José Junior, 41, coordenador do AfroReggae

Gustavo Gitti

por
em às | Entrevistas e perfis


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O cara cresceu em Ramos (RJ), perto do Complexo do Alemão, imerso na cultura marginal do tráfico de drogas, da prostituição, do jogo do bicho. Fazia festas de funk, criou um jornal para a comunidade e depois começou a oferecer aulas de percussão e dança, mas sem saber tocar ou dançar – aprendeu ensinando.

Esse é José Junior (@JJAfroReggae no Twitter), fundador da ONG Afroreggae, atualmente com 74 projetos, 10 bandas de música, 2 trupes de circo, grupo de teatro, centro multimídia… Trabalha com policiais, presidiários e jovens empresários, fisgando as pessoas pela mesma lógica que as leva ao tráfico, tratando-os como seres inteligentes, não alienados. Desde 1993, o grupo se ampliou e hoje atua também na Índia, EUA, Colômbia, China, Inglaterra e França.

Mas chega de introdução. Batemos um papo com José Junior e agora a conversa se abre pra vocês.

1. Qual sua história? Quais suas origens? O que fazia antes de ser do AfroReggae?

Minha infância foi em Ramos, subúrbio do Rio, mas na adolescência fui morar no Centro. Cresci numa área degradada, cercado de violência, prostituição por todos os lados. Não tive muito estudo e fiz de tudo um pouco nesta vida. Fui o Batman em animação de festas infantis, entreguei jornais, quentinhas…

Minha vida começou a mudar quando comecei a produzir festas. Primeiro eram de funk, mas com a proibição dos bailes, mudamos para o reggae. Criamos a “Rasta Reggae Dancing”, que virou um sucesso na cidade e, na mesma época, há 17 anos, começamos a produzir o AfroReggae Notícias, um jornal que veiculava notícias sobre a cultura afro. Ou seja, o AfroReggae começou como um jornal de notícias. Só nos instalamos em Vigário Geral, naquele mesmo ano de 93, após aquela tragédia, que foi a chacina, na qual 21 inocentes foram mortos.

2. Como descobriu que era isso que queria fazer e como chegou onde está?

Eu não descobri. As coisas foram acontecendo. No AfroReggae, acreditamos muito no efeito Shiva: Deus que destrói para poder construir.

O AfroReggae é fruto da violência e também da inexperiência. Começamos a dar as oficinas culturais quase que intuitivamente. Fomos ensinando e aprendendo ao mesmo tempo. Não havia um planejamento, uma estratégia. Somos frutos do caos. Mas, por desespero, corremos atrás e buscamos soluções que até então eram inéditas e que deram certo.

3. O que você faz atualmente?

Sou coordenador-executivo do Grupo Cultural AfroReggae. Hoje o AfroReggae tem muitos coordenadores e cada um cuida de uma parte, mas eu sou o gestor. Acho que meu grande talento é o empreendedorismo social. Esse diálogo com a elite, com a favela, políticos, bandidos, polícia.

E é para isso que trabalho, para acabar com o apartheid social. Queremos construir um ponte, com uma via de mão dupla para integrar classes sociais diferentes, raças diferentes, ou seja, eliminar barreiras invisíveis que a sociedade construiu.

4. E seu programa no Multishow?


Link YouTube

O “Conexões Urbanas”, do Multishow, é fruto de outras conexões. Em 2001 começamos a produzir grandes shows em favelas. A ideia do projeto era levar grandes nomes da MPB para tocar nas favelas mais temidas da cidade. Se havia um mega show na praia de Copacabana ou na casa de shows mais sofisticada da cidade, levávamos exatamente o mesmo evento para favela, incluindo o palco, o cenário. O projeto deu super certo, já passamos das 50 edições. Só neste ano já tivemos duas edições e vamos fechar o semestre com mais umas três, ultrapassando um milhão de pessoas só em 2010.

