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	<title>Comentários sobre: Como prevenir a Gravidez com m&#233;todos naturais [PERIGO]</title>
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		<title>Por: Geiza2020</title>
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		<dc:creator>Geiza2020</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:31:00 +0000</pubDate>
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		<description>se previne antes ou depois de ter relação</description>
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		<title>Por: geiza rodriguês</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-529590</link>
		<dc:creator>geiza rodriguês</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:29:00 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Roberto</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-483042</link>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 05:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa, um médico com este tipo de filosofia, típica filosofia de boteco, vai pular sem para quedas então, faça sexo sem camisinha e só coma garotas de programa, riscos? Vá você e a sua filosofia barata para o inferno....esqueci, você não acredita em Deus, aliás, quem se importa com isso. rs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, um médico com este tipo de filosofia, típica filosofia de boteco, vai pular sem para quedas então, faça sexo sem camisinha e só coma garotas de programa, riscos? Vá você e a sua filosofia barata para o inferno&#8230;.esqueci, você não acredita em Deus, aliás, quem se importa com isso. rs</p>
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		<title>Por: nercilio estevao</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-124527</link>
		<dc:creator>nercilio estevao</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 08:34:56 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda respondendo a Fabiane. Quando quebramos ou machucamos um braço precisamos colocar gesso, para impedir movimentos do mesmo até que se restabeleça o ferimento. Se ficarmos com o gesso durante 30 dias, levamos alguns outros dias para restabelecer sua função normal. Se ficarmos com o gesso durante seis meses, teremos até mesmo de recorrer à fisoterapia. E se ficarmos com o gesso por uma epotese, cinco anos ou mais, corremos o risco de termos de amputarmos esse braço, pois pode dar atrofia inreverssivel. O que isso tem a ver com pilulas. As pílulas fincionam como um gesso, ou seja, ela tem a função de impedir a ovulação, ofuncionamento do orgão. O consumo de tais pílulas por um longo peródo, 5, 10 20 anos, com certeza pode atrofiar sim o orgão reprodutor da mulher. Quantas mulheres que por conta disso, precisaram amputar, retirar os ovários e até mesmo o útero. Evidentemente que, muitas mulheres tomam anticoncepcionais a vida toda e não teram problemas, cada caso é um caso, existe estatisticas de que a maioria de cancer uterinos é causados pelo uso contínuo de tais pílulas. E  vou mais além. As pílulas não são prejudiciais somente à saúde da mulher, não, estudos apontam que o MEIO AMBIENTE também sofre com os hormonios liberados pelas urinas das mulheres que usam as tais pílulas. Agora imaginam quantas mulheres utilizam esse artificio, mais de seis, não é? Se você se interessar a se aprofundar mais sobre, procure um técnico em senaeamento ou de meio  ambiente de sua cidade. Ou, nesse veículo que você está utilizando. Pedro José Maria Simon Castellvi, jogue esse nome no google que você saberá mais. Faz tempo sim que não vou a escola, mais aos livros e às informações nunca abandonei, a diferença é que as pessoas gostam de serem enganadas e leiam somente intretenimento, eu seleciono o que leio e não tenho medo de ser taxado de quadrado. Você deve ser nova ainda, com um pouco de esforço quem sabe aprenderá com certeza. Paz e bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda respondendo a Fabiane. Quando quebramos ou machucamos um braço precisamos colocar gesso, para impedir movimentos do mesmo até que se restabeleça o ferimento. Se ficarmos com o gesso durante 30 dias, levamos alguns outros dias para restabelecer sua função normal. Se ficarmos com o gesso durante seis meses, teremos até mesmo de recorrer à fisoterapia. E se ficarmos com o gesso por uma epotese, cinco anos ou mais, corremos o risco de termos de amputarmos esse braço, pois pode dar atrofia inreverssivel. O que isso tem a ver com pilulas. As pílulas fincionam como um gesso, ou seja, ela tem a função de impedir a ovulação, ofuncionamento do orgão. O consumo de tais pílulas por um longo peródo, 5, 10 20 anos, com certeza pode atrofiar sim o orgão reprodutor da mulher. Quantas mulheres que por conta disso, precisaram amputar, retirar os ovários e até mesmo o útero. Evidentemente que, muitas mulheres tomam anticoncepcionais a vida toda e não teram problemas, cada caso é um caso, existe estatisticas de que a maioria de cancer uterinos é causados pelo uso contínuo de tais pílulas. E  vou mais além. As pílulas não são prejudiciais somente à saúde da mulher, não, estudos apontam que o MEIO AMBIENTE também sofre com os hormonios liberados pelas urinas das mulheres que usam as tais pílulas. Agora imaginam quantas mulheres utilizam esse artificio, mais de seis, não é? Se você se interessar a se aprofundar mais sobre, procure um técnico em senaeamento ou de meio  ambiente de sua cidade. Ou, nesse veículo que você está utilizando. Pedro José Maria Simon Castellvi, jogue esse nome no google que você saberá mais. Faz tempo sim que não vou a escola, mais aos livros e às informações nunca abandonei, a diferença é que as pessoas gostam de serem enganadas e leiam somente intretenimento, eu seleciono o que leio e não tenho medo de ser taxado de quadrado. Você deve ser nova ainda, com um pouco de esforço quem sabe aprenderá com certeza. Paz e bem.</p>
