Parece, mas não é!

Marcia Batista

por
em às | Colunas, Ladies Room


Sabe-se que estereótipos são idéias preconcebidas de determinada pessoa, grupo ou situação. Pois muito bem. Estava eu na academia outro dia, cansada, suada (argh), me arrastando na bicicleta ergométrica quando me deparo com o seguinte diálogo:

na_academia

Motherfucker 1: “Mulher que ouve eletrônica sempre é meio maluquinha, véio”.

Motherfucker 2: “Isso é o de menos. As que ouvem black, funk, são todas putas”.

Ora, pois pois. Que mania de rotular! Humanóides são classificados por religião, cor, convicção política e nunca por aquilo que realmente é importante. “O essencial é invisível aos olhos”, hehe. Leviano esse tipo de preconceito, minha gente. Leviano.

É extremamente válido e interessante pensar um pouco antes de nos sentirmos aptos a fazer julgamentos. De maneira acirrada, defendemos pontos de vista que interessam à nossa natureza e que nos são impostos condicionadamente. É muito fácil fazer generalizações. O difícil é se manter à parte delas.

A cultura é a lente pela qual o homem vê o mundo. E é plausível e natural que determinado grupo considere seu modo de vida o mais correto e o mais apropriado possível, daí o etnocentrismo. Porém, a realidade é uma massa amorfa à disposição para que a moldemos de acordo com a nossa consciência.

Menos programações simplistas, pessoal. Eu ouço música eletrônica, por exemplo, e não sou maluquinha. Ok, ok. De vez em quando há quem duvide de minha sanidade mental. Mas nem toda mulher que curte um som eletrônico é maluca. Assim como nem todo baiano é preguiçoso. Não são todos os japoneses inteligentes. E nem todo judeu é avarento.

A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras? Se a protagonista da novela das oito aparece em cena usando um chapéu de bolinhas amarelas, isso é motivo para dezenas de chapéus de bolinhas amarelas serem vistos nas ruas no dia seguinte. Por quê? Ah, tá na moda, né. Fazer o quê?

Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz. Os “extintos” estados totalitários são os pilares para o entendimento dos problemas sociais, já que as moléstias persistem até hoje. O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.

As identidades se diluem. Há uma padronização negativa da cultura. O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.

Logo, garotos (os motherfuckers citados, não nossos amados leitores), CUIDADO ou serão engolidos por sua própria arapuca. Como diria Raymond Williams: “Povão é sempre o vizinho”. Será?

Sugestão pra hoje: chazinho de camomila e incenso de rosa branca para purificar as vibrações.

Marcia Batista

Marcia Batista, fazedora de livros e bruxa anarco-feminista nas horas vagas. É claro!


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407 comentários

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  • Wlademyr

    “Sugestão pra hoje: chazinho de camomila e incenso de rosa branca para purificar as vibrações.”

    kkkkkkkkk… Isso NÂO é papo de homem….

    O resto do texto é bom…

  • Wlademyr

    “Sugestão pra hoje: chazinho de camomila e incenso de rosa branca para purificar as vibrações.”

    kkkkkkkkk… Isso NÂO é papo de homem….

    O resto do texto é bom…

  • Wlademyr

    “Sugestão pra hoje: chazinho de camomila e incenso de rosa branca para purificar as vibrações.”

    kkkkkkkkk… Isso NÂO é papo de homem….

    O resto do texto é bom…

  • Wlademyr

    “Sugestão pra hoje: chazinho de camomila e incenso de rosa branca para purificar as vibrações.”

    kkkkkkkkk… Isso NÂO é papo de homem….

    O resto do texto é bom…

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carol

    Ah, mas aí eu vou ter que ser preconceituosa e falar que opinião de macho que freqüenta academia não vale de nada! hahah

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carol

    Ah, mas aí eu vou ter que ser preconceituosa e falar que opinião de macho que freqüenta academia não vale de nada! hahah

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carol

    Ah, mas aí eu vou ter que ser preconceituosa e falar que opinião de macho que freqüenta academia não vale de nada! hahah

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carol

    Ah, mas aí eu vou ter que ser preconceituosa e falar que opinião de macho que freqüenta academia não vale de nada! hahah

  • semnome

    e vc não rotulou os caras de filho da puta e a humanidade de neo nazista ?
    quem é vc pra julgar o mundo inteiro ?

  • semnome

    e vc não rotulou os caras de filho da puta e a humanidade de neo nazista ?
    quem é vc pra julgar o mundo inteiro ?

  • semnome

    e vc não rotulou os caras de filho da puta e a humanidade de neo nazista ?
    quem é vc pra julgar o mundo inteiro ?

  • semnome

    e vc não rotulou os caras de filho da puta e a humanidade de neo nazista ?
    quem é vc pra julgar o mundo inteiro ?

  • Cigano

    Marcia, e se o cara da academia tivesse dito que todo homem não presta?? :P

  • Cigano

    Marcia, e se o cara da academia tivesse dito que todo homem não presta?? :P

  • Cigano

    Marcia, e se o cara da academia tivesse dito que todo homem não presta?? :P

  • Cigano

    Marcia, e se o cara da academia tivesse dito que todo homem não presta?? :P

  • William

    Capitalismo desdobramento do Nazismo? Tem certeza disso?
    Se tiver, só vou poder te encaixar no estereótipo de comunista acéfala.

  • William

    Capitalismo desdobramento do Nazismo? Tem certeza disso?
    Se tiver, só vou poder te encaixar no estereótipo de comunista acéfala.

  • William

    Capitalismo desdobramento do Nazismo? Tem certeza disso?
    Se tiver, só vou poder te encaixar no estereótipo de comunista acéfala.

  • William

    Capitalismo desdobramento do Nazismo? Tem certeza disso?
    Se tiver, só vou poder te encaixar no estereótipo de comunista acéfala.

  • http://www.dreamule.org/ Bruno

    Vou em você !
    GATA !

  • http://www.dreamule.org/ Bruno

    Vou em você !
    GATA !

  • http://www.dreamule.org/ Bruno

    Vou em você !
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  • http://www.dreamule.org Bruno

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  • Teddy

    “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo. ”

    isso é a pior coisa que eu já li por aqui, pior ainda do que o cara do texto da China que disse que o incesto era incentivado em sociedades antigas.

    por favor, aos donos do blog, escolham melhor quem vai falar, por que por mais que isso aqui não seja nenhum site de artigos científicos sérios, muita gente lê essas besteiras e sai por aí repetindo absurdos tipo esse.

    e quanto à autora, bom estereótipos são construídos com base em observação da maioria, tipo nem todos os emos são tristes, mas muitos são, então por via de regra todo mundo acha que emo é chorão.

