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Monogamia para quem precisa

Maíra Matos

por
em às | Ladies Room, Sexo


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Uma resposta ao artigo “A evolução do cafajeste (3): É da nossa natureza trair?”, de Atila Iamarino.

Antes de tudo quero dizer, como leitora, que fico muito honrada por ter meu texto publicado aqui no PdH. É ótimo saber que vocês prezam a necessidade de buscar diversos pontos de vista, principalmente quando se trata de um debate tão enrolado como esse.

Começo minha resposta lembrando a pergunta do caro Atila: “O ser humano é monogâmico por natureza?”.

Mas, pensando em todo o carnaval que advém dessa e de outras perguntas, coloco outra questão: “Será mesmo necessário procurar esta resposta?”.

Minha ideia é tentar mostrar como nos ocupamos tanto em tentar definir – nos encaixar em um padrão moral ou biológico dos relacionamentos amorosos – e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.

Monogamia automática

felizes-para-sempre
Frase de Laura Brightwood para a loja TypeTees.

Observem as seguintes historinhas:

1. Era uma vez um menino que conheceu uma menina. Eles se apaixonaram e resolveram namorar. O amor deles cresceu e resolveram casar. E assim foram felizes para sempre.

Alguma coisa estranha nessa história? Claro que não! Afinal quando as pessoas se amam elas se casam e são monogâmicas para o resto de suas vidas, certo? Bem, pelo menos foi assim que minha mãe, minha professora, a novela das oito e o filme de Hollywood me ensinaram. Se duas pessoas se amam, são independentes e não seguem este roteiro, alguma coisa errada tem. Essa é a visão da massa esmagadora das pessoas. Quer ver?

2. Era uma vez uma menina que conheceu um menino, eles se gostaram e se viam periodicamente. Daí a menina conheceu outro menino e também gostou dele, e avisou aos dois da situação. Eles aceitaram e a menina continuou tendo um relacionamento com cada um dos meninos. O amor deles foi crescendo e, depois de algum tempo, os três conversaram e resolveram morar juntos e foram felizes para sempre.

Bem, eu aposto que a maioria das pessoas acha que não existe amor nenhum na segunda historinha e que esse relacionamento nunca “daria certo” (seja lá o que isso signifique), que na verdade a menina é uma bitch indecisa e manipuladora e os meninos são dois bananas com pouca auto-estima.

Sabe por quê? Porque as pessoas acreditam que o amor é um sentimento que só se tem por uma única pessoa num recorte temporal. Mas quem foi o grande cientista que descobriu os padrões do que chamamos de amor? As pessoas esquecem que “amor” é só um conceito (extremamente abstrato) e acabam naturalizando o valor que a nossa sociedade lhe atribui (não pretendo mencionar valores religiosos porque são verdades dogmáticas, logo não se dispõem a debate).

Além disso, mesmo que as pessoas não se declarassem apaixonadas numa relação, o que as impede de terem uma felicidade duradoura, exercerem o respeito mútuo e fazerem o relacionamento “dar certo”?

Fidelidade monogâmica: a árdua tarefa

Como outras formas de relacionamento diferentes do amor monogâmico não são socialmente aceitas, a maioria das pessoas passa a vida inteira acreditando que uma relação é aquela coisa pré-definida, e entendem que é obrigação natural delas tentar encaixar-se neste padrão. E aí o que acontece? A infidelidade torna-se um ato extremamente banal e a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).

casamento
Não é à toa que o casamento virou piada. Toma-se a decisão sem considerar questões mais profundas, dá no que dá.

O casamento é o símbolo máximo no imaginário do amor monogâmico. Como qualquer decisão que envolva comprometimento, deve ser uma consequência de nossa necessidade e estilo de vida; exige uma análise psicológica de si mesmo sobre seu presente e seu futuro. É um erro encarar um casamento, ou qualquer relacionamento, esperando que ele dê “um jeito” na sua vida, como se fosse uma entidade milagrosa, como Jesus Cristo ou Iemanjá. Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.

Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro. A traição é encarada, então, como parte do processo ou visto como ato de uma pessoa canalha, não por mentir, mas por querer outros relacionamentos.

Tiro estas conclusões porque passei por experiências que me fizeram pensar sobre isso e conversei com pessoas sobre esse assunto, obtendo sempre a mesma resposta (consciente ou inconsciente, verbalmente ou através de seus atos): o único caminho é o amor monogâmico, então a traição é uma forma de aliviar a pressão. Lembro-me de uma conversa mais ou menos assim:

Porque você trai sua namorada se você a ama tanto?
– Eu amo minha namorada, quero viver ao lado dela, mas não consigo controlar a vontade de sair com outras mulheres. Eu preciso disso.
– Ué, tudo bem, você não é uma aberração por sentir isso. Mas então escolha uma namorada que aceite isso.
– Ah, não é fácil assim…

É claro que não é fácil assim! Passamos a vida toda aprendendo os costumes e valores de uma cultura e engessamos nosso cérebro para aquela realidade, sem perceber que ela é apenas um molde. Não preparamos nossa cabecinha e nosso coração para outras perspectivas e modos de ser. Assim os critérios que definem quem é ou não interessante para nos relacionarmos são definidos por estereótipos estéticos e aspectos superficiais, não pela postura que se tem frente a um relacionamento, afinal só existe uma postura possível, né?!

A supervalorização do amor

As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um(a) neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?

Estas questões nos levam a outro problema de naturalizar o amor monogâmico clássico: deixar um sentimento nebuloso controlar escolhas importantes.

O amor é entendido por muitos como algo sem explicação (quem nunca ouviu falar do amor à primeira vista?), no qual a princesa não precisa conhecer o príncipe, suas ideias e crenças; basta sentir as borboletas na barriga ao olhar para ele e pronto, ela saberá que está amando.

borboletas
Fundar uma relação em sentimentos etéreos é um resquício do pensamento mágico, como se seguíssemos conselhos de um inseto.

Eu digo “Bullshit!”. Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo.

Não estou falando de perder o romantismo, pelo contrário. Estou falando de cultivar o romantismo e os sentimentos de uma forma muito mais real. É tão gostoso quando percebemos que construímos, aos poucos, uma relação profunda, compartilhada de verdade, que nos dá muito mais felicidade do que qualquer outra paixonite que já vivemos, porque dessa vez faz sentido para nós e se encaixa na nossa vida, independente se é um relacionamento a três, uma relação homossexual ou a monogamia tradicional.

Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.

Temos que apagar esse ranço da história que diz que uma suposta moralidade do sexo e do amor tem algo a ver com o caráter ou a competência de alguém. O que existe é a necessidade de sermos honestos conosco e com as pessoas que cativamos (pergunte ao Pequeno Príncipe), de nos educarmos para a diversidade de formas que os relacionamentos podem tomar, com ou sem amor, mas que seja sempre consciente, construído e que nos faça donos das nossas decisões, dos nossos erros e acertos.

*Se quiser ser um dos autores do PapodeHomem, envie apresentação e artigos para contato@papodehomem.com.br. Não garantimos a publicação, é claro.

Maíra Matos

Maíra Matos é uma proto-geógrafa preguiçosa e agitada. Já foi monogâmica tradicional, amante, amiga colorida e hoje cultiva um amor monogâmico-flex.


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  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Maíra,

    Foi um prazer publicar seu texto. Listo alguns motivos:

    1. É excelente ver mais e mais mulheres dissolvendo a ilusão que vincula a felicidade de uma mulher ao casamento. Parece que hoje a coisa mudou, mas não. Mesmo entre mulheres mais ilustradas, é muito comum existir esse refúgio no casamento como autêntica fonte de realização na vida.

    Aliás, muito da visão machista se apoia e retroalimenta esse imaginário. Há inúmeros filmes nos quais a vida da mulher gira em torno da preparação do casamento enquanto o cara é apresentado com mais foco em sua profissão.

    2. Concordo inteiramente com sua critica ao amor romantizado como um sentimento (a tal da “química” inexplicável ou “conexão de vidas passadas”). Tanto é que tomei a liberdade de linkar uma série de 3 textos que fiz exatamente sobre isso. Se não achou uma boa ideia, retiro os links, é só avisar.

    3. Sobre a monogamia, gostei muito de sua crítica ao argumento do Atila (com o qual eu também concordo, pois faz muito sentido). É uma defesa de nossa liberdade e autonomia diante dos condicionamentos bem explicados pelo Atila. Por isso concordo com ambos: de fato, esses padrões existem e governam a vida de muitos; e, sim, é possível superá-los e agir com autonomia, criando o próprio destino.

    4. Você tomou cuidado para não jogar o bebê junto com a água. Relativizou a monogamia em vez de descartá-la ou ignorá-la como fazem muitos defensores da poligamia (relacionamentos abertos, polyamory etc). Concordo: não importa o modelo ou a estrutura da relação, mas sua base e construção. Esse é o ponto.

    Seu texto me parece, pois, muito além de um simples longo comentário ao texto do Atila. Ele se sustenta por si só como um manifesto à liberdade em meio às nossas ilusões amorosas.

    Em geral, artigos com essa temática ficam no “mais do mesmo”, mas vi muita precisão e lucidez em sua visão. Mandou bem pra caralho.

    Agora vamos ver a opinião da comunidade PdH. ;-)

    Beijo.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Maíra,

    Foi um prazer publicar seu texto. Listo alguns motivos:

    1. É excelente ver mais e mais mulheres dissolvendo a ilusão que vincula a felicidade de uma mulher ao casamento. Parece que hoje a coisa mudou, mas não. Mesmo entre mulheres mais ilustradas, é muito comum existir esse refúgio no casamento como autêntica fonte de realização na vida.

    Aliás, muito da visão machista se apoia e retroalimenta esse imaginário. Há inúmeros filmes nos quais a vida da mulher gira em torno da preparação do casamento enquanto o cara é apresentado com mais foco em sua profissão.

    2. Concordo inteiramente com sua critica ao amor romantizado como um sentimento (a tal da “química” inexplicável ou “conexão de vidas passadas”). Tanto é que tomei a liberdade de linkar uma série de 3 textos que fiz exatamente sobre isso. Se não achou uma boa ideia, retiro os links, é só avisar.

    3. Sobre a monogamia, gostei muito de sua crítica ao argumento do Atila (com o qual eu também concordo, pois faz muito sentido). É uma defesa de nossa liberdade e autonomia diante dos condicionamentos bem explicados pelo Atila. Por isso concordo com ambos: de fato, esses padrões existem e governam a vida de muitos; e, sim, é possível superá-los e agir com autonomia, criando o próprio destino.

    4. Você tomou cuidado para não jogar o bebê junto com a água. Relativizou a monogamia em vez de descartá-la ou ignorá-la como fazem muitos defensores da poligamia (relacionamentos abertos, polyamory etc). Concordo: não importa o modelo ou a estrutura da relação, mas sua base e construção. Esse é o ponto.

    Seu texto me parece, pois, muito além de um simples longo comentário ao texto do Atila. Ele se sustenta por si só como um manifesto à liberdade em meio às nossas ilusões amorosas.

    Em geral, artigos com essa temática ficam no “mais do mesmo”, mas vi muita precisão e lucidez em sua visão. Mandou bem pra caralho.

    Agora vamos ver a opinião da comunidade PdH. ;-)

    Beijo.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Maíra,

    Foi um prazer publicar seu texto. Listo alguns motivos:

    1. É excelente ver mais e mais mulheres dissolvendo a ilusão que vincula a felicidade de uma mulher ao casamento. Parece que hoje a coisa mudou, mas não. Mesmo entre mulheres mais ilustradas, é muito comum existir esse refúgio no casamento como autêntica fonte de realização na vida.

    Aliás, muito da visão machista se apoia e retroalimenta esse imaginário. Há inúmeros filmes nos quais a vida da mulher gira em torno da preparação do casamento enquanto o cara é apresentado com mais foco em sua profissão.

    2. Concordo inteiramente com sua critica ao amor romantizado como um sentimento (a tal da “química” inexplicável ou “conexão de vidas passadas”). Tanto é que tomei a liberdade de linkar uma série de 3 textos que fiz exatamente sobre isso. Se não achou uma boa ideia, retiro os links, é só avisar.

    3. Sobre a monogamia, gostei muito de sua crítica ao argumento do Atila (com o qual eu também concordo, pois faz muito sentido). É uma defesa de nossa liberdade e autonomia diante dos condicionamentos bem explicados pelo Atila. Por isso concordo com ambos: de fato, esses padrões existem e governam a vida de muitos; e, sim, é possível superá-los e agir com autonomia, criando o próprio destino.

    4. Você tomou cuidado para não jogar o bebê junto com a água. Relativizou a monogamia em vez de descartá-la ou ignorá-la como fazem muitos defensores da poligamia (relacionamentos abertos, polyamory etc). Concordo: não importa o modelo ou a estrutura da relação, mas sua base e construção. Esse é o ponto.

    Seu texto me parece, pois, muito além de um simples longo comentário ao texto do Atila. Ele se sustenta por si só como um manifesto à liberdade em meio às nossas ilusões amorosas.

    Em geral, artigos com essa temática ficam no “mais do mesmo”, mas vi muita precisão e lucidez em sua visão. Mandou bem pra caralho.

    Agora vamos ver a opinião da comunidade PdH. ;-)

    Beijo.

  • Juce

    Só uma coisa: com amor, vem ciúmes. Com ciúmes, intriga.

    Monogâmia ou diferentes formas de relacionamentos não dependem de amor, pois é completamente possível que eu ame mas não seja capaz de aceitar que o amor por parte recíproca seja dividido, ou que a atenção seja dividida.

    Vale mais afastar-se da discussão de amor e monogâmia e pular dentro do da discussão sobre o quê diferencia as relações.

    fikdik.

    • Giovan

      “Só uma coisa: com amor, vem ciúmes. Com ciúmes, intriga.”

      Não necessariamente, parece-me mais que estás a falar de uma relação possessiva interdependente clássica do modelo de amor romântico do século XIX.

      Agora que você já está com nojo da minha prepotência peço desculpas pela mesma. Mas é isso aí cara, não é porque é amor que tem que ser possessivo e interdependente, é por causa desse sentimento de dependência que vem a necessidade de controlar e possuir o parceiro, e assim vem os ciúmes. É possível amar alguém sem tirar-lhe a liberdade e sem esse sentimento de posse, tal qual difundido atualmente em nossa sociedade: “minha mulher”, “minha namorada”, que causa o ciúmes.

  • Juce

    Só uma coisa: com amor, vem ciúmes. Com ciúmes, intriga.

    Monogâmia ou diferentes formas de relacionamentos não dependem de amor, pois é completamente possível que eu ame mas não seja capaz de aceitar que o amor por parte recíproca seja dividido, ou que a atenção seja dividida.

    Vale mais afastar-se da discussão de amor e monogâmia e pular dentro do da discussão sobre o quê diferencia as relações.

    fikdik.

  • Juce

    Só uma coisa: com amor, vem ciúmes. Com ciúmes, intriga.

    Monogâmia ou diferentes formas de relacionamentos não dependem de amor, pois é completamente possível que eu ame mas não seja capaz de aceitar que o amor por parte recíproca seja dividido, ou que a atenção seja dividida.

    Vale mais afastar-se da discussão de amor e monogâmia e pular dentro do da discussão sobre o quê diferencia as relações.

    fikdik.

  • Gustavo Lima

    Realmente, desde de cedo a fórmula “casamento = felicidade” é inculcada em nossas mentes. Aprendemos que: ou casamos e viramos adultos felizes ou não casamos e viramos velhos carrancudos. O casamento, que na época de nossos pais, era sinônimo de felicidade e união tornou-se sinônimo de traição e infelicidade mutuas. As pessoas buscam na troca de alianças, encontrar uma muleta emocional para o resto de suas vidas.

    Lembro que li uma frase que dizia tudo, não lembro de quem é, mas ela era mais ou menos assim:

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

    Ótimo texto ! ;)

  • Gustavo Lima

    Realmente, desde de cedo a fórmula “casamento = felicidade” é inculcada em nossas mentes. Aprendemos que: ou casamos e viramos adultos felizes ou não casamos e viramos velhos carrancudos. O casamento, que na época de nossos pais, era sinônimo de felicidade e união tornou-se sinônimo de traição e infelicidade mutuas. As pessoas buscam na troca de alianças, encontrar uma muleta emocional para o resto de suas vidas.

    Lembro que li uma frase que dizia tudo, não lembro de quem é, mas ela era mais ou menos assim:

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

    Ótimo texto ! ;)

  • Gustavo Lima

    Realmente, desde de cedo a fórmula “casamento = felicidade” é inculcada em nossas mentes. Aprendemos que: ou casamos e viramos adultos felizes ou não casamos e viramos velhos carrancudos. O casamento, que na época de nossos pais, era sinônimo de felicidade e união tornou-se sinônimo de traição e infelicidade mutuas. As pessoas buscam na troca de alianças, encontrar uma muleta emocional para o resto de suas vidas.

    Lembro que li uma frase que dizia tudo, não lembro de quem é, mas ela era mais ou menos assim:

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

    Ótimo texto ! ;)

  • Pingback: uberVU - social comments

  • Alee Bizz

    Quando terminei com a minha primeira namorada(grande amor da minha vida), eu passei por uma fase muito difícil. Fiz 3 meses de terapia, e nada adiantou…

    Eu me afundei! Eu ligava bêbado no meio da madrugada, implorava pra voltar e etc… Por diversas vezes eu tive a oportunidade de me tornar amigo dela, mas eu não tive maturidade para isso.

    Como eu disse, ela foi minha primeira namorada, e me deu um “chá de buceta” na cama! Porém, ela me desrespeitou muito, e me fez de palhaço por diversas vezes, sempre na certeza de que eu estaria lá no final do dia. Isso tudo me fez muito mal, eu só me afundava e afundava…

    Nas últimas semanas, eu descobri o PdH, e após ler alguns artigos do Gitti e Dr. Love, eu sai do meu “buraco” e melhorei muito a minha percepção da vida.

    Aqui eu encontrei respostas pra varias perguntas, e lendo alguns artigos, eu pude perceber tudo o que eu fiz de errado nesse relacionamento que acabou. Eu nunca imaginei que eu poderia encontrar essas respostas na internet.

    Gostaria de agradecer ao PhD! Vamos continar a compartilhar nossas experiencias!

    Valeu

  • Alee Bizz

    Quando terminei com a minha primeira namorada(grande amor da minha vida), eu passei por uma fase muito difícil. Fiz 3 meses de terapia, e nada adiantou…

    Eu me afundei! Eu ligava bêbado no meio da madrugada, implorava pra voltar e etc… Por diversas vezes eu tive a oportunidade de me tornar amigo dela, mas eu não tive maturidade para isso.

    Como eu disse, ela foi minha primeira namorada, e me deu um “chá de buceta” na cama! Porém, ela me desrespeitou muito, e me fez de palhaço por diversas vezes, sempre na certeza de que eu estaria lá no final do dia. Isso tudo me fez muito mal, eu só me afundava e afundava…

    Nas últimas semanas, eu descobri o PdH, e após ler alguns artigos do Gitti e Dr. Love, eu sai do meu “buraco” e melhorei muito a minha percepção da vida.

    Aqui eu encontrei respostas pra varias perguntas, e lendo alguns artigos, eu pude perceber tudo o que eu fiz de errado nesse relacionamento que acabou. Eu nunca imaginei que eu poderia encontrar essas respostas na internet.

    Gostaria de agradecer ao PhD! Vamos continar a compartilhar nossas experiencias!

    Valeu

  • Alee Bizz

    Quando terminei com a minha primeira namorada(grande amor da minha vida), eu passei por uma fase muito difícil. Fiz 3 meses de terapia, e nada adiantou…

    Eu me afundei! Eu ligava bêbado no meio da madrugada, implorava pra voltar e etc… Por diversas vezes eu tive a oportunidade de me tornar amigo dela, mas eu não tive maturidade para isso.

    Como eu disse, ela foi minha primeira namorada, e me deu um “chá de buceta” na cama! Porém, ela me desrespeitou muito, e me fez de palhaço por diversas vezes, sempre na certeza de que eu estaria lá no final do dia. Isso tudo me fez muito mal, eu só me afundava e afundava…

    Nas últimas semanas, eu descobri o PdH, e após ler alguns artigos do Gitti e Dr. Love, eu sai do meu “buraco” e melhorei muito a minha percepção da vida.

    Aqui eu encontrei respostas pra varias perguntas, e lendo alguns artigos, eu pude perceber tudo o que eu fiz de errado nesse relacionamento que acabou. Eu nunca imaginei que eu poderia encontrar essas respostas na internet.

    Gostaria de agradecer ao PhD! Vamos continar a compartilhar nossas experiencias!

    Valeu

  • Andre

    Discordo Juce. Quando o amor é construído sobre uma base sólida, com tempo e paciência, uma relação de confiança é criada e dificilmente há espaço para intrigas. Se você ama de verdade seu parceiro, você é cúmplice dele, mais do que isso, tem fé nele. E quem tem fé de verdade em algo, não a deixa ser abalada por intrigas. Ciúmes são completamente normais em um relacionamento, desde que eles não ultrapassem a barreira do saudável. Geralmente quando a confiança está estabelecida pelo casal, não há ciúmes excessivos. Quem tem ciúmes demais do parceiro, dá claras demonstrações de falta de confiança nele e isso mina o amor dia a dia. Falo isso por observar de perto uma relação que se acabou por ciúmes. enfim, gostei bastante do texto Maíra, ta de parabéns.

    PS: não sou religioso, apenas usei o termo fé para ilustrar melhor o meu argumento.

  • Andre

    Discordo Juce. Quando o amor é construído sobre uma base sólida, com tempo e paciência, uma relação de confiança é criada e dificilmente há espaço para intrigas. Se você ama de verdade seu parceiro, você é cúmplice dele, mais do que isso, tem fé nele. E quem tem fé de verdade em algo, não a deixa ser abalada por intrigas. Ciúmes são completamente normais em um relacionamento, desde que eles não ultrapassem a barreira do saudável. Geralmente quando a confiança está estabelecida pelo casal, não há ciúmes excessivos. Quem tem ciúmes demais do parceiro, dá claras demonstrações de falta de confiança nele e isso mina o amor dia a dia. Falo isso por observar de perto uma relação que se acabou por ciúmes. enfim, gostei bastante do texto Maíra, ta de parabéns.

    PS: não sou religioso, apenas usei o termo fé para ilustrar melhor o meu argumento.

  • Andre

    Discordo Juce. Quando o amor é construído sobre uma base sólida, com tempo e paciência, uma relação de confiança é criada e dificilmente há espaço para intrigas. Se você ama de verdade seu parceiro, você é cúmplice dele, mais do que isso, tem fé nele. E quem tem fé de verdade em algo, não a deixa ser abalada por intrigas. Ciúmes são completamente normais em um relacionamento, desde que eles não ultrapassem a barreira do saudável. Geralmente quando a confiança está estabelecida pelo casal, não há ciúmes excessivos. Quem tem ciúmes demais do parceiro, dá claras demonstrações de falta de confiança nele e isso mina o amor dia a dia. Falo isso por observar de perto uma relação que se acabou por ciúmes. enfim, gostei bastante do texto Maíra, ta de parabéns.

    PS: não sou religioso, apenas usei o termo fé para ilustrar melhor o meu argumento.

  • http://www.noimproviso.com/ Cadu

    Fui lendo o texto, lendo, lendo, admirando as idéias, balançando a cabeça concordando com muitas coisas, vendo os argumentos se encaixarem em vários momentos da minha vida e confesso que tomei um susto ao ver uma mulher na foto do autor.

    EXCELENTE texto, parabéns

  • http://www.noimproviso.com/ Cadu

    Fui lendo o texto, lendo, lendo, admirando as idéias, balançando a cabeça concordando com muitas coisas, vendo os argumentos se encaixarem em vários momentos da minha vida e confesso que tomei um susto ao ver uma mulher na foto do autor.

    EXCELENTE texto, parabéns

  • http://www.noimproviso.com Cadu

    Fui lendo o texto, lendo, lendo, admirando as idéias, balançando a cabeça concordando com muitas coisas, vendo os argumentos se encaixarem em vários momentos da minha vida e confesso que tomei um susto ao ver uma mulher na foto do autor.

    EXCELENTE texto, parabéns

  • Jeremias

    Oi Maíra!

    Gostei muito do seu artigo, porem,

    O que eu acho que nao foi comentado é, assim como o pequeno principe, nossas atitudes influenciam as pessoas proximas a nós, e numa esfera maior, afetam o mundo todo.

    Imagine que: eu namoro, mas sempre quiz a joaquina pra mim. faço que faço, que acabo namorando e sendo aceito pelas duas, ok. Aí meu grande amigo sandrão tambem curtiu a ideia, assim como o francis, o amigo dele. Esse efeito domino de um homem tendo um relaconamento sério com duas mulheres chegaria a um ponto que metade da populacao masculina nao teria mulheres para ter, porque a outra metade ja teria todas, entende? Eu sei que isso foi uma suposição absurda, mas é algo proximo ao que acontece hoje com nerds carinhosos x cafajestes bombados. A maioria esmagadora das mulheres preferem os cafajestes em relacao aos nerds, o que deixam os nerds sem mulheres (nao que a culpa seja 100% das mulheres).

    Bom, aonde eu quero chegar: Embora seja bonito falar que as relacoes fora do monogamismo sao libertadoras, numa escala global elas nos tiram do equilibrio e da igualdade. Eu sinceramente acho que quando nós priorizamos a NOSSA felicidade acima de qualquer outra coisa, acabamos por invadir o espaço de felicidade do próximo.

    Vocês tem que concordar: nós não podemos ser 100% felizes. Para isso teríamos que não nos importar com o horário do nosso trabalho, em fumar perto do não fumante, em beijar quem nós quizéssemos independente de estarmos com algúem ou se nosso alvo gostaria de se relacionar conosco… E para nos mantermos no nosso espaço e conviver em harmonia temos todo dia que reprimir nossos instintos, e na vida amorosa não é diferente.

    Pode parecer um comentário conservador, mas na verdade estou tentando ser humanista. Tanto que em momento nenhum eu falei sobre relacionamentos fora de namoro/casamento. Quando você se torna responsável por uma pessoa, você não pode mais pensar só na sua felicidade. E num relacionamento não há espaço para 100% de liberdade por pessoa.

  • Jeremias

    Oi Maíra!

    Gostei muito do seu artigo, porem,

    O que eu acho que nao foi comentado é, assim como o pequeno principe, nossas atitudes influenciam as pessoas proximas a nós, e numa esfera maior, afetam o mundo todo.

    Imagine que: eu namoro, mas sempre quiz a joaquina pra mim. faço que faço, que acabo namorando e sendo aceito pelas duas, ok. Aí meu grande amigo sandrão tambem curtiu a ideia, assim como o francis, o amigo dele. Esse efeito domino de um homem tendo um relaconamento sério com duas mulheres chegaria a um ponto que metade da populacao masculina nao teria mulheres para ter, porque a outra metade ja teria todas, entende? Eu sei que isso foi uma suposição absurda, mas é algo proximo ao que acontece hoje com nerds carinhosos x cafajestes bombados. A maioria esmagadora das mulheres preferem os cafajestes em relacao aos nerds, o que deixam os nerds sem mulheres (nao que a culpa seja 100% das mulheres).

    Bom, aonde eu quero chegar: Embora seja bonito falar que as relacoes fora do monogamismo sao libertadoras, numa escala global elas nos tiram do equilibrio e da igualdade. Eu sinceramente acho que quando nós priorizamos a NOSSA felicidade acima de qualquer outra coisa, acabamos por invadir o espaço de felicidade do próximo.

    Vocês tem que concordar: nós não podemos ser 100% felizes. Para isso teríamos que não nos importar com o horário do nosso trabalho, em fumar perto do não fumante, em beijar quem nós quizéssemos independente de estarmos com algúem ou se nosso alvo gostaria de se relacionar conosco… E para nos mantermos no nosso espaço e conviver em harmonia temos todo dia que reprimir nossos instintos, e na vida amorosa não é diferente.

    Pode parecer um comentário conservador, mas na verdade estou tentando ser humanista. Tanto que em momento nenhum eu falei sobre relacionamentos fora de namoro/casamento. Quando você se torna responsável por uma pessoa, você não pode mais pensar só na sua felicidade. E num relacionamento não há espaço para 100% de liberdade por pessoa.

  • Jeremias

    Oi Maíra!

    Gostei muito do seu artigo, porem,

    O que eu acho que nao foi comentado é, assim como o pequeno principe, nossas atitudes influenciam as pessoas proximas a nós, e numa esfera maior, afetam o mundo todo.

    Imagine que: eu namoro, mas sempre quiz a joaquina pra mim. faço que faço, que acabo namorando e sendo aceito pelas duas, ok. Aí meu grande amigo sandrão tambem curtiu a ideia, assim como o francis, o amigo dele. Esse efeito domino de um homem tendo um relaconamento sério com duas mulheres chegaria a um ponto que metade da populacao masculina nao teria mulheres para ter, porque a outra metade ja teria todas, entende? Eu sei que isso foi uma suposição absurda, mas é algo proximo ao que acontece hoje com nerds carinhosos x cafajestes bombados. A maioria esmagadora das mulheres preferem os cafajestes em relacao aos nerds, o que deixam os nerds sem mulheres (nao que a culpa seja 100% das mulheres).

    Bom, aonde eu quero chegar: Embora seja bonito falar que as relacoes fora do monogamismo sao libertadoras, numa escala global elas nos tiram do equilibrio e da igualdade. Eu sinceramente acho que quando nós priorizamos a NOSSA felicidade acima de qualquer outra coisa, acabamos por invadir o espaço de felicidade do próximo.

    Vocês tem que concordar: nós não podemos ser 100% felizes. Para isso teríamos que não nos importar com o horário do nosso trabalho, em fumar perto do não fumante, em beijar quem nós quizéssemos independente de estarmos com algúem ou se nosso alvo gostaria de se relacionar conosco… E para nos mantermos no nosso espaço e conviver em harmonia temos todo dia que reprimir nossos instintos, e na vida amorosa não é diferente.

    Pode parecer um comentário conservador, mas na verdade estou tentando ser humanista. Tanto que em momento nenhum eu falei sobre relacionamentos fora de namoro/casamento. Quando você se torna responsável por uma pessoa, você não pode mais pensar só na sua felicidade. E num relacionamento não há espaço para 100% de liberdade por pessoa.

  • Capone

    Eu achei o post bem coerente.

    Agora, o caso realmente é complicado no caso do exemplo que você deu de conversa com o homem que tem namorada mas é sexualmente infiel.

    O que você acha de uma pessoa que atende a todas as suas expectativas, e da qual você ama de verdade pelos aspectos mais importantes da sua vida, mas que não aceita poligamia e joga fora ela por isso?

    Realmente prefiro viver minha vida de relações extraconjugais às escondidas a perder a pessoa que eu amo.

  • Capone

    Eu achei o post bem coerente.

    Agora, o caso realmente é complicado no caso do exemplo que você deu de conversa com o homem que tem namorada mas é sexualmente infiel.

    O que você acha de uma pessoa que atende a todas as suas expectativas, e da qual você ama de verdade pelos aspectos mais importantes da sua vida, mas que não aceita poligamia e joga fora ela por isso?

    Realmente prefiro viver minha vida de relações extraconjugais às escondidas a perder a pessoa que eu amo.

  • Capone

    Eu achei o post bem coerente.

    Agora, o caso realmente é complicado no caso do exemplo que você deu de conversa com o homem que tem namorada mas é sexualmente infiel.

    O que você acha de uma pessoa que atende a todas as suas expectativas, e da qual você ama de verdade pelos aspectos mais importantes da sua vida, mas que não aceita poligamia e joga fora ela por isso?

    Realmente prefiro viver minha vida de relações extraconjugais às escondidas a perder a pessoa que eu amo.

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/ Jazz @brabul

    Ótima escrita. Pontos de vista bem argumentados e fortíssimos.

    Assinei embaixo.

    Já quero um relacionamento monogâmico-flex!

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/ Jazz @brabul

    Ótima escrita. Pontos de vista bem argumentados e fortíssimos.

    Assinei embaixo.

    Já quero um relacionamento monogâmico-flex!

  • http://poucaspalavras.wordpress.com Jazz @brabul

    Ótima escrita. Pontos de vista bem argumentados e fortíssimos.

    Assinei embaixo.

    Já quero um relacionamento monogâmico-flex!

  • http://devaneiodepaola.blogspot.com/ @polzza

    Adorei o texto! Exatamente o que eu penso. Eu por exemplo escolhi conscientemente viver a monogâmia, acho que os casais não fazem essa escolha consciente, com a discussão sobre o assunto, conversamos sobre poligamia também e concordamos que é possível sim amar mais de uma pessoa, mas por enquanto a 8 anos juntos e 1 de casamento (contínuos, nunca nos separamos) estamos plenos com o nosso modo tradicional de relacionamento monogâmico. É tradicional, mas o que dá certo é a individualidade e liberdade que temos de sairmos separados e a escolha consciente e debatida a dois de não vou trair meu parceiro. Acho que entre a poligamia e a monogamia tradicional imposta pela sociedade, existe um terceiro jeito sim de ser feliz ! É um modo super simples, o mais simples de todos, seja companheiro , seja o melhor amigo do seu amor, a cumplicidade foi banalizada, cumplicidade é em primeiro lugar amizade, trocar confidências da vida e não só de romance. Individualidade também é muito importante , ciúme é um sentimento bobo que nada tem haver com amor.

    E por enquanto somos felizes assim , monogâmicos por opção, mas conscientes que a poligamia é possível, só que até agora ninguém se apaixonou por outra pessoa. É muito raro se apaixonar, eu só tive sorte de achar um cara tão bacana uma vez na vida e estou bem satisfeita HOJE, como fui ontem e ante ontem, agora amanhã? Eu não sei, só vivendo o amanhã pra dizer!

    Brincamos que construímos esse terceiro modo de casamento dentro da sociedade que na sua grande maioria só consegue pensar em casamento chato tradicional um mentindo pro outro, ou a minoria que acredita na poligamia como único modo de ser feliz.

    Enfim , o terceiro modo que TODOS deveriamos construir não é nada além do SEU modo particular e pessoal de interpretar as relações. Não precisa ter rótulos- monogamia, poligamia, bigamia, poliamor , etc. Tem que ser o que é bom para você.
    Gostei da autora que por defender a poligamia não desdenhou da monogamia como muitos poligamicos fazem. Penso igual a você! Dá pra ser feliz de todos os modos! Apenas seja verdadeiro consigo e com o seu parceiro.

    E talvez se eu não tivesse tido tanta sorte em encontrar um parceiro tão legal eu preferiria viver poligamias, biagmias, do que relacionamentos falsos de muleta emocional e depósito de responsabilidade do outro te dar felicidade. Amor não é isso, ninguém pode carregar esse fardo de te fazer feliz, primeiro tem que ser feliz sozinho. Entender que as vezes sofremos , mas sofremos individualmente primeiro, tem que tomar cuidado pra não usar o parceiro como depósito de emoções ruins, em qualquer tipo de relacionamento isso vale.

    O engraçado é que o casamento é tão banalizado que se criou um tipo de preconceito em relação a esse tipo de parceria e quem encontrou a poligamia como resposta pensa que os monogâmicos estão todos errados. Novamente repito, como se todos fossemos iguais e pra todos tivesse que ter apenas um modo de ser feliz.

    Bom é isso! Contei minha vida aqui por que eu adoro os textos do blog e decidi compartilhar meu modo individual de viver o meu relacionamento. Parabéns Maíra Matos !

  • http://devaneiodepaola.blogspot.com/ @polzza

    Adorei o texto! Exatamente o que eu penso. Eu por exemplo escolhi conscientemente viver a monogâmia, acho que os casais não fazem essa escolha consciente, com a discussão sobre o assunto, conversamos sobre poligamia também e concordamos que é possível sim amar mais de uma pessoa, mas por enquanto a 8 anos juntos e 1 de casamento (contínuos, nunca nos separamos) estamos plenos com o nosso modo tradicional de relacionamento monogâmico. É tradicional, mas o que dá certo é a individualidade e liberdade que temos de sairmos separados e a escolha consciente e debatida a dois de não vou trair meu parceiro. Acho que entre a poligamia e a monogamia tradicional imposta pela sociedade, existe um terceiro jeito sim de ser feliz ! É um modo super simples, o mais simples de todos, seja companheiro , seja o melhor amigo do seu amor, a cumplicidade foi banalizada, cumplicidade é em primeiro lugar amizade, trocar confidências da vida e não só de romance. Individualidade também é muito importante , ciúme é um sentimento bobo que nada tem haver com amor.

    E por enquanto somos felizes assim , monogâmicos por opção, mas conscientes que a poligamia é possível, só que até agora ninguém se apaixonou por outra pessoa. É muito raro se apaixonar, eu só tive sorte de achar um cara tão bacana uma vez na vida e estou bem satisfeita HOJE, como fui ontem e ante ontem, agora amanhã? Eu não sei, só vivendo o amanhã pra dizer!

    Brincamos que construímos esse terceiro modo de casamento dentro da sociedade que na sua grande maioria só consegue pensar em casamento chato tradicional um mentindo pro outro, ou a minoria que acredita na poligamia como único modo de ser feliz.

    Enfim , o terceiro modo que TODOS deveriamos construir não é nada além do SEU modo particular e pessoal de interpretar as relações. Não precisa ter rótulos- monogamia, poligamia, bigamia, poliamor , etc. Tem que ser o que é bom para você.
    Gostei da autora que por defender a poligamia não desdenhou da monogamia como muitos poligamicos fazem. Penso igual a você! Dá pra ser feliz de todos os modos! Apenas seja verdadeiro consigo e com o seu parceiro.

    E talvez se eu não tivesse tido tanta sorte em encontrar um parceiro tão legal eu preferiria viver poligamias, biagmias, do que relacionamentos falsos de muleta emocional e depósito de responsabilidade do outro te dar felicidade. Amor não é isso, ninguém pode carregar esse fardo de te fazer feliz, primeiro tem que ser feliz sozinho. Entender que as vezes sofremos , mas sofremos individualmente primeiro, tem que tomar cuidado pra não usar o parceiro como depósito de emoções ruins, em qualquer tipo de relacionamento isso vale.

    O engraçado é que o casamento é tão banalizado que se criou um tipo de preconceito em relação a esse tipo de parceria e quem encontrou a poligamia como resposta pensa que os monogâmicos estão todos errados. Novamente repito, como se todos fossemos iguais e pra todos tivesse que ter apenas um modo de ser feliz.