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		<title>Por: nercilio estevao</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-124474</link>
		<dc:creator>nercilio estevao</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 11:51:43 +0000</pubDate>
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		<description>Fabiane, o que eu quis dizer é que um órgão ativo, quando este é impedido do seu funcionamento normal através de um veneno com é a pílula, ele pode sim perder a sua função. E quem afirma isso não sou eu e sim a medicina, isso não quer dizer que através de tratamento não possa voltar ao normal, mas estudos comprovados nos diz que o uso prolongados de anos e anos da pilulas com certeza acarretará problemas sim à mulher. Leia um pouco e você verá que você é que fugiu da escola. Não sei se você faz uso de tais pilulas mas se faz, continue é bom para a sua saúde.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabiane, o que eu quis dizer é que um órgão ativo, quando este é impedido do seu funcionamento normal através de um veneno com é a pílula, ele pode sim perder a sua função. E quem afirma isso não sou eu e sim a medicina, isso não quer dizer que através de tratamento não possa voltar ao normal, mas estudos comprovados nos diz que o uso prolongados de anos e anos da pilulas com certeza acarretará problemas sim à mulher. Leia um pouco e você verá que você é que fugiu da escola. Não sei se você faz uso de tais pilulas mas se faz, continue é bom para a sua saúde.</p>
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		<title>Por: Fabiane</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-116203</link>
		<dc:creator>Fabiane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 06:46:29 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;um orgão que fica muito tempo parado atrofia&quot; ahahahahahahahahahhahahahaha
Meu deus, qta besteira nesses comentários!!! Voltem pra escola, pqp!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;um orgão que fica muito tempo parado atrofia&#8221; ahahahahahahahahahhahahahaha<br />
Meu deus, qta besteira nesses comentários!!! Voltem pra escola, pqp!</p>
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		<title>Por: nercilio estevao</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-113012</link>
		<dc:creator>nercilio estevao</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 20:13:44 +0000</pubDate>
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		<description>Sou usuário do Método de Planejamento Natural já a 18 anos, e no Cemplafam (Centro de Planejamento Familiar), aqui de minha cidade (Londrina Pr), somos mais de 2.000 casais usuario desse metodo com muito sucesso. A matéria acima mensionou uma verdade que o casal e principalmente o homem deve adotar uma auto-disciplina. Mas quando se trata da saúde da mulher e do relacionamento conjugal vale a pena. Todos nós sabemos e muitos médicos que tem essa consciência, explica com clareza que pilulas é prejudicial para a saúde da mulher, e reafirmo que é realmente pois usamos no inicio do nosso casamento, e foi um desastre total. E dentro do planejamento natural não corremos esse riscoe conseguimos espassar uma gravidez, ter uma família saudável que quesito saúde da esposa e do nosso matrimonio. Não quero com isso dizer que quem usa contracptivos não sejam felizes pelo contrário tenho muitos amigos que utilizam cpilulas e e são felizes e saldáveis. Mais cá entrenós os contráceptivos ineibem os função normal do oeganismo da mulher, e todos sabemos que um orgão que fica muito tempo parado atrofia. E a OMS, alerta que a maior incidencia de cancer de útero de deve no uso prolongado de contacptivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou usuário do Método de Planejamento Natural já a 18 anos, e no Cemplafam (Centro de Planejamento Familiar), aqui de minha cidade (Londrina Pr), somos mais de 2.000 casais usuario desse metodo com muito sucesso. A matéria acima mensionou uma verdade que o casal e principalmente o homem deve adotar uma auto-disciplina. Mas quando se trata da saúde da mulher e do relacionamento conjugal vale a pena. Todos nós sabemos e muitos médicos que tem essa consciência, explica com clareza que pilulas é prejudicial para a saúde da mulher, e reafirmo que é realmente pois usamos no inicio do nosso casamento, e foi um desastre total. E dentro do planejamento natural não corremos esse riscoe conseguimos espassar uma gravidez, ter uma família saudável que quesito saúde da esposa e do nosso matrimonio. Não quero com isso dizer que quem usa contracptivos não sejam felizes pelo contrário tenho muitos amigos que utilizam cpilulas e e são felizes e saldáveis. Mais cá entrenós os contráceptivos ineibem os função normal do oeganismo da mulher, e todos sabemos que um orgão que fica muito tempo parado atrofia. E a OMS, alerta que a maior incidencia de cancer de útero de deve no uso prolongado de contacptivos.</p>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-111348</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 04:27:10 +0000</pubDate>
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		<description>“Papa tem razão: Aids não se detém com o preservativo”
Entrevista aos doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni

