Papo de Centro Cirúrgico. Ou, Grey´s Anatomy brasileiro.
Mais uma "emocionante" Segunda-Feira da minha vida, onde a equipe de cirurgia do joelho da qual faço parte se encontra para realizar artroscopias, próteses de joelho e reconstruções de ligamento cruzado.
Só que essa Segunda foi um dia à parte.
Culpa do nosso anestesista, que resolveu contar um causo ocorrido com ele, interessantíssimo por sinal, e o papo descambou para relacionamentos e situações inusitadas. Como só tinha médico ali, falamos de colegas e afins.
Contava o anestesista que um colega dele se casou, e durante o casamento, uma amiga dele conheceu um dermatologista, e ambos foram vistos saindo juntos do casório. Pois é. Na semana seguinte, estavam o anestesista e a garota junto com amigos, e ele percebe que ela está cabisbaixa. E ela vem pedir uma opinião, pois o cara havia ligado para ela no dia seguinte, para irem juntos à praia, e depois, sumira.
Ele, no alto de sua ingenuidade, comentou: "Vocês transaram?"
E ela respondeu indignada: "Isso não é da sua conta". Bom, quando não transa, diz logo que não, né?
Então ele jogou a real: "Olha, quando a garota fica só no beijinho e tal, a gente não costuma ligar. Mas se rola algo mais, geralmente tem um telefonema no dia seguinte…". Em resumo, o cara comeu a garota naquele dia, no dia seguinte ligou para comer de novo, e depois, sumiu sem deixar vestígios.
A garota se debulhou em lágrimas. "Poxa, ele tinha um papo tão legal!!". Ironicamente, era daquelas certinhas. Caiu na lábia do malandro e entrou para o clube dos "lanches rápidos one-way".
E nisso todos na mesa se revoltaram com o anestesista, dizendo que ele tinha que ter sido mais sutil e tal. Um dos presentes na mesa estava no centro cirúrgico, operando na sala ao lado, e então juntou-se à nossa discussão. A garota chorando disse a ele:
"Seu mal é que você é muito sincero". Prato cheio para o Dr Love.
E aí rola a cena mais engraçada. Ouvindo o burburinho, um paciente, que estava na maca aguardando procedimento, comenta: "Aí, dotô, não pude deixar de ouvir… Garota nova, bobinha, ainda vai aprender com a vida!". Até o paciente se meteu.
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Toda essa situação desencadeou uma série de conversas sobre relacionamentos e afins, que serviu para animar aquela tarde cirúrgica.
Tá doendo? Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmm…
A história seguinte também foi relatada pelo anestesista.
Houve de certa feita um congresso, e eis que um cara e uma garota "se entendem" no meio do congresso. Resolvem voltar para o hotel, para vocês-sabem-o-que.
Deram muito azar, porque na hora que chegavam juntos, alguns amigos deles estavam saindo de carro para uma noitada. E ao avistarem os pombinhos, não tiveram dúvidas. Saltaram todos do carro, e começaram a cantar, em coro:
- VAMOS FAZER AMOR! VAMOS FAZER AMOR! VAMOS FAZER AMOR!
No final das contas, os dois acabaram se casando. Mas do jeito que a garota ficou constrangida, a primeira noite definitivamente NÃO foi aquela.
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Essa outra eu presenciei, aconteceu quando era residente.
O alojamento do hospital tinha um corredor com uma sala de estar com paredes de vidro. Quem passa em frente é visto, não tem pra onde correr. De um lado ficava o dormitório feminino, e do outro, o masculino. Para chegar à saída, quem vem do dormitório masculino é obrigado a passar em frente a sala de estar, o que não acontece com o feminino.
