Como usar o TakingITGlobal para encontrar sua paixão e se engajar em temas globais

Victor Lee

por
em às | Atitude


Aquecimento global. Mutilação de genitais femininos na África. Eleições no Irã. Guerra e fome. Educação precária. Violência urbana. AIDS. A lista de temas de interesse local e global é enorme. Sim, sim… mas e daí?

Pergunto com sinceridade: você se preocupa com o futuro de nosso planeta? Como caminha o nosso mútuo entendimento e o relacionamento saudável entre diferentes culturas?

Se a resposta é “Não”, faça um favor a nós dois: pule este texto, que não é para você. Talvez não pelo momento. Hoje a conversa é com quem ainda acredita que dá para melhorar o mundo. Aquela coisa de jovem sonhador, manja?

Milhões de jovens no mundo todo são vítimas de decisões mal tomadas por adultos. São péssimos planejamentos e baixa prioridade para educação. Falta investir em campanhas de conscientização para assegurar um padrão mínimo de saúde.

Deixe eu contar uma história…

Severn Cullis Suzuki é uma ativista canadense que, em sua infância, fundou a ECO – Environmental Children’s Organization com a finalidade de aprender e educar outras crianças em temas de meio ambiente. Em 1992, aos doze anos de idade, a jovem Suzuki esteve no Rio de Janeiro e colocou a boca no trombone.


Vídeo no YouTube

O vídeo acima é conhecido entre os hits de YouTube como “The girl who silenced the world for 5 minutes” (a menina que silenciou o mundo por cinco minutos) e transmite a paixão contagiante de Suzuki por algo que acreditava.

O resultado da paixão combinada com competência é alta performance.

Suzuki foi autora de livros, recebeu medalhas na ONU, se formou pela Yale University e foi apresentadora de seu programa de televisão, Suzuki’s Nature Quest.

Paixão + competência é a fórmula mágica para qualquer grande transformação. É o oposto de viver a vida como um zumbi reativo e perdido, esperando que o professor da escolinha ou o chefe do escritório nos digam o que é que devemos fazer em seguida. É se libertar do modo passivo para encontrar o nosso verdadeiro propósito.

“Legal tudo isso, Victor. Palmas para ela, mas isso tudo é complicado demais pra mim e estou na correria…”

Se você pensou isso e não se motivou com o vídeo ou com a história que ela conquistou nos últimos anos… eu arriscaria dizer que um dos elementos da fórmula lhe está faltando: paixão ou competência. Ou ambos.

Falta paixão

Desde que comecei, timidamente, a lançar algumas palavras mal escritas no meu blog, tenho recebido emails com o seguinte conteúdo: “Victor, quero viajar pela Europa e pegar umas gatinhas”. OK, você e a torcida do Flamengo.

Quando eu respondo perguntando o que o sujeito faz da vida, o que o motiva e o interessa mais, de modo a traçarmos juntos um roteiro de viagem bacana, eu ouço a resposta “Ah, sei lá… acho que é legal viajar e tals” e outras variações genéricas e indefinidas.

Logicamente que também apareceu o oposto. Por exemplo, me escreveu um empreendedor gente finíssima que tem altos planos de embarcar em televisão digital. Para todas as direções que ele olha, ele vê conteúdo para seus canais digitais. Até pensei em oferecer a ideia de fazermos um programa de TV com dicas culturais e paquera na Europa! Quem sabe?

O ponto é que esse empreendedor tem muito mais chances de vir para a Europa do que alguém que acha “legal viajar e tals”. E não é por causa de dinheiro, e sim pela motivação e propósito de fazer seu negócio dar certo.

Vejam. A Suzuki aos doze anos viajou do Canadá para o Brasil, pois tinha um propósito – trazer sua mensagem aos líderes de governo.

Para dar um exemplo mais próximo, lembro do Alessander Guerra, nosso ex Dr. Cook que infelizmente está com mil projetos na cabeça e pendurou o avental.

Olha pra esse cara! Quantos sujeitos você conhece que fazem um vídeo na frente da Notre Dame de Paris comendo um pão com presunto e queijo, editam e colocam no YouTube? Pois é. Nas palavras dele, comer o croque monsieur pelas ruas de Paris é uma das coisas mais legais da experiência de viagem. E ele está certo ao fazer aquilo que é a sua paixão.

Encontrar essa paixão pode demorar um pouco, e uma das melhores formas é convivendo com diferentes grupos sociais, que trazem variedades de temas ao seu redor.

De modo semelhante à minha recomendação para o uso do Facebook para manter contato com as namoradas gringas, rolos e possíveis paixões, hoje vou fazer jabá de outra rede social. Para jovens ativistas, a melhor dica é entrar para o TakingIT Global.


Vídeo no YouTube

O TIG é uma rede social que conecta jovens para promover ativismo, além de conteúdo e ferramentas para educadores e dicas para jovens se mobilizarem em torno de suas causas. São milhões de oportunidades e grupos listados, de modo que certamente você encontra algo que vai ao encontro de seus interesses pessoais.

Mas pode ser que você já tenha uma paixão! Tocar um blues dos diabos. Fazer algo para combater a violência e os crimes absurdos que infestaram nosso país. Ou algo menos político e mais social-etílico como fazer drinks para a mulherada.

A dificuldade em fazer acontecer pode estar na falta de alguma habilidade, que nos casos acima seriam o instrumento musical, o traquejo político para promover melhores políticas públicas ou saber misturar os drinques na dose correta. Se esse for o caso, veja aqui o segundo ponto:

Falta competência

Felizmente, esse é o lado mais fácil da equação e por isso deixei para o final. Encontrada a paixão, o aprendizado da competência pode ser desenvolvido gradualmente.

Como falei no texto dos zumbis, até hoje eu não sei calcular o Log e sequer entendo o seu conceito. E não foi por falta de bons professores ou livros – as ferramentas para o aprendizado sempre estiveram a meu dispor, mas eu não tinha o menor tesão para aprender assuntos mais complexos de matemática.

O exemplo oposto é o aprendizado de idiomas, no qual mando bem. Só que eu não acredito que eu tenha mais talento ou mesmo mais interesse por idiomas do que qualquer leitor aqui. Ao contrário, detesto aprender regras gramaticais, memorizar declinações e conjugações verbais. Como é que eu sou poliglota, então?

