Há algumas semanas venho acompanhando diariamente o conteúdo publicado na PapodeHomem.
Desde a primeira leitura, a cada dia que passou fico mais envolvido com todos os assuntos abordados na revista. Então resolvi contribuir com o que posso para esse meio de informação e comunicação incrível que são os blogs.
Com muita satisfação, este é meu primeiro artigo para a PdH. Minha contribuição será relativa às questões ambientais… e aqui vem uma primeira ressalva: Se você espera ler palavras de ordem do tipo “salve as baleias, o mico-leão-dourado ou os gnus de Botsuana”, pode esquecer.
Claro que são questões importantes, entretanto, quando falamos em “Meio Ambiente” nos referimos a um assunto extremamente complexo e que envolve simplesmente toda a gama de profissionais existentes no planeta.
Se você acha que meio ambiente é só a “natureza intocada”, está muito mal-informado
Hoje apresentarei a vocês um artigo escrito sob o foco de um Engenheiro Civil, que atua na área ambiental, nascido e “vivido” numa grande metrópole. Um “urbanóide” por assim dizer. Essa é a primeira coisa que deve ser entendida: Quando falamos em meio ambiente estamos falando do ambiente em que vivemos e da nossa realidade, no meu caso, a metrópole.
Não faz sentido discutir sobre a floresta amazônica ou o arquipélago de Fernando de Noronha, pois antes de pensar em ajudar lá, a gente precisa se resolver na nossa própria casa, que por incrível que pareça, geralmente precisa de mais cuidados do que estes locais “abençoados” que ainda possuem um certo equilíbrio.
Pretendo esclarecer alguns conceitos e quem sabe quebrar certos dogmas relativos ao assunto em uma série de 10 artigos abordando o que eu e você podemos fazer pelo meio ambiente. Antes de iniciar essa série, vale a pena esclarecer mais duas coisas:
O que é um Engenheiro?
Funcionou? O crédito é nosso
Em linhas gerais é um cara que “faz a coisa funcionar” (apesar de eu conhecer muitos que sempre enfiam os pés pelas mãos… ossos do ofício). Dessa forma, teoricamente (e modéstia a parte) é um cara extremamente prático e criativo, que se mune dos conhecimentos e descobertas das ciências básicas (física, química, biologia, matemática, etc.) para resolver problemas reais e elaborar projetos funcionais.
Daí que vem a velha rixa entre engenheiros e arquitetos ou outros profissionais das ciências humanas. O que na minha opinião é uma tremenda bobagem, uma vez que ser engenheiro não deveria significar ser ortodoxo ou “quadradão” e sim “fazer a coisa funcionar”, não importa o quão complexa ou “viajada” ela seja. Infelizmente muitos de nós, engenheiros, seguem essa linha nerd, mas cada vez mais as novas cabeças que vão se formando estão conseguindo trabalhar com a multidisciplinaridade nas questões ambientais. Em outras palavras, é preciso ter o tal jogo-de-cintura.
O que diabos é meio ambiente?
Uma professora que tive na faculdade dizia que “não devemos proteger o meio ambiente e sim o ambiente por inteiro”. Trocadilho no mínimo estúpido, afinal “meio” não é no sentido fracionário e sim no sentido de grupo ou esfera.
Na verdade, “meio ambiente” pode até ser uma redundância, afinal as palavras “meio” e “ambiente” são sinônimas nesse sentido. De qualquer forma, o termo é utilizado para simplificar as coisas, pois, organizacionalmente, existe o Meio Antrópico (relativo ao homem), o Meio Biótico (relativo aos outros seres vivos) e o Meio Físico (relativo às características físicas de um local), sendo que o Meio Ambiente engloba os três “meios” anteriores.
Esclarecidos os conceitos básicos, vamos dar início à série.
1º MANDAMENTO: SEPARE O LIXO
O simples ato de jogar fora alguma coisa não é tão banal. Tal ato acarreta uma série de consequências benéficas ou maléficas dependendo da atenção que damos quando “jogamos fora”. Quando deixamos nosso lixo na porta de casa, inconscientemente assumimos que ali é o fim de tudo. Como se o caminhão de coleta o levasse para um buraco negro na via láctea e o lixo simplesmente desaparecesse. Não é bem assim que funciona. Aliás, é bem diferente.
Cerca de 40% a 50% (em massa) do lixo doméstico produzido nas grandes cidades é constituído por materiais recicláveis. Claro que isso é uma simplificação grosseira, uma vez que a característica do lixo doméstico varia de cidade para cidade, faixa de renda e condição sócio-cultural. Mas de qualquer forma, essa aproximação pode ser feita.
A destinação final dos resíduos no Brasil não é das melhores. Na maioria dos casos a disposição é feita nos chamados lixões, que nada mais são do que grandes áreas onde se coloca o lixo e às vezes cobre-se com uma pequena camada de terra.
