema de animação e infantil, aprende a gastar dinheiro com sabedoria e economizar até as moedas que antes não economizava! É uma aventura ser mãe solteira…

    Mas pra terminar esta “novela” com final feliz: encontrar um companheiro que te ame e assume dividir a carga, pô, é bão também…

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu é q te agradeço. :)

  • http://www.facebook.com/people/Guilherme-Gabriel/100002425025681 Guilherme Gabriel

    Alex Castro, seu texto foi execelente. A maneira como você mostrou as relações de pais divorciados com seus filhos foi espetacular. Encher a boca e dizer que é pai para os amigos e ver o filho de quinze em quinze dias é hilário. Acredito que a maioria dos que faltaram com respeito no comentario é porque vivem essa realidade. Mais uma vez parabéns pelo texto.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      obrigado. :)

  • rcordani

    Olá Alex, li o texto, gostei, li os comentários e me diverti, mas queria fazer um pequeno contraponto. Eu e a maioria dos meus amigos (na faixa de 40) somos quase o oposto do sujeito do texto. A gente em geral faz o contrário: sufoca a nossa vida em prol da prole, não estou dizendo que isso seja bom ou ruim. Mas é assim. Inclusive os separados.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      cara, olha, entre os separados, eu não conheço nenhum.

      • rcordani

        OK. Mesmo que você não conheça nenhum, eu conheço, e, exatamente por isso, fiz o pequeno contraponto.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        um dia eu queria ver um pai que sacrificou qualquer coisa de sua carreira pelo filho. ou que deixou de pegar aquela promoção em outra cidade pra ficar perto do filho.

        sinceramente, homem, quando diz q está se sacrificando pelo filho, nunca é levando na reunião de pais ou trocando fralda, sempre é trabalhando em dobro, fazendo hora extra, viajando mais, coisas que, pelo contrário, fazem que fique ainda mais distante do filho.

        assim é fácil.

      • rcordani

        Alex, creio que você se interessa pelo que a gente tem a dizer, caso contrário a caixa de comentários estaria fechada. No entanto, só interessam as suas experiências: “EU não conheço nenhum”, ” EU queria ver”, “MINHA EXPERIÊNCIA nunca mostrou”.

        Talvez a minha micro comunidade seja diferente da sua, quem sabe? E exatamente por isso fiz esse contraponto.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        mas homem!, coloquei uma mordaça na sua boca ou tapei os meus ouvidos?

        estou aqui, pleno, pronto e disposto a ouvir suas experiências. você pode escrevê-las nos comentários ou você pode escrever um artigo inteiro só sobre isso e mandar pra gente.
        você é que não contou suas tais experiências ainda. conta aí. estamos todos aqui pra isso.

      • rcordani

        hehe, não vi se você tapou os ouvidos, mas a minha impressão foi exatamente essa!

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        colega, eu só posso saber qual é a sua experiência… se você CONTAR!

        ainda estamos todos aqui esperando ansiosamente. as minhas experiências eu já contei no texto…

      • rcordani

        Eu contei. Repito (copy/paste): “A gente em geral faz o contrário: sufoca a nossa vida em prol da prole,
        não estou dizendo que isso seja bom ou ruim. Mas é assim. Inclusive os
        separados.”.

        OK, não é um texto grande, mas é o que temos para o momento.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        opa. acho que vc não está entendendo a diferença entre:

        1. mencionar que existe um filme sobre um tubarão assassino.
        2. contar o enredo do filme Tubarão.

        o segundo exemplo é que é compartilhar sua experiência.

        dizer que “a experiência existe” mas você “não vai contar” não ajuda ninguém, não compartilha nada.

        ficamos todo na mesma.

        abraços.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        e pior, vc não só NÃO conta a sua tal experiência. como também, na mesma frase, me acusa de ser um ególatra que não quer ouvir a tal experiência que você se recusa a compartilhar!

        sério, é sensacional.

        passeie pela página… várias pessoas deixaram comentários contando sobre suas vidas e as vidas de outras pessoas que conhecem… dê uma olhada para ver como é esse negócio de “compartilhar experiências”.

        eu deixei minhas experiências e elas leram, elas deixaram as suas e eu li… não é muito complicado…

  • http://www.facebook.com/george.campos.azevedo George Campos

    Poxa @alexcastrolll:disqus, você deveria fazer agora um texto da “difícil paternidade” digo assim entre aspas mesmo, por que não a acho difícil já que no meu caso sou pai integral.

    Sou pai full time a mais de dois anos quando me separei, o filho ficou comigo e temos uma ótima relação eu e ele. Levo na escola, ajudo na lição. Carrego ele a tira colo quando preciso e posso. Pra ir do futebol ao MBA e na sequência um bar rock, pra aprender boa música desde cedo. O menino de 8 anos tem sua banda preferida o Metallica (orgulho demais nesse oceano de biebers).

    Enfim não tenho tantas facilidades para saídas e baladas, mas ainda sim dá-se um jeito. Talvez para muitos isso seja algo difícil de se lidar, e no começo foi mesmo. Mas hoje vejo que fiz as melhores escolhas possíveis. Acho que se listasse tudo o que faço talvez desse um pequeno(grande talvez) conto.

    Parabéns, sempre pelos ótimos textos.

    abs

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      Oi George, valeu pelos elogios, e sei que vc falou de boa, mas juro q não entendo esse tipo de comentário.

      Eu quis escrever sobre a fácil paternidade justamente por isso ser um problema. Sobre os pais full-time que encaram o desafio, eu não tenho nada a falar, ué. Parabéns pra eles. Por que eu teria que escrever sobre tudo só porque escrevi sobre uma coisa? :)

      Mas, como sempre digo, o PdH está aberto a todos os assuntos. Eu adoraria publicar um texto de um pai full-time contando como é sua vida. :)

      • http://www.facebook.com/george.campos.azevedo George Campos

        Opa @alexcastrolll:disqus, valeu o feedback. Vamos a ele então. Na verdade já tem até um texto que gostaria de ter enviado pra você, mas sigo aquela regra do PdH, leia, releia e releia. E uma hora chego lá.

        Nunca coloquei em prática esse relato ou experiências, por que sempre achei que isso não fosse interessante. Talvez esse monto tenha chegado, mesmo que não seja publicado agradeço o incentivo.

        Sobre o meu comentário, realmente foi só um comentário. Uma versão do outro lado da história. Agora entendi melhor o propósito do seu texto. Não foi uma crítica de minha parte.

        Valeu abs.

        Ps. Parabéns também pelo CMS, é praticamente a “Vida como ela é” dos anos 10.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        cara, escreve sim. eu quero muito ler. precisamos de depoimentos assim…

  • http://twitter.com/rafanoris Rafael Noris

    Eu sou pai solteiro, mas meu filho fica comigo e com meus pais. A mãe dele, que quando separamos foi para outro Estado, não liga e nem manda cheque…

    Aonde quero chegar com isso? Que espírito de porco não tem sexo, tem dos dois lados, e se a maioria dos pais-espíritos-de-porco são homens, é só por uma questão cultural, é herança do machismo de nossa sociedade, que eles não tiveram a capacidade de superar…

    :)

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      sei bem, amigo. a coisa que mais encontrei na vida foi mulher canalha e espírito de porco. jamais disse q os homens têm exclusividade ou mesmo maioria…

      • http://twitter.com/rafanoris Rafael Noris

        o mais triste é que é maioria mesmo… talvez porque as mulheres são enganadas com o mito do amor materno, mas ninguém criou um mito do amor paterno para enganar/inspirar os pais…

      • Eduardo França

        Opa! Então você deveria ter concordado com o cara lá em cima
        que disse: “Homem separado adora ser pai na Mesma proporção que Mulher
        Separada adora Pensão”. Ele não deixou de concordar com suas ideias no
        texto e muito menos generalizou, na verdade, o que ele fez foi relativizar.
        Ignoraste isto ao respondê-lo e quando tornou-se apropriado, recorre novamente.
        E o argumento dele tem validade ‘lógica’ por mostrar os estereótipos do
        espirito-de-porco de cada sexo. E estereótipos podem não ser verdadeiros, mas
        relações éticas (entendendo ética aqui em um contexto amplo o suficiente para
        amparar conceitos como maternidade e paternidade) relativizadas por questões
        culturais explicitam o agir da maioria de cada um dos sexos. Não houve
        refutação de sua parte do argumento dele posteriormente, apenas retórica.
        Primeiro você atacou o autor do comentário (não preciso dizer o nome
        disso). Depois, recorreu ao sarcasmo para responder a quem concordou, fazendo
        alusão ao machismo que ninguém em sã consciência negaria de todo.

    • Nélio Oliveira

      Eu tenho um amigo que cria o filho sozinho. A mãe, algum tempo depois que se separaram, conheceu outro cara e foi morar no Uruguai com ele. De fato esse cenário é exceção.

  • Mel Tupinambá

    Seria interessante, de repente, um artigo sobre homens que criam filhos SOZINHOS. Seria o outro lado da moeda. Tão válido quanto este. E poderíamos ver o lado das mães que por algum motivo precisam se ausentar da convivência diária com o filho ou os filhos, deixando com o pai essa função. Imagino que seria tocante, enriquecedor, engraçado e emocionante!
    Vou ficar na torcida aqui!! =)

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      Mel, eu já pedi por esse artigo aqui nos comentários umas DEZ vezes. :) Vamos ver se alguém escreve.

    • Renata Silver

      Um dia desses, um homem no elevador falou que ficou viúvo e cria sozinho o filho de (na época) dois anos e meio. Ele disse que é difícil, trabalhoso, mas é a realidade dele. Palmas pro cara, não “terceirizou” a criança. Mas, infelizmente, isso é muito raro.

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    as mães que conheço sacrificam grandes parcelas de suas vidas, liberdade, individualidade pelos filhos.

    um dia eu queria ver UM pai que sacrificou qualquer coisa de sua carreira pelo filho. ou que deixou de pegar aquela promoção em outra cidade pra ficar perto do filho.

    sinceramente, homem, quando diz q está se sacrificando pelo filho, nunca é levando na reunião de pais ou trocando fralda, sempre é trabalhando em dobro, fazendo hora extra, viajando mais — coisas que, pelo contrário, fazem que fique ainda mais distante do filho.assim é fácil.

