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Corinthians 2 x Boca 0

Eduardo Amuri

por
em às | Esportes, Relatos




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Fui assistir o tal Corinthians e Boca em um bar. Não que seja grande fã de futebol, pelo contrário. Nunca assisti jogo em estádio, raramente páro para assistir alguma pelada e, quando moleque, sempre escutava “você vai no gol”, porque era uma piada infame com a bola no pé.

De todo modo, assistir com um monte de fanáticos é uma experiência fantástica. Xingam o juiz, fazem poropopó e incentivam os jogadores como se o megafone intermunicipal estivesse ligado e fosse reverberar cada corre-seu-desgraçado que fosse falado.

Tensão instalada. E o Corinthians fez um gol.

Enquanto todos pulavam, eu ria da empolgação e passei a prestar atenção em um senhor de uns 50 anos, sentado umas três mesas para frente. Dava para ver de longe a jugular do colega fanático. De pé, batia os pés no chão e chacoalhava o braço que segurava o copo de cerveja. No copo já não restava nada, a cerveja voava, ensopava a camiseta. Parecia que queria colocar para fora algo que não cabia, como se a felicidade fosse demais para os pouco mais um e sessenta. Gritava meia dúzia de palavrões concatenados, misturados com umas duas ou três palavras de incentivo, que resultavam em algo totalmente incompreensível. Era o retrato do descontrole. Parecia um retardado.

Senti inveja. Autêntica. Malditas sejam as travas que não nos deixam passar mais tempo em um estado parecido com o daquele senhor. A estabilidade de um monge budista, que encara a vida com um sorriso no peito é linda, mas amigo me desculpe: o caos é fundamental. Naquele meio minuto de êxtase, podia cair um meteoro flamejante no teto do bar, que os ânimos continuariam alí, inalterados. Pela tal felicidade incondicional e descontrolada trabalhamos a vida toda. Acordamos cedo, deixamos de almoçar e compramos problemas dos outros. Para chegar não sabemos onde e nem por quê.

Eu queria parecer um retardado mais vezes.

Eduardo Amuri

Fascinado por cultura, viagens, pessoas e mudanças. Estuda a relação do homem com o dinheiro e dedica-se a entender de que maneira nosso potencial financeiro pode ser utilizado para transformar nossas vidas. Está para o que vier. | www.amuri.com.br


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  • TZinmi

    Assisti a todos os jogos dessa Libertadores, no mesmo bar, quase sempre na mesma mesa, e com as mesmas pessoas ao lado, tudo legal, tudo bem, mas ontem parecia que o bar inteiro era da mesma família, todo mundo se abraçando e berrando como loucos, incluindo eu, que assisti ao segundo tempo em pé, não conseguia ficar parado. VAI CORINTHIANS!!

    Ah, após o primeiro gol, alguém gritou um “Chupa Velloso”, esse cara tá uns 18 anos atrasado, mas vai entender um louco no meio de um bando de loucos.

  • http://www.facebook.com/people/Sady-Alexandre-Córsico/100001370752003 Sady Alexandre Córsico

    Acho que todo ser-humano sente necessidade de uma válvula de escape para seus problemas, indignações, etc. No meu caso, o futebol é esta válvula e, GRAÇAS A DEUS, sou Corinthiano.

  • http://www.facebook.com/leonardo.dominiscki Leonardo Dominiscki

    Só de pensar que perdi o primeiro gol do Santos na final do ano passado… putz.

    Os 3 momentos mágicos (gols e fim de jogo) eu só vivi os outros dois.

  • http://www.facebook.com/viniciusmarcall Vinícius Marçall

    Isso chama futebol, meu caro! Isso é fantástico…

    e sobre o Corinthians, respeito o TIME. Os 25 que estavam lá. A comissão. O Tite. A estes, meus sinceros parabéns. O clube não, jamais. Do clube eu tenho nojo, asco, desejo de ver na merda…

    Eu vou começar a cogitar ter simpatia pela entidade Corinthians quando o Inter for campeão de 2005, Brasiliense em 2002 e o Meira Ricci não apitar o “pênalti” do Gil sobre o Ronaldo em 2010. Até lá…

    • FIDEGA

      ¿Por qué no te callas?

