O que o caso Geisy Arruda tem a dizer sobre a sua educação?

Natacha Orestes

por
em às | Artigos e ensaios, Ladies Room, Mundo


Na biografia da escritora Clarice Lispector, encontrei um trecho que não sai da minha cabeça. É o seguinte:

“Não há o direito de punir. Há apenas o poder de punir. O homem é punido pelo seu crime porque o Estado é mais forte que ele, e a guerra, grande crime, não é punida porque se acima dum homem há os homens, acima dos homens nada mais há.”

Traçando um paralelo, gostaria de perguntar aos leitores: qual terá sido o crime de Geisy Arruda, visto que ela tem sido massivamente punida, não pelo Estado propriamente dito, mas pela ditadura das mídias que nos cercam? Eu me pergunto isso todas as vezes que vejo seu nome sendo citado. E me pergunto também o motivo dessa punição. Mas esta não é a questão que gostaria de abordar, afinal o assunto já foi bastante discutido. É só dar uma boa googlada que você poderá encontrar vários pontos de vista e formar o seu.

Responda sinceramente: qual foi o crime de Geisy Arruda?

O que eu quero de fato é utilizar o caso Geisy Arruda como um exemplo para que todos possam refletir sobre a educação. Você já se perguntou para que serve a educação? Responda o que quiser, tenho certeza de que você não estará errado, pois que a educação tem suas mil razões para existir.

A minha visão possui influências de uma aula de filosofia que tive quando ainda estava na faculdade. Depois dessa aula, tive de concordar que a maior função da educação é evitar a repetição de Auschwitz – o nome dos campos de concentração nazistas, onde foram mortos centenas de milhares de judeus. Em outras palavras: educação serve, primeiramente, para evitar a barbárie.

Ingenuidade dos que acham que algo tão bárbaro quanto Auschwitz esteja longe de se repetir. Isto se repete todos os dias, guardadas as devidas proporções. Theodor Adorno, filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão (1903 – 1969) concluiu que o nazismo só aconteceu por causa da identificação cega com o coletivo. Qualquer semelhança com o caso Geisy Arruda não é mera coincidência.

Entrada de Auschwitz, onde se lê 'Arbeit Macht Frei' ('O trabalho liberta'). Ironia fina, bem.

Você conseguiu responder qual foi o crime pelo qual a moça tem sido massivamente punida? O que de fato Geisy Arruda fez para despertar tanto desprezo? O que foi que ela fez para ser – e continuar sendo – tão humilhada, rebaixada, ridicularizada? Me digam vocês, pois eu mesma sou incapaz de chegar a uma resposta convincente. Nada me convence de que exista um motivo real para tal fato.

Não se identificar com uma pessoa não é motivo para marginalizá-la. Ou é?

Não há dúvidas de que está faltando educação – e não é só no Brasil. A educação a que me refiro não é somente aquela que prepara o cidadão para o mercado profissional, que torna o homem mais capaz de se realizar profissionalmente. Está faltando educação humana. A educação que nos permite resistir ao poder cego. A educação voltada para a formação de indivíduos capazes de pensar os próprios pensamentos. Capazes de discordar com a violência ao invés de calar diante dela, passá-la adiante ou fazer de conta que ela simplesmente não está ali.

A falta de autonomia e de autodeterminação são condições favoráveis à barbárie. O único meio de evitá-la é a conquista da autonomia e do poder para negá-la.


Link YouTube | Palestra sobre empatia, o que faltou para os alunos da Uniban

Não escrevo com o intuito de mudar nenhuma realidade. Tudo permanecerá como está, é o que acho. A minha esperança é que aquelas pessoas que estejam se deixando levar pela onda que marginaliza a Geisy, mas que possuem a capacidade de questionar as próprias atitudes e pensamentos, parem um pouco para raciocinar. A Geisy é um ser humano, como todos nós. Possui sua história, que não conhecemos direito. Não roubou, não matou, não feriu a honra de ninguém. Qual é o crime pelo qual ela tem sido punida? Ela realmente merece as ofensas que tem sofrido?

A minha opinião é que não há o direito de punir. Há apenas o poder de punir. Geisy é punida pelo seu crime indefinível porque a ditadura das mídias é mais forte que ela, e a falta de educação, grande crime, não é punida porque ela é a própria punição. E se acima da Geisy há a massa, acima da massa ainda existem algumas pessoas. E é pela voz dessas poucas pessoas que eu não me canso de procurar.

Nota do editor: se você achou o tema batido, lembre-se que é justamente porque paramos de pensar sobre isso que os casos Uniban continuam acontecendo.

Natacha Orestes

E-music serious business, filósofa de boteco, interneteira, poeta [quando quer], e blogueira. Encontre-a no Avante7 ou no twitter mesmo.


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175 comentários

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  • Topeiracega

    Entendo os pontos de vista apresentados.

    Acredito que, tudo pelo qual ela esta passando é fruto de suas proprias escolhas. O que acontece é que ela optou por estar visivel na midia e como consequnecia obvia, optou tambem por ser julgada. Todos julgamos e somos julgados, se tornar uma pessoa publica so amplia essa possibilidade. Ela teve o que sempre procurou e, por conta disso, ela teve o que merece.

  • Monykinha

    Auschwitz se repete a cada segundo, e nós de certa forma somos reponsáveis por isso.
    Adquirimos pensamentos, ideologias, crenças sem ao menos debater, sem saber o por que de tal formação.
    Sim, uma mudança de ética moral se faz necessária, e a atuação real de atores sociais participantes!

    Mônica Santos

  • Thiagoalencar

    As pessoas punidas são, justamente, as educadas. A barbárie cometida na UNIBAN não se justifica em lugar algum do mundo, apesar de que pressupõe-se que a UNIBAN não tenha um corpo discente do mais educado e, mesmo sem justificativa, a máxima “respeite para exigir respeito” aplica-se um pouco ao caso, mas os reais sofredores do caso, passada a agitação inicial, somos nós. Não consigo expressar quão deprimente é entrar em um portal de notícias e dar de cara com uma “Geisy Arruda toma banho de chocolate em um SPA” ou “Saiba como Geisy cuida da pele”, ora, eu sei como ela cuida da pele: Photoshop.

    Viver em uma nação de ignorantes, a maioria involuntários, onde estamos impregnados com uma cultura de desrespeito às regras, onde a pessoas lastimáveis são alçadas à categoria de famosas (vide Geisy) e onde cada um tenta conseguir o melhor para si mesmo que em detrimento de um coletivo, isso sim é frustrante e preocupante. Eu, por mais insensível que possa parecer, quero que a Geisy se exploda (não literalmente, por favor).

    P.S.: Aqui no Ceará, temos duas denominações para mulheres como a Geisy: “gato véi” e “catiroba”. Procurem no Google para saber melhor. Ela queria chamar atenção e, passado o percalço, é só isso que ela tem conseguido. Aquilo não se faz, mas que ela gostou, gostou.

  • Moisés

    Punição pela ditadura da mídia?

    Estranho, eu não tenho visto seu excesso de exposição na mídia como uma punição. Ao contrário, eu acho que esse é exatamente o objetivo dela, desde que a história surgiu. Não que ela tenha planejado essa situação desde o início (pelo menos acho que não), mas uma vez na mídia, ela não parece estar muito desgostosa de ficar na frente dos holofotes…

    Claro, a barbárie dos alunos da UNIBAN é inaceitável, mas para quem foi escorraçada na faculdade, ela está beeeeem por cima da carne seca. E gostando disso, ao que parece.

    PS: a não ser que você esteja se referindo, pelo termo punição, à qualquer matéria negativa que ela tenha ganho na mídia. Mas isso é tão inevitável quanto as críticas positivas, e ela não é a única pessoal a ter de lidar com os dois lados da moeda. TODO MUNDO que aparece na mídia dá sua cara a tapa, para o bem e para o mal.

    • Andre

      Discordo de vc em parte. Acho que o problema é que quem critica esta Geyse usa como argumento o fato dela estar se aproveitando da fama para ganhar dinheiro, o estilo pessoal dela, a cor das roupas e etc.
      Nenhum desses critérios justifica perseguição à pessoa dela e xingamentos q sofreu. Mesmo se ela tivesse bolando tudo com um magnífico plano e os colegas de classe tivessem descoberto, ninguém deveria xingá-la na UNIBAN. Infelizmente o Brasil é extremamente conservador e hipócrita e a falta de educação só piora mesmo esta situação. O senso crítico do nosso povo é ditado pela religião e mídia apenas. O resultado é esse que vemos.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Pois é, Moisés e Natacha,

    Eu concordo com o texto apenas em relação o caso Geisy Arruda x Uniban (alunos e diretoria), ou seja, em relação à história inicial, à violência, à imbecilidade.

    Depois a coisa toda virou mais uma história, dessas que vemos todo dia em relação a celebridades de todas as origens que aparecem na mídia sem que ninguém entenda exatamente por que ela estão lá, isso sem falar quando o motivo é apenas o corpo.

    Sim, o caso Geisy Arruda mostra claramente que ainda somos uma sociedade com pouca capacidade empática, pouco pensamento autônomo e muito mais próxima da barbárie do que imaginamos.

    Abraços.

  • Moisés

    Punição pela ditadura da mídia?

    Estranho, eu não tenho visto seu excesso de exposição na mídia como uma punição. Ao contrário, eu acho que esse é exatamente o objetivo dela, desde que a história surgiu. Não que ela tenha planejado essa situação desde o início (pelo menos acho que não), mas uma vez na mídia, ela não parece estar muito desgostosa de ficar na frente dos holofotes…

    Claro, a barbárie dos alunos da UNIBAN é inaceitável, mas para quem foi escorraçada na faculdade, ela está beeeeem por cima da carne seca. E gostando disso, ao que parece.

    PS: a não ser que você esteja se referindo, pelo termo punição, à qualquer matéria negativa que ela tenha ganho na mídia. Mas isso é tão inevitável quanto as críticas positivas, e ela não é a única pessoal a ter de lidar com os dois lados da moeda. TODO MUNDO que aparece na mídia dá sua cara a tapa, para o bem e para o mal.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Pois é, Moisés e Natacha,

    Eu concordo com o texto apenas em relação o caso Geisy Arruda x Uniban (alunos e diretoria), ou seja, em relação à história inicial, à violência, à imbecilidade.

    Depois a coisa toda virou mais uma história dessas que vemos todo dia em relação a “celebridades” de todas as origens que aparecem na mídia sem que ninguém entenda exatamente por que ela estão lá, isso sem falar quando o motivo é apenas o corpo.

    Sim, o caso Geisy Arruda mostra claramente que ainda somos uma sociedade com pouca capacidade empática, pouco pensamento autônomo e muito mais próxima da barbárie do que imaginamos.

    Em geral, a maioria das pessoas só repete discursos alheios que incorporou sem saber, pelo mecanismo de auto-ocultação de qualquer ideologia, crença ou preconceito. O resultado é ela dizendo “Eu penso isso”, sendo que na verdade ela é apenas uma reprodutora. É o pensamento que pensa por ela, igual acontece com nosso processo emocional, aliás, pelo qual emoções e impulsos comandam nossas ações. Servidão interior e exterior: um só processo.

    Abraços.

  • Jhonatan Carreira

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Reductio_ad_Hitlerum

    E como disse o Moisés… ela tá gostando da fama. Pra mim, o evento foi proposital.

  • Pablo Fernandes

    Vejo as coisas de forma parecida.

    Pra mim, não se discute o erro de ter sido feito um julgamento e dado seguimento a uma atitude grotesca na faculdade. Porém, quando a coisa toda tomou forma ela soube levar proveito em cima disso.

    Pipocam notícias sobre ela. Apenas usou do meio em que estava inserida e passou a usar ao seu favor. Agora ela terá uma boneca, uma biografia, fora muitas outras coisas que conseguiu.

    • http://twitter.com/edsonmgarcia Edson Martins Garcia

      Você comentou algo que me passou batido.

      Tudo isso que aconteceu com ela está alavancando cada vez mais sua imagem.

      Seria ela a nova Xuxa?

      • Luciana

        Isso parece piada.

  • Marcão, macho-alpha++

    Educação é só uma forma de controle. Escolas e faculdades são prisões com objetivo de castrar a mente humana, submetendo-a à vontade dos donos do poder.

    Se você fala de ética e moral usando a palavra educação para o “ensino da ética e da moral” você está delirante, pois são duas cujo significado foi destruído pelo materialismo, imediatismo e egoísmo exarcebado do homem, em especial nos últimos séculos, onde o acúmulo de capital se tornou a única e maior preocupação social.

    No fim, um artigo nada ou “filler” (que é mais curto que tapa-buracos).

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • http://twitter.com/edusanttana Doo Doo

    Acho duas coisas: a primeira é que o poder de punir está muito próximo ao poder de julgar que os seres humanos carregam com eles. E este tem base nos costumes e morais de cada um, o que faz parte da educação que cada um recebe, está no contexto em que cada um vive. Esses, para mim, são uns dos vários motivos pelos quais teremos uma sociedade que pune e uma mídia que forma opiniões burras e cada vez mais ignorantes.
    A segunda é que, excluindo o tema citado acima, que achei muito bom e bem observado, “há males que vem para o bem…” e, neste contexto, Geyse Arruda se aproveitou muito da própria mídia que a fez ser punida e ganhou nome, presença nas colunas sociais, entre outros. Aproveitou sim o momento para ter algo que queria: atenção. Mas e aqueles que não querem isso e passarem pelo que passou a personagem citada? É de se pensar…

  • http://twitter.com/ItaloAndre Italo André

    Concordo com o texto ao analisarmos o quão mal educados somos e o quão perto estamos da barbárie, e por tão pouco. Vemos aquelas cenas e percebemos o quão 'pesado' foi tudo aquilo.Uma multidão querendo 'tirar o couro' de uma pessoa. Realmente bárbaro.

    Já falando sobre Geysy, concordo com o comentário do Moisés, ela está gostando, e muito, de estar tão presente nas mídias. E da mesma forma que me pergunto qual foi seu crime, também me pergunto qual foi seu mérito. Aliás, no dia que ela esteve no Programa Pânico, na rádio Jovem Pan, ela deixou bem claro o quanto gosta de estar em destaque e que tem feito por onde permanecer. Mas não falando mal dela por causa disso, todos devemos agarrar-nos a oportunidades que aparecem, e foi isso que ela fez.

  • http://twitter.com/edsonmgarcia Edson Martins Garcia

    Em minhas opiniões, sempre tento ser o mais neutro possível, abordando ambos os lados da desigualdade, tentando encontrar um ponto comum, chamando-o de equilíbrio.

    Não creio ser certo o que foi feito com a cidadã em questão. É errado julgar ou sub-julgar, por um deslize, falha, ou até mesmo um erro, quando não incorre em outros. Trocando em miúdos, ninguém sofreu nenhum dano sério quando ela foi vestida “daquele jeito” à Uniban, exceto, claro, o fato de ter provocado ereção nos mais afoitos, mas, isso é inerente à imaginação de cada um.
    Entretanto, todo esse ocorrido foi tomado como base somente uma situação, neste caso, aquela fatídica sexta-feira. A minha dúvida é, e sempre foi: como era seu comportamento (o dela, não o teu) em situações anteriores àquele dia? Ninguém é santo, ninguém é perfeito, todos nós cometemos deslizes em algum, ou em alguns, determinados pontos da nossa vida, e é absolutamente normal. Me pergunto se ela já não vinha com esse comportamento, de usar roupas provocativas, gestos, poses, palavras, tão e exclusivamente para provocar discórdia. Penso dessa forma porque sei que existem mulheres que não se contentam em ver um homem compromissado, em que seus pensamentos, atos e palavras são direcionados apenas para provocar ciúmes, ódio, gerar discórdia entre casais. Tão bem quanto eu, ou até mais, vocês sabem que existem pessoas assim. Homens e mulheres, que nunca deram certo em relacionamentos, visam muitas vezes quebrar essa harmonia entre casais realmente felizes.

