O boquete que ninguém vê

Gustavo Gitti

por
em às | Artigos e ensaios, Mecenas, Melhor do PdH, Sexo


Por uma janela, é possível flagrar aqueles domiciliares ou até automobilísticos. Mas há outros boquetes que, de tão escancarados e explícitos, se tornam invisíveis.

Usar tal metáfora para olhar os relacionamentos pode parecer algo exagerado, forçado, descabido. Concordo. Seria curioso, porém, se justamente um do atos mais deliciosos escondesse alguma espécie de sabedoria, se acontecesse sob a mesma dinâmica que movimenta o casal em outros momentos.

Para o homem, talvez seja difícil admitir que, mesmo com um histórico impecável de ereção 100%, ele provavelmente brochou várias vezes diante de sua parceira. Ou ejaculou precocemente em alguma situação, fora da cama, como um menino ansioso ou irritado.

Para a mulher, diante do paralelo estranho entre chupar e todos os outros verbos da vida amorosa, o desafio está em não restringir o ato ao seu aspecto de entrega, em lembrar de seus movimentos, autônomos, livres – nada submissos – e confessar sua própria sensação de poder, de prazer.

Descabido ou não, é com essa cena do boquete que vamos olhar para as relações. Começo com o homem, depois falo da mulher, do casal meia-bomba e da dinâmica lúdica dos relacionamentos.

Por fim, claro, tem prêmio pra vocês, leitores PdH.

Bar de speed date: perfeito para observar quais tipos de boquetes acontecem publicamente por aí.

Imobilidade e vigor

“O pau é preciso, insistente (como um sedutor profissional), imóvel, impetuoso, paciente: quando quer algo, faz de tudo pra conseguir, continua, continua, continua, até chegar em seu objetivo. Seus donos poderiam ser assim, não?”
[Trecho de "Como trair sua mulher... com ela mesma"]

Dizem que o homem pensa muito com a cabeça de baixo. Discordo. Afirmações assim surgem de uma visão muito limitada do sexo e do próprio corpo. Debates com sexólogos, explicações médicas, descrições fisiológicas nos fizeram achar que um pau é apenas o pênis, esse aí da Wikipedia. Ora, o pau encabeça um projeto assombroso: penetra, insemina, inicia uma vida nova, praticamente do nada.

O mundo seria outro se os homens pensassem mais com esse órgão misterioso, se usassem mais essa energia capaz de criar vidas.

No homem, o que torna possível um boquete (já estamos falando além do sexo, ok?) são duas qualidades que se enriquecem mutuamente. Imobilidade e vigor, estabilidade e vivacidade, repouso e presença são alguns nomes para isso de ficar parado e vivo. Parado em torpor, apático, não serve. Vivo, mas com tique nervoso, mexendo os pés sem parar, roendo unha… também não serve.

O fluxo incessante – de sangue, no boquete; de respiração e energia, no resto da vida – nos estabiliza. É como se a imobilidade fosse sustentada por um movimento frenético, ou como se os movimentos tivessem um fundo imperturbável. De qualquer forma, essa dinâmica precisa estar presente quando uma mulher nos chupa ou quando ela nos conta que está indo embora com outro. Caso contrário, o corpo entra em colapso, seja por falta de energia vital ou por movimentos caóticos.

Brochada e ejaculação precoce, os dois extremos do sofrimento masculino. Na cama e na vida.

Se você não tem uma boa base, ela não consegue fazer muita coisa ao seu redor.

Dança e radiância

As qualidades de vigor e imobilidade também estão presentes na mulher; não são propriedade masculina. No entanto, na mulher às vezes elas assumem outras formas. A estabilidade se dá por uma espécie de dança, enquanto o vigor se mostra mais para além da pele, como um tipo especial de brilho. O homem fica parado, a mulher se move. Lembrando que, assim como não faz sentido falar que o homem está passivo, não tem por que enxergarmos submissão cega ou dependência na expressão feminina.

Boca, língua, dentes, mãos, peitos, unhas, cabelo, pés… Sugando, tocando, chupando, arranhando, mordiscando, lambendo, esfregando, batendo… As possibilidades de toque são quase infinitas, mas nada se compara às possibilidades do movimento feminino na vida amorosa: enfrentar, provocar, reclamar, gritar, chorar, sorrir de lado, brincar, amar, sofrer, bater, beliscar, imaginar, sonhar, questionar, desconfiar, planejar.

É claro que os homens fazem tudo igualzinho, porém as mulheres possuem uma capacidade especial para incorporar e expressar a vida. Não é por acaso que são elas as responsáveis por gerá-la – nós ficamos com a parte fácil.

No sexo, o prazer está mais evidente em cada curva, gemido e expressão. A mente está mais envolvida em alguma fantasia às vezes indizível, as expressões se alternam mais, o cheiro, os cílios… O toque e o significado do toque chegam juntos na pele feminina, inseparáveis.

Fora da cama, nenhum homem consegue superar suas mil outras microexpressões, jeitos infinitos de mexer no cabelo, de cruzar as pernas ou de dizer o quanto você é um imbecil.

A mulher, na cama e na vida, dança muito mais do que o homem. E brilha, irradia, revela, expressa muito mais prazer.

"Amor, eu já fiz umas 9 expressões aqui e você continua com a mesma cara."

O homem meia-bomba e a mulher meia-boca

“Ela é areia demais para meu caminhão”. Se o homem não consegue aguentar meia hora de um boquete perfeito, não tem a menor chance com sua mulher na vida em geral, especialmente se ela for independente, solta, livre, inteligente. E não estamos falando em alguma forma de disputa, mas em receber o que o outro nos oferece, em ter espaço para que ele não ofereça menos, não seja menos do que pode e quer ser conosco.

Muitas vezes o homem que não aguenta acaba buscando uma mulher menos exigente, menos livre, menos solta. Por não saber lidar com tanta energia, prefere menos. Troca um boquete perfeito por um meia-boca. Mais seguro, mais garantido, mais confortável. Ele usa o controle para enfrentar sua ansiedade, sem saber que está reprimindo e cortando sua própria energia, ou melhor, a energia da relação como um todo, incluindo a potência feminina, o desejo, a boca, a língua de sua mulher.

Do mesmo modo, uma mulher sem tanto brilho, sem tantos movimentos em sua dança, acaba escolhendo um parceiro mais facilmente perturbável, não tão imóvel assim, sem tanto vigor. Um pau meia-bomba. Ou um pau de menino, duro e frágil, no limite da ejaculação.

Se ainda não ficou claro, estamos falando da cabeça de cima, da mente mesmo. Assim como é mais fácil para um homem segurar um boquete rápido e mal feito, é mais confortável fazer um cara gozar (se apaixonar?) com pouco, sem precisar explorar, dançar, pirar, se expressar tanto.

Ambos perdem quando quem conduz a relação é a ansiedade, o controle, a ausência, o medo, o pé atrás, a hesitação.

"Oi, como eu aviso o seu dono que mudei de ideia?" | Arte do genial Arthur de Pins

Mútua estimulação para o crescimento… do casal.

O homem que supera a ansiedade sem precisar de controle – apenas por uma espécie de relaxamento, de repouso em uma natureza imperturbável anterior ao espiralar da vida – aumenta o espaço para que sua mulher dance cada vez com mais energia. Não apenas ao seu redor, mas na vida inteira, em todas as outras relações. Quanto mais estável e presente ele for, mais ela se soltará em todas as suas manifestações positivas, de elegância, inteligência, luminosidade, felicidade.

E a mulher que se entrega aos prazeres sensoriais e ao fluir da vida (nas artes, na natureza, em seu próprio corpo) certamente provocará um aprofundamento em seu parceiro. Quanto mais solta ela for, mais imóvel ele terá de ser. Quanto mais energia ela oferecer, mais ele terá de respirar, incorporar, sustentar, aguentar o tranco.

David Deida, apesar de romantizar demais, descreve esse processo pelo qual o encantamento feminino aumenta a profundidade e presença do olhar masculino:

“Your artful offering of love’s yearning evokes you man’s depth. The persistence of your heart’s light evokes the stability of his presence. Your graceful dance – simply the way you walk, move your fingers, and turn your head – can evoke his attention and awe.”

Tradução livre sem tanto romantismo: “O oferecimento de seu anseio por amor evoca a profundidade de seu homem. A persistência de seu coração ativa a estabilidade da presença dele. Sua dança graciosa – apenas o jeito que você caminha, move os dedos e vira a cabeça – pode chamar a atenção e o deslumbramento dele.”

Ao se exibir e dançar, a mulher ensina o homem a viver de olhos bem abertos. Por outro lado, ao se manter presente, o homem ajuda a mulher a avançar, arriscar, criar e se expressar ainda mais, sem medo.

Qual o obstáculo para esse crescimento? Medo de perder o outro. O homem, no fundo, não quer ver sua mulher totalmente livre: “E se ela decidir seguir a vida longe de mim?”. A mulher teme o avanço masculino: “E se ele se tornar tão estável que nem eu mesmo consiga perturbá-lo, fisgá-lo, seduzi-lo, satisfazê-lo?”.

Todo mundo tem tara por algema. E, não, não estou falando de sexo.

Eis o paradoxo do boquete e do relacionamento: ela deve estimulá-lo, mas não muito, não a ponto de fazê-lo gozar logo de cara; ele tem de crescer e se manter, mas não muito, não a ponto de nunca ejacular, de não ceder. O crescimento do casal, ironicamente, se dá por uma série de freios, limitações, cortes, “quases”, já que o movimento de estimulação, crescimento, é o mesmo que eventualmente interrompe, faz o outro cair. No tango, no boquete, na vida, tudo igual. Não é por acaso que a fronteira entre beneficiar e prejudicar o outro é tão sutil.

Um só sabor

Quando se materializa, o casal percebe que sua relação inteira é como esse boquete agora em ação. Não porque ela está no papel de chupar e ele de ficar olhando com cara de bobo, nada disso, mas porque o boquete é a expressão perfeita da dança entre imobilidade e movimento. Não exatamente imobilidade do homem e movimento da mulher, pois ambos acessam igualmente tais qualidades, mas imobilidade e movimento do casal mesmo, como representantes de um mistério impessoal.

O boquete, então, revela sua qualidade lúdica. A mulher não precisa se ajoelhar, o homem não precisa arriar as calças, mas ela desce e ele se oferece por pura brincadeira, pelo desejo de explorar com o corpo inteiro aquela dinâmica que já existia enquanto conversavam há alguns minutos.

E pode observar: ambos desempenham seus papeis com uma certa cara de criança, sem entender direito o que está acontecendo, de onde vem, para onde vai o tesão. O boquete mostra como somos vulneráveis, expostos, despreparados, ignorantes diante da vida que se impõe dentro e fora de nós.

A língua e o pau. O beijo que acontece logo depois. Um só sabor. Inseparável, circular, recursivo. Quem contribui com o que na relação? Quem é superior? Quem manda em quem? Qual o gosto de cada um? Nenhuma pergunta faz sentido. Um só sabor é como eles experimentam todos os sabores do mundo.

Oferecimento: Prudence (com sorteio!)

Se você não vê conexão alguma entre um boquete e o relacionamento como um todo, pode pedir para uma mulher que o ajude nessa percepção e prolongue o ato para lhe dar tempo de analisar profundamente o assunto. ;-)

Deixo minha autorização para o sedutor profissional que quiser enviar o link desse texto para uma mulher: “O que acha? Concorda? Pensei em discutirmos isso hoje à noite”.

Uma ótima opção para esse experimento mais casual é a nova linha de camisinhas Prudence – Cores e Sabores, com sabor, cor e aroma de verdade, diferente das outras do tipo. Morango, tutti-frutti, uva, chocolate e hortelã, todas sem aquele cheiro de látex.

Já testaram a nova linha? As mulheres aprovaram?

Como concorrer ao kit Prudence – Cores e Sabores

Ano passado convocamos a galera para o cargo de testador oficial de camisinhas (“Sem tirar: como emendar quase todas as posições sexuais”, lembram?). Hoje não tem concurso algum.

Basta escrever um comentário sobre algum tema do texto acima (não vale comentário sem conteúdo) para concorrer a um kit com todos os sabores da nova linha de camisinhas da Prudence.

Na segunda-feira, dia 23, vamos sortear via random.org. Boa sorte. Abraços!

