Fazer o que se gosta e ganhar dinheiro é a felicidade

Rafael Slonik

por
em às | Frentes, Mente e atitude, Trabalho e negócios


Aviso: Escrito por Rafael do novo-MUNDO. Os que não gostam de mim irão ler este texto com atenção, e para a maioria que ainda não me conhece, peço atenção para a leitura do texto. Eu tenho um conselho muito importante e não tem nada a ver com filtro solar.

O que é a felicidade?

felicidade

Para alguns, essa foto diz muito sobre o caminho da felicidade…

Cheiro de terra molhada é o cacete, felicidade é ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Quando você trabalha naquilo pelo que é apaixonado, você será o melhor, é inevitável. Você dedica todas as suas forças para este objetivo, então tudo conspira – chame de karma, destino, Deus, força da mente, Et, ou qualquer outra coisa – para que este objetivo se cumpra.

E o início da equação mora lá quando você começa a realizar que é um ser vivo: O que vou ser quando crescer?

A sociedade é foda. Ruim com ela e pior sem ela. A sociedade é a ferramenta criada para controlar os seres humanos e tem funcionado. Essa coisa diz para todos que é necessário exercer uma função no mundo, o tal trabalho. Com esse trabalho ajudamos a evoluir a humanidade – objetivo a longo prazo, parada estratégica – e a construir uma vida e a sobreviver – parada operacional (somos peões da sociedade).

Então já que se faz necessário agir, faça o que você gosta. Patinar no gelo? Dance. Dirigir em alta velocidade? Seja piloto. Brigar? Boxe, Karatê, Judô. Viciado em sexo? Ator pornô. Ter idéias malucas? Seja escritor. Aí que meu exemplo pessoal entra.

Minha nada vasta experiência de quase duas décadas me permite afirmar que é possível viver e ganhar grana fazendo o que gosta, seja persistente e conseguirá.

Há três anos, meu blog que hoje é minha fonte de renda principal, não era minha fonte de renda principal. O caminho que trilhei com ele não é interessante agora, o fato a dizer é que eu consegui tornar a tarefa que adoro, em meu trabalho. Fico o dia todo navegando na internet e escrevendo histórias.

Qual é a receita Ana Maria Braga?

Jamais tive um mapa do caminho que trilhei. Muito pelo contrário, sempre procurei fazer DIFERENTE para me destacar. Posso dizer que faço o que gosto e tenho orgulho de todo o trabalho que tive para chegar onde estou.

O importante é ACREDITAR naquilo que você gosta e descobrir um meio de viver com isso. Com certeza irão aparecer muitos dizendo que você é maluco, que não vai dar certo, que seu membro é muito pequeno para ser um ator pornô, respeite a opinião alheia mas não deixe ela afetar seus sonhos. Afinal, aumento do pênis é uma realidade nos dias de hoje!

Rafael Slonik é chamado de Problogger por uma meia dúzia de malucos. Ele apenas se considera feliz com o que faz, e isso é que importa. Dono do blog novo-MUNDO.org e de alguns outros menos importantes.

Aproveite para dar uma lida na entrevista concedida pelo Slonik à PapodeHomem no início desse ano, quando ele ainda ganhava só R$4000. Parte I e Parte II .

Rafael Slonik

Oi, chamo-me Rafael e estou há 2 minutos sem beber. É um prazer estar com vocês nesse sítio para compartilhar minhas histórias.


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O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Conheça a visão e a essência por trás do que fazemos. Queremos uma discussão de alto nível. Antes de comentar, leia nossas boas práticas. Caso deseje enviar um texto e se tornar um autor, venha por aqui.


  • http://www.legumesemgeral.com.br/ Gustavo

    Rafael, concordo quando você diz:
    Para alguns, essa foto diz muito sobre o caminho da felicidade…
    Me identifiquei de pronto
    HAHAHAHAHAHAHA

    Um abraço!

  • http://www.legumesemgeral.com.br Gustavo

    Rafael, concordo quando você diz:
    Para alguns, essa foto diz muito sobre o caminho da felicidade…
    Me identifiquei de pronto
    HAHAHAHAHAHAHA

    Um abraço!

  • http://novo-mundo.org/ Rafael Slonik

    Hahuahuah

    Essa legenda é do Guilherme!

    Ele editou alguns detalhes – eu curti.

  • http://novo-mundo.org Rafael Slonik

    Hahuahuah

    Essa legenda é do Guilherme!

