Mochilão: a verdadeira arte de viajar

Debora Corrano

por
em às | Aventura, Ladies Room, Relatos


“O que chamo de viajar não tem muito a ver com viagens de férias. Tampouco significa necessariamente desbravar terras virgens. [...] Viajar é isto: deslocar-se para um lugar onde possamos descobrir que há, em nós, algo que não conhecíamos até então.” –Contardo Calligaris

A Cultura Backpacker surgiu da necessidade do ser humano de buscar o novo, o inusitado, e explorar o desconhecido. Mergulhar em outras culturas, descobrir outros jeitos de viver, conhecer a si mesmo e livrar-se das limitações que colocamos em nossas vidas são apenas alguns motivos pelo qual a cultura de mochileiros teve iniciação.

Muitos dizem que os pioneiros da arte de “andar sem rumo” foram escritores e artistas da Geração Beat, nascidos nos EUA nas décadas de 50 e 60, que não acreditavam em empregos comuns, lutavam para sobreviver e viajavam sempre que pudessem. Porém, desde que o homem é homem, o desconhecido nos fascina.

No Brasil, essa cultura não é nem um pouco difundida, mas está crescendo lentamente. É fácil perceber como no Brasil isso é tão diferente apenas pela reação das pessoas ao ouvir que alguém viajou “de mochilão”. Muitos – muitos mesmo – brasileiros acham que mochilão é sinônimo de pobreza, de nômades sem o que comer fazendo dreads e pulseirinhas, de albergues a la O Albergue (que, junto com Turistas, está no ranking de filmes mais deprimentes da história)… Enfim, uma visão totalmente distorcida da situação real de um mochileiro, do estilo de viajar e da diferença entre pagar a CVC e viajar por conta própria.

mochilao
Também não precisa exagerar.

Hotel x Hostel

Não, um albergue não é um pulgueiro – não se você se informar antes. Na maioria das vezes o mochileiro opta por viajar com menos “mordomias” pela experiência, não porque tem poucos recursos financeiros.

Particularmente, eu prefiro dormir num albergue e estender minha viagem a pagar três vezes mais num hotel e ficar apenas alguns dias. Num hotel, você nunca vai conhecer os outros viajantes, já no hostel (como são chamados os albergues) isso acontece todo o tempo. Sem exageros. Com um pacote, você nunca vai conhecer a cultura de um país, só seus pontos turísticos e os restaurantes afiliados. Vai conversar com meia dúzia de nativos, chutando alto.

São milhares de diferenças que fazem as pessoas optarem por este método alternativo (no Brasil ainda é classificado desta maneira) de viajar. Já viajei pelos dois métodos e claramente optarei por fazer um mochilão sempre que possível. É claro que milhares de imprevistos podem acontecer (como sempre), mas no fim se tornam boas histórias para contar. Bagagem que você só vai conseguir se fizer esse tipo de viagem.

Até eu mesma, após anos e anos lendo relatos e dicas de diversos mochileiros, tinha uma visão completamente distorcida do que realmente é viajar neste estilo. Vai muito mais além do que conhecer outro país e gastar menos do que uma viagem tradicional.

Você começa acanhado, com todos os seus pensamentos pré estabelecidos, e aos poucos, convivendo com outras pessoas no hostel, vendo as milhares de realidades diferentes ao seu redor, conhecendo outros tipos de pensamento, outras culturas, outros modos de ver e aproveitar a vida, e de repente você se dá conta que o sentimento de liberdade plena já tomou conta de você.


“Far Behind” (Eddie Vedder), trilha sonora de Into the Wild: excelente música para começar um dia na estrada

Não adianta ler muito sobre mochilar. Enquanto você não o fizer, nunca vai conseguir sentir a mesma coisa que alguém que está na estrada. Parece clichê, mas todas as suas regras, todos os seus padrões vão mudar, se ampliar. Quem coloca uma mochila nas costas e vai – muitas vezes sozinho – para uma cidade ou país desconhecido provavelmente já está querendo absorver ao máximo tudo que conseguir nesta experiência, então vai ser fácil sentir toda a descoberta e a liberdade que isso oferece.

É claro que não são todos que conseguem se tornar seres de pensamento livre e aberto para as diversas informações que as pessoas têm a lhe fornecer – uma pena. Diante de um mundo tão cheio de conhecimento, opiniões e ideias, aliado a uma oportunidade tão única como essa, a pessoa fica lá, no seu próprio mundinho fechado. Mas espero que todos os leitores PdH não sejam assim, por isso não vou focar nesta parte.

Parece papo de louco (e talvez seja), mas é realmente incrível chegar ao patamar de se desprender das regras que as pessoas fizeram você engolir, estar de peito aberto para o mundo e sorrir para as oportunidades que aparecem. Tornar-se simplesmente a essência do ser humano como ele deveria ser, sem pré-conceitos, pré-julgamentos ou recriminação é uma das melhores coisas que você pode sentir mochilando – seria ingênuo, porém, pensar que é sempre assim.

Ninguém vai te chamar de sujo caso sua blusa acabe manchada, nem se você dançar de uma maneira que você nunca dançou na vida. Você tem a liberdade de agir da maneira que quiser porque ninguém vai estranhar. Você pode ser você sem medo de julgamentos pelas atitudes que você tomava dias atrás.

Para quem deseja viajar de mochilão…

Fiquei mais de um ano planejando meu mochilão até finalmente conseguir sair. A melhor coisa que eu fiz foi não ter planejado fielmente nada. Meu único planejamento de quando saí do Brasil era que dormiria 4 dias em um hostel em Buenos Aires. De resto, fui descobrindo na hora, conversando com as pessoas, colhendo opiniões, conhecendo gente, me divertindo, conhecendo lugares, e “deixando a vida me levar”. Não sabia nem exatamente que roteiro eu faria. É aí que começa a sensação de liberdade, que fica cada vez melhor.

aconcagua
Parque do Aconcágua – Mendoza – Argentina (foto da autora)

Obviamente não sou (ainda) uma expert em viajar assim; mesmo se fosse, acredito que não teria muitas dicas para dar, pois mochilar é um processo muito pessoal.

De início, selecione os lugares que você gostaria de visitar e os que seriam viáveis para você. Pesquise bastante para ter uma noção de quanto você pode gastar por dia e se isso é suficiente para pagar sua estadia, transporte e almoço – além do transporte para outras cidades ou países.

A principal dica que eu posso dar é: ouse!

Se você quer ir, mas não conseguiu companhia, não desista de viajar!  Este foi o meu caso. Normalmente não é muito comum as pessoas seguirem em frente com essa “loucura” (sic). De início, se animam, mas depois acabam dando pra trás por diversos motivos. Não tenha medo de viajar sozinho. Você vai conhecer muitas e muitas pessoas dormindo em hostels. Como todos estão viajando, a conversa flui muito fácil, mesmo se você for tímido. Além disso, é ótimo passar um tempo sozinho, conhecer como você é sem precisar pensar em como você foi ontem, afinal ninguém ali o conhecia ontem. É realmente um estudo de si mesmo.

No mais, é isso. Aproveite o que o mundo tem a lhe dar, compartilhe o que você pode oferecer aos outros. Aprenda a descascar laranja de outra maneira, a cumprimentar em armênio, a dançar valsa creola ou a marinera. Conheça a cultura do lugar que você vai, não apenas os pontos turísticos. Vá a uma festa tradicional, converse com os moradores, ouça histórias, incorpore o que puder da cultura local.

Fique um dia sem sair do hostel, apenas conversando com aquele grupo de pessoas, cada um de um país diferente. Dê-se o direito de conhecer o que você quer, ir onde você quer, e não onde aquele local “obrigatório e imperdível” dos cartões postais. Faça o que lhe dá vontade, quando lhe der vontade, não quando a excursão estiver saindo.

Numa próxima oportunidade conto um pouco da minha experiência mochilando, mas não conseguiria falar disso sem antes falar da experiência que um mochilão pode trazer.

Se você quer mais informações sobre mochilar, acesse o fórum www.mochileiros.com, o site www.mochilabrasil.com.br, a comunidade “Mochileiros” no Orkut e os milhares de blogs espalhados pela web que tratam do assunto. Se souber inglês, compre um Lonely Planet que você já pode se perder pelo mundo.

Debora Corrano

Debora Corrano cursa Publicidade e Propaganda, é protetora dos animais e um dia pretende ser beer sommelier e mochileira. Um de seus hábitos preferidos é teorizar sobre o comportamento humano. Também escreve no Le Desordre C’est Moi.


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  • http://www.tanure.com/ Luiz Tanure

    um blog que recomendo sobre o assunto é o http://www.mochilaosemfronteiras.com/

    de um cara chamado Eber Gunny e uns amigos.. pessoal muito bacana, que procura a judar bastante e conhece muito do assunto

  • http://www.tanure.com Luiz Tanure

    um blog que recomendo sobre o assunto é o http://www.mochilaosemfronteiras.com/

    de um cara chamado Eber Gunny e uns amigos.. pessoal muito bacana, que procura a judar bastante e conhece muito do assunto

  • Ivan Vila

    Sincronismo do Universo! Dentro de algumas semanas estarei partindo para o clássico Bolivia/Peru/Chile. Estava meio desanimado de “ter que ir” sozinho, mas foi um belo impulso! Ótimo post Debora!

  • Ivan Vila

    Sincronismo do Universo! Dentro de algumas semanas estarei partindo para o clássico Bolivia/Peru/Chile. Estava meio desanimado de “ter que ir” sozinho, mas foi um belo impulso! Ótimo post Debora!

  • Churrasco Grego

    Já fiz várias viagens de mochilão…Europa, NY, e hoje embarco para o Japão. Um sonho para mim. O que importa mesmo é viajar, e não fazer turismo. Fazendo turismo você volta pra casa com uma camiseta ridícula e um CD de músicas típicas. Viajando você volta pra casa diferente. É como olhar de longe participar.

    O turismo te priva de coisas simples como conversar com um garçon, ou ter que se virar para entender o metrô, mas que são o seu contato com o local.

    Além disso, claro, tem a economia. Tem gente que paga US$200 por um hotel meia boca em NY, e eu fiquei num albergue muito legal por US$25. Faça as contas da economia em 2 semanas de viagem.

  • Churrasco Grego

    Já fiz várias viagens de mochilão…Europa, NY, e hoje embarco para o Japão. Um sonho para mim. O que importa mesmo é viajar, e não fazer turismo. Fazendo turismo você volta pra casa com uma camiseta ridícula e um CD de músicas típicas. Viajando você volta pra casa diferente. É como olhar de longe participar.

    O turismo te priva de coisas simples como conversar com um garçon, ou ter que se virar para entender o metrô, mas que são o seu contato com o local.

    Além disso, claro, tem a economia. Tem gente que paga US$200 por um hotel meia boca em NY, e eu fiquei num albergue muito legal por US$25. Faça as contas da economia em 2 semanas de viagem.

  • Roger

    “Na natureza selvagem” é uma ótima escolha para despertar a vontade de sair andando por aí, principalmente com a trilha do Eddie Vedder.

    No mais, é bem válida a dica. O máximo que fiz como mochileiro foi ir até a cidade vizinha (de Sabará para Caeté, rs) mas sei que ainda posso chegar bem, bem mais longe…

    Um abraço.

  • http://www.caronainterativa.com.br/ Jeferson Jess

    Muito bacana a matéria. Mesmo que o mochileiro esteja aberto a decidir tudo na hora, pesquisa e planejamento são fundamentais para não entrar em roubadas. Outra vantagem do turismo backpacker é que o viajante investe na comunidade local, ajudando o desenvolvimento dela, ao contrário do turismo de massa, onde as grandes agências possuem hotéis, restaurantes, transportes, ficando a grana do turista na mão de um só dono.
    Abs

  • Roger

    “Na natureza selvagem” é uma ótima escolha para despertar a vontade de sair andando por aí, principalmente com a trilha do Eddie Vedder.

    No mais, é bem válida a dica. O máximo que fiz como mochileiro foi ir até a cidade vizinha (de Sabará para Caeté, rs) mas sei que ainda posso chegar bem, bem mais longe…

    Um abraço.

  • http://www.caronainterativa.com.br Jeferson Jess

    Muito bacana a matéria. Mesmo que o mochileiro esteja aberto a decidir tudo na hora, pesquisa e planejamento são fundamentais para não entrar em roubadas. Outra vantagem do turismo backpacker é que o viajante investe na comunidade local, ajudando o desenvolvimento dela, ao contrário do turismo de massa, onde as grandes agências possuem hotéis, restaurantes, transportes, ficando a grana do turista na mão de um só dono.
    Abs

  • Mauricio

    Já fiquei em albergues até mesmo aqui no Brasil, e nunca tive problemas. Uso sempre o Hostel World (www.hostelworld.com). Além de informações completas dos albergues, há opiniões de outros mochileiros, então se pesquisar um pouco é praticamente garantido que vai escolher um albergue bacana.

    Débora, se um dia estiver precisando de companhia pra mochilar, pode me chamar, hein?
    Aliás, tenho milhas da TAM pra gastar até setembro, 2 trechos pra qualquer destino na América do sul. Pra onde vc sugere ir?

  • Mauricio

    Já fiquei em albergues até mesmo aqui no Brasil, e nunca tive problemas. Uso sempre o Hostel World (www.hostelworld.com). Além de informações completas dos albergues, há opiniões de outros mochileiros, então se pesquisar um pouco é praticamente garantido que vai escolher um albergue bacana.

    Débora, se um dia estiver precisando de companhia pra mochilar, pode me chamar, hein?
    Aliás, tenho milhas da TAM pra gastar até setembro, 2 trechos pra qualquer destino na América do sul. Pra onde vc sugere ir?

  • http://blog.paulovelho.com/ Paulo Velho

    Sensacional a frase de Caligaris no começo do texto.

    Ano passado decidi fazer um mochilão sozinho pela Austrália. Quando voltei, recomendei para todos os meus amigos: Viaje sozinho!
    Quando você viaja sozinho, acaba conhecendo de uma forma muito mais forte um pedaço desconhecido de você. Eu inegavelmente voltei diferente, e só fui perceber isso meses depois. A forma com que eu me relaciono com as pessoas, meu ânimo para fazer coisas que eu nunca fiz antes. Eu mudei muito e adorei.

    Sobre hostels… Nem comento nada. Pra mim não existe outra maneira de viajar.
    O pessoal que viaja por aí não sabe o que é ir no mercado comprar carne e queijo com um chino-mexicano que você acabou de conhecer para preparar qualquer janta na cozinha do hostel.

    Posso até abrir mão de uma mochila em algumas viagens mais pesadas (se bem que o mochilão nos dedica uma mobilidade sensacional). Mas não abro mão de ficar em hostel.

  • http://blog.paulovelho.com Paulo Velho

    Sensacional a frase de Caligaris no começo do texto.

    Ano passado decidi fazer um mochilão sozinho pela Austrália. Quando voltei, recomendei para todos os meus amigos: Viaje sozinho!
    Quando você viaja sozinho, acaba conhecendo de uma forma muito mais forte um pedaço desconhecido de você. Eu inegavelmente voltei diferente, e só fui perceber isso meses depois. A forma com que eu me relaciono com as pessoas, meu ânimo para fazer coisas que eu nunca fiz antes. Eu mudei muito e adorei.

    Sobre hostels… Nem comento nada. Pra mim não existe outra maneira de viajar.
    O pessoal que viaja por aí não sabe o que é ir no mercado comprar carne e queijo com um chino-mexicano que você acabou de conhecer para preparar qualquer janta na cozinha do hostel.

    Posso até abrir mão de uma mochila em algumas viagens mais pesadas (se bem que o mochilão nos dedica uma mobilidade sensacional). Mas não abro mão de ficar em hostel.

  • Henrique

    Achei o texto muito bom e realmente mostrou muitos pontos interessantes que o mochilão tem a oferecer, porém seria legal mostrar as dificuldades, pois me parece muito difícil não ter tido algum problema ou algo do gênero. Seria uma boa idéia ter uma série de textos que explorassem o tema mostrando alguns pontos que não são tão abordados em outros blogs a respeito do tema, como essa diversidade cultural que pode se encontrar ou a liberdade. No mais muito bom o texto e só me deu mais vontade de arrumar minha mochila pra ir viajar, falta um pouco de planejamento mais ainda sai!

  • Henrique

    Achei o texto muito bom e realmente mostrou muitos pontos interessantes que o mochilão tem a oferecer, porém seria legal mostrar as dificuldades, pois me parece muito difícil não ter tido algum problema ou algo do gênero. Seria uma boa idéia ter uma série de textos que explorassem o tema mostrando alguns pontos que não são tão abordados em outros blogs a respeito do tema, como essa diversidade cultural que pode se encontrar ou a liberdade. No mais muito bom o texto e só me deu mais vontade de arrumar minha mochila pra ir viajar, falta um pouco de planejamento mais ainda sai!

  • Marcos

    Muito bom o seu texto Débora. Falou pouco mas falou bonito! Ja fiz alguns mochilões pela América do Sul e embarco pra Nova Zelândia agora em Abril. Vou sozinho porque realmente é difícil encontrar gente que se disponha a viajar fora da “zona de conforto”, sem saberem que justamente essas são as melhores trips!
    Ah, esse seu texto me fez lembrar de uma frase que li esses dias: “Há uma grande diferença entre o Turista e o Mochileiro. O Turista vai para um lugar, fica alguns dias ou semanas, e retorna para casa. O Mochileiro está em casa em qualquer lugar que ele visite.” – Paul Bowles
    Caba não Mundão!

  • Marcos

    Muito bom o seu texto Débora. Falou pouco mas falou bonito! Ja fiz alguns mochilões pela América do Sul e embarco pra Nova Zelândia agora em Abril. Vou sozinho porque realmente é difícil encontrar gente que se disponha a viajar fora da “zona de conforto”, sem saberem que justamente essas são as melhores trips!
    Ah, esse seu texto me fez lembrar de uma frase que li esses dias: “Há uma grande diferença entre o Turista e o Mochileiro. O Turista vai para um lugar, fica alguns dias ou semanas, e retorna para casa. O Mochileiro está em casa em qualquer lugar que ele visite.” – Paul Bowles
    Caba não Mundão!

  • George

    Muito legal. Eu costumo dizer aos meus amigos que eu gosto do “turismo antropológico” ao invés do “turismo contemplativo”.
    Eu diria ainda que a primeira experiência deve ser feito sozinho, porque isso abre um espaço pra reflexão e te obriga a entrar em contato com o ambiente em que você se encontra.
    Uma coisa interessante é que, em qualquer lugar que você esteja, tente conversar com alguém bem mais velho. Em geral, ninguém dá muita atenção pros velhinhos, mas eles sabem de histórias e locais incríveis.
    Parabéns!

  • George

    Muito legal. Eu costumo dizer aos meus amigos que eu gosto do “turismo antropológico” ao invés do “turismo contemplativo”.
    Eu diria ainda que a primeira experiência deve ser feito sozinho, porque isso abre um espaço pra reflexão e te obriga a entrar em contato com o ambiente em que você se encontra.
    Uma coisa interessante é que, em qualquer lugar que você esteja, tente conversar com alguém bem mais velho. Em geral, ninguém dá muita atenção pros velhinhos, mas eles sabem de histórias e locais incríveis.
    Parabéns!

  • Ormando

    Ta ai um assunto que sempre me interessou, e eu nunca tive grana pra concretizar. rs

  • Ormando

    Ta ai um assunto que sempre me interessou, e eu nunca tive grana pra concretizar. rs

  • Elaine Emi Ochi

    Para quem quiser começar, indico a América do Sul, tão perto e muito mais barato!!!

    Ao contrário do que propõe a Débora, eu não pude me dar o luxo de não programar nada, já que tive pouco tempo. Então deixei reservado todos os hostels (indico o hostelworld.com), alguns passeios e deixei visto também os ônibus – ALIÁS, não deixem de viajar de ônibus pelo Chile e Argentina, PAISAGENS CINEMATOGRÁFICAS garantidas!! Fora o conforto, nem se compara com os ônibus do nosso Brasil… refeições, lanchinhos, vinhos e até whisky, passei bem demais!

    Muito bem escrito Débora, acho que vc sintetizou na comparação com pacotes CVC! Não dá pra comprar mais pacotes depois de fazer mochilão por aí ou tendo a experiência de morar fora… são essas as viagens mais inesquecíveis, sem dúvidas!!

  • Elaine Emi Ochi

    Para quem quiser começar, indico a América do Sul, tão perto e muito mais barato!!!

    Ao contrário do que propõe a Débora, eu não pude me dar o luxo de não programar nada, já que tive pouco tempo. Então deixei reservado todos os hostels (indico o hostelworld.com), alguns passeios e deixei visto também os ônibus – ALIÁS, não deixem de viajar de ônibus pelo Chile e Argentina, PAISAGENS CINEMATOGRÁFICAS garantidas!! Fora o conforto, nem se compara com os ônibus do nosso Brasil… refeições, lanchinhos, vinhos e até whisky, passei bem demais!

    Muito bem escrito Débora, acho que vc sintetizou na comparação com pacotes CVC! Não dá pra comprar mais pacotes depois de fazer mochilão por aí ou tendo a experiência de morar fora… são essas as viagens mais inesquecíveis, sem dúvidas!!

  • Daniel S.

    Putz

    Fiquei com uma vontade enorme de viajar de imediato para três países: Chile, Argentina e Uruguai.
    O foda é o trampo…E o $$$$$$$$ também conta demais né, pois tem que pagar condução e comida, além de hostel.

    Tem alguma dica importante para um novato??
    Tipo.. o que não fazer ou o que fazer ou levar.
    Sei que é bem pessoal, mas dicas são sempre válidas.

    Abs

  • Daniel S.

    Putz

    Fiquei com uma vontade enorme de viajar de imediato para três países: Chile, Argentina e Uruguai.
    O foda é o trampo…E o $$$$$$$$ também conta demais né, pois tem que pagar condução e comida, além de hostel.

    Tem alguma dica importante para um novato??
    Tipo.. o que não fazer ou o que fazer ou levar.
    Sei que é bem pessoal, mas dicas são sempre válidas.

    Abs

  • Jubareba

    Já fiz 4 mochilões: 2 pela Europa e 2 pela América latina. Gostei bastante do texto, mas na boa? Não concordo com a idéia de ir sem se planejar.

    Ok, é legal ir para “aonde a vida te levar” mas os albergues mais legais das cidades mais badaladas são muito disputados por viajantes e não raramente ficam lotados, passagens baratas quase sempre são compradas com antecedência e é claro dependendo da época do ano vc pode pegar tudo lotado e ficar “preso” por 1 ou 2 dias num lugar.

    Eu acho um grande erro viajar totalmente a merce do destino, ainda mais pra quem é mochileiro roots e tem orçamento apertado – cansei de conhecer gente que gastou mais do que tinha na viagem e teve que passar uns apuros

  • Jubareba

    Já fiz 4 mochilões: 2 pela Europa e 2 pela América latina. Gostei bastante do texto, mas na boa? Não concordo com a idéia de ir sem se planejar.

    Ok, é legal ir para “aonde a vida te levar” mas os albergues mais legais das cidades mais badaladas são muito disputados por viajantes e não raramente ficam lotados, passagens baratas quase sempre são compradas com antecedência e é claro dependendo da época do ano vc pode pegar tudo lotado e ficar “preso” por 1 ou 2 dias num lugar.