    • Nélio Oliveira

      Reclamou tanto de que os leitores o estavam criticando porque viram generalizações absurdas onde não havia e agora vem com essa generalização absolutamente ESTÚPIDA. Qual a sua desculpa pra não aceitar as críticas agora?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        hahahahahaha, cara, vc é doente mesmo. está perdendo a graça debochar de você. vou te deixar falando sozinho de agora em diante. vamos ver se alguém ainda te responde. abraços.

      • Nélio Oliveira

        Que ad hominem mais vagabundo… rs…

        Tome vergonha na cara, rapaz. Quem passa vergonha é quem se diz escritor mas recorre ao ad hominem mais manjado possível quando é acuado. Pior que isso só se em vez de “hahahahahaha” você usasse “kkkkkkkkkkk”.

  • Marcos Coelho

    A-há!!! Eu me encaixo perfeitamente no perfil que vc traçou!!!

    Contudo, tem uma historinha que precisa ser revelada. Quando resolvi ter a filha, depois de casado por três anos, estávamos bem na relação. Três anos depois da garota ter visto a luz da vida, algumas mudanças na minha vida e na da mãe resultou na separação. O problema é que a mãe não cogita a possibilidade de minha filha vir morar comigo. Quando morava em Salvador, tentei trazê-la para morar comigo, mas nada! Eu morei no Rio e pedi a guarda por um ano (agora rola esse negócio de guarda compartilhada: um ano com o pai e um ano com a mãe, mas ela nada). Ela fez a cabeça da menina para não vir. E, desde então, sempre que toco no assunto é um problema. Até mesmo minha filha fica constrangida quando falo isso, Ela agora está com11 anos, mas teme a reação da mãe caso decida mudar de residência.

    Este não é o único caso. Conheço vários outros que seguem o mesmo roteiro. Inclusive namorei com mães que criam os filhos e essa possibilidade era para a referida impossível. Claro que o falocentrismo reinante faz destes casos – pais que querem a guarda dos filhos – as exceções… Mas, via de regra e apesar do machismo, as mães lutam com unhas e dentes para manter a guardo dos pimpolhos. Inclusive seu artigo me fez lembrar um filme: Kramer versus Kramer. Have you seen it? No início o pai acha terrível, mas depois o gajo se amarrou em ser pãe!!! Mas ái a mãe vem e que tomar a criança de volta e consegue, pois a justiça também pensa(va?) assim.

    • Luciana_Marques

      Desculpa enfiar minha colher onde não fui chamada… Mas não resisti…

      Marcos, não me pareceu (pela sua fala) que vc se encaixa no texto. Se eu entendi bem (talvez eu tenha problemas de leitura – rsrs) O @alexcastrolll:disqus pintou uma situação específica da comodidade de ser um pai apenas de momentos de festa (sem o interesse nem a intenção de mudar a realidade).

      Há milhões de questões relativas para as questões de separação e guarda (obviamente não tratadas no texto pq não foi o objetivo)… De todo modo, pareceu-me que vc não é pai de férias por desejo, mas por impedimento da ex somado à distância geográfica! Vc deu a entender que gostaria de fazer valer a guarda compartilhada em todos os seus termos, mas não quer criar dor na sua filha, principalmente considerando o tempo já passado…

      Enfiei a minha colher apenas para dizer: não desiste não! vai ser uma experiência fantástica para a sua filha viver com você. Mas continue guardando o zelo para não transformar isso numa disputa de egos na qual a filha será a mais prejudicada. Considerando a sua fala, vc tem agido da melhor maneira possível!

      Abraços
      ;)

  • Adriana R.

    Alex, parabéns!
    Achei que nunca leria, ouviria, enfim, a mais pura verdade vinda de um homem porque é isto mesmo que acontece. Exercer a paternidade pra muitos homens é reconhecer, pagar a pensão, passar um fds, isso quando mora perto, ligar de vez em quando, só pra dizer tudo isso aí que você escreveu. A grande parte dos homens fica mais a vontade pra falar dos filhos, quando estes chegam a faculdade. Quando não precisam mais fazer o que nunca fizeram mesmo, que é limpar, alimentar, medicar, educar, se “ENVOLVER” com o “PSEUDO FILHO”. Nesta fase, eles enchem a boca pra falar: meu filho está um homem, inteligente, estudando engenharia, medicina, ou sei lá o quê. Como se fossem corresponsáveis pela formação estruturada deste indivíduo.
    Espero que um dia a mulher possa se autofecundar, herdar a terra, e aí sim, o mundo vai melhorar, porque a educação, a formação de um indivíduo, será prerrogativa nossa. Esse negócio de dividir responsabilidade com quem não quer compromisso, no fim, mais atrapalha do que ajuda.
    Palavras de quem tem experiência no assunto.
    Adorei seu texto!
    abs

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      muito obrigado. :)

  • Dani

    O pai do meu filho é o melhor pai do Facebook.
    Na rede social ele possui um álbum com o título “Como é lindo ver a si mesmo no corpo de um jovem”. No álbum mais de 100 fotos de momentos lindos divididos entre pai e filho.
    Na vida real o pai mora há alguns bairros de distância, mas mal vê o próprio filho. Não liga nenhum dia, o vê a cada 15 dias, leva no parque, Mc Donalds e joga vídeogame. Se nega a me acompanhar no hospital quando ele está doente, não manda cheque nenhum no fim do mês. Ele é DJ, quando eramos casados era DJ e tinha outro trabalho de dia, hoje diz que não tem renda fixa, então não pode ajudar com muita coisa. Paga convênio médico e de vez em quando compra uma roupa e afirma que isso é “fazer mais que a obrigação”. Quando sai com o filho faz questão de tirar 75 milhões de fotos com o seu Iphone (comprado com o dinheiro que ele não tem para sustentar o filho) para publicar no Instagram e Facebook. Todo mundo curte, elogia e ele posa de pai do ano. Estou entrando com um processo de pensão alimentícia, segunda-feira é a data do primeiro pagamento que ele terá que fazer. Ele já disse que não irá fazer o depósito. E eu irei fazer a lei ser cumprida: caso ele não pague, ele irá preso. Ele fará um grande drama via Facebook, os fãs do DJ, o grande pai, ficarão comovidos com o coitadinho que foi injustamente preso pela mãe megera, aquela malvada rancorosa, que só quer o mal do ex-marido. Afinal, como ele mesmo diz: eu tenho um ótimo trabalho, sou bem de vida, acabei de ir pro Chile com o nosso filho, isso mostra que eu posso muito bem sustentar um filho sozinha. Eu preciso entender que o dinheiro dele é pra ele comprar Iphone, vídeogames, ir pra bares, restaurantes, comprar roupas, etc. E não, ele não é nenhum adolescente. Ele vai fazer 33 anos.Mandei esse texto pra ele e ele me chamou de INÚTIL.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu escrevi esse texto pq conheço dúzias de pais como esse. é mt triste. e as mulheres são sempre as megeras, as malvadas, as horríveis. enquantoe eles vivem como livres pós-adolescentes.

      e não, não tem como convencer, eu tentei. recomendo botar na justiça mesmo.

      muito obrigado pelo depoimento. forte mesmo.

      • Dani

        Eu é que agradeço pelo texto, Alex.
        Parabéns! É um assunto que ninguém tem coragem de abordar e que é tão comum hoje em dia.. todo mundo conhece quem vive esse tipo de situação…

        Demorei para entrar na justiça porque fiquei esperando partir dele uma mudança de atitude… mais de 1 ano se passou e nada. Não dá mais pra esperar.
        Ainda fico com receio de pedir a prisão pelo não pagamento da pensão, porém, eu sei que enquanto ele não entender que a falta de responsabilidade dele tem consequência (e dessa forma será a pior possível), ele continuará agindo como um adolescente. Então não tenho outra opção.

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        uma dica: não cabe a você salvar esse adulto ou fazer ele crescer ou fazer ele deixar de ser adolescente. você não tem esse poder, nem essa responsabilidade. sua tarefa é cuidar do seu filho. e a justiça, ainda bem, está aí pra te ajudar, se for preciso.

        a gente não pode salvar as pessoas: http://papodehomem.com.br/multipla-escolha/

      • Dani

        Alex, quando percebi e aceitei isso, eu me separei…
        Obrigada pelo link, adorei as opções de múltipla escolha!
        Mas não falei no sentido de salva-lo, mas de puni-lo mesmo. Sei que isso não irá gerar uma transformação… ele só agirá de forma diferente para evitar uma punição, no caso, a prisão..

      • Rose

        Se ele diz que não tem condições de pagar a pensão, você pode pedir para os pais dele.

      • Rose

        Se ele diz que não tem condições de pagar a pensão, você pode pedir para os pais dele.

      • dani

        O meu comentário foi deletado?

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        q eu saiba, nao.

    • Nélio Oliveira

      Você está certíssima, e eu sugiro juntar todas as evidências, inclusive printscreens do Facebook, quando for à audiência com o juiz. Converse com seu advogado e peça pra ele requisitar os extratos bancários e as últimas declarações do imposto de renda do pai.

      E se ele depois a difamar lá no Facebook, faça o mesmo: salve tudo. Se achar necessário, notifique-o judicialmente (isso não é “entrar com um processo” ainda) para que ele explique seus atos perante um juiz. Se ainda assim ele não se contiver (o que eu duvido muito, só se ele for muito otário), você poderá alegar difamação (ou às vezes injúria). E se o seu filho tiver contato com essas manifestações dele aí você terá fundamentos para uma ação com base na lei da alienação parental.

      • Dani

        Foi tirando printscreens do facebook, de flyers de festas que ele toca, a check-ins em restaurantes caros, que eu consegui uma decisão judicial de alimentos provisórios no valor de 1 salário mínimo.
        Na audiência do dia 20 levarei mais evidências que comprovem que ele é autônomo e não desempregado como alega ser.

        O que realmente não consigo compreender é que ele de fato se acha um bom pai, ele com sinceridade pensa que está fazendo tudo e até mais do que pode fazer. Quando recebeu a notificação judicial sentiu-se o mais injustiçado dos homens. Tenho certeza que ele não consegue nem mesmo identificar-se com a crítica apresentada nesse texto…Não sei se é caso de terapia ou se é só muita hipocrisia.