  • Teddy

    “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo. ”

    isso é a pior coisa que eu já li por aqui, pior ainda do que o cara do texto da China que disse que o incesto era incentivado em sociedades antigas.

    por favor, aos donos do blog, escolham melhor quem vai falar, por que por mais que isso aqui não seja nenhum site de artigos científicos sérios, muita gente lê essas besteiras e sai por aí repetindo absurdos tipo esse.

    e quanto à autora, bom estereótipos são construídos com base em observação da maioria, tipo nem todos os emos são tristes, mas muitos são, então por via de regra todo mundo acha que emo é chorão.

  • Teddy

    “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo. ”

    isso é a pior coisa que eu já li por aqui, pior ainda do que o cara do texto da China que disse que o incesto era incentivado em sociedades antigas.

    por favor, aos donos do blog, escolham melhor quem vai falar, por que por mais que isso aqui não seja nenhum site de artigos científicos sérios, muita gente lê essas besteiras e sai por aí repetindo absurdos tipo esse.

    e quanto à autora, bom estereótipos são construídos com base em observação da maioria, tipo nem todos os emos são tristes, mas muitos são, então por via de regra todo mundo acha que emo é chorão.

  • Teddy

    “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo. ”

    isso é a pior coisa que eu já li por aqui, pior ainda do que o cara do texto da China que disse que o incesto era incentivado em sociedades antigas.

    por favor, aos donos do blog, escolham melhor quem vai falar, por que por mais que isso aqui não seja nenhum site de artigos científicos sérios, muita gente lê essas besteiras e sai por aí repetindo absurdos tipo esse.

    e quanto à autora, bom estereótipos são construídos com base em observação da maioria, tipo nem todos os emos são tristes, mas muitos são, então por via de regra todo mundo acha que emo é chorão.

  • Teddy

    “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo. ”

    isso é a pior coisa que eu já li por aqui, pior ainda do que o cara do texto da China que disse que o incesto era incentivado em sociedades antigas.

    por favor, aos donos do blog, escolham melhor quem vai falar, por que por mais que isso aqui não seja nenhum site de artigos científicos sérios, muita gente lê essas besteiras e sai por aí repetindo absurdos tipo esse.

    e quanto à autora, bom estereótipos são construídos com base em observação da maioria, tipo nem todos os emos são tristes, mas muitos são, então por via de regra todo mundo acha que emo é chorão.

  • Pedra

    Ser é aparência.. O mundo é constituído pelo vulgo que julga mais com os olhos do que com as mãos.
    Seria um bom texto se vc não tentasse misturar feminismo e ideologia político-social.
    Vc diz que os meios de comunicações dominam as massas e nas entrelinhas que não entende o capitalismo e o nazismo mas acha que ajuda a dar relevância pro texto.

    Talvez o termo que você queira dizer que é culpado e não tenha encontrado é o senso comum.
    Sujeito passa só vendo mulher maluca dançando eletrônica, acha q só maluquinha curte.
    Sujeito passa só vendo putaria em baile funk, acha q é por aí mesmo.

    E por fim,

    todos julgam, cada um do seu jeito. =)

  • Pedra

    Ser é aparência.. O mundo é constituído pelo vulgo que julga mais com os olhos do que com as mãos.
    Seria um bom texto se vc não tentasse misturar feminismo e ideologia político-social.
    Vc diz que os meios de comunicações dominam as massas e nas entrelinhas que não entende o capitalismo e o nazismo mas acha que ajuda a dar relevância pro texto.

    Talvez o termo que você queira dizer que é culpado e não tenha encontrado é o senso comum.
    Sujeito passa só vendo mulher maluca dançando eletrônica, acha q só maluquinha curte.
    Sujeito passa só vendo putaria em baile funk, acha q é por aí mesmo.

    E por fim,

    todos julgam, cada um do seu jeito. =)

  • Pedra

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    Seria um bom texto se vc não tentasse misturar feminismo e ideologia político-social.
    Vc diz que os meios de comunicações dominam as massas e nas entrelinhas que não entende o capitalismo e o nazismo mas acha que ajuda a dar relevância pro texto.

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    Sujeito passa só vendo putaria em baile funk, acha q é por aí mesmo.

    E por fim,

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  • Pedra

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    Seria um bom texto se vc não tentasse misturar feminismo e ideologia político-social.
    Vc diz que os meios de comunicações dominam as massas e nas entrelinhas que não entende o capitalismo e o nazismo mas acha que ajuda a dar relevância pro texto.

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    E por fim,

    todos julgam, cada um do seu jeito. =)

  • Pedra

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    Seria um bom texto se vc não tentasse misturar feminismo e ideologia político-social.
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  • Clarisse

    GOSTO DE ELETRÔNICA, FUNK, SERTANEJA, MPB… E ATÉ “MELA CUECAS”!!!!!!!

    QUEM QUER ME JULGAR PRIMEIRO??? HAHAHAHHAHAAAA

    EU ATÉ HOJE NÃO SEI O QUE É UM SER NORMAL… NINGUÉM O É!

    AVISEM-ME QDO ACHAREM UM! ;)

    • Yolanda Costa

      Faça como eu e desista!..Ser normal não existe. Aliás, o Normal em si não existe. Afinal, o que seria o Normal?! Um padrão estipulado por alguém que nem se sabe se o é ou não?! Deixa para lá. Vamos todos ser anormais que é muito mais interessante. 

      E também estou nessa de ouvir muito. Aliás, eu ouço de tudo, o meu iPod que o confirme! 

  • Clarisse

    GOSTO DE ELETRÔNICA, FUNK, SERTANEJA, MPB… E ATÉ “MELA CUECAS”!!!!!!!

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    EU ATÉ HOJE NÃO SEI O QUE É UM SER NORMAL… NINGUÉM O É!

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  • Clarisse

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  • Clarisse

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  • Clarisse

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  • Clarisse

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    AVISEM-ME QDO ACHAREM UM! ;)

  • Pablo

    Nossa, lamentável.