    Aqui fica minha dúvida, mais uma… O pessoal da Uniban retrocedeu a vários séculos atrás, fazendo com que “bruxas morressem queimadas”, ou evoluiu, ao dizer NÃO à baixaria e à libertinagem.

    Espero ter contribuído bastante, ou, ter atrapalhado bastante! rs…

    Um fraterno abraço

    • Monykinha

      O que a pessoa faz ou deixa de fazer é problema dela.
      Se ela usa um vestido tem de ser taxada? cadê a neutralidade?

  • Pablo Fernandes

    Edson,

    Baixaria, libertinagem. Tudo isso por causa de um vestido?

    Sem contar que o alvoroço todo não foi feito por funcionários da faculdade e sim por outros alunos.

    • http://twitter.com/edsonmgarcia Edson Martins Garcia

      Pablo,

      O vestido eu diria que pode ser apenas uma coincidência.

      O que questiono, e sempre questionareis, são as atitudes dela. Não generalizo, mas, se uma mulher que vai para a aula SEMPRE com roupas desse tipo, tem atitudes de mulher rampeira, fica se insinuando para os homens, em especial os compromissados, etc etc etc, não acho tão errado assim. Não digo que é certo o que fizeram, não mesmo.
      Mas, por vezes, precisamos fazer uma “revolução” para que um “vício” acabe.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    Concordo demais com o texto. E acho o exemplo FENOMENAL, apesar de a princípio Geysi parecer mais uma aproveitadora da fama instantânea, vide milhões de exemplos nesse pais: Luciana Gimenez, Adriane Galisteu, Jesus Luz e por aí vai…

    A crítica é quanto à falta de educação e capacidade pensar por si de cada uma. E foi exemplificada nos vários “maria-vai-com-as-outras” que enxotaram Geysi da Unibam, Ao invés de se questionarem porque maltratavam uma garota que usava uma saia provocativa, todos preferiram entrar na onda do grupo e “se divertir”, ao invés de seguir os valores. Assim como um jovem numa torcida organizada, que ao ver o torcedor rival caído, dá um bicudo no cara, mas no fundo não odeia o cara e ainda condena tal atitude.

    Agora, o interessante foi o exemplo da Geysi porque ela é mais um exemplo claro de falta de educação no país. Que fique claro que não estou condenando a índole da moça, ou falando mal dela. Só que ela se mostrou mais uma pessoa que não pensa por si. Aproveitou o momento que lhe foi dado (à força) e se aproveitou. Ela poderia ter sido nobre e levantado várias bandeiras (inclusive sobre a edução), mas preferiu seguir os exemplos de Galisteus e Gimenez e pegar o atalho da fama fácil pra se promover de forma barata. Sem conteúdo.

    Novamente, não a culpo. Afinal, pessoas mais “viajadas” e “instruídas” que ela, que são infelizmente “exemplos” nessa sociedade fizeram o mesmo. Ou seja, ela que teve a chance não faria igual?

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    A questão dela gostar estar na mídia só reforça que somos um povo sem educação. Afinal, qual o exemplo que ela teve? Duma Galisteu que subiu na vida dando pro Senna? Duma Gimenez que subiu na vida dando pro Mick Jagger? De um Jesus Luz que virou DJ (PQP…) por comer a Madonna?

    Então não a condeno de querer aproveitar seu momento também. Ela é uma garota humilde que só viu pessoas subirem na vida através de favores. E não pelo estudo.

    • Francis Coelho

      Até que alguém para falar a verdade nua e crua…faço minhas as suas palavras,Pedro.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Sim, Pedro, eu também não a condeno por isso. É muito provável que eu, nessas condições todas e com esses mundos e oportunidades, faria o mesmo. Ou até pior.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Edson, seu discurso é IDÊNTICO aos dos alunos da Uniban que fizeram o que fizeram. O que eles disseram, basicamente? “Olha, ela provocou, ela pediu por isso”.

    E tem a turma dos que tentam suavizar e dizem: “Olha, é errado, mas ela pediu, né?”.

    Foda. Foda ouvir isso.

    Abraço.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Edson,

    “evoluiu, ao dizer NÃO à baixaria e à libertinagem.”

    Não interessa se ela agiu assim por séculos, se parecia “uma puta”, se provocava, se fazia isso ou aquilo. Nada, NADA justifica a violência dos alunos.

    Não, meu caro, não houve evolução alguma, principalmente vindo da Uniban, que passa longe de ser um bom exemplo de universidade.

    Abraço.

  • Guilherme

    Geisy Arruda virou um símbolo das feministas de plantão. Eu não condeno o que o pessoal da Uniban fez, foram burros eu sei, e elevaram essa guria.

    • Francis Coelho

      Pra mim tudo que aconteceu com essa guria (Geisy Arruda), foi muito bem arquitetado por um ótimo produtor…eles só não contavam com o preconceito dos bastidores artísticos e da inteligência da mídia que não deixam ninguem “subir sem ser muito bem criticado”…

  • http://twitter.com/edsonmgarcia Edson Martins Garcia

    Gitti,

    Concordo com você e todos que dizem que a atitude dos estudantes é errada. Não foi e nunca uma atitude dessas poderá ser considerada correta. Talvez eu tenha me expressado mal.

    Só não concordo que, com essa atitude, ela possa ser considerada uma “santa”, uma “discriminada”, e posar de coitada na mídia.

    • Dine

      “Só não concordo que, com essa atitude, ela possa ser considerada uma “santa”, uma “discriminada”, e posar de coitada na mídia.” Ela não é santa (nem ninguém aqui é), e discriminada SIM, ela foi discriminada; ou será q ser expulsa da faculdade por causa de um vestido não é discriminação? Agora, quanto ao posar de coitada é uma consequência da circunstância, onde cada um regagiria de um jeito.

  • http://disqus.com/CabraBom/ Cabra Bom

    “somos uma sociedade com pouca capacidade empática, pouco pensamento autônomo e muito mais próxima da barbárie do que imaginamos”. Acurado comentário.

    A grande maioria da sociedade vive mergulhada na hipocrisia. Tudo seria mais fácil se as pessoas buscassem compreender e aceitar a real (e “imperfeita”) natureza das coisas.

    Primeiro a garota foi vítima das provocações de uma meia dúzia. Depois virou uma bandalheira em consequência da regra “Maria vai com as outras” (ou sua versão masculina – João vai com os outros”), afinal, como já se sabe há muito tempo, o que o povo gosta mesmo é de um belo circo (especialmente se for “dos horrores”). Uns começaram a “zuar”, outros foram na onda, deu no que deu.

    Na sequência, ela quis dar a volta por cima, aproveitando o sucesso repentino pra ganhar uma grana. Nada mais normal. Muitos fariam isso no lugar dela. Os que criticam, ou dizem que não iriam aproveitar a pontinha de fama para tirar um troco, desconfio seriamente que sejam, em grande parte dos casos, apenas invejosos.

    Cabra

  • Jonny

    Triste é aquele que pensa ser o dono da verdade, assumir a ousadia de empunhar a pedra e jogar no seu semelhante, sem ao menos entender da própria finitude e imperfeição.

    Triste somos nós enquanto humanidade, contemplar a massificação da ignorância, preconceito e putrefação de valores. O bom senso nunca existiu.

    A UNIBAN não merece tanta repercussão tampouco merece Geisy. É uma faculdade de ensino ruim, preço baixo, de pessoas analfabetas funcionais oriundas de classes baixas, meros reprodutores de lixo cultural, base da pirâmide intelectual. Despertou atenção pois essa classe representa a maioria dos brasileiros e a cultura nacional de cuidar da vida alheia.

  • Pablo

    A única que acho sobre o caso do vestido é que não temos informação suficiente para opinar se a reação dos alunos foi extremada ou não, pois sabemos do que aconteceu só pelo que lemos na mídia. Eu mesmo parei de fazer opiniões 8 ou 80 sobre coisas que ouço pelos outros, e em casos como este existem tantas explicações e justificativas que é melhor ignorar e abster da discussão.

    “não feriu a honra de ninguém.”

    Será? Não com o vestido em si, o vestido pode ter sido só a cereja do sundae. Ela também pode ter provocado muito uma pessoa em específica, muito querida pela maioria dos alunos, e assim ultrapassando algum limite de tolerância que já havia e movimentando todo aquele episódio. Isto é bem fácil de acontecer.

    Eu mesmo não concordo com o que fizeram. Se ela provocava ou não, eu ignoraria ela, mas isto sou eu falando e sei que grande parte das pessoas reagiria em contra-partida. Só quis tentar mostrar que pode haver uma explicação menos simplista para o episódio, e que muitos aqui dos comentários estão colocando o ocorrido em um nível mais alto do que deveria estar.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    Guilherme, seu comentário foi ambíguo. Você fala que não condena o pessoal da Uniban, mas depois diz que eles foram burros. Bem, vou dar minha opinião sobre o assunto de qualquer forma…

    Os caras da Uniban foram EXTREMAMENTE burros. Por várias razões:

    1- Desrespeitaram uma pessoa gratuitamente. Isso não se faz por motivo nenhum.
    2 – Deram chance pra uma baranga feiosa aspirante a celebridade aparecer na mídia.
    3 – Queimaram o filme da universidade que dará diploma a eles.
    4 – Deixaram de incentivar as meninas gostosas a se vestiram bonitas ou mesmo inibiram elas de fazer sexo sem compromisso pra não parecerem “fáceis”.

    Eu hoje pensaria mil vezes antes de contratar gente da Uniban. Tanto pelos estudantes que tem lá, quanto pelas atitudes da reitoria.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    Realmente ela está gostando da fama. E isso não é uma exclusividade dela. Isso vai desde Geisy, aos delegados do caso Bruno (que fazem de tudo pra aparecer) ou qualquer “celebridade” do Superpop.

    Essa característica de querer aparecer a qualquer custo é só mais uma faceta da nossa falta de educação citada no post.

  • Rapsag

    Só porque era uma gorda num micro vestido, se fosse uma gostosa a galera batia palma e chamava pra sair (comer). Mulherada ta tudo vestida assim, é a moda ^^

  • Daniel Oliveira

    É um país hipócrita, com seus falsos moralismos.

  • http://www.facebook.com/villeth Gustavo Almawi Villeth

    E se a punição geral for exatamente por sempre a tratarem como alguém que não merece o sucesso que alcançou? Vide o exemplo de ex-BBBs como Grazi Massafera, que depois de anos de atriz global ainda é alvo de comentários como “ela está ali roubando a vaga de alguém que tenha talento de verdade”?

    Roubando a vaga de alguém? Como assim? Por piores exemplos de talento e/ou esforço que sejam algumas das celebridades atuais, não se pode esquecer que para o consumo existir tem de haver oferta E demanda. O “Parangolé” não faz shows sem pagantes, e o Faustão não teria anunciantes se não tivesse uma audiência monstruosa…

  • http://politicaspublicasecidadania.wordpress.com/ Wagner Menke

    Bom, a gente também não pode esquecer que a Geisy “tem sido massivamente punida” porque ela se expôs muito depois do episódio da Uniban.

    A “ditadura das mídias que nos cercam” acha que consegue ganhar mais destaque fuzilando a reputação das pessoas. Vide o caso do Dunga, uma figura que, pelo próprio lugar que ocupa, já é uma alvo fácil.

  • http://twitter.com/yeiliowsin Maristonisel

    Sobre o comentário que você fez acima, quando disse “Queimaram o filme da universidade que dará diploma a eles”, eu concordo contigo. Eu também curso uma faculdade, e embora a maioria das meninas onde estudo se vistam de forma descente, algumas não o fazem. E mesmo assim elas não são condenadas por nenhum outro estudante. Isso porque as pessoas que lá estudam, respeitam a escolha que os outros fazem, não ligam ou não se sentem no direito de questionar o que o outro deve ou não vestir. Se os alunos de uma universidade não tem a capacidade de resolver tal problema de uma forma um pouco mais civilizada, eles realmente não merecem um diploma universitário pois faltaram aí algumas qualidades básicas no ensino.

    Mas o ponto onde quero chegar, é que ela foi vítima da mídia, que se aproveitou de algo que não tinha lá grande importância.

  • Anonimo

    No fim das contas ela acabou por utilizar o ocorrido para se promover. A educação faltou aos colegas dela na unibam sim. Mas não só a eles.

  • Guilherme

    “que tem feito por onde permanecer”.

    Então no máximo vai conseguir fazer filmes pornôs, quem tem talento de verdade não precisa se expor na mídia de uma forma tão barata.

  • Analulu

    Sinceramente, penso que a atitude dos alunos foi errada e da Uniban impensada. Que a referida moça faz de tudo pra não sair dos holofotes é fato. Agora, fazer dela mártir da liberdade, como foram Martin Luther King, Gandhi, Mandela (sei que ta vivo), eu não engulo. Simplesmente mudo o canal quando passa coisa dela. Se ela quer usar roupa curta ou não, problema dela. Agora, que aceite as consequências. Ninguém vai de biquini a velório.

  • David

    Levando pro lado mais racional da coisa… algumas pessoas dizem que “o que ela veste ou deixou de vestir é problema dela”… só sendo muito santo pra não taxar uma mulher assim de vagabunda (o que mais se pensaria de alguém que se veste assim pra ir à aula, todos os dias? Espera-se mesmo que a intenção dela é levantar paus por onde passa).
    No entanto, o absurdo da coisa é externalizar isso. Não acho que você precise aceitar ou mesmo concordar com atitudes e comportamento das pessoas – o absurdo é criticar ou tentar mudar o que não lhe afeta diretamente. O pecado lá foi simplesmente dessas pessoas terem feito a bagunça que fizeram, ao invés de simplesmente ignorá-la. No final das contas, era só uma mulher feia vestida de vadia. Tem tanto disso por aí… aos que se apetecessem, tentar comê-la seria a reação mais natural, e fica por aí.

  • Numero2

    Legal vc tocar nesse ponto de que os campos de concentração (Auschwitz, na Polônia,era só um deles) são uma realidade não tão distante em qualquer lugar e qualquer época.Temos o costume de achar que o linchamento e o porrete são derivados de um regime A,B ou C e nunca do próprio comportamento irracional da massa.
    “Engraçado” que o nazismo é filho da vingança e brotou numa sociedade tradicionalmente educada, a Alemanha.Talvez justamente por isso o nazismo seja tão chocante, apesar de quase todos os países, pobres ou ricos,terem seus casos de perseguição e tortura (inclusive aqui, pois quem acha que temos 500 anos de mar-de-rosas é um tolo).
    Educação é realmente necessária, mas ela mesma pode ser direcionada para coisas muito ruins.É um dilema.

  • Digovr

    Aqui vai uma citação de Joaquim Falcão que cabe bem ao caso:
    “Ser o que não se é, é errado. Imprensa não é justiça. Esta relação é um remendo. Um desvio institucional. Jornal não é fórum. Repórter não é juiz. Nem editor é desembargador. E quando, por acaso, acreditam ser, transformam a dignidade da informação na arrogância da autoridade que não têm. Não raramente, hoje, alguns jornais, ao divulgarem a denúncia alheia, acusam sem apurar. Processam sem ouvir. Colocam o réu, sem defesa, na prisão da opinião pública. Enfim, condenam sem julgar.”