Lixões são verdadeiros “cânceres urbanos”, pois aos poucos vão degradando tudo ao seu redor. São cenários que atraem vetores de doenças (humanos, insetos, ratos e outros animais), poluem o ar, o solo, águas subterrâneas e superficiais, além do péssimo impacto visual, que invariavelmente desvalorizará terrenos e atrairá toda espécie de gente miserável que tentará sobreviver catando restos no meio do lixo. Atividade extremamente perigosa.
Lixão x Aterro Sanitário
A alternativa a isso comumente utilizada é a disposição em aterros sanitários. Geralmente as pessoas se referem a todos os locais onde se dispõe o lixo como “lixão”, mas há uma diferença gigantesca entre um lixão e um aterro sanitário.
Basicamente, um aterro sanitário é um empreendimento dotado de impermeabilização do solo, compactação dos resíduos dispostos, drenagem e tratamento dos efluentes e gases gerados, dispositivos de proteção ambiental que impossibilitem a contaminação da região e permitem o monitoramento ambiental, além de vigilância e cercamento.
Isso é um lixão
Existem outras tecnologias para disposição de resíduos domésticos utilizadas na Europa, Ásia e América do Norte, entretanto de elevado custo e muitas vezes de difícil aplicação no Brasil devido às condições climáticas. Não quero discutir sobre esse assunto, pois é extremamente polêmico no meio. Fica para uma outra vez.
Isso é um aterro sanitário
Vamos supor que todos os habitantes de uma cidade separassem o seu lixo reciclável do não-reciclável. Se o aterro sanitário dessa cidade foi projetado para durar 15 anos, se houvesse a separação e os resíduos recicláveis deixassem de ir para o aterro, a vida útil deste no mínimo dobraria para 30 anos, pois os resíduos recicláveis são, além de tudo, mais volumosos e de difícil compactação no aterro sanitário.
Quanto antes um aterro sanitário se esgotar, pior é para as prefeituras e para a sociedade em geral, pois o lixo tem de ser levado para aterros cada vez mais distantes e os custos com transporte oneram absurdamente o serviço de limpeza pública. É uma bola de neve. Se o custo com limpeza pública aumenta, de algum lugar o dinheiro será retirado para bancar esse prejuízo.
Não entrarei no mérito da arrecadação das prefeituras, pois não é o mote da nossa discussão, mas de algum lugar a verba será desviada para a limpeza pública, pois é uma questão prioritária de saneamento… de onde você prefere tirar a grana? Educação? Saúde?
E aí? Vamos separar o lixo?
Eu sugiro que o lixo seja separado em dois tipos: recicláveis e não-recicláveis. Esse papo de ter quatro ou cinco recipientes para separar o lixo em tipos de materiais é balela, pois além ser necessária uma cozinha enorme, na maioria das vezes seu trabalho será todo perdido, pois a coleta dos recicláveis é feita de uma só vez e o lixo acaba sendo todo misturado e separado posteriormente nas cooperativas de reciclagem.
Como saber se é reciclável ou não? Algumas embalagens possuem o selo indicativo de material reciclável, mas outras não. Pense da seguinte forma: tudo o que é seco provavelmente é reciclável e tudo que é úmido provavelmente é orgânico.
Separe o lixo dessa forma, em seco e úmido, assim você só precisará de dois recipientes na sua casa. Quando for separar embalagens de alimentos, cuide para que os restos não contaminem o restante do lixo reciclável, pois se isso acontecer, já era: o que era reciclável ficou contaminado e deixou de ser. Vale a pena passar uma água rápida para tirar os excessos de alimentos que ficam impregnados nessas embalagens.
Símbolo de material reciclável
E agora? O que fazer com o lixo separado? Acesse o site da prefeitura da sua cidade e tente entrar em contato com a Secretaria de Limpeza Pública. Se não houver essa Secretaria, tente a de Urbanismo. Informe-se se existe a coleta seletiva na sua cidade e quais os locais, dias e horários que o caminhão passa.
Se não houver a coleta seletiva, pode ser que dê mais trabalho. Pesquise as escolas, shoppings e supermercados que recebem esses materiais, ou mesmo as cooperativas de reciclagem. No site do CEMPRE, há mais informações sobre essas cooperativas.
Para quem mora na cidade de São Paulo, sugiro que entrem em contato com as empresas LOGA, que é a responsável pela coleta de lixo nas zonas Oeste e Norte, ou com a ECOURBIS, que é responsável pela coleta nas zonas Leste e Sul. No site deles há informações sobre a coleta seletiva na cidade.
No próximo artigo tem mais, pessoal.
Thiago Oshiro Campi é Engenheiro Civil formado pela UNICAMP, atualmente a serviço do Governo do Estado de São Paulo, atuando na área ambiental. Além disso é guitarrista de carteirinha com Heavy Metal nas veias.