    • Clayton Neves

      Curti seu comentário mil vezes… eu crio o filho de um pai muito parecido com esse que você citou, playboy que não liga para o filho e só é pai de Facebook e final de semana.
      Graças a Deus o garoto está entrando no meu ritmo, e não precisa me chamar de pai para eu saber que a minha imagem é a imagem de pai que ele tem, e nem eu preciso chamá-lo de filho pra ele saber que é dessa maneira que eu o amo.
      Agora, passar por essa situação é foda, eu vejo o que minha esposa passa diariamente, com todos esses problemas de pagamento de pensão e outras coisas… ele posa de playboy, enquanto a gente cuida do garoto e ainda banca todas as despessas, é foda …

    • http://www.facebook.com/people/Tom-Silveira/100002014386915 Tom Silveira

      Bem se ele te chamou de inútil tenha certeza que estava falando de si nesse caso especificamente. Sua colocação sobre paternidade virtual feliz cria essa ilusão de presença e me irrita também. Vejo isso todo o tempo e é uma pena.

  • Danilo Rodrigues

    @Alex Castro. Sou pai separado e por tanto falo com propriedade. Lógico respeitando o fato que cada caso é um caso. O artigo apesar de bom e alertante até certo ponto, foi muito tendencioso. Minha filha hoje tem 10 meses, infelizmente sou pai de fim-de-semana, não por vontade mas por causa de uma legislação tão tendenciosa quanto sua visão, por motivos como estes, que as mães detém o poder de manusear suas crias de forma a punir seus ex’s, com a ausência de participação na criação de seus filhos. Só após um bom tempo, que grande parte das mães passam a encarrar seus ex’s como os pais de seus filhos e não como os fdps que as largou com um filho no colo, que por sinal merecem sofrer. Só que aí muitas vezes o estrago já foi feito e o dano demora muito a ser reparado.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      o artigo fala de casos bem específicos. pq você não escreve sobre os outros casos que acha que eu não abordei?

      • Adriana R.

        ai…adoro suas respostas!…to até achando que você é female rs

      • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

        hahahaha. mas eu sou mesmo muito mulherzinha, não percebeu pelos textos? sou uma lésbica presa num corpo masculino :)

      • Adriana R.

        delícia ler você! :)))))))

    • Luciana_Marques

      Oi Danilo, hoje estou metendo azeitona na empada de todo mundo. rsrsr. Desculpe-me antecipadamente! ;)

      Acho que a resposta do @alexcastrolll:disqus deve ser um estímulo a vc! Talvez vc não tenha a destreza textual do Alex, mas vc tem conhecimento de causa. Desse modo, faça uma descrição dos fatos, mostre a sua luta em querer ser mais que um pai de fds e (se eu estiver certa), provavelmente, o PdH conseguirá alguém para transformar suas informações práticas em um ótimo texto na perspectiva do homem que não desiste de ser pai presente.

      O próprio Alex deixou claro em vários comentários que adoraria ler sobre esse ponto de vista do pai que trava uma batalha pelos seus direitos… Acho que se cada leitor enviasse a parte prática de sua experiência o Alex juntaria tudo em outro texto fodástico como esse!

      Sei lá… parece-me bom crescer a discussão sobre paternidades aqui.

      Abraços e boa sorte na sua luta
      ;)

  • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

    escrevo um texto sobre homens que são maus pais e me aparece um bando de gente dizendo que eu deveria ter escrito sobre os “bons pais”.

    juro que não entendo a lógica desse comentário.

    devem ser os mesmos caras que, se eu escrevesse sobre homens que estupram mulheres, iriam comentar:

    “porra, e sobre os homens que nunca estupraram ninguém você não escreve, né? puta texto tendencioso!!”

    • André Martins

      Eu sugiro que as almas mais sensíveis leiam apenas até os 3 asteríscos, a primeira frase diz tudo que o texto tem a dizer, com a vantagem de não melindrar ninguém e responder ao recorrente “o que fazer?”.

  • Danilo Rodrigues

    Entendo que não se pode escrever sobre todas as possíveis vertentes, principalmente em casos como estes que as versões se multiplicariam, ainda mais observando que o intuito do seu texto é justamente instigar e para isso usa a parcialidade. Como deixei claro no comentário a cima, seu texto foi um importante alerta. Assim como gostaria de lhe alertar, se é que isso pode lhe ser útil, sobre como a legislação arcaíca, as mães, geralmente magoadas/enfurecidas pelo término de um sonho de casamento/vida de novela e seus advogados idiótas, somados a um pai/ser humano pouco estruturado, podem ser a fórmula para a existência cada vez mais comum destes tais pais de fim-de-semana. Estou tentando fugir, mas lhe digo sinceramente se não tivesse um popósito bem estabelecido, estaria caminhando para me tornar mais um.

    • Marcos Coelho

      ótima observação, Danilo.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      passei a vida inteira observando esses casos em dezenas e dezenas de famílias. vejo tanto mas tantos pais irresponsáveis e ausentes, vejo tantas e tantas mães largadas com toda a responsabilidade, que acho ótimo que a lei seja quase que automaticamente pró-mulher. não vejo nada de arcaico nas leis de família no brasil. pelo contrário, estão cada vez mais progressivas.

      • Danilo Rodrigues

        Você chegou no ponto exato Alex. Você viu isso a vida toda, se nada for feito de diferente, o que irá mudar? Toda uma sociedade está em processo de evolução, se estou vendo de maneira correta é justamente este o ponto de partida do Papo de Homem, evoluir. Tudo tem evoluido, inclusive as leis de família, um exemplo é a guarda compartilhada, que infelizmente em algumas regiões não é utilizada. ‘Hoje’ por melhor pai que você queira ser, a ‘nossa ótima lei’ caso a mãe não queira facilitar o acesso ao filho, reza que você tem direito de vê-la de 15 em 15 dias. E aí, será que alguns destes pais e mães não estavam apenas cumprindo seus papéis na sociedade ou nos códigos que a regem? Espero não estar sendo cheto defendendo um ponto de vista e sim contribuindo para o debate.

  • Patty

    Ótimo texto, Alex… é exatamente assim que nós, “pães” (mãe+pai) sentimos e pensamos…

  • Renata Silver

    Quer uma boa medida do quanto é fácil ser pai separado?

    Pesquise aí: quanto tempo, em média, um homem com filhos leva para arrumar uma namorada depois da separação? Se não arruma namorada fixa, com quantas mulheres ele sai por ano, em média? E quantas vezes por semana ele vai a bares, cinema, boate, teatro e outros locais de lazer/balada? O que ele faz nas férias e feriadões?

    Agora, verifique os mesmos números para a mulher separada com filhos.

    Ah, e tem outra: mesmo quando pagam pensão para os filhos, os homens melhoram seu padrão de vida com a separação. Porque, casados, uma grande parte do salário vai para o sustento da família, e nem sempre os gastos são os que eles gostariam de fazer, mas os que são necessários. Quando se separam, a parcela que vai para a pensão é menor que o gasto que tinham antes com a manutenção da criança e da casa. Pode notar: moram em bairro melhor, trocam de carro, consomem mais — milhões de gadgets eletrônicos — e têm mais grana para viagens, lazer e baladas. Enquanto isso, as mulheres ficam com todos os extras: o remédio, o kimono do judô, a roupa do balé, o passeio da escola. Conheço um pai que fez um escândalo quando a filha pediu R$ 40 (não exatamente uma fortuna) pra um passeio da escola que a mãe não podia pagar — por estar lidando com dívidas causadas… tcharam… pelos vários e recorrentes atrasos de pensão no ano anterior.

    Não que todo pai separado seja um canalha. Conheço um que rala horrores pra conseguir conviver mais com a filha, mas a ex-mulher não flexibiliza nada. A menina estuda numa escola pública, onde o pai trabalha. Quando os funcionários da instituição fizeram greve, ficaram ela sem ir à aula, ele sem trabalhar. Ele se ofereceu pra ficar com a filha durante o dia, neste período. A mãe não deixou e passou a levar a criança para o trabalho com ela – ótimo, não? Mas, mesmo com toda a dedicação, ele namora, sai, passeia, viaja muito mais que a ex-mulher. Ele já pediu a guarda compartilhada mas, apesar de ser um cara super estável e até caretão, o juiz não concedeu. Esse é o justo pagando pelos canalhas.

    Agora, de morte mesmo é quando o cara sequer assume o filho. O pai biológico do meu, quando foi confirmada a gravidez, me soltou duas pérolas de merda: que não queria nada daquilo, porque ele não estava a fim de responsabilidade, mas de romance. E que sua única responsabilidade na minha gravidez foi ter ficado de pau duro. Sim, estas foram as palavras. E deu no pé. Eu que banque tudo. Simples assim. Ah, e já tinha feito quase o mesmo com a ex-mulher, saindo de casa e não pagando pensão, porque “ela ganha bem, não precisa”. Quando a ex pediu $$ pra pagar uma vacina, ele reclamou, como se ela não tivesse direito de pedir, nem ele, obrigação de pagar. Digamos que, com meu filho, ele tenha feito um upgrade na canalhice.

    Que tal?

  • Fernando

    Me divorciei a três meses e meu filho tem 3 anos,tenho tanto mas tanto medo de me tornar um desses.Ler esse texto doeu demais

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      :)

  • Israel

    Eu me encaixo na lista pai de final-de-semana. Vejo meu filho em média uma vez por mês, pego as fotos bonitas e coloco no Facebook e ligo de vez enquando para escutar sua voz. Ele nasceu por conta de um sexo irresponsável e recebe todo mês um depósito para seus custos.

    Esse texto toca no meu nervo e isso indica que foi bem escrito. Citarei, até de certo modo simplório meu exemplo que servirá também como um desabafo

    Meu filho nasceu de um relacionamento curto, apenas uma semana de relacionamento com a mãe. Ela mora a 6 horas de distância de minha casa, ela com seu trabalho e eu com o meu. Relacionamento cortado, um mês depois recebo uma pesada ligação de que serei pai, eu gosto da mãe porém já me apaixonei algumas vezes e sei que não sou apaixonado por ela e infelizmente nossas conversas tem pouca fluencia. No momento, temos uma relação aberta, ficamos juntos quando estamos perto e separados quando estamos longe. Realmente está confortável para mim e ela carrega um peso incalculavelmente maior que o meu mas apesar disso, temos uma boa relação, sem brigas e algumas DRs para direcionar os próximos passos.

    As perguntas surgem aos montes, algumas delas são; namorar para ficar mais perto? E se terminar, não é pior? Ver brigas é melhor ou pior do que não ver nada? Estou sendo um bom pai? Sou melhor do que um pai que não participa nada? E pior do que eu que participa sempre? Talvez eu seja um idiota sem escrupulos? Talvez eu não seja tão mal assim? Talvez eu esteja apenas perdido? Talvez eu esteja fazendo apenas o que é melhor para mim?

