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Continuando a saga, cinco gols de Roberto Dinamite, vitória com sufoco do Grêmio, surpresa do Brasil de Pelotas, Santos batendo o São Paulo e o rebaixamento do Fluminense em 1996.
Após uma rápida passagem pelo Barcelona, o maior ídolo da história do Vasco retornava ao Brasil num jogo contra o Corinthians, no Maracanã. E foi um retorno triunfal.
Após sair em desvantagem, o Vasco virou e goleou, comandado por Roberto Dinamite, que simplesmente marcos os cinco gols cruzmaltinos. Melhor impossível.
A surpreendente Portuguesa havia se classificado para a fase final do Brasileirão de 96 e atropelado seus rivais. Comandada por Rodrigo Fabri e Alex Alves, no 1º jogo da decisão contra o Grêmio, a Lusa fez 2 X 0 e levava grande vantagem para o Olímpico. Mas Grêmio é Grêmio, e logo no começo do jogo, Paulo Nunes faz 1 X 0 para os gaúchos.
Numa agonia incrível, o tricolor não conseguia fazer o gol que lhe garantiria o título daquele ano, e isso perdurou até os 38 do segundo tempo, quando Aílton aproveitou uma bola mal rebatida e fez a festa da torcida tricolor, que logo depois festejaria o bicampeonato.
As quartas de final do Brasileirão de 85 foram disputadas em grupos de 4 times. O surpreendente Brasil de Pelotas e o tradicional Flamengo se destacaram no respectivo grupo, e na penúltima rodada, as atenções se voltaram ao Estádio Bento Freitas, em Pelotas.
Mas quem foi ao estádio ver Zico, Fillol, Mozer, Bebeto e cia, acabou vendo Bira e Junior Brasília, e o pequeno Brasil ali avançava para a semifinal, eliminando o poderoso rubro-negro. Na fase seguinte, o Brasil não resistiu ao futebol do então forte Bangu. Foi um ano de glória para o time xavante.
O São Paulo fez de longe a melhor campanha da 1ª fase do Brasileirão de 2002. Comandado por Rogério Ceni, Kaká e Luis Fabiano, o tricolor vinha como favoritíssimo ao título, e nas quartas de final, encararia um Santos renovado, que vinha capengando e conseguiu se classificar em oitavo. Porém, aquele jogo marcaria a arrancada dos meninos da Vila, comandados por Diego e Robinho, rumo ao título brasileiro daquele ano.
Alberto fez 1 X 0 para o Peixe, mas Kaká empatou em jogada sensacional. Porém, Robinho e Diego deram números finais ao jogo. Para a segunda partida, o São Paulo ainda acreditava em fazer valer o futebol que lhe deu a melhor campanha, mas este jogo é assunto para outro post.
Na última rodada do Brasileirão de 96, o Fluminense estava atrás de Bahia e Criciúma, e precisava vencer, além de ambos tropeçarem. O tricolor levou o jogo para Cariacica, no Espírito Santo, e fez sua parte. Mas deu azar, pois dois inimigos históricos do Flu eram os rivais de Bahia e Criciúma. Primeiro, o Flamengo deu um jeito de perder para o Bahia em casa. E o Atlético-PR, inimigo do tricolor após a briga no estádio das Laranjeiras em 1991, também perdeu para o Criciúma.
Resultados suspeitos ou não, o fato é que, com isso, o Fluminense começava a mergulhar num abismo que culminou com a queda à terceira divisão. Abismo que o time pode mergulhar novamente esse ano, pelo visto.
Flamenguista ortodoxo, toca bateria e ama cerveja e mulher (nessa ordem). Nas horas vagas, é médico e o nosso grande Dr. Health.
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