Como seria sua vida após o fim do mundo? – Parte 2

Igor Santos

por
em às | Ciência e tecnologia, Crônicas e contos


Chamamos um engenheiro amante da Ciência para pensar o que aconteceria se você sobrevivesse ao apolicapse.

Se perdeu, leia antes a primeira parte.

Você tem uma fruteira em casa?

“Ah, mas ainda restam as frutas!”

Ao que eu pergunto: quem é o índio que ainda come frutas? Tudo bem, algumas pessoas realmente ingerem alimentos não fritos. Mas, se você leitor for uma dessas pessoas, você tem uma fruteira em casa?

E não me refiro ao móvel com rodinhas onde bananas de supermercado são deixadas até apodrecer nem ao receptáculo semiesferóide que fica sobre a mesa cheio de peças disformes de cera pintada, mas a árvores de onde nascem frutas. Tem uma dessas na sua casa? Se você mora num apartamento, eu sei que não tem (bonsai não conta).


Trailer de “2012″ | Como seria sua vida num mundo depois de algo assim?

Vou conceder (fantasiosamente) que exista um pé-de-X no seu quintal. Com qual frequência você pode colher Xs maduros durante o ano? E qual a quantidade absoluta de Xs maduros que sua árvore produz por dia? E por quanto tempo você aguentaria comer nada além de Xs?

Ah, mas seu terreno é grande e tem um pé-de-Y também! Ótimo, agora você pode alternar Xs e Ys até abusar dos dois ou até passar a época da floração, o que vier primeiro!

Eu estou propositalmente deixando de citar as de supermercado, pois qual motorista de caminhão vai gastar o restinho da sua preciosa gasolina indo buscar e deixar frutas ao redor do país? Porque a região onde dá jabuticaba não é a mesma onde nasce mamão. Ademais, sem energia não há adutoras nem irrigação agressiva e voltamos ao tempo das cavernas, quando precisávamos esperar até março para comer pitombas e jambos só davam entre outubro e novembro.

Nesse ponto, o pico inicial de desespero já voltou ao nível normal de constante pessimismo e falta de perspectiva e o episódio de assar o cachorro com as cadeiras da sala já volta a parecer um ato bárbaro e não mais um momento “ou ele, ou eu” de necessidade, causado pela visão anuviada pela fome e as alucinações causadas pela falta de banho e rádio.

Se você precisar, sabe arranjar comida? E com “arranjar” não estou fazendo referência a roubar, mas a produzir comida a partir de, bom, a partir de seja lá o que produz comida.

E todos os dias, para o resto da sua vida, pois sem eletricidade não há refrigeração e a conservação desse alimento produzido diariamente será grandemente prejudicada.

Mas pelo menos você estaria comendo alimentos frescos todos os dias.

Água potável e Google…

google
O Google não ajuda muito. Veja os resultados dessa busca…

E quanto à água? Pois ela acabou alguns parágrafos acima e já se passaram alguns meses na linha do tempo deste texto.

Já descobriu como obter água potável ou morreu junto com o cachorro do churrasco? Falando nisso, se sua casa pegar fogo, você sabe usar um extintor? Tem certeza? Uma coisa básica, fácil e intuitiva como tirar um lacre, puxar um pino e espremer uma válvula é um conceito totalmente alienígena para algumas pessoas (constatei isso pessoalmente no Dia do Grande Esguicho, como ficou conhecido no meu prédio o dia em que alguns vândalos esvaziaram alguns extintores nos corredores, não sem muita dificuldade).

Imagino o quão difícil seria tarefas mais complexas, como destilar água ou acender uma fogueira – que, em caso de perda de controle, consumiria todo um quarteirão antes de alguns indivíduos conseguirem entender que a mangueira de um extintor é flexível e precisa estar apontando para a base da chama.

Recentemente eu fiquei 24 horas sem Internet e sofri bastante. Passei pelo menos dezoito dessas vinte e quatro sentado defronte ao monitor, esperando algo acontecer. Planejava apenas ler meus emails e ir lavar a louça, mas enquanto a rede não retornava, minha mente também não funcionava. É como se minha casa só existisse virtualmente e, sem conexão, não posso varrer a sala e limpar o banheiro.

Não é péssimo quando perdemos algo com o qual nos acostumamos? A Internet só tem uns dez anos, a Web 2.0 uns três ou quatro, mas quem conseguiria, voluntariamente, deixar de usar Gmail, Twitter, MSN, Orkut, Facebook? O mundo funcionou perfeitamente bem durante décadas sem um telefone em cada bolso, mas imagine passar uma semana sem celular.

Imagine agora que não há mais veículos motorizados e você tem que ir numa bicicleta (ou pior, caminhando) para onde quer que seja o local onde você recolhe sua comida/água. Qual a melhor estratégia a adotar quando seu lar e sua fonte de alimentação não habitam o mesmo fuso horário?

E não estou falando de quinze graus de curvatura geóide, porque isso para quem está a pé é como daqui até Marte. Refiro-me à distância que, sob certas circunstâncias, deixa de ser contada em passos ou quilômetros e passa a ser medida em horas ou luas.

Boa sorte voltando para casa no mesmo dia em que saiu para catar comida.


Trailer de “Ensaio sobre a cegueira” | Eles ainda tinham comida e energia, mas mesmo assim quase se mataram.

Voltando à estratégia, é melhor “caramujar” (levar sua casa consigo) ou “fidipedesar” (correr 42 quilômetros indo e 42 voltando)?

No caso de um apocalipse tecnológico, além de passar o dia chorando com saudades do meu GReader, eu acho que não me importaria em dormir no mato de vez em quando, desde que estivesse sempre perto de uma fonte de água bebível e comida abundante. Mas como saber se aquele líquido pode ser consumido seguramente? O método ideal envolve transformá-lo em cerveja, mas nem sempre isso é possível (ou desejável, lembre-se que não existem mais geladeiras). Então, como fazer?

Sem tecnologia, eu não sei. E nesse mundo pós-apocalíptico não posso usar o Google para descobrir. Poderia usá-lo agora e decorar a informação, mas isso dá muito trabalho e eu posso fazer mais tarde.

Chegando nos finalmentes: estamos sem energia, sem água tratada corrente, sem alimentos e sem perspectiva de melhorar.

“Sem perspectiva? Mas o espírito humano é inquebrantável, caro amigo!”

Concordo. O otimismo é a doença mental mais difundida no mundo, beirando proporções pandêmicas, mas pensamento positivo não vai trazer o Viva a Noite de volta.

Especialistas que não sabem fazer nada

Vivemos num mundo quase 100% especializado, onde cada indivíduo é exatamente isso: individual e especialista.

Eu, por exemplo, sou formado em Engenharia de Áudio com especialização em Gravação e Edição. Sem um computador possante, sou tão firme quanto um prego na areia e apenas estou fazendo peso na Terra.

audio
Cena impossível depois do fim do mundo

Se você for um biólogo pode até entender bastante do mundo natural, mas eu aposto que sua função atual se resume a um laboratório cheio de coisas com nomes contendo o sufixo “eletrônico”. E se trabalhar num escritório (como eu atualmente) é certeza que depende totalmente de um computador, que depende de eletricidade. Se esta acabar, você está na rua, sem função.

Se for advogado você ainda pode manter seu trabalho temporariamente (até o mundo abraçar a anarquia generalizada com as pernas), mas imagine preparar uma peça com uma caneta. E se precisar copiar um processo?

Neste nosso mundo ocidental refinadamente tecnológico temos todo o conforto do mundo, desde que elétrons corram livres por fios de cobre, para lá e para cá, sessenta vezes por segundo. Acabou energia, acabou civilização. Todos correremos loucos pelas ruas, destruindo tudo que for inteiro e ateando fogo a tudo que for inflamável, até morrermos de sede.

Se perdermos nosso estilo de vida, nunca mais o teremos de volta, pois não existem mais (ou se existem são extintamente escassos) inventores alquimistas renascentistas que sabem, em casa, transformar areia em tecnologia.

Se alguém quiser construir um carro, jamais o fará sozinho. Mesmo depois de extrair e purificar minério, derreter e preparar metal, desenvolver e montar peças móveis e fixas, preparar e executar um plano e, finalmente, construir um carro, ainda é necessário produzir combustível, óleos, sistemas hidráulicos e vulcanização de borracha – que precisará ser extraída por você.

Mesmo se tivesse energia, ninguém saberia como montar um computador do zero. Se você ainda trabalhasse com isso, é provável que soubesse fazer uma placa mãe, mas não um processador ou um monitor.

Sem nossas máquinas automatizadas, fazer um parafuso que seja é a coisa mais difícil do mundo! Imagine um eixo de roda verdadeiramente reto.

Viveríamos em caos total, pois sem máquinas somos inúteis e sem tecnologia somos muito frágeis. Não teríamos a mínima chance. Morreríamos à míngua, totalmente desamparados.

Enquanto isso, Pascoal e Zefinha, que moram perto de um poço artesiano, continuam suas vidas normais de pescador (obtendo a própria comida) e dona-de-casa (remendando as próprias roupas), assando castanhas uma vez ao ano.

Igor Santos

Igor Santos é apaixonado por Ciências, cético, engenheiro, músico e natalense. Mantém o blog "42.", do ScienceBlogs Brasil, enquanto tenta narrar o fim dos tempos no "Agora o mundo acaba!".


Outros artigos escritos por


SEPARAMOS MAIS TEXTOS PARA VOCÊ CONTINUAR LENDO




O texto acima não representa a opinião do PapodeHomem. Conheça a visão e a essência por trás do que fazemos. Queremos uma discussão de alto nível. Antes de comentar, leia nossas boas práticas. Caso deseje enviar um texto e se tornar um autor, venha por aqui.


  • Pingback: Tweets that mention Como seria sua vida após o fim do mundo? – Parte 2 | Papo de Homem – Lifestyle Magazine -- Topsy.com

  • Daniel S.

    Ainda bem que aprendi a me virar em florestas, a fazer fogo com pau e pedra, a caçar e a fazer cabana com folhas e madeiras…hehehehe

    Quanto a agua.. nos cactos tem muita agua, o foda é espinhos, e podemos aproveitar a agua da chuva tambem.
    No meu caso, não teria dificuldade alguma para adaptar, mas sentiria muitaaaaaaaaaaaaaaa falta do computador, carro, tv, celular, etc.