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Interesse pelo idioma em si ou pelas pessoas? Agora ficou mais fácil e palpável entender “Sprechen Sie Deutsch”?

Em vez de ter interesse pelo abstrato e intangível idioma, eu tenho interesse pelas pessoas que falam aquela língua. Aí sim eu encaixo a minha paixão por algo concreto com a necessidade de reforçar minha competência.

Logicamente é preciso ter pé no chão. Se meu negócio é aviação, é bom que eu faça todos os treinos e simulações necessárias antes de sair voando por aí. Mas na maior parte dos casos, os erros do processo de aprendizado não são fatais e, como diz meu amigo Rodrigo Almeida, a graça da coisa é justamente não ter muita certeza do que se está fazendo.

Por isso o texto de hoje não entra muito em detalhes da competência técnica, mas propõe uma pergunta: já encontrou a sua paixão?

Dê o melhor de si e em breve surgirão oportunidades de participar de conferências mundo afora. A maior parte dos temas e oportunidades compartilhadas por meio da plataforma do TakingITGlobal é de interesse global. Portanto, envolve conferências internacionais com algumas bolsas de financiamento disponíveis. Não é nada mal promover suas causas enquanto se conhece pessoas do mundo todo que compartilham das mesmas preocupações e projetos.

Para quem se animou com o assunto, é de grande importância a leitura do Guia para Ação, em português, produzido pelo time TIG liderado pela Jennifer Corriero.

Imagino que aqui entre os leitores tenha bastante gente com experiência em ativismo, voluntariado, liderança e engajamento social. Seria ótimo se pudéssemos todos trocar dicas aqui e no Fórum PdH.

Qual é a sua paixão?

Victor Lee

É o embaixador europeu da PapodeHomem e está sempre de malas prontas para ir onde tem mulher bonita. É autor do "From Victor With Love - Diário".


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88 comentários

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  • Bruno Cavalcanti

    Ótima iniciativa, mas sinto te falar: a nossa geração (que hoje é adulta) está perdida. Sinto muito te dizer. Não que isso signifique que devamos ficar de mãos cruzadas, mas infelizmente está perdida. Vivemos em um mundo onde 90% da população vive por si e o resto que se foda.

    Espero que a geração dos nossos filhos e dos nossos netos dêem ao mundo um vôo que não seja um vôo de galinha…

  • Bruno Cavalcanti

    Ótima iniciativa, mas sinto te falar: a nossa geração (que hoje é adulta) está perdida. Sinto muito te dizer. Não que isso signifique que devamos ficar de mãos cruzadas, mas infelizmente está perdida. Vivemos em um mundo onde 90% da população vive por si e o resto que se foda.

    Espero que a geração dos nossos filhos e dos nossos netos dêem ao mundo um vôo que não seja um vôo de galinha…

  • Rubens

    O difícil de tentar fazer algo pelo bem coletivo é que você sempre encontra uma forte corrente contrária. E isso desanima qualquer um.

    E eu devia ter parado de ler o texto no terceiro parágrafo. Me senti uma ameba dentro dessa bolha que eu chamo de ‘Minha Vida’!

  • Rubens

    O difícil de tentar fazer algo pelo bem coletivo é que você sempre encontra uma forte corrente contrária. E isso desanima qualquer um.

    E eu devia ter parado de ler o texto no terceiro parágrafo. Me senti uma ameba dentro dessa bolha que eu chamo de ‘Minha Vida’!

  • Rubens

    O difícil de tentar fazer algo pelo bem coletivo é que você sempre encontra uma forte corrente contrária. E isso desanima qualquer um.

    E eu devia ter parado de ler o texto no terceiro parágrafo. Me senti uma ameba dentro dessa bolha que eu chamo de ‘Minha Vida’!

  • Aquele Mario

    Esquece isso kra, esse planeta não passa de 2012, o negocio e relaxar, fumar um baseado e esperar os 4 cavaleiros do apocalipse.

  • Aquele Mario

    Esquece isso kra, esse planeta não passa de 2012, o negocio e relaxar, fumar um baseado e esperar os 4 cavaleiros do apocalipse.

  • Aquele Mario

    Esquece isso kra, esse planeta não passa de 2012, o negocio e relaxar, fumar um baseado e esperar os 4 cavaleiros do apocalipse.

  • anonimo

    viram como a sala de conferencias estava “vazia”?…..

    incrivel ver uma criança daquela idade falar tudo aquilo. parabens pra ela.

    Mas como disse o Bruno, somos apenas 10% ou menos….que se importam com o mundo….só acontecendo uma catastrofe para mudar a maneira de pensar das pessoas….

    Somente uma extinção ao estilo dos cinemas(nada dessa gripe de merda), algo que levasse literalmente metade da populaçao, ou mais, para fazer todos pararem pra pensar…..

    Eqto isso não vem, os “bons” vão tentando ajudar, e conforme a idade chega a gente vai se conformando e se reunindo com outros “bons” em algumas comunidades, eqto o resto do mundo vai se destruindo aos poucos….

    “Eqto o fim não chega, tento mudar o mundo, uma pessoa de cada vez”

  • anonimo

    viram como a sala de conferencias estava “vazia”?…..

    incrivel ver uma criança daquela idade falar tudo aquilo. parabens pra ela.

    Mas como disse o Bruno, somos apenas 10% ou menos….que se importam com o mundo….só acontecendo uma catastrofe para mudar a maneira de pensar das pessoas….

    Somente uma extinção ao estilo dos cinemas(nada dessa gripe de merda), algo que levasse literalmente metade da populaçao, ou mais, para fazer todos pararem pra pensar…..

    Eqto isso não vem, os “bons” vão tentando ajudar, e conforme a idade chega a gente vai se conformando e se reunindo com outros “bons” em algumas comunidades, eqto o resto do mundo vai se destruindo aos poucos….

    “Eqto o fim não chega, tento mudar o mundo, uma pessoa de cada vez”

  • anonimo

    viram como a sala de conferencias estava “vazia”?…..

    incrivel ver uma criança daquela idade falar tudo aquilo. parabens pra ela.