Mecenas PdH: Você leu um texto apoiado por uma empresa. Conheça nossa política de transparência e conteúdo livre de amarras.
Gustavo Gitti

Professor de TaKeTiNa, autor do Não2Não1, colunista da revista Vida Simples e coordenador do lugar. Interessado na transformação pelo ritmo e pelo silêncio. No Twitter, no Instagram e no Facebook. Seu site: www.gustavogitti.com


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  • @tudoquecabeaqui

    Não só no sexo, não só no relacionamento: em toda as dinâmicas da vida o equilibrio caminha junto com o ‘sucesso’ [ou pelo menos com a sensação de isso está fazendo mais bem do que mal].
    Mas a entropia – grande deusa das coisas, na verdade – rege o timming do desequilibrio e permanecemos cegos ou inconscientes destes movimentos. Entre performances péssimas ou cinematográficas, sem provar o bom que está ‘entre’ [que quando descobrimos, passamos a sentir muito mais tudo].

  • Hpaulos

    Parabens! Interessantissimo o texto, a maneira como trata o ato e a emoção mesclando-se e confundindo-se entre prazer fisico e realização emocional.
    O cheiro, o toque e a sensação, confundem-se com o prazer da antencipação do ato, o deleite de imaginar e de aguardar…
    A mesma boca proporcionando diferentes boquetes…

  • http://www.lucianaperdigao.com Luciana

    Depois de quase 10 anos de casada estou precisando de dar um SABORES novos para minha relação. Quero testar TODAS! :)

  • Miqueiasff

    Conheci o PapoDeHomem por acaso e não parei mais! Um ótimo site. Matérias como a que acabei de ler “O boquete que ninguem vê” fazem a diferença! Muito bom.
    Mas tendo foco no assunto aqui… mas vamos ser francos… nada melhor q um boquete bem aplicado! rsrsrs… é loucura! rsrsrs… mas sem dúvida, para ela conseguir dar ‘o melhor dela” nos temos que incentivar a garota a isso! Mostrar que estamos gostando…

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    Bárbaro esse, Gitti!

    Feliz do homem que conseguir entender que na mobilidade feminina está sua maior beleza! E que a base, quando firme, estável, é para onde sempre volta o encantamento feminino.

    É engraçado perceber como quando a insegurança move o casal, seja do lado dele, seja do lado dela, seja de ambos, a dança desanda! Algo que a gente percebe claramente em uma dança (agora literalmente falando) como o tango, justamente pela importância da sustentação masculina e da graça da mobilidade feminina, é muito difícil para os casais organizarem na vida real.

    E é justamente a insegurança masculina que, talvez pela cultura machista que temos, é a mais difícil de explorar. O homem não se vê como inseguro, mas como defendendo seus “direitos de macho alfa”. e nisso, perde o melhor da sua mulher: a mobilidade que a torna viva!

    “Quanto mais solta ela for, mais imóvel ele terá de ser. Quanto mais energia ela oferecer, mais ele terá de respirar, incorporar, sustentar, aguentar o tranco.” Sublime!

    Porque a mulher não quer um metrossexual, não quer um homem moderninho e estiloso, não quer um machão bonitão ou um homem rico e bem sucedido. Ela quer alguém que SEGURE O TRANCO, que saiba quem ele é e que a permita explorar o máximo que ela pode se tornar.

    Este vai na veia, Gitti. Adorei!

    Beijos

  • Jonathan

    Mais uma vez adorei o texto do Gitti. Embora, não sei se com 21 anos poderei compreender tudo que esse sábio quis transmitir.

  • Jonathan

    Mais uma vez adorei o texto do Gitti. Embora, não sei se com 21 anos poderei compreender tudo que esse sábio quis transmitir.

  • Angelica

    Quer uma relação com mais praser, mais sabor Use prudence POis vc sempre vai querer bis…..

  • Angelica

    Quer uma relação com mais praser, mais sabor Use prudence POis vc sempre vai querer bis…..

  • Jackson2009spfc

    Parabéns pelo texto e pelo paralelo perfeito traçado com a vida em geral, lendo o texto percebi o que pode ter sido uma das causas do meu relacionamento não ter dado certo, o sexo pra mim é algo infinito entre duas pessoas e ela não compreendia isso, pois queria o dominio da relação em geral e em matéria de sexo o dominio é ambiguo e indefinivel.

  • Jackson2009spfc

    Parabéns pelo texto e pelo paralelo perfeito traçado com a vida em geral, lendo o texto percebi o que pode ter sido uma das causas do meu relacionamento não ter dado certo, o sexo pra mim é algo infinito entre duas pessoas e ela não compreendia isso, pois queria o dominio da relação em geral e em matéria de sexo o dominio é ambiguo e indefinivel.

  • MauTk

    Não tem nada melhor do que relaxar, exercitar o auto controle, e aproveitar ao máximo os momentos de prazer com a parceira.
    Com o tempo, esse auto controle (a troca do resultado efêmero e imediato pelo prolongamento das sensações boas) acaba se tornando uma característica do indivíduo para todos os aspectos da sua vida, não somente sexuais, e aí sim a recompensa é incalculável.

  • MauTk

    Não tem nada melhor do que relaxar, exercitar o auto controle, e aproveitar ao máximo os momentos de prazer com a parceira.
    Com o tempo, esse auto controle (a troca do resultado efêmero e imediato pelo prolongamento das sensações boas) acaba se tornando uma característica do indivíduo para todos os aspectos da sua vida, não somente sexuais, e aí sim a recompensa é incalculável.

  • Elson

    Concordo, vai muito mais além de apenas um ato!

  • Elson

    Concordo, vai muito mais além de apenas um ato!

  • http://twitter.com/frcronos Fabio Rossi

    Comentário tosco: Quanta fantasia em cima de um simples boquete!

    Comentário complexo: Excelente analogia.

    Pra mim é isso que um relacionamento tem de melhor. A simplicidade e a complexidade alternadas sem regras e sem muito contexto. Sem muito sentido. Tem dias que estamos a ponto de explodir, tensos e rígidos querendo que tudo se acabe o quanto antes, pois não aguentamos mais. Assim como tem dias que tudo está sem graça, insosso, sem inspiração. Mas isso não chega a nos incomodar, porque sabemos que faz parte. E mais uma vez, não estamos falando de sexo.

  • http://twitter.com/frcronos Fabio Rossi

    Comentário tosco: Quanta fantasia em cima de um simples boquete!

    Comentário complexo: Excelente analogia.

    Pra mim é isso que um relacionamento tem de melhor. A simplicidade e a complexidade alternadas sem regras e sem muito contexto. Sem muito sentido. Tem dias que estamos a ponto de explodir, tensos e rígidos querendo que tudo se acabe o quanto antes, pois não aguentamos mais. Assim como tem dias que tudo está sem graça, insosso, sem inspiração. Mas isso não chega a nos incomodar, porque sabemos que faz parte. E mais uma vez, não estamos falando de sexo.

  • David Rodrigues

    Ah! O Boquete. Gengis Khan já sabia! E por quê? Em suas táticas de guerra ele deixava isso bem claro. Seu exército era disciplinado, temido e impetuoso. Qualidades que ele admirava e buscava em suas amantes pelo mundo. Creio que ele tirava lições de combate, analisando os atributos íntimos de suas conquistas.
    Outros conquistadores, os troianos, persas, romanos… Todos já sabiam o que o homem moderno agora descobriu. Que o Boquete é a fórmula mágica! É com ele, mas não só com ele que, o homem enfrenta exércitos, conquista terreno, expande fronteiras.
    Como se uma boa trepada não nos deixassem assim também, mas e se você não tem aquele tempo ou motivação para proporcionar a sua parceira e a si mesmo uma trepada homérica? (tirei isso do Dr. Love). Ou que estivesse, sei lá, precisando de outra forma de estimulo? Hein?
    O imperador Nero. Dizem que tacou fogo em Roma só pra reconstruí-la ao seu gosto. Mas o que não dizem é que ele também tacou fogo na sua amante preferida, pois essa perdeu a qualidade que ele mais apreciava. A que o deixava tranquilo, pronto para mais conquistas; essa perdeu o MOJO. A arte de proporcionar um belo Boquete. Um Boquete a lá Gladiator, épico, digno de um AH! Seguido de HUM! Um Boquete disciplinado, temido e impetuoso que, antecede aquele silêncio congelante, quebrado somente por um estalo de um beijo igualmente prazeroso.
    Um Boquete bem feito nos enche de confiança e auto-estima, deixa-nos preparados e armados, mas também pode nos enlouquecer quando realizado por uma parceira meia-boca!

  • David Rodrigues

    Ah! O Boquete. Gengis Khan já sabia! E por quê? Em suas táticas de guerra ele deixava isso bem claro. Seu exército era disciplinado, temido e impetuoso. Qualidades que ele admirava e buscava em suas amantes pelo mundo. Creio que ele tirava lições de combate, analisando os atributos íntimos de suas conquistas.
    Outros conquistadores, os troianos, persas, romanos… Todos já sabiam o que o homem moderno agora descobriu. Que o Boquete é a fórmula mágica! É com ele, mas não só com ele que, o homem enfrenta exércitos, conquista terreno, expande fronteiras.
    Como se uma boa trepada não nos deixassem assim também, mas e se você não tem aquele tempo ou motivação para proporcionar a sua parceira e a si mesmo uma trepada homérica? (tirei isso do Dr. Love). Ou que estivesse, sei lá, precisando de outra forma de estimulo? Hein?
    O imperador Nero. Dizem que tacou fogo em Roma só pra reconstruí-la ao seu gosto. Mas o que não dizem é que ele também tacou fogo na sua amante preferida, pois essa perdeu a qualidade que ele mais apreciava. A que o deixava tranquilo, pronto para mais conquistas; essa perdeu o MOJO. A arte de proporcionar um belo Boquete. Um Boquete a lá Gladiator, épico, digno de um AH! Seguido de HUM! Um Boquete disciplinado, temido e impetuoso que, antecede aquele silêncio congelante, quebrado somente por um estalo de um beijo igualmente prazeroso.
    Um Boquete bem feito nos enche de confiança e auto-estima, deixa-nos preparados e armados, mas também pode nos enlouquecer quando realizado por uma parceira meia-boca!

  • L.M

    Adorei o texto, acho que realmente tem a ver, principalmente qdo vc fala do homem meia-bomba e da mulher meia-boca, acontece exatamente dessa maneira. Com relação à mútua estimulação para o crescimento do casal, vivo falando isso pra o meu namorado, até pq todas as vezes sou eu quem estimulo e nunca sou estimulada em todos os sentidos do nosso relacionamento e vou te dizer: cansa, sem falar que não me sinto amada, apesar de ele viver falando q me ama, mas não faz nada para demonstrar isso…mto bom mesmo, vou mandar o link pra ele…ahh adorei o site tbm…abraço!!!

  • L.M

    Adorei o texto, acho que realmente tem a ver, principalmente qdo vc fala do homem meia-bomba e da mulher meia-boca, acontece exatamente dessa maneira. Com relação à mútua estimulação para o crescimento do casal, vivo falando isso pra o meu namorado, até pq todas as vezes sou eu quem estimulo e nunca sou estimulada em todos os sentidos do nosso relacionamento e vou te dizer: cansa, sem falar que não me sinto amada, apesar de ele viver falando q me ama, mas não faz nada para demonstrar isso…mto bom mesmo, vou mandar o link pra ele…ahh adorei o site tbm…abraço!!!

  • Anônimo

    bom… muito bom… mas não tem jeito… penso muita sacanagem quando leio sobre esse tema….

  • Anônimo

    bom… muito bom… mas não tem jeito… penso muita sacanagem quando leio sobre esse tema….

  • http://twitter.com/AlviMiranda Alvi Miranda

    “…especialmente se ela for independente, solta, livre, inteligente.”

    As vezes os homens se assustam quando encontram uma garota/mulher com tanta volúpia e adora brincar com o corpo masculino….

    =/

  • http://twitter.com/AlviMiranda Alvi Miranda

    “…especialmente se ela for independente, solta, livre, inteligente.”

    As vezes os homens se assustam quando encontram uma garota/mulher com tanta volúpia e adora brincar com o corpo masculino….

    =/

  • Gabriel

    Muito interessante essa comparação… nunca havia parado para pensar sob essa perspectiva.
    Achei muito pertinente (e me identifiquei bastante) com a seguinte passagem: “Qual o obstáculo para esse crescimento? Medo de perder o outro. O homem, no fundo, não quer ver sua mulher totalmente livre: “E se ela decidir seguir a vida longe de mim?”. A mulher teme o avanço masculino: “E se ele se tornar tão estável que nem eu mesmo consiga perturbá-lo, fisgá-lo, seduzi-lo, satisfazê-lo?”.”
    Impressionante como a insegurança pode prejudicar um relacionamento… de um boquete à relação como um todo!