    Eu acho um grande erro viajar totalmente a merce do destino, ainda mais pra quem é mochileiro roots e tem orçamento apertado – cansei de conhecer gente que gastou mais do que tinha na viagem e teve que passar uns apuros

  • Braulio Langer Fernandes

    esse post serviu como um impulso pra mim também!

    sempre tive a vontade de fazer mochilão, nunca tive companhia apesar de conhecer algumas pessoas que já fizeram e é unanime, todos se apaixonam quando fazem. no fim do ano poderei concretizar essa vontade pois estarei trabalhando hehe e vou ter grana pra poder ir. já combinei com uns amigos uma outra viagem também, ir pro chile no fim do ano que vem mas sei que alguém vai acabar desistindo pois sempre rola isso em todas viagens que eu programo; mas botei na minha cabeça que irei, então eu vou mesmo sozinho =) ótimo post, continue escrevendo. e os links que vc mandou são ótimos, ja conhecia todos e era vidrado pelos relatos dos viajantes!!!

  • Braulio Langer Fernandes

    esse post serviu como um impulso pra mim também!

    sempre tive a vontade de fazer mochilão, nunca tive companhia apesar de conhecer algumas pessoas que já fizeram e é unanime, todos se apaixonam quando fazem. no fim do ano poderei concretizar essa vontade pois estarei trabalhando hehe e vou ter grana pra poder ir. já combinei com uns amigos uma outra viagem também, ir pro chile no fim do ano que vem mas sei que alguém vai acabar desistindo pois sempre rola isso em todas viagens que eu programo; mas botei na minha cabeça que irei, então eu vou mesmo sozinho =) ótimo post, continue escrevendo. e os links que vc mandou são ótimos, ja conhecia todos e era vidrado pelos relatos dos viajantes!!!

  • Kiwi

    Só tenho uma coisa a dizer: foi fazendo um mochilão na costa do Rio que conheci minha noiva em um albergue em Paraty. Nós dois estávamos viajando e nos acabamos dormindo no mesmo dormitório. Agora, eu estou na Inglaterra vivendo com ela há sete dias

  • Kiwi

    Só tenho uma coisa a dizer: foi fazendo um mochilão na costa do Rio que conheci minha noiva em um albergue em Paraty. Nós dois estávamos viajando e nos acabamos dormindo no mesmo dormitório. Agora, eu estou na Inglaterra vivendo com ela há sete dias

  • Aldair

    Tenho vontade de fazer um mochilão.

    Debora, conte um pouco como faz para andar de um lado para o outro. Carona, ônibus, a pé ?

    O que mais me preocupa é a segurança.

    Sou um leigo no assunto mais vou passar a saber mais.

  • Aldair

    Tenho vontade de fazer um mochilão.

    Debora, conte um pouco como faz para andar de um lado para o outro. Carona, ônibus, a pé ?

    O que mais me preocupa é a segurança.

    Sou um leigo no assunto mais vou passar a saber mais.

  • Aldair

    Tenho vontade de fazer um mochilão.

    Debora, conte um pouco como faz para andar de um lado para o outro. Carona, ônibus, a pé ?

    O que mais me preocupa é a segurança.

    Sou um leigo no assunto mais vou passar a saber mais.

  • http://ledesordre.wordpress.com/ Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e dar mais vontade ainda de botar o pé na estrada!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que você pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.

    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o lado sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Quando for reservar Hostel, tente reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

  • http://ledesordre.wordpress.com/ Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e dar mais vontade ainda de botar o pé na estrada!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que você pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.

    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o lado sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Quando for reservar Hostel, tente reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

  • http://ledesordre.wordpress.com Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e dar mais vontade ainda de botar o pé na estrada!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que você pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.

    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o lado sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Quando for reservar Hostel, tente reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

  • http://www.bigviagem.com/ Kátia

    Excelente post para quem aprecia a arte de “andar sem rumo”.
    Parabéns. Coloquei um BUZZ deste seu post no meu Google Buzz.
    http://www.google.com/profiles/bigviagem.com

    :)

  • http://www.bigviagem.com/ Kátia

    Excelente post para quem aprecia a arte de “andar sem rumo”.
    Parabéns. Coloquei um BUZZ deste seu post no meu Google Buzz.
    http://www.google.com/profiles/bigviagem.com

    :)

  • http://www.bigviagem.com Kátia

    Excelente post para quem aprecia a arte de “andar sem rumo”.
    Parabéns. Coloquei um BUZZ deste seu post no meu Google Buzz.
    http://www.google.com/profiles/bigviagem.com

    :)

  • Filipe

    Cara muito bom o texto.
    Eu assisti “na natureza selvagem” um dia desses. Filme massa, com a trilha massa. enfim.

    Tenho uma ultra vontade de mochilar pelo Brasil e pela AL, fico animado mas tenho medo de viajar só. Gostei do incentivo aí Débora… quem sabe talvez nas próximas férias eu saio por aí, conhecendo esse Brasil Varonil! =)

  • Filipe

    Cara muito bom o texto.
    Eu assisti “na natureza selvagem” um dia desses. Filme massa, com a trilha massa. enfim.

    Tenho uma ultra vontade de mochilar pelo Brasil e pela AL, fico animado mas tenho medo de viajar só. Gostei do incentivo aí Débora… quem sabe talvez nas próximas férias eu saio por aí, conhecendo esse Brasil Varonil! =)

  • Filipe

    Cara muito bom o texto.
    Eu assisti “na natureza selvagem” um dia desses. Filme massa, com a trilha massa. enfim.

    Tenho uma ultra vontade de mochilar pelo Brasil e pela AL, fico animado mas tenho medo de viajar só. Gostei do incentivo aí Débora… quem sabe talvez nas próximas férias eu saio por aí, conhecendo esse Brasil Varonil! =)

  • Gustavo

    ótimo texto! tenho a mesma opinião que vc sobre mochilão: não existe nada melhor no mundo para adquirir um auto-conhecimento e reflexão sobre tudo na vida! fiz mochilão ano passado, fiquei em um hostel (descoberto pelo http://www.hostelworld.com igual ao amigo do #6 ) e recomendo!

  • Gustavo

    ótimo texto! tenho a mesma opinião que vc sobre mochilão: não existe nada melhor no mundo para adquirir um auto-conhecimento e reflexão sobre tudo na vida! fiz mochilão ano passado, fiquei em um hostel (descoberto pelo http://www.hostelworld.com igual ao amigo do #6 ) e recomendo!

  • Gustavo

    ótimo texto! tenho a mesma opinião que vc sobre mochilão: não existe nada melhor no mundo para adquirir um auto-conhecimento e reflexão sobre tudo na vida! fiz mochilão ano passado, fiquei em um hostel (descoberto pelo http://www.hostelworld.com igual ao amigo do #6 ) e recomendo!

  • Antono Diego

    Cara, ótimo texto!!

    Sempre tive vontade de fazer um mochilão e, no fim de 2009, consegui concretizar essa minha vontade.

    Foi fantástico!

    Saí de Curitiba-PR e fui pegando carona até Punta del Este no Uruguay. Levei 2 dias para chegar até lá.

    Cheguei a dormir até em um quartel do exército.

    Fui até Mar del Plata-ARG. Tive que voltar devido a alguns motivos alheios a minha vontade.

    Mas foi uma experiência única, recomendo a todos.

    Caso o Guilherme disponibilize um espaço, posso enviar minha história, que escrevi durante toda a viagem.

    abraços pessoal

  • Antono Diego

    Cara, ótimo texto!!

    Sempre tive vontade de fazer um mochilão e, no fim de 2009, consegui concretizar essa minha vontade.

    Foi fantástico!

    Saí de Curitiba-PR e fui pegando carona até Punta del Este no Uruguay. Levei 2 dias para chegar até lá.

    Cheguei a dormir até em um quartel do exército.

    Fui até Mar del Plata-ARG. Tive que voltar devido a alguns motivos alheios a minha vontade.

    Mas foi uma experiência única, recomendo a todos.

    Caso o Guilherme disponibilize um espaço, posso enviar minha história, que escrevi durante toda a viagem.

    abraços pessoal

  • Antono Diego

    Cara, ótimo texto!!

    Sempre tive vontade de fazer um mochilão e, no fim de 2009, consegui concretizar essa minha vontade.

    Foi fantástico!

    Saí de Curitiba-PR e fui pegando carona até Punta del Este no Uruguay. Levei 2 dias para chegar até lá.

    Cheguei a dormir até em um quartel do exército.

    Fui até Mar del Plata-ARG. Tive que voltar devido a alguns motivos alheios a minha vontade.

    Mas foi uma experiência única, recomendo a todos.

    Caso o Guilherme disponibilize um espaço, posso enviar minha história, que escrevi durante toda a viagem.

    abraços pessoal

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    Texto legal e tal… mas esses títulos definitivos me irritam. Visto que o site, pelo que sei, não pretende ser definitivo mas fomentar a discussão. “a verdadeira” “a única” etc. Há quem prefira outros métodos. Acho chato e acaba diminuindo pessoas que tenham outras preferências. Não há nada errado em quem não gosta nem quer viajar e pretende ficar a vida inteira em uma cidade apenas. Vai de cada um.

    Bom, pra não ficar só em críticas, um bom site para mochileiros é, como o Vitor, se não me engano, publicou aqui, o Couch Surfing (fiquei conhecendo através do post dele). Mesmo que você não fique hospedado na casa de ninguém, ainda conhece muitos locais, nativos, viajantes etc. na cidade onde você estiver. Frequentemente tenho contato com pessoas viajando aqui pela minha cidade (mochileiros e não mochileiros) e acaba sendo uma via de duas mãos, ambos (local e viajante) tiram muito proveito dessa experiência.

    Sobre o planejar, depende do tempo disponível. Às vezes mesmo planejando, quando se chega no lugar percebe-se outras coisas. Quando o tempo é curto, não dá pra fugir muito do planejamento.

    Parabenizo à autora por entrar em contato com este estilo de vida. “Mochilar” não é só viajar, é um estilo de vida.

    Recomendo o blog de um conhecido, que fez recentemente um mochilão e uma viagem de bike pelo Nordeste.

    http://trabalhepraviver.com

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com/ Rodrigo Santiago

    Texto legal e tal… mas esses títulos definitivos me irritam. Visto que o site, pelo que sei, não pretende ser definitivo mas fomentar a discussão. “a verdadeira” “a única” etc. Há quem prefira outros métodos. Acho chato e acaba diminuindo pessoas que tenham outras preferências. Não há nada errado em quem não gosta nem quer viajar e pretende ficar a vida inteira em uma cidade apenas. Vai de cada um.

    Bom, pra não ficar só em críticas, um bom site para mochileiros é, como o Vitor, se não me engano, publicou aqui, o Couch Surfing (fiquei conhecendo através do post dele). Mesmo que você não fique hospedado na casa de ninguém, ainda conhece muitos locais, nativos, viajantes etc. na cidade onde você estiver. Frequentemente tenho contato com pessoas viajando aqui pela minha cidade (mochileiros e não mochileiros) e acaba sendo uma via de duas mãos, ambos (local e viajante) tiram muito proveito dessa experiência.

    Sobre o planejar, depende do tempo disponível. Às vezes mesmo planejando, quando se chega no lugar percebe-se outras coisas. Quando o tempo é curto, não dá pra fugir muito do planejamento.

    Parabenizo à autora por entrar em contato com este estilo de vida. “Mochilar” não é só viajar, é um estilo de vida.

    Recomendo o blog de um conhecido, que fez recentemente um mochilão e uma viagem de bike pelo Nordeste.

    http://trabalhepraviver.com

  • http://rodrigosantiago.wordpress.com Rodrigo Santiago

    Texto legal e tal… mas esses títulos definitivos me irritam. Visto que o site, pelo que sei, não pretende ser definitivo mas fomentar a discussão. “a verdadeira” “a única” etc. Há quem prefira outros métodos. Acho chato e acaba diminuindo pessoas que tenham outras preferências. Não há nada errado em quem não gosta nem quer viajar e pretende ficar a vida inteira em uma cidade apenas. Vai de cada um.

    Bom, pra não ficar só em críticas, um bom site para mochileiros é, como o Vitor, se não me engano, publicou aqui, o Couch Surfing (fiquei conhecendo através do post dele). Mesmo que você não fique hospedado na casa de ninguém, ainda conhece muitos locais, nativos, viajantes etc. na cidade onde você estiver. Frequentemente tenho contato com pessoas viajando aqui pela minha cidade (mochileiros e não mochileiros) e acaba sendo uma via de duas mãos, ambos (local e viajante) tiram muito proveito dessa experiência.

    Sobre o planejar, depende do tempo disponível. Às vezes mesmo planejando, quando se chega no lugar percebe-se outras coisas. Quando o tempo é curto, não dá pra fugir muito do planejamento.

    Parabenizo à autora por entrar em contato com este estilo de vida. “Mochilar” não é só viajar, é um estilo de vida.

    Recomendo o blog de um conhecido, que fez recentemente um mochilão e uma viagem de bike pelo Nordeste.

    http://trabalhepraviver.com

  • Rafael Rendeiro

    Ótimo texto, sério. Eu sou doido pra viajar como mochileiro! E eu vou! Pode anotar aí.

    Já viajei para os EUA e para o sul do Brasil em excursão. Quando fui pros EUA, com 15 anos, foi bem divertido, mas eu senti que algo estava faltando. Conversei com minha mãe e contei que eu queria pesquisar sobre os lugares que eu vou viajar antes, aí ela disse: “da próxima vez pesquisa então, e não vem reclamar depois!”

    Ano passado, com 17 anos, fui pro Sul do Brasil pela CVC. Peguei todo o roteiro da viagem e fui pesquisar sobre os lugares no Google. Quando voltei da viagem, que foi cheia de lugares lindos pra fotografar, eu continuei sentindo que algo faltava.

    Aí que eu me toquei, eu quero mesmo é conhecer as pessoas do lugar. É muito escroto ter que acordar 6 da manhã pra pegar o ônibus e ir parando por 5 minutos em cada lugar, só pra bater foto e comprar souvenirs. Isso TODOS OS DIAS!

    Mês passado minha mãe veio contar que a gente vai fazer a excursão 4 bandeiras da CVC. Eu disse que não vou. Aí ela ficou tentando fazer chantagens do tipo: “ah, vou pagar pro seu primo ir então”… Tsc, tsc. É até engraçado ver como ela ainda me enxerga como bebê…

    Não quero mais perder meu tempo só batendo foto e dormindo em hotéis chiques, sem tempo pra conversar com os habitantes do local! :D

  • Rafael Rendeiro

    Ótimo texto, sério. Eu sou doido pra viajar como mochileiro! E eu vou! Pode anotar aí.

    Já viajei para os EUA e para o sul do Brasil em excursão. Quando fui pros EUA, com 15 anos, foi bem divertido, mas eu senti que algo estava faltando. Conversei com minha mãe e contei que eu queria pesquisar sobre os lugares que eu vou viajar antes, aí ela disse: “da próxima vez pesquisa então, e não vem reclamar depois!”

    Ano passado, com 17 anos, fui pro Sul do Brasil pela CVC. Peguei todo o roteiro da viagem e fui pesquisar sobre os lugares no Google. Quando voltei da viagem, que foi cheia de lugares lindos pra fotografar, eu continuei sentindo que algo faltava.

    Aí que eu me toquei, eu quero mesmo é conhecer as pessoas do lugar. É muito escroto ter que acordar 6 da manhã pra pegar o ônibus e ir parando por 5 minutos em cada lugar, só pra bater foto e comprar souvenirs. Isso TODOS OS DIAS!

    Mês passado minha mãe veio contar que a gente vai fazer a excursão 4 bandeiras da CVC. Eu disse que não vou. Aí ela ficou tentando fazer chantagens do tipo: “ah, vou pagar pro seu primo ir então”… Tsc, tsc. É até engraçado ver como ela ainda me enxerga como bebê…

    Não quero mais perder meu tempo só batendo foto e dormindo em hotéis chiques, sem tempo pra conversar com os habitantes do local! :D

  • Rafael Rendeiro

    Ótimo texto, sério. Eu sou doido pra viajar como mochileiro! E eu vou! Pode anotar aí.

    Já viajei para os EUA e para o sul do Brasil em excursão. Quando fui pros EUA, com 15 anos, foi bem divertido, mas eu senti que algo estava faltando. Conversei com minha mãe e contei que eu queria pesquisar sobre os lugares que eu vou viajar antes, aí ela disse: “da próxima vez pesquisa então, e não vem reclamar depois!”

    Ano passado, com 17 anos, fui pro Sul do Brasil pela CVC. Peguei todo o roteiro da viagem e fui pesquisar sobre os lugares no Google. Quando voltei da viagem, que foi cheia de lugares lindos pra fotografar, eu continuei sentindo que algo faltava.

    Aí que eu me toquei, eu quero mesmo é conhecer as pessoas do lugar. É muito escroto ter que acordar 6 da manhã pra pegar o ônibus e ir parando por 5 minutos em cada lugar, só pra bater foto e comprar souvenirs. Isso TODOS OS DIAS!

    Mês passado minha mãe veio contar que a gente vai fazer a excursão 4 bandeiras da CVC. Eu disse que não vou. Aí ela ficou tentando fazer chantagens do tipo: “ah, vou pagar pro seu primo ir então”… Tsc, tsc. É até engraçado ver como ela ainda me enxerga como bebê…

    Não quero mais perder meu tempo só batendo foto e dormindo em hotéis chiques, sem tempo pra conversar com os habitantes do local! :D

  • Manfroi

    Recomendo a todos lerem On The Road do “rei dos beatnicks” Jack Kerouac. Não que ele vá te ensinar como viajar de carona ou fazer um mochilão, mas com certeza ele vai mudar e muito a maneira como tu entende o mundo e as pessoas ao teu redor.

    Outro também do Kerouac é Viajante Solitário, onde ele conta suas viagens através de Frisco, Mexico, a bordo de um navio, outra viagem de navio até o Marrocos, sua estadia no Marrocos e uma banda pela França. É muito bom.

    Só um p.s.: acredito que Jack Kerouac, Neal Cassidy, Allen Ginsberg e William Burroughs entre outros nasceram na década de 20 ou 30 e lançaram seus livros em 50/60 :)

  • Manfroi

    Recomendo a todos lerem On The Road do “rei dos beatnicks” Jack Kerouac. Não que ele vá te ensinar como viajar de carona ou fazer um mochilão, mas com certeza ele vai mudar e muito a maneira como tu entende o mundo e as pessoas ao teu redor.

    Outro também do Kerouac é Viajante Solitário, onde ele conta suas viagens através de Frisco, Mexico, a bordo de um navio, outra viagem de navio até o Marrocos, sua estadia no Marrocos e uma banda pela França. É muito bom.

    Só um p.s.: acredito que Jack Kerouac, Neal Cassidy, Allen Ginsberg e William Burroughs entre outros nasceram na década de 20 ou 30 e lançaram seus livros em 50/60 :)

  • Manfroi

    Recomendo a todos lerem On The Road do “rei dos beatnicks” Jack Kerouac. Não que ele vá te ensinar como viajar de carona ou fazer um mochilão, mas com certeza ele vai mudar e muito a maneira como tu entende o mundo e as pessoas ao teu redor.

    Outro também do Kerouac é Viajante Solitário, onde ele conta suas viagens através de Frisco, Mexico, a bordo de um navio, outra viagem de navio até o Marrocos, sua estadia no Marrocos e uma banda pela França. É muito bom.

    Só um p.s.: acredito que Jack Kerouac, Neal Cassidy, Allen Ginsberg e William Burroughs entre outros nasceram na década de 20 ou 30 e lançaram seus livros em 50/60 :)

  • Hedger

    Acho que não é uma mochila nas costas que define uma viagem. O que interessa é sua atitude depois que saiu de casa. Isso sim faz com que uma viagem valha a pena, seja ela de mochila nas costas, pacote pronto ou qualquer outra forma. A diferença é que com mochila nas costas você se obriga a interagir com o local, de pacote você interage apenas se quiser, se tiver vontade.
    No meio do ano vou de mochila nas costas ver o Wacken Open Air na Alemanha. Mas de verdade mesmo o que gostaria é de ir em hotel 5 estrelas numa cama bem confortável.
    Cada um com seu cada qual.

  • Hedger

    Acho que não é uma mochila nas costas que define uma viagem. O que interessa é sua atitude depois que saiu de casa. Isso sim faz com que uma viagem valha a pena, seja ela de mochila nas costas, pacote pronto ou qualquer outra forma. A diferença é que com mochila nas costas você se obriga a interagir com o local, de pacote você interage apenas se quiser, se tiver vontade.
    No meio do ano vou de mochila nas costas ver o Wacken Open Air na Alemanha. Mas de verdade mesmo o que gostaria é de ir em hotel 5 estrelas numa cama bem confortável.
    Cada um com seu cada qual.

  • Hedger

    Acho que não é uma mochila nas costas que define uma viagem. O que interessa é sua atitude depois que saiu de casa. Isso sim faz com que uma viagem valha a pena, seja ela de mochila nas costas, pacote pronto ou qualquer outra forma. A diferença é que com mochila nas costas você se obriga a interagir com o local, de pacote você interage apenas se quiser, se tiver vontade.
    No meio do ano vou de mochila nas costas ver o Wacken Open Air na Alemanha. Mas de verdade mesmo o que gostaria é de ir em hotel 5 estrelas numa cama bem confortável.
    Cada um com seu cada qual.

  • Julio Meneghini

    É a nossa cultura ganhando o Brasil. Muito bom o texto!

    Pra quem quer começar e tem receio de encarar um tempo sozinho fora, vá para Buenos Aires em primeiro. A cidade é muito boa, acolhedora e “em conta” (já que o Peso vale menos que o Real)…

    Se você sair de lá com gosto de quero mais, já comece a programar a próxima e com mais roteiros (AL, Europa, Ásia, EUA). Aposto que não vão parar… Isso que só tenho 3 anos de experiência com mochilar…

  • Julio Meneghini

    É a nossa cultura ganhando o Brasil. Muito bom o texto!

    Pra quem quer começar e tem receio de encarar um tempo sozinho fora, vá para Buenos Aires em primeiro. A cidade é muito boa, acolhedora e “em conta” (já que o Peso vale menos que o Real)…

    Se você sair de lá com gosto de quero mais, já comece a programar a próxima e com mais roteiros (AL, Europa, Ásia, EUA). Aposto que não vão parar… Isso que só tenho 3 anos de experiência com mochilar…

  • Julio Meneghini

    É a nossa cultura ganhando o Brasil. Muito bom o texto!

    Pra quem quer começar e tem receio de encarar um tempo sozinho fora, vá para Buenos Aires em primeiro. A cidade é muito boa, acolhedora e “em conta” (já que o Peso vale menos que o Real)…

    Se você sair de lá com gosto de quero mais, já comece a programar a próxima e com mais roteiros (AL, Europa, Ásia, EUA). Aposto que não vão parar… Isso que só tenho 3 anos de experiência com mochilar…

  • Juliana

    Debora,
    mais uma aqui levantando a bandeira do mochilão!
    A propósito esse ano farei mais ou menos o mesmo roteiro que tu. B. Aires, Mendoza e Bariloche. De mochilão e sozinha. Já tem gente me chamando de louca por prefirir nesse momento ir sozinha, mas sinto que preciso absorver essa viagem só “eu e eu”.
    No meu caso já vi um hostel em B Aires, mas também tenho opção de ficar na casa de amigos que conheci esse verão aqui em Floripa. Em Mendoza ainda não vi onde ficarei, mas também tenho o contato de um pessoal que passou férias aqui.
    Tenho certeza que América do Sul tem muito a ser descorberto por nós, brasileiros.