    Mas como disse o Bruno, somos apenas 10% ou menos….que se importam com o mundo….só acontecendo uma catastrofe para mudar a maneira de pensar das pessoas….

    Somente uma extinção ao estilo dos cinemas(nada dessa gripe de merda), algo que levasse literalmente metade da populaçao, ou mais, para fazer todos pararem pra pensar…..

    Eqto isso não vem, os “bons” vão tentando ajudar, e conforme a idade chega a gente vai se conformando e se reunindo com outros “bons” em algumas comunidades, eqto o resto do mundo vai se destruindo aos poucos….

    “Eqto o fim não chega, tento mudar o mundo, uma pessoa de cada vez”

  • Fencas

    O cara se dá ao trabalho de escrever um texto legal desses e os três primeiros comentários são assim? Acho que isso apenas reitera o ponto inicial do artigo: não é reclamar da vida que ajuda em algo, nem mesmo culpar “nossa geração”, as “dificuldades da vida” e, bem, “os cavaleiros do apocalipse”, mas agir.
    Se houvesse apenas uma forma de complementar a belíssima idéia do Victor seria falar que o mundo muda, sim, a partir de pessoas com paixão + competência, mas só mudam porque essas pessoas, apaixonadas por suas especificidades e cientes de seu potencial, têm esperança na mudança desse. Sem a esperança, não há como nada, absolutamente nada acontecer.
    Enfim, excelente artigo, rapaz.

  • Fencas

    O cara se dá ao trabalho de escrever um texto legal desses e os três primeiros comentários são assim? Acho que isso apenas reitera o ponto inicial do artigo: não é reclamar da vida que ajuda em algo, nem mesmo culpar “nossa geração”, as “dificuldades da vida” e, bem, “os cavaleiros do apocalipse”, mas agir.
    Se houvesse apenas uma forma de complementar a belíssima idéia do Victor seria falar que o mundo muda, sim, a partir de pessoas com paixão + competência, mas só mudam porque essas pessoas, apaixonadas por suas especificidades e cientes de seu potencial, têm esperança na mudança desse. Sem a esperança, não há como nada, absolutamente nada acontecer.
    Enfim, excelente artigo, rapaz.

  • http://- Fencas

    O cara se dá ao trabalho de escrever um texto legal desses e os três primeiros comentários são assim? Acho que isso apenas reitera o ponto inicial do artigo: não é reclamar da vida que ajuda em algo, nem mesmo culpar “nossa geração”, as “dificuldades da vida” e, bem, “os cavaleiros do apocalipse”, mas agir.
    Se houvesse apenas uma forma de complementar a belíssima idéia do Victor seria falar que o mundo muda, sim, a partir de pessoas com paixão + competência, mas só mudam porque essas pessoas, apaixonadas por suas especificidades e cientes de seu potencial, têm esperança na mudança desse. Sem a esperança, não há como nada, absolutamente nada acontecer.
    Enfim, excelente artigo, rapaz.

  • Vicz

    Muito interessante,
    poderíamos falar sobre isso por dias e dias, mas sabe de uma coisa : eu vou atrás do meu talento e é agora.
    FUI…

  • Vicz

    Muito interessante,
    poderíamos falar sobre isso por dias e dias, mas sabe de uma coisa : eu vou atrás do meu talento e é agora.
    FUI…

  • Vicz

    Muito interessante,
    poderíamos falar sobre isso por dias e dias, mas sabe de uma coisa : eu vou atrás do meu talento e é agora.
    FUI…

  • http://eupegosim.blogspot.com/ daniel

    Só queria falar que a luta por um planeta melhor está na moda e existe sim uma forte corrente favorável pra qualquer esforço em prol de um futuro melhor!
    Só ver aonde os prêmios para as melhores pesquisas tem ido. Além disso, amor ao planeta e essa paixão que foi pregada faz a mulher pensar no futuro de netos e filhos que ela nem teve ainda. Faz ela ter o sentimento de que precisa de um homem desses, e quem está na frente dela enquanto ela pensa isso?
    Ótimo chaveco!

  • http://eupegosim.blogspot.com/ daniel

    Só queria falar que a luta por um planeta melhor está na moda e existe sim uma forte corrente favorável pra qualquer esforço em prol de um futuro melhor!
    Só ver aonde os prêmios para as melhores pesquisas tem ido. Além disso, amor ao planeta e essa paixão que foi pregada faz a mulher pensar no futuro de netos e filhos que ela nem teve ainda. Faz ela ter o sentimento de que precisa de um homem desses, e quem está na frente dela enquanto ela pensa isso?
    Ótimo chaveco!

  • http://eupegosim.blogspot.com daniel

    Só queria falar que a luta por um planeta melhor está na moda e existe sim uma forte corrente favorável pra qualquer esforço em prol de um futuro melhor!
    Só ver aonde os prêmios para as melhores pesquisas tem ido. Além disso, amor ao planeta e essa paixão que foi pregada faz a mulher pensar no futuro de netos e filhos que ela nem teve ainda. Faz ela ter o sentimento de que precisa de um homem desses, e quem está na frente dela enquanto ela pensa isso?
    Ótimo chaveco!

  • magali

    eh! na verdade naum me intereso naum

  • magali

    eh! na verdade naum me intereso naum

  • magali

    eh! na verdade naum me intereso naum

  • Schamlose

    Há quem diga que as religiões são a raiz de todo o mal; já outros(especialmente certas feministas), insistem em falar que os seres humanos do sexo masculino é que são a raiz do mal. Não acho que seja tão simples assim achar a origem dos problemas, não dá para apontar o dedo e falar que o outro é quem esta atrapalhando o mundo.
    Carl Gustav Jung dizia que nós, seres humanos, é que somos a raiz de todo o mal, e, para combater o mesmo nós precisamos nos entender. Sinceramente eu acho que Jung está certo, e que antes de falar em mudar o mundo, nós deveríamos tentar mudar a nós mesmos. Mudar a nós mesmos que eu digo, não é tentar mudar o vizinho, ou a namorada, é primeiro tentar acabar com a maldade que reside em nós mesmos.
    Cito a mim mesmo como exemplo: -eu odiaria perder num jogo de xadrez para uma mulher, e odiaria mais ainda perder numa competição esportiva para um gay(não perderia para uma mulher^^), me sentiria um verdadeiro bosta em alguma dessas situações, eu acho isso um puta dum preconceito de minha parte, me achar melhor que outros seres humanos “iguais” a mim, e juro que estou tentando mudar isso, mas não é fácil.
    Acredito que o mundo precisa ser melhorado sim, mas que isso é impossível sem antes melhorar a nós mesmos.