    Ele editou alguns detalhes – eu curti.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Thiago Oshiro Campi

    É…eu concordo com essa idéia. Sempre fui persistente e hoje faço o que sempre planejei fazer, mas não acredito que isso seja certo 100% das vezes. Acho que deve-se buscar o que idealizamos desde jovens, mas sem obsessão. A obsessão pode ser o caminho para o fracasso. Uma vez um senhor bem idoso (e feliz) me disse que o segredo para a felicidade não é fazer o que se gosta e sim gostar do que se faz…
    Acho que faz todo o sentido e elimina as possibilidades de frustração.

    Thiago

  • http://www.papodehomem.com.br Thiago Oshiro Campi

    É…eu concordo com essa idéia. Sempre fui persistente e hoje faço o que sempre planejei fazer, mas não acredito que isso seja certo 100% das vezes. Acho que deve-se buscar o que idealizamos desde jovens, mas sem obsessão. A obsessão pode ser o caminho para o fracasso. Uma vez um senhor bem idoso (e feliz) me disse que o segredo para a felicidade não é fazer o que se gosta e sim gostar do que se faz…
    Acho que faz todo o sentido e elimina as possibilidades de frustração.

    Thiago

  • http://www.legumesemgeral.com.br/ Gustavo

    É bem a cara dele mesmo… HUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA

  • http://www.legumesemgeral.com.br Gustavo

    É bem a cara dele mesmo… HUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA

  • Crítico

    Rafael,

    Não me leve a mal, mas “Ter idéias malucas? Seja escritor. Aí que meu exemplo pessoal entra.” forçou a barra demais. Primeiro porque não basta ter idéias malucas para ser um bom escritor, e segundo porque você não é um escritor.

    Não me leve a mal, de verdade. Mas é mais interessante você explorar os temas que você conhece mesmo (tipo ganhar dinheiro com blogs).

    • Contab Ufrj

      Vc foi radical. É nítido que o cara estava falando de maneira informal..não nesse sentido que vc entendeu. Linguagem figurada. O que ele quis dizer com ” ideias malucas” é imaginação fértil e criativa. Ele foi sucinto, não quis estender.  Vc viajou.

  • Crítico

    Rafael,

    Não me leve a mal, mas “Ter idéias malucas? Seja escritor. Aí que meu exemplo pessoal entra.” forçou a barra demais. Primeiro porque não basta ter idéias malucas para ser um bom escritor, e segundo porque você não é um escritor.

    Não me leve a mal, de verdade. Mas é mais interessante você explorar os temas que você conhece mesmo (tipo ganhar dinheiro com blogs).

  • http://mulheraspirina.wordpress.com/ Mulher Aspirina

    Bom, a minha receita é: gostar de fazer o que faz, não tem erro… mas claro! procurar fazer o que gosta também dá certo, hahahaha
    Beijocas da Aspirina.

  • http://mulheraspirina.wordpress.com Mulher Aspirina

    Bom, a minha receita é: gostar de fazer o que faz, não tem erro… mas claro! procurar fazer o que gosta também dá certo, hahahaha
    Beijocas da Aspirina.

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Rafael, como tinha comentado antes contigo, gostei demais do texto, me identifico muito com a idéia pois é exatamente esse o momento que estou vivendo com o PapodeHomem, só não alcançamos as cifras milionárias ainda. ;D

    Um ponto importante que percebo pra quem aspira fazer e viver do que se gosta é começar o quanto antes e se dedicar com afinco.

    Quanto antes você começar, mais tempo vai ter para aprender, para errar e para se levantar novamente, sem as pressões que a idade vai colocando sobre nós.

    E o conselho do Oshiro também é ótimo, gostar do que se faz é uma maravilha.

    Só não gostei da posição do Crítico, que argumenta que o Slonik nem mesmo é escritor. O que afinal qualifica um escritor, ter um livro publicado? Algum curso, faculdade? Produção de textos intelectuais e densos?

    Pra mim o escritor se faz na produção, não importa o meio, e isso o Rafael tem de sobra.

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Rafael, como tinha comentado antes contigo, gostei demais do texto, me identifico muito com a idéia pois é exatamente esse o momento que estou vivendo com o PapodeHomem, só não alcançamos as cifras milionárias ainda. ;D

    Um ponto importante que percebo pra quem aspira fazer e viver do que se gosta é começar o quanto antes e se dedicar com afinco.

    Quanto antes você começar, mais tempo vai ter para aprender, para errar e para se levantar novamente, sem as pressões que a idade vai colocando sobre nós.

    E o conselho do Oshiro também é ótimo, gostar do que se faz é uma maravilha.

    Só não gostei da posição do Crítico, que argumenta que o Slonik nem mesmo é escritor. O que afinal qualifica um escritor, ter um livro publicado? Algum curso, faculdade? Produção de textos intelectuais e densos?

    Pra mim o escritor se faz na produção, não importa o meio, e isso o Rafael tem de sobra.