  • Juliana

    Debora,
    mais uma aqui levantando a bandeira do mochilão!
    A propósito esse ano farei mais ou menos o mesmo roteiro que tu. B. Aires, Mendoza e Bariloche. De mochilão e sozinha. Já tem gente me chamando de louca por prefirir nesse momento ir sozinha, mas sinto que preciso absorver essa viagem só “eu e eu”.
    No meu caso já vi um hostel em B Aires, mas também tenho opção de ficar na casa de amigos que conheci esse verão aqui em Floripa. Em Mendoza ainda não vi onde ficarei, mas também tenho o contato de um pessoal que passou férias aqui.
    Tenho certeza que América do Sul tem muito a ser descorberto por nós, brasileiros.

  • Juliana

    Debora,
    mais uma aqui levantando a bandeira do mochilão!
    A propósito esse ano farei mais ou menos o mesmo roteiro que tu. B. Aires, Mendoza e Bariloche. De mochilão e sozinha. Já tem gente me chamando de louca por prefirir nesse momento ir sozinha, mas sinto que preciso absorver essa viagem só “eu e eu”.
    No meu caso já vi um hostel em B Aires, mas também tenho opção de ficar na casa de amigos que conheci esse verão aqui em Floripa. Em Mendoza ainda não vi onde ficarei, mas também tenho o contato de um pessoal que passou férias aqui.
    Tenho certeza que América do Sul tem muito a ser descorberto por nós, brasileiros.

  • Miguel

    Lembro de meu pai me contando suas inúmeras viagens mochilando, e eu sempre ficava impressionado com suas peripécias. Porém, até hoje, nunca viajei nesse estilo . Esse post me fez repensar isso!
    Realmente não é fácil encontrar alguém para ir, sozinho deve se uma experiência e tanto.

    Estarei esperando o post da sua história viajando sozinha.

  • Miguel

    Lembro de meu pai me contando suas inúmeras viagens mochilando, e eu sempre ficava impressionado com suas peripécias. Porém, até hoje, nunca viajei nesse estilo . Esse post me fez repensar isso!
    Realmente não é fácil encontrar alguém para ir, sozinho deve se uma experiência e tanto.

    Estarei esperando o post da sua história viajando sozinha.

  • Miguel

    Lembro de meu pai me contando suas inúmeras viagens mochilando, e eu sempre ficava impressionado com suas peripécias. Porém, até hoje, nunca viajei nesse estilo . Esse post me fez repensar isso!
    Realmente não é fácil encontrar alguém para ir, sozinho deve se uma experiência e tanto.

    Estarei esperando o post da sua história viajando sozinha.

  • Pedro D’Angelo

    Nossa…muito bom o artigo…
    quanto ao “Lonely Planet” o que é?onde acho? ajudae =)

  • Pedro D’Angelo

    Nossa…muito bom o artigo…
    quanto ao “Lonely Planet” o que é?onde acho? ajudae =)

  • Pedro D’Angelo

    Nossa…muito bom o artigo…
    quanto ao “Lonely Planet” o que é?onde acho? ajudae =)

  • Aurora

    Achei o texto legal, mas acredito que essas experiências resultam mais da atitude do viajante, do que do estilo mochilão. De qualquer forma, acelera sua conexão com a experiência….

  • Aurora

    Achei o texto legal, mas acredito que essas experiências resultam mais da atitude do viajante, do que do estilo mochilão. De qualquer forma, acelera sua conexão com a experiência….

  • Aurora

    Achei o texto legal, mas acredito que essas experiências resultam mais da atitude do viajante, do que do estilo mochilão. De qualquer forma, acelera sua conexão com a experiência….

  • Giou

    Viajar de mochilão é uma delícia, não imagino outra forma de curtir, mas tem gente que gosta de viajar em grupo, fazer coisas pré-programadas e ter conforto total – meus pais (e os da maioria do povo do PdH) prefeririam isso, muito provavelmente.

    A questão está mesmo no tipo de abertura que o viajante se permite. Fui a Buenos Aires, e o meu desejo era o de me misturar entre os portenhos, conhecer o estilo de vida deles, tentar não dar muita pinta de brasileiro. Quando nos abrimos para entender o outro, portas abrem-se, quando nos fechamos em guetos, nos tornamos mesquinhos e ignorantes. Ilustro esse pensamento com dois exemplos vividos por mim.

    Véspera de ano-novo, mochila cheia dos maravilhosos vinhos argentinos, mas nenhuma loja para nos vender um saca-rolha. Fomos a um “kiosko” (pequenas vendas de esquina), perguntamos à dona se ela tinha algum para vender. Pela nossa simpatia, ela nos ‘emprestou’ o saca-rolhas, e nisso fizemos um ‘social’ de agradecimento – todo mundo que ouvia que vínhamos de Floripa abria um sorriso e puxava conversa, perguntando o que estávamos fazendo ali que não na praia, etc… Utilizamos bastante na virada, e dias depois devolvemos, junto com uma lembrancinha (uma garrafa de vinho). Ela nem acreditou que devolvêramos, e ficou bastante alegre com o ‘regalo’, e todos se regozijaram…

    Diferente disso foi a atitude de um grupo de brasileiras que encontramos na procura de um lugar decente para passar a virada. As coroas tinham recém-chegado a Buenos Aires, e procuravam um lugar para comer. Fomos ao Siga la Vaca, um ótimo restaurante, altamente recomendado, parecido com os nossos rodízios de carne. Ao fim e ao cabo, as distintas, por vergonha minha e do meu amigo, começaram a desdenhar de uma das melhores iguarias argentinas: a carne. Teve uma que praticamente falou para o garçon que “o surraixco da laije dela era melhor” – isso enquanto ela mastigava um suculento “ojo de bife” de 3 dedos de altura. Claro que o garçon passou a nos atender com cara de cu, e a vergonha não só foi maior por conta do vinho que já estava na cabeça há tempos.

    Exemplos patéticos como este último são freqüentes em qualquer viagem. Eu me pergunto quem “lucrou” mais, se a senhora do kiosko que compartilhou da nossa alegria, ou as coroas que trouxeram a laje consigo, e nos deram vergonha?

    Proponho um exercício pra quem não quer esperar por janeiro do ano que vêm para o primeiro mochilão, e que dá pra se fazer num final de semana: encare a sua cidade como se não fosse sua. Hospede-se em algum lugar, pegue um mapa da cidade, localize-se por meio dele, e permita-se a ir a lugares turísticos e não-turísticos, tente enxergar aquela mesma paisagem como se fosse nova, tire fotos dos mais diversos e inusitados ângulos, permita-se a jantar num restaurante “típico” e a ter uma noite diferente. Quando falar com estranhos para pedir informações, tente um sotaque esquisito para ver a reação das pessoas. Aja como um turista em sua própria casa. Garanto que vocês curtirão mais do que as coroas que viajaram 3000 quilômetros para buscar… o mesmo!

  • Giou

    Viajar de mochilão é uma delícia, não imagino outra forma de curtir, mas tem gente que gosta de viajar em grupo, fazer coisas pré-programadas e ter conforto total – meus pais (e os da maioria do povo do PdH) prefeririam isso, muito provavelmente.

    A questão está mesmo no tipo de abertura que o viajante se permite. Fui a Buenos Aires, e o meu desejo era o de me misturar entre os portenhos, conhecer o estilo de vida deles, tentar não dar muita pinta de brasileiro. Quando nos abrimos para entender o outro, portas abrem-se, quando nos fechamos em guetos, nos tornamos mesquinhos e ignorantes. Ilustro esse pensamento com dois exemplos vividos por mim.

    Véspera de ano-novo, mochila cheia dos maravilhosos vinhos argentinos, mas nenhuma loja para nos vender um saca-rolha. Fomos a um “kiosko” (pequenas vendas de esquina), perguntamos à dona se ela tinha algum para vender. Pela nossa simpatia, ela nos ‘emprestou’ o saca-rolhas, e nisso fizemos um ‘social’ de agradecimento – todo mundo que ouvia que vínhamos de Floripa abria um sorriso e puxava conversa, perguntando o que estávamos fazendo ali que não na praia, etc… Utilizamos bastante na virada, e dias depois devolvemos, junto com uma lembrancinha (uma garrafa de vinho). Ela nem acreditou que devolvêramos, e ficou bastante alegre com o ‘regalo’, e todos se regozijaram…

    Diferente disso foi a atitude de um grupo de brasileiras que encontramos na procura de um lugar decente para passar a virada. As coroas tinham recém-chegado a Buenos Aires, e procuravam um lugar para comer. Fomos ao Siga la Vaca, um ótimo restaurante, altamente recomendado, parecido com os nossos rodízios de carne. Ao fim e ao cabo, as distintas, por vergonha minha e do meu amigo, começaram a desdenhar de uma das melhores iguarias argentinas: a carne. Teve uma que praticamente falou para o garçon que “o surraixco da laije dela era melhor” – isso enquanto ela mastigava um suculento “ojo de bife” de 3 dedos de altura. Claro que o garçon passou a nos atender com cara de cu, e a vergonha não só foi maior por conta do vinho que já estava na cabeça há tempos.

    Exemplos patéticos como este último são freqüentes em qualquer viagem. Eu me pergunto quem “lucrou” mais, se a senhora do kiosko que compartilhou da nossa alegria, ou as coroas que trouxeram a laje consigo, e nos deram vergonha?

    Proponho um exercício pra quem não quer esperar por janeiro do ano que vêm para o primeiro mochilão, e que dá pra se fazer num final de semana: encare a sua cidade como se não fosse sua. Hospede-se em algum lugar, pegue um mapa da cidade, localize-se por meio dele, e permita-se a ir a lugares turísticos e não-turísticos, tente enxergar aquela mesma paisagem como se fosse nova, tire fotos dos mais diversos e inusitados ângulos, permita-se a jantar num restaurante “típico” e a ter uma noite diferente. Quando falar com estranhos para pedir informações, tente um sotaque esquisito para ver a reação das pessoas. Aja como um turista em sua própria casa. Garanto que vocês curtirão mais do que as coroas que viajaram 3000 quilômetros para buscar… o mesmo!

  • Giou

    Viajar de mochilão é uma delícia, não imagino outra forma de curtir, mas tem gente que gosta de viajar em grupo, fazer coisas pré-programadas e ter conforto total – meus pais (e os da maioria do povo do PdH) prefeririam isso, muito provavelmente.

    A questão está mesmo no tipo de abertura que o viajante se permite. Fui a Buenos Aires, e o meu desejo era o de me misturar entre os portenhos, conhecer o estilo de vida deles, tentar não dar muita pinta de brasileiro. Quando nos abrimos para entender o outro, portas abrem-se, quando nos fechamos em guetos, nos tornamos mesquinhos e ignorantes. Ilustro esse pensamento com dois exemplos vividos por mim.

    Véspera de ano-novo, mochila cheia dos maravilhosos vinhos argentinos, mas nenhuma loja para nos vender um saca-rolha. Fomos a um “kiosko” (pequenas vendas de esquina), perguntamos à dona se ela tinha algum para vender. Pela nossa simpatia, ela nos ‘emprestou’ o saca-rolhas, e nisso fizemos um ‘social’ de agradecimento – todo mundo que ouvia que vínhamos de Floripa abria um sorriso e puxava conversa, perguntando o que estávamos fazendo ali que não na praia, etc… Utilizamos bastante na virada, e dias depois devolvemos, junto com uma lembrancinha (uma garrafa de vinho). Ela nem acreditou que devolvêramos, e ficou bastante alegre com o ‘regalo’, e todos se regozijaram…

    Diferente disso foi a atitude de um grupo de brasileiras que encontramos na procura de um lugar decente para passar a virada. As coroas tinham recém-chegado a Buenos Aires, e procuravam um lugar para comer. Fomos ao Siga la Vaca, um ótimo restaurante, altamente recomendado, parecido com os nossos rodízios de carne. Ao fim e ao cabo, as distintas, por vergonha minha e do meu amigo, começaram a desdenhar de uma das melhores iguarias argentinas: a carne. Teve uma que praticamente falou para o garçon que “o surraixco da laije dela era melhor” – isso enquanto ela mastigava um suculento “ojo de bife” de 3 dedos de altura. Claro que o garçon passou a nos atender com cara de cu, e a vergonha não só foi maior por conta do vinho que já estava na cabeça há tempos.

    Exemplos patéticos como este último são freqüentes em qualquer viagem. Eu me pergunto quem “lucrou” mais, se a senhora do kiosko que compartilhou da nossa alegria, ou as coroas que trouxeram a laje consigo, e nos deram vergonha?

    Proponho um exercício pra quem não quer esperar por janeiro do ano que vêm para o primeiro mochilão, e que dá pra se fazer num final de semana: encare a sua cidade como se não fosse sua. Hospede-se em algum lugar, pegue um mapa da cidade, localize-se por meio dele, e permita-se a ir a lugares turísticos e não-turísticos, tente enxergar aquela mesma paisagem como se fosse nova, tire fotos dos mais diversos e inusitados ângulos, permita-se a jantar num restaurante “típico” e a ter uma noite diferente. Quando falar com estranhos para pedir informações, tente um sotaque esquisito para ver a reação das pessoas. Aja como um turista em sua própria casa. Garanto que vocês curtirão mais do que as coroas que viajaram 3000 quilômetros para buscar… o mesmo!

  • Pinto Virgem

    Exelente texto Debora:

    Eu como escoteiro aqui da Europa(Portugal),garanto que fazer uma viagem sem destino é do mais aventureiro de todo o mundo.Aqui da Europa,os mochilheiros são vistos com os mais puros turistas do que os tradicionais turistas de grupinho de trochas,porque vão só pela a essência da viagem,chegar ao cume da montanha e respirar o ar puro e dizer bem alto só o dono do mundo,ir a aldeiazita do interior da região mais pobre do pais e conviver com a cultural local,conhecer todo o mundo pelo o apelido e não por a profissão ou pais,ect…

    Planeamento é sempre muitissimo importanto para esse tipo de viagem,mas não podemos apoiar-nos muito dele,porque pode haver imprevistos que não conseguimos antever,como por exemplo pensamos que há um hostel aquele lugar especifico,porque pesquisamos da Google e chegamos a esse lugar e esse hostel já não existe a anos,ou chegamos a meio da nossa viagem é as condições climaticas mudam drasticamente para pior,sem nós prevenimos antes de partimos para a viagem,ou pensamos que um determinado hostel custa menos do que outro e verificamos o contrário e gastamos mais dinheiro que prospomo-nos dessa mesma viagem só desse dia,ect…E a nossa viagem fica comprometida logo ai.

    Levar uma tenda sempre se possivel,não estou a dizer que podemos andar com o passo que nós queremos,como por exemplo hoje estou cansado portanto vou andar mais lentamente do que os outros dias e pronto vou arrumar a tenda e vou dormir.Não,a tenda é para caso qualquer coisa não der certo como por exemplo os hostel da zona estiver todos ocupados,se não arranjaram ninguem que vos acola dessa mesma noite,ou que estou num sitio pouco acessivel,ect…A tenda serve para isso e para muito mais.Com a tenda até podemos conhecer mais garela,podemos até conviver mais,até podemos ter supresas durante a noite,ect…A tenda serve para isso e para muito mais que nem voçê imaginam o quê!!!

    Ir de espirito aberto,não fechar do nosso mundo,eu sou numa cultura superior do que esta,logo vou só criticando aqueles que não concordam comigo.Mas sim,cada cultura têm as suas qualidades e os seus defeitos,eu para saber distinguir-las tem que primeiro espremeitar essa cultura e só depois posso ou não criticar-la.Cada vez que nos fechamos das nossas capsulas de protecção,mais não conhecimos interagir com os outros.

    Saber perguntar informações,pois para turistas que somos precisamos de ter acesso facilitado aos interesses dessa região.Se vamos a uma região já com tudo preparado,saber já a partida o que vamos ver,como devida sinalização do mapa,com o guia turistico da mão e sem perguntar nada aos locais ou aos outros mochileiros,então sim vamos perder maior parte dos interesses dessa região.Mas por outro lado,perguntar não ofende,se procuramos aos funcionários do hostel,aos locais e aos outros mochileiros o que mais interessante há para fazer e ver dessa região,temos maiores opções de visita e se calar mais interessantes do que os tradicionais guias.Porque só os guias turisticos dandos as informações que todo o mundo que não é mochileiro quer ver e os locais dizem nos todas as informações sobre essa mesma região.

    Desfrutar cada momento que estamos caminhando,tirar fotos a fauna e flora da região,filmando aquela queda que o mulete de 15 anos de idade deu mesmo a vossa frente,tocando instrumentos musicais durante a caminhada,ect…não serve só para nos divertimos,mas principalmente para esquecemos que estamos andando várias horas.Os albuns de fotos,os filmes chatos que nós do fim da viagem exigimos toda a nossa turma ver pela a milhesima vez,é simplesmente um relato e ao mesmo tempo uma avaliação criativa da nossa viagem.Porque enquanto está a mostrar aquela foto,têm que esplicar porquê fotagrafar aquela planta ou aquele animal,enquanto está lendo um relato do seu diario,tem que explicar o que antecedeu desse relato,tem que fazer uma breve apresentação antes e após ler-lo,ou quando mostra esse video do cara a cair,têm que explicar porquê que ele caiu.O mundo é feito para desfrutamos de cada coisita que aconteça do nosso dia a dia,aquele que não desfruta nem um milesimo de segundo da sua vida,é porque só sabe viver da ignorância do seu umbigo!!!

    Caminhar com bom calçado e com roupa adquada ao clima da região e se possivel alguma troca de roupa,eu não falo da roupa interior,porque supondo que todo o mundo já é crescido de mais para saber,que uma longa viagem a pé,as meias têm aquele cheirinho de queijo suiço comprado a 1 hora.E a relação do calçado adquado para caminhada a pé,é aquele calçado que voçê sinta-se que pode andar sem estar com a preocupação de para em 5 em 5 minutos para ter que descalça-se e por um penso rápido do seu pé por causa do calo que criou-se.

    Ter sempre da mão um estojo de primeiros socorro,para quem não sabe o que é eu deixo este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiros_socorros#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas.Pois meus caros amigos,se vamos viajar a aventura sem preocupamos com a nossa saude estamos simplesmente a não desfrutar do meio natureza,imaginem-se voçê sozinhos numa selva amazonica é picados pelo um mosquito,voçês concham-se pensando que já passa,mas entretanto voçês ficam com tonturas,caiem mesmo acima numas silvas,mas entretanto já vão descendo aos encontrões as pedras,partem uma perna,ficam com ligeiros ferimentos da cara devido aos tombos,mas começam a ficar com algumas queimaduras,ect…o que fazer ir a mochila,mas vejam que não trazeram o maravilhoso kit de primeiros socorros,ficam a espera que alguem passe,mas ninguem passa por aquela zona,vão ao celular ligar a alguem,ou,a algum serviço de saude,descobrem entretanto que enquanto estavam aos tombos o vosso celular partiu-se em dois e já não funciona.Pois só resta uma situação que é simples voçês auto proclamarem-se de burros,por não precaver o vosso sentido de sobrevivência.

  • Pinto Virgem

    Exelente texto Debora:

    Eu como escoteiro aqui da Europa(Portugal),garanto que fazer uma viagem sem destino é do mais aventureiro de todo o mundo.Aqui da Europa,os mochilheiros são vistos com os mais puros turistas do que os tradicionais turistas de grupinho de trochas,porque vão só pela a essência da viagem,chegar ao cume da montanha e respirar o ar puro e dizer bem alto só o dono do mundo,ir a aldeiazita do interior da região mais pobre do pais e conviver com a cultural local,conhecer todo o mundo pelo o apelido e não por a profissão ou pais,ect…

    Planeamento é sempre muitissimo importanto para esse tipo de viagem,mas não podemos apoiar-nos muito dele,porque pode haver imprevistos que não conseguimos antever,como por exemplo pensamos que há um hostel aquele lugar especifico,porque pesquisamos da Google e chegamos a esse lugar e esse hostel já não existe a anos,ou chegamos a meio da nossa viagem é as condições climaticas mudam drasticamente para pior,sem nós prevenimos antes de partimos para a viagem,ou pensamos que um determinado hostel custa menos do que outro e verificamos o contrário e gastamos mais dinheiro que prospomo-nos dessa mesma viagem só desse dia,ect…E a nossa viagem fica comprometida logo ai.

    Levar uma tenda sempre se possivel,não estou a dizer que podemos andar com o passo que nós queremos,como por exemplo hoje estou cansado portanto vou andar mais lentamente do que os outros dias e pronto vou arrumar a tenda e vou dormir.Não,a tenda é para caso qualquer coisa não der certo como por exemplo os hostel da zona estiver todos ocupados,se não arranjaram ninguem que vos acola dessa mesma noite,ou que estou num sitio pouco acessivel,ect…A tenda serve para isso e para muito mais.Com a tenda até podemos conhecer mais garela,podemos até conviver mais,até podemos ter supresas durante a noite,ect…A tenda serve para isso e para muito mais que nem voçê imaginam o quê!!!

    Ir de espirito aberto,não fechar do nosso mundo,eu sou numa cultura superior do que esta,logo vou só criticando aqueles que não concordam comigo.Mas sim,cada cultura têm as suas qualidades e os seus defeitos,eu para saber distinguir-las tem que primeiro espremeitar essa cultura e só depois posso ou não criticar-la.Cada vez que nos fechamos das nossas capsulas de protecção,mais não conhecimos interagir com os outros.

    Saber perguntar informações,pois para turistas que somos precisamos de ter acesso facilitado aos interesses dessa região.Se vamos a uma região já com tudo preparado,saber já a partida o que vamos ver,como devida sinalização do mapa,com o guia turistico da mão e sem perguntar nada aos locais ou aos outros mochileiros,então sim vamos perder maior parte dos interesses dessa região.Mas por outro lado,perguntar não ofende,se procuramos aos funcionários do hostel,aos locais e aos outros mochileiros o que mais interessante há para fazer e ver dessa região,temos maiores opções de visita e se calar mais interessantes do que os tradicionais guias.Porque só os guias turisticos dandos as informações que todo o mundo que não é mochileiro quer ver e os locais dizem nos todas as informações sobre essa mesma região.

    Desfrutar cada momento que estamos caminhando,tirar fotos a fauna e flora da região,filmando aquela queda que o mulete de 15 anos de idade deu mesmo a vossa frente,tocando instrumentos musicais durante a caminhada,ect…não serve só para nos divertimos,mas principalmente para esquecemos que estamos andando várias horas.Os albuns de fotos,os filmes chatos que nós do fim da viagem exigimos toda a nossa turma ver pela a milhesima vez,é simplesmente um relato e ao mesmo tempo uma avaliação criativa da nossa viagem.Porque enquanto está a mostrar aquela foto,têm que esplicar porquê fotagrafar aquela planta ou aquele animal,enquanto está lendo um relato do seu diario,tem que explicar o que antecedeu desse relato,tem que fazer uma breve apresentação antes e após ler-lo,ou quando mostra esse video do cara a cair,têm que explicar porquê que ele caiu.O mundo é feito para desfrutamos de cada coisita que aconteça do nosso dia a dia,aquele que não desfruta nem um milesimo de segundo da sua vida,é porque só sabe viver da ignorância do seu umbigo!!!