    “Nosce te ipsum”

  • Schamlose

    Há quem diga que as religiões são a raiz de todo o mal; já outros(especialmente certas feministas), insistem em falar que os seres humanos do sexo masculino é que são a raiz do mal. Não acho que seja tão simples assim achar a origem dos problemas, não dá para apontar o dedo e falar que o outro é quem esta atrapalhando o mundo.
    Carl Gustav Jung dizia que nós, seres humanos, é que somos a raiz de todo o mal, e, para combater o mesmo nós precisamos nos entender. Sinceramente eu acho que Jung está certo, e que antes de falar em mudar o mundo, nós deveríamos tentar mudar a nós mesmos. Mudar a nós mesmos que eu digo, não é tentar mudar o vizinho, ou a namorada, é primeiro tentar acabar com a maldade que reside em nós mesmos.
    Cito a mim mesmo como exemplo: -eu odiaria perder num jogo de xadrez para uma mulher, e odiaria mais ainda perder numa competição esportiva para um gay(não perderia para uma mulher^^), me sentiria um verdadeiro bosta em alguma dessas situações, eu acho isso um puta dum preconceito de minha parte, me achar melhor que outros seres humanos “iguais” a mim, e juro que estou tentando mudar isso, mas não é fácil.
    Acredito que o mundo precisa ser melhorado sim, mas que isso é impossível sem antes melhorar a nós mesmos.

    “Nosce te ipsum”

  • Schamlose

    Há quem diga que as religiões são a raiz de todo o mal; já outros(especialmente certas feministas), insistem em falar que os seres humanos do sexo masculino é que são a raiz do mal. Não acho que seja tão simples assim achar a origem dos problemas, não dá para apontar o dedo e falar que o outro é quem esta atrapalhando o mundo.
    Carl Gustav Jung dizia que nós, seres humanos, é que somos a raiz de todo o mal, e, para combater o mesmo nós precisamos nos entender. Sinceramente eu acho que Jung está certo, e que antes de falar em mudar o mundo, nós deveríamos tentar mudar a nós mesmos. Mudar a nós mesmos que eu digo, não é tentar mudar o vizinho, ou a namorada, é primeiro tentar acabar com a maldade que reside em nós mesmos.
    Cito a mim mesmo como exemplo: -eu odiaria perder num jogo de xadrez para uma mulher, e odiaria mais ainda perder numa competição esportiva para um gay(não perderia para uma mulher^^), me sentiria um verdadeiro bosta em alguma dessas situações, eu acho isso um puta dum preconceito de minha parte, me achar melhor que outros seres humanos “iguais” a mim, e juro que estou tentando mudar isso, mas não é fácil.
    Acredito que o mundo precisa ser melhorado sim, mas que isso é impossível sem antes melhorar a nós mesmos.

    “Nosce te ipsum”

  • Andreas

    por questões aerodinâmicas, o besouro é muito pesado e suas asas são muito pequenas para a prática do vôo. Mas como ele não sabe disso, simplesmente voa.

    O mundo tá cheio de gente que vai tentar minar suas ambições e dizer que o bem que você faz para o mundo não serve pra nada por causa desses tão falados “90%” da população. Eles que se danem sabe, eu faço a minha parte e busco a minha felicidade nisso, está bom pra mim e está bom pra quem está comigo.

    Ótimo post Victor, e eu tenho uma pergunta pra vc, e não é sobre viajar pra europa pra conhecer mina gata (apesar de querer fazer isso hehe)… Eu queria saber se você é diplomata, por causa das viagens e talz. Você é?

    Abraços!

  • Andreas

    por questões aerodinâmicas, o besouro é muito pesado e suas asas são muito pequenas para a prática do vôo. Mas como ele não sabe disso, simplesmente voa.

    O mundo tá cheio de gente que vai tentar minar suas ambições e dizer que o bem que você faz para o mundo não serve pra nada por causa desses tão falados “90%” da população. Eles que se danem sabe, eu faço a minha parte e busco a minha felicidade nisso, está bom pra mim e está bom pra quem está comigo.

    Ótimo post Victor, e eu tenho uma pergunta pra vc, e não é sobre viajar pra europa pra conhecer mina gata (apesar de querer fazer isso hehe)… Eu queria saber se você é diplomata, por causa das viagens e talz. Você é?

    Abraços!

  • Muta

    Pow, eu conhecia esse video, iniciativa legal, faiz a gente pensar um pouco né?

  • Muta

    Pow, eu conhecia esse video, iniciativa legal, faiz a gente pensar um pouco né?

  • Muta

    Pow, eu conhecia esse video, iniciativa legal, faiz a gente pensar um pouco né?

  • Fredd

    Parabenizo a você pela iniciativa e a todos que estão participando da abertura das portas de nossas próprias mentes, da cabeça de todos que agora estão fazendo sua parte e conscientizando todos que estão a sua volta, vivendo com garra e paixão, fazendo o que é certo, e, no seu caso pela internet que para o uso benéfico um meio imenso de transmitir ricas informações, como essas.
    Eu agradeço a todos os BONS, que vivem com garra e responsabilidade pelo que acreditam.
    E o planeta e a humanidade também.
    Atenciosamente,
    Frederico Moraes

  • Fredd

    Parabenizo a você pela iniciativa e a todos que estão participando da abertura das portas de nossas próprias mentes, da cabeça de todos que agora estão fazendo sua parte e conscientizando todos que estão a sua volta, vivendo com garra e paixão, fazendo o que é certo, e, no seu caso pela internet que para o uso benéfico um meio imenso de transmitir ricas informações, como essas.
    Eu agradeço a todos os BONS, que vivem com garra e responsabilidade pelo que acreditam.
    E o planeta e a humanidade também.
    Atenciosamente,
    Frederico Moraes

