O estatuto implícito da gafiera – 11 lições

Carol Pin Up

por
em às | Ladies Room, Sexo


1. (Verdadeiros) amantes da dança de salão frequentam o baile com um objetivo primordial: experienciar uma boa dança.

2. Tratam-se por dama e cavalheiro. Cavalheirismo é mister neste contexto. O cavalheiro deve convidar a dama para dançar estendendo-lhe a mão. Esta deve aceitar a dança segurando-a e dirigindo-se até o local escolhido no salão.

3. Aceita-se a dança não pela beleza ou porte atlético do cavalheiro, e sim por educação ou por sua habilidade na dança. A dama pode recusar a dança desde que seja simpática e não constranja o cavalheiro.

4. A dama deve ser conduzida. Deve se deixar conduzir. Aceitar a mão firme em sua cintura, em sua mão. Não acelerar. Não retardar o passo. O cavalheiro pensa no passo a ser feito e em como conduzi-la para isso. Se entender o que o corpo dele quis dizer, ela o segue. Se a dança é bonita de se ver, fluida, há entrega da dama e firmeza do cavalheiro.

5. Nenhuma palavra é trocada. “Gire para lá” ou “agora eu vou te jogar”. Isso é proibido e desnecessário. A condução é no corpo. Entendimento de pernas, passos, mãos, respiração, pele.

6. Cavalheiros gostam e precisam de entrega. Mas não gostam de damas que despencam em seus braços, como se não sustentassem sozinhas o peso do próprio corpo. Ninguém gosta de uma dama que precisa ser arrastada. A dança fica estranha, pesada, trabalhosa para o cavalheiro.


“E aí, querido, que tipo de dança você vai me oferecer?” | Créditos: grispo

7. Uma dança fluida é aquela em que os dois parecem voar e ainda assim sustentar o peso dos próprios corpos. Entrega, proteção e autonomia na medida certa. Condução firme e segura é imprescindível.

8. Damas gostam de respeito na dança. Dança é dança. Flerte, chamego, cantada, tudo isso é válido e tem lugar: fora do salão. Mãos nos lugares certos. Regra importante.

9. Aceitar a condução não é sinônimo de submissão. Pelo contrário, é ter escuta afinada, escuta de seu corpo e do corpo do outro. Liberdade de ler o outro, brincar de saber ler nas entrelinhas do compasso e obedecer, se divertindo.

10. Não adivinhar o passo é uma regra importante. Há milhares de combinações de passos. A dama deve se preparar para ser surpreendida. Não há combinação previsível. Se houvesse, a dança perderia a graça. E ela seria a primeira a bocejar no salão.

11. Acabada a primeira música, o cavalheiro deve conduzir a dama novamente pela mão, até onde a convidou para dançar. Ou, caso tenha gostado muito da dança, continuar dançando.

Nota do editor: Se você leu pensando apenas em dança de salão, leia de novo.

Carol Pin Up

Carol Pin Up tem formação em psicanálise e pesquisa musical. Trabalha com personalização musical de restaurantes, lojas, hotéis, eventos e festas. Escreve para o blog Pin Up Music Branding.


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229 comentários

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  • K-Yo Victor

    Um corpo que não dança é igual a uma alma que não reza!

  • K-Yo Victor

    Um corpo que não dança é igual a uma alma que não reza!

  • Usuário Inválido

    Consegui pensar em apresentações (como as do Steve Jobs), entrevistas de emprego e, claro, o bom e velho sexo. Será que viajei muito?

  • Usuário Inválido

    Consegui pensar em apresentações (como as do Steve Jobs), entrevistas de emprego e, claro, o bom e velho sexo. Será que viajei muito?

  • Leandro Lima

    Ótimo texto! Parabéns!

    Só tenho uma opinião ligeiramente diferente em relação ao item 8. Acho que com simpatia e respeito é possível que role um xaveco durante a dança, pois querendo ou não, a dança também é um meio e uma ótima oportunidade para a conquista.

    Claro que seria muito desagradável se a dança fosse interrompida pq o cavalheiro avançou mais do que deveria. Mas um bom xaveco pode iniciar na dança sim.

    E dançar é bom demais! =)

  • Leandro Lima

    Ótimo texto! Parabéns!

    Só tenho uma opinião ligeiramente diferente em relação ao item 8. Acho que com simpatia e respeito é possível que role um xaveco durante a dança, pois querendo ou não, a dança também é um meio e uma ótima oportunidade para a conquista.

    Claro que seria muito desagradável se a dança fosse interrompida pq o cavalheiro avançou mais do que deveria. Mas um bom xaveco pode iniciar na dança sim.

    E dançar é bom demais! =)

  • http://www.spfc.Net/ Thiago dos Reis

    Genial.

  • http://www.spfc.Net Thiago dos Reis

    Genial.

  • WBM

    “6. Cavalheiros gostam e precisam de entrega. Mas não gostam de damas que despencam em seus braços, como se não sustentassem sozinhas o peso do próprio corpo. Ninguém gosta de uma dama que precisa ser arrastada. A dança fica estranha, pesada, trabalhosa para o cavalheiro.”

    Da cintura pra baixo a dança é da dama, e ela deve dançar no ritmo da música para que funcione. Com raras exceções, como no samba e no tango, onde o cavalheiro também conduz as pernas da dama. Ah, também tem os braços, que devem ser firmes para possibilitar a condução.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Excelente, Carol!

      Lembrei de quando me perguntavam “Vai pro balé hoje?” quando eu estava saindo do trampo para ir pra aula de dança de salão. ;-)

      Aprendi muito sobre a dinâmica dos relacionamentos em aulas e bailes. Dançar com mulheres de todas as idades é uma puta experiência.

      Acho que isso deveria ser ensinado em escolas. Um moleque de 11 anos aprendendo gafieira realmente mudaria o modo com que ele trata as meninas.

  • WBM

    “6. Cavalheiros gostam e precisam de entrega. Mas não gostam de damas que despencam em seus braços, como se não sustentassem sozinhas o peso do próprio corpo. Ninguém gosta de uma dama que precisa ser arrastada. A dança fica estranha, pesada, trabalhosa para o cavalheiro.”

    Da cintura pra baixo a dança é da dama, e ela deve dançar no ritmo da música para que funcione. Com raras exceções, como no samba e no tango, onde o cavalheiro também conduz as pernas da dama. Ah, também tem os braços, que devem ser firmes para possibilitar a condução.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Excelente, Carol!

      Lembrei de quando me perguntavam “Vai pro balé hoje?” quando eu estava saindo do trampo para ir pra aula de dança de salão. ;-)

      Aprendi muito sobre a dinâmica dos relacionamentos em aulas e bailes. Dançar com mulheres de todas as idades é uma puta experiência.

      Acho que isso deveria ser ensinado em escolas. Um moleque de 11 anos aprendendo gafieira realmente mudaria o modo com que ele trata as meninas.

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    FENOMENAL!

    Já dancei um pouco (ou tentei, rss), já vivi um tanto. Na vida, tão importante quanto na dança, a entrega, a condução, a confiança. Mais importante ainda o saber manter-se, o segurar o próprio peso, o não jogar-se para o outro segurar, mas compartilhar juntos, desenvolvendo a dança que é não só agradável a ambos, mas também aos que, à volta, assistem!

    Dançar, e viver, é bom demais!

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    FENOMENAL!

    Já dancei um pouco (ou tentei, rss), já vivi um tanto. Na vida, tão importante quanto na dança, a entrega, a condução, a confiança. Mais importante ainda o saber manter-se, o segurar o próprio peso, o não jogar-se para o outro segurar, mas compartilhar juntos, desenvolvendo a dança que é não só agradável a ambos, mas também aos que, à volta, assistem!

    Dançar, e viver, é bom demais!

  • Aldair

    Genial o texto Carol. Melhor ainda a nota do editor.

    Que saudade de voltar a fazer dança de salão. Uma pena que no momento estou sem tempo (R$).

  • Aldair

    Genial o texto Carol. Melhor ainda a nota do editor.

    Que saudade de voltar a fazer dança de salão. Uma pena que no momento estou sem tempo (R$).

  • Mr. Berlitz

    Um dia eu tomo vergonha na cara e aprendo a dançar …

    Pq em qualquer tipo de festa, se vc sabe dançar, pode se considerar a apenas um passo da garota ;)

    Como eu não danço, tenho que utilizar outras técnicas de aproximação :D

    Ainda bem que eu gosto das coisas mais difíceis ! heheheheh

  • Mr. Berlitz

    Um dia eu tomo vergonha na cara e aprendo a dançar …

    Pq em qualquer tipo de festa, se vc sabe dançar, pode se considerar a apenas um passo da garota ;)

    Como eu não danço, tenho que utilizar outras técnicas de aproximação :D

    Ainda bem que eu gosto das coisas mais difíceis ! heheheheh

  • http://renatachecha.blogspot.com/ Renata Prado

    Claro que dá pra ter várias leituras, mas ler sob a ótica da dança de salão foi muito mais prazeroso. Parabéns pelo texto e viva o zouk!!

  • http://renatachecha.blogspot.com Renata Prado

    Claro que dá pra ter várias leituras, mas ler sob a ótica da dança de salão foi muito mais prazeroso. Parabéns pelo texto e viva o zouk!!

  • KIU

    Um ótimo post, quando se trantando de damas e cavalheiros. Entretanto, na maioria das vezes, nem todas as mulheres do salão são damas e nem todos os homes são cavalheiros.
    Parabéns!

  • KIU

    Um ótimo post, quando se trantando de damas e cavalheiros. Entretanto, na maioria das vezes, nem todas as mulheres do salão são damas e nem todos os homes são cavalheiros.
    Parabéns!

  • Celso

    Achei legal porque lendo o texto com outros olhos (como foi pedido) além da dança pode se ver o outro olhar que ele passa.

    ”4. A dama deve ser conduzida. Deve se deixar conduzir. Aceitar a mão firme em sua cintura, em sua mão. Não acelerar. Não retardar o passo. O cavalheiro pensa no passo a ser feito e em como conduzi-la para isso. Se entender o que o corpo dele quis dizer, ela o segue. Se a dança é bonita de se ver, fluida, há entrega da dama e firmeza do cavalheiro.”

    Sendo que esse artigo se classifica como um de relacionamentos, sendo analisado assim da para se ver bem a visão machista da coisa.

    Só falta um tópico numero 12 então:

    “12- Após o rapaz te conduzir de volta é de praxe que seja pedido o par de calçados que ele esta usando para que a dama possa lavar e depois engraxar. É importante também preparar o jantar do rapaz sempre que ele for a sua casa.”

    Uma garota perpetrando uma visão machista no século XXI é no mínimo engraçado.

    Esse texto sendo analisado assim mostra que muitas mulheres tal qual a senhorita que postou esse texto são as mulheres que por um lado são super independentes e acreditam no direito das mulheres mas por comodismo adora ser tratada como bibelozinho dos homens. Cuidado pois esses deveres de cavalheirismo do homem para com a mulher (e não estou me referindo ao primeiro tópico) também pretendem em troca absorver sua alma e personalidade.

    Ah, esqueci, você prefere ser conduzida mesmo.

  • Celso

    Achei legal porque lendo o texto com outros olhos (como foi pedido) além da dança pode se ver o outro olhar que ele passa.

    ”4. A dama deve ser conduzida. Deve se deixar conduzir. Aceitar a mão firme em sua cintura, em sua mão. Não acelerar. Não retardar o passo. O cavalheiro pensa no passo a ser feito e em como conduzi-la para isso. Se entender o que o corpo dele quis dizer, ela o segue. Se a dança é bonita de se ver, fluida, há entrega da dama e firmeza do cavalheiro.”

    Sendo que esse artigo se classifica como um de relacionamentos, sendo analisado assim da para se ver bem a visão machista da coisa.

    Só falta um tópico numero 12 então:

    “12- Após o rapaz te conduzir de volta é de praxe que seja pedido o par de calçados que ele esta usando para que a dama possa lavar e depois engraxar. É importante também preparar o jantar do rapaz sempre que ele for a sua casa.”

    Uma garota perpetrando uma visão machista no século XXI é no mínimo engraçado.

    Esse texto sendo analisado assim mostra que muitas mulheres tal qual a senhorita que postou esse texto são as mulheres que por um lado são super independentes e acreditam no direito das mulheres mas por comodismo adora ser tratada como bibelozinho dos homens. Cuidado pois esses deveres de cavalheirismo do homem para com a mulher (e não estou me referindo ao primeiro tópico) também pretendem em troca absorver sua alma e personalidade.

    Ah, esqueci, você prefere ser conduzida mesmo.

  • http://www.olhares.com/dirceug2jr Dirceu

    Muito bom! Especialmente 9 e 10, dama que não se deixa conduzir ou tenta adivinhar os passos deixa a dança truncada, desgastante.
    Parabéns pelo texto Carol

  • http://www.olhares.com/dirceug2jr Dirceu

    Muito bom! Especialmente 9 e 10, dama que não se deixa conduzir ou tenta adivinhar os passos deixa a dança truncada, desgastante.
    Parabéns pelo texto Carol

  • Mauricio

    Carol, Parabéns pelo artigo. Dançar é muito bom. Só incluiria mais três itens na sua lista:

    12: A dança é um esporte de contato. Os corpos precisam se tocar, até mesmo porque facilita a percepção da condução. Não precisa rolar o “arroxa”, mas é muito desagradável dançar com um parceiro que parece estar fugindo do contato.
    13. Higiene é essencial, mas na dança, ele é mais essencial ainda: Mau-hálito e cheiro de suor ninguém merece.
    14. Dançamos “para” o parceiro e não “com” o parceiro. Portanto, o olho no olho vai deixar a dança muito mais sensual e fluída. Inclusive para quem está de fora vendo o casal dançar.