    • http://profiles.google.com/tiagocxavier Tiago Xavier

      Faço minhas essas palavras.

    • J. Sampaio

      Típicas palavras de um (e me perdoe o termo) hipócrita que vira o rosto e muda de assunto para toda e qualquer irregularidade do próprio time. Sequer se dá ao trabalho de analisar as situações acima de maneira imparcial.

      • http://www.facebook.com/viniciusmarcall Vinícius Marçall

        Imparcialidade em assunto relacionado ao Corinthians é meio irônico. Sério, cara: precisar de ajuda do juiz pra ganhar copa em cima do BRASILIENSE? uhahuahuahua

        uma coisa é arbitragem de baixíssimo nível, que é o que ocorre no Brasil. Mas curiosamente, em lances capitais, o Corinthians (quase sempre) é beneficiado. Coincidência?

      • Hueber

        Como se nenhum outro time já tivesse sido beneficiado, só o Corinthians…tsc tsc

      • http://www.facebook.com/viniciusmarcall Vinícius Marçall

        não que nenhum time não tenha sido beneficiado. é que alguns são beneficiados EM DEMASIA!

      • Guest

        Vinícios, o Corinthians precisou de beneficio do Juiz na final do Brasileiro de 2008??? 2 x 0 te lembra alguma coisa?

    • amauri.braz

      Vinícios, o Corinthians precisou de beneficio do Juiz na final do Brasileiro de 2008??? 2 x 0 te lembra alguma coisa???

  • verossimil

    Isso de “nunca assisti jogo em estádio” é falha grave, gravíssima de formação. E aí o tal “retardo” (na acepção da palavra) está de que lado, mesmo?

    • http://www.facebook.com/viniciusmarcall Vinícius Marçall

      vi isso no twitter ontem:
      @arnaldobranco
      Tal é a situação da Educação neste país que ainda existe gente que não entende a importância de uma final de Libertadores

    • Eduardo Amuri

      Verossimil, por esse prisma, do meu.

      Frequência no estadio é o de menos, foi só um gancho. Pode ser no estádio, bar, festa, balada, cama. Tanto faz.

      • verossimil

        É isso: experiência alheia, analisada dessa maneira, soa “antropológica”, distante. Há que vivê-la, ou soará como a famosa tentativa de conceituar “cor” a um cego (de nascença)…

  • http://passaro-bebum.blogspot.pt/ Pássaro Bêbado

    Assisti ao jogo via stream. Não sou fã de futebol e nunca me importei com quem ganha ou perde um jogo (exceto quando eu assisto ao jogo no estádio). Fiquei feliz com a vitória do Corinthians pelo simples fato de eu ter mais amigos verdadeiramente corinthianos do que tenho amigos verdadeiramente torcedores do Boca Juniors.

    Espero um dia, como o autor do texto, entender essa loucura que toma conta das pessoas por conta do futebol, esse fanatismo que insiste em não aparecer em mim.

    • Marcos Augusto Nunes

      Não queira o fanatismo; queira somente a alegria.

      • http://passaro-bebum.blogspot.pt/ Pássaro Bêbado

        Opa, me expressei mal. Não quero fanatismo algum, quero entender o que leva alguém a ser fanático por um clube.

        Assistir jogos em um estádio é outra história, mas não nunca me “prendi” a um clube. Já fui assistir diversos jogos do Santa Cruz (do Rio Grande do Sul), alguns do Grêmio, alguns da Acadêmica (da cidade de Coimbra – Portugal) e dois jogos da UEFA Champions League (Benfica x Chelsea em Lisboa e Barcelona x Milan em Barcelona). Nesses jogos eu consigo vibrar, gritar e xingar, mas me sinto preso ao coletivo da torcida, nunca ao time em questão.

      • Marcos Augusto Nunes

        Pois é por aí mesmo; se angajar no espetáculo futebol, naquele dia, naquela hora. E basta.