    Além de um bom banho..Alias, vou aprender a fazer sabonete, pode ser util um dia né…kkkkkkkkkk

    Abs

  • Daniel S.

    Ainda bem que aprendi a me virar em florestas, a fazer fogo com pau e pedra, a caçar e a fazer cabana com folhas e madeiras…hehehehe

    Quanto a agua.. nos cactos tem muita agua, o foda é espinhos, e podemos aproveitar a agua da chuva tambem.
    No meu caso, não teria dificuldade alguma para adaptar, mas sentiria muitaaaaaaaaaaaaaaa falta do computador, carro, tv, celular, etc.

    Além de um bom banho..Alias, vou aprender a fazer sabonete, pode ser util um dia né…kkkkkkkkkk

    Abs

  • http://www.inf.ufrgs.br/~jjeske Jonas Jeske

    Não entendi muito bem aonde o autor quis chegar com esses dois posts…

  • http://www.inf.ufrgs.br/~jjeske Jonas Jeske

    Não entendi muito bem aonde o autor quis chegar com esses dois posts…

  • Cristiano

    Parabéns…ótimo texto!

  • Cristiano

    Parabéns…ótimo texto!

  • Rafael

    fraco…muitos de nós detemos algumas tecnologias básicas que não seriam difíceis de reproduzir, e o princípio de diversas outras que poderiam ser desenvolvidas novamente. dizer que a raça humana seria incapaz de reestabelecer o nível tecnológico atual (não sem custo de alguns bons anos) é uma visão absurda. na minha opinião, tua visão foi bitolada pela tua função que é extremamente específica, esquecendo que existem ainda cientistas e engenheiros de base.

  • Rafael

    fraco…muitos de nós detemos algumas tecnologias básicas que não seriam difíceis de reproduzir, e o princípio de diversas outras que poderiam ser desenvolvidas novamente. dizer que a raça humana seria incapaz de reestabelecer o nível tecnológico atual (não sem custo de alguns bons anos) é uma visão absurda. na minha opinião, tua visão foi bitolada pela tua função que é extremamente específica, esquecendo que existem ainda cientistas e engenheiros de base.

  • Renato

    É assustador viver sem energia hoje.
    O filme ensaio sobre a cegueira deixa isso bem “claro”.
    Agora uma coisa não irá se alterar no mundo. A China continuará sendo uma grande potência.

  • Renato

    É assustador viver sem energia hoje.
    O filme ensaio sobre a cegueira deixa isso bem “claro”.
    Agora uma coisa não irá se alterar no mundo. A China continuará sendo uma grande potência.

  • Thiago Ribeiro

    A segunda parte fechou com chave de ouro.. e me fez pensar, realmente sem tecnologia morreriamos, sem esperanças.. ou pelo menos com bem pouca dela ;)

  • Thiago Ribeiro

    A segunda parte fechou com chave de ouro.. e me fez pensar, realmente sem tecnologia morreriamos, sem esperanças.. ou pelo menos com bem pouca dela ;)

  • Mister M

    haha Maneiros os artigos!

  • Mister M

    haha Maneiros os artigos!

  • Blargk

    Não entendi o propósito do post.

  • Blargk

    Não entendi o propósito do post.

  • Marcão, macho-alpha++

    O futuro é dos capiaus.

    Att

    Marcão, alpha++

  • Marcão, macho-alpha++

    O futuro é dos capiaus.

    Att

    Marcão, alpha++

  • Tonhá

    kkkkkkk
    eu estaria fudido
    muito boom

  • Tonhá

    kkkkkkk
    eu estaria fudido
    muito boom

  • http://www.celularcafe.com.br daniel povoa

    Achei que o texto ia terminar reforçando a tese de que precisamos trabalhar juntos para recriar. Katrina, tsunami e nine-eleven que o digam.

  • http://www.celularcafe.com.br/ daniel povoa

    Achei que o texto ia terminar reforçando a tese de que precisamos trabalhar juntos para recriar. Katrina, tsunami e nine-eleven que o digam.

  • Renato

    eu faria um curso de caçador por correspondência!

    hehehe

    Sinistro … Metade do mundo morreria nos Primeiros 2 meses e a outra metade nos meses seguintes restando menos de 1% da população que seria guiada pelos verdadeiros sobreviventes … ou não!

  • Renato

    eu faria um curso de caçador por correspondência!

    hehehe

    Sinistro … Metade do mundo morreria nos Primeiros 2 meses e a outra metade nos meses seguintes restando menos de 1% da população que seria guiada pelos verdadeiros sobreviventes … ou não!

  • Tatavio84

    Muito interessante o post.

    É, o jeito seria viver como as comunidades Amish que existem nos EUA e no Canadá. Sem energia, água encanada, tecnologia, etc.

  • Tatavio84

    Muito interessante o post.

    É, o jeito seria viver como as comunidades Amish que existem nos EUA e no Canadá. Sem energia, água encanada, tecnologia, etc.

  • Saulo

    Igor, muito interessante estes teus 2 artigos, gostei.
    Eu não acredito no fim do mundo, mas pensem, alguma coisa disso pode acontecer facilmente em caso de guerra, não é?

  • Saulo

    Igor, muito interessante estes teus 2 artigos, gostei.
    Eu não acredito no fim do mundo, mas pensem, alguma coisa disso pode acontecer facilmente em caso de guerra, não é?

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo/ Igor Santos

    A ideia original para este post veio de um “tratado” um tanto mais extenso que publiquei originalmente no seguinte endereço => http://scienceblogs.com.br/uoleo/2009/08/agora_o_mundo_acaba.php
    Lá eu abordo mais profundamente o papel das profissões num pós-apocalipse.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo/ Igor Santos

    A ideia original para este post veio de um “tratado” um tanto mais extenso que publiquei originalmente no seguinte endereço => http://scienceblogs.com.br/uoleo/2009/08/agora_o_mundo_acaba.php
    Lá eu abordo mais profundamente o papel das profissões num pós-apocalipse.

  • Alisson

    #2 Jonas

    Eu acho que ficou muito bem notável “aonde” o autor quis chegar.

    Vivemos em mundo onde tudo (ou quase tudo) depende, diretamente ou indiretamente, das formas de energia criadas pelo homem, mas precisamente da energia elétrica.

    Agora imagine algum evento em grande escala, como uma bomba nuclear ou algum fenômeno natural catastrófico como a erupção de um gigante vulcão adormecido (acredite, qualquer uma dessas hipóteses pode ocorrer a qualquer instante. Qualquer mesmo). Além da gama de consequências que tais fenômenos trariam, nossas redes elétricas sofreriam danos, talvez irreparáveis, a curto prazo de tempo.

  • Alisson

    #2 Jonas

    Eu acho que ficou muito bem notável “aonde” o autor quis chegar.

    Vivemos em mundo onde tudo (ou quase tudo) depende, diretamente ou indiretamente, das formas de energia criadas pelo homem, mas precisamente da energia elétrica.

    Agora imagine algum evento em grande escala, como uma bomba nuclear ou algum fenômeno natural catastrófico como a erupção de um gigante vulcão adormecido (acredite, qualquer uma dessas hipóteses pode ocorrer a qualquer instante. Qualquer mesmo). Além da gama de consequências que tais fenômenos trariam, nossas redes elétricas sofreriam danos, talvez irreparáveis, a curto prazo de tempo.

  • Lucas

    Concordo com o Rafael. Ainda temos muitos cientistas e engenheiros (não apenas estes) que se necessário, seriam capazes de, ao menos, reiniciar rapidamente a ascensão tecnológica.
    Se chegamos a este nível uma vez, conseguiríamos novamente.

  • Lucas

    Concordo com o Rafael. Ainda temos muitos cientistas e engenheiros (não apenas estes) que se necessário, seriam capazes de, ao menos, reiniciar rapidamente a ascensão tecnológica.
    Se chegamos a este nível uma vez, conseguiríamos novamente.

  • hugo

    Gostaria que o autor desse uma pincelada em um cenário onde a energia elétrica desaparecesse totalmente. Isso foi uma baita viagem e, sem querer tirar o mérito do autor, totalmente sem fundo de verdade.

    Acredito que é impossível a humanidade ficar sem energia elétrica, sempre haverá um meio (renovável ou não) de produzi-la em larga escala, ou então combinar diversos meios para suprir nossas necessidades de energia elétrica.

    Apenas para citar fontes de energia que dificilmente desaparecerão: eólica, solar, nuclear, osmótica, biocombustíveis, hidroelétrica, marés, etc etc…

    A única certeza é que as termoelétricas baseadas em combustíveis fósseis vão sumir em breve.

    Se algum dia o sol se cobrir para sempre, os ventos pararem de soprar e os rios não correrem mais, ok chegamos em uma situação complicada para gerar energia, mas aí a própria humanidade já terá desaparecido.

  • hugo

    Gostaria que o autor desse uma pincelada em um cenário onde a energia elétrica desaparecesse totalmente. Isso foi uma baita viagem e, sem querer tirar o mérito do autor, totalmente sem fundo de verdade.

    Acredito que é impossível a humanidade ficar sem energia elétrica, sempre haverá um meio (renovável ou não) de produzi-la em larga escala, ou então combinar diversos meios para suprir nossas necessidades de energia elétrica.

    Apenas para citar fontes de energia que dificilmente desaparecerão: eólica, solar, nuclear, osmótica, biocombustíveis, hidroelétrica, marés, etc etc…

    A única certeza é que as termoelétricas baseadas em combustíveis fósseis vão sumir em breve.

    Se algum dia o sol se cobrir para sempre, os ventos pararem de soprar e os rios não correrem mais, ok chegamos em uma situação complicada para gerar energia, mas aí a própria humanidade já terá desaparecido.

  • Pedro

    O último livro do Neil Strauss (aka Style), Emergency, trata disso.
    http://www.amazon.com/Emergency-This-Book-Will-Save/dp/0060898771

  • Pedro

    O último livro do Neil Strauss (aka Style), Emergency, trata disso.
    http://www.amazon.com/Emergency-This-Book-Will-Save/dp/0060898771

  • Michael

    Rafael e Lucas,

    “Sinistro … Metade do mundo morreria nos Primeiros 2 meses e a outra metade nos meses seguintes restando menos de 1% da população que seria guiada pelos verdadeiros sobreviventes … ou não!” (Renato)

    Quem garante que os engenheiros de base sobreviveriam? Quem garante que eles teriam as habilidades de sobrevivência mais básicas para contornar a situação de caos inicial onde seria “cada um por si”?

