Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

Mariana Hauer

por
em às | Ladies Room, Mente e atitude


As melhores escolhas são sempre as suas (ou pelo menos para você naquele momento específico). É o que diz a microeconomia.

Entrei na faculdade com os meus míseros 18 anos, sem ter a menor noção do que eu queria da minha vida. Achava que queria fazer Administração numa faculdade difícil, mas no fundo eu queria mesmo sair da casa dos meus pais e vir morar em São Paulo. Fazer cursinho era um ótimo pretexto na época.

Depois de um ano, percebi que não conseguiria passar por aquelas aulas de novo, caso o pior acontecesse, e resolvi prestar economia também, com o intuito de pedir transferência interna. Era uma forma de eu diminuir a chance do pior cenário acontecer, já que economia era bem pouco concorrido. Mais tarde eu aprenderia que economia também fala muito disso: incertezas e retorno esperado.

E o que eu estava fazendo, no fundo, era tomar uma decisão econômica.

mulher_indecisa
Ah, a indecisão das mulheres…

E adivinhem? Passei no vestibular, só pra economia. Escutei muito da minha mãe que isso era profissão de homem, com perfil competitivo e que gostam de números e que eu não serviria nunca pra isso. Se fosse assim, eu não serviria mesmo. Mas eu fui. O meu custo emocional de continuar no cursinho sem nenhuma certeza era muito alto. Eu preferi continuar na minha estratégia: a da transferência. Até que eu tive a primeira aula de economia.

Eu nunca tinha aberto um jornal na seção financeira na minha vida. Achava chato, não entendia nada. O que mesmo eu estava fazendo ali? Até que a criatura que estava em pé na minha frente, conhecido como “professor”, vira e fala o seguinte: tudo na vida é economia. Dá pra se aplicar economia em qualquer coisa que você queira.

Resolvi prestar atenção na aula a partir desse momento, duvidando e torcendo o nariz. Na minha cabeça já pensei: “Nerd maldito, nunca deve ter comido alguém na vida dele ou tomado um porre na vida”. É, eu era meio rebelde e cética com os meus digníssimos 18 anos. Acabei mudando de ideia sobre transferir meu curso pra administração depois das aulas daquele “nerd maldito” quando percebi que ele tinha razão.

“There is no free lunch”

Naquelas aulas aprendi que todas as escolhas da nossa vida irão envolver custos de oportunidade. Custo de oportunidade é o valor que atribuímos a nossa próxima melhor alternativa àquela que fizemos. Simplificando, é tudo aquilo que você abre mão de fazer para fazer outra coisa.

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Você teve aula de microeconomia na pré-escola?

Por exemplo, quando você fica no escritório até tarde está abrindo mão de ficar com a sua família ou perdendo o futebol com os caras que você não vê faz tempo. Ou quando você dá uma desculpa boa pra não ir naquela reunião chata do outro lado da cidade, você está deixando de fazer moral com o seu chefe. Ótimo, eu estava começando a entender do que economia se tratava.

Uma frase famosa do Milton Friedman, que foi Nobel de Economia em 1976, é “There is no such thing as a free lunch”. E o que isto quer dizer? Que não importa o quanto você está pensando levar vantagem em determinada situação, existe algum tipo de custo envolvido. Não há almoço de graça!

Você pode pensar num almoço que lhe oferecem de graça. Aquele cara que trabalhou do seu lado há dois anos atrás o convida para um almoço com tudo pago. Você perguntaria: qual é o custo disso? O cara vai pagar meu almoço e ele nem é meu chefe, que só me convida pra almoçar quando quer que eu trabalhe inclusive na hora do almoço. O seu custo é o custo de oportunidade em deixar de almoçar e sair mais cedo, terminar de ler aquele seu livro, ou mesmo almoçar em outro lugar com outra pessoa.

Para cada uma das coisas que você escolhe, você está deixando de escolher milhares de outras. Não poderia ser diferente considerando que os recursos são escassos, ou seja, que você tem restrições na sua vida: sua renda não é infinita; seu dia só tem 24 horas; você não consegue ver ao mesmo tempo um filme pornô, a final do campeonato e aquela comédia romântica com a sua namorada; você não consegue transar com a loira, a morena e a ruiva de uma só vez (OK, talvez você consiga, mas com 10 de cada uma você seria um homem morto).

Para ganhar dinheiro, basta pedir. O que você faria?

No início desse ano, procurando fatos interessantes para ter história para contar aos meus alunos (pois é, hoje sou eu quem deve ser chamada de “nerd maldita”), me deparei com esse texto do blog do Freakonomics, e acessei uma pesquisa interessante feita na Inglaterra, em 2008.

A pesquisa foi feita por um site britânico que compara preços de produtos, o www.moneysupermarket.com. O objetivo primário era olhar para a inércia das pessoas em tomar decisões financeiras, querendo provar que os britânicos não estavam dispostos a dar pequenos passos para mudar sua situação. Mas encontraram resultados bem mais interessantes.

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“Se você me pedir uma nota de 5 libras, você ganhará uma”

O experimento foi o seguinte: colocaram um cara com uma placa oferecendo 5 libras para quem parasse e perguntasse sobre o dinheiro. Somente 28 pessoas de mais de 1800 pegaram o dinheiro.

Perguntaram para as pessoas por que elas não pararam para pegar o dinheiro e a maioria das respostas foi de que elas imaginavam que havia algum truque ou pegadinha por trás daquilo (porque não acreditavam no “dinheiro de graça”) e outras responderam que o esforço de parar para perguntar e tentar entender o que estava acontecendo não valia as 5 libras.

As duas respostas mostram que as pessoas tomaram decisões econômicas ou porque acreditam que não existe nada de graça (e, neste caso, o conceito econômico está internalizado) ou porque o custo delas era maior que o benefício que aquela quantia traria. Leia o release completo do experimento.

Custos de oportunidade e incertezas

Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor decisão e não aquilo que você deixou de fazer? Como eu sei se o tal do custo de oportunidade é alto demais para eu abrir mão de certas coisas em troca de outras?

Quando você pede demissão de um cargo bom, numa empresa estável para ganhar menos da metade do seu salário e fazer aquilo que você sempre teve vontade, você tomou uma decisão econômica. Muita gente te chamaria de louco e diria que felicidade e liberdade nunca pagaram conta de ninguém. Mas ela faz todo o sentido do mundo.

Economistas assumem que as pessoas tomam decisão comparando o benefício marginal com o custo marginal. Isso só quer dizer que você pensa nos retornos – monetários e não monetários – e naquilo que você vai ganhar, como vai ficar mais satisfeito; e compara com os custos que você terá em tomar aquela decisão, ou seja, o seu custo de oportunidade. Se os benefícios – monetários e não monetários – daquela decisão forem maiores que os custos envolvidos naquela decisão, você dá sua cara a tapa e parte pra outra.

Claro que se fosse assim tão simples poderíamos tomar qualquer tipo de decisão só olhando para benefícios e custos. E é então que entram as incertezas.

blackdot3
Tarefa simples: encontre o ponto preto… Tem certeza?

Você não sabe se o país vai entrar em crise amanhã (talvez o Google saiba!), se daqui 3 meses você mudaria de área ganhando o dobro e nem se tudo aquilo que você sonhou é realmente da forma que você esperava. As incertezas existem em tudo e em todo lugar.

Na medida em que muda o tipo e a quantidade de informação que você tem, você pensa nos seus benefícios e nos seus custos de forma diferente. Você se ajusta às suas expectativas, ao que você acha que vai ou não acontecer.

É o que acontece quando você quer mudar de emprego. Não existe um emprego perfeito, mas claramente existem empregos melhores e piores para você. Quando você para de procurar? Quando o que você encontrou parece melhor do que aquele que você certamente quer largar e melhor que todos os outros que você acha que tem no resto do mercado. Mas você nunca terá certeza, é claro. E é por isso que você para de procurar: o custo de continuar procurando se torna alto demais diante daquele que você acabou de encontrar.

Então, todas as suas escolhas são as melhores no momento em que você as faz.

Porém a vida é cheia de incertezas e muda tudo muito rápido pra você tentar saindo por aí fazendo previsões. Não que economistas não gostem, eles adoram! Só que eles sempre dirão que existe certa probabilidade das coisas acontecerem de forma diferente. E aí está a graça da coisa.

Pois é, isso de ver mercados se movimentando em qualquer lugar às vezes atrapalha. A maioria das pessoas acha que é coisa de gente esquizofrênica ou efeito de alguma droga forte.

Mas eu ainda acho alguma graça em sair por aí fazendo relações dos conceitos econômicos com aquilo que aparece pelo meu caminho.

Mariana Hauer

Mariana Hauer é economista pelo Insper Ibmec São Paulo, mestre em Economia Aplicada pela UFRGS e jura que não gosta tanto assim de Economia. Prefere as conversas de bar e de corredor às seções financeiras para os exemplos de suas aulas.


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  • vinicius

    muito bom o texto,

    acho q as pessoas não arriscam economicamente, e em outros muitos fatores tb, e assim tendem a continuar na mesma.

  • vinicius

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    acho q as pessoas não arriscam economicamente, e em outros muitos fatores tb, e assim tendem a continuar na mesma.

  • Léo C.

    Excelente post. A maior dificuldade na aceitação dessa teoria econômica fora da economia é o seu reflexo no campo moral, a responsabilidade de cada um por sua situação e decisões, especialmente numa era em que é raro que as pessoas assumam as suas responsabilidades e estejam habituadas a atribuir a responsabilidade de todas as suas agruras aos outros.

  • Léo C.

    Excelente post. A maior dificuldade na aceitação dessa teoria econômica fora da economia é o seu reflexo no campo moral, a responsabilidade de cada um por sua situação e decisões, especialmente numa era em que é raro que as pessoas assumam as suas responsabilidades e estejam habituadas a atribuir a responsabilidade de todas as suas agruras aos outros.

  • Léo C.

    Excelente post. A maior dificuldade na aceitação dessa teoria econômica fora da economia é o seu reflexo no campo moral, a responsabilidade de cada um por sua situação e decisões, especialmente numa era em que é raro que as pessoas assumam as suas responsabilidades e estejam habituadas a atribuir a responsabilidade de todas as suas agruras aos outros.

  • RMB

    Gostei, bem ao estilo de um economista.
    Falou, falou, falou e não respondeu a pergunta inicial.
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

  • RMB

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    Falou, falou, falou e não respondeu a pergunta inicial.
    Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?

  • RMB

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    Falou, falou, falou e não respondeu a pergunta inicial.
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  • http://www.projectkpaz.com/ Álvaro

    Como sempre, a professora Hauer dá um banho de conteúdo, eloquência e bom-humor! Que bom ler esse tão bem escrito artigo, ainda mais conhecendo tão bem a autora. Parabéns, professora Hauer, por mais um grande passo, dessa vez não é necessário nenhum verniz lógico para perceber que foi um sucesso!

  • http://www.projectkpaz.com/ Álvaro

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  • http://www.projectkpaz.com Álvaro

    Como sempre, a professora Hauer dá um banho de conteúdo, eloquência e bom-humor! Que bom ler esse tão bem escrito artigo, ainda mais conhecendo tão bem a autora. Parabéns, professora Hauer, por mais um grande passo, dessa vez não é necessário nenhum verniz lógico para perceber que foi um sucesso!

  • Libanes

    Ola Mariana colega de Insper!
    Curti demais alem da conta master hiper o seu texto!

    Um grande beijo,
    Libanês.

  • Libanes

    Ola Mariana colega de Insper!
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    Libanês.

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  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    Muito legal o post!

    Ter algum conhecimento de economia é algo realmente importante pra qualquer um, mesmo quem não quer nem saber de trilhar esse caminho profissional. Eu pelo menos acho bem mais importante do que certas coisas que estudamos no ensino básico (não sou economista).

    Eu acho que a frase “There is no such a thing as free lunch” é bem mais antiga que o Friedman. Ela vem de uma época em que bares nos EUA tinham o hábito de dar almoços grátis pra quem ficasse por lá. Embora alguns acabassem pagando com outras consumações, muitos só aproveitavam do almoço grátis e não consumiam o suficiente pra pagar o almoço. Aí cunharam essa frase, que tem como objetivo lembrar que alguém sempre vai estar pagando por qualquer coisa, mesmo que não seja a pessoa que está consumindo. É freqüentemente usada pra lembrar que programas governamentais “gratuitos” não são gratuitos coisa nenhuma, o custo foi apenas externalizado.
    http://en.wikipedia.org/wiki/TANSTAAFL

    Abraços

  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    Muito legal o post!

    Ter algum conhecimento de economia é algo realmente importante pra qualquer um, mesmo quem não quer nem saber de trilhar esse caminho profissional. Eu pelo menos acho bem mais importante do que certas coisas que estudamos no ensino básico (não sou economista).

    Eu acho que a frase “There is no such a thing as free lunch” é bem mais antiga que o Friedman. Ela vem de uma época em que bares nos EUA tinham o hábito de dar almoços grátis pra quem ficasse por lá. Embora alguns acabassem pagando com outras consumações, muitos só aproveitavam do almoço grátis e não consumiam o suficiente pra pagar o almoço. Aí cunharam essa frase, que tem como objetivo lembrar que alguém sempre vai estar pagando por qualquer coisa, mesmo que não seja a pessoa que está consumindo. É freqüentemente usada pra lembrar que programas governamentais “gratuitos” não são gratuitos coisa nenhuma, o custo foi apenas externalizado.
    http://en.wikipedia.org/wiki/TANSTAAFL

    Abraços

  • http://caveden.multiply.com Tiago

    Muito legal o post!

    Ter algum conhecimento de economia é algo realmente importante pra qualquer um, mesmo quem não quer nem saber de trilhar esse caminho profissional. Eu pelo menos acho bem mais importante do que certas coisas que estudamos no ensino básico (não sou economista).

    Eu acho que a frase “There is no such a thing as free lunch” é bem mais antiga que o Friedman. Ela vem de uma época em que bares nos EUA tinham o hábito de dar almoços grátis pra quem ficasse por lá. Embora alguns acabassem pagando com outras consumações, muitos só aproveitavam do almoço grátis e não consumiam o suficiente pra pagar o almoço. Aí cunharam essa frase, que tem como objetivo lembrar que alguém sempre vai estar pagando por qualquer coisa, mesmo que não seja a pessoa que está consumindo. É freqüentemente usada pra lembrar que programas governamentais “gratuitos” não são gratuitos coisa nenhuma, o custo foi apenas externalizado.
    http://en.wikipedia.org/wiki/TANSTAAFL

    Abraços

  • tonho

    falo,falo e num disse pora niuma

  • tonho

    falo,falo e num disse pora niuma

  • tonho

    falo,falo e num disse pora niuma

  • Kaue

    Otimo texto, realmente economia é uma coisa que entra em todo canto, por isso eu acredito na multidisciplinaridade. Ninguem deveria ser formado só em uma coisa, quem quer realmente se destacar, tem que saber pelo menos o minimo em areas basicas.

  • Kaue

    Otimo texto, realmente economia é uma coisa que entra em todo canto, por isso eu acredito na multidisciplinaridade. Ninguem deveria ser formado só em uma coisa, quem quer realmente se destacar, tem que saber pelo menos o minimo em areas basicas.

  • Kaue

    Otimo texto, realmente economia é uma coisa que entra em todo canto, por isso eu acredito na multidisciplinaridade. Ninguem deveria ser formado só em uma coisa, quem quer realmente se destacar, tem que saber pelo menos o minimo em areas basicas.

  • Gabriel

    Muito bom mesmo esse post. Me ajudou a ver diferente as decisões! Todos sabemos que quando fazemos algo estamos abrindo mão de algo diferente, mas poucos percebem isso…

    Parabéns pelo texto!

  • Gabriel

    Muito bom mesmo esse post. Me ajudou a ver diferente as decisões! Todos sabemos que quando fazemos algo estamos abrindo mão de algo diferente, mas poucos percebem isso…

    Parabéns pelo texto!

  • Gabriel

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    Parabéns pelo texto!

  • Jou

    Sensacional o texto! Gostei muito do modo que abordou a questão da economia em tudo (aliás, acho que isso é uma característica de quem gosta do que faz, de conseguir relacionar tudo com a sua formação).

    E pra quem prestou economia sem querer fazer o curso, acabar fazendo mestrado na área é uma bela de uma mudança ein!

  • Jou

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    E pra quem prestou economia sem querer fazer o curso, acabar fazendo mestrado na área é uma bela de uma mudança ein!

  • Jou

    Sensacional o texto! Gostei muito do modo que abordou a questão da economia em tudo (aliás, acho que isso é uma característica de quem gosta do que faz, de conseguir relacionar tudo com a sua formação).

    E pra quem prestou economia sem querer fazer o curso, acabar fazendo mestrado na área é uma bela de uma mudança ein!

  • Evangisvaldo

    Qual a chance de a primeira ilustração (bem como de sua legenda) ter sido obra do jovem Gustavo “Putaria” Gitti?

