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Aventura

O Monte Everest, passo-a-passo

Publicado por Mauricio Garcia em 14.1.2008 às 12:31

everest2

Na última Sexta-feira, 11/1/2008, faleceu o neozelandês Edmund Hillary, aos 88 anos, vítima de um ataque cardíaco. Ora, quem foi este senhor?

Em 1953, no dia 29 de maio, este senhor e mais um alpinista nepalês de nome Tenzing Norgay foram os primeiros cidadãos a colocar os pés no topo do Monte Everest, a 8848m de altitude, o ponto mais alto da superfície terrestre. Hillary então tornou-se herói nacional em sua Nova Zelândia, assim como Tenzing era Nepal, e sua morte causou comoção em todo o país.

hillay-e-norgay

Edmund Hillay e Tenzing Norgay, saco roxo

Recentemente li o livro “No ar rarefeito” (Ed. Cia. das Letras, 2001), de Jon Krakauer, onde este faz um relato de uma expedição ao Everest em 1996 que terminou em tragédia, com a morte de dois guias experientes e mais dez outros alpinistas.

Inspirado pelo relato interessantíssimo da aventura, principalmente pelos percalços e inúmeras dificuldades que os alpinistas enfrentam, trago este artigo, também em tributo a Hillary. Maluquices à parte, o cara que chega ao topo do Everest é um super-herói. Em breve vocês entenderão…

O Monte Everest

Situado na Cordilheira do Himalaia, bem na fronteira entre o Nepal e a China, na verdade a escalada propriamente dita do Everest é de aproximadamente 3000 metros. Isto porque até você chegar à base da montanha, já está numa altitude de mais ou menos 5000 metros.

reflexo-everest

Mocinhas podem pegar a fila da direita e voltar pra casa

Em termos de dificuldade técnica, não é dos mais complexos, assemelhando-se a uma caminhada íngreme, com alguns paredões verticais. O problema todo são as condições inóspitas encontradas. Rajadas de vento, temperaturas baixíssimas, ar rarefeito, avalanches.

O Everest pode ser escalado através de sua crista nordeste (que vem da China) ou da crista sudeste (que vem do Nepal). A crista sudeste é a via mais “fácil” de escalada, e pelas dificuldades criadas pelo fechado governo chinês, por muito tempo foi a única.

Esta crista, após descer do Everest, começa a subir de novo, comunicando este com o Lhotse (outro pico do Himalaia). Entre o Everest e o Lhotse, existe uma espécie de vale. É neste vale que a aventura começa.

A Expedição

O governo do Nepal cobrava uma taxa de aproximadamente 15.000 dólares em 1996 para permitir a subida de alpinistas ao Everest. Muitos alpinistas renomados, após conseguirem diversos feitos, não tinham mais como manter patrocínio, pois não havia mais desafios.

expedicao

Essa mochila pesa mais do que sua mala de carnaval, bem mais

Então começaram a abrir empresas guiar alpinistas amadores às grandes escaladas. Uma delas, a Adventure Consultants, cobrava 65.000 dólares para a aventura. O preço não incluía passagens e equipamentos.

Chegando em Katmandu, capital do Nepal, pega-se um helicóptero que leva os aventureiros até a região de Khumbu, de onde se parte para o Everest. A partir daí, tudo é feito a pé.

O centro comercial da região do Khumbu é um vilarejo chamado Namche Bazaar, a 3444 metros de altitude. Aqui vão entrar em cena personagens importantíssimos na escalada.

Os Sherpas

São os habitantes nativos do Khumbu. Por viverem numa região de altitude elevada, seu sangue é mais rico em hemácias, ou seja, têm uma adaptação melhor à condições de pouco oxigênio. Como conhecedores da área, também servem como guias.

E principalmente, são tradicionalmente alpinistas. Assim como nós almejamos ser ricos e famosos, o sonho de qualquer sherpa é trabalhar como alpinista.

Numa expedição destas, têm como funções carregar a maioria da carga (isso para os alpinistas guardarem energia para chegar ao topo). Eles vão na frente colocando cordas para a escalada e espalhando garrafas de oxigênio pelo caminho, por exemplo. Tenzing Norgay era sherpa.