Thiago Oshiro Campi é Engenheiro Civil formado pela UNICAMP, atualmente a serviço do Governo do Estado de São Paulo, atuando na área ambiental. Além disso é guitarrista de carteirinha com Heavy Metal nas veias.
Outros artigos escritos por Thiago Oshiro Campi






Muito bom. São estas questões práticas que podem resolver os problemas mais cabeludos, como os lixões.
Eu quero ver quando a conversa descambar para o Desenvolvimento Sustentável, conceito genial mas de aplicação polêmica.
Ótimo artigo!
Thiago, mito didático seu texto, com certeza esclareceu vários conceitos para mim à respeito do meio ambiente(que não é só a floresta =P) e sobre o que podemos fazer à respeito.
Uma coisa que meu pai sempre me disse é que a indústria do lixo ainda vai ser uma das maiores e mais lucrativas do mundo. Não duvido.
Separar o lixo ainda não é realidade aqui, até porque as prefeituras parecem não dar apoio nem incentivar a prática. Acabamos perdidos, tipo “separei o lixo, e agora?”.
Fico no aguardo do próximo!
Eu também estou no aguardo do próximo.
Excelente texto! É por causa desse tipo de contribuição que acesso o PdH todos os dias!
Muito legal o texto. Aqui em casa a gente recicla. Faz uns anos passava um caminhão de reciclagem aqui na porta, mas agora não mais. Moro no RJ. O Cezar Maia é doido, mas fez dois eco-pontos bem pertinho da gente, onde antes eram lixões perfeitos para a proliferação de ratos e doenças. Mantém tudo lindinho, limpinho, com um funcionário da comlurb respónsável pelo local. Pra lá a gente encaminha as pets e embalagens longa vida além do jornal, que não usa para as gatas… risos. O lixo orgânico minha mãe joga num cantinho do quintal, ali ela joga as cascas de legumes, verduras e frutas, eventualmente revolve e aquela terra fica perfeita para adubo. Eu nunca me imaginei fazendo parte de um greenpeace da vida, mas acho que é responsabilidade de cada um não emporcalhar a cidade. Separar e jogar o lixo no lugar certo.
Adorei o texto Thiago, que venha o próximo!
Gostei da definição de engenheiro e dos que metem os pés pelas mãos. huauhhuaua
E notei que se a galera se juntar cada um precisa fazer muito menos.
[...] Como preservar o Meio Ambiente sem frescuras [...]
Ótimo artigo e parabéns pela iniciativa!
A coleta seletiva num país que pouco se preocupa com a educação ambiental dentro das escolas é extremamente difícil de ser cobrada da população. Porém, pessoas como nós, que têm acesso à informação, deveriam agir conscientemente e ter a iniciativa de praticar isso. É tudo tão simples!
Thiago, um grande movimento, chamado de Blog Action Day, está mobilizando blogs do mundo inteiro a publicarem um artigo sobre meio ambiente no dia 15 de Outubro. Convido você, os colaboradores, leitores e “gerentes” da PdH a participarem dele. Já que você publicará uma série de artigos sobre meio ambiente, você poderia se colocar a disposição para publicar a sua contribuição para esse movimento.
Ótima abordagem sobre um assunto importante, mas desgastado por alguns ecochatos.
Nada como a objetividade de um engenheiro para colocar as coisas nos seus devidos lugares.
E que venha o próximo!
Pessoas, em primeiro lugar muitíssimo obrigado pelos elogios. Hoje consegui sentir na pele aquilo que todas as pessoas que escrevem dizem: “Não há nada mais gratificante do que receber o retorno de quem nos lê”.
Em segundo lugar, desculpem pela demora em responder os comentários. Fiquei “offline” no feriado e fim de semana.
Agora sim, respondendo e comentando algumas coisas:
DIEGO: Realmente o tal “desenvolvimento sustentável” é uma questão polêmica. Muitas pessoas acreditam que é possível, outras não acreditam. Particularmente, eu acho uma idéia utópica, mas uma utopia daquelas que devemos sempre buscar estar o mais próximo possível dela. Particularmente, aquela história de “desenvolvimento zero” eu abomino, mesmo porque se acontecesse, minha profissão deixaria de ter utilidade. Acho que devemos agir sempre buscando maneiras não agressivas ambientalmente de desenvolvimento (isso inclui o meio urbano). Impossível? Pode ser… mas a cada dia que passa, novas tecnologias surgem para ao menos minimizar os impactos negativos ao meio ambiente. Outras surgem para recuperar áreas anteriormente degradas, enfim… deve-se sempre buscar o equilíbrio entre o tripé economia, sociedade e meio ambiente, mesmo que na prática atingir 100% dessa meta não seja possível.