  • Evangisvaldo

    Qual a chance de a primeira ilustração (bem como de sua legenda) ter sido obra do jovem Gustavo “Putaria” Gitti?

  • Evangisvaldo

    Qual a chance de a primeira ilustração (bem como de sua legenda) ter sido obra do jovem Gustavo “Putaria” Gitti?

  • http://twitter.com/jupedroza #Juliana#

    Faço economia e me identifiquei muito com o texto.

    Qualquer escolha, exige uma renúncia, chame isso de “custo de oportunidade” ou do que for.
    Trabalhei anos num grande banco, ganhava bem e tinha um bom cargo, porém abri mão de tudo para ir atrás de algo que sempre almejei; trabalhar no mercado financeiro. Estagiando e ganhando menos que metade, nunca me senti mais recompensada, o spread (lucro obtido, além do custo de oportunidade), foi minha paz e felicidade. E nada, nada paga isso, não mesmo.
    Só de não precisar acordar com ódio por ter de ir trabalhar, com vontade de voltar pra cama; como se estivesse indo em direção à um batalhão de fuzilamento, é garantido um spread maior do que qualquer expectativa.
    Tudo é indecisão, seja profissionalmente ou pessoalmente.

    Porém às vezes estacionar numa área de conforto pode parecer bom, mas isso somente lhe parece assim porque não experimentou realmente o quanto poderia ser melhor, ou seja, achou que custo de oportunidade é muito alto e assim abriu mão de uma coisa que poderia lhe gerar um lucro MUITO maior.

    Mas aos poucos aprendemos a calcular o que nos faz feliz e o que nos torna pessoas mais decidas e melhores decididas são justamente aquilo que renunciamos.

    bjos

  • http://twitter.com/jupedroza #Juliana#

    Faço economia e me identifiquei muito com o texto.

    Qualquer escolha, exige uma renúncia, chame isso de “custo de oportunidade” ou do que for.
    Trabalhei anos num grande banco, ganhava bem e tinha um bom cargo, porém abri mão de tudo para ir atrás de algo que sempre almejei; trabalhar no mercado financeiro. Estagiando e ganhando menos que metade, nunca me senti mais recompensada, o spread (lucro obtido, além do custo de oportunidade), foi minha paz e felicidade. E nada, nada paga isso, não mesmo.
    Só de não precisar acordar com ódio por ter de ir trabalhar, com vontade de voltar pra cama; como se estivesse indo em direção à um batalhão de fuzilamento, é garantido um spread maior do que qualquer expectativa.
    Tudo é indecisão, seja profissionalmente ou pessoalmente.

    Porém às vezes estacionar numa área de conforto pode parecer bom, mas isso somente lhe parece assim porque não experimentou realmente o quanto poderia ser melhor, ou seja, achou que custo de oportunidade é muito alto e assim abriu mão de uma coisa que poderia lhe gerar um lucro MUITO maior.

    Mas aos poucos aprendemos a calcular o que nos faz feliz e o que nos torna pessoas mais decidas e melhores decididas são justamente aquilo que renunciamos.

    bjos

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    Faço economia e me identifiquei muito com o texto.

    Qualquer escolha, exige uma renúncia, chame isso de “custo de oportunidade” ou do que for.
    Trabalhei anos num grande banco, ganhava bem e tinha um bom cargo, porém abri mão de tudo para ir atrás de algo que sempre almejei; trabalhar no mercado financeiro. Estagiando e ganhando menos que metade, nunca me senti mais recompensada, o spread (lucro obtido, além do custo de oportunidade), foi minha paz e felicidade. E nada, nada paga isso, não mesmo.
    Só de não precisar acordar com ódio por ter de ir trabalhar, com vontade de voltar pra cama; como se estivesse indo em direção à um batalhão de fuzilamento, é garantido um spread maior do que qualquer expectativa.
    Tudo é indecisão, seja profissionalmente ou pessoalmente.

    Porém às vezes estacionar numa área de conforto pode parecer bom, mas isso somente lhe parece assim porque não experimentou realmente o quanto poderia ser melhor, ou seja, achou que custo de oportunidade é muito alto e assim abriu mão de uma coisa que poderia lhe gerar um lucro MUITO maior.

    Mas aos poucos aprendemos a calcular o que nos faz feliz e o que nos torna pessoas mais decidas e melhores decididas são justamente aquilo que renunciamos.

    bjos

  • http://twitter.com/claytonantonio Clayton

    Ótimo texto maestra! Além do mais, eu tbm prefiro conversas de bar… mas nada que não possamos falar disso no bar! Hummm… melhor não! =/

  • http://twitter.com/claytonantonio Clayton

    Ótimo texto maestra! Além do mais, eu tbm prefiro conversas de bar… mas nada que não possamos falar disso no bar! Hummm… melhor não! =/

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    Ótimo texto maestra! Além do mais, eu tbm prefiro conversas de bar… mas nada que não possamos falar disso no bar! Hummm… melhor não! =/

  • Pingback: Tweets that mention Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor? | Revista Papo de Homem - Lifestyle Magazine -- Topsy.com

  • Carlos

    Ótimo post. Me fez relembrar um ensinamento bem antigo de um dos meus irmãos: “absolutamente tudo na vida tem um preço… se não é vc que está pagando, pode apostar que alguém está”. E quanto às escolhas, é o que sempre digo à minha namorada: ser fiel a uma mulher é trair todas as outras… afinal, ao apostar suas fichas na fidelidade e lealdade mútua, vc abre mão de todas as outras possibilidades. Nada mais do que uma decisão puramente econômica, ainda que recheada de sentimentos e porque não, investimentos rs

  • Carlos

    Ótimo post. Me fez relembrar um ensinamento bem antigo de um dos meus irmãos: “absolutamente tudo na vida tem um preço… se não é vc que está pagando, pode apostar que alguém está”. E quanto às escolhas, é o que sempre digo à minha namorada: ser fiel a uma mulher é trair todas as outras… afinal, ao apostar suas fichas na fidelidade e lealdade mútua, vc abre mão de todas as outras possibilidades. Nada mais do que uma decisão puramente econômica, ainda que recheada de sentimentos e porque não, investimentos rs

  • Carlos

    Ótimo post. Me fez relembrar um ensinamento bem antigo de um dos meus irmãos: “absolutamente tudo na vida tem um preço… se não é vc que está pagando, pode apostar que alguém está”. E quanto às escolhas, é o que sempre digo à minha namorada: ser fiel a uma mulher é trair todas as outras… afinal, ao apostar suas fichas na fidelidade e lealdade mútua, vc abre mão de todas as outras possibilidades. Nada mais do que uma decisão puramente econômica, ainda que recheada de sentimentos e porque não, investimentos rs

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Evangisvaldo: de agora em diante, os participantes da Cabana PdH estão proibidos de ler o site Papo de Homem, estamos entendidos?

    hahahaha

    Fui desvendado, mas vamos manter o foco no texto da Mariana. Foco no texto. ;-)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Evangisvaldo: de agora em diante, os participantes da Cabana PdH estão proibidos de ler o site Papo de Homem, estamos entendidos?

    hahahaha

    Fui desvendado, mas vamos manter o foco no texto da Mariana. Foco no texto. ;-)

  • http://nao2nao1.com.br/ Gustavo Gitti

    Evangisvaldo: de agora em diante, os participantes da Cabana PdH estão proibidos de ler o site Papo de Homem, estamos entendidos?

    hahahaha

    Fui desvendado, mas vamos manter o foco no texto da Mariana. Foco no texto. ;-)

  • Evangisvaldo

    Sobre o texto:

    Frase de Contardo Calligaris em entrevista à revista Trip:

    “A maior lição da psicanálise é esta: qualquer desejo implica perdas.”

    Antes mesmo da escolha, o simples desejo já implica na existência do “não-gosto”, referente àquilo que não se aproxima daquilo que desejamos, e que por sua vez implica em perdas, no sentindo de vivências das quais abdicamos.

    Então como saber se a sua melhor decisão é mesmo a melhor? É a pergunta que fundamenta a existência de doutrinas. Para o Catolicismo, a melhor decisão é aquela que respeita preceitos bíblicos. Para o Budismo, é aquela que beneficia o maior número possível (ou todos) os seres senscientes.

    Pergunta: é possível atingir um estado de satisfação duradouro por meio de decisões baseadas em afinidade?

    Gostei muito do enfoque. Fomenta uma produtiva discussão.

    Abraço!

  • Evangisvaldo

    Sobre o texto:

    Frase de Contardo Calligaris em entrevista à revista Trip:

    “A maior lição da psicanálise é esta: qualquer desejo implica perdas.”

    Antes mesmo da escolha, o simples desejo já implica na existência do “não-gosto”, referente àquilo que não se aproxima daquilo que desejamos, e que por sua vez implica em perdas, no sentindo de vivências das quais abdicamos.

    Então como saber se a sua melhor decisão é mesmo a melhor? É a pergunta que fundamenta a existência de doutrinas. Para o Catolicismo, a melhor decisão é aquela que respeita preceitos bíblicos. Para o Budismo, é aquela que beneficia o maior número possível (ou todos) os seres senscientes.

    Pergunta: é possível atingir um estado de satisfação duradouro por meio de decisões baseadas em afinidade?

    Gostei muito do enfoque. Fomenta uma produtiva discussão.

    Abraço!

  • Evangisvaldo

    Sobre o texto:

    Frase de Contardo Calligaris em entrevista à revista Trip:

    “A maior lição da psicanálise é esta: qualquer desejo implica perdas.”

    Antes mesmo da escolha, o simples desejo já implica na existência do “não-gosto”, referente àquilo que não se aproxima daquilo que desejamos, e que por sua vez implica em perdas, no sentindo de vivências das quais abdicamos.

    Então como saber se a sua melhor decisão é mesmo a melhor? É a pergunta que fundamenta a existência de doutrinas. Para o Catolicismo, a melhor decisão é aquela que respeita preceitos bíblicos. Para o Budismo, é aquela que beneficia o maior número possível (ou todos) os seres senscientes.

    Pergunta: é possível atingir um estado de satisfação duradouro por meio de decisões baseadas em afinidade?

    Gostei muito do enfoque. Fomenta uma produtiva discussão.

    Abraço!

  • Fábio Luiz

    Nooossa. interessante. Também tinha vontade de fazer administração, mas acabei estudando Economia! Hoje não me vejo estudando outra coisa! O curso de economia é um luxo realmente! Um assunto bastante interessante p se falar é a Teoria dos Jogos. Pode-se usá-la em diversas áreas da vida. Abraços e – como eu e meus colegas de turma nos despedimos- ceteris paribus! kkkkk

  • Fábio Luiz

    Nooossa. interessante. Também tinha vontade de fazer administração, mas acabei estudando Economia! Hoje não me vejo estudando outra coisa! O curso de economia é um luxo realmente! Um assunto bastante interessante p se falar é a Teoria dos Jogos. Pode-se usá-la em diversas áreas da vida. Abraços e – como eu e meus colegas de turma nos despedimos- ceteris paribus! kkkkk

  • Fábio Luiz

    Nooossa. interessante. Também tinha vontade de fazer administração, mas acabei estudando Economia! Hoje não me vejo estudando outra coisa! O curso de economia é um luxo realmente! Um assunto bastante interessante p se falar é a Teoria dos Jogos. Pode-se usá-la em diversas áreas da vida. Abraços e – como eu e meus colegas de turma nos despedimos- ceteris paribus! kkkkk

  • Gabriel Vinicius

    ótimo texto

  • Gabriel Vinicius

    ótimo texto

  • Gabriel Vinicius

    ótimo texto

  • EZ!

    Muito bom o texto.
    Identifiquei-me com as escolhas que fiz neste segundo semestre, principalmente em relação à mudança de emprego. Foi além de um Kieerkgaard que diz que escolher uma coisa significa renegar outra.
    Continuem com o ótimo trabalho.
    EZ!

  • EZ!

    Muito bom o texto.
    Identifiquei-me com as escolhas que fiz neste segundo semestre, principalmente em relação à mudança de emprego. Foi além de um Kieerkgaard que diz que escolher uma coisa significa renegar outra.
    Continuem com o ótimo trabalho.
    EZ!

  • EZ!

    Muito bom o texto.
    Identifiquei-me com as escolhas que fiz neste segundo semestre, principalmente em relação à mudança de emprego. Foi além de um Kieerkgaard que diz que escolher uma coisa significa renegar outra.
    Continuem com o ótimo trabalho.
    EZ!

  • Mari Hauer

    JULIANA, tbm já abri mão de um emprego parecido com o seu (apesar de não ser num banco, tenho certeza que sentia a mesmíssima coisa!) pra tentar algo que eu ainda nem sei se vai dar certo. Mas, como você falou, meu salário não cobria a paz e a felicidade que eu tenho hoje. Ou já tinha deixado de cobrir o que eu agüentava todo santo dia (só outra perspectiva). E acho que também que algumas vezes não abrimos mão de certas coisas porque o “custo” é alto. Geralmente, quanto maior o retorno esperado, maior o risco. Acho que funciona também pra vida!

    EVANGISVALDO, fiquei pensando no seu comentário… Posso te dizer que não pretendo responder sua pergunta! Mas com certeza dá uma bela discussão…
    Acho que é muito difícil dizer que uma decisão foi A melhor e se contentar com ela. Por isso eu acho que nossas decisões são as melhores no momento em que tomamos aquela decisão. Na medida em que você tem a informação revelada do que vc causou e/ ou sofreu com estas escolhas, elas podem deixar de ser as melhores. Muitas vezes é difícil saber se as externalidades que causamos ou que iremos sofrer com estas escolhas. Penso que quando falamos de decisões serem as melhores ou não, comparamos às outras possíveis que poderiam ser feitas considerando tudo o mais constante (que economista adora falar!). Com aquilo que vc tinha nas mãos, na cabeça e no coração, você fez aquilo que era possível. O melhor naquele momento.
    Esses dias, assisti uma palestra com o Beto Sicupira e perguntaram pra ele quando ele se sentiu satisfeito com tudo que ele tinha feito e conseguido na vida pra dizer que ele poderia se aposentar. E ele falou que não estava satisfeito nunca. Não que ele não reconhecia tudo que ele tinha feito, ganhado, criado (incluindo família, amigos, etc). Porque tudo que ele fez foi baseado nos valores dele, no que ele tinha afinidade e naquilo que ele acreditava. Mas que ele sempre via possibilidades novas que o movimentava, que o faziam ter sempre um novo objetivo e nunca ficar satisfeito. Mas estas decisões sempre foram na mesma direção. Mas, neste exemplo, o não estar satisfeito não significa ser insatisfeito!
    Então, não sei se acredito em satisfação duradoura, ainda mais quando falamos de escolhas… Muitas vezes, nossas escolhas dependem das escolhas de outras pessoas. E no meio disso existem incertezas. Durante o “duradouro”, algumas coisas podem mudar. Tem um texto do Gary Becker (um dos meus economistas preferidos) que fala sobre escolhas e afinidades. Ele faz uma análise sobre instabilidade no casamento (http://bit.ly/ul1vw). Ele olha por que os casamentos duram menos do q um tempo atrás, mas tbm encontra que mesmo as pessoas que se separam, voltam a se casar pq os custos (sociais, econômicos e emocionais) de continuar solteiro é muito mais alto do que se casar de novo. É bem interessante.

    Fabio Luiz, também gosto muito de Teoria dos Jogos. Também trata de decisões. Qual é a minha melhor decisão considerando as escolhas de todos os outros “jogadores”. Dá um belo post. Já escrevi um texto pra um ex namorado aplicando teoria dos jogos. Foi divertido! :)

  • Mari Hauer

    JULIANA, tbm já abri mão de um emprego parecido com o seu (apesar de não ser num banco, tenho certeza que sentia a mesmíssima coisa!) pra tentar algo que eu ainda nem sei se vai dar certo. Mas, como você falou, meu salário não cobria a paz e a felicidade que eu tenho hoje. Ou já tinha deixado de cobrir o que eu agüentava todo santo dia (só outra perspectiva). E acho que também que algumas vezes não abrimos mão de certas coisas porque o “custo” é alto. Geralmente, quanto maior o retorno esperado, maior o risco. Acho que funciona também pra vida!