  • Michael

    Rafael e Lucas,

    “Sinistro … Metade do mundo morreria nos Primeiros 2 meses e a outra metade nos meses seguintes restando menos de 1% da população que seria guiada pelos verdadeiros sobreviventes … ou não!” (Renato)

    Quem garante que os engenheiros de base sobreviveriam? Quem garante que eles teriam as habilidades de sobrevivência mais básicas para contornar a situação de caos inicial onde seria “cada um por si”?

  • http://discordando-do-mundo.blogspot.com/ Leonardo Xavier

    Tudo na vida tem um preço, a especialização, tornou a todos muito mais frágil. Mas num ambiente onde predomina uma cultura de paz, em geral quanto mais especializado um profissional mais bem remunerado.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @19 Hugo, dê uma olhada no terceiro comentário acima do seu.

  • http://discordando-do-mundo.blogspot.com Leonardo Xavier

    Tudo na vida tem um preço, a especialização, tornou a todos muito mais frágil. Mas num ambiente onde predomina uma cultura de paz, em geral quanto mais especializado um profissional mais bem remunerado.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @19 Hugo, dê uma olhada no terceiro comentário acima do seu.

  • Chuck Norris

    Fraco cara!

    Realmente faltou definir melhor sua possivel catástrofe, ai você poderia argumentar melhor sobre o desenrolar dos fatos…

    Esse é um tema tão interessante, poderia ter sido explorado com uma abordagem mais profunda.

  • Chuck Norris

    Fraco cara!

    Realmente faltou definir melhor sua possivel catástrofe, ai você poderia argumentar melhor sobre o desenrolar dos fatos…

    Esse é um tema tão interessante, poderia ter sido explorado com uma abordagem mais profunda.

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/ Jazz @brabul

    A música então seria “começar de novo… e contar contigo, vai valer a pena… ter amanhecidooooooo”

    #medo.

    Parabéns pelo texto.

    O que me alivia é que essa data é só pro ocidente… lá na Tailândia já estão no ano 5mil e não sei quantos…

    Beijo.

  • http://poucaspalavras.wordpress.com/ Jazz @brabul

    A música então seria “começar de novo… e contar contigo, vai valer a pena… ter amanhecidooooooo”

    #medo.

    Parabéns pelo texto.

    O que me alivia é que essa data é só pro ocidente… lá na Tailândia já estão no ano 5mil e não sei quantos…

    Beijo.

  • http://www.inf.ufrgs.br/~jjeske Jonas Jeske

    #17 – Alisson

    Também acho que tudo pode acabar a qualquer instante, o que deixa-nos sem energia elétrica. E daí ? Nós provavelmente não estaremos mais aqui também se isso acontecer…

    Se quiseres viver sem energia elétrica podes muito bem ir ao Maranhão, Pará, Amazonas, entrar na floresta e viver de caça/pesca/frutas. (Acredite, tenho um primo que viajou o mundo inteiro e agora faz isso há 2 anos, digo pra ele que ele desceu um degrau da evolução e virou Homem de Neanderthal).

  • http://www.inf.ufrgs.br/~jjeske Jonas Jeske

    #17 – Alisson

    Também acho que tudo pode acabar a qualquer instante, o que deixa-nos sem energia elétrica. E daí ? Nós provavelmente não estaremos mais aqui também se isso acontecer…

    Se quiseres viver sem energia elétrica podes muito bem ir ao Maranhão, Pará, Amazonas, entrar na floresta e viver de caça/pesca/frutas. (Acredite, tenho um primo que viajou o mundo inteiro e agora faz isso há 2 anos, digo pra ele que ele desceu um degrau da evolução e virou Homem de Neanderthal).

  • http://www.rodrigocastilhos.com/blog Rodrigo Almeida

    Olá Igor,
    o texto é muito bom mas me permita descordar um pouquinho.

    Qualquer engenheiro eletricista têm conhecimento de sobra para construír um dínamo simples. Gerar energia eólica então, não é mais segredo algum. Também é intuitivo conceber um motor mecânico simples consumindo energia térmica, como a da queima de lenha, por exemplo.

    Não demoraria muito para que usássemos o motor e o dínamo para construir um alternador e gerar então, mais energia.

    Indo um pouco na contra mão da mensagem do artigo, eu sou especialista em integrar equipes transdisciplinares e colocar diferentes engenharias para falar a mesma língua. No final das contas, consequimos sim unir o conhecimento de diferentes áreas para que possamos construir juntos, coisas que jamais faríamos sozinhos.

    Coletivamente a sociedade armazena uma quantidade de conhecimento sem precedentes. Não acredito em muito sem eletricidade ou sem computação. Após o apocalipse, durariam alguns poucos dias para que pudéssemos reestabelecer serviços primitivos básicos. Seria questão de meses para que conseguissimos voltar a fazer algumas das atividades do mundo moderno.

    Falo como quem teve que construir dínamo para ganhar nota e como quem mantém carburadores funcionando por diversão :)

  • http://www.rodrigocastilhos.com/blog Rodrigo Almeida

    Olá Igor,
    o texto é muito bom mas me permita descordar um pouquinho.

    Qualquer engenheiro eletricista têm conhecimento de sobra para construír um dínamo simples. Gerar energia eólica então, não é mais segredo algum. Também é intuitivo conceber um motor mecânico simples consumindo energia térmica, como a da queima de lenha, por exemplo.

    Não demoraria muito para que usássemos o motor e o dínamo para construir um alternador e gerar então, mais energia.

    Indo um pouco na contra mão da mensagem do artigo, eu sou especialista em integrar equipes transdisciplinares e colocar diferentes engenharias para falar a mesma língua. No final das contas, consequimos sim unir o conhecimento de diferentes áreas para que possamos construir juntos, coisas que jamais faríamos sozinhos.

    Coletivamente a sociedade armazena uma quantidade de conhecimento sem precedentes. Não acredito em muito sem eletricidade ou sem computação. Após o apocalipse, durariam alguns poucos dias para que pudéssemos reestabelecer serviços primitivos básicos. Seria questão de meses para que conseguissimos voltar a fazer algumas das atividades do mundo moderno.

    Falo como quem teve que construir dínamo para ganhar nota e como quem mantém carburadores funcionando por diversão :)

  • Leonardo Ferreira

    poderia haver tranquilamente energia elétrica (mesmo que apenas para o mais necessário), sou eletrotecnico (e muita gente por aí é) é mais fácil do que parece fazer um gerador de energia elétrica, e para um parafuso ou qualquer outra coisa parecida o pessoal do técnico em mecânica, madeira e etc… saberia aproveitar a força da água para mover engrenagens e correias e aproveitar essa energia, ainda há os históricos moinhos da holanda, sem falar que usinas hidrelétricas e outras poderiam ser facilmente recuperadas em caso de algumas catástrofes, e qualquer coisa, juntava uma gurizada e fazia uma barricada em volta da usina, tem algumas que tem um P espaço pra abrigar a galera. Haveria um “delay” até tudo o que você diz acabar, e até lá muita coisa ruim poderia ter acontecido, mas nesse tempo muita coisa iria se reerguer antes mesmo de cair.

    Acho que você tá achando que todo mundo é engenheiro de som com 150 Kg e vive numa cidade grande :P

  • http://www.twitter.com/marianarosa Mariana Rosa

    O texto é ótimo, mas parte da premissa de que, em um mundo pós-apocalíptico, as pessoas tentariam fazer as mesmas coisas que faziam antes.

    Sem energia elétrica e em um mundo caótico, não acredito que se fariam exatamente as mesmas coisas. Apesar de fazer parte de uma das poucas profissões que não precisam da tecnologia para sobreviver, acho que tudo se adaptaria.

    Parece um pouco ingênuo não acreditar que a sociedade se adaptaria após algum tempo. Eu, como boa quase-escoteira que fui, aprendi vários tipos de nós e algumas formas de obter fogo, just in case.

  • Leonardo Ferreira

    poderia haver tranquilamente energia elétrica (mesmo que apenas para o mais necessário), sou eletrotecnico (e muita gente por aí é) é mais fácil do que parece fazer um gerador de energia elétrica, e para um parafuso ou qualquer outra coisa parecida o pessoal do técnico em mecânica, madeira e etc… saberia aproveitar a força da água para mover engrenagens e correias e aproveitar essa energia, ainda há os históricos moinhos da holanda, sem falar que usinas hidrelétricas e outras poderiam ser facilmente recuperadas em caso de algumas catástrofes, e qualquer coisa, juntava uma gurizada e fazia uma barricada em volta da usina, tem algumas que tem um P espaço pra abrigar a galera. Haveria um “delay” até tudo o que você diz acabar, e até lá muita coisa ruim poderia ter acontecido, mas nesse tempo muita coisa iria se reerguer antes mesmo de cair.

    Acho que você tá achando que todo mundo é engenheiro de som com 150 Kg e vive numa cidade grande :P

  • http://www.twitter.com/marianarosa Mariana Rosa

    O texto é ótimo, mas parte da premissa de que, em um mundo pós-apocalíptico, as pessoas tentariam fazer as mesmas coisas que faziam antes.

    Sem energia elétrica e em um mundo caótico, não acredito que se fariam exatamente as mesmas coisas. Apesar de fazer parte de uma das poucas profissões que não precisam da tecnologia para sobreviver, acho que tudo se adaptaria.

    Parece um pouco ingênuo não acreditar que a sociedade se adaptaria após algum tempo. Eu, como boa quase-escoteira que fui, aprendi vários tipos de nós e algumas formas de obter fogo, just in case.

  • Lucas Furtado

    Bom mesmo…

  • Lucas Furtado

    Bom mesmo…

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @28 Leonardo, “Acho que você tá achando que” eu levo isso a sério.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @28 Leonardo, “Acho que você tá achando que” eu levo isso a sério.