Nós, residentes de ortopedia, por conta de nosso chefe psicopata que queria nos fazer estudar a todo custo, éramos sempre os primeiros a chegar ao hospital, com sessões clínicas marcadas para, às vezes, cinco e meia da manhã. Num desses dias, o chefe queria passar um vídeo sobre algum tema ortopédico, mas a sala de vídeo do serviço estava trancada. Então alguém teve a idéia de irmos assistir na sala de estar do alojamento. E fomos para lá, 16 pessoas, todas do sexo masculino.
E estávamos lá, vendo o video, quando, de repente, aparece uma residente da anestesia, vindo do dormitório MASCULINO, em direção à saída, com os cabelos molhados, e pela vidraça, ao nos ver, se enche de vergonha, tapa a cara e sai correndo. Flagrante delito. Gargalhada geral, e não sei por que, ela nunca mais foi a mesma com a gente…
(Bom, eu sabia no quarto de quem ela havia dormido. Pelo menos acabou virando marido dela.)
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Outro belo dia…
Fui ao centro cirúrgico de um hospital no qual trabalho, e chamei a chefe da enfermagem para solicitar a marcação de uma cirurgia. Quando ela me atende, a reconheci de pronto.
Ela havia trabalhado na central de esterilização de material do hospital onde fiz residência. E, digamos, dois colegas meus curtiram os prazeres da carne com ela.
Como a roda da fofoca não perdoa, ela, por trabalhar na esterilização, ganhou o apelido de "Limpinha". Como era comida "estéril", os caras diziam que ficavam mais tranquilos quanto à DSTs… E demais piadinhas do gênero.
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Coisas interessantes acontecem em alojamentos de residentes.
Um amigo meu fez residência em um hospital que era próximo a uma famosa noitada carioca. Então a tática era arranjar a presa, arrastá-la para o alojamento e lá proceder com o abate.
Só que a galera estava passando dos limites, até que a zeladoria baixou uma norma:
À partir daquele momento, só poderiam entrar no alojamento mulheres que fossem parentes dos moradores.
Conta a lenda que nunca apareceu tanta irmã, prima, tia e afins… A zeladora deve ter ficado espantada em como os residentes recebiam a visita de "parentes". Estima-se que um dos residentes teria apresentado umas quinze irmãs.
Jeito só não tem pra morte.
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Mas um colega passou dos limites uma vez.
Saindo pela noitada em Copacabana, deparou-se com uma vendedora de bugigangas. Conversa vai, conversa vem, o cara disse que oferecia R$50 para que ela os acompanhasse. Como não tinha local para o abate, resolveram (ele e os amigos) levá-la… Para o alojamento, oras. Sim, o alojamento fica dentro do hospital.
Chegando lá, passaram a noite, e na manhã resolvem bancar os espertos e não cumprir o acordo. Tentam expulsar a mulher e ela diz que se não pagarem, iria fazer um puta escândalo.
Vendo a merda que isso ia dar, o cara desistiu e pagou. Totalmente sem noção.
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No aspecto putaria, o Hospital que trabalhei quando servi o Exército foi campeão. Era difícil não conhecer algum lugar "virgem" da unidade. Era fácil travar amizade com os soldados que guardavam chaves de ambulatórios ou outras salas, daí era só pegar emprestado e usar de abatedouro.
Logo após eu dar baixa, um colega me contou que o novo diretor do hospital, querendo impor uma linha dura, resolveu colocá-lo em detenção por uma falta disciplinar.
A "detenção" do hospital era nada menos que um quarto de enfermaria, sem paciente. O cara podia circular pelo hospital e teria que dormir ali, durante dois dias.
O que ele fez? Prometeu uma dispensa médica para o soldado que o vigiava fazer vista grossa, e chamou uma "quebrete" para "ficar detida" ali com ele.
Assim é moleza.
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Quando minha mãe fez uma lipoaspiração uma vez, ao visitá-la em um hospital particular, comecei a trocar idéia com a enfermeira que cuidava dela. E ela conhecia um colega meu de residência, e falava sobre o mesmo com um certo ar saudoso.