A principal questão do show é conectar mundos e realidades diferentes. Essa concepção cresceu dentro do AfroReggae e “Conexões Urbanas” acabou virando uma grande marca para a gente, uma verdadeira plataforma de negócios que hoje inclui 6 programas de rádio, inclusive em rede nacional através da Oi FM, uma revista, o show em si e o programa de TV.

Queremos construir uma espécie de “Google for good”. Virar uma referência para quem quer mudar o mundo.

Na TV, o programa se desdobra em outras ações, deixa um legado. Acho que a principal questão é que não estamos fazendo imagens para um programa de TV, estamos conectando iniciativas que já estavam ocorrendo. Conectamos e, a partir deste link, ajudamos a gerar novos negócios sustentáveis.

5. Conte um pouco do seu cotidiano.

Não tenho uma rotina, mas posso lhe dizer que trabalho muito. Mesmo o meu lazer é no meu trabalho. Uma das principais atuações do AfroReggae é a mediação de conflitos. Mediamos verdadeiras guerras. Podem ser entre facções diferentes ou entre polícia e bandido, mas quando estoura um problema, o AfroReggae sempre está lá.

Então, pela manhã posso estar numa favela mediando uma guerra do narcotráfico e à tarde posso estar na Fiesp ou numa reunião com o governador Sergio Cabral.

6. O que vocês tem feito ultimamente no projeto e onde pretendem chegar?

Hoje o AfroReggae tem 74 projetos no Brasil e no mundo. Estamos abertos a parcerias diversas. Queremos conectar. Enquanto houver diálogo, sempre haverá novas perspectivas.

7. Você citou no Twitter que considera o Luciano Huck uma “pessoa iluminada e generosa” e ele te considera um “guerrilheiro social”. O que falta para termos mais gente como vocês dois no Brasil?

Existem muitas pessoas assim, bem mais do que se imagina.

É isso que tento mostrar no meu programa de TV: pessoas que se conectam para fazer o bem, e há muita gente fazendo isso, podes crer.

8. Uma história ou uma cena que fez todo o esforço valer a pena.

Há uma coleção. A mais recente e mais forte foi no caso do Evandro. Com a ajuda da imprensa, da polícia e do governo, conseguimos o que queríamos, num curto espaço de tempo. Não houve impunidade. A justiça foi feita.

9. Quais os erros de outros agentes sociais que deixam você com vergonha alheia?

Nada me envergonha. Pelo contrário, me orgulho constantemente. Tirar gente do tráfico, ver que as pessoas podem ter uma segunda chance. Existe uma questão de índole, mas pouquíssimas pessoas são 100% ruins. No último ano tiramos quase 300 pessoas da criminalidade. Dá quase um por dia.

Isso mostra que, com oportunidade, muitos optam por traçar uma nova trajetória. É o que mais me deixa feliz porque meu maior sonho é não ver mais gente no tráfico.

10. Quais são os passos específicos que um leitor que queira se tornar um agente social pode tomar agora?

Minha faculdade foi na rua e minha pós graduação foi baseada na minha intuição. Muitas vezes ouvimos “não vai por esse caminho, não faça isso”. Fizemos. E deu certo.

O AfroReggae só deu certo porque apostamos em pessoas e projetos que eram dados como perdidos, sem solução. A gente tinha até um slogan que dizia “Onde os outros não vêem saída, a gente vê arte”. Fora isso tivemos grandes parceiros e gurus, como nosso querido Waly Salomão, o padre Lorenzo Zanetti, além do Caetano, da Regina Casé, entre muitos outros.


Link YouTube

11. O que você demorou muito tempo pra aprender e agora pode resumir em poucas palavras?

Eu era uma pessoa muito preconceituosa. Por exemplo, eu detestava a polícia. Hoje, quebrei essas barreiras e desenvolvo dois importantes projetos com a polícia: o Juventude e Polícia (em parceria com o governo de Minas) e o Papo de Responsa, com a Polícia Civil do Rio de Janeiro.