Continuando a Caminhada…

Após um dia de aclimatação em Namche, a caminhada segue até o vilarejo de Pheriche, a 4.267 metros de altitude, onde se passam duas noites. Ali existe uma clínica médica tocada por voluntários, que ajudou muito a reduzir a mortalidade de alpinistas e trekkers acometidos pelo “mal da montanha” (mais adiante falo sobre isso).

lobuje

Cuidado com o montinho marrom no chão…

Mais algumas horas de caminhada, chega-se a Lobuje (4900m). As descrições deste lugar são assustadoras. Lobuje é um lugar soturno, repleto de alpinistas, sherpas e barracas, e de uma imundície espetacular. Os banheiros transbordavam de fezes e tinham aspecto tão abominável que a maioria preferia fazer as necessidades a céu aberto.

Pilhas de fezes humanas espalhadas por toda a parte tornava impossível não pisar nelas. Um rio de neve derretida no meio da aldeia era na verdade um esgoto a céu aberto. Pulgas e piolhos infestavam os colchões do alojamento. Para aquecer, queimava-se esterco seco de iaque. Dadas as condições de higiente, diarréias impiedosas são comuns.

iaques

Uma mistura de bois com touros em um lugar congelante, apresento-lhes os Iaques

Lobuje situa-se à beira do glaciar do Khumbu. Glaciar é uma espécie de rio permanentemente congelado, e este é a entrada do vale situado entre o Everest e o Lhotse, começo da escalada.

Porém, não é tão simples de ser atravessado. A latitude desta região é tropical, então a temperatura varia muito entre o dia e a noite. Essa variação faz com que os blocos de gelo do glaciar tornem-se relativamente móveis. É preciso extremo cuidado ao caminhar…

everest

Rumo ao acampamento base. Você vai ler mais sobre ele na segunda parte.

… Logo mais, a segunda parte desse artigo com a continuação do que significa a odisséia de se escalar o Monte Everest. Será que alguém aqui já se animou ao ler esse início?

Foto do autor

Mauricio Garcia é flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico. Ele é o nosso grande Dr. Health.

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28 comentários

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  1. Imagem do comentarista
    Elisandra

    Nem de graça!!
    Depois da palavrinha imundíce, tô fora.
    Tanto sofrimento e ainda ficar alojado num lugar desse.
    Excelente artigo, acabou com meu almoço. rsrsrsrs
    Já sei o que não farei na vida, escalar o monte Everest.

  2. Imagem do comentarista
    Musashi

    Tem vários livros bacanas a respeito, seria legal falar sobre algumas “regras do montanhismo”.

    Alguns livros mostram uma face mais sombria do assunto, como as disputas, higiene ruim ( 1 mês sem banho), a sujeira que fica no alto do Everest - equipamentos, barracas abandonadas, cilindros de oxigênio vazios, corpos - descer é tão ou mais difícil que subir, e ninguém se arrisca a trazer algo de volta que não seja essencial, tipo o próprio corpo…

    Também mostra como algumas pessoas se tornam obcecadas pela montanha, abandonando tudo, família, amigos, para escalar e pagam com a própria vida.

    Muito bom tema, vamos aguardar a parte II.

  3. Imagem do comentarista
    Eu msm

    Espero que unindo essa primeira parte com a segunda eu possa escalar o Everest também, já estou arrumando minhas malas e esperando a segunda parte

  4. Imagem do comentarista
    Matheus

    Muito bom!

    Indo ao contrário do que disses, lemos a primeira parte e esperamos a segunda.

    Acho impressionante a capacidade destes alpinistas. Saco roxo mesmo!

    E as moças? como ficam nessa stuação?
    Alguma da piriquita roxa já fez seu nome no Everest?

    abraços

  5. Imagem do comentarista
    Padu Rodrigues

    Em algum lugar eu li que o K2 era mais difícil que o Everest

  6. Imagem do comentarista

    porra, bota saco roxo nisso!

    mas é, eu também ouvi o que o Padu comentou… mas de qualquer forma, não é pra qualquer um não.