  • Gabriel

    Muito interessante essa comparação… nunca havia parado para pensar sob essa perspectiva.
    Achei muito pertinente (e me identifiquei bastante) com a seguinte passagem: “Qual o obstáculo para esse crescimento? Medo de perder o outro. O homem, no fundo, não quer ver sua mulher totalmente livre: “E se ela decidir seguir a vida longe de mim?”. A mulher teme o avanço masculino: “E se ele se tornar tão estável que nem eu mesmo consiga perturbá-lo, fisgá-lo, seduzi-lo, satisfazê-lo?”.”
    Impressionante como a insegurança pode prejudicar um relacionamento… de um boquete à relação como um todo!

  • Gladsonduarte

    Muito Interessante o texto. Uma vez eu me acomodei com a minha namorada da época e perdi uma baita de uma mulher.. é a história do boquete meia boca, do medo de arriscar.
    Se você nunca tentar, você nunca vai saber! Parabéns fera!

  • Gladsonduarte

    Muito Interessante o texto. Uma vez eu me acomodei com a minha namorada da época e perdi uma baita de uma mulher.. é a história do boquete meia boca, do medo de arriscar.
    Se você nunca tentar, você nunca vai saber! Parabéns fera!

  • Anônimo

    Realmente, essa relação usada no texto tem tudo a ver entre o homem e a mulher.

  • Anônimo

    Realmente, essa relação usada no texto tem tudo a ver entre o homem e a mulher.

  • Marco Yaros

    Lúcido e lúdico.
    E, bem lembrado – o gozo sempre acaba com o prazer.

  • Marco Yaros

    Lúcido e lúdico.
    E, bem lembrado – o gozo sempre acaba com o prazer.

  • http://Site Ademir

    Man,
    juro que li pensando que era putaria, mas putz! Muito bom o texto.
    Só tendo um tempo de relacionamento (e entendimento mútuo) acho que dá pra compreender o que você escreveu.
    Concordo com tu, é muito uma questão de confiança e limite. Saber dosar tudo isso, atingir o equilíbrio entre se entregar completamente mas não tão rapidamente.

    Show de bola! Vou continuar acompanhando (e espero que seja sorteado), kkk

    Um abraço!

  • @jehP

    O texto é Magnífico, nunca vi um HOMEM ESCREVER ASSIM. Sinal de que se encaixam esses pensamentos masculinos com os femininos, ou eu penso como homem.

    Acho que não só o boquete, mas todas as ações no sexo, predizem a “dança” de ambos na vida. O boquete, seja em qualquer tipo de relação, é o ápice da relação, em todos os sentidos. Os corpos se encontram como por instinto, daí explica-se a cara de bobo do homem, a cara de “está bom?” da mulher.

    Belíssimo texto! Parabéns!

  • @jehP

    O texto é Magnífico, nunca vi um HOMEM ESCREVER ASSIM. Sinal de que se encaixam esses pensamentos masculinos com os femininos, ou eu penso como homem.

    Acho que não só o boquete, mas todas as ações no sexo, predizem a “dança” de ambos na vida. O boquete, seja em qualquer tipo de relação, é o ápice da relação, em todos os sentidos. Os corpos se encontram como por instinto, daí explica-se a cara de bobo do homem, a cara de “está bom?” da mulher.

    Belíssimo texto! Parabéns!

  • Kiwi

    Que texto do caralho, Gitti!

  • Kiwi

    Que texto do caralho, Gitti!

  • Jefferson sobrinho

    O texto de assunto ”besta” com linguagem arrebatadora, jeito certo de falar, faz do Gustavo o gênio do BOQUETE, pois fala o que os homens e mulheres não têm coragem de dizer, pois sentem e agem.
    O homem de pé a mulher agachada? Como Gustavo diz nem sempre, deitado, sentado. rsrs.
    Esse texto mesmo grande prende o leitor como numa espécie de descobrir uma solução que nem sabemos qual é.!

    Parabéns pelo belo texto besta.!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Fabio, melhor comentário até agora. O tosco.

    É exatamente o comentário que eu faria nesse texto: “Na boa? Você viajou, velho! Um boquete é apenas um boquete”. Aliás, escrevi sobre isso aqui: http://nao2nao1.com.br/por-uma-vida-encarnada-breve-critica-aos-relacionamentos-sem-corpo/

    Pena que isso não é um concurso, senão você já teria levado o Kit da Prudence.

    Abração!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Angelica, isso aqui não é concurso pra criar slogan pra Prudence.

    É pra falarmos de sexo, de relacionamentos, do texto mesmo. ;-)

  • Ramon Távora

    Gustavo,
    eu tenho que te dizer que cada vez mais teus textos fazem mais sentido. Pelos o que eu já li, demonstra uma variação da mesma dinãmica ideal de relacionamento. É como se fossem vários exemplos de um mesmo assunto.
    Acho isso muito legal, pois dificilmente eu teria entendido o que você tenta falar lendo apenas um texto. É um assunto tão subjetivo que precisa de tempo e repetição para ser incorporado na nossa cabeça. Imagine então ser aplicado na nossa vida.
    Conseguir enxergar de forma tão abrangente não é nada confortável, pois estamos sempre passando por uma autocrítica e crítica aos outros.
    Muito difícil de se realizar o proposto do texto, pois o se soltar e se manter firme é uma via de mão dupla, a iniciativa pode ser de um. mas sempre depende do entendimento e aceitação do outro lado.

    Excelente POst!!!

    quando sai o livro do Nao2não1? o do PDH eu já tenho!

  • Ramon Távora

    Gustavo,
    eu tenho que te dizer que cada vez mais teus textos fazem mais sentido. Pelos o que eu já li, demonstra uma variação da mesma dinãmica ideal de relacionamento. É como se fossem vários exemplos de um mesmo assunto.
    Acho isso muito legal, pois dificilmente eu teria entendido o que você tenta falar lendo apenas um texto. É um assunto tão subjetivo que precisa de tempo e repetição para ser incorporado na nossa cabeça. Imagine então ser aplicado na nossa vida.
    Conseguir enxergar de forma tão abrangente não é nada confortável, pois estamos sempre passando por uma autocrítica e crítica aos outros.
    Muito difícil de se realizar o proposto do texto, pois o se soltar e se manter firme é uma via de mão dupla, a iniciativa pode ser de um. mas sempre depende do entendimento e aceitação do outro lado.

    Excelente POst!!!

    quando sai o livro do Nao2não1? o do PDH eu já tenho!

  • @cravo_ecanela

    Gustavo transformou o banalizado e “escandaloso” boquete em um poema, praticamente. É óbvio que uma relação onde o homem prefere não receber ou a mulher prefere não proporcionar, é pura besteira, se ele não faz questão, certamente é pq a mulher não se sente a vontade e por fim não sabe oq está fazendo, gerando assim um momento desconfortável para ambos. É importante, e falo com certeza, estar completamente seguro de si na hora do sexo e confortável com o parceiro, ou então tudo vai sair “meia-boca”, o boquete é um movimento chave, a mulher que o faz bem, ganha seu homem pra sempre, ou não. E quanto a discutir o assunto mais tarde, boa sugestão…
    Parabéns pelo post.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Na veia é sempre bom. Sempre bom.

    Pois é, acho que tem mesmo esses dois extremos EM TODO HOMEM. Vejo isso em mim o tempo todo. Ou o cara exagera no machão repressor macho alfa fodão pintudo ou o cara exagera no moderninho que tira sobrancelha, passa creme de mão, pede licença pra meter e transforma o jantar e a viagem num debate democrático, sem canalhice alguma.

    Por isso acho que o ponto é outro. Não é tentar equilibrar impulsos, de machão e menininho, mas mudar a base completamente, focar em uma postura estável, precisa, lúdica, que aumenta o feminino em vez de diminui-lo ou se identificar com ele pra melhor lidar.

    O fato é que é MUITO complicado lidar com a força do feminino sem reprimi-la ou sem acabar de identificando demais com ela.

    É como uma mulher que dança mais do que você (encontrei várias já): ou você fica querendo cortar as firulas dela, que te atrapalham, ou fica querendo sair da posição de sustentação e partir pra putaria, se mover junto com ela, ceder, descambar. Em ambos os casos a dança se perde. Por isso acho que a maior habilidade a ser cultivada pelo meu time é ficar, simplesmente ficar parado quando a mulher vem com 100% de putaria ou 100% de gritaria ou 100% de poder, inteligência, jogo e movimentos livres em geral na vida (todo homem fica meio impotente quando vê a mulher se movendo pelo mundo com muito mais firmeza e direcionamento que ele).

    Beijo, Mari.

  • Tulio Zuppo

    É, realmente existem momentos que agente tem que segurar pra não gozar no boquete da vida, eu sinceramente tenho segurado por tempo demais, devo estar até merecendo um premio do guinnesbook.
    Mas pra quem nao consegue segurar nem por uns segundos, ensine sua mente a suportar o incrivel ato de gozar…quanto mais você retranca, melhor você goza, melhor você aproveita e mais tempo você tem pra não morrer, claro estou falando da cabeça de cima =PPP
    abraços, otimo assunto muito bem escrito, digo !!!

  • Anônimo

    É, o grande lance do relacioinamento é o momento da ejaculação. É a hora em que o homem tem que ceder. Nem muito cedo, nem tarde demais. E isso acontece naturalmente em quem tem o imobilidade e vigor em equilíbrio.

    E podemos ler sobre isso, reler, teorizar por séculos mas jamais conseguiremos fazer bem se não praticarmos. Faltam mulheres que não sejam meia boca, e faltam porque muitas também se reprimem com homens meia bomba.

    Abraço

  • Rafael Zanette

    Não há definição do melhor movimento do boquete. Mas com certeza o boquete feito com vontade, sem ansiedades e preocupações é indescritivelmente muito bom! ;)

  • Rafael Zanette

    Não há definição do melhor movimento do boquete. Mas com certeza o boquete feito com vontade, sem ansiedades e preocupações é indescritivelmente muito bom! ;)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Cara, sério mesmo, papo direto aqui: não veja isso como sabedoria. Por favor.

    Isso é apenas uma resposta a alguns comportamentos que observo em pessoas próximas e pela Internet, principalmente nos emails e comentários que recebo com pessoas contando suas histórias.

    Não é uma descrição da realidade, é um meio hábil, um discurso montado pra alinhar algumas coisas mundanas, pra abrir certos olhos, só isso, não leva muito longe, eu te garanto.

    Sabedoria é outra coisa.

    Aqui eu só brinquei com uma ideia que já tinha há algum tempo: “E se eu falasse dos relacionamentos usando apenas a imagem de um boquete?”. Eu não sei por que, mas piro nessas ideias bobas de vincular processo mentais e corporais, coisas abstratas com coisas concretas.

  • http://twitter.com/RafaAllegretti Rafael Allegretti

    Tá de parabéns! Adorei a matéria, adorei a metáfora do boquete para descrever a relação, puts… adorei mesmo! rsAcho que eu posso falar um pouco pois eu passo isso no meu relacionamento, minha namorada faz uns 10 planos diferentes por mês, eu sempre a apoio… e enquanto eu a apoio, eu me sinto cada vez mais forte, sinto que ao mesmo tempo que sou a âncora eu também sou a vela do barco dela, rs… Enfim, gostei muito… nota 10 (:

  • http://twitter.com/RafaAllegretti Rafael Allegretti

    Tá de parabéns! Adorei a matéria, adorei a metáfora do boquete para descrever a relação, puts… adorei mesmo! rsAcho que eu posso falar um pouco pois eu passo isso no meu relacionamento, minha namorada faz uns 10 planos diferentes por mês, eu sempre a apoio… e enquanto eu a apoio, eu me sinto cada vez mais forte, sinto que ao mesmo tempo que sou a âncora eu também sou a vela do barco dela, rs… Enfim, gostei muito… nota 10 (:

  • http://www.facebook.com/people/Nelson-Marcos/1617223092 Nelson Marcos

    Minha limitada mente precisou ler 80% do artigo para finalmente compreender o quão interessante é a analogia. Com certeza vou enviar para alguma mulher :)

    Obs: ficou ótima a forma como vocês colocaram (sem piadas) o anunciante.

  • http://www.facebook.com/people/Nelson-Marcos/1617223092 Nelson Marcos

    Minha limitada mente precisou ler 80% do artigo para finalmente compreender o quão interessante é a analogia. Com certeza vou enviar para alguma mulher :)

    Obs: ficou ótima a forma como vocês colocaram (sem piadas) o anunciante.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Ramon, o livro já tem material, só falta eu apresentar o projeto para a editora que já mostrou interessante. Vai rolar, eu não tenho pressa alguma.

    Agora sobre isso:

    “eu tenho que te dizer que cada vez mais teus textos fazem mais sentido. Pelos o que eu já li, demonstra uma variação da mesma dinãmica ideal de relacionamento. É como se fossem vários exemplos de um mesmo assunto.”

