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29.10.2008

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Feedback para 2009 – Dr Health

Caros leitores, por meio desta coluna venho desejar, antes de mais nada, Boas Festas e um Feliz 2009.
Muita paz, amor, dinheiro e saúde, e nesse último caso, estou à disposição para ajudar, aqui na PdH e também no meu email: drhealth@papodehomem.com.br
Como já abordei muitos temas aqui, às vezes as idéias ficam mais escassas para [...]

04.1.2009 | 34 comentários

Dr. Cook

Dicas para harmonizar os vinhos no réveillon

Consultei o Nelson Luiz Pereira, sommelier da rede de lojas Ville du Vin e diretor de degustação da ABS (Associação Brasileira dos Sommeliers) e eis sugestões de harmonização de “bebes” para a última festa do ano.
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Lembra-se de Dani? Estilo Maria-chuteira, loira, baixinha, coxuda, bunduda, tesuda, mas que fora trocada por bonecas infláveis? Isso! A ex de Johnny!
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30.12.2008 | 24 comentários

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Esportes

No tempo que quem corria era a bola

Publicado por Marcos Palhares em 09.11.2008 às 13:12

Estou lendo um livro que faz um inventário do futebol no cinema brasileiro, desde o início do século passado.

As primeiras filmagens são pura e simplesmente de jogos da época, principalmente confrontos com clubes internacionais e de seleções. Mais tarde, já na década de 1930, começaram a ser produzidos os primeiros filmes com enredo envolvendo o futebol – tudo impulsionado pelo bom desempenho do Brasil na Copa de 1938 que, dizem, marcou o começo da histeria e da paixão pelo escrete nacional aqui nessas plagas. E Leônidas da Silva era o dono da bola.

Pra quem não conhece Leônidas

link vídeo

Mas, voltando ao livro, a história vai viajando até a presente década, com destaque especial para “Pelé Eterno”, de Aníbal Massaini. Para tanto, o autor do livro conseguiu uma entrevista exclusiva com o próprio Rei do Futebol – que, por sinal, é muito boa. Pelé sentiu-se à vontade para falar do que ele realmente entende: o futebol jogado dentro de campo.

Porque todo mundo reclama que o homem só fala besteira, só que ninguém presta atenção nas bobagens que perguntam pra ele. Quando o assunto é puramente jogar bola, a conversa é em alto nível (como não poderia deixar de ser).

O Rei fala sobre um monte de coisas, porém, há um trecho que me chamou a atenção. É quando ele fala que jogava como um meio-campista mais avançado, artilheiro, ao contrário dos clássicos jogadores da posição, como Didi, Zizinho ou Ademir da Guia. Falando ainda sobre esta região do gramado, Pelé cita Zidane e Sócrates como exemplos de meias que já não existem nem no futebol brasileiro e nem no mundial.

O motivo? Simples: segundo o Rei, esses dois jogadores não corriam atrás da bola; eles faziam a bola correr.

E não é que ele tem razão?

Como é difícil ver um meia “de fato” hoje, com essa característica marcante de fazer a bola correr. É por isso, muitas vezes, que assistimos boas partidas entre clubes bem montados mas, de uma forma ou de outra, fica a impressão de que alguma coisa está truncada, amarrada.

O jogo de contato é o padrão, muita pancadaria e muito congestionamento no meio do campo, com volantes brucutus e meias que não tem um pingo de categoria ou visão de jogo. A bola corre e sempre tem gente correndo atrás dela. Sócrates não fazia isso: a bola passava e ele distribuía para todos os cantos – às vezes, com seu característico toque de calcanhar.

futebol no pantano

É impressão minha ou tá faltando habilidade? (crédito)

Pois bem, mas como recuperar para o nosso futebol esse tipo de jogador? Será deficiência nas categorias de base? Será influência dos esquemas táticos retranqueiros, de forte marcação? Será que a habilidade, a inteligência e o bom senso de posicionamento são qualidade em extinção no país do futebol? Não sei.

No meu time, por exemplo, não vejo um meia desse tipo, que faz a bola correr, há muitos anos. Raí e Kaká eram jogadores que atuavam mais próximos da área, caindo pelos flancos, no estilo de Pelé e Zico. Acho que o último que distribuía bem, mesmo, foi o Pita, na longínqua década de 1980.

Nos outros times, também fica difícil lembrar. O Rivaldo dos tempos de Palmeiras poderia ser um caso, mas acho que nem tanto quanto o já citado Ademir da Guia. O hoje comentarista Neto, que teve seu auge no Corinthians, até se encaixaria entre aqueles que não corriam atrás da bola (até mesmo porque ele era mais redondo que ela), só que também é um outro estilo.