  • Lotus_negra

    Um excelente texto, parabéns !!!!!

  • Lotus_negra

    Um excelente texto, parabéns !!!!!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Eu admiro e invejo você, Rafael, mas não posso concordar quando você generaliza sua experiência e ainda propõe uma definição de felicidade.

    Seu discurso expressa uma ideologia do sucesso que acaba fazendo muita gente sofrer. Vou criticar seu discurso apenas, não você nem sua experiência (afinal sequer conheço você), ok?

    Há dois equívocos nessa visão que certamente nos levarão a duas armadilhas durante a vida. Isso acontece porque a felicidade verdadeira não pode depender de condições externas, caso contrário sempre seremos reféns de algo.

    1. “felicidade é ganhar dinheiro”
    Se o dinheiro acaba, a felicidade acaba? Que tipo de felicidade é essa? Um homem autêntico deve viver feliz com ou sem grana.

    2. “fazendo o que gosta”
    Isso é ótimo, mas não deve ser pré-requisito para a felicidade. Às vezes fazemos o que gostamos, às vezes não. E isso está bem assim. Ligar a satisfação de nossas preferências à felicidade é pedir para sofrer. Não podemos ser reféns de “gosto” e “não gosto”, como crianças birrentas.

    Uma mente rígida dificilmente será feliz. A felicidade surge justamente da plasticidade e flexibilidade da mente, que supera o autocentramento do “eu gosto” e “eu não gosto” , que abandona a noção de sucesso ou fracasso que o dinheiro parece proporcionar.

    Com essa mente, aí sim não há problema algum em ganhar muita grana fazendo o que se gosta. Já não há mais a fixação, a dependência. Há a liberdade de saber que nosso sorriso não depende de nada disso.

    Desejo muito sucesso a você, Rafael! Mas um sucesso que não dependa do seu blog, nem do reconhecimento social, nem da sua conta bancária, nem de seus ideais de felicidade, nem de seus gostos e preferências.

    Grande abraço!!!

  • http://www.nao2nao1.com.br Gustavo Gitti

    Eu admiro e invejo você, Rafael, mas não posso concordar quando você generaliza sua experiência e ainda propõe uma definição de felicidade.

    Seu discurso expressa uma ideologia do sucesso que acaba fazendo muita gente sofrer. Vou criticar seu discurso apenas, não você nem sua experiência (afinal sequer conheço você), ok?

    Há dois equívocos nessa visão que certamente nos levarão a duas armadilhas durante a vida. Isso acontece porque a felicidade verdadeira não pode depender de condições externas, caso contrário sempre seremos reféns de algo.

    1. “felicidade é ganhar dinheiro”
    Se o dinheiro acaba, a felicidade acaba? Que tipo de felicidade é essa? Um homem autêntico deve viver feliz com ou sem grana.

    2. “fazendo o que gosta”
    Isso é ótimo, mas não deve ser pré-requisito para a felicidade. Às vezes fazemos o que gostamos, às vezes não. E isso está bem assim. Ligar a satisfação de nossas preferências à felicidade é pedir para sofrer. Não podemos ser reféns de “gosto” e “não gosto”, como crianças birrentas.

    Uma mente rígida dificilmente será feliz. A felicidade surge justamente da plasticidade e flexibilidade da mente, que supera o autocentramento do “eu gosto” e “eu não gosto” , que abandona a noção de sucesso ou fracasso que o dinheiro parece proporcionar.

    Com essa mente, aí sim não há problema algum em ganhar muita grana fazendo o que se gosta. Já não há mais a fixação, a dependência. Há a liberdade de saber que nosso sorriso não depende de nada disso.

    Desejo muito sucesso a você, Rafael! Mas um sucesso que não dependa do seu blog, nem do reconhecimento social, nem da sua conta bancária, nem de seus ideais de felicidade, nem de seus gostos e preferências.

    Grande abraço!!!

  • http://novo-mundo.org/ Rafael Slonik

    O título original era “Fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso”, o Guilherme pode provar. ;)
    Ou seja, um dos meios para ser feliz é viver daquilo que se faz. Porque de nada adianta escrever os poemas mais belos e passar fome. Maslow taí para provar. ;)

    Contudo, adorei teu ponto de vista Gustavo. Valeu mesmo por ler o texto!

    E quanto ao crítico,
    você está registrado no sindicato dos escritores?

  • http://novo-mundo.org Rafael Slonik

    O título original era “Fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso”, o Guilherme pode provar. ;)
    Ou seja, um dos meios para ser feliz é viver daquilo que se faz. Porque de nada adianta escrever os poemas mais belos e passar fome. Maslow taí para provar. ;)

    Contudo, adorei teu ponto de vista Gustavo. Valeu mesmo por ler o texto!