    A partir do momento que você diz “Assim como nem todo baiano é preguiçoso. E nem todo judeu é avarento.”, o que você REALMENTE está falando e: “Assim como nem todo baiano é preguiçoso [mas a maior parte é preguiçosa]. E nem todo judeu é avarento [mas a maior parte é avarenta].” indo totalmente de encontro ao que foi a proposta inicial do texto, criticar os estereótipos.

    O comentário sobre o nazismo e o capitalismo então, puts. Por favor, aproveite de sua própria sugestão e vá purificar bem longe do computador!

  • Pablo

    Nossa, lamentável.

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  • Pablo

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  • Pablo

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  • Pablo

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  • Pablo

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  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

    Sobre música e preconceito, o melhor comentário ainda é o do Michael Ian Black, que eu li no blog do Gloeden:

    http://gloeden.livejournal.com/432988.html

    [In íngrixe, by the way...]

  • http://saintcahier.livejournal.com/ SaintCahier

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    Sobre música e preconceito, o melhor comentário ainda é o do Michael Ian Black, que eu li no blog do Gloeden:

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    Sobre música e preconceito, o melhor comentário ainda é o do Michael Ian Black, que eu li no blog do Gloeden:

    http://gloeden.livejournal.com/432988.html

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  • http://saintcahier.livejournal.com SaintCahier

    Sobre música e preconceito, o melhor comentário ainda é o do Michael Ian Black, que eu li no blog do Gloeden:

    http://gloeden.livejournal.com/432988.html

    [In íngrixe, by the way...]

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Druida

    “Capitalismo um desdobramento do Nazismo”. Então Karl Marx e a Revolução russa vieram depois de Hitler???

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Caciano

    @Clarisse

    Como diria Nelson Rodrigues: “De perto ninguém é normal!”

    ;)

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • Pecando com as Palavras

    “De louco e palhaço cada um tem um pouco.” Ela foi louca ao falar:”O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.” E completamente em sã consciência quando falou:”A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação.” Não vamos crucificá-la, pessoal, ela apenas mostrou como é contradotória a sociedade atual, e com certeza usou esses termos para criar uma discussão sobre nossa atual forma de pensar e agir a respeito do que a mídia joga em nossas casas todos os dias, através da TV.

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
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    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • http://papodehomem.com.br/author/daniel-martins/ sr.Martins

    Este é o momento em que devo te “encaixar no estereótipo de comunista acéfala” [2]?
    Os pré-conceitos são a base de qualquer organização social. Sempre que tentamos enquadrar alguém em algum padrão estamos fazendo uso de tal artifício. É uma grande ignorância dizermos que não somos preconceituosos enquanto guiamos todas as nossas ações com base em nossos valores pré-estabelecidos.
    A autora do texto inclusive partiu de seus próprios preconceitos ao definir os caras da academia como “motherfuckers“.
    Uma sociedade sem preconceitos seria sim uma sociedade livre. Livre inclusive de inteligência

    Mas por favor, não confundam preconceito com discriminação.

    Sempre preconceituoso,
    Martins

  • Marcus

    Viva Marcinha, colunista fixa da Papo de Homem!

  • Marcus

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  • Marcus

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  • Marcus

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  • Marcus

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  • Marcus

    Viva Marcinha, colunista fixa da Papo de Homem!

  • Marcus

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  • http://www.coisasgratis.com/ Everton

    Já ia reclamar do texto, mas a foto compensou ! hahaha

  • http://www.coisasgratis.com/ Everton

    Já ia reclamar do texto, mas a foto compensou ! hahaha

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  • thanatos

    concordo com o Martins,
    usamos de preconceito sempre, e é uma necessidade.
    quando nos relacionamos com alguém, não temos tempo pra formular um conceito já no aperto de mão. usamos os dados que temos e supomos como a pessoa é. “ah, só ouve eletronico? das mulheres que conheço, a maioria é maluquinha, logo, essa provavelmente também é” e por aí vai. Em outras conversas o preconceito vai dando lado pra um conceito.

    errado mesmo é discriminar, certamente.
    preconceito é que nem o hábito, poupa tempo, energia, e serve pra resolver situações comuns e rotineiras.

  • thanatos

    concordo com o Martins,
    usamos de preconceito sempre, e é uma necessidade.
    quando nos relacionamos com alguém, não temos tempo pra formular um conceito já no aperto de mão. usamos os dados que temos e supomos como a pessoa é. “ah, só ouve eletronico? das mulheres que conheço, a maioria é maluquinha, logo, essa provavelmente também é” e por aí vai. Em outras conversas o preconceito vai dando lado pra um conceito.

    errado mesmo é discriminar, certamente.
    preconceito é que nem o hábito, poupa tempo, energia, e serve pra resolver situações comuns e rotineiras.

  • thanatos

    concordo com o Martins,
    usamos de preconceito sempre, e é uma necessidade.
    quando nos relacionamos com alguém, não temos tempo pra formular um conceito já no aperto de mão. usamos os dados que temos e supomos como a pessoa é. “ah, só ouve eletronico? das mulheres que conheço, a maioria é maluquinha, logo, essa provavelmente também é” e por aí vai. Em outras conversas o preconceito vai dando lado pra um conceito.

    errado mesmo é discriminar, certamente.
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  • thanatos

    concordo com o Martins,
    usamos de preconceito sempre, e é uma necessidade.
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    errado mesmo é discriminar, certamente.
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    usamos de preconceito sempre, e é uma necessidade.
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    errado mesmo é discriminar, certamente.
    preconceito é que nem o hábito, poupa tempo, energia, e serve pra resolver situações comuns e rotineiras.

  • Euzão

    Interessante como tem certas pessoas que se dispõem a escrever sobre algo, como se conhecessem esse algo!

    Eu estava lendo, mas parei na parte destacada abaixo:
    “Assim como nem todo baiano é preguiçoso” Peloamordedeus. Como alguém que faz um texto contra o pre-conceito pode escrever tal … (é melhor não!)

    E, pelo que vi de alguns comentários, a autora além de ser expert em pré-conceito também é expert em história do capitalismo.

    Só falta essa autora ser loira. Se não for, por favor, urgentemente, pinte o cabelo!

  • Euzão

    Interessante como tem certas pessoas que se dispõem a escrever sobre algo, como se conhecessem esse algo!

    Eu estava lendo, mas parei na parte destacada abaixo:
    “Assim como nem todo baiano é preguiçoso” Peloamordedeus. Como alguém que faz um texto contra o pre-conceito pode escrever tal … (é melhor não!)