    Bom é isso! Contei minha vida aqui por que eu adoro os textos do blog e decidi compartilhar meu modo individual de viver o meu relacionamento. Parabéns Maíra Matos !

  • http://devaneiodepaola.blogspot.com/ @polzza

    Adorei o texto! Exatamente o que eu penso. Eu por exemplo escolhi conscientemente viver a monogâmia, acho que os casais não fazem essa escolha consciente, com a discussão sobre o assunto, conversamos sobre poligamia também e concordamos que é possível sim amar mais de uma pessoa, mas por enquanto a 8 anos juntos e 1 de casamento (contínuos, nunca nos separamos) estamos plenos com o nosso modo tradicional de relacionamento monogâmico. É tradicional, mas o que dá certo é a individualidade e liberdade que temos de sairmos separados e a escolha consciente e debatida a dois de não vou trair meu parceiro. Acho que entre a poligamia e a monogamia tradicional imposta pela sociedade, existe um terceiro jeito sim de ser feliz ! É um modo super simples, o mais simples de todos, seja companheiro , seja o melhor amigo do seu amor, a cumplicidade foi banalizada, cumplicidade é em primeiro lugar amizade, trocar confidências da vida e não só de romance. Individualidade também é muito importante , ciúme é um sentimento bobo que nada tem haver com amor.

    E por enquanto somos felizes assim , monogâmicos por opção, mas conscientes que a poligamia é possível, só que até agora ninguém se apaixonou por outra pessoa. É muito raro se apaixonar, eu só tive sorte de achar um cara tão bacana uma vez na vida e estou bem satisfeita HOJE, como fui ontem e ante ontem, agora amanhã? Eu não sei, só vivendo o amanhã pra dizer!

    Brincamos que construímos esse terceiro modo de casamento dentro da sociedade que na sua grande maioria só consegue pensar em casamento chato tradicional um mentindo pro outro, ou a minoria que acredita na poligamia como único modo de ser feliz.

    Enfim , o terceiro modo que TODOS deveriamos construir não é nada além do SEU modo particular e pessoal de interpretar as relações. Não precisa ter rótulos- monogamia, poligamia, bigamia, poliamor , etc. Tem que ser o que é bom para você.
    Gostei da autora que por defender a poligamia não desdenhou da monogamia como muitos poligamicos fazem. Penso igual a você! Dá pra ser feliz de todos os modos! Apenas seja verdadeiro consigo e com o seu parceiro.

    E talvez se eu não tivesse tido tanta sorte em encontrar um parceiro tão legal eu preferiria viver poligamias, biagmias, do que relacionamentos falsos de muleta emocional e depósito de responsabilidade do outro te dar felicidade. Amor não é isso, ninguém pode carregar esse fardo de te fazer feliz, primeiro tem que ser feliz sozinho. Entender que as vezes sofremos , mas sofremos individualmente primeiro, tem que tomar cuidado pra não usar o parceiro como depósito de emoções ruins, em qualquer tipo de relacionamento isso vale.

    O engraçado é que o casamento é tão banalizado que se criou um tipo de preconceito em relação a esse tipo de parceria e quem encontrou a poligamia como resposta pensa que os monogâmicos estão todos errados. Novamente repito, como se todos fossemos iguais e pra todos tivesse que ter apenas um modo de ser feliz.

    Bom é isso! Contei minha vida aqui por que eu adoro os textos do blog e decidi compartilhar meu modo individual de viver o meu relacionamento. Parabéns Maíra Matos !

  • http://www.isabellices.com/ Isabella

    Adorei o texto, Maíra!

    Mas, realmente, fui moldada: monogâmica e ciumentinha.

  • http://www.isabellices.com/ Isabella

    Adorei o texto, Maíra!

    Mas, realmente, fui moldada: monogâmica e ciumentinha.

  • http://www.isabellices.com Isabella

    Adorei o texto, Maíra!

    Mas, realmente, fui moldada: monogâmica e ciumentinha.

  • http://www.twitter.com.br/dpicucci Danilo Picucci

    Fantástico o texto!

    Tá de Parabens Maíra, muito bem construido e com uma clareza impressionante.

    Continue escrevendo!
    o/

  • http://www.twitter.com.br/dpicucci Danilo Picucci

    Fantástico o texto!

    Tá de Parabens Maíra, muito bem construido e com uma clareza impressionante.

    Continue escrevendo!
    o/

  • http://www.twitter.com.br/dpicucci Danilo Picucci

    Fantástico o texto!

    Tá de Parabens Maíra, muito bem construido e com uma clareza impressionante.

    Continue escrevendo!
    o/

  • http://exerciciodamente.blogspot.com/ Lu Motta

    O que já vivenciei e conversei por aí, percebo que há uma necessidade de alguns homens terem relações extraconjugais e manterem uma postura de fiel frente a sociedade (para a família, principalmente).

    Sei que existem muitos homens que têm uma visão mais aberta e franca com sua parceira em relação a monogamia, mas não é a maioria como já observei.

    Vejo que ainda muitos resquícios do machismo. Na verdade, alguns homens não se abrem sobre a necessidade de ter outras mulheres, pois de uma certa forma abre a possibilidade de sua mulher ter outros homens. E muitos homens não aceitam isso de forma alguma.

    Claro que tenho consciência que muitas mulheres não aceitariam relações abertas, mas defendo a verdade dentro de uma relação. Relação aberta é muito mais complicado para mulher, pela sociedade e família. Mas mesmo assim, temos que dar o direito de escolha para as pessoas que dizemos que amamos.

    O mais fascinamente da traição, analisando o perfil dos traidores, é o prazer de fazer algo escondido, proibido. E infelizmente, seguindo meu raciocínio de ter uma relação verdadeira, não consigo solucionar o falar a verdade versus o prazer de ter algo escondido.

    Conversando com um amigo perfil poligâmico, ele defende que não existem pessoas fiéis, as pessoas se mantém fiéis por um período. SEndo que ele não tenta imaginar a esposa dele com outros, pois pra ele “mentiras sinceras o interessam”.

  • http://exerciciodamente.blogspot.com/ Lu Motta

    O que já vivenciei e conversei por aí, percebo que há uma necessidade de alguns homens terem relações extraconjugais e manterem uma postura de fiel frente a sociedade (para a família, principalmente).

    Sei que existem muitos homens que têm uma visão mais aberta e franca com sua parceira em relação a monogamia, mas não é a maioria como já observei.

    Vejo que ainda muitos resquícios do machismo. Na verdade, alguns homens não se abrem sobre a necessidade de ter outras mulheres, pois de uma certa forma abre a possibilidade de sua mulher ter outros homens. E muitos homens não aceitam isso de forma alguma.

    Claro que tenho consciência que muitas mulheres não aceitariam relações abertas, mas defendo a verdade dentro de uma relação. Relação aberta é muito mais complicado para mulher, pela sociedade e família. Mas mesmo assim, temos que dar o direito de escolha para as pessoas que dizemos que amamos.

    O mais fascinamente da traição, analisando o perfil dos traidores, é o prazer de fazer algo escondido, proibido. E infelizmente, seguindo meu raciocínio de ter uma relação verdadeira, não consigo solucionar o falar a verdade versus o prazer de ter algo escondido.

    Conversando com um amigo perfil poligâmico, ele defende que não existem pessoas fiéis, as pessoas se mantém fiéis por um período. SEndo que ele não tenta imaginar a esposa dele com outros, pois pra ele “mentiras sinceras o interessam”.

  • http://exerciciodamente.blogspot.com/ Lu Motta

    O que já vivenciei e conversei por aí, percebo que há uma necessidade de alguns homens terem relações extraconjugais e manterem uma postura de fiel frente a sociedade (para a família, principalmente).

    Sei que existem muitos homens que têm uma visão mais aberta e franca com sua parceira em relação a monogamia, mas não é a maioria como já observei.

    Vejo que ainda muitos resquícios do machismo. Na verdade, alguns homens não se abrem sobre a necessidade de ter outras mulheres, pois de uma certa forma abre a possibilidade de sua mulher ter outros homens. E muitos homens não aceitam isso de forma alguma.

    Claro que tenho consciência que muitas mulheres não aceitariam relações abertas, mas defendo a verdade dentro de uma relação. Relação aberta é muito mais complicado para mulher, pela sociedade e família. Mas mesmo assim, temos que dar o direito de escolha para as pessoas que dizemos que amamos.

    O mais fascinamente da traição, analisando o perfil dos traidores, é o prazer de fazer algo escondido, proibido. E infelizmente, seguindo meu raciocínio de ter uma relação verdadeira, não consigo solucionar o falar a verdade versus o prazer de ter algo escondido.

    Conversando com um amigo perfil poligâmico, ele defende que não existem pessoas fiéis, as pessoas se mantém fiéis por um período. SEndo que ele não tenta imaginar a esposa dele com outros, pois pra ele “mentiras sinceras o interessam”.

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    O que realmente acho importante é que as pessoas passem a abrir suas mentes para o tipo de amor que LHE cabe. Saber que o que é bom para o outro não necessariamente é o que lhe cai bem e livrar-se de preconceitos para poder viver o que é felicidade para si mesmo.

    Tem gente que é feliz casada, monogâmica a vida inteira, no melhor estilo ‘once upon a time’. Outros se curtem há anos mas vivem em casas separadas. E foram felizes para sempre. Há ainda aqueles que encontram o verdadeiro amor na amizade e nela constroem o relacionamento mais sólido de todos.

    Homos, heteros, biss… Quem pode nos dizer quem é mais feliz?

    Mais feliz é aquele que tem coragem suficiente para conhecer-se e buscar não o que lhe ‘completa’, mas quem, completo como ele, alegra-se em construir conjuntamente.

    Já fracassei em casamento, em namoro e em amizade, e quem realmente nos ‘empurra’ para o abismo da infelicidade somos nós mesmos, e não porque não sabemos as respostas, mas porque não sabemos, sequer, o que perguntar.

    Texto ótimo, que não ataca, mas liberta! Parabéns, Maíra!

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    O que realmente acho importante é que as pessoas passem a abrir suas mentes para o tipo de amor que LHE cabe. Saber que o que é bom para o outro não necessariamente é o que lhe cai bem e livrar-se de preconceitos para poder viver o que é felicidade para si mesmo.

    Tem gente que é feliz casada, monogâmica a vida inteira, no melhor estilo ‘once upon a time’. Outros se curtem há anos mas vivem em casas separadas. E foram felizes para sempre. Há ainda aqueles que encontram o verdadeiro amor na amizade e nela constroem o relacionamento mais sólido de todos.

    Homos, heteros, biss… Quem pode nos dizer quem é mais feliz?

    Mais feliz é aquele que tem coragem suficiente para conhecer-se e buscar não o que lhe ‘completa’, mas quem, completo como ele, alegra-se em construir conjuntamente.

    Já fracassei em casamento, em namoro e em amizade, e quem realmente nos ‘empurra’ para o abismo da infelicidade somos nós mesmos, e não porque não sabemos as respostas, mas porque não sabemos, sequer, o que perguntar.

    Texto ótimo, que não ataca, mas liberta! Parabéns, Maíra!

  • http://www.formspring.me/Truthspeaker Truthspeaker

    Aff tem gente que é tão tarada que não aguenta esperar chegar em casa pra fazer com a pessoa que ama. Não aguenta passar um dia sem sexo!

    Se ainda forem duas pessoas que viajam muito, ai tudo bem, nem todo mundo gosta de sexo virtual, e masturbação. Mas aquelas que sabem que vão chegar em casa e encontrar alguém disposto ao sexo, e mesmo assim traem, merecem um pé muito bem dado na bunda!

    Se o preço para poder ter várias mulheres for o chifre na testa – e ainda ter que sentir o gosto da ….. dos outros homens – prefiro ser solteirão mesmo. Apesar de que nesse mundo “sem monogamia”, os homens de pênis grande, alto salário, beleza física, e bom papo, teriam um verdadeiro harém a sua disposição; enquanto os homens de pênis pequeno, baixo salário e etc. só serviriam de eunucos para tomar conta da mulher do macho alfa, enquanto ele está mandando ver em alguma outra. Nessa história eu acho que eu iria me dar mal.

    A humanidade não faz suas escolhas à toa. A monogamia é realmente o melhor caminho a se tomar.

    • yu

      perfeito. sem lengalenga de filosofias sobre amor e putaria e direto ao ponto. um otario q nao sabe valorizar oq tem e acha q a mulher nao sabe de nada eu garanto, por mim mesma: acaba ganhando uma passagem bem cara pro inferno, mesmo q inconscientemente. a monogamia permite focar num unico amor, verdadeiro, sem perda de tempo e dinheiro.

  • http://dedentrodefora.blogspot.com/ MarianaMSDias

    O que realmente acho importante é que as pessoas passem a abrir suas mentes para o tipo de amor que LHE cabe. Saber que o que é bom para o outro não necessariamente é o que lhe cai bem e livrar-se de preconceitos para poder viver o que é felicidade para si mesmo.

    Tem gente que é feliz casada, monogâmica a vida inteira, no melhor estilo ‘once upon a time’. Outros se curtem há anos mas vivem em casas separadas. E foram felizes para sempre. Há ainda aqueles que encontram o verdadeiro amor na amizade e nela constroem o relacionamento mais sólido de todos.

    Homos, heteros, biss… Quem pode nos dizer quem é mais feliz?

    Mais feliz é aquele que tem coragem suficiente para conhecer-se e buscar não o que lhe ‘completa’, mas quem, completo como ele, alegra-se em construir conjuntamente.

    Já fracassei em casamento, em namoro e em amizade, e quem realmente nos ‘empurra’ para o abismo da infelicidade somos nós mesmos, e não porque não sabemos as respostas, mas porque não sabemos, sequer, o que perguntar.

    Texto ótimo, que não ataca, mas liberta! Parabéns, Maíra!

  • http://www.formspring.me/Truthspeaker Truthspeaker

    Aff tem gente que é tão tarada que não aguenta esperar chegar em casa pra fazer com a pessoa que ama. Não aguenta passar um dia sem sexo!

    Se ainda forem duas pessoas que viajam muito, ai tudo bem, nem todo mundo gosta de sexo virtual, e masturbação. Mas aquelas que sabem que vão chegar em casa e encontrar alguém disposto ao sexo, e mesmo assim traem, merecem um pé muito bem dado na bunda!

    Se o preço para poder ter várias mulheres for o chifre na testa – e ainda ter que sentir o gosto da ….. dos outros homens – prefiro ser solteirão mesmo. Apesar de que nesse mundo “sem monogamia”, os homens de pênis grande, alto salário, beleza física, e bom papo, teriam um verdadeiro harém a sua disposição; enquanto os homens de pênis pequeno, baixo salário e etc. só serviriam de eunucos para tomar conta da mulher do macho alfa, enquanto ele está mandando ver em alguma outra. Nessa história eu acho que eu iria me dar mal.

    A humanidade não faz suas escolhas à toa. A monogamia é realmente o melhor caminho a se tomar.

  • Savannah

    Sobre os comentários #8 e #9, só posso dizer uma coisa: vcs não entenderam NADA! Leiam de novo o texto.

    E Capone, típico FDP, prefere viver uma vida de mentiras ao invés de ser honesto consigo mesmo e com a pessoa que DIZ que ama.

  • Savannah

    Sobre os comentários #8 e #9, só posso dizer uma coisa: vcs não entenderam NADA! Leiam de novo o texto.

    E Capone, típico FDP, prefere viver uma vida de mentiras ao invés de ser honesto consigo mesmo e com a pessoa que DIZ que ama.

  • http://blog.icarlos.net/ Ivan Carlos

    O que seria um amor monogâmico-flex, Maíra? XDDD

  • http://blog.icarlos.net Ivan Carlos

    O que seria um amor monogâmico-flex, Maíra? XDDD

  • http://malvadao.tumblr.com Malvadão

    Clap! Clap! Clap!

    Com certeza você é uma das poucas mulheres que assumem pensar assim, e eu admiro isso! My respect!

    Uma maioria esmagadora prega o monogamismo e uma minoria esmagada berra aos 4 cantos que são e serão poli-amorosos por toda a sua vida… E você, assim como eu, aceita a decisão de qualquer um! E isso é muito foda!

    O lance de gostar de mais de uma pessoa é possível sim! Agora fazer com que algumas pessoas entendam [ não esquento que não aceitem... mas que não me recriminem por isso ] isso é problemático.

    Parabés!

    @ Jeremias

    Onde tu mora cara ? Aí só tem 2 mulheres pra cada homem ??? Só eu aqui fico com 3 e tu ainda reclama disso ??? Melhora o teu papo porque diferente dos Gnus… a gente não tem que disputar fêmea batendo as cabeças!

    Brincadeira ;)

    Agora sobre o comentário “Quando você se torna responsável por uma pessoa, você não pode mais pensar só na sua felicidade.”
    Bicho… Você não se torna responsável por uma pessoa ( no relacionamento )… Você cria uma PARCERIA no relacionamento!
    Bom… Mas isso é a minha opinião.

  • http://malvadao.tumblr.com Malvadão

    Clap! Clap! Clap!

    Com certeza você é uma das poucas mulheres que assumem pensar assim, e eu admiro isso! My respect!

    Uma maioria esmagadora prega o monogamismo e uma minoria esmagada berra aos 4 cantos que são e serão poli-amorosos por toda a sua vida… E você, assim como eu, aceita a decisão de qualquer um! E isso é muito foda!

    O lance de gostar de mais de uma pessoa é possível sim! Agora fazer com que algumas pessoas entendam [ não esquento que não aceitem... mas que não me recriminem por isso ] isso é problemático.

    Parabés!

    @ Jeremias

    Onde tu mora cara ? Aí só tem 2 mulheres pra cada homem ??? Só eu aqui fico com 3 e tu ainda reclama disso ??? Melhora o teu papo porque diferente dos Gnus… a gente não tem que disputar fêmea batendo as cabeças!

    Brincadeira ;)

    Agora sobre o comentário “Quando você se torna responsável por uma pessoa, você não pode mais pensar só na sua felicidade.”
    Bicho… Você não se torna responsável por uma pessoa ( no relacionamento )… Você cria uma PARCERIA no relacionamento!
    Bom… Mas isso é a minha opinião.

  • Cláudio Pedroso

    O texto está muito bom, Maíra! Parabéns!

    Jeremias, seu argumento (e o argumento final do Atila) seriam perfeitos, se não fosse um detalhe: mulheres não são pedras. Pedras apenas existem, não têm vontade nem consciência. Mulheres, assim como os homens (por incrível que pareça), também tem vontades, desejos, sentem tesão, raiva, amor, etc… Seu argumento de distribuição de mulheres parte do princípio que um homem poderia ter várias mulheres, mas uma mulher só poderia ter um homem.
    Para mim o relacionamento (seja ele namoro, casamento, amizade, companheiros de boteco, etc) é válido enquanto os participantes caminham num mesmo sentido e em ritmos parecidos. No final das contas, o que importa é a clareza e sinceridade (consigo mesmo e com os outros) nas suas escolhas e do que abrimos mão ao tomá-las.

    PS: Só pra deixar registrado. Cativar vem do latim “captivus” (prisioneiro). Tem a mesma raíz da palavra cativeiro. A frase favorita das misses de todo o mundo – “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (Antoine de Saint Exupéry, O pequeno príncipe) – fica mais próxima do significado original (e que o autor expressa com a passagem da raposa) se for dita como “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que aprisionas”. Me fez parar pra pensar…

  • Cláudio Pedroso

    O texto está muito bom, Maíra! Parabéns!

    Jeremias, seu argumento (e o argumento final do Atila) seriam perfeitos, se não fosse um detalhe: mulheres não são pedras. Pedras apenas existem, não têm vontade nem consciência. Mulheres, assim como os homens (por incrível que pareça), também tem vontades, desejos, sentem tesão, raiva, amor, etc… Seu argumento de distribuição de mulheres parte do princípio que um homem poderia ter várias mulheres, mas uma mulher só poderia ter um homem.
    Para mim o relacionamento (seja ele namoro, casamento, amizade, companheiros de boteco, etc) é válido enquanto os participantes caminham num mesmo sentido e em ritmos parecidos. No final das contas, o que importa é a clareza e sinceridade (consigo mesmo e com os outros) nas suas escolhas e do que abrimos mão ao tomá-las.

    PS: Só pra deixar registrado. Cativar vem do latim “captivus” (prisioneiro). Tem a mesma raíz da palavra cativeiro. A frase favorita das misses de todo o mundo – “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (Antoine de Saint Exupéry, O pequeno príncipe) – fica mais próxima do significado original (e que o autor expressa com a passagem da raposa) se for dita como “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que aprisionas”. Me fez parar pra pensar…

  • Rodrigo

    Ótimo texto Maíra.

    Eu bem queria ter algo para discordar e alimentar a discussão, mas concordo com tudo, assim como com os textos do Gitti…

    Também não acredito em amor à primeira vista, mas sim em encantamento à primeira vista, paixão à primeira vista, e esta sim encontra explicações nas reações químicas (que “por acaso” puderam ser vistas no Globo Repórter ontem).
    Aliás, o amor à primeira vista é tema recorrente nos filmes Hollywoodianos, e isso dá a impressão de que ele é o fator decisivo pra que uma relação “dê certo” (o próprio documentário no Globo Repórter mostrou a moça desistindo de um casamento por ele), mas o que eu acho que pouco se percebem é que um filme de duas horas não tem tempo para mostrar um amor sendo construindo com bases sólidas.
    Os seus finais colabora para essa impressão de que realmente o amor à primeira vista existe, mas também o que não se percebe é que não se mostra o “depois”: como o casal está depois de 1, 10, 50 anos, se o “amor à primeira vista” se transformou em “amor à milésima vista”, se todo o problema que os impediu de ficar juntos já no início do filme não se repetiu dezenas de vezes e se isso enfraqueceu ou não a relação… Simplesmente termina com um implícito (ou escrito em fonte tamanho 72) “e viveram felizes para sempre”. Oras, o que impede de que a convivência com o Dengoso tenha feito a a Branca de Neve o amar e abandonar o Príncipe?

    E também acredito não ser contra o romantismo por não acreditar nele ou nos filmes que o tem como protagonista. Muito pelo contrário, me sinto romântico por dar valor às bases construídas com o tempo, a todo o aprendizado, experiências, descobertas que antecedem o verdadeiro (e porque não, possivelmente eterno) amor.

    Não vou me meter a falar sobre poligamia não por ser contra, mas simplesmente por não sentir essa necessidade, por estar feliz construindo com minha namorada nosso amor, assim, monogamicamente ;)

    Ah, posso discordar do Jeremias (#8) em dois pontos: Primeiro, o fato de ser “liberada” a poligamia não quer dizer que a “maioria esmagadora” vá adotá-la. Boa parte pode decidir experimentá-la, mas como dizem, “tudo que é demais enjoa” e “quando é proibido é mais gosto”. Muita gente ainda acredita na monogamia não só porque foi enraizada na nossa cultura, mas por se satisfazer assim, simplesmente. O segundo ponto é quando diz que “a maioria esmagadora das mulheres preferem os cafajestes em relação aos nerds, o que deixam os nerds sem mulheres”. Poxa, se as mulheres já preferem os cafajestes, o que faz os nerds tanto desejarem elas? Porque não vão atrás de mulheres que gostem deles, que os tenham como “seus tipos”? Diferente do amor à primeira vista, essa afinidade inicial é sim um bom primeiro fator a ser considerado para uma relação duradoura (sem contar que as que gostam dos cafajestes geralmente não vão atrás deles querendo relação duradoura). Usei os termos “nerd” e “cafajeste” por inércia, mas escrevi querendo generalizar, ok?

    É isso… Abraço, pessoal

  • Rodrigo

    Ótimo texto Maíra.

    Eu bem queria ter algo para discordar e alimentar a discussão, mas concordo com tudo, assim como com os textos do Gitti…

    Também não acredito em amor à primeira vista, mas sim em encantamento à primeira vista, paixão à primeira vista, e esta sim encontra explicações nas reações químicas (que “por acaso” puderam ser vistas no Globo Repórter ontem).
    Aliás, o amor à primeira vista é tema recorrente nos filmes Hollywoodianos, e isso dá a impressão de que ele é o fator decisivo pra que uma relação “dê certo” (o próprio documentário no Globo Repórter mostrou a moça desistindo de um casamento por ele), mas o que eu acho que pouco se percebem é que um filme de duas horas não tem tempo para mostrar um amor sendo construindo com bases sólidas.
    Os seus finais colabora para essa impressão de que realmente o amor à primeira vista existe, mas também o que não se percebe é que não se mostra o “depois”: como o casal está depois de 1, 10, 50 anos, se o “amor à primeira vista” se transformou em “amor à milésima vista”, se todo o problema que os impediu de ficar juntos já no início do filme não se repetiu dezenas de vezes e se isso enfraqueceu ou não a relação… Simplesmente termina com um implícito (ou escrito em fonte tamanho 72) “e viveram felizes para sempre”. Oras, o que impede de que a convivência com o Dengoso tenha feito a a Branca de Neve o amar e abandonar o Príncipe?

    E também acredito não ser contra o romantismo por não acreditar nele ou nos filmes que o tem como protagonista. Muito pelo contrário, me sinto romântico por dar valor às bases construídas com o tempo, a todo o aprendizado, experiências, descobertas que antecedem o verdadeiro (e porque não, possivelmente eterno) amor.

    Não vou me meter a falar sobre poligamia não por ser contra, mas simplesmente por não sentir essa necessidade, por estar feliz construindo com minha namorada nosso amor, assim, monogamicamente ;)

    Ah, posso discordar do Jeremias (#8) em dois pontos: Primeiro, o fato de ser “liberada” a poligamia não quer dizer que a “maioria esmagadora” vá adotá-la. Boa parte pode decidir experimentá-la, mas como dizem, “tudo que é demais enjoa” e “quando é proibido é mais gosto”. Muita gente ainda acredita na monogamia não só porque foi enraizada na nossa cultura, mas por se satisfazer assim, simplesmente. O segundo ponto é quando diz que “a maioria esmagadora das mulheres preferem os cafajestes em relação aos nerds, o que deixam os nerds sem mulheres”. Poxa, se as mulheres já preferem os cafajestes, o que faz os nerds tanto desejarem elas? Porque não vão atrás de mulheres que gostem deles, que os tenham como “seus tipos”? Diferente do amor à primeira vista, essa afinidade inicial é sim um bom primeiro fator a ser considerado para uma relação duradoura (sem contar que as que gostam dos cafajestes geralmente não vão atrás deles querendo relação duradoura). Usei os termos “nerd” e “cafajeste” por inércia, mas escrevi querendo generalizar, ok?

    É isso… Abraço, pessoal

  • jack

    Gostei muito deste comentário: #11 – @polzza

    Também penso desse jeito. Hoje em dia há muitos casais que vivem se enganando um ao outro, traindo escondido, etc. Tenho namorada, e vejo nossa relação baseada em uma grande confiança um no outro. Não temos essa de ficar com suspeitas, mentiras, intrigas, etc. Ciúmes… às vezes, mas é normal. Nada exagerado.
    Pelo fato de muitas relações hoje em dia terem se deteiorado, as pessoas pregam que o casamento é uma merda, que a relação monogâmica é impossível de dar certo… e na verdade eu acho que não. Cada um seja feliz a sua maneira.

    Mas é aquela coisa… quanto à questão da poligamia, relacionamentos a tres, etc… socialmente, é complicadíssimo de funcionar. Querendo ou não, vivemos em sociedade. Não que seja impossível de esse tipo de relacionamento existir, mas acho que as pessoas enfrentarão tantos obstáculos socialmente que certamente sairão prejudicadas em muitos aspectos. Mas cabe a cada um optar.

  • jack

    Gostei muito deste comentário: #11 – @polzza

    Também penso desse jeito. Hoje em dia há muitos casais que vivem se enganando um ao outro, traindo escondido, etc. Tenho namorada, e vejo nossa relação baseada em uma grande confiança um no outro. Não temos essa de ficar com suspeitas, mentiras, intrigas, etc. Ciúmes… às vezes, mas é normal. Nada exagerado.
    Pelo fato de muitas relações hoje em dia terem se deteiorado, as pessoas pregam que o casamento é uma merda, que a relação monogâmica é impossível de dar certo… e na verdade eu acho que não. Cada um seja feliz a sua maneira.

    Mas é aquela coisa… quanto à questão da poligamia, relacionamentos a tres, etc… socialmente, é complicadíssimo de funcionar. Querendo ou não, vivemos em sociedade. Não que seja impossível de esse tipo de relacionamento existir, mas acho que as pessoas enfrentarão tantos obstáculos socialmente que certamente sairão prejudicadas em muitos aspectos. Mas cabe a cada um optar.

  • Jonas

    De boa… o começo do texto já me deixou com o pé atrás: ““O ser humano é monogâmico por natureza?”. [...] coloco outra questão: “Será mesmo necessário procurar esta resposta?”.”

    Enfim, ficar discorrendo das exceções, não-monogâmicas, não me parece uma resposta, mas um complemento do texto do Atila. O texto do Atila cumpriu muito bem o seu papel, que era generalizar o comportamento humano. O texto da Maíra, me perdoe quem achou muito bem argumentado, mas me deu um nó na cabeça de tantas voltas, e para mim isto aconteceu exatamente por querer falar de exceções.

    “É tão gostoso quando percebemos que construímos, aos poucos, uma relação profunda, compartilhada de verdade, que nos dá muito mais felicidade do que qualquer outra paixonite que já vivemos, porque dessa vez faz sentido para nós e se encaixa na nossa vida, independente se é um relacionamento a três, uma relação homossexual ou a monogamia tradicional.”

    O problema é que quando aparecem problemas sérios, como filhos, este relacionamento a três não tende a durar e de alguma parte o amor acaba. Acho que as pessoas se preparam para evitar este tipo de coisa, por isto a monogamia também.

  • Jonas

    De boa… o começo do texto já me deixou com o pé atrás: ““O ser humano é monogâmico por natureza?”. [...] coloco outra questão: “Será mesmo necessário procurar esta resposta?”.”

    Enfim, ficar discorrendo das exceções, não-monogâmicas, não me parece uma resposta, mas um complemento do texto do Atila. O texto do Atila cumpriu muito bem o seu papel, que era generalizar o comportamento humano. O texto da Maíra, me perdoe quem achou muito bem argumentado, mas me deu um nó na cabeça de tantas voltas, e para mim isto aconteceu exatamente por querer falar de exceções.

    “É tão gostoso quando percebemos que construímos, aos poucos, uma relação profunda, compartilhada de verdade, que nos dá muito mais felicidade do que qualquer outra paixonite que já vivemos, porque dessa vez faz sentido para nós e se encaixa na nossa vida, independente se é um relacionamento a três, uma relação homossexual ou a monogamia tradicional.”

    O problema é que quando aparecem problemas sérios, como filhos, este relacionamento a três não tende a durar e de alguma parte o amor acaba. Acho que as pessoas se preparam para evitar este tipo de coisa, por isto a monogamia também.

  • Chuck Norris

    Gostei do seu texto. Mas vc se esquece de uma coisa. Nós somos sim, programados geneticamente para estarmos mais suscetíveis a um tipo de relacionamento! E isso não tem nada haver com a novela das 8. Os pingüins não vêm novela e tendem naturalmente a monogamia, os primatas normalmente vivem em um sistema que possui um macho alfa com várias fêmeas sobre seu “domínio” sexual, outros como os bonobos parecem tender para a suruba generalizada.

    Ou seja temos sim UMA INFLUÊNCIA GENÉTICA GIGANTESCA SOBRE NOSSA MANEIRA DE NOS RELACIONARMOS! É muita inocência falar que somos seres completamente racionais e blablabla… Uma parte de nosso comportamento é explicada através da evolução da espécie, outra por influências culturais (não devemos subestima-las afinal ser plenamente feliz passa por ser aceito pela sociedade! Ninguem vive feliz sozinho) e a última parte pelo nossa capacidade de raciocinar e tomar escolhas que maximizam sua utilidade.

  • Chuck Norris

    Gostei do seu texto. Mas vc se esquece de uma coisa. Nós somos sim, programados geneticamente para estarmos mais suscetíveis a um tipo de relacionamento! E isso não tem nada haver com a novela das 8. Os pingüins não vêm novela e tendem naturalmente a monogamia, os primatas normalmente vivem em um sistema que possui um macho alfa com várias fêmeas sobre seu “domínio” sexual, outros como os bonobos parecem tender para a suruba generalizada.

    Ou seja temos sim UMA INFLUÊNCIA GENÉTICA GIGANTESCA SOBRE NOSSA MANEIRA DE NOS RELACIONARMOS! É muita inocência falar que somos seres completamente racionais e blablabla… Uma parte de nosso comportamento é explicada através da evolução da espécie, outra por influências culturais (não devemos subestima-las afinal ser plenamente feliz passa por ser aceito pela sociedade! Ninguem vive feliz sozinho) e a última parte pelo nossa capacidade de raciocinar e tomar escolhas que maximizam sua utilidade.

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  • Filipe

    Faço coro com o #16.

    Recomendo o filme “Vicky Cristina Barcelona”.

    Sobre o texto, muito bom, mas muito longo. Sou fã da arte de falar muito com poucas palavras.

  • Filipe

    Faço coro com o #16.

    Recomendo o filme “Vicky Cristina Barcelona”.

    Sobre o texto, muito bom, mas muito longo. Sou fã da arte de falar muito com poucas palavras.

  • Thebason

    Monogamia x poligamia… eis a questão, nobres participantes!

    Eis a questão… rs!!!

  • Thebason

    Monogamia x poligamia… eis a questão, nobres participantes!

    Eis a questão… rs!!!

  • Aline

    Monogamia tem a utilidade de manter o equilíbrio na sociedade. Imagine se todas as mulheres só quisessem sair com homens que tivessem determinados aspectos de poder, boa aparência, etc. (o mesmo vale para as mulheres)
    E é bom lembrar que não, não somos só racionais, mas desejo é só desejo, uma vontade forte e não uma compulsão ou uma ordem irrefutável.

  • Aline

    Monogamia tem a utilidade de manter o equilíbrio na sociedade. Imagine se todas as mulheres só quisessem sair com homens que tivessem determinados aspectos de poder, boa aparência, etc. (o mesmo vale para as mulheres)
    E é bom lembrar que não, não somos só racionais, mas desejo é só desejo, uma vontade forte e não uma compulsão ou uma ordem irrefutável.

  • Marcela.

    Não acho errado, termos experiências. Somos e muito, movidos por desejos. Também não se é errado nem impossivel amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Então não sou contra de amar, ou enfim, se relacionar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, claro, sendo sincera com ambas.
    Mas na minha opnião: apenas como um relacionamento aberto.
    Não creio que eu levaria adiante a tal ponto de querer morar junto com duas pessoas.
    E também, quando digo, é uma pessoa ter um caso com duas, separadamente. E isso não é ser antiquada, é um estilo. Como tem os que gostam, tem os que não gostam.
    Eu creio que quando for para levar algo verdaderiramente a sério, ao ponto de se casar, que seja com uma única pessoa. Enquanto não se acha a pessoa para isso, que se envolva com quem e quantas pessoas quiser. Isso vai de cada pessoa, claro.
    Eu apoio o Cazuza quando cantava: Viver a liberdade, amar de verdade, só se for a dois!

  • Marcela.

    Não acho errado, termos experiências. Somos e muito, movidos por desejos. Também não se é errado nem impossivel amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Então não sou contra de amar, ou enfim, se relacionar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, claro, sendo sincera com ambas.
    Mas na minha opnião: apenas como um relacionamento aberto.
    Não creio que eu levaria adiante a tal ponto de querer morar junto com duas pessoas.
    E também, quando digo, é uma pessoa ter um caso com duas, separadamente. E isso não é ser antiquada, é um estilo. Como tem os que gostam, tem os que não gostam.
    Eu creio que quando for para levar algo verdaderiramente a sério, ao ponto de se casar, que seja com uma única pessoa. Enquanto não se acha a pessoa para isso, que se envolva com quem e quantas pessoas quiser. Isso vai de cada pessoa, claro.
    Eu apoio o Cazuza quando cantava: Viver a liberdade, amar de verdade, só se for a dois!

  • Dan

    Texto bacana, mas acredito que o amor não pode ser dividido.

    Se amo uma mulher, não acredito que a amaria da mesma forma se tivesse que “dividir” esse amor com a outra pessoa.

    Respeito o ponto de vista, mas acredito que a monogamia é o melhor pra mim. Simplesmente pelo fato de que o amor que eu possa vir a sentir por alguém não está na outra pessoa, e sim em mim, bastando apenas que eu direcione esse amor pra aquele pessoa, caso sinta que temos coisas em comum, ou gostemos de alguma coisa em cada um.

    Já fui meio que obrigado a escolher entre estar sozinho ou ficar com alguem mesmo sabendo que a pessoa gostava de outro. Minha escolha foi ficar solteiro, liberado de qualquer tipo de “compromisso”, e aberto para o mundo e as infinidades de opçoes que podem surgir em minha vida.

    Eu prefiro ter alguem apenas para mim, sou sim egoísta nesse sentido. Meu amor é algo muito precioso pra ser dividido com alguém. Quero amar plenamente, e não pela metade, e da mesma forma quero ser amado plenamente.

    Acredito no amor como algo que une DUAS PESSOAS, de forma que você vê no outro algo que não consegue enxergar nas outras pessoas ao seu redor, de forma que você não precisa continuadamente testar suas habilidades em conquistar outras pessoas, bastando apenas a pessoa amada pra que você sinta-se único/única no Universo.

    Quando você ama verdadeiramente, percebe que não precisa procurar “amor” em outras pessoas, já que tem o amor bem ali na sua frente e dentro de você também.

    Bom mesmo é acordar pensando em alguém e saber que aquela pessoa também acordou pensando em você.

    Isso do ponto de vista do “amor”. Sem falar em outros problemas que surgem, como por exemplo: Doenças, filhos, relacionamento com a família (sim, não nos esqueçamos que vivemos numa sociedade, onde existem regras, costumes, leis, etc), relacionamento com os amigos. Acredito que embora tal relacionamento a três possa existir, ele não cria bases pra ser algo duradouro, mesmo podendo ser uma experiência positiva em algum sentido.

  • Dan

    Texto bacana, mas acredito que o amor não pode ser dividido.

    Se amo uma mulher, não acredito que a amaria da mesma forma se tivesse que “dividir” esse amor com a outra pessoa.

    Respeito o ponto de vista, mas acredito que a monogamia é o melhor pra mim. Simplesmente pelo fato de que o amor que eu possa vir a sentir por alguém não está na outra pessoa, e sim em mim, bastando apenas que eu direcione esse amor pra aquele pessoa, caso sinta que temos coisas em comum, ou gostemos de alguma coisa em cada um.