    E quanto ao crítico,
    você está registrado no sindicato dos escritores?

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Coloquei a minha opinião embutida no título por ato falho.

    Alterei seu título sem nem perceber, Slonik. My bad. =P

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Coloquei a minha opinião embutida no título por ato falho.

    Alterei seu título sem nem perceber, Slonik. My bad. =P

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Que bom que pude contribuir em algo, Rafael. Quer dizer que o Guilherme anda alterando os títulos de nossos posts??? hahahaha….

    Ah, Guilherme, então minha crítica se direcionou para sua visão também. ;-)

    Espero um dia beber e conversar com vocês.

    Abraço!

  • http://www.nao2nao1.com.br Gustavo Gitti

    Que bom que pude contribuir em algo, Rafael. Quer dizer que o Guilherme anda alterando os títulos de nossos posts??? hahahaha….

    Ah, Guilherme, então minha crítica se direcionou para sua visão também. ;-)

    Espero um dia beber e conversar com vocês.

    Abraço!

  • http://novo-mundo.org/ Rafael Slonik

    Eu pago uma rodada! :)

  • http://novo-mundo.org Rafael Slonik

    Eu pago uma rodada! :)

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Eu pago o táxi pro clube de strippers depois da cervejada!

  • Guilherme Nascimento Valadares

    Eu pago o táxi pro clube de strippers depois da cervejada!

  • http://www.legumesemgeral.com.br/ Gustavo

    Porra bicho… me incluam numa dessas!!! hehehehe… eu pago uma caixa!! =D

    Abraços!

  • http://www.legumesemgeral.com.br Gustavo

    Porra bicho… me incluam numa dessas!!! hehehehe… eu pago uma caixa!! =D

    Abraços!

  • http://www.palomaris.com/damisoginia Carlos E. Bonini

    Não é possível ser feliz na pobreza, deixando de almoçar para poder jantar, mas também é impossível alcançar a felicidade só pela grana.

    É uma busca difícil, muito difícil…

  • http://www.palomaris.com/damisoginia Carlos E. Bonini

    Não é possível ser feliz na pobreza, deixando de almoçar para poder jantar, mas também é impossível alcançar a felicidade só pela grana.

    É uma busca difícil, muito difícil…

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    Gostei Rafael, e gostei do comentário do Gustavo, porque à medida que lia o texto pensei numa crítica parecida com a dele, e no rumo que minha vida tomou desde que, como você disse, realizei que estava viva.

    Mas o texto vem do fato de você hoje fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso, nem sempre é assim, independente de ser karma ou o que quer que seja…

    Eu tinha meus sonhos profissionais, que era fazer faculdade de biologia e ser uma grande especialista em genética. Aí minha mãe morreu e eu fui fazer o que sabia, administrar e datilografar, e virei secretária. Há 21 anos estou na profissão com a mesma pessoa, nem meu casamento durou isso tudo!!

    O tempo e as responsabilidades que assumi até hoje, inclusive a responsabilidade sobre outra vida, preferi a estabilidade de um bom salário a voltar a buscar o que eu desejava fazer.

    Algumas vezes, quando a pressão do trabalho era demais eu me disse: “pensa como puta, só no dinheiro porque a foda vai ser grande”!! Olhando para trás vejo que o caminho que a vida escolheu para mim não me trouxe infelicidade, ou, melhor dizendo, transformei a fatalidade em uma vida feliz.

    Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer. E aí o sujeito pode ganhar 10 mil prá trabalhar 10 minutos por dia, e será infeliz.

    Mas, depois de esclarecido que o Sr. Guilherme agora fica mudando o título do post dos outros, eu gostei do texto e da sua visão, ainda que ela vá mudar um pouco afinal você ainda está com 20…

    Não vou questionar a opinião do Crítico porque o Rafael denomina-se escritor, acho que esta é uma questão pessoal, eu concordo com o Guilherme.

    Eu acho é claro que, se uma pessoa tem o dom ou o desejo de escrever, deve no mínimo saber fazê-lo, senão ninguém entende ou “distorsse” (lembra?) mas como exemplo pessoal, para mim Jose Saramago é uma bosta de escritor, odeio o estilo dele, não consigo ler mais que algumas páginas, e o cara é prêmio Nobel.

    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    Gostei Rafael, e gostei do comentário do Gustavo, porque à medida que lia o texto pensei numa crítica parecida com a dele, e no rumo que minha vida tomou desde que, como você disse, realizei que estava viva.

