“O líder ensina pelas costas”

Gustavo Gitti

por
em às | Cabana no PdH, PdH Shots, TEDx


Na semana passada, em uma breve entrevista para o pessoal do Nós da Comunicação, Lama Padma Samten (que palestrou no TEDx Amazônia) comenta sobre a construção do líder.

No fim do vídeo, ele fala sobre seis sabedorias que também descreveu no palco flutuante lá na Amazônia.


Link YouTube

Destaco algumas falas:

“As crianças copiam os movimentos dos pais, não suas palavras. O líder deveria ensinar especialmente com o movimento.

“Ele vê não apenas a configuração aparente das coisas, mas as diferentes visões que diferentes seres têm.”

“Os melhores grupos são aqueles que tem uma proposta clara, no qual um número maior de pessoas é capaz de sonhar sobre aquilo. Com o o grupo sonhando, quando as figuras principais, o grupo segue, não tem propriamente um percalço.”

“Quando os grupos tocam coisas mais profundas de nossa mente, de nosso coração, da realidade, eles mais facilmente podem gerar processos coletivos de reflexão. Esse grupo que pauta sonhos e direções se torna um líder. Esse grupo se torna um líder. Os líderes carismáticos são necessários quando não temos um propósito muito claro.”

“A capacidade de criação nunca entra em crise, o que entra em crise é o que foi criado.”

E as seis sabedorias (de modo resumido, claro):

1. Não se queixar do que está acontecendo.

2. Entender os outros seres a partir de seus próprios mundos e referenciais, não a partir dos nossos.

3. Viver a partir da felicidade, da energia extra que surge quando efetivamente trazemos benefício aos outros.

4. Não desperdiçar o tempo, não se engajar em coisas inúteis.

5. Evitar trazer sofrimento aos outros seres e aprender a absorver as negatividades quando elas surgem sobre nós.

6. Reconhecer nossa natureza livre em meio aos jogos e mundos que nascem e cessam.

Este post é resultado de nossas práticas, diálogos e treinamentos na Cabana PdH. Quer entrar no Dojo?
Gustavo Gitti

Quase professor de TaKeTiNa, baterista sem bateria, meditante que não medita, ex-bolsista de dança de salão, ex-estudante de filosofia e ex-solteiro. É editor do PapodeHomem, autor do Não2Não1, colunista da revista Vida Simples e caseiro da Cabana PdH. No Twitter: @gustavogitti.


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34 comentários

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  • Thiago Ribeiro

    Adoro Budismo, sempre vi nessa Filosofia de Vida aquilo que realmente nós completa, a verdadeira Sabedoria.
    Parabéns Gitti continue postando artigos sobre Budismo, pode ter certeza que esta trazendo conteúdo e sabedoria para muita gente.

    Abraço

  • Gabriel S.

    Gitti,

    Além do site do CEBB, há outros meios acompanhar as entrevistas, ações e videos Lama?

    Abração!

  • Anônimo

    Por mais admirador de algumas filosofias orientais que eu seja…acho que nunca vou conseguir concordar e praticar alguns conceitos, como este:

    “4. Não desperdiçar o tempo, não se engajar em coisas inúteis.”

    Sou “humano demais” para conseguir praticar a quarta sabedoria. Ainda prefiro distração e diversão à dedicação constante por grandes propósitos. Mesmo passada a idade, gosto de manter vivo esse meu lado “criança buscando novas formas de brincar”.

    Talvez eu esteja interpretando errado, mas muido dessas “filosofias” me transmitem a idéia de pessoas que desejam ascender a um status acima do humano falho e mortal. As falhas erradicadas na conduta exemplar e a morte nos ensinamentos passados à gerações seguintes.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Sim, é uma interpretação que acaba quando você conhece grandes meditantes e mesmo praticantes não tão experientes. Eles são bem menos ascéticos, puros e bonzinhos do que se pensa. Mas, enfim, é sempre muito mais fácil ficar com nossa interpretação do que se perguntar: “O que será que ele quis mesmo dizer com isso? De onde saiu essa afirmação? O que ele está olhando quando diz isso? Como ele vive?”. E não estou falando do Lama, mas de qualquer interlocutor.