    Já fui meio que obrigado a escolher entre estar sozinho ou ficar com alguem mesmo sabendo que a pessoa gostava de outro. Minha escolha foi ficar solteiro, liberado de qualquer tipo de “compromisso”, e aberto para o mundo e as infinidades de opçoes que podem surgir em minha vida.

    Eu prefiro ter alguem apenas para mim, sou sim egoísta nesse sentido. Meu amor é algo muito precioso pra ser dividido com alguém. Quero amar plenamente, e não pela metade, e da mesma forma quero ser amado plenamente.

    Acredito no amor como algo que une DUAS PESSOAS, de forma que você vê no outro algo que não consegue enxergar nas outras pessoas ao seu redor, de forma que você não precisa continuadamente testar suas habilidades em conquistar outras pessoas, bastando apenas a pessoa amada pra que você sinta-se único/única no Universo.

    Quando você ama verdadeiramente, percebe que não precisa procurar “amor” em outras pessoas, já que tem o amor bem ali na sua frente e dentro de você também.

    Bom mesmo é acordar pensando em alguém e saber que aquela pessoa também acordou pensando em você.

    Isso do ponto de vista do “amor”. Sem falar em outros problemas que surgem, como por exemplo: Doenças, filhos, relacionamento com a família (sim, não nos esqueçamos que vivemos numa sociedade, onde existem regras, costumes, leis, etc), relacionamento com os amigos. Acredito que embora tal relacionamento a três possa existir, ele não cria bases pra ser algo duradouro, mesmo podendo ser uma experiência positiva em algum sentido.

  • Freelancer

    Gosto muito quando alguém argumenta sobre essa liberdade de ação e de autonomia em relação ao padrões Biológicos e Sociais!
    Francamente eles me irritam, quando deles não posso optar nem pra sim nem pra não!
    bom! estou em um relacionamento monogâmico, mas posso, tenho a opção tanto de mudar isso, quanto de terminar o relacionamento! Me sinto muito bem com isso, e posso ser bastante sincero com minha parceira!
    e nem preciso dizer que isso me livra de pressões e estresse!

    parabéns pelo texto!

  • Freelancer

    Gosto muito quando alguém argumenta sobre essa liberdade de ação e de autonomia em relação ao padrões Biológicos e Sociais!
    Francamente eles me irritam, quando deles não posso optar nem pra sim nem pra não!
    bom! estou em um relacionamento monogâmico, mas posso, tenho a opção tanto de mudar isso, quanto de terminar o relacionamento! Me sinto muito bem com isso, e posso ser bastante sincero com minha parceira!
    e nem preciso dizer que isso me livra de pressões e estresse!

    parabéns pelo texto!

  • Maíra Matos

    Então, respondendo alguns comentários

    1. Duas pessoas eu acho já responderam o que eu queria responder ao Jeremias, mas faltou uma coisa: ele disse
    ” E num relacionamento não há espaço para 100% de liberdade por pessoa.”

    Jeremias, e outras pessoas também, que foram muitas: meu texto não serviu para defender a poligamia, tampouco dizer que devemos mandar um foda-se para tudo e todos. Meu texto é nada mais que uma forma de lembrar as pessoas que no mundo não existem verdades, só certezas. E certezas são relativas, podendo ser questionadas a qualquer momento, mesmo na ciência. Aliás a ciência se move pelas dúvidas, e não pelas certezas.

    Trocando em miúdos: essa frase do Jeremias é uma verdade pra ele, e queria que vocês refletissem sobre essas verdadezinhas pre-concebidas sobre relacionamentos. “Ninguém é 100% feliz”, “o ser humano tem um instinto monogâmico”, “homem é tudo safado”… e por aí vai. Quando a gente questionar isso tudo, vai ser mais fácil entender o que realmente achamos bom ou ruim para nós. A gente abre a boca pra dizer certas coisas, tipo “as mulheres preferem os cafagentes” mas não param pra pensar que tipo de comportamento e crença está por trás desse fato.
    (aliás, poderia escrever sobre esse tema também)

    2. Sobre o argumento do Chuck Norris: Cara, eu te apoio. Nossa biologia também nos influencia, quem sou eu pra dizer que não. Mas eu desconheço trabalhos científicos que comprovem que o homem é monogâmico ou poligâmico, se você tiver um aí, pode mandar. Agora… vamos raciocinar como evolucionistas, ok? Se com o passar do tempo um aspecto “natural” não tem mais um propósito (no caso humano, procriar para manter a espécie, afinal ela tá mais que mantida) isso tende a sumir nas gerações futuras… certo? Então nao me venha com o papo de que a monogamia ainda é um instinto que se sobrepõe a qualquer coisa que se fale sobre relações humanas, depois de 1 milhão de anos. Se eu consigo fazer minhas escolhas, você também consegue, amigão. Nada que eu falo é da boca pra fora, eu passei por situações, aprendi com elas e me virei pra mudar de vida. E assim a vida segue, pelo menos para aqueles que querem crescer e melhorar a cada dia. Eu sou contra usar qualquer argumento biológico para tirar responsabilidades das nossas costas, desculpe, posso estar errada, mas penso assim.

    3. Puxando daí, um último comentário. Olha, evidentemente que viver em sociedade é complicado, mas necessário. Minha idéia não é chocar a sociedade ao escolher algo, é repensá-la, discuti-la como orientador da vida comum. Afinal é responsabilidade nossa molda-la. Quem faz as regras é a massa, não o Sarney, não o papa, nem Jesus Cristo, nosso senhor, amém. O problema é que a preguiça de debater e buscar mudanças na sociedade e seus valores impera sobre a vontade de ser justo com o próximo e consigo mesmo.
    Desculpem-me os sem esperança e pessimistas. Prefiro debater este mesmo assunto (e outros) 765903494 vezes ao longo da minha vida do que me omitir deixar ser levada por regras com as quais não concordo só porque estavam aí antes de mim.

    4. Jonas, gostaria de falar mais extensamente sobre coisas que condensei num texto desse tamanho, poderia fazer 3 artigos diferentes só com a quantidade de assuntos que juntei, mas era one shot, eu não sou colunista do PdH, portanto desculpe se acabei te enrolando com tanta coisa interrelacionada. Por isso gostaria de comentar seu comentário:
    “O problema é que quando aparecem problemas sérios, como filhos, este relacionamento a três não tende a durar e de alguma parte o amor acaba”
    Eu te pergunto se você imaginou isso, ou se já viveu essa experiência, ou se conhece um número expressivo de pessoas que viveram isso, para ter um espaço amostral decente. Ora, caro Jonas sua afirmação é mais um exemplo de crenças moldadas pro meio cultural que você conhece. Como é que vivem então as famílias onde a poligamia é permitida? Só não venha por favor com a bandeira do determinismo e da redundância, dizer que nessas sociedades não tem amor porque o amor é único, que adoram o satã e que merecem ser bombardeados pelos EUA. Vamos ter mais humildade com esse negócio de julgar a cultura alheia. Felicidade e satisfação são coisas relativa quando se compara culturas tão diferentes.

    Enfim… queria agradecer a participação de mulheres, isso mostra que existem muitas de nós dispostas a fazer as coisas de acordo com suas crenças construidas (e reconstruidas) frente a vida, e não porque o machismo ou o feminismo falaram e você aceitou. Estamos falando de questionar e reelaborar pensamentos, mastigá-los, rumina-los, confronta-los e, aí sim, formar uma opinião. É assim que se anda.

  • Maíra Matos

    Então, respondendo alguns comentários

    1. Duas pessoas eu acho já responderam o que eu queria responder ao Jeremias, mas faltou uma coisa: ele disse
    ” E num relacionamento não há espaço para 100% de liberdade por pessoa.”

    Jeremias, e outras pessoas também, que foram muitas: meu texto não serviu para defender a poligamia, tampouco dizer que devemos mandar um foda-se para tudo e todos. Meu texto é nada mais que uma forma de lembrar as pessoas que no mundo não existem verdades, só certezas. E certezas são relativas, podendo ser questionadas a qualquer momento, mesmo na ciência. Aliás a ciência se move pelas dúvidas, e não pelas certezas.

    Trocando em miúdos: essa frase do Jeremias é uma verdade pra ele, e queria que vocês refletissem sobre essas verdadezinhas pre-concebidas sobre relacionamentos. “Ninguém é 100% feliz”, “o ser humano tem um instinto monogâmico”, “homem é tudo safado”… e por aí vai. Quando a gente questionar isso tudo, vai ser mais fácil entender o que realmente achamos bom ou ruim para nós. A gente abre a boca pra dizer certas coisas, tipo “as mulheres preferem os cafagentes” mas não param pra pensar que tipo de comportamento e crença está por trás desse fato.
    (aliás, poderia escrever sobre esse tema também)

    2. Sobre o argumento do Chuck Norris: Cara, eu te apoio. Nossa biologia também nos influencia, quem sou eu pra dizer que não. Mas eu desconheço trabalhos científicos que comprovem que o homem é monogâmico ou poligâmico, se você tiver um aí, pode mandar. Agora… vamos raciocinar como evolucionistas, ok? Se com o passar do tempo um aspecto “natural” não tem mais um propósito (no caso humano, procriar para manter a espécie, afinal ela tá mais que mantida) isso tende a sumir nas gerações futuras… certo? Então nao me venha com o papo de que a monogamia ainda é um instinto que se sobrepõe a qualquer coisa que se fale sobre relações humanas, depois de 1 milhão de anos. Se eu consigo fazer minhas escolhas, você também consegue, amigão. Nada que eu falo é da boca pra fora, eu passei por situações, aprendi com elas e me virei pra mudar de vida. E assim a vida segue, pelo menos para aqueles que querem crescer e melhorar a cada dia. Eu sou contra usar qualquer argumento biológico para tirar responsabilidades das nossas costas, desculpe, posso estar errada, mas penso assim.

    3. Puxando daí, um último comentário. Olha, evidentemente que viver em sociedade é complicado, mas necessário. Minha idéia não é chocar a sociedade ao escolher algo, é repensá-la, discuti-la como orientador da vida comum. Afinal é responsabilidade nossa molda-la. Quem faz as regras é a massa, não o Sarney, não o papa, nem Jesus Cristo, nosso senhor, amém. O problema é que a preguiça de debater e buscar mudanças na sociedade e seus valores impera sobre a vontade de ser justo com o próximo e consigo mesmo.
    Desculpem-me os sem esperança e pessimistas. Prefiro debater este mesmo assunto (e outros) 765903494 vezes ao longo da minha vida do que me omitir deixar ser levada por regras com as quais não concordo só porque estavam aí antes de mim.

    4. Jonas, gostaria de falar mais extensamente sobre coisas que condensei num texto desse tamanho, poderia fazer 3 artigos diferentes só com a quantidade de assuntos que juntei, mas era one shot, eu não sou colunista do PdH, portanto desculpe se acabei te enrolando com tanta coisa interrelacionada. Por isso gostaria de comentar seu comentário:
    “O problema é que quando aparecem problemas sérios, como filhos, este relacionamento a três não tende a durar e de alguma parte o amor acaba”
    Eu te pergunto se você imaginou isso, ou se já viveu essa experiência, ou se conhece um número expressivo de pessoas que viveram isso, para ter um espaço amostral decente. Ora, caro Jonas sua afirmação é mais um exemplo de crenças moldadas pro meio cultural que você conhece. Como é que vivem então as famílias onde a poligamia é permitida? Só não venha por favor com a bandeira do determinismo e da redundância, dizer que nessas sociedades não tem amor porque o amor é único, que adoram o satã e que merecem ser bombardeados pelos EUA. Vamos ter mais humildade com esse negócio de julgar a cultura alheia. Felicidade e satisfação são coisas relativa quando se compara culturas tão diferentes.

    Enfim… queria agradecer a participação de mulheres, isso mostra que existem muitas de nós dispostas a fazer as coisas de acordo com suas crenças construidas (e reconstruidas) frente a vida, e não porque o machismo ou o feminismo falaram e você aceitou. Estamos falando de questionar e reelaborar pensamentos, mastigá-los, rumina-los, confronta-los e, aí sim, formar uma opinião. É assim que se anda.

  • Marcão, macho-alpha++

    Texto levemente confuso nas idéias, mas deu pra pegar o ponto.

    Sobre a monogamia: eu sou monogâmico e fiel. Não por natureza, mas por escolha. Meu lado selvagem e animal deseja muito comer todo mundo que passar no campo de visão. Mas escolhi ser senhor dos meus desejos e não escravo deles. Decidi minha moral e não meus gens, ou amigos, ou família. Aliado a isso conheci uma mulher maravilhosa em muitos aspectos.

    Senti o trem avassalador da paixão, mas não me deixei levar por isso. A paixão é cega, o amor não. Cultivei um relacionamento com esta mulher por dois anos sem contato sexual para saber se poderíamos formar uma parceria, um casal, etc. Depois de estudá-la e analisá-la, casei e decidi ser monogâmico.

    Confiança? Claro que não! Tolo é quem confia em outro ser humano e espera dele qualquer coisa além de decepção. Porém minha felicidade não está vinculada ào amor dela ou à felicidade dela ou ao casamento.

    O que aconteceu no casamento (que ainda é maravilhoso 7 anos depois) fica pra outro dia.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Marcão, macho-alpha++

    Texto levemente confuso nas idéias, mas deu pra pegar o ponto.

    Sobre a monogamia: eu sou monogâmico e fiel. Não por natureza, mas por escolha. Meu lado selvagem e animal deseja muito comer todo mundo que passar no campo de visão. Mas escolhi ser senhor dos meus desejos e não escravo deles. Decidi minha moral e não meus gens, ou amigos, ou família. Aliado a isso conheci uma mulher maravilhosa em muitos aspectos.

    Senti o trem avassalador da paixão, mas não me deixei levar por isso. A paixão é cega, o amor não. Cultivei um relacionamento com esta mulher por dois anos sem contato sexual para saber se poderíamos formar uma parceria, um casal, etc. Depois de estudá-la e analisá-la, casei e decidi ser monogâmico.

    Confiança? Claro que não! Tolo é quem confia em outro ser humano e espera dele qualquer coisa além de decepção. Porém minha felicidade não está vinculada ào amor dela ou à felicidade dela ou ao casamento.

    O que aconteceu no casamento (que ainda é maravilhoso 7 anos depois) fica pra outro dia.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Maíra Matos

    Ah sim esqueci… Disse que meu relacionamento era monogâmico-flex para resumir uma situação em que, apesar de amar um único homem, eu e ele eventualmente gostamos de sair JUNTOS (apenas juntos) com mulheres. É que uma amiga uma vez disse que eu era hétero-flex, porque apesar disso, não tenho vontade alguma de me relacionar com mulheres separadamente.

    Enfim… Dá pra escrever um artigo sobre isso… :) (engraçado ver o sorriso de alegria na cara do meu noivo nesse momento em que escrevo o comentário)

    Dan… seu ponto de vista é totalmente válido. So queria falar que eu não posso ditar as regras do amor pra todo mundo. Não é legal você dizer que as outras pessoas não amam, porque não seguem as suas regras. É como dizer que gays não se amam porque são do mesmo sexo. Injusto e insensível.
    Veja meu exemplo, eu amo uma só pessoa e não consigo pensar em mais ninguém (e tive chances acordadas de ver se conseguiria ficar com outras pessoas, ate uma que ja foi muito importante pra mim, mas só pensava no meu namorado). Mas isso é fruto das minhas experiências e aprendizados, serve muito bem para mim, mas pode não servir para outros. E pode acreditar, depois de tudo que disse sobre amor e racionalidade, se eu digo que amo é porque tenho muita certeza. Em 25 anos de vida, foi a única vez que disse “eu te amo” a alguém, depois de 1 ano de relacionamento

    No fundo é só isso. As vezes a gente é arrogante demais, julgando que a nossa cultura é a mais correta, que nossas experiências são mais verdadeiras, etc etc… Não quero que as pessoas se sintam donas de verdades, especialmente de verdades tão pessoais como aquelas que tratam de sexo e amor.

  • Maíra Matos

    Ah sim esqueci… Disse que meu relacionamento era monogâmico-flex para resumir uma situação em que, apesar de amar um único homem, eu e ele eventualmente gostamos de sair JUNTOS (apenas juntos) com mulheres. É que uma amiga uma vez disse que eu era hétero-flex, porque apesar disso, não tenho vontade alguma de me relacionar com mulheres separadamente.

    Enfim… Dá pra escrever um artigo sobre isso… :) (engraçado ver o sorriso de alegria na cara do meu noivo nesse momento em que escrevo o comentário)

    Dan… seu ponto de vista é totalmente válido. So queria falar que eu não posso ditar as regras do amor pra todo mundo. Não é legal você dizer que as outras pessoas não amam, porque não seguem as suas regras. É como dizer que gays não se amam porque são do mesmo sexo. Injusto e insensível.
    Veja meu exemplo, eu amo uma só pessoa e não consigo pensar em mais ninguém (e tive chances acordadas de ver se conseguiria ficar com outras pessoas, ate uma que ja foi muito importante pra mim, mas só pensava no meu namorado). Mas isso é fruto das minhas experiências e aprendizados, serve muito bem para mim, mas pode não servir para outros. E pode acreditar, depois de tudo que disse sobre amor e racionalidade, se eu digo que amo é porque tenho muita certeza. Em 25 anos de vida, foi a única vez que disse “eu te amo” a alguém, depois de 1 ano de relacionamento

    No fundo é só isso. As vezes a gente é arrogante demais, julgando que a nossa cultura é a mais correta, que nossas experiências são mais verdadeiras, etc etc… Não quero que as pessoas se sintam donas de verdades, especialmente de verdades tão pessoais como aquelas que tratam de sexo e amor.

  • http://scienceblogs.com.br/rainha Atila

    Maíra,

    Achei fantástico seu texto e concordo com muito do que você diz.

    A biologia evolucionista explica muita coisa, mas deixa de lado comportamentos como a adoção (cuidar dos genes de outros) e suicídio (acabar com os próprios genes), que mostram como somos capazes de evitar o determinismo. Temos cultura e um cérebro grande o suficiente para fugirmos de tendências.

    Mas acho que o que você propõe é realmente para poucos. Os poucos que entendem a responsabilidade que vêm com a liberdade e que são capazes de agir de acordo com o que se propõe.

    Deixando claro e de acordo comum os termos de um relacionamento, cada um faz o que quer.

    Obrigado pelo contraponto, fico feliz com uma resposta deste nível.

  • http://scienceblogs.com.br/rainha Atila

    Maíra,

    Achei fantástico seu texto e concordo com muito do que você diz.

    A biologia evolucionista explica muita coisa, mas deixa de lado comportamentos como a adoção (cuidar dos genes de outros) e suicídio (acabar com os próprios genes), que mostram como somos capazes de evitar o determinismo. Temos cultura e um cérebro grande o suficiente para fugirmos de tendências.

    Mas acho que o que você propõe é realmente para poucos. Os poucos que entendem a responsabilidade que vêm com a liberdade e que são capazes de agir de acordo com o que se propõe.

    Deixando claro e de acordo comum os termos de um relacionamento, cada um faz o que quer.

    Obrigado pelo contraponto, fico feliz com uma resposta deste nível.

  • Lord Penseroso

    Como biólogo eu n posso negar.
    Monogamia não é da natureza do ser humano.

    A vantagem é a diminuição no risco de difundir DSTs. A desvantagem é que reduz a variabilidade genética da prole, mas.. tirando o lado biológico da coisa…

    Se vc assume uma postura de prometer fidelidade a uma mulher, vc tem q ser HOMEM o suficiente pra manter sua palavra, afinal traição, é mentir, enganar…

    eu sou monogâmico por escolha… pq eu RESPEITO as mulheres com quem me envolvo. A partir do momento que digo q serei fiel a ela, tento passar por cima do meu instinto (que diz q n tem nada de mais ter várias parceiras), pra manter minha palavra para com a minha escolhida.

    e é por isso.. q eu n tenho relações sérias com qualquer mulher..

    afinal.. ela tem q valer a pena

    :D

  • Lord Penseroso

    Como biólogo eu n posso negar.
    Monogamia não é da natureza do ser humano.

    A vantagem é a diminuição no risco de difundir DSTs. A desvantagem é que reduz a variabilidade genética da prole, mas.. tirando o lado biológico da coisa…

    Se vc assume uma postura de prometer fidelidade a uma mulher, vc tem q ser HOMEM o suficiente pra manter sua palavra, afinal traição, é mentir, enganar…

    eu sou monogâmico por escolha… pq eu RESPEITO as mulheres com quem me envolvo. A partir do momento que digo q serei fiel a ela, tento passar por cima do meu instinto (que diz q n tem nada de mais ter várias parceiras), pra manter minha palavra para com a minha escolhida.

    e é por isso.. q eu n tenho relações sérias com qualquer mulher..

    afinal.. ela tem q valer a pena

    :D

  • gustavo

    o poder da moda.

    sim, MODA. o romantismo já liderou movimentos literários, artísticos, ainda aparece em alguns filmes, etc.. Por isso essa imagem bonitinha de que o amor conserta tudo.

    Agora a moda é seguir a risca a doutrina da geração Y: realização pessoal através de sucesso na profissão, dinheiro, cobrança. E com o rolo-compressor da auto-realização, o romance é posto de lado. Ame-se como nunca, cultue-se mais que sempre, ame aos outros quando possível.

    Também concordo que a imagem estilo moulin rouge de ‘só o amor trás a felicidade eterna’ é errada. Mas não adianta exigir um esclarecimento em um nível que poucas pessoas tem, para todos. E muito menos em um espectro sentimental, posto que 99,999999% das pessoas neste planeta, quando arrebatadas por um sentimento, tornam-se certamente menos racionais.

  • gustavo

    o poder da moda.

    sim, MODA. o romantismo já liderou movimentos literários, artísticos, ainda aparece em alguns filmes, etc.. Por isso essa imagem bonitinha de que o amor conserta tudo.

    Agora a moda é seguir a risca a doutrina da geração Y: realização pessoal através de sucesso na profissão, dinheiro, cobrança. E com o rolo-compressor da auto-realização, o romance é posto de lado. Ame-se como nunca, cultue-se mais que sempre, ame aos outros quando possível.

    Também concordo que a imagem estilo moulin rouge de ‘só o amor trás a felicidade eterna’ é errada. Mas não adianta exigir um esclarecimento em um nível que poucas pessoas tem, para todos. E muito menos em um espectro sentimental, posto que 99,999999% das pessoas neste planeta, quando arrebatadas por um sentimento, tornam-se certamente menos racionais.

  • http://presencadapeste.blogspot.com/ rayssa gon

    texto do caralho. tem certeza que vc faz geografia e não historia ??[piada preconceituosa mode on]

  • http://presencadapeste.blogspot.com rayssa gon

    texto do caralho. tem certeza que vc faz geografia e não historia ??[piada preconceituosa mode on]

  • Álisson Oliveira

    Fantástico! Fantástico mesmo. Há tempos não vejo texto tão anárquico e inteligente na web.

  • Álisson Oliveira

    Fantástico! Fantástico mesmo. Há tempos não vejo texto tão anárquico e inteligente na web.

  • http://www.maiahloren.wordpress.com/ Edwirgens

    O PdH me faz ver o andar da revolução sexual e amorosa mais de perto.

    Curioso como estava comentando exatamente isso com uma amiga que tem passado pela indecisão da escolha entre dois “amores”. Eu tentei dizer exatamente isso a ela. E tentar sanar sua culpa por sentir algo que é natural. Ninguém tem o direito de ditar a regra da monogamia a nós, mas ta aí. Regendo a todos.

    Fugir dos instintos invariavelmente é lutar por um ideal que sequer é seu… E nunca estar satisfeito.

    Meu conselho a amiga foi que não se culpasse, mas não saísse por aí levantando bandeiras de liberdade amorosa e/ou sexual. Independente de todo mundo saber que no fundo seu instinto é outro, a hipocrisia da sociedade poderia machucá-la com julgamentos maldosos.

    Eu acredito que o tempo trará o entendimento e a aceitação das pessoas. A exemplo disso, vemos como o homossexualismo já foi um tabu muito mais cercado de preconceitos e a própria liberdade sexual da mulher também já foi.

    Mas a questào é: Conseguimos nos livrar dessas amarras? E se aceitarmos nossos instintos, até que ponto conseguimos nos expor pra defendê-los e lutar por eles? Cada um deve encontrar um meio termo que leve a discussão às pessoas sem se ferir com a inevitável rejeição de algumas delas.

    E isso na prática… é a parte mais difícil. Mas vamos à luta.

  • http://www.maiahloren.wordpress.com Edwirgens

    O PdH me faz ver o andar da revolução sexual e amorosa mais de perto.

    Curioso como estava comentando exatamente isso com uma amiga que tem passado pela indecisão da escolha entre dois “amores”. Eu tentei dizer exatamente isso a ela. E tentar sanar sua culpa por sentir algo que é natural. Ninguém tem o direito de ditar a regra da monogamia a nós, mas ta aí. Regendo a todos.

    Fugir dos instintos invariavelmente é lutar por um ideal que sequer é seu… E nunca estar satisfeito.

    Meu conselho a amiga foi que não se culpasse, mas não saísse por aí levantando bandeiras de liberdade amorosa e/ou sexual. Independente de todo mundo saber que no fundo seu instinto é outro, a hipocrisia da sociedade poderia machucá-la com julgamentos maldosos.

    Eu acredito que o tempo trará o entendimento e a aceitação das pessoas. A exemplo disso, vemos como o homossexualismo já foi um tabu muito mais cercado de preconceitos e a própria liberdade sexual da mulher também já foi.

    Mas a questào é: Conseguimos nos livrar dessas amarras? E se aceitarmos nossos instintos, até que ponto conseguimos nos expor pra defendê-los e lutar por eles? Cada um deve encontrar um meio termo que leve a discussão às pessoas sem se ferir com a inevitável rejeição de algumas delas.

    E isso na prática… é a parte mais difícil. Mas vamos à luta.

  • http://taketothelimit.blogspot.com/ ZOmbie

    Amor é meio que um egoísmo. Ninguém quer dividir.
    Pegando como exemplo a guria dos 2 rapazes do texto.
    Pra ela está bom, certo?
    Mas e os outros dois? Se estivessem completamente apaixonados, aceitariam dividir mesmo? Se não aceitam, já não é de uma forma “Correta”.

    E se fosse duas mulheres. Elas aceitariam dividir o homem?

    È fácil falar que somos meio promiscuos e tal.
    Mas quando esse sentimento “doido” bate a nossa porta. NINGUÈM QUER DIVIDIR.

    Acho que por isso, a fidelidade é algo plausível.
    Eu sou fiel porque não acho certo magoar quem gosto.
    E pra ser sincero, quando to namorando nem vejo muita graça em outras.
    Òbvio que eu quero comê-las, mas só a carga emocional e as mágoas que viriam com isso, me broxam. Ai eu vou pensar em outra coisa rs

    Minha opinião pessoal.
    O ser humano pode ter esse impulso de sair por aí trepando.
    Mas quem justifica isso com o poliamor e tal, acho um ato de extremo “Vou cuidar do meu e o outro que se dane”.
    Porque é sempre uma pessoa pra cada necessidade. Onde tá o sentimento aí?

    È somente o que EU ACHO.
    Mas se a pessoa realmente ama os outros (E não o que eles FAZEM PRA ELA), ai quem sou eu pra criticar?
    Que seja feliz.

    Mas acho que o que a sociedade diz, pode não ser o 100% certo.
    Mas é o menos danoso, as vezes.
    O senso comum tem muita merda. Mas fala algumas verdades as vezes. Só que analisa as coisas de forma muito superficial, também.

    Pra isso existe essas discussões. Para quebrar os dogmas e surgirem novas idéias.
    E vamo que vamo rsss

  • http://taketothelimit.blogspot.com/ ZOmbie

    Amor é meio que um egoísmo. Ninguém quer dividir.
    Pegando como exemplo a guria dos 2 rapazes do texto.
    Pra ela está bom, certo?
    Mas e os outros dois? Se estivessem completamente apaixonados, aceitariam dividir mesmo? Se não aceitam, já não é de uma forma “Correta”.

    E se fosse duas mulheres. Elas aceitariam dividir o homem?

    È fácil falar que somos meio promiscuos e tal.
    Mas quando esse sentimento “doido” bate a nossa porta. NINGUÈM QUER DIVIDIR.

    Acho que por isso, a fidelidade é algo plausível.
    Eu sou fiel porque não acho certo magoar quem gosto.
    E pra ser sincero, quando to namorando nem vejo muita graça em outras.
    Òbvio que eu quero comê-las, mas só a carga emocional e as mágoas que viriam com isso, me broxam. Ai eu vou pensar em outra coisa rs

    Minha opinião pessoal.
    O ser humano pode ter esse impulso de sair por aí trepando.
    Mas quem justifica isso com o poliamor e tal, acho um ato de extremo “Vou cuidar do meu e o outro que se dane”.
    Porque é sempre uma pessoa pra cada necessidade. Onde tá o sentimento aí?

    È somente o que EU ACHO.
    Mas se a pessoa realmente ama os outros (E não o que eles FAZEM PRA ELA), ai quem sou eu pra criticar?
    Que seja feliz.

    Mas acho que o que a sociedade diz, pode não ser o 100% certo.
    Mas é o menos danoso, as vezes.
    O senso comum tem muita merda. Mas fala algumas verdades as vezes. Só que analisa as coisas de forma muito superficial, também.

    Pra isso existe essas discussões. Para quebrar os dogmas e surgirem novas idéias.
    E vamo que vamo rsss

  • Chuck Norris

    Resumindo meu argumento, acho que o que define nossa decisão de ser ou não monogamico são 4 fatores igualmente importantes:

    1 – Fatores evolutivos (genéticos), por exemplo é um fato que um homem que tem múltiplas parceiras deixou mais decendentes do que um homem que teve apenas uma parceira, o que significa que os cafajestes dominaram o mundo.
    2 – Fatores culturais, uma sociedade em que a mulher que trai é apedrejada e o homem que trai é aplaudido faz com que homens sejam mais infiéis.
    3 – Fatores racionais: Todos nós fazemos cálculos de probabilidades sem perceber, do tipo qual a chance da minha namorada descobrir se eu pegar essa garota na balada? Se ela descobrir quanto tempo vou demorar para encontrar uma namorada como a que eu tenho hoje?
    4 – Fatores psicológicos: Existem pessoas mais e menos carentes, mais e menos ninfomanicas, enfim tudo que freud explica entra nessa área.

  • Chuck Norris

    Resumindo meu argumento, acho que o que define nossa decisão de ser ou não monogamico são 4 fatores igualmente importantes:

    1 – Fatores evolutivos (genéticos), por exemplo é um fato que um homem que tem múltiplas parceiras deixou mais decendentes do que um homem que teve apenas uma parceira, o que significa que os cafajestes dominaram o mundo.
    2 – Fatores culturais, uma sociedade em que a mulher que trai é apedrejada e o homem que trai é aplaudido faz com que homens sejam mais infiéis.
    3 – Fatores racionais: Todos nós fazemos cálculos de probabilidades sem perceber, do tipo qual a chance da minha namorada descobrir se eu pegar essa garota na balada? Se ela descobrir quanto tempo vou demorar para encontrar uma namorada como a que eu tenho hoje?
    4 – Fatores psicológicos: Existem pessoas mais e menos carentes, mais e menos ninfomanicas, enfim tudo que freud explica entra nessa área.

  • Anônimo

    Eu nunca entendi aquela piada que diz “Casamento é um contrato entre duas pessoas que querem se odiar pra sempre”.

    Acho que não vejo graça nisso por ver que acaba sendo uma verdade dolorosa pra muita gente. O casamento, que teoricamente é o ápice da relação monogâmica, pra muitos é só uma convenção que não deu certo.

    Quando penso nas pessoas que se casam forçadamente, ou por qualquer motivo errado como filhos, sexo (sim, isso ainda ocorre com fiéis radicais de diversas igrejas) ou ascensão social, só penso que “isso vai dar m…”.

    E tendo a respeitar pessoas que se casam pelo amor romântico (e burro). Penso que o casamento deveria ser um contrato entre pessoas (duas ou mais) que querem viver juntas pra sempre, não por quaisquer motivos supracitados, mas por se gostarem e pelo menos acreditarem que não consigam mais viver separadas.

    Pra constar, nunca consegui ser poligâmico. Não acho que seja impossível ou inviável, só que pra mim não rola. Convenção, imposição, que seja.

  • XKuei

    Eu nunca entendi aquela piada que diz “Casamento é um contrato entre duas pessoas que querem se odiar pra sempre”.

    Acho que não vejo graça nisso por ver que acaba sendo uma verdade dolorosa pra muita gente. O casamento, que teoricamente é o ápice da relação monogâmica, pra muitos é só uma convenção que não deu certo.

    Quando penso nas pessoas que se casam forçadamente, ou por qualquer motivo errado como filhos, sexo (sim, isso ainda ocorre com fiéis radicais de diversas igrejas) ou ascensão social, só penso que “isso vai dar m…”.

    E tendo a respeitar pessoas que se casam pelo amor romântico (e burro). Penso que o casamento deveria ser um contrato entre pessoas (duas ou mais) que querem viver juntas pra sempre, não por quaisquer motivos supracitados, mas por se gostarem e pelo menos acreditarem que não consigam mais viver separadas.

    Pra constar, nunca consegui ser poligâmico. Não acho que seja impossível ou inviável, só que pra mim não rola. Convenção, imposição, que seja.

  • Luna

    CONCORDO PLENAMENTE quando vc diz no texto que os conceitos de felicidade variam de acordo com cada um. É exatamente isso. É claro que qualquer sociedade civilizada possui seus rituais e suas idéias do que seria considerado ideal, mas isso deve partir sempre do desejo e necessidade de cada um.

    Fico muito chocada quando vejo amigos contando de mulheres que pressionam os caras para casar. Afinal, qual a vantagem de obrigar alguém a casar com você??

    Relacionamento saudável, independente de ser monogâmico, poligâmico e tal, é PARCERIA. Porque mais do que só o sentimento, tem que rolar a decisão de querer cosntruir algo juntos por que aquilo faz sentido naquele momento e para os dois.

    A maneira como cada casal vai levar a relação é uma decisão em conjunto.

    Traição acontece. Acontece e ponto. Não sei se é ideal correr atrás dela, mas também não é o fim do mundo.

    ACIMA DA FIDELIDADE O QUE TEM QUE SER MAIS FORTE É A LEALDADE.

    Hoje, com tanta independencia e espaço para dialogo simplesmente não se justifica exigir o que a gente sabe que nao vai acontecer, e também prometer o que se sabe que não se pode cumprir. Consciência e cuidado consigo e com o outro, independente do tipo de relaçao.

    Cuidado para que o medo de perder nao vire justificativa para machucar. Transparencia sempre. Lealdade e dignidade. E só.

  • Luna

    CONCORDO PLENAMENTE quando vc diz no texto que os conceitos de felicidade variam de acordo com cada um. É exatamente isso. É claro que qualquer sociedade civilizada possui seus rituais e suas idéias do que seria considerado ideal, mas isso deve partir sempre do desejo e necessidade de cada um.

    Fico muito chocada quando vejo amigos contando de mulheres que pressionam os caras para casar. Afinal, qual a vantagem de obrigar alguém a casar com você??

    Relacionamento saudável, independente de ser monogâmico, poligâmico e tal, é PARCERIA. Porque mais do que só o sentimento, tem que rolar a decisão de querer cosntruir algo juntos por que aquilo faz sentido naquele momento e para os dois.

    A maneira como cada casal vai levar a relação é uma decisão em conjunto.

    Traição acontece. Acontece e ponto. Não sei se é ideal correr atrás dela, mas também não é o fim do mundo.

    ACIMA DA FIDELIDADE O QUE TEM QUE SER MAIS FORTE É A LEALDADE.

    Hoje, com tanta independencia e espaço para dialogo simplesmente não se justifica exigir o que a gente sabe que nao vai acontecer, e também prometer o que se sabe que não se pode cumprir. Consciência e cuidado consigo e com o outro, independente do tipo de relaçao.

    Cuidado para que o medo de perder nao vire justificativa para machucar. Transparencia sempre. Lealdade e dignidade. E só.

  • http://umpoucodetudokc.blogspot.com/ Katy

    Excelente texto…nos faz pensar sobre o que a sociedade nos impõe e sobre o que acreditamos…..
    Prabéns!
    Bjs.

  • http://umpoucodetudokc.blogspot.com/ Katy

    Excelente texto…nos faz pensar sobre o que a sociedade nos impõe e sobre o que acreditamos…..
    Prabéns!
    Bjs.

  • http://pontovirgulaereticencias.wordpress.com/ Mari Hauer

    Oi Maíra,
    Gostei muito do texto e concordo com tudo o que você falou! Talvez eu não seja daquelas que conseguiria dividir quarto, sala e banheiro com a outra esposa do meu marido… Não, eu não conseguiria! rs… Mas concordo que não dá pra julgar quem é feliz assim!
    Não existe molde, né? Acho que o mesmo se aplica à traição. Não é porque seu namorado te traiu com outra que ele deixou de te amar. Muito difícil generalizar e impor regras quando se trata de relacionamento! Eu mesma já traí, já fui traída e já ajudei a trair. Estive em todos os lugares de um relacionamento a três (e nem sempre com 1 dos 3 sendo enganado!) e vi isso acontecer por maneiras muito distintas e específicas para cada um daqueles relacionamentos! A única coisa que eu sei é que não se sustentou da forma que estava. Um dos três sempre cedeu, abandonou o barco e a configuração mudou toda novamente. Mas tenho consciência que poderia ter acontecido diferente.
    Por exemplo, minha mãe tem uma amiga casada e que o marido tem uma amante fixa. Ela sabe, a amante sabe que ela sabe. Ela não quer terminar o casamento. Para ela, está bom do jeito que está. Para o marido, idem. Claro que os motivos são diversos e não quero entrar aqui sobre o que os mantém juntos. Existem milhares de fatores, patológicos ou não. Mas o fato é que eles continuam juntos porque ainda, na balança, existem mais coisas pesando para eles continuarem juntos do que para se separarem. Em alguma medida, ficar junto ainda é a melhor configuração para ambos e é a decisão que os dois tomaram, cada um por si. Se um decidisse diferente, o casamento acabava.
    Então, eu sou daquela que acredita que amores são sempre possíveis e toda forma de configuração também. De acordo com os meus valores, sou capaz de aceitar e lidar com certas coisas e com outras não e, ainda, ceder a outras. Além de mudar o tempo todo. Quando aparecer alguém que acompanhe tudo isso e valha a pena dividir uma vida, tenho certeza que entraremos num acordo! :)

    Um beijo!