    Mas o texto vem do fato de você hoje fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso, nem sempre é assim, independente de ser karma ou o que quer que seja…

    Eu tinha meus sonhos profissionais, que era fazer faculdade de biologia e ser uma grande especialista em genética. Aí minha mãe morreu e eu fui fazer o que sabia, administrar e datilografar, e virei secretária. Há 21 anos estou na profissão com a mesma pessoa, nem meu casamento durou isso tudo!!

    O tempo e as responsabilidades que assumi até hoje, inclusive a responsabilidade sobre outra vida, preferi a estabilidade de um bom salário a voltar a buscar o que eu desejava fazer.

    Algumas vezes, quando a pressão do trabalho era demais eu me disse: “pensa como puta, só no dinheiro porque a foda vai ser grande”!! Olhando para trás vejo que o caminho que a vida escolheu para mim não me trouxe infelicidade, ou, melhor dizendo, transformei a fatalidade em uma vida feliz.

    Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer. E aí o sujeito pode ganhar 10 mil prá trabalhar 10 minutos por dia, e será infeliz.

    Mas, depois de esclarecido que o Sr. Guilherme agora fica mudando o título do post dos outros, eu gostei do texto e da sua visão, ainda que ela vá mudar um pouco afinal você ainda está com 20…

    Não vou questionar a opinião do Crítico porque o Rafael denomina-se escritor, acho que esta é uma questão pessoal, eu concordo com o Guilherme.

    Eu acho é claro que, se uma pessoa tem o dom ou o desejo de escrever, deve no mínimo saber fazê-lo, senão ninguém entende ou “distorsse” (lembra?) mas como exemplo pessoal, para mim Jose Saramago é uma bosta de escritor, odeio o estilo dele, não consigo ler mais que algumas páginas, e o cara é prêmio Nobel.

    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com J@de

    Gostei Rafael, e gostei do comentário do Gustavo, porque à medida que lia o texto pensei numa crítica parecida com a dele, e no rumo que minha vida tomou desde que, como você disse, realizei que estava viva.

    Mas o texto vem do fato de você hoje fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso, nem sempre é assim, independente de ser karma ou o que quer que seja…

    Eu tinha meus sonhos profissionais, que era fazer faculdade de biologia e ser uma grande especialista em genética. Aí minha mãe morreu e eu fui fazer o que sabia, administrar e datilografar, e virei secretária. Há 21 anos estou na profissão com a mesma pessoa, nem meu casamento durou isso tudo!!

    O tempo e as responsabilidades que assumi até hoje, inclusive a responsabilidade sobre outra vida, preferi a estabilidade de um bom salário a voltar a buscar o que eu desejava fazer.

    Algumas vezes, quando a pressão do trabalho era demais eu me disse: “pensa como puta, só no dinheiro porque a foda vai ser grande”!! Olhando para trás vejo que o caminho que a vida escolheu para mim não me trouxe infelicidade, ou, melhor dizendo, transformei a fatalidade em uma vida feliz.

    Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer. E aí o sujeito pode ganhar 10 mil prá trabalhar 10 minutos por dia, e será infeliz.

    Mas, depois de esclarecido que o Sr. Guilherme agora fica mudando o título do post dos outros, eu gostei do texto e da sua visão, ainda que ela vá mudar um pouco afinal você ainda está com 20…

    Não vou questionar a opinião do Crítico porque o Rafael denomina-se escritor, acho que esta é uma questão pessoal, eu concordo com o Guilherme.

    Eu acho é claro que, se uma pessoa tem o dom ou o desejo de escrever, deve no mínimo saber fazê-lo, senão ninguém entende ou “distorsse” (lembra?) mas como exemplo pessoal, para mim Jose Saramago é uma bosta de escritor, odeio o estilo dele, não consigo ler mais que algumas páginas, e o cara é prêmio Nobel.

    Beijos!!

  • http://recintoharocular.blogspot.com/ Haróculo

    Passo 8 horas por dia trabalhando, portanto a felicidade está diretamente relacionada com o meu prazer ao desempenhar esse trabalho.
    Complica muito achar um saco o seu serviço uma m*rda.

  • http://recintoharocular.blogspot.com/ Haróculo

    Passo 8 horas por dia trabalhando, portanto a felicidade está diretamente relacionada com o meu prazer ao desempenhar esse trabalho.
    Complica muito achar um saco o seu serviço uma m*rda.

  • http://recintoharocular.blogspot.com Haróculo

    Passo 8 horas por dia trabalhando, portanto a felicidade está diretamente relacionada com o meu prazer ao desempenhar esse trabalho.
    Complica muito achar um saco o seu serviço uma m*rda.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Oi J@ade!

    “Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer”

    Sim, por isso disse que a felicidade é diretamente proporcional à flexibilidade da mente.