  • Dudu

    Aqui acontece o pensamento de que há apenas uma verdade qual:os estudantes da UNIBAN estão errados e Geisy foi injustiçada.O que na minha modesta opinião eu descordo.Claro que a favor do bom convívio social seria melhor que eles não tivessem feito isso, mas existem outras verdades como:os alunos agiram como um coletivo onde há apenas uma opinião, não que todos concordassem mas eles não estavam agindo individualmente (como quando em uma manifestação violenta existe vandalismo, não torna os manifestantes vândalos)portanto é inevitável, Geisy depois que se recuperou do baque se viu uma sub-celebridade e se aproveitou disso.Resumindo todos os lados agiram de forma manipulada em seu tempo:os alunos pelo coletivo, e Geisy pela comoção da mídia sobre seu caso, não que qualquer um esteja certo ou errado é tudo relativo(não lembro quem disse que “não existe branco ou preto, apenas o cinza”).E dizer que a ação dos alunos da UNIBAN foi obra da falta de educação é tapar o sol com a peneira, quer dizer, uma ação humana natural e irremediável com educação.Educação serve para entender porque se faz isso, não para evitar.O exemplo do fascismo também é outro, “indentificação cega com o coletivo” há em todo lugar, os alemães nazistas da época podiam concordar ou não individualmente, mas isso não condicionava sua obediência ao regime.Achar que educação plena vai resolver tudo é viver um conto de fadas.

  • Dudu

    Ótimo ponto!

  • Dudu
  • Amanda

    Se ela incomodou uma pessoa (ou um casal, sei lá), elas deveriam resolver a questão em particular…
    O que me choca é a quantidade de gente que fez coro. Que viu 1 ou 2 pessoas gritando “puta, puta!” e achou legal acompanhar, sem nem saber direito o que estava acontecendo.

  • Thiago

    Recrimino ela e toda e qualquer sub-celebridade que não acrescenta nada a ninguém e pelo contrário… só está aí pra ensinar mais garotas a fazerem o mesmo: É isso ai… vamos ser vulgares que assim se fica famosa.

    O problema no Brasil é que pra ficar famoso, basta ser vulgar e obsceno.

    Tenho certeza que todo o julgamento feito pelos alunos se deve não ao fato dela ter ido com um vestido curto para a aula, mas sim pela postura que ela adotava na faculdade. Não duvido nada de que ela era desses tipinhos que a gente encontra em toda escola: popular, vagabunda, esnobe e cheia de si.

    Tem pessoas que estudam anos e anos… para poderem se tornar escritores… ou estilistas… Ela chega se aproveitando de um fato lamentávele escreve livro e cria coleção. Onde a gente vai parar?

    Pra mim ela se assemelha àquelas prostitutas que criaram uma marca de roupas: a Daspu. Aliás é até pior, ela forçou uma situação, e ao invés de ficar na sua… quis aparecer mais do que ja estava em evidência.

    Humilde? Aonde? Fala sério vai!

  • http://twitter.com/FernandoCaboi Fernando Caboi

    Concordo contigo, cara, apesar de certo radicalismo de sua parte. Afinal, além de ensinar profissões, as escolas moldam a personalidade das pessoas para agradar aos donos do capital. Ou será que um profissional extremamente talentoso, mas de personalidade extravagante, é bem aceito no mercado de trabalho? Salvo raras exceções, isso dificilmente acontece.

    E eu fugi completamente do assunto do post :)

  • http://discordando-do-mundo.blogspot.com Leonardo Xavier

    As minhas perguntas são: Mesmo que a Geisy realmente fosse uma puta, o que tenho eu a ver com a vida dela? Cada um escolhe viver como bem quer e estando dentro da legalidade, por que eu vou criticar o estilo de vida dela? E se ela fosse uma prostituta, isso justifica que tenhamos um comportamento típico de uma horda de camponeses medievais caçando uma bruxa: – Puta ! Puta! Puta! Queime na fogueira! E se ela fosse prostituta, isso faria ela deixar de ser um ser humano? E todo ser humano, não é digno de respeito?

    Quanto a mídia, eu acho que foi só uma questão de oportunidade, por sinal bastante irônica, por que o mesmo clamor popular que queria queimar a moça na fogueira agora resolveu colocar ela no pedestal. Não creio que eu possa criticá-la por ter aceito a oportunidade de virar sub-celebridade, provavelmente deve ter sido uma das melhores oportunidades que ela já teve na vida. Eu acho que talvez certas críticas sejam quando elas tangem ao conteúdo das participações dela nos programas de auditório, que por sinal se você não gostar pode simplesmente mudar de canal e assistir algo que seja do seu interesse, pelo que eu pude perceber as aparições dela na TV não são como propaganda eleitoral gratuita.

  • Victor_ccg

    O crime dela na minha opnião foi não se dar ao respeito, toda essa educação que vc fala faltou a ela também. Ok, eu concordo a reação dos alunos da UNIBAN foi no minimo… digna de animais irracionais, quase quebraram a faculdade enquanto gritavam ensadecidos, loucos em furia. MAS, nada disso teria acontecido se ela se desse ao respeito, prova disso é que depois que toda essa historia estourou na midia ela se aproveitou e de uma forma vulgar, pagando papel da gostosona escrota em rede nacional. Todo canto que via o nome dela estava associado a alguma coisa de apelo sexual ou coisa do tipo. Então me responda… ela se deu ao respeito? Se ela tivesse sido injustiçada e tudo o mais, porém agisse como alguem de respeito, duvido que alguem iria julgala da mesma forma que esta sendo agora. Não é uma critica apenas um comentario, cada um faz da vida oq bem entender e ela tentou ganhar em cima de algo que provavelmente teria acabado com ela se não tivesse tomado as prorporções que tomou.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Achei o texto excelente, até ler os comentários, TODOS.
    Ou ninguém entendeu nada, ou o texto não está claro. Prefiro achar que o texto não está claro (irônica e hipocritamente falando).
    Amigos, vamos falar de outras coisas, de arte ou de antropologia, que seja. Mas ainda está pendente a etapa anterior antes da subsequente.
    Geisi Arruda não de ve ser a maior preocupação nossa. Sim. a educação “de base” brasileira. Vamos lutar por um movimento de moralização e seleção criteriosa do que passa na cabeça e na televisão brasileira, para mim, a verdadeira culpada, da Geisi, da turma da Uniban, e dos comentários acima..
    Gente, a respeito desse tema deveríamos não falar mais, ele me faz ter vergonha de ser brasileiro , E esta menina já deveria ter sido esquecida e justificada perante a sociadade.
    E a sociedade deveria ter feito uma analise antropológica do caso, incluir os resultados em um livro de “história do Brasil”, e criar até um feriado.
    Esqueçam este incidente e preparem os futuros. Que do jeito que vai, a coisa vai acabar ficando muito pior.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Que se deu o respeito o que rapaziada?? Vocês estão loucos??
    Ninguem tem que se dar o respeito pra nada!
    O respeito entre pessoas tem que se dar e existir por ele mesmo!!
    Que mania essa que brasileiro tem que se dar o respeito! Coisa de gente subdesenvolvida! Ou vocês não acham que prostituta não merece respeito??
    Cambada de animal que pensa mais com a cabeça de baixo com a de cima! Não podem ver uma pessoa nua que se alteram como se fosse a coisa mais absurda do mundo! Vocês estão loucos? Ou “in”voluidos?
    Acho engraçado brasileiro achar que o Brasil vai ser primeiro mundo! Ainda tem tanta coisa pra mudar denro da mentalidade brasileira. Por isso, sempre, os Europeus são e vão continuar sendo o que são, evoluídos e primeiro mundo e outras coisas mais…porque antes de se preocupar com a pelada que está sentada ao banco ao lado, estão preocupados em de que forma eu posso fazer minha sociedade mais justa e eficiente, porque sei que vai refletir no meu trabalho, amizades e ambiente imediatamente.
    Bha pessoal, deixem essa menina e no minimo defendan-na com unhas e dentes, porque a nudez não estava na gordura ou no corpo dela, estava na cabeça dos alunos e continua na cabeça de vocês.

    • Victor_ccg

      Eu não sei se é pra rir ou para achar graça…
      O que te faz pensar que prostitutas não se “dão ao respeito”, usar sexyappeal não é perder o respeito quando se faz isso de forma INTELIGENTE. E quanto a mania de brasileiro de “se dar ao respeito” ser coisa de 3º… em que mundo vc vive? Qual é camarada, seu exemplo foi no minimo tosco:
      “Por isso, sempre, os Europeus são e vão continuar sendo o que são, evoluídos e primeiro mundo e outras coisas mais…porque antes de se preocupar com a pelada que está sentada ao banco ao lado, estão preocupados em de que forma eu posso fazer minha sociedade mais justa e eficiente, porque sei que vai refletir no meu trabalho, amizades e ambiente imediatamente.”
      Eu juro que to tentando entender… europeus são viados ou maquinas frias e calculistas? Doce sonho esse seu que Europeu so pensa assim, se fosse realmente isso a Espanha não tava em crise, nem a Grecia, não haveria guerras separatistas (sim GUERRAS!), acorda pra cuspir que essa utopia não existe… moro?

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Vulgar?? Vulgaridade tá na tua cabeça malandro! Tu tem que olhar pra ela com pena só…por ainda não saber que provocar o instinto masculino ainda faz pare da animalidade dela.
    Preocupe-see saber colocar a sua sexualidade no seu devido lugar e procura um psicólogo.
    Por favor, antes dela, tem todos os pseudo-atores, modelos, e diretores dos canais de TV brasileiros!! Ela coitada virou um simbolo involutivo de uma sociedade atrasada e burra.

    • Victor_ccg

      Hum… mais uma vez eu não sei se é pra rir ou achar graça… essa sociedade atrasada e burra que vc fala é mesma em que vc vive e se consegues trata-la dessa forma e com tanta pompa na fala deve ser pq tu tens uma otima solução (ou quem sabe os europeus). Se uma mulher desperta a sexualidade no homem ela não faz nada mais nada menos que o normal, afinal de contar SOMOS ANIMAIS racionais, caso vc não saiba. E sim tem toda essa gente que vc falou ai tendo espaço na midia que não merecia, mas estamos falando aki dela. ;-)

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    O engraçado é que a Demi Moore nos EUA, tendo aparecido pelada das mais variadas forma ou vezes, é aclamada, e aqui uma infeliz vestida é linchada.
    Vão estudar amigos, mas estudar não só os livros, bibliotecas e internet, e sim, estudar de verdade, tornar-se um NOVO homem. Aprender pelo contexto social e contato com o “enviroment”;

  • Luane

    Como mulher, morro de vergonha de pessoas como ela.
    A UNIBAN ERROU E PONTO. Mas o que venho dizer é sobre um ponto que pouco ouvi falar, a tremenda falta de educação, postura e polidez da parte DELA.
    Deixo claro que gosto de roupas justas e uso APROPRIADAMENTE, mas na SALA DE AULA, pelo amor de Deus… a família dessa cidadã não deu educação e não a ensinou a se comportar de acordo com a ocasião??? Tenho 22 anos e quando nova minha vó me levava a igreja. Lá, eu ia sempre com roupas comportadas que não eram as mesmas que eu usava fora de lá.
    O que me deixa muito indignada é como a mídia não questiona o senso crítico dela. E pior, fazem disso um símbolo da liberdade feminina. Na verdade está reforçando a figurada da mulher ligada ao sexo. Pondo, como imagem, uma mulher que está usando o corpo, SEXO, a falta de naturalidade de tanta cirurgia que ela já fez, a cara da mulher já é outra ( e modesta parte, péssimo gosto em roupas, que ainda estão sendo reproduzidas…) e até agora não vi muita inteligência no que ela fala nem para defender essa causa.

    PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER… As pessoas vão as palestras, teatros, igrejas,bibliotecas e outros lugares e não sabem se portar adequadamente, AONDE ISSO VAI PARAR?????? NÃO VIVEMOS EM SOCIEDADE????
    Eu acredito que temos liberdade de fazer o que queremos, mas a nossa liberdade acaba quando a do outro começa e dessa parte estão esquecendo.
    Tô com sono, vou nessa…
    Tudo de bom a todos e se puderem opinem sobre o meu comentário.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Achei o texto excelente, até ler os comentários, TODOS.
    Ou ninguém entendeu nada, ou o texto não está claro. Prefiro achar que o texto não está claro (irônica e hipocritamente falando).
    Amigos, vamos falar de outras coisas, de arte ou de antropologia, que seja. Mas ainda está pendente a etapa anterior antes da subsequente.
    Geisi Arruda não de ve ser a maior preocupação nossa. Sim. a educação “de base” brasileira. Vamos lutar por um movimento de moralização e seleção criteriosa do que passa na cabeça e na televisão brasileira, para mim, a verdadeira culpada, da Geisi, da turma da Uniban, e dos comentários acima..
    Gente, a respeito desse tema deveríamos não falar mais, ele me faz ter vergonha de ser brasileiro , E esta menina já deveria ter sido esquecida e justificada perante a sociadade.
    E a sociedade deveria ter feito uma analise antropológica do caso, incluir os resultados em um livro de “história do Brasil”, e criar até um feriado.
    Esqueçam este incidente e preparem os futuros. Que do jeito que vai, a coisa vai acabar ficando muito pior.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Que se deu o respeito o que rapaziada?? Vocês estão loucos??
    Ninguem tem que se dar o respeito pra nada!
    O respeito entre pessoas tem que se dar e existir por ele mesmo!!
    Que mania essa que brasileiro tem que se dar o respeito! Coisa de gente subdesenvolvida! Ou vocês não acham que prostituta não merece respeito??
    Cambada de animal que pensa mais com a cabeça de baixo com a de cima! Não podem ver uma pessoa nua que se alteram como se fosse a coisa mais absurda do mundo! Vocês estão loucos? Ou “in”voluidos?
    Acho engraçado brasileiro achar que o Brasil vai ser primeiro mundo! Ainda tem tanta coisa pra mudar denro da mentalidade brasileira. Por isso, sempre, os Europeus são e vão continuar sendo o que são, evoluídos e primeiro mundo e outras coisas mais…porque antes de se preocupar com a pelada que está sentada ao banco ao lado, estão preocupados em de que forma eu posso fazer minha sociedade mais justa e eficiente, porque sei que vai refletir no meu trabalho, amizades e ambiente imediatamente.
    Bha pessoal, deixem essa menina e no minimo defendan-na com unhas e dentes, porque a nudez não estava na gordura ou no corpo dela, estava na cabeça dos alunos e continua na cabeça de vocês.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    Vulgar?? Vulgaridade tá na tua cabeça malandro! Tu tem que olhar pra ela com pena só…por ainda não saber que provocar o instinto masculino ainda faz pare da animalidade dela.
    Preocupe-see saber colocar a sua sexualidade no seu devido lugar e procura um psicólogo.
    Por favor, antes dela, tem todos os pseudo-atores, modelos, e diretores dos canais de TV brasileiros!! Ela coitada virou um simbolo involutivo de uma sociedade atrasada e burra.

  • http://www.facebook.com/people/Rauber-Mendes/756653726 Rauber Mendes

    O engraçado é que a Demi Moore nos EUA, tendo aparecido pelada das mais variadas forma ou vezes, é aclamada, e aqui uma infeliz vestida é linchada.
    Vão estudar amigos, mas estudar não só os livros, bibliotecas e internet, e sim, estudar de verdade, tornar-se um NOVO homem. Aprender pelo contexto social e contato com o “enviroment”;

  • Rangel

    Esse texto me deu nojo. Nem consegui ler até o final.