  • Mauricio

    Carol, Parabéns pelo artigo. Dançar é muito bom. Só incluiria mais três itens na sua lista:

    12: A dança é um esporte de contato. Os corpos precisam se tocar, até mesmo porque facilita a percepção da condução. Não precisa rolar o “arroxa”, mas é muito desagradável dançar com um parceiro que parece estar fugindo do contato.
    13. Higiene é essencial, mas na dança, ele é mais essencial ainda: Mau-hálito e cheiro de suor ninguém merece.
    14. Dançamos “para” o parceiro e não “com” o parceiro. Portanto, o olho no olho vai deixar a dança muito mais sensual e fluída. Inclusive para quem está de fora vendo o casal dançar.

  • Marcela

    Muito bom, Carol. O seu texto reflete muito como devemos conduzir os nossos relacionamentos. Não tem nada de machista nisso, pelo contrário, a mulher tem um papel hiper importante nessa dança das relações. Falando da dança em si, nunca fiz dança de salão, mas fiz balé muito tempo. Voltei recentemente, porque precisava fazer uma atividade física e também porque o balé desenvolve a feminilidade da mulher.

  • Marcela

    Muito bom, Carol. O seu texto reflete muito como devemos conduzir os nossos relacionamentos. Não tem nada de machista nisso, pelo contrário, a mulher tem um papel hiper importante nessa dança das relações. Falando da dança em si, nunca fiz dança de salão, mas fiz balé muito tempo. Voltei recentemente, porque precisava fazer uma atividade física e também porque o balé desenvolve a feminilidade da mulher.

  • Marcela

    Muito bom, Carol. O seu texto reflete muito como devemos conduzir os nossos relacionamentos. Não tem nada de machista nisso, pelo contrário, a mulher tem um papel hiper importante nessa dança das relações. Falando da dança em si, nunca fiz dança de salão, mas fiz balé muito tempo. Voltei recentemente, porque precisava fazer uma atividade física e também porque o balé desenvolve a feminilidade da mulher.

  • Túlio

    #12 Celso: Eu diria que, pelo contexto dos outros itens, não é exatamente uma visão machista.

    É mais um trabalho em dupla, onde cada um contribui com o que tem de melhor e deixa a cargo do outro o que lhe cabe por excelência.

    Boa parte das pessoas usa isso para manipular negativamente, claro. Mas acredito que, com boas intenções ( seguindo os outros 10 princípios ), é a melhor forma de crescer num relacionamento.

  • Túlio

    #12 Celso: Eu diria que, pelo contexto dos outros itens, não é exatamente uma visão machista.

    É mais um trabalho em dupla, onde cada um contribui com o que tem de melhor e deixa a cargo do outro o que lhe cabe por excelência.

    Boa parte das pessoas usa isso para manipular negativamente, claro. Mas acredito que, com boas intenções ( seguindo os outros 10 princípios ), é a melhor forma de crescer num relacionamento.

  • Túlio

    #12 Celso: Eu diria que, pelo contexto dos outros itens, não é exatamente uma visão machista.

    É mais um trabalho em dupla, onde cada um contribui com o que tem de melhor e deixa a cargo do outro o que lhe cabe por excelência.

    Boa parte das pessoas usa isso para manipular negativamente, claro. Mas acredito que, com boas intenções ( seguindo os outros 10 princípios ), é a melhor forma de crescer num relacionamento.

  • WBM

    #12 – Celso

    Camarada, você confundiu condução com mando e subordinação. E na verdade não é nada disso!

    Conduzir uma mulher, saindo do aspecto do salão, significa ter iniciativa de levá-la para conhecer lugares novos e inusitados, de fazê-la experimentar novos prazeres e emoções, arrancar sorrisos de situações que nunca imaginava achar graça.

    Na dança, se quisermos ir além, podemos traduzir como: conduzí-la para um passo que ela não sabia nem que existia, dar aquela paradinha no meio do passo só para acompanhar a parada na música, fazer aquela firula com o pé que ela nunca tinha visto antes.

    Enfim, dance e aprenda.

  • WBM

    #12 – Celso

    Camarada, você confundiu condução com mando e subordinação. E na verdade não é nada disso!

    Conduzir uma mulher, saindo do aspecto do salão, significa ter iniciativa de levá-la para conhecer lugares novos e inusitados, de fazê-la experimentar novos prazeres e emoções, arrancar sorrisos de situações que nunca imaginava achar graça.

    Na dança, se quisermos ir além, podemos traduzir como: conduzí-la para um passo que ela não sabia nem que existia, dar aquela paradinha no meio do passo só para acompanhar a parada na música, fazer aquela firula com o pé que ela nunca tinha visto antes.

    Enfim, dance e aprenda.

  • WBM

    #12 – Celso

    Camarada, você confundiu condução com mando e subordinação. E na verdade não é nada disso!

    Conduzir uma mulher, saindo do aspecto do salão, significa ter iniciativa de levá-la para conhecer lugares novos e inusitados, de fazê-la experimentar novos prazeres e emoções, arrancar sorrisos de situações que nunca imaginava achar graça.

    Na dança, se quisermos ir além, podemos traduzir como: conduzí-la para um passo que ela não sabia nem que existia, dar aquela paradinha no meio do passo só para acompanhar a parada na música, fazer aquela firula com o pé que ela nunca tinha visto antes.

    Enfim, dance e aprenda.

  • Carlos

    A Nota do Editor foi o ponto chave. O texto está muito bem escrito, parabéns.

  • Carlos

    A Nota do Editor foi o ponto chave. O texto está muito bem escrito, parabéns.

  • Carlos

    A Nota do Editor foi o ponto chave. O texto está muito bem escrito, parabéns.

  • Celso

    #17 #16 #15

    O texto deixa claramente o macho no papel Alfa como sempre na história. Porque o homem conduz, porque ele é o cavalheiro. Porque ele trata a dama como bibelo?

    Quem disse que o sexo que protege é o masculino?

    Isso é uma visão tradicionalista ao extremo.

    O que eu disse é que geralmente é colocado um papel para o homem e um papel para a mulher em tudo.

    Homem com presença e atitude e mulher fragil e preocupada com os interesses dele.

    Isso simplesmente não existe mais hoje em dia.

    É isso que torna o texto machista.

    Lê-se machista não apenas como o lugar comum de opressão das mulheres, mas sim tudo aquilo que classifica papéis que devem ser exercido por cada sexo. Do mesmo modo por exemplo como o feminismo também estabelece e está errado.

    Usando uma expressão que a maioria das feministas usam eu diria que esse texto é sexista.

    Classificar uma função em um relacionamento pelo sexo é tosco e antiquado.

    Só isso

  • Celso

    #17 #16 #15

    O texto deixa claramente o macho no papel Alfa como sempre na história. Porque o homem conduz, porque ele é o cavalheiro. Porque ele trata a dama como bibelo?

    Quem disse que o sexo que protege é o masculino?

    Isso é uma visão tradicionalista ao extremo.

    O que eu disse é que geralmente é colocado um papel para o homem e um papel para a mulher em tudo.

    Homem com presença e atitude e mulher fragil e preocupada com os interesses dele.

    Isso simplesmente não existe mais hoje em dia.

    É isso que torna o texto machista.

    Lê-se machista não apenas como o lugar comum de opressão das mulheres, mas sim tudo aquilo que classifica papéis que devem ser exercido por cada sexo. Do mesmo modo por exemplo como o feminismo também estabelece e está errado.

    Usando uma expressão que a maioria das feministas usam eu diria que esse texto é sexista.

    Classificar uma função em um relacionamento pelo sexo é tosco e antiquado.

    Só isso

  • Celso

    #17 #16 #15

    O texto deixa claramente o macho no papel Alfa como sempre na história. Porque o homem conduz, porque ele é o cavalheiro. Porque ele trata a dama como bibelo?

    Quem disse que o sexo que protege é o masculino?

    Isso é uma visão tradicionalista ao extremo.

    O que eu disse é que geralmente é colocado um papel para o homem e um papel para a mulher em tudo.

    Homem com presença e atitude e mulher fragil e preocupada com os interesses dele.

    Isso simplesmente não existe mais hoje em dia.

    É isso que torna o texto machista.

    Lê-se machista não apenas como o lugar comum de opressão das mulheres, mas sim tudo aquilo que classifica papéis que devem ser exercido por cada sexo. Do mesmo modo por exemplo como o feminismo também estabelece e está errado.

    Usando uma expressão que a maioria das feministas usam eu diria que esse texto é sexista.

    Classificar uma função em um relacionamento pelo sexo é tosco e antiquado.

    Só isso

  • http://papodehomem.com.br/ Pablo Fernandes

    Gitti, gostei muito da nota colocada. Espero que todos entendam o sentido da frase e apliquem no cotidiano as dicas passadas. ;)

  • http://papodehomem.com.br/ Pablo Fernandes

    Gitti, gostei muito da nota colocada. Espero que todos entendam o sentido da frase e apliquem no cotidiano as dicas passadas. ;)

  • http://papodehomem.com.br Pablo Fernandes

    Gitti, gostei muito da nota colocada. Espero que todos entendam o sentido da frase e apliquem no cotidiano as dicas passadas. ;)

  • Carol Souza

    Mauricio,

    Para mim essa frase resume todo o texto de forma maravilhosa:

    “14. Dançamos “para” o parceiro e não “com” o parceiro.”

    Se tudo na vida for levado dessa maneira, muita coisa sairia melhor… Se fizermos amor PARA o parceiro deixaremos de pensar apenas em nosso próprio prazer (e consequentemente teremos muito mais prazer). Se trabalharmos PARA o cliente, teremos um ambiente muito melhor, clientes satisfeitos e assim por diante…

    A doação verdadeira, o “olho-no-olho” deveria ser praticado em todos os campos de nossas vidas.

    Celso,

    Muito boa a discussão que você levantou!

    Eu leio e me abstraio do sentido literal de “o homem faz isso, a mulher faz aquilo”, até porque, como já falei para o Gitti, às vezes o “recado” é mais importante do que o método, e muitas das coisas que são mostradas neste e em outros textos (que provavelmente foram escritas para homens), podem ser feitas por qualquer pessoa, com algumas “adaptaçõezinhas”… rs

  • Carol Souza

    Mauricio,

    Para mim essa frase resume todo o texto de forma maravilhosa:

    “14. Dançamos “para” o parceiro e não “com” o parceiro.”

    Se tudo na vida for levado dessa maneira, muita coisa sairia melhor… Se fizermos amor PARA o parceiro deixaremos de pensar apenas em nosso próprio prazer (e consequentemente teremos muito mais prazer). Se trabalharmos PARA o cliente, teremos um ambiente muito melhor, clientes satisfeitos e assim por diante…

    A doação verdadeira, o “olho-no-olho” deveria ser praticado em todos os campos de nossas vidas.

    Celso,

    Muito boa a discussão que você levantou!

    Eu leio e me abstraio do sentido literal de “o homem faz isso, a mulher faz aquilo”, até porque, como já falei para o Gitti, às vezes o “recado” é mais importante do que o método, e muitas das coisas que são mostradas neste e em outros textos (que provavelmente foram escritas para homens), podem ser feitas por qualquer pessoa, com algumas “adaptaçõezinhas”… rs

  • Carol Souza

    Mauricio,

    Para mim essa frase resume todo o texto de forma maravilhosa:

    “14. Dançamos “para” o parceiro e não “com” o parceiro.”

    Se tudo na vida for levado dessa maneira, muita coisa sairia melhor… Se fizermos amor PARA o parceiro deixaremos de pensar apenas em nosso próprio prazer (e consequentemente teremos muito mais prazer). Se trabalharmos PARA o cliente, teremos um ambiente muito melhor, clientes satisfeitos e assim por diante…

    A doação verdadeira, o “olho-no-olho” deveria ser praticado em todos os campos de nossas vidas.

    Celso,

    Muito boa a discussão que você levantou!

    Eu leio e me abstraio do sentido literal de “o homem faz isso, a mulher faz aquilo”, até porque, como já falei para o Gitti, às vezes o “recado” é mais importante do que o método, e muitas das coisas que são mostradas neste e em outros textos (que provavelmente foram escritas para homens), podem ser feitas por qualquer pessoa, com algumas “adaptaçõezinhas”… rs

  • Daniella

    Adorei o post!!!
    Adoro dança de salão, uma pena não fazer mais, mas um dia pretendo voltar!
    Afinal acho que a vida é uma dança, como também acho que nos ralacionamentos nós as vezes dançamos fora do ritmo!
    Flertar na dança também existe, mas é bem menor quando se é FIEL a uma gafieira…
    Vlw

  • Daniella

    Adorei o post!!!
    Adoro dança de salão, uma pena não fazer mais, mas um dia pretendo voltar!
    Afinal acho que a vida é uma dança, como também acho que nos ralacionamentos nós as vezes dançamos fora do ritmo!
    Flertar na dança também existe, mas é bem menor quando se é FIEL a uma gafieira…
    Vlw

  • Daniella

    Adorei o post!!!
    Adoro dança de salão, uma pena não fazer mais, mas um dia pretendo voltar!
    Afinal acho que a vida é uma dança, como também acho que nos ralacionamentos nós as vezes dançamos fora do ritmo!
    Flertar na dança também existe, mas é bem menor quando se é FIEL a uma gafieira…
    Vlw

  • Mauricio

    Celso,
    As danças coreografadas, onde os passos são previamente combinados, se diferenciam das danças de salão pela existência de um condutor ou líder e de um seguidor.
    Normalmente, quem executa o papel de condutor é o homem. Mas poderia ser a mulher. O grande problema é que em geral o homem não tem as qualidades necessárias para obedecer a condução com eficiência. Em geral, as mulheres são ligadas no 220V, enquando que os homens ainda estão no 12V. Por isso, a distribuição dos papéis mais adequados na dança é com o homem condutor, onde ele faz os passos no seu tempo e a mulher utiliza suas habilidades para segui-lo.
    Abç,

  • Mauricio

    Celso,
    As danças coreografadas, onde os passos são previamente combinados, se diferenciam das danças de salão pela existência de um condutor ou líder e de um seguidor.
    Normalmente, quem executa o papel de condutor é o homem. Mas poderia ser a mulher. O grande problema é que em geral o homem não tem as qualidades necessárias para obedecer a condução com eficiência. Em geral, as mulheres são ligadas no 220V, enquando que os homens ainda estão no 12V. Por isso, a distribuição dos papéis mais adequados na dança é com o homem condutor, onde ele faz os passos no seu tempo e a mulher utiliza suas habilidades para segui-lo.
    Abç,

  • Mauricio

    Celso,
    As danças coreografadas, onde os passos são previamente combinados, se diferenciam das danças de salão pela existência de um condutor ou líder e de um seguidor.
    Normalmente, quem executa o papel de condutor é o homem. Mas poderia ser a mulher. O grande problema é que em geral o homem não tem as qualidades necessárias para obedecer a condução com eficiência. Em geral, as mulheres são ligadas no 220V, enquando que os homens ainda estão no 12V. Por isso, a distribuição dos papéis mais adequados na dança é com o homem condutor, onde ele faz os passos no seu tempo e a mulher utiliza suas habilidades para segui-lo.
    Abç,

  • Michael

    Excelente nota!

