Já pensou em se tornar um investidor imobiliário? Possuir um ou mais imóveis que lhe rendam dinheiro todos os meses? Isso não só é possível, como também é muito fácil.
Não vou perder meu tempo tentando convencê-lo de que os imóveis são o melhor investimento que existe, simplesmente porque acredito que a riqueza se adquire com três classes de ativos: imóveis, ações e negócios. Invisto ativamente nos três, então sei bem do que estou falando. Mas hoje, vamos nos concentrar nos imóveis.
O professor é brabo e sabe o que diz. Senta a bunda, aspira.
Existem algumas poucas fórmulas que permitem a você adquirir imóveis para viver do rendimento de aluguéis. A grande maioria das pessoas utiliza duas delas:
- Poupar até juntar o dinheiro necessário: descrita pelos “especialistas” como a forma mais barata de adquirir seus imóveis, tem o grande inconveniente de você precisar esperar diversos anos até juntar o dinheiro necessário, isso se você conseguir ficar esse tempo todo sem gastar o dinheiro que está tentando economizar.
- Fazer um financiamento: os mesmos “especialistas” dizem que através desta fórmula você conseguirá possuir algum imóvel, mas que no final ele terá custado três ou quatro vezes mais do que realmente vale.
Então concluimos que os “especialistas” lhe dão duas opções e afirmam que ambas são ineficientes.
Por isso que hoje vou ensiná-lo a:
Fórmula Dr. Money de Investimento Imobiliário
Esta fórmula é bastante simples e existe um excelente motivo para tal simplicidade. Você já notou que a grande maioria das pessoas ricas que conhecemos parecem ser bastante comuns? Digo, comuns no sentido de não parecerem muito mais inteligentes que você. E essas pessoas ricas são realmente comuns, por isso que dependem de formas simples e automáticas para atingir a riqueza, para que mesmo não sendo muito inteligentes possam enriquecer.
Vamos à prática.
Como adquirir imóveis de forma segura, garantida, rápida e barata?
Resposta em apenas uma frase: através de consórcios imobiliários.
Para a explicação completa, siga lendo… É tão simples que até mesmo você vai conseguir entender.
O consórcio imobiliário certo (sim, existem os “errados”) permite que você aproveite as vantagens das duas formas tradicionais de investimento imobiliário sem ser prejudicado pelas desvantagens delas. Permite que você adquira um ou vários imóveis no menor tempo possível e com o menor custo.
Essa aqui tá uma barbada, $138 milhões. Tem umas outras interessantes aqui.
Vamos analisar detalhadamente cada uma destas vantagens:
1. Compra do imóvel mais barata do que financiando
Os consórcios são uma forma de compra programada de bens onde um grupo de pessoas é formado com o fim de adquirir tal bem sem precisar recorrer a empréstimos e juros altos. O único valor a ser pago além do preço do imóvel é uma taxa de administração à empresa que organiza e administra esses grupos.
2. Compra do imóvel mais rápida do que poupando
Todo mês há várias maneiras de sermos contemplados. Devido a forma como funcionam os sorteios e os lances, todos os participantes serão contemplados muito antes do prazo final do grupo.
Sim, em um grupo com prazo de 150 meses, todos os participantes receberão seu crédito contemplado muito antes do final deste prazo. A matemática que explica isso é simples, mas se você realmente não conseguir entender isso sozinho, pergunte que eu respondo nos comentários deste artigo.
3. Compra do imóvel planejada e garantida, sem desvios de rota
Você planeja adquirir um imóvel de determinado valor, se compromete com este objetivo pagando as prestações mensais e antes do prazo determinado você terá um imóvel. Simples e certo.
4. Correção do valor ao longo do plano
Enquanto sua carta de crédito não é contemplada, o valor a que você tem direito é corrigido anualmente, garantindo o poder de compra de quando você começou a investir.
5. Possibilidade de lucros rápidos
Leia o artigo completo que explica isso em:
http://www.megacombo.com.br/2006/04/02/alavancando-o-capital-com-consorcios-4-anos/
6. Rendimentos superiores enquanto procura o imóvel ideal
Quando sua carta de crédito é contemplada, ela é automaticamente aplicada em um fundo de renda fixa com rendimento diário. Isso significa que todo o valor que você dispõe para adquirir seu imóvel passa a render, não apenas o que você pagou até o momento da contemplação.
Vou dar um exemplo para ilustrar esta questão. Você adquire um consórcio de R$ 100.000 e depois de 12 meses, tendo pago R$ 10.000 é contemplado. Neste exato momento seu crédito de R$ 100.000 é aplicado em um fundo de renda fixa. Vamos estimar que essa aplicação renda 0,8% ao mês, o que dá um rendimento de R$ 800 mensais, que mensalmente é somado ao valor disponível para comprar seu imóvel.