    Aguardando ansiosamente a segunda parte!!! =D

  7. Imagem do comentarista

    Muito legal a primeira parte.
    Realmente, estas aventuras são pra macho de verdade. Ainda mais os primeiros caras que faziam isto, com recursos e equipamentos muito limitados e inferiores aos de hoje em dia.

    Eu se tivesse grana, com certeza me arriscaria numa aventura dessas.

    Parabéns.

  8. Imagem do comentarista
    Musashi

    Se não me engano 75 mulheres ja alcançaram o topo. A primeira foi uma senhora japonesa de mais de 50 anos e uns 55 quilos. Vou confirmar num livro que tenho e coloco aqui.

    Saco roxo não é exclusividade masculina…

    O K2 é tecnicamente mais dificil, e a taxa de mortos em relaçao a que atinge o pico é maior. Tem outros montes bem difíceis, mas o Everest é o mais alto, então atrai mais.

  9. Imagem do comentarista
    Felipe

    Na boa, nem fodendo!!!
    Sair daqui pra ir passar frio a mais de 8000m de altura pra chegar la e voltar (se voltar).. to de boa aqui..
    Mas tb tenho que admitir que esses caras são fodas.. nao deve ser facil nao…

  10. Imagem do comentarista

    Desculpa aí povo, mas vou ser do contra. Sem ofensas, por favor, mas porque isso é tido como tão legal? O que pode acrescentar ao coletivo? Não consigo enxergar nada além da satisfação pessoal do próprio alpinista, claro. Deve ser uma conquista e tanto.

    Digo isso por achar curioso o fato das pessoas acharem tão bacana esse feito. Ninguém dá bola para essas coisas e fora os que curtem escalada, nunca se sabe quem está tentando subir, ou qual o próximo desafio. Não há torcida.

    Fórmula 1 por exemplo pode ser perigoso, mas há torcida. As pessoas acompanham, vão prestigiar, sei lá… “diverte” as pessoas. É entretenimento e dá prazer.

    Agora, se for só pelo heroismo, acho mais saco-roco caras como nosso brasileiríssimo Aziz Nacib Ab’Sáber, que se enfiou amazônia adentro para classificar nosso território numa época em que ninguém sonhava em fazer isso. Pesquisador de tirar o chapéu e muito macho.

    Foi mal! Mas esse lance do Everest sempre me intrigou.

    Abraços

    Thiago

  11. Imagem do comentarista
    Paulo

    2ª Parte já!!!!

  12. Imagem do comentarista

    Bah, e eu achando que era só chegar e escalar. Que grana preta pra passar todo esse sufoco hein!

    Bah, que milagre, não foi um Americano que fez um grande fato memorável. Eu sou tão bom em geografia que nem sabia que ficava perto do Nepal.

    Eu me animei de ler essa primeira parte, e espero pela segunda!!

  13. Imagem do comentarista

    Gostei da primeira parte. Muito interessante.

    Realmente, subir o Everest, ou enfrentar qualquer outro desafio deste tamanho, é algo pra satisfazer o ego. Ter história pra contar pros netos, roda de amigos, escrever no blog.

    Não dá pra tirar o mérito dessa rapaziada. Mas quero ver um cara desses subir o morro da Rocinha sob tiroteio. :) :)

  14. Imagem do comentarista
    erunámo

    O que ouvi falar sobre o K2 é que ele é mais difícil porque é mais íngreme. Portanto a subida fica um pouco complicada.

    Sobre escalar o Everest, correr risco de vida, chegar lá no topo p’ra depois descer. Não faria isso, mas respeito consideravelmente quem já o fez ou pretende fazer. Tem gente que acha “perca de tempo” e não ter o que fazer, mas se você vir por outro ângulo… por exemplo: o ser humano só chegou ao nível intelectual que estamos hoje porque ele sempre tentou ultrapassar os limites do seu corpo. E, das muitas técnicas e instrumentos que ele desenvolveu tentando romper essas barreiras, surgiram muitas coisas que você usa hoje.

    Comparo a subida ao Everest a uma corrida - qual o objetivo de ficar correndo quilômetros e quilômetros… passar o tempo? Não, ver até onde o nosso corpo físico agüenta.