    Nada justifica o que os alunos da Uniban fizeram com ela, aquilo foi de uma selvageria sem tamanho.

    Mas agora dizer que ela está sendo punida pela mídia é uma palhaçada. Ela ta saindo em revistas, dando entrevistas, aparecendo em programas lixo de domingo a tarde, ganhou cirurgia pra tirar a pança, vai tirar uma grana da Uniban e ainda vem dizer que ela ta sendo punida? Punida o caralho.

    Ela ta sendo glorificada pela midia, e tudo isso por que vestiu a porcaria dum vestido curto. E que se fodam os politicamente corretos, por que ela é so mais uma loira burra que ta aparecendo na televisão.

    Ela ta adorando isso tudo, os verdadeiros punidos são os leitores que perderam tempo lendo essa porcaria.

    Mas volto a repetir que nada justifica o que fizeram com ela na faculdade.

  • nobody

    acima dos homens há a razão de tudo escondida de todos, ninguem tem o direito de punir só o poder, ninguem tem a capacidade de julgar, temos sim a capacidade de expressar nosso ponto de vista, quem pode dizer que a geisy estava errada ou que os alunos estavam errados?tudo o que aconteceu foi um choque que atingiu muita gente inclusive você de alguma forma, cada pessoa possui uma opinião do que é uma puta, algumas pessoas extrapolam em suas ações, mas eu acredito que a experiencia valeu pra todo mundo.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Parei de ler no “Theodor Adorno”.

    Realmente ela foi “punida”, coitada da Geisy, ela está muito pobre e passando fome(…)

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Aqui em Fortaleza um pai(um cidadão italiano) deu um selinho na própria filha(17 anos) e foi imediatamente preso por “pedofilia”, sem pressa alguma e detido até ser solto as custas de muito trabalho.

    Cristina Mortágua fez coisa muito pior com o seu filho naquele ensaio, então por que não mandaram ela pra cadeia também por pedofilia?

    O marxismo cultural é par-excellence anti-homem. Eu acho que esses psicanalistas deveriam analisar a si mesmos e verem que tem problemas em lidar com símbolos de autoridade(religião, família, propriedade privada e o logos), é caso para a psicopatologia e ciências que tratem de delinquência.

    Aqui temos uma coincidência curiosa: o casal que denunciou o italiano também era de Brasília, provavelmente da classe média daquela cidade.

    Um certo sociólogo cujo nome esqueci no momento, explica que a classe média criada em condomínios e redomas de vidros, longe da realidade palpável, passando suas vidas em contato com muitas abstrações, tendem a verem a realidade como uma espécie de software, uma ilusão que pode ser moldada a bel-prazer, esse é o dogma central dos pós-modernistas. Portanto o “engajamento social” dos brasilienses com questões supérfluas como as minissaias em Universidades, liberalização da maconha e beijos que pais dão em seus filhos está algo próximo de uma patologia coletiva daquela cidade.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    O estado neoliberal libera as pessoas das “amarras” religiosas e morais, mas como o ser humano tem uma certa necessidade da moral, então os cidadãos do estado liberal passam a buscar novos culpados, onde despejam em cima deles a sua necessidade de culpar alguém, os “imorais” e “vilões” passam a ser: -O machismo, as cantadas de rua, as puladas de cerca de Tiger-Woods, os frequentadores de prostíbulos, a “má-educação” de Dunga e a molecagem dos alunos da Uniban, as pessoas que não gostam de tatuados e maconheiros, os tabagistas e os alcoólatras.

  • Nana

    Geisy Arruda FOI um símbolo para o feminismo, mas depois disso fez lipo, etc, etc, para aparecer se manter sob os holofotes.
    O acontecimento na Uniban envolvendo a Geisy é sim um símbolo para o feminismo, mas não só: é um aviso para todos de como nos falta respeito pelo outro, educação e empatia, como foi citado no post.
    Como você não os condena eu não consigo entender, pois sim, foram extremamente burros.

  • Rangel

    Esse texto me deu nojo. Nem consegui ler até o final.

    Nada justifica o que os alunos da Uniban fizeram com ela, aquilo foi de uma selvageria sem tamanho.

    Mas agora dizer que ela está sendo punida pela mídia é uma palhaçada. Ela ta saindo em revistas, dando entrevistas, aparecendo em programas lixo de domingo a tarde, ganhou cirurgia pra tirar a pança, vai tirar uma grana da Uniban e ainda vem dizer que ela ta sendo punida? Punida o caralho.

    Ela ta sendo glorificada pela midia, e tudo isso por que vestiu a porcaria dum vestido curto. E que se fodam os politicamente corretos, por que ela é so mais uma loira burra que ta aparecendo na televisão.

    Ela ta adorando isso tudo, os verdadeiros punidos são os leitores que perderam tempo lendo essa porcaria.

    Mas volto a repetir que nada justifica o que fizeram com ela na faculdade.

  • nobody

    acima dos homens há a razão de tudo escondida de todos, ninguem tem o direito de punir só o poder, ninguem tem a capacidade de julgar, temos sim a capacidade de expressar nosso ponto de vista, quem pode dizer que a geisy estava errada ou que os alunos estavam errados?tudo o que aconteceu foi um choque que atingiu muita gente inclusive você de alguma forma, cada pessoa possui uma opinião do que é uma puta, algumas pessoas extrapolam em suas ações, mas eu acredito que a experiencia valeu pra todo mundo.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Parei de ler no “Theodor Adorno”.

    Realmente ela foi “punida”, coitada da Geisy, ela está muito pobre e passando fome(…)

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Aqui em Fortaleza um pai(um cidadão italiano) deu um selinho na própria filha(17 anos) e foi imediatamente preso por “pedofilia”, sem pressa alguma e detido até ser solto as custas de muito trabalho.

    Cristina Mortágua fez coisa muito pior com o seu filho naquele ensaio, então por que não mandaram ela pra cadeia também por pedofilia?

    O marxismo cultural é par-excellence anti-homem. Eu acho que esses psicanalistas deveriam analisar a si mesmos e verem que tem problemas em lidar com símbolos de autoridade(religião, família, propriedade privada e o logos), é caso para a psicopatologia e ciências que tratem de delinquência.

    Aqui temos uma coincidência curiosa: o casal que denunciou o italiano também era de Brasília, provavelmente da classe média daquela cidade.

    Um certo sociólogo cujo nome esqueci no momento, explica que a classe média criada em condomínios e redomas de vidros, longe da realidade palpável, passando suas vidas em contato com muitas abstrações, tendem a verem a realidade como uma espécie de software, uma ilusão que pode ser moldada a bel-prazer, esse é o dogma central dos pós-modernistas. Portanto o “engajamento social” dos brasilienses com questões supérfluas como as minissaias em Universidades, liberalização da maconha e beijos que pais dão em seus filhos está algo próximo de uma patologia coletiva daquela cidade.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    O estado neoliberal libera as pessoas das “amarras” religiosas e morais, mas como o ser humano tem uma certa necessidade da moral, então os cidadãos do estado liberal passam a buscar novos culpados, onde despejam em cima deles a sua necessidade de culpar alguém, os “imorais” e “vilões” passam a ser: -O machismo, as cantadas de rua, as puladas de cerca de Tiger-Woods, os frequentadores de prostíbulos, a “má-educação” de Dunga e a molecagem dos alunos da Uniban, as pessoas que não gostam de tatuados e maconheiros, os tabagistas e os alcoólatras.

  • Nana

    Geisy Arruda FOI um símbolo para o feminismo, mas depois disso fez lipo, etc, etc, para aparecer se manter sob os holofotes.
    O acontecimento na Uniban envolvendo a Geisy é sim um símbolo para o feminismo, mas não só: é um aviso para todos de como nos falta respeito pelo outro, educação e empatia, como foi citado no post.
    Como você não os condena eu não consigo entender, pois sim, foram extremamente burros.

  • Mariana

    “Eu hoje pensaria mil vezes antes de contratar gente da Uniban. Tanto pelos estudantes que tem lá, quanto pelas atitudes da reitoria”.

    Olá, Pedro.

    Esse seu comentário chamou a minha atenção. Tenho um amigo formado em Rádio e TV pela Uniban. O cara é incrível, super inteligente, esforçado, rala pra caramba e tem muitas dificuldades para financiar seus estudos. Ele escolheu a Uniban por conta das vantagens que a universidade oferece no preço das mensalidades. Mas, ele continua sendo muito inteligente e, infelizmente, carrega um estigma por ter se formado ali.

    A propósito, ele (como muitos outros) não tem culpa pelas atitudes dos estudantes e da reitoria, mas é certo (até mesmo baseado em seu comentário) que o cara vai carregar essa marca ainda por muito tempo, sem contar o preconceito.

    O texto do Adorno citado pela Natacha é o “Educação após Auschwitz”, que está em “Educação e Emancipação” (vale a pena vc conhecer…). Como ela colocou, educação serve, primeiramente, para evitar a barbárie…

    “Relativizar” não seria bem a palavra (pq assim, fica tudo muito relativo), mas “subjetivar” talvez possa ajudar. Sou psicóloga e tenho muitos colegas que trabalham com seleção e ainda posso me orgulhar ao vê-los atuando. É certo que um candidato tem muito mais que um diploma…

    Abraços!

  • http://profiles.yahoo.com/u/EQN7G6S27735ZEPGPUEMREUDHI Pamela

    Na minha opinião, o que houve na Uniban foi ridículo, claro. Não se espera esse tipo de atitude num lugar que deveria ser cheio de gente inteligente, jovem e em busca de conhecimento. O que fizeram com ela lá foi patético, e me envergonha como universitária.
    Mas estão dando muuuito ibope pra ela, e ela está sabendo aproveitar muito bem. A garota conseguiu uma oportunidade de fazer um pé de meia, ótimo pra ela.
    O fato da mídia fazer comentários maldosos a respeito dela e tudo mais, dá pra entender pois qualquer um está sujeito à isso a partir do momento que aparece na Tv, por qualquer motivo que seja.

  • Thiago

    Fato é que muita gente não tem senso de moral, muito menos senso do que é ou não apropriado. Isso sim é falta de educação, falta de descência e vulgaridade sim!

    A questão não é Geisy Arruda, Demi Moore, Luciana Gimenez, Adriane Galisteu ou qualquer uma das vagabundas que encontramos na mídia, que não são poucas. A questão é as pessoas acharem: ahh se ela pode porque eu não posso? Ah aquela pessoa fez também por que quando essa faz tratam de modo diferente? Já está errado mesmo, qual o problema piorar?

    Ta errado! Não é assim que deveria ser! O ser humano de tanto pensar que modernidade é libertinagem e liberalidade acaba regredindo às atitudes de civilizações passadas onde a imoralidade era usada para a adoração de deuses pagãos.

    Preconceito? Talvez… Mas que está errado, está e ponto! Quem sou eu pra dizer? Alguém com um mínimo senso de moral que tem muito a melhorar, mas que é suficiente pra ver que alguma coisa não está certa.

  • http://twitter.com/jrvidotti Junior Vidotti

    Acredito que a questão seja simples. A Geisy Arruda é apedrejada por que esse desejo de exposição dela a qualquer custo é nocivo à sociedade.

    O sucesso que ela obteve com isso não é o que eu desejo, por exemplo, para a minha própria filha. Por não querermos que ela sirva de exemplo (ruim), todos punimos e execramos ela. Ela simplesmente não tem os mesmo valores que são colocados como “ideais”. Geisy Arruda representa o que há pior na sociedade midiática que vivemos.

    Eu execro ela por isso.

    @GeisyArruda: “Se voce tivesse com muita vontade de morder e entrasse na sua sala e visse eu e a Larissa Riquelme nuas assistindo tv , o que vc faria?”

    Sinto muito, não posso compartilhar dessa visão de mundo. Não me peça isso, Natacha Orestes!

  • João Paulo

    Isto se chama ensino bancário. Você se senta na carteira, e o professor deposita o conhecimento na tua cabeça. Como o Gitti falou, é o pensamento pensando por ti, tu apenas reproduz o que te é posto.

  • http://twitter.com/jrvidotti Junior Vidotti

    Concordo com você, Luane.

    A questão não é se o que ela faz é o certo ou não. Tanto faz, se isso afetasse somente A ELA. Mas como você bem disse, vivemos em sociedade. E Geisy Arruda feriu as regras que regem a sociedade. Mas em que ela parte ela feriu essas regras?

    Não sendo um exemplo. Pior, dando um exemplo do que NÃO se deve fazer.

  • http://canhotovegetariano.blogspot.com/ DanEzq

    Caralho, amei seu texto!
    Gostaria de ver mais alguns seus por aqui!
    E o vídeo também é muito esclarecedor.
    Abraço!

  • thiagoguisilva

    “Traçando um paralelo, gostaria de perguntar aos leitores: qual terá sido o crime de Geisy Arruda, visto que ela tem sido massivamente punida, não pelo Estado propriamente dito, mas pela ditadura das mídias que nos cercam?”

    Usar um vestido rosa e curto quando acabou o alarde pelo caso Nardoni e antes de começar a Copa do Mundo.

  • Lauro

    Realmente. Senso de moral e bons costumes, educação, decência e responsabilidade tem um grupo que sai gritando atrás de uma moça que está com um vestido curto: puta, puta, puta…
    Se estivessem realmente preocupados em estudar, melhorar de vida, não tinham feito esse circo.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    Ingenuidade dos que acham que algo tão bárbaro quanto Auschwitz esteja longe de se repetir. Isto se repete todos os dias, guardadas as devidas proporções. Theodor Adorno, filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão (1903 – 1969) concluiu que o nazismo só aconteceu por causa da identificação cega com o coletivo.

    Que piada! Se não queres que Auschwitz se repita, devia então começar com o problema que é o próprio Theodor Adorno. Como nihilista ele é parte do problema e não da solução.

    Victor Frankl, sobrevivente do holocausto(ou melhor ele conseguiu sobreviver a um campo de concentração e reencontrou a sua esposa muitos anos depois), é o pai da logosofia, disse que por trás do holocausto existia uma mesa cheio de filósofos e pensadores nihilistas, que pretendiam reduzir o homem a um animal, pensadores justamente da linha desse tal de Theodor Adorno.

    Não foram apenas alguns ministérios de Berlim que inventaram as câmaras de gás de Maidanek, Auschwitz, Treblinka: elas foram preparadas nos escritórios e salas de aula de cientistas e filósofos niilistas, entre os quais se contavam e contam alguns pensadores anglo-saxônicos laureados com o Prêmio Nobel. É que, se a vida humana não passa do insignificante produto acidental de umas moléculas de proteína, pouco importa que um psicopata seja eliminado como inútil e que ao psicopata se acrescentem mais uns quantos povos inferiores: tudo isto não é senão raciocínio lógico e conseqüente.”

    (Sêde de Sentido, trad. Henrique Elfes, São Paulo, Quadrante, 1989, p. 45.)

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    idem, idem, amigo.

    O que mais me dá nojo é citar o holocausto para criar constrangimento nos leitores e vender o marxismo cultural.

    Usar a tragédia de um povo para fazer proselitismo da lavagem cerebral via educação(como defendida pelo comunista Antônio Gramsci), é algo comparável só aquela tentativa de transformar o holocausto em tema de escola de samba.

  • Perdido

    Isso tudo só se repercutiu dessa forma, pq aconteceu na era do youtube, se fosse a alguns anos atrás ninguém estaria sabendo dela (talvez em algum programa que passa no meio da tarde que ninguém assiste) ou logo cairia no esquecimento. Ela tava errada?? Não sei, oq eh certo?? Ela só estava no lugar errado com a roupa “errada” (ao meu ver não tinha nada d+ na roupa dela) se fosse em qualquer outro local tenho certeza que aquela cena não aconteceria. Isso nada mais é q a hipocrisia do brasileiro.