  • Rygar

    Muito bom artigo.
    E para aqueles que acham que isso é pouco. Imagine ainda as mortes em massa. Como assim? Não haveria mais remédios, vacinas, operações (sem cesarianas muitas mães e seus bebes não resistiriam. Isso sem contar as ‘ns’ outras necessárias de nosso cotidiano), transfusões. Da para fazer isso artesanalmente? Sim, mas nunca iria suprimir as enormes demandas. Iríamos nos recuperar? Provavelmente, mas não sem que antes milhares, milhões morressem no processo. A camada que separa a civilização da barbárie é muito fina.

  • Rygar

    Muito bom artigo.
    E para aqueles que acham que isso é pouco. Imagine ainda as mortes em massa. Como assim? Não haveria mais remédios, vacinas, operações (sem cesarianas muitas mães e seus bebes não resistiriam. Isso sem contar as ‘ns’ outras necessárias de nosso cotidiano), transfusões. Da para fazer isso artesanalmente? Sim, mas nunca iria suprimir as enormes demandas. Iríamos nos recuperar? Provavelmente, mas não sem que antes milhares, milhões morressem no processo. A camada que separa a civilização da barbárie é muito fina.

  • Freelancer

    Maravilha hein; ^^
    Entendo que isso é só um “cenário” em que não leva em conta por exemplo as pessoas que ainda tem contato direto com a natureza. Nesse mesmo cenário imagino que as cidade cairiam e as pessoas correriam para o campo!
    Ja vi outros “cenários” de cientistas, e o mais tenebroso foi um em que todos os vulcões da terra entravam em erupção juntos. humanidade seria muito afetada porque a natureza seria afetada antes….
    bom texto…

  • Freelancer

    Maravilha hein; ^^
    Entendo que isso é só um “cenário” em que não leva em conta por exemplo as pessoas que ainda tem contato direto com a natureza. Nesse mesmo cenário imagino que as cidade cairiam e as pessoas correriam para o campo!
    Ja vi outros “cenários” de cientistas, e o mais tenebroso foi um em que todos os vulcões da terra entravam em erupção juntos. humanidade seria muito afetada porque a natureza seria afetada antes….
    bom texto…

  • Hala

    @21 Somos cerca de 100 mil engenheiros eletricistas no brasil, e um número de mesma ordem de engenheiros mecânicos. boa parte muito bem educados e inteligentes o suficiente para se virar no “cada um por si”. Um que sobre já faria um estrago nessa teoria. Agora, se sobrarem só advogados…boa sorte.

    E parem de querer defender este apocalipse fajuto criado pelo autor, onde não se sabe se as instalações continuariam de pé, dando um lugar pra morar e lugar pra achar comida em um primeiro momento, por que motivo as bibliotecas teriam sido erradicadas (sim, nem todo mundo vira uma barata-tonta na falta de um computador) ou quantas pessoas restariam, pois isso seria sim muito importante. Você sozinho? Extinção na certa…o que seria de um macho sem uma fêmea. Um casal? Anomalias daqui a alguns anos, quando irmãos se misturarem. Uma comunidade pequena (Não mais que uma centena)? A brincadeira ficaria interessante. Mais que isso já seria gente o suficiente pra construir uma cidade em pouco tempo e o resto fica sem sentido.

    O autor fez no site dele um texto de humor, bonzinho até. O problema foi querer transcrevê-lo aqui em tom sério, porque o embasamento tá fraco hein? Boa sorte na próxima!

    PS: Minério? A pessoa seria jogada num “mapa novo” do the sims? Ou Deus deu uma rapada com a mão por cima de tudo que já existe?

  • Hala

    @21 Somos cerca de 100 mil engenheiros eletricistas no brasil, e um número de mesma ordem de engenheiros mecânicos. boa parte muito bem educados e inteligentes o suficiente para se virar no “cada um por si”. Um que sobre já faria um estrago nessa teoria. Agora, se sobrarem só advogados…boa sorte.

    E parem de querer defender este apocalipse fajuto criado pelo autor, onde não se sabe se as instalações continuariam de pé, dando um lugar pra morar e lugar pra achar comida em um primeiro momento, por que motivo as bibliotecas teriam sido erradicadas (sim, nem todo mundo vira uma barata-tonta na falta de um computador) ou quantas pessoas restariam, pois isso seria sim muito importante. Você sozinho? Extinção na certa…o que seria de um macho sem uma fêmea. Um casal? Anomalias daqui a alguns anos, quando irmãos se misturarem. Uma comunidade pequena (Não mais que uma centena)? A brincadeira ficaria interessante. Mais que isso já seria gente o suficiente pra construir uma cidade em pouco tempo e o resto fica sem sentido.

    O autor fez no site dele um texto de humor, bonzinho até. O problema foi querer transcrevê-lo aqui em tom sério, porque o embasamento tá fraco hein? Boa sorte na próxima!

    PS: Minério? A pessoa seria jogada num “mapa novo” do the sims? Ou Deus deu uma rapada com a mão por cima de tudo que já existe?

  • Bruna Sofistinha

    4Shared. Obrigada, Igor.

  • Bruna Sofistinha

    4Shared. Obrigada, Igor.

  • http://www.gooogle.com.br/ Seu juquinha!

    É cada um tem um pensamento diferente, mais acho que antes do fim do mundo acontecer já estaremos morando em Pandora ou Marte.
    Acho melhor falarmos sobre mulheres!

  • http://www.gooogle.com.br Seu juquinha!

    É cada um tem um pensamento diferente, mais acho que antes do fim do mundo acontecer já estaremos morando em Pandora ou Marte.
    Acho melhor falarmos sobre mulheres!

  • Diego

    o jeito é ir pesquisando formas de fazer energia com recursos renováveis

  • Diego

    o jeito é ir pesquisando formas de fazer energia com recursos renováveis

  • Andre

    falando nisso, acabei de voltar do cinema depois de assistir 2012. Inspirador hahha

  • Andre

    falando nisso, acabei de voltar do cinema depois de assistir 2012. Inspirador hahha

  • Alisson

    #26 Jonas

    “Nós provavelmente nao estaremos mais aqui”. Talvez uma parte de nós ainda esteja, dependendo do grau de intensidade do fenômeno.

    Quanto ir morar em algum lugar no norte do país, é uma possibilidade. Mas será que haveria recursos naturais pra tanta gente?(quer dizer, as que restarem). As pessoas que la vivem, aprenderam a se harmonizar com a natureza, tirando proveito dela mas preservando-a. A grande maioria de nós não teria essas “táticas” e alem de tudo essa mudança repentina geraria um caos tremendo naquela região.

  • Alisson

    #26 Jonas

    “Nós provavelmente nao estaremos mais aqui”. Talvez uma parte de nós ainda esteja, dependendo do grau de intensidade do fenômeno.

    Quanto ir morar em algum lugar no norte do país, é uma possibilidade. Mas será que haveria recursos naturais pra tanta gente?(quer dizer, as que restarem). As pessoas que la vivem, aprenderam a se harmonizar com a natureza, tirando proveito dela mas preservando-a. A grande maioria de nós não teria essas “táticas” e alem de tudo essa mudança repentina geraria um caos tremendo naquela região.

  • Anderson

    Não sei vocês, mas eu só precisaria de uma toalha…
    :)

    Falando sério: nos EUA, que tem uma cultura de sobrevivência em função do medo – real ou imaginário – de terroristas, furacões, guerra atômica, tornados, zumbis, terremotos, etc, etc eles tem um nível de pseudo-preparação interessante, neuroses a parte. Tem fóruns e sites sobre “EDC” (Every Day Carry) e sobre kits de emergência em todos os níveis que você possa imaginar (no bolso, no carro, em casa, pro cachorro, no escritório…)… Digo “pseudo-preparação” por que, abstraindo a utilidade de tais coisas frente a uma catástrofe, se você for um dos sobreviventes (e pros mortos o kit não serviu muito) você precisa SABER sobreviver sozinho e aos outros. Ou você acha que os outros verão sua casa funcionando, suas árvores com frutas e vão bater na sua porta “pedindo uma ajudinha”?

  • Anderson

    Não sei vocês, mas eu só precisaria de uma toalha…
    :)

    Falando sério: nos EUA, que tem uma cultura de sobrevivência em função do medo – real ou imaginário – de terroristas, furacões, guerra atômica, tornados, zumbis, terremotos, etc, etc eles tem um nível de pseudo-preparação interessante, neuroses a parte. Tem fóruns e sites sobre “EDC” (Every Day Carry) e sobre kits de emergência em todos os níveis que você possa imaginar (no bolso, no carro, em casa, pro cachorro, no escritório…)… Digo “pseudo-preparação” por que, abstraindo a utilidade de tais coisas frente a uma catástrofe, se você for um dos sobreviventes (e pros mortos o kit não serviu muito) você precisa SABER sobreviver sozinho e aos outros. Ou você acha que os outros verão sua casa funcionando, suas árvores com frutas e vão bater na sua porta “pedindo uma ajudinha”?

  • http://paulateixeira.info/ Paula

    Me lembrou a série Torre Negra, no Stephen King, onde o mundo “seguiu adiante” e as pessoas que sabiam como funcionavam as coisas morreram e as que ficaram foram se esquecendo. Chega num ponto do mundo ir regredindo pois eles têm tecnologia porém se esqueceram de como utilizá-la, achando até que as máquinas têm “vida própria”…
    Muito bom os textos.

  • http://paulateixeira.info Paula

    Me lembrou a série Torre Negra, no Stephen King, onde o mundo “seguiu adiante” e as pessoas que sabiam como funcionavam as coisas morreram e as que ficaram foram se esquecendo. Chega num ponto do mundo ir regredindo pois eles têm tecnologia porém se esqueceram de como utilizá-la, achando até que as máquinas têm “vida própria”…
    Muito bom os textos.

  • http://www.dboa.alphimedia.com/ Kaio Mizuta

    Otimo texto meu querido. Acho que todos evitamos ter essa visao sobre, ou pelo menos eu me dou a esta condiçao.

    Se nao morrermos, começariamos do zero e dependendo das condiçoes demoraria muito tempo, ate termos um novo mundo.

  • http://www.dboa.alphimedia.com Kaio Mizuta

    Otimo texto meu querido. Acho que todos evitamos ter essa visao sobre, ou pelo menos eu me dou a esta condiçao.

    Se nao morrermos, começariamos do zero e dependendo das condiçoes demoraria muito tempo, ate termos um novo mundo.