    Sim, eu sempre falo a mesma coisa. A mesmíssima coisa. E é a mesma coisa nos textos que não são sobre sexo e relacionamentos também. Tomara que eu tenha mais algo pra falar daqui a um tempo. ;-)

    Mas discordo quanto ao “ideal”. Parece assim no discurso, pois temos de colocar as coisas em palavras, mas não tem ideal, tem apenas possibilidades. Falei disso nessa entrevista aqui ó:

    http://nao2nao1.com.br/entrevista-sobre-o-nao2nao1-e-relacionamentos-pra-variar/

    Abraço.

    • http://twitter.com/Lauro_Valente Lauro Wolff Valente

      Falando em possibilidades lembrei de um site que visitava há bastante tempo:

      http://www.possibilidades.com.br

      É do caralho.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Valeu pelo feedback, Nelson. A ideia é sempre aproveitar que marcas estão nos apoiando para oferecer mais e mais conteúdo gratuito pra vocês.

    Enviar um texto sobre relacionamentos por email pra uma mulher é uma ótima pra já abrir uma relação numa base mais solta. Depois vocês marcam num bar e já tem pano pra manga. Eu fiz isso durante algum tempo com os meus próprios textos. hahaha

  • Vi

    Nossa..ótimo texto! A plena realidade…uma coisa interesane é que no “boquete” é importante que o homem dê o feedback…se está bom…se pode ser mais devagar ou mais rápido…e na relação essa conversa de mostrar o outro o que vc gosta, falar sobre aquilo que chateou ou msmo que não goste abertamente sem receios é o que faz a diferença!!!!!

    Belo texto Gitti!

  • http://twitter.com/rafzan rafael zanetti

    Wow. Gitti, depois de ler esse artigo, passei a te respeitar mais. Muito mais. Abraço!

  • http://twitter.com/arwenwood Luana Almeida

    O “Como trair sua mulher… com ela mesma” tinha deixando um gostinho de ‘quero ouvir mais’ (pensar mais também, e agir!), embora boa parte da analogia do boquete já estivesse.
    De qualquer forma, foi bastante interessante a parte sobre como a insegurança nos faz escolher parceiros ‘mais fáceis’. Vejo isso acontecer o tempo todo e já aconteceu comigo também. No final das contas percebemos como isso não nos satisfaz; depois de um tempo, não é mais suficiente um relacionamento mais ou menos (e aqui não falo só de namoro, mas também sobre ter um amigo de verdade, pai e mãe presentes e todos os outros relacionamentos por aí), uma vida mais ou menos, um sexo mais ou menos..

    Bom texto, Gitti.

  • Emannuelcampos

    Tá explicado porque os homens ficam meio bobos com o boquete. Simplesmente porque, como nos relacionamentos, não conseguimos e nunca conseguiremos entender tudo clara e perfeitamente.
    Excelente texto =)

  • Zhen

    Gustavo parabéns pelo texto, acompanho o PdH a quase um ano e foi mau, nunca comentei nenhum por safadeza, digo falta de tempo, pois bem. Os temas abordados aqui é muito legal, toda a equipe está de parabéns. Quero ganhar esse kit hem! valeu .

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Boa, Emannuel!

  • Degois

    A ansiedade que antecede o sexo é uma questão que o homem precisa controlar e aprimorar de acordo com as experieências de seu cotidiano. A mulher, em contrapartida, precisa expor aos parceiros o que mais lhe agrada e a deixa relaxada na ato da relação. Por incrível que parece ainda existe falta diálogo entre as pessoas.

  • Luiz H.

    O tema é bem interessante parabéns Gustavo, é de aguçar o desejo de qualquer um. Adoooro os textos daqui, a equipe está de parabéns. Quanto ao bolagato, o tabu ainda é muito forte, e infelismente as pessoas tem medo de se aventuar a conhecer esse prazer. Venhamos e convenhamos, um oral bem feito, onde ambos estejam confortáveis, é mais alucinador que o famoso “chá” .

  • http://www.thiagoazza.me Thiago Andreazza

    Parabéns cara, conseguiu romantizar uma das coisas mais sacanas do sexo!
    Diante de um texto tão completo, cheio de descrições reais de nossas sensações a respeito, a única coisa que posso dizer além, é que o texto foi ótimo cara.

  • Anônimo

    Em muitas relações vê-se isso como uma forma de subjulgar a mulher de alguma forma.
    Devemos levar tudo como uma grande brincadeira prazerosa, o resultado da harmonia do casal e da entrega mútua! Fica a dica! :)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    E o pior (melhor) é que dizer que é alucinante NÃO é uma metáfora.

    Abraço, Luiz.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Pois é… Mas eu não acho que seja diálogo o problema. Diálogo tem. Acho que faltam duas coisas:

    - Consciência corporal, experimentações de como pegar, andar, tocar, sentir o corpo alheio de outro jeito. Fazer dança de salão muda muito isso, pude acompanhar com vários casais de todas as idades.

    - Brincadeiras. Discutir a relação pode se fazer indo pra algum lugar e encenando alguma coisa em diálogos lúcidos, como se fosse o último dia, como se o cara fosse o amante (falando mal do namorado)… Nada forçado, apenas um clima leve em que ambos alternam entre identidades e brincam entre si, se provocando, se atiçando, vendo o limite do outro e onde fisga dentro também. Isso funciona muito mais do que fazer contabilidade, reunião de pauta, apresentação de planejamentos, relatórios ou SAC no meio do namoro.

    • http://twitter.com/Lauro_Valente Lauro Wolff Valente

      Nossa cara,

      É perfeito isso:

      “Nada forçado, apenas um clima leve em que ambos alternam entre identidades e brincam entre si, se provocando, se atiçando, vendo o limite do outro e onde fisga dentro também.”

      Caralho! Para tudo. Desde a parte mais sexual, até a parte do relacionamento em si — o que não deixa de ser redundância…..

      Mas levando tudo de uma forma leve parece que o relacionamento só nos faz subir. Evolui, nos empurra pra frente. Nos joga lá na frente!

      É do caralho fazer um comentário sobre a forma de agir do outro e depois olhar verdadeiramente pra pessoa e falar: “Eu sou chato pra caralho, né?” hahahaha

      Cara, fica tudo lindo. Tudo leve. Tudo fluindo!

      Fantástico.

  • http://www.hynd.com.br/ Jorge Maluf

    Ainda estou para bater longos papos com o Gitti.

    Sei que meu comentário não agrega em nada, mas é muito legal. Gosto muito dos textos e espero logo ver o seu livro para ter algo realmente palpável na estante de casa.

    Abraços! ^^

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Opa, tamos aí. O bom é que eu vou aproveitar pra pegar umas dicas de fotografia contigo.

    Abraço.

  • Rhaferreira92

    Antes de mais nada queria falar que por este texto e vários outros que você Gitti, aos poucos se tornou não somente um dos homens mais respeitados por mim mas tambem um guia, tanto a nivel de experiencias fisicas quanto a psicológicas. Seus textos realmente mudaram minha forma de ver e sentir tudo a minha volta e, nesta constante busca de ser feliz posso dizer que você mesmo nunca tendo te visto nem nada, foi com certeza um dos grandes impulsionadores de algumas transformações das quais aconteceram comigo, o papo de homem acabou se tornando uma leitura diaria e dedico uma parte de meu dia para ler e reler textos aqui, especialmente seus. Obrigado.

    Agora o comentario de verdade haha! : Eu acho que tudo em um relacionamento é realmente como uma dança, o homem tem que ter “pegada” tem que guiar a mulher e esta ao se sentir bem faz o que o parceiro lhe proprõe, claro que tem de ver um certo conhecimento entre os dois… e a mulher pode guiar , mas o pano de fundo mesmo é masculino e é isso que as vezes acaba com um relacionamento.

  • Albert

    O Gitti detonou com esse artigo.
    Quem não se lembra do primeiro boquete (rápido, mas inesquecível)? Bem pertinente é que ele vai melhorando com a liberdade que a mulher ganha no relacionamento; como o Gitti disse, quanto mais ela se movimenta e “perturba” o parceiro, mais energia ela ganha e, se soubermos aprender o poder da imobilidade …ah, como vai ser gostoso misturar cores, sabores e texturas nessa relação!

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100000194517212 David Padilha

    Gustavo, que texto do caralho..muito boa a analogia!!

    O mais interessante é como conseguimos retirar alguns elementos do texto e refletir sobre nossas atitudes.

    Abraço.

  • Hygor

    Por mais que nós homens achamos que o boquete é um prazer exclusivamente nosso, para a mulher eu entendo que seja uma realização tanto do desejo do parceiro como propriamente o dela. É um momento de ligação (em muitas das vezes bem maior do que a penetração), onde ela se sente a “dona” do seu parceiro como também sabe que o seu parceiro a tem completamente!!!
    Na minha humilde opinião, o desejo e o amor cresce quanto mais você conhece não somente o corpo da sua parceira como também outras experiências a dois como a convivência, o carinho, o respeito.
    Toda forma de prazer leva a união ainda mais de um casal. Esse equilíbrio é construído com cada gesto, cada segundo da presença do outro e em cada situação vivida!!! Por isso devemos nos doar a pessoa que amamos mais mantendo o bom senso, o equilíbrio e vivendo o amor da melhor forma possível!!! ^^

  • Expadaxim

    Ótimo texto Gustavo….. A Maneira que vc relaciona em metafora tds as sensibilidades que envolvem um boquete e um relacionamento a dois… e nao adianta dizer q o David Deida romantiza pq vc tbm rsrsrs…. tds sabemos que mesmo em casais tal ato sendo envolto em td uma complexidade de coisas mtas das vezes é só o ser por ser…. uma vontade que dá e se faz passar…. e as vezes ainda nem sempre tao complexo como um boquete mas asinda assim nao chegando a ser desproposital

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    E vou te dizer: o homem que pensa que o boquete é um prazer só seu NÃO ENTENDEU NADA e está fazendo tudo errado, está perdendo a MELHOR parte.

    Uma das maiores felicidades de um homem é se dar conta que as mulheres piram em nos chupar. Ainda bem que essa percepção não demora pra chegar na vida.

    • http://twitter.com/Lauro_Valente Lauro Wolff Valente

      Caralho!
      E como. Não raro é perceber após bons minutos no boquete que a mulher está COMPLETAMENTE encharcada!
      Caralho! É a melhor parte! By far.

  • http://twitter.com/aldairalves Aldair Alves

    Boquete até então era algo tão simples…O texto eu tive que ler algumas vezes pra conseguir entender…se é que consegui. rs

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Rhaferreira, é muito bom saber disso, velho.

    Abração.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Boquete é simples, sim. Mas o texto NÃO é sobre o boquete.

  • http://twitter.com/dani3lsan Daniel

    Realmente, opinião texto extremamente válido e bem fundamentado…

    O paralelo da vida=sexo cabe perfeitamente! E sem dúvidas, a dança feminina…esse mostrar de prazer e desejo em qualquer pequena expressão que você citou, é o que faz gostar cada vez mais delas!
    Em especial, claro, da minha!

    Encaminhando para ela ler também, lógico!

    Abraço…e parabéns pelo texto!

  • http://twitter.com/fabioloezer Fabio Loezer

    Porra Gitti !

    Fazia tempo que não lia um texto seu com essa linha. Tanto que andei relendo alguns do Não2Não1.

    Do caralho!

    A procura desse mundo livre (ou quase) de ansiedade, medo, hesitação, esse intenso estado de “pau duro prestes a ejacular” não é algo fácil, talvez passemos a vida toda atrás, próximos ou distantes, mas nos concentrar nessa busca o tempo todo, manter o foco, a concentração (ou melhor, perder tudo isso), já é algo sensacional.

    Gostaria de ver um texto seu narrando sobre, e somente sobre, os prazeres de alcançar esse patamar (muito além de suas breves descrições nos meios dos textos, entende?).

    Abraços!

  • Odair

    Qualquer assunto que envolva relacionamentos, é muito relativo, nem sempre o homem deve ser apenas a base, e permitir que a mulher possa ser livre, mas o oposto tbm é necessario, um homem que n tenha uma mulher com uma base sólida, que não esteja disposta a o ajudar em seu crescimento pessoal, tbm tende ao fracasso, o linha do equilibrio é sim muito tenue, mas principalmente, está em um lugar diferente em cada relacionamento!
    Em relação ao sexo oral, o mais comum é que quem o faz, fassa o maximo para dar prazer ao parceiro, e quem recebe, o maximo para prolongar esse ato, é preciso saber um limite, nos dois casos, pois se esforçar ao maximo durante muito tempo, e não ver o resultado, pode nos fazer pensarmos que n somos bons o bastante, por isso o parceiro deve saber a hora de deixar de segurar o gozo. Ja no oposto, quem recebe, precisa aguentar um tempo razoavel, pra não pensar que o parceiro está muito acima do seu nível, e por isso, quem faz, deve saber o limite, pra n fazer o parceiro gozar prematuramente.