    EVANGISVALDO, fiquei pensando no seu comentário… Posso te dizer que não pretendo responder sua pergunta! Mas com certeza dá uma bela discussão…
    Acho que é muito difícil dizer que uma decisão foi A melhor e se contentar com ela. Por isso eu acho que nossas decisões são as melhores no momento em que tomamos aquela decisão. Na medida em que você tem a informação revelada do que vc causou e/ ou sofreu com estas escolhas, elas podem deixar de ser as melhores. Muitas vezes é difícil saber se as externalidades que causamos ou que iremos sofrer com estas escolhas. Penso que quando falamos de decisões serem as melhores ou não, comparamos às outras possíveis que poderiam ser feitas considerando tudo o mais constante (que economista adora falar!). Com aquilo que vc tinha nas mãos, na cabeça e no coração, você fez aquilo que era possível. O melhor naquele momento.
    Esses dias, assisti uma palestra com o Beto Sicupira e perguntaram pra ele quando ele se sentiu satisfeito com tudo que ele tinha feito e conseguido na vida pra dizer que ele poderia se aposentar. E ele falou que não estava satisfeito nunca. Não que ele não reconhecia tudo que ele tinha feito, ganhado, criado (incluindo família, amigos, etc). Porque tudo que ele fez foi baseado nos valores dele, no que ele tinha afinidade e naquilo que ele acreditava. Mas que ele sempre via possibilidades novas que o movimentava, que o faziam ter sempre um novo objetivo e nunca ficar satisfeito. Mas estas decisões sempre foram na mesma direção. Mas, neste exemplo, o não estar satisfeito não significa ser insatisfeito!
    Então, não sei se acredito em satisfação duradoura, ainda mais quando falamos de escolhas… Muitas vezes, nossas escolhas dependem das escolhas de outras pessoas. E no meio disso existem incertezas. Durante o “duradouro”, algumas coisas podem mudar. Tem um texto do Gary Becker (um dos meus economistas preferidos) que fala sobre escolhas e afinidades. Ele faz uma análise sobre instabilidade no casamento (http://bit.ly/ul1vw). Ele olha por que os casamentos duram menos do q um tempo atrás, mas tbm encontra que mesmo as pessoas que se separam, voltam a se casar pq os custos (sociais, econômicos e emocionais) de continuar solteiro é muito mais alto do que se casar de novo. É bem interessante.

    Fabio Luiz, também gosto muito de Teoria dos Jogos. Também trata de decisões. Qual é a minha melhor decisão considerando as escolhas de todos os outros “jogadores”. Dá um belo post. Já escrevi um texto pra um ex namorado aplicando teoria dos jogos. Foi divertido! :)

  • Mari Hauer

    JULIANA, tbm já abri mão de um emprego parecido com o seu (apesar de não ser num banco, tenho certeza que sentia a mesmíssima coisa!) pra tentar algo que eu ainda nem sei se vai dar certo. Mas, como você falou, meu salário não cobria a paz e a felicidade que eu tenho hoje. Ou já tinha deixado de cobrir o que eu agüentava todo santo dia (só outra perspectiva). E acho que também que algumas vezes não abrimos mão de certas coisas porque o “custo” é alto. Geralmente, quanto maior o retorno esperado, maior o risco. Acho que funciona também pra vida!

    EVANGISVALDO, fiquei pensando no seu comentário… Posso te dizer que não pretendo responder sua pergunta! Mas com certeza dá uma bela discussão…
    Acho que é muito difícil dizer que uma decisão foi A melhor e se contentar com ela. Por isso eu acho que nossas decisões são as melhores no momento em que tomamos aquela decisão. Na medida em que você tem a informação revelada do que vc causou e/ ou sofreu com estas escolhas, elas podem deixar de ser as melhores. Muitas vezes é difícil saber se as externalidades que causamos ou que iremos sofrer com estas escolhas. Penso que quando falamos de decisões serem as melhores ou não, comparamos às outras possíveis que poderiam ser feitas considerando tudo o mais constante (que economista adora falar!). Com aquilo que vc tinha nas mãos, na cabeça e no coração, você fez aquilo que era possível. O melhor naquele momento.
    Esses dias, assisti uma palestra com o Beto Sicupira e perguntaram pra ele quando ele se sentiu satisfeito com tudo que ele tinha feito e conseguido na vida pra dizer que ele poderia se aposentar. E ele falou que não estava satisfeito nunca. Não que ele não reconhecia tudo que ele tinha feito, ganhado, criado (incluindo família, amigos, etc). Porque tudo que ele fez foi baseado nos valores dele, no que ele tinha afinidade e naquilo que ele acreditava. Mas que ele sempre via possibilidades novas que o movimentava, que o faziam ter sempre um novo objetivo e nunca ficar satisfeito. Mas estas decisões sempre foram na mesma direção. Mas, neste exemplo, o não estar satisfeito não significa ser insatisfeito!
    Então, não sei se acredito em satisfação duradoura, ainda mais quando falamos de escolhas… Muitas vezes, nossas escolhas dependem das escolhas de outras pessoas. E no meio disso existem incertezas. Durante o “duradouro”, algumas coisas podem mudar. Tem um texto do Gary Becker (um dos meus economistas preferidos) que fala sobre escolhas e afinidades. Ele faz uma análise sobre instabilidade no casamento (http://bit.ly/ul1vw). Ele olha por que os casamentos duram menos do q um tempo atrás, mas tbm encontra que mesmo as pessoas que se separam, voltam a se casar pq os custos (sociais, econômicos e emocionais) de continuar solteiro é muito mais alto do que se casar de novo. É bem interessante.

    Fabio Luiz, também gosto muito de Teoria dos Jogos. Também trata de decisões. Qual é a minha melhor decisão considerando as escolhas de todos os outros “jogadores”. Dá um belo post. Já escrevi um texto pra um ex namorado aplicando teoria dos jogos. Foi divertido! :)

  • http://www.direitoemercado.com.br/ Henrique Haruki Arake Cavalcan

    Excelente post! Gosto de quem tenta mostrar que alguns conceitos econômicos fazem parte do dia-a-dia e não servem só pra encher aquela página do jornal que vai servir pra cobrir o xixi do cachorro. Tento fazer isso no meu blog, mas com Direito.

    Sugestões de leitura para este post: A Lógica do Cisne Negro, Fooled by randomness, The Long Tail e Free!

  • http://www.direitoemercado.com.br/ Henrique Haruki Arake Cavalcan

    Excelente post! Gosto de quem tenta mostrar que alguns conceitos econômicos fazem parte do dia-a-dia e não servem só pra encher aquela página do jornal que vai servir pra cobrir o xixi do cachorro. Tento fazer isso no meu blog, mas com Direito.

    Sugestões de leitura para este post: A Lógica do Cisne Negro, Fooled by randomness, The Long Tail e Free!

  • http://www.direitoemercado.com.br Henrique Haruki Arake Cavalcante

    Excelente post! Gosto de quem tenta mostrar que alguns conceitos econômicos fazem parte do dia-a-dia e não servem só pra encher aquela página do jornal que vai servir pra cobrir o xixi do cachorro. Tento fazer isso no meu blog, mas com Direito.

    Sugestões de leitura para este post: A Lógica do Cisne Negro, Fooled by randomness, The Long Tail e Free!

  • Pablo Cantu

    Oi Evangisvaldo,

    Existe uma consequência das nossas decisões nos acontecimentos futuros. Só a reflexão da nossa condição atual nos permite saber se a decisão passada foi correta. De forma implícita até, sabemos que estamos perdendo ao decidir por determinado caminho. Como o ser humano é mais avesso às perdas do que aos ganhos, tende a seguir onde a maioria está indo, por que o sentimento de frustração é minimizado ao se incluir no comum. Ao passo que, decisões que nos colocam mais sozinhos (caminhos diferentes) frente aos desafios possuem resultados mais contundentes, mas não menos ou mais difíceis.
    Satisfação seria uma condição temporária e não duradoura, por que a felicidade/satisfação duradoura é irreal para o ser humano, pois ele sempre se vê em busca de uma felicidade que nunca encontra. Seu maior medo, o da frustração, o coloca numa condição de abdicar da felicidade para se colocar no comum, o que o torna um ser em progresso lento de auto-questionamento e reflexão.

    Decisões baseada em afinidades é o mesmo que dizer em decisões baseadas em emoções no seu entendimento?

    Abraços,
    Pablo Cantu

  • Pablo Cantu

    Oi Evangisvaldo,

    Existe uma consequência das nossas decisões nos acontecimentos futuros. Só a reflexão da nossa condição atual nos permite saber se a decisão passada foi correta. De forma implícita até, sabemos que estamos perdendo ao decidir por determinado caminho. Como o ser humano é mais avesso às perdas do que aos ganhos, tende a seguir onde a maioria está indo, por que o sentimento de frustração é minimizado ao se incluir no comum. Ao passo que, decisões que nos colocam mais sozinhos (caminhos diferentes) frente aos desafios possuem resultados mais contundentes, mas não menos ou mais difíceis.
    Satisfação seria uma condição temporária e não duradoura, por que a felicidade/satisfação duradoura é irreal para o ser humano, pois ele sempre se vê em busca de uma felicidade que nunca encontra. Seu maior medo, o da frustração, o coloca numa condição de abdicar da felicidade para se colocar no comum, o que o torna um ser em progresso lento de auto-questionamento e reflexão.

    Decisões baseada em afinidades é o mesmo que dizer em decisões baseadas em emoções no seu entendimento?

    Abraços,
    Pablo Cantu

  • Pablo Cantu

    Oi Evangisvaldo,

    Existe uma consequência das nossas decisões nos acontecimentos futuros. Só a reflexão da nossa condição atual nos permite saber se a decisão passada foi correta. De forma implícita até, sabemos que estamos perdendo ao decidir por determinado caminho. Como o ser humano é mais avesso às perdas do que aos ganhos, tende a seguir onde a maioria está indo, por que o sentimento de frustração é minimizado ao se incluir no comum. Ao passo que, decisões que nos colocam mais sozinhos (caminhos diferentes) frente aos desafios possuem resultados mais contundentes, mas não menos ou mais difíceis.
    Satisfação seria uma condição temporária e não duradoura, por que a felicidade/satisfação duradoura é irreal para o ser humano, pois ele sempre se vê em busca de uma felicidade que nunca encontra. Seu maior medo, o da frustração, o coloca numa condição de abdicar da felicidade para se colocar no comum, o que o torna um ser em progresso lento de auto-questionamento e reflexão.

    Decisões baseada em afinidades é o mesmo que dizer em decisões baseadas em emoções no seu entendimento?

    Abraços,
    Pablo Cantu

  • lucas

    texto à parte, acho que to apaixonado pela mariana.

  • lucas

    texto à parte, acho que to apaixonado pela mariana.

  • lucas

    texto à parte, acho que to apaixonado pela mariana.

  • L. Leite

    Lair Ribeiro de calcinhas. mas o texto está bem feito, sem dúvidas.

  • L. Leite

    Lair Ribeiro de calcinhas. mas o texto está bem feito, sem dúvidas.

  • L. Leite

    Lair Ribeiro de calcinhas. mas o texto está bem feito, sem dúvidas.

  • Thiago Lenda

    Ótimo texto, caiu como uma luva, sou calouro de Economia na UERJ, queria muito assistir uma aula sua…

  • Thiago Lenda

    Ótimo texto, caiu como uma luva, sou calouro de Economia na UERJ, queria muito assistir uma aula sua…

  • Mamadou N’diaye

    Como alguém disse, o verdadeiro significado da frase que o Friedman teria dito é que sempre há alguém pagando pelo almoço, mesmo que não seja você. Também creio que essa frase não é dele, mas talvez devesse ser para que o prêmio nobel dele pudesse ser minimamente justificado.

    Essas teorias baseadas na racionalidade humana, do eterno conceito de que nós calculamos o custo-benefício de tudo, ou ao menos tentamos, soam muito mais como uma cartilha de sucesso profissional para as decisões que tomamos. Não dá pra entender isso como economia, sendo uma ciência SOCIAL que ela é, ou deveria ser. É simplesmente atropelar tudo que existe de humano em nós mesmos. Ignorar tudo que acontece diariamente com nossas emoções, virtudes, desejos.

    Um exemplo interessante pode ser obtido com a leitura de Proust, que abordava o ciúme de maneira fantástica. O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.

    Ainda assim considero o artigo válido, pois desperta uma discussão e alguma reflexão sobre como agimos. Mas creio que essas sugestões apresentadas devessem ficar apenas no campo da introspecção, não podendo ser utilizadas a nível de ciência.

    Mas tudo é válido para trazer novas cabeças para o pensamento econômico, seja ele da “corrente” que for. Quanto mais argumentos houverem, mais consistente ou não serão as teorias, e em algum momento os economistas podem finalmente ter sua função mais consolidada para o público em geral.

  • Mamadou N’diaye

    Como alguém disse, o verdadeiro significado da frase que o Friedman teria dito é que sempre há alguém pagando pelo almoço, mesmo que não seja você. Também creio que essa frase não é dele, mas talvez devesse ser para que o prêmio nobel dele pudesse ser minimamente justificado.

    Essas teorias baseadas na racionalidade humana, do eterno conceito de que nós calculamos o custo-benefício de tudo, ou ao menos tentamos, soam muito mais como uma cartilha de sucesso profissional para as decisões que tomamos. Não dá pra entender isso como economia, sendo uma ciência SOCIAL que ela é, ou deveria ser. É simplesmente atropelar tudo que existe de humano em nós mesmos. Ignorar tudo que acontece diariamente com nossas emoções, virtudes, desejos.

    Um exemplo interessante pode ser obtido com a leitura de Proust, que abordava o ciúme de maneira fantástica. O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.

    Ainda assim considero o artigo válido, pois desperta uma discussão e alguma reflexão sobre como agimos. Mas creio que essas sugestões apresentadas devessem ficar apenas no campo da introspecção, não podendo ser utilizadas a nível de ciência.

    Mas tudo é válido para trazer novas cabeças para o pensamento econômico, seja ele da “corrente” que for. Quanto mais argumentos houverem, mais consistente ou não serão as teorias, e em algum momento os economistas podem finalmente ter sua função mais consolidada para o público em geral.

  • Mamadou N’diaye

    Como alguém disse, o verdadeiro significado da frase que o Friedman teria dito é que sempre há alguém pagando pelo almoço, mesmo que não seja você. Também creio que essa frase não é dele, mas talvez devesse ser para que o prêmio nobel dele pudesse ser minimamente justificado.

    Essas teorias baseadas na racionalidade humana, do eterno conceito de que nós calculamos o custo-benefício de tudo, ou ao menos tentamos, soam muito mais como uma cartilha de sucesso profissional para as decisões que tomamos. Não dá pra entender isso como economia, sendo uma ciência SOCIAL que ela é, ou deveria ser. É simplesmente atropelar tudo que existe de humano em nós mesmos. Ignorar tudo que acontece diariamente com nossas emoções, virtudes, desejos.

    Um exemplo interessante pode ser obtido com a leitura de Proust, que abordava o ciúme de maneira fantástica. O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.

    Ainda assim considero o artigo válido, pois desperta uma discussão e alguma reflexão sobre como agimos. Mas creio que essas sugestões apresentadas devessem ficar apenas no campo da introspecção, não podendo ser utilizadas a nível de ciência.

    Mas tudo é válido para trazer novas cabeças para o pensamento econômico, seja ele da “corrente” que for. Quanto mais argumentos houverem, mais consistente ou não serão as teorias, e em algum momento os economistas podem finalmente ter sua função mais consolidada para o público em geral.

  • Marcão, macho-alpha ++

    Realmente,

    texto típico de um economista. Falou muito pra dizer nada. Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial. Vivem falando de coisas abstratas, desconexas e girando em torno do próprio eixo.

    Att

    Marcão, macho-alpha ++

  • Marcão, macho-alpha ++

    Realmente,

    texto típico de um economista. Falou muito pra dizer nada. Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial. Vivem falando de coisas abstratas, desconexas e girando em torno do próprio eixo.

    Att

    Marcão, macho-alpha ++

  • Marcão, macho-alpha ++

    Realmente,

    texto típico de um economista. Falou muito pra dizer nada. Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial. Vivem falando de coisas abstratas, desconexas e girando em torno do próprio eixo.

    Att

    Marcão, macho-alpha ++

  • Tiago Rabello

    Este texto caiu como uma luva para o dilema que estou tendo atualmente. Estou numa empresa com um ótimo salário, mas estou completamente desmotivado a continuar trabalhando aqui. E há uma oportunidade de emprego numa empresa no interior, onde caso eu aceitasse, teria de sair de São Paulo (cidade que vim morar por opção) e voltar a morar com meus pais e ter um salário menor, porém trabalhar em algo que é mais a minha cara. Bendito custo de oportunidade!

    Obrigado pelo ótimo texto, Mariana!

  • Tiago Rabello

    Este texto caiu como uma luva para o dilema que estou tendo atualmente. Estou numa empresa com um ótimo salário, mas estou completamente desmotivado a continuar trabalhando aqui. E há uma oportunidade de emprego numa empresa no interior, onde caso eu aceitasse, teria de sair de São Paulo (cidade que vim morar por opção) e voltar a morar com meus pais e ter um salário menor, porém trabalhar em algo que é mais a minha cara. Bendito custo de oportunidade!

    Obrigado pelo ótimo texto, Mariana!