  • Fredd

    Parabenizo a você pela iniciativa e a todos que estão participando da abertura das portas de nossas próprias mentes, da cabeça de todos que agora estão fazendo sua parte e conscientizando todos que estão a sua volta, vivendo com garra e paixão, fazendo o que é certo, e, no seu caso pela internet que para o uso benéfico um meio imenso de transmitir ricas informações, como essas.
    Eu agradeço a todos os BONS, que vivem com garra e responsabilidade pelo que acreditam.
    E o planeta e a humanidade também.
    Atenciosamente,
    Frederico Moraes

  • Fredd

    O planeta e a humanidade também. Agradecem.
    ;-)

  • Fredd

    O planeta e a humanidade também. Agradecem.
    ;-)

  • Fredd

    O planeta e a humanidade também. Agradecem.
    ;-)

  • Willis

    Interessante esse site ai, vou me cadastrar e quem sabe assim consigo divulgar e pegar informações sobre os assuntos que estudo e quem sabe um dia eu possa trabalhar.

    A paixão é o que move o mundo, entretanto acho que muitos se apaixonam por coisas amplas e gerais demais, as vezes quase intangíveis – nada contra, cada um com sua paixão – e esquecem de fazer as coisas simples, como participar das coisas a qual efetivamente pode modificar, as coisas próximas.

    Acredito em estrutura de base, da coisa que voce constrói, no seu bairro, na sua faculdade e as coisas vão “subindo”, se não “sobem” ao menos vc faz sua parte. Por isso acho que antes de pensar na “morte das ovelhas norueguesas” e ficar aqui sem fazer nada, faça o mesmo exercício pensando: “o que meus amigos pensam, ou fazem sobre isso, o que a minha faculdade pensa e faz sobre isso, ou o que minha empresa pensa e faz sobre isso?”

    Ao meu ver tudo começa com a divulgação e a conscientização sobre a “causa” que vc quer abraçar, difundindo o assunto a pessoa pode agregar interessados e juntos fazer algo. Como já falei isso pode ser feito na faculdade, nos Centros Academicos, Diretórios (“ahh mas só tem socialista maconheiro!” então faça algo para que pessoas decentes tomem o lugar deles – nada contra os socialistas e os que fumam maconha) e em diversos lugares.

    Enfim, faça algo!

    P.S: Aproveitando o espaço gostaria de divulgar o projeto Oásis que é algo que está crescendo no Brasil inteiro, quem tiver interesse leia sobre o projeto Oásis Santa Catarina e veja em sua cidade ou faculdade se tem algo por aí, se não tem, faça ter.

  • Willis

    Interessante esse site ai, vou me cadastrar e quem sabe assim consigo divulgar e pegar informações sobre os assuntos que estudo e quem sabe um dia eu possa trabalhar.

    A paixão é o que move o mundo, entretanto acho que muitos se apaixonam por coisas amplas e gerais demais, as vezes quase intangíveis – nada contra, cada um com sua paixão – e esquecem de fazer as coisas simples, como participar das coisas a qual efetivamente pode modificar, as coisas próximas.

    Acredito em estrutura de base, da coisa que voce constrói, no seu bairro, na sua faculdade e as coisas vão “subindo”, se não “sobem” ao menos vc faz sua parte. Por isso acho que antes de pensar na “morte das ovelhas norueguesas” e ficar aqui sem fazer nada, faça o mesmo exercício pensando: “o que meus amigos pensam, ou fazem sobre isso, o que a minha faculdade pensa e faz sobre isso, ou o que minha empresa pensa e faz sobre isso?”

    Ao meu ver tudo começa com a divulgação e a conscientização sobre a “causa” que vc quer abraçar, difundindo o assunto a pessoa pode agregar interessados e juntos fazer algo. Como já falei isso pode ser feito na faculdade, nos Centros Academicos, Diretórios (“ahh mas só tem socialista maconheiro!” então faça algo para que pessoas decentes tomem o lugar deles – nada contra os socialistas e os que fumam maconha) e em diversos lugares.

    Enfim, faça algo!

    P.S: Aproveitando o espaço gostaria de divulgar o projeto Oásis que é algo que está crescendo no Brasil inteiro, quem tiver interesse leia sobre o projeto Oásis Santa Catarina e veja em sua cidade ou faculdade se tem algo por aí, se não tem, faça ter.

  • Willis

    Interessante esse site ai, vou me cadastrar e quem sabe assim consigo divulgar e pegar informações sobre os assuntos que estudo e quem sabe um dia eu possa trabalhar.

    A paixão é o que move o mundo, entretanto acho que muitos se apaixonam por coisas amplas e gerais demais, as vezes quase intangíveis – nada contra, cada um com sua paixão – e esquecem de fazer as coisas simples, como participar das coisas a qual efetivamente pode modificar, as coisas próximas.

    Acredito em estrutura de base, da coisa que voce constrói, no seu bairro, na sua faculdade e as coisas vão “subindo”, se não “sobem” ao menos vc faz sua parte. Por isso acho que antes de pensar na “morte das ovelhas norueguesas” e ficar aqui sem fazer nada, faça o mesmo exercício pensando: “o que meus amigos pensam, ou fazem sobre isso, o que a minha faculdade pensa e faz sobre isso, ou o que minha empresa pensa e faz sobre isso?”

    Ao meu ver tudo começa com a divulgação e a conscientização sobre a “causa” que vc quer abraçar, difundindo o assunto a pessoa pode agregar interessados e juntos fazer algo. Como já falei isso pode ser feito na faculdade, nos Centros Academicos, Diretórios (“ahh mas só tem socialista maconheiro!” então faça algo para que pessoas decentes tomem o lugar deles – nada contra os socialistas e os que fumam maconha) e em diversos lugares.

    Enfim, faça algo!

    P.S: Aproveitando o espaço gostaria de divulgar o projeto Oásis que é algo que está crescendo no Brasil inteiro, quem tiver interesse leia sobre o projeto Oásis Santa Catarina e veja em sua cidade ou faculdade se tem algo por aí, se não tem, faça ter.