  • Rangel

    Perai. Ela vai ter uma biografia???
    Essa porcaria vai ter quantas páginas? 3 ou 4?

  • Rangel

    Seria bacana se a escritora também comentasse com a galera.

  • http://www.reflexoesmasculinas.com.br/ Shâmtia Ayômide

    O local e hora eram propicios a molecagem, embora é ALGO VERGONHOSO que essa molecagem tenha partido de adultos.

    Aquilo me lembra os tempos de escola, onde o pessoal de 12 anos de idade curtia com a cara que alguém que caísse no chão.

  • http://www.facebook.com/people/Giovanny-Noceti/1830156531 Giovanny Noceti

    O nazismo dispensou seus ideólogos, por mais que se indique Heidegger ou qualquer outro como um de seus “elaboradores”. Na verdade, a “ideologia” nazista nunca precisou de alguém muito inteligente para ser formulada. Ela, assim como o fascismo italiano, é prática, é a prática de uma violência sistematizada, primeiramemente em forma de antissemitismo, da “limpeza” do elemento “estrangeiro”, depois, como guerra imperialista tardia, já que as antigas potências já haviam se apoderado das grandes colônias: África e Ásia.

    O nazismo não foi elaborado em meio a reuniões de intelectuais, mas é filho de várias correntes de pensamento, inclusive o romantismo europeu e o marxismo (o qual inspirou benesses [muitas das quais propagandísticas]) aos trabalhadores, na tentativa de se contrapor ao crescente socialismo europeu. Não podemos esquecer também a grande influência de Mussolini, que se deu não somente em relação ao nazismo, mas a todos os movimentos de inspiração fascista.

    No sentido de reduzir o homem ao nível animal, isso se dava com o pensamento eugenista desde o século XIX, que contava com o apoio de grandes cientistas e pseudo-cientistas da época, e objetivava purificar as raças (não só a ariana, como no nazismo) a partir de intervenções racistas na sociedade (racismo no sentido de “ciência das raças”, e não de preconceito, embora embora essa pseudo-ciência do racismo seja preconceituosa em si mesma). Assim, medidas como esterilização em massa daqueles considerados inaptos (não só deficientes físicos e mentais, mas também ladrões, cujos alguns teóricos raciais afirmavam que esse era um mal hereditário) e casamentos entre indivíduos selecionados.

    No Brasil do fim do século XIX se tentou fazer algo do gênero, numa tentativa de se branquear a civilização brasileira. Por isso, os colonos para as fazendas de café e ocupação do território (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) foram escolhidos a dedo: pensou-se em chamar indianos e chineses, mas logo optou-se por alemães e italianos, na tentativa de “branquear” e trazer “civilização” para o Brasil. Resquícios dessas políticas se arrastaram até os anos 40, e até hoje, em 2010, temos um “cheiro”: os exames pré-nupciais, do início do século XX, para “garantir” que o casal estivesse apto para a procriação de filhos saudáveis.

  • http://www.rafael-olah.info/ Rafael Olah

    Nunca pensei que veria um artigo desses no PDH chega ser decepicionante.
    Eu conheço toda a historia pensei em escrever aqui mas isso só iria gerar mais intriga se eu contar o que aconteceu de verdade vocês veriam esse caso como eu vejo um tremendo mal entendido.

    Vou colocar de outra forma.

    Só para constatar vocês estão generalizando dizendo UNIBAN mas se esquecem que a uniban não tem uma unica unidade são 10 no estado de São Paulo fora as 3 unidades fora do estado e o Colegio SALETE.

    Quando vocês se referem a não contratar alguem da uniban vocês se esquecem que as pessoas não são iguais e mudam de região para região. Quer um exemplo compare a FFLCH USP com POLI (Engenharia) USP são perfis totalmente diferentes. Não se lembram quando o pessoal da FFLCH botou fogo e fez greve na faculdade? O pessoal da Poli foi contra e nunca participaram disso o proprio jornal interno da USP diz que a Poli é uma faculdade dentro de outra faculdade.

    O que você não estão percebendo é que esse tipo de materia só faz o pessoal ficar relembrando e usando o nome da Geisy e da Univercidade.

    Só mais uma coisa o ocorrido foi em São Bernado não em São Paulo e a unidade ABC é problematica os alunos são chamados pelos professores de rebeldes sem causas já que seus pais foram grevistas e acham que foi uma coisa importante eles tentam reivindicar o que não existe.

    E tudo começou com uma zueira em sala de aula e se vocês fossem do curso de turismo saberiam que o perfil de quem faz o curso é totalmente diferente de qualquer outro curso e que começou com uma brincadeira que perdeu o controle e a gravação só começou quando a coisa mudou de rumo.

    Alguem escutou a historia completa da boca da Geisy? Não por que eu já vi todas essas reportagens cretinas no youtube e todas só mostram o video e não explicam nada do real ocorrido.

    Gustavo Gitti já que você aprovou esse texto no PDH vou te enviar toda historia como ela realmente aconteceu.

    Quem generaliza perde a razão.

  • Fabio Schultz

    Pelo que nós vimos até agora, a Geyse sempre quis chamar a atenção por vestidinhos curtos e atitudes que a sociedade de uma forma geral recrimina. Ainda mais em bando.

    Claro que se ela não fosse tão baranga, a galera daria um emprego ao invés de criticar tanto.

    Acho que quando uma pessoa quer causar o que ela acabou causando, tem que ter em mente que vai ser comentada, aplaudida, execrada, criticada… enfim, haverá um retorno tão forte quanto o que ela quis causar. E além do mais, isso trouxe mais benefício pra ela, além de um potencial processo que pode ganhar da UNIBAN. Que está sendo condenada por atitudes dos próprios alunos… de ambas as partes.

    Então, se quer chamar tanto a atenção, arque com as consequências.
    Só acho errado e irritante a mídia dar tanta atenção… mostrar que agora ta fazendo roupa, desfilando na Paulista de borracha nova, os xavecos dos moto-boys… ae não da né.

  • http://mylifemyrulesmyfeelings.blogspot.com Leonardo Pires

    Bem lembrado. Geralmente estes profissionais de personalidade extravagante criam mercados e demandas novas. Estes “transgressores” por assim dizer acabam virando dono do capital e o ciclo acaba se repetindo.

  • 1bertorc

    Eu acho o assunto bastante interesante, mas para mim o tópico não ficou bem construído (com todo respeito). Aliás um dos motivos dos comportamentos bárbaros sobreviverem é justamente atribuí-los a entidades alienígenas (como a mídia no seu exemplo) nunca a nós… A pergunta não é por que a mídia está punindo Geisy a pergunta é: Por que nós punimos Geisys? Quando os aliados tomaram a Alemanha as pessoas das cidades alemãs diziam não saber do genocídio
    que acontecia debaixo do nariz delas (literalmente, dizem que o cheiro era insuportável).
    Resta também o vácuo de várias definições sim a identificação cega com o coletivo é um problema, mas o coletivo é um termo muito relativo… Pode ser uma etnia, uma população, um país, um grupo de alunos de uma faculdade… Etc, etc, etc. Como para cada um estes termos tem significados diferentes fica difícil ser claro ao emitir uma opinião.

  • 1bertorc

    Universitário escrever universidade com C é foda.
    Generalizar não é errado, desde que todo mundo saiba que uma generalização é uma (dã) generalização…
    É incrível o número de pessoas que dizem conhecer o caso e veem aqui defender a Uni qualquer coisa que estaria sendo sacrificada… Curiosamente bem poucos dos que conhecem o caso preocupam-se em questionar a atitude dos outros membros. Cúmulo dos cúmulos o que disse o (suposto) reitor dizendo que a universidade voltava atrás mas não estava errada quanto a expulsão da Geisy? (Como assim?)
    A única coisa que se pode dizer em favor da Uni qualquer coisa é que a atitude tomada lá poderia ocorrer em praticamente qualquer outra universidade ou em praticamente qualquer outro grupo do país, a hipocrisia não é monopólio deles.

  • 1bertorc

    Eu acho o assunto bastante interesante, mas para mim o tópico não ficou bem construído (com todo respeito). Aliás um dos motivos dos comportamentos bárbaros sobreviverem é justamente atribuí-los a entidades alienígenas (como a mídia no seu exemplo) nunca a nós… A pergunta não é por que a mídia está punindo Geisy a pergunta é: Por que nós punimos Geisys? Quando os aliados tomaram a Alemanha as pessoas das cidades alemãs diziam não saber do genocídio
    que acontecia debaixo do nariz delas (literalmente, dizem que o cheiro era insuportável).
    Resta também o vácuo de várias definições sim a identificação cega com o coletivo é um problema, mas o coletivo é um termo muito relativo… Pode ser uma etnia, uma população, um país, um grupo de alunos de uma faculdade… Etc, etc, etc. Como para cada um estes termos tem significados diferentes fica difícil ser claro ao emitir uma opinião.

  • 1bertorc

    Universitário escrever universidade com C é foda.
    Generalizar não é errado, desde que todo mundo saiba que uma generalização é uma (dã) generalização…
    É incrível o número de pessoas que dizem conhecer o caso e veem aqui defender a Uni qualquer coisa que estaria sendo sacrificada… Curiosamente bem poucos dos que conhecem o caso preocupam-se em questionar a atitude dos outros membros. Cúmulo dos cúmulos o que disse o (suposto) reitor dizendo que a universidade voltava atrás mas não estava errada quanto a expulsão da Geisy? (Como assim?)
    A única coisa que se pode dizer em favor da Uni qualquer coisa é que a atitude tomada lá poderia ocorrer em praticamente qualquer outra universidade ou em praticamente qualquer outro grupo do país, a hipocrisia não é monopólio deles.

  • manuelradaelli

    Cada vez mais o negócio ta invertendo.
    Uma vez as pessoas apareciam na televisão porque eram importantes.
    Hoje as pessoas são importantes porque aparecem na televisão.
    Mídia da futilidade …

  • manuelradaelli

    Cada vez mais o negócio ta invertendo.
    Uma vez as pessoas apareciam na televisão porque eram importantes.
    Hoje as pessoas são importantes porque aparecem na televisão.
    Mídia da futilidade …

  • @natacha_o

    Oi Rangel =]

    Tenho muita coisa pra comentar aqui, mas estou um pouco atarefada. Segunda-feira vou tirar um tempinho só pra debater com vocês.

    Beijos

  • Mandy Wk

    ahh desculpem a minha ignorância agora, + a falta d educação veio DELA! em uma universidade não se deve andar com um vestidinho! Ninguém mandou ela ser safada, e querer chamar atenção dos outros com um mini vestido em uma universidade! Admito que o comportamento dos que a vaiaram foi errado, + ela deveria ter pensado duas vezes antes d c vestir daquele jeito.

    Toda Ação tem uma Reação

  • http://www.giseleiamar.com.br Gisele Iamar

    Acho que o povo ficou muito focado no assunto Geisy e Uniban que não prestou atenção no assunto principal do post. A Geisy só foi um exemplo.
    A questão principal é de como usamos os grupos para punir uns aos outros sem qualquer argumento plausível para que isso ocorra.
    Outro exemplo recente é do caso Bruno. Não acreditei quando vi algumas pessoas dizendo que a menina que era culpada pq era uma vadia ou pq deve ter infernizado a vida dele. Não dá para acreditar que as pessoas se posicionem dessa maneira diante de um crime tão bárbaro.
    Por isso concordo com a Natacha de que falta educação e uma evolução no modo de como as pessoas pensam e julgam as outras.

    Enfim..parabéns pelo texto.

  • @natacha_o

    Oi Rangel =]

    Tenho muita coisa pra comentar aqui, mas estou um pouco atarefada. Segunda-feira vou tirar um tempinho só pra debater com vocês.

    Beijos

  • Mandy Wk

    ahh desculpem a minha ignorância agora, + a falta d educação veio DELA! em uma universidade não se deve andar com um vestidinho! Ninguém mandou ela ser safada, e querer chamar atenção dos outros com um mini vestido em uma universidade! Admito que o comportamento dos que a vaiaram foi errado, + ela deveria ter pensado duas vezes antes d c vestir daquele jeito.

    Toda Ação tem uma Reação

  • http://www.giseleiamar.com.br Gisele Iamar

    Acho que o povo ficou muito focado no assunto Geisy e Uniban que não prestou atenção no assunto principal do post. A Geisy só foi um exemplo.
    A questão principal é de como usamos os grupos para punir uns aos outros sem qualquer argumento plausível para que isso ocorra.
    Outro exemplo recente é do caso Bruno. Não acreditei quando vi algumas pessoas dizendo que a menina que era culpada pq era uma vadia ou pq deve ter infernizado a vida dele. Não dá para acreditar que as pessoas se posicionem dessa maneira diante de um crime tão bárbaro.
    Por isso concordo com a Natacha de que falta educação e uma evolução no modo de como as pessoas pensam e julgam as outras.

    Enfim..parabéns pelo texto.

  • Jão

    Não acho que um texto como esse vá mudar casos como o da UNIBAN.
    Acho o tema batido, assim como compreendo que todos os problemas de ideologias estão com raízes fortes, sem o mais importante que é o senso crítico de sua própria ideia e daquilo que acontece em sua volta. Outro tema batido é a educação que ninguém parece definir, acredito na educação não como um cordeiro de humildade, mas o reconhecimento daquilo que acontece a sua volta e consigo próprio de forma imparcial , o respeito as liberdades alheias (até onde podemos chegar sem ferir o próximo). E óbvio, não comprar uma ideologia, mas criá-la a sua maneira.
    Portanto, acho esse tema básico e substancial. Agora indago num tom provocativo: E o goleiro Bruno? O que fez?

  • @natacha_o

    Olá Mariana. Primeiramente, obrigada por comentar o artigo e pegar este ótimo ganho. Gostei do seu ponto de vista. A UNIBAN realmente não é das melhores, passa longe disso. Falo por experiência própria. Optei por terminar lá o meu curso pelo preço da mensalidade e pela localização. Do alto de suas boas vidas, as pessoas que podem pagar por uma “faculdade de ponta” ou que tiveram estrutura suficiente para cursar uma pública acreditam que o nome de uma universidade socialmente legitimada e aclamada no currículo têm um peso, digamos, maior.

    É óbvio que as condições de ensino em uma dessas “melhores faculdades” superam uma UNIBAN. Mas o que acontece em particular, em cada sala de aula, foge aos olhos daqueles que julgam pela superfície. Tive professores realmente esforçados, apaixonados pelo que fazem, donos uma didática incrível. Não todos, é claro. Mas tive! O mérito é deles, e não da UNIBAN. O mérito dos bons alunos da UNIBAN é de cada um que aproveita as aulas da melhor forma, e não da UNIBAN.

    Portanto, não contratar alguém somente porque o campo “formação” em seu CV está escrito UNIBAN, a partir do meu ponto de vista, é um erro, uma injustiça e um preconceito. Porque a universidade pode ser ruim, mas os alunos bons. Será que rola preconceito também contra os que estudaram em escolas estaduais? Quantos colégios péssimos formam adolescentes com um futuro brilhante pela frente?

    Novamente: obrigada por comentar o artigo, ótimo ponto, ótima oportunidade para eu falar o que penso a respeito também.

    Beijos!

  • @natacha_o

    Marcão, você está certo em dizer que a educação é só uma forma de controle. Porque eu acho que é o que vem sendo feito mesmo, não dá pra tapar o sol com a peneira num momento em que a realidade está aí, para quem tiver bom senso enxergar.