  • Tiago Rabello

    Este texto caiu como uma luva para o dilema que estou tendo atualmente. Estou numa empresa com um ótimo salário, mas estou completamente desmotivado a continuar trabalhando aqui. E há uma oportunidade de emprego numa empresa no interior, onde caso eu aceitasse, teria de sair de São Paulo (cidade que vim morar por opção) e voltar a morar com meus pais e ter um salário menor, porém trabalhar em algo que é mais a minha cara. Bendito custo de oportunidade!

    Obrigado pelo ótimo texto, Mariana!

  • MagoCego

    “Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?”
    Título chamativo, apesar do texto não responder a essa questão. (Isso me lembrou manchete de jornal).
    A única mensagem que o texto passou foi a de que se você faz algo, você esta deixando de fazer diversas outras coisas. :O

  • MagoCego

    “Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?”
    Título chamativo, apesar do texto não responder a essa questão. (Isso me lembrou manchete de jornal).
    A única mensagem que o texto passou foi a de que se você faz algo, você esta deixando de fazer diversas outras coisas. :O

  • MagoCego

    “Como saber se a sua melhor decisão é realmente a melhor?”
    Título chamativo, apesar do texto não responder a essa questão. (Isso me lembrou manchete de jornal).
    A única mensagem que o texto passou foi a de que se você faz algo, você esta deixando de fazer diversas outras coisas. :O

  • Fabricio

    nerd maldita!!!

    vc está coberta de razão…ótimo texto!

  • Fabricio

    nerd maldita!!!

    vc está coberta de razão…ótimo texto!

  • Fabricio

    nerd maldita!!!

    vc está coberta de razão…ótimo texto!

  • Marli

    Sou professora aposentada e recebo R$2.000,00 mensais. Onde eu estou hoje? Em San Diego CA (sem trabalhar). Se estivesse morando embaixo da ponte? Estaria feliz. (não estou).
    Adorei o que você falou menina.
    Amanhã eu estou voltando e ao chegar continuarei a dar minhas massagens quem sabe no próximo ano eu não possa dar um pulinho até a Europa já que meu inglês vem melorando lentamente.
    Beijos

  • Marli

    Sou professora aposentada e recebo R$2.000,00 mensais. Onde eu estou hoje? Em San Diego CA (sem trabalhar). Se estivesse morando embaixo da ponte? Estaria feliz. (não estou).
    Adorei o que você falou menina.
    Amanhã eu estou voltando e ao chegar continuarei a dar minhas massagens quem sabe no próximo ano eu não possa dar um pulinho até a Europa já que meu inglês vem melorando lentamente.
    Beijos

  • Marli

    Sou professora aposentada e recebo R$2.000,00 mensais. Onde eu estou hoje? Em San Diego CA (sem trabalhar). Se estivesse morando embaixo da ponte? Estaria feliz. (não estou).
    Adorei o que você falou menina.
    Amanhã eu estou voltando e ao chegar continuarei a dar minhas massagens quem sabe no próximo ano eu não possa dar um pulinho até a Europa já que meu inglês vem melorando lentamente.
    Beijos

  • Gustavo Castro

    Gostei do texto. Estou terminando o curso de Economia e com ctz levarei mt coisa para a minha vida pessoal, fora o profissional. E curiosamente eu tb queria Administração, mas por conselhos familiares fiz economia, não me arrependo.

    Só uma observação, aqui no Rio o curso de economia é mt mais concorrido que o de Administração.

  • Gustavo Castro

    Gostei do texto. Estou terminando o curso de Economia e com ctz levarei mt coisa para a minha vida pessoal, fora o profissional. E curiosamente eu tb queria Administração, mas por conselhos familiares fiz economia, não me arrependo.

    Só uma observação, aqui no Rio o curso de economia é mt mais concorrido que o de Administração.

  • Gustavo Castro

    Gostei do texto. Estou terminando o curso de Economia e com ctz levarei mt coisa para a minha vida pessoal, fora o profissional. E curiosamente eu tb queria Administração, mas por conselhos familiares fiz economia, não me arrependo.

    Só uma observação, aqui no Rio o curso de economia é mt mais concorrido que o de Administração.

  • Daniel

    Boa tarde Mariana Hauer,

    Sinceramente, gostei muito do texto e concordo plenamente com tudo, concordo principalmente que a maioria das pessoas estão com medo de tomar certas decisões e perdem várias oportundades, porém, durante toda a vida, teremos que tomar decisões e sempre sofreremos as consequencias destas.

    Agora, se me permite, uma perguntinha simples para a Srta:
    Você acha que realmente valeu a pena fazer economia??
    Como são as matérias??

    Pergunto isso porque pretendo fazer também, porém, estou pesquisando antes e ainda tenho que formar em Administração.
    Um grande abraço e parabéns novamente,

    Daniel

  • Daniel

    Boa tarde Mariana Hauer,

    Sinceramente, gostei muito do texto e concordo plenamente com tudo, concordo principalmente que a maioria das pessoas estão com medo de tomar certas decisões e perdem várias oportundades, porém, durante toda a vida, teremos que tomar decisões e sempre sofreremos as consequencias destas.

    Agora, se me permite, uma perguntinha simples para a Srta:
    Você acha que realmente valeu a pena fazer economia??
    Como são as matérias??

    Pergunto isso porque pretendo fazer também, porém, estou pesquisando antes e ainda tenho que formar em Administração.
    Um grande abraço e parabéns novamente,

    Daniel

  • Daniel

    Boa tarde Mariana Hauer,

    Sinceramente, gostei muito do texto e concordo plenamente com tudo, concordo principalmente que a maioria das pessoas estão com medo de tomar certas decisões e perdem várias oportundades, porém, durante toda a vida, teremos que tomar decisões e sempre sofreremos as consequencias destas.

    Agora, se me permite, uma perguntinha simples para a Srta:
    Você acha que realmente valeu a pena fazer economia??
    Como são as matérias??

    Pergunto isso porque pretendo fazer também, porém, estou pesquisando antes e ainda tenho que formar em Administração.
    Um grande abraço e parabéns novamente,

    Daniel

  • Mari Hauer

    Olá Daniel,

    Nossa, isso é uma pergunta muito pessoal, ainda mais que não te conheço, não sei do que vc gosta, quais os seus interesses. Mas posso te dizer que administração e economia tem muitas disciplinas equivalentes.
    Para mim, valeu a pena fazer economia. Talvez, se eu voltasse no tempo e me colocassem para decidir de novo em fazer ou não economia, talvez eu não fizesse.
    Mas se eu tivesse HOJE que escolher se faria economia de novo, eu escolheria economia.
    As matérias base são as mesmas em quase todas as escolas: microeconomia, macroeconomia, calculo 1 e 2, sociologia, estatística, econometria, finanças, formação econômica do brasil. O foco vai depender muito da escola que vc cursar: tem umas mais quantitativas, outras mais discursivas, com uma carga de leitura mais pesada.

    Abs,
    Mari

  • Mari Hauer

    Olá Daniel,

    Nossa, isso é uma pergunta muito pessoal, ainda mais que não te conheço, não sei do que vc gosta, quais os seus interesses. Mas posso te dizer que administração e economia tem muitas disciplinas equivalentes.
    Para mim, valeu a pena fazer economia. Talvez, se eu voltasse no tempo e me colocassem para decidir de novo em fazer ou não economia, talvez eu não fizesse.
    Mas se eu tivesse HOJE que escolher se faria economia de novo, eu escolheria economia.
    As matérias base são as mesmas em quase todas as escolas: microeconomia, macroeconomia, calculo 1 e 2, sociologia, estatística, econometria, finanças, formação econômica do brasil. O foco vai depender muito da escola que vc cursar: tem umas mais quantitativas, outras mais discursivas, com uma carga de leitura mais pesada.

    Abs,
    Mari

  • Mari Hauer

    Olá Daniel,

    Nossa, isso é uma pergunta muito pessoal, ainda mais que não te conheço, não sei do que vc gosta, quais os seus interesses. Mas posso te dizer que administração e economia tem muitas disciplinas equivalentes.
    Para mim, valeu a pena fazer economia. Talvez, se eu voltasse no tempo e me colocassem para decidir de novo em fazer ou não economia, talvez eu não fizesse.
    Mas se eu tivesse HOJE que escolher se faria economia de novo, eu escolheria economia.
    As matérias base são as mesmas em quase todas as escolas: microeconomia, macroeconomia, calculo 1 e 2, sociologia, estatística, econometria, finanças, formação econômica do brasil. O foco vai depender muito da escola que vc cursar: tem umas mais quantitativas, outras mais discursivas, com uma carga de leitura mais pesada.

    Abs,
    Mari

  • Andreas

    curti o artigo, muito bom mesmo!

    agora põe esse cara da plaquinha na praça da sé pra vc ver o que acontece hehe…

  • Andreas

    curti o artigo, muito bom mesmo!

    agora põe esse cara da plaquinha na praça da sé pra vc ver o que acontece hehe…

  • Andreas

    curti o artigo, muito bom mesmo!

    agora põe esse cara da plaquinha na praça da sé pra vc ver o que acontece hehe…

  • http://twitter.com/malvadao Malvadão

    Putz! Texto muito foda!!!

    Vou deixar gravado no meu celular pra ler sempre!

  • http://twitter.com/malvadao Malvadão

    Putz! Texto muito foda!!!

    Vou deixar gravado no meu celular pra ler sempre!

  • http://twitter.com/malvadao Malvadão

    Putz! Texto muito foda!!!

    Vou deixar gravado no meu celular pra ler sempre!

  • Daniel

    Olá Mari Hauer,

    Concordo que a pergunta foi bem pessoal, desculpe-me..rs
    Mas estou perguntando e pesquisando muito para que eu não me arrependa depois né.
    Mas pelas matérias que me passou, é tudo coisa dificil e boa (eu particulamente gosto de ler sobre economia.), e eu sinceramente prefiro uma escola mais discursivas por causa da carga maior de leitura (Amo ler).
    Obrigado pela resposta.

    Abraços
    Daniel

  • Daniel

    Olá Mari Hauer,

    Concordo que a pergunta foi bem pessoal, desculpe-me..rs
    Mas estou perguntando e pesquisando muito para que eu não me arrependa depois né.
    Mas pelas matérias que me passou, é tudo coisa dificil e boa (eu particulamente gosto de ler sobre economia.), e eu sinceramente prefiro uma escola mais discursivas por causa da carga maior de leitura (Amo ler).
    Obrigado pela resposta.

    Abraços
    Daniel

  • Daniel

    Olá Mari Hauer,

    Concordo que a pergunta foi bem pessoal, desculpe-me..rs
    Mas estou perguntando e pesquisando muito para que eu não me arrependa depois né.
    Mas pelas matérias que me passou, é tudo coisa dificil e boa (eu particulamente gosto de ler sobre economia.), e eu sinceramente prefiro uma escola mais discursivas por causa da carga maior de leitura (Amo ler).
    Obrigado pela resposta.

    Abraços
    Daniel

  • http://www.projectkpaz.com/ Alvaro

    Bom, depois de ler tantos comentarios interessantes, resolvi voltar aqui e elaborar um pouquinho mais a minha opiniao. Antes de mais nada, desculpem a falta de acentos e tais, estou em um computador “gringo”.

    Bom, o que me trouxe de volta para essa pagina de comentarios, mais que nada, foi ouvir tanta gente contando de suas experiencias pessoais em tomar riscos, fazer aquela escolha “contraria” a opcao racional e obvia, e sentir uma enorme satisfacao por isso. Achei interessante o fato de que foi esse o reflexo do artigo da Mari. Eu me formei com ela no Ibmec, tambem em Economia, e desde o primeiro semestre, tinhamos nossas conversas/debates/batalhas, normalmente a respeito de assuntos muito mais de bar do que de economia, mas como ela eloquentemente ilustrou aqui, que se interseccionam muitas vezes.

    Para mim, pessoalmente, o lado mais interessante de toda a minha experiencia no Ibmec foi o do racional economico (ou falta dele) na tomada de decisao do ser humano. Sempre tive muita curiosidade sobre o assunto, a famosa interseccao entre Economia e Psicologia, entre o racional e o emotivo, e foi o Professor Eduardo Gianetti que me recomendou o livro “Picoeconomics” do economista George Ainslie. Entre muitas outras bibliografias interessantes sobre o assunto, inclusive o proprio livro do Prof. Gianetti, esse foi o que mais me prendeu. Vale muito a leitura, mas ja advirto que eh MUITO dificil de encontrar.

    Em linhas bem gerais, trata de conceitos como a Funcao de Utilidade dinamica, variavel ao longo do tempo, a incorporacao de instintos e desejos na tomada de decisao, muita coisa tocada aqui pela Mari. Isso para mim sempre foi o mais interessante dentro do amplo escopo da Economia. E acho que eh TAO transferivel a outros aspectos da nossa vida, que foi isso que me chocou ao ver tanta gente comentando fervorosamente o artigo da Mari, que aborda, mesmo que rapidamente, alguns desses assuntos.

    Pessoalmente, me considero a prova viva de que as decisoes complicadas/arriscadas da nossa vida sao o que a faz valer a pena (geralmente, as que envolvem sair de uma zona de total conforto social e economico e ir ao direto oposto). Me explico. Como falei, sou formado em Economia pelo Ibmec, apos o qual fui trabalhar no Unibanco por 3 anos, sendo trainee institucional e indo parar na area de Ativos do Varejo.

    E hoje? Hoje, moro em Boston, Massachusetts, onde estudo Composicao para cinema & Music Business, entre outras coisas, na Berklee College of Music. Pois eh, fiz a drastica mudanca na minha vida de largar uma carreira feita, certinha e garantida (ate onde pode ser garantida, ne? Haha) por algo incerto, num mercado ainda mais instavel que o financeiro, em outro continente. Abri mao de um salario potencialmente excelente para me endividar ate os tubos para seguir esse meu sonho da vida toda.

    E como disse a Juliana, nao tem um dia em que nao acordo feliz, sem me arrepender de uma virgula do que fiz, incluindo os anos no Ibmec e no Unibanco, que me deram a certeza de que o que eu queria mesmo era a musica. Porque sabe o que eh que faz a diferenca?? O que eh que voce AMA! A gente acha que vai se dar bem trabalhando com algo que “curte”, nao desgosta, acha ok…mas assim eh que acabamos levando uma vida mediocre. Nao porque nao somos competentes ou nao nos esforcamos, mas porque eh IMPOSSIVEL competir com alguem que AMA aquilo. E inevitavelmente, exatamente pelo fato que voce ama o que faz, eh que voce se torna o “expert”, a autoridade. Caso contrario, se ficar no que “curte”, sera apenas mais um.

    Hoje eu estou realizando meu sonho, com muita competencia e reconhecimento, mais do que eu poderia sonhar se ficasse no Mercado Financeiro. Acabei de lancar meu primeiro disco e DVD, e comecamos uma turne pelos EUA ano que vem.

    Obrigado, Ibmec!

    Bom, essa eh pelo menos uma elaboracao de ultima hora da minha opiniao

    ;-)

    P.S.: pra quem quiser conehcer mais, a banda chama “Project K-Paz (www.projectkpaz.com)

  • http://www.projectkpaz.com/ Alvaro

    Bom, depois de ler tantos comentarios interessantes, resolvi voltar aqui e elaborar um pouquinho mais a minha opiniao. Antes de mais nada, desculpem a falta de acentos e tais, estou em um computador “gringo”.

    Bom, o que me trouxe de volta para essa pagina de comentarios, mais que nada, foi ouvir tanta gente contando de suas experiencias pessoais em tomar riscos, fazer aquela escolha “contraria” a opcao racional e obvia, e sentir uma enorme satisfacao por isso. Achei interessante o fato de que foi esse o reflexo do artigo da Mari. Eu me formei com ela no Ibmec, tambem em Economia, e desde o primeiro semestre, tinhamos nossas conversas/debates/batalhas, normalmente a respeito de assuntos muito mais de bar do que de economia, mas como ela eloquentemente ilustrou aqui, que se interseccionam muitas vezes.

    Para mim, pessoalmente, o lado mais interessante de toda a minha experiencia no Ibmec foi o do racional economico (ou falta dele) na tomada de decisao do ser humano. Sempre tive muita curiosidade sobre o assunto, a famosa interseccao entre Economia e Psicologia, entre o racional e o emotivo, e foi o Professor Eduardo Gianetti que me recomendou o livro “Picoeconomics” do economista George Ainslie. Entre muitas outras bibliografias interessantes sobre o assunto, inclusive o proprio livro do Prof. Gianetti, esse foi o que mais me prendeu. Vale muito a leitura, mas ja advirto que eh MUITO dificil de encontrar.

    Em linhas bem gerais, trata de conceitos como a Funcao de Utilidade dinamica, variavel ao longo do tempo, a incorporacao de instintos e desejos na tomada de decisao, muita coisa tocada aqui pela Mari. Isso para mim sempre foi o mais interessante dentro do amplo escopo da Economia. E acho que eh TAO transferivel a outros aspectos da nossa vida, que foi isso que me chocou ao ver tanta gente comentando fervorosamente o artigo da Mari, que aborda, mesmo que rapidamente, alguns desses assuntos.