Por Antonio Gaspari

ROMA, quarta-feira, 7 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Suscitaram polêmica as declarações do cardeal de Gana, Peter Kodwo Appiah Turkson, a respeito do uso do preservativo entre um casal no qual um dos dois tem Aids.

Respondendo às perguntas de um jornalista, o relator geral do Sínodo dos Bispos para a África explicou que é mais eficaz investir em fármacos antirretrovirais que em preservativos para conter a propagação da Aids.

A resposta reabriu o debate sobre o uso dos preservativos como técnica para combater a expansão do HIV. 

Sobre a questão já se havia expressado o Papa Bento XVI e se desencadeou uma tormenta nos meios de comunicação. 

Para tentar compreender quais são os argumentos que subjazem ao debate e que parecem implicar tantos interesses, ZENIT entrevistou os doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni, o primeiro médico e o outro professor de Bioética e jornalista de Sat2000, condutor do programa “2030 entre ciência e consciência”, que acabam de entregar ao editor o livro em italiano Il Papa ha ragione! L’Aids non se ferma con il condom (Fede &amp; Cultura).

– O que pensam das declarações do cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson com respeito ao uso de preservativo?

– Puccetti: Ao ler os jornais, fiquei surpreso, mas logo li a transcrição da intervenção do cardeal e então compreendi que se tratava de mais um caso de distorção da mensagem. O cardeal, em primeiro lugar, não se deteve em uma avaliação moral da questão; ao mesmo tempo, através de suas declarações, não se afastou para nada do constante ensinamento moral da Igreja. 

O cardeal reconhece, como é lógico, que junto aos fármacos antirretrovirais, o uso do preservativo se opõe à propagação da Aids nos casos em que não se recorre à abstinência e à fidelidade. Está-se falando portanto de tudo que teoricamente pode ser utilizado.

O cardeal fala da experiência dos centros de saúde de Gana e da Igreja Católica, segundo os quais nas famílias nas quais se propôs o preservativo, este funcionou só se estavam decididas a manter a fidelidade. O cardeal recordou que, também no caso de pessoas sorodiscordantes, o recurso ao preservativo é fonte de uma falsa segurança, agravada pelo fato de confiar em uma manufatura. 

