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em às | Cultura e arte, O que estamos fazendo, PdH Shots
Não tem nada a ver com coisas assistíveis, mas permita-me abrir dizendo que, putz, como as coisas andam corridas por aqui. Diversos desenvolvimentos drásticos deram dificuldade à já dura dança. Eu, Fabio Bracht, te digo: trabalhar no PdH é exatamente como o Gitti me disse que seria na primeira manhã em que eu sentei nessa sala:
“Você vai estar bem no vórtex, cara.”
E cá estou. Que bom.
Ainda assim, sempre dá para tirar um tempinho para assistir alguma coisa legal. Veja o que alguns de nós andaram assistindo ultimamente (depois entre no papo contando de você):
Esse filme independente mostra jovens imigrantes de vários países em busca de cama e da própria identidade em uma das capitais do mundo, Londres. Boa pedida para domingos preguiçosos.

Até que enfim algum produtor de pornô começou a se preocupar com iluminação e direção de fotografia. Não que os vídeos da Passion HD sejam a coisa mais maravilhosa e bem produzida do mundo, mas não aguentava mais ver filmes toscões.
Uma viagem nostálgica à adolescência bêbada, roqueira, sem internet e juízo dos anos 90.
O documentário tem diversas cenas e trechos de shows inéditos de bandas como Sonic Youth e Nirvana.
Tenho até vergonha de assumir que faz semanas, talvez meses, que não vejo filme algum. Se na última vez eu estava esperando começar a série Breaking Bad, agora estou efetivamente acompanhando o começo do fim (afinal, estamos na última temporada).
Também estou acompanhando o Louie e achando uma baita comédia da qual não se ri. O lance todo com o comediante americano é tenso, mas é um jeito bem engraçado de ver as pequenas desgraças da vida. Só o humor consegue tocar na ferida desse jeito. Coisa linda, coisa fina.
Estou revendo pela vigésima nona vez os raros registros em vídeo que temos de rodas de TaKeTiNa (para me inspirar a cantar e liderar com relaxamento, como faz meu professor, enquanto termino meu treinamento).
ᔥ YouTube | Tem legenda, é só clicar no botão “CC”
Eu nunca falei desse filme aqui, mas já assisti sei lá quantas vezes. Mais de meia dúzia, com certeza. A estética, as metáforas, a edição, as atuações, o elenco… nada disso é completamente sensacional no sentido absoluto, eu sei, mas mesmo assim eu curto pra caralho.
Para quem nunca ouviu falar, Scott Pilgrim é um carinha de 20 e poucos anos que toca baixo em uma banda de garagem, mora com um amigo gay e precisa derrotar os 7 ex-namorados malignos de uma menina de cabelo colorido para poder ficar com ela. A coisa toda acontece como se fosse um videogame com sete fases, sete chefões. Todos os principais personagens têm superpoderes que só usam quando estão lutando. É bastante ridículo, eu sou o primeiro a admitir, mas divertidíssimo.
É quase como um daqueles filmes completamente despretensiosos, e por isso mesmo tão bacanas, dos anos 80. Só que recente.
Pra completar, tem uma trilha sonora cheia de coisas legais, como Metric, Beck, Bluetones e Rolling Stones.
O que tem assistido? Não vai dizer que está muito ocupado com trabalho, vai?
Toca guitarra e bateria, respira música, já mochilou pela Europa, conhece todos os memes, idolatra Jack White. Segue sendo um aprendiz de cara legal. [Facebook | Twitter]
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