    No fundo, no fundo nós somos um bando de crianças que se disserem: Não mexe naquilo! Aí é que ficamos com mais vontade de mexer.

    E, outra coisa, gosto é gosto, né? Cada um tem o seu.

    Bom artigo Maurício, estou aguardando a segunda parte…

  15. Imagem do comentarista

    Eu continuo achando muito impressionante mesmo esses caras se matarem para subir o Everest e saírem correndo na primeira crisezinha de relacionamento. Hunf.

  16. Imagem do comentarista
    Rodrigo Almeida

    E aí Thiago, como vai?

    Bem, pra tentar exclarecer um pouco sua pergunta vou tentar ser super breve sobre a mágica do alpinismo.

    Eu comecei fazendo rapel em uma ponte à convite de um colega. Tinha medo de altura, e no momento em que virei do para-peito para a posição de rapel iniciando a descida, criei confiança no equipamento e o susto inicial passou. É sempre assim, no início dá um panicozinho assustador mas logo em seguida sobra só aquela sensação “ah, era só isso”.

    Com o tempo comecei a querer descer paredes cada vez maiores e o medo no início aumentava proporcionalmente. Depois que ficava pendurado pelo equipamento, perdia a graça já que ali (confiando no equipamento) percebia que não havia mais risco algum.

    Comecei a fazer parede em cordadas guiadas, isto é, o guia de cordada ia ancorando e cada lance que eu subia ele fazia a segurança para mim. Caí muitas vezes, mas ficava pendurado pelo cara. Depois de um tempo, as quedas passaram a ser algo normal já que eu sabia que nada poderia acontecer.

    Virei guia e dessa vez as minhas ancoragens eram importantes para garantir a vida do cara que subia comigo. Ali a coisa começou a complicar. Cada vez que o outro cara iniciava a subida do lance dele preso na minha ancoragem eu ficava muito muito alterado mesmo com medo de que eu tivesse cometido algum erro e durante a queda dele nós dois pudessemos acabar indo pro chão. Admito que na hora passa coisas pela cabeça como “por que diabos faço isso? Essa angústia é muito desagradável”.

    Logo depois que ele se fixava na ancoragem para mim subir mais um lance, se eu caísse ficava preso então subia sem medo algum. Nesse momento eu me lembrava do medo que estava sentindo há alguns minutos como uma coisa totalmente sem sentido: “Por que eu tava tão em pânico? É muito seguro”. E perdia a graça denovo.

    Não sei porque diabos cada vez mais eu fui querendo subir rotas mais difícies só para sentir a maldita angústia. Quando agente tá no meio do processo parece que aquilo é algo muito ruim e dá vontade de parar tudo e voltar para o conforto do sofá em casa. As vezes eu pensava o que meu companheiro de cordada vai pensar se eu disse que não consigo mais subir e que preciso parar? E só por isso eu não desistia. Sei que no final é muito bom saber que passei por mal bocados que me influenciou a parar durante todo o tempo, mas mesmo assim fui adiante.

    Em 2007 comecei a cogitar iniciar a preparação física e climatização para tentar o Aconcágua. Não tem muita explicação na coisa, é coisa de louco mesmo. Agente sofre, mas depois é bom.

  17. Imagem do comentarista

    Caras, a parte dois é bem mais “emocionante”… Até pq a altitude aumenta progressivamente no relato… E seus efeitos começam a aparecer.

    Amanhã tem mais !

  18. Imagem do comentarista

    Thiago, na minha opinião o que mais pega em relação à este feito é exatamente o ponto de superação do ser humano por si próprio. Ninguém (eu acho/imagino) que vai lá fazer uma escalada dessas vai por fama ou qualquer coisa do tipo, vai exatamente pra SE provar, SE superar.