Quando o presidente de Uganda deu luz verde à estratégia ABC (Abstinence, Be faithful, Condom) que se revelou muito eficaz em combater a epidemia da Aids e que logo foi tomada como modelo com igual êxito em outros países africanos, dizia coisas bastante similares ao que disse o cardeal: a vida não pode ser colocada em jogo confiando-a a uma fina capa de látex.

– Mas o preservativo serve ou não para deter a Aids? 

– Puccetti: Não é fácil responder de forma taxativa, mas se tenho que dizer se o preservativo serve para deter a Aids nas epidemias generalizadas, a resposta que posso dar segundo o corpo de conhecimentos científicos disponíveis é “não”.

Para que pudesse funcionar, o homem deveria ser não muito diferente que um rato em uma jaula à qual antes de cada cópula alguém dosa o preservativo. Nesse caso, o preservativo poderia ser útil. 

Mas como o homem não é um rato, não vive em jaulas e não há profissionais dispostos a dosar-lhe o preservativo, não há que surpreender-se de que a eficácia teórica não aconteça na vida real. 

– Por que decidiram escrever um livro sobre este tema?

– Cavoni: Este livro nasce de uma triste constatação, a de que com frequência a informação fala de fatos que não conhece e, também, os deforma. É o que aconteceu durante a primeira visita do Papa à África em março deste ano. 

O livro nasce desta tristeza e, também, da raiva de ver pisoteados os princípios fundamentais de uma correta informação. Ao mesmo tempo, parecia-nos necessário dar a conhecer ao público os fatos assim como sucederam e, de algum modo, abrir os olhos da opinião pública, de modo que não tome como ouro fino torpes instrumentalizações, perpetradas por motivos ideológicos, por superficialidades, ou por ambos fatores.

– Quais os argumentos para dizer que o Papa tinha razão?

– Puccetti: O livro está articulado em duas partes. Na primeira, reconstruiu-se com fidelidade absoluta o trabalho de descrição das declarações do Santo Padre; da leitura do livro se faz sumamente evidente a progressiva distorção da mensagem realizada com adendos, omissões, substituições. Logo, transcrevemos, como fazem vocês com as do cardeal Turkson, as palavras exatas do Papa ao jornalista francês que fez a pergunta sobre o preservativo. Na segunda parte do livro, resumimos o melhor que pudemos o panorama de conhecimento oferecido pela literatura científica internacional enquanto a aplicação clínica da prevenção mediante a promoção do uso do preservativo. 

Dedicamos especial atenção aos números, porque consideramos que podem ser uma base de discussão compartilhada à margem da orientação religiosa. 

Quando um interlocutor meu se mostra surpreso se declarações de eminentes cientistas confirmam o que diz o Papa, não posso senão deduzir disso o escasso conhecimento dos dados que no curso dos anos se sedimentaram e da amplitude das vozes que, em revistas internacionais como The Lancet ou o British Medical Journal, replicaram aos editoriais daquelas mesmas revistas.

– Por que tanto clamor pelas palavras do Papa e como se produziu a desinformação?

– Cavoni: Todos os maiores jornais nacionais e internacionais se lançaram, direta ou indiretamente, contra o pontífice, réu de ter dito que os preservativos não resolvem os problemas da África e sim, os agravam. As críticas se acentuaram logo no momento em que chegaram as observações, mais ferozes, por parte de vários expoentes de governos europeus e inclusive a resolução do Parlamento belga que pedia ao Papa que desmentisse o afirmado. 

A questão é que quem toma posições tão fortes, se presume que saiba o que disse em verdade o Papa; e ao contrário não foi assim: todos falavam mas pouco haviam escutado. Tanto é assim que, em um segundo momento, muitos cientistas confirmaram os conceitos expressados por Bento XVI.