  • Braulio Langer

    clap clap

    muito bom os artigos! =)

  • Braulio Langer

    clap clap

    muito bom os artigos! =)

  • Fernando

    Ah!!! pena que isso é só ficção!!!

  • Fernando

    Ah!!! pena que isso é só ficção!!!

  • Monica

    Gente acorda!
    O mundo acabou em 1999!
    Não percebem que estamos vivendo no purgatório?

  • Monica

    Gente acorda!
    O mundo acabou em 1999!
    Não percebem que estamos vivendo no purgatório?

  • Willian Camargo Pederiva

    Sou da mesma opinião dos meus colegas engenheiros aí de cima.

    Sou engenheiro ambiental, e me sinto qualificado o suficiente para dizer que sou um dos tais “engenheiros de base” que se referiram lá em cima.

    Não conheço tanto sobre circuitos e elétricidade como um colega da elétrica, mas me sinto capaz de construir um dinamo com as ferramentas necessárias, em como sei a localização daonde posso conseguir estas ferramentas. Não sou um agrônomo, mas me sinto capaz de fazer o mínimo para criar um sistema de irrigação e preparar uma área para plantio, não sou engenheiro civil, mas tambem me sinto capaz de fazer o mínimo de obras para construir um açude para conseguir estocar o mínimo de agua

    A física continuaria a mesma, a química tambem. Chuvas continuariam a cair e poderiam ser canalizadas. Sementes continuariam a produzir, sendo bem plantadas, e o mais importante, as pessoas continuariam a saber conversar. O que observamos emcatástrofes é a vontade das pessoas em se ajudar, é aconversa, é a solidariedade. Passaríamos por péssimos momentos, mas o caos absoluto é algo muito fora de cogitação. As pessoas sabem que sozinhas não são nada.

    Acredito que existiriam muitas mortes sim, mas o conhecimento básico ainda pode ser trocado, avançar e permitir que a vida humana continue. E como o que já foi descoberta não muda, é questão de (pouco) tempo para realcançar o que já conseguimos.

    Afinal, amante da ciência, voce sabe que um dos príncipios básicos da ciência é a repetibilidade, a capacidade que um resultado possa ser alcançado quando o mesmo teste for repetido nas mesmas condições.

    Só precisariamos refazer os testes, as teorias já estão lançadas.

  • Willian Camargo Pederiva

    Sou da mesma opinião dos meus colegas engenheiros aí de cima.

    Sou engenheiro ambiental, e me sinto qualificado o suficiente para dizer que sou um dos tais “engenheiros de base” que se referiram lá em cima.

    Não conheço tanto sobre circuitos e elétricidade como um colega da elétrica, mas me sinto capaz de construir um dinamo com as ferramentas necessárias, em como sei a localização daonde posso conseguir estas ferramentas. Não sou um agrônomo, mas me sinto capaz de fazer o mínimo para criar um sistema de irrigação e preparar uma área para plantio, não sou engenheiro civil, mas tambem me sinto capaz de fazer o mínimo de obras para construir um açude para conseguir estocar o mínimo de agua

    A física continuaria a mesma, a química tambem. Chuvas continuariam a cair e poderiam ser canalizadas. Sementes continuariam a produzir, sendo bem plantadas, e o mais importante, as pessoas continuariam a saber conversar. O que observamos emcatástrofes é a vontade das pessoas em se ajudar, é aconversa, é a solidariedade. Passaríamos por péssimos momentos, mas o caos absoluto é algo muito fora de cogitação. As pessoas sabem que sozinhas não são nada.

    Acredito que existiriam muitas mortes sim, mas o conhecimento básico ainda pode ser trocado, avançar e permitir que a vida humana continue. E como o que já foi descoberta não muda, é questão de (pouco) tempo para realcançar o que já conseguimos.

    Afinal, amante da ciência, voce sabe que um dos príncipios básicos da ciência é a repetibilidade, a capacidade que um resultado possa ser alcançado quando o mesmo teste for repetido nas mesmas condições.

    Só precisariamos refazer os testes, as teorias já estão lançadas.

  • Luc

    Hahaha, Faz uns 3 anos que eu penso no assunto, e é um pouco o que me leva a gostar da engenharia.

    Como nós fazemos para produzir um chip?
    Se um dia, toda a tecnologia do mundo sumisse, o que nós fariamos?

    O que diferencia uma pessoa normal de alguém que poderia sobreviver é que essa pessoa conhece como se produz as coisas essenciais para a sua vida.

    Se acabasse a energia, nós teriamos mais coisas a pensar do que produzir um carro ou um computador.

    Acho que a sociedade se organizaria de outra maneira. Teríamos primeiro que assegurar a Agricultura. Assim que a agricultura se afirmasse, nós reorganizariamos os sistemas de agua, o comércio reexistiria.

    Temos que pensar que a especialização é consequencia da sociedade, as pessoas não precisam sozinhas saber tudo. Mas acho que sem energia a sociedade ficaria em caos por alguns momentos, e depois nós nos reorganizariamos.

  • Luc

    Hahaha, Faz uns 3 anos que eu penso no assunto, e é um pouco o que me leva a gostar da engenharia.

    Como nós fazemos para produzir um chip?
    Se um dia, toda a tecnologia do mundo sumisse, o que nós fariamos?

    O que diferencia uma pessoa normal de alguém que poderia sobreviver é que essa pessoa conhece como se produz as coisas essenciais para a sua vida.

    Se acabasse a energia, nós teriamos mais coisas a pensar do que produzir um carro ou um computador.

    Acho que a sociedade se organizaria de outra maneira. Teríamos primeiro que assegurar a Agricultura. Assim que a agricultura se afirmasse, nós reorganizariamos os sistemas de agua, o comércio reexistiria.

    Temos que pensar que a especialização é consequencia da sociedade, as pessoas não precisam sozinhas saber tudo. Mas acho que sem energia a sociedade ficaria em caos por alguns momentos, e depois nós nos reorganizariamos.

  • Manuel Radaelli

    Cara … só assim pra perceber como existe gente muito dependente! Eu tenho 2 celulares, 1 para SC e 1 para o RS. E da pra contar nos dedos o numero de vezes por semana que eu uso a função de telefone! O negócio é saber se desligar de tudo, quando necessário. É ótimo termos a eletrecidade, a eletrônica, a mecânica, o eletromagnetismo e afins, nas nossas vidas nos permitindo internet, tv, celulares, carros e afins … mas tem que saber usar e não ser usado, por eles!

    Acho que se acontecesse a destruiçao total do que temos hoje (não havendo tecnologia nenhuma, e falo de qualquer tecnologia, seja ela a carroça ou o computador) demoraria um certo tempo, até as pessoas detentoras de cada saber necessario para cada tecnologia se restituir. Pois onde encontrariamos um diodo ou uma ferramenta que fosse? Seria necessario adquirir o silicio da terra, para fazer os chips, caso quisessem, e até reunir as pessoas que possuem esse saber, levaria algum tempo (andar a pé de um canto do pais a outro levaria realmente muito tempo!)
    Mas claro, com o TEMPO isso surgiria novamente!

    Creio que aí é que está a importância de bons LÍDERES … sem um bom líder tudo demoraria muito mais. Um líder saberia proteger seus comandados e saberia fazer com que cada um tivesse uma funçao, gerando prosperiadade. Por exemplo: eu me reuno com meu vizinho e conveço ele de que precisamos nos unir para que nao nos roubem as “matérias-primas”. E assim proseguindo, até surgir uma milícia … e aí é a lei do mais forte. Haverão outras milícias, podem haver acordos, uniões, sobrepujaçoes! Seria um novo período de guerras e de caos, e as pessoas que tivessem maiores capacidades necessarias se dariam melhor!
    Que ja leu um romance japones chamado Musashi, e foi a fundo na histório entenderia muito mais a diferença de um periodo de guerras, um de caos e um de pacificidade!

    Mas realmente, seria um caos! Até mesmo para os supostos “heróis” da história, eles seriam atentados pelos demais indivíduos que nao sabendo produzir, podem ter poderio bélico pra tomar para si o que outros produzem!

  • Manuel Radaelli

    Cara … só assim pra perceber como existe gente muito dependente! Eu tenho 2 celulares, 1 para SC e 1 para o RS. E da pra contar nos dedos o numero de vezes por semana que eu uso a função de telefone! O negócio é saber se desligar de tudo, quando necessário. É ótimo termos a eletrecidade, a eletrônica, a mecânica, o eletromagnetismo e afins, nas nossas vidas nos permitindo internet, tv, celulares, carros e afins … mas tem que saber usar e não ser usado, por eles!

    Acho que se acontecesse a destruiçao total do que temos hoje (não havendo tecnologia nenhuma, e falo de qualquer tecnologia, seja ela a carroça ou o computador) demoraria um certo tempo, até as pessoas detentoras de cada saber necessario para cada tecnologia se restituir. Pois onde encontrariamos um diodo ou uma ferramenta que fosse? Seria necessario adquirir o silicio da terra, para fazer os chips, caso quisessem, e até reunir as pessoas que possuem esse saber, levaria algum tempo (andar a pé de um canto do pais a outro levaria realmente muito tempo!)
    Mas claro, com o TEMPO isso surgiria novamente!

    Creio que aí é que está a importância de bons LÍDERES … sem um bom líder tudo demoraria muito mais. Um líder saberia proteger seus comandados e saberia fazer com que cada um tivesse uma funçao, gerando prosperiadade. Por exemplo: eu me reuno com meu vizinho e conveço ele de que precisamos nos unir para que nao nos roubem as “matérias-primas”. E assim proseguindo, até surgir uma milícia … e aí é a lei do mais forte. Haverão outras milícias, podem haver acordos, uniões, sobrepujaçoes! Seria um novo período de guerras e de caos, e as pessoas que tivessem maiores capacidades necessarias se dariam melhor!
    Que ja leu um romance japones chamado Musashi, e foi a fundo na histório entenderia muito mais a diferença de um periodo de guerras, um de caos e um de pacificidade!

    Mas realmente, seria um caos! Até mesmo para os supostos “heróis” da história, eles seriam atentados pelos demais indivíduos que nao sabendo produzir, podem ter poderio bélico pra tomar para si o que outros produzem!