    E, pelo que vi de alguns comentários, a autora além de ser expert em pré-conceito também é expert em história do capitalismo.

    Só falta essa autora ser loira. Se não for, por favor, urgentemente, pinte o cabelo!

  • Euzão

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  • Euzão

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  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

    Mas nem toda mulher que curte um som eletrônico é maluca. Assim como nem todo baiano é preguiçoso. Não são todos os japoneses inteligentes. E nem todo judeu é avarento.

    Podem não ser todos mas só o simples fato de você colocar a frase nesses moldes já é uma admissão de que a maioria deles são. E os que não são, são exceções.

  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

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    Podem não ser todos mas só o simples fato de você colocar a frase nesses moldes já é uma admissão de que a maioria deles são. E os que não são, são exceções.

  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

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  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

    Estou sem acentos no pc agora, lindo!

    P.S. Seu comentario sobre nazismo/capitalismo foi uma das coisas mais ridiculas que li nos ultimos 8 meses e meio.

    O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.

    Sinceramente, e usando de toda a minha ignorancia:

    SE NAO GOSTA, VAI VIVER EM CUBA ENTAO, DESGRAÇA! NAZISMO EH O CARALH*.

    Obrigado pela compreensao,

    e tenho dito!

  • http://www.espelhando.com.br/ Thiago

    Estou sem acentos no pc agora, lindo!

    P.S. Seu comentario sobre nazismo/capitalismo foi uma das coisas mais ridiculas que li nos ultimos 8 meses e meio.

    O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.

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    SE NAO GOSTA, VAI VIVER EM CUBA ENTAO, DESGRAÇA! NAZISMO EH O CARALH*.

    Obrigado pela compreensao,

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    O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo.

    Sinceramente, e usando de toda a minha ignorancia:

    SE NAO GOSTA, VAI VIVER EM CUBA ENTAO, DESGRAÇA! NAZISMO EH O CARALH*.

    Obrigado pela compreensao,

    e tenho dito!

  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

    E tenho dito!

  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

    E tenho dito!

  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

    E tenho dito!

  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

    E tenho dito!

  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

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    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

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  • Grandeirmao

    “A nossa cultura hoje é condicionada por intermédio dos meios de comunicação. Quem dita as regras?”

    A cultura é resultado das relações sociais e dos condicionantes da natureza material, não é um objeto que paira sobre os homens. É mais um componente para a análise da realidade, não é uma chave que explica tudo – ou mesmo auto-explicativa.

    “Somos o resultado de uma cultura. A cultura nos faz.” A relação aí, na verdade, é de troca: nós fazemos a cultura, e ela nos faz. Pessoas com mais poder (economico, social, político), assim como nos grupos de macacos, podem ditar algumas normas, mas a sociedade cuida de adaptá-las para seu cotidiano.

    “O mundo ao nosso redor é construído por valores que não sabemos de onde vêm.” Sabe-se sim, é que esses autores que tu lês são financiados justamente por aqueles que promovem o trabalho escravo na China, ou pagam a conta da invasão do Iraque, ou produzem a programação da tua TV, e estes “donos do mundo” sabem que os desdobramentos práticos dos pós-modernosos são políticas públicas, programas de TV, comportamentos, modas. Quem toma decisões que afeta milhões não lê Derrida.

    Márcia, deverias parar de ler esses pós-modernosos que a tua orientadora te passa (tudo bem, Raymond Williams não), e passar a olhar a realidade fora das lentes desses europeus criados a leite com pera, a “ovomaltino” na geladeira.

    E tenho dito!

  • http://www.pediran.com.br/ George Pediran

    Não apele com os comentários acalorados do pessoal sobre o lance do capitalismo/nazismo.
    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

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    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

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    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

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    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

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    Não apele com os comentários acalorados do pessoal sobre o lance do capitalismo/nazismo.
    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

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    Não apele com os comentários acalorados do pessoal sobre o lance do capitalismo/nazismo.
    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

  • http://www.pediran.com.br George Pediran

    Não apele com os comentários acalorados do pessoal sobre o lance do capitalismo/nazismo.
    Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo).O problema é que o Nazismo teve seus fundamentos muito mais no quesito ideológico do que qualquer outra coisa, por isso que a frase tá errada. De resto, textículo bacana, parabéns!

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • William

    “Lendo o texto todo é fácil percerber o que vc quis dizer com isso: que o Nazismo pregava instituições totalitárias e individualistas(bases do capitalismo)”

    Quer dizer que O Capitalismo Liberal (alguém falou em Adam Smith?), prega o uso de instituições totalitárias? Ou que o Comunismo nunca fez uso disso? Ou então, fazer totalitarismo pelo bem comum é aceitável, mas pelo bem individual é pernicioso?

    Voltando ao texto em si, concordo com o que o Martins disse acima. Todo mundo se utiliza de pré-conceitos, todos os dias, assim como a autora fez, ao falar de baianos, japoneses e judeus. É um meio muito mais cômodo e fácil de classificar as pessoas que conhecemos. Não vejo grandes problemas nisso. Você não pode é execrá-las tendo por base opiniões mal-formuladas, porque aí se tornaria uma discriminação.

  • http://www.pediran.com.br/ George Pediran

    @ Willian,
    Cara, me expressei de forma incompleta,(tou no trabalho, hehe), não quis falar que o capitalismo advém só dessas duas coisas e sim foi o que consegui depreender do texto da Marcinha(sacou a intimidade?) :)
    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
    Quis filosofar e aglutinar pedaços de pensamentos e ficou ambíguo, também tá foda pra uma segunda-feira!
    Abraço!!

