Fazer o que se gosta e ganhar dinheiro é a felicidade
Aviso: Escrito por Rafael do novo-MUNDO. Os que não gostam de mim irão ler este texto com atenção, e para a maioria que ainda não me conhece, peço atenção para a leitura do texto. Eu tenho um conselho muito importante e não tem nada haver com filtro solar.
O que é a felicidade?
Para alguns, essa foto diz muito sobre o caminho da felicidade…
Cheiro de terra molhada é o cacete, felicidade é ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Quando você trabalha naquilo pelo que é apaixonado, você será o melhor, é inevitável. Você dedica todas as suas forças para este objetivo, então tudo conspira - chame de karma, destino, Deus, força da mente, Et, ou qualquer outra coisa - para que este objetivo se cumpra.
E o início da equação mora lá quando você começa a realizar que é um ser vivo: O que vou ser quando crescer?
A sociedade é foda. Ruim com ela e pior sem ela. A sociedade é a ferramenta criada para controlar os seres humanos e tem funcionado. Essa coisa diz para todos que é necessário exercer uma função no mundo, o tal trabalho. Com esse trabalho ajudamos a evoluir a humanidade - objetivo a longo prazo, parada estratégica - e a construir uma vida e a sobreviver - parada operacional (somos peões da sociedade).
Então já que se faz necessário agir, faça o que você gosta. Patinar no gelo? Dance. Dirigir em alta velocidade? Seja piloto. Brigar? Boxe, Karatê, Judô. Viciado em sexo? Ator pornô. Ter idéias malucas? Seja escritor. Aí que meu exemplo pessoal entra.
Minha nada vasta experiência de quase duas décadas me permite afirmar que é possível viver e ganhar grana fazendo o que gosta, seja persistente e conseguirá.
Há três anos, meu blog que hoje é minha fonte de renda principal, não era minha fonte de renda principal. O caminho que trilhei com ele não é interessante agora, o fato a dizer é que eu consegui tornar a tarefa que adoro, em meu trabalho. Fico o dia todo navegando na internet e escrevendo histórias.
Qual é a receita Ana Maria Braga?
Jamais tive um mapa do caminho que trilhei. Muito pelo contrário, sempre procurei fazer DIFERENTE para me destacar. Posso dizer que faço o que gosto e tenho orgulho de todo o trabalho que tive para chegar onde estou.
O importante é ACREDITAR naquilo que você gosta e descobrir um meio de viver com isso. Com certeza irão aparecer muitos dizendo que você é maluco, que não vai dar certo, que seu membro é muito pequeno para ser um ator pornô, respeite a opinião alheia mas não deixe ela afetar seus sonhos. Afinal, aumento do pênis é uma realidade nos dias de hoje!
Rafael Slonik é chamado de Problogger por uma meia dúzia de malucos. Ele apenas se considera feliz com o que faz, e isso é que importa. Dono do blog novo-MUNDO.org e de alguns outros menos importantes.
Aproveite para dar uma lida na entrevista concedida pelo Slonik à PapodeHomem no início desse ano, quando ele ainda ganhava só R$4000. Parte I e Parte II .
Oi, chamo-me Rafael e estou há 2 minutos sem beber. É um prazer estar com vocês nesse sítio para compartilhar minhas histórias.
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23 comentários ↓
Rafael, concordo quando você diz:
Para alguns, essa foto diz muito sobre o caminho da felicidade…
Me identifiquei de pronto
HAHAHAHAHAHAHA
Um abraço!
Hahuahuah
Essa legenda é do Guilherme!
Ele editou alguns detalhes - eu curti.
É…eu concordo com essa idéia. Sempre fui persistente e hoje faço o que sempre planejei fazer, mas não acredito que isso seja certo 100% das vezes. Acho que deve-se buscar o que idealizamos desde jovens, mas sem obsessão. A obsessão pode ser o caminho para o fracasso. Uma vez um senhor bem idoso (e feliz) me disse que o segredo para a felicidade não é fazer o que se gosta e sim gostar do que se faz…
Acho que faz todo o sentido e elimina as possibilidades de frustração.
Thiago
É bem a cara dele mesmo… HUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA
Rafael,
Não me leve a mal, mas “Ter idéias malucas? Seja escritor. Aí que meu exemplo pessoal entra.” forçou a barra demais. Primeiro porque não basta ter idéias malucas para ser um bom escritor, e segundo porque você não é um escritor.