    Agora quero deixar minha namorada sentir um gosto diferente do, isso tem um gostinho de abacate!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “Gostaria de ver um texto seu narrando sobre, e somente sobre, os prazeres de alcançar esse patamar (muito além de suas breves descrições nos meios dos textos, entende?).”

    Que patamar, Fabio?

    Mesmo se eu estivesse num patamar absurdo (o que não é o caso), duvido que descreveria apenas por descrever. O lance é você mesmo experimentar seu próprio crescimento e, se quiser, compartilhar algumas possibilidades com outros.

    Eu só compartilho possibilidades aqui. De que patamares eu não sei, mas são possibilidades.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    “Fazia tempo que não lia um texto seu com essa linha. Tanto que andei relendo alguns do Não2Não1. ”

    Então, essa linha é muito similar ao começo do Não2Não1 (2006) e meus primeiros textos para o PdH. Falar em feminino x masculino é meio restrito, então faz um tempo que evito. Mesmo assim escapa muito.

    Usei essa linguagem bastante na Cabana, funciona bastante, só que atualmente estou experimentando falar de modo mais preciso e anterior aos conflitos que apresentei nesse texto aqui.

    Um bom exemplo do meu foco atual está aqui:

    http://nao2nao1.com.br/a-trilha-sonora-inaudivel-dos-relacionamentos/

    É texto que sai do “modelo ideal masculino” ou “funcionamento de uma mulher” e vai para problemas mais básicos, cada vez mais sem manuais e receitinhas, deixando que homens e mulheres se virem em suas próprias dinâmicas, desde que estejam menos condicionados.

    Nosso problema não é ser menos homem, ser pouco homem. E o problema da mulher não é ser pouco mulher, menos mulher. OK, isso existe, mas nosso problema mesmo é outro. E esse texto aí em cima passa longe desse assunto.

    Abraço.

    • http://twitter.com/fabioloezer Fabio Loezer

      Entendi ! Percebi que você começou a fugir do assunto.

      Eu li o texto novo no Não2Não1, e percebi um objetivo maior de ” tirar da caixa ” a mente das pessoas e passar a deixá-los caminhar sozinhos, uma vez que adquiram essa nova idéia, nova visão dos varios âmbitos. Mas, aguardo pelo livro! rs.. Vi seus comentários ai em cima que logo logo fecha com uma editora. Sucesso!

      E em relação aos seus textos antigos, faz tempo que to querendo entrar para a Cabana, até me inscrevi aqui na page já faz um tempo, para ser avisado quando estiver disponivel, no aguardo. ;-]

      Abrs,

  • http://twitter.com/fabioloezer Fabio Loezer

    Gitti,

    Chamei de patamar o que você acabou de chamar de possibilidades, e sim, chamando de possibilidades, conseguimos abrir um leque maior de interpretações. Afinal patamar pode parecer (ou é) classificar essas possibilidades em algum nível, maior ou menor que outros, quando na verdade não são níveis, mas experiências/possibilidades diferentes.

    Seguindo o raciocínio, o que eu quis dizer foi simplesmente compartilhar as possibilidades em um texto único, não em pequenos exemplos como você dá ao longo do texto (que na verdade é, de certa forma, um ” caminho ” para uma possibilidade, ou para varias). Ou seja, o pós texto, supondo que conseguimos atingir nossos objetivos e obter diferentes possibilidades, diferentes experiências, o resultado de tudo isso.

    Ou você não considera isso objetivo ? O essencial, essa busca, está no final ou no durante?

  • Anônimo

    Aproveitando um ligeiro stress vou realizar uma Crítica.

    Sou leitor assíduo dos seus textos Gitti, desde o início seu no PdH, que mais tarde me levou ao seu blog “Não2Não1″, onde li todos os artigos nesses anos. Então falo com a base de um leitor assíduo e grato.

    Seus textos começam a ficar repetitivos, não sei se a pressão do patrocínio para escrever, ou mesmo um apego em algumas idéias, mas sei que todo texto fala mais ou menos a mesma coisa e com o tempo se tornaram tão previsíveis que não necessitam nem de uma leitura reflexiva, pois todas as reflexões neles já estiveram em outros.

    Para quem lê pela primeira vez algo seu, como esse texto, é uma ótima experiência, pois traz várias formas muito interessantes de se pensar o relacionamento, mas os leitores antigos começam a ficar entediados (no meu caso pelo menos).

    Não há mais aqueles insights que ocorriam na mente quando eu via uma idéia nova e a deslocava do abstrato para o concreto, e a experiência concreta alimentava mais a teoria abstrata.

    Não sou ninguem para dar dicas, mas se pudesse te dar uma, seria ficar longe desse assunto por um tempo. Talvez após uma refrigerada na mente novas idéias possam surgir (e creio que irão surgir).

    Desculpe a franqueza.

    • Marcão, macho-alpha++

      É por isso que só tem 10 comentários (os outros 20 são do próprio autor).

      Att

      Marcão, macho-alpha++

  • Cleberchaves

    Preciso trocar algumas palavrinhas desse texto com minha namorada! hehe…

  • Bruno

    Penso que atingimos essa liberdade de espírito que concede ao outro o espaço necessário para se soltar a partir do momento que entendemos o quão especial somos nós mesmos. Todos os problemas do/com o outro serão muito maiores se eu não estiver bem comigo mesmo.
    Entender e saber se valorizar é o ponto chave em qualquer relação. às vezes é isso que falta para um casal se soltar, confiança em si mesmo.
    Belo texto Gustavo, parabéns!

  • Fran Zanette

    Os relacionamentos seriam muito mais gostosos, simples e fáceis se a dinâmica do “boquete” fosse compreendida pelos casais. Infelizmente, hoje, as pessoas se preocupam demais com o que esta acontecendo, quem vai ligar pra quem, quem vai ceder e quem vai mandar, isso acaba com a naturalidade do processo, e, para mim, acaba também com toda a graça de um relacionamento.

  • anita

    O homem tem medo de se dar por inteiro e a mulher tem essa ânsia pela entrega total!

  • http://twitter.com/lili_dooll LiLi M.

    Adorei o Artigo, realmente muitas das coisas citadas realmente acontecem, eu particularmente procuro encarar esses tipos de problemas da melhor maneira possivel, procurando sempre entender o lado da outra pessoa, e procurando sempre melhorar no que eu puder, gosto sempre de estar inovando na area do sexo, mesmo quando estou com um parceiro que gosta das coisas convencionais e não aceita nada diferente, eu acabo inovando se que ele perceba e tudo acaba ficando bem, o ponto chave é se entregar por completo ao momento e curtir ao maximo, hoje em dia tem tantos recursos para se ter os melhores sexos, que só n tem um bom sexo quem realmente nao quer ou não se impenha pra isso… Muitooo boom o artigo Gustavo, Parabéns ;*

  • http://www.facebook.com/people/Daniel-Jaloretto-da-Silva/688647368 Daniel Jaloretto da Silva

    Gostei do artigo, achei muito boa a ligação com a dança e concordo com o que foi dito.
    Gosto bastante do PdH, mas nunca tinha comentado aqui.
    Parabéns pelo site!

  • Eleovan

    E agora? Como será quando da minha próxima noite de amor, quando a amada delicadamente começar a acariciar o amigão e pronta para àquele ato tão sublime, onde para mim seria um momento mágico, de paz e silêncio, apenas ouvindo os sons naturais, da respiração já um pouco ofegante, sentindo o leve atrito dos lábios com a pele? E aí eu começar a pensar neste texto e filosofar a respeito dele com minha amada? Gitti, você filosofou a respeito do boquete, você conseguiu traçar um paralelo entre uma preliminar ingênua e simples com toda uma gama de situações, insegurança, passividade, meia-bomba e expressões mil. E agora Gitti? Se não fosse por textos como esse meu boquete seria como ele realmente deveria ser, ou seja, primitivo. Mas agora, nessa hora, terei que discutir a relação.
    Porém, há uma saída, se eu estiver munido de Prudence a discussão não irá tão longe assim, não é?

    “Boca, língua, dentes, mãos, peitos, unhas, cabelo, pés… Sugando, tocando, chupando, arranhando, mordiscando, lambendo, esfregando, batendo… As possibilidades de toque são quase infinitas, mas nada se compara às possibilidades do movimento feminino na vida amorosa: enfrentar, provocar, reclamar, gritar, chorar, sorrir de lado, brincar, amar, sofrer, bater, beliscar, imaginar, sonhar, questionar, desconfiar, planejar”.
    Na boa Gitti, este parágrafo é pura poesia, “nada se compara às possibilidades do movimento feminino”, é pura poesia.
    Parabéns pelo texto.

  • http://twitter.com/Lauro_Valente Lauro Wolff Valente

    Gitti,

    Diga-me uma coisa. Como foi que você começou a entender (ou pelo menos a parecer que) melhor o relacionamento do feminino com o masculino?
    Foi após começar a ler os livros do Deida? Mas mesmo assim, qual foi o caminho que você fez após ler os livros?

    Teoria demais infecta.
    hehe

    Só queria entender para poder ter uma noção de que caminho seguir para poder compreender melhor esse relacionamento em um médio e longo prazo.

    Cara, só um detalhe. A cabana é do caralho. Lições para a vida. Assim que eu conseguir priorizar um pouco meu tempo para compartilhar experiências vou voltar pra lá.

    Faz parte do meu real objetivo na vida. Aprender e auxiliar! :D

    Diz aí, qual foi o caminho?

    Abraços

  • http://hcalves.tumblr.com Henrique

    Po*** Gitti, você viaja hem!

    “Eis o paradoxo do boquete e do relacionamento: ela deve estimulá-lo, mas não muito, não a ponto de fazê-lo gozar logo de cara; ele tem de crescer e se manter, mas não muito, não a ponto de nunca ejacular, de não ceder. O crescimento do casal, ironicamente, se dá por uma série de freios, limitações, cortes, “quases”, já que o movimento de estimulação, crescimento, é o mesmo que eventualmente interrompe, faz o outro cair. No tango, no boquete, na vida, tudo igual. Não é por acaso que a fronteira entre beneficiar e prejudicar o outro é tão sutil.”

    Ta aí. Se relacionamento viesse com manual de instruções, esse parágrafo tinha que ser a conclusão.

    Nada mau p/ post patrocinado hem? ;)

  • http://profiles.yahoo.com/u/T32ACTQRNJRGJO73D2VJ3S43PA felipe augusto

    “Nos últimos tempos, estou sentindo aversão a discursos românticos, interpretações filosóficas, teorias sobre relacionamentos e tudo aquilo que se adiciona ao fato cru do simples viver. Textos maravilhosos não me movem, meus posts antigos soam artificiais, livros não passam de jogos semânticos estéreis. Quero distância de sentimentalismos, bla-bla-blás, explicações de qualquer tipo. Caminho pelo outro lado da poesia: às vezes uma árvore é apenas uma árvore” http://nao2nao1.com.br/por-uma-vida-encarnada-breve-critica-aos-relacionamentos-sem-corpo/

    Eu tenho uma sensação muito parecida: é como estivesse morto, depressivo, apático, mas ao mesmo tempo presente, pronto pra o que vier.

    Quando chego a esse estado, as pessoas em volta parece que ficam inquietas, assustadas, o que acaba me perturbando também. Só que a vontade de ficar quieto, parado é maior, principalmente depois de um dia inteiro de estágio+aula. É como se estivesse no standby!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Lauro,

    Compreender essa dinâmica não é nada. E não adianta muita coisa, sendo bem sincero.

    Mas aqui vai o caminho que me tirou de um possível suicídio e de uma vida medíocre trabalhando 10h por dia em algo sem sentido.

    Resumão: fui “traído” 2x (não só uma noite, mas tipo um namoro paralelo, isso duas vezes) numa relação de 5 anos (3 morando junto), sofri igual maluco nas duas vezes, demorei pacas pra liberar essa história toda, antes disso passei um período longo sem sair ou ficar com ninguém (uns 3 anos), depois conheci o Lama Padma Samten e é isso. Nada demais, história comum.

    Não recomendo drogas (tive apenas 2 viagens com maconha, 4 com ayahuasca e só), recomendo alguma leitura, sim, mas o principal que recomendo é encontrar um método, um experimento pra fazer com a vida sob orientação de alguém qualificado que já passou por esse experimento (décadas de meditação, por exemplo) e se dedica full time pra benefício dos outros. Encontrei esse método no Budismo, mas isso vai do seu caminho e de suas conexões.