  • Michael

    Excelente nota!

  • Michael

    Excelente nota!

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Realmente, o texto pode ser lido de várias formas. Pensei numa metáfora para os relacionamentos, mas as interpreteções são muitas. Cabe a cada um brincar na imaginação com suas próprias imagens. A minha foi a da dança.

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    Leandro,

    a gafieira é uma dança muito sensual, em que um certo cortejo ja ésta incluído indiretamente. Na minha experiência de dançarina, prefiro algo mais sutil e um interesse não verbal durante a dança. Acabada a dança…. aí pode rolar um xaveco. Mas isso varia de dama pra dama.

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    Leandro,

    a gafieira é uma dança muito sensual, em que um certo cortejo ja ésta incluído indiretamente. Na minha experiência de dançarina, prefiro algo mais sutil e um interesse não verbal durante a dança. Acabada a dança…. aí pode rolar um xaveco. Mas isso varia de dama pra dama.

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    Leandro,

    a gafieira é uma dança muito sensual, em que um certo cortejo ja ésta incluído indiretamente. Na minha experiência de dançarina, prefiro algo mais sutil e um interesse não verbal durante a dança. Acabada a dança…. aí pode rolar um xaveco. Mas isso varia de dama pra dama.

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    Gustavo,

    penso exatamente isso!! Por que não colocar a dança como opção de atividade física para os meninos? Certamente as moças agradeceriam no futuro! Lembro sempre do filme Billy Eliot, excelente!
    Sem dúvida a dança me ensinou muito sobre a dinâmica dos relacionamentos.

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    Gustavo,

    penso exatamente isso!! Por que não colocar a dança como opção de atividade física para os meninos? Certamente as moças agradeceriam no futuro! Lembro sempre do filme Billy Eliot, excelente!
    Sem dúvida a dança me ensinou muito sobre a dinâmica dos relacionamentos.

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    Gustavo,

    penso exatamente isso!! Por que não colocar a dança como opção de atividade física para os meninos? Certamente as moças agradeceriam no futuro! Lembro sempre do filme Billy Eliot, excelente!
    Sem dúvida a dança me ensinou muito sobre a dinâmica dos relacionamentos.

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    Celso,

    a linguagem está fadada a mal entendidos, não tem jeito, como diria Lacan e outro pensadores.

    O fato de ter se estabelecido como padrão na dança de salão que o homem conduz pode ser entendido como machista, sim.

    Mas em qualquer dança, os papéis podem ser mutáveis, intercambiáveis e não fixos. A dama pode conduzir o cavalheiro se quiser, desde que saiba os passos e para onde está indo.
    É importante não confundir submissão e opressão com condução. Entendo a palavra condução muito mais relacionada a troca, companheirismo que ordem, opressão e hierarquia.
    Por exemplo, um maestro conduz uma orquestra. Ninguém se emociona ao assistir músicos oprimidos e obedientes seguindo a condução ao tocar uma música. Seguem por troca, por um objetivo em comum: tocar uma música de forma bela e harmoniosa. Apenas quele maestro foi designado para conduzir a peça que eles já sabem tocar. Sem o maestro, não haveria orquestra. Sem musicos não haveria orquestra.
    Meu professor usa uma frase legal quando vai explicar um passo novo: “seu corpo vai sentir vontade de pisar para a esquerda (por ex) quando eu te conduzir para esse movimento”.
    Bem, assim eu entendo.. é o corpo que sente vontade e faz. Se o corpo não sentir vontade e fizer, é submissão.
    Se o corpo sentir vontade e fizer, é condução. E aceitar a condução é estar preparado para se surpreender. Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.

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    Celso,

    a linguagem está fadada a mal entendidos, não tem jeito, como diria Lacan e outro pensadores.

    O fato de ter se estabelecido como padrão na dança de salão que o homem conduz pode ser entendido como machista, sim.

    Mas em qualquer dança, os papéis podem ser mutáveis, intercambiáveis e não fixos. A dama pode conduzir o cavalheiro se quiser, desde que saiba os passos e para onde está indo.
    É importante não confundir submissão e opressão com condução. Entendo a palavra condução muito mais relacionada a troca, companheirismo que ordem, opressão e hierarquia.
    Por exemplo, um maestro conduz uma orquestra. Ninguém se emociona ao assistir músicos oprimidos e obedientes seguindo a condução ao tocar uma música. Seguem por troca, por um objetivo em comum: tocar uma música de forma bela e harmoniosa. Apenas quele maestro foi designado para conduzir a peça que eles já sabem tocar. Sem o maestro, não haveria orquestra. Sem musicos não haveria orquestra.
    Meu professor usa uma frase legal quando vai explicar um passo novo: “seu corpo vai sentir vontade de pisar para a esquerda (por ex) quando eu te conduzir para esse movimento”.
    Bem, assim eu entendo.. é o corpo que sente vontade e faz. Se o corpo não sentir vontade e fizer, é submissão.
    Se o corpo sentir vontade e fizer, é condução. E aceitar a condução é estar preparado para se surpreender. Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.

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    a linguagem está fadada a mal entendidos, não tem jeito, como diria Lacan e outro pensadores.

    O fato de ter se estabelecido como padrão na dança de salão que o homem conduz pode ser entendido como machista, sim.

    Mas em qualquer dança, os papéis podem ser mutáveis, intercambiáveis e não fixos. A dama pode conduzir o cavalheiro se quiser, desde que saiba os passos e para onde está indo.
    É importante não confundir submissão e opressão com condução. Entendo a palavra condução muito mais relacionada a troca, companheirismo que ordem, opressão e hierarquia.
    Por exemplo, um maestro conduz uma orquestra. Ninguém se emociona ao assistir músicos oprimidos e obedientes seguindo a condução ao tocar uma música. Seguem por troca, por um objetivo em comum: tocar uma música de forma bela e harmoniosa. Apenas quele maestro foi designado para conduzir a peça que eles já sabem tocar. Sem o maestro, não haveria orquestra. Sem musicos não haveria orquestra.
    Meu professor usa uma frase legal quando vai explicar um passo novo: “seu corpo vai sentir vontade de pisar para a esquerda (por ex) quando eu te conduzir para esse movimento”.
    Bem, assim eu entendo.. é o corpo que sente vontade e faz. Se o corpo não sentir vontade e fizer, é submissão.
    Se o corpo sentir vontade e fizer, é condução. E aceitar a condução é estar preparado para se surpreender. Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.

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    Túlio,

    ótimo seu comentário!
    Pensei exatamente na parte que cabe a cada um numa ‘dança’. Não dá para pesar nos braços do outro, jogando todo o peso para ele. Uma dama que se joga fica pesada e desinteressante. Ao mesmo tempo não dá para entender uma condução muito leve, que parece nem existir. Um cavalheiro que não toma a dama em seus braços com firmeza. Cada um sustentando o peso do seu corpo e a responsabilidade que lhe cabe na dança.

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    Pensei exatamente na parte que cabe a cada um numa ‘dança’. Não dá para pesar nos braços do outro, jogando todo o peso para ele. Uma dama que se joga fica pesada e desinteressante. Ao mesmo tempo não dá para entender uma condução muito leve, que parece nem existir. Um cavalheiro que não toma a dama em seus braços com firmeza. Cada um sustentando o peso do seu corpo e a responsabilidade que lhe cabe na dança.

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    ótimo seu comentário!
    Pensei exatamente na parte que cabe a cada um numa ‘dança’. Não dá para pesar nos braços do outro, jogando todo o peso para ele. Uma dama que se joga fica pesada e desinteressante. Ao mesmo tempo não dá para entender uma condução muito leve, que parece nem existir. Um cavalheiro que não toma a dama em seus braços com firmeza. Cada um sustentando o peso do seu corpo e a responsabilidade que lhe cabe na dança.

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    WBM,

    valeu pela ilustração. É isso mesmo. é importante lembrar que a dama só segue a condução se quiser, se estiver impelida a isso. Condução não é subordinaçãO, sujeição.
    Nada melhor que aprender na prática da dança (dessa vez literalmente!)

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    valeu pela ilustração. É isso mesmo. é importante lembrar que a dama só segue a condução se quiser, se estiver impelida a isso. Condução não é subordinaçãO, sujeição.
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    valeu pela ilustração. É isso mesmo. é importante lembrar que a dama só segue a condução se quiser, se estiver impelida a isso. Condução não é subordinaçãO, sujeição.
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    Mariana,

    Verdade. Se a dança é agradável para os dançarinos, também o será para os que assistem. Não tem como se disfarçar o mal-estar na dança. Se não há mais prazer, mais cedo ou mais tarde a gente erra o passo, cansa, quer sentar, parar de dançar…

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    Verdade. Se a dança é agradável para os dançarinos, também o será para os que assistem. Não tem como se disfarçar o mal-estar na dança. Se não há mais prazer, mais cedo ou mais tarde a gente erra o passo, cansa, quer sentar, parar de dançar…

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    Verdade. Se a dança é agradável para os dançarinos, também o será para os que assistem. Não tem como se disfarçar o mal-estar na dança. Se não há mais prazer, mais cedo ou mais tarde a gente erra o passo, cansa, quer sentar, parar de dançar…

  • WBM

    Ok Celso, o que você propõe então é uma quebra de paradigma.

    É fato que tradicionalmente nossa sociedade foi machista sim. A dança de salão refletiu isso (com raras exceções – o tango era dançado por dois homens – coisa de argentino…) e se nenhuma mulher do mundo até hoje reclamou e protestou contra isso, ao contrário de outras proibições e, como você mesmo coloca, de certas “distribuições de papéis”, não há que se falar que esse texto é machista. Até porque ambos os sexos se divertem pra caramba com a dança.

    Machista é dizer que lugar de mulher é na cozinha.

    E, para seu governo, existe uma situação em a mulher me conduz na dança: quando estou bêbado!

    Abs :P

  • WBM

    Ok Celso, o que você propõe então é uma quebra de paradigma.

    É fato que tradicionalmente nossa sociedade foi machista sim. A dança de salão refletiu isso (com raras exceções – o tango era dançado por dois homens – coisa de argentino…) e se nenhuma mulher do mundo até hoje reclamou e protestou contra isso, ao contrário de outras proibições e, como você mesmo coloca, de certas “distribuições de papéis”, não há que se falar que esse texto é machista. Até porque ambos os sexos se divertem pra caramba com a dança.

    Machista é dizer que lugar de mulher é na cozinha.

    E, para seu governo, existe uma situação em a mulher me conduz na dança: quando estou bêbado!

    Abs :P

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    Ok Celso, o que você propõe então é uma quebra de paradigma.

    É fato que tradicionalmente nossa sociedade foi machista sim. A dança de salão refletiu isso (com raras exceções – o tango era dançado por dois homens – coisa de argentino…) e se nenhuma mulher do mundo até hoje reclamou e protestou contra isso, ao contrário de outras proibições e, como você mesmo coloca, de certas “distribuições de papéis”, não há que se falar que esse texto é machista. Até porque ambos os sexos se divertem pra caramba com a dança.

    Machista é dizer que lugar de mulher é na cozinha.

    E, para seu governo, existe uma situação em a mulher me conduz na dança: quando estou bêbado!

    Abs :P

  • Mauricio P. D. P.

    É uma experiência bastante diferente ir a um baile dançar forró e/ou samba em comparação com uma festa qualquer. É muito mais divertido, além da possibilidade de fazer boas amizades: geralmente o pessoal que frequenta esses lugares tem a cabeça bem mais aberta.

  • Mauricio P. D. P.

    É uma experiência bastante diferente ir a um baile dançar forró e/ou samba em comparação com uma festa qualquer. É muito mais divertido, além da possibilidade de fazer boas amizades: geralmente o pessoal que frequenta esses lugares tem a cabeça bem mais aberta.

  • Mauricio P. D. P.

    É uma experiência bastante diferente ir a um baile dançar forró e/ou samba em comparação com uma festa qualquer. É muito mais divertido, além da possibilidade de fazer boas amizades: geralmente o pessoal que frequenta esses lugares tem a cabeça bem mais aberta.

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Maurício,

    vc é realmente um cavalheiro, e tem razão em falar que as damas geralmente são ligadas em 220v. A condução precisa ser dinâmica e surpreendente para fazer uma dama suspirar. Nada de previsibilidade.

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    Maurício,

    vc é realmente um cavalheiro, e tem razão em falar que as damas geralmente são ligadas em 220v. A condução precisa ser dinâmica e surpreendente para fazer uma dama suspirar. Nada de previsibilidade.

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    Maurício,

    vc é realmente um cavalheiro, e tem razão em falar que as damas geralmente são ligadas em 220v. A condução precisa ser dinâmica e surpreendente para fazer uma dama suspirar. Nada de previsibilidade.