  • http://pontovirgulaereticencias.wordpress.com/ Mari Hauer

    Oi Maíra,
    Gostei muito do texto e concordo com tudo o que você falou! Talvez eu não seja daquelas que conseguiria dividir quarto, sala e banheiro com a outra esposa do meu marido… Não, eu não conseguiria! rs… Mas concordo que não dá pra julgar quem é feliz assim!
    Não existe molde, né? Acho que o mesmo se aplica à traição. Não é porque seu namorado te traiu com outra que ele deixou de te amar. Muito difícil generalizar e impor regras quando se trata de relacionamento! Eu mesma já traí, já fui traída e já ajudei a trair. Estive em todos os lugares de um relacionamento a três (e nem sempre com 1 dos 3 sendo enganado!) e vi isso acontecer por maneiras muito distintas e específicas para cada um daqueles relacionamentos! A única coisa que eu sei é que não se sustentou da forma que estava. Um dos três sempre cedeu, abandonou o barco e a configuração mudou toda novamente. Mas tenho consciência que poderia ter acontecido diferente.
    Por exemplo, minha mãe tem uma amiga casada e que o marido tem uma amante fixa. Ela sabe, a amante sabe que ela sabe. Ela não quer terminar o casamento. Para ela, está bom do jeito que está. Para o marido, idem. Claro que os motivos são diversos e não quero entrar aqui sobre o que os mantém juntos. Existem milhares de fatores, patológicos ou não. Mas o fato é que eles continuam juntos porque ainda, na balança, existem mais coisas pesando para eles continuarem juntos do que para se separarem. Em alguma medida, ficar junto ainda é a melhor configuração para ambos e é a decisão que os dois tomaram, cada um por si. Se um decidisse diferente, o casamento acabava.
    Então, eu sou daquela que acredita que amores são sempre possíveis e toda forma de configuração também. De acordo com os meus valores, sou capaz de aceitar e lidar com certas coisas e com outras não e, ainda, ceder a outras. Além de mudar o tempo todo. Quando aparecer alguém que acompanhe tudo isso e valha a pena dividir uma vida, tenho certeza que entraremos num acordo! :)

    Um beijo!

  • Jason

    @Chuck Norris

    Afirmar que há mais cafajestes, por estes disseminarem seus genes há séculos, é dizer que essa característica é somente genética e não cultural. Por consequencia você afirma que o homem é um animal biológico, como qualquer outro, e não um animal histórico-cultural.

    Você acha certo ignorar a subjetividade humana só para defender que somos determinados à uma estrutura amorosa fixa/imutável?

    “UMA INFLUÊNCIA GENÉTICA GIGANTESCA SOBRE NOSSA MANEIRA DE NOS RELACIONARMOS!”

    Gigantesca? A vejo como básica e, assim sendo, totalmente flexível.

  • Jason

    @Chuck Norris

    Afirmar que há mais cafajestes, por estes disseminarem seus genes há séculos, é dizer que essa característica é somente genética e não cultural. Por consequencia você afirma que o homem é um animal biológico, como qualquer outro, e não um animal histórico-cultural.

    Você acha certo ignorar a subjetividade humana só para defender que somos determinados à uma estrutura amorosa fixa/imutável?

    “UMA INFLUÊNCIA GENÉTICA GIGANTESCA SOBRE NOSSA MANEIRA DE NOS RELACIONARMOS!”

    Gigantesca? A vejo como básica e, assim sendo, totalmente flexível.

  • Thebason

    Partindo do princípio de que estou apaixonado, sou logo suspeito.

    Eu disse: sus-peitos! rs

    Gente, um brinde à vida!

  • Thebason

    Partindo do princípio de que estou apaixonado, sou logo suspeito.

    Eu disse: sus-peitos! rs

    Gente, um brinde à vida!

  • Laura Lopes Gonzalez

    Para a estabilidade e desenvolvimento de uma civilização relativamente organizada, é necessário que hajam tradições, conceitos bem definidos; como bem/mal, amor/ódio, certo/errado… Pois eles servem como parâmetros, como ponto de partida para a construção de um novo pensamento.

    Conceitos antagônicos servem justamente pra que seja explorado o que há no ínterim entre eles. E eu vejo essa questão de amor monogâmico de tal forma. Entre ser 100% fiel e trair existe uma gama quase infinita de possibilidades e é quase impossível que nenhuma delas possa nos agradar em algum momento de nossas existências.

    Em qualquer âmbito na vida é necessário que reflitamos sobre suas variantes, implicações, nuances… e não deveria ser diferente em se tratando de um dos elementos motrizes da perpetuação da espécie: o amor. Felizmente a reflexão, o questionamento e a posterior transgressão vem ganhando um cunho bastante racional com o passar dos anos… Antigamente realizavam-se surubas homéricas para celebrar nossa natureza animal, hoje tentamos nos apoiar e controlar esses instintos de maneira racional. E isso é brilhante! Ter domínio e exercer responsabilidade sobre nossos sentimentos e escolhas é a maior prova do quão foda é o ser-humano.

    Eu sempre fui adepta da monogamia… e embora não tenha sido uma escolha consciente, acho que é a postura mais difícil de se ter (se for levada a sério, claro).
    Porque embora ela seja bem aceita socialmente, fisiologicamente/evolutivamente ela não é.
    E é muito mais difícil lutar contra nosso corpo do que contra nossa mente. E uma conjectura social é mais facilmente derrotável por meio do controle racional.
    Enfim, ser monogâmico é muito mais difícil, ao meu ver… e pra quem curte uma dificuldadezinha, é um prato cheio.
    Eu gosto de me fartar de pratos assim.

    Sem mais delongas, gostei muito do texto. Muito bem escrito e de teor altamente relevante.

  • Laura Lopes Gonzalez

    Para a estabilidade e desenvolvimento de uma civilização relativamente organizada, é necessário que hajam tradições, conceitos bem definidos; como bem/mal, amor/ódio, certo/errado… Pois eles servem como parâmetros, como ponto de partida para a construção de um novo pensamento.

    Conceitos antagônicos servem justamente pra que seja explorado o que há no ínterim entre eles. E eu vejo essa questão de amor monogâmico de tal forma. Entre ser 100% fiel e trair existe uma gama quase infinita de possibilidades e é quase impossível que nenhuma delas possa nos agradar em algum momento de nossas existências.

    Em qualquer âmbito na vida é necessário que reflitamos sobre suas variantes, implicações, nuances… e não deveria ser diferente em se tratando de um dos elementos motrizes da perpetuação da espécie: o amor. Felizmente a reflexão, o questionamento e a posterior transgressão vem ganhando um cunho bastante racional com o passar dos anos… Antigamente realizavam-se surubas homéricas para celebrar nossa natureza animal, hoje tentamos nos apoiar e controlar esses instintos de maneira racional. E isso é brilhante! Ter domínio e exercer responsabilidade sobre nossos sentimentos e escolhas é a maior prova do quão foda é o ser-humano.

    Eu sempre fui adepta da monogamia… e embora não tenha sido uma escolha consciente, acho que é a postura mais difícil de se ter (se for levada a sério, claro).
    Porque embora ela seja bem aceita socialmente, fisiologicamente/evolutivamente ela não é.
    E é muito mais difícil lutar contra nosso corpo do que contra nossa mente. E uma conjectura social é mais facilmente derrotável por meio do controle racional.
    Enfim, ser monogâmico é muito mais difícil, ao meu ver… e pra quem curte uma dificuldadezinha, é um prato cheio.
    Eu gosto de me fartar de pratos assim.

    Sem mais delongas, gostei muito do texto. Muito bem escrito e de teor altamente relevante.

  • SaintCahier

    Hear ! Hear !

  • SaintCahier

    Hear ! Hear !

  • Renata

    A sociedade impõe, principalmente a mulher, a necessidade de se casar. Acho isso o fim. Mas vou dizer: Os homens pagam de moderninhos, mas são eles que exigem a fidelidade com muito mais vigor. Funciona assim: homens com várias mulheres. Mulher com uma homem só.

    Depois que virei leitora do PdH vi textos como esse: http://papodehomem.com.br/o-sonho-dos-homens/ com Dr. Love. Nele, a garota propõe um relacionamento aberto para o cara e é achincalhada por quase aqui no site. É essa a realidade, qualquer mulher que propõe um relacionamento assim é tachada de prostituta. Não tem jeito. Os homens ficam revoltados. Basta ver os comentários.

    Concordei com tudo que a autora falou, sintetizou de maneira clara tudo que eu sinto, mas me arrependo de já ter proposto relacionamento aberto algumas vezes, pois acho que fiquei com a imagem dessa garota do link que postei.

    Lu Motta comentou o seguinte : “Claro que tenho consciência que muitas mulheres não aceitariam relações abertas”. Lu: tenho Consciência que praticamente NENHUM homem aceitaria uma relação aberta. Experiência própria.

    Já parei para pensar várias vezes e cheguei a conclusão que seria feliz em um relacionamento monogâmico ou aberto, pois para mim fidelidade não é importante, mas a verdade e a lealdade são valores fundamentais.

  • Renata

    A sociedade impõe, principalmente a mulher, a necessidade de se casar. Acho isso o fim. Mas vou dizer: Os homens pagam de moderninhos, mas são eles que exigem a fidelidade com muito mais vigor. Funciona assim: homens com várias mulheres. Mulher com uma homem só.

    Depois que virei leitora do PdH vi textos como esse: http://papodehomem.com.br/o-sonho-dos-homens/ com Dr. Love. Nele, a garota propõe um relacionamento aberto para o cara e é achincalhada por quase aqui no site. É essa a realidade, qualquer mulher que propõe um relacionamento assim é tachada de prostituta. Não tem jeito. Os homens ficam revoltados. Basta ver os comentários.

    Concordei com tudo que a autora falou, sintetizou de maneira clara tudo que eu sinto, mas me arrependo de já ter proposto relacionamento aberto algumas vezes, pois acho que fiquei com a imagem dessa garota do link que postei.

    Lu Motta comentou o seguinte : “Claro que tenho consciência que muitas mulheres não aceitariam relações abertas”. Lu: tenho Consciência que praticamente NENHUM homem aceitaria uma relação aberta. Experiência própria.

    Já parei para pensar várias vezes e cheguei a conclusão que seria feliz em um relacionamento monogâmico ou aberto, pois para mim fidelidade não é importante, mas a verdade e a lealdade são valores fundamentais.

  • gilmar

    monogamia e poligamia são escolhas. não adianta querer racionalizar. faça sua escolha e depois arque com as consequencias se boas ou se ruins, voce pde se abrir a liberdade sexual ou decidir pela liberdade de escolher ser monogâmico, relacionamentos não são um mar de rosas, a dias bons dias que a gente só se fode, amar não é necessariamente ser romantico, qualquer relação construida com bases no amor são boas, mas existem pessoa que não tem a capacidade de amar bonito e se perdem em seus próprios medos e inseguranças, nesses casos não acredito que a poligamia seja algo bom.

  • gilmar

    monogamia e poligamia são escolhas. não adianta querer racionalizar. faça sua escolha e depois arque com as consequencias se boas ou se ruins, voce pde se abrir a liberdade sexual ou decidir pela liberdade de escolher ser monogâmico, relacionamentos não são um mar de rosas, a dias bons dias que a gente só se fode, amar não é necessariamente ser romantico, qualquer relação construida com bases no amor são boas, mas existem pessoa que não tem a capacidade de amar bonito e se perdem em seus próprios medos e inseguranças, nesses casos não acredito que a poligamia seja algo bom.

  • Julio

    Maíra, seu texto é interessante, mas devo concordar com as opniões de Jeremias e Dan. Sou um tanto “conservador”.

    Mas tem algo que você disse que me incomoda um pouco:

    “Trocando em miúdos: essa frase do Jeremias é uma verdade pra ele, e queria que vocês refletissem sobre essas verdadezinhas pre-concebidas sobre relacionamentos. “Ninguém é 100% feliz”, “o ser humano tem um instinto monogâmico”, “homem é tudo safado”… e por aí vai. Quando a gente questionar isso tudo, vai ser mais fácil entender o que realmente achamos bom ou ruim para nós. A gente abre a boca pra dizer certas coisas, tipo “as mulheres preferem os cafagentes” mas não param pra pensar que tipo de comportamento e crença está por trás desse fato.”

    Devemos tomar cuidado com essa tendência da dúvida. Algumas coisas realmente são pra se duvidar, simplesmente por lógica. Não se pode dizer que as mulheres preferem cafagestes, isso é generalizar, uma burrice. Poder-se-ia dizer que muitas mulheres gostam de cafagestes, o que já seria uma afirmação mais sensata, e mesmo assim precisaria de alguma base.
    Mas com outras coisas não precisamos ficar com essa mania de dúvida. Afirmar que ninguém é 100% feliz me parece bem razoável e sensato. É verdade, porquê não seria? Ninguém tem tudo que quer mesmo. Pensem e verão isso.

    O que digo é: Porquê não aceitar que algumas coisas realmente são verdades. Porquê essa mania de duvidar demais?

  • Julio

    Maíra, seu texto é interessante, mas devo concordar com as opniões de Jeremias e Dan. Sou um tanto “conservador”.

    Mas tem algo que você disse que me incomoda um pouco:

    “Trocando em miúdos: essa frase do Jeremias é uma verdade pra ele, e queria que vocês refletissem sobre essas verdadezinhas pre-concebidas sobre relacionamentos. “Ninguém é 100% feliz”, “o ser humano tem um instinto monogâmico”, “homem é tudo safado”… e por aí vai. Quando a gente questionar isso tudo, vai ser mais fácil entender o que realmente achamos bom ou ruim para nós. A gente abre a boca pra dizer certas coisas, tipo “as mulheres preferem os cafagentes” mas não param pra pensar que tipo de comportamento e crença está por trás desse fato.”

    Devemos tomar cuidado com essa tendência da dúvida. Algumas coisas realmente são pra se duvidar, simplesmente por lógica. Não se pode dizer que as mulheres preferem cafagestes, isso é generalizar, uma burrice. Poder-se-ia dizer que muitas mulheres gostam de cafagestes, o que já seria uma afirmação mais sensata, e mesmo assim precisaria de alguma base.
    Mas com outras coisas não precisamos ficar com essa mania de dúvida. Afirmar que ninguém é 100% feliz me parece bem razoável e sensato. É verdade, porquê não seria? Ninguém tem tudo que quer mesmo. Pensem e verão isso.

    O que digo é: Porquê não aceitar que algumas coisas realmente são verdades. Porquê essa mania de duvidar demais?

  • Julio

    Maíra, seu texto é interessante, mas devo concordar com as opniões de Jeremias e Dan. Sou um tanto “conservador”.

    Mas tem algo que você disse que me incomoda um pouco:

    “Trocando em miúdos: essa frase do Jeremias é uma verdade pra ele, e queria que vocês refletissem sobre essas verdadezinhas pre-concebidas sobre relacionamentos. “Ninguém é 100% feliz”, “o ser humano tem um instinto monogâmico”, “homem é tudo safado”… e por aí vai. Quando a gente questionar isso tudo, vai ser mais fácil entender o que realmente achamos bom ou ruim para nós. A gente abre a boca pra dizer certas coisas, tipo “as mulheres preferem os cafagentes” mas não param pra pensar que tipo de comportamento e crença está por trás desse fato.”

    Devemos tomar cuidado com essa tendência da dúvida. Algumas coisas realmente são pra se duvidar, simplesmente por lógica. Não se pode dizer que as mulheres preferem cafagestes, isso é generalizar, uma burrice. Poder-se-ia dizer que muitas mulheres gostam de cafagestes, o que já seria uma afirmação mais sensata, e mesmo assim precisaria de alguma base.
    Mas com outras coisas não precisamos ficar com essa mania de dúvida. Afirmar que ninguém é 100% feliz me parece bem razoável e sensato. É verdade, porquê não seria? Ninguém tem tudo que quer mesmo. Pensem e verão isso.

    O que digo é: Porquê não aceitar que algumas coisas realmente são verdades. Porquê essa mania de duvidar demais?

  • Ricardo

    ótimo texto! Mas eu tenho um pensamento que é o que me faz ligar as palavras “felicidade” e “fidelidade”. Se um casal está satisfeito consigo mesmo, se um para o outro esta respondendo às expectativas não vejo motivo para traição. Meu ideal é o de que se eu tenho tudo em uma mulher dentro de casa, ou seja, se eu tenho a minha mulher ideal…para que vou buscar na rua aquilo que comparado à minha companheira é só uma porcentagem do que minha parceira é?

    Sei que nem todo homem pensa assim, mas no meu conceito: “Casal feliz é casal satisfeito”

  • Ricardo

    ótimo texto! Mas eu tenho um pensamento que é o que me faz ligar as palavras “felicidade” e “fidelidade”. Se um casal está satisfeito consigo mesmo, se um para o outro esta respondendo às expectativas não vejo motivo para traição. Meu ideal é o de que se eu tenho tudo em uma mulher dentro de casa, ou seja, se eu tenho a minha mulher ideal…para que vou buscar na rua aquilo que comparado à minha companheira é só uma porcentagem do que minha parceira é?

    Sei que nem todo homem pensa assim, mas no meu conceito: “Casal feliz é casal satisfeito”

  • Ricardo

    ótimo texto! Mas eu tenho um pensamento que é o que me faz ligar as palavras “felicidade” e “fidelidade”. Se um casal está satisfeito consigo mesmo, se um para o outro esta respondendo às expectativas não vejo motivo para traição. Meu ideal é o de que se eu tenho tudo em uma mulher dentro de casa, ou seja, se eu tenho a minha mulher ideal…para que vou buscar na rua aquilo que comparado à minha companheira é só uma porcentagem do que minha parceira é?

    Sei que nem todo homem pensa assim, mas no meu conceito: “Casal feliz é casal satisfeito”

  • http://www.docesoutravessuras.com.br/ Jackeline Aguiar

    Apesar de ter gostado do texto e dos argumentos apresentados, não concordo com tudo.
    Alguns sentimentos são inatos ao homem e o ciúme é um deles.
    E em relação a um dos comentários, só pra constar, em Vicky Cristina Barcelona, a relação a três não deu certo no fim, foi só alguém tentando ser “cool” até seus instintos começarem a reagir ao ciúmes.

  • http://www.docesoutravessuras.com.br/ Jackeline Aguiar

    Apesar de ter gostado do texto e dos argumentos apresentados, não concordo com tudo.
    Alguns sentimentos são inatos ao homem e o ciúme é um deles.
    E em relação a um dos comentários, só pra constar, em Vicky Cristina Barcelona, a relação a três não deu certo no fim, foi só alguém tentando ser “cool” até seus instintos começarem a reagir ao ciúmes.

  • http://www.docesoutravessuras.com.br Jackeline Aguiar

    Apesar de ter gostado do texto e dos argumentos apresentados, não concordo com tudo.
    Alguns sentimentos são inatos ao homem e o ciúme é um deles.
    E em relação a um dos comentários, só pra constar, em Vicky Cristina Barcelona, a relação a três não deu certo no fim, foi só alguém tentando ser “cool” até seus instintos começarem a reagir ao ciúmes.

  • everton

    Que texto ruim!

  • everton

    Que texto ruim!

  • everton

    Que texto ruim!

  • Daniella

    Achei o texto Maira, fantástico! Muito bom mesmo!
    Ninguém é 100% feliz e consegue ser durante muito tempo! Casamento tb é igual, nem sempre vivemos somente monogamia!
    Beijos

  • Daniella

    Achei o texto Maira, fantástico! Muito bom mesmo!
    Ninguém é 100% feliz e consegue ser durante muito tempo! Casamento tb é igual, nem sempre vivemos somente monogamia!
    Beijos

  • Daniella

    Achei o texto Maira, fantástico! Muito bom mesmo!
    Ninguém é 100% feliz e consegue ser durante muito tempo! Casamento tb é igual, nem sempre vivemos somente monogamia!
    Beijos

  • Raul

    Uma critica superfical, com aparencia de profunda. A critica parece profunda por tentar derrubar valores, mas ela nao derruba nada. Sera que a monogamia eh apenas algo “imposto” pela midia, pela cultura, por valores antiguados? Por que a sociedade se construiu monogamica se ela nao funciona? Por exemplo, uma tribo indigena que nao tem acesso a midia, por que a tendencia eh a monogamia, mesmo sem ter os valores impostos?
    Eh uma questao muito mais profunda do que simples preconceitos morais, por favor pense antes de escrever.

  • Raul

    Uma critica superfical, com aparencia de profunda. A critica parece profunda por tentar derrubar valores, mas ela nao derruba nada. Sera que a monogamia eh apenas algo “imposto” pela midia, pela cultura, por valores antiguados? Por que a sociedade se construiu monogamica se ela nao funciona? Por exemplo, uma tribo indigena que nao tem acesso a midia, por que a tendencia eh a monogamia, mesmo sem ter os valores impostos?
    Eh uma questao muito mais profunda do que simples preconceitos morais, por favor pense antes de escrever.

  • Raul

    Uma critica superfical, com aparencia de profunda. A critica parece profunda por tentar derrubar valores, mas ela nao derruba nada. Sera que a monogamia eh apenas algo “imposto” pela midia, pela cultura, por valores antiguados? Por que a sociedade se construiu monogamica se ela nao funciona? Por exemplo, uma tribo indigena que nao tem acesso a midia, por que a tendencia eh a monogamia, mesmo sem ter os valores impostos?
    Eh uma questao muito mais profunda do que simples preconceitos morais, por favor pense antes de escrever.

  • Jeremias

    Pessoas, o que eu quiz dizer quando dei o exemplo de distribuição de mulheres, ao contrário do que o (#19) Cláudio Pedroso disse, não tem nada a ver com mulheres nao terem consciencia para escolher seu parceiro ou etc, foi só pra ilustrar a minha opiniao sobre o impacto de uma relacao a tres caso ela fosse dominante, nada além disso. É CLARO que isso nao vai acontecer (pelo menos nao hoje em dia). Eu quiz dizer o que a (#26) Aline disse.

    Sobre nerd x garanhao, eu falei isso pra complementar o comentário acima, mas o (#20) Rodrigo falou duas coisas que eu preciso comentar:
    1. Concordo plenamente com “criar bases sólidas”. Esse tipo de relacionamento é a maior prova de amor a uma pessoa.
    2. Eu quiz dizer que nerds nao tem chance de mostrar afinidade nenhuma, porque simplesmente passam despercebidos. porra, as mulheres sempre reclamam tanto que homem é safado, mas quando tem um cara bonzinho, que está afim de ser decente, é esculachado pelas mulheres que fazem dele o bobão, o bunda-mole.. até o dia que ele enche o saco e vira cafajeste. Mulheres, dêem valor ao nerd, ele vai te dar valor de verdade!

    Maíra, com relacao ao texto: Não quiz dizer que vc defendia a poligamia, mesmo porque no texto inteiro voce defendeu a liberdade de opcão. Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico. e num relacionamento monogamico, vc tem que reprimir os instintos (tantos femininos quanto masculinos) de escolher outras pessoas, para o bem da relacao! E daí a relacao a ser 100% feliz, isso eu continuo afirmando categoricamente. Não dá pra ir pra direita e para a esquerda ao mesmo tempo. Não dá para ser palmeirense e corinthiano ao mesmo tempo. Não dá pra jantar no América e no Outback ao mesmo tempo. Não dá para ser monogamico e sair com outras pessoas ao mesmo tempo. E Maíra, eu acredito muito em generalizações. Acredito por saber que embora sempre existam exceções, generalizações sempre dão uma pincelada verdadeira sobre como o mundo é. É como dizer que a maioria das pessoas de informática gostam de metal. Existem exceções, mas estou errado? Eu acredito que homens são cafajestes, por exemplo, mesmo eu fazendo parte da classe, fazer o que? se dependesse de mim as estatísticas seriam outras, mas até aí…

    Eu namoro a 4 anos, e esse questionamento já foi feito entre eu e minha namorada, no inicio do relacionamento. Chegamos a conclusao que poligamia nunca daria certo, pois ambos nao suportariam o fardo de saber que o outro “se entregou” a outra pessoa. Agora imagina se eu fosse um cafajestao, e ficasse por ai pegando outras, cade cade meu respeito com as expectativas da minha namorada com relacao a mim? Daí que surgiu a comparacao com a frase do pequeno príncipe. É mais ou menos o que o (#21) Jack falou.

    Agora, (#16) Savannah: Ora, cada um absorve o texto e o comenta a sua maneira! Como se fosse prova de cálculo com certo ou errado…

  • Jeremias

    Pessoas, o que eu quiz dizer quando dei o exemplo de distribuição de mulheres, ao contrário do que o (#19) Cláudio Pedroso disse, não tem nada a ver com mulheres nao terem consciencia para escolher seu parceiro ou etc, foi só pra ilustrar a minha opiniao sobre o impacto de uma relacao a tres caso ela fosse dominante, nada além disso. É CLARO que isso nao vai acontecer (pelo menos nao hoje em dia). Eu quiz dizer o que a (#26) Aline disse.

    Sobre nerd x garanhao, eu falei isso pra complementar o comentário acima, mas o (#20) Rodrigo falou duas coisas que eu preciso comentar:
    1. Concordo plenamente com “criar bases sólidas”. Esse tipo de relacionamento é a maior prova de amor a uma pessoa.
    2. Eu quiz dizer que nerds nao tem chance de mostrar afinidade nenhuma, porque simplesmente passam despercebidos. porra, as mulheres sempre reclamam tanto que homem é safado, mas quando tem um cara bonzinho, que está afim de ser decente, é esculachado pelas mulheres que fazem dele o bobão, o bunda-mole.. até o dia que ele enche o saco e vira cafajeste. Mulheres, dêem valor ao nerd, ele vai te dar valor de verdade!

    Maíra, com relacao ao texto: Não quiz dizer que vc defendia a poligamia, mesmo porque no texto inteiro voce defendeu a liberdade de opcão. Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico. e num relacionamento monogamico, vc tem que reprimir os instintos (tantos femininos quanto masculinos) de escolher outras pessoas, para o bem da relacao! E daí a relacao a ser 100% feliz, isso eu continuo afirmando categoricamente. Não dá pra ir pra direita e para a esquerda ao mesmo tempo. Não dá para ser palmeirense e corinthiano ao mesmo tempo. Não dá pra jantar no América e no Outback ao mesmo tempo. Não dá para ser monogamico e sair com outras pessoas ao mesmo tempo. E Maíra, eu acredito muito em generalizações. Acredito por saber que embora sempre existam exceções, generalizações sempre dão uma pincelada verdadeira sobre como o mundo é. É como dizer que a maioria das pessoas de informática gostam de metal. Existem exceções, mas estou errado? Eu acredito que homens são cafajestes, por exemplo, mesmo eu fazendo parte da classe, fazer o que? se dependesse de mim as estatísticas seriam outras, mas até aí…

    Eu namoro a 4 anos, e esse questionamento já foi feito entre eu e minha namorada, no inicio do relacionamento. Chegamos a conclusao que poligamia nunca daria certo, pois ambos nao suportariam o fardo de saber que o outro “se entregou” a outra pessoa. Agora imagina se eu fosse um cafajestao, e ficasse por ai pegando outras, cade cade meu respeito com as expectativas da minha namorada com relacao a mim? Daí que surgiu a comparacao com a frase do pequeno príncipe. É mais ou menos o que o (#21) Jack falou.

    Agora, (#16) Savannah: Ora, cada um absorve o texto e o comenta a sua maneira! Como se fosse prova de cálculo com certo ou errado…

  • Jeremias

    Pessoas, o que eu quiz dizer quando dei o exemplo de distribuição de mulheres, ao contrário do que o (#19) Cláudio Pedroso disse, não tem nada a ver com mulheres nao terem consciencia para escolher seu parceiro ou etc, foi só pra ilustrar a minha opiniao sobre o impacto de uma relacao a tres caso ela fosse dominante, nada além disso. É CLARO que isso nao vai acontecer (pelo menos nao hoje em dia). Eu quiz dizer o que a (#26) Aline disse.

    Sobre nerd x garanhao, eu falei isso pra complementar o comentário acima, mas o (#20) Rodrigo falou duas coisas que eu preciso comentar:
    1. Concordo plenamente com “criar bases sólidas”. Esse tipo de relacionamento é a maior prova de amor a uma pessoa.
    2. Eu quiz dizer que nerds nao tem chance de mostrar afinidade nenhuma, porque simplesmente passam despercebidos. porra, as mulheres sempre reclamam tanto que homem é safado, mas quando tem um cara bonzinho, que está afim de ser decente, é esculachado pelas mulheres que fazem dele o bobão, o bunda-mole.. até o dia que ele enche o saco e vira cafajeste. Mulheres, dêem valor ao nerd, ele vai te dar valor de verdade!

    Maíra, com relacao ao texto: Não quiz dizer que vc defendia a poligamia, mesmo porque no texto inteiro voce defendeu a liberdade de opcão. Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico. e num relacionamento monogamico, vc tem que reprimir os instintos (tantos femininos quanto masculinos) de escolher outras pessoas, para o bem da relacao! E daí a relacao a ser 100% feliz, isso eu continuo afirmando categoricamente. Não dá pra ir pra direita e para a esquerda ao mesmo tempo. Não dá para ser palmeirense e corinthiano ao mesmo tempo. Não dá pra jantar no América e no Outback ao mesmo tempo. Não dá para ser monogamico e sair com outras pessoas ao mesmo tempo. E Maíra, eu acredito muito em generalizações. Acredito por saber que embora sempre existam exceções, generalizações sempre dão uma pincelada verdadeira sobre como o mundo é. É como dizer que a maioria das pessoas de informática gostam de metal. Existem exceções, mas estou errado? Eu acredito que homens são cafajestes, por exemplo, mesmo eu fazendo parte da classe, fazer o que? se dependesse de mim as estatísticas seriam outras, mas até aí…

    Eu namoro a 4 anos, e esse questionamento já foi feito entre eu e minha namorada, no inicio do relacionamento. Chegamos a conclusao que poligamia nunca daria certo, pois ambos nao suportariam o fardo de saber que o outro “se entregou” a outra pessoa. Agora imagina se eu fosse um cafajestao, e ficasse por ai pegando outras, cade cade meu respeito com as expectativas da minha namorada com relacao a mim? Daí que surgiu a comparacao com a frase do pequeno príncipe. É mais ou menos o que o (#21) Jack falou.

    Agora, (#16) Savannah: Ora, cada um absorve o texto e o comenta a sua maneira! Como se fosse prova de cálculo com certo ou errado…

  • Natalia

    Na teoria é lindo!

    Na prática, existem outros sentimentos tão humanos como o “amor”: ciúmes, insegurança, posse, vaidade…

    Eu, como estou longe de ser perfeita e livre de grilos, opto pela minha equilibrada-respeitosa-apimentada relação monogâmica.

    Mas achei os argumentos do artigo válidos… não pra mim, mas vá lá!

  • Natalia

    Na teoria é lindo!

    Na prática, existem outros sentimentos tão humanos como o “amor”: ciúmes, insegurança, posse, vaidade…

    Eu, como estou longe de ser perfeita e livre de grilos, opto pela minha equilibrada-respeitosa-apimentada relação monogâmica.

    Mas achei os argumentos do artigo válidos… não pra mim, mas vá lá!

  • Natalia

    Na teoria é lindo!

    Na prática, existem outros sentimentos tão humanos como o “amor”: ciúmes, insegurança, posse, vaidade…

    Eu, como estou longe de ser perfeita e livre de grilos, opto pela minha equilibrada-respeitosa-apimentada relação monogâmica.

    Mas achei os argumentos do artigo válidos… não pra mim, mas vá lá!

  • Willian Junior

    O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.
    Tenho 20 anos e digamos que eu seja um pouco antiquado, quem ama de verdade não consegue nem desejar outra mulher ou outro homem, aprecia…sim claro, acha bonito. Não vou dizer que quem ama, todo mundo é feio com os dentes caindo, mas não tem aquele desejo ardente de cobiça. Existiram muitos que não irão concordar comigo, mas estes são aqueles que não tem um amor verdadeiro.
    Amar uma mulher ou um homem apenas pelo fato de ele ser bonito/a, educado/a, divertido/a…não existe isso, amor verdadeiro é quando você ama por completo.
    Namoro a 3 anos, e já estamos indo pra 4 anos, apenas a sinceridade vai fazer a relação ser mais forte.
    Quem nunca andou com sua gata e ela pergunta: “Aquela mulher é bonito?”, e muitos caras respondem, achando que está agradando: “Não amor, só tenho olhos para você!”. Esse é o pior rumo que uma relação pode tomar, você foi carinhoso, mas tem certeza que era isso que ela queria ouvir?
    É bom pensar de vez em quando em relação a isso, muitos namoros não dão certo porque vivem de mentiras, um lado querendo agradar o outro sempre e nunca a erros.
    Ele/a é perfeito/a pra mim, vamos nos casar! É ai que a casa cai, pois no casamento você vai ser verdadeiro, ops…mas eu nem sei o que é isso, pois meu namoro eu quis apenas agradar.
    Para isso que serve o namoro, para ser verdadeiro/a completamente.
    Sou monogamico sim. Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém, se você sente feliz com isso, ótimo mas não tente se casar e nem influenciar nenhuma homem/mulher monogamico/a a aceitar você como é, pois não existe amor apenas de um lado da balança.

  • Willian Junior

    O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.
    Tenho 20 anos e digamos que eu seja um pouco antiquado, quem ama de verdade não consegue nem desejar outra mulher ou outro homem, aprecia…sim claro, acha bonito. Não vou dizer que quem ama, todo mundo é feio com os dentes caindo, mas não tem aquele desejo ardente de cobiça. Existiram muitos que não irão concordar comigo, mas estes são aqueles que não tem um amor verdadeiro.
    Amar uma mulher ou um homem apenas pelo fato de ele ser bonito/a, educado/a, divertido/a…não existe isso, amor verdadeiro é quando você ama por completo.
    Namoro a 3 anos, e já estamos indo pra 4 anos, apenas a sinceridade vai fazer a relação ser mais forte.
    Quem nunca andou com sua gata e ela pergunta: “Aquela mulher é bonito?”, e muitos caras respondem, achando que está agradando: “Não amor, só tenho olhos para você!”. Esse é o pior rumo que uma relação pode tomar, você foi carinhoso, mas tem certeza que era isso que ela queria ouvir?
    É bom pensar de vez em quando em relação a isso, muitos namoros não dão certo porque vivem de mentiras, um lado querendo agradar o outro sempre e nunca a erros.
    Ele/a é perfeito/a pra mim, vamos nos casar! É ai que a casa cai, pois no casamento você vai ser verdadeiro, ops…mas eu nem sei o que é isso, pois meu namoro eu quis apenas agradar.
    Para isso que serve o namoro, para ser verdadeiro/a completamente.
    Sou monogamico sim. Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém, se você sente feliz com isso, ótimo mas não tente se casar e nem influenciar nenhuma homem/mulher monogamico/a a aceitar você como é, pois não existe amor apenas de um lado da balança.

  • Willian Junior

    O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.
    Tenho 20 anos e digamos que eu seja um pouco antiquado, quem ama de verdade não consegue nem desejar outra mulher ou outro homem, aprecia…sim claro, acha bonito. Não vou dizer que quem ama, todo mundo é feio com os dentes caindo, mas não tem aquele desejo ardente de cobiça. Existiram muitos que não irão concordar comigo, mas estes são aqueles que não tem um amor verdadeiro.
    Amar uma mulher ou um homem apenas pelo fato de ele ser bonito/a, educado/a, divertido/a…não existe isso, amor verdadeiro é quando você ama por completo.
    Namoro a 3 anos, e já estamos indo pra 4 anos, apenas a sinceridade vai fazer a relação ser mais forte.
    Quem nunca andou com sua gata e ela pergunta: “Aquela mulher é bonito?”, e muitos caras respondem, achando que está agradando: “Não amor, só tenho olhos para você!”. Esse é o pior rumo que uma relação pode tomar, você foi carinhoso, mas tem certeza que era isso que ela queria ouvir?
    É bom pensar de vez em quando em relação a isso, muitos namoros não dão certo porque vivem de mentiras, um lado querendo agradar o outro sempre e nunca a erros.
    Ele/a é perfeito/a pra mim, vamos nos casar! É ai que a casa cai, pois no casamento você vai ser verdadeiro, ops…mas eu nem sei o que é isso, pois meu namoro eu quis apenas agradar.
    Para isso que serve o namoro, para ser verdadeiro/a completamente.
    Sou monogamico sim. Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém, se você sente feliz com isso, ótimo mas não tente se casar e nem influenciar nenhuma homem/mulher monogamico/a a aceitar você como é, pois não existe amor apenas de um lado da balança.

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  • damourax

    Série de desculpas pra putaria desgovernada, foi isso que me pareceu.

  • damourax

    Série de desculpas pra putaria desgovernada, foi isso que me pareceu.

  • damourax

    Série de desculpas pra putaria desgovernada, foi isso que me pareceu.

  • Rheyder Castro

    Achei ótimo o seu texto, Parebens!

    Um trecho de uma música pra reforçar que a sociedade cobra esse tipo de comportamento, e que da música eu gosto muito.

    ” Eu mais a minha mulher fizemos uma combinação, eu vou no pagode ela não vai não…
    Sabado passado fui ela ficou, sábado que vem ela fica e eu vou” rsrsrs é boa né?

    abraço.

  • Rheyder Castro

    Achei ótimo o seu texto, Parebens!

    Um trecho de uma música pra reforçar que a sociedade cobra esse tipo de comportamento, e que da música eu gosto muito.

    ” Eu mais a minha mulher fizemos uma combinação, eu vou no pagode ela não vai não…
    Sabado passado fui ela ficou, sábado que vem ela fica e eu vou” rsrsrs é boa né?

    abraço.

  • Rheyder Castro

    Achei ótimo o seu texto, Parebens!

    Um trecho de uma música pra reforçar que a sociedade cobra esse tipo de comportamento, e que da música eu gosto muito.

    ” Eu mais a minha mulher fizemos uma combinação, eu vou no pagode ela não vai não…
    Sabado passado fui ela ficou, sábado que vem ela fica e eu vou” rsrsrs é boa né?

    abraço.