    Um dos grandes problemas da educação do país é a falta de educação dos próprios “educadores”, que são incapazes de pensar seus próprios pensamentos e repetem sempre as mesmas papagaiadas. E quem ensina nossos “jovens” são esses “senhores e senhoras” que não aprenderam o principal.

    Mas em alguns profissionais, o amor pela troca, pelo processo ensino-aprendizagem, pelo verdadeiro significado da palavra educação, é legítimo. Faz com que adolescentes e universitários despertem da alienação. Fazem de tudo para ajudar o educando a equilibrar as necessidades de um “estar em um mundo onde o ser humano só é ser humano se produz e compra” com as necessidades de “simplesmente SER um ser humano que se relaciona com outros seres humanos”.

    E é neste ponto que discordo de você. Educação tem mais a ver com aprender a se relacionar, compreender diferenças, aproximar distâncias intelectuais, do que com “moral e ética”. É essa educação, essa falta de tato, essa falta de empatia, como o Gitti mencionou, que faltou aos que participaram da barbárie realizada com a Geisy na UNIBAN, e que falta a todos que cegamente repetem as piadinhas preconceituosas sobre ela no twitter, só para afirmarem para si mesmo e para os outros que não se parecem em nada com ela, excluindo-a, marginalizando-a.

    Essa é a questão.

    Beijo!

  • natacha_o

    Ela recebeu convites e os recusou, só para constar. =]

  • @natacha_o

    Edson, vou te perguntar 2 coisas:

    Se uma mulher que está vestindo pouca roupa é estuprada, você também acha que a culpa é parcialmente dela?

    Você acha que aquela moça que o goleiro Bruno matou era na verdade uma maria-chuteira e acabou se dando mal por isso?

    Se você respondeu sim para apenas uma questão, seu pensamento é machista. Se você respondeu sim para as duas questões, seu pensamento é machista.

    O fato é que o preconceito (qualquer tipo) é tão velado (principalmente no Brasil), que o próprio preconceituoso nem sabe que TEM preconceito, e tenta, com palavras, suavizar e mascarar aquilo que sente/pensa.

    Usar uma saia curta é LIBERDADE. Se ela estivesse só de calcinha na universidade, aí eu concordaria com a sua colocação; Não houve libertinagem. E a baixaria que houve, não foi por parte dela, mas por parte daqueles que a humilharam.

    Beijos!

  • Aredatora

    Eu acompanhei algumas coisas na TV a respeito dela porque o caso me interessou, e eu queria ver como ela se portava. Ela não posa de coitada, muito pelo contrário. Acredita nela mesma, encara humilhações sem se rebaixar (fiquei com uma puta raiva da Luciana Gimenez, que a humilhou do começo ao fim do programa, fazendo insinuações ridículas a respeito da índole da Geisy, logo ela, a Luciana, que tem o passado limpinho, limpinho…).

    Olha, se fosse eu, com base na minha educação e na minha personalidade, talvez eu encontrasse outros meios para dar a volta por cima. Mas não sou eu, é ela. Ela encontrou ESSAS oportunidades que, convenhamos e não sejamos hipócritas, também não é nenhum crime.

  • @natacha_o

    Oi Pedro!

    Discordo de você em um ponto, mas concordo e assino embaixo super no que você disse em outro ponto.

    A discordância: Luciana Gimenez e cia parecem ter feito tudinho de caso pensado. Sabiam bem onde estavam se metendo e que, de certa forma, estaria protegidos por suas posições e relações sociais. O que aconteceu com a Geisy foi totalmente inesperado por ela, foi uma humilhação pela qual ela não escolheu passar.

    A concordância: a moça é vítima da falta de educação dos outros e da própria. O que eu achei interessante foi que ela, numa entrevista, se mostrou consciente de sua falta de habilidade, e inclusive a explicou, falando do que desejava pra si mesma e não conseguiu por falta de apoio e até mesmo por não saber que existiam oportunidades.

    Portanto, acho que Geisy é ainda mais digna do que qualquer outro famoso anteriormente citado, porque tem humildade para aceitar sua origem, sua história de vida. E não fez nada de caso pensado, tudo o que tem feito é aproveitar as oportunidades que ela enxerga (que não são as oportunidades que algumas pessoas enxergariam) após ter passado por uma experiência horrível e , com certeza, trágica.

    Beijos!

  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    só pra deixar registrado publicamente minha admiração por vc ;)

  • @natacha_o

    Pelo começo do comentário, achei que tivesse concordando com o texto. Depois, sei lá, tive minhas dúvidas, porque você fala que a Geisy não merece repercussão, que é exatamente o que estou fazendo com o artigo.

    Acho que merece sim. Preconceitos sempre merecem ser discutidos.

    Sobre a faculdade, concordo até a parte onde você menciona preço. Apesar de ser oriunda das classes baixas, não sou e nunca fui analfabeta funcional, tampouco reprodutora de lixo intelectual. A menos que você ache que este artigo, escrito por mim, ex-aluna do curso de Letras da UNIBAN, seja uma reprodução de lixo intelectual.

    A UNIBAN é realmente uma merda, a merda que eu podia pagar e paguei. Mas alguns professores e alunos de lá são realmente bons. Então, por favor, julgue a universidade, que é o que você conhece, ou que pelo menos está ao seu alcance conhecer. Mas não fale o que você não sabe.

  • @natacha_o

    Peraí, xeu ver se eu entendi. Então em pleno século XXI, na terra do carnaval – onde a NUDEZ é aceita na TV como se fosse uma brecha à moral e os bons costumes – uma mulher não tem a liberdade de usar um vestido ou saia curtos?

    Essas são as regras de UMA sociedade: a machista. E o poior de tudo é que até mesmo as mulheres são machistas, porque não pensar por si mesmas, lhes faltam a mesma educação que eu mencionei no texto. Autonomia de pensamento.

    Lamentável.

  • @natacha_o

    Rangel, eu não acompanho TUDO relacionado a ela, mas no que acompanho, não vejo glorificação, não. No programa da Luciana Gimenez, por exemplo, ela foi humilhada do começo ao fim.

    Não sei o que você entende por mídia. Eu entendo por mídia não só TVs e revistas, e se você tem twitter (mídia social não deixa de ser mídia) e acompanha os TTs nacionais, deve ter visto o tanto de piadinhas que fizeram a respeito dela – e foi o que me levou a escrever o texto que te deu nojo.

    Cada um com o seu nojo. O meu nojo, por exemplo, é ler piadinhas preconceituosas, o meu nojo é a falta de educação humana. E é por esse nojo que eu escrevo textos que enojam algumas pessoas, mas que fazem outras pessoas pensar.

    Mas que fique claro: causo nojo na ânsia de acertar, baseada em minhas conclusões, e não vomitando a opinião massificada.

  • @natacha_o

    Pois é, Junior Vidotti, se você desse uma olhada no perfil ORIGINAL dela, e não no fake que fizeram para ridicularizá-la, acho que daria um bom exemplo para a sua filha e a sociedade em geral: apurar a verdade antes de utilizar uma informação.

  • Luka

    Cara, eu tenho uma opinião bem particular sobre o assunto.
    O que aconteceu na uniban, que, não posso afirmar por não ter visto, mas posso teorizar, foi eco das prórpias ações dela. O que acontece na mídia, de fato, pode ser torcido, afinal, disse um senhor a uns anos atrás que se os atores da novela das oito andarem de joelhos, o Brasil para.

    Se ela se aproveitou da mídia para fazer sucesso (tento exemplos ruins ou não, de outras pessoas), também não vem muito ao caso.

    Contúdo a mídia não pode criar um personagem novo, e o problema da moça, pra mim ao menos, é postura. Ela se coloca de uma maneira que o público em geral não respeita. Ninguém paga as contas dela, é certo, contudo viver em sociedade é isso ai. Você esta sujeito a opinião alheia em pequena ou larga escala, tudo depende da quantidade de pessoas que já ouviram falar de você e do interesse que você provoca nelas. A atenção que Geisy chama é ruim, por posturas dela própria. Tudo o que a mídia faz e se aproveitar disso para mais uma fornada de materias quentinhas de um assunto que tem sido fonte de interesse. Ela por sua vez se aproveitou da mídia.

    Acho que o que fica nebuloso é a opinião. Eu não assisto BBB, mas uma coisa no ultimo me chamou a atenção – o caso da traição de um rapaz que ficou com a twitteira (a tessália, o nome dela eu lembro). Na época ate eu fui ler sobre, e a opinião variou muito nos meses de polêmica do caso.
    Por posturas dos proprios envolvidos. Ninguém tem nada que ver com o caso, mas ponto pacifico que muitos gostam de fofoca, e até mesmo os neutros formam uma opinião sobre qualquer acontecimento (é o nosso mecanismo, não da pra sobreviver sem rotular, ou você JAMAIS usaria experiencia adquirida. O que pode mudar, claro, mas ai é outra coisa).

    Mas pra MIM tem algo que é fato: perguntar o que ela fez é leviano. Se ela não tivesse feito NADA, hoje seria assunto passado, só mais uma noticia ruim esquecida por quase 100% da população.

    Já citaram a fama da Galisteu e da Gimenez, ora… é só pensar no tipo de fama que elas tem, e se ela se espelhou nelas, bem… Galisteu, na época da morte do senna foi malhada que nem judas… principalmente depois do lançamento daquele livro maluco dela.

    Mas enfim, creio que o assunto não seria nem sobre punição…mas a repercursão de suas proprias ações. O crédito de toda essa esposição de fato não é dela, contudo, se ela pode agir como bem entender porque os reporteres não?

    E quem consome esse tipo de noticia quer consumi-la. E muitas vezes expressa uma opinião pronta sobre o assunto que é ditada pela cultura em que esta inserido. Educação pode lapidar isso, mas no fundo, na MINHA opinião, ela não tem lá muita vergonha na cara, bem como outras moças por ai. A diferença delas pra outras é só a classe e a cara de pau.

  • Daniel S.

    Non Acredito.

    Esse assunto rendeu hein.
    Para uma mulher vulgar, ele já fez sucesso até demais, assim como as outras como: “Mulher Melancia, Limão, pessego, etc.”
    Ela foi com uma SAIA curtissima para a faculdade, fez um caminho mais longo para chegar na sala e ficava se exibindo como se fosse a gostosa da vez.
    Vaias foram merecidas demais, mostrou que o povo (Em minoria) esta cansado de mulheres frutas, sem inteligencia que fazem sucessos somente por causa do corpo.
    Mas ai, condenaram os alunos que vaiaram (nem enconstaram a mão nela) e conderam a faculdade que apoiou os alunos.
    Essa mulher aproveitou e HERDOU uma fortuna de mulheres com cabeça de minhoca que fizeram vaquinha e pagaram cirurgias plasticas para ela.
    Aproveitou a mídia para “tentar” fazer sucessos que nem as mulheres frutas, e quando nota que esta sendo esquecida, arruma uma merda e aparece novamente.

    Esse é o Brazilzão, em vez de ter sucessos com a cabeça, habilidade de tomar decisões, etc, é somente preciso peito e bunda para fazer sucessos..se for homem, é somente pegar uma modelo gostosa e pronto.

    Ahhhhh…Tenha santa paciência né.

  • Daniel S.

    Non Acredito.

    Esse assunto rendeu hein.
    Para uma mulher vulgar, ele já fez sucesso até demais, assim como as outras como: “Mulher Melancia, Limão, pessego, etc.”
    Ela foi com uma SAIA curtissima para a faculdade, fez um caminho mais longo para chegar na sala e ficava se exibindo como se fosse a gostosa da vez.
    Vaias foram merecidas demais, mostrou que o povo (Em minoria) esta cansado de mulheres frutas, sem inteligencia que fazem sucessos somente por causa do corpo.
    Mas ai, condenaram os alunos que vaiaram (nem enconstaram a mão nela) e conderam a faculdade que apoiou os alunos.
    Essa mulher aproveitou e HERDOU uma fortuna de mulheres com cabeça de minhoca que fizeram vaquinha e pagaram cirurgias plasticas para ela.
    Aproveitou a mídia para “tentar” fazer sucessos que nem as mulheres frutas, e quando nota que esta sendo esquecida, arruma uma merda e aparece novamente.

    Esse é o Brazilzão, em vez de ter sucessos com a cabeça, habilidade de tomar decisões, etc, é somente preciso peito e bunda para fazer sucessos..se for homem, é somente pegar uma modelo gostosa e pronto.

    Ahhhhh…Tenha santa paciência né.

  • Sassah

    Tb, Gitti.
    Saber contornar uma situação e ainda tirar proveito é algo que exige muito jogo de cintura e perspicácia.

  • @natacha_o

    Hello 1bertorc.

    Eu optei por não ser muito didática e por não dar muitas definições ao longo do texto para não tornar a leitura cansativa ou pesada, talvez essa tenha sido a minha falha.

    Sobre a comparação entre mídias e alienígenas, a diferença é que as mídias existem e por trás delas, existem pessoas. O que eu disse no texto é exatamente o contrário do que você falou: a culpa não é das mídias, é da falta de educação, é das pessoas. A mídia só faz com que a falta de educação seja ainda mais legitimada pelos mal educados.

  • @natacha_o

    Exatamente isso, Gisele. Geisy é apenas uma “metáfora”.

    :)

  • Bruno Pereira

    O grande problema do mundo – e das pessoas- é a falta de amor. Ninguém ama ninguém, ninguém sabe amar ninguém, sentenciou Nelson. Agora, de coração, e lendo apenas alguns comentários, sei o que isso significa. Falem o que quiser, seja a utopia que for, mas, para mim, o grande problema do mundo é a falta de amor.
    (Primeiro: se ainda exisitisse amor, se o amor ainda se apaixonasse para sempre e pela mesma mulher, se ele sentisse orgulho de andar de mãos dadas com sua amada- e tudo vale o mesmo para a mulher e seu amado- não existiria tanto tempo para procurar problemas, vinganças ou transformar situações em lembranças ordinárias. O homem apaixonado só pensa na mulher que ama e a mulher amada não permite ao homem apaixonado certas regalias, como: perder tempo desgraçando a vida do outros. A falta de amor, pois, se mostra tão fonte de motivos para miséria humana como qualquer outra coisa.
    Segundo: o amor pela outro, por qualquer outro. Isso, no entanto, eu já não sei se existiu. É um lance meio bíblico, uma ode ao divino. Não importa. O que precisamos saber é que tem muito filha da puta que reza quando a mãe fica gravemente doente, ou quando o pai é demitido, ou quando a namorada termina, ou quando é pega na cama com um amante. Ou seja, há, hoje em dia, o filho da puta mais egoísta que o mundo já viu. Um cara que reza para si. Que pede para si. Que só se preocupa com algo quando esse pode destroná-lo da sua vidinha de Rei de Barria Cheia. Se a gente, na nossa condição de vizinho, já que moramos todos no mesmo bairro mundial, pensasse um pouco no outro, se preocupasse com o outro e, o mais grave erro que há, acreditasse no outro, tudo poderia estar alegremente diferente. Eis a falta de amor no seu sentido mais diário.)