12. Quais são os benefícios que seu trabalho gera para as pessoas próximas e para a sociedade em geral?

Não necessariamente o meu, mas o do AfroReggae como um todo. São desde as oficinas culturais que oferecemos nas favelas até o resgate dos jovens do crime. Isso impacta diretamente na violência. Essa questão de promover a integração social gera vantagens para todos, para a elite e para o favelado, para o preto e para o branco.

13. Quais seus outros interesses, práticas e habilidades? Filosofias, esportes, artes, espiritualidade…

Eu sou muito ligado à espiritualidade. Não tenho religião, mas tenho muita fé. Sempre busco aprimorar este lado.

Gustavo Gitti

Professor de TaKeTiNa, autor do Não2Não1, colunista da revista Vida Simples e coordenador do lugar. Interessado na transformação pelo ritmo e pelo silêncio. No Google+, no Twitter e no Facebook. Seu site: www.gustavogitti.com


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  • Pingback: Tweets that mention José Junior, 41, coordenador do AfroReggae | Papo de Homem – Lifestyle Magazine -- Topsy.com

  • http://www.contenciosonet.blogspot.com Ermiro Neto

    Ótima entrevista. Não que isso seja relevante, mas só fiquei curioso com a remuneração dele. Como rola?

  • http://www.facebook.com/people/Rodrigo-Caparelli-Chicoli/100000583321660 Rodrigo Caparelli Chicoli

    Com o perdão da palavra, mas esse cara é FODA!
    Ele e o AfroReggae.

    Nunca vi alguém que fizesse pelas pessoas o que ele e o Afro fazem!

    Muito boa essa entrevista!

  • Filipe Oliveira

    Realmente José Junior e sua organização, o afroReggae, conseguem salvar pessoas do tráfico. É disso que uma civilização precisa pra avançar, que haja essa conexão entre as classes baixas e altas. Que exista essa ponte entre a cidade partida. Já conhecia o programa no Multishow. Simplesmente irado. Faz você refletir e perceber que você pode fazer a diferença.

  • Lucas Maia

    Se o estado fizesse metade do trabalho que esse cara faz viveríamos num lugar muito melhor.

    Esse apartheid social é real no Brasil e é importante que gente como o José Júnior diga isso. O estado só enxerga um lado e o cara que está marginalizado só enxerga outro e ninguém nunca se entende. Esse é o problema.

  • http://twitter.com/autoramajj Jonas Jeske

    14. Mulheres: melhor trabalhar ao lado delas, mantê-las longe ou nenhum dos extremos?

  • http://www.facebook.com/people/Caio-Durigan-Piascitelli/100000800005370 Caio Durigan Piascitelli

    Cara… essa matéria e essa entrevista me fez perceber realmente o quão grande é esse trabalho. Eu não botava muita fé nesses trabalhos. Mas me surpreendeu os dados.
    Eu sou daqueles que “querem mudar o mundo”, mas nunca achei grandes programas que funcionassem de verdade, como este parece funcionar. Este papel dele nisso tudo é a chave, e é incrível.
    Espero ser como ele, fazer a diferença, mas agindo em outras áreas.

    Parabéns para o JJ, e para o PdH.

  • joao paulo

    muito bom, eu também tinha um preconceito contra a polícia, mas é o trabalho deles, e tudo mais, do mesmo modo que antes eu naão tinha um preconceito com traficantes e hoje eu vejo que não tem certo e errado, policia tem que pegar traficante de droga pesada e ladrão, mas não é oque acontece onde no brasil pequenas pessoas são presas com maconha ou muito pouco crack :s
    repressão contra drogas não dá certo e nunca dará!
    esse cara é foda…

  • Manuela

    Parabéns Gitti!
    Essa escolha foi perfeita!Eu sempre me emociono assistindo o Conexões Urbanas. O trabalho do José Junior e do AfroReggae é muito corajoso e fundamental.
    Abs!