  • Fe

    Sensacional. Sou muito fã de dança do salão, e acho que, realmente, tem tudo a ver com relacionamentos. Ao mesmo tempo que conduz, o cavalheiro dá segurança à dama, dá espaço para ela girar, rodopiar, brilhar. Ele não a oprime, não a limita, não a subjuga de forma alguma, ele apenas exalta sua beleza e a conforta, pois ela sente sua presença com ela e pode se soltar. É um jogo de yin e yang, em que um completa o outro e, sem o outro, algo parece estar faltando.

    Muito bom o texto!
    Carol, será que já nos vimos em alguma balada de dança da vida?

  • Fe

    Sensacional. Sou muito fã de dança do salão, e acho que, realmente, tem tudo a ver com relacionamentos. Ao mesmo tempo que conduz, o cavalheiro dá segurança à dama, dá espaço para ela girar, rodopiar, brilhar. Ele não a oprime, não a limita, não a subjuga de forma alguma, ele apenas exalta sua beleza e a conforta, pois ela sente sua presença com ela e pode se soltar. É um jogo de yin e yang, em que um completa o outro e, sem o outro, algo parece estar faltando.

    Muito bom o texto!
    Carol, será que já nos vimos em alguma balada de dança da vida?

  • Fe

    Sensacional. Sou muito fã de dança do salão, e acho que, realmente, tem tudo a ver com relacionamentos. Ao mesmo tempo que conduz, o cavalheiro dá segurança à dama, dá espaço para ela girar, rodopiar, brilhar. Ele não a oprime, não a limita, não a subjuga de forma alguma, ele apenas exalta sua beleza e a conforta, pois ela sente sua presença com ela e pode se soltar. É um jogo de yin e yang, em que um completa o outro e, sem o outro, algo parece estar faltando.

    Muito bom o texto!
    Carol, será que já nos vimos em alguma balada de dança da vida?

  • Andreas Figge

    eu já tava pronto pra dizer merda desnecessária, a nota do editor fez toda a diferença. genial.

  • Andreas Figge

    eu já tava pronto pra dizer merda desnecessária, a nota do editor fez toda a diferença. genial.

  • Andreas Figge

    eu já tava pronto pra dizer merda desnecessária, a nota do editor fez toda a diferença. genial.

  • Celso

    Eu não estou fazendo crítica nenhuma a dança de salão e nem qualquer outra dança.

    É claro que na dança é necessario existirem papéis estabelecidos.

    Isso é mais do que um conceito, é biológico.

    O homem e a mulher são constituidos de forma diferente e por isso a dança é como é.

    Justamente por isso que em competições oficiais de atletas homens e mulheres competem separadamente.

    Não acho a dança uma forma de submissão e nem algo tradicionalista no sentido ruim.

    O que eu falei foi que adaptando esse texto para o contexto de relacionamentos ele não se aplicaria muito bem justamente por causa de toda a história de um papel fixo.

    Não foi uma interpretação diferente.É simplesmente o que está escrito lá.Trazer o conceito da dança para os relacionamentos é muito bonito e uma sacada legal, mas na minha opinião peca no sexismo.

    Certas analogias de como se comportar no relacionamento podem ser muito bem feitas em alguns itens do texto:

    5. Nenhuma palavra é trocada. “Gire para lá” ou “agora eu vou te jogar”. Isso é proibido e desnecessário. A condução é no corpo. Entendimento de pernas, passos, mãos, respiração, pele.

    Eu mandei um comentário só com críticas porque o sexismo foi a primeira coisa que me chamou a atenção, mas não deixa de ser uma analogia bem legal.

    Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo.Na dança a coisa ja acontece de forma diferente.Acontece justamente da forma como é descrita no texto.Homem isso mulher aquilo.Isso é que não dá.

    Mas parabéns pelo texto, eu não iria fazer nenhuma crítica se achasse que é um texto mediocre.Ia simplesmente deixar de lado.

    PS: Machismo não é só dizer que lugar de mulher é na cozinha. Vai muito além disso.

  • Celso

    Eu não estou fazendo crítica nenhuma a dança de salão e nem qualquer outra dança.

    É claro que na dança é necessario existirem papéis estabelecidos.

    Isso é mais do que um conceito, é biológico.

    O homem e a mulher são constituidos de forma diferente e por isso a dança é como é.

    Justamente por isso que em competições oficiais de atletas homens e mulheres competem separadamente.

    Não acho a dança uma forma de submissão e nem algo tradicionalista no sentido ruim.

    O que eu falei foi que adaptando esse texto para o contexto de relacionamentos ele não se aplicaria muito bem justamente por causa de toda a história de um papel fixo.

    Não foi uma interpretação diferente.É simplesmente o que está escrito lá.Trazer o conceito da dança para os relacionamentos é muito bonito e uma sacada legal, mas na minha opinião peca no sexismo.

    Certas analogias de como se comportar no relacionamento podem ser muito bem feitas em alguns itens do texto:

    5. Nenhuma palavra é trocada. “Gire para lá” ou “agora eu vou te jogar”. Isso é proibido e desnecessário. A condução é no corpo. Entendimento de pernas, passos, mãos, respiração, pele.

    Eu mandei um comentário só com críticas porque o sexismo foi a primeira coisa que me chamou a atenção, mas não deixa de ser uma analogia bem legal.

    Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo.Na dança a coisa ja acontece de forma diferente.Acontece justamente da forma como é descrita no texto.Homem isso mulher aquilo.Isso é que não dá.

    Mas parabéns pelo texto, eu não iria fazer nenhuma crítica se achasse que é um texto mediocre.Ia simplesmente deixar de lado.

    PS: Machismo não é só dizer que lugar de mulher é na cozinha. Vai muito além disso.

  • Celso

    Eu não estou fazendo crítica nenhuma a dança de salão e nem qualquer outra dança.

    É claro que na dança é necessario existirem papéis estabelecidos.

    Isso é mais do que um conceito, é biológico.

    O homem e a mulher são constituidos de forma diferente e por isso a dança é como é.

    Justamente por isso que em competições oficiais de atletas homens e mulheres competem separadamente.

    Não acho a dança uma forma de submissão e nem algo tradicionalista no sentido ruim.

    O que eu falei foi que adaptando esse texto para o contexto de relacionamentos ele não se aplicaria muito bem justamente por causa de toda a história de um papel fixo.

    Não foi uma interpretação diferente.É simplesmente o que está escrito lá.Trazer o conceito da dança para os relacionamentos é muito bonito e uma sacada legal, mas na minha opinião peca no sexismo.

    Certas analogias de como se comportar no relacionamento podem ser muito bem feitas em alguns itens do texto:

    5. Nenhuma palavra é trocada. “Gire para lá” ou “agora eu vou te jogar”. Isso é proibido e desnecessário. A condução é no corpo. Entendimento de pernas, passos, mãos, respiração, pele.

    Eu mandei um comentário só com críticas porque o sexismo foi a primeira coisa que me chamou a atenção, mas não deixa de ser uma analogia bem legal.

    Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo.Na dança a coisa ja acontece de forma diferente.Acontece justamente da forma como é descrita no texto.Homem isso mulher aquilo.Isso é que não dá.

    Mas parabéns pelo texto, eu não iria fazer nenhuma crítica se achasse que é um texto mediocre.Ia simplesmente deixar de lado.

    PS: Machismo não é só dizer que lugar de mulher é na cozinha. Vai muito além disso.

  • http://dancaravida.blogspot.com/ Thaís

    Antes de falar, o homem dançou. E ao longo dos séculos, perdemos a capacidade de nos movimentar com leveza e harmonia. Não saber movimentar o corpo é um reflexo de uma sociedade que dá importância somente ao intelecto. Ken Robinson disse isso numa palestra do TED: http://www.ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html

    Como bailarina, tive um mestre russo que dizia que o homem deve conduzir e que a mulher deve brilhar. Não é muito diferente da dança de salão. Aliás, não é muito diferente em qualquer tipo de dança.

    Sem dúvida, a dança nos ensina a dinâmica dos relacionamentos. Na verdade, a dança nos ensina como ser humanos melhores e mais completos.

    Carol, seu texto está sensacional! Parabéns!

    Um abraço

    Thaís

  • http://dancaravida.blogspot.com/ Thaís

    Antes de falar, o homem dançou. E ao longo dos séculos, perdemos a capacidade de nos movimentar com leveza e harmonia. Não saber movimentar o corpo é um reflexo de uma sociedade que dá importância somente ao intelecto. Ken Robinson disse isso numa palestra do TED: http://www.ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html

    Como bailarina, tive um mestre russo que dizia que o homem deve conduzir e que a mulher deve brilhar. Não é muito diferente da dança de salão. Aliás, não é muito diferente em qualquer tipo de dança.

    Sem dúvida, a dança nos ensina a dinâmica dos relacionamentos. Na verdade, a dança nos ensina como ser humanos melhores e mais completos.

    Carol, seu texto está sensacional! Parabéns!

    Um abraço

    Thaís

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    Antes de falar, o homem dançou. E ao longo dos séculos, perdemos a capacidade de nos movimentar com leveza e harmonia. Não saber movimentar o corpo é um reflexo de uma sociedade que dá importância somente ao intelecto. Ken Robinson disse isso numa palestra do TED: http://www.ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html

    Como bailarina, tive um mestre russo que dizia que o homem deve conduzir e que a mulher deve brilhar. Não é muito diferente da dança de salão. Aliás, não é muito diferente em qualquer tipo de dança.

    Sem dúvida, a dança nos ensina a dinâmica dos relacionamentos. Na verdade, a dança nos ensina como ser humanos melhores e mais completos.

    Carol, seu texto está sensacional! Parabéns!

    Um abraço

    Thaís

  • Raquel

    O texto é legal, mas a parte de deixar-se ser conduzida pelo o homem é legal quando se está aprendendo, depois de um amadurecimento na dança, a mulher consegue mostrar ao homem o que gostaria de fazer, tendo atitude, mostrando seu lado MULHER, não para ser levada por um homem, mas mostrando toda sua graciosidade, sua força, sentindo e dando confiança ao homem.
    Se vc dança com alguém que pode se entregar e o envolvimento é intenso, é como sexo, a sintonia existe, ora está entregue ora está dominando.
    Espero que alguém algum dia solte faíscas dançando, não fazendo trilhões de coreografias, mas sentindo a música e a energia que o outro joga…ISSO PRA MIM É DANÇAR EM CASAL.
    Levar isso pra fora dos salões e num relacionamento é viver dança.

    Beijossssss!

  • Raquel

    O texto é legal, mas a parte de deixar-se ser conduzida pelo o homem é legal quando se está aprendendo, depois de um amadurecimento na dança, a mulher consegue mostrar ao homem o que gostaria de fazer, tendo atitude, mostrando seu lado MULHER, não para ser levada por um homem, mas mostrando toda sua graciosidade, sua força, sentindo e dando confiança ao homem.
    Se vc dança com alguém que pode se entregar e o envolvimento é intenso, é como sexo, a sintonia existe, ora está entregue ora está dominando.
    Espero que alguém algum dia solte faíscas dançando, não fazendo trilhões de coreografias, mas sentindo a música e a energia que o outro joga…ISSO PRA MIM É DANÇAR EM CASAL.
    Levar isso pra fora dos salões e num relacionamento é viver dança.

    Beijossssss!

  • Raquel

    O texto é legal, mas a parte de deixar-se ser conduzida pelo o homem é legal quando se está aprendendo, depois de um amadurecimento na dança, a mulher consegue mostrar ao homem o que gostaria de fazer, tendo atitude, mostrando seu lado MULHER, não para ser levada por um homem, mas mostrando toda sua graciosidade, sua força, sentindo e dando confiança ao homem.
    Se vc dança com alguém que pode se entregar e o envolvimento é intenso, é como sexo, a sintonia existe, ora está entregue ora está dominando.
    Espero que alguém algum dia solte faíscas dançando, não fazendo trilhões de coreografias, mas sentindo a música e a energia que o outro joga…ISSO PRA MIM É DANÇAR EM CASAL.
    Levar isso pra fora dos salões e num relacionamento é viver dança.

    Beijossssss!

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Celso,

    ótimo vc ter citado o o ítem 5. Acho que é o único que não se encaixa exatamente na analogia dança-relações. Só na gafieira isso é inadmissível. Só linguagem corporal.
    Na vida, as palavras DEVEM ser trocadas de todas as formas; diálogos, músicas, poesias, prosas, sms no meio da madrugada, bilhete, email, skype, carta escrita a mão.. vale de tudo!

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    Celso,

    ótimo vc ter citado o o ítem 5. Acho que é o único que não se encaixa exatamente na analogia dança-relações. Só na gafieira isso é inadmissível. Só linguagem corporal.
    Na vida, as palavras DEVEM ser trocadas de todas as formas; diálogos, músicas, poesias, prosas, sms no meio da madrugada, bilhete, email, skype, carta escrita a mão.. vale de tudo!

  • http://pinupmusic.blogspot.com carol pin up

    Celso,

    ótimo vc ter citado o o ítem 5. Acho que é o único que não se encaixa exatamente na analogia dança-relações. Só na gafieira isso é inadmissível. Só linguagem corporal.
    Na vida, as palavras DEVEM ser trocadas de todas as formas; diálogos, músicas, poesias, prosas, sms no meio da madrugada, bilhete, email, skype, carta escrita a mão.. vale de tudo!

  • Alexandre S. B.

    Concordo com a autora ao mencionar que a linguagem é dúbia, falha, gera interpretações. Algumas corretas, outras equivocadas.
    No entanto, o que gerou a discussão sobre machismo e rótulos sobre se o referido estatuto da gafieira (leia-se, ao meu ver, regra do jogo na dança de salão), foi a provocação do editor ao induzir a avaliação do post pelos leitores sob outro prisma. A primeira coisa que vem a mente (e isso se comprova através dos comentários ao texto) foi relacionamentos, e, nesse quesito, devo concordar com o Celso…e também com a Carol. O texto não diz que a dança e o relacionamento afetivo, amoroso, são a mesma coisa, ou parecidos, muito embora ser interpretado e aplicado por muitos, principalmente os homens, da mesma maneira (eu mesmo tentava me utilizar da dança para me aproximar, cantar, xavecar uma mulher e isso, pelo menos na gafieira, é errado. Ali o interesse maior é a dança.). Enxergar a dança apenas como uma forma de cantar uma mulher é uma atitude machista e desrespeitosa, assim como trazer essas regras estanques para um relacionamento também não é algo interessante se o motivo de se aproximar de uma moça for a busca por experiências novas e trocas positivas e evolutivas. Podemos enxergar relacionamentos como um jogo, cheio de regras de conduta, de quem pode mais, de quem é que manda, ou podemos enxergar como uma troca de experiências que, se não for justa e leal, está fadado ao insucesso, ao término ou a eterna infelicidade.