    É mais ou menos por aí. Cara, essa tal menina, Geisy( com o ipslone que eu sempre tirei onda em qualquer outra menina) pode, sim, escreve uma biografia. (Eu sou um filha da puta que não tem nada na vida e posso escrever uma, ela não poderia? Você, meu caro, que tanto fala mal, que julga tanto a literatura, se sua biografia rolasse, daria quantos volumes?) A Geisy pode, sim, lançar uma boneca sua, com o mesmo vestido rosa – que tantas outras meninas usaram por usar- que a tornou famosa. Ela pode, sim, lançar uma grife com seu nome. Uma calcinha com seu nome. Um perfume com seu cheiro. E etc.
    (Assim com Galisteu pode fazer todos os seus programas. Bem como Luciana e qualquer outra mulher citada.)
    Um dos grandes – e talvez o mais procurado- talento da humana é converter o ruim em bom.
    (Enquanto alguns, lembre-se, apenas rezam para que o ruim passe.)
    Outra coisa: toda beleza é vulgar. Por outras palavras, toda beleza é apenas a inveja do outro com o alheio.
    Você, caro Daniel S., não pode dizer que uma mulher é vulgar pq é gostosa, nem que ela é vulgar pq dança quase nunca, nem pq é vulgar pq pega um e outro na balada ou pq colocar um fio dental e vai à praia. Afirmar isso é dizer que suas amigas são vulgares, que sua mãe é vulgar, que sua avó, sua tia, sua madrinha…todas são. A gente só conhece a vulgaridade conhecendo a pessoa.
    Um beijo!

    Salve, Geisy. Salve, Natacha. Salve tudo que ela escreveu.

  • Marcão, macho-alpha++

    @natacha,

    estamos quase encontrando o mesmo conceito, mas não ainda. Eu estou dizendo que trancar crianças com outras crianças estranhas por 12 anos numa posição humilhante e subserviente para figuras de autoridade e donos da verdade – os professores – são uma forma de alienação e de destruição do espírito livre e selvagem que o ser humano naturalmente tem.

    Essa subserviência à figuras de autoridade se reflete na vida adulta de diversas formas: ao chefe, ao parceiro na relação, à gurus espirituais (malditos sejam!!), aos professores da faculdade, aos participantes de blogs, etc. Subconscientemente, você é ensinado a aceitar respostas sem explicação, a não fazer perguntas e a se submeter com medo da reprovação, da exposição, da humilhação.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Thiago

    Machismo achar que mulher andando pelada pela rua é imoral? Agora pronto! Outra coisa: quem disse que as mulheres que desfilam peladas no Carnaval também não são vagabundas? Todas são! Só dão a desculpa que é carnavalm, tudo pode pra poder andar pelada por ai.

    É essa atitude a qual eu critico: Ahh… as mulheres no carnaval desfilam nuas… então vamos ficar peladas também…. não tem problema.

    Ai depois culpam os homens – que na minha opinião pra gostarem disso também não valem nada – por “abusar” sexualmente das mulheres. É claro! A mulherada sai mostrando tudo como se tivesse oferecendo! Mulher que não tem senso de moral e do apropriado acaba sofrendo as consequencias disso.

    Digo isso porque eu duvido que qualquer mulher que vai vestida igual vagabunda pra balada nunca tenha levado uma passada de mão de um safado por ai. Eu boto a minha cara a tapa se isso nunca aconteceu.

    O cara é um pilantra? Sim! Mas as mulheres também têm culpa nisso.

    Quer andar pelada? Anda, mas depois não reclama do que acontecer. Mesmo caso da Geisy… quis desfilar a calcinha na faculdade, foi julgada. As pessoas fazem isso, sim é falta de educação, porém se você se expõe, você está dando brecha pra quem quiser falar. É assim que o mundo é.

    Se eu tivesse presenciado o que ocorreu, teria apenas balançado minha cabeça e pensado: quem mandou provocar?

    Sinto muito… mas a única culpa de tudo isso é dela, a falta de educação e de descência foi dela. Assim como violência gera violência, falta de educação e descência gera falta de educação e descência.

    Não defendo os alunos, mas também não os culpo já que a atitude deles foi instigada pela própria Geisy.

  • Sassah

    Não discordo uma palavra de vc!!!!

  • Sassah

    Tb, Gitti.
    Saber contornar uma situação e ainda tirar proveito é algo que exige muito jogo de cintura e perspicácia.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    Oi Mariana,

    Se antes eu pensaria mil vezes, agora pensaria duas mil antes de contratar alguém da Uniban. Quer dizer que além das ações toscas de estudantes e reitoria no caso Geisy, as pessoas escolhem a Uniban pela conveniência (localização, preço, formas de pagamento) e não pela qualidade do ensino, produção acadêmica, etc?

    É claro que existem pessoas competentes numa Uniban, assim como tem pessoas incompetentes numa USP. Sua generalização foi meio óbvia: o local onde uma pessoa ganhou o diploma não a define totalmente. Mas é um indício da formação que ela teve, e será um dos parâmetros de qualquer processo seletivo. Lembre-se que num processo seletivo ninguém as empresas tentam recrutar os melhores. Estão nem aí se você ralou horrores pra pagar a faculdade, se pegava 3 onibus pra ir e 3 pra volta.

    Logo seu amigo que rala igual um cachorro pra pagar a faculdade, é competente, esforçado, etc, etc, etc terá que se esforçar mais que um aluno da USP pra mostrar suas qualidades.

  • Marcão, macho-alpha++

    @Fernando Caboi,

    cara, o mercado de trabalho tolera pessoas com personalidade extravagante se elas forem extremamente talentosas. O mundo é das pessoas medíocres e todo homem que não quer ser medíocre tem que aprender a conviver com elas. Sugiro a leitura de O Homem Medíocre de Igneiros.

    Eu sou um bocado extravagante em todos os aspectos da vida e no trabalho também. Eu já fiz coisas do arco da velha no trabalho. Quando mudo de empresa (e isso acontece bastante), minhas histórias viram lendas nas empresas :-D

    Como o dia que eu imitei um representante do Itaú que foi visitar a empresa q eu trabalhava, que prestava serviço pra eles. O cara era idêntico ao Lula, até a voz, e no fim da reunião (séria, de negócios) ele perguntou se alguém tinha alguma pergunta: eu, imitando o Lula, perguntei se ele era parente do presidente. Meus chefes e colegas quase desapareceram de preocupação. Mas o cara levou super na boa e ainda me zoou. Uma situação que constroi carater…

    Mas ser extravagante não significa querer mudar o mundo ou lutar pra ser aceito. Você conquista o respeito e a admiração das pessoas e sua extravagancia cai para segundo plano. Pensei em escrever sobre isso e depois desisti… Talvez em outro blog…

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Procurei pelo livro no Google, não achei.

    http://www.google.com.br/search?q=O+Homem+Med%C…

    Tem link, ref?

  • Marcão, macho-alpha++

    O nome do livro é “O Homem Medíocre”. Escrito por José Igneiros. My bad.
    http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&source=hp&q=…

  • Bruno Almeida

    A critica que eu faço não é direcionada a Geisy, mas sim a midia que deu voz a ela sem ter merito nenhum!

    Pra mim a pergunta certa não é, qual foi o crime de Geisy Arruda? Mas sim, qual é o merito de Geisy Arruda, pra que hoje ela esteja um diversos canais de televisão com programas buscando um namorado pra ela, e ganhando dinheiro de investidores interessados na sua imagem?

    Ela não é culpada de nada, apenas está sendo oportunista. Da mesma forma que ela não esta sofrendo uma punição.

    Quem sofre a punição somos nós, que temos o entreterimento midiático cada vez mais deteriorado, e programas e quadros cada vez mais mediocres e pouco interessantes.

    Como disse o Moisés, ela não parece estar desgostosa de estar na frente dos holofotes.

  • Xica

    Entendo que toda ação traz uma reação. A Geisy pode não cometeu nenhum crime, mas buscou os holofotes da mídia pelo meio mais estúpido: pela vulgaridade; e recebe então as consequencias da sua escolha.
    Mudo a pergunta do texto? Que conteúdo tem Geisy para escrever uma biografia? ou, porque ela teve que procurar um namorado em programas de televisão? Isso não é querer se expor? Suas mil e umas operações não lhe rendeu um contrato com a Playboy, então ela quer 1milhão da faculdade mas aceita negociação do seu dano moral? Quantas Geisys existem nas faculdades e não são hostilizadas, ou ela foi a única pessoa no mundo que foi com um vestidico ousado na facu? Não mesmo, garanto.
    Educação é pra evitar a barbárie, concordo. Mas BOM SENSO é mais que educação, é respeito para com o próximo. E para constar: não devemos desconsiderar que a Alemanha nazista começou a incutir suas filosofias nas salas de aula, “educando” suas crianças; nesse que é um dos países mais educados do mundo!
    Empatia não é a aceitação de tudo que a sociedade vomita como certo ou errado.
    Se eu for a uma balada com uniforme escolar, talvez nem consiga entrar. Numa festa social de tênis, idem. Trabalhar com roupa de praia, biquininho básico, o que vai ser? Onde está o meu bom senso? Repito, uma ação sempre traz consequencias, diga-se o coitado do Dunga com sua seleção frustada, ele não é mais uma vítima bem intencionada das suas próprias escolhas? Idem Geisy.
    Nesse caso da Geisy eu discordo apenas da brutalidade da ação contra ela, pois nada justifica a agressão física ou moral, nada mais, a consequencia da fama são os holofotes, no caminho que ela escolheu, o resultado não seria diferente. E ela sabia disso.

  • http://www.facebook.com/pdcgomes Pedro De Carvalho Gomes

    Oi Natacha_o,

    Realmente você tem um ponto, que é a motivação das pessoas. Se foi algo intencional ou não. Mas isso é subjetivo, e mesmo no caso Gimenez não dá pra acusar, nem no caso Geisy dá pra defender. Por exemplo, no caso Geisy vários afirmam que ela já havia sido alertada pela reitoria a não se vestir daquela forma, e mesmo assim continuou. Será que ela estava defendendo uma bandeira que ela acredita? Ou simplesmente querendo aparecer e “causar”? E a Gimenez, será que não deu pro Mick Jagger simplesmente pelo fetiche e calor do momento?

    A única afirmação que podemos ter aqui é quanto à reação de cada pessoa. Se elas se aproveitaram da situação pra se promover sem conteúdo. No caso Gimenez é óbvio que ela se aproveitou. Uma ex-modelo de sucesso mediano, nenhum estudo e um português sofrível ganhou um programa de barracos em horário nobre na TV aberta. Uma Galisteu resolveu faturar usando a Playboy e depois ganhou seus programas de TV.

    E a Valéria Zopello, ex-namorada do Dinho dos Mamonas? Essa sim teve uma postura mais digna. Não aceitou se promover pela morte do ex. Recusou convites de revistas masculinas e aparições gratuitas na época do acidente. Possivelmente se arrependeu, pois veio a sair na Sexy bem depois, quando seu “passe” já não valia tanto.

  • http://disqus.com/CabraBom/ Cabra Bom

    “Quem sofre a punição somos nós, que temos o entreterimento midiático cada vez mais deteriorado, e programas e quadros cada vez mais mediocres e pouco interessantes.”

    Perfeito, meu Caro Bruno Almeida!

    Mas não nos cabe decidir pelos outros, apenas por nós mesmos. Nós é que escolhemos o nosso tipo de “entreterimento midiático”. Por isso estamos aqui no PdH discutindo idéias.

    Abraço!

  • http://disqus.com/CabraBom/ Cabra Bom

    “Quem sofre a punição somos nós, que temos o entreterimento midiático cada vez mais deteriorado, e programas e quadros cada vez mais mediocres e pouco interessantes.”

    Perfeito, meu Caro Bruno Almeida!

    Mas não nos cabe decidir pelos outros, apenas por nós mesmos. Nós é que escolhemos o nosso tipo de “entreterimento midiático”. Por isso estamos aqui no PdH discutindo idéias.

    Abraço!

  • http://twitter.com/j7ndm Jessé Nunes

    Olha, muito interessante essa reflexão… enquanto o meio social coloca toda a culpa nessa moça, podemos considerar que há um outro lado dessa história que fica desconsiderada: as próprias pessoas, criadas pelo meio social e que tiveram uma considerável parte na questãoo toda. Claro, sem querer tirar a responsabilidade de ambas as partes.

  • Alissoncatu

    Punição? Mas que punição?

    Dei uma “googlada” e oq encontrei foi muita divulgação positiva de imagem dela, inclusive rumores de ensaio pra Playboy.

    Ela quis ser vista e notada na faculdade, e graças ao destino, conseguiu ser notada em todo o Brasil, aparecendo em vários em vários programas de tv.

    Não estou concordando com a atitude praticada por seus colegas universitários… mas dizer que ela é uma vítima da mídia? Tenha paciência.

  • Bruno Pereira

    Pelo amor de Deus…
    A inquisição foi em que ano mesmo?

  • Bruno Pereira

    Pelo amor de Deus…
    A inquisição foi em que ano mesmo?

  • Guilherme

    Comparar Auschwitz ao caso dessa gordinha tosca que quis se aparecer é de uma leviandade tremenda…

    • Dine

      Releia: “Ingenuidade dos que acham que algo tão bárbaro quanto Auschwitz esteja longe de se repetir. Isto se repete todos os dias, guardadas as devidas proporções. Theodor Adorno, filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão (1903 – 1969) concluiu que o nazismo só aconteceu por causa da identificação cega com o coletivo. Qualquer semelhança com o caso Geisy Arruda não é mera coincidência.” Conseguiu entender?

  • Guilherme

    Com essa frase “pessoas analfabetas funcionais oriundas de classes baixas”, você julgou todos os alunos da Uniban com palavras bonitas…

  • Guilherme

    Concordo com tudo o que você disse. Parabéns pelo comentário.

  • Guilherme

    @natacha_o,

    Quem falou em machismo? Isso tudo é falta de auto-estima? Achar que é “culpa” dos homens todo o mal do mundo?

    Toda essa “liberdade” feminina é ótima para os homens, quanto mais mulheres safadas melhor, quanto mais mulheres que transam melhor, quanto mais “mulheres modernas” melhor, em resumo, quanto mais promíscuas, melhor.

    E a tão falada educação, do qual tu falaste em teu pobre texto, faltou a Geisy. Faculdade é um lugar para estudar. Quer se aparecer, que vá a alguma balada.

    Que bom que há “mulheres machistas”, de acordo com o teu conceito, pelo menos assim o mundo não está totalmente perdido, e os homens possam encontrar mulheres decentes para formar uma boa família.

  • Matheus

    Ahhh q mimimi danado em cima desse papo velho!
    O ser humano é assim mesmo:

    pessoa sem noção + idiotice coletiva = merda

    Simples assim, quando c coloca em uma situação inusitava um grande número de pessoas, nunca se sabe oq pode acontecer.

    Agora falar que a Geise foi punida, ainda mais pela mídia! Ahhhhh vamos acordar pra vida né! A mídia adora a geise e a geise adora a mídia, eles c dão super bem. E ela com toda certeza ganhou muito mais dinheiro com essa brincadeira do q ela jamais ganharia formando em um curso fudido, em uma universidade fudida, e com uma cara fudida igual ela tem, ou tinha….

    Acorda minha filha….

  • Rafael

    Correção: causas nojo na ânsia de massificar sua opinião, baseada em suas conclusões, e vomitando a idéia de que a sua opinião é absoluta.
    Vômito por vômito, prefiro não escolher. Um texto sobre educação não deveria ter reductio ad Nazium como parte da argumentação. É, no mínimo, hipocrisia.

  • Rafael

    Correção: causas nojo na ânsia de massificar sua opinião, baseada em suas conclusões, e vomitando a idéia de que a sua opinião é absoluta.
    Vômito por vômito, prefiro não escolher. Um texto sobre educação não deveria ter reductio ad Nazium como parte da argumentação. É, no mínimo, hipocrisia.

  • Thais L.