  • Kid Bengala

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

  • Kid Bengala

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

  • Kid Bengala

    “As mulheres casam por curiosidade e os homens apenas por cansaço…”

  • Maurício

    Galera do PdH sempre com assuntos muitos interessantes, e fiquei feliz de ver que o blog aceita os artigos de seus leitores, isso mostra que realmente estão abertos a muitas opiniões, e, acredito que isto enriqueça e muito este espaço.
    Bom lambidas de saco à parte, vamos ao que interessa.

    Eu concordo em parte com o texto da Maíra, porém vale ressaltar algumas coisas interessantes…
    1º: Independente de um relacionamento ser monogâmico ou aberto em diversas possibilidades, eu acredito que o que mais importa e que pesa mais em uma traição é a mentira para com as pessoas que amamos, afinal tomemos como exemplo um relacionamento aberto em que uma mulher se relaciona com dois homens, aí a mulher ou os homens começam a se relacionar com uma outra pessoa, sem dizer às outras, afinal isso não é traição? só porquê os relacionamento é em parte aberto?

    2º: Eu acredito que ultimamente as pessoas estão vendo o casamento mais como uma moleta emocional/social do quê um laço profundo, e não digo isso religiosamente, e sim algo que esteja relacionado à uma entrega profunda e mútua, o casamento está virando algo tão banal que as pessoas nem se dão ao trabalho de pensar em como esta mudança refletirá não apenas no presente, mas num futuro próximo e ao mesmo tempo distante.
    Eu já presenciei uma pessoa me dizendo que ela ia casar porquê na cidade onde ela nasceu, alguêm com 29 anos solteiro é “feio”!!!!!
    Que merda!!!!!! Isso é ridículo…

    3º e mais importante: O amor é muitas vezes visto ora como algo que deve governar a vida de uma pessoa, ora como algo extremamente banal…
    Neste caso eu acredito que não se pode pertencer à nenhum dos extremos, afinal O AMOR NÃO É SUFICIENTE PARA CONSTRUIR UMA RELAÇÃO, afinal quantos aqui amam muito uma pessoa, seja ex, irmão(ã), tio(a), avô(ó), amigo(a), mas mesmo assim não consegue conviver com esta pessoa, seja pelas diferenças, pelos momentos totalmente diferentes ou sei lá mais o quê!!!!!
    Eu concordo com o Gitti, nos links do seu blog não2não1…
    Que um relacionamento deva se apoiar somente no amor, ainda mais algo profundo e que se julga ser duradouro…

    eu coloco em parte a culpa de tudo isso, seja traição, mentira, burrice em construir um relacionamento (verdadeiro ou mentiroso) em cima de um amor momentâneo (que em boa parte das vezes acontece ) na própria condição de ser humano, afinal nós todos estamos muito preguiçosos, sempre se apoiando em algo comôdo e simplesmente nos acostumarmos a tudo isso, até em relacionamentos, afinal muitos namoram, noivam, se casam, e, se são infelizes não se separam (até que a situação esteja extrema), por tudo isto ser extremamente cômodo.

    Eu defendo uma atitude pró-ativa inclusive nos relacionamentos, e que isso seja extremamente natural em nosso ser… Nós devemos quebrar todas as nossas moletas e apoios, sair da nossa área de conforto, afim de crescer como pessoas, na nossa vida e tudo que nos cerca….

  • Maurício

    Galera do PdH sempre com assuntos muitos interessantes, e fiquei feliz de ver que o blog aceita os artigos de seus leitores, isso mostra que realmente estão abertos a muitas opiniões, e, acredito que isto enriqueça e muito este espaço.
    Bom lambidas de saco à parte, vamos ao que interessa.

    Eu concordo em parte com o texto da Maíra, porém vale ressaltar algumas coisas interessantes…
    1º: Independente de um relacionamento ser monogâmico ou aberto em diversas possibilidades, eu acredito que o que mais importa e que pesa mais em uma traição é a mentira para com as pessoas que amamos, afinal tomemos como exemplo um relacionamento aberto em que uma mulher se relaciona com dois homens, aí a mulher ou os homens começam a se relacionar com uma outra pessoa, sem dizer às outras, afinal isso não é traição? só porquê os relacionamento é em parte aberto?

    2º: Eu acredito que ultimamente as pessoas estão vendo o casamento mais como uma moleta emocional/social do quê um laço profundo, e não digo isso religiosamente, e sim algo que esteja relacionado à uma entrega profunda e mútua, o casamento está virando algo tão banal que as pessoas nem se dão ao trabalho de pensar em como esta mudança refletirá não apenas no presente, mas num futuro próximo e ao mesmo tempo distante.
    Eu já presenciei uma pessoa me dizendo que ela ia casar porquê na cidade onde ela nasceu, alguêm com 29 anos solteiro é “feio”!!!!!
    Que merda!!!!!! Isso é ridículo…

    3º e mais importante: O amor é muitas vezes visto ora como algo que deve governar a vida de uma pessoa, ora como algo extremamente banal…
    Neste caso eu acredito que não se pode pertencer à nenhum dos extremos, afinal O AMOR NÃO É SUFICIENTE PARA CONSTRUIR UMA RELAÇÃO, afinal quantos aqui amam muito uma pessoa, seja ex, irmão(ã), tio(a), avô(ó), amigo(a), mas mesmo assim não consegue conviver com esta pessoa, seja pelas diferenças, pelos momentos totalmente diferentes ou sei lá mais o quê!!!!!
    Eu concordo com o Gitti, nos links do seu blog não2não1…
    Que um relacionamento deva se apoiar somente no amor, ainda mais algo profundo e que se julga ser duradouro…

    eu coloco em parte a culpa de tudo isso, seja traição, mentira, burrice em construir um relacionamento (verdadeiro ou mentiroso) em cima de um amor momentâneo (que em boa parte das vezes acontece ) na própria condição de ser humano, afinal nós todos estamos muito preguiçosos, sempre se apoiando em algo comôdo e simplesmente nos acostumarmos a tudo isso, até em relacionamentos, afinal muitos namoram, noivam, se casam, e, se são infelizes não se separam (até que a situação esteja extrema), por tudo isto ser extremamente cômodo.

    Eu defendo uma atitude pró-ativa inclusive nos relacionamentos, e que isso seja extremamente natural em nosso ser… Nós devemos quebrar todas as nossas moletas e apoios, sair da nossa área de conforto, afim de crescer como pessoas, na nossa vida e tudo que nos cerca….

  • Maurício

    Galera do PdH sempre com assuntos muitos interessantes, e fiquei feliz de ver que o blog aceita os artigos de seus leitores, isso mostra que realmente estão abertos a muitas opiniões, e, acredito que isto enriqueça e muito este espaço.
    Bom lambidas de saco à parte, vamos ao que interessa.

    Eu concordo em parte com o texto da Maíra, porém vale ressaltar algumas coisas interessantes…
    1º: Independente de um relacionamento ser monogâmico ou aberto em diversas possibilidades, eu acredito que o que mais importa e que pesa mais em uma traição é a mentira para com as pessoas que amamos, afinal tomemos como exemplo um relacionamento aberto em que uma mulher se relaciona com dois homens, aí a mulher ou os homens começam a se relacionar com uma outra pessoa, sem dizer às outras, afinal isso não é traição? só porquê os relacionamento é em parte aberto?

    2º: Eu acredito que ultimamente as pessoas estão vendo o casamento mais como uma moleta emocional/social do quê um laço profundo, e não digo isso religiosamente, e sim algo que esteja relacionado à uma entrega profunda e mútua, o casamento está virando algo tão banal que as pessoas nem se dão ao trabalho de pensar em como esta mudança refletirá não apenas no presente, mas num futuro próximo e ao mesmo tempo distante.
    Eu já presenciei uma pessoa me dizendo que ela ia casar porquê na cidade onde ela nasceu, alguêm com 29 anos solteiro é “feio”!!!!!
    Que merda!!!!!! Isso é ridículo…

    3º e mais importante: O amor é muitas vezes visto ora como algo que deve governar a vida de uma pessoa, ora como algo extremamente banal…
    Neste caso eu acredito que não se pode pertencer à nenhum dos extremos, afinal O AMOR NÃO É SUFICIENTE PARA CONSTRUIR UMA RELAÇÃO, afinal quantos aqui amam muito uma pessoa, seja ex, irmão(ã), tio(a), avô(ó), amigo(a), mas mesmo assim não consegue conviver com esta pessoa, seja pelas diferenças, pelos momentos totalmente diferentes ou sei lá mais o quê!!!!!
    Eu concordo com o Gitti, nos links do seu blog não2não1…
    Que um relacionamento deva se apoiar somente no amor, ainda mais algo profundo e que se julga ser duradouro…

    eu coloco em parte a culpa de tudo isso, seja traição, mentira, burrice em construir um relacionamento (verdadeiro ou mentiroso) em cima de um amor momentâneo (que em boa parte das vezes acontece ) na própria condição de ser humano, afinal nós todos estamos muito preguiçosos, sempre se apoiando em algo comôdo e simplesmente nos acostumarmos a tudo isso, até em relacionamentos, afinal muitos namoram, noivam, se casam, e, se são infelizes não se separam (até que a situação esteja extrema), por tudo isto ser extremamente cômodo.

    Eu defendo uma atitude pró-ativa inclusive nos relacionamentos, e que isso seja extremamente natural em nosso ser… Nós devemos quebrar todas as nossas moletas e apoios, sair da nossa área de conforto, afim de crescer como pessoas, na nossa vida e tudo que nos cerca….

  • Thidrito

    Otimo texto,
    simplesmente descreveu o que eu sempre pensei, e nunca consegui expressar, mas claro, de forma muito mais detalhada e muito mais completa,

    parabens =]

  • Thidrito

    Otimo texto,
    simplesmente descreveu o que eu sempre pensei, e nunca consegui expressar, mas claro, de forma muito mais detalhada e muito mais completa,

    parabens =]

  • Thidrito

    Otimo texto,
    simplesmente descreveu o que eu sempre pensei, e nunca consegui expressar, mas claro, de forma muito mais detalhada e muito mais completa,

    parabens =]

  • Eduardo Santiago

    Estaria disposto ao tal relacionamento desde antes de o iniciar houvesse um certo tempo monogamico para tal adaptação.. rs! Concordando com um post mais acima o mais importante é nao quebrar a confiança e manter a lealdade sempre!

    Creio que após ler este post da Maíra creio q nunca tive um relacionamento de verdade.. Sempre me preocupando com o desnecessário ao inves de focar o q realmente importa a ambos..

    Maíra.. obrigado por elucidar minhas idéias!

    ps.: Alguma amiga no RJ para um bate papo informal ? rssss..

  • Eduardo Santiago

    Estaria disposto ao tal relacionamento desde antes de o iniciar houvesse um certo tempo monogamico para tal adaptação.. rs! Concordando com um post mais acima o mais importante é nao quebrar a confiança e manter a lealdade sempre!

    Creio que após ler este post da Maíra creio q nunca tive um relacionamento de verdade.. Sempre me preocupando com o desnecessário ao inves de focar o q realmente importa a ambos..

    Maíra.. obrigado por elucidar minhas idéias!

    ps.: Alguma amiga no RJ para um bate papo informal ? rssss..

  • http://e-santiago@hotmail.com Eduardo Santiago

    Estaria disposto ao tal relacionamento desde antes de o iniciar houvesse um certo tempo monogamico para tal adaptação.. rs! Concordando com um post mais acima o mais importante é nao quebrar a confiança e manter a lealdade sempre!

    Creio que após ler este post da Maíra creio q nunca tive um relacionamento de verdade.. Sempre me preocupando com o desnecessário ao inves de focar o q realmente importa a ambos..

    Maíra.. obrigado por elucidar minhas idéias!

    ps.: Alguma amiga no RJ para um bate papo informal ? rssss..

  • http://cristinalinardi.blogspot.com/ Cris Linardi

    Maíra, quero parabenizá-la pelo excelente artigo. O assunto é polêmico e muito interessante de ser discutido, porque somos seres humanos, vivemos em sociedade e precisamos falar sobre coisas pertinentes à nossa espécie mesmo, oxente!

    Particularmente, gostei bastante do trecho abaixo:
    “Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro”. Muito válido este argumento, posso dizer que estou vivendo uma situação parecida, onde questiono diariamente o modelo ‘normal’ do que é relacionamento a dois, haja vista estar envolvida em uma situação diferente das que já vivi antes. Tudo se torna mais tranqüilo quando concluo que não importa a opinião alheia, importa sim o que eu estou sentindo e querendo, afinal assumo as consequências de meus atos como todo ser humano deveria fazer.

    Agora, o parágrafo abaixo foi espetacular:
    “Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo”. Acredito piamente nisso e até já escrevi muito sobre, de uma forma bem mais poética, é claro (sou escritora de obras menos técnicas e mais literárias, rs). Eu costumo dizer que não sei brincar com meu coração, portanto não sou insensata de não ter cautela com quem se aproxima dele. Atualmente, após muito tempo, posso dizer que estou apaixonada e assumo isso porque eu o escolhi. Pode não ter sido a melhor escolha para os outros, para minha mãe, amigas ou qualquer outra pessoa, mas é a minha vida que está em jogo. Esse tipo de relacionamento que estou vivendo, dadas certas circunstancias, também não é o ideal para muitas pessoas que conheço. Na verdade, foge ao que é considerado mais apropriado, mas quer saber, que se danem todos. Quem vai assumir as consequências das minhas decisões sou eu mesma, então continuo com os princípios que acredito.

    É isso, deu vontade de falar..rs. Quanto à tentadora chamada para novos autores aparecendo por aqui no PDH, não me atrevo, sou mais poetisa do que articuladora de questões de relacionamento.

    Abraços a todos!

  • http://cristinalinardi.blogspot.com/ Cris Linardi

    Maíra, quero parabenizá-la pelo excelente artigo. O assunto é polêmico e muito interessante de ser discutido, porque somos seres humanos, vivemos em sociedade e precisamos falar sobre coisas pertinentes à nossa espécie mesmo, oxente!

    Particularmente, gostei bastante do trecho abaixo:
    “Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro”. Muito válido este argumento, posso dizer que estou vivendo uma situação parecida, onde questiono diariamente o modelo ‘normal’ do que é relacionamento a dois, haja vista estar envolvida em uma situação diferente das que já vivi antes. Tudo se torna mais tranqüilo quando concluo que não importa a opinião alheia, importa sim o que eu estou sentindo e querendo, afinal assumo as consequências de meus atos como todo ser humano deveria fazer.

    Agora, o parágrafo abaixo foi espetacular:
    “Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo”. Acredito piamente nisso e até já escrevi muito sobre, de uma forma bem mais poética, é claro (sou escritora de obras menos técnicas e mais literárias, rs). Eu costumo dizer que não sei brincar com meu coração, portanto não sou insensata de não ter cautela com quem se aproxima dele. Atualmente, após muito tempo, posso dizer que estou apaixonada e assumo isso porque eu o escolhi. Pode não ter sido a melhor escolha para os outros, para minha mãe, amigas ou qualquer outra pessoa, mas é a minha vida que está em jogo. Esse tipo de relacionamento que estou vivendo, dadas certas circunstancias, também não é o ideal para muitas pessoas que conheço. Na verdade, foge ao que é considerado mais apropriado, mas quer saber, que se danem todos. Quem vai assumir as consequências das minhas decisões sou eu mesma, então continuo com os princípios que acredito.

    É isso, deu vontade de falar..rs. Quanto à tentadora chamada para novos autores aparecendo por aqui no PDH, não me atrevo, sou mais poetisa do que articuladora de questões de relacionamento.

    Abraços a todos!

  • http://cristinalinardi.blogspot.com Cris Linardi

    Maíra, quero parabenizá-la pelo excelente artigo. O assunto é polêmico e muito interessante de ser discutido, porque somos seres humanos, vivemos em sociedade e precisamos falar sobre coisas pertinentes à nossa espécie mesmo, oxente!

    Particularmente, gostei bastante do trecho abaixo:
    “Quando um modelo de relacionamento é a única opção aceita como normal, perde-se a noção de responsabilidade sobre as próprias escolhas (afinal não haveria outra escolha normal), sobre si mesmo e sobre seu parceiro”. Muito válido este argumento, posso dizer que estou vivendo uma situação parecida, onde questiono diariamente o modelo ‘normal’ do que é relacionamento a dois, haja vista estar envolvida em uma situação diferente das que já vivi antes. Tudo se torna mais tranqüilo quando concluo que não importa a opinião alheia, importa sim o que eu estou sentindo e querendo, afinal assumo as consequências de meus atos como todo ser humano deveria fazer.

    Agora, o parágrafo abaixo foi espetacular:
    “Se o amor é considerado um sentimento tão importante para a humanidade, ele não pode ser construído sobre nada. E essa construção precisa de um tempo, de avaliação, de compatibilidade de valores e necessidades. Quando priorizamos nossos princípios ao invés dos estereótipos sobre sentimentos, aprendemos a ter responsabilidade sobre nossos atos e dar a eles um sentido. Escolhemos pessoas que se encaixam melhor com aquilo que queremos naquele momento. O resultado certamente será mais construtivo”. Acredito piamente nisso e até já escrevi muito sobre, de uma forma bem mais poética, é claro (sou escritora de obras menos técnicas e mais literárias, rs). Eu costumo dizer que não sei brincar com meu coração, portanto não sou insensata de não ter cautela com quem se aproxima dele. Atualmente, após muito tempo, posso dizer que estou apaixonada e assumo isso porque eu o escolhi. Pode não ter sido a melhor escolha para os outros, para minha mãe, amigas ou qualquer outra pessoa, mas é a minha vida que está em jogo. Esse tipo de relacionamento que estou vivendo, dadas certas circunstancias, também não é o ideal para muitas pessoas que conheço. Na verdade, foge ao que é considerado mais apropriado, mas quer saber, que se danem todos. Quem vai assumir as consequências das minhas decisões sou eu mesma, então continuo com os princípios que acredito.

    É isso, deu vontade de falar..rs. Quanto à tentadora chamada para novos autores aparecendo por aqui no PDH, não me atrevo, sou mais poetisa do que articuladora de questões de relacionamento.

    Abraços a todos!

  • magikfly

    Zzzzzzz…. esse assunto foi debatido tantas vezes por anos, e mesmo assim continua ter apelo às almas mais simplórias…

  • magikfly

    Zzzzzzz…. esse assunto foi debatido tantas vezes por anos, e mesmo assim continua ter apelo às almas mais simplórias…

  • magikfly

    Zzzzzzz…. esse assunto foi debatido tantas vezes por anos, e mesmo assim continua ter apelo às almas mais simplórias…

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  • Edu

    Não irei comentar o texto, não porque ele não mereça, pelo contrário, foi escrito com a sensibilidade de uma mulher tomada pelas suas crenças, vivências e razões.

    Quero apenas PARABENIZAR!

    Parabenizar a excelente escritora por conseguir se expressar muito bem e gerar tamanha discussão, e, parabenizar mais uma vez o PDH por abrir espaço para mais uma oportunidade que só vem gerar amadurecimento e crescimento de idéias e de pessoas que querem continuar evoluindo.

    PARABÉNS!!!

  • Edu

    Não irei comentar o texto, não porque ele não mereça, pelo contrário, foi escrito com a sensibilidade de uma mulher tomada pelas suas crenças, vivências e razões.

    Quero apenas PARABENIZAR!

    Parabenizar a excelente escritora por conseguir se expressar muito bem e gerar tamanha discussão, e, parabenizar mais uma vez o PDH por abrir espaço para mais uma oportunidade que só vem gerar amadurecimento e crescimento de idéias e de pessoas que querem continuar evoluindo.

    PARABÉNS!!!

  • Edu

    Não irei comentar o texto, não porque ele não mereça, pelo contrário, foi escrito com a sensibilidade de uma mulher tomada pelas suas crenças, vivências e razões.

    Quero apenas PARABENIZAR!

    Parabenizar a excelente escritora por conseguir se expressar muito bem e gerar tamanha discussão, e, parabenizar mais uma vez o PDH por abrir espaço para mais uma oportunidade que só vem gerar amadurecimento e crescimento de idéias e de pessoas que querem continuar evoluindo.

    PARABÉNS!!!

  • Bruno

    só mulher pra escreve isso mesmo…

    “– e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.” (ultimo paragrafo antes da 1º imagem)

    Eu pessoalmente ja sou bem honesto comigo mesmo e faço oq me faz feliz, mas, homens tem + consciência que mulheres.
    O fato de nos preocuparmos com questões biológicas ou qualquer outra matéria em questão, é apenas para sabermos quão peso carregamos e não saber que o peso é um peso sobre peso (peso²).

    “a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).”

    http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2010/02/casamento.jpg
    aquelas unhas cumpridas (deve precisar de licença por porte de arma) explicam muita coisa sobre ela ( não estou generalizando), e sobre a imagem em geral, como a faca.

    “Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.”
    O casamento da um gostinho a mais na hora da traição ^^.

    “Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.”
    1º(sem título, n consigo dar nome a isso, se eu usar “inveja feminina” eu to ferrado alem de q n precisa de nome isso)
    Mulher:
    – Vão me ‘dar’ um homem!?!?! MAS BEM CAPAZ!! Eu quero o homem dela tbm!!
    2º Se machismo é 1 feminismo é -1

    Não.. o paragrafo escrito pelo atila não da a entender o que você disse.
    Comunista e machista…. Menos, bem menos… Afinal feminismo seria cada mulher escolhe um, e apenas um. (com direito a trocas nos finais de semana sem argumentação do sexo oposto, muito menos do consentimento do respectivo ‘mascote’)

    Era isso… Eu não sou machista, desde que mulher não discuta ou que de opinião.

  • Bruno

    só mulher pra escreve isso mesmo…

    “– e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.” (ultimo paragrafo antes da 1º imagem)

    Eu pessoalmente ja sou bem honesto comigo mesmo e faço oq me faz feliz, mas, homens tem + consciência que mulheres.
    O fato de nos preocuparmos com questões biológicas ou qualquer outra matéria em questão, é apenas para sabermos quão peso carregamos e não saber que o peso é um peso sobre peso (peso²).

    “a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).”

    http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2010/02/casamento.jpg
    aquelas unhas cumpridas (deve precisar de licença por porte de arma) explicam muita coisa sobre ela ( não estou generalizando), e sobre a imagem em geral, como a faca.

    “Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.”
    O casamento da um gostinho a mais na hora da traição ^^.

    “Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.”
    1º(sem título, n consigo dar nome a isso, se eu usar “inveja feminina” eu to ferrado alem de q n precisa de nome isso)
    Mulher:
    – Vão me ‘dar’ um homem!?!?! MAS BEM CAPAZ!! Eu quero o homem dela tbm!!
    2º Se machismo é 1 feminismo é -1

    Não.. o paragrafo escrito pelo atila não da a entender o que você disse.
    Comunista e machista…. Menos, bem menos… Afinal feminismo seria cada mulher escolhe um, e apenas um. (com direito a trocas nos finais de semana sem argumentação do sexo oposto, muito menos do consentimento do respectivo ‘mascote’)

    Era isso… Eu não sou machista, desde que mulher não discuta ou que de opinião.

  • Bruno

    só mulher pra escreve isso mesmo…

    “– e esquecemos que ser honesto consigo mesmo é muito mais importante do que atender a uma expectativa externa.” (ultimo paragrafo antes da 1º imagem)

    Eu pessoalmente ja sou bem honesto comigo mesmo e faço oq me faz feliz, mas, homens tem + consciência que mulheres.
    O fato de nos preocuparmos com questões biológicas ou qualquer outra matéria em questão, é apenas para sabermos quão peso carregamos e não saber que o peso é um peso sobre peso (peso²).

    “a monogamia torna-se apenas uma brincadeira de faz de conta, quando na verdade o ato de casar não corresponde sempre ao que as pessoas querem de verdade naquele momento de suas vidas (ou talvez nunca).”

    http://papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2010/02/casamento.jpg
    aquelas unhas cumpridas (deve precisar de licença por porte de arma) explicam muita coisa sobre ela ( não estou generalizando), e sobre a imagem em geral, como a faca.

    “Se alguém se casa e trai constantemente seu parceiro, inclusive desde antes do matrimônio, é impossível que esta pessoa tenha escolhido o casamento como uma resposta às suas necessidades.”
    O casamento da um gostinho a mais na hora da traição ^^.

    “Não existe a necessidade de distribuir as mulheres entre os homens como se elas fossem bens a serem distribuídos numa sociedade comunista (e machista), assim como a sociedade também não precisa das nossas escolhas amorosas e sexuais para seguir em frente de forma “civilizada”, como dá a entender a argumentação final do Atila.”
    1º\(sem título, n consigo dar nome a isso, se eu usar “inveja feminina” eu to ferrado alem de q n precisa de nome isso)
    Mulher:
    – Vão me ‘dar’ um homem!?!?! MAS BEM CAPAZ!! Eu quero o homem dela tbm!!
    2º Se machismo é 1 feminismo é -1

    Não.. o paragrafo escrito pelo atila não da a entender o que você disse.
    Comunista e machista…. Menos, bem menos… Afinal feminismo seria cada mulher escolhe um, e apenas um. (com direito a trocas nos finais de semana sem argumentação do sexo oposto, muito menos do consentimento do respectivo ‘mascote’)

    Era isso… Eu não sou machista, desde que mulher não discuta ou que de opinião.

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    Bom, sobre a questão monogamia, poligamia, poliandria etc. Não consigo ver como natural, mas, sim, como algo dependendo das condições de cada sociedade. Numa sociedade que pretenda que sua população cresça, e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à poligamia, pois 1 homem consegue fazer, em 9 meses, tantos filhos com quantas mulheres ele consegue copular. Já em uma sociedade com uma super população, a tendência seria a poliandria (embora seja raro na história da humanidade), já que uma mulher, mesmo que possua vários “maridos”, consegue ter apenas 1 filho em 9 meses.

    Mas mesmo assim, não existe o determinismo. É difícil dizer se é isso ou aquilo, quando se fala em cultura. O homem é um ser extremamente cultural, e, como foi falado acima, não é porque certos comportamentos sejam “biológicos”, logo, naturais, que devemos nos curvar a eles. Fosse assim ao menor sinal de “invasão” de território sairíamos caindo na porrada (embora, infelizmente, isso ocorra bastante).

    Acredito que o homem possa “trair” pela questão, aí já é mais instintiva, de perpetuar seu material genético. Até a Bíblia tem uma passagem sobre isso “crescei-vos e multiplicai-vos”. Talvez seja esse instinto que dá tanta vontade de transar sem camisinha.

    Agora, solto uma pergunta correndo o risco de poucos verem:

    Qual é, realmente, na prática, o MAL que você faz quando “trai” uma pessoa? O próprio conceito de traição é amplo, não sendo apenas “pular” a cerca. Não sou adepto de pular a cerca, porém, gostaria de saber qual é o malefício que você causa a outrem traindo-a(o)… sendo que continua dando a mesma atenção e tudo o mais?

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    Bom, sobre a questão monogamia, poligamia, poliandria etc. Não consigo ver como natural, mas, sim, como algo dependendo das condições de cada sociedade. Numa sociedade que pretenda que sua população cresça, e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à poligamia, pois 1 homem consegue fazer, em 9 meses, tantos filhos com quantas mulheres ele consegue copular. Já em uma sociedade com uma super população, a tendência seria a poliandria (embora seja raro na história da humanidade), já que uma mulher, mesmo que possua vários “maridos”, consegue ter apenas 1 filho em 9 meses.

    Mas mesmo assim, não existe o determinismo. É difícil dizer se é isso ou aquilo, quando se fala em cultura. O homem é um ser extremamente cultural, e, como foi falado acima, não é porque certos comportamentos sejam “biológicos”, logo, naturais, que devemos nos curvar a eles. Fosse assim ao menor sinal de “invasão” de território sairíamos caindo na porrada (embora, infelizmente, isso ocorra bastante).

    Acredito que o homem possa “trair” pela questão, aí já é mais instintiva, de perpetuar seu material genético. Até a Bíblia tem uma passagem sobre isso “crescei-vos e multiplicai-vos”. Talvez seja esse instinto que dá tanta vontade de transar sem camisinha.

    Agora, solto uma pergunta correndo o risco de poucos verem:

    Qual é, realmente, na prática, o MAL que você faz quando “trai” uma pessoa? O próprio conceito de traição é amplo, não sendo apenas “pular” a cerca. Não sou adepto de pular a cerca, porém, gostaria de saber qual é o malefício que você causa a outrem traindo-a(o)… sendo que continua dando a mesma atenção e tudo o mais?

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com Rodrigo Santiago

    Bom, sobre a questão monogamia, poligamia, poliandria etc. Não consigo ver como natural, mas, sim, como algo dependendo das condições de cada sociedade. Numa sociedade que pretenda que sua população cresça, e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à poligamia, pois 1 homem consegue fazer, em 9 meses, tantos filhos com quantas mulheres ele consegue copular. Já em uma sociedade com uma super população, a tendência seria a poliandria (embora seja raro na história da humanidade), já que uma mulher, mesmo que possua vários “maridos”, consegue ter apenas 1 filho em 9 meses.

    Mas mesmo assim, não existe o determinismo. É difícil dizer se é isso ou aquilo, quando se fala em cultura. O homem é um ser extremamente cultural, e, como foi falado acima, não é porque certos comportamentos sejam “biológicos”, logo, naturais, que devemos nos curvar a eles. Fosse assim ao menor sinal de “invasão” de território sairíamos caindo na porrada (embora, infelizmente, isso ocorra bastante).

    Acredito que o homem possa “trair” pela questão, aí já é mais instintiva, de perpetuar seu material genético. Até a Bíblia tem uma passagem sobre isso “crescei-vos e multiplicai-vos”. Talvez seja esse instinto que dá tanta vontade de transar sem camisinha.

    Agora, solto uma pergunta correndo o risco de poucos verem:

    Qual é, realmente, na prática, o MAL que você faz quando “trai” uma pessoa? O próprio conceito de traição é amplo, não sendo apenas “pular” a cerca. Não sou adepto de pular a cerca, porém, gostaria de saber qual é o malefício que você causa a outrem traindo-a(o)… sendo que continua dando a mesma atenção e tudo o mais?

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    “e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à “poligamia,”

    leia-se “poliginia”

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    “e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à “poligamia,”

    leia-se “poliginia”

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com Rodrigo Santiago

    “e que tem um número reduzido de homens (tempos pós guerra etc.), ela tem uma tendência à “poligamia,”

    leia-se “poliginia”

  • Juan

    certa vez li em algum lugar q nao lembro, que existe uma doença ou sindrome, nao lembro ao certo, se nao me engano é chamada de don juanismo… axo q isso tenta explicar “cientificamente” oq acontece com a cabeça de quem trai.

  • Juan

    certa vez li em algum lugar q nao lembro, que existe uma doença ou sindrome, nao lembro ao certo, se nao me engano é chamada de don juanismo… axo q isso tenta explicar “cientificamente” oq acontece com a cabeça de quem trai.

  • Juan

    certa vez li em algum lugar q nao lembro, que existe uma doença ou sindrome, nao lembro ao certo, se nao me engano é chamada de don juanismo… axo q isso tenta explicar “cientificamente” oq acontece com a cabeça de quem trai.

  • Thiago Lindo

    Eu não gostei.

  • Thiago Lindo

    Eu não gostei.

  • Thiago Lindo

    Eu não gostei.

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Eu discordo do seguinte:
    “As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?”

    O exemplo é muito distante de alguns casos, comuns até…
    Alguém nunca se viu amando uma garota x, que odeia bebidas e não suporta que você beba, mesmo sabendo q você adora beber? O que quero dizer, é que em alguns casos, é terrível deixar de amar esta garota x, mesmo quando existe esta incompatibilidade de idéias…

    Por favor, comentem…

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Eu discordo do seguinte:
    “As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?”

    O exemplo é muito distante de alguns casos, comuns até…
    Alguém nunca se viu amando uma garota x, que odeia bebidas e não suporta que você beba, mesmo sabendo q você adora beber? O que quero dizer, é que em alguns casos, é terrível deixar de amar esta garota x, mesmo quando existe esta incompatibilidade de idéias…

    Por favor, comentem…

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Eu discordo do seguinte:
    “As pessoas alegam que não se pode controlar o amor. Ok, admito que não é fácil escolher quem iremos amar, mas é possível. Você amaria um neonazista? Ou um pedófilo? Acho que não. Afinal, que filosofia de vida você segue? Quais são seus princípios?”

    O exemplo é muito distante de alguns casos, comuns até…
    Alguém nunca se viu amando uma garota x, que odeia bebidas e não suporta que você beba, mesmo sabendo q você adora beber? O que quero dizer, é que em alguns casos, é terrível deixar de amar esta garota x, mesmo quando existe esta incompatibilidade de idéias…

    Por favor, comentem…

  • Luiz Azevedo

    Maíra, Maíra!

    Posso dizer que está de parabéns pela argumentação. Acho a grande maioria dos textos aqui publicados muito bons, e particulares devido aos diversos pontos de vista abordados.

    Primeiramente, entendo perfeitamente o argumento do colega Atila. Algumas pessoas simplesmente não estão prontas pra viver uma relação monogâmica. Não que isso faça dela uma pessoa melhor ou pior do que as demais. Apenas diferente.

    Contudo, o que vc. bem pontuou, que pelo menos não haja enganação. O que é combinado não sai caro. Entendo que por diversas vezes um cara acaba traindo por ter sido fraco ou coisa que o valha, qualquer que seja a desculpa para o momento (o que pode acontecer com uma mulher também). No entanto, devemos diferenciar esses eventos pontuais dos constantes. Se em um relacionamento de 20 anos, o homem ou a mulher, por razões que não cabem aqui, acaba traindo uma vez, e se sinta realmente mal por tê-lo feito, não acho que haja necessidade de contar tudo ao parceiro(a), correndo o risco de acabar com o relacionamento. Diferente do parceiro (a) que sai por aí distribuindo chifres.

    Creio que as lições básicas são:

    1 – Tome a sua decisão conscientemente e a siga, independente de qual seja. Se vai namorar, casar, se juntar, com uma pessoa, seja fiel a ela. Se vai ficar solteiro, aproveite como bem desejar, afinal, vc não deve satisfações a ninguém.

    2 – Não faça com o outro (a) o que não deseja que fosse feito com vc. Parece ser a mais simples, mas muita gente não consegue entender. Conheço amigos que dizem: “Eu traio e tudo bem. Se trair comigo, o pau vai comer”. Eu sempre digo a eles que isso é hipocrisia e falsa ética. O fato do seu parceiro (a) não saber que vc a traiu antes não exclui o fato de vc mesmo saber que é uma pessoa errada. Pelo menos eu gosto de viver em paz com a minha consciência.

    3 – Respeito ao próximo. Por mais que haja algum sentimento no relacionamento, se vc sabe que não pode dar aquilo que o seu parceiro (a) deseja, tenha caráter para não lhe dar o que não deseja. Trata-se de abrir mão de algo que se tem pra não ferir uma pessoa que espera algo de vc que vc não pode dar. Isso se chama caráter.

    Aos machos de plantão, sem essa de “homem é assim mesmo”, pq meu pai é homem e nunca traiu a minha mãe, e me ensinou o seguinte: “Eu aconselho a ficar solteiro o tempo que for possível, aproveite e conheça o maior número de mulheres, mas não as engane dando falsas esperanças. Assim, quando vc der um basta, elas poderão não gostar de vc, mas te respeitarão. Agora, se vc quiser namorar, seja fiel. Eu vou te reprovar se souber que vc agiu mal com alguém.”

    Por enquanto, estou namorando, amando minha namorada e na melhor relação monogâmica que já tive em minha vida!

  • Luiz Azevedo

    Maíra, Maíra!

    Posso dizer que está de parabéns pela argumentação. Acho a grande maioria dos textos aqui publicados muito bons, e particulares devido aos diversos pontos de vista abordados.

    Primeiramente, entendo perfeitamente o argumento do colega Atila. Algumas pessoas simplesmente não estão prontas pra viver uma relação monogâmica. Não que isso faça dela uma pessoa melhor ou pior do que as demais. Apenas diferente.

    Contudo, o que vc. bem pontuou, que pelo menos não haja enganação. O que é combinado não sai caro. Entendo que por diversas vezes um cara acaba traindo por ter sido fraco ou coisa que o valha, qualquer que seja a desculpa para o momento (o que pode acontecer com uma mulher também). No entanto, devemos diferenciar esses eventos pontuais dos constantes. Se em um relacionamento de 20 anos, o homem ou a mulher, por razões que não cabem aqui, acaba traindo uma vez, e se sinta realmente mal por tê-lo feito, não acho que haja necessidade de contar tudo ao parceiro(a), correndo o risco de acabar com o relacionamento. Diferente do parceiro (a) que sai por aí distribuindo chifres.

    Creio que as lições básicas são:

    1 – Tome a sua decisão conscientemente e a siga, independente de qual seja. Se vai namorar, casar, se juntar, com uma pessoa, seja fiel a ela. Se vai ficar solteiro, aproveite como bem desejar, afinal, vc não deve satisfações a ninguém.

    2 – Não faça com o outro (a) o que não deseja que fosse feito com vc. Parece ser a mais simples, mas muita gente não consegue entender. Conheço amigos que dizem: “Eu traio e tudo bem. Se trair comigo, o pau vai comer”. Eu sempre digo a eles que isso é hipocrisia e falsa ética. O fato do seu parceiro (a) não saber que vc a traiu antes não exclui o fato de vc mesmo saber que é uma pessoa errada. Pelo menos eu gosto de viver em paz com a minha consciência.

    3 – Respeito ao próximo. Por mais que haja algum sentimento no relacionamento, se vc sabe que não pode dar aquilo que o seu parceiro (a) deseja, tenha caráter para não lhe dar o que não deseja. Trata-se de abrir mão de algo que se tem pra não ferir uma pessoa que espera algo de vc que vc não pode dar. Isso se chama caráter.

    Aos machos de plantão, sem essa de “homem é assim mesmo”, pq meu pai é homem e nunca traiu a minha mãe, e me ensinou o seguinte: “Eu aconselho a ficar solteiro o tempo que for possível, aproveite e conheça o maior número de mulheres, mas não as engane dando falsas esperanças. Assim, quando vc der um basta, elas poderão não gostar de vc, mas te respeitarão. Agora, se vc quiser namorar, seja fiel. Eu vou te reprovar se souber que vc agiu mal com alguém.”

    Por enquanto, estou namorando, amando minha namorada e na melhor relação monogâmica que já tive em minha vida!

  • Luiz Azevedo

    Maíra, Maíra!

    Posso dizer que está de parabéns pela argumentação. Acho a grande maioria dos textos aqui publicados muito bons, e particulares devido aos diversos pontos de vista abordados.