  • Alexandre S. B.

    Concordo com a autora ao mencionar que a linguagem é dúbia, falha, gera interpretações. Algumas corretas, outras equivocadas.
    No entanto, o que gerou a discussão sobre machismo e rótulos sobre se o referido estatuto da gafieira (leia-se, ao meu ver, regra do jogo na dança de salão), foi a provocação do editor ao induzir a avaliação do post pelos leitores sob outro prisma. A primeira coisa que vem a mente (e isso se comprova através dos comentários ao texto) foi relacionamentos, e, nesse quesito, devo concordar com o Celso…e também com a Carol. O texto não diz que a dança e o relacionamento afetivo, amoroso, são a mesma coisa, ou parecidos, muito embora ser interpretado e aplicado por muitos, principalmente os homens, da mesma maneira (eu mesmo tentava me utilizar da dança para me aproximar, cantar, xavecar uma mulher e isso, pelo menos na gafieira, é errado. Ali o interesse maior é a dança.). Enxergar a dança apenas como uma forma de cantar uma mulher é uma atitude machista e desrespeitosa, assim como trazer essas regras estanques para um relacionamento também não é algo interessante se o motivo de se aproximar de uma moça for a busca por experiências novas e trocas positivas e evolutivas. Podemos enxergar relacionamentos como um jogo, cheio de regras de conduta, de quem pode mais, de quem é que manda, ou podemos enxergar como uma troca de experiências que, se não for justa e leal, está fadado ao insucesso, ao término ou a eterna infelicidade.

  • Alexandre S. B.

    Concordo com a autora ao mencionar que a linguagem é dúbia, falha, gera interpretações. Algumas corretas, outras equivocadas.
    No entanto, o que gerou a discussão sobre machismo e rótulos sobre se o referido estatuto da gafieira (leia-se, ao meu ver, regra do jogo na dança de salão), foi a provocação do editor ao induzir a avaliação do post pelos leitores sob outro prisma. A primeira coisa que vem a mente (e isso se comprova através dos comentários ao texto) foi relacionamentos, e, nesse quesito, devo concordar com o Celso…e também com a Carol. O texto não diz que a dança e o relacionamento afetivo, amoroso, são a mesma coisa, ou parecidos, muito embora ser interpretado e aplicado por muitos, principalmente os homens, da mesma maneira (eu mesmo tentava me utilizar da dança para me aproximar, cantar, xavecar uma mulher e isso, pelo menos na gafieira, é errado. Ali o interesse maior é a dança.). Enxergar a dança apenas como uma forma de cantar uma mulher é uma atitude machista e desrespeitosa, assim como trazer essas regras estanques para um relacionamento também não é algo interessante se o motivo de se aproximar de uma moça for a busca por experiências novas e trocas positivas e evolutivas. Podemos enxergar relacionamentos como um jogo, cheio de regras de conduta, de quem pode mais, de quem é que manda, ou podemos enxergar como uma troca de experiências que, se não for justa e leal, está fadado ao insucesso, ao término ou a eterna infelicidade.

  • Ana Paula

    Consegui me imaginar deslizando pelo salão…ótimas dicas!

  • Ana Paula

    Consegui me imaginar deslizando pelo salão…ótimas dicas!

  • Ana Paula

    Consegui me imaginar deslizando pelo salão…ótimas dicas!

  • http://incautosdoontem.opsblog.org/ Ulisses Adirt

    Ótimo, Carol. Bem mais interessante do que o estatuto original.

  • http://incautosdoontem.opsblog.org/ Ulisses Adirt

    Ótimo, Carol. Bem mais interessante do que o estatuto original.

  • http://incautosdoontem.opsblog.org/ Ulisses Adirt

    Ótimo, Carol. Bem mais interessante do que o estatuto original.

  • Mauricio

    Thaís,
    A palestra do Ken Robinson que vc indicou é simplesmente maravilhosa. A história da Gillian Lynne é incrível.
    Infelizmente não são apenas as escolas que matam a criatividade…toda a sociedade colabora fortemente pra isso, principalmente os pais… Um exemplo: a pressão que os amigos fazem com os adolescente dizendo que dança é coisa de boiola afasta a maioria dos homens do universo da dança.

    Bjs,

  • Mauricio

    Thaís,
    A palestra do Ken Robinson que vc indicou é simplesmente maravilhosa. A história da Gillian Lynne é incrível.
    Infelizmente não são apenas as escolas que matam a criatividade…toda a sociedade colabora fortemente pra isso, principalmente os pais… Um exemplo: a pressão que os amigos fazem com os adolescente dizendo que dança é coisa de boiola afasta a maioria dos homens do universo da dança.

    Bjs,

  • Mauricio

    Thaís,
    A palestra do Ken Robinson que vc indicou é simplesmente maravilhosa. A história da Gillian Lynne é incrível.
    Infelizmente não são apenas as escolas que matam a criatividade…toda a sociedade colabora fortemente pra isso, principalmente os pais… Um exemplo: a pressão que os amigos fazem com os adolescente dizendo que dança é coisa de boiola afasta a maioria dos homens do universo da dança.

    Bjs,

  • Zappa

    Outro artigo que vale conferir é A Escolha do seu Par, de Stephen Kanitz (http://www.kanitz.com/veja/escolha.asp).

  • Zappa

    Outro artigo que vale conferir é A Escolha do seu Par, de Stephen Kanitz (http://www.kanitz.com/veja/escolha.asp).

  • Zappa

    Outro artigo que vale conferir é A Escolha do seu Par, de Stephen Kanitz (http://www.kanitz.com/veja/escolha.asp).

  • Fabio

    Eu to achando essa parte do papo de homem demasiadamente direcionada às mulheres.

  • Fabio

    Eu to achando essa parte do papo de homem demasiadamente direcionada às mulheres.

  • Fabio

    Eu to achando essa parte do papo de homem demasiadamente direcionada às mulheres.

  • Luiz

    Acho muito bonita essa cultura da dança, acho lindo ver as pessoas dançando… Gostaria de não parecer uma espécie de mistura de alemão bávaro com nerd japonês… Não existe ser mais duro do que eu dançando. Schuiff, schuiff… :_(
    A propósito, muito bem concebido este texto. Parabéns! Essa moça é colunista regular aqui?

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Luiz,

      Esse é o primeiro texto da Carol no Ladies Room. Esperamos outros dela, com certeza.

      Abraço!

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Luiz,

      Esse é o primeiro texto da Carol no Ladies Room. Esperamos outros dela, com certeza.

      Abraço!

  • Luiz

    Acho muito bonita essa cultura da dança, acho lindo ver as pessoas dançando… Gostaria de não parecer uma espécie de mistura de alemão bávaro com nerd japonês… Não existe ser mais duro do que eu dançando. Schuiff, schuiff… :_(
    A propósito, muito bem concebido este texto. Parabéns! Essa moça é colunista regular aqui?

  • Luiz

    Acho muito bonita essa cultura da dança, acho lindo ver as pessoas dançando… Gostaria de não parecer uma espécie de mistura de alemão bávaro com nerd japonês… Não existe ser mais duro do que eu dançando. Schuiff, schuiff… :_(
    A propósito, muito bem concebido este texto. Parabéns! Essa moça é colunista regular aqui?

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Luiz,

      Esse é o primeiro texto da Carol no Ladies Room. Esperamos outros dela, com certeza.

      Abraço!

  • Erick

    Genial o texto !

    Lembro q eu tive muito problema com stress. Até q um dia resolvi ir num lugar em SP que tinha “musicas caribenhas” e umas aulas de dança.

    Eu ñ sei para vcs, pra mim, dança caribenha devia ser uns caras com umas roupas ridículas e aqueles chocalhos, as maracas e umas mulheres dançando q nem estivesse numa sessão de descarrego. O q encontrei foi algo bem diferente.

    Aquele dia inocente mudou o rumo da minha vida.

    “Um corpo que não dança é igual a uma alma que não reza !” (gostei dessa frase)

  • Erick

    Genial o texto !

    Lembro q eu tive muito problema com stress. Até q um dia resolvi ir num lugar em SP que tinha “musicas caribenhas” e umas aulas de dança.

    Eu ñ sei para vcs, pra mim, dança caribenha devia ser uns caras com umas roupas ridículas e aqueles chocalhos, as maracas e umas mulheres dançando q nem estivesse numa sessão de descarrego. O q encontrei foi algo bem diferente.

    Aquele dia inocente mudou o rumo da minha vida.

    “Um corpo que não dança é igual a uma alma que não reza !” (gostei dessa frase)

  • Erick

    Genial o texto !

    Lembro q eu tive muito problema com stress. Até q um dia resolvi ir num lugar em SP que tinha “musicas caribenhas” e umas aulas de dança.

    Eu ñ sei para vcs, pra mim, dança caribenha devia ser uns caras com umas roupas ridículas e aqueles chocalhos, as maracas e umas mulheres dançando q nem estivesse numa sessão de descarrego. O q encontrei foi algo bem diferente.

    Aquele dia inocente mudou o rumo da minha vida.

    “Um corpo que não dança é igual a uma alma que não reza !” (gostei dessa frase)

  • Celio

    Acho que esse Celso deve ter alguma frustração em relação as mulheres. Claro que se tivesse o minimo entendimento de Danças não teria escrevido o que escreveu. Na dança é necessário que o homem conduza. E isso é coisa muito dificil de aprender.
    Ser conduzida na dança requer da mulher inteligencia. E muita. É impossivel conduzir uma mulher, digamos, burra e carente…ela não vai entender.

  • Celio

    Acho que esse Celso deve ter alguma frustração em relação as mulheres. Claro que se tivesse o minimo entendimento de Danças não teria escrevido o que escreveu. Na dança é necessário que o homem conduza. E isso é coisa muito dificil de aprender.
    Ser conduzida na dança requer da mulher inteligencia. E muita. É impossivel conduzir uma mulher, digamos, burra e carente…ela não vai entender.

  • Celio

    Acho que esse Celso deve ter alguma frustração em relação as mulheres. Claro que se tivesse o minimo entendimento de Danças não teria escrevido o que escreveu. Na dança é necessário que o homem conduza. E isso é coisa muito dificil de aprender.
    Ser conduzida na dança requer da mulher inteligencia. E muita. É impossivel conduzir uma mulher, digamos, burra e carente…ela não vai entender.

  • Profa. B. Lima

    Cavalheiros e Damas,
    Isso tudo q foi dito e exposto podemos tirar um excelente proveito.
    Quem nao gostaria de poder oferecer atraves de um projeto de educacao as criancas em sua escola a materia: DANCA.
    Na Argentina, o ritmo: Tango, se ensina na escola .Isso levaria menos violencia e mais educacao e respeito para com o seu semelhante ou ate um emprego futuro.
    Se vcs perceberem pelo debate entre as pessoas, tiramos um pouco de proveito de cada conversa :
    o stress cotidiano, a maneira de conhecer outras pessoas no baile, uma paquera(Por que nao?!), uma forma de exercicio e uma ARTE ( DANCAR!).
    Quem conduz ou deixa-ser conduzido, nao vem ao caso de julgar , isso é egoismo!
    Cavalheiros e Damas, a vida ta ai pra ser VIVIDA, nos ja temos muitas dores de cabecas no dia a dia, por que nao aproveita-la??
    A VIDA E A ARTE ESTAO CONTIDAS NA DANÇA! APROVEITEM E SEJAM FELIZES!Profa.B. Lima
    Parabens Carol por fazer valer meu desabafo.

  • Profa. B. Lima

    Cavalheiros e Damas,
    Isso tudo q foi dito e exposto podemos tirar um excelente proveito.
    Quem nao gostaria de poder oferecer atraves de um projeto de educacao as criancas em sua escola a materia: DANCA.
    Na Argentina, o ritmo: Tango, se ensina na escola .Isso levaria menos violencia e mais educacao e respeito para com o seu semelhante ou ate um emprego futuro.
    Se vcs perceberem pelo debate entre as pessoas, tiramos um pouco de proveito de cada conversa :
    o stress cotidiano, a maneira de conhecer outras pessoas no baile, uma paquera(Por que nao?!), uma forma de exercicio e uma ARTE ( DANCAR!).
    Quem conduz ou deixa-ser conduzido, nao vem ao caso de julgar , isso é egoismo!
    Cavalheiros e Damas, a vida ta ai pra ser VIVIDA, nos ja temos muitas dores de cabecas no dia a dia, por que nao aproveita-la??
    A VIDA E A ARTE ESTAO CONTIDAS NA DANÇA! APROVEITEM E SEJAM FELIZES!Profa.B. Lima
    Parabens Carol por fazer valer meu desabafo.

  • Profa. B. Lima

    Cavalheiros e Damas,
    Isso tudo q foi dito e exposto podemos tirar um excelente proveito.
    Quem nao gostaria de poder oferecer atraves de um projeto de educacao as criancas em sua escola a materia: DANCA.
    Na Argentina, o ritmo: Tango, se ensina na escola .Isso levaria menos violencia e mais educacao e respeito para com o seu semelhante ou ate um emprego futuro.
    Se vcs perceberem pelo debate entre as pessoas, tiramos um pouco de proveito de cada conversa :
    o stress cotidiano, a maneira de conhecer outras pessoas no baile, uma paquera(Por que nao?!), uma forma de exercicio e uma ARTE ( DANCAR!).
    Quem conduz ou deixa-ser conduzido, nao vem ao caso de julgar , isso é egoismo!
    Cavalheiros e Damas, a vida ta ai pra ser VIVIDA, nos ja temos muitas dores de cabecas no dia a dia, por que nao aproveita-la??
    A VIDA E A ARTE ESTAO CONTIDAS NA DANÇA! APROVEITEM E SEJAM FELIZES!Profa.B. Lima
    Parabens Carol por fazer valer meu desabafo.