      Abração.

      • Anônimo

        Minha postagem foi a forma que encontrei de questionar e buscar uma resposta às mesmas perguntas que você sugeriu, Gitti.

        Mas já que foi lançada a sugestão…como exatamente essa interpretação, provavelmente das mais comuns, acaba mediante contato com praticantes da tal filosofia?

        Não entenda como crítica, realmente tenho curiosidade sobre essas coisas.

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        Caveira,

        Temos uma noção de espiritualidade como afastamento da vida, das emoções, das relações, dos fenômenos. Quando vemos praticantes mergulhando ainda mais nas coisas e fazendo coisas que nunca consideraríamos espirituais, a coisa toda se inverte: nós, que achamos que vivemos a vida, percebemos que somos quase ascetas, que estamos nos afastando e fugindo o tempo todo.

        Não vou entrar em detalhes porque isso não faz sentido algum.

        O ponto é nossa própria prática: o quanto somos escravos de nossos pés atrás com coisas que realmente poderiam transformar nossas vidas nas direções que sempre desejamos. Ironicamente, temos um puta pé atrás de ir onde sempre quisemos ir, de fazer o que precisa ser feito.

        Cara, eu nunca vejo as coisas como crítica negativa ou ataque. Sempre é papo aberto. Não há ninguém se defendendo aqui. Não há nada pra ser defendido.

        Abração.

      • Anônimo

        Minha postagem foi a forma que encontrei de questionar e buscar uma resposta às mesmas perguntas que você sugeriu, Gitti.

        Mas já que foi lançada a sugestão…como exatamente essa interpretação, provavelmente das mais comuns, acaba mediante contato com praticantes da tal filosofia?

        Não entenda como crítica, realmente tenho curiosidade sobre essas coisas.

    • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

      Caveira

      Olha… tudo é uma questão de ponto de vista. Eu acho que se alguma coisa me distrai, me diverte, então ela me faz feliz, alimenta a minha alma… portanto não é nem de longe inútil.
      E incluo aí conversas com amigos em mesas de bar, rodas de violão, passar o dia na praia ou na piscina olhando o tempo etc etc …
      Inutil, para mim, são outras coisas… como dedicar tempo a uma briga no trânsito, a uma irritação qualquer que não se pode resolver, a coisas negativas em geral.

      Beijos,
      Deb.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Tenho ruminado vagarosamente sobre as 6 sabedorias, desde que tomei conhecimento sobre elas, no TEDx Amazônia.

    Gosto delas, o ponto a discutir fica exatamente sobre a grifada. O conceito de desperdício/inutilidade é delicado.

    Não gosto de complacência, de preguiça, do excesso de desperdício, melhor dizendo.

    No entanto, a liberdade em desperdiçar ocasionalmente é essencial para manter nossa sanidade, acredito. E mais ainda, para nos abrir novas e inesperadas portas. Atividades aparentemente inúteis fazem minha alegria, me arejam as ideias. Não vivo sem.

    Então, penso que o melhor está nisso, digerirmos as 6 sabedorias a nosso modo.

    • http://twitter.com/LucasMalto Lucas Freitas Malto

      Concordo plenamente.
      Acho que “embutido” na cabeça de todos está uma noção própria de equilibrio pela qual podemos reger nossas vidas.
      Assim todos podemos “digerir” estas e outras sabedorias de nossa própria maneira e encontrar, a partir delas, respostas para n contextos diferentes, todas convergindo para o mesmo propósito: nosso aperfeiçoamento.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Tenho ruminado vagarosamente sobre as 6 sabedorias, desde que tomei conhecimento sobre elas, no TEDx Amazônia.

    Gosto delas, o ponto a discutir fica exatamente sobre a grifada. O conceito de desperdício/inutilidade é delicado.