Temos de pensar que, para muitas pessoas, a primeira e única fonte de informação, ou de simples conhecimento da realidade circundante, está determinada por jornais e telejornais. Está vigente ainda, em suma, o clássico “foi dito no telejornal”, ou o “li no jornal”, e isto para confirmar a veracidade do que se soube.

Os meios de informação adquirem um princípio de autoridade potentíssimo. Se portanto as coisas, os fatos, as notícias apresentadas se baseiam em reconstruções parciais, o leitor receberá em presente uma leitura da realidade deformada, que não corresponde à verdade. Com esta técnica se pode inclusive criar uma realidade virtual paralela à real. 

Se eu, devendo informar sobre as palavras do Papa, e comentá-las, não o escuto e não reproduzo corretamente, corro o risco de comentar algo que não se disse ou se disse de modo substancialmente diferente.

O problema das fontes jornalísticas, que devem ser acessíveis, etc, das que se fala tanto nestas semanas, não vale apenas, para as atas públicas das fiscalização, mas para o abc do jornalismo: ser testemunha de tudo o que se dispõe a descrever.

Não estamos falando de uma nebulosa objetividade, de imparcialidade; não, estamos falando do fato de que devo estar presente no cenário do fato que descrevo. E se isto não é possível, visto que no caso específico, não todos os jornalistas podem estar no séquito do pontífice, quando menos me permito voltar a escutar, palavra por palavra, o que de verdade disse o Papa e por que o disse. 