    Ou seja, algumas perguntas parecem idiotas, e talvez sejam, mas elas aparecem e embaralham o que já está bagunçado. Sei que minhas atitudes estão longe de serem as ideais e tenho certeza que ainda posso fazer alguma coisa. Resta a pergunta -o que posso fazer para melhorar?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      oi israel, mt obrigado por seu depoimento. o objetivo do post é mesmo levantar essas perguntas.

  • Nina

    Excelente !!!! Eu padeço deste “mal”. O pai dos meus filhos… nem skipe, nem ligação diária de 2 minutos, nunca ficou umas férias com eles na vida, detalhe mora em frente aos filhos, e todo mês atrasa e muito o chequinho ! Quem foi inventou a história de que ser mãe é padecer no paraíso? Mas Deus é fiel a quem nunca abandonou por nada seus filhos. Hoje tenho a recompensa de ter 2 filhos totalmente devotados a mim e somos um trio inseparável, unidos e felizes. Para ser sincera, foi sofrido , foi dolorido, mas como poetizou Cazuza eu canto “Obrigada por ter se mandado ,por ter me condenado a tanta felicidade “!!!!!!

  • http://www.facebook.com/rodrigo.kobeh Rodrigo Costa

    O problema do q eu li nesses comentários e do próprio texto é todo mundo gosta de generalizar. Cada um acha q sabe tudo baseado em meia dúzia de casos q viu (as vezes nem isso).

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      todo mundo generalizou!

  • AlexandreS

    Ótimo texto Alex. Partilho dessa mesma insatisfação com esses “pais”.
    Sou pai recente. Minha filha vai fazer 9 meses dia 7 (sexta agora) e confesso que gostaria de ser pai bem antes (21 anos mais ou menos). Hoje 31.
    Aquele velho ditado clichê: Mãe só tem uma!
    É a mais pura verdade. Pai, qualquer filho da puta pode ser. Basta estourar a camisinha e achar que cumpriu a missão dada ao homem. Fazer um filho.
    Com apenas 9 meses de vida, Sofia, minha filha, me fez e faz ver o mundo diferente a cada sorriso banguela (agora com 2 dentinhos nascendo) que me recebe quando chego do trabalho apavorado e louco pra chegar em casa pra poder aparecer e ver aquela carinha de felicidade por me ver e fazer a maior festa comigo.
    Ou a cada toque que me dá no rosto, cada vez que acordo na madruga e ela tá em cima de mim fazendo: tá tá tá e pulando.
    Na verdade já comecei a ver tudo diferente desde de a primeira ultra onde ouvi seu coraçãozinho batendo pela primeira vez.
    Meu conceito de paternidade é presença, educação, conversa, aprendizado/ensinamento, amor, dar uma palmada, lamber a cria, estar ali quando o primeiro tombo acontecer, quando a primeira nota ruim chegar e vc sentar pra estudar junto. É pescar nos finais de semana, brincar no parque, na rua ou em casa mesmo. É rolar no chão, ficar todo sujo e ter que trocar a roupa que acabou de colocar e ver a mãe furiosa e alegre ao mesmo tempo. É nunca mais ter uma noite de sono decente. É correr atrás dela pra impedir o dedinho numa tomada, é nunca mais conseguir jogar um video game em paz, é jogar video game junto. Será consolar o término do primeiro amor, espantar a mulecada cheia de más intensões e por aí vai…
    Caras, ser pai, foi e é uma das melhores coisas que tive na minha vida!
    Tudo isso pode ter as bases abaladas a qualquer momento? Sim. Claro que pode. Mas tô falando da dádiva de ser pai e tudo de bom que existe nisso. Esse papo cabaneiro fica pra outra hora.
    Fico pasmo de ver como existem caras que simplesmente não ligam. Se contentar com fim de semana ou 2x por ano. Pra mim não existe dinheiro na face da terra que me faça pensar em deixar de viver tudo isso com minha filha.
    Respeito a opinião de quem acha que uma ligação, um skype ou qq coisa parecida, pode simplesmente excluir a ausência de uma vida inteira mas não sou obrigado a gostar.
    Em resumo, eu dou a minha vida e abro mão de qq coisa pela felicidade da minha pequena. Abro mão até da minha própria felicidade pra fazê-la feliz!
    A amo tanto que chega doer rsrs (no sentido poético).

  • http://www.facebook.com/people/Isa-Belli/1584206490 Isa Belli

    Alex , vc sempre me deixa babando. De que planeta vc veio? Há outros iguais a você?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      sei.

  • Metedor

    Vá reclamar com as feministas que acham que pai não é importante em um lar!!!!

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      não conheço nenhuma. vc pode dar link de algum feminista falando isso?

  • Alice C.

    Alex, não acho que isso seja exclusividade de pais separados. Vou te contar o caso de um conhecido: A história é parecida com essa dos seus amigos: Teve a primeira filha bem cedo e o relacionamento com a mãe dela não durou muito depois disso. Não passava cheques nem tinha data controlada por juíz para vê-la, mas gastava com ela muito mais que uma pensão e a via com muito mais frequência de quem é obrigado. Enfim, achava que isso não era mais que sua obrigação. No mais viveu sua vida normalmente. Namorava e era um workaholic assumido. Por causa disso sua namorada de anos terminou com ele. Triste, encontrou consolo nos braços de sua ex e mãe de sua filha. Depois de alguns meses descobriu que aquele consolo gerou frutos: Ela estava grávida novamente. Ficou cheio de culpa por não ter estado perto quando sua filha cresceu e resolveu que com o outro filho seria diferente. Resolveu reatar e casou como manda o figurino. Mas as coisas não mudaram muito, com excessão de morarem na mesma casa: ele continua workholic e raramente chega cedo. Quando não tem trabalho sai com amigos para beber e não costuma dar satisfação sobre onde vai sozinho. Provavelmente não está em casa quando o filho reluta em comer alface ou não quer interromper a brincadeira para tomar banho. Sua figura surge quando a mãe, impaciente, diz para o filho que é melhor ligar para o pai e perguntar. Mas é um ótimo pai… Nos finais de semana banca os passeios e mimos da família.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      nao acho que seja exclusividade de pais separados, tanto q nunca falei isso. :)

      • Alice C.

        ;-)

  • Samuel

    Ok senhores, não li todos os comentários e acabei de ler este post. Sou pai de um filho de 3 anos que mora em outra cidade, próxima a minha. A cada 15 dias passo o fim de semana com meu filho. Pago pensão e tal… Não sei se sou exceção á regra mas daria tudo pra ter a guarda do meu filho e enfrentar os dilemas diários da criação. Convivi apenas 1 ano com ele até me separar de sua mãe e foi um período mágico como pai. Hoje penso em tentar a guarda compartilhada, após conversar com um advogado entendi que dificilmente conseguiria por morarmos em cidades diferentes. Respeito as opiniões que li mas, acreditem, existem muitos pais que gostariam d ter a guarda, cuidar, dar banho, comida, levar pra escola e em 1 fim de semana a cada 15 dias deixar o filho com a mãe. Sou um desses e vou sempre lutar pra conquistar meu filho imaginando que o mais breve possível ele vai querer ficar comigo.

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      valeu pelo seu depoimento, cara. os bons pais sabem ler o texto sem se ofender e sem achar que é com eles. :)

  • http://www.facebook.com/polyana.galligani Polyana Galligani

    Excelente texto Alex. Parabéns.

  • Jana

    Perfeito. Nunca pensei que fosse ver tudo o que penso condensado num texto tão enxuto! Caramba!

  • Analu

    Infelizmente, sou mãe de fim de semana. Engravidei com 15 anos e hoje, aos 20, meu filho mora com o pai em SP. Eu não queria que as coisas fossem assim, mas foi a única alternativa que nós (eu e o pai dele) encontramos para que eu pudesse estudar. Hoje faço faculdade de medicina aqui na minha cidade e se eu nunca trouxe meu filho para morar comigo foi por não ter tempo para cuidar dele como ele merece. Não pago pensão porque acho pouco: dividimos TODAS as despesas dele de forma igualitária. Sei que todo o cuidado que o pai tem com ele, não há dinheiro que pague. Espero sinceramente que essa situação seja temporária (e será!!!) pois no futuro, quando eu não depender mais dos meus pais eu quero ele comigo. Ligo todos os dias, sempre que posso dou um pulinho em São Paulo para vê-lo, mas sei que está longe do ideal. Mas sei também que poderei dar uma boa vida para ele no futuro, me esforço todos os dias para que isso aconteça.

  • Claudio

    Eu estou vivendo isso, serei um pai separado, não vou conviver com meu filho nem passar pelos momentos chamados “mágicos” por muitas pessoas. O que poderei fazer é dar mais que o máximo de atenção e amor durante os dias que estiver com ele ou falando com ele (dentro do que for permitido por lei e pela mãe dele).

    Acredito que serei “menos pai” perto dos exemplos que eu vi em minha vida. Sou completamente lúcido em relação a isso. E sim, torço para que minha ex-mulher consiga alguém que a faça feliz como ela merece. E se meu filho chamar essa pessoa de pai, eu ficarei feliz por saber do carinho que ele está recebendo, afinal foram minhas decisões que geraram esse quadro.

  • disqus_xqG19RD52Q

    Ser pai é foda, ser um pai atencioso, presente e paciente, é mais foda ainda, e cada vez mais raro nos dias de hoje, numa relação de pai e mãe tem que haver complacência sempre, de ambas partes e empenhadas para um único ser: “o filho”. O efeito da causa, foi o filho, mas o motivo antecessor à causa, foi o amor, então não abandonem a mulher que em algum momento você amou, fecundou, e uma parte de você carregou por meses, na mesa do parto ou cuidando sozinha do bebe, não é apenas o momento mais delicado os meses e anos iniciais, mas os mais importantes da criação e os que mais tomam tempo de nossas vidas. Então sejam HOMENS, e não abandonem o gozo reprodutor de vocês.

    • Vagner Silva

      Copiou e colou meu post, que bacana de sua parte.

      • Vagner Silva

        Propague o que é bom e bem feito, mas tente ser original de vez enquando, e não apenas mais uma copia, da copia, da copia.