  • Bruno Longo

    “A estabilidade de um monge budista, que encara a vida com um sorriso no peito é linda, mas amigo me desculpe: o caos é fundamental.”

    Assino embaixo.

    Ontem como bom corinthiano eu pareci um retardado, eu fui por uns momentos retardado. Eu chorei igual criança, gritei até não poder mais, abracei gente que eu nem conheço, ouvi rival elogiando meu time, conversei com outros torcedores, bebi 5 litros de chopp (sim, amigo, foram CINCO LITROS e eu só fui ao banheiro no intervalo e no fim do jogo), enfim, celebrei como nunca, é uma loucura, e é inexplicável, só quem sente sabe.

  • Vítor Moreira Barreto

    Gostei do relato, cara! Não participei de nada ontem, mas compartilho da sua sensação. Aquela alienação caótica deve mesmo fazer bem ;-)

    • http://twitter.com/BrisaFeliz Fernanda Magalhães

      “Aquela alienação caótica deve mesmo fazer bem”.

      É, meu caro, faz um bem danado ;-)

      Estabilidades e monges budistas, não combinam com vida real, isso é coisa para contos. Não, os eróticos, porque esses, são ótimos.

      Concordo quando o autor do artigo, diz… “o caos é fundamental”.

  • http://www.queropensar.com.br/ Cleyton Bruno

    Porra cara! Ontem, quando o jogo terminou, eu torcendo feliz, relaxado, ligo para uma amiga só para ouvir ela dizer “como é bom ouvir você feliz”.

    Meu mundo desaba enquanto penso: quando foi que esqueci desse sentimento e deixei todas as minhas travas bloquearem o seu caminho?

  • Marcos Augusto Nunes

    N a parte de “um senhor de 50 anos” senti um travo no coração, pois sou apenas um HOMEM DE 51 ANOS. Depois veio a raiva: “Senhor é o caralho!”

    Quanto a tal alegria, ela não é incondicional, ao contrário, é justamente uma alegria condicionada. Mas tem outro lado: ela conjuga o apego à fuga da impotência individual, potencializando a ilusão do “torcedor vencedor”, como também o apego à comunidade de “torcedores vencedores”, chegando por aí, tortuosamente, à compreensão que o mundo não é o ser em si, mas o ser no mundo, daí a perda de um tiquinho de egoísmo, vaidade e orgulho individual, a trindade dos babacas. Nada menos retardado, né?, “mano”…

    • Eduardo Amuri

      Me posicionei mal no texto, Marcos. Quando disse incondicional, me referia ao fato de que independente do que acontecesse nos próximos segundos, a euforia estaria lá.

      Abraços.

  • http://twitter.com/isabellaianelli Isabella Ianelli

    que legal, amuri. gustavo e eu ficamos também num bar observando as pernas inquietas, as rezas e o “loco por ti curintia” a cada jogadela. hahahaha.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

    Aqui é Curíntia, porra! Felicidade genuína, retardados, loucos… A inexplicável magia do futebol!

    • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001516544153 Rafael Ribeiro Rocha

      Ah, e se quiser viver outra experiência de vida foda, VÁ o mais rápido possível ver um jogo no estádio… De preferência um do Coringão no Pacaembu.

  • http://www.facebook.com/people/Mariane-Do-Carmo-Costa/1615511512 Mariane Do Carmo Costa

    Ontem o que eu mais queria na vida era estar naquele estádio!!
    Só sendo louco mesmo para amar o Corinthians! Esse time que leva 102 anos pra
    conquistar um título, que na maioria das vezes sempre ganha com dificuldade,
    num sofrido resultado de 1×0, que de vez quando morre na praia e que, não sei
    por que, parece que para ele, as coisas são sempre mais penosas.
    Torcer pelo Timão é uma insanidade sim. Quem torceria pelo time mais odiado do
    planeta? Eu torço. E torço muito, amo muito e sofro muito. Nosso time tem raça,
    tem determinação tem personalidade! Seria muito mais fácil ser São Paulina, e
    ter vários títulos ou Cruzeirense, já que sou mineira (Atleticana tb já é
    querer d+, né?). Mas o Corinthians é um
    time de um povo que aceita desafios, que sabe que são as dificuldades que
    temperam as vitórias. Nós não ganhamos simplesmente, nós vencemos
    batalhas, triunfamos sobre tudo e todos, nos superamos e damos mais sabor a
    cada conquista. Exatamente como a vida deve ser.