  • http://www.pediran.com.br/ George Pediran

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    Cara, me expressei de forma incompleta,(tou no trabalho, hehe), não quis falar que o capitalismo advém só dessas duas coisas e sim foi o que consegui depreender do texto da Marcinha(sacou a intimidade?) :)
    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
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    Cara, me expressei de forma incompleta,(tou no trabalho, hehe), não quis falar que o capitalismo advém só dessas duas coisas e sim foi o que consegui depreender do texto da Marcinha(sacou a intimidade?) :)
    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
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    Cara, me expressei de forma incompleta,(tou no trabalho, hehe), não quis falar que o capitalismo advém só dessas duas coisas e sim foi o que consegui depreender do texto da Marcinha(sacou a intimidade?) :)
    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
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    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
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    Cara, me expressei de forma incompleta,(tou no trabalho, hehe), não quis falar que o capitalismo advém só dessas duas coisas e sim foi o que consegui depreender do texto da Marcinha(sacou a intimidade?) :)
    Citei o totalitarismo pra aproximar a idéia do Nazismo com o crescimento econômico da época, não que o capitalismo opte sempre por isso, vide o próprio Smith que tu citou e mais recentemente do Friedman, que falam das concentrações de poderio econômico como uma fase inicial de um processo capitalista robusto..
    Quis filosofar e aglutinar pedaços de pensamentos e ficou ambíguo, também tá foda pra uma segunda-feira!
    Abraço!!

  • Edu

    inteligente
    culta e bela!

    QUERO ESSA MULHER PRA MIM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    uashahusashuahsuahs

  • Edu

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    QUERO ESSA MULHER PRA MIM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • William

    Tudo certo, George.
    É que depois de ver aquilo que você tinha dito, já ia te colocar também no grupo de comunistas acéfalos.
    Só pra fazer um outro comentário sobre o texto, não concordo que a “cultura nos faz”. Nós que escolhemos se nos deixamos ser feitos pela cultura, ou não. Se está em moda usar chapéu de bolinha amarelinha, ou venerar as mulheres-frutas e suas músicas como expoentes da música brasileira, basta a cada um escolher seguir ou não esse pensamento.

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • Calvin

    “de perto ninguém é normal”

    Não é uma música do Caetano Veloso?

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • http://kitinete.wordpress.com/ Carolina

    e tem macho que pegou pesado aqui. forçaram a barra, nhan?
    niguém é livre de rótulos, a gente nasce com um monte de vozes falando que japoneses têm pau pequeno, que menina tem que se preservar, etc.

    e durante a vida vai vendo que não é porra nenhuma disso… tá, ainda tem uns coitados que passam por ela (a vida) e não aprendem coisa nenhuma, enfim.

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

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    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

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  • Henrique

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    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • Henrique

    O populacho já entra com a idéia de criticar mesmo. Quando surge um texto interessante e bem centrado (segundo, claro, os padrões de moral judaico-cristão), a galera vai lá no que resta depois da última vírgula pra encontrar algo no qual meter o malho…

    Beleza, infelicíssimo o comentário relacionando o capitalismo ao nazismo, mas vá lá: é uma ilustração. Ilustrações não se discutem. Aliás, discutir ilustração só ressalta a falta de preparo retórico do interlocutor.

    Quanto ao cerne da questão e à linha condutora do texto, meus parabéns. Isso só reforça a burrice do preconceito que cerca as academias: nem todo ser humano que malha é um completo boçal. Apenas não sabe no que gastar seu tempo e energia (hehehe, piada semi-verídica).

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • http://psicologiadebotequim.blogspot.com/ JuKiara

    Sabe qual a pior? Concordo com o diálogo dos Motherfuckers!!

    Só não concordaria se dissessem que toda mulher que ouve Progressivo é lés…
    ;)

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Bucicleidson

    Estereótipos têm um pé na realidade. Eles não surgem no vácuo. Nem todo Judeu é avarento, mas a idéia de associar Judeu com avarento surgiu de uma certa característica que os membros dessa categoria possuem (ver Silvio Santos).
    Ninguém tem coragem de dizer que os negros são ladrões porque isso é crime, mas na classe dos ladrões, o grupo de negros é o maior. E ai?

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Abroba

    Capitalismo veio antes do nazismo.
    Se voce quisesse escrever com ma-fe poderia dizer que o nazismo veio da crise do capitalismo.

    Mas o que voce disse e simplesmente ignorancia.

  • Claudius

    Nuoooossa! A mina tá falando que o Capitalismo é um DESDOBRAMENTO do Nazismo. Não que o Nazismo veio do capitalismo, mané.

    Se vcê ler o texto vai entender exatamente o porque disso. Como falô o Henrique é uma ILUSTRAÇÃO. Ela tah falando de instituições totalitárias, de individualismo, de seleção, de poder…

    Sempre que se fala em Nazismo a galera cai matando. Mas ela quis dizer que o Capitalismo e o Nazismo estão proxsmos por causa desses pontos. Diga-se de passagem brilhantemente expostos por ela. Compreensão de texto. É o que falta pra galera… falô?

    Hehe

  • Claudius

    Nuoooossa! A mina tá falando que o Capitalismo é um DESDOBRAMENTO do Nazismo. Não que o Nazismo veio do capitalismo, mané.

    Se vcê ler o texto vai entender exatamente o porque disso. Como falô o Henrique é uma ILUSTRAÇÃO. Ela tah falando de instituições totalitárias, de individualismo, de seleção, de poder…

    Sempre que se fala em Nazismo a galera cai matando. Mas ela quis dizer que o Capitalismo e o Nazismo estão proxsmos por causa desses pontos. Diga-se de passagem brilhantemente expostos por ela. Compreensão de texto. É o que falta pra galera… falô?

    Hehe

  • Claudius

    Nuoooossa! A mina tá falando que o Capitalismo é um DESDOBRAMENTO do Nazismo. Não que o Nazismo veio do capitalismo, mané.

    Se vcê ler o texto vai entender exatamente o porque disso. Como falô o Henrique é uma ILUSTRAÇÃO. Ela tah falando de instituições totalitárias, de individualismo, de seleção, de poder…

    Sempre que se fala em Nazismo a galera cai matando. Mas ela quis dizer que o Capitalismo e o Nazismo estão proxsmos por causa desses pontos. Diga-se de passagem brilhantemente expostos por ela. Compreensão de texto. É o que falta pra galera… falô?

    Hehe

  • Claudius

    Nuoooossa! A mina tá falando que o Capitalismo é um DESDOBRAMENTO do Nazismo. Não que o Nazismo veio do capitalismo, mané.

    Se vcê ler o texto vai entender exatamente o porque disso. Como falô o Henrique é uma ILUSTRAÇÃO. Ela tah falando de instituições totalitárias, de individualismo, de seleção, de poder…

    Sempre que se fala em Nazismo a galera cai matando. Mas ela quis dizer que o Capitalismo e o Nazismo estão proxsmos por causa desses pontos. Diga-se de passagem brilhantemente expostos por ela. Compreensão de texto. É o que falta pra galera… falô?