  • Rose

    Nem precisa ser uma atitude extrema, que vá mudar radicalmente a vida da pessoa.
    O simples fato de separar o lixo para que esse seja reciclado, não jogar óleo queimado pelo ralo da pia, andar de ônibus nos horários mas vazios, usar rodizio de caronas… isso á ajudaria bastante o meio ambiente.

    Ficar dizendo que não adianta fazer pequenos gestos porque a maioria não liga é tentar fechar os olhos. O mundo já foi a favor da escravidão, aos poucos algumas pessoas foram mudando a mentalidade de todos e hoje a escravidão é abominável.

    Estou nem aí pra quem não faz a sua parte por egoísmo ou resignação. Faço a minha parte, tento convencer mais passoas a fazerem as delas, quem não quer…

  • Rose

    Nem precisa ser uma atitude extrema, que vá mudar radicalmente a vida da pessoa.
    O simples fato de separar o lixo para que esse seja reciclado, não jogar óleo queimado pelo ralo da pia, andar de ônibus nos horários mas vazios, usar rodizio de caronas… isso á ajudaria bastante o meio ambiente.

    Ficar dizendo que não adianta fazer pequenos gestos porque a maioria não liga é tentar fechar os olhos. O mundo já foi a favor da escravidão, aos poucos algumas pessoas foram mudando a mentalidade de todos e hoje a escravidão é abominável.

    Estou nem aí pra quem não faz a sua parte por egoísmo ou resignação. Faço a minha parte, tento convencer mais passoas a fazerem as delas, quem não quer…

  • Rose

    Nem precisa ser uma atitude extrema, que vá mudar radicalmente a vida da pessoa.
    O simples fato de separar o lixo para que esse seja reciclado, não jogar óleo queimado pelo ralo da pia, andar de ônibus nos horários mas vazios, usar rodizio de caronas… isso á ajudaria bastante o meio ambiente.

    Ficar dizendo que não adianta fazer pequenos gestos porque a maioria não liga é tentar fechar os olhos. O mundo já foi a favor da escravidão, aos poucos algumas pessoas foram mudando a mentalidade de todos e hoje a escravidão é abominável.

    Estou nem aí pra quem não faz a sua parte por egoísmo ou resignação. Faço a minha parte, tento convencer mais passoas a fazerem as delas, quem não quer…

  • Nine

    Quanta bobeira

  • Nine

    Quanta bobeira

  • Nine

    Quanta bobeira

  • http://www.cursogratuitoparaconcursospublicos.blogspot.com/ Alessandro Paes

    sou policial civil aqui no rio. uma reprovação para o concurso de delegado do estado de goiás me deixou tão puto que resolvi deixar de ter pena de mim mesmo e ajudar outros concurseiros como eu. criei o curso gratuito para concursos públicos e posso asseverar que não tem preço compartilhar. o retorno é fenomenal. e mesmo quando atingir meu objetivo pretendo continuar esse projeto que tem cerca de 4 meses. e atenção, isso aqui não é jabá, press release ou coisa que o valha é simplesmente a forma como escolhi fazer a diferença… achei que cabia esse comentário!

    ps vcs são bons demais. se quiserem um consultor jurídico estou às ordens!

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    ps vcs são bons demais. se quiserem um consultor jurídico estou às ordens!

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    sou policial civil aqui no rio. uma reprovação para o concurso de delegado do estado de goiás me deixou tão puto que resolvi deixar de ter pena de mim mesmo e ajudar outros concurseiros como eu. criei o curso gratuito para concursos públicos e posso asseverar que não tem preço compartilhar. o retorno é fenomenal. e mesmo quando atingir meu objetivo pretendo continuar esse projeto que tem cerca de 4 meses. e atenção, isso aqui não é jabá, press release ou coisa que o valha é simplesmente a forma como escolhi fazer a diferença… achei que cabia esse comentário!

    ps vcs são bons demais. se quiserem um consultor jurídico estou às ordens!

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    sou policial civil aqui no rio. uma reprovação para o concurso de delegado do estado de goiás me deixou tão puto que resolvi deixar de ter pena de mim mesmo e ajudar outros concurseiros como eu. criei o curso gratuito para concursos públicos e posso asseverar que não tem preço compartilhar. o retorno é fenomenal. e mesmo quando atingir meu objetivo pretendo continuar esse projeto que tem cerca de 4 meses. e atenção, isso aqui não é jabá, press release ou coisa que o valha é simplesmente a forma como escolhi fazer a diferença… achei que cabia esse comentário!

    ps vcs são bons demais. se quiserem um consultor jurídico estou às ordens!

  • Mauricio

    E aí victor! Como sempre, contribuindo aqui com um ótimo texto!

    Gostaria de ir um pouco mais a fundo e falar que o lance de paixão vale tbm (e principalmente, talvez) para o trabalho. Vejo mta gente que se forma e fica totalmente perdido na vida, mandando currículos para toda e qualquer vaga que aparece, mas sem nenhum foco.
    Aí mesmo que seja chamado para uma entrevista, a falta de tesão e brilho no olho acabam derrubando o sujeito.

    Acho que existem 2 grandes problemas na cultura brasileira:
    O primeiro é a vergonha de assumir uma paixão por algo e lutar de verdade por isso. É a modinha do “eclético”, o cara que não sabe oq quer ou o q gosta de verdade.

    O segundo problema, agora voltando à questão ‘trabalho’, é achar que trabalho é castigo, e não honra, e que por isso é impossível se apaixonar por uma atividade minimamente construtiva. E isso se aplica tbm ao ativismo, é claro.

    Não sou ativista, mas tenho minhas paixões na vida e luto por elas. Aliás, nem acho que todos deveriam ser ativistas. O que o mundo precisa é que todos aprendam o seguinte: 1. O valor do trabalho bem feito; 2. A criatividade para achar soluções simples para problemas complexos; 3. A importância de ser educado e gentil com o próximo. That’s all.

  • Mauricio

    E aí victor! Como sempre, contribuindo aqui com um ótimo texto!

    Gostaria de ir um pouco mais a fundo e falar que o lance de paixão vale tbm (e principalmente, talvez) para o trabalho. Vejo mta gente que se forma e fica totalmente perdido na vida, mandando currículos para toda e qualquer vaga que aparece, mas sem nenhum foco.
    Aí mesmo que seja chamado para uma entrevista, a falta de tesão e brilho no olho acabam derrubando o sujeito.