Note que estou falando de juros compostos, ou seja, no mês seguinte seu rendimento será calculado sobre os R$ 100.800 e assim por diante. Agora calcule o quanto representa um rendimento de R$ 800 mensais sobre os R$ 10.000 que você efetivamente pagou até o momento da contemplação. Rendimentos de 8% ao mês!
7. Mais vantagens
Há ainda uma série de características que vou apenas listar, sem desenvolver detalhadamente. Podemos adiantar prestações e esses adiantamentos valem como lance. Podemos utilizar o FGTS para oferta de lance. Podemos juntar várias cartas de crédito para comprar um imóvel de maior valor, o que nos permite começar imediatamente com um valor menor do que necessitamos e aumentar quando pudermos.
Dá para fazer um consórcio no nome de mais de uma pessoa, permitindo sociedade entre pessoas que sozinhas não conseguiriam pagar nem mesmo uma carta do menor valor de crédito. Podemos comprar terrenos, construir, reformar, adquirir imóveis novos ou usados. Se você tiver dúvidas em relação a alguma destas questões, fique a vontade para perguntar nos comentários abaixo.
Não são todas as administradoras de consórcios que permitem todas as vantagens que descrevi neste artigo, entre em contato comigo para maiores detalhes.
Os seguintes sites podem ajudá-lo a buscar mais informações sobre o assunto:
http://www.megacombo.com.br
http://www.moedacorrente.com.br
Fabrício Stefani Peruzzo é empresário e investidor experiente. Possui o hobby de ensinar e ajudar as pessoas a enriquecer com o mínimo de trabalho possível.
Fabricio Stefani Peruzzo é empresário e investidor de sucesso, financeiramente independente desde os 35 anos de idade, tem por hobby ajudar as pessoas a descobrir os caminhos da independência financeira e construção de patrimônio.
Outros artigos escritos por Fabricio Stefani Peruzzo
Excelente artigo!
Ter opções e conhecimento do mercado imobiliário é ótimo! Especialmente quando se almeja ter seu próprio “puxadin”!
Ahauhauahauhauhauha !
Não dá pra escapar disso! Fato!
Cara!
Esse artigo caiu como uma luva. Há cerca de 2 meses venho pesquisando sobre investimentos e investir em imóveis é uma coisa que venho levando mais a sério. Com todas essas crises na bolsa de valores, confesso que estou com muito medo de começar a me arriscar.
Valeu a dica! Parabéns pelo artigo!
Fabrício, ótimo post!
Favoritei esse post e depois com mais calma e tempo pesquisarei mais sobre o assunto. Obrigado por oferecer seu conhecimento e experiência! Grato.
Abraços!
Muito bom, mesmo. Coincidentemente, na semana passada eu tinha visto um folder sobre o consórcio de imóveis do Banco do Brasil (aproveito pra perguntar - presta?), e achei a idéia muito interessante.
Já favoritei, e depois vou escrever pedindo as dicas mais específicas…
Galera, esse cara é bom! Acompanho o Fabrício na lista do Pai Rico e no moedacorrente.com e tudo que ele escreve é a partir da própria experiência. E não são aquelas fórmulas mágicas que só funcionam com os mega investidores tipo o Soros ou o Buffet.
Parábens, Fabrício, continue sendo um grande inspirador e educador financeiro. Abraços!
Sempre admirei o Fabrício. Meu sócio na Englishvox e grande amigo.
Tive que trazer esse gaúcho pro PdH. Precisamos de mais especialistas em finanças mesmo.
Aprovado!
Primeiramente, parabéns pelo texto. Simples e objetivo, até mesmo para quem não tem o menor conhecimento da ‘coisa’.
Agora, eu tenho uma dúvida:
Após ser contemplado e receber a carta de crédito, há algum limite de tempo que essa carta possa ficar gerando juros no fundo de renda fixa?
Pois isso seria ‘fabricar dinheiro, sem ter dinheiro’, logo, deve haver alguma forma de impedir isso, assim como o Bacen faz com os bancos comerciais com o depósito compulsório, não?
Não sei se consegue me entender, espero que sim.
Hehehe
Abraços e novamente parabéns.
Pessoal, valeu pelos elogios. O objetivo deste post era mostrar uma alternativa viável e de funcionamento comprovado independente do momento. Funciona sempre.