    Caminhar com bom calçado e com roupa adquada ao clima da região e se possivel alguma troca de roupa,eu não falo da roupa interior,porque supondo que todo o mundo já é crescido de mais para saber,que uma longa viagem a pé,as meias têm aquele cheirinho de queijo suiço comprado a 1 hora.E a relação do calçado adquado para caminhada a pé,é aquele calçado que voçê sinta-se que pode andar sem estar com a preocupação de para em 5 em 5 minutos para ter que descalça-se e por um penso rápido do seu pé por causa do calo que criou-se.

    Ter sempre da mão um estojo de primeiros socorro,para quem não sabe o que é eu deixo este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiros_socorros#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas.Pois meus caros amigos,se vamos viajar a aventura sem preocupamos com a nossa saude estamos simplesmente a não desfrutar do meio natureza,imaginem-se voçê sozinhos numa selva amazonica é picados pelo um mosquito,voçês concham-se pensando que já passa,mas entretanto voçês ficam com tonturas,caiem mesmo acima numas silvas,mas entretanto já vão descendo aos encontrões as pedras,partem uma perna,ficam com ligeiros ferimentos da cara devido aos tombos,mas começam a ficar com algumas queimaduras,ect…o que fazer ir a mochila,mas vejam que não trazeram o maravilhoso kit de primeiros socorros,ficam a espera que alguem passe,mas ninguem passa por aquela zona,vão ao celular ligar a alguem,ou,a algum serviço de saude,descobrem entretanto que enquanto estavam aos tombos o vosso celular partiu-se em dois e já não funciona.Pois só resta uma situação que é simples voçês auto proclamarem-se de burros,por não precaver o vosso sentido de sobrevivência.

  • Pinto Virgem

    Exelente texto Debora:

    Eu como escoteiro aqui da Europa(Portugal),garanto que fazer uma viagem sem destino é do mais aventureiro de todo o mundo.Aqui da Europa,os mochilheiros são vistos com os mais puros turistas do que os tradicionais turistas de grupinho de trochas,porque vão só pela a essência da viagem,chegar ao cume da montanha e respirar o ar puro e dizer bem alto só o dono do mundo,ir a aldeiazita do interior da região mais pobre do pais e conviver com a cultural local,conhecer todo o mundo pelo o apelido e não por a profissão ou pais,ect…

    Planeamento é sempre muitissimo importanto para esse tipo de viagem,mas não podemos apoiar-nos muito dele,porque pode haver imprevistos que não conseguimos antever,como por exemplo pensamos que há um hostel aquele lugar especifico,porque pesquisamos da Google e chegamos a esse lugar e esse hostel já não existe a anos,ou chegamos a meio da nossa viagem é as condições climaticas mudam drasticamente para pior,sem nós prevenimos antes de partimos para a viagem,ou pensamos que um determinado hostel custa menos do que outro e verificamos o contrário e gastamos mais dinheiro que prospomo-nos dessa mesma viagem só desse dia,ect…E a nossa viagem fica comprometida logo ai.

    Levar uma tenda sempre se possivel,não estou a dizer que podemos andar com o passo que nós queremos,como por exemplo hoje estou cansado portanto vou andar mais lentamente do que os outros dias e pronto vou arrumar a tenda e vou dormir.Não,a tenda é para caso qualquer coisa não der certo como por exemplo os hostel da zona estiver todos ocupados,se não arranjaram ninguem que vos acola dessa mesma noite,ou que estou num sitio pouco acessivel,ect…A tenda serve para isso e para muito mais.Com a tenda até podemos conhecer mais garela,podemos até conviver mais,até podemos ter supresas durante a noite,ect…A tenda serve para isso e para muito mais que nem voçê imaginam o quê!!!

    Ir de espirito aberto,não fechar do nosso mundo,eu sou numa cultura superior do que esta,logo vou só criticando aqueles que não concordam comigo.Mas sim,cada cultura têm as suas qualidades e os seus defeitos,eu para saber distinguir-las tem que primeiro espremeitar essa cultura e só depois posso ou não criticar-la.Cada vez que nos fechamos das nossas capsulas de protecção,mais não conhecimos interagir com os outros.

    Saber perguntar informações,pois para turistas que somos precisamos de ter acesso facilitado aos interesses dessa região.Se vamos a uma região já com tudo preparado,saber já a partida o que vamos ver,como devida sinalização do mapa,com o guia turistico da mão e sem perguntar nada aos locais ou aos outros mochileiros,então sim vamos perder maior parte dos interesses dessa região.Mas por outro lado,perguntar não ofende,se procuramos aos funcionários do hostel,aos locais e aos outros mochileiros o que mais interessante há para fazer e ver dessa região,temos maiores opções de visita e se calar mais interessantes do que os tradicionais guias.Porque só os guias turisticos dandos as informações que todo o mundo que não é mochileiro quer ver e os locais dizem nos todas as informações sobre essa mesma região.

    Desfrutar cada momento que estamos caminhando,tirar fotos a fauna e flora da região,filmando aquela queda que o mulete de 15 anos de idade deu mesmo a vossa frente,tocando instrumentos musicais durante a caminhada,ect…não serve só para nos divertimos,mas principalmente para esquecemos que estamos andando várias horas.Os albuns de fotos,os filmes chatos que nós do fim da viagem exigimos toda a nossa turma ver pela a milhesima vez,é simplesmente um relato e ao mesmo tempo uma avaliação criativa da nossa viagem.Porque enquanto está a mostrar aquela foto,têm que esplicar porquê fotagrafar aquela planta ou aquele animal,enquanto está lendo um relato do seu diario,tem que explicar o que antecedeu desse relato,tem que fazer uma breve apresentação antes e após ler-lo,ou quando mostra esse video do cara a cair,têm que explicar porquê que ele caiu.O mundo é feito para desfrutamos de cada coisita que aconteça do nosso dia a dia,aquele que não desfruta nem um milesimo de segundo da sua vida,é porque só sabe viver da ignorância do seu umbigo!!!

    Caminhar com bom calçado e com roupa adquada ao clima da região e se possivel alguma troca de roupa,eu não falo da roupa interior,porque supondo que todo o mundo já é crescido de mais para saber,que uma longa viagem a pé,as meias têm aquele cheirinho de queijo suiço comprado a 1 hora.E a relação do calçado adquado para caminhada a pé,é aquele calçado que voçê sinta-se que pode andar sem estar com a preocupação de para em 5 em 5 minutos para ter que descalça-se e por um penso rápido do seu pé por causa do calo que criou-se.

    Ter sempre da mão um estojo de primeiros socorro,para quem não sabe o que é eu deixo este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiros_socorros#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas.Pois meus caros amigos,se vamos viajar a aventura sem preocupamos com a nossa saude estamos simplesmente a não desfrutar do meio natureza,imaginem-se voçê sozinhos numa selva amazonica é picados pelo um mosquito,voçês concham-se pensando que já passa,mas entretanto voçês ficam com tonturas,caiem mesmo acima numas silvas,mas entretanto já vão descendo aos encontrões as pedras,partem uma perna,ficam com ligeiros ferimentos da cara devido aos tombos,mas começam a ficar com algumas queimaduras,ect…o que fazer ir a mochila,mas vejam que não trazeram o maravilhoso kit de primeiros socorros,ficam a espera que alguem passe,mas ninguem passa por aquela zona,vão ao celular ligar a alguem,ou,a algum serviço de saude,descobrem entretanto que enquanto estavam aos tombos o vosso celular partiu-se em dois e já não funciona.Pois só resta uma situação que é simples voçês auto proclamarem-se de burros,por não precaver o vosso sentido de sobrevivência.

  • http://facingmyworld.com/ Guillermo Guerini

    Debora, excelente texto muitos já disseram. Eu sou suspeito pra falar. Em janeiro de 2008 fui para o Uruguai e Argentina com três amigos para fugir do Carnaval no Brasil. Foi a minha primeira (de milhares outras) experiência em hostels… bom, a minha vida mudou depois desses 4 dias. Conheci a minha atual namorada (ela é americana), depois de três meses que voltei, pedi as contas do meu emprego me mudei para Buenos Aires… com ela. Moramos lá for 8 meses, depois fomos para a Inglaterra, moramos na Itália, viajamos por todo o Oriente Médio (Turquia, Síria, Jordânia, Israel/Palestina, Egito), depois nos mudamos para a Espanha. Em todos esse lugares ou ficamos em hostels.. em fizemos algo melhor ainda Couch Surfing (http://www.couchsurfing.org/).

    Todas essas viagem me fizeram mudar e aprender todos os dias. Hoje me sinto uma pessoa muito melhor comigo mesmo e com todos a minha volta. É incrível o que o mundo tem para te mostrar… Vivenciar, conhecer, experimentar e entender outras culturas é o que me mantém viajando e o que me dá mais prazer. Quantas pessoas conheci no meio do caminho, quantos lugares, oportunidades.. Foda! Pra galera que reclama de grana.. comecem pela América do Sul. Ao invés de torrar sua grana na balada, junta uma grana e vai ver o que a vida tem a te oferecer. Tem tanta coisa animal pra ser vista por aí.. somos muito sortudos de ter tantos países maravilhosos a nossa volta, INCLUSIVE o nosso. Mesmo com tantos problemas (vende de fora eles ficam piores ainda).. vivendo fora aprendemos a dar muito valor ao que temos.

    Sou muito grato aquela viagem despretensiosa que fiz em 2008. A palavra viajar tornou sinônimo da minha vida nos últimos dois anos. Em julho planejo voltar com a minha namorada para o Brasil e ficar uns 6 meses aí até a gente decidir a próxima parada. Tenho sorte em ser um desenvolvedor web e começando como empreendedor também. Com isso só preciso do meu notebook e internet e posso trabalhar de qualquer lugar. Já a minha namorada dá aula de inglês e isso é muito fácil por ela ser americana e por ter o certificado e a experiência (adquiridas na estrada…). Galera, viagem.. pelo menos uma vez na vida. :) Abraço a todos.

  • http://facingmyworld.com/ Guillermo Guerini

    Debora, excelente texto muitos já disseram. Eu sou suspeito pra falar. Em janeiro de 2008 fui para o Uruguai e Argentina com três amigos para fugir do Carnaval no Brasil. Foi a minha primeira (de milhares outras) experiência em hostels… bom, a minha vida mudou depois desses 4 dias. Conheci a minha atual namorada (ela é americana), depois de três meses que voltei, pedi as contas do meu emprego me mudei para Buenos Aires… com ela. Moramos lá for 8 meses, depois fomos para a Inglaterra, moramos na Itália, viajamos por todo o Oriente Médio (Turquia, Síria, Jordânia, Israel/Palestina, Egito), depois nos mudamos para a Espanha. Em todos esse lugares ou ficamos em hostels.. em fizemos algo melhor ainda Couch Surfing (http://www.couchsurfing.org/).

    Todas essas viagem me fizeram mudar e aprender todos os dias. Hoje me sinto uma pessoa muito melhor comigo mesmo e com todos a minha volta. É incrível o que o mundo tem para te mostrar… Vivenciar, conhecer, experimentar e entender outras culturas é o que me mantém viajando e o que me dá mais prazer. Quantas pessoas conheci no meio do caminho, quantos lugares, oportunidades.. Foda! Pra galera que reclama de grana.. comecem pela América do Sul. Ao invés de torrar sua grana na balada, junta uma grana e vai ver o que a vida tem a te oferecer. Tem tanta coisa animal pra ser vista por aí.. somos muito sortudos de ter tantos países maravilhosos a nossa volta, INCLUSIVE o nosso. Mesmo com tantos problemas (vende de fora eles ficam piores ainda).. vivendo fora aprendemos a dar muito valor ao que temos.

    Sou muito grato aquela viagem despretensiosa que fiz em 2008. A palavra viajar tornou sinônimo da minha vida nos últimos dois anos. Em julho planejo voltar com a minha namorada para o Brasil e ficar uns 6 meses aí até a gente decidir a próxima parada. Tenho sorte em ser um desenvolvedor web e começando como empreendedor também. Com isso só preciso do meu notebook e internet e posso trabalhar de qualquer lugar. Já a minha namorada dá aula de inglês e isso é muito fácil por ela ser americana e por ter o certificado e a experiência (adquiridas na estrada…). Galera, viagem.. pelo menos uma vez na vida. :) Abraço a todos.

  • http://facingmyworld.com Guillermo Guerini

    Debora, excelente texto muitos já disseram. Eu sou suspeito pra falar. Em janeiro de 2008 fui para o Uruguai e Argentina com três amigos para fugir do Carnaval no Brasil. Foi a minha primeira (de milhares outras) experiência em hostels… bom, a minha vida mudou depois desses 4 dias. Conheci a minha atual namorada (ela é americana), depois de três meses que voltei, pedi as contas do meu emprego me mudei para Buenos Aires… com ela. Moramos lá for 8 meses, depois fomos para a Inglaterra, moramos na Itália, viajamos por todo o Oriente Médio (Turquia, Síria, Jordânia, Israel/Palestina, Egito), depois nos mudamos para a Espanha. Em todos esse lugares ou ficamos em hostels.. em fizemos algo melhor ainda Couch Surfing (http://www.couchsurfing.org/).

    Todas essas viagem me fizeram mudar e aprender todos os dias. Hoje me sinto uma pessoa muito melhor comigo mesmo e com todos a minha volta. É incrível o que o mundo tem para te mostrar… Vivenciar, conhecer, experimentar e entender outras culturas é o que me mantém viajando e o que me dá mais prazer. Quantas pessoas conheci no meio do caminho, quantos lugares, oportunidades.. Foda! Pra galera que reclama de grana.. comecem pela América do Sul. Ao invés de torrar sua grana na balada, junta uma grana e vai ver o que a vida tem a te oferecer. Tem tanta coisa animal pra ser vista por aí.. somos muito sortudos de ter tantos países maravilhosos a nossa volta, INCLUSIVE o nosso. Mesmo com tantos problemas (vende de fora eles ficam piores ainda).. vivendo fora aprendemos a dar muito valor ao que temos.

    Sou muito grato aquela viagem despretensiosa que fiz em 2008. A palavra viajar tornou sinônimo da minha vida nos últimos dois anos. Em julho planejo voltar com a minha namorada para o Brasil e ficar uns 6 meses aí até a gente decidir a próxima parada. Tenho sorte em ser um desenvolvedor web e começando como empreendedor também. Com isso só preciso do meu notebook e internet e posso trabalhar de qualquer lugar. Já a minha namorada dá aula de inglês e isso é muito fácil por ela ser americana e por ter o certificado e a experiência (adquiridas na estrada…). Galera, viagem.. pelo menos uma vez na vida. :) Abraço a todos.

  • Marcus Knox

    Simples e bem direto!!
    Assim como nós somos, adoro mochilar =)

    Só que sou bem menos coerente do que aí, já arrisquei quase passar fome em backpacking, tem que tomar cuidado, ou você vai ter que bancar o Bear Grylls no meio do mato.

    • Geison

       Va com sempre com alguem legal, bacana e pode cre fera vai ser muito bom, eu ja fui primeiro para Floripa, ai foi Rio, Sanpa, Chile, Espanha, Italia e foi muito bom.

  • Marcus Knox

    Simples e bem direto!!
    Assim como nós somos, adoro mochilar =)

    Só que sou bem menos coerente do que aí, já arrisquei quase passar fome em backpacking, tem que tomar cuidado, ou você vai ter que bancar o Bear Grylls no meio do mato.

  • Marcus Knox

    Simples e bem direto!!
    Assim como nós somos, adoro mochilar =)

    Só que sou bem menos coerente do que aí, já arrisquei quase passar fome em backpacking, tem que tomar cuidado, ou você vai ter que bancar o Bear Grylls no meio do mato.

  • Freelancer

    Eis uma das coisas que tenho vontade de fazer, e ei de fazer ainda!

  • Freelancer

    Eis uma das coisas que tenho vontade de fazer, e ei de fazer ainda!

  • Freelancer

    Eis uma das coisas que tenho vontade de fazer, e ei de fazer ainda!

  • Vitor

    Mochilão é o que há de melhor! Ano passado fiz por alguns países da Europa.
    A Irlanda me encantou da melhor maneira possível. Foi a grande surpresa, pois não tinha expectativa de conhecer nada por lá e foi o lugar que mais me impressionou pela cultura e pelo povo realmente acolhedor. Os cafés das manhã excelentes nos albergues de todas as cidades….Incrível conhecer Dublin completamente a pé.
    A sensaçao de liberdade é realmente muito forte.
    @ Churrasco Grego (ou outros que tenham ido). USD 25,00 de diária em albergue em NY. WHERE IS THIS ???? Me fala que eu quero tb!!!!

  • Vitor

    Mochilão é o que há de melhor! Ano passado fiz por alguns países da Europa.
    A Irlanda me encantou da melhor maneira possível. Foi a grande surpresa, pois não tinha expectativa de conhecer nada por lá e foi o lugar que mais me impressionou pela cultura e pelo povo realmente acolhedor. Os cafés das manhã excelentes nos albergues de todas as cidades….Incrível conhecer Dublin completamente a pé.
    A sensaçao de liberdade é realmente muito forte.
    @ Churrasco Grego (ou outros que tenham ido). USD 25,00 de diária em albergue em NY. WHERE IS THIS ???? Me fala que eu quero tb!!!!

  • Vitor

    Mochilão é o que há de melhor! Ano passado fiz por alguns países da Europa.
    A Irlanda me encantou da melhor maneira possível. Foi a grande surpresa, pois não tinha expectativa de conhecer nada por lá e foi o lugar que mais me impressionou pela cultura e pelo povo realmente acolhedor. Os cafés das manhã excelentes nos albergues de todas as cidades….Incrível conhecer Dublin completamente a pé.
    A sensaçao de liberdade é realmente muito forte.
    @ Churrasco Grego (ou outros que tenham ido). USD 25,00 de diária em albergue em NY. WHERE IS THIS ???? Me fala que eu quero tb!!!!

  • http://www.marcelopetersen.net/ Marcelo Petersen

    Mochilão é tudo de bom!!

    Depois que eu viajei uma vez, agora todo ano eu saio de mochilão, para qualquer lugar!! Já percorri um bom pedaço da América do Sul e agora quero ir para o Oriente Médio!! Só me falta $$$ !!

    Vejam o meu blog! Ele contém o meu diário da última viagem que fiz ao exterior!

  • http://www.marcelopetersen.net/ Marcelo Petersen

    Mochilão é tudo de bom!!

    Depois que eu viajei uma vez, agora todo ano eu saio de mochilão, para qualquer lugar!! Já percorri um bom pedaço da América do Sul e agora quero ir para o Oriente Médio!! Só me falta $$$ !!

    Vejam o meu blog! Ele contém o meu diário da última viagem que fiz ao exterior!

  • http://www.marcelopetersen.net Marcelo Petersen

    Mochilão é tudo de bom!!

    Depois que eu viajei uma vez, agora todo ano eu saio de mochilão, para qualquer lugar!! Já percorri um bom pedaço da América do Sul e agora quero ir para o Oriente Médio!! Só me falta $$$ !!

    Vejam o meu blog! Ele contém o meu diário da última viagem que fiz ao exterior!

  • Fernando Luiz Waechter

    Não me vejo mais viajando em excursões. Mochilar, sozinho ou acompanhado, é uma experiência única e inesquecível!

    Alguém ali em cima comentou dos problemas que podem ocorrer. A única coisa que posso dizer é o seguinte: logicamente não podemos ser bobos e um pouco de precaução é sempre bom. Mas não vale a pena se preocupar demais. Os imprevistos sempre acontecem e dão uma apimentada a mais em nossas aventuras.

    Já perdi vôo em Veneza, fiquei rodando sozinho até 4hrs da manhã em Paris procurando lugar pra dormir, me perdi em diversos lugares e muitas outras coisas. E isso só faz com que cada vez eu tenha mais vontade ainda de me jogar no mundo.

    No vigésimo dia de meu último mochilão (julho de 2009), resolvi subir uma montanha nos alpes da Bavária, na Alemanha, sozinho. Sofri uma queda, rompi os ligamentos do tornozelo e tive que andar mais de 4 hrs de baixo de chuva com o pé estourado pra descer. Bom, tive que desistir do restante da viagem e 5 dias depois já estava no Brasil de muletas, e mesmo assim feliz da vida!

    Próxima quarta-feira embarcarei para o próximo. Serão poucos dias na Argentina, mas com certeza muitas outras histórias pra contar!!!

    Abraços!!!

  • Fernando Luiz Waechter

    Não me vejo mais viajando em excursões. Mochilar, sozinho ou acompanhado, é uma experiência única e inesquecível!

    Alguém ali em cima comentou dos problemas que podem ocorrer. A única coisa que posso dizer é o seguinte: logicamente não podemos ser bobos e um pouco de precaução é sempre bom. Mas não vale a pena se preocupar demais. Os imprevistos sempre acontecem e dão uma apimentada a mais em nossas aventuras.

    Já perdi vôo em Veneza, fiquei rodando sozinho até 4hrs da manhã em Paris procurando lugar pra dormir, me perdi em diversos lugares e muitas outras coisas. E isso só faz com que cada vez eu tenha mais vontade ainda de me jogar no mundo.

    No vigésimo dia de meu último mochilão (julho de 2009), resolvi subir uma montanha nos alpes da Bavária, na Alemanha, sozinho. Sofri uma queda, rompi os ligamentos do tornozelo e tive que andar mais de 4 hrs de baixo de chuva com o pé estourado pra descer. Bom, tive que desistir do restante da viagem e 5 dias depois já estava no Brasil de muletas, e mesmo assim feliz da vida!

    Próxima quarta-feira embarcarei para o próximo. Serão poucos dias na Argentina, mas com certeza muitas outras histórias pra contar!!!

    Abraços!!!

  • Fernando Luiz Waechter

    Não me vejo mais viajando em excursões. Mochilar, sozinho ou acompanhado, é uma experiência única e inesquecível!

    Alguém ali em cima comentou dos problemas que podem ocorrer. A única coisa que posso dizer é o seguinte: logicamente não podemos ser bobos e um pouco de precaução é sempre bom. Mas não vale a pena se preocupar demais. Os imprevistos sempre acontecem e dão uma apimentada a mais em nossas aventuras.

    Já perdi vôo em Veneza, fiquei rodando sozinho até 4hrs da manhã em Paris procurando lugar pra dormir, me perdi em diversos lugares e muitas outras coisas. E isso só faz com que cada vez eu tenha mais vontade ainda de me jogar no mundo.

    No vigésimo dia de meu último mochilão (julho de 2009), resolvi subir uma montanha nos alpes da Bavária, na Alemanha, sozinho. Sofri uma queda, rompi os ligamentos do tornozelo e tive que andar mais de 4 hrs de baixo de chuva com o pé estourado pra descer. Bom, tive que desistir do restante da viagem e 5 dias depois já estava no Brasil de muletas, e mesmo assim feliz da vida!

    Próxima quarta-feira embarcarei para o próximo. Serão poucos dias na Argentina, mas com certeza muitas outras histórias pra contar!!!

    Abraços!!!