Quando o interpelei, ele disse que teve um casinho com ela, mas nada mais.
De outra feita, após o 1o de dois dias de um congresso, esse cara me liga. Transcrevo o diálogo:
- Mauricio, dá para você ir comigo no congresso amanhã?
- Por que?
- Tô com medo. Fui ameaçado de morte.
- Como assim?
Um dos palestrantes era o NAMORADO da tal enfermeira, e ao que parece, descobrira o caso dela com o meu colega. Porém, este jura que não tinha mais nada com ela. Pois bem, o cara passou o congresso todo procurando esse meu colega, e quando o achou, começou a gritar com ele, e disse que o mataria. Ao que parece, a garota resolveu provocar uma ciumeira. Até onde sei, claro.
- Sério? Tá, eu vou contigo
- Mas não conta isso pra ninguém.
Eu nem precisei contar. Um outro colega, sacana, havia visto o cara gritando com ele.
Aí virou zona. O cara recebeu uns 20 bilhetes com ameaças de morte (nossos, é claro), pegou fama de fura-olho e nunca mais teve sossego.
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Eu podia ter contribuído para essa lista de histórias… Pena que a Gabriele…
Lá pelos meus 27 anos, estava eu atendendo num hospital de emergência, naquele ritmo SUS, no máximo dois minutos por paciente que é pra fila andar.
Gritei: "Próximo"
E ouço aquela voz doce: "Estou com uma dor no punho…"
E quando levanto o olho… Uma verdadeira princesa!
Dr. Health, exercitando seu olhar 43 com a paciente. Ou babando, tanto faz.
Que sorte, estava rolando um clima, Minha consulta padrão do SUS, que devia durar uns 2 minutos no máximo, se estendeu por quarenta e cinco minutos de papo com ela. Gabriele era seu nome. Linda, linda, linda.
Rolava aquele papinho clássico de quando a química é certeira. Todos na sala perceberam o clima, e riam. A gesseira não se aguentava em pé. Queixou-se de dor no joelho. Tive que examinar, que chato.
Mas como alegria de pobre dura pouco, um pouco antes de partir para a ofensiva, eu olhei o boletim de atendimento dela.
A Gabriele tinha quinze anos… Putz, pedofilia é crime. Coloquei uma tala no punho dela e a liberei. Mas…
Na quarta feira seguinte, o gesseiro do hospital me liga. Disse que uma paciente minha, Gabriele, me procurou no dia seguinte – eu não estava lá – dizendo que o gesso tinha quebrado. Mas ele percebera que era mentira dela, e ela confessou que tinha ido lá me ver, e pediu meu telefone pro cara. Ele disse que não podia dar, mas anotou o dela e me passou pelo telefone.
Anotei.
E ele completou:
"Doutor, ela pediu pro senhor ligar de tarde, quando os pais dela não estão em casa. Diz que é pra vocês combinarem de o senhor ir buscá-la no colégio".
Desliguei e fiquei olhando para aquele papel… E a única coisa que eu via, era a manchete do jornal no dia seguinte:
"MÉDICO TARADO SEDUZ MENOR DE IDADE"
Ortopedista já não tem fama boa, eu tenho uma reputação a zelar, então, amassei e joguei fora. Se tivesse uns 17, pelo menos…
Enfim, nunca mais tive notícias da Gabriele. E como Murphy é implacável, hoje ela deve estar com 21 aninhos, mais linda ainda e se me ver, nem vai dar bola…
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Ao final da última cirurgia, ainda veio essa última história, para coroar um dia engraçado.
Meu chefe da equipe de cirurgia do joelho foi operar num hospital particular aqui do Rio, e um individuo, que tinha um amigo o acompanhando, seria submetido a uma artroscopia.
Só que a cirurgia do cara atrasou. E o "amigo" dele estava preocupado, foi à entrada do centro cirúrgico pedir informações. E uma enfermeira entra na sala onde o paciente seria operado.