GUILHERME: Seu pai é um sábio!!! rs.. Se ele não trabalha na área então, ele é um visionário, pois ele tem toda razão sobre a lucratividade com o lixo. Na verdade, esse setor não será um dos mais lucrativos do mundo. Já é assim. Existem “mega” empresas nacionais e internacionais investindo na coleta e disposição de resíduos por todo o país e eles parecem estar muito bem. SInceramente, se eu tivesse duas opções: ganhar na mega sena acumulada ou ganhar um grande aterro sanitário de presente, sem sombra de dúvida eu optaria pelo aterro.
JOIR E RODRIGO: Fico muito feliz com os elogios. Obrigado!
B.: Eu não conheço muito bem a situação na cidade do Rio, mas sei que o lixo doméstico vai para um aterro sanitário no município de Itaboraí. Acontece que o tal aterro é mal operado e funciona praticamente como um lixão… Corre na boca pequena que um novo projeto de aterro sanitário está em desenvolvimento e será implantando em breve (poucos anos). Parece que esse vai ser “quente”! Vamos torcer para que seja.
O lance que sua mãe faz com o lixo orgânico é um passo além do que estamos discutindo! Meus parabéns!!! Utilizar o potencial nutritivo desse resíduo é no mínimo muito inteligente!
Não entrarei na questão da compostagem, pois isso mereceria outro artigo, mas o que sua mãe faz é um princípio de compostagem. Excelente!
Sobre a responsabilidade de cada um de nós com relação ao nosso lixo, é bom que quem ainda não começou a praticar esse tipo de coisa comece logo, pois não está longe o dia em que todos deveremos pagar pela quantidade de lixo gerada. Isso mesmo. Em São Paulo, a administração municipal anterior implantou a taxa do lixo, que foi muito criticada. Hoje a taxa não existe mais e todos podem jogar no lixo o que bem entender e sem nenhum critério. Tenho esperança de que um dia ela volte e ao comprarmos uma televisão deixaremos toda a embalagem na loja e levaremos o produto em baixo do braço para casa para que não paguemos pelo lixo inútil.
EAGLE: Infelizmente tá cheio de engenheiro “bundão” por aí…rs… Quase máquinas de calcular que respiram! Esses acabam enfiando os pés pelas mãos devido à falta de criatividade, dificuldade de expressão, comunicação, etc. Mas a cada dia existem menos desses.
CADU: Pode contar comigo. Conversarei com o Guilherme e no dia 15 de outubro seria uma grande alegria contribuir com o movimento. Obrigado pela dica!
E aí Guilherme? Vamos entrar nessa?
Abraço a todos vocês!
Thiago
el_poland
Os tais “ecochatos” realmente as vezes atrapalham a funcionalidade das coisas e servem como marionetes para atender a certos interesses particulares. Digamos que alguns grupos se aproveitam da “paixão religiosa” que eles tem para manipulá-los a seu favor…
De qualquer forma eles são atores da sociedade com quem temos de lidar. Faz parte…
Abraço
Thiago
Cadu, curti a sugestão do Blog Action Day, ainda não estava sabendo disso. Thiago, pode preparar o artigo pro dia 15 que já vou deixar a data reservada aqui na PdH. Abração, cara.
Ótimo texto, prático e direto. Como os engenheiros devem ser!
É uma pena que a coleta normal de lixo não lide com essas separações onde moro. (BH, MG)
Eu tenho uma dúvida que gostaria de apresentar.
Eu costumo guardar o óleo de cozinha usado em um garrafão, ainda não enchi um, mas nem sei o que fazer com ele quando o encher. Se colocar no lixo, considero improvável que os caminhões o separem. Seria o caso análogo ao exposto nesse artigo?
GUILHERME: Prepararei algo especial.
HARÓCULO: Ótima pergunta. Só não sei se consigo te dar uma ótima resposta, afinal muitas coisas aqui no Brasil são muito capengas no que diz respeito aos resíduos sólidos urbanos. O grupo Pão de Açucar coleta o óleo usado. Tente encontrar informações sobre a coleta em BH. Aqui em Sampa existem 9 postos de coleta.
Procure no google por “coleta de óleo de cozinha em BH”. Veja o que aparece, pois existem ONGs que trabalham com isso também.
Se você não conseguir absolutamente nada, vou te dar uma sugestão, mas isso é totalmente pessoal e muito polêmico: Guarde o óleo usado em garrafas PET e jogue no lixo comum (jamais no reciclável). Esse óleo será destinado ao aterro sanitário, o que na minha opinião é muito melhor do que ir para a rede de esgoto, que é o que acontece quando se joga o óleo pelo ralo da pia. O custo de tratamento do esgoto contaminado por óleo é extremamente caro e de difícil execução.
Mas que fique bem claro: Dê a prioridade para encaminhar esse óleo para pontos de coleta, ok?