Deborah: os consórcios dos bancos são tratados por eles da mesma forma que os financiamentos. Não possuem os juros absurdos destes, mas possuem a mesma burocracia. Pessoalmente, só invisto nos consórcios da Rodobens. Faço isso há quase 7 anos. No início, indiquei tanta gente para eles que me convidaram a abrir uma empresa para representar eles. É o que faço há quase três anos. Então, se estiver interessada em investir, posso te ajudar pessoalmente. Dá uma lida no site da Megacombo e no Moeda Corrente, onde escrevi vários outros artigos sobre esse assunto.
Jorge Flávio: valeu! Só corrigindo um detalhe, http://www.moedacorrente.com.br e sim, o segredo deste investimento é que funciona para todo mundo, com muito ou pouco dinheiro.
Felipe: Olha só meu sócio e amigo! Sempre envolvido com uma infinidade de coisas. O cara é totalmente multi-tarefa. Não é surpresa que esteja envolvido com este site de tanto sucesso.
Markinhu: quando tu contemplas a carta, tu tens direito ao crédito. Ele simplesmente é corrigido enquanto tu não usar para comprar um imóvel. Essa correção se dá com a aplicação do crédito que tu tens direito, então não é fabricar dinheiro, tu estás pagando o consórcio mensalmente para ter direito a isso.
Nota que tu não recebe este rendimento em dinheiro, ele vai somando no valor do teu crédito disponível.
Não há tempo limite para usar (ou não) o crédito. Se no final do grupo tu não tiveres utilizado, aí sim, recebe todo o valor, corrigido, em dinheiro.
Grande Fabrício!
Parabéns pela clareza do artigo!
Escreva outros… Tu é o cara nesses lances de renda passiva…
Um abração!
Lá vem o pobre perguntar, mas tenho curiosidade.
Para quem ganha pouco, e está a longo prazo acumular dinheiro, comprar um carro, ou casa, etc.
A melhor forma seria o consorcio? por ser uma espécie de “poupança forçada”? Pq geralmente se vc tem 300 reais na mão, que sobrou do salário, eu pelo menos torro, mas quando se tem que pagar alguma coisa, pq é obrigado a pagar se não o nome vai pro spc, o negócio é diferente!
Grato desde já =]
Cara queria só dizer que seus posts são interessantíssimos, e é muito bacana o modo como você lida com visões de mercados, e avaliações de risco…
parabéns pelo trabalho, e espero que continue a todo vapor!
quem está no mercado sabe o que é!
abs!!!
Excelente artigo! Espero que escreva vários outros.
[]’s
Marcelo: é exatamente o que tu escreveste. O consórcio não só é uma espécie de poupança forçada, mas é uma compra programada. E uma vez que tu te compromete com ele, tudo fica automático. Todo mês chega o boleto e tu paga ele logo depois de receber o salário, então nem tem aquele esforço de ter que guardar o dinheiro para sobrar no fim do mês.
É aquela história de “pagar primeiro a ti mesmo” colocada em prática. Agora é só escolher o consórcio certo e começar. Estou a disposição quando quiser entrar neste time de investidores.
Brown e Max: valeu. E com certeza vou continuar escrevendo aqui para vocês. Deixa eu agradecer mais uma vez, publicamente ao Felipe pela oportunidade.
Semana que vem tem mais.
Fabricio!
fiquei realemnte interessado pelo tema, porem não tenho o minimo conhecimento sobre o mesmo, entrei nos siters mencionados, mas praticamente todos arttigos partem do pressuposto de que estão falando com gente que ja esta de certa forma familiarizada com o assunto
Eu, sendo um iniciante, não consegui entender muito bem o funcionamento do consorcio.
Teria algum outro artigo, de preferencia voltado para leigos, para que eu possa me iniciar nessa aventura?
obrigado desde já
Fabrício,
ontem mesmo conversei com uma promotora da Porto Seguro Consórcio. Porém, antes de fechar gostaria de saber quais outras boas empresas existem no mercado.
Adorei seu artigo. Concordo plenamente com o que você diz.
Olá Fabrício,
Excelente artigo!
Queria que você explicasse como um grupo com prazo de 150 meses, todos os participantes receberão seu crédito contemplado muito antes do final deste prazo. Isto é válido também para consórcios que pagam meia parcela até a contemplação ?
Obrigado e parabéns !
Fabricio, como definir o ágio na hora de venda de uma carta contemplada de um consórcio? Qual é a média? Ainda, nessa modalidade de investimento, quais as vantagens de se escolher consórcios de imóveis e não de bens mais “baratos”, como motos ou automóveis?
Parabéns pelo artigo e obrigado pela disponibilidade em responder nossas dúvidas =).