    Não gosto de complacência, de preguiça, do excesso de desperdício, melhor dizendo.

    No entanto, a liberdade em desperdiçar ocasionalmente é essencial para manter nossa sanidade, acredito. E mais ainda, para nos abrir novas e inesperadas portas. Atividades aparentemente inúteis fazem minha alegria, me arejam as ideias. Não vivo sem.

    Então, penso que o melhor está nisso, digerirmos as 6 sabedorias a nosso modo.

  • Lucas

    A definição de inútil é realmente ambígua.

  • http://www.facebook.com/people/Gabriel-Pombo/100001212494141 Gabriel Pombo

    Pelo que eu entendo isso tudo gira em torno de positivismo. Capacidade de criação. Luz. Energia. All that stuff.

    Importante idéia da empatia, fazer as coisas de maneira construtiva, absorver o lado positivo e não os aspectos negativos (do nosso ponto de vista) das coisas.

    Eu sempre tento me manter lembrando desses pontos de sabedoria que geralmente são os mesmos sobre assuntos diferentes pq isso rege a nossa vida como um todo. Tudo que a gente faz tem essas coisas envolvidas.

    Vc pode estar olhando só do seu ponto de vista, pode estar levando as coisas pro lado negativo, perdendo tempo com besteira, deixando oportunidades de fazer um bem para o coletivo passar ou esquecendo da nossa liberdade. Muito provavelmente alguma dessas coisas todo mundo ta fazendo agora.

    Concordo bastante que se tiver esses 6 em mente o negócio fica foda e vale a pena. E tb concordo que nada é absoluto e perder as rédeas faz parte. Dentro de um bom senso.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      A sua primeira frase é digna do Gandalf, Gabriel.

  • http://twitter.com/bluestune_1981 Douglas

    o gabriel pombo falou muito bem, concordo plenamente.
    a vida eh uma busca incessante de equilibrio. evoluçao pra todos nós.

    ótimo post, gustavo!

  • http://www.facebook.com/people/Leandro-Klem/651400990 Leandro Klem

    Essa nº4 é sempre a mais discutida.

    4. Não desperdiçar o tempo, não se engajar em coisas inúteis.

    Eu particularmente acho muito subjetivo isso, porque – O que é uma coisa inútil para você?? É a mesma que as minhas?? E no grupo, como saber o que é inútil???

    Eu sou só um só mais um, e não tenho grandes experiências na vida, mas sinceramente, não concordo muito com ela.
    Enquanto as outras, são regras que passei a seguir a algum tempo já.

    Abrços

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Leandro,

      Uma coisa interessante a se observar é que concordamos ou discordamos com nossa própria interpretação. Tudo se passa dentro da nossa cabeça.

      Para se relacionar com o que está sendo dito pelo outro, é preciso suspender nossos próprios referenciais, e isso não é fácil.

      Sobre os itens que transcrevi, eles não são regras para serem seguidas, mas inteligências, sabedorias, pelas quais podemos agir no mundo. Cada frase dessa é apenas um resumo rápido que aborda cada inteligência apenas sob um aspecto. Veja, por exemplo, outras abordagens:

      http://www.cebb.org.br/ensinamentos/267-sabedoria-na-gestao-de-pessoas-

      http://www.cebb.org.br/ensinamentos/277-as-cinco-cores-da-compaixao

      Abração.

    • http://twitter.com/hcalves Henrique C. Alves

      Pense mais ou menos assim: a vida passa. O que é que você faz hoje que, no seu leito de morte, você olharia p/ trás e pensaria: “putz, eu não devia ter perdido X anos da minha vida fazendo isso, deveria ter usado o tempo para fazer Y que eu sempre quis”.

      Isso é o que você pode chamar de inútil.