No Santos, recentemente, tivemos uma passagem brilhante do Zé Roberto que hoje joga na Alemanha. Em algumas partidas, ele fez exatamente - e com maestria - esse fundamental papel de fazer a bola, o time e o jogo correrem. Acho que é o exemplo mais próximo.

Eu sei que os laterais têm vital importância no futebol de hoje, bem como os volantes. Mas identifico como fator principal, nos jogos modorrentos e sem nenhuma criatividade, a falta de um meia habilidoso. Daqueles que esticam uma bola de 50 metros no pé do atacante, daqueles que eram chamados de “gerentes”, pois absolutamente todas as jogadas passavam ou saíam de seus pés.

O cara ficava ali, na região do círculo central, praticamente parado. Só tocando e distribuindo, como um jogador de sinuca. Sócrates fumava, bebia. E jogava como todos nós sonhamos que alguém ainda jogue em nossos times. Até seu irmão Raí afirma que, mesmo tendo ganho menos títulos, o gênio da casa é mesmo o Doutor. Incontestável.

Enquanto sonhamos acordados, relembrando o passado, temos que nos contentar com os Hugo, Diego Souza, Douglas e Molina da vida. Não são ruins, muitos deles já tiveram até algum brilhareco em momentos decisivos. Mas a característica geral desses atletas é algo tão distante daquilo que costumávamos ver há 20 ou 30 anos.

Todo time tinha uma meia estiloso, alguém que fazia o time jogar. Mesmo que não desse um pique sequer durante dos 90 minutos. Mesmo que não se afastasse por nenhum momento da região central do gramado. Mas fazia a bola correr. E botava um sorriso na nossa cara.

Foto do autor

Marcos Palhares, 34 anos, é jornalista e integrante do coletivo que faz o Futebol, Política e Cachaça (Futepoca), que está concorrendo ao prêmio de melhor blogue de língua portuguesa no The BOBs. Se você gostou desse texto, clique aqui e saiba como votar no Futepoca, que qualquer um pode acessar para espinafrá-lo. Faça o favor.

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26 comentários

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  1. semnome

    cara eu acho o seguinte, a preparação física aproxima a habilidade de marcação de um quebra bola a técnica de um craque.

    se corre mais no futibas de hoje, o cara não é mais jogador de bola, é um atleta .

    com menos espaço em campo devido a maior velocidade e a disciplina técnica ferrolhenta é mais foda criar grandes jogadas.

    ainda mais que depois da copa de 98 aqui só tem jogador ruim ou veterano em fim de carreira, os bons, nem digo craques, estão na europa. ou então pintam aos 17, jogam meio temporada e se mandam pra ficar ricos.

  2. Guilherme Nascimento Valadares

    Texto excelente, dá gosto de publicar, Marcos.

  3. Rodrigo Almeida

    Ainda tem um jogador europeu que para, pisa na bola, levanta a cabeça e faz lançamentos precisos no pé do companheiro: Beckham.

    As vezes o próprio Ronaldinho tá inspirado e manda muito bem na armação!

  4. Dr Health

    Pensou-se que a tendência era o futebol-força após a Copa de 66. Mas aí veio o Brasil de 70.

    Mas infelizmente aconteceu aquela tragédia com a Seleção de 82. Creio que aquilo foi fator decisivo no processo de brucutulização do futebol.

    No mais, Obina é melhor que o Eto´o!!!

  5. Thiago

    Realmente esse meia esta em extinção… mas acho q tem um sobrevivente ainda.

    Alex, que jogou no Palmeiras, Cruzeiro (quando foi campeão brasileiro) e hoje joga na turquia.

    Esse cara sabe distribuir a bola como poucos…. pricipalmente hoje. Falta com ele cobrando são 2/3 do gol.

    Esse joga 10.

  6. Jonas

    “As vezes o próprio Ronaldinho tá inspirado e manda muito bem na armação!”

    Concordo.

  7. Mamadou N'diaye

    Mas, na minha humilde e quase-inválida opinião, esse jeito ‘agressivo’ de hoje em dia não deixaria esse jogo solto de antigamente funcionar. É fácil perceber que um lateral corria com a bola até a grande área com tranquilidade, muitas vezes sem marcação. Naqueles tempos, o jogo era menos acirrado e dependia mais da habilidade. Mas tudo é uma questão de evolução. Via-se que pra parar os caras bons de bola, era necessário travá-lo de alguma forma. E aí começou o que vemos hoje; na minha mesma opinião quase-inválida, um jogo mais divertido.

  8. Cigano

    … acho eu que o futebol começou a perder graça a uns 4 ou 5 anos atrás.

    Atualmente são os times com mais dinheiro e mais estrutura quem ”papam” tudo.