  • Gabriel

    Ah, esse é um dos meus sonhos…botar uma mochila nas costas e viajar *-*
    Talvez esse ano eu comece a trabalhar, assim que comprar meu violão, minha guitarra e os equips pra ela irei começar a separar uma quantia por mês.
    Pretendo obter a graduação em História na faculdade federal(já fiz a prova, esperando o resultado) e se eu conseguir me formar será um incentivo a mais pra esse sonho.
    Pretendo começar pela américa do sul, rodar o mundo todo e só depois conhecer o brasil todo…como uma “volta às origens” ^^

    Belo texto, parabéns (:

  • Gabriel

    Ah, esse é um dos meus sonhos…botar uma mochila nas costas e viajar *-*
    Talvez esse ano eu comece a trabalhar, assim que comprar meu violão, minha guitarra e os equips pra ela irei começar a separar uma quantia por mês.
    Pretendo obter a graduação em História na faculdade federal(já fiz a prova, esperando o resultado) e se eu conseguir me formar será um incentivo a mais pra esse sonho.
    Pretendo começar pela américa do sul, rodar o mundo todo e só depois conhecer o brasil todo…como uma “volta às origens” ^^

    Belo texto, parabéns (:

  • Gabriel

    Ah, esse é um dos meus sonhos…botar uma mochila nas costas e viajar *-*
    Talvez esse ano eu comece a trabalhar, assim que comprar meu violão, minha guitarra e os equips pra ela irei começar a separar uma quantia por mês.
    Pretendo obter a graduação em História na faculdade federal(já fiz a prova, esperando o resultado) e se eu conseguir me formar será um incentivo a mais pra esse sonho.
    Pretendo começar pela américa do sul, rodar o mundo todo e só depois conhecer o brasil todo…como uma “volta às origens” ^^

    Belo texto, parabéns (:

  • ilo

    Viajar é preciso, viva ao mochilao, nunca gostei das CVC da vida, mochilao pra mim é a melhor maneira de viajar. E os imprevistos é que dao a graça a todas as viagens, secar cuecas no microondas, congelar por conta de mais molhadas, na hora é uma droga mais depois tudo fica engraçado

  • ilo

    Viajar é preciso, viva ao mochilao, nunca gostei das CVC da vida, mochilao pra mim é a melhor maneira de viajar. E os imprevistos é que dao a graça a todas as viagens, secar cuecas no microondas, congelar por conta de mais molhadas, na hora é uma droga mais depois tudo fica engraçado

  • ilo

    Viajar é preciso, viva ao mochilao, nunca gostei das CVC da vida, mochilao pra mim é a melhor maneira de viajar. E os imprevistos é que dao a graça a todas as viagens, secar cuecas no microondas, congelar por conta de mais molhadas, na hora é uma droga mais depois tudo fica engraçado

  • Victor

    Nossa, que post! Débora, você arrebentou, é a segunda mulher que “conheço” que tem disposição pra viajar sozinho e curtir grandes aventuras, a primeira é a minha mulher!!! :-)

    Ao comentário #9
    Gostei do seu comentário, mandou bem. Essa característica, de se sentir à vontade com qualquer pessoa, é o que há. Cara, já imaginou quanto informação foda deixamos passar porque subestimamos uma determinada pessoa por conta dos nossos preconceitos? Tipo, não escutar direito o que um trocador de ônibus ou pedreiro diz porque simplesmente achamos que alguém com um emprego destes é menos capaz do que um advogado? Bem, reconheço que cometo este erro com mais freqüência do que gostaria de admitir, mas estou me policiando, pra dar o mesmo tratamento pra todo mundo, independentemente dos meus preconceitos… O risco de se comportar assim é você descobrir que é um merda perto de um gari, e o cara está lá simplesmente porque não teve as mesmas oportunidades que vc… Enfim…

    Sobre se sentir diferente depois de uma viagem: Na minha adolescência li um livro de um autor que acho muito, mas muito foda mesmo. Li “Férias de Natal” do William Somerset Maugham. O que o personagem do livro experimenta depois das férias que passa em Paris é muito legal. O cara descobre como a vida dele é vazia e como o seu cotidiano é mesquinho. Acho que esse novo olhar sobre a nossa vida, adquirido depois de uma viagem simplesmente sem preço…

    Sempre quis conhecer Buenos Aires e este post fez eu amadurecer a idéia ainda mais. Se eu for (e acredito que eu vá) será mochilando, isso já está definido… ;-)

  • Victor

    Nossa, que post! Débora, você arrebentou, é a segunda mulher que “conheço” que tem disposição pra viajar sozinho e curtir grandes aventuras, a primeira é a minha mulher!!! :-)

    Ao comentário #9
    Gostei do seu comentário, mandou bem. Essa característica, de se sentir à vontade com qualquer pessoa, é o que há. Cara, já imaginou quanto informação foda deixamos passar porque subestimamos uma determinada pessoa por conta dos nossos preconceitos? Tipo, não escutar direito o que um trocador de ônibus ou pedreiro diz porque simplesmente achamos que alguém com um emprego destes é menos capaz do que um advogado? Bem, reconheço que cometo este erro com mais freqüência do que gostaria de admitir, mas estou me policiando, pra dar o mesmo tratamento pra todo mundo, independentemente dos meus preconceitos… O risco de se comportar assim é você descobrir que é um merda perto de um gari, e o cara está lá simplesmente porque não teve as mesmas oportunidades que vc… Enfim…

    Sobre se sentir diferente depois de uma viagem: Na minha adolescência li um livro de um autor que acho muito, mas muito foda mesmo. Li “Férias de Natal” do William Somerset Maugham. O que o personagem do livro experimenta depois das férias que passa em Paris é muito legal. O cara descobre como a vida dele é vazia e como o seu cotidiano é mesquinho. Acho que esse novo olhar sobre a nossa vida, adquirido depois de uma viagem simplesmente sem preço…

    Sempre quis conhecer Buenos Aires e este post fez eu amadurecer a idéia ainda mais. Se eu for (e acredito que eu vá) será mochilando, isso já está definido… ;-)

  • Victor

    Nossa, que post! Débora, você arrebentou, é a segunda mulher que “conheço” que tem disposição pra viajar sozinho e curtir grandes aventuras, a primeira é a minha mulher!!! :-)

    Ao comentário #9
    Gostei do seu comentário, mandou bem. Essa característica, de se sentir à vontade com qualquer pessoa, é o que há. Cara, já imaginou quanto informação foda deixamos passar porque subestimamos uma determinada pessoa por conta dos nossos preconceitos? Tipo, não escutar direito o que um trocador de ônibus ou pedreiro diz porque simplesmente achamos que alguém com um emprego destes é menos capaz do que um advogado? Bem, reconheço que cometo este erro com mais freqüência do que gostaria de admitir, mas estou me policiando, pra dar o mesmo tratamento pra todo mundo, independentemente dos meus preconceitos… O risco de se comportar assim é você descobrir que é um merda perto de um gari, e o cara está lá simplesmente porque não teve as mesmas oportunidades que vc… Enfim…

    Sobre se sentir diferente depois de uma viagem: Na minha adolescência li um livro de um autor que acho muito, mas muito foda mesmo. Li “Férias de Natal” do William Somerset Maugham. O que o personagem do livro experimenta depois das férias que passa em Paris é muito legal. O cara descobre como a vida dele é vazia e como o seu cotidiano é mesquinho. Acho que esse novo olhar sobre a nossa vida, adquirido depois de uma viagem simplesmente sem preço…

    Sempre quis conhecer Buenos Aires e este post fez eu amadurecer a idéia ainda mais. Se eu for (e acredito que eu vá) será mochilando, isso já está definido… ;-)

  • Robson Costa

    Legal, gostei muito da abordagem do texto, freedom freedom, muito bom, e o site dos mochileiros muito util gostei,
    valewss parabens

  • Robson Costa

    Legal, gostei muito da abordagem do texto, freedom freedom, muito bom, e o site dos mochileiros muito util gostei,
    valewss parabens

  • Robson Costa

    Legal, gostei muito da abordagem do texto, freedom freedom, muito bom, e o site dos mochileiros muito util gostei,
    valewss parabens

  • Pingback: Mochilão: a verdadeira arte de viajar « Blog do Fagundes

  • http://ledesordre.wordpress.com/ Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e botar o pé na estrada!
    E estou amando os comentários de quem já viajou e vive viajando, me acrescenta muito, já que sou super novata!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que vocÊ pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Ah é, quando forem reservar Hostel, tentem reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.
    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Pedro D’Angelo (#30)
    Lonely Planet é uma coleção de guias destinados ao viajante independente, aí você adquire o específico do continente que você vai!
    Infelizmente só tem em inglês e em portugues os guias não são destinados a esse tipo de viagem… o único que consegui foi o Guia do Viajante Independente na America do Sul, que não é tão incrível como o Lonely Planet, mas quebra um galhão!

    Giou (#32)
    Que história INCRÍVEL! Um exemplo perfeito de como as coisas podem se transformar se você dá abertura pra crescer!

  • http://ledesordre.wordpress.com/ Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e botar o pé na estrada!
    E estou amando os comentários de quem já viajou e vive viajando, me acrescenta muito, já que sou super novata!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que vocÊ pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Ah é, quando forem reservar Hostel, tentem reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.
    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Pedro D’Angelo (#30)
    Lonely Planet é uma coleção de guias destinados ao viajante independente, aí você adquire o específico do continente que você vai!
    Infelizmente só tem em inglês e em portugues os guias não são destinados a esse tipo de viagem… o único que consegui foi o Guia do Viajante Independente na America do Sul, que não é tão incrível como o Lonely Planet, mas quebra um galhão!

    Giou (#32)
    Que história INCRÍVEL! Um exemplo perfeito de como as coisas podem se transformar se você dá abertura pra crescer!

  • http://ledesordre.wordpress.com Debora

    Primeiramente, obrigada pelos elogios ao texto, fico muito feliz de saber que está incentivando as pessoas a tirarem essa visão “alternativa” do que é mochilar e botar o pé na estrada!
    E estou amando os comentários de quem já viajou e vive viajando, me acrescenta muito, já que sou super novata!

    Me expressei mal dizendo que é melhor não programar nada, o que queria dizer é que é bem melhor você não ir com um roteiro totalmente definido, e sim com várias opções de lugares que você pode ir e conhecer um pouquinho do que vocÊ pode visitar lá, mas só “bater o martelo” mesmo quando você já estiver na estrada. As vezes não dá pra ficar no melhor hostel de primeira ou acaba tendo que ficar um dia a mais numa cidade que você já cansou, mas tem que contar com os imprevistos também… e você pode ir reservando seu proximo hostel no que você tá no momento e assim por diante, comigo funcionou numa boa, mesmo em alta temporada!

    Ah é, quando forem reservar Hostel, tentem reservar pelo hostelbookers.com, porque o Hostel World cobra taxas e ele não!

    E se seu orçamento é baixo, cozinhe no hostel. Um dia ou outro é ótimo comer em algum restaurante com comida típica, mas não todos, assim você economiza uma boa grana e ainda pode conhecer gente que também tá lá cozinhando e aprender algum prato ou método típico de outro lugar! Além do mais, acho incrível passear no supermercado em outros países!
    Todos os hostels costumam ter cozinha e lugar para você guardar o que comprou.

    Também percebi que brasileiros são os mais precavidos e preocupados com a segurança do que qualquer outras pessoas. Vi um milhão de gringos andando na rua com máquinas fotograficas enormes, largando dinheiro em cima da cama, não trancando locker, andando de madrugada na rua deserta… Ouvi algumas histórias no hostel de gente que foi assaltada, e todos gringos de diversos países. Aí você pergunta como foi e NÃO SE CONFORMA de como o cara pode ter sido tão ingênuo de ter feito aquilo, só faltou pedir para ser assaltado. As vezes eu até me achava um pouco paranóica de andar na rua olhando para trás, desconfiar de um monte de gente e tudo mais…mas melhor prevenir do que remediar, né?

    Maurício (#6), uma coisa que eu pretendo fazer é ir para o norte da Argentina e fazer Salta, Tucuman, o Deserto do Atacama no Chile, conhecer outros lugares alí proximos e pegar um pouco de Bolívia e Paraguai, podendo descer até Foz do Iguaçu e voltar a sua origem por ali perto. Queria fazer esse porquê o deserto de Atacama parece ser SENSACIONAL e ficar nessa pontinha da Argentina abre espaço pra você conhecer pelo menos um pouquinho de alguns outros países. Se vc nunca foi para a Argentina, aconselharia ir pra Buenos Aires antes e então partir para Salta.
    Também dá pra ir até Buenos aires e ir descendo até a Terra do Fogo (e ir até o fim do mundo!), no Ushuaia, mas eu suponho que seja melhor fazer esse no verão pra pegar as praias argentinas (se bem que dizem que elas não tem nada de mais comparadas as brasileiras).
    Eu também morro de vontade de conhecer o Perú e Bogotá, mas não sei os esquemas de lá, já que só fui pra o sul da América do Sul!

    Aldair (#17)
    Na própria cidade, sempre ônibus e metrô. Pra voltar de madrugada normalmente taxi (mas só porque taxi é muito barato na Argentina e não tem transporte publico 24hrs).
    Para ir de uma cidade a outra eu fui de ônibus de viagem! Acho a idéia de andar de carona muito atraente, mas morro de medo. Ainda mulher e viajando sozinha, nem pensar…
    Como você vai estar hospedado num hostel, só vai andar com as coisas que vai usar no dia na sua mochila (uma menor, a de roupas fica no albergue sempre), então é só não vacilar com ela. Nos hostels normalmente cada cama tem um locker, em alguns lugares cabem sua mochila inteira, em outros cabem apenas seu pertences valiosos. De qualquer forma, raríssimo alguém querer roubar suas roupas que ficaram para fora.

    Pedro D’Angelo (#30)
    Lonely Planet é uma coleção de guias destinados ao viajante independente, aí você adquire o específico do continente que você vai!
    Infelizmente só tem em inglês e em portugues os guias não são destinados a esse tipo de viagem… o único que consegui foi o Guia do Viajante Independente na America do Sul, que não é tão incrível como o Lonely Planet, mas quebra um galhão!

    Giou (#32)
    Que história INCRÍVEL! Um exemplo perfeito de como as coisas podem se transformar se você dá abertura pra crescer!

  • Felipe Blanc

    Ahhh… como sinto saldade… na época em que descolava um dinheirinho com trabalhos free lance… eutiha mais tempo pra fazer isso… agora com trabalho tradicional ta quase impossível…
    minha vida tem que mudar logo logo…

  • Felipe Blanc

    Ahhh… como sinto saldade… na época em que descolava um dinheirinho com trabalhos free lance… eutiha mais tempo pra fazer isso… agora com trabalho tradicional ta quase impossível…
    minha vida tem que mudar logo logo…

  • Pingback: Mochilão: A verdadeira arte de viajar « Le Desordre C’est Moi

  • Luiz Minduim

    Muito bom o post… mas me lembrei de uma frase muito significatica:
    - O melhor de viajar, é saber que se tem um lugar para voltar.
    até

  • Luiz Minduim

    Muito bom o post… mas me lembrei de uma frase muito significatica:
    - O melhor de viajar, é saber que se tem um lugar para voltar.
    até

  • Luiz Minduim

    Muito bom o post… mas me lembrei de uma frase muito significatica:
    - O melhor de viajar, é saber que se tem um lugar para voltar.
    até

  • Joao Tales Oliveira

    Olá! Gostei do seu texto e concordo quando você diz que viajar de mochila é um estilo de vida. E como muda nossa vida! Sou suspeito ao fazer comparações porque até hoje só viajei de mochilão mas tenho algumas “impressões” sobre o que é viajar :)

    Eu acredito que viajar com pacotes tem duas principais vantagens: segurança (bom…hoje nem tanto) e comodidade, já que você não precisa planejar sua viagem. Digo isso porque viajar só de mochila requer sim algum tipo de planejamento e preparo. Muitas vezes, principalmente em países em desenvolvimento, é difícil você obter informações confiáveis sobre alojamentos e principalmente meios de transporte. Por isso, ao mesmo tempo que você curte o lugar você planeja o próximo passo. Alguns chamam de “planejamento em tempo real”. São muitas as variáveis que tornam uma viagem de mochila uma experiência inesquecível ou uma série de contratempos: tempo (clima), costumes locais, datas especiais (festivais), disponibilidade de serviços, qualidade dos serviços, segurança, etc. Quem já viajou pela sudeste da Ásia sabe do que estou falando. Já dormi num quarto na Tailândia meia-parede com uma discoteca…e o pior é que eu odeio música techno. Uma ano depois, na Malásia, dormi numa cabana numa praia isolada (bem acompanhado) pagando apenas 5 reais, com direito a bebida de graça porque éramos os únicos hóspedes e o dono era extremamente generoso (não podia beber porque é mulçumano). Sim, você não leu errado, 5 reais e não 5 euros, libras ou dólares.

    Acho uma pena que os mochileiros brasileiros prefiram a europa, américa do norte ou Austrália à ásia. Talvez seja cultural porque caro não é, muito menos distante principalmente para quem tem disposição de ir até a Austrália. Já estive na europa e na américa do norte mas não fiquei tão impressionado, tão maravilhado, tão surpreso assim. Tem muita cultura, muita arquitetura e muita história mas é caro e o serviço… Um garçom em Lille literalmente lançou o cardápio lá do fundo do restaurante direto na minha mesa (o_O). No momento pensei que fosse alguma vanguarda, um novo estilo exótico de servir mas mudei de idéia ao ser servido um café aguado no lugar do cappuccino que tinha pedido. Existem exceções é claro. Tem um garçom num pequeno restaurante chamado Au petit bois vert em Estrasburgo que é simplesmente o mais amigável do planeta. Só faltou ele sentar e tomar uma no melhor estilo “bázinho” soteropolitano.

    Se você acha que o serviço europeu é o que existe de melhor no mundo compre já uma passagem para o Japão.

    De qualquer maneira, viajar é sempre uma boa experiência. Se você quer viajar de mochilão, eu recomendo planejar só um pouquinho, pelo menos os dois primeiros dias da viagem e depois reservar 20 minutos do seu dia para planejar o próximo passo. Vale a pena checar com antecedência data de festivais locais. Digo isso porque sem planejamento você não terá a chance de presenciar crianças, mulheres e homens adorando um pênis gigante numa certa cidade do Japão. Para isso é preciso fuçar um pouco antes de arrumar as malas. Se você procura adrenalina, leve equipamento contigo ou verifique se existe alguma loja onde você pode alugar. Já topei com pessoas que tentam fazer trilha só de tênis comum e biscoitos. Roubada! Escalei mais de uma dezena de montanhas na Ásia e jamais vi ninguém subir sem equipamento adequado e um bom mapa além de provisões para vários dias além do planejado. Acidentes acontecem e em alguns lugares não tem ninguém pra te ajudar. Já machuquei o joelho descendo de um vulcão no Japão e pedi pra morrer porque a única saída do vale onde estava ficava atrás de uma outra montanha de quase 1700m. Tive que subir mancando e depois descer, pegar um ônibus até a cidade mais próxima e procurar um médico, num domingo…e olhe que eu estava preparado e com dois amigos!

    Vejo muitos novos ricos e jovens investindo em carros (que não é um investimento a menos que você seja motorista), muitas roupas caras e aparelhos eletrônicos que pouco agregam valor ou experiência. Ao invés de torrar 2 mil reais num abadá no carnaval em Salvador não é melhor sair na pipoca (e curtir do mesmo jeito) e guardar o dinheiro para uma viagem ou algum curso de música ou arte? Não apenas você ajuda a si mesmo como usa seu suado dinheiro em algo que irá te marcar para sempre.

    Mochilão é um estilo de vida!

  • Joao Tales Oliveira

    Olá! Gostei do seu texto e concordo quando você diz que viajar de mochila é um estilo de vida. E como muda nossa vida! Sou suspeito ao fazer comparações porque até hoje só viajei de mochilão mas tenho algumas “impressões” sobre o que é viajar :)

    Eu acredito que viajar com pacotes tem duas principais vantagens: segurança (bom…hoje nem tanto) e comodidade, já que você não precisa planejar sua viagem. Digo isso porque viajar só de mochila requer sim algum tipo de planejamento e preparo. Muitas vezes, principalmente em países em desenvolvimento, é difícil você obter informações confiáveis sobre alojamentos e principalmente meios de transporte. Por isso, ao mesmo tempo que você curte o lugar você planeja o próximo passo. Alguns chamam de “planejamento em tempo real”. São muitas as variáveis que tornam uma viagem de mochila uma experiência inesquecível ou uma série de contratempos: tempo (clima), costumes locais, datas especiais (festivais), disponibilidade de serviços, qualidade dos serviços, segurança, etc. Quem já viajou pela sudeste da Ásia sabe do que estou falando. Já dormi num quarto na Tailândia meia-parede com uma discoteca…e o pior é que eu odeio música techno. Uma ano depois, na Malásia, dormi numa cabana numa praia isolada (bem acompanhado) pagando apenas 5 reais, com direito a bebida de graça porque éramos os únicos hóspedes e o dono era extremamente generoso (não podia beber porque é mulçumano). Sim, você não leu errado, 5 reais e não 5 euros, libras ou dólares.

    Acho uma pena que os mochileiros brasileiros prefiram a europa, américa do norte ou Austrália à ásia. Talvez seja cultural porque caro não é, muito menos distante principalmente para quem tem disposição de ir até a Austrália. Já estive na europa e na américa do norte mas não fiquei tão impressionado, tão maravilhado, tão surpreso assim. Tem muita cultura, muita arquitetura e muita história mas é caro e o serviço… Um garçom em Lille literalmente lançou o cardápio lá do fundo do restaurante direto na minha mesa (o_O). No momento pensei que fosse alguma vanguarda, um novo estilo exótico de servir mas mudei de idéia ao ser servido um café aguado no lugar do cappuccino que tinha pedido. Existem exceções é claro. Tem um garçom num pequeno restaurante chamado Au petit bois vert em Estrasburgo que é simplesmente o mais amigável do planeta. Só faltou ele sentar e tomar uma no melhor estilo “bázinho” soteropolitano.

    Se você acha que o serviço europeu é o que existe de melhor no mundo compre já uma passagem para o Japão.

    De qualquer maneira, viajar é sempre uma boa experiência. Se você quer viajar de mochilão, eu recomendo planejar só um pouquinho, pelo menos os dois primeiros dias da viagem e depois reservar 20 minutos do seu dia para planejar o próximo passo. Vale a pena checar com antecedência data de festivais locais. Digo isso porque sem planejamento você não terá a chance de presenciar crianças, mulheres e homens adorando um pênis gigante numa certa cidade do Japão. Para isso é preciso fuçar um pouco antes de arrumar as malas. Se você procura adrenalina, leve equipamento contigo ou verifique se existe alguma loja onde você pode alugar. Já topei com pessoas que tentam fazer trilha só de tênis comum e biscoitos. Roubada! Escalei mais de uma dezena de montanhas na Ásia e jamais vi ninguém subir sem equipamento adequado e um bom mapa além de provisões para vários dias além do planejado. Acidentes acontecem e em alguns lugares não tem ninguém pra te ajudar. Já machuquei o joelho descendo de um vulcão no Japão e pedi pra morrer porque a única saída do vale onde estava ficava atrás de uma outra montanha de quase 1700m. Tive que subir mancando e depois descer, pegar um ônibus até a cidade mais próxima e procurar um médico, num domingo…e olhe que eu estava preparado e com dois amigos!