Ao contrário, muitos se fiaram do que haviam ouvido dizer, de um primeiro texto, incorreto. O resto é história comum de desinformação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Papa tem razão: Aids não se detém com o preservativo”<br />
Entrevista aos doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni</p>
<p>Por Antonio Gaspari</p>
<p>ROMA, quarta-feira, 7 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Suscitaram polêmica as declarações do cardeal de Gana, Peter Kodwo Appiah Turkson, a respeito do uso do preservativo entre um casal no qual um dos dois tem Aids.</p>
<p>Respondendo às perguntas de um jornalista, o relator geral do Sínodo dos Bispos para a África explicou que é mais eficaz investir em fármacos antirretrovirais que em preservativos para conter a propagação da Aids.</p>
<p>A resposta reabriu o debate sobre o uso dos preservativos como técnica para combater a expansão do HIV. </p>
<p>Sobre a questão já se havia expressado o Papa Bento XVI e se desencadeou uma tormenta nos meios de comunicação. </p>
<p>Para tentar compreender quais são os argumentos que subjazem ao debate e que parecem implicar tantos interesses, ZENIT entrevistou os doutores Renzo Puccetti e Cesare Cavoni, o primeiro médico e o outro professor de Bioética e jornalista de Sat2000, condutor do programa “2030 entre ciência e consciência”, que acabam de entregar ao editor o livro em italiano Il Papa ha ragione! L’Aids non se ferma con il condom (Fede &amp; Cultura).</p>
<p>– O que pensam das declarações do cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson com respeito ao uso de preservativo?</p>
<p>– Puccetti: Ao ler os jornais, fiquei surpreso, mas logo li a transcrição da intervenção do cardeal e então compreendi que se tratava de mais um caso de distorção da mensagem. O cardeal, em primeiro lugar, não se deteve em uma avaliação moral da questão; ao mesmo tempo, através de suas declarações, não se afastou para nada do constante ensinamento moral da Igreja. </p>
<p>O cardeal reconhece, como é lógico, que junto aos fármacos antirretrovirais, o uso do preservativo se opõe à propagação da Aids nos casos em que não se recorre à abstinência e à fidelidade. Está-se falando portanto de tudo que teoricamente pode ser utilizado.</p>
<p>O cardeal fala da experiência dos centros de saúde de Gana e da Igreja Católica, segundo os quais nas famílias nas quais se propôs o preservativo, este funcionou só se estavam decididas a manter a fidelidade. O cardeal recordou que, também no caso de pessoas sorodiscordantes, o recurso ao preservativo é fonte de uma falsa segurança, agravada pelo fato de confiar em uma manufatura. </p>
<p>Quando o presidente de Uganda deu luz verde à estratégia ABC (Abstinence, Be faithful, Condom) que se revelou muito eficaz em combater a epidemia da Aids e que logo foi tomada como modelo com igual êxito em outros países africanos, dizia coisas bastante similares ao que disse o cardeal: a vida não pode ser colocada em jogo confiando-a a uma fina capa de látex.</p>
<p>– Mas o preservativo serve ou não para deter a Aids? </p>
<p>– Puccetti: Não é fácil responder de forma taxativa, mas se tenho que dizer se o preservativo serve para deter a Aids nas epidemias generalizadas, a resposta que posso dar segundo o corpo de conhecimentos científicos disponíveis é “não”.</p>
<p>Para que pudesse funcionar, o homem deveria ser não muito diferente que um rato em uma jaula à qual antes de cada cópula alguém dosa o preservativo. Nesse caso, o preservativo poderia ser útil. </p>
<p>Mas como o homem não é um rato, não vive em jaulas e não há profissionais dispostos a dosar-lhe o preservativo, não há que surpreender-se de que a eficácia teórica não aconteça na vida real. </p>
<p>– Por que decidiram escrever um livro sobre este tema?</p>
<p>– Cavoni: Este livro nasce de uma triste constatação, a de que com frequência a informação fala de fatos que não conhece e, também, os deforma. É o que aconteceu durante a primeira visita do Papa à África em março deste ano. </p>
<p>O livro nasce desta tristeza e, também, da raiva de ver pisoteados os princípios fundamentais de uma correta informação. Ao mesmo tempo, parecia-nos necessário dar a conhecer ao público os fatos assim como sucederam e, de algum modo, abrir os olhos da opinião pública, de modo que não tome como ouro fino torpes instrumentalizações, perpetradas por motivos ideológicos, por superficialidades, ou por ambos fatores.</p>
<p>– Quais os argumentos para dizer que o Papa tinha razão?</p>
<p>– Puccetti: O livro está articulado em duas partes. Na primeira, reconstruiu-se com fidelidade absoluta o trabalho de descrição das declarações do Santo Padre; da leitura do livro se faz sumamente evidente a progressiva distorção da mensagem realizada com adendos, omissões, substituições. Logo, transcrevemos, como fazem vocês com as do cardeal Turkson, as palavras exatas do Papa ao jornalista francês que fez a pergunta sobre o preservativo. Na segunda parte do livro, resumimos o melhor que pudemos o panorama de conhecimento oferecido pela literatura científica internacional enquanto a aplicação clínica da prevenção mediante a promoção do uso do preservativo. </p>
<p>Dedicamos especial atenção aos números, porque consideramos que podem ser uma base de discussão compartilhada à margem da orientação religiosa. </p>
<p>Quando um interlocutor meu se mostra surpreso se declarações de eminentes cientistas confirmam o que diz o Papa, não posso senão deduzir disso o escasso conhecimento dos dados que no curso dos anos se sedimentaram e da amplitude das vozes que, em revistas internacionais como The Lancet ou o British Medical Journal, replicaram aos editoriais daquelas mesmas revistas.</p>
<p>– Por que tanto clamor pelas palavras do Papa e como se produziu a desinformação?</p>
<p>– Cavoni: Todos os maiores jornais nacionais e internacionais se lançaram, direta ou indiretamente, contra o pontífice, réu de ter dito que os preservativos não resolvem os problemas da África e sim, os agravam. As críticas se acentuaram logo no momento em que chegaram as observações, mais ferozes, por parte de vários expoentes de governos europeus e inclusive a resolução do Parlamento belga que pedia ao Papa que desmentisse o afirmado. </p>
<p>A questão é que quem toma posições tão fortes, se presume que saiba o que disse em verdade o Papa; e ao contrário não foi assim: todos falavam mas pouco haviam escutado. Tanto é assim que, em um segundo momento, muitos cientistas confirmaram os conceitos expressados por Bento XVI.</p>
<p>Temos de pensar que, para muitas pessoas, a primeira e única fonte de informação, ou de simples conhecimento da realidade circundante, está determinada por jornais e telejornais. Está vigente ainda, em suma, o clássico “foi dito no telejornal”, ou o “li no jornal”, e isto para confirmar a veracidade do que se soube.</p>
<p>Os meios de informação adquirem um princípio de autoridade potentíssimo. Se portanto as coisas, os fatos, as notícias apresentadas se baseiam em reconstruções parciais, o leitor receberá em presente uma leitura da realidade deformada, que não corresponde à verdade. Com esta técnica se pode inclusive criar uma realidade virtual paralela à real. </p>
<p>Se eu, devendo informar sobre as palavras do Papa, e comentá-las, não o escuto e não reproduzo corretamente, corro o risco de comentar algo que não se disse ou se disse de modo substancialmente diferente.</p>
<p>O problema das fontes jornalísticas, que devem ser acessíveis, etc, das que se fala tanto nestas semanas, não vale apenas, para as atas públicas das fiscalização, mas para o abc do jornalismo: ser testemunha de tudo o que se dispõe a descrever.</p>
<p>Não estamos falando de uma nebulosa objetividade, de imparcialidade; não, estamos falando do fato de que devo estar presente no cenário do fato que descrevo. E se isto não é possível, visto que no caso específico, não todos os jornalistas podem estar no séquito do pontífice, quando menos me permito voltar a escutar, palavra por palavra, o que de verdade disse o Papa e por que o disse. </p>
<p>Ao contrário, muitos se fiaram do que haviam ouvido dizer, de um primeiro texto, incorreto. O resto é história comum de desinformação.</p>
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		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-111347</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 04:26:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-111347</guid>
		<description>Desculpem mandar tão em cima da hora... 
Renato.