  9. Caio.

    O futebol não é mais o mesmo.
    O torcedor vai na onda, muda da mesma forma que o futebol.
    Vai atrás de resultados, e não de futebol.
    Infelizmente, times com estrutura e com dinheiro ganham tudo mesmo, e vão continuar ganhando.
    Não existe amor pela camisa, raça, paixão pela torcida.
    isso tudo acabou, e quando existe é uma forma de ganhar fama e dinheiro.
    Infelizmente, essa é a minha forma trágica de ver o futebol brasileiro e mundial.

  10. Bom. Muito bom. Excelente texto…

    Abraços,

  11. Acho que falta na lista dos meias recentes que faziam a bola correr, Giovanni, o 10 do Santos em 1995. O lance em que ele, no meio de três marcadores do Fluminense, dá uma assistência de calcanhar para Marcelo Passos sair sozinho na cara do gol, em plena semifinal de Brasileiro, é exemplo da sua arte.
    É o quinto gol do Santos aqui .

  12. Tob

    Evair e Edmundo…

    O Evair era o gerente do Vascão em 98 !!!

  13. Anderson

    “As vezes o próprio Ronaldinho tá inspirado e manda muito bem na armação!”

    Concordo2.

    o que acontece é o seguinte, esse tipo de jogador apenas se “cria” aqui, o q acontece é o q o colega falou, eles saem pra ficarem ricos… outra coisa, o futebol nessas décadas evoluiu como comentaram também, ele ficou menos “plástico” e mais acirrado, cada tempo tem seu estilo, cada modelo seus prós e contras, tem q goste desse jogo antigo e mais solto, tem qm goste do jogo mais truncado e acirrado como o de hoje.. eu particularmente prefiro o meio termo..
    nem um time de 11 Sandros Goianos, nem um time de 11 Robinhos

  14. Cadê o artigo do faustão que tava aqui? chegou no meu RSS, vim aqui conferir e cheguei aqui nao tinha nada!

  15. jose carlos

    O rock,segundo Raul Seixas,acabou em 1959.Discordo do saudoso “maluco beleza’.O rock acabou em 1969 e o seu auge foi o festival de woodstock.Agora,quanto ao futebol,eu não tenho a menor dúvida.Esse espetacular esporte acabou em 1970. Seu ápice: a Seleção de 1970. O que temos hoje é alguma coisa que parece, mas não é . Qualquer perna de pau,como esse Douglas do time da marginal sem número,que já estão chamando de craque,ganha 40 mil reais mensais.é o fim.
    Que saudade dos meias e dos pontas.

  16. Marcia Batista

    UAU!
    Queixo caído, Marcos.

    E, pra quem quer conhecer mais o Leônidas, rei dos gramados nas décadas de 30 e 40, indico aqui um livro super bacana também. Diamante Eterno - Uma Biografia de Leônidas da Silva. Da Editora Gryphus.

    Se não me engano, está esgotado. Mas é possível se encontrar em alguns sebos do Centro e tb da Pedroso de Moraes em Pinheiros. Um belo trabalho.

  17. Luis Felipe

    Riquelme possui essa caracteristica de fazer a bola correr, embora muitas vezes desapareça do jogo assim como o Alexotan…
    Mais recuado, Gerrard, do Liverpool, é um verdadeiro maestro, embora nao seja genial, distribui muito bem o jogp.
    Zidane foi o último grande gênio do ofício, o que ele fez com o Brasil na copa foi incrível!
    Acho que o problema é de filosofia, de estilo de jogo, uma pena, pois um meia refinado, mesmo nao sendo marcador, dá graça ao espetáculo!

  18. Gabriel

    “Enquanto sonhamos acordados, relembrando o passado, temos que nos contentar com os Hugo, Diego Souza, Douglas e Molina da vida.”
    Típico de quem tem a limitação de achar que futebol no Brasil só se joga em SP…
    Já viu o Alex do Inter jogar? O Tcheco?

  19. Marcio

    O pelé reclama, mas no final das contas, é culpa da má utilização de sua própria lei.
    valeu!

  20. william haddad

    Leonidas onde quer que vc esteja vc estará tb em meu coração eternamente

  21. Optimus

    Discordo completamente. Os meias do futebol moderno são melhores do que os de antigamente. Antes não havia marcação, não havia preparo físico. Qualquer um que soubesse tocar na bola com alguma habilidade tinha tempo de olhar os companheiros e lançar a bola. Hoje, quando se domina a bola, já tem 3 adversários mordendo. Dá sono ver reprise dos jogos da Copa de 70. É irritante ver o Gérson andar 10m com a bola dominada e não chegar ninguém dando um carrinho. Parece que estão todos em câmera lenta, com preguiça de jogar.

    Se firuleiros como Denílson, Felipe ou Robinho jogassem antes da década de 80, seriam lendas. Seriam do mesmo nível de um Garrincha (que hoje seria um firuleiro sem objetividade e não um craque).