    Hehe

  • Claudius

    Nuoooossa! A mina tá falando que o Capitalismo é um DESDOBRAMENTO do Nazismo. Não que o Nazismo veio do capitalismo, mané.

    Se vcê ler o texto vai entender exatamente o porque disso. Como falô o Henrique é uma ILUSTRAÇÃO. Ela tah falando de instituições totalitárias, de individualismo, de seleção, de poder…

    Sempre que se fala em Nazismo a galera cai matando. Mas ela quis dizer que o Capitalismo e o Nazismo estão proxsmos por causa desses pontos. Diga-se de passagem brilhantemente expostos por ela. Compreensão de texto. É o que falta pra galera… falô?

    Hehe

  • Paulo

    Marcinha se voce resolver ir pra Cuba eu tô dentro hein!!!!
    Depois falam que nao existe mulher BONITA e INTELIGENTE
    Tah ai a prova!
    EU VOUUUU
    abraçus

  • Paulo

    Marcinha se voce resolver ir pra Cuba eu tô dentro hein!!!!
    Depois falam que nao existe mulher BONITA e INTELIGENTE
    Tah ai a prova!
    EU VOUUUU
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  • Paulo

    Marcinha se voce resolver ir pra Cuba eu tô dentro hein!!!!
    Depois falam que nao existe mulher BONITA e INTELIGENTE
    Tah ai a prova!
    EU VOUUUU
    abraçus

  • Paulo

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    Depois falam que nao existe mulher BONITA e INTELIGENTE
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    EU VOUUUU
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  • Paulo

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  • Paulo

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    abraçus

  • Renato

    Ô Guilherme, se ta querendo vê o circo pega fogo né??
    Fala verdade!

  • Renato

    Ô Guilherme, se ta querendo vê o circo pega fogo né??
    Fala verdade!

  • Renato

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    Fala verdade!

  • Renato

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  • Renato

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  • Renato

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  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • Máscio Lamas

    Uma feminista falar em pré-conceito me parece o Osama Bin Laden criticar o Bush…

    Não existe mentalidade mais misógina, sexysta e sectária que de uma feminista, camuflada na falsa imagem de liberdade e “direitos iguais”. Sei bem como é isso, não nasci ontem, não acredito mais em papo de feminista, é só mentira, reclamação e demagogia. São 2 pesos e 2 medidas para elas…

  • ANDRÉ

    PARA MARCINHA (MUITO GATINHA),
    RELAX!!!!!!!
    EXISTE UM DITADO:
    QUEM TEM BOCA FALA OQ QUER, MAS PODE AMANHECER DANDO BOM DIA P CAVALO!!!!RSRSRS

    ACHO Q VC TA PRECISANDO DE UMA GELADA. VAMOS?
    BJS

  • ANDRÉ

    PARA MARCINHA (MUITO GATINHA),
    RELAX!!!!!!!
    EXISTE UM DITADO:
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    ACHO Q VC TA PRECISANDO DE UMA GELADA. VAMOS?
    BJS

  • ANDRÉ

    PARA MARCINHA (MUITO GATINHA),
    RELAX!!!!!!!
    EXISTE UM DITADO:
    QUEM TEM BOCA FALA OQ QUER, MAS PODE AMANHECER DANDO BOM DIA P CAVALO!!!!RSRSRS

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  • http://riffsesolos.blogspot.com/ Diego Matias

    quem diabos leva a sério o que um cara fala pra outro numa academia????

  • http://riffsesolos.blogspot.com/ Diego Matias

    quem diabos leva a sério o que um cara fala pra outro numa academia????

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    quem diabos leva a sério o que um cara fala pra outro numa academia????

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    quem diabos leva a sério o que um cara fala pra outro numa academia????

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  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

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    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • VH

    Mesmo sem levar em conta a ótima frase “O Capitalismo é um desdobramento do Nazismo” (frase do mês no mínimo \o/), é meio difícil levar a sério um artigo desses oO

    O conceito de estereótipos e a tal mania de rotular, citados já no início do texto, meio que ficam sem sentido ao serem defendidos por alguém que, logo depois, classifica como “Motherfucker” alguém que fala mal de um estilo musical que, só por acaso, a autora curte. Podem dizer que eles generalizaram e ela não, tudo bem, Motherfucker são só os outros, nós leitores do PDH não.

    E alguém mais aí se sentiu no primeiro dia de aula de Antropologia ao ler esse texto? Ou só eu tinha um professor ruim pra caralh*? Conceitos que parecem ter sido incluídos no dicionário da “fazedora de livros” ontem , como o famoso etnocentrismo, e que são abordados com a mesma profundidade de uma poça.

    Ainda seria possível relevar tais coisas se ela nos apresentasse algumas idéias novas, mas cada parágrafo do texto começa com um chavão, uma frase feita. Levando em conta que alguns parágrafos também terminam assim, não há como deixar de considerar o artigo supérfluo.

    Por favor, no diga os nomes dos livros “fazidos” por você. Melhor conhecer para evitar.

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Thiago T.

    VH alguem até já comentou isso (o lance de a autora criticaar os esterotipos e chamar os caras de motehrfuckers) e tambem teve a astucia de perceber que a autora NAO se exclui “é muito facil fazer generalizações o dificil é ficar a parte delas.

    Eu gostei sim bastante do texto. Me fez refletir sobre muita coisa. Confesso que tive de le-lo duas vezes e só depois de alguns posts da galera compreendi o lance do nazismo x capitalismo. Acho que ela quis mesmo causar nesse ponto aí , chamar a atenção do populacho e conseguiu. Eu nunca tive aula de antropologia, mas se for por essas bases até me interesso. Achei super bacana!

    E discordo quando VH diz que o texto é superfluo. Se fosse nao teria tanto cara aí quebrando a cabeça pra entender e nao geraria tanta discussão. Acho ate que é um dos artigos mais bem escritos e de melhor conteudo ate entao Se ela comecasse a explicar tudo, a “desenhar” pra galera o texto perderia o charme e o misterio que tem.

    O que pude compreender eh que a autora tá querendo mostrar como nossa sociedade é contraditoria. Eu concordo com a galera que disse que o pre-conceito muitas vezes é uma necessidade – discriminação é outro papo.

    no mais essa eh minha opinião. otimo texto, gerou otima discussao. Gostaria de ler mais coisas suas Marcinha ; – )

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

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    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Euzão

    Ainda bem que vc é bonita, heim filha!