Queridos casais, a Paz!
 
Finalmente estamos conseguindo fazer com que os métodos sejam debatidos pelos parlamentares deste país!
 
Assim, dia 08 de outubro - 5a. feira agora, teremos um primeiro SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO FAMILIAR NATURAL aqui nesta Casa.
 
Estamos convocando todos, pois está muito em cima e precisamos encher o auditório para mostrar que este é um tema de interesse de todos.
 
Desta forma, preciso de sua ajuda para vir participar e trazer mais alguém (vó, primos, mães, tios, cachorro, gato...). Se precisar de uma declaração de comparecimento para seu trabalho, eu posso providenciar.
 
Se não puder vir mesmo, peça para alguém vir em seu nome, mas por favor, tente nos ajudar a divulgar.
 
Por fim, se for realmente impossível sua participação e a de mais alguém, por favor TRIPLIQUE SUAS ORAÇÕES para que possamos ser vitoriósos em mais esta batalha.
 
Por favor, me confirme se você poderá vir participar:
 
Câmara dos Deputados - 8 DE MAIO - 5a. feira - 8:00 ÀS 12:30 - Anexo II - Plenário 7 (Início 8:00 com a Santa Missa presidida pelo Pe. Eduardo Peters) - De repente, poderemos até almoçar juntos, que tal?
 
 
A Paz de Cristo e que a Sagrada Família rogue por todos nós!
Com carinho,
Susy e Marco
 
 
Programação provisória - Amanhã envio a definitiva:
 
SEMINÁRIO MÉTODOS DE AUTO-OBSERVAÇÃO


· MISSA = 8:00
- ABERTURA: 9h às 9h30

Deputada Elcione Barbalho, Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família - CSSF
Deputado Roberto Britto, Presidente da Comissão de Legislação Participativa
Deputado Dr. Talmir, Autor do Requerimento

· MESA: 9h30 às 12h30
Coordenador: Dep. Dr. Talmir

Palestrantes: Padre Eduardo Vinícius de Lima Peters
Presidente da Comissão Arquidiocesana de Bioética e Defesa da Vida

Susy dos Santos Gomes de Araújo
Coordenadora da Equipe Arquidiocesana de Métodos Naturais de Brasília

Marco Antônio Gonçalves de Araújo
Coordenador da Equipe Arquidiocesana de Métodos Naturais de Brasília