Fabricío,
Cara, me interessei bastante pelo seu texto. Por favor, me indique alguma administradora de consórcio que que permita todas as vantagens que você descreveu no artigo aqui de Brasília. Só conheço o consórcio da Caixa e ele é muito burocrático.
meu e-mail: gilbertowmail@gmail.com
Fabricio, parabéns pelo artigo!
Uma dúvida, você comentou que podemos pegar algumas cartas de créditos menores, qual é o valor mínimo??? e o banco que você sugeriu à Deborah vale para todo o Brasil? tendo em vista que moro em Santa Catarina.
um abraço
Leio sempre os artigos do Fabrício.
só acho que não faria mal algum ele dizer que possui uma adm de consórcios…. não há razão para “esconder” isso.
salvo engano, ele possui uma representação da Rodobens.
saudações.
O Fabricio disse isso em seus comentários logo acima.
Abraço.
Pessoal, a resposta abaixo vai ser longa, pois respondo um a um. Mas acredito que vale a leitura, pois todas as dúvidas que apareceram até agora estão respondidas.
Marcelo: o consórcio é um grupo de pessoas que se junta para comprar um bem. Todos pagam um percentual mensal sendo que a soma do pagamento de todos é exatamente o valor necessário para comprar o referido bem. Então a cada mês, é sorteado um dos participantes para receber o valor e comprar o bem. No final do periodo, todos terão comprado o que desejavam, sem ter pago juros.
Para investir nisto basta saber que tu pagará um valor mensal e que no máximo depois de alguns anos (bem menos do que os 150 meses de vigência do plano, mas isso explicarei em um artigo futuro) tu terás o dinheiro necessário para comprar um imóvel.
Já anotei na minha lista de tarefas, em breve escrevo um artigo para iniciantes, explicando detalhadamente o consórcio em sí, e não o investimento.
Fernanda: os consórcios da Porto Seguro não são adequados para este tipo de investimento. Eles possuem uma série de características inadequadas e não possuem as características adequadas para seu uso como investimento.
Os consórcios onde invisto são os da Rodobens. Faço isso há quase sete anos. Para mim deu tão certo, que escrevi um artigo em 2003 explicando o que estava fazendo e passei a indicar aos amigos. Funcionou para todos que resolveram tentar e então um dia a Rodobens me convidou para me tornar representante deles. Abri uma empresa, a Megacombo, e há três anos venho cuidando pessoalmente dos investimentos dos meus clientes e amigos.
Posso te ajudar a começar a investir nisso. O processo é bastante simples. Tu me envia teus dados por email, te mando o contrato da Rodobens pelo correio e tu me envia ele de volta assinado, junto com um comprovante de depósito do valor da primeira parcela diretamente em uma conta da Rodobens. Tu não paga nada para mim. O serviço de orientação voltada ao investimento que eu presto é a minha forma de fidelizar o cliente. Quanto mais tu ganhares, mais cartas vai fazer ao longo do tempo. Então só ganho quando tu ganhas.
Atendo clientes em todo o Brasil. Tenho mais clientes fora do RS do que aqui
Me escreve para fabricio (a) megacombo.com.br
Marcos: estou terminando um artigo que explica exatamente isso, porque ninguém recebe o consórcio no prazo final e sim, recebem todos muito antes disso. Deve ser o próximo artigo a publicar aqui no PdH, pois é algo que gera muita dúvida. Os consórcios que pagam meia parcela até a contemplação, dos que analisei, também se beneficiam disso, mas não são os mais adequados para o uso como investimento.
Ted: O ágio é definido de forma a ser interessante para quem vende a carta contemplada e também para quem a compra para adquirir um imóvel. A matemática é relativamente simples. Pega o valor de metade do crédito como base. O ágio será a metade da diferença entre essa metade do crédito e o valor pago até a contemplação. Não é sempre assim, mas se fosse contratar funcionários para fazer análise, daria essa regra a eles.
Exemplo prático: Uma carta de 50.000, contemplada depois de ter pago 10.000 em prestações. O ágio será:
(25.000 - 10.000) / 2 = R$ 7.500
Ou seja, tu vende a tua carta por R$ 17.500
Vamos então ver o lado do comprador. Ele pagará R$ 17.500 e pegará 50.000 em crédito. Ele alavancou R$ 32.500. E por isso, pagará prestações de 430 por um tempo X.
Então comparamos o quanto custaria para ele pegar um financiamento de 32.500 com uma duração também de X e descobrimos que a prestação será bem maior que 430. Ou comparamos com um financiamento de prestação igual a 430 e descobrimos que teremos que pagar bem mais tempo que X, mais até que 2X ou até 3X. Por isso que é tão bom negócio para quem compra.