  • Manuel Radaelli

    Sobre o post de que o caos seria muito fora de cogitação. O que acontece de todo mundo querer se ajudar nas catastrofes que existem é pq existe gente que tem condições de ajudar…. mas se TUDO fosse destruído, ninguém teria com o que ajudar o outro, a nao ser com conhecimento … todo mundo estaria atras da MESMA coisa! è meio que como no filme do ensaio sobre a cegueira, quando os afetados podem por em risco a vida da sociedade “sã”, eles colocam todo mundo num lugar isolado, e nem se preocupam!

    mas tudo é relativo, muitas pessoas tem solidariedade de verdade e no fim das contas acho que tudo se resolveria!

  • Manuel Radaelli

    Sobre o post de que o caos seria muito fora de cogitação. O que acontece de todo mundo querer se ajudar nas catastrofes que existem é pq existe gente que tem condições de ajudar…. mas se TUDO fosse destruído, ninguém teria com o que ajudar o outro, a nao ser com conhecimento … todo mundo estaria atras da MESMA coisa! è meio que como no filme do ensaio sobre a cegueira, quando os afetados podem por em risco a vida da sociedade “sã”, eles colocam todo mundo num lugar isolado, e nem se preocupam!

    mas tudo é relativo, muitas pessoas tem solidariedade de verdade e no fim das contas acho que tudo se resolveria!

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Eu tive uma infância meio “Pascoal e Zefinha”… rs…
    Boa parte da minha família é adepta da vida no campo… Moram em sítios, fazendas e perto de fontes de água potável. Sortuda eu, não? Mas agora, até que os matutos estão “high tec” kkkk
    Meus tios têm feito produções com auxílio tecnológico.

    Teve gente aqui dizendo que ao autor viajou e tal… Que haveria jeito de produzir energia de uma forma ou de outra… blá, blá, blá… Mas creio que a pergunta central é: “SE VOCÊ SOBREVIVESSE, você SABERIA como produzir essa energia?”

    Noitardear

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Eu tive uma infância meio “Pascoal e Zefinha”… rs…
    Boa parte da minha família é adepta da vida no campo… Moram em sítios, fazendas e perto de fontes de água potável. Sortuda eu, não? Mas agora, até que os matutos estão “high tec” kkkk
    Meus tios têm feito produções com auxílio tecnológico.

    Teve gente aqui dizendo que ao autor viajou e tal… Que haveria jeito de produzir energia de uma forma ou de outra… blá, blá, blá… Mas creio que a pergunta central é: “SE VOCÊ SOBREVIVESSE, você SABERIA como produzir essa energia?”

    Noitardear

  • Jonathan

    Vou pegar o comentário do Lucas para esclarecer algo que muitos aqui não entenderam:
    “Concordo com o Rafael. Ainda temos muitos cientistas e engenheiros (não apenas estes) que se necessário, seriam capazes de, ao menos, reiniciar rapidamente a ascensão tecnológica.”

    Após o fim do mundo, creio que não teríamos muita gente sobrando. Então esta história de “nós temos muitos cientistas” já é descartada logo de cara. O ponto do autor é você dependendo de si mesmo para sobreviver inicialmente. Se alguns de nós tem conhecimento para fazer várias coisas (gerar energia, agricultura, captação de água, etc) então ótimo, mas a maioria esmagadora das pessoas não tem. E ainda, duvido que muitos destas coisas possam ser executados, uma vez que seu tempo se preocupando apenas com comida seria enorme.

    No mais, concordo com o comentário da #50 – Patrícia.

    E feliz ano novo! hahaha

  • Jonathan

    Vou pegar o comentário do Lucas para esclarecer algo que muitos aqui não entenderam:
    “Concordo com o Rafael. Ainda temos muitos cientistas e engenheiros (não apenas estes) que se necessário, seriam capazes de, ao menos, reiniciar rapidamente a ascensão tecnológica.”

    Após o fim do mundo, creio que não teríamos muita gente sobrando. Então esta história de “nós temos muitos cientistas” já é descartada logo de cara. O ponto do autor é você dependendo de si mesmo para sobreviver inicialmente. Se alguns de nós tem conhecimento para fazer várias coisas (gerar energia, agricultura, captação de água, etc) então ótimo, mas a maioria esmagadora das pessoas não tem. E ainda, duvido que muitos destas coisas possam ser executados, uma vez que seu tempo se preocupando apenas com comida seria enorme.

    No mais, concordo com o comentário da #50 – Patrícia.

    E feliz ano novo! hahaha

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Jonathan

    É isso aew

    “Após o fim do mundo, creio que não teríamos muita gente sobrando”…

    Se é que sobreviveria alguém, mas a praga humana parece ser pior que as baratas :B

    KKKKKKKKKKKKKKKK
    brincadeirinha *-*

  • http://noitardear.blogspot.com/ Patrícia

    Jonathan

    É isso aew

    “Após o fim do mundo, creio que não teríamos muita gente sobrando”…

    Se é que sobreviveria alguém, mas a praga humana parece ser pior que as baratas :B

    KKKKKKKKKKKKKKKK
    brincadeirinha *-*

  • Índio

    Depois dessa segunda parte do artigo:

    -Continuaria com a boate beatbox,
    -Cataria alguns instrumentos de percussão por ai,
    -Aceitaria pólvora, como ingresso também.

    -Com algum tempo e sucesso neste investimento de risco já teria um paiol por segurança.

  • Índio

    Depois dessa segunda parte do artigo:

    -Continuaria com a boate beatbox,
    -Cataria alguns instrumentos de percussão por ai,
    -Aceitaria pólvora, como ingresso também.

    -Com algum tempo e sucesso neste investimento de risco já teria um paiol por segurança.

  • Mat

    Textos incríveis. Se esse mundo pós-apocalíptico existisse, eu procuraria pessoas como o cara que escreveu esse texto, para que junto destas pessoas, pudesse criar uma sociedade onde futuras gerações pudessem viver e evoluir, – não a evolução tecnológica ou genética que conhecemos – evoluir da forma que fosse mais adequada. O ser humano tem o defeito de só lidar com o que está na sua cara.

    Não acho que seria o fim da humanidade, mas acredito que por algumas gerações, a anarquia e a ignorância iriam prosperar.

    Com uma população incrivelmente reduzida, a vida na terra tomaria certamente rumos diferentes.

    Seria, no mínimo, interessante.

  • Mat

    Textos incríveis. Se esse mundo pós-apocalíptico existisse, eu procuraria pessoas como o cara que escreveu esse texto, para que junto destas pessoas, pudesse criar uma sociedade onde futuras gerações pudessem viver e evoluir, – não a evolução tecnológica ou genética que conhecemos – evoluir da forma que fosse mais adequada. O ser humano tem o defeito de só lidar com o que está na sua cara.

    Não acho que seria o fim da humanidade, mas acredito que por algumas gerações, a anarquia e a ignorância iriam prosperar.

    Com uma população incrivelmente reduzida, a vida na terra tomaria certamente rumos diferentes.

    Seria, no mínimo, interessante.

  • Willian Wk

    #31 – Igor Santos (Autor) em 28.12.09 at 3:17 pm

    @28 Leonardo, “Acho que você tá achando que” eu levo isso a sério.

    Igor, então não acredita no que disse em seu post? Você parecia estar levando a sério :S

    bauhuauh

  • Willian Wk

    #31 – Igor Santos (Autor) em 28.12.09 at 3:17 pm

    @28 Leonardo, “Acho que você tá achando que” eu levo isso a sério.

    Igor, então não acredita no que disse em seu post? Você parecia estar levando a sério :S

    bauhuauh

  • Diego

    A população que iria mais sofrer certamente seria o pessoal das cidades, se houvesse tamanho apocalipse concerteza seríamos consumidos ao tempo por doenças simples, por problemas de higiene pessoal entre outras doenças como a gripe. Nesse caso se você conhece um pouco de sobrevivência em um mundo hostil, a melhor coisa seria ficar longe dos seres humanos nos 3 primeiros anos, tanto por que o homem já faz inumeras loucuras por religião, mulher, dinheiro e outras coisas, imagine um “faz tudo” que caça, se vira e é inteligente ao ponto de manter vivo um tanto de pessoas. Mas hoje em dia o ser humano esta a cada pedaço da Terra, esta visão é um pouco conturbada se tratando do planeta Terra como um todo, em baixo de uma catastrofe. Se chegamos até aqui é por que sabemos lidar com problemas que o ser humano já enfrentou a tempos atrás, tenho mais medo de um Hitler ou de um Bush do que meteoros ou do clima do nosso planeta, somos uma NATUREZA ambulante e aprendemos com nossos erros, nos vamos sobreviver e temos um Universo inteiro pra isso, relaxa e tenha medo do próprio ser humano, esse sim pode se matar sozinho.

  • Diego

    A população que iria mais sofrer certamente seria o pessoal das cidades, se houvesse tamanho apocalipse concerteza seríamos consumidos ao tempo por doenças simples, por problemas de higiene pessoal entre outras doenças como a gripe. Nesse caso se você conhece um pouco de sobrevivência em um mundo hostil, a melhor coisa seria ficar longe dos seres humanos nos 3 primeiros anos, tanto por que o homem já faz inumeras loucuras por religião, mulher, dinheiro e outras coisas, imagine um “faz tudo” que caça, se vira e é inteligente ao ponto de manter vivo um tanto de pessoas. Mas hoje em dia o ser humano esta a cada pedaço da Terra, esta visão é um pouco conturbada se tratando do planeta Terra como um todo, em baixo de uma catastrofe. Se chegamos até aqui é por que sabemos lidar com problemas que o ser humano já enfrentou a tempos atrás, tenho mais medo de um Hitler ou de um Bush do que meteoros ou do clima do nosso planeta, somos uma NATUREZA ambulante e aprendemos com nossos erros, nos vamos sobreviver e temos um Universo inteiro pra isso, relaxa e tenha medo do próprio ser humano, esse sim pode se matar sozinho.

  • Alessandro Soncini

    Penso que em cenário onde grande parte da população seja extinta, teríamos maior facilidade de reconstruir as tecnologias do que com um contingente de pessoas maior.

    Basicamente, porque viraria terra sem lei, as estruturas sociais já não teriam nenhum tipo de validade, sendo assim, por afinidade e necessidade, algumas micro-sociedades se estabeleceriam.
    Da mesma forma que alguns conseguiriam se estabelecer, haveriam aqueles que não, e naturalmente, vários conflitos iriam ocorrer, a lei do mais forte prevaleceria e os mais especializados seriam poupados das possíveis chacinas.

