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29.10.2008

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Feedback para 2009 – Dr Health

Caros leitores, por meio desta coluna venho desejar, antes de mais nada, Boas Festas e um Feliz 2009.
Muita paz, amor, dinheiro e saúde, e nesse último caso, estou à disposição para ajudar, aqui na PdH e também no meu email: drhealth@papodehomem.com.br
Como já abordei muitos temas aqui, às vezes as idéias ficam mais escassas para [...]

04.1.2009 | 34 comentários

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Dicas para harmonizar os vinhos no réveillon

Consultei o Nelson Luiz Pereira, sommelier da rede de lojas Ville du Vin e diretor de degustação da ABS (Associação Brasileira dos Sommeliers) e eis sugestões de harmonização de “bebes” para a última festa do ano.
Recepção
Espumante. Eles são alegres, leves e transmitem muito frescor. Dependendo da sofisticação da festa, podemos ir desde um bom prosecco, [...]

01.1.2009 | 11 comentários

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A ex de Johnny

Lembra-se de Dani? Estilo Maria-chuteira, loira, baixinha, coxuda, bunduda, tesuda, mas que fora trocada por bonecas infláveis? Isso! A ex de Johnny!
Pois é, aparentemente quem se deu melhor desde a separação foi ela. Na época do término de seu namoro com JJ, Dani se deprimiu tanto que resolveu pendurar suas chuteiras e fazer o bom [...]

30.12.2008 | 24 comentários

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Os súditos da Rainha no país do Futebol - Parte I

Publicado por Mauricio Ayer em 01.3.2008 às 18:24

torcedor-ingles

O que um torcedor europeu ia pensar vendo um jogo no Brasil?

É uma pergunta que vira e mexe retorna às mesas de boteco quando se pensa na diferença de organização e profissionalismo entre o continente que mais importa jogadores de todas as partes do mundo, incluindo todas as grandes estrelas, e o país que mais exporta futebolistas, grande parte deles justamente para a Europa.

O brasileiro em geral não tem dúvida de que o seu futebol seja o melhor do mundo, assim como seus jogadores, e as conquistas internacionais não desmentem essa impressão. Mas quando o assunto é campeonato, organização etc., há quase unanimidade quanto à catástrofe. Corrupção, desorganização, total falta de planejamento…

O Futepoca (www.futepoca.com.br) decidiu ir a campo pôr à prova a hipótese. Um inglês, torcedor do Manchester United roxo, estava por estas plagas e não perdemos a oportunidade: fomos ao Morumbi.

Um britânico no Morumbi

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Andrew e Rebecca, nossos observadores internacionais

E lá estávamos eu e Andrew, junto com sua mulher Rebecca, Domingo, 17 de fevereiro, na avenida Eusébio Mattoso, em frente ao shopping Eldorado, esperando o ônibus para ver o jogo entre Corinthians e Bragantino pelo Campeonato Paulista de 2008. Na plataforma estava um grupo de torcedores corintianos, que pulava e gritava, e que entupiu uns bons três ônibus. Pegamos o seguinte.

O ônibus parou na av. Francisco Morato e chegamos andando pela av. Jorge João Saad. Depois de uma curva, a fachada do estádio já causou impacto: “An impressive stadium”, disse Andrew, impressionado com o tamanho e a imponência do Cícero Pompeu de Toledo.

Precisávamos de ingresso e, diante das filas nas bilheterias, resolvi encarar o cambista: R$ 25 pela arquibancada azul, que é central, R$ 5 a mais do que pelos meios oficiais. Compramos, sob o olhar curioso de Andrew que a tudo observava.

Ingressos, Brasil x Inglaterra

É preciso dizer que uma semana antes, quando propus de irmos ver a peleja, Andrew topou, mas estava preocupado em como comprar os ingressos. Razão não lhe falta: na Inglaterra, é praticamente impossível conseguir ingressos no dia do jogo, a menos que alguém desista e lhe ceda o lugar.

A grande maioria dos ingressos é vendida em pacotes para toda a temporada, a preços que eles estimam estar por volta das 600, 700 libras esterlinas, por uns 30 jogos. Mas eles não tinham certeza do valor. A opção pode ser comprar ingressos em agências de viagem, a preços individuais proporcionalmente muito mais caros, que os turistas pagam sem reclamar.

“Uma vez resolvi ir a um jogo do Manchester pela Champions League”, contou Andrew. “Consegui um ingresso por 120 libras. Foi uma vez na vida!” 120 libras! Ele fazia as contas, o ingresso que pagamos no Morumbi, num lugar com excelente visibilidade, tinha custado umas cinco, seis libras…

Pernil com cerveja para os gringos

Antes de entrar, Rebecca tinha fome e fomos comer o tradicional sanduíche de pernil das cercanias do Morumbi, acompanhado de cervejas. Adoraram.

Quando entramos, o jogo já tinha começado e a arquibancada azul estava lotada. Passamos a primeira parede humana e nos ajudaram a subir até um nicho em meio à massa. Novo espanto, dessa vez de Rebecca: “Lá, fica todo mundo incomodado se você tiver que passar pra ir ao banheiro ou comprar comida, aqui ajudam, rola um clima de fraternidade”.

E tem isso também: “É legal isso da comida, da água, passar em meio à torcida. Em Manchester, se quiser comer tem que sair, pegar fila, e meia hora depois voltar”, completou Rebecca.