Representante da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB

Dra. Célia Maria Kals de Vasconcelos
Médica Geriatra, Ortomolecular e de Planejamento Familiar

Sra. Heloísa Pereira
Presidente da Confederação Nacional de Planejamento Natural da Família - Cenplafam</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem mandar tão em cima da hora&#8230;<br />
Renato.</p>
<p>Queridos casais, a Paz!</p>
<p>Finalmente estamos conseguindo fazer com que os métodos sejam debatidos pelos parlamentares deste país!</p>
<p>Assim, dia 08 de outubro &#8211; 5a. feira agora, teremos um primeiro SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO FAMILIAR NATURAL aqui nesta Casa.</p>
<p>Estamos convocando todos, pois está muito em cima e precisamos encher o auditório para mostrar que este é um tema de interesse de todos.</p>
<p>Desta forma, preciso de sua ajuda para vir participar e trazer mais alguém (vó, primos, mães, tios, cachorro, gato&#8230;). Se precisar de uma declaração de comparecimento para seu trabalho, eu posso providenciar.</p>
<p>Se não puder vir mesmo, peça para alguém vir em seu nome, mas por favor, tente nos ajudar a divulgar.</p>
<p>Por fim, se for realmente impossível sua participação e a de mais alguém, por favor TRIPLIQUE SUAS ORAÇÕES para que possamos ser vitoriósos em mais esta batalha.</p>
<p>Por favor, me confirme se você poderá vir participar:</p>
<p>Câmara dos Deputados &#8211; 8 DE MAIO &#8211; 5a. feira &#8211; 8:00 ÀS 12:30 &#8211; Anexo II &#8211; Plenário 7 (Início 8:00 com a Santa Missa presidida pelo Pe. Eduardo Peters) &#8211; De repente, poderemos até almoçar juntos, que tal?</p>
<p>A Paz de Cristo e que a Sagrada Família rogue por todos nós!<br />
Com carinho,<br />
Susy e Marco</p>
<p>Programação provisória &#8211; Amanhã envio a definitiva:</p>
<p>SEMINÁRIO MÉTODOS DE AUTO-OBSERVAÇÃO</p>
<p>· MISSA = 8:00<br />
- ABERTURA: 9h às 9h30</p>
<p>Deputada Elcione Barbalho, Presidente da Comissão de Seguridade Social e Família &#8211; CSSF<br />
Deputado Roberto Britto, Presidente da Comissão de Legislação Participativa<br />
Deputado Dr. Talmir, Autor do Requerimento</p>
<p>· MESA: 9h30 às 12h30<br />
Coordenador: Dep. Dr. Talmir</p>
<p>Palestrantes: Padre Eduardo Vinícius de Lima Peters<br />
Presidente da Comissão Arquidiocesana de Bioética e Defesa da Vida</p>
<p>Susy dos Santos Gomes de Araújo<br />
Coordenadora da Equipe Arquidiocesana de Métodos Naturais de Brasília</p>
<p>Marco Antônio Gonçalves de Araújo<br />
Coordenador da Equipe Arquidiocesana de Métodos Naturais de Brasília</p>
<p>Representante da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB</p>
<p>Dra. Célia Maria Kals de Vasconcelos<br />
Médica Geriatra, Ortomolecular e de Planejamento Familiar</p>
<p>Sra. Heloísa Pereira<br />
Presidente da Confederação Nacional de Planejamento Natural da Família &#8211; Cenplafam</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr Health</title>
		<link>http://papodehomem.com.br/como-prevenir-a-gravidez-com-mtodos-naturais-perigo/#comment-109805</link>
		<dc:creator>Dr Health</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 22:28:03 +0000</pubDate>
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		<description>http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/09/24/aids-vacina-na-tailandia-reduz-em-31-risco-do-contagio-por-hiv-767752459.asp

Mais um brilhante passo da ciência. Que essa discussão em breve se torne ultrapassada</description>
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<p>Mais um brilhante passo da ciência. Que essa discussão em breve se torne ultrapassada</p>
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