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        Henrique,

        A perspectiva da morte é excelente. Complementando:

        “deveria ter usado o tempo para fazer Y que eu sempre quis”

        Esse direcionamento, esse eixo, esse referencial, esse critério de “fazer Y que eu sempre quis” pode mudar para “fazer Y que realmente dá sentido à vida”. Às vezes o que queremos é jogar videogame, comer mulher e beber cerveja importada. Podemos desperdiçar uma vida fazendo o que gostamos. Esse é um referencial bem restrito, com o tempo ele acaba sendo abandonado por algo mais profundo e amplo, que pode até incluir putaria e videogame, mas num outro nível.

        Abração.

      • http://www.facebook.com/people/Leandro-Klem/651400990 Leandro Klem

        Ata, entendi, claro, como não pensei nisso.

        Por isso que é sempre importante ouvir, veja só, eu estava questionando “O que é uma coisa inútil para você?” e agora estou me perguntando “O que é inútil para mim?”

        Muito obrigado Gitti pelos links. Henrique valeu pelo exemplo, realmente eu nunca havia pensado por esse lado.

        Vlw Galera. Abraços

      • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

        Pois é, Leandro, se engajar em qualquer coisa que passe muito longe de seu direcionamento na vida é perda de tempo. Isso não significa se reprimir e se fechar à vida que surge, pelo contrário, significa agir de modo mais amplo, conduzindo mais do que sendo levado.

        Não significa deixar de beber com os amigos pra trabalhar num belo projeto. Isso é um entendimento muito grosseiro da coisa. Significa apenas parar de perder tempo. E todos nós sabemos bem o que isso significa pra nós. Temos uma sensação clara de quando estamos perdendo tempo na vida e do que é se engajar em uma coisa inútil.

        É essa a beleza da instrução: ela ativa um olhar que nós já temos em vez de querer apontar algo específico.

        O legal é ver as pessoas se justificando quando ouvem algo assim. Elas se debatem com a própria visão que sabe nitidamente o que é perda de tempo em suas próprias vidas.

        Abração.

  • http://twitter.com/brmarcioleite Márcio Leite

    Hoje as pessoas procuram ser líderes dos outros: parece que há uma grande necessidade (competitiva) de ser líder. Não importa o que ou do que seja, mas é “importante” estar lá, a solução de todos os problemas é ser líder.
    A liderança que estamos procurando exercer sobre os outros é um reflexo de quanto estamos esquecemos do fundamental: ser líderes de nós mesmos. Um conhecimento interior, a consciência de estar em sintonia com você mesmo é a chave para “acalmar” toda essa liderança externa.
    Como diz o Osho: “Quando você compreender a si mesmo, nesse dia terá entendido toda a humanidade. Então ninguém poderá fazê-lo infeliz”. Não que devemos ser ilhas isoladas, mas se aproximar de si próprio é o caminho para se aproximar cada vez mais das pessoas.
    Não sei se falei com muita clareza… mas cada vez mais que observo esse mundo maluco, mas percebo que precisamos nos reinventar como pessoas.

  • Nando Zapelini

    Acho que além da quarta sabedoria, a primeira e segunda, ao meu ver, também são difíceis de serem praticadas, pois elas aparecem sempre em momentos que estamos alterados, por alguma razão externa ou interna mesmo.

    1. Não se queixar do que está acontecendo.

    É difícil não se queixar de algo que está nos incomodando, seja no trabalho, com amigos, na família. E mesmo que a queixa não seja externada, pronunciada, dentro de nós há a inquietação.

    2. Entender os outros seres a partir de seus próprios mundos e referenciais, não a partir dos nossos.

    Acredito que tenha alguma relação com a primeira, pois a partir do momento em que não entendemos o outro pelos seus referenciais, aparece, então, a queixa. E é muito complicado conseguir fazer isso de forma natural, pois exige que deixemos de lado nossas certezas e orgulho em prol do outro.

    A quarta sabedoria acredito que seja mais fácil que essas mencionadas acima, já que a prática facilita e, a partir do momento em que eu defino o que é útil para ocupar meu tempo, torna-se mais natural essa ação…

    Não sei se consegui me explicar… mas tá aí.