    Pessoalmente, me considero a prova viva de que as decisoes complicadas/arriscadas da nossa vida sao o que a faz valer a pena (geralmente, as que envolvem sair de uma zona de total conforto social e economico e ir ao direto oposto). Me explico. Como falei, sou formado em Economia pelo Ibmec, apos o qual fui trabalhar no Unibanco por 3 anos, sendo trainee institucional e indo parar na area de Ativos do Varejo.

    E hoje? Hoje, moro em Boston, Massachusetts, onde estudo Composicao para cinema & Music Business, entre outras coisas, na Berklee College of Music. Pois eh, fiz a drastica mudanca na minha vida de largar uma carreira feita, certinha e garantida (ate onde pode ser garantida, ne? Haha) por algo incerto, num mercado ainda mais instavel que o financeiro, em outro continente. Abri mao de um salario potencialmente excelente para me endividar ate os tubos para seguir esse meu sonho da vida toda.

    E como disse a Juliana, nao tem um dia em que nao acordo feliz, sem me arrepender de uma virgula do que fiz, incluindo os anos no Ibmec e no Unibanco, que me deram a certeza de que o que eu queria mesmo era a musica. Porque sabe o que eh que faz a diferenca?? O que eh que voce AMA! A gente acha que vai se dar bem trabalhando com algo que “curte”, nao desgosta, acha ok…mas assim eh que acabamos levando uma vida mediocre. Nao porque nao somos competentes ou nao nos esforcamos, mas porque eh IMPOSSIVEL competir com alguem que AMA aquilo. E inevitavelmente, exatamente pelo fato que voce ama o que faz, eh que voce se torna o “expert”, a autoridade. Caso contrario, se ficar no que “curte”, sera apenas mais um.

    Hoje eu estou realizando meu sonho, com muita competencia e reconhecimento, mais do que eu poderia sonhar se ficasse no Mercado Financeiro. Acabei de lancar meu primeiro disco e DVD, e comecamos uma turne pelos EUA ano que vem.

    Obrigado, Ibmec!

    Bom, essa eh pelo menos uma elaboracao de ultima hora da minha opiniao

    ;-)

    P.S.: pra quem quiser conehcer mais, a banda chama “Project K-Paz (www.projectkpaz.com)

  • http://www.projectkpaz.com Alvaro

    Bom, depois de ler tantos comentarios interessantes, resolvi voltar aqui e elaborar um pouquinho mais a minha opiniao. Antes de mais nada, desculpem a falta de acentos e tais, estou em um computador “gringo”.

    Bom, o que me trouxe de volta para essa pagina de comentarios, mais que nada, foi ouvir tanta gente contando de suas experiencias pessoais em tomar riscos, fazer aquela escolha “contraria” a opcao racional e obvia, e sentir uma enorme satisfacao por isso. Achei interessante o fato de que foi esse o reflexo do artigo da Mari. Eu me formei com ela no Ibmec, tambem em Economia, e desde o primeiro semestre, tinhamos nossas conversas/debates/batalhas, normalmente a respeito de assuntos muito mais de bar do que de economia, mas como ela eloquentemente ilustrou aqui, que se interseccionam muitas vezes.

    Para mim, pessoalmente, o lado mais interessante de toda a minha experiencia no Ibmec foi o do racional economico (ou falta dele) na tomada de decisao do ser humano. Sempre tive muita curiosidade sobre o assunto, a famosa interseccao entre Economia e Psicologia, entre o racional e o emotivo, e foi o Professor Eduardo Gianetti que me recomendou o livro “Picoeconomics” do economista George Ainslie. Entre muitas outras bibliografias interessantes sobre o assunto, inclusive o proprio livro do Prof. Gianetti, esse foi o que mais me prendeu. Vale muito a leitura, mas ja advirto que eh MUITO dificil de encontrar.

    Em linhas bem gerais, trata de conceitos como a Funcao de Utilidade dinamica, variavel ao longo do tempo, a incorporacao de instintos e desejos na tomada de decisao, muita coisa tocada aqui pela Mari. Isso para mim sempre foi o mais interessante dentro do amplo escopo da Economia. E acho que eh TAO transferivel a outros aspectos da nossa vida, que foi isso que me chocou ao ver tanta gente comentando fervorosamente o artigo da Mari, que aborda, mesmo que rapidamente, alguns desses assuntos.

    Pessoalmente, me considero a prova viva de que as decisoes complicadas/arriscadas da nossa vida sao o que a faz valer a pena (geralmente, as que envolvem sair de uma zona de total conforto social e economico e ir ao direto oposto). Me explico. Como falei, sou formado em Economia pelo Ibmec, apos o qual fui trabalhar no Unibanco por 3 anos, sendo trainee institucional e indo parar na area de Ativos do Varejo.

    E hoje? Hoje, moro em Boston, Massachusetts, onde estudo Composicao para cinema & Music Business, entre outras coisas, na Berklee College of Music. Pois eh, fiz a drastica mudanca na minha vida de largar uma carreira feita, certinha e garantida (ate onde pode ser garantida, ne? Haha) por algo incerto, num mercado ainda mais instavel que o financeiro, em outro continente. Abri mao de um salario potencialmente excelente para me endividar ate os tubos para seguir esse meu sonho da vida toda.

    E como disse a Juliana, nao tem um dia em que nao acordo feliz, sem me arrepender de uma virgula do que fiz, incluindo os anos no Ibmec e no Unibanco, que me deram a certeza de que o que eu queria mesmo era a musica. Porque sabe o que eh que faz a diferenca?? O que eh que voce AMA! A gente acha que vai se dar bem trabalhando com algo que “curte”, nao desgosta, acha ok…mas assim eh que acabamos levando uma vida mediocre. Nao porque nao somos competentes ou nao nos esforcamos, mas porque eh IMPOSSIVEL competir com alguem que AMA aquilo. E inevitavelmente, exatamente pelo fato que voce ama o que faz, eh que voce se torna o “expert”, a autoridade. Caso contrario, se ficar no que “curte”, sera apenas mais um.

    Hoje eu estou realizando meu sonho, com muita competencia e reconhecimento, mais do que eu poderia sonhar se ficasse no Mercado Financeiro. Acabei de lancar meu primeiro disco e DVD, e comecamos uma turne pelos EUA ano que vem.

    Obrigado, Ibmec!

    Bom, essa eh pelo menos uma elaboracao de ultima hora da minha opiniao

    ;-)

    P.S.: pra quem quiser conehcer mais, a banda chama “Project K-Paz (www.projectkpaz.com)

  • Victor Cavalcanti

    Não so muito de postar mas…
    Esse seu texto ta muito bom e acaba de SINCERAMENTE abrir meus olhos, analisar tudo como se fosse um negocio é realmnte útil. Obrigado

  • Victor Cavalcanti

    Não so muito de postar mas…
    Esse seu texto ta muito bom e acaba de SINCERAMENTE abrir meus olhos, analisar tudo como se fosse um negocio é realmnte útil. Obrigado

  • Victor Cavalcanti

    Não so muito de postar mas…
    Esse seu texto ta muito bom e acaba de SINCERAMENTE abrir meus olhos, analisar tudo como se fosse um negocio é realmnte útil. Obrigado

  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    @Mamadou

    “O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.”

    Como não sou economista não sei exatamente tudo que se entende por microeconomia, mas se a praxeologia e a economia austríaca estiverem aí no pacote, e acho que estão, eles provavelmente responderiam que esse sujeito está tomando as atitudes que lhe levam para um patamar de maior conforto (ou menor desconforto), de acordo com o que ele acredita no momento. O desespero em não seguir compulsivamente a mulher é pior pra ele do que fazê-lo. É como um viciado em drogas.

    Lembre-se que toda decisão humana é subjetiva. Você não pode usar a sua interpretação de melhor/pior pra entender as ações de qualquer outro indivíduo.

    Ah sim, esses economistas que eu mencionei não tentariam usar nenhum modelo “econométrico”, eles usam deduções lógicas à partir de axiomas.

  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    @Mamadou

    “O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.”

    Como não sou economista não sei exatamente tudo que se entende por microeconomia, mas se a praxeologia e a economia austríaca estiverem aí no pacote, e acho que estão, eles provavelmente responderiam que esse sujeito está tomando as atitudes que lhe levam para um patamar de maior conforto (ou menor desconforto), de acordo com o que ele acredita no momento. O desespero em não seguir compulsivamente a mulher é pior pra ele do que fazê-lo. É como um viciado em drogas.

    Lembre-se que toda decisão humana é subjetiva. Você não pode usar a sua interpretação de melhor/pior pra entender as ações de qualquer outro indivíduo.

    Ah sim, esses economistas que eu mencionei não tentariam usar nenhum modelo “econométrico”, eles usam deduções lógicas à partir de axiomas.

  • http://caveden.multiply.com Tiago

    @Mamadou

    “O sujeito, depois de ter perdido a mulher, continuava atrás dela, tentando descobrir o que fazia, com quem fazia. Isso fazia com que ele se tornasse cada vez mais obcecado, cada vez mais infeliz. A microeconomia não saberia descrever esse sujeito, e em seus modelos econométricos, esta pessoa estaria “no erro da função”.”

    Como não sou economista não sei exatamente tudo que se entende por microeconomia, mas se a praxeologia e a economia austríaca estiverem aí no pacote, e acho que estão, eles provavelmente responderiam que esse sujeito está tomando as atitudes que lhe levam para um patamar de maior conforto (ou menor desconforto), de acordo com o que ele acredita no momento. O desespero em não seguir compulsivamente a mulher é pior pra ele do que fazê-lo. É como um viciado em drogas.

    Lembre-se que toda decisão humana é subjetiva. Você não pode usar a sua interpretação de melhor/pior pra entender as ações de qualquer outro indivíduo.

    Ah sim, esses economistas que eu mencionei não tentariam usar nenhum modelo “econométrico”, eles usam deduções lógicas à partir de axiomas.

  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    @Marcão

    “Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial”

    Não coloque todos os economistas nem mesmo todas as “escolas” de economia no mesmo saco. Os austríacos estavam dizendo que ia dar merda muito antes de dar.

    E no mais… os economistas que criaram a bolha só conseguiram fazê-lo porque lhes foi dado poder coercivo pra tal (banco central): http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=168

    Abraços

  • http://caveden.multiply.com/ Tiago

    @Marcão

    “Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial”

    Não coloque todos os economistas nem mesmo todas as “escolas” de economia no mesmo saco. Os austríacos estavam dizendo que ia dar merda muito antes de dar.

    E no mais… os economistas que criaram a bolha só conseguiram fazê-lo porque lhes foi dado poder coercivo pra tal (banco central): http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=168

    Abraços

  • http://caveden.multiply.com Tiago

    @Marcão

    “Deve ser por isso que os economistas FERRARAM a economia mundial”

    Não coloque todos os economistas nem mesmo todas as “escolas” de economia no mesmo saco. Os austríacos estavam dizendo que ia dar merda muito antes de dar.

    E no mais… os economistas que criaram a bolha só conseguiram fazê-lo porque lhes foi dado poder coercivo pra tal (banco central): http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=168

    Abraços

  • Marcão, macho-alpha ++

    Tiago,

    óbviamente alguns economistas e escolas estavam atentos à super-alavancagem, ao mercado de derivativos, etc e seus perigos. Alguns artigos/grupos alertaram.

    Eu generalizei porque foram bem poucos. A profissão, a carreira em si perdeu muito da sua credibilidade. Se formos realmente analisar, vamos voltar à desregulação do sistema financeiro na era Reagan-Clinton-Bush, lobby financista, às agências de risco que $e calaram sabendo que ia dar problema, e mais um monte de tópicos que dariam muuuuuitas colunas.

    O Krugman(?) explicou no seu artigo recente, que os economistas em posição de decisão, fascinados com os lucros do mercado, privilégios e pompas, quebraram seu compromisso com a parte social da economia e no caminho quebraram o mundo. E pelo que parece, a farra já voltou ao normal e o lobby trabalha pra impedir regulamentação. Aguardemos a 2a bolha.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Marcão, macho-alpha ++

    Tiago,

    óbviamente alguns economistas e escolas estavam atentos à super-alavancagem, ao mercado de derivativos, etc e seus perigos. Alguns artigos/grupos alertaram.

    Eu generalizei porque foram bem poucos. A profissão, a carreira em si perdeu muito da sua credibilidade. Se formos realmente analisar, vamos voltar à desregulação do sistema financeiro na era Reagan-Clinton-Bush, lobby financista, às agências de risco que $e calaram sabendo que ia dar problema, e mais um monte de tópicos que dariam muuuuuitas colunas.

    O Krugman(?) explicou no seu artigo recente, que os economistas em posição de decisão, fascinados com os lucros do mercado, privilégios e pompas, quebraram seu compromisso com a parte social da economia e no caminho quebraram o mundo. E pelo que parece, a farra já voltou ao normal e o lobby trabalha pra impedir regulamentação. Aguardemos a 2a bolha.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Marcão, macho-alpha ++

    Tiago,

    óbviamente alguns economistas e escolas estavam atentos à super-alavancagem, ao mercado de derivativos, etc e seus perigos. Alguns artigos/grupos alertaram.

    Eu generalizei porque foram bem poucos. A profissão, a carreira em si perdeu muito da sua credibilidade. Se formos realmente analisar, vamos voltar à desregulação do sistema financeiro na era Reagan-Clinton-Bush, lobby financista, às agências de risco que $e calaram sabendo que ia dar problema, e mais um monte de tópicos que dariam muuuuuitas colunas.

    O Krugman(?) explicou no seu artigo recente, que os economistas em posição de decisão, fascinados com os lucros do mercado, privilégios e pompas, quebraram seu compromisso com a parte social da economia e no caminho quebraram o mundo. E pelo que parece, a farra já voltou ao normal e o lobby trabalha pra impedir regulamentação. Aguardemos a 2a bolha.

    Att

    Marcão, macho-alpha++

  • Mamadou N’diaye

    Tiago,

    Da escola austríaca, tive a oportunidade apenas de ler um livro do Mises, que na verdade era a transcrição de uma palestra, se não me engano. Prefiro não comentar a respeito dessa corrente em específico, pois não saberia defender nem criticar com consistência.

    Em todo caso, refiro-me principalmente ao pensamento ortodoxo, de caras como o Friedman e o Lucas, por exemplo. São esses que constituem a base curricular da maioria das universidades do Brasil.

    Os modelos microeconômicos, que são o assunto em questão, até tem uma elaboração sofisticada, pessoas inteligentes por trás, e várias décadas de sustentação. Mas no que se aprende por aí, qualquer estudante pode confirmar que na primeira aula de micro, o professor assume a hipótese da racionalidade humana. Mesmo que não reforce esta durante todo o curso, sabemos que está lá, e sem aquilo todos aqueles gráficos não serviriam de nada. E não é apenas didático. Em termos de pesquisa, para mestres e doutores em economia, a questão da racionalidade muitas vezes não é sequer “uma questão”.

    Marcão, macho-alpha ++,

    Você está certo, a profissão perdeu a credibilidade. No entanto, eu reforço o que disse antes; a teoria majoritária que existe por aí parece muito mais um manual de instruções para empresários e governantes. Parece que é feita por ricos, para ricos. Não parece economia para mim, mas é assim que é visto, infelizmente.

    Tem muita gente boa, pensando economia de verdade, e para esses, a crise não foi mais que uma constatação do que era óbvio para os economistas não-alienados.

  • Mamadou N’diaye

    Tiago,

    Da escola austríaca, tive a oportunidade apenas de ler um livro do Mises, que na verdade era a transcrição de uma palestra, se não me engano. Prefiro não comentar a respeito dessa corrente em específico, pois não saberia defender nem criticar com consistência.

    Em todo caso, refiro-me principalmente ao pensamento ortodoxo, de caras como o Friedman e o Lucas, por exemplo. São esses que constituem a base curricular da maioria das universidades do Brasil.

    Os modelos microeconômicos, que são o assunto em questão, até tem uma elaboração sofisticada, pessoas inteligentes por trás, e várias décadas de sustentação. Mas no que se aprende por aí, qualquer estudante pode confirmar que na primeira aula de micro, o professor assume a hipótese da racionalidade humana. Mesmo que não reforce esta durante todo o curso, sabemos que está lá, e sem aquilo todos aqueles gráficos não serviriam de nada. E não é apenas didático. Em termos de pesquisa, para mestres e doutores em economia, a questão da racionalidade muitas vezes não é sequer “uma questão”.

    Marcão, macho-alpha ++,

    Você está certo, a profissão perdeu a credibilidade. No entanto, eu reforço o que disse antes; a teoria majoritária que existe por aí parece muito mais um manual de instruções para empresários e governantes. Parece que é feita por ricos, para ricos. Não parece economia para mim, mas é assim que é visto, infelizmente.

