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	<title>Comentários sobre: Mem&#243;rias de uma Interna&#231;&#227;o</title>
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		<title>Por: Claudio</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-143485</link>
		<dc:creator>Claudio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:29:00 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns.... seu texto é excelente... sei bem o que você passou.. pois estou passando isso... é foda depender dos outros para as coisas mais simples, que não damos importância quando estamos saudáveis....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns&#8230;. seu texto é excelente&#8230; sei bem o que você passou.. pois estou passando isso&#8230; é foda depender dos outros para as coisas mais simples, que não damos importância quando estamos saudáveis&#8230;.</p>
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		<title>Por: cazzobrasilia</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-93645</link>
		<dc:creator>cazzobrasilia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 18:44:54 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tinha moto... caí.. quebrei a clavícula... arrumei a moto.. arrumei a clavícula e tudo beleza... mas quando meu filho nasceu eu perdi o tesão na moto... agora só de carro... aqui em Brasília tem acidente de moto direto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha moto&#8230; caí.. quebrei a clavícula&#8230; arrumei a moto.. arrumei a clavícula e tudo beleza&#8230; mas quando meu filho nasceu eu perdi o tesão na moto&#8230; agora só de carro&#8230; aqui em Brasília tem acidente de moto direto&#8230;</p>
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		<title>Por: cazzobrasilia</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-423964</link>
		<dc:creator>cazzobrasilia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 18:44:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tinha moto... caí.. quebrei a clavícula... arrumei a moto.. arrumei a clavícula e tudo beleza... mas quando meu filho nasceu eu perdi o tesão na moto... agora só de carro... aqui em Brasília tem acidente de moto direto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha moto&#8230; caí.. quebrei a clavícula&#8230; arrumei a moto.. arrumei a clavícula e tudo beleza&#8230; mas quando meu filho nasceu eu perdi o tesão na moto&#8230; agora só de carro&#8230; aqui em Brasília tem acidente de moto direto&#8230;</p>
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		<title>Por: thomas</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-87351</link>
		<dc:creator>thomas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 00:30:48 +0000</pubDate>
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		<description>Moto pra mim não dá mesmo! O trágico é que todas as vezes em que decidi comprar uma moto, aconteceram acidentes - alguns fatais - com conhecidos meus. O ultimo foi com o professor de educação física e personal trainer da minha academia. Imagine um cara que é fisiculturista e vive disso perder uma perna? Pois foi isso que aconteceu com ele...

Nem sei como ele está hoje. Mas deve ter precisado de uma boa ajuda psicologica...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moto pra mim não dá mesmo! O trágico é que todas as vezes em que decidi comprar uma moto, aconteceram acidentes &#8211; alguns fatais &#8211; com conhecidos meus. O ultimo foi com o professor de educação física e personal trainer da minha academia. Imagine um cara que é fisiculturista e vive disso perder uma perna? Pois foi isso que aconteceu com ele&#8230;</p>
<p>Nem sei como ele está hoje. Mas deve ter precisado de uma boa ajuda psicologica&#8230;</p>
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		<title>Por: thomas</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-423962</link>
		<dc:creator>thomas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 00:30:00 +0000</pubDate>
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		<description>Moto pra mim não dá mesmo! O trágico é que todas as vezes em que decidi comprar uma moto, aconteceram acidentes - alguns fatais - com conhecidos meus. O ultimo foi com o professor de educação física e personal trainer da minha academia. Imagine um cara que é fisiculturista e vive disso perder uma perna? Pois foi isso que aconteceu com ele...