    Acho que existem 2 grandes problemas na cultura brasileira:
    O primeiro é a vergonha de assumir uma paixão por algo e lutar de verdade por isso. É a modinha do “eclético”, o cara que não sabe oq quer ou o q gosta de verdade.

    O segundo problema, agora voltando à questão ‘trabalho’, é achar que trabalho é castigo, e não honra, e que por isso é impossível se apaixonar por uma atividade minimamente construtiva. E isso se aplica tbm ao ativismo, é claro.

    Não sou ativista, mas tenho minhas paixões na vida e luto por elas. Aliás, nem acho que todos deveriam ser ativistas. O que o mundo precisa é que todos aprendam o seguinte: 1. O valor do trabalho bem feito; 2. A criatividade para achar soluções simples para problemas complexos; 3. A importância de ser educado e gentil com o próximo. That’s all.

  • Mauricio

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    Gostaria de ir um pouco mais a fundo e falar que o lance de paixão vale tbm (e principalmente, talvez) para o trabalho. Vejo mta gente que se forma e fica totalmente perdido na vida, mandando currículos para toda e qualquer vaga que aparece, mas sem nenhum foco.
    Aí mesmo que seja chamado para uma entrevista, a falta de tesão e brilho no olho acabam derrubando o sujeito.

    Acho que existem 2 grandes problemas na cultura brasileira:
    O primeiro é a vergonha de assumir uma paixão por algo e lutar de verdade por isso. É a modinha do “eclético”, o cara que não sabe oq quer ou o q gosta de verdade.

    O segundo problema, agora voltando à questão ‘trabalho’, é achar que trabalho é castigo, e não honra, e que por isso é impossível se apaixonar por uma atividade minimamente construtiva. E isso se aplica tbm ao ativismo, é claro.

    Não sou ativista, mas tenho minhas paixões na vida e luto por elas. Aliás, nem acho que todos deveriam ser ativistas. O que o mundo precisa é que todos aprendam o seguinte: 1. O valor do trabalho bem feito; 2. A criatividade para achar soluções simples para problemas complexos; 3. A importância de ser educado e gentil com o próximo. That’s all.

  • Mauricio

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    Gostaria de ir um pouco mais a fundo e falar que o lance de paixão vale tbm (e principalmente, talvez) para o trabalho. Vejo mta gente que se forma e fica totalmente perdido na vida, mandando currículos para toda e qualquer vaga que aparece, mas sem nenhum foco.
    Aí mesmo que seja chamado para uma entrevista, a falta de tesão e brilho no olho acabam derrubando o sujeito.

    Acho que existem 2 grandes problemas na cultura brasileira:
    O primeiro é a vergonha de assumir uma paixão por algo e lutar de verdade por isso. É a modinha do “eclético”, o cara que não sabe oq quer ou o q gosta de verdade.

    O segundo problema, agora voltando à questão ‘trabalho’, é achar que trabalho é castigo, e não honra, e que por isso é impossível se apaixonar por uma atividade minimamente construtiva. E isso se aplica tbm ao ativismo, é claro.

    Não sou ativista, mas tenho minhas paixões na vida e luto por elas. Aliás, nem acho que todos deveriam ser ativistas. O que o mundo precisa é que todos aprendam o seguinte: 1. O valor do trabalho bem feito; 2. A criatividade para achar soluções simples para problemas complexos; 3. A importância de ser educado e gentil com o próximo. That’s all.

  • http://fromvictorwithlove.com/diario Victor

    Fala turma! Desculpem pela demora para eu voltar aqui nos comentários – podem escrever que eu recebo notificações das respostas por email e daí eu volto quando tiver novidades de vcs!

    Aqui vai minha opinião ao pessoal que fez o comentário sobre como a juventude hoje em dia é perdida, ou que a maioria só pensa no próprio umbigo.

    Um guru de sedução que tem o nome artístico de David DeAngelo (nome verdadeiro é Eben Pagan) tem um programa muito interessante chamado 77 Laws of Success with Women.

    Entre várias de suas idéias, o David recomenda parar de se comparar com os outros.

    Sabe quando você tirava nota baixa de matemática na escola e vinha com um boletim com nota vermelha para mostrar aos pais?

    A atitude básica da criança é dizer “mas todo mundo tirou nota baixa, até o Takashi, o japa nerd, tirou seis!”

    Nesse momento geralmente os pais respondem: não interessa quanto os outros tiraram. O que interessa é o seu resultado.

    Existem várias abordagens que no fim das contas dizem a mesma coisa: assuma responsabilidade, centralize sua vida e defina seus padrões. Isso é ser proativo e a Cabana Papo de Homem está repleta de teoria e prática sobre o assunto.

    Para quem conhece o trabalho do Jung, como o Schamlose, lembro também da noção do shadow self: aquilo que mais criticamos nos outros é aquilo que nós tememos, rejeitamos e odiamos em nós mesmos.

    A melhor maneira de sublimar e lidar com a atitude “ah a molecada hoje em dia é alienada” é nós mesmos tomarmos uma atitude. E o TakingITGlobal é de longe a melhor plataforma para se conectar com gente que faz.

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    Entre várias de suas idéias, o David recomenda parar de se comparar com os outros.

    Sabe quando você tirava nota baixa de matemática na escola e vinha com um boletim com nota vermelha para mostrar aos pais?

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    Nesse momento geralmente os pais respondem: não interessa quanto os outros tiraram. O que interessa é o seu resultado.

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    Entre várias de suas idéias, o David recomenda parar de se comparar com os outros.

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    Um guru de sedução que tem o nome artístico de David DeAngelo (nome verdadeiro é Eben Pagan) tem um programa muito interessante chamado 77 Laws of Success with Women.

    Entre várias de suas idéias, o David recomenda parar de se comparar com os outros.

    Sabe quando você tirava nota baixa de matemática na escola e vinha com um boletim com nota vermelha para mostrar aos pais?

    A atitude básica da criança é dizer “mas todo mundo tirou nota baixa, até o Takashi, o japa nerd, tirou seis!”