Quem compra paga o que pedimos de ágio principalmente por isso, porque é financeiramente melhor. Também porque é menos burocrático. E finalmente porque precisa dessa alavancagem imediatamente. Se pudesse esperar, poderia ele mesmo adquirir uma carta nova e esperar contemplar.
Essa matemática toda só vale para os consórcios de imóveis porque os de carros ou motos competem com financiamentos de fábrica a juros baixíssimos.
Gilbertow: Todas as cartas que possuo atualmente em andamento (14) e todas as que já possuí com o fim de investir (mais de 25 nos últimos seis anos) são da Rodobens.
Como expliquei acima para a Fernanda, posso te atender independente do estado onde tu moras. Os correios estão aí para nos ajudar. Me manda um email que te respondo com os dados necessários para começar. Meu email é fabricio (a) megacombo.com.br.
Uirá: a menor carta de crédito é a de R$ 35.000, com prestações de R$ 300,31. No site da Megacombo tem a tabela com os valores das parcelas e dos créditos. Pega a tabela de 150 meses que tem lá. A Rodobens está presente em todo o Brasil e eu atendo pessoalmente amigos em diversos estados há anos.
Manoel: falei que possuo uma representação da Rodobens em um dos primeiros comentários, logo que vi as primeiras dúvidas do pessoal. Inicialmente não imaginei que o assunto fosse causar tantos comentários e interesse. Mas indiquei para leitura a quem quisesse saber mais, justamente o site da minha empresa, onde digo claramente quem sou e como cheguei até aqui. Geralmente, quando publico algum artigo em outros sites, recebo umas poucas dúvidas e questões diretamente por email. Claro que imaginei que mais gente poderia se interessar pelo assunto aqui no PdH, mas não tinha idéia de que seria tanta gente assim.
Abraços,
Fabricio.
Resolvi facilitar a vida de quem tem interesse em investir nos consórcios. Basta olhar a tabela disponível em:
http://www.megacombo.com.br/wp-content/uploads/2008/09/TABELA-SOB-MEDIDA-MAX.pdf
Esse é o plano mais atual utilizado para o investimento em consórcios. Olhe sempre a coluna de 150 meses para ver o valor mensal das prestações. Os segredos na escolha são os seguintes:
- Escolha o maior valor de crédito que possa ser pago com o valor mensal que você tem disponível.
- Se este valor mensal for maior que R$ 1.200, prefira fazer mais cartas, mantendo todas abaixo deste limite.
Ou seja, se você tiver R$ 1.200 mensais para investir, faça duas cartas de R$ 70.000 cada.
- Se você pretende investir entre R$ 1.800 e R$ 6.000 mensais, faça seis ou mais cartas de R$ 35.000 cada.
- Se você pretende investir mais de R$ 6.000 mensais, faça no máximo 20 cartas, escolhendo o valor das mesmas para que alcance o valor mensal destinado às prestações.
Para fazer um consórcio preciso dos seguintes dados:
Quantas cartas e de que valores
Nome completo:
CPF:
Data de nascimento:
Identidade/UF:
Endereço:
Bairro:
CEP:
Cidade:
UF:
DDD:
Telefone:
Celular:
Profissão:
e-mail:
O processo todo é bem simples: Com os dados, preencho o contrato da Rodobens e mando pelo correio. Você assina e me manda de volta por Sedex, junto com cópia do comprovante de depósito da primeira prestação em uma das contas da Rodobens (tem no site da Megacombo, em Informações Úteis). Pode enviar também um cheque nominal à Rodobens, mas pessoalmente eu acho mais seguro não mandar cheques pelo correio. Com o contrato assinado, dou entrada na Rodobens e em dois ou três dias tens os números de grupo e cota para a assembléia. Depois disso, é só ir pagando os boletos bancários todo mês. Os lances fixos mensais eu oferto mensalmente de forma automática.
Quando a carta for contemplada, a Rodobens manda um telegrama e telefona para avisar. Neste momento analisamos qual a melhor forma de lucrar:
- vender a carta contemplada com ágio;
- deixar o crédito rendendo sobre o valor total e continuar pagando as prestações;
- adquirir um imóvel para morar;
- adquirir um imóvel para alugar e fazer o aluguel pagar as prestações restantes.
Os pagamentos mensais têm vencimento todo dia 10 e as assembléias ocorrem sempre um ou dois dias depois.
Fico a disposição para quaisquer dúvidas. Questões específicas, por favor mandem para meu email. Questões que o pessoal todo pode se beneficiar com a resposta será o maior prazer responder aqui nos comentários.
Abraços,
Fabricio Stefani Peruzzo.