  • Vagner Silva

    Ser pai é foda, ser um pai atencioso, presente e paciente, é mais foda ainda, e cada vez mais raro nos dias de hoje, numa relação de pai e mãe tem que haver complacência sempre, de ambas partes e empenhadas para um único ser: “o filho”. O efeito da causa, foi o filho, mas o motivo antecessor à causa, foi o amor, então não abandonem a mulher que em algum momento você amou, fecundou, e uma parte de você carregou por meses, na mesa do parto ou cuidando sozinha do bebe, não é apenas o momento mais delicado os meses e anos iniciais, mas os mais importantes da criação e os que mais tomam tempo de nossas vidas. Então sejam HOMENS, e não abandonem o gozo reprodutor de vocês.

  • DiogodeSa

    Olá a todos e ao nosso autor, gostei do texto, que me fez ter algumas reflexões sobre o caso!
    Primeira: Alex você é um filho de pai de final de semana? rsrs
    Brincadeiras a parte, estou vivendo um divórcio agora, muito conturbado, onde as duas partes estão perdendo muito com as brigas, mas muito pior que isso, quem está perdendo muito com todo esse transtorno são meus dois filhos: uma garotinha linda de 5 anos e um bebê muito amável, um menino de 1 ano e 4 meses, infelizmente as discussões com a mãe tem sido inevitáveis por mais que eu tente não tê-las, estamos os dois magoados. E onde quero chegar com isso?
    Bom… me dói muito em ter que ficar longe dos dois mesmo morando na mesma cidade, não tê-los no dia-a-dia, como era antes. Por mais que eu os veja com frequência, não é a mesma coisa de estar na mesma casa e vê-los acordar, brincar, brigar um com o outro, ficar sem fazer nada com os dois ao lado… essas coisas cotidianas que via de regra passam despercebidas quando se tem uma vida normal em família e por causa dessa mágoa toda entre a mãe deles e eu, tenho a saída de ir morar em outra cidade que fica a 3 horas da atual.
    Tenho as visitas reguladas judicialmente, que são finais de semana alternados, mas mesmo assim os vejo quando eles querem e quando posso durante a semana, se fosse embora daqui, as coisas ficariam mais fáceis pra mim, sem eu e a mãe dos meus pequenos nos ver com frequência sei que essas mágoas e raivas mútuas passariam com o tempo, mas eu passaria a ser um pai ausente mesmo sem querer isso.
    Na verdade querendo ou não com o divórcio o pai passa a ser ausente, não tem como ser constante na vida dos filhos, já que não compartilha mais do mesmo teto, digo isso pois é quase unânime que os filhos fiquem com as mães, eu particularmente acredito ser o papel das mães mais benéfico em relação ao do pai e que é melhor que fiquem com elas.
    Tenho muito medo de ser um pai de final de semana, não era isso que queria pra eles, mas esses dias conversando com um tio meu e comentando sobre esse medo, de não ser reconhecido como um verdadeiro pai, ele me disse que era melhor eu estar um pouco mais ausente agora nessa fase que estão, ou seja, uma fase que ainda não entendem tudo plenamente e poder me reestruturar para que num determinado momento em que eles precisem de mim eu possa poder dar o carinho necessário e o lado material que irão precisar adiante. Aí veio a confusão!
    O que é melhor? Confesso que não sei.
    Quis tanto eles e agora não estou mais presente em suas vidas de forma efetiva devido às circunstâncias do divórcio, isso me aflige!

    • sharon

      Não, Diogo! Não fique mais ausente não!!! Continue encontrando seus filhos sempre que possível! A sua ex ainda não percebeu, mas isso é bom pra ela também… A sua filha de 5 anos já compreende muita coisa e pode se sentir rejeitada… e o pequeninho só vai ser “seu filho” se você estiver perto dele!

  • http://www.facebook.com/people/Tom-Silveira/100002014386915 Tom Silveira

    Belo texto do Alex Castro mas na minha opinião de “pai ausente” ficou um tanto genérico, raso, parcial e afunilado como expresso por muitos e pessoalmente também acho. Essa é uma crítica construtiva diga-se de passagem, sem intuito de ferir, magoar, fazer chacota, derrubar argumentos ou algo parecido. Li a maioria dos comentários e observo que a generalizações, bitolamentos diversos por parte de mundos subjetivos e a falta de um olhar de fora do tabuleiro pode destruir completamente um tema tão rico como esse.

    É importante repensar o que é ser um pai ausente ou a palavra ausente. Vejo pais que convivem com os seus filhos 24hs por dia e ainda sim são ausentes, relapsos, nada protetores, sem capacidade de direcionar, instruir, são ignorantes (brutos), molengas, desatentos perante as necessidades de uma criança e nada participativos seja financeiramente ou emocionalmente, e o que se aplica ao pai se aplica à mãe. Relacionamentos não tem regras e tudo pode acontecer para culminar em divórcio. Ser pai ou mãe solteiro(a) que manda um cheque (quando podem) e alguns DDDs durante o mês tem diversas nuances, n configurações e cada uma com seus agravantes e atenuantes (o pai virtual perfeito) por exemplo. Será que ao ver um cara solteiro postando fotos de seus momentos em redes sociais ao termino deste texto não lhe faça adotar um ponto de vista onde o cara é um sacana sem saber de todos os detalhes da situação e no final descobrir que foi um caso de inseminação artificial onde o cara descobriu ou a mãe já casada contou pro paizão surpresa que ele tem um filhote saco roxo?! Prefiro acreditar que o texto do Alex foi uma opnião pessoal.

    Sou pai solteiro de uma linda garota de 03 anos que mora em outra cidade e tem um padrastro e mãe que cuidam muito bem dela, mando alguns trocados para ela e alguns DDDs, posto algumas fotos de momentos felizes e a amo com toda intensidade da minha alma e coração. Nesse momento é o que posso fazer e existem n coisas acontecendo nessa minha trajetória de pai que não cabe no texto. Como homens, como podemos melhorar esse aspecto de nossa presença, seja ela no mesmo ambiente ou fora dele é a questão principal aqui ao meu ver e não disputas de quem derruba o argumento de quem, ou para alimentar o cliche da guerra dos sexos, ainda que tudo que tenho lido seja vindo do texto e comentários sejam igualmente fantásticos para criação de uma visão mais aberta.

    Abração a todos :D

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      hmm… claro que meu texto foi uma opinião pessoal… o que mais seria?

      • http://www.facebook.com/people/Tom-Silveira/100002014386915 Tom Silveira

        Então tá tudo certo. ;D vamos seguindo.

  • http://twitter.com/Guilherme_Atha Guilherme Athayde

    1º – tem q ser muito IMBECIL pra achar que é fácil para um pai viver longe do filho. 2º sou pai solteiro e atualmente meu filho vive comigo. filhos não dão TRABALHO, dar banho, comida, fazer dormir, trocar fralda, isso tudo é viver com seu filho, é um prazer, é aprender e ensinar.

  • Savage

    Eu sou novo – 23 anos, tenho um filho de três anos, e me considero um caso raro de pai. O tive logo um ano após passar na universidade. Enquanto eu vivia com a mãe dele, ela ficava uma semana na minha casa e outra na casa da mãe dela. Quando estava na casa da mãe dela, eu sempre fazia um esforço bruto para ir a casa dela. Estagiava pela manhã e ia correndo, no calor e com fome para poder ficar uns minutos com o meu pimpolho, para poder, a noite ir a universidade. Depois de nos separarmos, a mãe começou a jogar todas as responsabilidades para mim e, num ato de egoísmo, começou a fazer um curso que nem gostava só para jogar todas as tarefas “do cuidar” para mim, que estava a fazer uma difícil monografia. Terminei a faculdade e estudo para concurso. Ele fica comigo durante a semana e o fim de semana com a mãe. Acordo as 7 para vesti-lo, dar comida e levá-lo a escola. Volto para casa e passo a manhã estudando – com sono – para concurso. Perto de meio-dia vou buscá-lo na escola. Chego em casa, dou banho, dou almoço, coloco para dormir, me alimento e tiro um cochilo enquanto ele dorme. Quando acorda a tarde, é correria o tempo todo e eu tenho que ficar no seu pé, pois ele escala até a geladeira, que tem lá seus dois metros de altura. A noite, ele fica com a minha mãe enquanto eu vou para a capoeira ou vou corrrer. Chego em casa e preparo-o para dormir, após banhar e jantar. Eu, pelas experiências adquiridas pelos diálogos com amigas-mães-solteiras e de diversas outras maneiras, noto que sou uma exceção. No entanto, mesmo com todo o cansaço e o certo “abandono” da mãe, me sinto privilegiado por poder cuidar do meu filho e o vejo como estímulo para todas as minhas conquistas.

  • Luiza

    Acho que o pior é quando isso acontece e o pai mora na mesma casa, mas quando são separados as vezes não é culpa do pai não ser presente, Meu pai por exemplo, se casou e teve meu irmão, depois se divorciou e um tempo depois a ex mulher se mudou para são paulo com o filho. Você acha que daria para criança passar metade da semana no Rio e metade em São Paulo para os dois dividirem as responsabilidades ? Acho que não né? Meu pai continuou sustentando o filho pagando todas as despesas dele, e de 15 em 15 dias ou 1x por mês pagava a passagem de avião pro meu irmão vir pro Rio… E conheço muito outros pais que tem essa situação e prefeririam poder conviver mais com o filho, e simplesmente não podem. É muito fácil falar que eles deveriam passar mais tempo com os filhos quando a mãe é que geralmente tem a guarda do filho, e se os filhos mais velhos decidem morar com o pai e mãe nunca gosta. Outra coisa que eu acho muito estranha em relação a pensão é as pessoas acharem que o pai tem que pagar todas as despesas do filho mais as despesas da ex mulher, acho que a obrigação é apenas dividir as despesas do filho…

    • LuizZamboni

      Na verdade, atualmente os juizes não estão dando mais pensão para ex-esposa a não ser que se comprove que na relação ela teve que se ausentar do trabalho etc etc.
      Estavam comentando lá no trabalho um caso que a mulher conhecida pediu pensão na justiça e o juiz recusou alegando que ela era muito nova e podia muito bem trabalhar, não haviam crianças nesse caso.