    Tem muita gente boa, pensando economia de verdade, e para esses, a crise não foi mais que uma constatação do que era óbvio para os economistas não-alienados.

  • Mamadou N’diaye

    Tiago,

    Da escola austríaca, tive a oportunidade apenas de ler um livro do Mises, que na verdade era a transcrição de uma palestra, se não me engano. Prefiro não comentar a respeito dessa corrente em específico, pois não saberia defender nem criticar com consistência.

    Em todo caso, refiro-me principalmente ao pensamento ortodoxo, de caras como o Friedman e o Lucas, por exemplo. São esses que constituem a base curricular da maioria das universidades do Brasil.

    Os modelos microeconômicos, que são o assunto em questão, até tem uma elaboração sofisticada, pessoas inteligentes por trás, e várias décadas de sustentação. Mas no que se aprende por aí, qualquer estudante pode confirmar que na primeira aula de micro, o professor assume a hipótese da racionalidade humana. Mesmo que não reforce esta durante todo o curso, sabemos que está lá, e sem aquilo todos aqueles gráficos não serviriam de nada. E não é apenas didático. Em termos de pesquisa, para mestres e doutores em economia, a questão da racionalidade muitas vezes não é sequer “uma questão”.

    Marcão, macho-alpha ++,

    Você está certo, a profissão perdeu a credibilidade. No entanto, eu reforço o que disse antes; a teoria majoritária que existe por aí parece muito mais um manual de instruções para empresários e governantes. Parece que é feita por ricos, para ricos. Não parece economia para mim, mas é assim que é visto, infelizmente.

    Tem muita gente boa, pensando economia de verdade, e para esses, a crise não foi mais que uma constatação do que era óbvio para os economistas não-alienados.

  • Mamadou N’diaye

    Um comentário por fora..
    Não dá nem para acreditar que alguém forma em economia sem querer dar umas porradas no Blanchard, Sachs, Larrain, Varian, Pyndick, etc… Mas tem quem goste.

  • Mamadou N’diaye

    Um comentário por fora..
    Não dá nem para acreditar que alguém forma em economia sem querer dar umas porradas no Blanchard, Sachs, Larrain, Varian, Pyndick, etc… Mas tem quem goste.

  • Mamadou N’diaye

    Um comentário por fora..
    Não dá nem para acreditar que alguém forma em economia sem querer dar umas porradas no Blanchard, Sachs, Larrain, Varian, Pyndick, etc… Mas tem quem goste.

  • Rodrigo G. Braga

    Boa noite,
    me interessei bastante pelo assunto do seu texto, tem como você mandar sites bons sobre o assunto ou algum material que você aprecia?

  • Rodrigo G. Braga

    Boa noite,
    me interessei bastante pelo assunto do seu texto, tem como você mandar sites bons sobre o assunto ou algum material que você aprecia?

  • Rodrigo G. Braga

    Boa noite,
    me interessei bastante pelo assunto do seu texto, tem como você mandar sites bons sobre o assunto ou algum material que você aprecia?

  • Rodrigo

    Boa noite,
    me interessei bastante pelo assunto do seu texto, tem como você mandar sites bons sobre o assunto ou algum material que você aprecia?

  • Evangisvaldo

    Mari, você não pretendia responder minhas pergunta, mas acabou fazendo muito mais do que isso.

    Realmente é um tema amplo, complexo e sem dúvida interessantíssimo. Poderíamos passar horas conversando e sobraria assunto. Além disso, a subjetividade da discussão implica em muito mais do que opiniões. Cada um de nós tem uma postura acerca da pertinência de nossas escolhas e nossos “campos cognitivos” não são exprimíveis por meio de palavras. Eu acho que foi mais ou menos isso o que você tinha em mente quando ressaltou a necessidade de se considerar “aquilo que se tem nas mãos, na cabeça e no coração” e também (aliás, maravilhosa percepção) a interdependência, não apenas de escolhas, mas de sucessos e fracassos.

    Mais uma vez, gostaria de parabenizar pelos dois textos (o artigo em si e a “resposta” ao meu questionamento).

    Um Beijo

  • Evangisvaldo

    Mari, você não pretendia responder minhas pergunta, mas acabou fazendo muito mais do que isso.

    Realmente é um tema amplo, complexo e sem dúvida interessantíssimo. Poderíamos passar horas conversando e sobraria assunto. Além disso, a subjetividade da discussão implica em muito mais do que opiniões. Cada um de nós tem uma postura acerca da pertinência de nossas escolhas e nossos “campos cognitivos” não são exprimíveis por meio de palavras. Eu acho que foi mais ou menos isso o que você tinha em mente quando ressaltou a necessidade de se considerar “aquilo que se tem nas mãos, na cabeça e no coração” e também (aliás, maravilhosa percepção) a interdependência, não apenas de escolhas, mas de sucessos e fracassos.

    Mais uma vez, gostaria de parabenizar pelos dois textos (o artigo em si e a “resposta” ao meu questionamento).

    Um Beijo

  • Evangisvaldo

    Mari, você não pretendia responder minhas pergunta, mas acabou fazendo muito mais do que isso.

    Realmente é um tema amplo, complexo e sem dúvida interessantíssimo. Poderíamos passar horas conversando e sobraria assunto. Além disso, a subjetividade da discussão implica em muito mais do que opiniões. Cada um de nós tem uma postura acerca da pertinência de nossas escolhas e nossos “campos cognitivos” não são exprimíveis por meio de palavras. Eu acho que foi mais ou menos isso o que você tinha em mente quando ressaltou a necessidade de se considerar “aquilo que se tem nas mãos, na cabeça e no coração” e também (aliás, maravilhosa percepção) a interdependência, não apenas de escolhas, mas de sucessos e fracassos.

    Mais uma vez, gostaria de parabenizar pelos dois textos (o artigo em si e a “resposta” ao meu questionamento).

    Um Beijo

  • Evangisvaldo

    Mari, você não pretendia responder minhas pergunta, mas acabou fazendo muito mais do que isso.

    Realmente é um tema amplo, complexo e sem dúvida interessantíssimo. Poderíamos passar horas conversando e sobraria assunto. Além disso, a subjetividade da discussão implica em muito mais do que opiniões. Cada um de nós tem uma postura acerca da pertinência de nossas escolhas e nossos “campos cognitivos” não são exprimíveis por meio de palavras. Eu acho que foi mais ou menos isso o que você tinha em mente quando ressaltou a necessidade de se considerar “aquilo que se tem nas mãos, na cabeça e no coração” e também (aliás, maravilhosa percepção) a interdependência, não apenas de escolhas, mas de sucessos e fracassos.

    Mais uma vez, gostaria de parabenizar pelos dois textos (o artigo em si e a “resposta” ao meu questionamento).

    Um Beijo

  • Evangisvaldo

    Pablo,

    Decisões baseadas em afinidade seriam decisões baseadas na necessidade de se aproximar daquilo de que julgamos gostar.

    Eu gostei muito da sua reflexão. Muito obrigado.

    Abraço!

  • Evangisvaldo

    Pablo,

    Decisões baseadas em afinidade seriam decisões baseadas na necessidade de se aproximar daquilo de que julgamos gostar.

    Eu gostei muito da sua reflexão. Muito obrigado.

    Abraço!

  • Evangisvaldo

    Pablo,

    Decisões baseadas em afinidade seriam decisões baseadas na necessidade de se aproximar daquilo de que julgamos gostar.

    Eu gostei muito da sua reflexão. Muito obrigado.

    Abraço!

  • Evangisvaldo

    Pablo,

    Decisões baseadas em afinidade seriam decisões baseadas na necessidade de se aproximar daquilo de que julgamos gostar.

    Eu gostei muito da sua reflexão. Muito obrigado.

    Abraço!

  • http://visaoeconomica.wordpress.com/ Evandro Castro

    A trajetória de vida é baseada em escolhas e conseqüências. Essa é uma forma econômica de observá-la.

  • http://visaoeconomica.wordpress.com/ Evandro Castro

    A trajetória de vida é baseada em escolhas e conseqüências. Essa é uma forma econômica de observá-la.

  • http://visaoeconomica.wordpress.com/ Evandro Castro

    A trajetória de vida é baseada em escolhas e conseqüências. Essa é uma forma econômica de observá-la.

  • http://visaoeconomica.wordpress.com Evandro Castro

    A trajetória de vida é baseada em escolhas e conseqüências. Essa é uma forma econômica de observá-la.

  • Paulo de Tarso

    Sou formado em administração e achava que era bom em economia, até fazer meus últimos dois concursos públicos…

  • Paulo de Tarso

    Sou formado em administração e achava que era bom em economia, até fazer meus últimos dois concursos públicos…

  • Paulo de Tarso

    Sou formado em administração e achava que era bom em economia, até fazer meus últimos dois concursos públicos…

  • Paulo de Tarso

    Sou formado em administração e achava que era bom em economia, até fazer meus últimos dois concursos públicos…

  • Mari Hauer

    Mamadou N’diaye,
    Sobre os modelos que trabalham em cima da hipótese de racionalidade. Bom, eu conheço as críticas por trás das hipóteses, dos modelos que envolvem a hipótese e concordo com vc que não dá pra incorporar todos os tipos de personalidade, e tipos sociais, e patologias existenciais. Mas como o nome diz, são modelos! Modelos não tentam descrever os “erros da função” como vc falou. Tentam olhar o que acontece de forma geral, simplificam para que se olhe determinados aspectos naquele momento.
    Sobre pensamento ortodoxo, heterodoxo, escola austríaca, poutz… Eu, pessoalmente, acho uma chatice sem tamanho discutir isso. Fazer questão de separar. Acho que tem situações que vc pode sim fazer suposições fortes como a da racionalidade, mas acho que em outras a mesma hipótese perde totalmente o sentido. Eu só acho que a partir do momento em que se critica uma teoria ou um modelo, antes de invalidá-los, vc precisa entender do que eles realmente tratam e para o que eles realmente querem olhar. E pra qual tipo de pergunta se busca uma resposta. Acho que quando o argumento é bom, vindo de um economista ou não, seja ele da linha que for, as pessoas param pra escutar. Não vejo ganho na ciência, social ou outra, quando se pára simplesmente para dizer que isso ou aquilo não funcionam mas, ao mesmo tempo, não se dá alternativas de coisas que funcionam de forma melhor.
    Acho que em algumas escolas vc começa com as suposições mais fortes e modelos mais simples pra depois começar a relaxar as hipóteses ou invalidá-las.

    Rodrigo,
    Vc gostaria de sites e material sobre economia em geral ou artigos técnicos que eu considero interessante? Posso te passar sim! O site do Freaknomics é bem legal e sempre tem atualização. Tem um livro que chama Sexo, drogas e economia, que eu acho interessante, se vc não tem formação em economia. E os artigos do Gary Becker, na página dele: http://home.uchicago.edu/~gbecker/ . Tem uma parte mais técnica nos artigos, mas a parte teórica dá pra entender.

    Paulo,
    Não toma por base provas de concurso. O estilo de prova é diferente, o que eles cobram é uma parte pequena de assuntos, arrisco falar que os mais chatos. De qualquer forma, boa sorte.

  • Mari Hauer

    Mamadou N’diaye,
    Sobre os modelos que trabalham em cima da hipótese de racionalidade. Bom, eu conheço as críticas por trás das hipóteses, dos modelos que envolvem a hipótese e concordo com vc que não dá pra incorporar todos os tipos de personalidade, e tipos sociais, e patologias existenciais. Mas como o nome diz, são modelos! Modelos não tentam descrever os “erros da função” como vc falou. Tentam olhar o que acontece de forma geral, simplificam para que se olhe determinados aspectos naquele momento.
    Sobre pensamento ortodoxo, heterodoxo, escola austríaca, poutz… Eu, pessoalmente, acho uma chatice sem tamanho discutir isso. Fazer questão de separar. Acho que tem situações que vc pode sim fazer suposições fortes como a da racionalidade, mas acho que em outras a mesma hipótese perde totalmente o sentido. Eu só acho que a partir do momento em que se critica uma teoria ou um modelo, antes de invalidá-los, vc precisa entender do que eles realmente tratam e para o que eles realmente querem olhar. E pra qual tipo de pergunta se busca uma resposta. Acho que quando o argumento é bom, vindo de um economista ou não, seja ele da linha que for, as pessoas param pra escutar. Não vejo ganho na ciência, social ou outra, quando se pára simplesmente para dizer que isso ou aquilo não funcionam mas, ao mesmo tempo, não se dá alternativas de coisas que funcionam de forma melhor.
    Acho que em algumas escolas vc começa com as suposições mais fortes e modelos mais simples pra depois começar a relaxar as hipóteses ou invalidá-las.

    Rodrigo,
    Vc gostaria de sites e material sobre economia em geral ou artigos técnicos que eu considero interessante? Posso te passar sim! O site do Freaknomics é bem legal e sempre tem atualização. Tem um livro que chama Sexo, drogas e economia, que eu acho interessante, se vc não tem formação em economia. E os artigos do Gary Becker, na página dele: http://home.uchicago.edu/~gbecker/ . Tem uma parte mais técnica nos artigos, mas a parte teórica dá pra entender.

    Paulo,
    Não toma por base provas de concurso. O estilo de prova é diferente, o que eles cobram é uma parte pequena de assuntos, arrisco falar que os mais chatos. De qualquer forma, boa sorte.

  • Mari Hauer

    Mamadou N’diaye,
    Sobre os modelos que trabalham em cima da hipótese de racionalidade. Bom, eu conheço as críticas por trás das hipóteses, dos modelos que envolvem a hipótese e concordo com vc que não dá pra incorporar todos os tipos de personalidade, e tipos sociais, e patologias existenciais. Mas como o nome diz, são modelos! Modelos não tentam descrever os “erros da função” como vc falou. Tentam olhar o que acontece de forma geral, simplificam para que se olhe determinados aspectos naquele momento.
    Sobre pensamento ortodoxo, heterodoxo, escola austríaca, poutz… Eu, pessoalmente, acho uma chatice sem tamanho discutir isso. Fazer questão de separar. Acho que tem situações que vc pode sim fazer suposições fortes como a da racionalidade, mas acho que em outras a mesma hipótese perde totalmente o sentido. Eu só acho que a partir do momento em que se critica uma teoria ou um modelo, antes de invalidá-los, vc precisa entender do que eles realmente tratam e para o que eles realmente querem olhar. E pra qual tipo de pergunta se busca uma resposta. Acho que quando o argumento é bom, vindo de um economista ou não, seja ele da linha que for, as pessoas param pra escutar. Não vejo ganho na ciência, social ou outra, quando se pára simplesmente para dizer que isso ou aquilo não funcionam mas, ao mesmo tempo, não se dá alternativas de coisas que funcionam de forma melhor.
    Acho que em algumas escolas vc começa com as suposições mais fortes e modelos mais simples pra depois começar a relaxar as hipóteses ou invalidá-las.

    Rodrigo,
    Vc gostaria de sites e material sobre economia em geral ou artigos técnicos que eu considero interessante? Posso te passar sim! O site do Freaknomics é bem legal e sempre tem atualização. Tem um livro que chama Sexo, drogas e economia, que eu acho interessante, se vc não tem formação em economia. E os artigos do Gary Becker, na página dele: http://home.uchicago.edu/~gbecker/ . Tem uma parte mais técnica nos artigos, mas a parte teórica dá pra entender.

    Paulo,
    Não toma por base provas de concurso. O estilo de prova é diferente, o que eles cobram é uma parte pequena de assuntos, arrisco falar que os mais chatos. De qualquer forma, boa sorte.

  • Mari Hauer

    Mamadou N’diaye,
    Sobre os modelos que trabalham em cima da hipótese de racionalidade. Bom, eu conheço as críticas por trás das hipóteses, dos modelos que envolvem a hipótese e concordo com vc que não dá pra incorporar todos os tipos de personalidade, e tipos sociais, e patologias existenciais. Mas como o nome diz, são modelos! Modelos não tentam descrever os “erros da função” como vc falou. Tentam olhar o que acontece de forma geral, simplificam para que se olhe determinados aspectos naquele momento.
    Sobre pensamento ortodoxo, heterodoxo, escola austríaca, poutz… Eu, pessoalmente, acho uma chatice sem tamanho discutir isso. Fazer questão de separar. Acho que tem situações que vc pode sim fazer suposições fortes como a da racionalidade, mas acho que em outras a mesma hipótese perde totalmente o sentido. Eu só acho que a partir do momento em que se critica uma teoria ou um modelo, antes de invalidá-los, vc precisa entender do que eles realmente tratam e para o que eles realmente querem olhar. E pra qual tipo de pergunta se busca uma resposta. Acho que quando o argumento é bom, vindo de um economista ou não, seja ele da linha que for, as pessoas param pra escutar. Não vejo ganho na ciência, social ou outra, quando se pára simplesmente para dizer que isso ou aquilo não funcionam mas, ao mesmo tempo, não se dá alternativas de coisas que funcionam de forma melhor.
    Acho que em algumas escolas vc começa com as suposições mais fortes e modelos mais simples pra depois começar a relaxar as hipóteses ou invalidá-las.