    Resumi o lance todo aqui ó: http://nao2nao1.com.br/resposta-padrao-para-qualquer-problema-de-relacionamento-amoroso/

    E conto mil detalhes e ajudo os outros no que posso na Cabana, se bem que estou ausente lá nos últimos meses por excesso de trampo aqui no PdH. Mas vamos reabrir com uma bela novidade, inclusive pra quem já participa. Temos muita coisa pela frente.

    Abraço.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Ae, caralho! É isso aí AC, é isso aí!

    Concordo contigo, totalmente.

    Mas não vejo problema algum em me repetir e acho meio estranho essa visão de que isso é negativo em oposição a sempre ter ideias novas, se renovar, ter novidades, como algo positivo. Conheço gente que sempre tem ideias novas e são todas um lixo. Ter ideias novas não significa avançar. Na verdade, as grandes ideias já estão todas aí. “Falta aposta”, como diz Borges.

    Não tem NADA de original no meu trabalho. Nunca tive tal pretensão.

    Tanto é que deixo sempre uma coisa clara: eu sempre vou repetir o que disse nesse texto aqui (http://nao2nao1.com.br/resposta-padrao-para-qualquer-problema-de-relacionamento-amoroso/). O Não2Não1 para aí, com certeza. O resto é só firula pra apontar, de novo e de novo, quantas vezes for preciso, pra esse texto aí, para o problema e pra alguma saída possível.

    Minha motivação é apontar o problema, mais até do que saídas. As pessoas, em geral, não sabem do tamanho do problema ainda.

    Se você pediu desculpas, talvez não tenha entendido meu trabalho. Como não nos conhecemos pessoalmente, vou te explicar rapidamente por aqui.

    Eu comecei querendo aprovação, querendo aplauso, sim, é gostoso, eu sou orgulhoso pra caralho, junção perfeita. Mas observo que cada vez menos sou motivado por isso.

    Meu lance é construir pontes, ligar mundos diferentes, me infiltrar e tocar o terror. Eu faço um trabalho bem pequeno no grande panorama. Meu trabalho é descartável. Vai até um ponto e pronto, pode ser esquecido.

    Construo pontes, aponto e deixo com quem sabe. Meu sonho é receber, sei lá, 1000 comentários iguais aos seus, cara. Sério. Porque aí significa que você não vai mais perder tempo com nada menos que isso, talvez se conecte com Trungpa Rinpoche (já leu?), Alan Wallace, Lama Padma Samten ou outros grandes de outras tradições que desconheço. Mas, enfim, significa que não cairá tão fácil em pactos de mediocridade. E não porque eu fiz algo, mas porque contribui de alguma forma pra você avançar, assim como mil outras coisas devem ter contribuído também. Estamos todos no mesmo barco.

    Aqui no PapodeHomem, a mesma coisa. Mesmo sendo editor e trabalhando direto com todos, sou um espião. Pra mim, lifestyle de cu é rola, não tenho conexão com várias coisas que rolam no PdH. Mas o PdH é um meio hábil, assim como Taketina e CEBB na minha vida. Um meio hábil para eu avançar e um meio hábil para impactar outros positivamente. Não trabalho com textos, imagens, vídeos, conteúdo, mídia social, publieditorial, nada disso. Trabalho com movimentos, com olhares, com coisas que nem eu sei que acontecem.

    Assim que me formar em Taketina, poderei trabalhar mais diretamente com pessoas, com ritmo, em roda, com corpo, voz, batidas, pé no chão, olho no olho.

    No CEBB, isso já rola. Pode rolar mais, só me falta tempo. Hoje, por exemplo, vim de lá. O tipo de discussão que rolou, de troca de olhares, de sorrisos, de pequenas liberações sem terapia alguma, sem nenhuma história pessoal em jogo, porra, isso é impossível de existir num site. Não dá.

    Enfim, meu lance não é ficar criando textos cada vez melhores, mais inéditos, fodásticos, dignos de aplausos. Isso não faz sentido algum. É só acrescentar a pergunta “E depois?” ou “E daí” pra perceber o óbvio.

    E acho o tédio uma ótima coisa. Fico feliz que tenha sentido isso. Já aprendi MUITO sentindo tédio ao ouvir a mesma coisa infinitamente de alguns professores (de meditação e de Taketina). A gente tem a tendência de procurar novidade, mas isso é apenas distração. Já temos o que precisamos de entretenimento, mesmo entretenimento mais “profundo”. Não é disso que precisamos.

    Também não vejo problema em ser previsível. Não estou tentando ser imprevisível. OK pra mim ser considerado previsível. Acho até melhor, em alguns sentidos.

    Pra mim, seu comentário significa mais do que algum insight que possa ter tido com meus textos. Significa generosidade em me dar um toque, significa que estamos de igual pra igual, no mesmo barco.

    Fico feliz pra caralho que meus textos já não tem mais o que oferecer pra você. Hora de avançar, hora de você me escrever, hora de eu ter insights com seus avanços na vida. É pra isso que estamos aqui. Ou você acha que isso é um comentário num blog? Estamos avançando juntos, sem entender como e sem nos conhecermos pessoalmente. Foda, né?

    Sobre “refrigerar a mente”, curiosamente, eu viajo pro segundo treinamento imersivo de Taketina daqui a uma semana. Fico uns 20 dias fora, retirado, num sítio perto de Portland, junto com 20 pessoas de todo o mundo, pirando com polirritmia todo santo dia, tocando surdo, berimbau e tschanggo. Acho que isso refrigera algo, né? ;-)

    Valeuzaço por levantar essas coisas, AC.

    Abração.

  • Anônimo

    A gente dança, rodopia, pira, usa língua, mãos, unhas e dentes. E o que queremos em troca? Alguém que apenas pare e contemple a cena, alguém que seja livre o suficiente pra viver aquele momento sem interromper. Nada é mais brochante do que sentir que vc está pagando o melhor boquete do mundo e ouvir: “pára, senão eu vou gozar”. Assim como nada é mais brochante do que estar na melhor relação do mundo e ouvir “vamos parar porque eu estou me envolvendo demais”. Claro sempre tem um cafajeste que usa essa última frase como desculpa pra cair fora de uma relação, mas é verdade que existem muitos caras meia-bomba por aí, e isso é triste.

    Minha xará Mariana Dias mandou mt bem ao dizer: “Porque a mulher não quer um metrossexual, não quer um homem moderninho e estiloso, não quer um machão bonitão ou um homem rico e bem sucedido. Ela quer alguém que SEGURE O TRANCO, que saiba quem ele é e que a permita explorar o máximo que ela pode se tornar.”

    “Por isso acho que a maior habilidade a ser cultivada pelo meu time é ficar, simplesmente ficar parado quando a mulher vem com 100% de putaria ou 100% de gritaria ou 100% de poder, inteligência, jogo e movimentos livres em geral na vida” (Gitti). Acho que de fato é a melhor coisa a se fazer, porque ninguém é 100% alguma coisa por muito tempo. E quanto mais imóvel o homem for, mais liberdade ele vai dar pra que sua mulher expresse algo diferente, para que ela se movimente, para que a energia da gritaria, do jogo, ou seja lá o que for se converta em outra coisa.

    p.s.: eu sempre digo que meu próximo namorado vai ser um dançarino de tango ;)

  • http://twitter.com/vanessaandretto Vanessa Andretto

    Assim como o AC_gomes, mergulhei nos textos do Gitti e tão começando a me soar como mais do mesmo.

    Porém, esse texto em especial me fez entender o que acabou com um namoro de quase 4 anos. Ele é muito inseguro e pouco direcionado, dizia que fazia as coisas “por mim”, pq queria me dar o melhor, em termos materiais. Pena que ele tenha esquecido de me dar o melhor dele como pessoa. Uma vez, numa dessas conversas em que ele me cobrava mais presença -eu não queria mesmo ficar muito perto, sou péssima com telefone e namorávamos à distância- me disse que eu era livre demais, parecia que iria embora a qualquer momento, a minha resposta foi imediata: Claro que posso ir embora a qualquer momento, não sou propriedade de ninguém e estou com você porque escolhi isso.

    Ao invés de ver alguma beleza nisso, ele optou pela algema e foi cruel. Aproveitou-se da minha autoestima fragilizada e queria que eu fosse dependente dele. Passei a acreditar que eu deveria agradecer por alguém se interessar por mim já que eu era uma criatura detestável, pelo menos do jeito que ele me pintava.

    Claro que eu ficaria destestável! Não podia colocar uma roupa um pouco mais “provocante” que ele já regula, fala que eu tava me insinuando, me tolhia da presença de outras pessoas e fazia questão de ser desagradável com meus amigos, que se afastavam da gente e não conseguiam me fazer ver que ele era um babaca.

    Consegui me libertar dessa algema, mas o estrago que ele fez não é tão fácil de arrumar e a ferida ainda está lá, me atrapalhando a me reconstruir.

    Pra não ser tão pessimista, pelo agora já sei de qual tipo de homem fugir.

  • Gabriel Vinicius

    Excelente Artigo!

    “Ela é areia demais para meu caminhão”. Se o homem não consegue aguentar meia hora de um boquete perfeito, não tem a menor chance com sua mulher na vida em geral, especialmente se ela for independente, solta, livre, inteligente. E não estamos falando em alguma forma de disputa, mas em receber o que o outro nos oferece, em ter espaço para que ele não ofereça menos, não seja menos do que pode e quer ser conosco.”

    Ótima analogia naqueles momentos que deixamos de experimentar novas experiências principalmente pelo medo da ejaculação rápida ou simplesmente pelo medo “de não dar conta da parceira”

  • Danilo

    Gitti, seus textos são sempre surpreendentes! Acompanho o site desde o começo e sempre fico intrigado com o conhecimento de vocês sobre algumas questões da vida… hehehe.
    O maior problema que enfrentamos é saber como conduzir esse “dança” entre a liberdade feminina e o controle masculino. Não podemos ser muito rígidos para prender alguém em nossa vida, mas também não podemos ser muito flexíveis e aceitar tudo o que vier para não sermos considerados por elas uns “bundões” (algo extremamente broxante para as mulheres de verdade…).
    Obrigado pelos sempre interessantes “insights” que vocês apresentam e sucesso! Abraço!

  • Anônimo

    Gitti

    Parabéns pelo texto. Pelo esforço, pela intenção, pelo desejo de compreender o universo feminino.

    Acho que a sua mulher anda te ensinando coisas. :-) Minimamente, te ensinou a perceber que a tal “complexidade feminina” não é apenas uma complicação chata de lidar, mas também um universo de possibilidades muitas vezes positivas e prazerosas. Que podem gerar um salto de qualidade tanto na relação como no sexo.

    Mas, como você mesmo diz, muitas pessoas – a maioria, talvez – não conseguem entrar nessa dança mais “sofisticada”. Preferem continuar em passos simples e conhecidos, nos quais se sentem seguros e no comando da situação. É menos assustador.

    A maioria dos homens não consegue alcançar esse olhar atento e amoroso em relação às mulheres. Se paraliza em uma visão limitada, prática, imediatista, e um tanto auto-centrada. Coisas da nossa sociedade ocidental… machista, moralista etc etc. Onde as mulheres sempre foram vistas como uma ameaça – desde Eva, desde Pandora, desde a caça às bruxas.

    Torço muito para que isso possa mudar um dia…

    Beijos,
    Deb.

  • Vitor

    Pior que, da primeira vez que vi uma mulher assim, não me assustei nem um pouco. Ao contrário, aproveitei ao máximo. Mas cometi alguns vacilos e acabei perdendo-a.

  • Lucas Furtado

    O post abrange partes importantes para uma boa relação na cama, no sofá ou até mesmo em cima da maquina de lavar, (me desculpem pela rima pobre).

    Alguns homens realmente não sabem lhe dar com a leveza e a sensualidade que uma mulher impõe, que por vez, caindo de boca entre suas pernas, remexendo e mexendo bem gostoso, não aguentam os míseros 30 min. e acabam com o ”happy moment”.

    Abs.

  • Luan Arima

    Muito bom esse texto, cara agora tudo faz sentido..rsrsr

    Abraço!