    Nesse momento geralmente os pais respondem: não interessa quanto os outros tiraram. O que interessa é o seu resultado.

    Existem várias abordagens que no fim das contas dizem a mesma coisa: assuma responsabilidade, centralize sua vida e defina seus padrões. Isso é ser proativo e a Cabana Papo de Homem está repleta de teoria e prática sobre o assunto.

    Para quem conhece o trabalho do Jung, como o Schamlose, lembro também da noção do shadow self: aquilo que mais criticamos nos outros é aquilo que nós tememos, rejeitamos e odiamos em nós mesmos.

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  • http://fromvictorwithlove.com/diario Victor

    Valeu pela sua presença aqui, Fencas!

    De fato, esperança é essencial. E ela está muito ligada ao conceito de modelos de realidade.

    Tem pessoas que por algum motivo (evento trágico de infância, repetição de crenças de pessoas que o cercam) acreditam que algo é impossível de ser mudado. São as que não têm esperança.

    Outras pessoas têm muita esperança. Acreditam que é possível fazer a diferença. Talvez elas tenham tido a sorte de nunca se desiludir. Ou talvez tenham tido a sorte ainda maior de se desiludir feio, tomar um belo tombo e mesmo assim levantar e reverter a situação.

    Em qualquer um dos casos, diferentes crenças (ou nível de esperança) trazem diferentes ações em cada pessoa.

    O Tony Robbins é um autor que explica isso muito bem, e como é possível remodelar as próprias crenças com um redirecionamento de foco. Escrevi um pequeno texto aqui (momento jabá):

    http://fromvictorwithlove.com/diario/2009/anthony-robbins-e-o-foco-do-poder-jedi-usando-o-state-estado-emocional/

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    Outras pessoas têm muita esperança. Acreditam que é possível fazer a diferença. Talvez elas tenham tido a sorte de nunca se desiludir. Ou talvez tenham tido a sorte ainda maior de se desiludir feio, tomar um belo tombo e mesmo assim levantar e reverter a situação.

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    Tem pessoas que por algum motivo (evento trágico de infância, repetição de crenças de pessoas que o cercam) acreditam que algo é impossível de ser mudado. São as que não têm esperança.

    Outras pessoas têm muita esperança. Acreditam que é possível fazer a diferença. Talvez elas tenham tido a sorte de nunca se desiludir. Ou talvez tenham tido a sorte ainda maior de se desiludir feio, tomar um belo tombo e mesmo assim levantar e reverter a situação.

    Em qualquer um dos casos, diferentes crenças (ou nível de esperança) trazem diferentes ações em cada pessoa.

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    Andreas, não sou diplomata não, bro. Sou Embaixador Europeu da Papo de Homem! Muito mais massa :D

    Respondendo mais seriamente, se você der uma navegada pelo site do tigweb.org você vai notar algo interessante: o conceito de diplomacia multistakeholder.

    Isso quer dizer que hoje em dia a diplomacia não é feita exclusivamente entre os representantes oficiais de governos (diplomatas).

    Para ter legitimidade e efetividade, cada vez mais as conferências internacionais abrem suas portas para representantes do setor privado (empresas) e sociedade civil (ongs).

    Isso quer dizer que se você começar a fazer um trabalho bem feito, se tornar conhecido na sua área de interesse e mobilizar pessoas gerando resultados, a sua chance de ir para uma conferência global é bastante considerável – e existem várias agências que financiam a participação.

    (estou simplificando pra caralho aqui – quem sabe algum especialista de relações internacionais possa explicar com mais detalhe)

    De todo modo, se você se cadastrar na lista que montei no meu blog http://www.fromvictorwithlove.com/diario eu te mando (quando ficar pronto!) mais detalhes de como você navega no meio dessas conferências internacionais e encontra patrocínio.

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    Isso quer dizer que se você começar a fazer um trabalho bem feito, se tornar conhecido na sua área de interesse e mobilizar pessoas gerando resultados, a sua chance de ir para uma conferência global é bastante considerável – e existem várias agências que financiam a participação.

    (estou simplificando pra caralho aqui – quem sabe algum especialista de relações internacionais possa explicar com mais detalhe)

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    Isso quer dizer que se você começar a fazer um trabalho bem feito, se tornar conhecido na sua área de interesse e mobilizar pessoas gerando resultados, a sua chance de ir para uma conferência global é bastante considerável – e existem várias agências que financiam a participação.

    (estou simplificando pra caralho aqui – quem sabe algum especialista de relações internacionais possa explicar com mais detalhe)

    De todo modo, se você se cadastrar na lista que montei no meu blog http://www.fromvictorwithlove.com/diario eu te mando (quando ficar pronto!) mais detalhes de como você navega no meio dessas conferências internacionais e encontra patrocínio.

  • http://fromvictorwithlove.com/diario Victor

    Fala Andreas, não sou diplomata não, bro. Sou Embaixador Europeu da Papo de Homem! Muito mais massa :D

    Respondendo mais seriamente, se você der uma navegada pelo site do tigweb.org você vai notar algo interessante: o conceito de diplomacia multistakeholder.

    Isso quer dizer que hoje em dia a diplomacia não é feita exclusivamente entre os representantes oficiais de governos (diplomatas).

    Para ter legitimidade e efetividade, cada vez mais as conferências internacionais abrem suas portas para representantes do setor privado (empresas) e sociedade civil (ongs).

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  • Juliana

    Sabe q me faço essa pergunta a tempo….
    To em busca…
    Por enquanto, me apaixonei pelas palavras do autor ;)

  • Juliana

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  • Bernadette Castilho

    Achei este texto, por acaso, buscando na internet material para trabalhar o tema “competências” com umas meninas que eu apoio como mentora. Não poderia ter encontrado nada melhor para representar PAIXÃO. E concordo com vc que paixão e competência, quando associadas, levam à alta performance.

    Pelo visto, vc é apaixonado pelo o que faz. Daí o excelente texto! Também gostei da dica do TakinITGlobal. Mesmo não sendo jovem de idade, vou avaliar se me associo. Estou buscando novos desafios para quando me aposentar!

  • Bernadette Castilho

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