    Vejo muitos novos ricos e jovens investindo em carros (que não é um investimento a menos que você seja motorista), muitas roupas caras e aparelhos eletrônicos que pouco agregam valor ou experiência. Ao invés de torrar 2 mil reais num abadá no carnaval em Salvador não é melhor sair na pipoca (e curtir do mesmo jeito) e guardar o dinheiro para uma viagem ou algum curso de música ou arte? Não apenas você ajuda a si mesmo como usa seu suado dinheiro em algo que irá te marcar para sempre.

    Mochilão é um estilo de vida!

  • Joao Tales Oliveira

    Olá! Gostei do seu texto e concordo quando você diz que viajar de mochila é um estilo de vida. E como muda nossa vida! Sou suspeito ao fazer comparações porque até hoje só viajei de mochilão mas tenho algumas “impressões” sobre o que é viajar :)

    Eu acredito que viajar com pacotes tem duas principais vantagens: segurança (bom…hoje nem tanto) e comodidade, já que você não precisa planejar sua viagem. Digo isso porque viajar só de mochila requer sim algum tipo de planejamento e preparo. Muitas vezes, principalmente em países em desenvolvimento, é difícil você obter informações confiáveis sobre alojamentos e principalmente meios de transporte. Por isso, ao mesmo tempo que você curte o lugar você planeja o próximo passo. Alguns chamam de “planejamento em tempo real”. São muitas as variáveis que tornam uma viagem de mochila uma experiência inesquecível ou uma série de contratempos: tempo (clima), costumes locais, datas especiais (festivais), disponibilidade de serviços, qualidade dos serviços, segurança, etc. Quem já viajou pela sudeste da Ásia sabe do que estou falando. Já dormi num quarto na Tailândia meia-parede com uma discoteca…e o pior é que eu odeio música techno. Uma ano depois, na Malásia, dormi numa cabana numa praia isolada (bem acompanhado) pagando apenas 5 reais, com direito a bebida de graça porque éramos os únicos hóspedes e o dono era extremamente generoso (não podia beber porque é mulçumano). Sim, você não leu errado, 5 reais e não 5 euros, libras ou dólares.

    Acho uma pena que os mochileiros brasileiros prefiram a europa, américa do norte ou Austrália à ásia. Talvez seja cultural porque caro não é, muito menos distante principalmente para quem tem disposição de ir até a Austrália. Já estive na europa e na américa do norte mas não fiquei tão impressionado, tão maravilhado, tão surpreso assim. Tem muita cultura, muita arquitetura e muita história mas é caro e o serviço… Um garçom em Lille literalmente lançou o cardápio lá do fundo do restaurante direto na minha mesa (o_O). No momento pensei que fosse alguma vanguarda, um novo estilo exótico de servir mas mudei de idéia ao ser servido um café aguado no lugar do cappuccino que tinha pedido. Existem exceções é claro. Tem um garçom num pequeno restaurante chamado Au petit bois vert em Estrasburgo que é simplesmente o mais amigável do planeta. Só faltou ele sentar e tomar uma no melhor estilo “bázinho” soteropolitano.

    Se você acha que o serviço europeu é o que existe de melhor no mundo compre já uma passagem para o Japão.

    De qualquer maneira, viajar é sempre uma boa experiência. Se você quer viajar de mochilão, eu recomendo planejar só um pouquinho, pelo menos os dois primeiros dias da viagem e depois reservar 20 minutos do seu dia para planejar o próximo passo. Vale a pena checar com antecedência data de festivais locais. Digo isso porque sem planejamento você não terá a chance de presenciar crianças, mulheres e homens adorando um pênis gigante numa certa cidade do Japão. Para isso é preciso fuçar um pouco antes de arrumar as malas. Se você procura adrenalina, leve equipamento contigo ou verifique se existe alguma loja onde você pode alugar. Já topei com pessoas que tentam fazer trilha só de tênis comum e biscoitos. Roubada! Escalei mais de uma dezena de montanhas na Ásia e jamais vi ninguém subir sem equipamento adequado e um bom mapa além de provisões para vários dias além do planejado. Acidentes acontecem e em alguns lugares não tem ninguém pra te ajudar. Já machuquei o joelho descendo de um vulcão no Japão e pedi pra morrer porque a única saída do vale onde estava ficava atrás de uma outra montanha de quase 1700m. Tive que subir mancando e depois descer, pegar um ônibus até a cidade mais próxima e procurar um médico, num domingo…e olhe que eu estava preparado e com dois amigos!

    Vejo muitos novos ricos e jovens investindo em carros (que não é um investimento a menos que você seja motorista), muitas roupas caras e aparelhos eletrônicos que pouco agregam valor ou experiência. Ao invés de torrar 2 mil reais num abadá no carnaval em Salvador não é melhor sair na pipoca (e curtir do mesmo jeito) e guardar o dinheiro para uma viagem ou algum curso de música ou arte? Não apenas você ajuda a si mesmo como usa seu suado dinheiro em algo que irá te marcar para sempre.

    Mochilão é um estilo de vida!

  • Guilherme Bezerra

    Ja li um post aqui no PdH que falava disso e meio que tinha essa idéia do Contardo Calligaris, muito bom mesmo. Tenho 19 anos e o estágio dá pouca $$$. Mas sem dúvida um dos meus maiores desejos é fazer um mochilão, talvez até comece pelo Brasil, ou quem sabe a idéia de Buenos Aires que a galera citou ai nos coments, também me animou bastante! Sem dúvida deve ser uma experiência única!!

    Gostei muito da história do #33 Guerini, fantástica!

  • Guilherme Bezerra

    Ja li um post aqui no PdH que falava disso e meio que tinha essa idéia do Contardo Calligaris, muito bom mesmo. Tenho 19 anos e o estágio dá pouca $$$. Mas sem dúvida um dos meus maiores desejos é fazer um mochilão, talvez até comece pelo Brasil, ou quem sabe a idéia de Buenos Aires que a galera citou ai nos coments, também me animou bastante! Sem dúvida deve ser uma experiência única!!

    Gostei muito da história do #33 Guerini, fantástica!

  • Guilherme Bezerra

    Ja li um post aqui no PdH que falava disso e meio que tinha essa idéia do Contardo Calligaris, muito bom mesmo. Tenho 19 anos e o estágio dá pouca $$$. Mas sem dúvida um dos meus maiores desejos é fazer um mochilão, talvez até comece pelo Brasil, ou quem sabe a idéia de Buenos Aires que a galera citou ai nos coments, também me animou bastante! Sem dúvida deve ser uma experiência única!!

    Gostei muito da história do #33 Guerini, fantástica!

  • http://forumvp.forumeiros.com/forum.htm Rodolfo

    Ótimo texto!

    Sempre ficam falando por aqui porque tenho esse costume de viajar sozinho, queria que alguns lessem o artigo pra ver se abrem mais a mente.

    Recentemente fiz algo semelhante, sai daqui de Maceió pra BH por causa de um show, e acabei decidindo passar 4 dias lá. Nem planejei muita coisa e isso foi o melhor da viagem. Conhecer novos lugares, novas pessoas, é uma puta experiência, que eu tava precisando mesmo.

    Sair por aí sem rumo, sem conhecer o local, metendo a cara e ver no que vai dar pode parecer loucura pra maioria, mas só quem passa pela experiência sabe o quanto isso agrega de valor pra você. Sempre há algo diferente a se aprender nos locais por onde você passa e você acaba voltando outra pessoa.

    É algo que recomendo a todos!

  • http://forumvp.forumeiros.com/forum.htm Rodolfo

    Ótimo texto!

    Sempre ficam falando por aqui porque tenho esse costume de viajar sozinho, queria que alguns lessem o artigo pra ver se abrem mais a mente.

    Recentemente fiz algo semelhante, sai daqui de Maceió pra BH por causa de um show, e acabei decidindo passar 4 dias lá. Nem planejei muita coisa e isso foi o melhor da viagem. Conhecer novos lugares, novas pessoas, é uma puta experiência, que eu tava precisando mesmo.

    Sair por aí sem rumo, sem conhecer o local, metendo a cara e ver no que vai dar pode parecer loucura pra maioria, mas só quem passa pela experiência sabe o quanto isso agrega de valor pra você. Sempre há algo diferente a se aprender nos locais por onde você passa e você acaba voltando outra pessoa.

    É algo que recomendo a todos!

  • http://forumvp.forumeiros.com/forum.htm Rodolfo

    Ótimo texto!

    Sempre ficam falando por aqui porque tenho esse costume de viajar sozinho, queria que alguns lessem o artigo pra ver se abrem mais a mente.

    Recentemente fiz algo semelhante, sai daqui de Maceió pra BH por causa de um show, e acabei decidindo passar 4 dias lá. Nem planejei muita coisa e isso foi o melhor da viagem. Conhecer novos lugares, novas pessoas, é uma puta experiência, que eu tava precisando mesmo.

    Sair por aí sem rumo, sem conhecer o local, metendo a cara e ver no que vai dar pode parecer loucura pra maioria, mas só quem passa pela experiência sabe o quanto isso agrega de valor pra você. Sempre há algo diferente a se aprender nos locais por onde você passa e você acaba voltando outra pessoa.

    É algo que recomendo a todos!

  • Dream

    Débora,
    Adorei seu post. Há algum tempo atrás ganhei num sorteio uma passagem pra Europa e como não consegui nenhuma copanhia, fui sozinha. Foi simplesmente a melhor viagem que eu fiz na minha vida. Um mês sozinha, em hostels e casa de amigos (tenho alguns amigos que moram na Europa). Fiz vários amigos (até hoje nos falamos, nos vemos). Passei por situações que nunca imaginaria, conheci gente de todos os lugares no mundo e vi também muita família. Quero fazer um dia isso com meu marido e meus filhos.

    Bjs

  • Dream

    Débora,
    Adorei seu post. Há algum tempo atrás ganhei num sorteio uma passagem pra Europa e como não consegui nenhuma copanhia, fui sozinha. Foi simplesmente a melhor viagem que eu fiz na minha vida. Um mês sozinha, em hostels e casa de amigos (tenho alguns amigos que moram na Europa). Fiz vários amigos (até hoje nos falamos, nos vemos). Passei por situações que nunca imaginaria, conheci gente de todos os lugares no mundo e vi também muita família. Quero fazer um dia isso com meu marido e meus filhos.

    Bjs

  • Dream

    Débora,
    Adorei seu post. Há algum tempo atrás ganhei num sorteio uma passagem pra Europa e como não consegui nenhuma copanhia, fui sozinha. Foi simplesmente a melhor viagem que eu fiz na minha vida. Um mês sozinha, em hostels e casa de amigos (tenho alguns amigos que moram na Europa). Fiz vários amigos (até hoje nos falamos, nos vemos). Passei por situações que nunca imaginaria, conheci gente de todos os lugares no mundo e vi também muita família. Quero fazer um dia isso com meu marido e meus filhos.

    Bjs

  • Gigovi

    Muito bom texto, dá para sentir a liberdade de mochilar durante a leitura.
    Fiz um mochilão Bolívia/Peru/Chile há uma ano, sozinha e sem planos, só com as informações na cabeça. Foi sensacional.
    Outra coisa importante – é o que relatou um amigo aqui que foi pra BH – mochilar é um modo de viajar, não necessariamente a outro país ou estado, ou por um longo período.
    Agora, respondendo a que reclamou que faltou comentários negativos, para mim é o que a Débora esccreve os problemas viram incríveis histórias. Claro que milhões de dicas são válidas, mas, novamente, esses pontos possivelmente negativos devem ser relatados como dicas…

    abs

  • Gigovi

    Muito bom texto, dá para sentir a liberdade de mochilar durante a leitura.
    Fiz um mochilão Bolívia/Peru/Chile há uma ano, sozinha e sem planos, só com as informações na cabeça. Foi sensacional.
    Outra coisa importante – é o que relatou um amigo aqui que foi pra BH – mochilar é um modo de viajar, não necessariamente a outro país ou estado, ou por um longo período.
    Agora, respondendo a que reclamou que faltou comentários negativos, para mim é o que a Débora esccreve os problemas viram incríveis histórias. Claro que milhões de dicas são válidas, mas, novamente, esses pontos possivelmente negativos devem ser relatados como dicas…

    abs

  • Gigovi

    Muito bom texto, dá para sentir a liberdade de mochilar durante a leitura.
    Fiz um mochilão Bolívia/Peru/Chile há uma ano, sozinha e sem planos, só com as informações na cabeça. Foi sensacional.
    Outra coisa importante – é o que relatou um amigo aqui que foi pra BH – mochilar é um modo de viajar, não necessariamente a outro país ou estado, ou por um longo período.
    Agora, respondendo a que reclamou que faltou comentários negativos, para mim é o que a Débora esccreve os problemas viram incríveis histórias. Claro que milhões de dicas são válidas, mas, novamente, esses pontos possivelmente negativos devem ser relatados como dicas…

    abs

  • Marcos

    Debora, vi que vc pretende mochilar pelo deserto do Atacama, Bolivia, Peru e Patagonia. Em 2005, durante a faculdade, eu fui de carro pela Patagonia Chilena e Argentina ate a cidade de Esquel na Argentina (um tanto pra baixo de Bariloche). A ideia era ir ate o Ushuaia mas a $$ e o tempo não deixaram…. Dae, em 2007/08 fui de carro ate Cuzco saindo de Brasilia, passando pelo Paraguai, Salta e Tucuman, Deserto do Atacama, Arequipa, Nazca e voltando pela Bolivia, entrando no Brasil pelo Mato Grosso do Sul. Se quiser ajuda, dicas ou ate um amigo de mochila é soh entrar em contato!

  • Marcos

    Debora, vi que vc pretende mochilar pelo deserto do Atacama, Bolivia, Peru e Patagonia. Em 2005, durante a faculdade, eu fui de carro pela Patagonia Chilena e Argentina ate a cidade de Esquel na Argentina (um tanto pra baixo de Bariloche). A ideia era ir ate o Ushuaia mas a $$ e o tempo não deixaram…. Dae, em 2007/08 fui de carro ate Cuzco saindo de Brasilia, passando pelo Paraguai, Salta e Tucuman, Deserto do Atacama, Arequipa, Nazca e voltando pela Bolivia, entrando no Brasil pelo Mato Grosso do Sul. Se quiser ajuda, dicas ou ate um amigo de mochila é soh entrar em contato!

  • Marcos

    Debora, vi que vc pretende mochilar pelo deserto do Atacama, Bolivia, Peru e Patagonia. Em 2005, durante a faculdade, eu fui de carro pela Patagonia Chilena e Argentina ate a cidade de Esquel na Argentina (um tanto pra baixo de Bariloche). A ideia era ir ate o Ushuaia mas a $$ e o tempo não deixaram…. Dae, em 2007/08 fui de carro ate Cuzco saindo de Brasilia, passando pelo Paraguai, Salta e Tucuman, Deserto do Atacama, Arequipa, Nazca e voltando pela Bolivia, entrando no Brasil pelo Mato Grosso do Sul. Se quiser ajuda, dicas ou ate um amigo de mochila é soh entrar em contato!

  • Luluds

    Adoro! Adoro! Adoro viajar! E adoro com todas as minhas forças.
    Claro que com uma boa companhia vale mais do que tudo, mas sinceramente, na maioria das vezes, fui “eu comigo mesma”, e a melhor parte vc resumiu aqui: “é ótimo passar um tempo sozinho, conhecer como você é sem precisar pensar em como você foi ontem, afinal ninguém ali o conhecia ontem” … o fato de ninguém te conhecer, não tem julgamentos, limites, parâmetros de nada, te faz sentir livre. Te mostra N possibilidades de você se tornar o que quer ser lá no fundo.
    Enfim, viajar sozinho é uma ótima maneira de recomeçar algo, dar um “re-start” no seu ser.

  • Luluds

    Adoro! Adoro! Adoro viajar! E adoro com todas as minhas forças.
    Claro que com uma boa companhia vale mais do que tudo, mas sinceramente, na maioria das vezes, fui “eu comigo mesma”, e a melhor parte vc resumiu aqui: “é ótimo passar um tempo sozinho, conhecer como você é sem precisar pensar em como você foi ontem, afinal ninguém ali o conhecia ontem” … o fato de ninguém te conhecer, não tem julgamentos, limites, parâmetros de nada, te faz sentir livre. Te mostra N possibilidades de você se tornar o que quer ser lá no fundo.
    Enfim, viajar sozinho é uma ótima maneira de recomeçar algo, dar um “re-start” no seu ser.

  • Luluds

    Adoro! Adoro! Adoro viajar! E adoro com todas as minhas forças.
    Claro que com uma boa companhia vale mais do que tudo, mas sinceramente, na maioria das vezes, fui “eu comigo mesma”, e a melhor parte vc resumiu aqui: “é ótimo passar um tempo sozinho, conhecer como você é sem precisar pensar em como você foi ontem, afinal ninguém ali o conhecia ontem” … o fato de ninguém te conhecer, não tem julgamentos, limites, parâmetros de nada, te faz sentir livre. Te mostra N possibilidades de você se tornar o que quer ser lá no fundo.
    Enfim, viajar sozinho é uma ótima maneira de recomeçar algo, dar um “re-start” no seu ser.

  • Pinto Virgem

    Caras,alguem tem histórias engraçadas que vos aconteceram durante algum mochilão que realizaram?Pois,não é só conhecer garela interessantissima e curtir a viagem.Tambem bem há micos a pagar dessa viagem.

    Pois,todo o mundo gosta de mochilar,mas quando é para contar os micos que vos aconteceu,não abrem a boca,nem uma para demonstração!!!

    Eu vou começar,uma viagem em 2003 uma viagem que fiz do mundo escotista,çá em Portugal há todos os anos uma perguenização da Fatima(Distrito Leiria).Pois,tive dessa bela localidade durante duas noites(três dias),Sexta-Feira(11 de Maio),Sábado(12 de Maio) e Domingo(13 de Maio,não esquecer que esse é o dia de comeração da aparição da Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos “Franscisco”,”Lúcia” e “Jacinta Marto”,para saber mais a história é só ir a este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Apari%C3%A7%C3%B5es_de_F%C3%A1tima).Do primeiro dia chegamos a noite e decidimos mostrar aos muleques os pontos mais interessantes de Fátima,como a Via Sacra que pecorre toda a preferia da cidade(ainda pequena),tudo correu bem,os muleques não se perderam e nós os maiores ficamos cansados,alguns iam fumando(longe dos muleques como é lógico),do segundo dia fomos fazer umas actividades do exterior,tudo sobre as apariações da Nossa Senhora de Fátima,quem era Nossa Senhora de Fátima e o porquê que todos os dias 13 de cada mês ser as comerações oficiais da apariação.A noite depois do jantar,a procissão das velas e as vigilia,a noite eu não conseguia dormir,virava-me todo para o lado do saco de cama,abria o saco de cama,estava sempre com calor,fechava os olhos ouvia um barulho qualquer,acordava,ect…Portanto fiz uma directa,a manhã seguinte era a missa,quando acabou a missa,eu dicidi senta-me perto de um grupo de um cara que eu tinha conhecido desse mesmo ano e duas gatinhas que não eram escoteiras,só me lembro em por a minha cabecinha para a parede,sentado do chão quente do Ginâncio,a ver os muleques a brincarem as lutas com as calchonetes e acordar com luzes fortes da minha volta resumindo e concluindo tinha adormecido sentado com a cabeça encostada ao ombro do meu amigo e as gatinhas a tirarem-me fotos,não sei se as fotos que provam que a história é verdadeira ainda existem,ou foram destruidas pelo o meu amigo,mas as minhas caras segundo uma das gatinhas eram engraçadas.

    Tenho outro mico muitissimo engraçado sobre a minha atribulada vida de escoteiro,num acapamento de 4 dias de Pascoa que estive em São Jacinto(Distrito de Aveiro)que estava acampados numa zona que só havia insectos,chatos que segiam-nos por todo o lado,estavamos descansados a comer a nossa comidinha lá apereciam os malditos insectos a chatear-nos que tinhamos de andar sempre as voltas para ver se conseguiamos comer descansadamente,iamos tomar banho dos banheiros do acapamento e apariciam os insectos outra vez,tinhamos que desligar a água quente enquanto estavamos a lava-nos com o sabonete,ou champóo quando não utilizavamos(sim eu sei que deveria ser assim sempre,mas aqui é bem diferente,que não tinhamos os malditos insectos a chatear,mas daquele acapamento,desligar a água quente significava que da próxima a fogueira que aquecia a água apagava-se),estavamos das tendas prontos para dormir,a por o replerente para ver se não acordavamos do dia seguinte com borbulhas do tamanho da nossa cara do corpo todo por causa dos malditos dos insectos,mas esquecemos que eles a certa altura já eram imundes aos replentes,tivemos que usar roupa mais forte,de modo que eles não conseguisem entrar debaixo das nossas boxers e picar o nosso pinto,ect…Portanto foi um acapamento muitissimo agitado,só porcausa dos malditos insectos.Só do ultimo dia é que descobri um sitio que nem os insecto tinham coragem de ir para esse mesmo sitio,era nada mais nada menos do que o sitio onde se acendia fogueiras para a garela curtir um pouco a noite antes de ir-se deitar,então estava a arrumar a minha mochilha desse mesmo sitio,sossego finalmente,quando terminei decide deita-me do chão,de tronco nú,para apanhar uma cor que bem precisava,porque o Sol estava muitissimo bom.Só sei uma coisa acordei passado algum tempo,com um grandessimo escaldão e com borbulhas das pernas até a cabeça!!!

    E agora só falta as vossas histórias sobre micos!!!

  • Pinto Virgem

    Caras,alguem tem histórias engraçadas que vos aconteceram durante algum mochilão que realizaram?Pois,não é só conhecer garela interessantissima e curtir a viagem.Tambem bem há micos a pagar dessa viagem.

    Pois,todo o mundo gosta de mochilar,mas quando é para contar os micos que vos aconteceu,não abrem a boca,nem uma para demonstração!!!

    Eu vou começar,uma viagem em 2003 uma viagem que fiz do mundo escotista,çá em Portugal há todos os anos uma perguenização da Fatima(Distrito Leiria).Pois,tive dessa bela localidade durante duas noites(três dias),Sexta-Feira(11 de Maio),Sábado(12 de Maio) e Domingo(13 de Maio,não esquecer que esse é o dia de comeração da aparição da Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos “Franscisco”,”Lúcia” e “Jacinta Marto”,para saber mais a história é só ir a este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Apari%C3%A7%C3%B5es_de_F%C3%A1tima).Do primeiro dia chegamos a noite e decidimos mostrar aos muleques os pontos mais interessantes de Fátima,como a Via Sacra que pecorre toda a preferia da cidade(ainda pequena),tudo correu bem,os muleques não se perderam e nós os maiores ficamos cansados,alguns iam fumando(longe dos muleques como é lógico),do segundo dia fomos fazer umas actividades do exterior,tudo sobre as apariações da Nossa Senhora de Fátima,quem era Nossa Senhora de Fátima e o porquê que todos os dias 13 de cada mês ser as comerações oficiais da apariação.A noite depois do jantar,a procissão das velas e as vigilia,a noite eu não conseguia dormir,virava-me todo para o lado do saco de cama,abria o saco de cama,estava sempre com calor,fechava os olhos ouvia um barulho qualquer,acordava,ect…Portanto fiz uma directa,a manhã seguinte era a missa,quando acabou a missa,eu dicidi senta-me perto de um grupo de um cara que eu tinha conhecido desse mesmo ano e duas gatinhas que não eram escoteiras,só me lembro em por a minha cabecinha para a parede,sentado do chão quente do Ginâncio,a ver os muleques a brincarem as lutas com as calchonetes e acordar com luzes fortes da minha volta resumindo e concluindo tinha adormecido sentado com a cabeça encostada ao ombro do meu amigo e as gatinhas a tirarem-me fotos,não sei se as fotos que provam que a história é verdadeira ainda existem,ou foram destruidas pelo o meu amigo,mas as minhas caras segundo uma das gatinhas eram engraçadas.