    O primeiro passo depois das posições hierarquias, seria o de aumento na produção de alimentos, para que mais pessoas consigam se estabelecer nas micro-sociedades.

    Com um contingente menor de sobreviventes, as preocupações com alimentação e conflitos seriam menores, proporcionando mais tempo para a reconstrução das tecnologias.

  • Alessandro Soncini

    Penso que em cenário onde grande parte da população seja extinta, teríamos maior facilidade de reconstruir as tecnologias do que com um contingente de pessoas maior.

    Basicamente, porque viraria terra sem lei, as estruturas sociais já não teriam nenhum tipo de validade, sendo assim, por afinidade e necessidade, algumas micro-sociedades se estabeleceriam.
    Da mesma forma que alguns conseguiriam se estabelecer, haveriam aqueles que não, e naturalmente, vários conflitos iriam ocorrer, a lei do mais forte prevaleceria e os mais especializados seriam poupados das possíveis chacinas.

    O primeiro passo depois das posições hierarquias, seria o de aumento na produção de alimentos, para que mais pessoas consigam se estabelecer nas micro-sociedades.

    Com um contingente menor de sobreviventes, as preocupações com alimentação e conflitos seriam menores, proporcionando mais tempo para a reconstrução das tecnologias.

  • Rodrigo

    Eu sabia que aquela história de caju e Genipabu era coisa de natalense!!

  • Rodrigo

    Eu sabia que aquela história de caju e Genipabu era coisa de natalense!!

  • Adriano

    Como ja dizia Albert Einstein, a 4ª Guerra mundial será feita de paus e pedras.

  • Adriano

    Como ja dizia Albert Einstein, a 4ª Guerra mundial será feita de paus e pedras.

  • Jefferson

    Acho que a melhor coisa então é ir por essa lógica: Viver sem tecnologia não vale a pena pra quem depende disso. Ou seja, sobreviveria quem sabe se virar e esperamos pra ver se o aquecimento global volta a acontecer daqui uns 500 anos…

  • Jefferson

    Acho que a melhor coisa então é ir por essa lógica: Viver sem tecnologia não vale a pena pra quem depende disso. Ou seja, sobreviveria quem sabe se virar e esperamos pra ver se o aquecimento global volta a acontecer daqui uns 500 anos…

  • Andreas Figge

    eu acho que você se perdeu no texto… não me leva a mal, você escreve bem e gostei bastante da primeira parte, mas você não pode querer parecer sério com um texto desse tamanho. são infinitas as variáveis de um fim do mundo e o que você disse acaba se perdendo numa hipótese sua que ninguém sabe qual é (quantos sobreviventes, impacto na natureza ou sei lá mais o quê).

    no fim das contas você acaba levando tudo para um lado tecnológico que não precisava de um tema apocalíptico para acontecer. se fosse um caso de blecaute de uma semana o texto seria bem mais interessante e não precisaria abordar situações ridículas como algumas que você disse.

    não sou engenheiro e nem nada que pudesse um dia ajudar numa sociedade que renasceu das cinzas (pros curiosos, sou publicitário), mas acredito que conseguiria sim me virar em muitos aspectos.

    para terminar, acredito piamente na capacidade humana de se adaptar e se reinventar não importa o que aconteça, e também concordo com os comentários muito inteligentes dos engenheiros dos comentários, principalmente o de que um dos príncipios básicos da ciência é a repetibilidade, a capacidade que um resultado possa ser alcançado quando o mesmo teste for repetido nas mesmas condições. além do mais, se todos os engenheiros acabarem morrendo no seu fim do mundo, enquanto um ser pensante sobreviver e houver uma biblioteca com alguns livros técnicos, a gente se vira não importa como.

    eu sei que acabei me perdendo no meu comentário, mas acho que o mesmo aconteceu com o seu texto, querendo abraçar todo um processo você acabou deixando muita coisa no ar e não finalizou nada (a não ser que seu objetivo era dizer que é melhor plantar castanhas no norte do que ter um e-mail e um celular)…

  • Andreas Figge

    eu acho que você se perdeu no texto… não me leva a mal, você escreve bem e gostei bastante da primeira parte, mas você não pode querer parecer sério com um texto desse tamanho. são infinitas as variáveis de um fim do mundo e o que você disse acaba se perdendo numa hipótese sua que ninguém sabe qual é (quantos sobreviventes, impacto na natureza ou sei lá mais o quê).

    no fim das contas você acaba levando tudo para um lado tecnológico que não precisava de um tema apocalíptico para acontecer. se fosse um caso de blecaute de uma semana o texto seria bem mais interessante e não precisaria abordar situações ridículas como algumas que você disse.

    não sou engenheiro e nem nada que pudesse um dia ajudar numa sociedade que renasceu das cinzas (pros curiosos, sou publicitário), mas acredito que conseguiria sim me virar em muitos aspectos.

    para terminar, acredito piamente na capacidade humana de se adaptar e se reinventar não importa o que aconteça, e também concordo com os comentários muito inteligentes dos engenheiros dos comentários, principalmente o de que um dos príncipios básicos da ciência é a repetibilidade, a capacidade que um resultado possa ser alcançado quando o mesmo teste for repetido nas mesmas condições. além do mais, se todos os engenheiros acabarem morrendo no seu fim do mundo, enquanto um ser pensante sobreviver e houver uma biblioteca com alguns livros técnicos, a gente se vira não importa como.

    eu sei que acabei me perdendo no meu comentário, mas acho que o mesmo aconteceu com o seu texto, querendo abraçar todo um processo você acabou deixando muita coisa no ar e não finalizou nada (a não ser que seu objetivo era dizer que é melhor plantar castanhas no norte do que ter um e-mail e um celular)…

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @61 Andreas, eu ia deixar o seu comentário passar, mas não sou muito fã de preconceitos como o seu, chamando Natal de “norte”.

    Apesar de você usar o termo “tecnologia” de maneira vaga demais, eu acho que entendi o que você quis dizer.
    Se eu não levar tudo para o “lado tecnológico” (sic), não estaria falando de uma situação no século 21, não é? Se o fim do mundo por mim proposto não envolvesse blecautes ubíquos, seria melhor eu criar uma situação na época vitoriana.

    E a premissa inicial do texto é de que o mundo acabou e levou junto a eletricidade, impossibilitando os sobreviventes de descobrir a causa nos primeiros momentos.
    Obviamente, pouquíssima gente sobreviveu (e a maioria dos comentaristas percebeu isso, o que deve significar que meu texto não está tão difícil de entender assim) e os que sobreviveram vão precisar se virar com o que sabem fazer, sem depender da tecnologia corrente.

    A Ciência tem como propriedade básica a replicabilidade, é verdade, mas como maneira de testar hipóteses e não como ocorrência natural.
    Ela pode ser repetida através de experimentos, mas isso não significa que ela vai se repetir espontaneamente.
    Você saberia reparar uma turbina hidrelétrica danificada?
    Existem milhares de livros sobre o assunto e ferramentas disponíveis, mas você saberia ler e enteder o conteúdo dos livros escritos em linguagem técnica (duvido, pois nem uma informação básica como a localidade regional de uma capital do país você sabe) e teria habilidade para manusear as ferramentas?

    Esse texto não é um livro de Agatha Christie, mas um cenário fictício de um acontecimento desconhecido. É claro que eu deixei coisas não finalizadas no ar. É exatamente essa a proposta do texto.

    E, finalmente, a última coisa que eu quero é parecer sério ao falar de churrasco canino e banhos frios.
    Mas isso realmente passa batido para algumas pessoas, geralmente desprovidas de senso de humor.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @61 Andreas, eu ia deixar o seu comentário passar, mas não sou muito fã de preconceitos como o seu, chamando Natal de “norte”.

    Apesar de você usar o termo “tecnologia” de maneira vaga demais, eu acho que entendi o que você quis dizer.
    Se eu não levar tudo para o “lado tecnológico” (sic), não estaria falando de uma situação no século 21, não é? Se o fim do mundo por mim proposto não envolvesse blecautes ubíquos, seria melhor eu criar uma situação na época vitoriana.

    E a premissa inicial do texto é de que o mundo acabou e levou junto a eletricidade, impossibilitando os sobreviventes de descobrir a causa nos primeiros momentos.
    Obviamente, pouquíssima gente sobreviveu (e a maioria dos comentaristas percebeu isso, o que deve significar que meu texto não está tão difícil de entender assim) e os que sobreviveram vão precisar se virar com o que sabem fazer, sem depender da tecnologia corrente.

    A Ciência tem como propriedade básica a replicabilidade, é verdade, mas como maneira de testar hipóteses e não como ocorrência natural.
    Ela pode ser repetida através de experimentos, mas isso não significa que ela vai se repetir espontaneamente.
    Você saberia reparar uma turbina hidrelétrica danificada?
    Existem milhares de livros sobre o assunto e ferramentas disponíveis, mas você saberia ler e enteder o conteúdo dos livros escritos em linguagem técnica (duvido, pois nem uma informação básica como a localidade regional de uma capital do país você sabe) e teria habilidade para manusear as ferramentas?

    Esse texto não é um livro de Agatha Christie, mas um cenário fictício de um acontecimento desconhecido. É claro que eu deixei coisas não finalizadas no ar. É exatamente essa a proposta do texto.

    E, finalmente, a última coisa que eu quero é parecer sério ao falar de churrasco canino e banhos frios.
    Mas isso realmente passa batido para algumas pessoas, geralmente desprovidas de senso de humor.

  • http://twitter.com/_Judkins Ricardo Vergara

    cara.. parabéns man…

    Adorei estes dois textos….
    um dos melhores do blog!!!

    sério! gostei d+

  • http://twitter.com/_Judkins Ricardo Vergara

    cara.. parabéns man…

    Adorei estes dois textos….
    um dos melhores do blog!!!

    sério! gostei d+

  • binotes

    Vc escreve muito bem, porem a sua linha de pensamento é muito limitada. Faltou muita coisa nesta narração pos apocaliptica, se partirmos para um comparação dos homens das cavernas e a gente, concordo com vc que falta muita experiencia de vida, porem, temos fixados em nossas mentes o fato de viver e trabalhar em sociedade, cada um fazendo alguma coisa, como em lost (ficção), com certeza nos organizariamos com mais algumas pessoas e começariamos uma comunidade cada um com uma tarefa para os itens basicos de sobrevivencia. Erros com certeza, mas, aprenderiamos e não desistiriamos.