    O Rafael é jovem e suas primeiras tentativas deram certo. Mas eu conheço muitos amigos que se fixaram nesses acertos e passaram boa parte da vida sofrendo por não conseguir reproduzi-los. Por isso penso que a ideologia do sucesso traz armadilhas.

    Abração!

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Oi J@ade!

    “Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer”

    Sim, por isso disse que a felicidade é diretamente proporcional à flexibilidade da mente.

    O Rafael é jovem e suas primeiras tentativas deram certo. Mas eu conheço muitos amigos que se fixaram nesses acertos e passaram boa parte da vida sofrendo por não conseguir reproduzi-los. Por isso penso que a ideologia do sucesso traz armadilhas.

    Abração!

  • http://www.nao2nao1.com.br Gustavo Gitti

    Oi J@ade!

    “Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer”

    Sim, por isso disse que a felicidade é diretamente proporcional à flexibilidade da mente.

    O Rafael é jovem e suas primeiras tentativas deram certo. Mas eu conheço muitos amigos que se fixaram nesses acertos e passaram boa parte da vida sofrendo por não conseguir reproduzi-los. Por isso penso que a ideologia do sucesso traz armadilhas.

    Abração!

  • http://novo-mundo.org/ Rafael Slonik

    Jade, as particularidades da vida de cada um definem cabeças totalmente diferentes. Como você bem disse, nem passei dos 20, ou seja, minha experiência é pouca.

    O bom de escrever um artigo desses, o qual as pessoas discordam, é que cria-se uma troca de experiências. ;)

    Espero um dia conhecer a galera que frequenta esse site para tomar umas e filosofar um pouco :)

  • http://novo-mundo.org/ Rafael Slonik

    Jade, as particularidades da vida de cada um definem cabeças totalmente diferentes. Como você bem disse, nem passei dos 20, ou seja, minha experiência é pouca.

    O bom de escrever um artigo desses, o qual as pessoas discordam, é que cria-se uma troca de experiências. ;)

    Espero um dia conhecer a galera que frequenta esse site para tomar umas e filosofar um pouco :)

  • http://novo-mundo.org Rafael Slonik

    Jade, as particularidades da vida de cada um definem cabeças totalmente diferentes. Como você bem disse, nem passei dos 20, ou seja, minha experiência é pouca.

    O bom de escrever um artigo desses, o qual as pessoas discordam, é que cria-se uma troca de experiências. ;)

    Espero um dia conhecer a galera que frequenta esse site para tomar umas e filosofar um pouco :)

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    É Rafael, eu gosto do bate-bola!!
    E se for prá tomar umas, conta comigo tá? E pode deixar que eu sou mulher de pagar minha parte!! hahahahaha!!
    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com/ J@de

    É Rafael, eu gosto do bate-bola!!
    E se for prá tomar umas, conta comigo tá? E pode deixar que eu sou mulher de pagar minha parte!! hahahahaha!!
    Beijos!!

  • http://verdeolhardejade.blogspot.com J@de

    É Rafael, eu gosto do bate-bola!!
    E se for prá tomar umas, conta comigo tá? E pode deixar que eu sou mulher de pagar minha parte!! hahahahaha!!
    Beijos!!

  • Jair

    Muita pessoas desenvolvem um mundo interior, é algo muito pessoal, é o mundo ideal (idealizado), porém inacabado, pois este mundo, estará sempre em contraste com o mundo real, a realidade da vida em comum, num mundo real, construido e idealizado também, porém, não apenas por mim ou por outra pessoa, …mas, por todas as pessoas a todo o tempo e de todas as maneiras. Este contraste entre mundos, sem duvida é um fator de infelicidade e vice versa, pois da condições para que sejamos o que queremos ser, e frustra na mesma intensidade, quando nos pede para que deixemos de ser, respectivamente. Assim é a vida, assim também é o que chamamos realidade, …viver é um paradoxo, …Paro por aqui, (sem concluir), pois como diz o dito popular, …o homem que conclui é homem superado.

  • Jair

    Muita pessoas desenvolvem um mundo interior, é algo muito pessoal, é o mundo ideal (idealizado), porém inacabado, pois este mundo, estará sempre em contraste com o mundo real, a realidade da vida em comum, num mundo real, construido e idealizado também, porém, não apenas por mim ou por outra pessoa, …mas, por todas as pessoas a todo o tempo e de todas as maneiras. Este contraste entre mundos, sem duvida é um fator de infelicidade e vice versa, pois da condições para que sejamos o que queremos ser, e frustra na mesma intensidade, quando nos pede para que deixemos de ser, respectivamente. Assim é a vida, assim também é o que chamamos realidade, …viver é um paradoxo, …Paro por aqui, (sem concluir), pois como diz o dito popular, …o homem que conclui é homem superado.