Um abração
Thiago
Trabalho na área de reciclagem, recuperando materiais de aterro sanitario e transformando-os em matéria prima para industria de: embalagem, brinquedo, cordas, tubos de esgoto e tantas outras mais, mas o setor ainda precisa de muito incentivo por parte do governo e da sociedade que nem essa simples separaçao consegue fazer. Por necessitar de de uma triagem muito complexa: cor, tipo de material (existem plasticos que ainda náo sao reciclaveis) gasta-se muito com mäo de obra. Recupero em media 120 ton. deste material por mës e ainda sou considerado uma empresa poluidora. Além disto o lixo brasileiro é considerado produto, ou seja, o que foi jogado fora que já foi tributado quando produzido, é
tributado novamente quando ainda é lixo, além disso náo temos nenhum representante no
congresso que defenda este setor. Prefiro Ganhar na mega sena acumulada!!!!!!
Liberio, agora confesso que fiquei surpreso. Nunca tinha ouvido falar que lixo era tributado como produto, isso não faz sentido, é um contra-senso que desestimula toda a indústria da reciclagem, ao menos é o que me parece.
Vocês estão precisando de um lobista no nosso belo senado…
Sabe Libério, eu entendo seu “drama” e conheço de velho essa reclamação do pessoal que trabalha com triagem e processamento de resíduos recicláveis. Também sou da opinião que rola uma dupla tributação nesse sentido e esse assunto pelo que fiquei sabendo está esquentando bem os debates para elaboração da Política Estadual de Resíduos de São Paulo, que sairá em breve.
Sendo assim, por um lado tem a dupla tributação que é algo realmente esquisito à primeira vista. Agora, por outro lado tem aquilo a que o Guilherme se referiu sobre a “indústria da reciclagem”, assunto que têm objetivos distorcidos na minha humilde opinião. Na verdade a reciclagem para mim deveria ser a ultima alternativa no gerenciamento de resíduos. Meu artigo para o dia 15 de outubro (Blog Action Day) tratará extamente sobre isso, mas já adianto meu ponto de vista: No meu modo de entender, a reciclagem se tornou a desculpa que perdôa todos os nosso “pecados consumistas”. Ela alivia o peso na consciência dos cidadãos, que simplesmente e inconscientemente raciocinam que podem consumir desenbestadamente, que o meio ambiente estará “salvo” pela reciclagem. Para os católicos é como se confessar e comungar… vc pode pecar a vontade, depois é só contar tudo para o padre e comungar que tá tudo certo! Conveniente não? Recilcar também se tornou muito conveniente nesse sentido, entretanto o custo socioambiental da reciclagem é algo que ninguém nunca leva em consideração. Essa história de tentar resolver os problemas sociais do país com a catação de lixo é um absurdo por exemplo! É muito cômodo politicamente falando considerar cada morador de rua como um catador em potnecial, mas não há sustentabilidade há longo prazo. É no mínimo ridiculo, pois isso não resolve nem de longe nossa condição de país pobre e provavelmente só nos degradará mais socialmente (vide a India, onde cada habitante é um catador de lixo, cujas condições de trabalho e o contexto que se criou degradaram demais o meio ambiente urbano).
Outra coisa: até que ponto compensa a reciclagem? Qual o momento que ela deixa de ser viável e torna-se uma “forçassão” de barra? Quanto de recursos economicos, humanos e ambientais são gastos para promovê-la? É pensando nisso que talvez a tributação dos resíduos como matéria-prima possa fazer algum sentido e o tal “Incentivo” à reciclagem não deva ocorrer. Um colega daqui foi fazer um trabalho na Alemanha, no Estado da Baviera e levou um tubo de instalação hidráulica e uma camiseta feitos a partir da reciclagem de PET. Riram na cara dele. Como disse, os custos envolvidos na produção desses produtos não são nada viáveis, nem ambiental nem economicamente. É muito “bonitinho”, mas não é muito inteligente fazer esse tipo de coisa em larga escala. Precisamos cair na real: Não há demanda para a reciclagem da oferta de materiais recicláveis produzidos pela nossa sociedade. Nosso consumo é equivocado e ponto! Sabe o que se faz lá na Baviera (e em muitas cidades do mundo)? Simplesmente incinera-se o excedente dos recicláveis e produz-se energia. As tecnologias de incineração atuais permitem que ela seja “limpa”.
Não sei. Não tenho uma opinião engessada sobre isso, mas só quis deixar aqui outro ponto de vista, diferente do seu, que está diretamente ligado aos interesses da “indústria da reciclagem”. Nada pessoal heim, amigo? Só gosto de deixar os vários pontos de vista expostos aos leitores.
Espero ter deixado mais dúvidas e motivos para refletir à vocês…rs
Um abraço
Thiago
Em Brasília, não serve de nada o trabalho de separar o lixo.
Até uns anos atrás a população da cidade separava. A campanha na televisão envolveu a todos e a coleta seletiva funcionava de verdade. Todos sabiam de cabeça os dias em que o caminhão recolhia o lixo seco e os dias em que recolhia o lixo orgânico. Todos tinham duas latas de lixo separadas em casa. Uma para cada tipo de lixo.