    Tenho outro mico muitissimo engraçado sobre a minha atribulada vida de escoteiro,num acapamento de 4 dias de Pascoa que estive em São Jacinto(Distrito de Aveiro)que estava acampados numa zona que só havia insectos,chatos que segiam-nos por todo o lado,estavamos descansados a comer a nossa comidinha lá apereciam os malditos insectos a chatear-nos que tinhamos de andar sempre as voltas para ver se conseguiamos comer descansadamente,iamos tomar banho dos banheiros do acapamento e apariciam os insectos outra vez,tinhamos que desligar a água quente enquanto estavamos a lava-nos com o sabonete,ou champóo quando não utilizavamos(sim eu sei que deveria ser assim sempre,mas aqui é bem diferente,que não tinhamos os malditos insectos a chatear,mas daquele acapamento,desligar a água quente significava que da próxima a fogueira que aquecia a água apagava-se),estavamos das tendas prontos para dormir,a por o replerente para ver se não acordavamos do dia seguinte com borbulhas do tamanho da nossa cara do corpo todo por causa dos malditos dos insectos,mas esquecemos que eles a certa altura já eram imundes aos replentes,tivemos que usar roupa mais forte,de modo que eles não conseguisem entrar debaixo das nossas boxers e picar o nosso pinto,ect…Portanto foi um acapamento muitissimo agitado,só porcausa dos malditos insectos.Só do ultimo dia é que descobri um sitio que nem os insecto tinham coragem de ir para esse mesmo sitio,era nada mais nada menos do que o sitio onde se acendia fogueiras para a garela curtir um pouco a noite antes de ir-se deitar,então estava a arrumar a minha mochilha desse mesmo sitio,sossego finalmente,quando terminei decide deita-me do chão,de tronco nú,para apanhar uma cor que bem precisava,porque o Sol estava muitissimo bom.Só sei uma coisa acordei passado algum tempo,com um grandessimo escaldão e com borbulhas das pernas até a cabeça!!!

    E agora só falta as vossas histórias sobre micos!!!

  • Pinto Virgem

    Caras,alguem tem histórias engraçadas que vos aconteceram durante algum mochilão que realizaram?Pois,não é só conhecer garela interessantissima e curtir a viagem.Tambem bem há micos a pagar dessa viagem.

    Pois,todo o mundo gosta de mochilar,mas quando é para contar os micos que vos aconteceu,não abrem a boca,nem uma para demonstração!!!

    Eu vou começar,uma viagem em 2003 uma viagem que fiz do mundo escotista,çá em Portugal há todos os anos uma perguenização da Fatima(Distrito Leiria).Pois,tive dessa bela localidade durante duas noites(três dias),Sexta-Feira(11 de Maio),Sábado(12 de Maio) e Domingo(13 de Maio,não esquecer que esse é o dia de comeração da aparição da Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos “Franscisco”,”Lúcia” e “Jacinta Marto”,para saber mais a história é só ir a este link:http://pt.wikipedia.org/wiki/Apari%C3%A7%C3%B5es_de_F%C3%A1tima).Do primeiro dia chegamos a noite e decidimos mostrar aos muleques os pontos mais interessantes de Fátima,como a Via Sacra que pecorre toda a preferia da cidade(ainda pequena),tudo correu bem,os muleques não se perderam e nós os maiores ficamos cansados,alguns iam fumando(longe dos muleques como é lógico),do segundo dia fomos fazer umas actividades do exterior,tudo sobre as apariações da Nossa Senhora de Fátima,quem era Nossa Senhora de Fátima e o porquê que todos os dias 13 de cada mês ser as comerações oficiais da apariação.A noite depois do jantar,a procissão das velas e as vigilia,a noite eu não conseguia dormir,virava-me todo para o lado do saco de cama,abria o saco de cama,estava sempre com calor,fechava os olhos ouvia um barulho qualquer,acordava,ect…Portanto fiz uma directa,a manhã seguinte era a missa,quando acabou a missa,eu dicidi senta-me perto de um grupo de um cara que eu tinha conhecido desse mesmo ano e duas gatinhas que não eram escoteiras,só me lembro em por a minha cabecinha para a parede,sentado do chão quente do Ginâncio,a ver os muleques a brincarem as lutas com as calchonetes e acordar com luzes fortes da minha volta resumindo e concluindo tinha adormecido sentado com a cabeça encostada ao ombro do meu amigo e as gatinhas a tirarem-me fotos,não sei se as fotos que provam que a história é verdadeira ainda existem,ou foram destruidas pelo o meu amigo,mas as minhas caras segundo uma das gatinhas eram engraçadas.

    Tenho outro mico muitissimo engraçado sobre a minha atribulada vida de escoteiro,num acapamento de 4 dias de Pascoa que estive em São Jacinto(Distrito de Aveiro)que estava acampados numa zona que só havia insectos,chatos que segiam-nos por todo o lado,estavamos descansados a comer a nossa comidinha lá apereciam os malditos insectos a chatear-nos que tinhamos de andar sempre as voltas para ver se conseguiamos comer descansadamente,iamos tomar banho dos banheiros do acapamento e apariciam os insectos outra vez,tinhamos que desligar a água quente enquanto estavamos a lava-nos com o sabonete,ou champóo quando não utilizavamos(sim eu sei que deveria ser assim sempre,mas aqui é bem diferente,que não tinhamos os malditos insectos a chatear,mas daquele acapamento,desligar a água quente significava que da próxima a fogueira que aquecia a água apagava-se),estavamos das tendas prontos para dormir,a por o replerente para ver se não acordavamos do dia seguinte com borbulhas do tamanho da nossa cara do corpo todo por causa dos malditos dos insectos,mas esquecemos que eles a certa altura já eram imundes aos replentes,tivemos que usar roupa mais forte,de modo que eles não conseguisem entrar debaixo das nossas boxers e picar o nosso pinto,ect…Portanto foi um acapamento muitissimo agitado,só porcausa dos malditos insectos.Só do ultimo dia é que descobri um sitio que nem os insecto tinham coragem de ir para esse mesmo sitio,era nada mais nada menos do que o sitio onde se acendia fogueiras para a garela curtir um pouco a noite antes de ir-se deitar,então estava a arrumar a minha mochilha desse mesmo sitio,sossego finalmente,quando terminei decide deita-me do chão,de tronco nú,para apanhar uma cor que bem precisava,porque o Sol estava muitissimo bom.Só sei uma coisa acordei passado algum tempo,com um grandessimo escaldão e com borbulhas das pernas até a cabeça!!!

    E agora só falta as vossas histórias sobre micos!!!

  • http://www.juliocesarfort.com/ Julio Cesar Fort

    Adorei o artigo, de verdade. Também não sou mochileiro tão experiente, mas já tive a oportunidade de fazê-lo algumas vezes pela América do Sul e pela Europa, sozinho ou acompanhado, e a autora conseguiu retratar muito bem a sensação que há de aprendizado sobre si próprio e o gostoso de se deparar com outras culturas, pessoas e situações distintas quando se está mochilando.

    Em meu último mochilão pela Europa usei bastante o CouchSurfing, uma rede social de viajantes, o que enriqueceu ainda mais a experiência nas cidades em que passei, principalmente no Leste Europeu, já que a imersão na cultura local é ainda maior quando se tem apoio de um nativo. Também conheci gente bem legal em albergues ao redor do mundo, que inclusive mantenho contato com algumas delas até hoje graças à Internet.

    Sobre planejamento, por experiência própria eu acredito que ter um “esqueleto” básico do seu roteiro ajuda bastante para diminuir custos de deslocamento, e ter datas fixas para chegar ou sair de um lugar pode até ser ruim, mas não custa nada ter uma estimativa aproximada, ou a brincadeira acaba saindo bem mais cara do que o esperado.
    Por outro lado, em meu último “euromochilão” uma das melhores partes foi ter incluído alguns países no roteiro somente na última hora, quando já estava no Velho Continente.

    Em uma viagem de mochilão, até as mais adversas situações vão se tornar histórias pra contar e renderão muitas gargalhadas num futuro próximo — afinal de contas, é disso que a vida é feita, e o mundo é tão pequeno quanto você queira que ele seja. Portanto, peguem a mochila e caiam na estrada :D

  • http://www.juliocesarfort.com/ Julio Cesar Fort

    Adorei o artigo, de verdade. Também não sou mochileiro tão experiente, mas já tive a oportunidade de fazê-lo algumas vezes pela América do Sul e pela Europa, sozinho ou acompanhado, e a autora conseguiu retratar muito bem a sensação que há de aprendizado sobre si próprio e o gostoso de se deparar com outras culturas, pessoas e situações distintas quando se está mochilando.

    Em meu último mochilão pela Europa usei bastante o CouchSurfing, uma rede social de viajantes, o que enriqueceu ainda mais a experiência nas cidades em que passei, principalmente no Leste Europeu, já que a imersão na cultura local é ainda maior quando se tem apoio de um nativo. Também conheci gente bem legal em albergues ao redor do mundo, que inclusive mantenho contato com algumas delas até hoje graças à Internet.

    Sobre planejamento, por experiência própria eu acredito que ter um “esqueleto” básico do seu roteiro ajuda bastante para diminuir custos de deslocamento, e ter datas fixas para chegar ou sair de um lugar pode até ser ruim, mas não custa nada ter uma estimativa aproximada, ou a brincadeira acaba saindo bem mais cara do que o esperado.
    Por outro lado, em meu último “euromochilão” uma das melhores partes foi ter incluído alguns países no roteiro somente na última hora, quando já estava no Velho Continente.

    Em uma viagem de mochilão, até as mais adversas situações vão se tornar histórias pra contar e renderão muitas gargalhadas num futuro próximo — afinal de contas, é disso que a vida é feita, e o mundo é tão pequeno quanto você queira que ele seja. Portanto, peguem a mochila e caiam na estrada :D

  • http://www.juliocesarfort.com Julio Cesar Fort

    Adorei o artigo, de verdade. Também não sou mochileiro tão experiente, mas já tive a oportunidade de fazê-lo algumas vezes pela América do Sul e pela Europa, sozinho ou acompanhado, e a autora conseguiu retratar muito bem a sensação que há de aprendizado sobre si próprio e o gostoso de se deparar com outras culturas, pessoas e situações distintas quando se está mochilando.

    Em meu último mochilão pela Europa usei bastante o CouchSurfing, uma rede social de viajantes, o que enriqueceu ainda mais a experiência nas cidades em que passei, principalmente no Leste Europeu, já que a imersão na cultura local é ainda maior quando se tem apoio de um nativo. Também conheci gente bem legal em albergues ao redor do mundo, que inclusive mantenho contato com algumas delas até hoje graças à Internet.

    Sobre planejamento, por experiência própria eu acredito que ter um “esqueleto” básico do seu roteiro ajuda bastante para diminuir custos de deslocamento, e ter datas fixas para chegar ou sair de um lugar pode até ser ruim, mas não custa nada ter uma estimativa aproximada, ou a brincadeira acaba saindo bem mais cara do que o esperado.
    Por outro lado, em meu último “euromochilão” uma das melhores partes foi ter incluído alguns países no roteiro somente na última hora, quando já estava no Velho Continente.

    Em uma viagem de mochilão, até as mais adversas situações vão se tornar histórias pra contar e renderão muitas gargalhadas num futuro próximo — afinal de contas, é disso que a vida é feita, e o mundo é tão pequeno quanto você queira que ele seja. Portanto, peguem a mochila e caiam na estrada :D

  • jeff

    Bahh!! eu nunca tive coragem de fazer uma viagem deste tipo, até esse verão!! Tudo bem que não foi sozinho, mas foi eu e mais 3 amigos pra Costa Rica, com apenas 2 dias de pousada garantida! o resto (15 dias) foi conhecendo o país e foi a melhor viagem que eu já fiz. Recomendo para todos!!

  • jeff

    Bahh!! eu nunca tive coragem de fazer uma viagem deste tipo, até esse verão!! Tudo bem que não foi sozinho, mas foi eu e mais 3 amigos pra Costa Rica, com apenas 2 dias de pousada garantida! o resto (15 dias) foi conhecendo o país e foi a melhor viagem que eu já fiz. Recomendo para todos!!

  • jeff

    Bahh!! eu nunca tive coragem de fazer uma viagem deste tipo, até esse verão!! Tudo bem que não foi sozinho, mas foi eu e mais 3 amigos pra Costa Rica, com apenas 2 dias de pousada garantida! o resto (15 dias) foi conhecendo o país e foi a melhor viagem que eu já fiz. Recomendo para todos!!

  • jeff

    Bahh!! eu nunca tive coragem de fazer uma viagem deste tipo, até esse verão!! Tudo bem que não foi sozinho, mas foi eu e mais 3 amigos pra Costa Rica, com apenas 2 dias de pousada garantida! o resto (15 dias) foi conhecendo o país e foi a melhor viagem que eu já fiz. Recomendo para todos!!

  • Daniel S.

    Esse texto me incentivou a fazer a primeira viagem de Mochilão para fora do País, pois aqui no Brasil ja viajei muito com mochila, sozinho ou com amigos..rs

    Ja tive esta ideia faz uns anos, mas nunca levei tão a sério como agora, estou determinado a conhecer a America do Sul, Norte e a Europa nem que seja sozinho.
    Infelizmente só poderei partir dentro de 3 anos (quero ter uma boa formação acadêmica antes de cair na estrada).
    Mas ja estou orgazinando e pesquisando os preços das coisas a comprar: Mochila, tênis, etc.
    E juntando uma grana para gastar nos países que irei visitar.

    Obrigado por este texto maravilhoso
    Abraços

  • Daniel S.

    Esse texto me incentivou a fazer a primeira viagem de Mochilão para fora do País, pois aqui no Brasil ja viajei muito com mochila, sozinho ou com amigos..rs

    Ja tive esta ideia faz uns anos, mas nunca levei tão a sério como agora, estou determinado a conhecer a America do Sul, Norte e a Europa nem que seja sozinho.
    Infelizmente só poderei partir dentro de 3 anos (quero ter uma boa formação acadêmica antes de cair na estrada).
    Mas ja estou orgazinando e pesquisando os preços das coisas a comprar: Mochila, tênis, etc.
    E juntando uma grana para gastar nos países que irei visitar.

    Obrigado por este texto maravilhoso
    Abraços

  • Daniel S.

    Esse texto me incentivou a fazer a primeira viagem de Mochilão para fora do País, pois aqui no Brasil ja viajei muito com mochila, sozinho ou com amigos..rs

    Ja tive esta ideia faz uns anos, mas nunca levei tão a sério como agora, estou determinado a conhecer a America do Sul, Norte e a Europa nem que seja sozinho.
    Infelizmente só poderei partir dentro de 3 anos (quero ter uma boa formação acadêmica antes de cair na estrada).
    Mas ja estou orgazinando e pesquisando os preços das coisas a comprar: Mochila, tênis, etc.
    E juntando uma grana para gastar nos países que irei visitar.

    Obrigado por este texto maravilhoso
    Abraços

  • Daniel S.

    Esse texto me incentivou a fazer a primeira viagem de Mochilão para fora do País, pois aqui no Brasil ja viajei muito com mochila, sozinho ou com amigos..rs

    Ja tive esta ideia faz uns anos, mas nunca levei tão a sério como agora, estou determinado a conhecer a America do Sul, Norte e a Europa nem que seja sozinho.
    Infelizmente só poderei partir dentro de 3 anos (quero ter uma boa formação acadêmica antes de cair na estrada).
    Mas ja estou orgazinando e pesquisando os preços das coisas a comprar: Mochila, tênis, etc.
    E juntando uma grana para gastar nos países que irei visitar.

    Obrigado por este texto maravilhoso
    Abraços

  • Marcius M. Monteiro

    Primeiramente, parabéns pelo post, muito bacana essa tentativa de tentar mudar um pouco dessa visão “ruin” a respeito dos mochileiros.
    Muita coragem sua por mochilar sozinha(?), não são todas as mulheres que tem toda essa disposição e coragem, ao menos não conheço.
    Nunca mochilei, nunca me informei, mas pretendo algum dia partir em busca de novas experiências e lugares, mas por este fato, não é motivo para não admirar isso… como posso dizer… esta coragem e paixão por desbravar novos caminhos e viajar a la mochileiro.

    Escreva mais, conte experiências, fale mais do seu proximo objetivo, dê mais dicas, enfim… mochile!

    Abraço! :*

  • Marcius M. Monteiro

    Primeiramente, parabéns pelo post, muito bacana essa tentativa de tentar mudar um pouco dessa visão “ruin” a respeito dos mochileiros.
    Muita coragem sua por mochilar sozinha(?), não são todas as mulheres que tem toda essa disposição e coragem, ao menos não conheço.
    Nunca mochilei, nunca me informei, mas pretendo algum dia partir em busca de novas experiências e lugares, mas por este fato, não é motivo para não admirar isso… como posso dizer… esta coragem e paixão por desbravar novos caminhos e viajar a la mochileiro.

    Escreva mais, conte experiências, fale mais do seu proximo objetivo, dê mais dicas, enfim… mochile!

    Abraço! :*

  • Marcius M. Monteiro

    Primeiramente, parabéns pelo post, muito bacana essa tentativa de tentar mudar um pouco dessa visão “ruin” a respeito dos mochileiros.
    Muita coragem sua por mochilar sozinha(?), não são todas as mulheres que tem toda essa disposição e coragem, ao menos não conheço.
    Nunca mochilei, nunca me informei, mas pretendo algum dia partir em busca de novas experiências e lugares, mas por este fato, não é motivo para não admirar isso… como posso dizer… esta coragem e paixão por desbravar novos caminhos e viajar a la mochileiro.

    Escreva mais, conte experiências, fale mais do seu proximo objetivo, dê mais dicas, enfim… mochile!

    Abraço! :*

  • Marcius M. Monteiro

    Primeiramente, parabéns pelo post, muito bacana essa tentativa de tentar mudar um pouco dessa visão “ruin” a respeito dos mochileiros.
    Muita coragem sua por mochilar sozinha(?), não são todas as mulheres que tem toda essa disposição e coragem, ao menos não conheço.
    Nunca mochilei, nunca me informei, mas pretendo algum dia partir em busca de novas experiências e lugares, mas por este fato, não é motivo para não admirar isso… como posso dizer… esta coragem e paixão por desbravar novos caminhos e viajar a la mochileiro.

    Escreva mais, conte experiências, fale mais do seu proximo objetivo, dê mais dicas, enfim… mochile!

    Abraço! :*

  • fabio

    Meu, eu posso dizer q fiz isso. Dessa mesma forma. 1 mês pela Europa – França, Suiça, Italia, Alemanha, Austria, Rep Checa e Alemanha.

    Duro, recém separado, triste. Melhor coisa da minha vida….desejo ainda hj largar tudo e viver essa vida novamente. Nunca aprendi tanto sobre mim qnto naquele mês

  • fabio

    Meu, eu posso dizer q fiz isso. Dessa mesma forma. 1 mês pela Europa – França, Suiça, Italia, Alemanha, Austria, Rep Checa e Alemanha.

    Duro, recém separado, triste. Melhor coisa da minha vida….desejo ainda hj largar tudo e viver essa vida novamente. Nunca aprendi tanto sobre mim qnto naquele mês

  • fabio

    Meu, eu posso dizer q fiz isso. Dessa mesma forma. 1 mês pela Europa – França, Suiça, Italia, Alemanha, Austria, Rep Checa e Alemanha.

    Duro, recém separado, triste. Melhor coisa da minha vida….desejo ainda hj largar tudo e viver essa vida novamente. Nunca aprendi tanto sobre mim qnto naquele mês

  • http://none fabio

    Meu, eu posso dizer q fiz isso. Dessa mesma forma. 1 mês pela Europa – França, Suiça, Italia, Alemanha, Austria, Rep Checa e Alemanha.