Nesse exato momento, o anestesista estava sedando o paciente. Mas algumas substâncias anestésicas têm o poder de funcionar como um "soro da verdade". Justamente nessa hora, a enfermeira lasca a pergunta:
"Doutor, tem um cara aí fora querendo saber do paciente"
E o paciente, sob o efeito da tal substância, se entrega, cheio de trejeitos:
"Um cara não! Esse homem é tuuuuuuudo pra mim!"
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Cheguei tarde em casa após as cirurgias. Mas foi bem divertido…
Mauricio Garcia é flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico. Ele é o nosso grande Dr. Health.
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79 comentários ↓
Sensacional. Simples assim.
Puxa doutor, quantas histórias, imagino quantas mais devem acontecer, pelo que sei o “ambiente hospitalar” é bem propício para histórias do gênero, bem mais do que parece. E maldita Lei de Murphy hein?? sei bem como é… rsrsr
Que situações hilárias…
A melhor parte foi a manchete:
“MÉDICO TARADO SEDUZ MENOR DE IDADE”
Todo mundo já passou ou um dia passará pela situação de ter que dispensar uma novinha dessas por causa da idade.
Ah sim, esqueci de contar, sobre a história da Gabriele
Justamente nessa época, a Kelly Key estourava nas paradas com a sua música “Baba baby”, que fala justamente de um cara que dispensou uma garota novinha, e que mais tarde babaria por ela.
Nem preciso falar que todo mundo me rogou essa praga…
[...] e Branco Tags: cinta-liga, enfermeira, morena, preto, salto alto Imagem coletada em um post do [...]
Fato interessante esse aí…
Tem hora que essas músicas caem certas na vida real…
No seu caso, caiu como uma praga mesmo…
Mt bom heeheheh!
Pensei que nao ia terminar mais.
“(…) arrastá-la para o alojamento e lá proceder com o abate (…) ”
opa.. orgulho de ser mulher que deu agora heinnnn !!!
rsrsrsrsrs
= )
Hahahaha, muito bom!
aaahh que da hora!
precisamos de mais historias dessas, hahaha..
Caraca!!! Vocês medicos são mesmo uma cambada de maníacos, pervertidos e depravados!!! Se vocês se preocupassem mais em atender os pacientes de forma digna ao invés de só pensar em trepar adoiado, a saúde no Brasil não seria essa ZONA (no mal sentido) que é hoje!!!
Trepar nas HORAS DE FOLGA impede de prestar atendimento digno… Ótima lógica. Faz todo o sentido do mundooooo, como não pensei nisso antes???
Ah, e é maU sentido, com U. A gente tem que parar de trepar e vc tem que voltar pro Mobral, senhor Jáder.
Ah para com essa papo ai Jáder…
o negocio é “enterrar a mandioca”….
O sistema por si só é uma bosta só, os médicos apenas dão um jeito de “rolar” ela….
Meu pai contava a história da enfermeira gostosa “barbeando” os enfeites carnudos que um tal possuía entre as pernas. Enfermeira nova, envergonhada, passou a espuma de barbear nos órgãos, levantou aquele rolinho e ficou a conversar com as companheiras enquanto executava o serviço. Ela deveria estar bem treinada porque daí a pouco o paciente solta a pérola: “Se quiser não precisa segurar mais não…”
é nessas horas que me arrependo de nao fazer medicina, um velho sonho meu.
pow… dê créditos a eles (aos médicos), pelo menos dessa vez.
↑ Tomara que você esteja sendo irônico.
Bacana de ler.
Faço faculdade de Medicina e me identifiquei muito com estas histórias, sempre ocorrem essas conversas entre as cirurgias e, principalmente, no estar médico!!! Tem cada uma!!!
E uma coisa eu digo: eu adoro as enfermeiras! Qual estudante de Medicina ou Médico nunca teve um casinho com uma?!? Parece que se atraem!!!
hehehe
Putz, Dr!