    Rodrigo,
    Vc gostaria de sites e material sobre economia em geral ou artigos técnicos que eu considero interessante? Posso te passar sim! O site do Freaknomics é bem legal e sempre tem atualização. Tem um livro que chama Sexo, drogas e economia, que eu acho interessante, se vc não tem formação em economia. E os artigos do Gary Becker, na página dele: http://home.uchicago.edu/~gbecker/ . Tem uma parte mais técnica nos artigos, mas a parte teórica dá pra entender.

    Paulo,
    Não toma por base provas de concurso. O estilo de prova é diferente, o que eles cobram é uma parte pequena de assuntos, arrisco falar que os mais chatos. De qualquer forma, boa sorte.

  • Léo

    Então, todas as suas escolhas são as melhores no momento em que você as faz

    Existe a probabilidade de acontecer algo diferente rsrsrs

    não curto economia mas gostei do texto.

  • Léo

    Então, todas as suas escolhas são as melhores no momento em que você as faz

    Existe a probabilidade de acontecer algo diferente rsrsrs

    não curto economia mas gostei do texto.

  • Léo

    Então, todas as suas escolhas são as melhores no momento em que você as faz

    Existe a probabilidade de acontecer algo diferente rsrsrs

    não curto economia mas gostei do texto.

  • Igor

    Excelente texto

  • Igor

    Excelente texto

  • Igor

    Excelente texto

  • Rodrigo G. Braga

    Mari Hauer

    Economia em geral mesmo, sou somente um admirador das mais diversas ciencias e vc como professora e escritora me inspirou a saber mais a fundo sobre o assunto.
    Vou dar uma olhada nesses sites que vc me passou e posso até tentar entender os técnicos mas com uma precisão meio baixa.

    De qualquer forma já agradeço! =D

  • Rodrigo G. Braga

    Mari Hauer

    Economia em geral mesmo, sou somente um admirador das mais diversas ciencias e vc como professora e escritora me inspirou a saber mais a fundo sobre o assunto.
    Vou dar uma olhada nesses sites que vc me passou e posso até tentar entender os técnicos mas com uma precisão meio baixa.

    De qualquer forma já agradeço! =D

  • Rodrigo

    Mari Hauer

    Economia em geral mesmo, sou somente um admirador das mais diversas ciencias e vc como professora e escritora me inspirou a saber mais a fundo sobre o assunto.
    Vou dar uma olhada nesses sites que vc me passou e posso até tentar entender os técnicos mas com uma precisão meio baixa.

    De qualquer forma já agradeço! =D

  • http://helgacomh.blogspot.com/ Helga Maria

    Não seria ““There is no such thing as a free meal”? :P

    Teorias econômicas são lindas, uma beleza. Parecem um relógio suíço.

  • http://helgacomh.blogspot.com/ Helga Maria

    Não seria ““There is no such thing as a free meal”? :P

    Teorias econômicas são lindas, uma beleza. Parecem um relógio suíço.

  • http://helgacomh.blogspot.com Helga Maria

    Não seria ““There is no such thing as a free meal”? :P

    Teorias econômicas são lindas, uma beleza. Parecem um relógio suíço.

  • Pedrow

    Sempre sinto a falta da Estatística, que não tem boa fama e pouca gente conhece sua funcionalidade de verdade, mas na minha opinião é a ciencia exata que melhor se aplica ao falarmos de “incertezas”

  • Pedrow

    Sempre sinto a falta da Estatística, que não tem boa fama e pouca gente conhece sua funcionalidade de verdade, mas na minha opinião é a ciencia exata que melhor se aplica ao falarmos de “incertezas”

  • Pedrow

    Sempre sinto a falta da Estatística, que não tem boa fama e pouca gente conhece sua funcionalidade de verdade, mas na minha opinião é a ciencia exata que melhor se aplica ao falarmos de “incertezas”

  • Armando

    Outra disciplina que não tem boa fama, mas da qual eu sinto muita falta também, é a Filosofia.

    A subjetividade a que todo mundo se refere no momento de se fazer escolhas é derivada de uma valoração, e aqui entra o conceito de Valor, que vai muito além do fator meramente econômico, no sentido estrito. Assim como racionalidade – que se confunde com mero pragmatismo, até por desinformação mesmo – tem a ver com Razão, outra questão de fundo eminentemente filosófico.

    Embora não explícitamente, penso que seja o que o prof. Mamadou (e outros comentadores) esteja querendo dizer ao apontar deficiências nos currículos e na formação dos economistas, em geral.

    Até por uma exigência de mercado, que cada vez mais demanda um profissional generalista, capaz de pensar a realidade como um todo, não vejo como um curso como Economia possa prescindir de uma formação filosófica mais aprofundada.

    Essa divisão do conhecimento em compartimentos estanques, o excesso de especialização, me remete a uma citação de Ortega Y Gasset, feita pela Lívia, uma colega comentadora, num post anterior a esse:

    “Nuevo bárbaro, retrasado con respecto a su época, arcaico y primitivo en comparación con la terrible actualidad de sus problemas. Este nuevo bárbaro es principalmente el profesional más sabio que nunca, pero más inculto también — el ingeniero, el médico, el abogado, el científico” (Ortega y Gasset. Misión de la Universidad, Obras, p. 1289)

  • Armando

    Outra disciplina que não tem boa fama, mas da qual eu sinto muita falta também, é a Filosofia.

    A subjetividade a que todo mundo se refere no momento de se fazer escolhas é derivada de uma valoração, e aqui entra o conceito de Valor, que vai muito além do fator meramente econômico, no sentido estrito. Assim como racionalidade – que se confunde com mero pragmatismo, até por desinformação mesmo – tem a ver com Razão, outra questão de fundo eminentemente filosófico.

    Embora não explícitamente, penso que seja o que o prof. Mamadou (e outros comentadores) esteja querendo dizer ao apontar deficiências nos currículos e na formação dos economistas, em geral.

    Até por uma exigência de mercado, que cada vez mais demanda um profissional generalista, capaz de pensar a realidade como um todo, não vejo como um curso como Economia possa prescindir de uma formação filosófica mais aprofundada.

    Essa divisão do conhecimento em compartimentos estanques, o excesso de especialização, me remete a uma citação de Ortega Y Gasset, feita pela Lívia, uma colega comentadora, num post anterior a esse:

    “Nuevo bárbaro, retrasado con respecto a su época, arcaico y primitivo en comparación con la terrible actualidad de sus problemas. Este nuevo bárbaro es principalmente el profesional más sabio que nunca, pero más inculto también — el ingeniero, el médico, el abogado, el científico” (Ortega y Gasset. Misión de la Universidad, Obras, p. 1289)

  • http://www.festafacilbr.com.br/ Festa

    Excelente texto, mto interessante, parabéns

  • http://www.festafacilbr.com.br Festa

    Excelente texto, mto interessante, parabéns

  • http://twitter.com/MarcoBarbosa Marco

    Sensacional o texto.

    É pra refletir mesmo.

  • http://twitter.com/MarcoBarbosa Marco

    Sensacional o texto.

    É pra refletir mesmo.

  • Victor Ramalhoso Guerreiro

    Essa Escola da Escolha Racional viu.
    Tem que ser muito otimista pra achar que você calcula todos os custos de oportunidade, isso sem levar a discussão pro nivel da coerção institucional.
    Minha professora de Economia já avisava:
    “O Problema da teoria Marginalista, é que você vai achar que ela serve pra tudo, e daqui a pouco ta calculando o custo de oportunidade para se casa.”

    []‘s

  • Victor Ramalhoso Guerreiro

    Essa Escola da Escolha Racional viu.
    Tem que ser muito otimista pra achar que você calcula todos os custos de oportunidade, isso sem levar a discussão pro nivel da coerção institucional.
    Minha professora de Economia já avisava:
    “O Problema da teoria Marginalista, é que você vai achar que ela serve pra tudo, e daqui a pouco ta calculando o custo de oportunidade para se casa.”

    []‘s

  • kk

    Já tinha percebido isso…mas parar p/ pensar que “A maior lição da psicanálise é esta: qualquer desejo implica perdas.”

    deprimiu!!! afff

    pior que é verdade, sorte que em muitas decisões tenho ganhos, é só pensar um pouquinho antes.

  • kk

    Já tinha percebido isso…mas parar p/ pensar que “A maior lição da psicanálise é esta: qualquer desejo implica perdas.”

    deprimiu!!! afff

    pior que é verdade, sorte que em muitas decisões tenho ganhos, é só pensar um pouquinho antes.

  • http://halltotal.blogspot.com/ Brau

    Opa, nao sabia que tinha mulher escrevendo por aqui. :)

    Adorei, Mariana. O texto está fantástico, dá a maior gana de chegar ao final!

    Beijocas.

  • http://halltotal.blogspot.com Brau

    Opa, nao sabia que tinha mulher escrevendo por aqui. :)

    Adorei, Mariana. O texto está fantástico, dá a maior gana de chegar ao final!

    Beijocas.

  • http://livreiniciativa.wordpress.com/ Dé Cheers

    Belo post companheira economista. Deu maior visibilidade a nossa formação, principalmente aos leigos no assunto. A economia é importantíssima, pois está presente no dia-a-dia de todas as pessoas. Seja nas questões monetárias, seja na tomada de decisões não relacionadas ao dinheiro.
    Eu como um Economista, passei pelas mesmas indagações no começo do curso, ficando fascinado pela área quando pude compreende-la melhor.
    Como muitos disseram nos comentários, reclamando que você não deu um caminho a seguir (muito provavelmente leigos), vou colocar minha humilde contribuição.
    Não existe o certo e o errado (este ou aquele caminho a seguir), a pessoa antes de tomar uma decisão deve revirar os entulhos da bagagem de conhecimento pessoal, com suas próprias experiências de vida. Se tiver auxílio de um economista, melhor ainda. Assim, uns acertam, outros erram, uns ganham, outros perdem, uns riem, outros choram, você perde aqui, mas ganha ali e a vida segue com seus altos e baixos…

  • http://livreiniciativa.wordpress.com/ Dé Cheers

    Belo post companheira economista. Deu maior visibilidade a nossa formação, principalmente aos leigos no assunto. A economia é importantíssima, pois está presente no dia-a-dia de todas as pessoas. Seja nas questões monetárias, seja na tomada de decisões não relacionadas ao dinheiro.
    Eu como um Economista, passei pelas mesmas indagações no começo do curso, ficando fascinado pela área quando pude compreende-la melhor.
    Como muitos disseram nos comentários, reclamando que você não deu um caminho a seguir (muito provavelmente leigos), vou colocar minha humilde contribuição.
    Não existe o certo e o errado (este ou aquele caminho a seguir), a pessoa antes de tomar uma decisão deve revirar os entulhos da bagagem de conhecimento pessoal, com suas próprias experiências de vida. Se tiver auxílio de um economista, melhor ainda. Assim, uns acertam, outros erram, uns ganham, outros perdem, uns riem, outros choram, você perde aqui, mas ganha ali e a vida segue com seus altos e baixos…

  • Guilherme Guidoha

    Parabéns, Mariana!

    Me identifiquei muito ctg, tinha esse mesma dúvida antes de prestar vestibular pra Economia. Graças a crise mundial eu pude notar essa área!

    Logo na minha primeira aula de introdução a economia, meu professor citou a famosa frase do Friedman: “Não existe almoço de Graça!” Se alguém come, alguém paga!

    Foi nessa matéria que comecei a me apaixonar pelo curso, ainda não to nem na metade, mas se Deus quiser, vou até o final.
    Economia é maravilhoso, da pra se aplicar a tudo na vida.

    Um abraço e parabéns mais uma vez. Sucesso!

  • Guilherme Guidoha

    Parabéns, Mariana!

    Me identifiquei muito ctg, tinha esse mesma dúvida antes de prestar vestibular pra Economia. Graças a crise mundial eu pude notar essa área!

    Logo na minha primeira aula de introdução a economia, meu professor citou a famosa frase do Friedman: “Não existe almoço de Graça!” Se alguém come, alguém paga!

    Foi nessa matéria que comecei a me apaixonar pelo curso, ainda não to nem na metade, mas se Deus quiser, vou até o final.
    Economia é maravilhoso, da pra se aplicar a tudo na vida.

    Um abraço e parabéns mais uma vez. Sucesso!

  • Plínio

    Fiquei com a impressão que qualquer decisão que tomamos vai ser racional sob o ponto de vista econômico. As decisões “racionais” expostas no artigo são meras tautologias, pois qualquer uma que a tomemos serão justificadas. Escrever este comentário foi racional?

  • Plínio

    Fiquei com a impressão que qualquer decisão que tomamos vai ser racional sob o ponto de vista econômico. As decisões “racionais” expostas no artigo são meras tautologias, pois qualquer uma que a tomemos serão justificadas. Escrever este comentário foi racional?

  • louise felix

    Gostei muito do texto.
    Eu trabalhei em uma Empresa da qual eu nao era valorizada e naõ gostava da função que exercia ,pedi demissão ,apesar de me chamarem de louca..eu sou mito feliz com a minha deciisão,hoje em dia ganho triplo.
    hoje mando na minha vida, e tenho mais tempo para os meus filhos.
    sucesso!

  • http://l louise felix

    Gostei muito do texto.
    Eu trabalhei em uma Empresa da qual eu nao era valorizada e naõ gostava da função que exercia ,pedi demissão ,apesar de me chamarem de louca..eu sou mito feliz com a minha deciisão,hoje em dia ganho triplo.
    hoje mando na minha vida, e tenho mais tempo para os meus filhos.
    sucesso!

  • Igor

    Ora, ora… se meu amigo não me dissesse “cara, conhece ela?” e me mandasse o link…
    Parece que também acabei aprendendo tudo isso nas monitorias de microeconomia e a dar valor ao tempo e tudo mais, mesmo só relacionando com isso agora hahaha
    Mas como vc mesma disse… acabou ficando no nosso subconsciente e é algo que não se pode desprezar.

    Ótimo artigo, meus parabéns! =]

  • Igor

    Ora, ora… se meu amigo não me dissesse “cara, conhece ela?” e me mandasse o link…
    Parece que também acabei aprendendo tudo isso nas monitorias de microeconomia e a dar valor ao tempo e tudo mais, mesmo só relacionando com isso agora hahaha
    Mas como vc mesma disse… acabou ficando no nosso subconsciente e é algo que não se pode desprezar.

    Ótimo artigo, meus parabéns! =]

  • 1berto

    Bom, eu sempre achei que economia (ou pelo menos finanças) deveria ser ensinada nas escolas desde cedo (no mínimo no segundo grau), tem coisas muito mais inúteis, que a gente passa um tempão estudando.
    Essa questão da escolha ‘economica’ é curiosa, mas o raciocínio pode ir um pouco mais além, o tal custo de oportunidade só existe por causa do tempo (você não pode fazer duas coisas ao mesmo tempo), sob esse ponto de vista a economia é uma representação do tempo (Ou seja, tempo é dinheiro), tem um livro ótimo sobre este tema: “O valor do amanhã” do Gianneti.

  • 1berto

    Bom, eu sempre achei que economia (ou pelo menos finanças) deveria ser ensinada nas escolas desde cedo (no mínimo no segundo grau), tem coisas muito mais inúteis, que a gente passa um tempão estudando.
    Essa questão da escolha ‘economica’ é curiosa, mas o raciocínio pode ir um pouco mais além, o tal custo de oportunidade só existe por causa do tempo (você não pode fazer duas coisas ao mesmo tempo), sob esse ponto de vista a economia é uma representação do tempo (Ou seja, tempo é dinheiro), tem um livro ótimo sobre este tema: “O valor do amanhã” do Gianneti.