  • Manuela

    Parabéns Gitti!
    Essa escolha foi perfeita!Eu sempre me emociono assistindo o Conexões Urbanas. O trabalho do José Junior e do AfroReggae é muito corajoso e fundamental.
    Abs!

  • rafaelaun

    Gitti,

    Esse projeto é muito distante de entendimento para minha pessoa. Fico tentando entender a lógica que há por trás de um Grupo que negocia com criminosos e autoridades, levantando a bandeira do Reagge, como forma de salvar meninos e meninas do caos em busca da igualde social.

    Perdoe minha ignorância (talvez até preconceito), mas hoje acredito que este e outros projetos “culturais” sejam temperados com muita mídia barata e voltam seus méritos para um resgaste social um pouco fajuto.

    De qualquer maneira, muito boa a entrevista com José Júnor. Obrigado.

    Um abraço,

    Rafael Aun

  • http://twitter.com/pazamorearte Miriam Miranda

    Parabéns pela entrevista Gustavo! O Bem precisa deixar de ser silencioso e atuar ostensivamente entre os seres que pretendem ser humanos. Só assim contagiamos os indecisos. Estamos nessa luta e compartilhamos da sua fé José Junior!
    Miriam Miranda

  • http://www.pagobem.com Pago Bem!

    Acredito que qualquer tentativa de “resgate social” passa longe de ser fajuta. Se vai dar certo ninguém sabe, mas alguém está fazendo alguma coisa por outras pessoas.

    Gitti, baita entrevista.

  • Gustavo Alencastro

    Fora o excelente programa denominado Conexões Urbanas (rádio e televisão) tem também o livro – Da favela para o mundo – que conta a história do Grupo. Sem palavras sobre a importância de trazer o José Júnior. O Afroreggae é o povo pelo povo !

  • Evelyn Soares

    Finalmente, um homem que admiro por sua história e pela obra.
    Sucesso, sempre, ao José Júnior e aos benditos homens do PdH!

  • http://www.facebook.com/diegoholiveira Diego Henrique Oliveira

    Tenho um comentário sobre essa frase: “Queremos construir um ponte, com uma via de mão dupla para integrar classes sociais diferentes, raças diferentes, ou seja, eliminar barreiras invisíveis que a sociedade construiu.”.

    Na verdade meu comentário é mais sobre essa questão de “raças diferentes”. Eu não acredito que negro, branco, amarelo, vermelho, azul seja raça. Isso pra mim é característica da pessoa e não deveria ser usado pra classificação. Vou alem e ouso dizer que esse mundo continuará sendo uma merda enquanto as pessoas não enxergarem a humanidade como uma raça única em que todo e qualquer individuo seja respeitado independente da sua cor / classe social / religião.

    Inclusive compartilho este link com vocês: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult3

    A ideia do Sérgio Pena, geneticista citado na reportagem, é a ideia que eu acredito.

    :)

  • http://www.facebook.com/diegoholiveira Diego Henrique Oliveira

    Tenho um comentário sobre essa frase: “Queremos construir um ponte, com uma via de mão dupla para integrar classes sociais diferentes, raças diferentes, ou seja, eliminar barreiras invisíveis que a sociedade construiu.”.

    Na verdade meu comentário é mais sobre essa questão de “raças diferentes”. Eu não acredito que negro, branco, amarelo, vermelho, azul seja raça. Isso pra mim é característica da pessoa e não deveria ser usado pra classificação. Vou alem e ouso dizer que esse mundo continuará sendo uma merda enquanto as pessoas não enxergarem a humanidade como uma raça única em que todo e qualquer individuo seja respeitado independente da sua cor / classe social / religião.

    Inclusive compartilho este link com vocês: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult3

    A ideia do Sérgio Pena, geneticista citado na reportagem, é a ideia que eu acredito.