    Primeiramente, entendo perfeitamente o argumento do colega Atila. Algumas pessoas simplesmente não estão prontas pra viver uma relação monogâmica. Não que isso faça dela uma pessoa melhor ou pior do que as demais. Apenas diferente.

    Contudo, o que vc. bem pontuou, que pelo menos não haja enganação. O que é combinado não sai caro. Entendo que por diversas vezes um cara acaba traindo por ter sido fraco ou coisa que o valha, qualquer que seja a desculpa para o momento (o que pode acontecer com uma mulher também). No entanto, devemos diferenciar esses eventos pontuais dos constantes. Se em um relacionamento de 20 anos, o homem ou a mulher, por razões que não cabem aqui, acaba traindo uma vez, e se sinta realmente mal por tê-lo feito, não acho que haja necessidade de contar tudo ao parceiro(a), correndo o risco de acabar com o relacionamento. Diferente do parceiro (a) que sai por aí distribuindo chifres.

    Creio que as lições básicas são:

    1 – Tome a sua decisão conscientemente e a siga, independente de qual seja. Se vai namorar, casar, se juntar, com uma pessoa, seja fiel a ela. Se vai ficar solteiro, aproveite como bem desejar, afinal, vc não deve satisfações a ninguém.

    2 – Não faça com o outro (a) o que não deseja que fosse feito com vc. Parece ser a mais simples, mas muita gente não consegue entender. Conheço amigos que dizem: “Eu traio e tudo bem. Se trair comigo, o pau vai comer”. Eu sempre digo a eles que isso é hipocrisia e falsa ética. O fato do seu parceiro (a) não saber que vc a traiu antes não exclui o fato de vc mesmo saber que é uma pessoa errada. Pelo menos eu gosto de viver em paz com a minha consciência.

    3 – Respeito ao próximo. Por mais que haja algum sentimento no relacionamento, se vc sabe que não pode dar aquilo que o seu parceiro (a) deseja, tenha caráter para não lhe dar o que não deseja. Trata-se de abrir mão de algo que se tem pra não ferir uma pessoa que espera algo de vc que vc não pode dar. Isso se chama caráter.

    Aos machos de plantão, sem essa de “homem é assim mesmo”, pq meu pai é homem e nunca traiu a minha mãe, e me ensinou o seguinte: “Eu aconselho a ficar solteiro o tempo que for possível, aproveite e conheça o maior número de mulheres, mas não as engane dando falsas esperanças. Assim, quando vc der um basta, elas poderão não gostar de vc, mas te respeitarão. Agora, se vc quiser namorar, seja fiel. Eu vou te reprovar se souber que vc agiu mal com alguém.”

    Por enquanto, estou namorando, amando minha namorada e na melhor relação monogâmica que já tive em minha vida!

  • Maíra Matos

    @ Jeremias, vc disse:
    “Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico”

    Por que? como você sabe disso? Isso pode acontecer, mas quem sou e quem é você para garantir? EU mesma não não me encaixaria na poligamia, mas não é por isso que posso demoniza-la. Desconheço argumentos antropológicos, psicológicos e biológicos que comprovem tal afirmação, tampouco possuo largo aprendizado empírico para chegar a tal conclusão. temos que ser humildes para confessar que isso é apenas uma idéia que se tem a respeito da poligamia. Não use como verdade absoluta do universo. É isso que sempre tento alertar para as pessoas.

    @William Junior: vc disse
    ” O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.”

    William, é justamente o contrário. Eu acredito que alguém pode ser fiel sim, mas APENAS se isso for sua vontade. O grande problema é que muita gentes não sabe de fato o que é mais saisfatório para suas vidas, e são monogâmicas porque é a ordem “natural” ou “social das coisas”. Eu apenas admiti que nem todo mundo quer ficar para sempre amando apenas uma pessoa. existem pessoas que tem relacionamentos com mais de uma pessoa, mas não como peguete, e sim como namorado e namorada, e sustentam isso por anos a fio declarando que são felizes. E aquelas pessoas que fazem swing? Será que essas pessoas são doentes ou mentirosas por conseguirem administrar isso? Acho que não. Seria muito preconceito dizer que elas tem algum problema psiciológico, principalmente se a gente não vive no mundo deles

    Por falar em preconceito, também não gostei da sua frase:”Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um [não entendi a lógica]. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém”
    Você está julgando a poligamia como uma forma de pegar pessoas diversas sem dar a mínima para ela. Esse não é o conceito chamado de poligamia. Você não cresceu numa cultura que entende essa prática, então não julgue dessa forma.

    @damourax
    Que pena que você achou isso. Percebe-se que você não entendeu nada do que eu quis dizer. Peço perdão se não consegui ser clara, apesar da maioria ter compreendido. Vou resumir, numa linguagem mais informal.

    1. não sou preconceituosa nem dona da verdade universal divina. Tem gente que gosta de ficar com uma pessoa pra sempre, mas admito que exista quem não goste. E não é por isso que essas pessoas não mereçam respeito.

    2. Sabendo disso, o correto é que as pessoas tomem vergonha na cara e só se decidam fazer as coisas (casar, namorar, ou seja lá o que for) se REALMENTE se dispuserem a seguir as regrinhas que aquele relacionamento exige, e não somente porque “é normal”. Se meu noivo me trair hoje, por exemplo,mando ele pastar, não porque ele sinta vontade de ficar com outras mulheres, mas porque acordo é pra ser respeitado pelas partes envolvidas, como um contrato. Uma pessoa não tem direito de enganar a outra. Se for pra não seguir as regras, não encare a monogamia e depois fique de mimimi colocando desculpa na natureza poligâmica do ser humano. Ou seja, seja responsável pela sua escolha. Se você não gosta de ficar com uma pessoa só, escolha outra forma de se relacionar, é mais honesto e digno assumir outros gostos do que sacanear as pessoas.

    Ok, Guga, realmente usei exemplos extremos, você está certo. Mas estou problematizando coisas incompatíveis, no caso, alguém que não pretende ser fiel de alguém que pretende ter alguém fiel ao seu lado. Provavelmente a situação da bebida seria muito mais fácil de ser resolvida, porque é mais superficial. Compatibilidade 100% é praticamente impossível, na relação sempre há que se perder algumas coisas para ganhar algo maior para a própria relação. Mas basta que você atente para aquelas coisas que impossibilitam a relação, não adianta forçar se nenhuma das duas partes não abre mão de algo incompatível. só vai gerar problemas repetitivos que vão desgastar a relação e a auto-estima.

    @ Laura Lopes Gonzales, Maurício e Luiz Azevedo

    Obrigada, é muito satisfatório ver que as pessoas conseguiram de fato entender do que se tratou o artigo, não porque vocês concordaram comigo, mas destacaram exatamente as coisas mais importantes que de fato eu queria passar.

    Queria comentar para o Luiz, em especial, que concordo até certo ponto com você a respeito da traição pontual, essa é uma outra situação que não abordei aqui. Abordei a “filosofia da traição regular”. É um fato que aquele caso é bem diferente, e pode ocorrer pelas mais diversas causas, as vezes até desembocar num amor que substitua o relacionamento anterior e que dure o resto da vida. Mas aí também existem nuances, de repente numa outra oportunidade comento sobre.

    Poxa, dentro desse artigo tem um rio de outros temas que poderiam ser discutidos. Nem falei, por exemplo, do entendimento da traição constante como comportamento de alguém que não aprendeu que toda escolha envolve uma perda a ser aceita, em função de um ganho maior (se esse ganho não é maior, a escolha foi errada). Claro, essa dicotomia entre perda versus ganho, responsabilidade versus autonomia é um tema grande, que se reflete não so nas relações amorosas, mas também na cidadania e na educação.

    Outro assunto, que também foi esbarrado por alguns comentários, é a definição do que é respeitável do que não é. O que é putaria? É bom ou ruim? para quem e quando? Quando e porque podemos ou não lançar certos julgamentos sobre a sexualidade dos outros?

    enfim, só citei para deixar a pulga atrás da orelha. Vai que eu escrevo outro artigo…

  • Maíra Matos

    @ Jeremias, vc disse:
    “Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico”

    Por que? como você sabe disso? Isso pode acontecer, mas quem sou e quem é você para garantir? EU mesma não não me encaixaria na poligamia, mas não é por isso que posso demoniza-la. Desconheço argumentos antropológicos, psicológicos e biológicos que comprovem tal afirmação, tampouco possuo largo aprendizado empírico para chegar a tal conclusão. temos que ser humildes para confessar que isso é apenas uma idéia que se tem a respeito da poligamia. Não use como verdade absoluta do universo. É isso que sempre tento alertar para as pessoas.

    @William Junior: vc disse
    ” O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.”

    William, é justamente o contrário. Eu acredito que alguém pode ser fiel sim, mas APENAS se isso for sua vontade. O grande problema é que muita gentes não sabe de fato o que é mais saisfatório para suas vidas, e são monogâmicas porque é a ordem “natural” ou “social das coisas”. Eu apenas admiti que nem todo mundo quer ficar para sempre amando apenas uma pessoa. existem pessoas que tem relacionamentos com mais de uma pessoa, mas não como peguete, e sim como namorado e namorada, e sustentam isso por anos a fio declarando que são felizes. E aquelas pessoas que fazem swing? Será que essas pessoas são doentes ou mentirosas por conseguirem administrar isso? Acho que não. Seria muito preconceito dizer que elas tem algum problema psiciológico, principalmente se a gente não vive no mundo deles

    Por falar em preconceito, também não gostei da sua frase:”Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um [não entendi a lógica]. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém”
    Você está julgando a poligamia como uma forma de pegar pessoas diversas sem dar a mínima para ela. Esse não é o conceito chamado de poligamia. Você não cresceu numa cultura que entende essa prática, então não julgue dessa forma.

    @damourax
    Que pena que você achou isso. Percebe-se que você não entendeu nada do que eu quis dizer. Peço perdão se não consegui ser clara, apesar da maioria ter compreendido. Vou resumir, numa linguagem mais informal.

    1. não sou preconceituosa nem dona da verdade universal divina. Tem gente que gosta de ficar com uma pessoa pra sempre, mas admito que exista quem não goste. E não é por isso que essas pessoas não mereçam respeito.

    2. Sabendo disso, o correto é que as pessoas tomem vergonha na cara e só se decidam fazer as coisas (casar, namorar, ou seja lá o que for) se REALMENTE se dispuserem a seguir as regrinhas que aquele relacionamento exige, e não somente porque “é normal”. Se meu noivo me trair hoje, por exemplo,mando ele pastar, não porque ele sinta vontade de ficar com outras mulheres, mas porque acordo é pra ser respeitado pelas partes envolvidas, como um contrato. Uma pessoa não tem direito de enganar a outra. Se for pra não seguir as regras, não encare a monogamia e depois fique de mimimi colocando desculpa na natureza poligâmica do ser humano. Ou seja, seja responsável pela sua escolha. Se você não gosta de ficar com uma pessoa só, escolha outra forma de se relacionar, é mais honesto e digno assumir outros gostos do que sacanear as pessoas.

    Ok, Guga, realmente usei exemplos extremos, você está certo. Mas estou problematizando coisas incompatíveis, no caso, alguém que não pretende ser fiel de alguém que pretende ter alguém fiel ao seu lado. Provavelmente a situação da bebida seria muito mais fácil de ser resolvida, porque é mais superficial. Compatibilidade 100% é praticamente impossível, na relação sempre há que se perder algumas coisas para ganhar algo maior para a própria relação. Mas basta que você atente para aquelas coisas que impossibilitam a relação, não adianta forçar se nenhuma das duas partes não abre mão de algo incompatível. só vai gerar problemas repetitivos que vão desgastar a relação e a auto-estima.

    @ Laura Lopes Gonzales, Maurício e Luiz Azevedo

    Obrigada, é muito satisfatório ver que as pessoas conseguiram de fato entender do que se tratou o artigo, não porque vocês concordaram comigo, mas destacaram exatamente as coisas mais importantes que de fato eu queria passar.

    Queria comentar para o Luiz, em especial, que concordo até certo ponto com você a respeito da traição pontual, essa é uma outra situação que não abordei aqui. Abordei a “filosofia da traição regular”. É um fato que aquele caso é bem diferente, e pode ocorrer pelas mais diversas causas, as vezes até desembocar num amor que substitua o relacionamento anterior e que dure o resto da vida. Mas aí também existem nuances, de repente numa outra oportunidade comento sobre.

    Poxa, dentro desse artigo tem um rio de outros temas que poderiam ser discutidos. Nem falei, por exemplo, do entendimento da traição constante como comportamento de alguém que não aprendeu que toda escolha envolve uma perda a ser aceita, em função de um ganho maior (se esse ganho não é maior, a escolha foi errada). Claro, essa dicotomia entre perda versus ganho, responsabilidade versus autonomia é um tema grande, que se reflete não so nas relações amorosas, mas também na cidadania e na educação.

    Outro assunto, que também foi esbarrado por alguns comentários, é a definição do que é respeitável do que não é. O que é putaria? É bom ou ruim? para quem e quando? Quando e porque podemos ou não lançar certos julgamentos sobre a sexualidade dos outros?

    enfim, só citei para deixar a pulga atrás da orelha. Vai que eu escrevo outro artigo…

  • Maíra Matos

    @ Jeremias, vc disse:
    “Eu quiz dizer que se vc escolhe a poligamia, voce nao pode esperar a mesma cumplicidade e confianca que existe num relacionamento monogamico”

    Por que? como você sabe disso? Isso pode acontecer, mas quem sou e quem é você para garantir? EU mesma não não me encaixaria na poligamia, mas não é por isso que posso demoniza-la. Desconheço argumentos antropológicos, psicológicos e biológicos que comprovem tal afirmação, tampouco possuo largo aprendizado empírico para chegar a tal conclusão. temos que ser humildes para confessar que isso é apenas uma idéia que se tem a respeito da poligamia. Não use como verdade absoluta do universo. É isso que sempre tento alertar para as pessoas.

    @William Junior: vc disse
    ” O texto é bem escrito é ótimo, mas isso é apenas uma forma de tentar justificar traição e coisas afins.”

    William, é justamente o contrário. Eu acredito que alguém pode ser fiel sim, mas APENAS se isso for sua vontade. O grande problema é que muita gentes não sabe de fato o que é mais saisfatório para suas vidas, e são monogâmicas porque é a ordem “natural” ou “social das coisas”. Eu apenas admiti que nem todo mundo quer ficar para sempre amando apenas uma pessoa. existem pessoas que tem relacionamentos com mais de uma pessoa, mas não como peguete, e sim como namorado e namorada, e sustentam isso por anos a fio declarando que são felizes. E aquelas pessoas que fazem swing? Será que essas pessoas são doentes ou mentirosas por conseguirem administrar isso? Acho que não. Seria muito preconceito dizer que elas tem algum problema psiciológico, principalmente se a gente não vive no mundo deles

    Por falar em preconceito, também não gostei da sua frase:”Não dá para ser poligamico, pois você é apenas um [não entendi a lógica]. A não ser que você seja apenas um reprodutor/a que não quer nem saber de ninguém”
    Você está julgando a poligamia como uma forma de pegar pessoas diversas sem dar a mínima para ela. Esse não é o conceito chamado de poligamia. Você não cresceu numa cultura que entende essa prática, então não julgue dessa forma.

    @damourax
    Que pena que você achou isso. Percebe-se que você não entendeu nada do que eu quis dizer. Peço perdão se não consegui ser clara, apesar da maioria ter compreendido. Vou resumir, numa linguagem mais informal.

    1. não sou preconceituosa nem dona da verdade universal divina. Tem gente que gosta de ficar com uma pessoa pra sempre, mas admito que exista quem não goste. E não é por isso que essas pessoas não mereçam respeito.

    2. Sabendo disso, o correto é que as pessoas tomem vergonha na cara e só se decidam fazer as coisas (casar, namorar, ou seja lá o que for) se REALMENTE se dispuserem a seguir as regrinhas que aquele relacionamento exige, e não somente porque “é normal”. Se meu noivo me trair hoje, por exemplo,mando ele pastar, não porque ele sinta vontade de ficar com outras mulheres, mas porque acordo é pra ser respeitado pelas partes envolvidas, como um contrato. Uma pessoa não tem direito de enganar a outra. Se for pra não seguir as regras, não encare a monogamia e depois fique de mimimi colocando desculpa na natureza poligâmica do ser humano. Ou seja, seja responsável pela sua escolha. Se você não gosta de ficar com uma pessoa só, escolha outra forma de se relacionar, é mais honesto e digno assumir outros gostos do que sacanear as pessoas.

    Ok, Guga, realmente usei exemplos extremos, você está certo. Mas estou problematizando coisas incompatíveis, no caso, alguém que não pretende ser fiel de alguém que pretende ter alguém fiel ao seu lado. Provavelmente a situação da bebida seria muito mais fácil de ser resolvida, porque é mais superficial. Compatibilidade 100% é praticamente impossível, na relação sempre há que se perder algumas coisas para ganhar algo maior para a própria relação. Mas basta que você atente para aquelas coisas que impossibilitam a relação, não adianta forçar se nenhuma das duas partes não abre mão de algo incompatível. só vai gerar problemas repetitivos que vão desgastar a relação e a auto-estima.

    @ Laura Lopes Gonzales, Maurício e Luiz Azevedo

    Obrigada, é muito satisfatório ver que as pessoas conseguiram de fato entender do que se tratou o artigo, não porque vocês concordaram comigo, mas destacaram exatamente as coisas mais importantes que de fato eu queria passar.

    Queria comentar para o Luiz, em especial, que concordo até certo ponto com você a respeito da traição pontual, essa é uma outra situação que não abordei aqui. Abordei a “filosofia da traição regular”. É um fato que aquele caso é bem diferente, e pode ocorrer pelas mais diversas causas, as vezes até desembocar num amor que substitua o relacionamento anterior e que dure o resto da vida. Mas aí também existem nuances, de repente numa outra oportunidade comento sobre.

    Poxa, dentro desse artigo tem um rio de outros temas que poderiam ser discutidos. Nem falei, por exemplo, do entendimento da traição constante como comportamento de alguém que não aprendeu que toda escolha envolve uma perda a ser aceita, em função de um ganho maior (se esse ganho não é maior, a escolha foi errada). Claro, essa dicotomia entre perda versus ganho, responsabilidade versus autonomia é um tema grande, que se reflete não so nas relações amorosas, mas também na cidadania e na educação.

    Outro assunto, que também foi esbarrado por alguns comentários, é a definição do que é respeitável do que não é. O que é putaria? É bom ou ruim? para quem e quando? Quando e porque podemos ou não lançar certos julgamentos sobre a sexualidade dos outros?

    enfim, só citei para deixar a pulga atrás da orelha. Vai que eu escrevo outro artigo…

  • http://www.comidapramacho.com/ Jimbow

    Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.

    O ponto de vista feminino é importante, mas porra, por que é que a mulherada nega fogo? Por que é que os homens têm muito mais facilidade de manter aceso desejo do que as mulheres? Responde essa aí e te garanto, o cara bem servido em casa dificilmente dá uma pulada de cerca. Falta energia.

  • http://www.comidapramacho.com/ Jimbow

    Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.

    O ponto de vista feminino é importante, mas porra, por que é que a mulherada nega fogo? Por que é que os homens têm muito mais facilidade de manter aceso desejo do que as mulheres? Responde essa aí e te garanto, o cara bem servido em casa dificilmente dá uma pulada de cerca. Falta energia.

  • http://www.comidapramacho.com Jimbow

    Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.

    O ponto de vista feminino é importante, mas porra, por que é que a mulherada nega fogo? Por que é que os homens têm muito mais facilidade de manter aceso desejo do que as mulheres? Responde essa aí e te garanto, o cara bem servido em casa dificilmente dá uma pulada de cerca. Falta energia.

  • Maíra Matos

    @ Jimbow, você disse:
    “Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.”

    Que bom para você, não sugeri que você deveria dividi-la com ninguém. Sugeri que vocês dois sejam verdadeiros e respeitem o acordo feito, seja ele qual for.

    Quanto ao “deixa do jeito que tá”, essa expressão não responde ao meu artigo. Não quero que a sociedade seja poligâmica, quero que ela respeite as opções das outras pessoas, e que todos tenham coragem para assumir aquilo que escolhem, sem botar culpa na moda, no instinto ou seja la o que for. Só isso.

    Quanto à libido feminina, a medicina pode ajudar a responder sua pergunta. Recomendo os artigos

    http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/hormonios/falta-de-libido-na-mulher/

    A mulher no climatério principalmente tem muitos problemas quanto a sexo e sexualidade. Se quiser se aprofundar pode ler um artigo científico, como este.

    http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-07072008000300013&script=sci_abstract&tlng=pt

    O sexo é de fato extremamente importante numa relação. Por isso tem que ser muito bem discutido entre os parceiros desde o início, pois compatibiliade sexual também nao é igual para todos. Ainda assim, se não é mais possível manter uma vida sexual com sua mulher e sua própria libido ainda é muito alta, a continuidade do relacionamento deve ser também discutida. Tanto ela quanto você têm o direito de estar satisfeito com seu parceiro. Fingir que estão satisfeitos é viver uma mentira.

    Acho muito triste uma pessoa, homem ou mulher, ter que fingir ser o que não é para manter um “amor”. O parceiro de quem trai ama, na verdade, um personagem, que afirma nao precisar/gostar de outras coisas. Quem trai nunca é amado pelo que é de fato. Ao mesmo tempo, a pessoa que trai, fingindo ser outra pessoa, impede que seu parceiro encontre alguém que realmente é aquilo que quer ao seu lado. Injusto.
    Eu acho triste de verdade, pros 2.

  • Maíra Matos

    @ Jimbow, você disse:
    “Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.”

    Que bom para você, não sugeri que você deveria dividi-la com ninguém. Sugeri que vocês dois sejam verdadeiros e respeitem o acordo feito, seja ele qual for.

    Quanto ao “deixa do jeito que tá”, essa expressão não responde ao meu artigo. Não quero que a sociedade seja poligâmica, quero que ela respeite as opções das outras pessoas, e que todos tenham coragem para assumir aquilo que escolhem, sem botar culpa na moda, no instinto ou seja la o que for. Só isso.

    Quanto à libido feminina, a medicina pode ajudar a responder sua pergunta. Recomendo os artigos

    http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/hormonios/falta-de-libido-na-mulher/

    A mulher no climatério principalmente tem muitos problemas quanto a sexo e sexualidade. Se quiser se aprofundar pode ler um artigo científico, como este.

    http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-07072008000300013&script=sci_abstract&tlng=pt

    O sexo é de fato extremamente importante numa relação. Por isso tem que ser muito bem discutido entre os parceiros desde o início, pois compatibiliade sexual também nao é igual para todos. Ainda assim, se não é mais possível manter uma vida sexual com sua mulher e sua própria libido ainda é muito alta, a continuidade do relacionamento deve ser também discutida. Tanto ela quanto você têm o direito de estar satisfeito com seu parceiro. Fingir que estão satisfeitos é viver uma mentira.

    Acho muito triste uma pessoa, homem ou mulher, ter que fingir ser o que não é para manter um “amor”. O parceiro de quem trai ama, na verdade, um personagem, que afirma nao precisar/gostar de outras coisas. Quem trai nunca é amado pelo que é de fato. Ao mesmo tempo, a pessoa que trai, fingindo ser outra pessoa, impede que seu parceiro encontre alguém que realmente é aquilo que quer ao seu lado. Injusto.
    Eu acho triste de verdade, pros 2.

  • Maíra Matos

    @ Jimbow, você disse:
    “Tipo de texto que a gente lê, concorda em partes, torce pra não ser verdade outras, respira fundo e diz: deixa do jeito que tá. Não to afim de compartilhar minha mulher e muito menos saber disso.”

    Que bom para você, não sugeri que você deveria dividi-la com ninguém. Sugeri que vocês dois sejam verdadeiros e respeitem o acordo feito, seja ele qual for.

    Quanto ao “deixa do jeito que tá”, essa expressão não responde ao meu artigo. Não quero que a sociedade seja poligâmica, quero que ela respeite as opções das outras pessoas, e que todos tenham coragem para assumir aquilo que escolhem, sem botar culpa na moda, no instinto ou seja la o que for. Só isso.

    Quanto à libido feminina, a medicina pode ajudar a responder sua pergunta. Recomendo os artigos

    http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/hormonios/falta-de-libido-na-mulher/

    A mulher no climatério principalmente tem muitos problemas quanto a sexo e sexualidade. Se quiser se aprofundar pode ler um artigo científico, como este.

    http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-07072008000300013&script=sci_abstract&tlng=pt

    O sexo é de fato extremamente importante numa relação. Por isso tem que ser muito bem discutido entre os parceiros desde o início, pois compatibiliade sexual também nao é igual para todos. Ainda assim, se não é mais possível manter uma vida sexual com sua mulher e sua própria libido ainda é muito alta, a continuidade do relacionamento deve ser também discutida. Tanto ela quanto você têm o direito de estar satisfeito com seu parceiro. Fingir que estão satisfeitos é viver uma mentira.

    Acho muito triste uma pessoa, homem ou mulher, ter que fingir ser o que não é para manter um “amor”. O parceiro de quem trai ama, na verdade, um personagem, que afirma nao precisar/gostar de outras coisas. Quem trai nunca é amado pelo que é de fato. Ao mesmo tempo, a pessoa que trai, fingindo ser outra pessoa, impede que seu parceiro encontre alguém que realmente é aquilo que quer ao seu lado. Injusto.
    Eu acho triste de verdade, pros 2.

  • Natalí Garcia

    Adorei o texto, muito lúcido.
    Embora eu concorde com o Jimbow acima, quando a gente ama é mesmo difícil dividir…
    Não sei se alguém já comentou, tem aquela lenda em que duas águias presas pelo pé no chão brigarão indefinidamente… mas podem voar lado a lado…
    Liberdade quando é recíproca pode ser bem positiva ao relacionamento… mas tudo tem limites, uma hora o coração prega uma peça.

  • Natalí Garcia

    Adorei o texto, muito lúcido.
    Embora eu concorde com o Jimbow acima, quando a gente ama é mesmo difícil dividir…
    Não sei se alguém já comentou, tem aquela lenda em que duas águias presas pelo pé no chão brigarão indefinidamente… mas podem voar lado a lado…
    Liberdade quando é recíproca pode ser bem positiva ao relacionamento… mas tudo tem limites, uma hora o coração prega uma peça.

  • Natalí Garcia

    Adorei o texto, muito lúcido.
    Embora eu concorde com o Jimbow acima, quando a gente ama é mesmo difícil dividir…
    Não sei se alguém já comentou, tem aquela lenda em que duas águias presas pelo pé no chão brigarão indefinidamente… mas podem voar lado a lado…
    Liberdade quando é recíproca pode ser bem positiva ao relacionamento… mas tudo tem limites, uma hora o coração prega uma peça.

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    María,

    Legal mesmo sua resposta. Na verdade eu esperava que não fosse conseguir algo tão bom contra o que escrevi, e fiquei muito satisfeito que você o tenha feito!

    Mas, eu não acho tão “superficial” assim o lançe da bebida. Como vemos em alguns posts dos nossos amigos do PdH, é um lançe cultural e, beber, envolve muito mais do que pensamos que envolve. Pense num caso onde esta imcompatibilidade torna impossível a relação, mas mesmo assim, ambas as partes não “desencanam” um do outro, entende? Isso causa o GRANDE desgaste que você comentou. E o que me fez escrever primeiramente, foi que seu texto deu a entender que com nossos princípios, podemos escolher quem amamos.
    Neste caso não foi possível (ainda…. sei lá), então, o que será que está errado aqui, María?

    Vale acrescentar que neste caso, não sou um alcoólatra degenerado, ok? (risos)
    Apenas o ato de beber já f*$@ entende?

    Agradeço desde já.

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    María,

    Legal mesmo sua resposta. Na verdade eu esperava que não fosse conseguir algo tão bom contra o que escrevi, e fiquei muito satisfeito que você o tenha feito!

    Mas, eu não acho tão “superficial” assim o lançe da bebida. Como vemos em alguns posts dos nossos amigos do PdH, é um lançe cultural e, beber, envolve muito mais do que pensamos que envolve. Pense num caso onde esta imcompatibilidade torna impossível a relação, mas mesmo assim, ambas as partes não “desencanam” um do outro, entende? Isso causa o GRANDE desgaste que você comentou. E o que me fez escrever primeiramente, foi que seu texto deu a entender que com nossos princípios, podemos escolher quem amamos.
    Neste caso não foi possível (ainda…. sei lá), então, o que será que está errado aqui, María?

    Vale acrescentar que neste caso, não sou um alcoólatra degenerado, ok? (risos)
    Apenas o ato de beber já f*$@ entende?

    Agradeço desde já.

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    María,

    Legal mesmo sua resposta. Na verdade eu esperava que não fosse conseguir algo tão bom contra o que escrevi, e fiquei muito satisfeito que você o tenha feito!

    Mas, eu não acho tão “superficial” assim o lançe da bebida. Como vemos em alguns posts dos nossos amigos do PdH, é um lançe cultural e, beber, envolve muito mais do que pensamos que envolve. Pense num caso onde esta imcompatibilidade torna impossível a relação, mas mesmo assim, ambas as partes não “desencanam” um do outro, entende? Isso causa o GRANDE desgaste que você comentou. E o que me fez escrever primeiramente, foi que seu texto deu a entender que com nossos princípios, podemos escolher quem amamos.
    Neste caso não foi possível (ainda…. sei lá), então, o que será que está errado aqui, María?

    Vale acrescentar que neste caso, não sou um alcoólatra degenerado, ok? (risos)
    Apenas o ato de beber já f*$@ entende?

    Agradeço desde já.

  • Maíra Matos

    @Guga

    Eu quis dizer que posturas conflitantes sobre beber ou não beber NORMALMENTE são menos complicadas de resolver DO QUE posturas sobre trair e não trair, quando se trata de relacionamento. Nunca pretendo julgar as coisas em absoluto,sempre relativizando

    Olha, eu nunca disse que é fácil fazer a escolha “certa”, senão eu mesma não teria passado pelo que passei com relacionamentos. Mas a pergunta que tem que ser feita, independente do aspecto conflitante, é: quais são as coisas de que não posso abrir mão para ser feliz numa relação? É preciso pesar coisas na balança. Tem certas coisas que pesam muito para que você seja feliz com alguém. Mas tem coisas que você está disposto a mudar, ou então tolerar (no caso oposto), Porque estar naquele relacionamento é mais importante.

    O que não dá é para viver um relacionamento onde não se resolvem as coisas. É por isso que é importante ter certeza de quais são as necessidades do outro e as suas próprias dentro de um relacionamento (o que acontece com algum tempo). E todo mundo tem algumas dessas necessidades que são essenciais. Sabe aquele brinquedo de criança de encaixar peças? As vezes Insistir num relacionamento onde essas “necessidades vitais” “não batem” é como tentar encaixar o cubo no espaço redondo.

    Não sei se esse é o seu caso, você tem que pensar sobre isso. Aliás, creio que o problema não é você beber e ela não beber, mas sim o fato dela restringir a sua liberdade de beber. Enfim… Você vai ter que balancear,ver se essa liberdade é mais importante do que viver num relacionamento assim. É difícil. A gente sofre, pensa que não quer largar a pessoa por uma coisa aparentemente simples, mas se a gente vai adiando, vai virando uma bola de neve até dar em alguma merda.

    Pense bem se essa liberdade é de fato algo de que você precisa para viver bem, caso contrário você será um companheiro infeliz ao lado dela. Aí tenha uma conversa séria, tentem deixar claro o grau de importância dessa coisa de bebe (por quê você precisa dessa liberdade e por quê ela precisa impedir que você beba).
    A partir daí, é a vez dela balancear o que é mais importante para que ela viva feliz, e quais são as coisas que ela pode mudar ou tolerar. Aí avaliem se é possível manter o relacionamento, ou ela tolerando sua liberdade de beber, ou você abrindo mão de beber, ou um acordo no meio termo. Ou, se, mesmo depois de pensarem e conversarem muito, manter suas posturas for extremamente importante pros dois, já sabe minha opinião.

    Bem… é o que eu acho. Tem gente que gosta de relacionamento conturbado, tem quente que gosta daquele problema ali perturbando as coisas e ninguém resolve. Aí minha opinião não serve.

  • Maíra Matos

    @Guga

    Eu quis dizer que posturas conflitantes sobre beber ou não beber NORMALMENTE são menos complicadas de resolver DO QUE posturas sobre trair e não trair, quando se trata de relacionamento. Nunca pretendo julgar as coisas em absoluto,sempre relativizando

    Olha, eu nunca disse que é fácil fazer a escolha “certa”, senão eu mesma não teria passado pelo que passei com relacionamentos. Mas a pergunta que tem que ser feita, independente do aspecto conflitante, é: quais são as coisas de que não posso abrir mão para ser feliz numa relação? É preciso pesar coisas na balança. Tem certas coisas que pesam muito para que você seja feliz com alguém. Mas tem coisas que você está disposto a mudar, ou então tolerar (no caso oposto), Porque estar naquele relacionamento é mais importante.

    O que não dá é para viver um relacionamento onde não se resolvem as coisas. É por isso que é importante ter certeza de quais são as necessidades do outro e as suas próprias dentro de um relacionamento (o que acontece com algum tempo). E todo mundo tem algumas dessas necessidades que são essenciais. Sabe aquele brinquedo de criança de encaixar peças? As vezes Insistir num relacionamento onde essas “necessidades vitais” “não batem” é como tentar encaixar o cubo no espaço redondo.

    Não sei se esse é o seu caso, você tem que pensar sobre isso. Aliás, creio que o problema não é você beber e ela não beber, mas sim o fato dela restringir a sua liberdade de beber. Enfim… Você vai ter que balancear,ver se essa liberdade é mais importante do que viver num relacionamento assim. É difícil. A gente sofre, pensa que não quer largar a pessoa por uma coisa aparentemente simples, mas se a gente vai adiando, vai virando uma bola de neve até dar em alguma merda.

    Pense bem se essa liberdade é de fato algo de que você precisa para viver bem, caso contrário você será um companheiro infeliz ao lado dela. Aí tenha uma conversa séria, tentem deixar claro o grau de importância dessa coisa de bebe (por quê você precisa dessa liberdade e por quê ela precisa impedir que você beba).
    A partir daí, é a vez dela balancear o que é mais importante para que ela viva feliz, e quais são as coisas que ela pode mudar ou tolerar. Aí avaliem se é possível manter o relacionamento, ou ela tolerando sua liberdade de beber, ou você abrindo mão de beber, ou um acordo no meio termo. Ou, se, mesmo depois de pensarem e conversarem muito, manter suas posturas for extremamente importante pros dois, já sabe minha opinião.

    Bem… é o que eu acho. Tem gente que gosta de relacionamento conturbado, tem quente que gosta daquele problema ali perturbando as coisas e ninguém resolve. Aí minha opinião não serve.

  • Maíra Matos

    @Guga

    Eu quis dizer que posturas conflitantes sobre beber ou não beber NORMALMENTE são menos complicadas de resolver DO QUE posturas sobre trair e não trair, quando se trata de relacionamento. Nunca pretendo julgar as coisas em absoluto,sempre relativizando

    Olha, eu nunca disse que é fácil fazer a escolha “certa”, senão eu mesma não teria passado pelo que passei com relacionamentos. Mas a pergunta que tem que ser feita, independente do aspecto conflitante, é: quais são as coisas de que não posso abrir mão para ser feliz numa relação? É preciso pesar coisas na balança. Tem certas coisas que pesam muito para que você seja feliz com alguém. Mas tem coisas que você está disposto a mudar, ou então tolerar (no caso oposto), Porque estar naquele relacionamento é mais importante.

    O que não dá é para viver um relacionamento onde não se resolvem as coisas. É por isso que é importante ter certeza de quais são as necessidades do outro e as suas próprias dentro de um relacionamento (o que acontece com algum tempo). E todo mundo tem algumas dessas necessidades que são essenciais. Sabe aquele brinquedo de criança de encaixar peças? As vezes Insistir num relacionamento onde essas “necessidades vitais” “não batem” é como tentar encaixar o cubo no espaço redondo.

    Não sei se esse é o seu caso, você tem que pensar sobre isso. Aliás, creio que o problema não é você beber e ela não beber, mas sim o fato dela restringir a sua liberdade de beber. Enfim… Você vai ter que balancear,ver se essa liberdade é mais importante do que viver num relacionamento assim. É difícil. A gente sofre, pensa que não quer largar a pessoa por uma coisa aparentemente simples, mas se a gente vai adiando, vai virando uma bola de neve até dar em alguma merda.

    Pense bem se essa liberdade é de fato algo de que você precisa para viver bem, caso contrário você será um companheiro infeliz ao lado dela. Aí tenha uma conversa séria, tentem deixar claro o grau de importância dessa coisa de bebe (por quê você precisa dessa liberdade e por quê ela precisa impedir que você beba).
    A partir daí, é a vez dela balancear o que é mais importante para que ela viva feliz, e quais são as coisas que ela pode mudar ou tolerar. Aí avaliem se é possível manter o relacionamento, ou ela tolerando sua liberdade de beber, ou você abrindo mão de beber, ou um acordo no meio termo. Ou, se, mesmo depois de pensarem e conversarem muito, manter suas posturas for extremamente importante pros dois, já sabe minha opinião.

    Bem… é o que eu acho. Tem gente que gosta de relacionamento conturbado, tem quente que gosta daquele problema ali perturbando as coisas e ninguém resolve. Aí minha opinião não serve.

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Ok, ok…

    Já tive essa conversa com amigos bem próximos e o que agente conseguiu concluir foi mais ou menos isso mesmo. Meu problema não será resolvido facilmente, mas já sei por onde começar…

    Parabéns e obrigado pelo post e pelas respostas (confesso que quando quis conversar com você, achei que seria impossível hehe).

    Aguardo mais conteúdo para acompanhar!

    Até…

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Ok, ok…

    Já tive essa conversa com amigos bem próximos e o que agente conseguiu concluir foi mais ou menos isso mesmo. Meu problema não será resolvido facilmente, mas já sei por onde começar…

    Parabéns e obrigado pelo post e pelas respostas (confesso que quando quis conversar com você, achei que seria impossível hehe).

    Aguardo mais conteúdo para acompanhar!

    Até…

  • http://www.formspring.me/Guhijo Guga

    Ok, ok…

    Já tive essa conversa com amigos bem próximos e o que agente conseguiu concluir foi mais ou menos isso mesmo. Meu problema não será resolvido facilmente, mas já sei por onde começar…

    Parabéns e obrigado pelo post e pelas respostas (confesso que quando quis conversar com você, achei que seria impossível hehe).