  • broa

    achando graça em fazer relaçoes de conceitos economicos? legal! sou musico , e faço musica com goteira d’agua ate nas corridas de f1 ouço musica pelo barulho dos motores, mas tento nao deixar de lado ‘custo beneficio”.

    tenho crtza que nunca mais vou esqcer esse seu texto.
    obrigado

  • broa

    achando graça em fazer relaçoes de conceitos economicos? legal! sou musico , e faço musica com goteira d’agua ate nas corridas de f1 ouço musica pelo barulho dos motores, mas tento nao deixar de lado ‘custo beneficio”.

    tenho crtza que nunca mais vou esqcer esse seu texto.
    obrigado

  • Eduardo Sanches

    Ótimo texto Mariana ! Gostei tanto que li todos os comentários, a maioria muito bons e alguns complementares. Seu texto é daqueles que faz com que nos identifiquemos com várias situações e nos dá vontade de escrever. Eu também fiquei entre Economia e Administração, mas optei por Administração e não me arrependo, certamente me daria bem também em Economia, concluí em 1990, na época era bancário de banco público (desde 1982) e escolhi a ênfase em finanças com o objetivo de fazer carreira pois até então ocupava cargo de nível médio, na minha primeira seleção interna para cargo de nível superior fui classificado para Auditor, não cheguei a tomar posse, veio a privatização e em seguida o fechamento dos postos de trabalho em São Paulo e entre ir para o Rio de Janeiro e sair em um Plano de Desligamento Voluntário (o termo mais correto seria Incentivado) escolhi o segundo, fui uma decisão difícil pois gostava do que fazia e o salário era bom, fiquei desempregado por 18 meses, no meio do período apenas 03 meses de trabalho temporário como Consultor Financeiro, durante este tempo todo estudei para concursos públicos e o curso de Administração, creio que depois do de Direito, é que apresenta o maior número de oportunidades, conseguii muitas conquistas entre 1999 e hoje e estou no sétimo desafio diferente, entre administração pública federal, estadual e municipal, empresas públicas e de economia mista, sempre procurando o melhor custo benefício, fui adquirindo mais e mais experiências e por onde passei tenho certeza que deixei gente motivada a seguir meu exemplo, de sair da zona de conforto e procurar novos desafios, mas com a segurança que o setor público proporciona, mas sem acomodação, sem ficar reclamando da estrutura e das limitações. Considero-me bem sucedido na profissão e hoje estou no meu segundo cargo de Administrador Público, trabalho em um projeto de Plano de Cargos e Salários da Prefeitura de uma grande cidade do interior paulista. Voltando ao tema do seu texto, a Administração, assim como a Economia está também presente em tudo no nosso dia a dia, a todo momento somos obrigados a administrar recursos, tempo, carreira, relacionamentos, a planejar, executar, reavaliar resultados, propor novas metas e objetivos, somos movidos por objetivos, queremos ser felizes e fazer feliz quem está ao nosso lado e os que dependem de nós. Precisamos estar atentos a tudo que acontece a nossa volta, a atualização deve ser permanente. A frase sobre o almoço grátis me lembrou uma proposta que recebi de um cartão de crédito com anuidade grátis para sempre com apenas a condição de efetuar pelo menos uma compra por mês, estava numa palestra sobre finanças pessoais e usei este caso como exemplo, quem está pagando a taxa de administração deste cartão? É a outra ponta da relação de consumo, o estabelecimento comercial e mesmo que que não fosse possível cobrar mais dela, a administradora ganha nas operações de antecipação de recebíveis. Como alguns comentaram aqui, daria ficar horas discutindo vários pontos do seu texto, parabéns mais uma vez, você ganhou mais um leitor assíduo a partir de agora.

  • Eduardo Sanches

    Ótimo texto Mariana ! Gostei tanto que li todos os comentários, a maioria muito bons e alguns complementares. Seu texto é daqueles que faz com que nos identifiquemos com várias situações e nos dá vontade de escrever. Eu também fiquei entre Economia e Administração, mas optei por Administração e não me arrependo, certamente me daria bem também em Economia, concluí em 1990, na época era bancário de banco público (desde 1982) e escolhi a ênfase em finanças com o objetivo de fazer carreira pois até então ocupava cargo de nível médio, na minha primeira seleção interna para cargo de nível superior fui classificado para Auditor, não cheguei a tomar posse, veio a privatização e em seguida o fechamento dos postos de trabalho em São Paulo e entre ir para o Rio de Janeiro e sair em um Plano de Desligamento Voluntário (o termo mais correto seria Incentivado) escolhi o segundo, fui uma decisão difícil pois gostava do que fazia e o salário era bom, fiquei desempregado por 18 meses, no meio do período apenas 03 meses de trabalho temporário como Consultor Financeiro, durante este tempo todo estudei para concursos públicos e o curso de Administração, creio que depois do de Direito, é que apresenta o maior número de oportunidades, conseguii muitas conquistas entre 1999 e hoje e estou no sétimo desafio diferente, entre administração pública federal, estadual e municipal, empresas públicas e de economia mista, sempre procurando o melhor custo benefício, fui adquirindo mais e mais experiências e por onde passei tenho certeza que deixei gente motivada a seguir meu exemplo, de sair da zona de conforto e procurar novos desafios, mas com a segurança que o setor público proporciona, mas sem acomodação, sem ficar reclamando da estrutura e das limitações. Considero-me bem sucedido na profissão e hoje estou no meu segundo cargo de Administrador Público, trabalho em um projeto de Plano de Cargos e Salários da Prefeitura de uma grande cidade do interior paulista. Voltando ao tema do seu texto, a Administração, assim como a Economia está também presente em tudo no nosso dia a dia, a todo momento somos obrigados a administrar recursos, tempo, carreira, relacionamentos, a planejar, executar, reavaliar resultados, propor novas metas e objetivos, somos movidos por objetivos, queremos ser felizes e fazer feliz quem está ao nosso lado e os que dependem de nós. Precisamos estar atentos a tudo que acontece a nossa volta, a atualização deve ser permanente. A frase sobre o almoço grátis me lembrou uma proposta que recebi de um cartão de crédito com anuidade grátis para sempre com apenas a condição de efetuar pelo menos uma compra por mês, estava numa palestra sobre finanças pessoais e usei este caso como exemplo, quem está pagando a taxa de administração deste cartão? É a outra ponta da relação de consumo, o estabelecimento comercial e mesmo que que não fosse possível cobrar mais dela, a administradora ganha nas operações de antecipação de recebíveis. Como alguns comentaram aqui, daria ficar horas discutindo vários pontos do seu texto, parabéns mais uma vez, você ganhou mais um leitor assíduo a partir de agora.

  • Leonardo Tuma

    Mariana,

    Concordo com vc em gênero, número e grau.

    O conceito do custo de oportunidade faz parte da vida de todos e sempre é usado inconscientemente em todas as decisões.

    O interessante é que, diferentemente da economia, onde tomamos decisôes integralmente lógicas, em nossas vidas nos baseamos mais em emoções, sensações e experiências. E muitas vezes esse processo não faz o menor sentido como o marketing já provou diversas vezes.

    Excelente texto Mariana!

    Léo

  • Leonardo Tuma

    Mariana,

    Concordo com vc em gênero, número e grau.

    O conceito do custo de oportunidade faz parte da vida de todos e sempre é usado inconscientemente em todas as decisões.

    O interessante é que, diferentemente da economia, onde tomamos decisôes integralmente lógicas, em nossas vidas nos baseamos mais em emoções, sensações e experiências. E muitas vezes esse processo não faz o menor sentido como o marketing já provou diversas vezes.

    Excelente texto Mariana!

    Léo

  • Leonardo Tuma

    Mariana,

    Concordo com vc em gênero, número e grau.

    O conceito do custo de oportunidade faz parte da vida de todos e sempre é usado inconscientemente em todas as decisões.

    O interessante é que, diferentemente da economia, onde tomamos decisôes integralmente lógicas, em nossas vidas nos baseamos mais em emoções, sensações e experiências. E muitas vezes esse processo não faz o menor sentido como o marketing já provou diversas vezes.

    Excelente texto Mariana!

    Léo

  • Ton

    É realmente interessante ver a diferença do ponto de vista para diversas situações.
    Gostei do texto.
    abrx

  • Ton

    É realmente interessante ver a diferença do ponto de vista para diversas situações.
    Gostei do texto.
    abrx

  • Ton

    É realmente interessante ver a diferença do ponto de vista para diversas situações.
    Gostei do texto.
    abrx

  • Alex

    Mariana !!!

    Escreve um livro sobre isso, Linda !!!!

  • Alex

    Mariana !!!

    Escreve um livro sobre isso, Linda !!!!

  • Alex

    Mariana !!!

    Escreve um livro sobre isso, Linda !!!!

  • http://www.google.com.br/ Astrogildo

    Interessante que todo professor de economia fala a mesma coisa, que tudo é economia, cada um vende o seu peixe!

  • http://www.google.com.br/ Astrogildo

    Interessante que todo professor de economia fala a mesma coisa, que tudo é economia, cada um vende o seu peixe!

  • http://www.google.com.br/ Astrogildo

    Interessante que todo professor de economia fala a mesma coisa, que tudo é economia, cada um vende o seu peixe!

  • http://www.google.com.br Astrogildo

    Interessante que todo professor de economia fala a mesma coisa, que tudo é economia, cada um vende o seu peixe!

  • Humberto

    “A microeconomia não saberia descrever esse sujeito”
    O fato de haver desvios não quer dizer que a teoria não seja válida,
    muita gente ama uma pessoa e é obcecada por esta pessoa a vida toda,
    para esta pessoa especificamente é como disseram o benefício de ficar
    ‘correndo atrás’ é maior que o da ausência de contato, muitos podem
    dizer que isso não é racional, mas considerarão a regra (ou seja
    terminar, continuar a vida) como racional.
    Tem um livro do Asimov que tem uma coisa chamada psico-história em que
    ele aborda justamente isso, mesmo não sendo possível prever uma decisão
    com absoluta certeza, no geral pode-se ter uma boa idéia do resultado
    da ‘soma’ dessas decisões. Este livro foi inclusive citado por Krugman
    (de quem eu discordo bastante diga-se de passagem) como tendo motivado
    ele (Krugman) a estudar economia, o nome do livro é Fundação (na verdade
    é uma trilogia).
    Obviamente é uma obra de ficção, mas lida com as implicações de ‘prever
    o futuro’.
    “Friedman e o Lucas”
    “base curricular da maioria das universidades do Brasil”
    Bom, eu não tenho um estudo deste tipo, na faculdade onde eu comecei o
    curso de economia (não me formei) pareceu-me que o direcionamento era
    bem diferente, mas é um caso isolado e não tenho como provar que sua
    afirmação esteja errada.
    Sobre a crise a discussão é bastante longa, eu por exemplo não considero
    o regime predominante nas economias (americana inclusive) como liberal,
    tanto que o primeiro sinal da crise foi a quebra das FMs, mas tem gente
    falando tudo que se queira ouvir. Já disseram que a economia é a única
    ciência em que há ganhadores do ‘prêmio nobel’ (na verdade não é Nobel,
    não há Nobel de economia) dizendo coisas totalmente diferentes.

  • Humberto

    “A microeconomia não saberia descrever esse sujeito”
    O fato de haver desvios não quer dizer que a teoria não seja válida,
    muita gente ama uma pessoa e é obcecada por esta pessoa a vida toda,
    para esta pessoa especificamente é como disseram o benefício de ficar
    ‘correndo atrás’ é maior que o da ausência de contato, muitos podem
    dizer que isso não é racional, mas considerarão a regra (ou seja
    terminar, continuar a vida) como racional.
    Tem um livro do Asimov que tem uma coisa chamada psico-história em que
    ele aborda justamente isso, mesmo não sendo possível prever uma decisão
    com absoluta certeza, no geral pode-se ter uma boa idéia do resultado
    da ‘soma’ dessas decisões. Este livro foi inclusive citado por Krugman
    (de quem eu discordo bastante diga-se de passagem) como tendo motivado
    ele (Krugman) a estudar economia, o nome do livro é Fundação (na verdade
    é uma trilogia).
    Obviamente é uma obra de ficção, mas lida com as implicações de ‘prever
    o futuro’.
    “Friedman e o Lucas”
    “base curricular da maioria das universidades do Brasil”
    Bom, eu não tenho um estudo deste tipo, na faculdade onde eu comecei o
    curso de economia (não me formei) pareceu-me que o direcionamento era
    bem diferente, mas é um caso isolado e não tenho como provar que sua
    afirmação esteja errada.
    Sobre a crise a discussão é bastante longa, eu por exemplo não considero
    o regime predominante nas economias (americana inclusive) como liberal,
    tanto que o primeiro sinal da crise foi a quebra das FMs, mas tem gente
    falando tudo que se queira ouvir. Já disseram que a economia é a única
    ciência em que há ganhadores do ‘prêmio nobel’ (na verdade não é Nobel,
    não há Nobel de economia) dizendo coisas totalmente diferentes.

  • Humberto

    “A microeconomia não saberia descrever esse sujeito”
    O fato de haver desvios não quer dizer que a teoria não seja válida,
    muita gente ama uma pessoa e é obcecada por esta pessoa a vida toda,
    para esta pessoa especificamente é como disseram o benefício de ficar
    ‘correndo atrás’ é maior que o da ausência de contato, muitos podem
    dizer que isso não é racional, mas considerarão a regra (ou seja
    terminar, continuar a vida) como racional.
    Tem um livro do Asimov que tem uma coisa chamada psico-história em que
    ele aborda justamente isso, mesmo não sendo possível prever uma decisão
    com absoluta certeza, no geral pode-se ter uma boa idéia do resultado
    da ‘soma’ dessas decisões. Este livro foi inclusive citado por Krugman
    (de quem eu discordo bastante diga-se de passagem) como tendo motivado
    ele (Krugman) a estudar economia, o nome do livro é Fundação (na verdade
    é uma trilogia).
    Obviamente é uma obra de ficção, mas lida com as implicações de ‘prever
    o futuro’.
    “Friedman e o Lucas”
    “base curricular da maioria das universidades do Brasil”
    Bom, eu não tenho um estudo deste tipo, na faculdade onde eu comecei o
    curso de economia (não me formei) pareceu-me que o direcionamento era
    bem diferente, mas é um caso isolado e não tenho como provar que sua
    afirmação esteja errada.
    Sobre a crise a discussão é bastante longa, eu por exemplo não considero
    o regime predominante nas economias (americana inclusive) como liberal,
    tanto que o primeiro sinal da crise foi a quebra das FMs, mas tem gente
    falando tudo que se queira ouvir. Já disseram que a economia é a única
    ciência em que há ganhadores do ‘prêmio nobel’ (na verdade não é Nobel,
    não há Nobel de economia) dizendo coisas totalmente diferentes.

  • Humberto

    “A microeconomia não saberia descrever esse sujeito”
    O fato de haver desvios não quer dizer que a teoria não seja válida,
    muita gente ama uma pessoa e é obcecada por esta pessoa a vida toda,
    para esta pessoa especificamente é como disseram o benefício de ficar
    ‘correndo atrás’ é maior que o da ausência de contato, muitos podem
    dizer que isso não é racional, mas considerarão a regra (ou seja
    terminar, continuar a vida) como racional.
    Tem um livro do Asimov que tem uma coisa chamada psico-história em que
    ele aborda justamente isso, mesmo não sendo possível prever uma decisão
    com absoluta certeza, no geral pode-se ter uma boa idéia do resultado
    da ‘soma’ dessas decisões. Este livro foi inclusive citado por Krugman
    (de quem eu discordo bastante diga-se de passagem) como tendo motivado
    ele (Krugman) a estudar economia, o nome do livro é Fundação (na verdade
    é uma trilogia).
    Obviamente é uma obra de ficção, mas lida com as implicações de ‘prever
    o futuro’.
    “Friedman e o Lucas”
    “base curricular da maioria das universidades do Brasil”
    Bom, eu não tenho um estudo deste tipo, na faculdade onde eu comecei o
    curso de economia (não me formei) pareceu-me que o direcionamento era
    bem diferente, mas é um caso isolado e não tenho como provar que sua
    afirmação esteja errada.
    Sobre a crise a discussão é bastante longa, eu por exemplo não considero
    o regime predominante nas economias (americana inclusive) como liberal,
    tanto que o primeiro sinal da crise foi a quebra das FMs, mas tem gente
    falando tudo que se queira ouvir. Já disseram que a economia é a única
    ciência em que há ganhadores do ‘prêmio nobel’ (na verdade não é Nobel,
    não há Nobel de economia) dizendo coisas totalmente diferentes.

  • rainers

    texto excelente, nunca tive uma visão tão boa de um economista ou melhor de uma.

  • alexmamed

    Mas ainda persisti a pergunta inicial: como saber se sua melhor decisão é realmente a melhor?

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    Essa resposta só o desenrolar dos acontecimentos nos consegue, Alex.

    É o famoso: “só o tempo vai dizer.”

  • Jéssica

    Oi Mariana! Estou no último ano da faculdade de Economia e ainda não tenho certeza se é isso o que eu quero. Mas o assunto do qual vc tratou aqui é o que eu achei mais interessante no curso. Eu gosto de assuntos que eu consiga relacionar ao dia-a-dia de resto não quero saber. Achei esse seu post procurando a seguinte frase na Google “o que fazer depois da faculdade”…não sei se faço outra faculdade, procuro outro emprego, faço pós…enfim…de qualquer forma me identifiquei com seu jeito de escrever sobre economia e vou continuar fuçando no site. :)

  • daniela

    A resposta e si voce nao tentar nunca ira saber

  • Bruno Mf

    poxa , vc contou a minha vida… entrei na faculdade com 19 anos , aos 18 estava fazendo vestibular para economia pois queria sair da relação tumultuada que tinha com minha família à época, nem sabia direito o que queria da vida.. larguei o curso 1 ano e meio depois , mas acho que valeu pela vivência

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