  • Jair

    Muita pessoas desenvolvem um mundo interior, é algo muito pessoal, é o mundo ideal (idealizado), porém inacabado, pois este mundo, estará sempre em contraste com o mundo real, a realidade da vida em comum, num mundo real, construido e idealizado também, porém, não apenas por mim ou por outra pessoa, …mas, por todas as pessoas a todo o tempo e de todas as maneiras. Este contraste entre mundos, sem duvida é um fator de infelicidade e vice versa, pois da condições para que sejamos o que queremos ser, e frustra na mesma intensidade, quando nos pede para que deixemos de ser, respectivamente. Assim é a vida, assim também é o que chamamos realidade, …viver é um paradoxo, …Paro por aqui, (sem concluir), pois como diz o dito popular, …o homem que conclui é homem superado.

  • Daisy

    Rafael,concordo em parte com vc com relação a frase da foto.

  • Daisy

    Rafael,concordo em parte com vc com relação a frase da foto.

  • Daisy

    Rafael,concordo em parte com vc com relação a frase da foto.

  • Cintia

    Parei de ler o texto na parte do “nada haver”. É nada A VER, amigo. Triste isso. Pessoal quer escrever, quer viver disso, mas não lê. Para poder escrever, é preciso ler antes. Ler muito. E conhecer a própria língua.

  • Cintia

    Parei de ler o texto na parte do “nada haver”. É nada A VER, amigo. Triste isso. Pessoal quer escrever, quer viver disso, mas não lê. Para poder escrever, é preciso ler antes. Ler muito. E conhecer a própria língua.

  • Cintia

    Parei de ler o texto na parte do “nada haver”. É nada A VER, amigo. Triste isso. Pessoal quer escrever, quer viver disso, mas não lê. Para poder escrever, é preciso ler antes. Ler muito. E conhecer a própria língua.

  • Vivian

    O que o autor fala realmente incomoda muita gente; a maioria das pessoas, é claro; e por quê? porque é muito mais difícil persisitir um sonho e fazer dele sua fonte de riqueza; o que muitos esquecem é que a riqueza antes de ser material, ela é imaterial e expressa pela paixão; mas há uma série de fatores e tabus envolvidos na vida das pessoas que fazem com que elas continuem o trabalho dos pais, entre numa empresa X que nada tem a ver com ela para pagar contas e não consegue sair disso, tendo que aprender a gostar do que faz – 99% da humanidade… o tabu mesmo começa na família e ninguém quer cutucar esse aspecto por respeito é claro. Nossos pais querem o melhor, é verdade, mas o principal é vc ser sincero consigo mesmo e ainda que trabalhe em algo que teve de aprender a gostar, deixar de sonha e buscar essa realização porque vc gosta e não porque tem que fazer é a proposta do texto do autor aqui e que pelo jeito muitos ainda por medo ou por resignação insistem em não entender. a questão não é se isos é fácil ou não, mas continua sendo um tabu, principalmente porque quebra muita regra selvagem de empresa exploradora. O grande barato é que mesmo fazendo o que se gosta vc pode ser um grande empreendedor cheio da grana sem destoar dos rumos capitalistas que o mundo tomou feliz da vida. Não há nada de ideológico nessa postura. Pelo contrário: há muito é pé no chão, coragem, estrutura emocional (principalmente par aaguentar outros que não conseguiram ou evitaram fazer o mesmo: encarar seus sonhos) e maturidade nessa atitude. Abraços e espero que um dia sim o mundo seja próspero de pessoas que fazem o que gostam, definitivamente.

  • Vivian

    O que o autor fala realmente incomoda muita gente; a maioria das pessoas, é claro; e por quê? porque é muito mais difícil persisitir um sonho e fazer dele sua fonte de riqueza; o que muitos esquecem é que a riqueza antes de ser material, ela é imaterial e expressa pela paixão; mas há uma série de fatores e tabus envolvidos na vida das pessoas que fazem com que elas continuem o trabalho dos pais, entre numa empresa X que nada tem a ver com ela para pagar contas e não consegue sair disso, tendo que aprender a gostar do que faz – 99% da humanidade… o tabu mesmo começa na família e ninguém quer cutucar esse aspecto por respeito é claro. Nossos pais querem o melhor, é verdade, mas o principal é vc ser sincero consigo mesmo e ainda que trabalhe em algo que teve de aprender a gostar, deixar de sonha e buscar essa realização porque vc gosta e não porque tem que fazer é a proposta do texto do autor aqui e que pelo jeito muitos ainda por medo ou por resignação insistem em não entender. a questão não é se isos é fácil ou não, mas continua sendo um tabu, principalmente porque quebra muita regra selvagem de empresa exploradora. O grande barato é que mesmo fazendo o que se gosta vc pode ser um grande empreendedor cheio da grana sem destoar dos rumos capitalistas que o mundo tomou feliz da vida. Não há nada de ideológico nessa postura. Pelo contrário: há muito é pé no chão, coragem, estrutura emocional (principalmente par aaguentar outros que não conseguiram ou evitaram fazer o mesmo: encarar seus sonhos) e maturidade nessa atitude. Abraços e espero que um dia sim o mundo seja próspero de pessoas que fazem o que gostam, definitivamente.