    :)

  • http://twitter.com/chumboryson marks viny

    Faz um belo trabalho aqui no Rio.

  • http://www.facebook.com/people/Julio-Meneghini/100000560949663 Julio Meneghini

    A ideia do “Google for good” é muito boa. Serve de plataforma para quem não sabe como agir e tem vontade. Sempre pensei nesse sentido, mas como uma holding de projetos ao bem comum, o que poderia trazer mais fiscalização e segurança para quem quiser investir tempo/dinheiro. Seria muito interessante discutir mais esta ideia…

    Acho que este texto deveria estar na seção “Homens que você deveria conhecer”!!! Bela matéria e os vídeos são ótimos, não conhecia o programa ainda…

  • Rodrigo Ramos

    Esse cara é um gênio, negociador, empreendedor e líder nato! Aproveita muito bem as ferramentas que tem, a formação da vida, da rua. Aposto que muitas empresas (pelo menos as espertas) adorariam ter José Júnior como executivo e ele poderia ganhar muito numa carreira corporativa, porém o que ele ganha na carreira que tem, ajudando a quem precisa, nenhum salário paga!
    O que mais impressiona é como ele consegue transitar desde a alta esfera do governo até o grupo mais a marginal da sociedade e a capacidade de enxergar oportunidades em meio ao caos. Ele é de fato, “O cara!”. Parabéns ao José Junior e ao PDH pela entrevista!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Julio, concordo contigo, mas a série “Homens que você deveria conhecer” traça perfis. Se podemos entrevistar o cara, melhor, não?

  • Natooh

    Pow…comecei a procurar mais sobre esse projeto , agora depois da matéria no caldeirão do Huck, muito show o projeto e o José Jr. é Foda…o kra é do Bem msm,….parabens

  • Natooh

    Pow…comecei a procurar mais sobre esse projeto , agora depois da matéria no caldeirão do Huck, muito show o projeto e o José Jr. é Foda…o kra é do Bem msm,….parabens

  • carlosarts

    boa tarde amigo !
    teria como me dar uma força
    preciso fazer contato com
    josé junior afroreggae
    meu email: carlosarts7@gmail.com
    importante
    grato

  • jose indignado

    Só um comentário sobre o José Junior, como que um cara que fala de igualdade social e anda de Land Rover e mora em uma mansão fora da favela enquanto seus funcionários se matam para ganhar 600,00 por mês, fora que ele retirou todos os fundadores do AfroReggae e os poucos que ficaram ralam igual doidos moram na favela e tem um patamar de vida infinitamente inferior a do todo poderoso Junior. Minha opinião esse cara é um safado que vive se vangloriando com o suor de gente humilde da favela. Tirou o foco de uma instituição para ele só pelo dinheiro e poder. SAFADOOOOOOOOO

  • jose indignado

    A e esqueci de falar ele está indo para São Paulo porque já esta queimado no Rio de Janeiro, quem ainda está com dúvida é só conversar com os principais lideres de projetos sociais do Rio, ninguém respeita esse homem que só sabe sugar e usar as pessoas, é triste ver oque ele fez com os fundadores do AfroReggae para centralizar o poder nele. Cuidado SÃO PAULO ele não está indo para ajudar e sim porque a fonte de dinheiro dele no Rio está secando e agora vai roubar e sugar do povo de São Paulo.

  • CIDADÃO BRASILEIRO

    Acredito que este José Junior é um bandido sanguinário que
    apenas aperfeiçoou a sua “profissão” escondido atrás da falsa lei,
    imagina uma pessoa que não teve nenhum estudo e um trabalho digno, como conseguiu
    expandir seu patrimônio da noite para o dia???Foi através de políticos que ele
    descobriu como é fácil enriquecer através de uma ONG e andar de Land Rover e
    viver em uma mansão. Única coisa que ele divide são migalhas pois o tesouro é
    para ele.

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