Jogo rolando, os ingleses mantinham uma postura de observadores. Andrew em particular estava atento a tudo, e fazia comentários sobre jogadores do Bragantino que eu sequer sabia de quem se tratava. Mas este era um desvio de observação meu, o jogo era do meu time…

Sentados e silenciosos?

jogo-ingles

Todo mundo calminho

Perguntei o que estava achando, o que ele via de diferente. A primeira coisa que ele apontou era o fato de que o povo fica em pé o jogo inteiro. “Na Inglaterra, não é permitido ficar em pé, você só levanta na hora do gol. Também é bem mais silencioso. Tem grupos cantando, mas são em geral grupos menores de torcedores, o canto nunca toma o estádio inteiro”, explicou.

Mais tarde ele me explicou um pouco melhor o contexto. No decorrer das últimas décadas, o futebol se tornando um negócio mais e mais rentável, os clubes ingleses ficando conhecidos internacionalmente, o preço do ingresso subindo.

O resultado foi que as classes populares foram pouco a pouco sendo alijadas dos estádios. Foram então que os pubs passaram a comprar os pacotes de canais a cabo que transmitem os campeonatos e oferecem às torcidas o ponto de encontro para assistir aos jogos.

Amanhã, a segunda parte desse artigo com a continuação das impressões de um inglês em pleno Brasil numa partida do Corinthians.

Foto do autor

Maurício Ayer é corintiano e maestro do “Coro de Casagrandes” do Futepoca, que está concorrendo ao prêmio de melhor blog esportivo no Ibest.

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14 comentários

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  1. Evandro-CWB

    quero ver um brasileiro fazendo fervo num jogo da inglaterra.. algum se candidata?? (passagem e hospedagem por conta propria.. hehehe)

    ate..

  2. Rubão

    Em todo lugar existem seus altos e baixos, ir ao morumbi é uma coisa. agora pergunta pro andrew se alguma arquibancada de estádio da inglaterra desabou como a do Fonte Nova. Com relação ao comportamento dos torcedores é cultural a Europa é bem mais séria mesmo. Quanto ao preço dos ingressos só mostra como o futebol lá tem se tornado cada vez um grande mercado mesmo. Bom por um lado ruim pro outro ( o bolso do torcedor ).

    Agora deixo uma dúvida: se o Brasil é o país do Futebol, porque é que quem joga na Europa é quem ganha mais?

  3. eu continuo firme, forte e convicto em nunca ter ido assistir um jogo em estádio =p um dia, quem sabe… talvez quando a Copa for aqui e tiver um jogo da Squadra Azurra heh =)

  4. oiee, tem meme pra vc no http://geradorii.blogspot.com

    bjoo

  5. O cara é inglês, você corinthiano mas o estádio é do meu SPFC!!!
    uhaeiuaheuiae

    bem cara, excelente post, aguardo pela parte II.

    Lá é diferente mesmo, aqui é bem melhor, diga-se de passagem. Pelo menos no quesito emoção. Assistir a um clássico não tem preço, mesmo quem não gosta de futebol iria adorar.

    Abs!

  6. Johnny, te recomendo assistir a um clássico, QUALQUER QUE SEJA.

    exceto do santos, pq nunca tem torcida. já que está morando em brasília, assista a um goiás x spfc ou goiás x flamengo.

    sem igual.

  7. Kr tinha que ter levado eles para assistir ao maior classico do futebol: a eterna rixa entre CORINTHIANS (já tamos no G4 do campeonato paulista!!!!) X PALMEIRAS (nosso eterno rival)

  8. Esse gringo tem é que ver a melhor torcida do mundo, o maior espetáculo dentre todas elas…

    “Eu sempre te amarei, onde estiver estarei, Oh meu Mengo
    Tu és time de tradição, Raça, amor e paixão, Oh meu Mengo”

    A hora que o cara ouvir a nação rubro-negra entoando seus cantos, ele já pode morrer feliz !!!

  9. Isso aí…
    Bom, mesmo com as frescuras todas dos ingleses, deve ser foda…
    Só esse lance de ficar em pé que eu não sabia…

    Sei que tem a cadeira certa para sentar, não é chegar escolher o lugar e já era, tem que ir na cadeira que está descrita no ingresso, não é?

    Aguardando ansiosamente a segunda parte.

  10. Thiago, valeu a dica… mas se eu não ia nem aqui em sampa ver Palmeiras e (coloque o nome do seu perdedor favorito aqui) na época que eu GOSTAVA e ACOMPANHAVA futebol, quem dirá agora heh

  11. Torcida brasileira mesmo é a do Grêmio, essa sim não para de cantar!

    Agora, o United é um baita time, sem duvida. Eu iria sem problemas ver um jogo lá. Sou torcedor do Man U.

    Nessa primeira parte ficou claro a diferença de torcida entre os dois países: A classe social.

    “esultado foi que as classes populares foram pouco a pouco sendo alijadas dos estádios. Foram então que os pubs passaram a comprar os pacotes de canais a cabo que transmitem os campeonatos e oferecem às torcidas o ponto de encontro para assistir aos jogos.”

  12. TEXTO GENIAL!
    Mande para VIP publicar!
    Abraço..

  13. Pois é, Agronopolos, queria ter levado os gringos a um clássico, mas esse jogo foi o único que deu pra encaixar na agenda deles. A escolha nem foi porque sou torcedor, se tivesse um São Paulo X Palmeiras naquele fim de semana teríamos ido ver. Ia ser até uma experiência antropológica interessante…

  14. Vou correndo ler a segunda parte!

    Abraços.
    http://www.joguinhosantigos.com

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