Não me leve a mal, de verdade. Mas é mais interessante você explorar os temas que você conhece mesmo (tipo ganhar dinheiro com blogs).
Bom, a minha receita é: gostar de fazer o que faz, não tem erro… mas claro! procurar fazer o que gosta também dá certo, hahahaha
Beijocas da Aspirina.
Rafael, como tinha comentado antes contigo, gostei demais do texto, me identifico muito com a idéia pois é exatamente esse o momento que estou vivendo com o PapodeHomem, só não alcançamos as cifras milionárias ainda. ;D
Um ponto importante que percebo pra quem aspira fazer e viver do que se gosta é começar o quanto antes e se dedicar com afinco.
Quanto antes você começar, mais tempo vai ter para aprender, para errar e para se levantar novamente, sem as pressões que a idade vai colocando sobre nós.
E o conselho do Oshiro também é ótimo, gostar do que se faz é uma maravilha.
Só não gostei da posição do Crítico, que argumenta que o Slonik nem mesmo é escritor. O que afinal qualifica um escritor, ter um livro publicado? Algum curso, faculdade? Produção de textos intelectuais e densos?
Pra mim o escritor se faz na produção, não importa o meio, e isso o Rafael tem de sobra.
Um excelente texto, parabéns !!!!!
Eu admiro e invejo você, Rafael, mas não posso concordar quando você generaliza sua experiência e ainda propõe uma definição de felicidade.
Seu discurso expressa uma ideologia do sucesso que acaba fazendo muita gente sofrer. Vou criticar seu discurso apenas, não você nem sua experiência (afinal sequer conheço você), ok?
Há dois equívocos nessa visão que certamente nos levarão a duas armadilhas durante a vida. Isso acontece porque a felicidade verdadeira não pode depender de condições externas, caso contrário sempre seremos reféns de algo.
1. “felicidade é ganhar dinheiro”
Se o dinheiro acaba, a felicidade acaba? Que tipo de felicidade é essa? Um homem autêntico deve viver feliz com ou sem grana.
2. “fazendo o que gosta”
Isso é ótimo, mas não deve ser pré-requisito para a felicidade. Às vezes fazemos o que gostamos, às vezes não. E isso está bem assim. Ligar a satisfação de nossas preferências à felicidade é pedir para sofrer. Não podemos ser reféns de “gosto” e “não gosto”, como crianças birrentas.
Uma mente rígida dificilmente será feliz. A felicidade surge justamente da plasticidade e flexibilidade da mente, que supera o autocentramento do “eu gosto” e “eu não gosto” , que abandona a noção de sucesso ou fracasso que o dinheiro parece proporcionar.
Com essa mente, aí sim não há problema algum em ganhar muita grana fazendo o que se gosta. Já não há mais a fixação, a dependência. Há a liberdade de saber que nosso sorriso não depende de nada disso.
Desejo muito sucesso a você, Rafael! Mas um sucesso que não dependa do seu blog, nem do reconhecimento social, nem da sua conta bancária, nem de seus ideais de felicidade, nem de seus gostos e preferências.
Grande abraço!!!
O título original era “Fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso”, o Guilherme pode provar.
Ou seja, um dos meios para ser feliz é viver daquilo que se faz. Porque de nada adianta escrever os poemas mais belos e passar fome. Maslow taí para provar.
Contudo, adorei teu ponto de vista Gustavo. Valeu mesmo por ler o texto!
E quanto ao crítico,
você está registrado no sindicato dos escritores?
Coloquei a minha opinião embutida no título por ato falho.
Alterei seu título sem nem perceber, Slonik. My bad. =P
Que bom que pude contribuir em algo, Rafael. Quer dizer que o Guilherme anda alterando os títulos de nossos posts??? hahahaha….
Ah, Guilherme, então minha crítica se direcionou para sua visão também.
Espero um dia beber e conversar com vocês.
Abraço!
Eu pago uma rodada!
Eu pago o táxi pro clube de strippers depois da cervejada!
Porra bicho… me incluam numa dessas!!! hehehehe… eu pago uma caixa!! =D
Abraços!
Não é possível ser feliz na pobreza, deixando de almoçar para poder jantar, mas também é impossível alcançar a felicidade só pela grana.