  • Edna

    Ao contrario de alguns comentarios, não acho nada machista, acho muito bonito e educado quando um cavalheiro tira a dama para dançar e essa é feita com respeito e graça, faço dança apenas a dois meses, gafieira e samba rock, não pretendo parar, pois descobri algo que me faz fugir da loucura do dia a dia e me deixa feliz, digo isso a todos e sempre que posso influencio as pessoas a aprederem dançar, o texto é lindo, independente se rolar ou não um xaveco, o momento da dança tem que ser um para o outro, assim as coisas acontecem de maneira graciosa, o melhor ainda é se você tiver um companheiro(a) que goste tanto quanto vc, não para dançar só com ele, mas para entender a dinamica de apenas dançar….Parabéns adorei o texto.

  • Edna

    Ao contrario de alguns comentarios, não acho nada machista, acho muito bonito e educado quando um cavalheiro tira a dama para dançar e essa é feita com respeito e graça, faço dança apenas a dois meses, gafieira e samba rock, não pretendo parar, pois descobri algo que me faz fugir da loucura do dia a dia e me deixa feliz, digo isso a todos e sempre que posso influencio as pessoas a aprederem dançar, o texto é lindo, independente se rolar ou não um xaveco, o momento da dança tem que ser um para o outro, assim as coisas acontecem de maneira graciosa, o melhor ainda é se você tiver um companheiro(a) que goste tanto quanto vc, não para dançar só com ele, mas para entender a dinamica de apenas dançar….Parabéns adorei o texto.

  • Edna

    Ao contrario de alguns comentarios, não acho nada machista, acho muito bonito e educado quando um cavalheiro tira a dama para dançar e essa é feita com respeito e graça, faço dança apenas a dois meses, gafieira e samba rock, não pretendo parar, pois descobri algo que me faz fugir da loucura do dia a dia e me deixa feliz, digo isso a todos e sempre que posso influencio as pessoas a aprederem dançar, o texto é lindo, independente se rolar ou não um xaveco, o momento da dança tem que ser um para o outro, assim as coisas acontecem de maneira graciosa, o melhor ainda é se você tiver um companheiro(a) que goste tanto quanto vc, não para dançar só com ele, mas para entender a dinamica de apenas dançar….Parabéns adorei o texto.

  • Mariana

    Adorei o texto e os comentários postados. Parabéns, Carol. Arrasou!!!! Queremos mais texto dela.
    No sentido literal da ideia, não sou uma dançarina praticante, mas entendo que meu corpo dança, assim como todos os corpos vivos. E neste sentido, quando tenho oportunidade sinto imenso prazer na experiência da dança. Já soltei faiscas por ai (rs rs)…
    Só não sou talvez, quem sabe (rs rs), tão partidária de uma imagem que sugere a harmonia na dança. No conduzir e ser conduzido. Adorei a diferença de sentido sugerida pela Carol para Condução e Submissão. Me parece que ajuda a nos afastar da interpretação possível que o Celso sugere de Machismo. Como viver, acredito que dançar (especificamente a dois) não é complicado e nem simples, é complexo (dançar sozinho tb… rs rs). Envolve entre os parceiros envolvidos relações de poder. Mesmo na dança do belo casal deslizando sublime pelo salão, que ao observador de fora parece tão natural e espontâneo, na relação estabelecida há negociações, disputas, espaços de mais diálogo (corporal ou verbal), espaços de silêncio, expectativas, trabalho. Dançar é divinamente humano…. Por isso, polissêmica, imprevisível e incrivelmente MARAVILHOSO. Meu 12 item seria, então: dancemos muito e com muita generosidade.

  • Mariana

    Adorei o texto e os comentários postados. Parabéns, Carol. Arrasou!!!! Queremos mais texto dela.
    No sentido literal da ideia, não sou uma dançarina praticante, mas entendo que meu corpo dança, assim como todos os corpos vivos. E neste sentido, quando tenho oportunidade sinto imenso prazer na experiência da dança. Já soltei faiscas por ai (rs rs)…
    Só não sou talvez, quem sabe (rs rs), tão partidária de uma imagem que sugere a harmonia na dança. No conduzir e ser conduzido. Adorei a diferença de sentido sugerida pela Carol para Condução e Submissão. Me parece que ajuda a nos afastar da interpretação possível que o Celso sugere de Machismo. Como viver, acredito que dançar (especificamente a dois) não é complicado e nem simples, é complexo (dançar sozinho tb… rs rs). Envolve entre os parceiros envolvidos relações de poder. Mesmo na dança do belo casal deslizando sublime pelo salão, que ao observador de fora parece tão natural e espontâneo, na relação estabelecida há negociações, disputas, espaços de mais diálogo (corporal ou verbal), espaços de silêncio, expectativas, trabalho. Dançar é divinamente humano…. Por isso, polissêmica, imprevisível e incrivelmente MARAVILHOSO. Meu 12 item seria, então: dancemos muito e com muita generosidade.

  • Mariana

    Adorei o texto e os comentários postados. Parabéns, Carol. Arrasou!!!! Queremos mais texto dela.
    No sentido literal da ideia, não sou uma dançarina praticante, mas entendo que meu corpo dança, assim como todos os corpos vivos. E neste sentido, quando tenho oportunidade sinto imenso prazer na experiência da dança. Já soltei faiscas por ai (rs rs)…
    Só não sou talvez, quem sabe (rs rs), tão partidária de uma imagem que sugere a harmonia na dança. No conduzir e ser conduzido. Adorei a diferença de sentido sugerida pela Carol para Condução e Submissão. Me parece que ajuda a nos afastar da interpretação possível que o Celso sugere de Machismo. Como viver, acredito que dançar (especificamente a dois) não é complicado e nem simples, é complexo (dançar sozinho tb… rs rs). Envolve entre os parceiros envolvidos relações de poder. Mesmo na dança do belo casal deslizando sublime pelo salão, que ao observador de fora parece tão natural e espontâneo, na relação estabelecida há negociações, disputas, espaços de mais diálogo (corporal ou verbal), espaços de silêncio, expectativas, trabalho. Dançar é divinamente humano…. Por isso, polissêmica, imprevisível e incrivelmente MARAVILHOSO. Meu 12 item seria, então: dancemos muito e com muita generosidade.

  • http://www.noimproviso.com/ Cadu

    Adorei, eu tenho feito aulas de gafieira a menos de 1 ano mas já estou apaixonado, ótimo texto

  • http://www.noimproviso.com/ Cadu

    Adorei, eu tenho feito aulas de gafieira a menos de 1 ano mas já estou apaixonado, ótimo texto

  • http://www.noimproviso.com Cadu

    Adorei, eu tenho feito aulas de gafieira a menos de 1 ano mas já estou apaixonado, ótimo texto

  • Ana Maria

    Adorei o texto. Enquanto ia lendo, pensava em todas as correlações possíveis… e a frase final fechou!

    Parabéns!

  • Ana Maria

    Adorei o texto. Enquanto ia lendo, pensava em todas as correlações possíveis… e a frase final fechou!

    Parabéns!

  • Ana Maria

    Adorei o texto. Enquanto ia lendo, pensava em todas as correlações possíveis… e a frase final fechou!

    Parabéns!

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Mariana,

    generosidade é realmente a palavra chave na ‘dança’, você tem razão. Generosidade e paciência para conduzir e ser conduzido. E dançar com alegria e paixão, sempre!

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Mariana,

    generosidade é realmente a palavra chave na ‘dança’, você tem razão. Generosidade e paciência para conduzir e ser conduzido. E dançar com alegria e paixão, sempre!

  • http://pinupmusic.blogspot.com carol pin up

    Mariana,

    generosidade é realmente a palavra chave na ‘dança’, você tem razão. Generosidade e paciência para conduzir e ser conduzido. E dançar com alegria e paixão, sempre!

  • Celso

    REPITO:
    50# Celio

    Eu nunca falei que eu acho dança uma coisa machista.

    Leia os comentários inteiros e não pela metade.

    Disse que relacionando com relacionamentos podia-se encontrar certos problemas.

    De qualquer forma, leia.

  • Celso

    REPITO:
    50# Celio

    Eu nunca falei que eu acho dança uma coisa machista.

    Leia os comentários inteiros e não pela metade.

    Disse que relacionando com relacionamentos podia-se encontrar certos problemas.

    De qualquer forma, leia.

  • Celso

    REPITO:
    50# Celio

    Eu nunca falei que eu acho dança uma coisa machista.

    Leia os comentários inteiros e não pela metade.

    Disse que relacionando com relacionamentos podia-se encontrar certos problemas.

    De qualquer forma, leia.

  • Clara

    Delicioso texto!

    Falar de dança é sempre muito prazeroso, por isso deixo uma sugetão: Que tal falar das “danças de salão” e os sentimentos e atitudes que elas despertam. Analogia com a conquista…
    Algo como a Sensualidade do Tango e o Desejo…

    Parabéns pelo artigo!

  • Clara

    Delicioso texto!

    Falar de dança é sempre muito prazeroso, por isso deixo uma sugetão: Que tal falar das “danças de salão” e os sentimentos e atitudes que elas despertam. Analogia com a conquista…
    Algo como a Sensualidade do Tango e o Desejo…

    Parabéns pelo artigo!

  • Clara

    Delicioso texto!

    Falar de dança é sempre muito prazeroso, por isso deixo uma sugetão: Que tal falar das “danças de salão” e os sentimentos e atitudes que elas despertam. Analogia com a conquista…
    Algo como a Sensualidade do Tango e o Desejo…

    Parabéns pelo artigo!

  • Maria Clara

    Como dançarina, e amante da liberdade e espontaneidade, gostaria de sugerir ao Celso que lesse o texto novamente, e quanto a história da condução, transcrevo suas palavras a seguir:

    “Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo. Na dança a coisa já acontece de forma diferente. Acontece justamente da forma como é descrita no texto. Homem isso mulher aquilo. Isso é que não dá.”

    Como assim??? Seria o caos!! Isso é técnica de dança, seria impossível dançar a dois se os papéis não fossem pré-determinados. E é claro que existem diferenças entre homens e mulheres, isso é da natureza, e se pode conviver com elas de maneira muito saudável. Aliás, ainda bem que existem diferenças, não apenas entre homens e mulheres, mas também entre as pessoas em geral… imagina se todo mundo fosse igual? As pessoas morreriam de tédio!

    Celso, apesar dessas regras, posso afirmar que existe uma grande espontaneidade no meio delas, mas para que você possa entender do que eu estou falando, sugiro que vá estudar algum tipo de dança, se possível alguma dança de salão, na qual, com o objetivo de dançar para se divertir, ou mesmo profissionalmente, nos tornamos a cada dia melhores pessoas, revendo os nossos conceitos, convivendo com pessoas de todas as idades e classes sociais. Na minha opinião, essa é uma grande escola.

  • Maria Clara

    Como dançarina, e amante da liberdade e espontaneidade, gostaria de sugerir ao Celso que lesse o texto novamente, e quanto a história da condução, transcrevo suas palavras a seguir:

    “Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo. Na dança a coisa já acontece de forma diferente. Acontece justamente da forma como é descrita no texto. Homem isso mulher aquilo. Isso é que não dá.”

    Como assim??? Seria o caos!! Isso é técnica de dança, seria impossível dançar a dois se os papéis não fossem pré-determinados. E é claro que existem diferenças entre homens e mulheres, isso é da natureza, e se pode conviver com elas de maneira muito saudável. Aliás, ainda bem que existem diferenças, não apenas entre homens e mulheres, mas também entre as pessoas em geral… imagina se todo mundo fosse igual? As pessoas morreriam de tédio!

    Celso, apesar dessas regras, posso afirmar que existe uma grande espontaneidade no meio delas, mas para que você possa entender do que eu estou falando, sugiro que vá estudar algum tipo de dança, se possível alguma dança de salão, na qual, com o objetivo de dançar para se divertir, ou mesmo profissionalmente, nos tornamos a cada dia melhores pessoas, revendo os nossos conceitos, convivendo com pessoas de todas as idades e classes sociais. Na minha opinião, essa é uma grande escola.

  • Maria Clara

    Como dançarina, e amante da liberdade e espontaneidade, gostaria de sugerir ao Celso que lesse o texto novamente, e quanto a história da condução, transcrevo suas palavras a seguir:

    “Não falei também que em uma relação não precisam haver papeis, podem haver, mas eles não são fixos pra um nem para outro sexo. Na dança a coisa já acontece de forma diferente. Acontece justamente da forma como é descrita no texto. Homem isso mulher aquilo. Isso é que não dá.”

    Como assim??? Seria o caos!! Isso é técnica de dança, seria impossível dançar a dois se os papéis não fossem pré-determinados. E é claro que existem diferenças entre homens e mulheres, isso é da natureza, e se pode conviver com elas de maneira muito saudável. Aliás, ainda bem que existem diferenças, não apenas entre homens e mulheres, mas também entre as pessoas em geral… imagina se todo mundo fosse igual? As pessoas morreriam de tédio!

    Celso, apesar dessas regras, posso afirmar que existe uma grande espontaneidade no meio delas, mas para que você possa entender do que eu estou falando, sugiro que vá estudar algum tipo de dança, se possível alguma dança de salão, na qual, com o objetivo de dançar para se divertir, ou mesmo profissionalmente, nos tornamos a cada dia melhores pessoas, revendo os nossos conceitos, convivendo com pessoas de todas as idades e classes sociais. Na minha opinião, essa é uma grande escola.