Megacombo Consórcios
http://www.megacombo.com.br
e-mail: fabricio @ megacombo.com.br
Celular: (51) 9116-1410
O que acham desse artigo: http://dinheirama.com/blog/2008/06/16/consorcio-nas-entrelinhas-um-mau-negocio/ ?
Fabricio, sem querer ser chato, mas como um corretor sua imparcialidade meio que não existe né.
Oi Felipe,
Como tu já leste o artigo do Conrado, já viste meus comentários lá. O que ele escreve é verdade em alguns pontos, acontece com algumas modalidades de consórcio, explica alguns problemas que muitos consorciados tiveram no passado distante quando esse tipo de negócio não era ainda fiscalizado pelo Banco Central, mas não é uma verdade escrita em pedra.
Respeito muito o Conrado porque o conheço desde o princípio do Dinheirama, muito antes dele ter diversos colunistas e do site atingir a fama que tem hoje. Ele é um baita cara, com o objetivo sincero de ajudar as pessoas. As idéias dele são excelentes e ele escreve com o coração. Ele CUTUCA as pessoas de uma forma incisiva para ver se algumas se dão conta de que somente elas são responsáveis por seu sucesso ou fracasso financeiro pessoal. Independente de quanto ganham.
Mas o Conrado tem nas suas costas o peso da juventude, e com isso, o idealismo inerente a ela. Não que isso seja um defeito, compartilho isso com ele, então também sou “culpado”, apesar de uns dez anos mais velho. O que acontece é que as atitudes que o Conrado indica serem as melhores, realmente o são, mas para ele. A absoluta maioria das pessoas simplesmente não possui a disciplina totalmente focada que ele tem. Quem aqui já planejou suas próximas férias, daqui a dois anos, e está juntando o dinheiro para isso desde já?
Outra coisa a ser levada em conta é que o artigo é escrito com as percepções dele, mas sem a vivência prática, sem o estudo das particularidades de todos os concorrentes nem a consequente localização de algo que funciona. Sem o aprofundamento da matemática da coisa mas principalmente, sem levar em conta que as pessoas PRECISAM de ajuda para ser disciplinadas. E que os consórcios oferecem essa ajuda com um custo muito baixo, ou no caso da minha maneira de investir, SEM CUSTOS OU ATÉ COM LUCRO.
Já quanto a minha parcialidade, só tenho uma coisa a escrever e espero que isso não gere uma série de comentários entre os que acreditam que sim e os que acham que não, já que isso não acrescenta nada ao assunto. Criei e escrevo no http://www.moedacorrente.com.br em 2002 com os objetivos, nesta ordem, de treinar minha escrita, fixar na mente o que aprendo com a leitura de mais de 40 livros por ano e ensinar as pessoas as boas lições que aprendo neste caminho.
Quando publiquei o artigo original sobre o investimento em consórcios, em 2003, não ganhava nada com isso nem ganhei nada durante mais de um ano. Simplesmente escrevi o que estava fazendo e indicava as pessoas que me perguntavam como poderiam repetir meus passos. Deu certo por um tempo, mas o cuidado na escolha das cartas não era tão atento quanto o que tinha. Esta descoberta aconteceu mais ou menos junto com o convite da Rodobens para que eu me tornasse representante deles, então, possuindo outras quatro empresas na época, não precisei pensar muito para abrir a quinta.
Não vamos ser cínicos. Claro que eu gosto de ganhar dinheiro e claro que hoje meus artigos se concentram principalmente nos consórcios e imóveis. Nota que não ganho dinheiro com imóveis ainda. Oriento e indico quem eu conheço que possa ajudar. Mas no futuro já está programada a abertura de uma imobiliária. Isso acontecerá naturalmente, quando meus clientes de hoje, no futuro, estarão adquirindo seus imóveis e contarão comigo para ajudá-los.
Primeiro faço eu mesmo. Comprovo que funciona ou não com meu próprio tempo e dinheiro. Se funciona, indico aos amigos. Se não funciona, escrevo explicando as armadilhas.
Então o resumo é esse. Tem dinheiro para todos, tem alternativas para todos. E o que é bom para o perfil de uns pode não ser para o perfil de outros. O fato é que só vence quem parte para a ação. Eu sou um destes.
Excelente resposta Fabrício!
Eu estou tentando ser bastante disciplinado também, não programei minhas férias de 2 anos, mas meus investimentos pra 5 anos já. É meu primeiro teste, então não sei no que vai dar =D
Tenho 21, ainda tem bastante espaço para errar.