Nem sei como ele está hoje. Mas deve ter precisado de uma boa ajuda psicologica...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moto pra mim não dá mesmo! O trágico é que todas as vezes em que decidi comprar uma moto, aconteceram acidentes &#8211; alguns fatais &#8211; com conhecidos meus. O ultimo foi com o professor de educação física e personal trainer da minha academia. Imagine um cara que é fisiculturista e vive disso perder uma perna? Pois foi isso que aconteceu com ele&#8230;</p>
<p>Nem sei como ele está hoje. Mas deve ter precisado de uma boa ajuda psicologica&#8230;</p>
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		<title>Por: Rafael Pereira de Albuquerque</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-84529</link>
		<dc:creator>Rafael Pereira de Albuquerque</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 02:52:41 +0000</pubDate>
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		<description>Ao prestar socorro no acidente, o envolvido mais fraturado disse que tinha perdido a vida. Tinha família, namorada, filhos. É que uma de suas pernas teria de ser amputada. Percebi desde logo. Tentaram convencer que daria para usar pinos. Como não gosto de iludir, disse que ele poderia andar com uma perna. Até dirigir carro. Não atrapalha a estética. Uma calça jins. Claro que não poderá se envolver em brigas braçais. Tem que resolver de outro jeito mesmo, hehehe. Também não poderá jogar bola ou correr. No mais, poderá viver com alta estima. Agora, os dias no hospital, com aquelas enfermeiras. Achei melhor não dizer nada. Caso que necessitam de amputações geram um choque emocional, que chega a superar até a dor física. Na hipótese, convenci o colega de que a vida não acabou naquele momento. Apesar da mudança, existe capacidade realizar muitas conquistas. Tem altas modelos com uma perninha a menos e daí? Continuam gatinhas do mesmo jeito. O que não presta é o excesso de amor próprio. Gente que só liga para quem tem as coisas e tal. Dessas pessoas eu tô fora. Pode ser rica e ter a maior beleza do mundo. O cidadão referido talvez fosse assim. Juventude, vaidade e tal. Portanto, o impacto moral, por algo que ele mesmo criou. Moderados efeitos de acidente, produziram uma melhora espiritual. Desejo força a todos camaradas em situação semelhante. E sobretudo muito otimismo, pois surgem amizadas sinceras. Afinal de contas, uma amputação não é o pior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao prestar socorro no acidente, o envolvido mais fraturado disse que tinha perdido a vida. Tinha família, namorada, filhos. É que uma de suas pernas teria de ser amputada. Percebi desde logo. Tentaram convencer que daria para usar pinos. Como não gosto de iludir, disse que ele poderia andar com uma perna. Até dirigir carro. Não atrapalha a estética. Uma calça jins. Claro que não poderá se envolver em brigas braçais. Tem que resolver de outro jeito mesmo, hehehe. Também não poderá jogar bola ou correr. No mais, poderá viver com alta estima. Agora, os dias no hospital, com aquelas enfermeiras. Achei melhor não dizer nada. Caso que necessitam de amputações geram um choque emocional, que chega a superar até a dor física. Na hipótese, convenci o colega de que a vida não acabou naquele momento. Apesar da mudança, existe capacidade realizar muitas conquistas. Tem altas modelos com uma perninha a menos e daí? Continuam gatinhas do mesmo jeito. O que não presta é o excesso de amor próprio. Gente que só liga para quem tem as coisas e tal. Dessas pessoas eu tô fora. Pode ser rica e ter a maior beleza do mundo. O cidadão referido talvez fosse assim. Juventude, vaidade e tal. Portanto, o impacto moral, por algo que ele mesmo criou. Moderados efeitos de acidente, produziram uma melhora espiritual. Desejo força a todos camaradas em situação semelhante. E sobretudo muito otimismo, pois surgem amizadas sinceras. Afinal de contas, uma amputação não é o pior.</p>
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		<title>Por: Rafael Pereira de Albuquerque</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-423960</link>
		<dc:creator>Rafael Pereira de Albuquerque</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 02:52:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ao prestar socorro no acidente, o envolvido mais fraturado disse que tinha perdido a vida. Tinha família, namorada, filhos. É que uma de suas pernas teria de ser amputada. Percebi desde logo. Tentaram convencer que daria para usar pinos. Como não gosto de iludir, disse que ele poderia andar com uma perna. Até dirigir carro. Não atrapalha a estética. Uma calça jins. Claro que não poderá se envolver em brigas braçais. Tem que resolver de outro jeito mesmo, hehehe. Também não poderá jogar bola ou correr. No mais, poderá viver com alta estima. Agora, os dias no hospital, com aquelas enfermeiras. Achei melhor não dizer nada. Caso que necessitam de amputações geram um choque emocional, que chega a superar até a dor física. Na hipótese, convenci o colega de que a vida não acabou naquele momento. Apesar da mudança, existe capacidade realizar muitas conquistas. Tem altas modelos com uma perninha a menos e daí? Continuam gatinhas do mesmo jeito. O que não presta é o excesso de amor próprio. Gente que só liga para quem tem as coisas e tal. Dessas pessoas eu tô fora. Pode ser rica e ter a maior beleza do mundo. O cidadão referido talvez fosse assim. Juventude, vaidade e tal. Portanto, o impacto moral, por algo que ele mesmo criou. Moderados efeitos de acidente, produziram uma melhora espiritual. Desejo força a todos camaradas em situação semelhante. E sobretudo muito otimismo, pois surgem amizadas sinceras. Afinal de contas, uma amputação não é o pior.