  • Guest

    Chega. Cansei. Quando hobby vira fonte de fama e grana, só resta aguardar o fim. O problema não é querer ganhar grana e fama, mas sim trocar a “vibe” que agitava e dava vida às coisas aqui por aquelas. O interesse pelo bom conteúdo foi trocado por “cre$cer e ganhar cada vez mai$”. Chega de sofismas e papo “pra” mulher. Uma pena, pois o site já foi muito interessante, e isto não é uma opinião isolada. E sinto “vergonha alheia” toda vez que vejo esse logotipo da gravata com uma mensagem subliminar nada discreta. Não é à toa que o Doc. abandonou a cabana há tempos. Vivido e experiente, ele já tinha sacado o rumo que as coisas iriam tomar. Enfim, é uma pena…

  • Guest

    Chega. Cansei. Quando hobby vira fonte de fama e grana, só resta aguardar o fim. O problema não é querer ganhar grana e fama, mas sim trocar a “vibe” que agitava e dava vida às coisas aqui por aquelas. O interesse pelo bom conteúdo foi trocado por “cre$cer e ganhar cada vez mai$”. Chega de sofismas e papo “pra” mulher. Uma pena, pois o site já foi muito interessante, e isto não é uma opinião isolada. E sinto “vergonha alheia” toda vez que vejo esse logotipo da gravata com uma mensagem subliminar nada discreta. Não é à toa que o Doc. abandonou a cabana há tempos. Vivido e experiente, ele já tinha sacado o rumo que as coisas iriam tomar. Enfim, é uma pena…

  • Anônimo

    Sensacional a comparação que você fez! Texto excelente!
    Ainda não tenho experiência com relacionamento, menos ainda com ‘boquetes’, mas entendi a idéia do texto. Muito bom mesmo!
    Parte fuderosa: ”O boquete mostra como somos vulneráveis, expostos, despreparados, ignorantes diante da vida que se impõe dentro e fora de nós.”

  • http://twitter.com/JulianoMetz JulianoMetz

    Isso que é artigo patrocinado de verdade!

  • http://twitter.com/JulianoMetz JulianoMetz

    Isso que é artigo patrocinado de verdade!

  • Maicon

    Uma perspectiva interessante sobre o ato. Muito válido.

  • Maicon

    Uma perspectiva interessante sobre o ato. Muito válido.

  • Anônimo

    Hehe, fico feliz de ter levado na boa Gitti, pois sabe como é, falar mal de um texto de um escritor é a mesma coisa que xingar o filho dele de feio e burro. Não costuma terminar bem.

    Conheço alguns mestres budistas sim, principalmente da linhagem Zen, acho que a leitura deles é estar nos ombros de gigantes.

    Sobre Taketina, já ouvi falar sim, deve ser ótimo, como diria O. Wilde “Só os sentidos curam a alma..”

    Abcs

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Putz, pode xingar mais na próxima. Não vejo meus textos como filhos. Muito menos minhas ideias. Não vejo nada disso como pessoal: merdas ou pérolas que solto.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Que bom que curtiu, Juliano.

    Esse feedback é ESSENCIAL para as marcas apostarem mais e mais em conteúdo por aqui.

    Abraço.

  • Renanfcorrea

    Gitti, vc usa o verbo “aguentar” (um boquete). discordo veementemente. um boquete não se aguenta, se deleita.

  • Renanfcorrea

    Gitti, vc usa o verbo “aguentar” (um boquete). discordo veementemente. um boquete não se aguenta, se deleita.

  • Lucas

    muito válido

    típico texto patrocinado bem feito

  • Lucas

    muito válido

    típico texto patrocinado bem feito

  • http://twitter.com/MarceloRRaposo Marcelo Ramos Raposo

    AHIAhuiUAH

    Achei sensacional a comparação com um boquete!
    Muitas vezes o que se tem que fazer é estar ligado e repousando.

    Parabéns

  • Ricardo

    Quanta bobagem…………………………………

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Pois é, pois é. Mas o verbo surge sempre na negação. O cara “não” aguenta. E isso, veja bem, não são palavras minhas. Apenas coloco no texto o que ouço de amigas e mulheres que me escrevem.

    É mais ou menos assim: “Se eu piro e faço bem feito, ele não aguenta. E se aguenta depois goza rápido na penetração”.

  • http://twitter.com/izaell IZAEL CORREA

    Perfeito. Texto muito bom, com conteúdo de verdade!
    Parabéns ao Gustavo Gitti pelo texto.
    e Parabéns ao PdH por saber fazer Publicidade de uma maneira muito bacana.
    Abraços

  • Nay Ped

    Isso foi incrível, o texto foi tão verdadeiro em tantos aspectos que sinceramente percebi que a imobilidade não é como pintamos …
    E que se ajoelhar não passo de um meio que encontramos pra nos satisfazer e satisfazer o outro, na hora não pensamos se alguém manda, se alguém está bem, na verdade não ligamos nem de longe pros SE’S que hão de surgir, queremos sentir apenas isso, talvez nem isso seja democrático porque cada um tem uma forma de sentir de se dar e se completar ao mesmo tempo…
    O boquete que ninguém vê…rsrsrs

    Talvez tenhamos até um orgasmo que nem queiramos só pra prolongar mais a sensação do
    ‘quase’ lá!
    ótimo texto…não sei se é sábio, mais é muito sensível!

  • Maira

    Ok, Começo sendo BEM sincera pra dizer que primeiramente parei, analisei a foto e me perguntei “cadê o boquete dessa foto”. Logicamente não achando, voltei ao começo do texto e coloquei-me a ler, lendo por ler até quando entendi a verdade daquilo que o autor queria expôr, e passei a realmente sugar o texto com os olhos, concordando e muito. A intensidade do boquete e a intensidade do relacionamento, o quanto precisamos dosa-los, cuidadosamente, para que não tenhamos um gozo precoce ou uma satisfação que nunca vêm. Aumetar quando preciso, acalmar, brincar, sentir, permitir… É… simplismente quem já teve um relacionamento e um boquete sabe do que vc está falando! ;D

  • http://twitter.com/winistonfacuri Winiston Facuri

    Bobagem nada!
    Muito bem bolado, as comparações (e/ou metáforas) falam muito no texto…
    Feliz de quem compreendeu

  • http://twitter.com/winistonfacuri Winiston Facuri

    Bobagem nada!
    Muito bem bolado, as comparações (e/ou metáforas) falam muito no texto…
    Feliz de quem compreendeu

  • Nay Ped

    Maira, concordo com você!

  • Nay Ped

    Maira, concordo com você!

  • Vania Stolze

    Oi Gitti,
    Mandei o texto para o meu namorado e espero poder conversar, ou quem sabe nem precisemos, sobre ele.
    Para mim, ele é um tratado. Parabéns mesmo!!

  • http://pergunteamafiosa.blogspot.com Mafiosa

    Gustavo, queridíssimo!!!!!

    Mas é isso mesmo o que eu tenho falado, buscado, proposto: a DANÇA, não só no sexo, mas no relacionamento, no (re) conhecer, na arte, na vida.

    A dança onde ambos se movem do seu jeito, mas no ritmo da música daquele momento: um riso, um gesto, um olhar.

    É por isso que tem tanta gente carente, vazia, infeliz. Ninguém quer se propor a dançar uma dança nova, extrapolar, ser e fazer o outro sentir. Pessoas que nos animem, nos excitem, que despertem o melhor de nós. Epa, fui do boquete para a dança, mas a palavra me cativou e viajei. O boquete é uma dança afinal…

    Muitas pessoas realmente preferem ficar na “zona de conforto” por medo de si mesmas e do outro. Ah, esse outro maravilhoso, inquietante, misterioso: o prazer de descobrir coisas novas.

    Por falar em coisa nova, perdoe o “jabá”, mas inaugurei um blog esta semana: http://pergunteamafiosa.blogspot.com, uma “humilde” tentativa de ajudar as pessoas em seus relacionamentos. Apesar do tom “ácido” do blog (nem sei se seguirá assim, vou na maré…), meu objetivo é seguir o único princípio que deve nortear as relações e a vida como um todo: RESPEITAR A SI MESMO em primeiro lugar.

    Beijos.

  • Willis

    Achei bem bizarra essa comparação, mas o assunto é interessante quanto a comodidade afeta os relacionamentos, ou até mesmo a falta deles.

  • Willis

    Achei bem bizarra essa comparação, mas o assunto é interessante quanto a comodidade afeta os relacionamentos, ou até mesmo a falta deles.

  • http://www.facebook.com/people/Bruno-Malvezzi/100000499174807 Bruno Malvezzi

    hahaha
    Muito criativo, parabéns!
    Você acaba de atingir um resultado muito interessante…
    Escreveu um texto direto, expressando sua opinião e tentando descrever o indiscritível, a relação amorosa, repleta de incertezas, prazeres (relativos) e boquetes.
    Confesso que não saberia explicar ou mesmo dirigir minhas ideias de modo tão claro e límpido como você, afinal, tenho 17 anos e alguma experiência sexual.
    Gustavo, você percebe que acaba de fazer com que dezenas de pessoas (assim como eu) quebrassem o ainda existente tabu sexual e expusessem suas ideias na internet com acesso mundial?
    E o mais degradante, em busca de mais camisinhas! Hahaha
    Gostei muito do seu texto, de verdade. Mas gostaria de te fazer uma pergunta, você realmente acha que suas ideias cabem para qualquer relação sexual? Acredito que em uma relação superficial (que muitas vezes não são dadas por superficias pelos atuantes) não há música, portanto não há dança, porém ainda há prazer.
    Atualmente, um novo modo se satisfazer os desejos da carne vem sendo realizado. Milhares de adolecentes encontram em amigos/amigas parceiros sexuais de confiança, deixando claro o famoso “é só sexo, e nada mais”. Gustavo, você há de convir que nesse caso citado anteriormente não há música ou dança, somente prazer. O que prova a necessidade humana de saciar sua sede, seu apetite sexual, a música toca, só para os que podem ouvir, caso contrário, o único som a ser ouvido são os grunhidos e gemidos de animais insaciáveis.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Não posso dizer pelos outros, mas pra mim essa dinâmica sempre existe, mesmo em one night stands, naquela noite em que só rola sexo.

    Eu gosto muito da coisa animal. Acho que muito do sexo adolescente não é feito assim, mas com medo e mil pés atrás, sem realmente sentir o prazer. Então acho que demora um pouco pra nos aproximarmos do “só sexo”, “só prazer animal”. Isso é sexo maduro, mesmo quando acontece entre duas pessoas que se conhecem há poucas horas.

    E acho que essa dinâmica toda se aplica nesse caso também. Pelo menos pra mim, repito. ;-)

    Abraço.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Bizarro mesmo são os relacionamentos… ;-)

  • http://twitter.com/roogerioalmeida Rogério

    Ótimo texto,é publicitário quase de auto-ajuda.Parabéns ! Descreveu bem as frustações dos nós homens que nem sempre pensamos com a cabeça de baixo como foi dito,relatou bem o medo e as consequências do casamento contemporâneo,que por sua vez é monótono onde tudo é no automático.Com toda certeza uma relação tem que ser um sentimento mútuo,como o ‘boquete da vida’ que tem que agradar ambas as partes envolvidas.

  • Thalesst

    Perfeito o texto. Estou em um relacionamento que retrata bem o boquete perfeito.
    Sem medo de se soltar, se mostrar e permitir que o outro se solte e se mostre também. Sem se preocupar, sem amarrar um ao outro, sem impedimentos. Assim crescemos os dois, sem medo do que vai acontecer ou do amanhã. De fato o melhor tipo de relacionamento possivel

  • Anônimo

    Ao escriba do artigo ,meus parabéns expôs aos leitores do PdH um texto do nível do seu blog, o qual conheci ten uns 2 anos e já li muitos artigos (todos desse ano e 2009 tão na fila) .
    Là no seu blog ,vejo um feedback maior da mulherada,então gostaria que fizesse posts paralelos para cá( patrocinados inclusive),para observamos os comentários da rapaziada ,apesar de também concluir que os temas devem ser muito repetitivos para ti.

    Essa resposta (http://pdh.co/respACGomes) foi épica.

    Quanto ao post é chover no molhado, o homem tem de aprender a não ser mimado e a mulher aprender a ser livre .A analogia é perfeita boquete -relacionamento :
    -penis masculino ereto,firme, inabalável ,lógico como todo homem deve ser
    -boca feminina : fluida,móvel,aberta ,subjetiva como toda mulher deveria ser

    Mas nesses tempos de homens mimados por mãe, avós e tias e mulheres mal amadas por pais,irmãos e “ex”‘s é cada vez mais fácil um boquete bm feito ( quanto mais um relacionamento bem feito).