Felipe: o que posso te dizer sobre errar é só uma coisa. Mergulha no que tu acredita e vai em frente. Se no processo tu descobrir que errou, para, analisa, procura onde foi o erro, mas mais importante que isso, tenta encontrar dentro de ti os motivos para tu teres tomado as decisões que levaram ao erro.
Desta forma, teus erros no caminho serão uma ferramenta valiosíssima para o crescimento pessoal. É como na época em que éramos crianças. Para aprender a caminhar, algumas quedas sempre acontecem.
Parabéns pelo artigo, gostaria de fazer uma perguntar simples e direta. Quais empresas vc me indica iniciar um consórcio? Há anos me ferrei com uma empresa, mas nessa época não existia internet…
Informação democratizada…demais…
Oi Rômulo,
Naturalmente a primeira empresa que vou te indicar é a minha, Megacombo. Sou representante da Rodobens Consórcios. Dá uma olhada no site do Banco Central para verificar o ranking das administradoras de consórcio e ver a Rodobens lá na primeira posição, 10 vezes melhor que a segunda colocada.
Atendo amigos e clientes em todo o Brasil.
Se mesmo após minha indicação pessoal tu preferir fazer um consórcio com um representante da tua própria cidade, meus conselhos são simples:
Faz consórcios da Rodobens. É o mais adequado para investimento por uma série de motivos. No Moeda Corrente escrevi diversos artigos explicando esses motivos.
Escolhe as cartas de 150 meses do novo plano sob medida max.
Examina minhas dicas para a escolha de quantas e quais cartas escolher, alguns comentários acima.
Fabrício, a Rodobens apresenta todas essas vantagens que você descreveu no seu artigo aqui na PdH, tipo usar o FGTS para dar lance e amortizar a dívida, aplicar o capital num fundo de rendimento fixo…? Ou só algumas delas?
O que você acha dos consórcios feitos nos bancos?
Muito bom sua explicação.Eu estava procurando um meio de investimento,para compensar as perdas dos ultimos 4 meses das ações que tenho da Vale e Petrobras,valeu mesmo.
Maldito: os consórcios da Rodobens possuem todas as vantagens que eu falo no artigo. Por isso que invisto neles. Pessoalmente não gosto dos consórcios dos bancos. Já os estudei e nenhum possui o conjunto completo de vantagens necessárias para ganharmos sempre. Além disso, os bancos possuem uma série de “vícios burocráticos”, tornando o uso e transferência das cartas bem mais complicado.
Douglas: sabe que tua atitude é muito pouco comum, porém é a mais adequada para estes momentos de crise. Normalmente as pessoas acham que precisam recuperar as perdas financeiras no mesmo investimento em que perderam, quando é muito mais prático localizar outro investimento.
Eu mesmo, perdi mais de 90% do meu patrimônio em ações em 2001, com a queda das torres. Dá para notar pelo percentual que estava comprado justo nas piores ações para o momento. Devido a essa queda absurda, procurei alternativas e encontrei os consórcios. Desde então, já me recuperei, comprei um apartamento novo, troquei de carro, tive dois jipes e duas Harley-Davidson.
O negócio é agir, quem fica parado olhando as perdas, esquece que ao cair a primeira atitude necessária é levantar novamente.
Abraço,
Fabricio.
Fabricio,
Estou no começo de minha vida profissional, e não tenho tanta pressa para ter um imóvel. Me interessei bastante pelo fato de que quando a carta é contemplada, a mesma é investida em um fundo de renda fixa. Tenho algumas dúvidas em relação a isso:
- Esta aplicação é automática? Quem faz ela é a própria administradora do consórcio? Eu teria formas de monitorar os rendimentos?
- Como não tenho pressa para adquirir o imóvel, posso deixar redendendo por alguns anos?
- Caso eu queira investir num fundo à minha escolha, é possivel?
- Com o passar do tempo, eu posso recalcular minhas parcelas, prazos etc?
- Dessa maneira que pretendo fazer, qual o melhor prazo?
Foram “algumas” perguntinhas! Como não conheço muito sobre consórcios me pintaram essas dúvidas!
Valeu!
Marcus: a aplicação do crédito contemplado é automática, feita pela Rodobens. Tu pode ver os rendimentos através do extrato do consórcio, lá aparece o valor corrigido do teu crédito disponível. Não há como escolher o fundo, mas como todos os créditos do teu grupo são investidos em conjunto, conseguimos acesso aos melhores fundos de rf.
Não há tempo limite para utilizar o crédito contemplado. Pode deixar ele rendendo vários anos, sem problemas. Isso é o que estou fazendo com algumas das minhas cartas. O bom disso é que as prestações continuam a ser corrigidas anualmente de forma linear, enquanto nosso crédito rende sobre o valor total e na forma de juros compostos.