    Aguardo mais conteúdo para acompanhar!

    Até…

  • Junior

    Acredito no amor e acho que posso ser feliz apenas com uma pessoa. Tenho namorada, ela é perfeita e não deixa nada faltar em relação tudo!

  • Junior

    Acredito no amor e acho que posso ser feliz apenas com uma pessoa. Tenho namorada, ela é perfeita e não deixa nada faltar em relação tudo!

  • Junior

    Acredito no amor e acho que posso ser feliz apenas com uma pessoa. Tenho namorada, ela é perfeita e não deixa nada faltar em relação tudo!

  • http://www.formspring.me/matosmaira Maíra Silva Matos

    Que bom!!
    Eu também :)

  • http://www.formspring.me/matosmaira Maíra Silva Matos

    Que bom!!
    Eu também :)

  • http://www.formspring.me/matosmaira Maíra Silva Matos

    Que bom!!
    Eu também :)

  • boteho

    Depende, vc pode estar satisfeito com sua namorada e não querer outra pro resto da vida, mas ela pode não estar satisfeita com vc… e vice-versa. é dificil encontrar 100% de satisfaçao de ambos os lados.

    Se eu não me sentir satisfeito ou sentir a insatisfaçao da minha parceira, eu continuo procurando outra.

  • boteho

    Depende, vc pode estar satisfeito com sua namorada e não querer outra pro resto da vida, mas ela pode não estar satisfeita com vc… e vice-versa. é dificil encontrar 100% de satisfaçao de ambos os lados.

    Se eu não me sentir satisfeito ou sentir a insatisfaçao da minha parceira, eu continuo procurando outra.

  • boteho

    Depende, vc pode estar satisfeito com sua namorada e não querer outra pro resto da vida, mas ela pode não estar satisfeita com vc… e vice-versa. é dificil encontrar 100% de satisfaçao de ambos os lados.

    Se eu não me sentir satisfeito ou sentir a insatisfaçao da minha parceira, eu continuo procurando outra.

  • Daniel

    Eu tenho ‘pena’ das pessoas que acreditou em você. Você esta destruindo muitas mentes fracas…
    exite muitos trabalhos árduos que vale a pena: formação de familia, educação dos filhos e etc, que depende de homens e mulheres com honestidade e coragem para tal.

  • Daniel

    Eu tenho ‘pena’ das pessoas que acreditou em você. Você esta destruindo muitas mentes fracas…
    exite muitos trabalhos árduos que vale a pena: formação de familia, educação dos filhos e etc, que depende de homens e mulheres com honestidade e coragem para tal.

  • Daniel

    Eu tenho ‘pena’ das pessoas que acreditou em você. Você esta destruindo muitas mentes fracas…
    exite muitos trabalhos árduos que vale a pena: formação de familia, educação dos filhos e etc, que depende de homens e mulheres com honestidade e coragem para tal.

  • Armando

    Gostaria de recomendar um texto do antropólogo Claude Levi Strauss – intitulado “A Família”, extraído de A Família, Origem e Evolução, ed. Villa Martha, 1980 – que, na minha leitura, é simplesmente definitivo nesse debate, principalmente pra quem tem a preocupação com uma abordagem realmente científica do tema:

    http://www.bernardojablonski.com/pdfs/pos/a_familia.pdf

    Peço a tolerância da mediação para postar alguns trechos esclarecedores, já que o texto é meio longo:

    “Durante a segunda metade do século XIX e nos princípios do século XX, os antropólogos trabalhavam sob a influência do evolucionismo biológico. A sua idéia era ordenar dados de forma a que coincidissem as instituições dos povos mais simples com uma das primeiras etapas da evolução da humanidade, enquanto que as nossas instituições corresponderiam, às etapas mais avançadas da evolução. Assim, por exemplo, a família baseada no matrimônio monogâmico – que se considerava, na nossa sociedade, a instituição mais louvável e apreciada – não podia encontrar-se nas sociedades típicas dos alvoreceres da humanidade. Assistiu-se, por conseguinte, a uma distorção e a uma interpretação errônea dos fatos; mais ainda, inventaram-se caprichosamente etapas “primígenas” da “evolução tais como o “matrimônio de grupo” e “promiscuidade”, para explicar o período em que o homem era tão bárbaro que desconhecia as sutilezas da vida social próprias do homem civilizado. Qualquer costume diferente dos nossos era cuidadosamente selecionado como vestígio de um tipo mais antigo de organização social.

    Esta forma de abordagem do problema perdeu a validade quando a acumulação de dados tornou evidente o seguinte fato: o tipo de família característico da civilização moderna, ou seja, baseado no matrimônio monogâmico, no estabelecimento independente do casal recém-casado, na relação afetiva entre pais e filhos, etc., se bem que nem sempre seja fácil de reconhecer por detrás da complicada rede de estanhos e instituições dos povos primitivos, é pelo menos patente nas sociedades que parecem ter permanecido – ou voltado – ao nível cultural mais simples. Tribos como os andamaneses das ilhas do Oceano Índico, os fueguinos da extremidade meridional da América do Sul, os nambicuara do centro do Brasil e os bosquímanes da África do Sudoeste – para citar apenas alguns exemplos – que vivem em pequenos bandos seminômades, que carecem ou possuem uma organização política muito simples e que têm um nível tecnológico muito baixo – alguns destes desconhecem os tecidos, a cerâmica e a construção de choças – não têm outra estrutura social para além da família, a maior parte das vezes baseada na monogamia. O investigador identifica facilmente os casais, estreitamente associados por laços sentimentais e de cooperação econômica, assim como pela criação dos filhos(as) nascidos destas uniões.

    Estas supremacias da família nas duas extremidades da escala da evolução das sociedades humanas pode-se interpretar de duas formas. Alguns autores alegam que os povos mais simples podem considerar-se algo como o vestígio de uma “idade de ouro” anterior à submissão da humanidade aos castigos e perversões da civilização. Supõe-se que o homem conheceu, naquele primeiro estágio, as delícias da família monogâmica, mas logo a elas renunciou, não sendo descobertas de novo senão no advento do cristianismo Não obstante, a tendência geral entre os antropólogos – se excetuarmos a escola vienense – é que a vida familiar está presente em praticamente todas as sociedades humanas, inclusive naquelas cujos costumes sexuais e educacionais diferem em grande medida dos nossos. Deste modo, depois de terem sustentado durante cinqüenta anos que a família, tal como a conhecemos nas sociedades modernas, era a conseqüência recente de uma evolução lenta e prolongada, os antropólogos atuais inclinam-se para a convicção contrária, isto é, para a idéia de que a família, constituída por uma união mais ou menos duradoura e socialmente aprovada de um homem, uma mulher e os filhos(as) de ambos, é um fenômeno universal que se encontra presente em todos e em cada um dos tipos de sociedade.”

    Teria outros trechos tão ou mais interessantes, mas ficaria extenso demais. Me abstenho de qualquer comentário, por enquanto, já que o texto fala por si.

  • Armando

    Gostaria de recomendar um texto do antropólogo Claude Levi Strauss – intitulado “A Família”, extraído de A Família, Origem e Evolução, ed. Villa Martha, 1980 – que, na minha leitura, é simplesmente definitivo nesse debate, principalmente pra quem tem a preocupação com uma abordagem realmente científica do tema:

    http://www.bernardojablonski.com/pdfs/pos/a_familia.pdf

    Peço a tolerância da mediação para postar alguns trechos esclarecedores, já que o texto é meio longo:

    “Durante a segunda metade do século XIX e nos princípios do século XX, os antropólogos trabalhavam sob a influência do evolucionismo biológico. A sua idéia era ordenar dados de forma a que coincidissem as instituições dos povos mais simples com uma das primeiras etapas da evolução da humanidade, enquanto que as nossas instituições corresponderiam, às etapas mais avançadas da evolução. Assim, por exemplo, a família baseada no matrimônio monogâmico – que se considerava, na nossa sociedade, a instituição mais louvável e apreciada – não podia encontrar-se nas sociedades típicas dos alvoreceres da humanidade. Assistiu-se, por conseguinte, a uma distorção e a uma interpretação errônea dos fatos; mais ainda, inventaram-se caprichosamente etapas “primígenas” da “evolução tais como o “matrimônio de grupo” e “promiscuidade”, para explicar o período em que o homem era tão bárbaro que desconhecia as sutilezas da vida social próprias do homem civilizado. Qualquer costume diferente dos nossos era cuidadosamente selecionado como vestígio de um tipo mais antigo de organização social.

    Esta forma de abordagem do problema perdeu a validade quando a acumulação de dados tornou evidente o seguinte fato: o tipo de família característico da civilização moderna, ou seja, baseado no matrimônio monogâmico, no estabelecimento independente do casal recém-casado, na relação afetiva entre pais e filhos, etc., se bem que nem sempre seja fácil de reconhecer por detrás da complicada rede de estanhos e instituições dos povos primitivos, é pelo menos patente nas sociedades que parecem ter permanecido – ou voltado – ao nível cultural mais simples. Tribos como os andamaneses das ilhas do Oceano Índico, os fueguinos da extremidade meridional da América do Sul, os nambicuara do centro do Brasil e os bosquímanes da África do Sudoeste – para citar apenas alguns exemplos – que vivem em pequenos bandos seminômades, que carecem ou possuem uma organização política muito simples e que têm um nível tecnológico muito baixo – alguns destes desconhecem os tecidos, a cerâmica e a construção de choças – não têm outra estrutura social para além da família, a maior parte das vezes baseada na monogamia. O investigador identifica facilmente os casais, estreitamente associados por laços sentimentais e de cooperação econômica, assim como pela criação dos filhos(as) nascidos destas uniões.

    Estas supremacias da família nas duas extremidades da escala da evolução das sociedades humanas pode-se interpretar de duas formas. Alguns autores alegam que os povos mais simples podem considerar-se algo como o vestígio de uma “idade de ouro” anterior à submissão da humanidade aos castigos e perversões da civilização. Supõe-se que o homem conheceu, naquele primeiro estágio, as delícias da família monogâmica, mas logo a elas renunciou, não sendo descobertas de novo senão no advento do cristianismo Não obstante, a tendência geral entre os antropólogos – se excetuarmos a escola vienense – é que a vida familiar está presente em praticamente todas as sociedades humanas, inclusive naquelas cujos costumes sexuais e educacionais diferem em grande medida dos nossos. Deste modo, depois de terem sustentado durante cinqüenta anos que a família, tal como a conhecemos nas sociedades modernas, era a conseqüência recente de uma evolução lenta e prolongada, os antropólogos atuais inclinam-se para a convicção contrária, isto é, para a idéia de que a família, constituída por uma união mais ou menos duradoura e socialmente aprovada de um homem, uma mulher e os filhos(as) de ambos, é um fenômeno universal que se encontra presente em todos e em cada um dos tipos de sociedade.”

    Teria outros trechos tão ou mais interessantes, mas ficaria extenso demais. Me abstenho de qualquer comentário, por enquanto, já que o texto fala por si.

  • Armando

    Gostaria de recomendar um texto do antropólogo Claude Levi Strauss – intitulado “A Família”, extraído de A Família, Origem e Evolução, ed. Villa Martha, 1980 – que, na minha leitura, é simplesmente definitivo nesse debate, principalmente pra quem tem a preocupação com uma abordagem realmente científica do tema:

    http://www.bernardojablonski.com/pdfs/pos/a_familia.pdf

    Peço a tolerância da mediação para postar alguns trechos esclarecedores, já que o texto é meio longo:

    “Durante a segunda metade do século XIX e nos princípios do século XX, os antropólogos trabalhavam sob a influência do evolucionismo biológico. A sua idéia era ordenar dados de forma a que coincidissem as instituições dos povos mais simples com uma das primeiras etapas da evolução da humanidade, enquanto que as nossas instituições corresponderiam, às etapas mais avançadas da evolução. Assim, por exemplo, a família baseada no matrimônio monogâmico – que se considerava, na nossa sociedade, a instituição mais louvável e apreciada – não podia encontrar-se nas sociedades típicas dos alvoreceres da humanidade. Assistiu-se, por conseguinte, a uma distorção e a uma interpretação errônea dos fatos; mais ainda, inventaram-se caprichosamente etapas “primígenas” da “evolução tais como o “matrimônio de grupo” e “promiscuidade”, para explicar o período em que o homem era tão bárbaro que desconhecia as sutilezas da vida social próprias do homem civilizado. Qualquer costume diferente dos nossos era cuidadosamente selecionado como vestígio de um tipo mais antigo de organização social.

    Esta forma de abordagem do problema perdeu a validade quando a acumulação de dados tornou evidente o seguinte fato: o tipo de família característico da civilização moderna, ou seja, baseado no matrimônio monogâmico, no estabelecimento independente do casal recém-casado, na relação afetiva entre pais e filhos, etc., se bem que nem sempre seja fácil de reconhecer por detrás da complicada rede de estanhos e instituições dos povos primitivos, é pelo menos patente nas sociedades que parecem ter permanecido – ou voltado – ao nível cultural mais simples. Tribos como os andamaneses das ilhas do Oceano Índico, os fueguinos da extremidade meridional da América do Sul, os nambicuara do centro do Brasil e os bosquímanes da África do Sudoeste – para citar apenas alguns exemplos – que vivem em pequenos bandos seminômades, que carecem ou possuem uma organização política muito simples e que têm um nível tecnológico muito baixo – alguns destes desconhecem os tecidos, a cerâmica e a construção de choças – não têm outra estrutura social para além da família, a maior parte das vezes baseada na monogamia. O investigador identifica facilmente os casais, estreitamente associados por laços sentimentais e de cooperação econômica, assim como pela criação dos filhos(as) nascidos destas uniões.

    Estas supremacias da família nas duas extremidades da escala da evolução das sociedades humanas pode-se interpretar de duas formas. Alguns autores alegam que os povos mais simples podem considerar-se algo como o vestígio de uma “idade de ouro” anterior à submissão da humanidade aos castigos e perversões da civilização. Supõe-se que o homem conheceu, naquele primeiro estágio, as delícias da família monogâmica, mas logo a elas renunciou, não sendo descobertas de novo senão no advento do cristianismo Não obstante, a tendência geral entre os antropólogos – se excetuarmos a escola vienense – é que a vida familiar está presente em praticamente todas as sociedades humanas, inclusive naquelas cujos costumes sexuais e educacionais diferem em grande medida dos nossos. Deste modo, depois de terem sustentado durante cinqüenta anos que a família, tal como a conhecemos nas sociedades modernas, era a conseqüência recente de uma evolução lenta e prolongada, os antropólogos atuais inclinam-se para a convicção contrária, isto é, para a idéia de que a família, constituída por uma união mais ou menos duradoura e socialmente aprovada de um homem, uma mulher e os filhos(as) de ambos, é um fenômeno universal que se encontra presente em todos e em cada um dos tipos de sociedade.”

    Teria outros trechos tão ou mais interessantes, mas ficaria extenso demais. Me abstenho de qualquer comentário, por enquanto, já que o texto fala por si.

  • luigi

    Gostei bastante do texto parabéns.

    O mais importante do que tenho lido do texto e dos comentários é entender o conceito de felicidade.

    Conceito de felicidade, para mim, é ter paz. É uma ilusão que um relacionamento te traga paz. Você terá um relacionamento bom quando você estiver em paz consigo mesmo. Ou seja, quando você se completa e fatores externos não te afetam, você está em paz. Entenda a verdade, não tente mudar os outros, isso é impossível. É você que muda. Você que deve aceitar as pessoas como são, com seus defeitos suas virtudes. Entramos então no conceito de relacionamento. Relacionamento é entrega, é cumplicidade. Seja como for, se é polígamo, monogâmico, o que importa é que os dois (ou três, sei lá) estejam de acordo com as condições.
    Um relacionamento real é aquele que o outro diz “Estou com você, para sempre, se precisar ir ao inferno te buscar, eu vou”.
    Borboletas no estômago são digeridas rapidamente. Se você não ri dos defeitos do outro e ainda sim diz que ama essa pessoa, você não tem nada.
    Basicamente é isso. Você vive sozinho desse mundo, toda vez que se apega a alguém, você está deixando energia ser consumida por essa pessoa.

    Seja em paz consigo mesmo. E tenha ótimos relacionamentos.

  • luigi

    Gostei bastante do texto parabéns.

    O mais importante do que tenho lido do texto e dos comentários é entender o conceito de felicidade.

    Conceito de felicidade, para mim, é ter paz. É uma ilusão que um relacionamento te traga paz. Você terá um relacionamento bom quando você estiver em paz consigo mesmo. Ou seja, quando você se completa e fatores externos não te afetam, você está em paz. Entenda a verdade, não tente mudar os outros, isso é impossível. É você que muda. Você que deve aceitar as pessoas como são, com seus defeitos suas virtudes. Entramos então no conceito de relacionamento. Relacionamento é entrega, é cumplicidade. Seja como for, se é polígamo, monogâmico, o que importa é que os dois (ou três, sei lá) estejam de acordo com as condições.
    Um relacionamento real é aquele que o outro diz “Estou com você, para sempre, se precisar ir ao inferno te buscar, eu vou”.
    Borboletas no estômago são digeridas rapidamente. Se você não ri dos defeitos do outro e ainda sim diz que ama essa pessoa, você não tem nada.
    Basicamente é isso. Você vive sozinho desse mundo, toda vez que se apega a alguém, você está deixando energia ser consumida por essa pessoa.

    Seja em paz consigo mesmo. E tenha ótimos relacionamentos.

  • luigi

    Gostei bastante do texto parabéns.

    O mais importante do que tenho lido do texto e dos comentários é entender o conceito de felicidade.

    Conceito de felicidade, para mim, é ter paz. É uma ilusão que um relacionamento te traga paz. Você terá um relacionamento bom quando você estiver em paz consigo mesmo. Ou seja, quando você se completa e fatores externos não te afetam, você está em paz. Entenda a verdade, não tente mudar os outros, isso é impossível. É você que muda. Você que deve aceitar as pessoas como são, com seus defeitos suas virtudes. Entramos então no conceito de relacionamento. Relacionamento é entrega, é cumplicidade. Seja como for, se é polígamo, monogâmico, o que importa é que os dois (ou três, sei lá) estejam de acordo com as condições.
    Um relacionamento real é aquele que o outro diz “Estou com você, para sempre, se precisar ir ao inferno te buscar, eu vou”.
    Borboletas no estômago são digeridas rapidamente. Se você não ri dos defeitos do outro e ainda sim diz que ama essa pessoa, você não tem nada.
    Basicamente é isso. Você vive sozinho desse mundo, toda vez que se apega a alguém, você está deixando energia ser consumida por essa pessoa.

    Seja em paz consigo mesmo. E tenha ótimos relacionamentos.

  • http://cantinhodaeris.wordpress.com/ Éris

    Há muito que não lia um texto tão centrado e excelente.
    Parabéns a Maíra pelo melhor poste do PdH.

  • http://cantinhodaeris.wordpress.com/ Éris

    Há muito que não lia um texto tão centrado e excelente.
    Parabéns a Maíra pelo melhor poste do PdH.

  • http://cantinhodaeris.wordpress.com Éris

    Há muito que não lia um texto tão centrado e excelente.
    Parabéns a Maíra pelo melhor poste do PdH.

  • Augusto Gomes Schulz

    Excelente texto, Maíra. Parabéns.
    Aconselho àqueles que desejarem se aprofundar no tema abordado a leitura do livro “A cama na varanda”, da Regina Navarro Lins.
    Honestidade, prazer e valorização das companhias é tudo que precisamos.

  • Augusto Gomes Schulz

    Excelente texto, Maíra. Parabéns.
    Aconselho àqueles que desejarem se aprofundar no tema abordado a leitura do livro “A cama na varanda”, da Regina Navarro Lins.
    Honestidade, prazer e valorização das companhias é tudo que precisamos.

  • Augusto Gomes Schulz

    Excelente texto, Maíra. Parabéns.
    Aconselho àqueles que desejarem se aprofundar no tema abordado a leitura do livro “A cama na varanda”, da Regina Navarro Lins.
    Honestidade, prazer e valorização das companhias é tudo que precisamos.

  • Rodrigo

    O ser humano é moldado pelos conceitos adquiridos no meio e pelo determinismo biológico e suas variantes. Definir padrões são apenas dogmas, pois somos absolutamente complexos. Mas eu com toda certeza acredito piamente que somos intrinsicamente poligâmicos, com lapsos monogâmicos.

    O homem é poligâmico.

    O homem é instintivamente poligâmico, isto pq sua natureza instiga disseminar os genes para o “maior numero de mulheres”. Com a diferença que hoje se usa camisinha para se precaver de DST’s e filhos. Ter uma relação solida moldada no pacto monogâmico, na exclusividade sexual, é justamente uma ação protetora, que “teoricamente” garante a ele que os seus filhos tem seus genes e que ele está protegido de doenças, além do egoísmo intrinsico a todos nós, de sermos preteridos e cuidados por uma só mulher. E uma relação sólida e pautada no pacto monogâmico, nos dá a sensação de proteção, de acolhimentop, além de que ver sua mulher sendo comida por outro não é nada agradável. Dentro desse contexto, o homem garantirá a estabilidade de sua relação, mas também não deixará de seguir seus instintos naturais e copular com outras fêmeas da mesma expecie, no caso, outras mulheres, cocotinhas, periguetes, ou como queiram tratar as “outras”. É plenamente natural o homem amar sua esposa, a mãe de seus filhor, exigir exclusividade sexual, mas pular a cerca, transar com outras, experimentar outras delícias.

    Enfim, o desejo sexual é que nem uma pessoa com fome num rodisio de massas… Não é pq eu gosto de pizza de mussarela e faço questão de sempre comer, que deixarei de comer a lasanha a bolonhesa ou um doce de mamão na sobremesa. Gosto do salgado e do doce, tudo depende do momento. Assim como o homem gosta da loira, da morena, da ruiva, da esposa e da amante. Homem gosta é de mulher e é assim que é.

  • Rodrigo

    O ser humano é moldado pelos conceitos adquiridos no meio e pelo determinismo biológico e suas variantes. Definir padrões são apenas dogmas, pois somos absolutamente complexos. Mas eu com toda certeza acredito piamente que somos intrinsicamente poligâmicos, com lapsos monogâmicos.

    O homem é poligâmico.

    O homem é instintivamente poligâmico, isto pq sua natureza instiga disseminar os genes para o “maior numero de mulheres”. Com a diferença que hoje se usa camisinha para se precaver de DST’s e filhos. Ter uma relação solida moldada no pacto monogâmico, na exclusividade sexual, é justamente uma ação protetora, que “teoricamente” garante a ele que os seus filhos tem seus genes e que ele está protegido de doenças, além do egoísmo intrinsico a todos nós, de sermos preteridos e cuidados por uma só mulher. E uma relação sólida e pautada no pacto monogâmico, nos dá a sensação de proteção, de acolhimentop, além de que ver sua mulher sendo comida por outro não é nada agradável. Dentro desse contexto, o homem garantirá a estabilidade de sua relação, mas também não deixará de seguir seus instintos naturais e copular com outras fêmeas da mesma expecie, no caso, outras mulheres, cocotinhas, periguetes, ou como queiram tratar as “outras”. É plenamente natural o homem amar sua esposa, a mãe de seus filhor, exigir exclusividade sexual, mas pular a cerca, transar com outras, experimentar outras delícias.

    Enfim, o desejo sexual é que nem uma pessoa com fome num rodisio de massas… Não é pq eu gosto de pizza de mussarela e faço questão de sempre comer, que deixarei de comer a lasanha a bolonhesa ou um doce de mamão na sobremesa. Gosto do salgado e do doce, tudo depende do momento. Assim como o homem gosta da loira, da morena, da ruiva, da esposa e da amante. Homem gosta é de mulher e é assim que é.

  • Rodrigo

    O ser humano é moldado pelos conceitos adquiridos no meio e pelo determinismo biológico e suas variantes. Definir padrões são apenas dogmas, pois somos absolutamente complexos. Mas eu com toda certeza acredito piamente que somos intrinsicamente poligâmicos, com lapsos monogâmicos.

    O homem é poligâmico.

    O homem é instintivamente poligâmico, isto pq sua natureza instiga disseminar os genes para o “maior numero de mulheres”. Com a diferença que hoje se usa camisinha para se precaver de DST’s e filhos. Ter uma relação solida moldada no pacto monogâmico, na exclusividade sexual, é justamente uma ação protetora, que “teoricamente” garante a ele que os seus filhos tem seus genes e que ele está protegido de doenças, além do egoísmo intrinsico a todos nós, de sermos preteridos e cuidados por uma só mulher. E uma relação sólida e pautada no pacto monogâmico, nos dá a sensação de proteção, de acolhimentop, além de que ver sua mulher sendo comida por outro não é nada agradável. Dentro desse contexto, o homem garantirá a estabilidade de sua relação, mas também não deixará de seguir seus instintos naturais e copular com outras fêmeas da mesma expecie, no caso, outras mulheres, cocotinhas, periguetes, ou como queiram tratar as “outras”. É plenamente natural o homem amar sua esposa, a mãe de seus filhor, exigir exclusividade sexual, mas pular a cerca, transar com outras, experimentar outras delícias.

    Enfim, o desejo sexual é que nem uma pessoa com fome num rodisio de massas… Não é pq eu gosto de pizza de mussarela e faço questão de sempre comer, que deixarei de comer a lasanha a bolonhesa ou um doce de mamão na sobremesa. Gosto do salgado e do doce, tudo depende do momento. Assim como o homem gosta da loira, da morena, da ruiva, da esposa e da amante. Homem gosta é de mulher e é assim que é.

  • Dr.Feelgood

    Isso é uma nova teoria de vida científicamente comprovada ou pela mão mágica do IBOPE houve um senso comum de um nicho da população ??? Ou um Desabafo ???

  • Dr.Feelgood

    Isso é uma nova teoria de vida científicamente comprovada ou pela mão mágica do IBOPE houve um senso comum de um nicho da população ??? Ou um Desabafo ???

  • Dr.Feelgood

    Isso é uma nova teoria de vida científicamente comprovada ou pela mão mágica do IBOPE houve um senso comum de um nicho da população ??? Ou um Desabafo ???

  • Diego

    Seu texto é recheado de certas ”parafrases” de sua vida, com tom melancólico de desilusões.
    Desilusão é comum hoje em dia, pois a maioria vive pela perfeição.
    Bom marido, bom pai, excelente profissinal,corpo sarado…………!
    Os bons estudam pra tirar 10.. mas geralmente 8..7.. é alcançado. Se estudarmos para tirar 8, por exemplo, a probabilidade de tirarmos menos que oito aumenta drasticamente.
    Nos guiamos por ideais, e o bem maior deve ser portanto o Maior ideal..onde nasce as leis, os estatutos, a filosofia.
    O bem maior de preservação e amor é a Familia… a prioridade. Para raça, para nós.
    Portanto, analizando todas as sociedades que não foram monogamicas, sempre houve muitas desigualdades. Mulheres subjulgadas, infelizes e dogmatismo fortes (leia A PRINCESA).
    Orientar os filhos, necessita equilibrio(pai e mãe), proteção amor, e não adianta falar que você é uma super mulher e faz tudo sozinha pois isso só prova que é mal amanda, o que é orgulho, parecendo ser grande mas é como um inchaço, não sadio.

    Imagine sua filha nas condições ”ideais” que vc citou, ela teria mais chances de ser uma mulher desequilibrada, ciumenta e infeliz.
    o ir contra a natureza, seus instintos.
    A vida é feita em etapas, os filhos, os netos, a familia unida na velhice, como suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação..o evoluir.
    guiar-se pelo caminho certo, o bem maior.

    Dividir o ”suporte” tendo mais de um MARIDO, por exemplo, aumenta o egoismo, exalta o orgulho prejudicando a família, e o riscos de proliferação de doenças seria muito maior.

    Suas idéias são bonitinhas, mas talvez seja fase..quando vc encontrar um homem de verdade, duvido que pensará o mesmo, ou precisará tratar-se.
    leia nietzsche.

    Boa sorte.

  • Diego

    Seu texto é recheado de certas ”parafrases” de sua vida, com tom melancólico de desilusões.
    Desilusão é comum hoje em dia, pois a maioria vive pela perfeição.
    Bom marido, bom pai, excelente profissinal,corpo sarado…………!
    Os bons estudam pra tirar 10.. mas geralmente 8..7.. é alcançado. Se estudarmos para tirar 8, por exemplo, a probabilidade de tirarmos menos que oito aumenta drasticamente.
    Nos guiamos por ideais, e o bem maior deve ser portanto o Maior ideal..onde nasce as leis, os estatutos, a filosofia.
    O bem maior de preservação e amor é a Familia… a prioridade. Para raça, para nós.
    Portanto, analizando todas as sociedades que não foram monogamicas, sempre houve muitas desigualdades. Mulheres subjulgadas, infelizes e dogmatismo fortes (leia A PRINCESA).
    Orientar os filhos, necessita equilibrio(pai e mãe), proteção amor, e não adianta falar que você é uma super mulher e faz tudo sozinha pois isso só prova que é mal amanda, o que é orgulho, parecendo ser grande mas é como um inchaço, não sadio.

    Imagine sua filha nas condições ”ideais” que vc citou, ela teria mais chances de ser uma mulher desequilibrada, ciumenta e infeliz.
    o ir contra a natureza, seus instintos.
    A vida é feita em etapas, os filhos, os netos, a familia unida na velhice, como suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação..o evoluir.
    guiar-se pelo caminho certo, o bem maior.

    Dividir o ”suporte” tendo mais de um MARIDO, por exemplo, aumenta o egoismo, exalta o orgulho prejudicando a família, e o riscos de proliferação de doenças seria muito maior.

    Suas idéias são bonitinhas, mas talvez seja fase..quando vc encontrar um homem de verdade, duvido que pensará o mesmo, ou precisará tratar-se.
    leia nietzsche.

    Boa sorte.

  • Diego

    Seu texto é recheado de certas ”parafrases” de sua vida, com tom melancólico de desilusões.
    Desilusão é comum hoje em dia, pois a maioria vive pela perfeição.
    Bom marido, bom pai, excelente profissinal,corpo sarado…………!
    Os bons estudam pra tirar 10.. mas geralmente 8..7.. é alcançado. Se estudarmos para tirar 8, por exemplo, a probabilidade de tirarmos menos que oito aumenta drasticamente.
    Nos guiamos por ideais, e o bem maior deve ser portanto o Maior ideal..onde nasce as leis, os estatutos, a filosofia.
    O bem maior de preservação e amor é a Familia… a prioridade. Para raça, para nós.
    Portanto, analizando todas as sociedades que não foram monogamicas, sempre houve muitas desigualdades. Mulheres subjulgadas, infelizes e dogmatismo fortes (leia A PRINCESA).
    Orientar os filhos, necessita equilibrio(pai e mãe), proteção amor, e não adianta falar que você é uma super mulher e faz tudo sozinha pois isso só prova que é mal amanda, o que é orgulho, parecendo ser grande mas é como um inchaço, não sadio.

    Imagine sua filha nas condições ”ideais” que vc citou, ela teria mais chances de ser uma mulher desequilibrada, ciumenta e infeliz.
    o ir contra a natureza, seus instintos.
    A vida é feita em etapas, os filhos, os netos, a familia unida na velhice, como suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação..o evoluir.
    guiar-se pelo caminho certo, o bem maior.

    Dividir o ”suporte” tendo mais de um MARIDO, por exemplo, aumenta o egoismo, exalta o orgulho prejudicando a família, e o riscos de proliferação de doenças seria muito maior.

    Suas idéias são bonitinhas, mas talvez seja fase..quando vc encontrar um homem de verdade, duvido que pensará o mesmo, ou precisará tratar-se.
    leia nietzsche.

    Boa sorte.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @ Diego

    1. Bem, não entendi a necessidade do prólogo sobre a busca da perfeição. Nunca busquei a perfeição. Se tivesse feito isso não passaria pelas experiências pelas quais passei. Se eu buscasse a perfeição, teria me convertido a uma religião cristã e procurado pelo principe encantado cujos valores estariam garantidos simplesmente pela crença numa religião. Ah é, muita gente faz isso. É menos trabalhoso.

    2- Nunca disse que a família não importa, tampouco que eu sou uma daquelas super-mulheres clichê, concordo com você que ninguém (nem homem nem mulher) é tão foda para segurar todas as coisas sozinho e ser suficiente para tudo. É muita prepotência, na minha opinião. Ainda bem que não sou assim.

    3. “O BEM MAIOR é a família” e o texto daí decorrente significam o quê? Que um relacionamento que não seja formado por um casal monogâmico heterosexual jamais terá uma família “saudável”, com “suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação”, com amor de verdade? Talvez signifique também que um homem e uma mulher que tem um casamento infeliz, e percebem o quão incompatíveis são, devem permenecer casados para conseguir criar bem seus filhos? E aí também significaria que um casal gay não pode ter uma família? Nossa… quanta infelicidade gerada para manter uma instituição chamada família.

    Pra começar, “família” não é um valor, é uma instituição, construção social, ela Sequer tem regras definidas pela natureza. Sendo assim, Você não acha que sua concepção de família está muito restrita e preconceituosa? A sociedade fez e faz regrinhas para suas instituições, Mas, assim como aconteceu em toda a história, as regrinhas da sociedade devem ser sempre revistas e reformuladas, e seguir em frente. Dessa forma, a família, que é uma criação social, também não é um conceito engessado, tampouco significa algo que deva prevalecer acima do respeito mútuo, da compreensão, da igualdade de direitos e do amor ao próximo. Essas coisas sim, são, para mim, “bens maiores”.

    Resumindo, eu concordo que a Família é extremamente importante. Eu discordo é da sua concepção de família, como um conceito rígido, a ponto de atropelar crenças, opções sexuais, direitos e paz interior.

    3. O ser humano ainda não desaprendeu a rotular de inferiores/erradas culturas ou costumes diferentes da sua realidade. Foi assim com os negros, judeus, é assim hoje com o mundo árabe, com gays, com religiões não cristãs… Os preconceitos permanecerão enquanto não se aprender a ter humildade e observar o mundo por outros pontos de vista. A família não tem um valor inato, nem a monogamia, nem a poligamia, essas coisas não significam naturalmente harmonia, ou opressão da mulher, ou certo e errado.

    Você está usando palavras como “bem”, “certo”, “natureza”, “evoluir” para dar valor a idéias/situações que não tem esses valor de forma inata. Mais uma vez explico: esses valores (certo, errado, natural, etc etc) são atribuídos POR NÓS, de acordo com os costumes e a moral que nos é passada dentro de uma cultura, num recorte temporal. O que é um “homem de verdade”? “o caminho certo”? “o evoluir”? Essas coisas tem valor absoluto na sociedade?

    Que tipo de pessoa acha que as idéias que discuti no meu texto como:
    - respeito a culturas e necessidades diferentes;
    - amor baseado em valores e crenças em comum,
    - engessamento de valores na sociedade como se fossem naturais
    são típicas de alguém que segue “um caminho errado” ou “precisa se tratar”?

    A propósito, eu consigo aplicar minhas filosofias à minha vida prática e tenho maturidade suficiente para cultivar um relacionamnto sério. Caso não tenha lido, eu estou noiva, num relacionamento monogâmico. O que me difere de você não são nossas opções pela monogamia ou pela família. Não… Nisso somos idênticos. Optamos pelas mesmas coisas. O que nos difere é o fato de que eu não amarro o mundo a valores absolutos, famílias certas e erradas, relacionamentos certos e errados, evoluidos ou fadados ao fracasso, capazes e incapazes de gerar amor, respeito, união. Claro que regras precisam existir, mas elas mudam, e precisam mudar, com o tempo. Você não vê dessa forma.

    O ser humano é muito diverso e temos que aprender a manter a socieadde a partir do entendimento dessa diversidade. Repense bem na carga de preconceito que você carrega a respeito dos valores alheios. Pessoas assim queimaram milhares de “bruxas” na fogueira, mataram, escravizaram e torturaram povos, espancaram gays, e, pasme, oprimiram milhões de mulheres, tudo a partir de seus julgamentos culturais, do certo e errado, e não porque eram monogâmicos ou poligâmicos.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @ Diego

    1. Bem, não entendi a necessidade do prólogo sobre a busca da perfeição. Nunca busquei a perfeição. Se tivesse feito isso não passaria pelas experiências pelas quais passei. Se eu buscasse a perfeição, teria me convertido a uma religião cristã e procurado pelo principe encantado cujos valores estariam garantidos simplesmente pela crença numa religião. Ah é, muita gente faz isso. É menos trabalhoso.

    2- Nunca disse que a família não importa, tampouco que eu sou uma daquelas super-mulheres clichê, concordo com você que ninguém (nem homem nem mulher) é tão foda para segurar todas as coisas sozinho e ser suficiente para tudo. É muita prepotência, na minha opinião. Ainda bem que não sou assim.

    3. “O BEM MAIOR é a família” e o texto daí decorrente significam o quê? Que um relacionamento que não seja formado por um casal monogâmico heterosexual jamais terá uma família “saudável”, com “suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação”, com amor de verdade? Talvez signifique também que um homem e uma mulher que tem um casamento infeliz, e percebem o quão incompatíveis são, devem permenecer casados para conseguir criar bem seus filhos? E aí também significaria que um casal gay não pode ter uma família? Nossa… quanta infelicidade gerada para manter uma instituição chamada família.

    Pra começar, “família” não é um valor, é uma instituição, construção social, ela Sequer tem regras definidas pela natureza. Sendo assim, Você não acha que sua concepção de família está muito restrita e preconceituosa? A sociedade fez e faz regrinhas para suas instituições, Mas, assim como aconteceu em toda a história, as regrinhas da sociedade devem ser sempre revistas e reformuladas, e seguir em frente. Dessa forma, a família, que é uma criação social, também não é um conceito engessado, tampouco significa algo que deva prevalecer acima do respeito mútuo, da compreensão, da igualdade de direitos e do amor ao próximo. Essas coisas sim, são, para mim, “bens maiores”.

    Resumindo, eu concordo que a Família é extremamente importante. Eu discordo é da sua concepção de família, como um conceito rígido, a ponto de atropelar crenças, opções sexuais, direitos e paz interior.

    3. O ser humano ainda não desaprendeu a rotular de inferiores/erradas culturas ou costumes diferentes da sua realidade. Foi assim com os negros, judeus, é assim hoje com o mundo árabe, com gays, com religiões não cristãs… Os preconceitos permanecerão enquanto não se aprender a ter humildade e observar o mundo por outros pontos de vista. A família não tem um valor inato, nem a monogamia, nem a poligamia, essas coisas não significam naturalmente harmonia, ou opressão da mulher, ou certo e errado.