  • Luiz neves

    Depois de meses dando somente uma trepada em uma garota sem preocupar em ligar quando chegar em casa ou no que iria fazer depois de fechar o ziper da causa, dei uma mancada que hoje tem 1 ano e 1/2. Pago rigorosamente em dia a pensão sem ter que escutar falar em tribunal, juiz ou sobre o raio que partiu. Trabalho 6 dias por semana e pego minha gatinha a cada 15 dias e para isso me desdobro em 10. Independentemente de ser o fds de pegar ela ou não, eu ia até a casa dela (24km de distância), 3x por semana. Hoje a vejo 1 vez por semana, pois a “delicia” da mãe, vive pegando no meu pé. Saiu do emprego, se diz infeliz e não para com nenhum namorado. A tia da minha filha me dá a maior moral e a avó da minha filha dá um apoio, mas como ela mesmo já me falou: “você é um pai maravilhoso, mas você sabe, eu tenho é que proteger o interesse da minha filha, mesmo sabendo que está errada”. Aí pergunto a todos, me distanciei muito da minha filha por causa da “supermãe” e agora????? Dou um tiro na minha cabeça, pois a outra não é feliz?

  • Luiz neves

    Depois de meses dando somente uma trepada em uma garota sem preocupar em ligar quando chegar em casa ou no que iria fazer depois de fechar o ziper da causa, dei uma mancada que hoje tem 1 ano e 1/2. Pago rigorosamente em dia a pensão sem ter que escutar falar em tribunal, juiz ou sobre o raio que partiu. Trabalho 6 dias por semana e pego minha gatinha a cada 15 dias e para isso me desdobro em 10. Independentemente de ser o fds de pegar ela ou não, eu ia até a casa dela (24km de distância), 3x por semana. Hoje a vejo 1 vez por semana, pois a “delicia” da mãe, vive pegando no meu pé. Saiu do emprego, se diz infeliz e não para com nenhum namorado. A tia da minha filha me dá a maior moral e a avó da minha filha dá um apoio, mas como ela mesmo já me falou: “você é um pai maravilhoso, mas você sabe, eu tenho é que proteger o interesse da minha filha, mesmo sabendo que está errada”. Aí pergunto a todos, me distanciei muito da minha filha por causa da “supermãe” e agora????? Dou um tiro na minha cabeça, pois a outra não é feliz?

  • Pingback: “Mãe solteira”, um bicho que morde

  • giovani iemini

    parabéns, fez uma das análises mais estúpidas que tive o desprazer de ler.
    tão raso quanto uma piscina de criança.
    será que os tais pais ESCOLHERAM o que aconteceu?
    que bobão!

  • http://twitter.com/teresasilvaRJ Teresa Silva

    Essa questão da paternidade fácil me lembrou outro tipo de pai: o que sonha com um filho lindo e perfeito, pra fazer álbum no Facebook e mostrar pra todo mundo a sua bela cria. Mas quando nasce uma criança feia e doente se separa da mãe, foge da cidade e esconde de todo mundo que tem um filho. (Logo vai aparecer alguém dizendo “Ei, eu tenho um filho com síndrome de Down e não o rejeito! Você não sabe do que tá falando!”)

  • Glaucio Merlin

    Li o seu artigo e creio que em parte, tem razão. Porém deixe-me dizer uma coisa:
    Tenho dois Filhos, que lutei e luto sempre em prol deles. Mesmo não estando com eles todos os dias, os pego quinzenalmente quando passam comigo o fim de semana. Entretanto, jamais cogitei o fato de não estar perto deles, tendo inclusive já recusando proposta pra fora do país, mesmo que a cada duas semanas, conforme a justiça definiu. Minha proposta foi exatamente de ter todo acesso a eles. A mãe não aceitou. Tive de ficar com o mínimo, para que pudesse estar com eles. Sou filho de uma mãe que se separou quando eu tinha doze anos. Minha atual mulher, tem uma filha de seis, que sempre “”bancou”. Reconheço que há mães que se desdobram para dar o melhor aos seus filhos. A mãe dos meus não é um caso.
    Mesmo não sendo o cara que está ao lado deles todo dia, procuro estar perto ao máximo: indo à escola do mais velho pelo menos duas vezes por semana, antes de ele entrar ou sair. Quanto ao menor, não posso fazê-lo, pois vive com a mãe e não temos relacionamento algum.
    Há os pais que foram citados no artigo acima. Todavia, há pais que, mesmo longe, procuram reforçar seus laços com seus rebentos, mesmo que não seja isso diariamente. Estes não podem cair no lugar-comum aos que se referiu no artigo. Um abraço!

  • Sephiroth

    Apenas ajudando a ilustrar o assunto de “chamar o padrasto de pai”, tenho dou enteados e o menino (mais velho) não gosta de me chamar de pai, pois é mais apegado ao pai natural. A menina (mais nova) é apegada a mim e gosta de sentir que tem dois pais. Agora com a chegada do meu filho (bebê), eu e minha esposa acreditamos que minha figura paterna ficará ainda mais forte para eles.

    É claro que “chamar de pai” é só um sintoma de um sentimento maior, que é reconhecer num homem tudo (ou boa parte) de tudo que compõe uma figura paterna.

    No meu caso, a relação com as crianças já tem 5 anos e o vínculo construído já é bem forte. Eles passam mais tempo comigo do que com o pai, então a palavra usada para descrever essa relação não tem tanta importância.

  • http://www.facebook.com/isadora.franco.58 Isadora Franco

    É, tem vários cmentários sobre homens separados que agem assim, mas quantos eu já não vi, casados sob o mesmo teto dos filhos, que tem essa mesma postura, de pai que não dá atenção?

  • http://www.facebook.com/claudio.pedrosa.7 Cláudio Pedrosa

    Belíssimo texto. Botou o dedo na ferida, ou, melhor dizendo: pôs a fralda suja no copo de cerveja!

  • Denis Afonso

    Ainda tem mães e pais que não apoiam guarda compartilhada… :( ou pior o avós se entrometem,…afastando um dos genitores, e com o passar do tempo, com as rotinas do dia dia, acaba desfalecendo o afeto…

  • http://www.facebook.com/jack.zanon Jack Zanon

    Li o texto como se estivesse lendo a história da minha vida. Só que eu sou a criança, e nunca tive coragem pra “corrigir” meu pai.
    O fato é que nunca consegui amá-lo de verdade. E pela minha mãe, daria minha própria vida. Escrevo com muita tristeza, mas o amor que eu recebi é o amor que fui capaz de dar de volta…

  • Kleber de Oliveira

    Muito bom.

  • http://www.facebook.com/nathalia.geiger Nathalia Geiger

    Foi tudo muito bem dito… E ainda somos obrigadas a sermos agradecidas por eles darem esta “fortuna” todo mês, temos que ouvir deles e da familia deles coisas que não merecemos e nunca ouvimos um “obrigado, pelo filho lindo que você ficou 9 meses gerando enquanto eu me embebedava e comia muita mulher em balada”!
    E por mais triste que seja tudo isso, quem sai perdendo são eles, que não estão perto para dividir todos os bons momentos que passamos com esses pequenos.

  • http://www.facebook.com/adriana.fayadcampos Adriana Fayad Campos

    Bem na ferida Alex, acertou na mosca! Pais que mais parecem tios… cuja presença é que nem chuva no sertão, rara e de pouca duração. Assim realmente fica fácil. Pra mim isso não é ser pai, é apadrinhar uma criança. Não tem aquele projeto mundial mude uma vida?
    http://www.mudeumavida.org.br/index.asp?sourcecode=CS112W06
    Pois é, lá vc pode escolher uma criança pra enviar uma verba mínima pra ela, acompanha relatórios mensais de como seu dinheiro foi aplicado e sobre o bem-estar da mesma, com direito até a uma cartinha de vez em qdo.
    Pai é quem cuida com amor, comparece na vida do filho pra valer. Criança não reconhece laço biológico, reconhece carinho de fato.
    Pior nem é o cara se furtar ao papel de pai mesmo, no dia-a-dia ou não pagar pensão… pior é o cara se dar ao direito de criticar a ex qdo algo dá errado com a criança (esquece de fazer uma tarefa, por exemplo ou sai mal numa prova). Ela é quem fica com a responsabilidade e a canseira toda (que, paradoxalmente tbém é a melhor parte!, pois te faz conhecer como ninguém o ser humano que vc tá deixando pro mundo), cuida de tudo sozinha, coisas que antes eram função de dois, agora são só dela, e qdo ela falha em algo – o que é de esperar, pois não somos mulheres-maravilha – critica e dá uma de bom pai às suas custas…..
    É como se vc bagunçasse um quarto de cima a baixo, deixasse outra pessoa arrumando tudo sozinha e depois viesse dar uma olhada e reclamasse de como foi feita a arrumação….. francamente….

  • http://twitter.com/dazedingalway Dazed in Galway

    Oi. Vi este post no Facebook. No geral homem é assim mesmo. O que difere é que alguns fazem mais e outros menos. Em outras palavras: os homens se acham [bom em algo e adoram espalhar isso por todos os cantos]. Por isso não se deve dar muita corda. Em todo caso, fico feliz em saber que há homens que de fato sabem o que é ser pai. Gostei do seu dedo na ferida. Felizmente toda regra tem exceção.

  • Andréa

    Cada história tem suas nuances, algumas (ainda bem!) fogem da regra exposta acima, mas a grosso modo é isso mesmo! Tenho minha história também: o amor acabou, pedi o divórcio e o pai optou por se divorciar do filho também. Nem tele-pai ele foi ou é, no máximo um monossilábico pai de MSN. Quanto à pensão, nunca briguei por isso, portanto, o “chequinho” que chega não paga 50% da mensalidade escolar, imagine o resto!

    A madrasta do meu filho está tão preocupada em me criticar, que não sobra tempo para entender que meu filho é também parte da família dela. Já meu atual marido, que optou por não ter filhos, é um grande amigo e a referência masculina que meu filho não teve. Não, meu filho não o chama de pai, acho que essa lacuna formal sempre existirá, mas a amizade, o carinho, o respeito e o cuidado que há entre eles supera essa mania que temos de rotular pessoas.

    Passei apertos financeiros na época do divórcio, especialmente por não brigar pela pensão e arcar com as despesas praticamente sozinha. Mas hoje sou muito bem sucedida e a pensão do meu filho virou a mesada mensal dele. Por isso Amaury, eu espero que um dia você tenha a alegria de encontrar mulheres que se preocupem com mais que apenas pensão. Tente mudar de ares, porque essas mulheres existem aos montes, mas curiosamente estão bem distantes de você.