    Pelé foi o que foi, porque tinha preparo físico de atleta atual, treinava com a seriedade de um atleta atual, enquanto seus adversários viviam bebendo e fumando, sem preparo nenhum. Sua explosão e sua força física foram o que fizeram dele o “maior da história”.

    Eu, particularmente, acho que o Romário, se jogasse na década de 60, teria feito o triplo de gols que fez. Justifico isso lembrando que o Romário era um atleta com preparo físico de um jogador da década de 60, pois não treinava, vivia na noite e, mesmo assim, conseguia passar por qualquer marcador e deixar sua marca na rede.

    Considero os jogadores mais habilidosos aqueles que jogaram entre o final dos anos 80 e meados de 90. Foi nessa época que o futebol foi mais fechado, tático, físico e difícil.

    Todos os times jogavam no 5-3-2 ou no 4-2-2-2, com dois volantes pegadores. Os melhores marcadores da história jogaram nessa época. Pra passar por um bloqueio desses, o cara tinha que ser muito bom. Tinha que ser um Matthëus, um Romário, um Hagi, um Van Basten. Nunca vi estes caras fazendo malabarismos sem objetividade. Os craques eram habilidosos e objetivos. Não havia espaço para o futebol palhaço que está voltando com Ronaldinhos Gaúchos, Kerlons e Robinhos. Tomavam logo uma na canela e iam jogar lá na defesa. Tinha que ser macho pra encarar Augenthaler, Berthold, Ruggeri, Mauro Silva, Popescu, Dunga, Costacourta…

    O cara que jogava bola nessa época, jogaria mais ainda em qualquer outra. Os resultados eram apertados, os jogos eram dificílimos, raramente se via mais de 4 gols numa partida. A vitória valia 2 pontos, os campeonatos eram mais equilibrados. Com tudo isso a FIFA teve que dar um jeito de abichalhar a coisa toda. Então começaram a inventar um monte de frescura pra ver se ficava mais fácil fazer gol e abrir o jogo, como não poder dar carrinho, não poder atrasar a bola pro goleiro agarrar, dar cartão por qualquer coisinha e dar um ponto a mais pro time que ganhasse o jogo. Era mais fácil se tivessem proibido o contato físico e botado outro jogador de linha no lugar do goleiro. Ia ser uma festa pros saudosistas do futebol preguiçoso e “alegre”.

    É triste ver as pessoas confundindo as coisas e renegando a genialidade dos melhores jogadores que já pisaram num gramado (tanto os ofensivos quanto os defensivos). Salve Romário, Maradona, Matthäus, Hagi, Bebeto, Van Basten, Güllit, Rijkaard, Baresi, Maldini, Balakov, Letchkov, Jorginho, Mauro Silva, Brolin, Baggio, Augenthaler, Hässler, Klinsmann, Popescu, Brehme…

  22. Anderson

    o comentário do Optimus merece um post….
    mandou melhor que o texto do tópico..

  23. Allan

    Belo Texto Optimus,

    Mais descordo em um Ponto…

    “Garrincha (que hoje seria um firuleiro sem objetividade e não um craque).”

    Tudo bem o cara podia ser um Cachaceiro, e Só viver atrás de Mulheres, mas seu Futebol era Mágico…
    Diz a lenda que ná época era meio Infantil,
    Mas se hoje ele Fosse bem aconselhado e preparado Com certeza Seria tão bom, ou até melhor Do que Foi!

    Pois Esses dribladores de Hoje, não tem nem a Metade da Habilidade Dele!

    “Garrinha num Jogo em la Paz, Dirblou seu marcador tantas vezes que o zagueiro caiu no Chão pedindo oxigenio em função da Altitude…”

    Ainda fez 1 Gol, e deu o passe para Outro. -Objetividade, aí

  24. Eu sou dessas meias que fazem a bola correr, pena que to velho e gordo ehehe. Mesmo assim não jogo mal.

  25. Leo

    Futebol está morto hj em dia, claro sempre surge um craque mas não líder de equipe, hoje em dia já não se vê mais amor a camisa só marketing essa é a verdade =)

    Quando houver algum jogador habilidoso e que joga por amor ao seu time aí sim teremos mais um desses craques que você citou no texto =).

  26. X

    concordo plenamente com o optimus.

    é só ver os jogadores de hoje em algum jogo comemorativo, elem tambem tem habilidade, algum como o ronaldinho gaucho mais do que essas lendas passadas.

    Mas o futebol de hoje não permite isso.
    concordo principlamente que os melhores jogarores foi da epoca que ele citou.

    Meu Romário foi o melhor atacante que eu já vi , Haji jogava muito maradona nem se fala.

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