Só que a demência da guerra entre PT e PMDF no DF acaba com tudo isso. Os projetos de um governo que prestam, quando o outro partido assume o poder, são extintos. E assim foi com a coleta seletiva de lixo. Com a alternância do poder o projeto, que era excelente, foi extinto.
Hoje, em Brasília, de nada adianta o cidadão separar o lixo, pois lixo seco e orgânico são recolhidos juntos e vão juntos para o lixão. Lá sim são separados pelos catadores.
Cathalá, é uma pena mesmo que a inveja política e a politicagem, que faz com que alguém simplesmente descaracterize o trabalho do governante anterior exista. Simplesmente “brincam” com questões de saúde pública e desenvolvimento urbano por pura vaidade…
Veja você que a capital do nosso país não tem uma gestão adequada do lixo…isso é uma vergonha! Temos que nos envergonhar sim e deveríamos nos revoltar…mas poucos se revoltam ou sabem do que acontece sobre essas questões importanes para a qualidade de vida.
Agora um desabafo: Enquanto a nossa classe média (que é a única classe que teria o “poder” para reverter certas situações e acabar com os vícios políticos do nosso pais) achar que vive na Bélgica, nada sairá do lugar. Essa percepção de que vivemos com qualidade, nos anestesia e nos impede de sermos críticos, de votarmos com mais consciência… Sabe? Não é porque no condomínio em que moramos tem “espaço gourmet” ou “fitness” (baitolagem forte), ou porque frequentamos bom restaurantes ou bebemos bons vinhos que devemos achar que nossas vidas são incríveis. Essas coisas anestesiam a gente e impedem que enxerguemos certas coisas…
Até e-mail dá pra mandar para os deputados e senadores!!! Quase ninguém faz isso…e acha piegas quem faz…
Por isso que temos como deputados bem votados “celebridades” que não entendem absolutamente nada sobre o papel que terão que desempenhar na câmara.
Sabe? No fundo temos o que merecemos e a culpa é toda nossa! É uma questão de causa e conseqüência.
Voltando ao caso do lixo, a alternativa para quem quiser exercer a cidadania (mesmo que o governo não colabore) é buscar ONGs que coletam ou recebem os resíduos recicláveis… Faça uma busca no google. Com certeza encontrará.
Boa sorte!
Thiago
CATHALÁ,
É uma pena que na capital do nosso país vaidades politicas tenham desvirtuado os indícios de gestão correta do lixo urbano. Na verdade é uma vergonha…
No fundo a culpa é nossa. QUando digo “nossa” me refiro à classe média, que é quem teria algum poder para modificar certos vícios políticos como esse de descaracterizar as conquistas do anterior. Achamos que vivemos na Bélgica. Nos nossos condomínios agora têm “espaço gourmet”, “fitness” e o nome do predinho é alguma coisa “Tower” ou sei lá o que “Boulevard”. Nada mais baitola e ridiculo… No fundo é um belo de um pombal. Vendem certas coisas pra gente como se o fosse o máximo. Vai ver se em Munique vivem assim. Essas coisas anestesiam e faz com que não pensemos nas questões prioritárias. Por isso que certas “celebridades” são as mais votadas nas eleições para a câmara dos deputados, mesmo que não façam a mínima idéia de qual o papel deles lá…
No fundo somos muito mal representados e a culpa é nossa sim. Enquanto não acordarmos para a realidade de que nenhuma técnica funciona sem a ética na política… a coisa não anda.
Enquanto isso, para quem quiser exercer a cidadania, mesmo sem o apoio do governo, tente encontrar ONGs que coletam ou recebem os resíduos recicláveis. Faça uma busca no google…com certeza encontrará.
Um abraço
Thiago
Pessoas, desculpem-me. Pensei ter perdido o primeiro comentário e acabei escrevendo outro…por isso o conteúdo semelhante.
Thiago
[...] assunto está intimamente relacionado ao tema segregação do lixo, mas sob um olhar mais profundo, negando certos conceitos que temos como ideais e propondo metas a [...]
[...] Revista Papo de Homem - Como preservar o meio ambiente sem frescuras [...]
[...] Se você quiser saber mais sobre o assunto, o Thiago Oshiro Campi está publicando uma série muito interessante sobre como preservar o meio ambiente sem frescuras. [...]
[...] 2) A terceira vem do Papo de Homem com o artigo “Como preservar o meio ambiente sem frescuras” [...]
Gostei muito do texto, ele é bastante informativo. Se possível, gostaria que me enviassem outros textos que abordem a questão ambiental.
Mabenne, como mencionei a idéia é fazer uma série de 10 artigos sobre esse tema. Já estamos no terceiro e em breve sairá o quarto. Sugiro que acompanhe a PdH que periodicamente os artigos serão publicados, ok?