    É do ser humano isso. Não valorizamos “mãos beijadas”,
    mulheres fáceis, nem mesmo prêmios de loteria. “O que vem fácil, vai fácil”.
    Gostamos do difícil. E para se ter o difícil, é preciso paixão, afinco e determinação.
    Coisa de corintiano. Eu acredito que todos
    têm um pouco dessa paixão corintiana dentro do peito. E devemos deixa-la
    aflorar, seja torcendo pelo vôlei, UFC, pelo filho, no sexo com a namorada ou na execução
    de um trabalho árduo! Somente colocando tanto amor é que podemos nos tornar
    “retardados” ao final de cada pleito!

    • http://www.cafecomamigos.com.br Cristiano Vieira

      Depois desse seu comentário se eu não fosse casado (e louco por minha esposa) eu soltaria uma “casa comigo”!

  • Lucas Carvalho

    nunca entendi e nunca entenderei a paixão pelo futebol. a paixão de torcer (se aqui é futebol, nos EUA é o super bowl, na irlanda é o rugby etc.) é uma coisa que não nasceu comigo e que eu não acho possível de aprender a ter. eu acho triste, porque parece legal ficar feliz desse jeito porque um grupo de 20 e poucas pessoas que você nunca viu e nunca verá na vida ganhou um torneio. é, de certa forma, uma felicidade quase que livre de interesses, porque, na prática, torcedor nenhum ganha nada tangível, apenas emoção e orgulho.

    esse é o tipo de coisa que me faz controlar a birra gigantesca que eu tenho de gente que flooda a internet e me impede de dormir por causa das porras dos fogos de artifício porque, no final das contas, é uma coisa bonita. paro, repenso, e resolvo reconsiderar uma provocação ou um “VÃO PRO INFERNO, CARALHO!”.
    obviamente também há um lado terrível na paixão pelo futebol, mas prefiro me ater a enxergar só o que é legal. tenho pelo torcedor que chora e se emociona o mesmo respeito e admiração que tenho por devotos chorando em uma procissão pra nossa senhora. são sentimentos reais e sinceros, não tem como não achar bonito.
    só não sinto inveja porque a mesma catarse que o torcedor tem com o título eu tenho com o show de uma banda que eu ame. a única tristeza é que em show as pessoas parecem muito mais contidas e travadas em relação a parecem retardadas. nunca vou esquecer da decepção que senti nos primeiros shows de não-heavy metal (que é, de longe, o estilo onde as pessoas mais se empolgam e mais se emocionam em shows) que fui aqui em SP. eu lá, tão empolgado quanto estaria em um shoe de metal, do lado de milhões de pessoas mais interessadas em conversar, beber e filmar o show pra por no youtube.

    mas de qualquer forma: um belo vá pro inferno (não consegui conter) pra todo e qualquer desgraçado que soltou rojão. a cidade parecia a faixa de gaza e ninguém dormiu (inclusive os bebezinhos e os seus respectivos pais) por causa dessa merda desnecessária. gritem como forma de extravasar a alegria, é mais legal, mais sincero e o alcance do som é bem menor.
    hoje vai estar todo mundo com sono e quebrado às 11 da noite por conta da farra de ontem e eu gostaria de me vingar organizando uma queima de fogos épica à meia-noite, pra ver se nego aprende que estar alegre não tem nada a ver com incomodar os outros.

    • http://www.facebook.com/viniciusmarcall Vinícius Marçall

      terá queima de fogos! será no Coritiba x Palmeiras. Mas não sei quem soltará!!