    Assim, alguém se importa com a Geisy Arruda???
    A midia nao ta nem ai pra ela…é so mais uma que andou sem calcinha na faculdade, foi chamada de vaca (por que sera??) e ainda resolve processa a faculdade.
    Fala sério…..

  • Thais L.

    Assim, alguém se importa com a Geisy Arruda???
    A midia nao ta nem ai pra ela…é so mais uma que andou sem calcinha na faculdade, foi chamada de vaca (por que sera??) e ainda resolve processa a faculdade.
    Fala sério…..

  • http://www.atualcultura.blogspot.com/ Óliver

    Foi Durkheim que, já no séc. XIX, mostrou a educação como “fato social” para a sociedade…

    O caso Geisy Arruda é um exemplo de como o sociólogo estava certo: ela é fruto desse meio social que valorizou os escândalos midiáticos, alçando qualquer um à categoria de celebridade, sem que, para isso, seja necessário talento(s).

    O próprio sistema de educação pública no Brasil desvaloriza a meritocracia. Essas são as crianças que foram ( e continuam sendo) formadas por nosso sistema educacional!

  • http://www.atualcultura.blogspot.com/ Óliver

    Foi Durkheim que, já no séc. XIX, mostrou a educação como “fato social” para a sociedade…

    O caso Geisy Arruda é um exemplo de como o sociólogo estava certo: ela é fruto desse meio social que valorizou os escândalos midiáticos, alçando qualquer um à categoria de celebridade, sem que, para isso, seja necessário talento(s).

    O próprio sistema de educação pública no Brasil desvaloriza a meritocracia. Essas são as crianças que foram ( e continuam sendo) formadas por nosso sistema educacional!

  • Edmais

    Apesar de muitos e muitas alunos(as) daquela facul e várias outras pessoas que malharam a Geisy pagarem para ver homens e mulheres nus (as) em revistas especializadas ou em sites da mesma linha, acham que fazem “justiça” ao reprová-la.
    Quanto à mídia, é, apenas, o reflexo do telespectador, que, em sua maioria, adora um escândalo, seja qual for, pois caso contrário ninguém iria noticiar o fato, se estiver falando besteira, me corrijam. Senão vejamos: Assunto muito mais relevante para a população é o que se passa na política, em todas as suas esferas, já que administram a nossa cidade/estado/país e, quem quer saber? Muitíssimo poucas pessoas. E continuamos votando por “brindes”.
    Adoramos julgar e apontar o dedo da “justiça” ao invés de nos colocarmos no lugar do outro, não que eu concordo com a atitude da moça em questão, mas, quem sou eu? Ninguém deve se portar seguindo o meu modo de ver as coisas, ou seja, cada um viva a sua vida e deixe os outros viverem as suas, claro, desde que com respeito aos outros.
    Só mais uma coisa: A maior e mais poderosa arma contra a mídia que não nos interessa é o controle remoto, se o programa não é bom, pra vc, muda de canal ou desliga a tv, vai ler um livro, por exemplo.

  • Edmais

    Apesar de muitos e muitas alunos(as) daquela facul e várias outras pessoas que malharam a Geisy pagarem para ver homens e mulheres nus (as) em revistas especializadas ou em sites da mesma linha, acham que fazem “justiça” ao reprová-la.
    Quanto à mídia, é, apenas, o reflexo do telespectador, que, em sua maioria, adora um escândalo, seja qual for, pois caso contrário ninguém iria noticiar o fato, se estiver falando besteira, me corrijam. Senão vejamos: Assunto muito mais relevante para a população é o que se passa na política, em todas as suas esferas, já que administram a nossa cidade/estado/país e, quem quer saber? Muitíssimo poucas pessoas. E continuamos votando por “brindes”.
    Adoramos julgar e apontar o dedo da “justiça” ao invés de nos colocarmos no lugar do outro, não que eu concordo com a atitude da moça em questão, mas, quem sou eu? Ninguém deve se portar seguindo o meu modo de ver as coisas, ou seja, cada um viva a sua vida e deixe os outros viverem as suas, claro, desde que com respeito aos outros.
    Só mais uma coisa: A maior e mais poderosa arma contra a mídia que não nos interessa é o controle remoto, se o programa não é bom, pra vc, muda de canal ou desliga a tv, vai ler um livro, por exemplo.

  • RAFC

    4 – Deixaram de incentivar as meninas gostosas a se vestiram bonitas ou mesmo inibiram elas de fazer sexo sem compromisso pra não parecerem “fáceis”.

    Isso é muito sério. Aqui em MG temos um nome para atitudes como essa.

  • http://twitter.com/danpingado Danilo Freire

    Deus do céu, uma passada de olhos pelos comentários é de causar arrepios.

    Primeiro pela absurda falta de foco que muita gente tem, não sei se propositalmente ou por incapacidade cognitiva mesmo.

    É o caso, por exemplo, de quem pretende atenuar a gravidade do fato dizendo que ela ficou famosa e está ganhando dinheiro, como se isso tivesse qualquer relação com o valor moral/ético do que aconteceu naquela faculdade naquele dia. O nome disso é tergiversação; no campo da argumentação já era muito bem descrito por Aristóteles e também o foi por Schopenhauer (conferir o estratagema 34 de “A Arte de Ter Razão” [Martins Fontes] ou “Como Vencer Um Debate Sem Precisar Ter Razão” [Topbooks]) — trata-se de se isentar de responder o argumento dado por meio de esquiva. Defeito grave.

    Em segundo lugar, o senso ético que vigora causa certa perplexidade; o título do artigo é tão autoexplicativo que explicá-lo para além do necessário é sem sentido. É muito simples: ainda que estivesse completamente nua, não justificaria absolutamente nada daquilo que ocorreu.

    Vou começar a estocar comida…

    Fujam para as montanhas!

  • RAFC

    4 – Deixaram de incentivar as meninas gostosas a se vestiram bonitas ou mesmo inibiram elas de fazer sexo sem compromisso pra não parecerem “fáceis”.

    Isso é muito sério. Aqui em MG temos um nome para atitudes como essa.

  • http://www.rafael-olah.info/ Rafael Olah

    Falou tudo uma pena é que a maioria não saiba disso. Isso que me revolta ainda mais.

  • http://www.rafael-olah.info/ Rafael Olah

    Falou tudo uma pena é que a maioria não saiba disso. Isso que me revolta ainda mais.

  • Robson

    Eu li todo o texto 3 vezes.

    A Geisy não tem culpa!

    A culpa é da parteira que deixou ela nascer.

    Serio como se fosse normal uma garota ficar de 4 sem calcinha quando todos já estavam olhando para ela na escada dos cadeirantes!? Sabe isso é normal na minha escola todas as garotas fazem isso uma vez por semana, até é legal quando elas vem com uma camisinha na mão e me perguntão se eu quero foder!

    Ela começou ela que aquente o tranco a culpa é da faculdade que deixa a media de corte muito baixa do curso de turismo sobe a media de corte para nível de analise de sistema que eu queria ver ela tinha entrado na faculdade.

    Não me venha com coitadinha que ela só não ganhou a porra do processo da uni alguma coisa por que esta cheio de testemunhas sobre o ocorrido.

    Até onde eu sei ela só esta usando a mídia indo em programas para conseguir namorado, carnaval é puta aproveitadora.

    As garotas na faculdade só sabem dizer ela foi esperta se pude-se faria o mesmo para ver se conseguia arrancar um dinheiro.

    Não sou advogado mas me digam o ato dela ter mostrado a deliberadamente seu órgão genital não é atentado ao pudor ou algo do tipo?

  • Robson

    Eu li todo o texto 3 vezes.

    A Geisy não tem culpa!

    A culpa é da parteira que deixou ela nascer.

    Serio como se fosse normal uma garota ficar de 4 sem calcinha quando todos já estavam olhando para ela na escada dos cadeirantes!? Sabe isso é normal na minha escola todas as garotas fazem isso uma vez por semana, até é legal quando elas vem com uma camisinha na mão e me perguntão se eu quero foder!

    Ela começou ela que aquente o tranco a culpa é da faculdade que deixa a media de corte muito baixa do curso de turismo sobe a media de corte para nível de analise de sistema que eu queria ver ela tinha entrado na faculdade.

    Não me venha com coitadinha que ela só não ganhou a porra do processo da uni alguma coisa por que esta cheio de testemunhas sobre o ocorrido.

    Até onde eu sei ela só esta usando a mídia indo em programas para conseguir namorado, carnaval é puta aproveitadora.

    As garotas na faculdade só sabem dizer ela foi esperta se pude-se faria o mesmo para ver se conseguia arrancar um dinheiro.

    Não sou advogado mas me digam o ato dela ter mostrado a deliberadamente seu órgão genital não é atentado ao pudor ou algo do tipo?

  • Velasco Sf

    Edson,

    “Precisamos fazer uma revolucao para que um vício acabe”.Nossa!!! Essa frase parece de adolf hitler, mas 100 de você teriamos outro holocausto rsrs…Nao é porque visto um microvestido que estou querendo dar em cima de um homem compromissado, muito menos plantar a discódia entre um casal,a pouca vergonha e a maldade estão nos olhos de quem ver,por que se você é tao fiel, recatado ou moralista não estaria prestando atenção no comprimento do vestido de outra mulher.
    Sem mais.

  • Alexandre Caetano

    Ola Natasha!

    De fato é surpreendente como esse assunto continua com tanta notoriedade. Acredito que o ponto de partida, ou seja, a Uniban em peso agredindo uma aluna, foi realmente a atitude machista que impera, impondo que a mulher deve ser discreta, submissa e tudo mais. (o livro “A história da sexualidade” de Michel Foucault é muito indicado)

    Claro que a estudante não tem nada de especial para que sua imagem seja utilizada na criação de grifes, programas de tv ou mesmo o lançamento de uma biografia, e com isso não estou a depreciando, apenas dizendo que ela é uma pessoa normal, como tantas outras universitárias, cuja vida não rende uma biografia, apesar das agressões sofridas.

    Mas o que mais me intriga é a rejeição da sociedade em relação a Geisy. Não é raro comentários como “odeio essa menina” ou algo do tipo. Esperava que, já que a opinião geral não pediu pela punição aos agressores, as pessoas ficassem ao menos indiferentes à moça que, como qualquer outra, está tentando aproveitar a oportunidade de melhorar a vida com a notoriedade que lhe foi dada. Talvez esse seja o ponto.

    As agressões, os xingamentos e as humilhações visavam exatamente o oposto, ou seja, rebaixar a mulher que usou um vestido curto para o que o machismo histórico consideraria “o seu lugar”. A ideia, ainda que inconsciente, era um tipo de suplício (aqui a indicação é do livro “Vigiar e punir”, tb de Michel Foucault), que servisse de exemplo para que as outras meninas não se atrevessem a seguir o mesmo caminho.

    Agora como os trogloditas aceitarão que o tiro saiu para a culatra e a moça, além de não abaixar a cabeça ainda ganha uma grife de roupas que vestirão outras mulheres (exatemente o oposto do desejado)? Difícil para eles… por via das dúvidas acho que Foucault deveria ser adotado como leitura obrigatória na Uniban, e pq não para outros setores da sociedade…

  • Nay Ped

    Olha não li todos os comentários, nem estou aqui para alfinetar ninguém.
    O caso Geisy me causou na época um grande susto e medo, pois também uso roupas tão ou mais curtas do que ela usara quando aconteceu aquele “baile de queda das máscaras”.Eu não sei o que passa na cabeça da pessoa quando é chamada atenção pelas suas vestes pela universidade, comigo nunca aconteceu e eu passo maior parte do meu tempo transitando seja no campus da UFAM ou da UEA. O máximo que aconteceu foi algum tipo de piadinha tolerável por parte de alguns professores e colegas universitários. Afinal toda característica de uma pessoa pode ser enfatizada, nunca me ofendi porque nunca percebi nenhuma conotação maliciosa, entretanto o caso Geisy me lembrou em partes uma música do Chico Buarque, Geni e o Zepelim, o modo como ela agiu após o escândalo lamentável mostrou sua faceta macabéica(utilizando a personagem de clarice, macabéa) ela mostrou seu total desconforto e sua pobreza, não apenas a que a fez escolher a UNIBAN como faculdade, mas a pobreza que o sistema educacional, de políticas socias, religiosos e é claro o poder da mídia que molda tipos ideais de mulheres e de “boa conduta” cravou nela.Nesse caso talvez eu tenha aprendido o sentido de alteridade, ou simplesmente me vi passando pelo mesmo que ela passou, mas creio que a sociedade hoje está definitivamente menos humana, o que é até assustador porque acredito que o crime não dito pelo qual ela foi punida foi justamente agir contra a conduta humana que esperava que ela tivesse ao tratar com , me desculpe a ofensa, alguns alunos da UNIBAN. Geisy é apenas mais uma vítima de uma sociedade desumana, o que é uma lástima, pois seres HUMANOS com HUMANIDADE não merecem ser dignos de pena.

  • Renan

    Moça severamente punida? Por favor né, ela só tirou proveito da situação. O que levou todos a hostilizarem-na na faculdade eu não sei, acredito que só o vestido não tenha sido o motivo, deve ter havido algum comportamente dela, ou de uma outra pessoa que tenha feito ela reagir de alguma forma que resultou na bagunça. Mas dizer que ela foi punida, aí já é demais né… Isso provavelmente foi a melhor coisa que já aconteceu na vida dela.

  • AlexandreD

    Cara @natascha_o para as suas duas perguntas acima:

    Se vc concorda somente com a primeira é uma pessoa normal

    Se vc acredita da segunda é uma feminista, e desculpe. Nada justifica um assassinato, mas tb não podemos passar a mão na cabeça de atitudes que hj são moda como bem vc comentou sobre a Luciana Gimenez… veja bem ou é preto ou branco, as duas cores juntas se tornam cinza…

  • Gabe

    Ela pode ser puta, vadia, burra, o que for.
    Ninguém tem o direito de agir como macacos loucos e discriminá-la. Se não gosta de determinado comportamento, de determinadas pessoas, se afaste Oo.

    Porque é tão difícil compreender isso?

  • Portesleao

    Pois é.
    Assunto complicado esse.

    O “caso Geisy Arruda” surgiu, como tantos outros surgem por aí veladamente ou não e terminou no que já era previsto: em circo.

    É claro que não concordo como a postura da instituição, nem dos alunos.
    E nada justifica de fato o ataque absurdo e sinistro por conta de um vestido ou um quase-não-vestido.

    A questão é que esse acontecimento poderia ter resultado em uma discussão muito mais aprofundada sobre a mulher, sua imagem distorcida socialmente e todo o tipo de violência praticado contra ela. A mulher Geisy, a mulher Maria, todas elas, cada uma delas.

    Mas, tudo vira cirurgia plástica, botox e ensaio em escola de samba. A mídia produz mais uma sex simbol, mais uma playboy à venda e fica tudo certo.

    Que palhaçada.

  • Robson T.

    Ótimo post, principalmente pelo questionamento dessa atitude social cega que faz com que nos percamos na ignorância e no ódio coletivo por causa dessa letargia profunda que permitimos que nos seja imposta. Também procuro por essas vozes, mas se não as ouvimos, devemos pelo menos, tentar falar por nós mesmos. Quem sabe algum dia, alguém nos ouça.

  • Robson T.

    Ótimo post, principalmente pelo questionamento dessa atitude social cega que faz com que nos percamos na ignorância e no ódio coletivo por causa dessa letargia profunda que permitimos que nos seja imposta. Também procuro por essas vozes, mas se não as ouvimos, devemos pelo menos, tentar falar por nós mesmos. Quem sabe algum dia, alguém nos ouça.

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