    Nem todo baiano é preguiçoso… doeu.

    O capitalismo é um desdobramento do nazismo… matou.

    Imagina, o capitalismo foi criado um século antes. Meudeusdocéu.

    Sobre os baianos, aff, se tivesse dito, há alguns baianos preguiçosos, e emendado com: assim como em todo lugar, teria alguma coerência.

    Ps.: não se engane com os elogios que vc recebeu, fosse vc feinha eles não existiriam.

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
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  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • Marcos

    mandou muito bem Marcinha
    ; – )

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
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    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
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    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

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    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
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    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • VH

    Na verdade Thiago T., eu também tenho que discordar de mim (oO?) na parte que digo que o texto é supérfluo. Reli meu comentário hoje e simplesmente tenho que pedir desculpas à autora, saiu muito mais ofensivo do que eu esperava, parecendo que sou uma professora de meia idade mal-comida que mora com 17 gatos.

    Ao invés de olhar os pontos positivos do texto, me prendi praticamente nos mesmos erros que todo mundo tinha comentado.

    A idéia do artigo é muito boa, de verdade, e acho que a autora deu uma ótima “visão geral” do assunto. Claro que poderia ter se aprofundado mais, mas pq não fazer isso em outro artigo, dando continuidade a este? :D
    Usar frases conhecidas ou qualquer coisa assim não tem nada de errado, é claro, principalmente quando se tenta dar uma visão particular para elas.

    Apesar da primeira impressão que tive do texto, tenho certeza que a autora pode acrescentar mais idéias ao tema… talvez nervosismo de estréia

    E retiro o que eu disse sobre os livros, apresente mais artigos para a galera, melhor conhecer antes de criar pré-conceitos.

    E Thiago, Antropologia é muito interessante, mas melhor ainda é ciências políticas/sociologia… sendo que qualquer um dos 3 é muito melhor do que filosofia o/

  • Armando

    De fato, talvez fosse melhor que dizer que o Nazismo é um desdobramento do Capitalismo, mas que existe um nexo causal entre ambos é óbvio, e a afirmação é totalmente pertinente.

    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

    A ascensão do Nazismo se deu em função da crise do capitalismo, marcada pelo crack da Bolsa de 1929 e a deflagração da IIª Guerra Mundial, período de transição entre o Capitalismo Industrial e o Capitalismo Financeiro Internacional.

    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

    Quem quiser se aprofundar sobre essa relação entre Capitalismo e Nazismo, recomendo a leitura de Introdução Ao Estudo Do Fascismo, do prof. Leandro Konder.

  • Armando

    De fato, talvez fosse melhor que dizer que o Nazismo é um desdobramento do Capitalismo, mas que existe um nexo causal entre ambos é óbvio, e a afirmação é totalmente pertinente.

    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

    A ascensão do Nazismo se deu em função da crise do capitalismo, marcada pelo crack da Bolsa de 1929 e a deflagração da IIª Guerra Mundial, período de transição entre o Capitalismo Industrial e o Capitalismo Financeiro Internacional.

    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

    Quem quiser se aprofundar sobre essa relação entre Capitalismo e Nazismo, recomendo a leitura de Introdução Ao Estudo Do Fascismo, do prof. Leandro Konder.

  • Armando

    De fato, talvez fosse melhor que dizer que o Nazismo é um desdobramento do Capitalismo, mas que existe um nexo causal entre ambos é óbvio, e a afirmação é totalmente pertinente.

    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

    A ascensão do Nazismo se deu em função da crise do capitalismo, marcada pelo crack da Bolsa de 1929 e a deflagração da IIª Guerra Mundial, período de transição entre o Capitalismo Industrial e o Capitalismo Financeiro Internacional.

    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

    Quem quiser se aprofundar sobre essa relação entre Capitalismo e Nazismo, recomendo a leitura de Introdução Ao Estudo Do Fascismo, do prof. Leandro Konder.

  • Armando

    De fato, talvez fosse melhor que dizer que o Nazismo é um desdobramento do Capitalismo, mas que existe um nexo causal entre ambos é óbvio, e a afirmação é totalmente pertinente.

    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

    A ascensão do Nazismo se deu em função da crise do capitalismo, marcada pelo crack da Bolsa de 1929 e a deflagração da IIª Guerra Mundial, período de transição entre o Capitalismo Industrial e o Capitalismo Financeiro Internacional.

    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

    Quem quiser se aprofundar sobre essa relação entre Capitalismo e Nazismo, recomendo a leitura de Introdução Ao Estudo Do Fascismo, do prof. Leandro Konder.

  • Armando

    De fato, talvez fosse melhor que dizer que o Nazismo é um desdobramento do Capitalismo, mas que existe um nexo causal entre ambos é óbvio, e a afirmação é totalmente pertinente.

    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

    A ascensão do Nazismo se deu em função da crise do capitalismo, marcada pelo crack da Bolsa de 1929 e a deflagração da IIª Guerra Mundial, período de transição entre o Capitalismo Industrial e o Capitalismo Financeiro Internacional.

    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

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  • Armando

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    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

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  • Armando

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  • Armando

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    Hitler e o Partido Nazista, em seus primórdios, foram financiados por gordas doações de banqueiros ingleses e americanos, como Rockfeller e Rotschild – que contavam com o Nazismo para combater as idéias socialistas em ascensão na Europa – e com as quais melhoraram as condições econômicas da Alemanha, mergulhada numa crise profunda, e construíram todo aquele aparato bélico do Partido Nazista.

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    Com o pós-guerra vem o fim do Capitalismo Concorrencial, liberal, e se instaura esse Capitalismo Financeiro, altamente concentrador de capital, e monopolista. E totalitário, portanto, pois a economia é controlada por grandes corporações. Há um aparente liberalismo apenas ao nível dos costumes.

    Quem quiser se aprofundar sobre essa relação entre Capitalismo e Nazismo, recomendo a leitura de Introdução Ao Estudo Do Fascismo, do prof. Leandro Konder.

  • semnome

    vh da antropologia vem psicologia , psiquiatria , ciências políticas/sociologia e qualquer coisa que estude os individuos em grupo ou separados . o ser humano é um animal e por isso seus atos são previsiveis , quer o chamem de instinto ou de política .

    armando o que disse é correto, o fascismo era e de serta forma ainda é o regime político vigente no mundo .
    alias a uns 12 mil anos .