  • Dani Rodrigues

    Excelente texto! Não ser dançarina de gafieira só estimulou minha imaginação e a vontade de entrar nesta dança…

  • Dani Rodrigues

    Excelente texto! Não ser dançarina de gafieira só estimulou minha imaginação e a vontade de entrar nesta dança…

  • Dani Rodrigues

    Excelente texto! Não ser dançarina de gafieira só estimulou minha imaginação e a vontade de entrar nesta dança…

  • http://marroniz.wordpress.com/ Marroni

    dança na vida a 24 anos, e danço no salao a um ano. Realmente a dança completa muito o ser humano. Sou professor de dança de salão, e ja ouvi que alem de ensinar a dançar, ensino o cavalheiro a ter uma melhor pegada (fora da dança) e ajuda a mulher a se entregar mais e também a sentir melhor seu corpo.

    E viva a vida e a dança!

  • http://marroniz.wordpress.com/ Marroni

    dança na vida a 24 anos, e danço no salao a um ano. Realmente a dança completa muito o ser humano. Sou professor de dança de salão, e ja ouvi que alem de ensinar a dançar, ensino o cavalheiro a ter uma melhor pegada (fora da dança) e ajuda a mulher a se entregar mais e também a sentir melhor seu corpo.

    E viva a vida e a dança!

  • http://marroniz.wordpress.com Marroni

    dança na vida a 24 anos, e danço no salao a um ano. Realmente a dança completa muito o ser humano. Sou professor de dança de salão, e ja ouvi que alem de ensinar a dançar, ensino o cavalheiro a ter uma melhor pegada (fora da dança) e ajuda a mulher a se entregar mais e também a sentir melhor seu corpo.

    E viva a vida e a dança!

  • Celso

    #59 Maria Clara sugiro que releia meus comentários.

    Simplesmente porque eu deixei bem explicito que NÃO acho dança uma coisa machista e que só acho machista achar que em RELACIONAMENTOS é necessário ter papel para o homem e para a mulher.

    Estou meu repetindo demais, apenas leia.

  • Celso

    #59 Maria Clara sugiro que releia meus comentários.

    Simplesmente porque eu deixei bem explicito que NÃO acho dança uma coisa machista e que só acho machista achar que em RELACIONAMENTOS é necessário ter papel para o homem e para a mulher.

    Estou meu repetindo demais, apenas leia.

  • Celso

    #59 Maria Clara sugiro que releia meus comentários.

    Simplesmente porque eu deixei bem explicito que NÃO acho dança uma coisa machista e que só acho machista achar que em RELACIONAMENTOS é necessário ter papel para o homem e para a mulher.

    Estou meu repetindo demais, apenas leia.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    Quando acabei de ler, pensei:

    “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”

    FATASSO! aconteceu…

    Gitti, cadê aqueles 2 artigos sobre tapa na cara? Eu achava que eles eram seus, mas não são encontrados mais no PdH… enfim, esses eram importantes de serem lidos por aqueles que não entendem a diferença entre:

    - o que a Carol implicitou no texto, enquanto papéis psicológicos do masculino e do feminino num relacionamento (inclusive independente se se tratar de um homem e uma mulher)

    - e a postura machista da posição e função SOCIAL da mulher, o que o ser humano se acostumou a fazer desde que percebeu que há diferenças psicologicas e biologicas entre os sexos.

    As pessoas tem que saber separar essas diferenças da organização social que elas escolhem. Mais uma vez eu aqui, de entusiasta da não naturalização do social :)

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Maíra,

      O texto do tapa na cara está guardadinho para quando não houver nenhum problema em divulgá-lo.

      Mas estou preparando uma resposta para essa questão. Vai sair no Não2Não1 semana que vem.

      Beijo.

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Maíra,

      O texto do tapa na cara está guardadinho para quando não houver nenhum problema em divulgá-lo.

      Mas estou preparando uma resposta para essa questão. Vai sair no Não2Não1 semana que vem.

      Beijo.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    Quando acabei de ler, pensei:

    “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”

    FATASSO! aconteceu…

    Gitti, cadê aqueles 2 artigos sobre tapa na cara? Eu achava que eles eram seus, mas não são encontrados mais no PdH… enfim, esses eram importantes de serem lidos por aqueles que não entendem a diferença entre:

    - o que a Carol implicitou no texto, enquanto papéis psicológicos do masculino e do feminino num relacionamento (inclusive independente se se tratar de um homem e uma mulher)

    - e a postura machista da posição e função SOCIAL da mulher, o que o ser humano se acostumou a fazer desde que percebeu que há diferenças psicologicas e biologicas entre os sexos.

    As pessoas tem que saber separar essas diferenças da organização social que elas escolhem. Mais uma vez eu aqui, de entusiasta da não naturalização do social :)

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    Quando acabei de ler, pensei:

    “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”

    FATASSO! aconteceu…

    Gitti, cadê aqueles 2 artigos sobre tapa na cara? Eu achava que eles eram seus, mas não são encontrados mais no PdH… enfim, esses eram importantes de serem lidos por aqueles que não entendem a diferença entre:

    - o que a Carol implicitou no texto, enquanto papéis psicológicos do masculino e do feminino num relacionamento (inclusive independente se se tratar de um homem e uma mulher)

    - e a postura machista da posição e função SOCIAL da mulher, o que o ser humano se acostumou a fazer desde que percebeu que há diferenças psicologicas e biologicas entre os sexos.

    As pessoas tem que saber separar essas diferenças da organização social que elas escolhem. Mais uma vez eu aqui, de entusiasta da não naturalização do social :)

    • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

      Maíra,

      O texto do tapa na cara está guardadinho para quando não houver nenhum problema em divulgá-lo.

      Mas estou preparando uma resposta para essa questão. Vai sair no Não2Não1 semana que vem.

      Beijo.

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick

    Carol, só pra dizer que achei o seu texto excelente, inspirador e sensacional. Eu e a minha dama estamos fazendo aulas desde o começo do ano, e em breve eu espero estar dançando e conduzindo com toda a desenvoltura descrita no seu post.

    Eu já estou ansioso pelo seu próximo texto, tá?

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick

    Carol, só pra dizer que achei o seu texto excelente, inspirador e sensacional. Eu e a minha dama estamos fazendo aulas desde o começo do ano, e em breve eu espero estar dançando e conduzindo com toda a desenvoltura descrita no seu post.

    Eu já estou ansioso pelo seu próximo texto, tá?

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick

    Carol, só pra dizer que achei o seu texto excelente, inspirador e sensacional. Eu e a minha dama estamos fazendo aulas desde o começo do ano, e em breve eu espero estar dançando e conduzindo com toda a desenvoltura descrita no seu post.

    Eu já estou ansioso pelo seu próximo texto, tá?

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Obrigada, Nick!

    se vc gostou do texto não tenho dúvidas de que sua dama irá adorar sua condução.

    Também espero publicar mais aqui… enquanto isso dê uma olhada nos outros textos do blog. Confira ‘cansei de ser séria’ e ‘voltando pra pasárgada’.
    http://pinupmusic.blogspot.com

    Comentários lá também são hiper bem-vindos (isso vale para todos, não só para o Nick. rs!)

  • http://pinupmusic.blogspot.com/ carol pin up

    Obrigada, Nick!

    se vc gostou do texto não tenho dúvidas de que sua dama irá adorar sua condução.

    Também espero publicar mais aqui… enquanto isso dê uma olhada nos outros textos do blog. Confira ‘cansei de ser séria’ e ‘voltando pra pasárgada’.
    http://pinupmusic.blogspot.com

    Comentários lá também são hiper bem-vindos (isso vale para todos, não só para o Nick. rs!)

  • http://pinupmusic.blogspot.com carol pin up

    Obrigada, Nick!

    se vc gostou do texto não tenho dúvidas de que sua dama irá adorar sua condução.

    Também espero publicar mais aqui… enquanto isso dê uma olhada nos outros textos do blog. Confira ‘cansei de ser séria’ e ‘voltando pra pasárgada’.
    http://pinupmusic.blogspot.com

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  • Bárbara Cabral

    Texto realmente genial, também adoro dançar.
    Nada de machismo, quem viu machismo aí interpretou mal.
    Dama é delicada demais pra conduzir, tem que se deixar levar. Nos movimentos sutis das pernas, dos quadris, de qualquer forma a mulher diz como quer ser conduzida. Não passa de uma troca de sinais, uma conversa entre os corpos.
    E tem gente que ainda acha desnecessário saber dançar.

  • Bárbara Cabral

    Texto realmente genial, também adoro dançar.
    Nada de machismo, quem viu machismo aí interpretou mal.
    Dama é delicada demais pra conduzir, tem que se deixar levar. Nos movimentos sutis das pernas, dos quadris, de qualquer forma a mulher diz como quer ser conduzida. Não passa de uma troca de sinais, uma conversa entre os corpos.
    E tem gente que ainda acha desnecessário saber dançar.

  • Bárbara Cabral

    Texto realmente genial, também adoro dançar.
    Nada de machismo, quem viu machismo aí interpretou mal.
    Dama é delicada demais pra conduzir, tem que se deixar levar. Nos movimentos sutis das pernas, dos quadris, de qualquer forma a mulher diz como quer ser conduzida. Não passa de uma troca de sinais, uma conversa entre os corpos.
    E tem gente que ainda acha desnecessário saber dançar.

  • Sheila Suzane

    Eu li o texto de novo…

  • Sheila Suzane

    Eu li o texto de novo…

  • Sheila Suzane

    Eu li o texto de novo…

  • Maria Clara

    Celso, a dança é leve, e acho que essa troca de idéias aqui também deve ser, mas aproveito para transcrever as palavras citadas por #63 Maíra Matos : “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”. Só isso.

  • Maria Clara

    Celso, a dança é leve, e acho que essa troca de idéias aqui também deve ser, mas aproveito para transcrever as palavras citadas por #63 Maíra Matos : “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”. Só isso.

  • Maria Clara

    Celso, a dança é leve, e acho que essa troca de idéias aqui também deve ser, mas aproveito para transcrever as palavras citadas por #63 Maíra Matos : “Bacana mesmo o texto. Pena que sempre tem um pra confundir com machismo e vai começar uma discussão onde o cara não vai se convencer de que isso é diferente”. Só isso.

  • Marise Guimarães Stiebler

    Genial Carol ! Apesar de frequentar bastante os salões de dança , fiz poucas aulas de dança de salão Contudo, seu texto me fez ver que eu estou preparada para os salões pois me identifiquei totalmente com aquela mulher solta e leve nos braços do cavalheiro. Como você diz a mulher deve saber ser conduzida, fato que se aplica a várias situações na vida com destaque na relação afetiva. Como somos amigas você sabe do que estou falando…
    Parabéns pelo lindo texto !!!

  • Marise Guimarães Stiebler

    Genial Carol ! Apesar de frequentar bastante os salões de dança , fiz poucas aulas de dança de salão Contudo, seu texto me fez ver que eu estou preparada para os salões pois me identifiquei totalmente com aquela mulher solta e leve nos braços do cavalheiro. Como você diz a mulher deve saber ser conduzida, fato que se aplica a várias situações na vida com destaque na relação afetiva. Como somos amigas você sabe do que estou falando…
    Parabéns pelo lindo texto !!!

  • Marise Guimarães Stiebler

    Genial Carol ! Apesar de frequentar bastante os salões de dança , fiz poucas aulas de dança de salão Contudo, seu texto me fez ver que eu estou preparada para os salões pois me identifiquei totalmente com aquela mulher solta e leve nos braços do cavalheiro. Como você diz a mulher deve saber ser conduzida, fato que se aplica a várias situações na vida com destaque na relação afetiva. Como somos amigas você sabe do que estou falando…
    Parabéns pelo lindo texto !!!

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick Ellis

    Carol, valeu pela resposta! Eu já assinei o feed do seu blog, e vou deixar meus comentários por lá. E mais uma vez, queria te dar meus parabéns pelos seus ótimos textos.

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick Ellis

    Carol, valeu pela resposta! Eu já assinei o feed do seu blog, e vou deixar meus comentários por lá. E mais uma vez, queria te dar meus parabéns pelos seus ótimos textos.

  • http://digitaldrops.com.br/ Nick Ellis

    Carol, valeu pela resposta! Eu já assinei o feed do seu blog, e vou deixar meus comentários por lá. E mais uma vez, queria te dar meus parabéns pelos seus ótimos textos.

  • http://emtelaplana.wordpress.com/ Snake_Doctor

    Sou da dança de salão há 7 anos. Esse texto foi perfeito. Transmitiu tudo e mostra que a dama que escreveu é realmente alguém que entende do assunto e que, principalmente, é frequentadora assídua de salões.

  • http://emtelaplana.wordpress.com/ Snake_Doctor

    Sou da dança de salão há 7 anos. Esse texto foi perfeito. Transmitiu tudo e mostra que a dama que escreveu é realmente alguém que entende do assunto e que, principalmente, é frequentadora assídua de salões.

  • http://emtelaplana.wordpress.com/ Snake_Doctor

    Sou da dança de salão há 7 anos. Esse texto foi perfeito. Transmitiu tudo e mostra que a dama que escreveu é realmente alguém que entende do assunto e que, principalmente, é frequentadora assídua de salões.

  • http://emtelaplana.wordpress.com Snake_Doctor

    Sou da dança de salão há 7 anos. Esse texto foi perfeito. Transmitiu tudo e mostra que a dama que escreveu é realmente alguém que entende do assunto e que, principalmente, é frequentadora assídua de salões.

  • Rafael

    Só não concordo com a 11ª lição. Acredito que para ser um cavalheiro você não possa ser desagradável demonstrando para a dama que não gostou de dançar com ela, por isso leva-la-á de volta à mesa após a 1ª música. Sendo assim, acredito que cavalheiros de verdade deveriam dançar a 2ª música obrigatoriamente (afinal 1 música a mais não vai fazer mal a ninguém) justamente para cumprir com seu papel (satisfazer a dama) independente de que tipo de dama está com ele!