Essa do soro da verdade foi demais! uhauahauh!
Cara, alojamento só dá putaria!
Fui no retiro de IGREJA EVANGÉLICA uma vez, aqui no Rio mesmo!
Fiquei surpreso… o último lugar em que eu achei que ia me dar bem 3 vezes em 1 dia e meio era lá!
Alojamentos separados: mulheres de um lado, homens de outro. Mas a Mãe Natureza dá um jeito de juntar os gêneros né? ; )
Meu irmão foi estudar Medicina na Estatal de Kursk, na Rússia. Ficará lá 6 meses, acho eu, e depois será transferido para a RUDN, Universidade da Amizade entre os Povos em São Petersburgo se não me engano.
Deixou namorada aqui… diz que vai se manter fiel… Eu duvido muito!
Pois é… tenho um amigo aqui em Brasilia que nos aluga uma clínica para o famoso abate
das 22 as 6 h nao tem nada de jaleco branco kkk
Pô jáder, o que o cara faz é problema dele, se eu pego uma guria no trabalho tu diz que o brasil nao é 1ro mundo por minha culpa?!
Deixa o ortopedista trabalhar! kkk
Sensacional. Se cada um conta-se aqui uma história dessas, isso aqui seria uma grande ’seção’.
Abraço DR. Health
Muito legal Dr. Health
Conta mais, conta mais …
kkkkkkkkkkkkk
“MÉDICO TARADO SEDUZ MENOR DE IDADE”
“Um cara não! Esse homem é tuuuuuuudo pra mim!”
/me pocando de rir
Jader,
sem comentários.
Vc nunca viu clima de facul? nunca teve 17 anos?
Dr Health
humm e eu que achava que as história de direito eram mais interessantes….
É Doutor.., menina de 15 aninhos é fogo! Tenho certeza que esta história irá te “assombrar” pelo resto da vida com a sensação de arrependimento²²². Quando estiver lá com seus fios de cabelo branco vai lembrar que teve que dispensar um ninfetinha.. á se arrependimento matasse… Coisas da vida! É Bucha!
Ótimo post!
Engraçadíssimo! Pena que sou Engenheiro hehehe
auhuhahuahauhauauha muito bom.
Como diria um amigo meu “dimaaaaaaaaaaai”.
Magina um cara CHORAAAANDO de rir aqui, agora multiplica por dois, talvez três… SOU EU!
hahahahaha…
Keep it up.
Abraço.
Paulo Victor, eu diria o mesmo das fisioterapeutas.
Na minha especialidade, a interação é grande.
hahahaha
Hospital é mesmo um ambiente de putaria! Lembro bem quando era nutricionista clínica… Saudades daqueles tempos. rs
esse ultimo caso. nao foi voce nao ne?
hehehe
muito bom o post
Por essas e outras que peguei ojeriza por cirurgiões, ortopedistas e médicos em geral.
Clima de C.O. é assim mesmo, fede a testosterona vencida.
Texto bom, mas me fez lembrar da época em que nós, internas, éramos obrigadas a ouvir sobre essas cenaso dia inteiros.
É… por que eu não fiz medicina ????
Sobre a Gabriele, só uma coisa a dizer:
http://papodehomem.com.br/perdeu-prayboy-e-cadeia/
Irado Health, hilário, o legal é que vc não contou vantagem, isso deu uma credibilidade há mais nas tantas histórias, demais…
Tô rindo até agora com o bichinha…ahahahhaha
Sobre a Gabriele, só uma coisa a dizer:
http://papodehomem.com.br/perdeu-prayboy-e-cadeia/
(2)
“Pelo menos acabou virando marido dela.”
Po, Dr., e se fosse apenas um lance ocasional? Coitada da guria, hahahah!
@Jáder, cala a boca e vai estudar a cartilha.
@Dr.