É uma busca difícil, muito difícil…
Gostei Rafael, e gostei do comentário do Gustavo, porque à medida que lia o texto pensei numa crítica parecida com a dele, e no rumo que minha vida tomou desde que, como você disse, realizei que estava viva.
Mas o texto vem do fato de você hoje fazer o que gosta e ganhar dinheiro com isso, nem sempre é assim, independente de ser karma ou o que quer que seja…
Eu tinha meus sonhos profissionais, que era fazer faculdade de biologia e ser uma grande especialista em genética. Aí minha mãe morreu e eu fui fazer o que sabia, administrar e datilografar, e virei secretária. Há 21 anos estou na profissão com a mesma pessoa, nem meu casamento durou isso tudo!!
O tempo e as responsabilidades que assumi até hoje, inclusive a responsabilidade sobre outra vida, preferi a estabilidade de um bom salário a voltar a buscar o que eu desejava fazer.
Algumas vezes, quando a pressão do trabalho era demais eu me disse: “pensa como puta, só no dinheiro porque a foda vai ser grande”!! Olhando para trás vejo que o caminho que a vida escolheu para mim não me trouxe infelicidade, ou, melhor dizendo, transformei a fatalidade em uma vida feliz.
Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer. E aí o sujeito pode ganhar 10 mil prá trabalhar 10 minutos por dia, e será infeliz.
Mas, depois de esclarecido que o Sr. Guilherme agora fica mudando o título do post dos outros, eu gostei do texto e da sua visão, ainda que ela vá mudar um pouco afinal você ainda está com 20…
Não vou questionar a opinião do Crítico porque o Rafael denomina-se escritor, acho que esta é uma questão pessoal, eu concordo com o Guilherme.
Eu acho é claro que, se uma pessoa tem o dom ou o desejo de escrever, deve no mínimo saber fazê-lo, senão ninguém entende ou “distorsse” (lembra?) mas como exemplo pessoal, para mim Jose Saramago é uma bosta de escritor, odeio o estilo dele, não consigo ler mais que algumas páginas, e o cara é prêmio Nobel.
Beijos!!
Passo 8 horas por dia trabalhando, portanto a felicidade está diretamente relacionada com o meu prazer ao desempenhar esse trabalho.
Complica muito achar um saco o seu serviço uma m*rda.
Oi J@ade!
“Na minha opinião o pior não é você fazer o que não gosta, o pior é não se adaptar ao que muitas vezes é preciso fazer”
Sim, por isso disse que a felicidade é diretamente proporcional à flexibilidade da mente.
O Rafael é jovem e suas primeiras tentativas deram certo. Mas eu conheço muitos amigos que se fixaram nesses acertos e passaram boa parte da vida sofrendo por não conseguir reproduzi-los. Por isso penso que a ideologia do sucesso traz armadilhas.
Abração!
Jade, as particularidades da vida de cada um definem cabeças totalmente diferentes. Como você bem disse, nem passei dos 20, ou seja, minha experiência é pouca.
O bom de escrever um artigo desses, o qual as pessoas discordam, é que cria-se uma troca de experiências.
Espero um dia conhecer a galera que frequenta esse site para tomar umas e filosofar um pouco
É Rafael, eu gosto do bate-bola!!
E se for prá tomar umas, conta comigo tá? E pode deixar que eu sou mulher de pagar minha parte!! hahahahaha!!
Beijos!!
Muita pessoas desenvolvem um mundo interior, é algo muito pessoal, é o mundo ideal (idealizado), porém inacabado, pois este mundo, estará sempre em contraste com o mundo real, a realidade da vida em comum, num mundo real, construido e idealizado também, porém, não apenas por mim ou por outra pessoa, …mas, por todas as pessoas a todo o tempo e de todas as maneiras. Este contraste entre mundos, sem duvida é um fator de infelicidade e vice versa, pois da condições para que sejamos o que queremos ser, e frustra na mesma intensidade, quando nos pede para que deixemos de ser, respectivamente. Assim é a vida, assim também é o que chamamos realidade, …viver é um paradoxo, …Paro por aqui, (sem concluir), pois como diz o dito popular, …o homem que conclui é homem superado.
Rafael,concordo em parte com vc com relação a frase da foto.
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