  • Bibi

    Muito bom o texto, Alex!!!!
    Falando apenas das pessoas do texto ou não!
    Temos a clara consciência que vc não falou de todos… Isso é impossível…. Mas, vamos admitir, galera, conhecemos mais histórias parecidas com a do texto do Alex do que ao contrário! Até porque ao contrário é mais do que obrigação, uai!!!!
    E, concordo com quem falou que quando o pai diz que “ajuda” já mostra problema…. Ele não tem que ajudar TEM que fazer junto! E esse JUNTO tem que existir mesmo que separado! O texto é EXCELENTE!!!! E, eu me vejo nele claramenteeeee… E no meu caso… sem “chequinho” no dia 5….!!!É mole não!!!! Parabéns pelo texto!!!!

  • Pingback: [+18] Charles Bronson, mulher com iniciativa e paternidade: setembro foi intenso | Mugango

  • http://www.facebook.com/marcelaquint Marcela Quint de Campos

    Alex, como você ainda tem amigos, hein?

  • http://www.facebook.com/carol.moscheta Carol Moscheta

    Acho sinceramente que deve ser desgastante pra mulher depois de um divórcio ter que ensinar o ex marido a ser pai! Mas acho que é um pouco de desleixo da mulher tbm! Tem que ser cobrado! Não foi feito sozinho, são 23 cromossomos de cada! Se um dia me separasse cobraria que fosse guarda compartilhada e teria que aceitar! Da mesma maneira que ele terá sua vida solteira a mulher tem que ter o seu espaço e tem que saber cobrar isso! O relacionamento dos dois acabou mas o relacionamento pai-filho/mãe-filho não acaba! E se vc mulher/mãe deixar é óbvil que eles eram preferir ficar com as crias a cada 15 dias um mês! Acorda mulherada! O direito tá ai pra ser usado!!!

  • Carla

    E o que fazer com aqueles pais que não ligam pra saber como o filho está; que não vão jamais visitá-lo fora do dia ‘obrigatório’, que não querem ficar nem nas férias com o filho (tiram as férias antes sem levá-lo, lógico) e deixam o filho esperando em pleno Dia das crianças? O que fazer quando, como hoje, o filho tava de malas prontas pra viajar com o pai e acorda o chamando, mas esse não troca o bacoooooon, a cerveja artesanal e a mulherada jamais por um filho de 1 ano e meio? Esclarecimento: não há remédio, este é o segundo filho (o outro ele deixou com 3 anos); e eu fui a quinta mulher! Fico mal em ver que as consequências da péssima escolha que fiz atingem profundamente meu filho. Afinal, pai eu não posso ser…

  • Rodrigo

    O fato que as próprias leis beneficam somente as mulheres na quarda dos filhos, dificilmente um homem consegue a quarda, mesmo ele tendo mais condições que a mãe. Tem muitos pais que lutam pela quarda compartilhada mas não conseguem, muitos homens não conseguem nem ver seus filhos porque a mãe proíbe, a mulher que decide se o homem pode ver ou não a criança. Enquanto não houver leis justas, como a quarda compartilhada. O homem servirá somente para pagar as contas mas não para educar.

  • Alguém

    Estou em uma situação chata e resolvi expor minha opinião. Sem apelar para preconceitos e idéias pré-concebidas, que afinal de contas são quase a mesma coisa.

    Fui casado, pela minha ex e por meu filho me mudei de cidade, duas vezes. Em ambas nos mudamos para a cidade natal da minha ex a 3000km de distância da MINHA cidade natal. Há dois anos após alguns meses de nos separarmos ela resolveu voltar para a minha cidade, e eu que tinha emprego estável, amigos, e uma vida feita sofri com a separação, NUNCA quis ser pai de final de semana. Resolvi mudar, e após três meses longe do meu filho decidi que não passaria mais tanto tempo longe dele, demorou, mas após juntar um dinheiro para me estabilizar pedi demissão de um emprego concursado e me mudei, já que não tenho pais que me dêem suporte eu voltei para minha cidade natal e perto do meu filho. Mas a vida nos prega peças, me apaixonei loucamente por uma mulher que permanceu onde eu morava e assim novamente fiquei com o coração ferido. Estava perto do meu filho e longe da mulher que eu amo. Não bastasse isso meu novo emprego é horrível e não me readaptei a minha cidade. Pois bem, há poucos dias consegui uma incrível oportunidade, passei em um concurso para voltar a cidade natal da minha ex e da minha atual namorada e amor da minha vida. Nada prende minha ex na cidade em que moramos, nem família e nem emprego, mas ela insiste em permanecer aqui. Quem é pai de verdade sabe dos problemas, tanto emocionais, psicológicos e financeiros de se criar um filho. Me dói, MUITO ter que me afastar do meu filho, vê-lo somente a cada dois meses, não verificar quando ele vai ter febre, nao cuidar dele quando estiver gripado ou não ajudá-lo nas tarefas de casa, mas a relção pai-mãe depende de decisões dos dois, eu não posso obrigá-la a ir onde eu quero, e muito menos ela pode me obrigar a ficar onde estou. Isso não diminui meu amor por meu filho, muito menos me torna um pai pior do que os outros. Eu espero que quando ele crescer possa fazer as escolhas dele, e possa entender minhas razões. Não creio que o autor do post quis julgar todos os pais, talvez o que seja necessário é conhecer as histórias por trás das separações, nem sempre elas são fáceis, não somente para as mães, mas também para os pais. E por fim, eu amo meu filho, e SE eu pudesse ele moraria comigo, sem sombra de dúvida.

  • lAISE

    TENHO 25 ANOS solteira,quando minha mãe engravidou meu pai simplesmente abandou,ela tinha 17 anos,passou toda a gravidez tomando remedio pra abortar(estou aki rssr)sou um pouco revoltada com ele,porque sofri abuso sexual aos 13 anos,(padastro)não tive oportunidade pra estudar,deixei minha mãe no interior e vir morar na cidade,isso com 14 anos,trabalhar cuidar de 7 criançãs e ajudar na casa,terminei o segundo grau,passava de ano colando!porque tempo pra estudar não tinha,nunca recebir um abraço do meu pai,hj minha mãe ta casada tem 2 filhos,nunca tive a coragem de falar do abuso a minha mãe,pois tinha medo que ela separsse do esposo e meus irmãos pequenos sofressem com a separação,guardo isso até hj! sei que sou forte e guereira.trago uma revolta porque não tive opirtunidade pra estudar,hj sou atendente em uma loja no shopping,e sononho em fazer administração,vou lutar por isso e quanto o animal do meu pai,que dane-se!

  • http://www.facebook.com/vilmaria.borges Vilmaria Borges

    show

  • Gabriela

    Adorei o texto alex , tenho 15 anos … namorava des de os 13 e estou gravida de 5 meses ! A um dia atras o pai da criança , sem mais nem menos resolveu que quer continuar a vida dele sem nenhum de nos dois . Me pergunto se não fui uma boa pessoa pra ele , o que o levou a abandonar a gente ? Conclusão: Vou criar meu filho com muito amor e carinho , ele vai ser o meu motivo de viver . E o ” pai ” do nenem ? Eu quero mais é que suma da minha vida e do meu filho pra nunca mais voltar .. e NÃO preciso de que ele venha final de semana e muito menos de 150 por mes .

  • http://www.facebook.com/people/Lucian-Woytovicz/100002198197909 Lucian Woytovicz

    Excelente TAPA NA CARA destes pseudo-homens que fazem filhos por aí e largam no mundo.

    Filho é pra ter, criar e ser presente todos os dias, não importa sua relação com a mãe da criança.

    Ainda terei o meu e quero MUITO que o mesmo esteja no mesmo teto que eu diariamente para que o “ser pai” possa ser muito prazeroso para ambos. Parabéns Alex pelo texto.

  • http://www.facebook.com/janainacosta.s Janaina Costa

    É o que eu sempre digo para o meu namorado: “Se eu fosse homem, nós teríamos um filho agora. Porque se amanhã ou depois nosso relacionamento acabasse, era só eu te dar tchau e te mandar uma pensão todos os meses e só se eu quisesse, veria a criança de 2 à 4 vezes por mês!!! Minha vida continuaria a mesma.”
    Colocar alguém no mundo assim é muito fácil. PAI poucos são!!!!!

  • http://www.facebook.com/tomas.erick Erick Tomas

    Casei cedo, sou Pai cedo… E todos os dias quando por algum instante penso em alguma coisa que poderia ser melhor no mundo lá fora desse meu círculo familiar, basta eu lembrar do belo sorriso que meu filho herdou das bocas carnudas da minha esposa pra eu perceber que melhor lugar não há!

    Essa história de pa/maternidade varia de pessoa pra pessoa, de casal pra casal. Uma questão que envolve, entre outras coisas, um contexto social e psicológico.

    Tem gente que pensa como o Alex Castro, e de certa forma prefere não ter seu filho mesmo querendo.
    Tem gente que pensa como eu pensava antes de conhecer minha esposa, achava que filho é bom quando é filho dos outros e que pra mim só seria daqui a uma década.

    Hoje eu penso que qualquer uma das pessoas que se encaixe no meu perfil ou do Alex apenas ainda não encontrou a pessoa certa pra ter o seu filho e continuidade aos seus genes e costumes, manias e loucuras!!!

  • Cláudio

    Alex, estou do outro lado. O relacionamento desandou, 2 filhos menores de 5 anos. Havia planejado minha carreira pra ficar com eles durante mais tempo, buscando um equilibrio. Me realizei com o nascimento dos dois, Na separação briguei pela guarda compartilhada, e cuidei dos dois durante 50% do dia-a-dia durante dois anos. Mas a mãe resolveu mudar, não houve o que a demovesse. 300km de distância, skype e finais de semana: infelizmente é só o que me resta dos meus filhos. Sei que o texto não está para as minhas condições, mas acredito que olhar de fora, de sua posição pode ser bastante confortável. Cuidado com como você julga seus amigos, alguns deles, tais como eu, podem estar vivendo sem opções.

  • Diogo Alves

    Cara Nunca comentei aqui,mais hoje vou ter de dizer que depois de ler esse texto tive o maior orgulho de ser pai solteiro e criar meu filho junto de mim.sempre compartilhei dessa ideia de que pagar uma mensalidade todo mês não faz de ninguém pai de verdade.

  • http://www.facebook.com/yuri.marins.9 Yuri Marins

    Que post épico.