    Abç.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Nando,

      A ideia não é ler isso e tentar fazer (listando o que é difícil ou não), mas desenvolver a visão e então praticar um método para realmente transformar a vida, a ação, as relações. Não tem milagre. ;-)

      Abraço.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Nando,

      A ideia não é ler isso e tentar fazer (listando o que é difícil ou não), mas desenvolver a visão e então praticar um método para realmente transformar a vida, a ação, as relações. Não tem milagre. ;-)

      Abraço.

  • Nando Zapelini

    Acho que além da quarta sabedoria, a primeira e segunda, ao meu ver, também são difíceis de serem praticadas, pois elas aparecem sempre em momentos que estamos alterados, por alguma razão externa ou interna mesmo.

    1. Não se queixar do que está acontecendo.

    É difícil não se queixar de algo que está nos incomodando, seja no trabalho, com amigos, na família. E mesmo que a queixa não seja externada, pronunciada, dentro de nós há a inquietação.

    2. Entender os outros seres a partir de seus próprios mundos e referenciais, não a partir dos nossos.

    Acredito que tenha alguma relação com a primeira, pois a partir do momento em que não entendemos o outro pelos seus referenciais, aparece, então, a queixa. E é muito complicado conseguir fazer isso de forma natural, pois exige que deixemos de lado nossas certezas e orgulho em prol do outro.

    A quarta sabedoria acredito que seja mais fácil que essas mencionadas acima, já que a prática facilita e, a partir do momento em que eu defino o que é útil para ocupar meu tempo, torna-se mais natural essa ação…

    Não sei se consegui me explicar… mas tá aí.

    Abç.

  • Rafa Fiss

    eu sempre sinto uma grande angustia quando vejo/leio/ouço coisas como essas que o Lama disse. uma sensação de estar fazendo pouco, ou nada.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Somos dois, Rafa.

      Considero essa angústia um bom lembrete, um aviso, um bom indício para saber se estou avançando ou patinando.

  • http://www.facebook.com/people/Bruno-Rodrigues-Camargo/1203381345 Bruno Rodrigues Camargo

    Gostei do conteúdo, porém o Lama pareceu inseguro, nervoso, respirando várias vezes sao longo da fala e hesitando em alguns momentos.

  • Zombie

    Porra, as vezes vendo essas paradas eu acho que não sei viver.

  • Karina

    Ele deu um exemplo que eu gostei muito sobre inutilidade:
    “quando nós somos derrotados, nós temos essa senssação de derrota por um tempo, mas mesmo essa senssação de derrota é inútil, porque a essência de nós mesmos é a capacidade de criarmos coisas positivas (…)”

    Penso que mesmo essa senssação de derrota não é inútil, desde que ela seja reconhecida e subtamente substituida, logo considero que não exista definição objetiva de inútil, assim como não existe definição de “bom” ou “mau”… A definição é dada por nós mesmos, vai depender de cada subjetivo, de cada sujeito. Então, inútil pode ser considerado como tudo em que não estamos utilizando nossa capacidade criativa.

  • http://www.facebook.com/people/Pedro-Brasil/100000507453002 Pedro Brasil

    Zombie “Porra, as vezes vendo essas paradas eu acho que não sei viver”

    Eu acho que se ficar absorvendo cada ideologia e mensagem (por melhor que seja) vai acabar virando uma contradição ambulante de idéias diferentes, e com excesso de informação sem absorção, as vezes nós nao digerimos bem e por causa disso, não colocamos em prática.Tem que ser natural e flúido.

    Quanto ao post, achei demais e bem claro. Acredito que absorver a negatividade seja o mais complicado.

    Parabéns cara, porque o PDH ta com posts brilhantes sempre que entro aqui.

  • http://osexoeasmulheres.blogspot.com Deb.

    Excelente texto, Gitti.

    Adorei as sabedorias. Concordo demais com todas… A última, em especial, me fez pensar um bocado aqui. Acho que é a mais difícil de se conseguir. A gente vive meio preso por coisas ilusórias, e se esquece dessa liberdade.

    Beijos,
    Deb.

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