    Você está usando palavras como “bem”, “certo”, “natureza”, “evoluir” para dar valor a idéias/situações que não tem esses valor de forma inata. Mais uma vez explico: esses valores (certo, errado, natural, etc etc) são atribuídos POR NÓS, de acordo com os costumes e a moral que nos é passada dentro de uma cultura, num recorte temporal. O que é um “homem de verdade”? “o caminho certo”? “o evoluir”? Essas coisas tem valor absoluto na sociedade?

    Que tipo de pessoa acha que as idéias que discuti no meu texto como:
    - respeito a culturas e necessidades diferentes;
    - amor baseado em valores e crenças em comum,
    - engessamento de valores na sociedade como se fossem naturais
    são típicas de alguém que segue “um caminho errado” ou “precisa se tratar”?

    A propósito, eu consigo aplicar minhas filosofias à minha vida prática e tenho maturidade suficiente para cultivar um relacionamnto sério. Caso não tenha lido, eu estou noiva, num relacionamento monogâmico. O que me difere de você não são nossas opções pela monogamia ou pela família. Não… Nisso somos idênticos. Optamos pelas mesmas coisas. O que nos difere é o fato de que eu não amarro o mundo a valores absolutos, famílias certas e erradas, relacionamentos certos e errados, evoluidos ou fadados ao fracasso, capazes e incapazes de gerar amor, respeito, união. Claro que regras precisam existir, mas elas mudam, e precisam mudar, com o tempo. Você não vê dessa forma.

    O ser humano é muito diverso e temos que aprender a manter a socieadde a partir do entendimento dessa diversidade. Repense bem na carga de preconceito que você carrega a respeito dos valores alheios. Pessoas assim queimaram milhares de “bruxas” na fogueira, mataram, escravizaram e torturaram povos, espancaram gays, e, pasme, oprimiram milhões de mulheres, tudo a partir de seus julgamentos culturais, do certo e errado, e não porque eram monogâmicos ou poligâmicos.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @ Diego

    1. Bem, não entendi a necessidade do prólogo sobre a busca da perfeição. Nunca busquei a perfeição. Se tivesse feito isso não passaria pelas experiências pelas quais passei. Se eu buscasse a perfeição, teria me convertido a uma religião cristã e procurado pelo principe encantado cujos valores estariam garantidos simplesmente pela crença numa religião. Ah é, muita gente faz isso. É menos trabalhoso.

    2- Nunca disse que a família não importa, tampouco que eu sou uma daquelas super-mulheres clichê, concordo com você que ninguém (nem homem nem mulher) é tão foda para segurar todas as coisas sozinho e ser suficiente para tudo. É muita prepotência, na minha opinião. Ainda bem que não sou assim.

    3. “O BEM MAIOR é a família” e o texto daí decorrente significam o quê? Que um relacionamento que não seja formado por um casal monogâmico heterosexual jamais terá uma família “saudável”, com “suporte e respeito, a valorização da sabedoria, exemplo de união e preservação”, com amor de verdade? Talvez signifique também que um homem e uma mulher que tem um casamento infeliz, e percebem o quão incompatíveis são, devem permenecer casados para conseguir criar bem seus filhos? E aí também significaria que um casal gay não pode ter uma família? Nossa… quanta infelicidade gerada para manter uma instituição chamada família.

    Pra começar, “família” não é um valor, é uma instituição, construção social, ela Sequer tem regras definidas pela natureza. Sendo assim, Você não acha que sua concepção de família está muito restrita e preconceituosa? A sociedade fez e faz regrinhas para suas instituições, Mas, assim como aconteceu em toda a história, as regrinhas da sociedade devem ser sempre revistas e reformuladas, e seguir em frente. Dessa forma, a família, que é uma criação social, também não é um conceito engessado, tampouco significa algo que deva prevalecer acima do respeito mútuo, da compreensão, da igualdade de direitos e do amor ao próximo. Essas coisas sim, são, para mim, “bens maiores”.

    Resumindo, eu concordo que a Família é extremamente importante. Eu discordo é da sua concepção de família, como um conceito rígido, a ponto de atropelar crenças, opções sexuais, direitos e paz interior.

    3. O ser humano ainda não desaprendeu a rotular de inferiores/erradas culturas ou costumes diferentes da sua realidade. Foi assim com os negros, judeus, é assim hoje com o mundo árabe, com gays, com religiões não cristãs… Os preconceitos permanecerão enquanto não se aprender a ter humildade e observar o mundo por outros pontos de vista. A família não tem um valor inato, nem a monogamia, nem a poligamia, essas coisas não significam naturalmente harmonia, ou opressão da mulher, ou certo e errado.

    Você está usando palavras como “bem”, “certo”, “natureza”, “evoluir” para dar valor a idéias/situações que não tem esses valor de forma inata. Mais uma vez explico: esses valores (certo, errado, natural, etc etc) são atribuídos POR NÓS, de acordo com os costumes e a moral que nos é passada dentro de uma cultura, num recorte temporal. O que é um “homem de verdade”? “o caminho certo”? “o evoluir”? Essas coisas tem valor absoluto na sociedade?

    Que tipo de pessoa acha que as idéias que discuti no meu texto como:
    - respeito a culturas e necessidades diferentes;
    - amor baseado em valores e crenças em comum,
    - engessamento de valores na sociedade como se fossem naturais
    são típicas de alguém que segue “um caminho errado” ou “precisa se tratar”?

    A propósito, eu consigo aplicar minhas filosofias à minha vida prática e tenho maturidade suficiente para cultivar um relacionamnto sério. Caso não tenha lido, eu estou noiva, num relacionamento monogâmico. O que me difere de você não são nossas opções pela monogamia ou pela família. Não… Nisso somos idênticos. Optamos pelas mesmas coisas. O que nos difere é o fato de que eu não amarro o mundo a valores absolutos, famílias certas e erradas, relacionamentos certos e errados, evoluidos ou fadados ao fracasso, capazes e incapazes de gerar amor, respeito, união. Claro que regras precisam existir, mas elas mudam, e precisam mudar, com o tempo. Você não vê dessa forma.

    O ser humano é muito diverso e temos que aprender a manter a socieadde a partir do entendimento dessa diversidade. Repense bem na carga de preconceito que você carrega a respeito dos valores alheios. Pessoas assim queimaram milhares de “bruxas” na fogueira, mataram, escravizaram e torturaram povos, espancaram gays, e, pasme, oprimiram milhões de mulheres, tudo a partir de seus julgamentos culturais, do certo e errado, e não porque eram monogâmicos ou poligâmicos.

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Ser feliz é tudo o que se quer!! Sou casada há 23 anos (nossa, como passa…) e nunca trai meu turcão. Gosto sim, de me sentir desejada, saber que me acham atraente, e quem não gosta?
    Mas’já é tão complicado levar uma relação, imagina mais de uma.
    Moro no Canada e vira e mexe vejo programas sobre homes que tem 3, 4, 5 e por ai vai…esposas. Nossa, que complicado! Tem dia pra dormir com o marido, tem disputa pra saber quem é a melhor, mais amiga, mais isso e aquilo. E tb não entendo o marido que escolheu ter tantas mulheres.
    Mas tem aquea coisa de ser garanhão, de não negar fogo, do pensamento machão…ah…isso tem e de monte. Mas tb nào julgo ninguém, to cansada de escutar historinhas de mocinhos e mocinhas q não conseguem se conter.
    Tô bem feliz com minha tranquilidade careta. Não que eu nào vire os olhinhos só de pensar naquele mocinho que um dia………………ah! deixa prá lá.

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Ser feliz é tudo o que se quer!! Sou casada há 23 anos (nossa, como passa…) e nunca trai meu turcão. Gosto sim, de me sentir desejada, saber que me acham atraente, e quem não gosta?
    Mas’já é tão complicado levar uma relação, imagina mais de uma.
    Moro no Canada e vira e mexe vejo programas sobre homes que tem 3, 4, 5 e por ai vai…esposas. Nossa, que complicado! Tem dia pra dormir com o marido, tem disputa pra saber quem é a melhor, mais amiga, mais isso e aquilo. E tb não entendo o marido que escolheu ter tantas mulheres.
    Mas tem aquea coisa de ser garanhão, de não negar fogo, do pensamento machão…ah…isso tem e de monte. Mas tb nào julgo ninguém, to cansada de escutar historinhas de mocinhos e mocinhas q não conseguem se conter.
    Tô bem feliz com minha tranquilidade careta. Não que eu nào vire os olhinhos só de pensar naquele mocinho que um dia………………ah! deixa prá lá.

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Ser feliz é tudo o que se quer!! Sou casada há 23 anos (nossa, como passa…) e nunca trai meu turcão. Gosto sim, de me sentir desejada, saber que me acham atraente, e quem não gosta?
    Mas’já é tão complicado levar uma relação, imagina mais de uma.
    Moro no Canada e vira e mexe vejo programas sobre homes que tem 3, 4, 5 e por ai vai…esposas. Nossa, que complicado! Tem dia pra dormir com o marido, tem disputa pra saber quem é a melhor, mais amiga, mais isso e aquilo. E tb não entendo o marido que escolheu ter tantas mulheres.
    Mas tem aquea coisa de ser garanhão, de não negar fogo, do pensamento machão…ah…isso tem e de monte. Mas tb nào julgo ninguém, to cansada de escutar historinhas de mocinhos e mocinhas q não conseguem se conter.
    Tô bem feliz com minha tranquilidade careta. Não que eu nào vire os olhinhos só de pensar naquele mocinho que um dia………………ah! deixa prá lá.

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Anyway..muito bom o debate

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Anyway..muito bom o debate

  • http://claucozinha.blogspot.com/ Claudia

    Anyway..muito bom o debate

  • Vitor

    Fiquei boquiaberto com o texto e com os debates!
    Deu gosto de ler.

    É por essas e outras que o PdH virou minha “revista” eletrônica.

    Parabéns, Maíraaa…

  • Vitor

    Fiquei boquiaberto com o texto e com os debates!
    Deu gosto de ler.

    É por essas e outras que o PdH virou minha “revista” eletrônica.

    Parabéns, Maíraaa…

  • Vitor

    Fiquei boquiaberto com o texto e com os debates!
    Deu gosto de ler.

    É por essas e outras que o PdH virou minha “revista” eletrônica.

    Parabéns, Maíraaa…

  • Paulinha

    Eu achei muito bem feito o texto, e tal…

    Mas eu acredito que não só eu pense desta forma, amo minha relação monogâmica, da qual eu me orgulho de conseguir levar sem problemas, as vezes rola um ciume , um desentendimento, mas a magia de saber recolocar as coisas em ordem, é excepcional.

    Claro, têm pessoas que fogem disso, por “n” causas diferentes…

    mas eu não estou aqui para julgar, apenas comentar.

    Abraços.

  • Paulinha

    Eu achei muito bem feito o texto, e tal…

    Mas eu acredito que não só eu pense desta forma, amo minha relação monogâmica, da qual eu me orgulho de conseguir levar sem problemas, as vezes rola um ciume , um desentendimento, mas a magia de saber recolocar as coisas em ordem, é excepcional.

    Claro, têm pessoas que fogem disso, por “n” causas diferentes…

    mas eu não estou aqui para julgar, apenas comentar.

    Abraços.

  • Paulinha

    Eu achei muito bem feito o texto, e tal…

    Mas eu acredito que não só eu pense desta forma, amo minha relação monogâmica, da qual eu me orgulho de conseguir levar sem problemas, as vezes rola um ciume , um desentendimento, mas a magia de saber recolocar as coisas em ordem, é excepcional.

    Claro, têm pessoas que fogem disso, por “n” causas diferentes…

    mas eu não estou aqui para julgar, apenas comentar.

    Abraços.

  • Armando

    Como as teses defendidas pelo Átila nessa série de posts são apresentadas como verdades científicas – tanto que estão inscritas na seção Ciência & Tecnologia -, é nesse nível que tenho procurado fazer meus questionamentos. Não faço julgamentos morais , no sentido estrito – até porque há uma moral em tudo -, não advogo em causa própria – por opção, estou solteiro no momento -, e nem pretendo fazer a defesa da monogamia. Apenas sou forçado a propor uma reflexão mais séria sobre esses conceitos, como um contraponto às tais teses.

    Nessa perspectiva, volto para recomendar uma crônica, bem humorada, do músico e escritor Rubens Penz, Toda Infidelidade é Burra:

    http://www.rufardostambores.blogspot.com/

    O autor chama a atenção para uma pesquisa, reproduzo aqui alguns trechos:

    “Pesquisadores ingleses colocaram mais um tijolinho na muralha que divide os homens entre fiéis e infiéis. Agora, de acordo com os números apurados, os comportadinhos tendem a ter um QI mais elevado do que os peraltas. Em outras palavras, a inteligência seria um traço mais frequente nos rapazes monogâmicos. Ou, sem perder a graça, fica revogada aquela máxima que diz: duas cabeças pensam melhor do que uma. Pela nova lógica, a sabedoria repousa em não dar ouvidos aos argumentos sempre muito urgentes da cabeça pélvica, má conselheira contumaz.”

    “(…) burrice é trair e ser flagrado; homem inteligente jamais admite que trai (nem mesmo em pesquisas); tudo não passa de uma conspiração dos chifrudos para desqualificar os amantes da esposa. (…) homem inteligente não trai a esposa porque é solteiro! A enorme repercussão da pesquisa prova, sem dúvida, o sucesso que é debater nossa sexualidade.”

    “Porém, correndo sérios riscos de parecer moralista, quando um pacto de confiança existe, assinado ou não, considero toda infidelidade burra. Afinal, desobedecer regras ‒ romper compromissos ‒, sempre implica sanções. Por mais que existam justificativas (e elas sempre existem), quem trai perde a causa. Para escapar dessa armadilha, a única saída é o diálogo. No momento em que ambos refazem os pactos, casos extraconjugais deixam de ser deslealdades. Antes disso, ou quando isso não é possível, o traidor estará sempre constrangendo, ferindo e humilhando a pessoa amada.”

    Mesmo que não se concorde com a linha de raciocínio do autor, na sua totalidade, penso que ele traz uma informação importante – a pesquisa em si mesma -, e faz reflexões interessantes, principalmente pelo bom humor na abordagem.

  • Armando

    Como as teses defendidas pelo Átila nessa série de posts são apresentadas como verdades científicas – tanto que estão inscritas na seção Ciência & Tecnologia -, é nesse nível que tenho procurado fazer meus questionamentos. Não faço julgamentos morais , no sentido estrito – até porque há uma moral em tudo -, não advogo em causa própria – por opção, estou solteiro no momento -, e nem pretendo fazer a defesa da monogamia. Apenas sou forçado a propor uma reflexão mais séria sobre esses conceitos, como um contraponto às tais teses.

    Nessa perspectiva, volto para recomendar uma crônica, bem humorada, do músico e escritor Rubens Penz, Toda Infidelidade é Burra:

    http://www.rufardostambores.blogspot.com/

    O autor chama a atenção para uma pesquisa, reproduzo aqui alguns trechos:

    “Pesquisadores ingleses colocaram mais um tijolinho na muralha que divide os homens entre fiéis e infiéis. Agora, de acordo com os números apurados, os comportadinhos tendem a ter um QI mais elevado do que os peraltas. Em outras palavras, a inteligência seria um traço mais frequente nos rapazes monogâmicos. Ou, sem perder a graça, fica revogada aquela máxima que diz: duas cabeças pensam melhor do que uma. Pela nova lógica, a sabedoria repousa em não dar ouvidos aos argumentos sempre muito urgentes da cabeça pélvica, má conselheira contumaz.”

    “(…) burrice é trair e ser flagrado; homem inteligente jamais admite que trai (nem mesmo em pesquisas); tudo não passa de uma conspiração dos chifrudos para desqualificar os amantes da esposa. (…) homem inteligente não trai a esposa porque é solteiro! A enorme repercussão da pesquisa prova, sem dúvida, o sucesso que é debater nossa sexualidade.”

    “Porém, correndo sérios riscos de parecer moralista, quando um pacto de confiança existe, assinado ou não, considero toda infidelidade burra. Afinal, desobedecer regras ‒ romper compromissos ‒, sempre implica sanções. Por mais que existam justificativas (e elas sempre existem), quem trai perde a causa. Para escapar dessa armadilha, a única saída é o diálogo. No momento em que ambos refazem os pactos, casos extraconjugais deixam de ser deslealdades. Antes disso, ou quando isso não é possível, o traidor estará sempre constrangendo, ferindo e humilhando a pessoa amada.”

    Mesmo que não se concorde com a linha de raciocínio do autor, na sua totalidade, penso que ele traz uma informação importante – a pesquisa em si mesma -, e faz reflexões interessantes, principalmente pelo bom humor na abordagem.

  • Armando

    Como as teses defendidas pelo Átila nessa série de posts são apresentadas como verdades científicas – tanto que estão inscritas na seção Ciência & Tecnologia -, é nesse nível que tenho procurado fazer meus questionamentos. Não faço julgamentos morais , no sentido estrito – até porque há uma moral em tudo -, não advogo em causa própria – por opção, estou solteiro no momento -, e nem pretendo fazer a defesa da monogamia. Apenas sou forçado a propor uma reflexão mais séria sobre esses conceitos, como um contraponto às tais teses.

    Nessa perspectiva, volto para recomendar uma crônica, bem humorada, do músico e escritor Rubens Penz, Toda Infidelidade é Burra:

    http://www.rufardostambores.blogspot.com/

    O autor chama a atenção para uma pesquisa, reproduzo aqui alguns trechos:

    “Pesquisadores ingleses colocaram mais um tijolinho na muralha que divide os homens entre fiéis e infiéis. Agora, de acordo com os números apurados, os comportadinhos tendem a ter um QI mais elevado do que os peraltas. Em outras palavras, a inteligência seria um traço mais frequente nos rapazes monogâmicos. Ou, sem perder a graça, fica revogada aquela máxima que diz: duas cabeças pensam melhor do que uma. Pela nova lógica, a sabedoria repousa em não dar ouvidos aos argumentos sempre muito urgentes da cabeça pélvica, má conselheira contumaz.”

    “(…) burrice é trair e ser flagrado; homem inteligente jamais admite que trai (nem mesmo em pesquisas); tudo não passa de uma conspiração dos chifrudos para desqualificar os amantes da esposa. (…) homem inteligente não trai a esposa porque é solteiro! A enorme repercussão da pesquisa prova, sem dúvida, o sucesso que é debater nossa sexualidade.”

    “Porém, correndo sérios riscos de parecer moralista, quando um pacto de confiança existe, assinado ou não, considero toda infidelidade burra. Afinal, desobedecer regras ‒ romper compromissos ‒, sempre implica sanções. Por mais que existam justificativas (e elas sempre existem), quem trai perde a causa. Para escapar dessa armadilha, a única saída é o diálogo. No momento em que ambos refazem os pactos, casos extraconjugais deixam de ser deslealdades. Antes disso, ou quando isso não é possível, o traidor estará sempre constrangendo, ferindo e humilhando a pessoa amada.”

    Mesmo que não se concorde com a linha de raciocínio do autor, na sua totalidade, penso que ele traz uma informação importante – a pesquisa em si mesma -, e faz reflexões interessantes, principalmente pelo bom humor na abordagem.

  • Armando

    Coincidentemente, a escritora, poeta e jornalista Martha Medeiros, também escreveu uma crônica abordando a mesma pesquisa, sob o título “Fiéis e Inteligentes”. Tomo a liberdade de colar alguns trechos:

    ” …(…) … Dito assim, parece conversa pra boi dormir, mas há uma informação importante por trás desse resultado. Satoshi Kanazawa, especialista em psicologia evolutiva da London Schools of Economics, descobriu que há uma mudança de mentalidade em curso, e essa é a grande notícia.
    Todos sabem a força da cultura herdada. De geração em geração, homens lidam com sexo de uma maneira menos romântica que as mulheres. Realizam suas fantasias e desejos à revelia de seu estado civil, amparados pela teoria ancestral de que nasceram para espalhar o maior número de sementinhas e assim garantir a permanência da espécie. Com um álibi bom desses, a infidelidade masculina acabou sendo considerada apenas uma travessura, e, se a traição magoava as parceiras fixas, azar das parceiras fixas. Perde-se um ônibus, logo vem outro, não é o que dizem?
    O que o sr. Kanazawa revelou ao mundo é que os homens começaram a perceber que esse rodízio pode ter um alto custo emocional. O sexo clandestino é muito divertido e o risco de ser descoberto pode deixá-lo ainda mais saboroso, mas se for realmente descoberto, surpresa: já não haverá uma Amélia para perdoar. Antigamente, as mulheres faziam olho branco não só porque “homem é assim mesmo”, mas porque a sociedade não recebia de braços abertos as desquitadas, e, além de sozinhas, elas teriam que viver de pensão e reduzir seu padrão de consumo, sem falar no trauma causado aos filhos. Uma derrocada familiar que era facilmente evitada: bastava fingir que nada estava acontecendo.
    Hoje, independentes financeiramente, com a sociedade as reverenciando e conhecedoras de truques para não envelhecer jamais, as mulheres já não têm por que ficar aturando desaforo. Se a linha de ônibus deles é frequente, a nossa também, basta fazer um sinal. Mas não é a variedade que costuma nos dar uma bela história de vida pra contar … (…) ”

    Mesmo levando em conta o fato de que a autora vê a questão por uma perspectiva essencialmente feminina – ou até por isso mesmo, para aquêles entre nós que gostamos de fato de mulheres e, por via de consequência, nos interessamos pelo que elas pensam -, só pelo texto da Martha, sempre leve, saboroso e pleno de conteúdo, vale a pena a leitura da crônica.

    Segue o link:

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2833381.xml&template=3916.dwt&edition=14262&section=70

  • Armando

    Coincidentemente, a escritora, poeta e jornalista Martha Medeiros, também escreveu uma crônica abordando a mesma pesquisa, sob o título “Fiéis e Inteligentes”. Tomo a liberdade de colar alguns trechos:

    ” …(…) … Dito assim, parece conversa pra boi dormir, mas há uma informação importante por trás desse resultado. Satoshi Kanazawa, especialista em psicologia evolutiva da London Schools of Economics, descobriu que há uma mudança de mentalidade em curso, e essa é a grande notícia.
    Todos sabem a força da cultura herdada. De geração em geração, homens lidam com sexo de uma maneira menos romântica que as mulheres. Realizam suas fantasias e desejos à revelia de seu estado civil, amparados pela teoria ancestral de que nasceram para espalhar o maior número de sementinhas e assim garantir a permanência da espécie. Com um álibi bom desses, a infidelidade masculina acabou sendo considerada apenas uma travessura, e, se a traição magoava as parceiras fixas, azar das parceiras fixas. Perde-se um ônibus, logo vem outro, não é o que dizem?
    O que o sr. Kanazawa revelou ao mundo é que os homens começaram a perceber que esse rodízio pode ter um alto custo emocional. O sexo clandestino é muito divertido e o risco de ser descoberto pode deixá-lo ainda mais saboroso, mas se for realmente descoberto, surpresa: já não haverá uma Amélia para perdoar. Antigamente, as mulheres faziam olho branco não só porque “homem é assim mesmo”, mas porque a sociedade não recebia de braços abertos as desquitadas, e, além de sozinhas, elas teriam que viver de pensão e reduzir seu padrão de consumo, sem falar no trauma causado aos filhos. Uma derrocada familiar que era facilmente evitada: bastava fingir que nada estava acontecendo.
    Hoje, independentes financeiramente, com a sociedade as reverenciando e conhecedoras de truques para não envelhecer jamais, as mulheres já não têm por que ficar aturando desaforo. Se a linha de ônibus deles é frequente, a nossa também, basta fazer um sinal. Mas não é a variedade que costuma nos dar uma bela história de vida pra contar … (…) ”

    Mesmo levando em conta o fato de que a autora vê a questão por uma perspectiva essencialmente feminina – ou até por isso mesmo, para aquêles entre nós que gostamos de fato de mulheres e, por via de consequência, nos interessamos pelo que elas pensam -, só pelo texto da Martha, sempre leve, saboroso e pleno de conteúdo, vale a pena a leitura da crônica.

    Segue o link:

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2833381.xml&template=3916.dwt&edition=14262&section=70

  • Armando

    Coincidentemente, a escritora, poeta e jornalista Martha Medeiros, também escreveu uma crônica abordando a mesma pesquisa, sob o título “Fiéis e Inteligentes”. Tomo a liberdade de colar alguns trechos:

    ” …(…) … Dito assim, parece conversa pra boi dormir, mas há uma informação importante por trás desse resultado. Satoshi Kanazawa, especialista em psicologia evolutiva da London Schools of Economics, descobriu que há uma mudança de mentalidade em curso, e essa é a grande notícia.
    Todos sabem a força da cultura herdada. De geração em geração, homens lidam com sexo de uma maneira menos romântica que as mulheres. Realizam suas fantasias e desejos à revelia de seu estado civil, amparados pela teoria ancestral de que nasceram para espalhar o maior número de sementinhas e assim garantir a permanência da espécie. Com um álibi bom desses, a infidelidade masculina acabou sendo considerada apenas uma travessura, e, se a traição magoava as parceiras fixas, azar das parceiras fixas. Perde-se um ônibus, logo vem outro, não é o que dizem?
    O que o sr. Kanazawa revelou ao mundo é que os homens começaram a perceber que esse rodízio pode ter um alto custo emocional. O sexo clandestino é muito divertido e o risco de ser descoberto pode deixá-lo ainda mais saboroso, mas se for realmente descoberto, surpresa: já não haverá uma Amélia para perdoar. Antigamente, as mulheres faziam olho branco não só porque “homem é assim mesmo”, mas porque a sociedade não recebia de braços abertos as desquitadas, e, além de sozinhas, elas teriam que viver de pensão e reduzir seu padrão de consumo, sem falar no trauma causado aos filhos. Uma derrocada familiar que era facilmente evitada: bastava fingir que nada estava acontecendo.
    Hoje, independentes financeiramente, com a sociedade as reverenciando e conhecedoras de truques para não envelhecer jamais, as mulheres já não têm por que ficar aturando desaforo. Se a linha de ônibus deles é frequente, a nossa também, basta fazer um sinal. Mas não é a variedade que costuma nos dar uma bela história de vida pra contar … (…) ”

    Mesmo levando em conta o fato de que a autora vê a questão por uma perspectiva essencialmente feminina – ou até por isso mesmo, para aquêles entre nós que gostamos de fato de mulheres e, por via de consequência, nos interessamos pelo que elas pensam -, só pelo texto da Martha, sempre leve, saboroso e pleno de conteúdo, vale a pena a leitura da crônica.

    Segue o link:

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2833381.xml&template=3916.dwt&edition=14262&section=70

  • Armando

    Em Tempo:

    Como se pode ver, até correntes da Psicologia Evolutiva – muito provavelmente as mais sérias e avançadas – estão revendo posições retrógradas, que vêm o ser humano atado a sua ancestral condição animal, e a pretensos determinismos biológicos.

    Como diria Galileu: ‘y pur si muove’ … em outras palavras, a ciência, aos trancos e barrancos, continua dinâmica e avançando, apesar dos reacionários …

  • Armando

    Em Tempo:

    Como se pode ver, até correntes da Psicologia Evolutiva – muito provavelmente as mais sérias e avançadas – estão revendo posições retrógradas, que vêm o ser humano atado a sua ancestral condição animal, e a pretensos determinismos biológicos.

    Como diria Galileu: ‘y pur si muove’ … em outras palavras, a ciência, aos trancos e barrancos, continua dinâmica e avançando, apesar dos reacionários …

  • Armando

    Em Tempo:

    Como se pode ver, até correntes da Psicologia Evolutiva – muito provavelmente as mais sérias e avançadas – estão revendo posições retrógradas, que vêm o ser humano atado a sua ancestral condição animal, e a pretensos determinismos biológicos.

    Como diria Galileu: ‘y pur si muove’ … em outras palavras, a ciência, aos trancos e barrancos, continua dinâmica e avançando, apesar dos reacionários …

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @Armando

    Fantástico você ter citado textos interessantes sobre o tema, é bom que se veja como a ciência está olhando para a sexualidade e os relacionamentos hoje, e como ela própria caminha, de fato, acompanhando valores culturais, e não de forma neutra e absoluta, como muitos pensam.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @Armando

    Fantástico você ter citado textos interessantes sobre o tema, é bom que se veja como a ciência está olhando para a sexualidade e os relacionamentos hoje, e como ela própria caminha, de fato, acompanhando valores culturais, e não de forma neutra e absoluta, como muitos pensam.

  • http://www.formspring.me.com/matosmaira Maíra Matos

    @Armando

    Fantástico você ter citado textos interessantes sobre o tema, é bom que se veja como a ciência está olhando para a sexualidade e os relacionamentos hoje, e como ela própria caminha, de fato, acompanhando valores culturais, e não de forma neutra e absoluta, como muitos pensam.

  • Anderson

    Eu prefiro continuar na minha estável e sólida relação monogâmica, enquanto eu dou minhas “escapadinhas” de vez em quando… Mas claro, tudo bem discreto.

  • Anderson

    Eu prefiro continuar na minha estável e sólida relação monogâmica, enquanto eu dou minhas “escapadinhas” de vez em quando… Mas claro, tudo bem discreto.

  • Anderson

    Eu prefiro continuar na minha estável e sólida relação monogâmica, enquanto eu dou minhas “escapadinhas” de vez em quando… Mas claro, tudo bem discreto.

  • Briza

    Abençoada por Deus, criteriosa, seletiva e, exigente, minha opção foi por me relacionar com homem inteligente, a prova de que estou certa , esta na maioria das opiniões acima, independente do tipo de relacionamento, (casamento, união estável ou namoro). Fundamentos concretos e, positivos a favor da monogamia. Aplausos para o texto e comentários. Mas para quem desejar ficar no ponto de ônibus, como Martha Medeiros relatou em sua crônica, tenha tempo, disposição, um excelente plano de saúde e, uma razoável conta bancária.

  • Nicolae

    As ideias do texto, embora não tenham sido manifestadas expressamente, trazem ínsita a ideia de autonomia do indivíduo dentro de suas relações, inclusive amorosas. Interessante que enfatiza bem o caráter binário dessa autonomia: deve ser construída paulatinamente, no convívio com o outro; e, a partir dela, serve de base para o cultivo de relacionamentos mais saudáveis, que, por sua vez, auxiliam no fomento à autonomia.

    Porém, não concordo com essa noção de que essa relação mais saudável (que nasce do exercício da autonomia e, ao mesmo tempo, a alimenta) seja necessariamente vivenciada com alguém com “valores semelhantes”, e que seja viabilizada com o tempo e o conhecimento recíprocos. Acredito que, pelo contrário, a pessoa que se conhece e, nessa medida, é autônoma, consegue relacionar-se, inclusive amorosamente, com o diferente. Aí mesmo o auge do reconhecimento da alteridade.

    A autora parece acreditar que relacionamentos baseados em conhecimento recíproco decorrente de longo convívio são mais vantajosos, emocionalmente. Contudo, acredito que o indivíduo com bom grau de autonomia pode se dar ao luxo de entregar-se a uma “paixonite”, aceitando os riscos de se magoar, inerentes a toda relação, sem se preocupar em, antes, tomar ciência das opiniões da (o) parceira (o) sobre as questões que considera mais relevantes para a existência humana.

  • fabianacoelho

    Adorei o texto e os comentários, muito bom saber como homens e mulheres pensam sobre um tema tão polêmico. Sou casada há 10 anos e sei o quanto é difícil manter um relacionamento legal, bacana e numa boa. To chegando a conclusão que realmente o que acaba o casamento é o casamento…rs…
    Valeu pelo texto.

  • Gustavo Gonçalves

    Maira você é muito inteligente e escreve muito bem! Parabés pelo texto

  • Wesleysilvabh

    A monogamia é uma invenção da sociedade ocidental, com uma alta dose de moral religiosa judaico-cristã, apesar de que o judaismo primitivo já admitiu a poligamia. Além disto, o amor não pode ser confundido com o desejo e o tesão. Alguém perfeitamente podem amar uma só pessoa e sentir desejo de transar com outra. O que afinal significa “traição”? O sentido que se dá a essa palavra no universo dos relacionamentos é também uma apropriação e varia no tempo e no espaço. Posso eu amar alguém e me sentiria imensamente feliz de não ser fitado com olhares atravessados por sentir o desejo e o tesão de transar com outra(s). Assim como não vou recriminar a ninguém que queira prestar suas reverências à monogamia como pressuposto de sua relação.

  • Homem Visível

    Excelente texto. Pela primeira vez consegui ler algo aqui no PdH sobre relacionamento, que ao final não me pareceu egoista e machista ao msm tempo.

    Parabéns Maíra. Espero outros posts.

  • Convidada

    Pra mim o comentário mais pertinente de todos é esse:

    “Eu sinceramente acho que quando nós priorizamos a NOSSA felicidade acima de qualquer outra coisa, acabamos por invadir o espaço de felicidade do próximo.

    Vocês tem que concordar: nós não podemos ser 100% felizes. Para isso teríamos que não nos importar com o horário do nosso trabalho, em fumar perto do não fumante, em beijar quem nós quizéssemos independente de estarmos com algúem ou se nosso alvo gostaria de se relacionar conosco… E para nos mantermos no nosso espaço e conviver em harmonia temos todo dia que reprimir nossos instintos, e na vida amorosa não é diferente. ”

    temos que tentar ser menos egocêntricos… claro q eu adoraria ficar com vários homens e continuar namorando a pessoa que eu amo… mas não o faço, pois sei que o magoaria… Assim como não faço VÁRIAS outras coisas q eu gostaria, mas nao posso pq vivemos em comunidade… vivemos sempre em relação a alguém, a um mundo. Gostaria de fumar em lugares fechados, mas nao fumo, gostaria de nao ter que trabalhar de manhã, gostaria de nao acordar tarde.. gostaria de ser PLENAMENTE livre para ser PLENAMENTE feliz… mas não sou !! Tenho momentos de felicidades e momentos de liberdades !! A minha unica preocupação no momento é causar o mínimo de mal ao mundo e fazer coisas que fazem bem… =)
    Resumindo, monogamia não funciona para os egoístas…

  • http://pulse.yahoo.com/_OMX72IUTHDN4Z7PQGXF34IS2OY Caroline

    Gostei muito de seus comentário sobre a poligamia e achei super interessante sua afirmação que nenhum cientista descobriu o amor.
    Só tem uma coisa que gostaria de colocar, apesar de que o amor possa acontecer poligamente, temos que levar em conta os valores culturais, a cultura e a religião podem influenciar sim nos nossos amores, não que não seja possível no ocidente alguem ser poligamico, mas que aqui as pessoas são muito voltadas a monogamia, por que o sentido da nossa vida funciona desse jeito. Pense, se ninguem te explica o que é amor, se ninguem nunca te amou vc não será capaz de entender esse sentimento, da mesma forma que quando te dizem q so se pode amar a uma pessoa vc tedenciará a amar uma só.

  • http://www.facebook.com/fabio.alexandre.967 Fabio Alexandre

    É um tópico controverso,e eu respeito a sua opinião antes demais,apesar de discordar em certos pontos.

    Por exemplo,não pude deixar de notar duas coisas enquanto li este texto.Primeiro,o amor aqui é tratado como mera paixão e segundo,que nós somos seres que não podem controlar os seus instintos animais,somos escravizados por eles quando eu não consigo concordar com nenhum dos pontos.

    Na minha visão,paixão se trata da simples atração sexual animalesca entre duas ou mais pessoas,e isso pode existir entre muitas pessoas e a toda hora.Amor é algo superior a esta atração,e também é superior à amizade.Amor é a própria essência da vida,e tal como deus,infelizmente para a mente rotulante,não pode ser rotulado a uma simples definição.Só se descobre sendo,experienciando,sentindo.É algo divino,a força criadora do universo,como Empedócles diria.E sim,o amor pode tomar a forma de amizade,e de muitas outras formas,mas aqui estamos a falar de uma especifica,a do amor monogâmico e se é possivel a sua existência.

    A minha resposta é que sim,pode existir,e quando existe verdadeiramente,é a forma de relação que mais nos faz sentir a força que o amor é.Porque quando existe verdadeiramente,essas duas pessoas vivem uma com a outra,como se fossem uma,não negando as liberdades individuais e as responsabilidades individuais,mas ajudando-se mutuamente a 100 %,tal como se fosse para si,como um ser.E é esta experiencia de união extremamente forte que traz a minha opinião de que o amor monógamico é,quando vivido verdadeiramente e acima de tudo por escolha,o tipo de amor mais compensador,mais feliz.
    Contudo,o tópico da felicidade é importante ser discutido,pois o que não concordo é com a ideia de que nós devemos procurar a felicidade nos outros e nas coisas.Na minha opinião,a melhor relação monogâmica é aquela onde não se está com a outra pessoa por necessidade de que ela preencha vazios,mas quando se está para partilhar a felicidade que já reside dentro de nós com a outra pessoa,que por sua vez também faz o mesmo.amar por amar dar,e não por exigir dar.
    Amor monogâmico nunca deve existir como uma obrigação,mas sim com uma escolha.Uma escolha diária de amar,respeitar,brincar e dar a maior felicidade e apoio à outra pessoa,porque a amam.E é assim que deve ser das duas partes.É abdicar livremente de estar com outras pessoas sexualmente,porque não sente necessidade de estar com outras pessoas,porque o que obtém com a parceira é mil vezes superior a isso.E além disso,uma vida sexual muito ativa e criativa com a parceira,vai fazer também que não se necessite de experienciar sexo com outras pessoas.Que o parceiro/a seja o vosso/a companheiro sexual de mente aberta a experimentar tudo o que pode trazer de mais divino à relação.Não somos animais,e o que nos separa é a escolha.

    Não sou contra o amor entre várias pessoas ao mesmo tempo,simplesmente não vejo como isso possa ser tão verdadeiro,possivel e gostoso como só com uma pessoa.Primeiro,porque gostar de uma pessoa não é amar,e amar não acontecer a todas as vezes que se vai ao café.Segundo,a atenção tem de estar de tal forma dividida entre varias pessoas,que amar totalmente é impossivel por ter de se focar para várias pessoas a mesma intensidade de amor.Além de que muito cansativo na minha opinião.Soa-me mais a amigos com beneficios do que outra coisa essa ideia.
    E ei!amigos com beneficios não tem nada de mal,pode até ser positivo numa dada altura,mas não chega aos pés de um amor monogâmico verdadeiro e intenso.

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