  • binotes

    Vc escreve muito bem, porem a sua linha de pensamento é muito limitada. Faltou muita coisa nesta narração pos apocaliptica, se partirmos para um comparação dos homens das cavernas e a gente, concordo com vc que falta muita experiencia de vida, porem, temos fixados em nossas mentes o fato de viver e trabalhar em sociedade, cada um fazendo alguma coisa, como em lost (ficção), com certeza nos organizariamos com mais algumas pessoas e começariamos uma comunidade cada um com uma tarefa para os itens basicos de sobrevivencia. Erros com certeza, mas, aprenderiamos e não desistiriamos.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @Binotes, leia o comentário #16.

  • http://scienceblogs.com.br/uoleo Igor Santos

    @Binotes, leia o comentário #16.

  • Bruno

    Discordando dos comentários críticos, interpreto o texto de uma forma diferente.

    Me fica bastante clara a ideia que o autor nos passa do quão incapazes somos diante das necessidades básicas humanas. Acho que isso é muito mais uma reflexão sobre a perda da ESSÊNCIA REAL da vida.

    Enquanto estamos preocupados lendo e comentando este blog, o seu Pascoal provavelmente está buscando água ou voltando do seu cajueiro.

    Pode ter certeza: ele sabe muito melhor o que é VERDADEIRAMENTE a vida do que todos nós juntos.

    Ótimo texto, parabéns.

  • Bruno

    Discordando dos comentários críticos, interpreto o texto de uma forma diferente.

    Me fica bastante clara a ideia que o autor nos passa do quão incapazes somos diante das necessidades básicas humanas. Acho que isso é muito mais uma reflexão sobre a perda da ESSÊNCIA REAL da vida.

    Enquanto estamos preocupados lendo e comentando este blog, o seu Pascoal provavelmente está buscando água ou voltando do seu cajueiro.

    Pode ter certeza: ele sabe muito melhor o que é VERDADEIRAMENTE a vida do que todos nós juntos.

    Ótimo texto, parabéns.

  • Claudio Velasco

    Os engenheiros são uma comédia. Se tudo acaba, acabam as estruturas de base. Poxa, fazer dínamos? Legal. E o trabalho pesado? vai ter peão para servir de chão de fábrica? me garantem que um bando de homens fortes e armados de facões e porretes não vai estraçalhar muitos “engenheiros” para que façam máquinas funcionar???? Seguinte: Eu sei que morreria. Não rápido, já ralei debaixo de sol e chuva, não tenho frescura, mas não atiro nem matei uma galinha, mas não sou estúpido e aprendo.
    A ciência é repetível na medida em que suas bases existam. Sem energia elétrica, sem produção de combustíveis, sem recursos fabris, voltamos a idade média. Teremos sociedades ordenadas, teremos grupos religiosos, facções revoltadas, milhões de famintos… Os mais fortes e organizados assumirão o monopolio da violencia, e quem queiser se sujeite a isto. Os exércitos nacionais deverão tomar frente, então, os estados ainda subsistirão de alguma forma. Meleca serão os fascismos. Mundo ruim. Muitos homens, poucas mulheres… pff… Se der sorte voltamos ao século XIII. Se der azar… Pensando que o mundo resistiu a inúmeras catastroefs e estamos aqui enxameando a terra…
    (E eu desde moleque me impreco neste assunto -MadMax, caramba? E joguei Fallout a beça e tem um filmaço-aço-aço, O livro de Eli, sai em março… Tudo a ver mesmo. )

    E eu acho muita comédia alguém bater no peito e dizer que quando a merda vier, ele vai estar pronto… hehe…

    boas a tod@s!

  • Claudio Velasco

    Os engenheiros são uma comédia. Se tudo acaba, acabam as estruturas de base. Poxa, fazer dínamos? Legal. E o trabalho pesado? vai ter peão para servir de chão de fábrica? me garantem que um bando de homens fortes e armados de facões e porretes não vai estraçalhar muitos “engenheiros” para que façam máquinas funcionar???? Seguinte: Eu sei que morreria. Não rápido, já ralei debaixo de sol e chuva, não tenho frescura, mas não atiro nem matei uma galinha, mas não sou estúpido e aprendo.
    A ciência é repetível na medida em que suas bases existam. Sem energia elétrica, sem produção de combustíveis, sem recursos fabris, voltamos a idade média. Teremos sociedades ordenadas, teremos grupos religiosos, facções revoltadas, milhões de famintos… Os mais fortes e organizados assumirão o monopolio da violencia, e quem queiser se sujeite a isto. Os exércitos nacionais deverão tomar frente, então, os estados ainda subsistirão de alguma forma. Meleca serão os fascismos. Mundo ruim. Muitos homens, poucas mulheres… pff… Se der sorte voltamos ao século XIII. Se der azar… Pensando que o mundo resistiu a inúmeras catastroefs e estamos aqui enxameando a terra…
    (E eu desde moleque me impreco neste assunto -MadMax, caramba? E joguei Fallout a beça e tem um filmaço-aço-aço, O livro de Eli, sai em março… Tudo a ver mesmo. )

    E eu acho muita comédia alguém bater no peito e dizer que quando a merda vier, ele vai estar pronto… hehe…

    boas a tod@s!

  • Douglas M.

    Sem um acidente nuclêar, não vejo nenhum problema em se virar em um mundo depois da devastação e do caos.

    Ademais, se só uma pessoa sobrevivesse, acho que ela não gostaria muito de usar a internet. =P

  • Douglas M.

    Sem um acidente nuclêar, não vejo nenhum problema em se virar em um mundo depois da devastação e do caos.

    Ademais, se só uma pessoa sobrevivesse, acho que ela não gostaria muito de usar a internet. =P

  • Neto

    Interessante o artigo.
    A proximidade do ano 2012 está mexendo com você também, né?
    O FIM ESTÁ PRÓXIMO!!!
    Hehehe

    Bem, eu sempre fui fã de literatura e cinema pós-apocaliptico e tenho certeza de que não sobreviveria muito tempo nesse cenário sem uma mudança total de comportamento e, talvez, de personalidade, afinal, com pouca comida sobrando não tem essa de “brother” não, meu peixe, eu como, você, cara pálida, pesque o seu, senão o facão come teu couro.

    Eu imagino que se organizariam micro-sociedades, com talvez o básico de energia e elas poderiam ter um sistema de organização dividida pela importância das funções. Os lideres, ou o lider dirigiria cada uma dessas comunidades de forma a se proteger de saques, evitar a entrada ou proliferação de doenças e na tentativa de obter suprimentos, mas, como isso se daria, certamente varia de região para região. O que eu faria? Não faço idéia, mas acho que tentaria fugir pro meio do mato habitado por índios “civilizados” mais próximo e pedir abrigo, sei lá…

    De qualquer forma, assim que tiver tempo vou ler o artigo mais completo.

    Parabéns, Igor.

    Abraço.

  • Neto

    Interessante o artigo.
    A proximidade do ano 2012 está mexendo com você também, né?
    O FIM ESTÁ PRÓXIMO!!!
    Hehehe

    Bem, eu sempre fui fã de literatura e cinema pós-apocaliptico e tenho certeza de que não sobreviveria muito tempo nesse cenário sem uma mudança total de comportamento e, talvez, de personalidade, afinal, com pouca comida sobrando não tem essa de “brother” não, meu peixe, eu como, você, cara pálida, pesque o seu, senão o facão come teu couro.

    Eu imagino que se organizariam micro-sociedades, com talvez o básico de energia e elas poderiam ter um sistema de organização dividida pela importância das funções. Os lideres, ou o lider dirigiria cada uma dessas comunidades de forma a se proteger de saques, evitar a entrada ou proliferação de doenças e na tentativa de obter suprimentos, mas, como isso se daria, certamente varia de região para região. O que eu faria? Não faço idéia, mas acho que tentaria fugir pro meio do mato habitado por índios “civilizados” mais próximo e pedir abrigo, sei lá…

    De qualquer forma, assim que tiver tempo vou ler o artigo mais completo.

    Parabéns, Igor.

    Abraço.

  • http://helgacomh.blogspot.com/ Helga Maria

    Para o Haiti JÁ É o fim do mundo deles. Recomendo o relato de um Of Chan brasileiro que mora em Porto Príncipe – Haiti:

    http://casinhadesape.blogspot.com/2010/01/situacao-no-haiti.html

  • http://helgacomh.blogspot.com Helga Maria

    Para o Haiti JÁ É o fim do mundo deles. Recomendo o relato de um Of Chan brasileiro que mora em Porto Príncipe – Haiti:

    http://casinhadesape.blogspot.com/2010/01/situacao-no-haiti.html

  • camilo

    muito bom texto!

    é phoda perceber que somos especialistas em necessides criadas por necessides criadas por necessides não tão nobres. Enquanto Pascoal e Zefinha, trabalhando com reais necessidades, continuariam a exercer seus ofícios.

    parabéns

  • camilo

    muito bom texto!

    é phoda perceber que somos especialistas em necessides criadas por necessides criadas por necessides não tão nobres. Enquanto Pascoal e Zefinha, trabalhando com reais necessidades, continuariam a exercer seus ofícios.

    parabéns

  • Gustavo

    adorei! mto bom o texto! mt bem escrito, retrata o q realmente aconteceria!

  • Zeh_bolognini

    meu pai avo a 40 anos atrás vivia sem nada de tecnologia e no meio da roça criando seu gado suas galinhas produzindo se feijao seu arroz, as vezes so compravam uma piguinha mesmo, mas eles sabiam como produzir, eu viveria muito bem sem energia ou tecnologia, afinal aprendi tudo com meu pai, e nao me falta inteligencia, para aprender e descobrir.
    Só sentiria falta de jogos, mais com tanto trabalho nem iria ter tempo mesmo.

Papo de homem recomenda

Assine o Papo de homem

Curta o PdH no Facebook
  • 5552 artigos
  • 662643 comentários
  • leitores online