  • http://about.me/albertobrandao Alberto Brandão

    Ontem eu torci, gritei, subi no sofá, xinguei.

    Nunca gostei de futebol, nunca fui de assistir futebol, e sempre falei que era corintiano só para não ter que explicar que não tenho time. Mas por algum motivo resolvi acompanhar essa final, ler o que saia, participar das piadas sobre o futebol no trabalho. Fiz coisas que sempre fui alheio, mas ontem quando aquele segundo gol entrou, eu pulei, gritei um “TOMA SEUS FILHOS DA PUTA!”, dei um gole na cerveja, beijei a namorada e zoei o brother que que estava vendo jogo com a gente.

    Não ganhei nada com isso, além de um grande momento de descontração, mas foi do caralho.

  • Daniel Pereira

    Não que eu seja um torcedor assíduo, mas valeu a pena ver a desgraça alheia dos secadores que duvidavam da nossa capacidade diante dessa saga “sofredora” para conquistar a tão sonhada Taça Libertadores e o Mundial que está por vir.

  • FIDEGA

    Que loucura.
    Só mesmo sendo corinthiano para entender que não há o que tentar entender.

  • http://twitter.com/paguiareporter Patrícia Aguiar

    O texto fala de humanidade de uma forma adorável. Nossa, quem dera víssemos mais vezes o mundo sob esse prisma.

  • Luiz_Olimpio

    E que seja dito novamente, o caos é fundamental.

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Ah, o caos, o caos!

    Belo texto Amuri.

    Eu também queria ser mais retardado.

    E sobre o monge budista, há grandes mestres que parecem retardados e que incorporam o caos. Leia sobre “louca sabedoria”, “crazy wisdom”, “yeshe chölwa”.

  • Angelo

    Vai Corinthians!

  • http://www.facebook.com/thiago.figueredo Thiago Figueredo Cardoso

    Porra, Amuri, compartilho contigo a “falha de formação” de não ter ido a estádio (ah, fui a um amistoso Brasil x Paraguai, mas não conta muito) e a tristeza de não conseguir ser um “retardado” desses. Se bem que nesse jogo fiquei até feliz de sentir uma leve tristeza pela derrota do Boca.

  • torcedor

    lá vem vocês novamente do PdH publicando textos sobre futebol escritos por retardados* que não entendem o que é paixão.

    * me senti no direito de usar o mesmo termo o qual foi usado para o torcedor que, segundo informações do texto, passou 50epoucos anos esperando seu time ser campeão da libertadores.

    • Eduardo Amuri

      Leia o texto de novo, torcedor, dessa vez trocando futebol por dança, ou por sexo, ou por golf. Aí você vai perceber que o texto não tem nada a ver com futebol. Foi só o gancho.

  • MageCiconello

    Amauri, ser retardado de vez em quando é muito bom. Tenho “ataques de retardamento” freqüentes desde que deixei de ligar pra opinião alheia.
    Quando você tiver a oportunidade, vá assistir a um jogo em um estádio. Você pode até não ser fã de futebol, mas quando ficar no meio de um torcida apaixonada, com pensamentos positivos, você vai se sentir acolhido e todas as “travas” serão abertas. O cara do seu lado, vira seu melhor amigo durante aqueles 90 minutos,

    • Eduardo Amuri

      Irei, irei.

      Bom exemplo de trava ;)

  • http://www.facebook.com/rogeriotigrao Rogério Tigrão

    Dedico seu texto a todos os futebol haters de meu facebook. Obrigado.

  • http://www.facebook.com/beatriz.cardoso.9400 Beatriz Cardoso

    Curintia minha vida, curintia minha história. curintia meu Amor! Me vi muito nesse “senhor retardado” . Eu e meu pai no dia que levamos a taça nos abraçamos, choramos, batemos pé, berramos, gargalhamos! Compartilhamos de um estado retardado juntos como nunca fizemos antes! Ah, Corinthians abençoado! ;-)

  • Pingback: Carta ao meu neto: eu vi o Corinthians ser campeão mundial no Japão | Na Estrada #8 | PapodeHomem

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