    A equipe PDH ,meus parabéns,leio muitos blogs há um tempo e percebo que v6 são os melhores elaboradores de posts patrocinados ,continuem assim! Ganhamos todos!
    [ ]‘s

  • http://pulse.yahoo.com/_IAB4YSS7KOI4P7QUTP5ZU6XLY4 Wesley

    Meio a meio…

    Sem estímulos que agucem os devaneios tudo, de fato, fica aguado. Buscar opções menos “trabalhosas” é entregar-se às algemas da derrota sem tentativa de resistência. “E não digo apenas em sexo”: quando busca-se intensidade, é preciso ritmo preciso,liberdade e acima de tudo criatividade em todos os sentidos. Sendo assim, a cama pode transformar-se em ambientes inusitados; orgasmos fugirão do convencional, e surgirão até mesmo num simples diálogo durante o café da manhã; nostalgias serão constantes e o desejo de reviver momentos (mesmo aqueles recentes, da noite passada ainda) será cada vez maior; os momentos revividos serão cada vez melhores e mais intensos, sempre novos, nem sempre tão fortes, as vezes até piores, mas quase sempre perfeitos quando fundidos em dois ideais capazes de irem para além do que é superficial.
    Se confinar com o “meia-boca” deveria ser mais “vexamoso” que brochar, ou qualquer coisa do tipo. Mais correto é buscar sempre uma espécie de “meio-mundo” e dentro dele penetrar de todas as formas, em todos os momentos, sempre com precisão e auxílio da liberdade dos desejos e sonhos. Com um “meio-mundo” exterior a nós, completaremos o “meio-mundo” que somos e desse modo tudo fluirá naturalmente, sem que precisemos nos preocupar com coisas tão supérfluas como inseguranças, medos, enfim…

  • Zhen

    Gustavo, boa tarde, como vejo o resultado do sorteio?

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Vamos atualizar o post e também avisar pelos comentários, Zhen. Via Twitter também, fique ligado.

  • Pablo Fernandes

    Pessoal,

    O sorteio foi realizado pelo http://www.random.org

    O vencedor foi o Rafael Allegretti, autor do comentário 35 (http://papodehomem.com.br/o-boquete-que-ninguem-ve/#comment-70002512).

    Foto do comprovante: http://yfrog.com/ngsorteiokitprudencej

    Rafael,

    Me envie um email com seu nome completo e endereço, para pablo[arroba]papodehomem.com.br

    Parabéns.

    Valeu pela participação de todos.

    Abraços.

  • Waldo

    Sobre prender o outro e a estabilidade, é aquela coisa: É um ato egoísta. Você se prende à uma ideia do seu parceiro, cria uma necessidade, uma dependência. Aí ferrou. Toda a beleza do amor, do sexo, do companheirismo vai embora. Vira sexo casual e status no orkut.

    Só é lembrar, beijo não é contrato. ;)

  • Marcão, macho-alpha++

    Você está absolutamente certo. Esses textos de mudernos e piranhas mal-comidas são impressionantemente mal-escritos, redundantes, auto-flagelatórios e superficiais. Tá chegando a hora de dar adeus.

    E eu não fui avisado dos novos comentários…. censura rolando?

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • http://twitter.com/Feerdinand Fernanda Sperfeld

    texto muito bom :)

  • Amerry Chakú

    Gitti, não fales mais de boquete,pois ainda acabo me divorciando! Ela não concorda em me presentear
    com esta luxúria!
    Aproveitem vocês os felizardos!
    Optimo texto, valeu mesmo!

  • Iauslin

    Concordo totalmente com a Alvi. Sou um cara altamente liberado entre 4 paredes c/ uma mulher. às vezes elas é que se assustam comigo por eu ser liberal. Os homens tem fantasias, mas as mulheres também tem. Particularmente falando, adoro quando elas brincam com meu corpo. Elas ficam muito mais felizes e abertas a uma relação mais concistente.

  • Bia Almeida

    Eu preciso dizer: cada fico mais fascinada pela qualidade dos publieditoriais que vocês fazem. O texto é tão bom, mas tão bom que primeiro a gente pensa ‘isso tudo foi escrito só pra fazer uma propaganda?’ e por outro lado; e por outro lado absorvemos essa propaganda muito melhor.

    Parabéns

  • Rafaelesperidiao

    Sei não hein cara.
    São bilhões de homens no mundo, dizer que todos vivem nessa dualidade é muito essencialista para mim. Parece um filósofo platônico afirmando ter encontrado a natureza das coisas, no caso, do ser humano.
    Além disso, não há nenhum critério válido, nem mesmo pragmático, para afirma que o grupo que você define como mais correto o é efetivamente. Se tivessemos falando de algo com utilidade pública, existiram critérios bem objetivos, pois em virtude de vivermos em uma sociedade demócratica, com valores como liberdade, direito e etc… os correto/errado é sempre algo que faça algum progresso nesse sentido. Pórem, o seu texto fala algo de utilidade estritamente privada, onde o critério apenas pode ser a eficácia diante de determinados própositos definidos pela propria partes.
    É como acreditar na dialética do espirito absoluto ou em juízos sintéticos a priori, você pode até se sentir bem acreditando, mas não ajuda na diminuição do sofrimento ou na melhoria da vida das pessoas, nem, muito menos, em algo prático para a sociedade. O texto gera, no máximo, um auto-avaliação, o que, por sinal, é a sua única utilidade.
    Fora isso, você escreve muito bem, e criou uma descrição de determinadas relações bastante interessante.

  • http://twitter.com/lucknroll Lucas

    “Eis o paradoxo do boquete e do relacionamento: ela deve estimulá-lo, mas não muito, não a ponto de fazê-lo gozar logo de cara; ele tem de crescer e se manter, mas não muito, não a ponto de nunca ejacular, de não ceder”

    Genial!

  • http://twitter.com/rigobeli Virginia Rigobeli

    cheguei nesse site por indicação do namorado. eis q percebi q já estou nele há horas.
    adorei!

  • http://www.facebook.com/people/Ize-Chi/100000475883655 Ize Chi

    Eu nunca vi uma metáfora como essa… Tá de parabéns!

  • http://profiles.google.com/sarcastikpl Samuel Nasta

    Fantástico!
    Excelentíssimo artigo!
    Nunca tinha parado pra ver por esse lado, mas concordo em grau e gênero!
    Falou bonito, Gustavo!
    Sou da teoria de que você não precisa de salvação e sim de equilíbrio, então isso demonstra claramente que dois elementos iguais não entram em sintonia assim como dois complementares.
    E descobri na prática quando meu melhor oral veio justamente depois d’eu ter perdido o controle de propósito, pq s’eu ficasse sempre sendo o forte, ela cansaria facilmente.
    E depois disso, apliquei sempre na minha vida essa parte de ceder de propósito (apesar de q nem sempre é tão de propósito assim), de exagerar a sensação no presente pra q ela se permita movimentar mais e fazer que no futuro não seja um exagero.

    É isso aí.
    PdH FTW! o/
    ehehhehe

  • http://www.facebook.com/RaysaSpaniol Raysa Spaniol

    Puta que pariu, Gitti, que texto fodão. Faz quase 3 anos e só li agora fuçando nos seus textos pq o título me chamou atenção. Quisera eu ter escrito, pois penso que fazer um blowjob num cara que vc tá afim é de longe uma das melhores coisas da vida, melhor que a pira de qualquer psicoativo (que eu tenha experimentado), se pá até tão bom quanto a própria metelança. A analogia me pegou de surpresa, pois estou aprendendo dança de salão, em especial o tango e penso tudo isso, me identifiquei com cada palavra. Aprendi muito com a dança de salão, acho que em grande parte por ela (claro que a experiência de vida ajudou também) aprendi que não existem “preliminares”, “habilidade” ou “apenas sexo”, e achar que sexo oral é “preliminar” pra mim hoje é um absurdo risível, inclusive na mulher, mas aí acho que é outra dinâmica e merece outro texto.

    Sou mais uma a dizer que nem te conheço, mas suas ações estão me fazendo uma pessoa melhor. E ainda por cima é humilde, que bom, tem escritor que dá a impressão de se colocar num pedestal. Admiro. (;

    PS. Estou tentando aprender ambos a ser conduzida e a conduzir, na dança. Alguém aqui já tentou essa experiência? Te faz entender melhor como as coisas funcionam, ver sob outro olhar e é um baita exercício de empatia, recomendo bastante.

  • Pingback: Como esfriar sua relação | PapodeHomem

  • Pedro Haas

    Logo percebi no texto a questão da dualidade… Muito interessante o paralelo que é feito entre boquete e relacionamento, personalidade, atitudes… E não é tão difícil de conceber uma comparação como essa, se percebermos que o princípio das polaridades, yin-yang, dualidade, se aplica a tudo na vida: movimento e imobilidade; flexibilidade e dureza; relaxamento e vigor; feminino e masculino; passivo e ativo… Acho que tem uma influência do pensamento oriental aí. Parabéns pelo texto.

  • Thiago Pereira

    Belo texto cara!

    Sou leitor do PdH há pouco tempo, tenho lido as matérias mais antigas e eis que encontro esse texto. Eu realmente acredito que isso possa ajudar as pessoas, não só com os outros, mas com elas mesmas.

    Realmente me fez refletir. Sou um cara muito pra frente, em relacionamentos sempre dei espaço, sempre tomando cuidado para não dar espaço demais. Tomei por exemplo essa parte do seu texto:

    “Muitas vezes o homem que não aguenta acaba buscando uma mulher menos
    exigente, menos livre, menos solta. Por não saber lidar com tanta
    energia, prefere menos. Troca um boquete perfeito por um meia-boca.
    Mais seguro, mais garantido, mais confortável. Ele usa o controle para
    enfrentar sua ansiedade, sem saber que está reprimindo e cortando sua
    própria energia, ou melhor, a energia da relação como um todo, incluindo
    a potência feminina, o desejo, a boca, a língua de sua mulher.”

    Não vou me prolongar aqui contando toda minha história de vida, seria impróprio, mas eu quero justamente o contrário, atrair companheiras com mais energia, com uma visão mais ampla do mundo, se não for ampla, pelo menos respeitosa, menos egocêntrica.

    Gostaria, se puder, que indicasse alguma leitura nesse tema.

    Por enquanto fico na leitura de seu blog, o qual realmente estou gostando muito!
    Parabéns pelo trabalho!

  • Darcio Martins

    Ás vezes duas danças desencontradas fazem uma ‘encontrada’. Muitas vezes nós encontramos na loucura dos outros, que no fundo é também nossa própria loucura. Grande abraço!

  • Gusmao

    Leve, quase (des)pretensioso, provocativo, ora aqui outra ali, assim eu li o texto, assim o sexo deve ser.
    Sou grato, Giti. Mesmo sabendo que qualquer coisa que se escreva sobre sexo nunca será uma verdade absoluta.

    Abraços

  • Maria Rubel

    Nossa q. texto ! Sempre pensei no sentido da dança no sexo .Quando vejo os passos do tango sinto essa conexçao vibrante , afrodisiaca entre homem e mulher , todos os detalhes do corpo , as insinuaçoes da mulher pernas , boca , olhar , o olhar e cortante , feroz … sera q. as pessoas q. dançam esse estilo sabem do quanto o desejo flui , convida , atrai , instiga … delicia ! Desculpem + com o tempo aprendemos o verdadeiro sentido de sensualidade .Como mulher posso dizer q. nada funciona sexualmente falando se for rapido , distraido … precisa ser sentido, sugado, apalpado , mordido… apertado , entrelaçado , lambido , cruzado, esfregado .Boca , pele , toques , lingua , saliva ! Tudo sutilmente + com sabor selvagem de entrega total , absoluta , isso por si so ja e um orgasmo , imagina quando ele chega entao ! O apce . + para isso e preciso um homem duro, forte , seguro , por vezes dominador .. perdao , nao estou dizendo submissao + sinto tesao por homens q. chegam junto,isso provoca …me faz me sentir femea, querendo se entregar pro seu homem , porque ele mexeu com meus instintos, me liberou como mulher , meu desejo e o desejo dele , tudo misturado .Eu louca pra possuir e ser possuida por um macho cheio de energia, q. sabe exatamente o q. quero e gosto , por isso vou ser para ele aquilo tudo q. provocou em mim!Valeu pelo belo texto , Gustavo Gitti.

  • Roberta Braz Falcão da Costa

    Excelente texto, me identifiquei muito. sendo eu uma mulher independente, moro sozinha e já morei for a por quase sete anos me deparei com um homem que é tudo ao contrário, resultado, ele sumiu!!! Mas mau sabe ele que a eatabilidade dele era tudo que eu queria, de repente eu fui com muita sede ao pote… enfim, por que há tantos desencontros nesta vida?!

  • Geison Tadeu Vendramin

    Excelente texto…. talvez um pouco confuso para os que não gozam da vivência (ou maturidade, se preferir) exigida para entendê-lo conceitualmente. Felizes daqueles que são seguros de si o suficiente para deixar sua parceira de dança livre leve e solta, sabendo que se ela opta por ir embora, na verdade, nunca foi sua contraparte, nunca dançaram em perfeita sincronia.

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