Links para os outros dois artigos:
http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras-ii/
http://papodehomem.com.br/como-preservar-o-meio-ambiente-sem-frescuras-parte-iii/
Um abraço
Thiago
[...] de qualquer coisa neste segundo artigo sobre como preservar o meio ambiente sem frescuras, gostaria de humildemente pedir licença aos colegas ecologistas, biólogos e químicos por meter [...]
vai arrumar o q fazert bandoe de rurais
Sim, vamos sim. Talvez elaborar um curso de gramática/digitação/redação para que pessoas como você se façam entender quando escrevem.
eu tenho me preocupado com relação a questão ambietal ,particulamente com aquestão do lixo urbano, pessoas
são desenformanda como deve evitar pra nao torna as cidades no vedadeiro lixão ,o uso desenhefreiado de matarial descartavel
e muito grande ,principalmente prasticos.
deveria os orgaõ competentes faser campanhas direta aos grandes e pequenos estapelicimentos comercias pro menos usso desses materias ,da ideias de sacolas retornaves ,o usso de materias retornaves e vitaria muto os alagametos nas grades cidades ,pos todos sabemos que o lixo que entope os esgotos e os descartaves ea chuva ela não e culpada dessesas grandes enchentes .bom parebens pelo conteudo escrito !!!
[...] Ajude 1 Ajude 2 Ajude 3 Ajude 4 [...]
Bem , já faço aminha parte há 21 anos, sou Bióloga por convicção, na época que escolhi Biologia, não tinha todo este interesse nas questões ambientais.Eu ecolhi por amar as plantas, os bichos e outros seres invisíveis, que não tinha nínguem para defendê-los, então resolvi encarar esta missão. Hoje trabalho em um parque Natural municipal, com Educação Ambiental, recebemos Escolas, comunidades, damos Oficinas de Jardinagem, temos um viveiro de mudas naivas, as quais distribuímos gratuitamente para que quizer plantar, e fazemos reflorestamento no parque em áreas degradadas pela ação dos homens. É um trabalho árduo e contínuo, conscientizar as pessoas que já tem uma história de consumismo, de descaso com o ambiente é muito díficil, mas não é impossível. Sei disso pois tmbém sou sídica em meu prédio, custei implantar a coleta seletiva num prédio de 12 apartamentos, foi duro, mas consegui, hoje sutentamos um catador há mais de 4 anos, uma vitória. Hoje estamos num caminho sem volta, ontem já é tarde demais. Temos que unir nossas forças e procurar fazer o melhor possível dentro de nosso lar, separando lixo, evitando o desperdício de água, plantando árvores. Imaginem se cada ser humano plantasse uma árvore por dia, seriam 6,5 bilhões de árvores plantadas, mas se vc acha que seu amigo ou vizinho não vai plantar plante por eles, e cuide dela, por um ano mais ou menos. Vamos participar de ONG’s que possuem um trabalho sério, criar grupos independentes em nossa comunidade, trabalho, enfim , não vamos ficar parados! Para reflexão: “Deus dorme nos minerais, sonha nas plantas e vive nos homens” Pensamento Hindu e outro: “O amor e o respeito ao ambiente vêm logo após o conhecimento do mesmo, após a consciência de ser parte dele, Um ambiente saudável é fruto de uma consciência clarificada” Rosa Maria Ferreira - Bióloga - BH
Enfim, a natureza oferece um sem número de possibilidades. Quem sabe observá-la e tem imaginaçãonunca cansará de maravirlhar-se diante dela.Sempre descobrirá, coisas novas e surpreedentes, Aprenderá a deleitar-se com ela, e principalmente a respeitá-la. Carmem Lúcia Reis
A Preservação Ambiental” trata-se de uma pesquisa que envolve questões diversas, como conscientização sobre a natureza, manutenção dos recursos naturais e melhoria da qualidade de vida nas cidades, fala de alguns problemas e procura soluções para questões simples como o que fazer para reduzir o lixo que vem se acumulando no planeta e degradando o meio ambiente. O objetivo é a conscientização de todos sobre a grande importância da colaboração, pois, a comunidade não é bem informada e necessita abrir os olhos. Além de procurar desenvolver na população uma consciência preocupada com o meio ambiente e com os problemas que lhe são associados na busca de soluções.
Pretendo mostrar que a questão da preservação deve estar embutida na Educação ambiental que, por sua vez, tem de estar além das paredes da escola. A pesquisa inicia-se mostrando como o homem começou a destruir o ambiente e, continua falando sobre o buraco na camada de ozônio, as causas das alterações climáticas, porque existem quilômetros e quilômetros de terra que se encontram em franco processo de desertificação e explora o significado de desenvolvimento sustentável. A pesquisa está fundamentada nos aspectos ambientais contemporâneos, recorrendo-se a referências bibliográficas, através da observação.