    Duro, recém separado, triste. Melhor coisa da minha vida….desejo ainda hj largar tudo e viver essa vida novamente. Nunca aprendi tanto sobre mim qnto naquele mês

  • André

    Nunca fui mochileiro, mas pretendo experimentar mais tarde ou mais cedo na minha vida. Sempre tive uma vontade tremenda de viajar, desde que com 12 anos visitei a minha mãe em Paris, uma das vezes viagem épica, camioneta de ida, vinda de comboio entre TGV’s em França e velharias com falha de luz em Espanha; outra das vezes saí sozinho num dos maiores aeroportos da Europa: Charles de Gaulle. E foi uma sensação óptima.
    Não tinha dinheiro, e minha mãe não tinha tempo. Eu não fui ao Louvre, nem á Disneyland, eu não subi á torre Eiffel, eu não andei pelo rio Sena… Mas acordava, ia á rua, comprava pão, comia um kebab , visitava familiares, ia ao emprego da minha mãe e falava com os clientes. E não sinto falta de não ter ido a esses locais turísticos. Hoje em dia quando ouço amigos dizer “Fui a Paris! Foi fantástico! Subi á torre Eiffel, fui ao Louvre,…” eu apenas digo “Ainda bem que gostaste. Mas tu apenas olhaste para Paris de perto, não a viste, não a conheceste ;)”
    Hoje quando digo que ás vezes me sinto triste por não poder viajar mais respondem-me “Quando acabares a faculdade e tiveres um emprego estável e dinheiro, poderás fazer as viagens que quiseres”. Eles não entendem. Eles apenas vêem, mas não sabem o que é conhecer, sentir e respirar um local e uma cultura. :)

  • André

    Nunca fui mochileiro, mas pretendo experimentar mais tarde ou mais cedo na minha vida. Sempre tive uma vontade tremenda de viajar, desde que com 12 anos visitei a minha mãe em Paris, uma das vezes viagem épica, camioneta de ida, vinda de comboio entre TGV’s em França e velharias com falha de luz em Espanha; outra das vezes saí sozinho num dos maiores aeroportos da Europa: Charles de Gaulle. E foi uma sensação óptima.
    Não tinha dinheiro, e minha mãe não tinha tempo. Eu não fui ao Louvre, nem á Disneyland, eu não subi á torre Eiffel, eu não andei pelo rio Sena… Mas acordava, ia á rua, comprava pão, comia um kebab , visitava familiares, ia ao emprego da minha mãe e falava com os clientes. E não sinto falta de não ter ido a esses locais turísticos. Hoje em dia quando ouço amigos dizer “Fui a Paris! Foi fantástico! Subi á torre Eiffel, fui ao Louvre,…” eu apenas digo “Ainda bem que gostaste. Mas tu apenas olhaste para Paris de perto, não a viste, não a conheceste ;)”
    Hoje quando digo que ás vezes me sinto triste por não poder viajar mais respondem-me “Quando acabares a faculdade e tiveres um emprego estável e dinheiro, poderás fazer as viagens que quiseres”. Eles não entendem. Eles apenas vêem, mas não sabem o que é conhecer, sentir e respirar um local e uma cultura. :)

  • André

    Nunca fui mochileiro, mas pretendo experimentar mais tarde ou mais cedo na minha vida. Sempre tive uma vontade tremenda de viajar, desde que com 12 anos visitei a minha mãe em Paris, uma das vezes viagem épica, camioneta de ida, vinda de comboio entre TGV’s em França e velharias com falha de luz em Espanha; outra das vezes saí sozinho num dos maiores aeroportos da Europa: Charles de Gaulle. E foi uma sensação óptima.
    Não tinha dinheiro, e minha mãe não tinha tempo. Eu não fui ao Louvre, nem á Disneyland, eu não subi á torre Eiffel, eu não andei pelo rio Sena… Mas acordava, ia á rua, comprava pão, comia um kebab , visitava familiares, ia ao emprego da minha mãe e falava com os clientes. E não sinto falta de não ter ido a esses locais turísticos. Hoje em dia quando ouço amigos dizer “Fui a Paris! Foi fantástico! Subi á torre Eiffel, fui ao Louvre,…” eu apenas digo “Ainda bem que gostaste. Mas tu apenas olhaste para Paris de perto, não a viste, não a conheceste ;)”
    Hoje quando digo que ás vezes me sinto triste por não poder viajar mais respondem-me “Quando acabares a faculdade e tiveres um emprego estável e dinheiro, poderás fazer as viagens que quiseres”. Eles não entendem. Eles apenas vêem, mas não sabem o que é conhecer, sentir e respirar um local e uma cultura. :)

  • André

    Nunca fui mochileiro, mas pretendo experimentar mais tarde ou mais cedo na minha vida. Sempre tive uma vontade tremenda de viajar, desde que com 12 anos visitei a minha mãe em Paris, uma das vezes viagem épica, camioneta de ida, vinda de comboio entre TGV’s em França e velharias com falha de luz em Espanha; outra das vezes saí sozinho num dos maiores aeroportos da Europa: Charles de Gaulle. E foi uma sensação óptima.
    Não tinha dinheiro, e minha mãe não tinha tempo. Eu não fui ao Louvre, nem á Disneyland, eu não subi á torre Eiffel, eu não andei pelo rio Sena… Mas acordava, ia á rua, comprava pão, comia um kebab , visitava familiares, ia ao emprego da minha mãe e falava com os clientes. E não sinto falta de não ter ido a esses locais turísticos. Hoje em dia quando ouço amigos dizer “Fui a Paris! Foi fantástico! Subi á torre Eiffel, fui ao Louvre,…” eu apenas digo “Ainda bem que gostaste. Mas tu apenas olhaste para Paris de perto, não a viste, não a conheceste ;)”
    Hoje quando digo que ás vezes me sinto triste por não poder viajar mais respondem-me “Quando acabares a faculdade e tiveres um emprego estável e dinheiro, poderás fazer as viagens que quiseres”. Eles não entendem. Eles apenas vêem, mas não sabem o que é conhecer, sentir e respirar um local e uma cultura. :)

  • Aline

    Para quem quiser viajar de mochila pelo Brasil, sugiro dois lugares para ficar que são muito bons:

    Tucano House
    http://www.tucanohouse.com
    Na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Perto de tudo, barato, donos muito simpáticos.

    Albergue O Pharol
    http://www.albergueopharol.com.br
    No centro de Itacaré, perto das várias praias maravilhosas do lugar, a dona é super gente fina.

    Quando fiquei lá, só tinha eu de brasileira. Muito bom para treinar o inglês e fazer amizades facilmente.
    É engraçado ver o comportamento dos gringos aqui: alguns bebem tanto que nem sei se veem alguma coisa da viagem.
    Os caras colocam um colarzinho de sementes e se acabam de tomar caipirinha. As meninas compram uma canga com a bandeira do Brasil e querem ficar morenas de um dia para o outro!
    Fiz amizade com uma espanhola e disse para ela maneirar no sol, que podia fazer mal, etc….
    E ela me responde “But I want be blaaack…” (sendo ela loiríssima).

  • Aline

    Para quem quiser viajar de mochila pelo Brasil, sugiro dois lugares para ficar que são muito bons:

    Tucano House
    http://www.tucanohouse.com
    Na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Perto de tudo, barato, donos muito simpáticos.

    Albergue O Pharol
    http://www.albergueopharol.com.br
    No centro de Itacaré, perto das várias praias maravilhosas do lugar, a dona é super gente fina.

    Quando fiquei lá, só tinha eu de brasileira. Muito bom para treinar o inglês e fazer amizades facilmente.
    É engraçado ver o comportamento dos gringos aqui: alguns bebem tanto que nem sei se veem alguma coisa da viagem.
    Os caras colocam um colarzinho de sementes e se acabam de tomar caipirinha. As meninas compram uma canga com a bandeira do Brasil e querem ficar morenas de um dia para o outro!
    Fiz amizade com uma espanhola e disse para ela maneirar no sol, que podia fazer mal, etc….
    E ela me responde “But I want be blaaack…” (sendo ela loiríssima).

  • Aline

    Para quem quiser viajar de mochila pelo Brasil, sugiro dois lugares para ficar que são muito bons:

    Tucano House
    http://www.tucanohouse.com
    Na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Perto de tudo, barato, donos muito simpáticos.

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    http://www.albergueopharol.com.br
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    Quando fiquei lá, só tinha eu de brasileira. Muito bom para treinar o inglês e fazer amizades facilmente.
    É engraçado ver o comportamento dos gringos aqui: alguns bebem tanto que nem sei se veem alguma coisa da viagem.
    Os caras colocam um colarzinho de sementes e se acabam de tomar caipirinha. As meninas compram uma canga com a bandeira do Brasil e querem ficar morenas de um dia para o outro!
    Fiz amizade com uma espanhola e disse para ela maneirar no sol, que podia fazer mal, etc….
    E ela me responde “But I want be blaaack…” (sendo ela loiríssima).

  • Aline

    Para quem quiser viajar de mochila pelo Brasil, sugiro dois lugares para ficar que são muito bons:

    Tucano House
    http://www.tucanohouse.com
    Na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Perto de tudo, barato, donos muito simpáticos.

    Albergue O Pharol
    http://www.albergueopharol.com.br
    No centro de Itacaré, perto das várias praias maravilhosas do lugar, a dona é super gente fina.

    Quando fiquei lá, só tinha eu de brasileira. Muito bom para treinar o inglês e fazer amizades facilmente.
    É engraçado ver o comportamento dos gringos aqui: alguns bebem tanto que nem sei se veem alguma coisa da viagem.
    Os caras colocam um colarzinho de sementes e se acabam de tomar caipirinha. As meninas compram uma canga com a bandeira do Brasil e querem ficar morenas de um dia para o outro!
    Fiz amizade com uma espanhola e disse para ela maneirar no sol, que podia fazer mal, etc….
    E ela me responde “But I want be blaaack…” (sendo ela loiríssima).

  • Gustavo Monteiro

    Sempre tive vontade de fazer uma viagem de mochilão porém a idade, falta de apoio, receio e falta de recurso me impedem.

  • Gustavo Monteiro

    Sempre tive vontade de fazer uma viagem de mochilão porém a idade, falta de apoio, receio e falta de recurso me impedem.

  • Gustavo Monteiro

    Sempre tive vontade de fazer uma viagem de mochilão porém a idade, falta de apoio, receio e falta de recurso me impedem.

  • Gustavo Monteiro

    Sempre tive vontade de fazer uma viagem de mochilão porém a idade, falta de apoio, receio e falta de recurso me impedem.

  • fernanda

    Eu indico a EUROPA.

  • fernanda

    Eu indico a EUROPA.

  • fernanda

    Eu indico a EUROPA.

  • http://www,cotacota.com.br fernanda

    Eu indico a EUROPA.

  • Ivam Melo

    Minha sugestão é sempre juntar uma aventura à viagem de mochila, para conhecer melhor a região e o povo, pois numa viagem de aventura o esquema mochila+hostel já faz parte da proposta inicial.

    Cheguei ontem Ushuaia, que serviu como base para fazer o trekking de Dientes de Navarino, no Chile, do outro lado do Canal de Beagle e, logicamente, ficamos em hostels em Buenos Aires, Ushuaia e Puerto Williams.

    Outra sugestão é “sair do trivial”, que geralmente já está batido e explorado. Por exemplo: a trilha de Machu Pichu fica melhor junto com o trekking de Salcantay e uma viagem pelas praias é um modo diferente, divertido e barato de conhecer toda uma região.

  • Ivam Melo

    Minha sugestão é sempre juntar uma aventura à viagem de mochila, para conhecer melhor a região e o povo, pois numa viagem de aventura o esquema mochila+hostel já faz parte da proposta inicial.

    Cheguei ontem Ushuaia, que serviu como base para fazer o trekking de Dientes de Navarino, no Chile, do outro lado do Canal de Beagle e, logicamente, ficamos em hostels em Buenos Aires, Ushuaia e Puerto Williams.

    Outra sugestão é “sair do trivial”, que geralmente já está batido e explorado. Por exemplo: a trilha de Machu Pichu fica melhor junto com o trekking de Salcantay e uma viagem pelas praias é um modo diferente, divertido e barato de conhecer toda uma região.

  • Ivam Melo

    Minha sugestão é sempre juntar uma aventura à viagem de mochila, para conhecer melhor a região e o povo, pois numa viagem de aventura o esquema mochila+hostel já faz parte da proposta inicial.

    Cheguei ontem Ushuaia, que serviu como base para fazer o trekking de Dientes de Navarino, no Chile, do outro lado do Canal de Beagle e, logicamente, ficamos em hostels em Buenos Aires, Ushuaia e Puerto Williams.

    Outra sugestão é “sair do trivial”, que geralmente já está batido e explorado. Por exemplo: a trilha de Machu Pichu fica melhor junto com o trekking de Salcantay e uma viagem pelas praias é um modo diferente, divertido e barato de conhecer toda uma região.

  • Ivam Melo

    Minha sugestão é sempre juntar uma aventura à viagem de mochila, para conhecer melhor a região e o povo, pois numa viagem de aventura o esquema mochila+hostel já faz parte da proposta inicial.

    Cheguei ontem Ushuaia, que serviu como base para fazer o trekking de Dientes de Navarino, no Chile, do outro lado do Canal de Beagle e, logicamente, ficamos em hostels em Buenos Aires, Ushuaia e Puerto Williams.

    Outra sugestão é “sair do trivial”, que geralmente já está batido e explorado. Por exemplo: a trilha de Machu Pichu fica melhor junto com o trekking de Salcantay e uma viagem pelas praias é um modo diferente, divertido e barato de conhecer toda uma região.

  • Ivam Melo

    Minha sugestão é sempre juntar uma aventura à viagem de mochila, para conhecer melhor a região e o povo, pois numa viagem de aventura o esquema mochila+hostel já faz parte da proposta inicial.

    Cheguei ontem Ushuaia, que serviu como base para fazer o trekking de Dientes de Navarino, no Chile, do outro lado do Canal de Beagle e, logicamente, ficamos em hostels em Buenos Aires, Ushuaia e Puerto Williams.

    Outra sugestão é “sair do trivial”, que geralmente já está batido e explorado. Por exemplo: a trilha de Machu Pichu fica melhor junto com o trekking de Salcantay e uma viagem pelas praias é um modo diferente, divertido e barato de conhecer toda uma região.

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Um dos meus maiores desejos é mochilar. *-*
    Pela sensação de libertação que sei que isso me trará.

    Acho que, apesar de tudo, as dificuldades que um mochileiro encontra pelo caminho são oportunidades preciosas de autoconhecimento e de crescimento

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Um dos meus maiores desejos é mochilar. *-*
    Pela sensação de libertação que sei que isso me trará.

    Acho que, apesar de tudo, as dificuldades que um mochileiro encontra pelo caminho são oportunidades preciosas de autoconhecimento e de crescimento

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Um dos meus maiores desejos é mochilar. *-*
    Pela sensação de libertação que sei que isso me trará.

    Acho que, apesar de tudo, as dificuldades que um mochileiro encontra pelo caminho são oportunidades preciosas de autoconhecimento e de crescimento

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Um dos meus maiores desejos é mochilar. *-*
    Pela sensação de libertação que sei que isso me trará.

    Acho que, apesar de tudo, as dificuldades que um mochileiro encontra pelo caminho são oportunidades preciosas de autoconhecimento e de crescimento

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Um dos meus maiores desejos é mochilar. *-*
    Pela sensação de libertação que sei que isso me trará.

    Acho que, apesar de tudo, as dificuldades que um mochileiro encontra pelo caminho são oportunidades preciosas de autoconhecimento e de crescimento

  • Pinto Virgem

    O mochilar já não é nenhum verbo, mas sim uma filosofia de vida, na qual a pessoa conhece a si mesma. O termo é simplesmente “viver andando” ou “viver com a casa nas costas”.

    Há muita garela já leva a vida de mochileiro porque para podemos construir uma ideia precisamos de sentir o local.Por exemplo,um artista que se queira inspirar-se do Rio Amazonia.Como ele pode se inspirar sem ir lá sentir o próprio ambiente?As fotos não nos dão tudo que nós precisamos,os vídeos também não nos dão o carácter de vivência.

    Porque as deslocações entre casa e emprego já são tão normais,que a garela decide simplesmente porque é que não escolho uma mochila e por o que mais necessito para levar e deixar o que me aconchega,para não guardar muitas recordações.Por exemplo um professor que precise de ir para outro estado trabalhar,mas só consegue arranjar sitios para morar longe do colégio que vai trabalhar.Como ele consegue estar preparado para as aulas do dia e ao mesmo tempo estar bem dispostos para os alunos e colegas?Pois,há os carros ou os transportes publicos,mas com o trânsito infernal que todo o mundo têm,pronto a outros que utilizam as pernas,ou melhor dizendo outros veiculos que não perturbam muito o trânsito,como é o caso da bicicleta,ou os patins em linha,o skate,ect…ao mesmo tempo o professor está a fazer exercicio.Mas todos os dias?!!!Não dá.

    Porque o mochilar dá prazer e é um bom exercício gratuito e ainda por mais ao ar livr. Pois,os ginâncios estão lotadissimos,o stress que a garela pega das maquinas de exercicio,que parece que estão todo o mundo zangada connosco.O stress que a garela vai nadar da piscina,como eles estivessem a fazer uma flexe por estar a nadar.O stress que vai todo o mundo a sauna,parece que o tempo não para mesmo dentro a sauna que é supostamente para relaxar,mas não hoje em dia tudo que seja agradavel é um forma dos outros ultrapassarem-nos dos nossos empregos,ou até mesmo daquilo que mais ambicionamos-nos ser um dia!!!

  • Pinto Virgem

    O mochilar já não é nenhum verbo, mas sim uma filosofia de vida, na qual a pessoa conhece a si mesma. O termo é simplesmente “viver andando” ou “viver com a casa nas costas”.

    Há muita garela já leva a vida de mochileiro porque para podemos construir uma ideia precisamos de sentir o local.Por exemplo,um artista que se queira inspirar-se do Rio Amazonia.Como ele pode se inspirar sem ir lá sentir o próprio ambiente?As fotos não nos dão tudo que nós precisamos,os vídeos também não nos dão o carácter de vivência.

    Porque as deslocações entre casa e emprego já são tão normais,que a garela decide simplesmente porque é que não escolho uma mochila e por o que mais necessito para levar e deixar o que me aconchega,para não guardar muitas recordações.Por exemplo um professor que precise de ir para outro estado trabalhar,mas só consegue arranjar sitios para morar longe do colégio que vai trabalhar.Como ele consegue estar preparado para as aulas do dia e ao mesmo tempo estar bem dispostos para os alunos e colegas?Pois,há os carros ou os transportes publicos,mas com o trânsito infernal que todo o mundo têm,pronto a outros que utilizam as pernas,ou melhor dizendo outros veiculos que não perturbam muito o trânsito,como é o caso da bicicleta,ou os patins em linha,o skate,ect…ao mesmo tempo o professor está a fazer exercicio.Mas todos os dias?!!!Não dá.

    Porque o mochilar dá prazer e é um bom exercício gratuito e ainda por mais ao ar livr. Pois,os ginâncios estão lotadissimos,o stress que a garela pega das maquinas de exercicio,que parece que estão todo o mundo zangada connosco.O stress que a garela vai nadar da piscina,como eles estivessem a fazer uma flexe por estar a nadar.O stress que vai todo o mundo a sauna,parece que o tempo não para mesmo dentro a sauna que é supostamente para relaxar,mas não hoje em dia tudo que seja agradavel é um forma dos outros ultrapassarem-nos dos nossos empregos,ou até mesmo daquilo que mais ambicionamos-nos ser um dia!!!

  • Pinto Virgem

    O mochilar já não é nenhum verbo, mas sim uma filosofia de vida, na qual a pessoa conhece a si mesma. O termo é simplesmente “viver andando” ou “viver com a casa nas costas”.

    Há muita garela já leva a vida de mochileiro porque para podemos construir uma ideia precisamos de sentir o local.Por exemplo,um artista que se queira inspirar-se do Rio Amazonia.Como ele pode se inspirar sem ir lá sentir o próprio ambiente?As fotos não nos dão tudo que nós precisamos,os vídeos também não nos dão o carácter de vivência.

    Porque as deslocações entre casa e emprego já são tão normais,que a garela decide simplesmente porque é que não escolho uma mochila e por o que mais necessito para levar e deixar o que me aconchega,para não guardar muitas recordações.Por exemplo um professor que precise de ir para outro estado trabalhar,mas só consegue arranjar sitios para morar longe do colégio que vai trabalhar.Como ele consegue estar preparado para as aulas do dia e ao mesmo tempo estar bem dispostos para os alunos e colegas?Pois,há os carros ou os transportes publicos,mas com o trânsito infernal que todo o mundo têm,pronto a outros que utilizam as pernas,ou melhor dizendo outros veiculos que não perturbam muito o trânsito,como é o caso da bicicleta,ou os patins em linha,o skate,ect…ao mesmo tempo o professor está a fazer exercicio.Mas todos os dias?!!!Não dá.

    Porque o mochilar dá prazer e é um bom exercício gratuito e ainda por mais ao ar livr. Pois,os ginâncios estão lotadissimos,o stress que a garela pega das maquinas de exercicio,que parece que estão todo o mundo zangada connosco.O stress que a garela vai nadar da piscina,como eles estivessem a fazer uma flexe por estar a nadar.O stress que vai todo o mundo a sauna,parece que o tempo não para mesmo dentro a sauna que é supostamente para relaxar,mas não hoje em dia tudo que seja agradavel é um forma dos outros ultrapassarem-nos dos nossos empregos,ou até mesmo daquilo que mais ambicionamos-nos ser um dia!!!

  • Pinto Virgem

    O mochilar já não é nenhum verbo, mas sim uma filosofia de vida, na qual a pessoa conhece a si mesma. O termo é simplesmente “viver andando” ou “viver com a casa nas costas”.

    Há muita garela já leva a vida de mochileiro porque para podemos construir uma ideia precisamos de sentir o local.Por exemplo,um artista que se queira inspirar-se do Rio Amazonia.Como ele pode se inspirar sem ir lá sentir o próprio ambiente?As fotos não nos dão tudo que nós precisamos,os vídeos também não nos dão o carácter de vivência.

    Porque as deslocações entre casa e emprego já são tão normais,que a garela decide simplesmente porque é que não escolho uma mochila e por o que mais necessito para levar e deixar o que me aconchega,para não guardar muitas recordações.Por exemplo um professor que precise de ir para outro estado trabalhar,mas só consegue arranjar sitios para morar longe do colégio que vai trabalhar.Como ele consegue estar preparado para as aulas do dia e ao mesmo tempo estar bem dispostos para os alunos e colegas?Pois,há os carros ou os transportes publicos,mas com o trânsito infernal que todo o mundo têm,pronto a outros que utilizam as pernas,ou melhor dizendo outros veiculos que não perturbam muito o trânsito,como é o caso da bicicleta,ou os patins em linha,o skate,ect…ao mesmo tempo o professor está a fazer exercicio.Mas todos os dias?!!!Não dá.

    Porque o mochilar dá prazer e é um bom exercício gratuito e ainda por mais ao ar livr. Pois,os ginâncios estão lotadissimos,o stress que a garela pega das maquinas de exercicio,que parece que estão todo o mundo zangada connosco.O stress que a garela vai nadar da piscina,como eles estivessem a fazer uma flexe por estar a nadar.O stress que vai todo o mundo a sauna,parece que o tempo não para mesmo dentro a sauna que é supostamente para relaxar,mas não hoje em dia tudo que seja agradavel é um forma dos outros ultrapassarem-nos dos nossos empregos,ou até mesmo daquilo que mais ambicionamos-nos ser um dia!!!

  • Pinto Virgem

    O mochilar já não é nenhum verbo, mas sim uma filosofia de vida, na qual a pessoa conhece a si mesma. O termo é simplesmente “viver andando” ou “viver com a casa nas costas”.

    Há muita garela já leva a vida de mochileiro porque para podemos construir uma ideia precisamos de sentir o local.Por exemplo,um artista que se queira inspirar-se do Rio Amazonia.Como ele pode se inspirar sem ir lá sentir o próprio ambiente?As fotos não nos dão tudo que nós precisamos,os vídeos também não nos dão o carácter de vivência.

    Porque as deslocações entre casa e emprego já são tão normais,que a garela decide simplesmente porque é que não escolho uma mochila e por o que mais necessito para levar e deixar o que me aconchega,para não guardar muitas recordações.Por exemplo um professor que precise de ir para outro estado trabalhar,mas só consegue arranjar sitios para morar longe do colégio que vai trabalhar.Como ele consegue estar preparado para as aulas do dia e ao mesmo tempo estar bem dispostos para os alunos e colegas?Pois,há os carros ou os transportes publicos,mas com o trânsito infernal que todo o mundo têm,pronto a outros que utilizam as pernas,ou melhor dizendo outros veiculos que não perturbam muito o trânsito,como é o caso da bicicleta,ou os patins em linha,o skate,ect…ao mesmo tempo o professor está a fazer exercicio.Mas todos os dias?!!!Não dá.

    Porque o mochilar dá prazer e é um bom exercício gratuito e ainda por mais ao ar livr. Pois,os ginâncios estão lotadissimos,o stress que a garela pega das maquinas de exercicio,que parece que estão todo o mundo zangada connosco.O stress que a garela vai nadar da piscina,como eles estivessem a fazer uma flexe por estar a nadar.O stress que vai todo o mundo a sauna,parece que o tempo não para mesmo dentro a sauna que é supostamente para relaxar,mas não hoje em dia tudo que seja agradavel é um forma dos outros ultrapassarem-nos dos nossos empregos,ou até mesmo daquilo que mais ambicionamos-nos ser um dia!!!

  • Emerson Lago

    Concordo com o seu modo de pensar. Acredito que como eu, vc esbarra no ponto de imprevistos e valores. Pretendo fazer uma primeira experiência indo até o trecho da Estrada Real (MG). Para isso estou vasculhando tudo sobre e poder ter o minimo de imprevistos possíveis. Com mais um pouco de iniciativa, com fé, estarei indo ainda esse ano (2010) no mês de novembro para essa empreitada maravilhosa./// Para ter uma ideia fiz uma caminhada na cidade de Ouro Preto (MG) por 10 dias e adorei só me fez ter mais vontade para outras mais. Valeu

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