Você deu mole… se ao menos tivesse pegado a Guria pra criar, hoje estaria em bons lençois… Mas de qualquer forma fez o certo, tem varias Gurias novinhas nos dias de hoje que é Chave de cadeia… como o Guilherme falou.
Abração PDH.
Com tanto caso de putaria, os caras nem conseguem estudar direito….
já até descobriram uma prova do Dr. Health fez:
http://bobagento.com/wp-content/uploads/2009/05/diabetes-prova.jpg
…. Dor no melocoton…. hahahhaha
Você deveria colocar no final do texto:
continua…
Meeeeeeaah
excelente matéria, parabéns
rendeu mts risadas !!!
Mtt boa msm..
0/
Não gosto de hospitais, e é também por isso que não quero medicina e vou pa engenharia, mas pqp, nessa area ha tanto defice de gostosonas… :’(
estou a ver que vão ser precisas umas puladas á faculdade de letras….
HUAHAUHAHUAHHAHAHAHAHAHHAHAHAH gasp!!!!
Rindo até agora!!!!!
A foto do seriado Greys Anatomy “entrou” como uma luva para este texto.
HAHAHA
Pelo menos na engenheria, quando rola uma bolinha depois da aula, dá 5 times diferentes fácil.
Belas histórias Dr, também tinha o sonho de fazer medicina, mas desisti. O sonho de ser um engenheiro mecânico é maior.
Desliguei e fiquei olhando para aquele papel… E a única coisa que eu via, era a manchete do jornal no dia seguinte:
“MÉDICO TARADO SEDUZ MENOR DE IDADE”
hauiahiuahaiuahaiuhaiauh
Vacilou, eu passava o rodo. Ainda mais princesinha assim..
Agora, dizem que o que tem de enfermeira que dá números ao curriculum dos médicos..
Depois manda mais desses causos, Dr.
Vamos combinar… Ainda bem que tem médico que desperta esse tesão, essa tara gostosa porque a maioria é de amargar. Meu gineco é como meu pai, meu otorrino é gay, meu ofta fumante inveterado, psiq me metem medo se bem que,nessa especialidade (o ironia!), conheço um que me dá outra cousa…melhor, só inspira. Oh dó!
Beijos Meygos
Senna, não rola.
Se dá uma merda, e o pai da garota implica comigo, eu não tenho defesa. Nenhuma.
E pior, a reputação vai pro ralo. Eu tinha muito mais coisa a perder ali do que aproveitar minutos de prazer.
É, Mauricio… sinceramente, eu acho que você devia ligar… o que você tem a perder? No máximo vai ouvir um não (e postar aqui, obviamente).
Liga lá e fala: “Oi, sou aquele médico que colocou um gesso no seu braço há alguns anos atrás. Agora estou a fim de te colocar algo mais.”
Ela vai rir, vocês vão tomar uma cerveja e pronto. Ela vira a mãe dos seus filhos e quando eles perguntarem, você diz que a conheceu quando ela tinha 15, mas só tomou coragem de falar com ela porque um tal de Maldito comentou num blog que você escrevia.
Maldito, espalhando amor (e natalidade) pelo mundo.
Dr., faz uma segunda rodada de causos???
CONTA MAIS!!!!
Me matei rindo com a manchete e soro da verdade…. Quanto a Gabriele, O Guilherme lembrou bem, e outra: que homem que não dispenseou uma chorando???
P.S.: Sou mulher, rodeada de homens PdH, graças a Deus!!!!
P.S.: Colocando letra onde não tem: DISPENSOU!!! Affffffff, agora saiu!!!
KKKKKKKKKK
MUITO BOM
Realmente, qdo tem um papo bacana o trabalho flui melhor.
Maldito, agora já era.
Isso aconteceu em 2002, e o tal papel com o telefone deve ter se desintegrado, a essa altura.