  • Vivian

    O que o autor fala realmente incomoda muita gente; a maioria das pessoas, é claro; e por quê? porque é muito mais difícil persisitir um sonho e fazer dele sua fonte de riqueza; o que muitos esquecem é que a riqueza antes de ser material, ela é imaterial e expressa pela paixão; mas há uma série de fatores e tabus envolvidos na vida das pessoas que fazem com que elas continuem o trabalho dos pais, entre numa empresa X que nada tem a ver com ela para pagar contas e não consegue sair disso, tendo que aprender a gostar do que faz – 99% da humanidade… o tabu mesmo começa na família e ninguém quer cutucar esse aspecto por respeito é claro. Nossos pais querem o melhor, é verdade, mas o principal é vc ser sincero consigo mesmo e ainda que trabalhe em algo que teve de aprender a gostar, deixar de sonha e buscar essa realização porque vc gosta e não porque tem que fazer é a proposta do texto do autor aqui e que pelo jeito muitos ainda por medo ou por resignação insistem em não entender. a questão não é se isos é fácil ou não, mas continua sendo um tabu, principalmente porque quebra muita regra selvagem de empresa exploradora. O grande barato é que mesmo fazendo o que se gosta vc pode ser um grande empreendedor cheio da grana sem destoar dos rumos capitalistas que o mundo tomou feliz da vida. Não há nada de ideológico nessa postura. Pelo contrário: há muito é pé no chão, coragem, estrutura emocional (principalmente par aaguentar outros que não conseguiram ou evitaram fazer o mesmo: encarar seus sonhos) e maturidade nessa atitude. Abraços e espero que um dia sim o mundo seja próspero de pessoas que fazem o que gostam, definitivamente.

  • Contab Ufrj

    As pessoas teorizam em demasia. A coisa é simples: vc é tantas vezes mais feliz quanto se identifica com as coisas que faz, seja no aspecto pessoal quanto profissional…a vida é assim…e isso é uma coisa sensitiva!!  Não tem como uma pessoa perceber isso se de fato ela nunca teve a oportunidade de se descobrir e de vivenciar seu verdadeiro EU. 

    Eu trabalhava numa multinacional e ganhava super bem,mas não era feliz.. o trabalho era um fardo , mas um fardo tão terrível pra mim que terminou por detonar a minha vida pessoal em efeito cascata. Sofri muito por acreditar na idéia de que o trabalho era assim mesmo..penoso.. e por acreditar nesse pensamento padrão de que ” vc deve aprender a gostar do que faz”.
     Eu queria largar tudo,mas cometi o equívoco de acreditar que poderia se de fato feliz mesmo me desviando de minha inclinações. Não podemos forjar nossa natureza, nossas inclinações. Vc tende inclusive a ser  mais “talentoso” quando segue suas tendências, pois naturalmente desenvolverá melhor seu trabalho.( flui mais fácil).
    Eu havia me tornado um homem cheio de bloqueios emocionais, fechado, introspectivo..porque eu estava simplesmente me violando e isso teve consequencias drásticas na minha vida pessoal. Domingo à noite era filme de terror pra mim, não gostava nem de imaginar que a segunda estava pra chegar,Eu concordo que trabalho não é diversão.. é laboroso mesmo. Mas contudo isso, quando vc faz o que gosta é possível sentir prazer , e momentos mais criticos eu percebo o quanto meu fardo é mais leve que o de muitos meus colegas que acreditam no trabalho apenas como um dever a ser cumprido. Ainda que a escolha por uma profissão, com a qual vc se identifique, não possa te livrar totalmente dos enfados da vida, ela vai fatalmente tornar a sua vida mais suportável,e vai ser muito menos penosa do que é para a maioria que simplesmente aceita a idéia de cumprir com suas obrigações. O grande problema é que a pessoas se acostumaram a cumprir simplesmente com obrigações de tal sorte que elas esquecem de perguntar a si mesmas sobre o que elas são…e se a vida precisa mesmo ser vivida desta forma. É a ALIENAÇÃO  do homem..   

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