    Com relação à lição n° 3, acredito que a dama também possa ser delicada SEMPRE aceitando a dança nem que seja apenas por educação. “A dama pode recusar a dança desde que seja simpática e não constranja o cavalheiro…” Acredito que terá que ter muita habilidade para isso, pois é natural o cavalheiro ficar constrangido apenas pelo simples fato de ter sido recusado. Na minha opinião, a dama deve recusar apenas em casos extremos como o cavalheiro já tê-la faltado com o respeito em outro momento, por exemplo.

    Enfim, é o que penso… e ensino.

  • Rafael

    Só não concordo com a 11ª lição. Acredito que para ser um cavalheiro você não possa ser desagradável demonstrando para a dama que não gostou de dançar com ela, por isso leva-la-á de volta à mesa após a 1ª música. Sendo assim, acredito que cavalheiros de verdade deveriam dançar a 2ª música obrigatoriamente (afinal 1 música a mais não vai fazer mal a ninguém) justamente para cumprir com seu papel (satisfazer a dama) independente de que tipo de dama está com ele!

    Com relação à lição n° 3, acredito que a dama também possa ser delicada SEMPRE aceitando a dança nem que seja apenas por educação. “A dama pode recusar a dança desde que seja simpática e não constranja o cavalheiro…” Acredito que terá que ter muita habilidade para isso, pois é natural o cavalheiro ficar constrangido apenas pelo simples fato de ter sido recusado. Na minha opinião, a dama deve recusar apenas em casos extremos como o cavalheiro já tê-la faltado com o respeito em outro momento, por exemplo.

    Enfim, é o que penso… e ensino.

  • Rafael

    Só não concordo com a 11ª lição. Acredito que para ser um cavalheiro você não possa ser desagradável demonstrando para a dama que não gostou de dançar com ela, por isso leva-la-á de volta à mesa após a 1ª música. Sendo assim, acredito que cavalheiros de verdade deveriam dançar a 2ª música obrigatoriamente (afinal 1 música a mais não vai fazer mal a ninguém) justamente para cumprir com seu papel (satisfazer a dama) independente de que tipo de dama está com ele!

    Com relação à lição n° 3, acredito que a dama também possa ser delicada SEMPRE aceitando a dança nem que seja apenas por educação. “A dama pode recusar a dança desde que seja simpática e não constranja o cavalheiro…” Acredito que terá que ter muita habilidade para isso, pois é natural o cavalheiro ficar constrangido apenas pelo simples fato de ter sido recusado. Na minha opinião, a dama deve recusar apenas em casos extremos como o cavalheiro já tê-la faltado com o respeito em outro momento, por exemplo.

    Enfim, é o que penso… e ensino.

  • Rafael

    Só não concordo com a 11ª lição. Acredito que para ser um cavalheiro você não possa ser desagradável demonstrando para a dama que não gostou de dançar com ela, por isso leva-la-á de volta à mesa após a 1ª música. Sendo assim, acredito que cavalheiros de verdade deveriam dançar a 2ª música obrigatoriamente (afinal 1 música a mais não vai fazer mal a ninguém) justamente para cumprir com seu papel (satisfazer a dama) independente de que tipo de dama está com ele!

    Com relação à lição n° 3, acredito que a dama também possa ser delicada SEMPRE aceitando a dança nem que seja apenas por educação. “A dama pode recusar a dança desde que seja simpática e não constranja o cavalheiro…” Acredito que terá que ter muita habilidade para isso, pois é natural o cavalheiro ficar constrangido apenas pelo simples fato de ter sido recusado. Na minha opinião, a dama deve recusar apenas em casos extremos como o cavalheiro já tê-la faltado com o respeito em outro momento, por exemplo.

    Enfim, é o que penso… e ensino.

  • Louise

    Adorei o texto! Muito bom, Carol! Espero que você escreva mais aqui

    Ao lê-lo pensei logo em relacionamentos. É bem essa a dinâmica.

    “Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.”
    Esse trecho do seu comentário, Carol, me identifiquei muito, pois quando comecei a fazer dança de salão eu (e o professor também) penei muito pra aprender a me deixar ser conduzida. Já tinha feito outras danças antes (dança do ventre e street dance), mas a interação com as outras pessoas que dançam com você é um pouco diferente, acho que mais como uma amizade, tem o companheirismo e harmonia com o outro, mas cada um tem o seu próprio papel na coreografia em algum momento.

    Na dança de salão, apesar de serem dois corpos, não funciona se eles não fluírem como um só. Demorei pra entender e conseguir reproduzir que ao obedecer o movimento eu não estaria sendo menos livre ou menos independente, pelo contrário, quando você confia no outro, se diverte mais e sabe que tem um apoio para ir cada vez mais longe, não importa aonde exatamente, às vezes só reparava na sensação gostosa do ar se deslocando com o movimento da dança. =)

    Ah, ainda convenço meu namorado de voltar a dançar comigo. ;D Faz uns anos que parei com as aulas de dança de salão, ia ser muito melhor tendo ele agora pra dançar comigo. =)

  • Louise

    Adorei o texto! Muito bom, Carol! Espero que você escreva mais aqui

    Ao lê-lo pensei logo em relacionamentos. É bem essa a dinâmica.

    “Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.”
    Esse trecho do seu comentário, Carol, me identifiquei muito, pois quando comecei a fazer dança de salão eu (e o professor também) penei muito pra aprender a me deixar ser conduzida. Já tinha feito outras danças antes (dança do ventre e street dance), mas a interação com as outras pessoas que dançam com você é um pouco diferente, acho que mais como uma amizade, tem o companheirismo e harmonia com o outro, mas cada um tem o seu próprio papel na coreografia em algum momento.

    Na dança de salão, apesar de serem dois corpos, não funciona se eles não fluírem como um só. Demorei pra entender e conseguir reproduzir que ao obedecer o movimento eu não estaria sendo menos livre ou menos independente, pelo contrário, quando você confia no outro, se diverte mais e sabe que tem um apoio para ir cada vez mais longe, não importa aonde exatamente, às vezes só reparava na sensação gostosa do ar se deslocando com o movimento da dança. =)

    Ah, ainda convenço meu namorado de voltar a dançar comigo. ;D Faz uns anos que parei com as aulas de dança de salão, ia ser muito melhor tendo ele agora pra dançar comigo. =)

  • Louise

    Adorei o texto! Muito bom, Carol! Espero que você escreva mais aqui

    Ao lê-lo pensei logo em relacionamentos. É bem essa a dinâmica.

    “Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.”
    Esse trecho do seu comentário, Carol, me identifiquei muito, pois quando comecei a fazer dança de salão eu (e o professor também) penei muito pra aprender a me deixar ser conduzida. Já tinha feito outras danças antes (dança do ventre e street dance), mas a interação com as outras pessoas que dançam com você é um pouco diferente, acho que mais como uma amizade, tem o companheirismo e harmonia com o outro, mas cada um tem o seu próprio papel na coreografia em algum momento.

    Na dança de salão, apesar de serem dois corpos, não funciona se eles não fluírem como um só. Demorei pra entender e conseguir reproduzir que ao obedecer o movimento eu não estaria sendo menos livre ou menos independente, pelo contrário, quando você confia no outro, se diverte mais e sabe que tem um apoio para ir cada vez mais longe, não importa aonde exatamente, às vezes só reparava na sensação gostosa do ar se deslocando com o movimento da dança. =)

    Ah, ainda convenço meu namorado de voltar a dançar comigo. ;D Faz uns anos que parei com as aulas de dança de salão, ia ser muito melhor tendo ele agora pra dançar comigo. =)

  • Louise

    Adorei o texto! Muito bom, Carol! Espero que você escreva mais aqui

    Ao lê-lo pensei logo em relacionamentos. É bem essa a dinâmica.

    “Pode-se perder muita coisa recusando-se ser surpreendido na vida só para bancar o independente.”
    Esse trecho do seu comentário, Carol, me identifiquei muito, pois quando comecei a fazer dança de salão eu (e o professor também) penei muito pra aprender a me deixar ser conduzida. Já tinha feito outras danças antes (dança do ventre e street dance), mas a interação com as outras pessoas que dançam com você é um pouco diferente, acho que mais como uma amizade, tem o companheirismo e harmonia com o outro, mas cada um tem o seu próprio papel na coreografia em algum momento.

    Na dança de salão, apesar de serem dois corpos, não funciona se eles não fluírem como um só. Demorei pra entender e conseguir reproduzir que ao obedecer o movimento eu não estaria sendo menos livre ou menos independente, pelo contrário, quando você confia no outro, se diverte mais e sabe que tem um apoio para ir cada vez mais longe, não importa aonde exatamente, às vezes só reparava na sensação gostosa do ar se deslocando com o movimento da dança. =)

    Ah, ainda convenço meu namorado de voltar a dançar comigo. ;D Faz uns anos que parei com as aulas de dança de salão, ia ser muito melhor tendo ele agora pra dançar comigo. =)

  • Narcelio

    Muito bom,
    perfeito e pode ser lido umas 10 vezes até se tornar um Mantra!
    Parabéns Carol!

    @Gustavo Gitti // @ Carol pin up….

    Bem que os responsáveis pelo sistema publico de educação poderiam ouvir vocês! E então talvez daqui a uns 10 anos o Brasil estivesse em outro patamar! e com menos Homens mimados!

  • Narcelio

    Muito bom,
    perfeito e pode ser lido umas 10 vezes até se tornar um Mantra!
    Parabéns Carol!

    @Gustavo Gitti // @ Carol pin up….

    Bem que os responsáveis pelo sistema publico de educação poderiam ouvir vocês! E então talvez daqui a uns 10 anos o Brasil estivesse em outro patamar! e com menos Homens mimados!

  • Narcelio

    Muito bom,
    perfeito e pode ser lido umas 10 vezes até se tornar um Mantra!
    Parabéns Carol!

    @Gustavo Gitti // @ Carol pin up….

    Bem que os responsáveis pelo sistema publico de educação poderiam ouvir vocês! E então talvez daqui a uns 10 anos o Brasil estivesse em outro patamar! e com menos Homens mimados!

  • Narcelio

    Muito bom,
    perfeito e pode ser lido umas 10 vezes até se tornar um Mantra!
    Parabéns Carol!

    @Gustavo Gitti // @ Carol pin up….

    Bem que os responsáveis pelo sistema publico de educação poderiam ouvir vocês! E então talvez daqui a uns 10 anos o Brasil estivesse em outro patamar! e com menos Homens mimados!

  • Ana Borges

    Carol,
    sou eu, filha da Wal.
    Ameiiii….é exatamente o que estávamos conversando.
    É uma metáfora do relacionamento.
    Bj grande!

  • Ana Borges

    Carol,
    sou eu, filha da Wal.
    Ameiiii….é exatamente o que estávamos conversando.
    É uma metáfora do relacionamento.
    Bj grande!

  • Ana Borges

    Carol,
    sou eu, filha da Wal.
    Ameiiii….é exatamente o que estávamos conversando.
    É uma metáfora do relacionamento.
    Bj grande!

  • Ana Borges

    Carol,
    sou eu, filha da Wal.
    Ameiiii….é exatamente o que estávamos conversando.
    É uma metáfora do relacionamento.
    Bj grande!

  • http://www.linguainquieta.blogspot.com/ Natacha Orestes

    Um show de metáforas. A dança composta por pares opostos e complementarem, feminino e masculino afinados e sintonizados. Praticamente uma etiqueta de relacionamento. Heheh

  • http://www.linguainquieta.blogspot.com/ Natacha Orestes

    Um show de metáforas. A dança composta por pares opostos e complementarem, feminino e masculino afinados e sintonizados. Praticamente uma etiqueta de relacionamento. Heheh

  • http://www.linguainquieta.blogspot.com/ Natacha Orestes

    Um show de metáforas. A dança composta por pares opostos e complementarem, feminino e masculino afinados e sintonizados. Praticamente uma etiqueta de relacionamento. Heheh

  • http://www.linguainquieta.blogspot.com Natacha Orestes

    Um show de metáforas. A dança composta por pares opostos e complementarem, feminino e masculino afinados e sintonizados. Praticamente uma etiqueta de relacionamento. Heheh

  • Roseane

    Carol, parabéns pelo artigo!
    Não sabia que existia “intuição” nesta dança!
    Ou seja, leitura corporal.
    Muito bom!!

  • Roseane

    Carol, parabéns pelo artigo!
    Não sabia que existia “intuição” nesta dança!
    Ou seja, leitura corporal.
    Muito bom!!

  • Madhurii

    Nostalgia!Sensações boas, foi a isso que me remeteu esse texto. A sutilidade da linguagem do corpo, na dança. O corpo pede,o corpo aceita, corpo recusa, corpo interpreta, corpo responde, e seja como for: dança, na nossa famosa dança da vida. Agora já podemos contar com um “estatuto” que faz os corpos fluírem e comunicarem… se unem em nossas danças….a dança entre homens e mulheres, que dançam na vida!

  • Henrique BG

    A primeira vez que passei o olho pelo texto confesso que não me interessei muito, apesar de dançar.
    Particularmente não gosto de “regras” de comportamento ou coisas do tipo, e quando cheguei na 11ª fiquei levemente interessado.

    Mas quando li a Nota do Editor e revi o texto já salvei nos meus favoritos.
    É impressionante como a última linha muda todo o sentido do texto hehe

  • henriquebg

    A primeira vez que passei o olho pelo texto confesso que não me interessei muito, apesar de dançar.
    Particularmente não gosto de “regras” de comportamento ou coisas do tipo, e quando cheguei na 11ª fiquei levemente interessado.

    Mas quando li a Nota do Editor e revi o texto já salvei nos meus favoritos.
    É impressionante como a última linha muda todo o sentido do texto hehe

  • http://www.marceloquirino.com Marcelo Quirino

    Que texto! Um aprendizado assim da dança é a compilação das aulas de psico na UFRJ….

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