    Rodrigo, até onde eu entendi… isso é meio que um vício por adrenalina, estou errado Dr Health? Claro, imagino que pra ser caracterizado vício dependa de muita coisa, mas a base seria isso, certo? =)

    Eu me lembrei de quando pulei (até agora, única vez) no Sky Coaster, no Playcenter em Sampa… os melhores 3 segundos (acho, talvez menos) da minha vida, os de queda-livre antes da corda tensionar. Desde então meu sonho é pular de para-quedas =D

  19. Imagem do comentarista
    Mamadou N'diaye

    Tenho uma inveja absurda de pessoas que tem condições de fazer umas aventuras dessas.
    Meu sonho é ter uma grana pra desfrutar da maioria dos esportes radicais que existem por aí. Só não tenho vontade de surfar em ondas de 15m, mas isso porque vai demorar muito pra aprender a surfar.

    Fiquei empolgado!

    Manda mais!

  20. Imagem do comentarista

    Fala aí Rodrigo! Tudo bem?

    Certo. Acho que agora estou começando a entender (mas não compreender). Na verdade parece ser uma ânsia por suprir a necessidade de “medo”. Me lembrei de ter lido em algum lugar que realmente existem pessoas que “gostam” de sentir medo. Como o Johnny disse: “um vicio por adrenalina”. Deve ser uma característica individual (talvez algum gene?), assim como ser loiro ou moreno, branco ou negro. Você não tem escolha e simplesmente nasce assim. Não creio que seja uma coisa que se aprende e mesmo no seu caso, quando você afirma que tinha medo de altura, acho que o prazer pela coisa estava lá em potecial. Faltava só descobrir.

    Acho que por isso não entendo, pois simplesmente não gosto da angústia e do medo. Para mim dá uma sensação ruim de perda de controle, além de não enxergar um objetico concreto…acho que isso mostra um pouco da personalidade de cada um, pois sou um cara que gosta das coisas em ordem, sob meu controle e gosto de ter grandes objetivos. Não consigo manter a calma em situações que fogem das minhas rédeas. Fico ansioso até resolver o problema. Curioso…

    Gostei do esclarecimento. Me fez pensar.

    Mas eu prefiro jogar xadrez…rsrsrsrsrsrsrs

    Um abraço

  21. Imagem do comentarista

    confesso que demorei um pouco a querer ler esse artigo, mas acebei de ler e é do caralho esse negocio de alpinismo!
    realmente tem muitas dificuldades mas esses caras tem msm o saco roxo! estou ansioso pela segunda parte!
    a sensação de escalar um lugar desses e vc desçe lá em baixo olha pra cima e pensa “porra eu sou foda msm!” deve ser muito bom!
    abraço

  22. Imagem do comentarista

    ha! thiago jogar xadrez e bom msm! ^^

  23. Imagem do comentarista

    [...] da primeira parte da jornada rumo ao topo do Everest. Se você já considerou os primeiros 5000 metros difíceis, não viu [...]

  24. Imagem do comentarista

    BOB, xadrez é bom sim, mas eu só estava sacaneando com o Rodirgo. Na real se você quer saber, emoção de verdade é tocar guitarra. No palco então, putaqueopariu!! É o meu rapel!!! Extremamente prazeroso!!!

  25. Imagem do comentarista
    Rodrigo Almeida

    Thiago,

    xadrez e poker também são hobbies para mim.

    Agora subir num palco, segurando uma guitarra, diante de um mar de gente… isso sim é para quem é macho! Dessa eu fugia…

  26. Imagem do comentarista

    ;-) Quanto mais gente melhor! Tocar em festival com centenas de pessoas, sendo que poucas entendem do que você faz lá em cima é bico. Treta é tocar em bar onde cada figura lá em baixo tem uma palheta no bolso… aí dá frio na espinha. Ainda bem que uns gostam de guitarra e outros de montanha, senão a vida ia ser muito chata com todo mundo fazendo a mesma coisa.

  27. Imagem do comentarista

    até que foi bom esta pesquisa!!!!!!!!!!

    gostei….
    graças á ela fiz um trabalho de 10 pontos e concegui!!!!!!
    beijos♥

  28. Imagem do comentarista

    “Sábado, dia 12, estive em Artigas no Uruguay.
    Fui lá de carona com um amigo, pois iria visitar parte da família da namorada que lá reside. Em princípio, fui para fazer compras, afinal, lá tem Free Shop’s e o preço é muito, muito atrativo….”

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