É…
Os médicos ralam muito e esses bônus a mais da profissão são bem vindos,
rsrsrsrs
Afinal quem, em qualquer profissão, dispensaria qualquer oportunidade de uma diversão a dois?!
Pelo jeito não é só o Dr. Love que tem boas história pra contar…
Gostei muito do artigo. Parabéns Dr. Health por compartilhar um pouco disso conosco!
Dr. Health, eu fico curiosa para saber as histórias dos seus colegas ginecologistas..eles devem ter coisas ‘cabeludas’ pra contar…hehehe
hahahahha
O texto tá mais pra “Scrubs” do que “G’ anatomy”!!
kkkkkkkk morri de rir!!
Por favor, diga que tem continuação dos casos!!
Pls!!!
Sexacional!
Muito bom!
Show de bola
É com prazer que anuncio que botei a cachola pra buscar o meu arquivo de causos, e a parte 2 desse artigo já está em fase de preparo.
Menos histórias de putaria… Mas não menos inusitadas!
Stay tuned!!!
“Estima-se que um dos residentes teria apresentado umas quinze irmãs.”
ahhh, mas ri horrores com isso! Pelo amor de Deus, tenha parte dois desse post, foi o melhor que já li!
Esse é o problema em não olhar além do presente.
hahaha
eu ri!
Muito bom o artigo!!!
Dei muita risada…Principalmente com essa última!!
Sabia que ao invés de direito deveria ter feito medicina…Pior é que eu moro do lado de um hospital, e sempre encontro umas médicas gostosas saindo de lá…
aliás tem uma enfermeira que eu sempre encontro pela manhã, e a gente sempre troca olhares, ainda vou pegar essa daí!!! É do hospital pra casa!
Jesus, vc está fazendo isso só pra que eu desista né????
É essa vida promíscua que me aguarda?? Não sei se me empolgo ou desespero, rsrs
Bjs!!
Naninha, nenhuma das pessoas que participou das histórias acima foi coagida a fazê-lo.
E na boa.. Promíscuo é não trepar!!!
Concordo.. é que essa vida de vestibulanda me deixa sem tempo pra nada.. ano que vem melhora, ou não?
Bjs
e eu pensei q a putaria rolasse solta na engenharia…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
até q n seria má idéia de uma integração entre os cursos…
a engenharia mecânica é responsável pelo desenvolvimento de mts máquinas utilizadas na medicina, de qualquer forma os 2 cursos estão atrelados… é, acho q escolhi o curso certo… hahahahaha
adorei o post… é sempre bom mudar um pouco o foco, já n aguento mais ler sobre motores, carros, máquinas, vigas rsrsrs…
xerus
Por isso, e acompanhar as cx claro, que eu mato aula pra ficar no centro cirurgico… é tipo terapia pra mim
[...] a alguns pedidos, visto que a receptividade do 1º artigo foi bem maior do que eu esperava, trago aqui orgulhosamente a parte 2, com mais alguns causos vividos por mim, ou notórios do meio [...]
É… Pq eu não fiz medicina?? [2]
‘ -Jeito só não tem pra morte. ‘ [2]
é pau dentro doutor.
Ei, Mauricio, sou médica também e sempre tive mais amigos homens do que mulheres. Amigos mesmo, sem sacanagem. Eu, muito tonta, não tenho lá grandes histórias da faculdade e residência. Mas meus amigos, digamos, aproveitaram. E fisioterapeutas realmente são bem “integradas” aos médicos. Aliás, lembrei de um fora de um amigo. Ao ver uma fisio passando no corredor da enfermaria meio que “pra guerra”, cutuca o cara do lado e pergunta: e aí, sabe quem tá comendo? O cara responde: “é minha namorada!”. Fantástico, não? Bj.
[...] Papo de Centro Cirúrgico. Ou, Grey’s Anatomy brasileiro. [...]
Simplesmente Demais!!!
O importante na vida é rirmos dela mais e mais a cada dia que passa!
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