Conclui-se que, a Preservação ambiental trabalhada de maneira correta nas escolas e com a noção de que não deva ficar restrita apenas ao meio ambiente escolar, estendendo-se às ruas, poderia contribuir em muito para recuperar e preservar os recursos naturais e melhorar a qualidade de vida da população
Ãh? Qual o “link” desse comentário?
eu queria que todos se conscientizacem sobre isso,pois de que adianta ter toda esse tecnologia,ter toda essa mordomia se daqui a uns anos nos teriamos que pagar por tudo isso mas de uma forma tao brusca…mas infelismente as pessoas so pensam em ganancia,so pensaam em dinheiro,dinheiro e mais dinheiro…!
Gostei, o texto é claro. Mas gostaria que fosse mais sucinto, trabalho compessoas surdas, e textos longos são desestimulantes para a leitura deles.
eu queria saber como fazer um texto sobre o meio ambiente
para podermos viver precisamos preservar o meio ambientenao queimar as arvores enao queimar as plantastutujgjuguigtuugutufjhfufgutigutuigiutuigiutuigutugutugitigutugutguguuitugturufutodoeuhjcherujd jud nfurt vurjhngf ghv tuvujg fgufuivg rtutib tfguig ntg tjitutg gjgjtguj fjfgjut fnrufn ftuigjgjg fgujgtjtgit fgituitjvnjf fjgfugtfjvj fjtfgjfjg fjffjvjfgf futujfuru tututgjugjrjv ejeuskw prem tjjjkirvjghvjnurjctrkbunvjtj g gkjgjbgjgjjgkigkjggyigugtjtiugjgjjnbugjghfugjgvujg gjtjfjvjgjjgjjgjvjjtgjgjfjjnfjjtjgfugjgjutjguhehgynbujh furfherngjrenguhrugtjitjiuhurhgujhiyjhijioh ngnjtuihnmujhnmjyimgitjmgjynhjymhojinmkyihjuthujiythkiytkhoitkjhujhoikihgktiokhiktihyjhoyhn
Betânia,
Infelizmente o artigo não foi escrito especificamente para as pessoas com quem você trabalha. Nunca pensei nisso. De qualquer forma, existem cartilhas cheias de figuras com textos bem curtos. Eu tenho algumas e se quiser posso te enviar. São um tanto quanto infantis, mas de repente podem ajudar. Me escreva.
Priscila,
Para fazer um bom texto sobre “meio-ambiente” precisa de duas coisas:
1-Saber escrever
2-Entender do assunto do qual se pretende escrever.
Apesar disso é meio pretensioso querer escrever sobre “meio-ambiente”, pois o tema é extremamente amplo. Por isso que essa artigo que você leu, só trata do problema do lixo e também por isso que a proposta da série é escrever 10 artigos.
Junior,
Ainda não terminamos nosso curso de marciano avançado, então traduza para nós, por favor.
Mto bom gostei…
bjuxXx……..
Adorei seu texto….que pena que não é todo mundo que para pra ler um texto do meio ambiente.
mas fico muito bom!!!!!
bjosss
Luciane, muito obrigado.
Não são todos que lêem sobre esse tipo de tema (assim como outros temas inteligentes) porque poucas pessoas tem tutano suficiente para entender, debater e acrescentar algo útil. A maioria das pessoas vive apenas para cumprir tabela e para “o mundo” não faz diferença a passagem delas por aqui. Mas para quem pretende construir algo útil e fazer acontecer, assim como você, que faça bom proveito! Fico muito feliz que tenha gostado!
sua matéria foi ótima….
aguardo a proxíma.
prersevem a natureza pois sem ela naum vivimos!!!
seu texto me salvo na aula d geografia!!
puta ki pariu!
adorei essa sua iniciativa,de fazer a sua parte não pra mudar o mundo,mais pra comesar a fazer a primeira parte…
li,e fiz propaganda…
parabéns por fazer a sua parte…
Beatriz, muito obrigado pela propaganda e por ter gostado do texto!
Um abraço
Thiago
eu achei otimo ,pois nos devemos preservar
muito bom mesmo,deveriamos todos concientizar e fazer com que o lixo seja mesmo separado e reciclavel, assim preservamos a natureza e ela agradeçe.
besta
É por exisitirem pessoas como você, Caronline, que estamos nessa merda. Só me tranquilizo por saber que vocês estão se extinguindo e da sua “espécie” eu não tenho nenhuma dó.
~>muito bom preservar o meio ambiente e legal faço parte dos agentes ambientas e gostaria de participar de mais como os multiplicadores ambientais eu ja obs os seus trabalhos muito importante gostaria que todas as pessoas fossem mais cuidadosas<~
ja passei mas nao morri e nem quero ser ipocrito com assuntos de meio ambiente gosto muito do meio ambiente eu adoro preservalo e muito fantastico nao e enconveniente a\a minha pessoa que otimo que hoje posso de ser iisso a todos ou a todas.
É isso mesmo o meio ambiente deve ser respeitado,e preservado por inteiro!
BJS
temos q ter consiencia de reciclar
oq eu aprendi bastante
Parabéns Thiago, excelente artigo.
Vou ler os outros agora.