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao prestar socorro no acidente, o envolvido mais fraturado disse que tinha perdido a vida. Tinha família, namorada, filhos. É que uma de suas pernas teria de ser amputada. Percebi desde logo. Tentaram convencer que daria para usar pinos. Como não gosto de iludir, disse que ele poderia andar com uma perna. Até dirigir carro. Não atrapalha a estética. Uma calça jins. Claro que não poderá se envolver em brigas braçais. Tem que resolver de outro jeito mesmo, hehehe. Também não poderá jogar bola ou correr. No mais, poderá viver com alta estima. Agora, os dias no hospital, com aquelas enfermeiras. Achei melhor não dizer nada. Caso que necessitam de amputações geram um choque emocional, que chega a superar até a dor física. Na hipótese, convenci o colega de que a vida não acabou naquele momento. Apesar da mudança, existe capacidade realizar muitas conquistas. Tem altas modelos com uma perninha a menos e daí? Continuam gatinhas do mesmo jeito. O que não presta é o excesso de amor próprio. Gente que só liga para quem tem as coisas e tal. Dessas pessoas eu tô fora. Pode ser rica e ter a maior beleza do mundo. O cidadão referido talvez fosse assim. Juventude, vaidade e tal. Portanto, o impacto moral, por algo que ele mesmo criou. Moderados efeitos de acidente, produziram uma melhora espiritual. Desejo força a todos camaradas em situação semelhante. E sobretudo muito otimismo, pois surgem amizadas sinceras. Afinal de contas, uma amputação não é o pior.</p>
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		<title>Por: m.fernando</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-36709</link>
		<dc:creator>m.fernando</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:27:23 +0000</pubDate>
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		<description>eu tive uma situaçao parecida com a sua 
depois de quatro dias sem fazer numero dois na hora preferi pedi para minha namorada em vez da enfermeira pra mim ajudar que acabei morendo de vergonha eu cagava e chorava de vergonha ao mesmo tempo, iimaginava que ela fosse fica com nojo mais encarou com maior naturalidade.

po mesmo nois tendo bastante itimidade 
mais ai era de mais nao tinha como nao ter vergonha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu tive uma situaçao parecida com a sua<br />
depois de quatro dias sem fazer numero dois na hora preferi pedi para minha namorada em vez da enfermeira pra mim ajudar que acabei morendo de vergonha eu cagava e chorava de vergonha ao mesmo tempo, iimaginava que ela fosse fica com nojo mais encarou com maior naturalidade.</p>
<p>po mesmo nois tendo bastante itimidade<br />
mais ai era de mais nao tinha como nao ter vergonha</p>
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		<title>Por: m.fernando</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-423957</link>
		<dc:creator>m.fernando</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 07:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>eu tive uma situaçao parecida com a sua 
depois de quatro dias sem fazer numero dois na hora preferi pedi para minha namorada em vez da enfermeira pra mim ajudar que acabei morendo de vergonha eu cagava e chorava de vergonha ao mesmo tempo, iimaginava que ela fosse fica com nojo mais encarou com maior naturalidade.

po mesmo nois tendo bastante itimidade 
mais ai era de mais nao tinha como nao ter vergonha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu tive uma situaçao parecida com a sua<br />
depois de quatro dias sem fazer numero dois na hora preferi pedi para minha namorada em vez da enfermeira pra mim ajudar que acabei morendo de vergonha eu cagava e chorava de vergonha ao mesmo tempo, iimaginava que ela fosse fica com nojo mais encarou com maior naturalidade.</p>
<p>po mesmo nois tendo bastante itimidade<br />
mais ai era de mais nao tinha como nao ter vergonha</p>
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		<title>Por: Silas Cordeiro Pascoal</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/memrias-de-uma-internao/#comment-14235</link>
		<dc:creator>Silas Cordeiro Pascoal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 15:40:58 +0000</pubDate>
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		<description>11 dias? Fala sério, só isso? Eu já fiquei um mês internado, a maior parte do tempo (uns 20 dias) sem comer nem beber nem sair do leito, e o cara ainda reclama? rsrs tá precisando ver como o caso dele foi BOM, SIMPLES E RÁPIDO... Acho que esse artigo tem muita coisa de antropocentrista/egocentrista, se bem que o cara aprendeu algumas lições na base da invalidez temporária. E, mais uma vez, revelou-se que tudo é relativo à nossa interpretação pessoal - 11 dias dependendo dos outros pra cagar e mijar não são nada pra quem passou um mês.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>11 dias? Fala sério, só isso? Eu já fiquei um mês internado, a maior parte do tempo (uns 20 dias) sem comer nem beber nem sair do leito, e o cara ainda reclama? rsrs tá precisando ver como o caso dele foi BOM, SIMPLES E RÁPIDO&#8230; Acho que esse artigo tem muita coisa de antropocentrista/egocentrista, se bem que o cara aprendeu algumas lições na base da invalidez temporária. E, mais uma vez, revelou-se que tudo é relativo à nossa interpretação pessoal &#8211; 11 dias dependendo dos outros pra cagar e mijar não são nada pra quem passou um mês.</p>
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