  • http://www.facebook.com/eneaspereirajr Eneas Pereira Júnior

    FALOU TUDO!

  • Paola B

    Uiii

  • http://www.facebook.com/natalia.oka.1 Natalia Oka

    Ótimo texto, todos os homens deveriam ler e refletir. Ser pai não é “ajudar com as crianças”, quem ajuda são os tios, irmãos, vizinhos, amigos, babá. Pais criam, independente de sexo.

  • http://twitter.com/JaneJC JC

    Excelente, Alex. Quem dera todos os homens tivessem essa consciência que você demonstra-sobretudo ao decidir-se por não ser pai sabendo que não é esta vida que você quer. Adorei o texto!

  • http://www.facebook.com/diegoh.alves Diego Henrique

    Ser pai da forma como você aborda no texto não tem valor algum!
    A criança um dia vai perceber que não tem um patriarca, mas sim um amigo ou nem isso e vai despreza-lo. Ou isso ou vai diminuir sua devoção a níveis críticos.
    Comigo foi assim (sou o filho desiludido).

    Uma coisa é certa: serei um pai melhor que o meu.

  • Rodrigo

    Péssimo,
    você não tem ideia do que esta falando, sou pai divorciado e nunca me limitei a
    simplesmente cumprir com minhas “obrigações financeiras” com minha
    filha. E conheço vários outros pais em situação parecida, então você não pode
    simplesmente generalizar, alias como você mesmo disse, NÃO TEM FILHOS então não
    pode falar de algo que não conhece

  • Rodrigo

    Péssimo, você não tem ideia do que esta falando, sou pai divorciado e nunca
    me limitei a simplesmente cumprir com minhas “obrigações financeiras”
    com minha filha. E conheço vários outros pais em situação parecida, então você
    não pode simplesmente generalizar, alias como você mesmo disse, não tem filhos
    então não pode falar de algo que não conhece.

  • Roberto Rosa

    Parece que essa matéria foi pra mim.

    Eu e minha namorada terminamos, daí rolou um flash back e ela engravidou, não estamos mais juntos e se vamos ficar ou não só o tempo dirá… Mas essa matéria me fez pensar, se não ficarmos juntos com certeza não quero ser um pai de fim de semana, quero estar sempre presente, espero que eu consiga… Valeu!!!

  • Mauro leite

    Belo texto, trata de uma forma bacana o que ainda acontece bastante. Tenho um baby de 11 meses, e minha esposa passa mais tempo com ele devido ao trabalho dela. Chego em casa, tento brincar com ele e tudo mais, mas logo ele acaba dormindo, e la se vai ela junto na grande maioria das vezes junto. Isso me deixa a pensar que grandes mulheres temos, como mães e esposas.

  • http://www.facebook.com/luizfernando.caetanobernardelli Luiz Fernando Caetano Bernarde

    Eu vivo uma situação curiosa: não convivo com o filho que tive com minha ex cujo relacionamento não deu certo, mas vivo diariamente com a filha da minha mulher, fruto de relacionamento anterior ao nosso atual. Então, resumindo, tenho de suprimir toda a saudade/falta que me faz o meu filho, por que não moro na mesma cidade em que ele mora e ao mesmo tempo, tenho de dar conta de ajudar minha esposa com a nossa menina. Sim, nossa, por que apesar de não ser pai dela, faço parte de seis dos seus dezesseis, quase dezessete anos de vida.
    Nos respeitamos, morro de ciúmes dela! (normal nessa idade, já tendo seus namoricos, coisa e tal..), vivemos bem, aprendo muito com ela e ela aprende comigo também!
    Enfim, não somos uma família tradicional, tradicionalmente falando-se, mas só não somos mais felizes, por que o meu outro pedacinho ainda não pode morar comigo… acreditem, mandar parte do meu salário é o de menos… dinheiro não compra isso, mas pagaria o dobro pra poder ter ele comigo, todos os dias e enfim poder ser um pai como nunca fui.

  • http://www.facebook.com/people/Eliezer-Shigueo/1323267338 Eliezer Shigueo

    Apesar de ter gostado do texto (lembro me vagamente de ter ligo algo do gênero aqui no pdH), achei muito mais um desabafo do autor! Né não Alex?

  • http://www.facebook.com/fernando.lucas.758 Fernando Lucas

    Muito bom o texto , mas nem todos os pais são assim, eu tenho um mini-me, mora cmg e por incrivel que pareca foi melhor coisa que aconteceu na minha vida!

  • Fabiano Moraes

    Bom texto. Mas seria bom também abordar quem quer ser mais do que isso e a mãe diz “só sai se eu for junto”. “Você não serve, você não sabe fazer, eu que sou mãe que sei”. “Você nunca saberá, porque essa criança vive comigo e está acostumada comigo”. Aí você vê que guarda compartilhada é mito e que esse comportamento é muitas vezes causado pela mãe.

  • http://www.facebook.com/freire.santos Juliana Santos

    Pra mim, ter um filho é ter tanto amor, mas tanto amor, que não cabe mais em dois seres por isso precisa de mais um pra dividir. Infelizmente, nem sempre é assim. O problema não é ser pai/mãe, o problema é sair dizendo que é bom pai/mãe, sem ser. O que é ser um bom pai/mãe? Depende de cada um.

  • Pingback: aos leitores - alex castro

  • Camila

    Lágrimassss… Muito feliz em ser mãe, muito triste em proporcionar essa realidade (do texto) para meu filho. Espero que ele me perdoe.

  • http://www.facebook.com/marcia.lohss Marcia Lohss

    Adorei, simplesmente por não entender como esses “pais” não percebem o erro contínuo que cometem.

  • http://www.facebook.com/marcia.lohss Marcia Lohss

    muito bom e lucido.

  • http://www.facebook.com/camiladasilva.moreira Camila Moreira

    O rídiculo é o velho pensamento de que só é pai o quanto é casado com a mãe. Se fosse homem teria vergonha de dizer ser pai sem ao menos ajudar em nada. Vivo algo parecido.Assim que engravidei descobri uma traição, optei pela separação, durante toda minha gestação desapareci por ter muita dor de cabeça com o meu ex e com a mulher com quem me traiu, porém só foi minha filha nascer que as dores de cabeça voltaram. Minha filha está com 5 meses e os avós paternos pagam um plano de saúde de R$140,00.Ele diz que queria ser mais presente, que fica chorando na casa dele. Nunca o proibi de ver minha filha só não deixava mais ele ver em minha casa depois que ele quebrou um acordo no qual eu pedi para ele nunca trazer a amante dele em minha porta e ele fez isso eu estava de resguardo. Ele vive pedindo o número da conta para depositar R$150,00 que nunca deposita. Vive me pedindo fotos da neném, vem vê-la uma vez por seman, isso quando vem e ainda diz que o sonho dele era ser pai. Que tipo de pai é esse que não ajuda, gente avisem para esses projetos de homem que ter filho é caro e tem que ser presente. Estou no 2º mes de férias minha filha completará 6 meses e não gostaria de colocá-la em uma creche tão nova, a creche e cara as moças que poderiam ficar com ela não cobram menos que R$630,00, ainda tem gastos com roupas, fraldas,lenços,e etc…para quem recebe R$1.500,00 que nem mesmo paga aluguel, falando sério o que é R$150,00 com tantos gastos necessários? Pior ainda R$150,00 que nunca vi,rs.Amo minha filha e agradeço a Deus por ter meu trabalho. E peço a Deus que me ajude a passar em um concurso porque tenho que suprir as necessidades da minha pequena. As pessoas me perguntam porque não coloco ele na justiça, vontade eu tenho, mas não pela p.a e que p.a,rs mas com certeza ele fará o que muitos caras fazem alegam ganhar entre R$650,00 a R$800,00. Bom ele disse que me colocou na justiça, estou aguardando…Tudo seria tão fácil se ele realmente fosse pai e deixasse de querer fazer somente teatro. Porque deixar os pais dele tampar um pedacinho do buraco com o plano de saúde, dizer que chora em casa, isso não é ser pai não, minha filha precisa de um pai e não de lágrimas de um que diz querer ser um;

  • Najah

    Se eu pudesse, te dava um abraço agora e um beijo!! Vc falou tudo q eu penso e vivo. Genial seu texto!! Vou compartilhar e aguardar as pedras q vão tacar em mim!!

  • http://www.facebook.com/people/Darlison-Azevedo-de-Lima/1526898635 Darlison Azevedo de Lima

    Parabéns por mais um excelente texto Alex! E com você compartilho muitas coisas nessa relação paternidade, exceto no ‘querer ter’ filhos. Quero e converso sobre com a minha atual namorada, e também é dos planos dela ter um filho.

    Mas quero dar ao meu filho a companhia da mãe e do pai sempre perto. Não quero ser o pai do cheque, nem quero que ele tenha uma mãe displicente.

    Cada texto aqui, com essa pauta (e outras pautas também) me ajudam a prospectar algumas estratégias para isso.

    Obrigado.

  • João Henrique

    Então, Alex, como vc procederia se estivesse no lugar destes homens?

    • http://www.alexcastro.com.br Alex Castro

      eu tomo bastante cuidado para nunca, nunca, nunca, jamais, em hipótese alguma, ter filhos.

  • Jerusa

    Ahhh!! Mas ai tem os que pegam a cada 15 dias, e ficam no máximo 4 dias com eles nas férias, quando a avó ta de férias pra cuidar… e deixam os filhos com os avós no final de semana para continuar saindo, pq ficar um final de semana sem curtir é muito!!,E atrasam a pensão, e acham que R$200,00 pilas por mês são suficientes., e nunca ligam pra saber do filho, E ainda devolvem a criança doente e se recusam a ajudar a comprar o remédio,e acham ruim quando a mãe casa novamente (e o padrasto vira um puta dum pai e assume a criação com o maior amor do mundo,Nessa hora bate um medo, eles até tentam fazer alguma coisa, mas não conseguem mais)Ai pagam de bons pais postando fotos que quem tirou foi a mãe pq eles nem tempo de tirar fotos dos filhos tem, Ai a criança cresce e eles continuam acreditando que são os melhores pais do mundo….. Ai ai..

  • http://twitter.com/florzinnha Flor

    Alex, você é o cara.

  • Thiene Handa

    Muito bom! Esse pai que vc descreve acima pode se chamar de pai, por um lado!

    Existem outros (no meu caso) que vê foto do filhão na rede social e só da aquela curtida na foto!
    Falar que é pai é muito fácil!

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