  • semnome

    vh da antropologia vem psicologia , psiquiatria , ciências políticas/sociologia e qualquer coisa que estude os individuos em grupo ou separados . o ser humano é um animal e por isso seus atos são previsiveis , quer o chamem de instinto ou de política .

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  • Thiago T.

    Reli niovamente o artigo da Marcinha (posso linda?) e consegui absorver ainda mais. Muito rico o conteudo mesmo. Alias percebe-se que a propria construçao do texto é proposital pra mostrar como essas questoes sao inerente a todos nós – inclusive à autora (estou errado?).

    Armando VALEU pela aula e pela indicação de leitura.
    E VH mandou bemzaço retificando sua resposta anterior. to começando a me interessar por antropologia, ciencias politicas etc.

    abraçus

  • Thiago T.

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  • Euzão

    Nazismo: Patido Nacional Socialista

    Nazismo pregou a supremacia do Estado, um estado central controlador, economia planejada, fim do livre mercado. Isso tudo porque era socialistas, e como tal, seguiu todas as orientações desta ideologia.

  • Euzão

    Nazismo: Patido Nacional Socialista

    Nazismo pregou a supremacia do Estado, um estado central controlador, economia planejada, fim do livre mercado. Isso tudo porque era socialistas, e como tal, seguiu todas as orientações desta ideologia.

  • Euzão

    Nazismo: Patido Nacional Socialista

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  • Euzão

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  • Euzão

    Nazismo: Patido Nacional Socialista

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  • Euzão

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  • Euzão

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  • Euzão

    Nazismo: Patido Nacional Socialista

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  • Euzão

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  • Marcos

    Vale ressaltar que o nazismo, que se origina no fascismo italiano, tem uma relação intima com o capitalismo que permitiu o seu crescimento. Os nazistas seriam uteis na luta contra os comunistas.
    Mas creio o problema do texto não está no “erro histórico” e sim na cabeça dos internautas o “universo é um espelho”dai as reações tão “histéricas”rssss nem se permitiram ver o que o texto tem de bom.
    Enfim sempre que algo sai da media recebe ataques dos “guardiões” da media… os medíocres

  • Marcos

    Vale ressaltar que o nazismo, que se origina no fascismo italiano, tem uma relação intima com o capitalismo que permitiu o seu crescimento. Os nazistas seriam uteis na luta contra os comunistas.
    Mas creio o problema do texto não está no “erro histórico” e sim na cabeça dos internautas o “universo é um espelho”dai as reações tão “histéricas”rssss nem se permitiram ver o que o texto tem de bom.
    Enfim sempre que algo sai da media recebe ataques dos “guardiões” da media… os medíocres

  • Marcos

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  • Sirjuliao

    Salve a discórdia.

    A futilidade zomba do capitalismo. O nazismo se fez pelo preconceito aos não nazistas.

    Tem coisa boa nesse texto, mesmo levando em conta todas as variáveis e as suposições.

    Força!

  • Sirjuliao

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  • Edu

    ótimo texto
    autora gata
    nota: 10!
    vai em frente…..

  • Edu

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    nota: 10!
    vai em frente…..

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  • Edu

    mulher inteligente é otra história…
    aiiii lá em casa!!!!

  • Edu

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  • Bruno Conde

    Os únicos que conseguem ser tão sucintos e com uma taxa de informação tão alta, como essa moça alcançou nesta crônica, são os bons jornalistas E os conhecedores de seus objetos (no caso, um mini panorama sócio-cultural-econômico).

    Parabéns, e continue assim.

    Bjos,

    BC

  • Bruno Conde

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  • http://mallucunha.blogspot.com/ Mallu Cunha

    ô Bucicleidson pelo amor de deus, vá ler um pouquinho de livros de história vai….Euhein? só se for no seu mundinho alienado….
    ai ai, cada uma….

  • http://mallucunha.blogspot.com/ Mallu Cunha

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    ô Bucicleidson pelo amor de deus, vá ler um pouquinho de livros de história vai….Euhein? só se for no seu mundinho alienado….
    ai ai, cada uma….

  • http://mallucunha.blogspot.com/ Mallu Cunha

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    ai ai, cada uma….

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    ai ai, cada uma….

  • Paulo

    Ma eu tinha milhões de comentários pra fazer acerca desse texto – que já tinha lido em primeira mão ; ) – mas li cada comentário absurdo e alienado aqui que perdi o tesão.

    PQP

    Como sempre repito pra vc… a galera é “MEDIANA” Ma.
    Não espere muita coisa…

    Beijooo
    (mais um 10 pra vc!!!)

  • Paulo

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    Não espere muita coisa…

    Beijooo
    (mais um 10 pra vc!!!)

  • Paulo

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    Beijooo
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  • Paulo

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    Beijooo
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  • Paulo

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  • Paulo

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  • Alberto

    Marcinha, assino embaixo do que disse nosso amigo Bruno Conde. Os únicos que conseguem ser tão sucintos e com uma taxa de informação tão alta são os bons jornalistas e os conhecedores de seus objetos.

    Infelizmente vivemos em um país onde as pessoas lêem, mas não são capazes de “compreender”. Seu texto está milimetricamente bem redigido. Adorei. E já havia lhe alertado de antemão do “estranhamento” que poderia causar a frase acerca do nazimo/capitalismo.

    Como se vê, uns captaram a mensagem. Outros… Bem, os outros não importam. Ainda vão aprender!

    Vá em frente, menina.
    Meus sinceros parabéns!

  • Alberto

    Marcinha, assino embaixo do que disse nosso amigo Bruno Conde. Os únicos que conseguem ser tão sucintos e com uma taxa de informação tão alta são os bons jornalistas e os conhecedores de seus objetos.

    Infelizmente vivemos em um país onde as pessoas lêem, mas não são capazes de “compreender”. Seu texto está milimetricamente bem redigido. Adorei. E já havia lhe alertado de antemão do “estranhamento” que poderia causar a frase acerca do nazimo/capitalismo.

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    Vá em frente, menina.
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  • Alberto

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  • Alberto

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  • Alberto

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    Vá em frente, menina.
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  • Alberto

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  • Alberto

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  • Alberto

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    Vá em frente, menina.
    Meus sinceros parabéns!

  • Victor….

    Quando chegou na parte do japonês eu jurava q iria vir outra generalização kkk

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