Não há como recalcular os prazos e parcelas.
O melhor é investir nas cartas de 150 meses, que possuem as menores prestações, tornando o rendimento cada vez maior com o tempo devido aos juros compostos e pagamentos mensais menores.
Fico a disposição quando quiseres começar a investir.
Abraço,
Fabricio.
Então de qualquer forma, é torcer pra ser contemplado né?
Existe a possibilidade de eu ser sorteado no ultimo mês, e ter apenas o valor da carta de crédito. Porém, se eu tivesse investido o mesmo valor das parcelas em uma poupança eu teria um bucado a mais, certo?
Um abraço,
Fabricio,
Por exemplo, se eu quiser ‘financiar’ o valor de 70 mil…
Você indica, no caso, duas cartas de 35, para se ter mais chance de ser contemplado… correto?
Mas se eu for contemplado, só posso ‘retirar’ a carta sorteada né?
Os outros 35 continuam presos até ser contemplado… certo?
Ou pode incorporar na já contemplada?
Isso ainda não ficou claro pra mim.
[...] passada publiquei um artigo na Revista Papo de Homem explicando passo a passo qual a melhor maneira de investir em imóveis. Clique aqui para ler o [...]
Marcus: não tem como tu seres sorteado no último mês. Explico isso no próximo artigo que publicarei aqui no PdH. Mas mesmo sendo o último a ser sorteado (bem antes do final), tu recebe o crédito corrigido. Em um índice que rende mais que a poupança. Então tu ganhas em todos os casos.
Markinhu: eu indico fazer a maior carta que puderes, até o limite de 120.000 (por ser mais difícil de contemplar cartas de mais valor, matemática que explico outra hora). Só indico fazer diversas cartas de 35.000 caso seja para fazer investimento independente de querer comprar imóvel. Se estás pensando em adquirir um imóvel, o melhor é fazer a carta do valor correto.
Não tem como juntar uma carta não contemplada com uma já contemplada. os outros 35.000 na tua questão acima continuariam não contemplados.
Olá colega, primeiramente, parabéns pelo artigo.
Sou um cara bem novo, 20 anos, e estou pegando clt aqui na minha empresa(programador), e penso em começar investir o mais cedo possível.
Acredito que consigo disponibilizar de +- 350 a 400 reais por mes para pagar um consorcio. A minha pergunta é: Vale apena começar investir cedo, mesmo que com um valor relativamente baixo como este?
Abraços.
Olá Frabício, obrigado pela resposta via email.
Tenho uma pergunta meio pesada, não vá me levar a mal, mas eu gostaria de saber como eu vejo que a sua empresa, a Megacombo, tem mesmo relação com a Rodobens, como você mencionou no artigo. Pelo site da Rodobens eu não consigo confirmar a relação entre elas. Sou meio desconfiado com essas “fórmulas mágicas” de se ganhar dinheiro, e se for pra acreditar na sua fórmula, eu tenho pelo menos que investigar todas as suas afirmações. Obrigado.
Diego: essa tua dúvida é bem comum. Não vou responder ela longamente aqui pois em breve vou publicar um artigo falando disso. A resposta curta é que VALE SIM. E mais que isso, esse valor não é tão pequeno quando tu leva em conta a mágica do tempo em relação ao dinheiro. Esse valor que tu tens é suficiente para fazer uma carta de R$ 45.000, com prestações de R$ 386. Com uma carta dessas, se tu contemplares no primeiro ano pelo sorteio, dá para ganhar tranquilamente mais de R$ 12.000 de lucro.
Comparando com um fundo de renda fixa, por exemplo, tu conseguiria um rendimento desses somente se tivesse 100.000 investidos (calculando rendimentos de 1% ao mês). Que te parece?
Usando a criatividade e os consórcios, tu pode conseguir o mesmo rendimento que 100.000 aplicados te gerariam. Contemplando em mais tempo, o tamanho do lucro vai diminuindo aos poucos, mas continua sendo absurdamente maior que se o dinheiro fosse simplesmente aplicado num fundo de renda fixa.
Gilbertow: 100% correta a tua preocupação, sem preocupação quanto a tua pergunta. A Rodobens tem no seu site uma relação com ALGUNS representantes. Eu ainda não estou nesta relação porque para estar lá tem que ter uma classificação X que eles definiram. Há varios critérios para essa classificação e eu me qualifico em todos menos um: volume de vendas. Eu atendo pessoalmente aos meus amigos. Quem se torna meu cliente, se torna antes meu amigo, é uma relação pessoal. Por esse motivo, não vendo tanto quanto algumas representações que têm quatro ou cinco vendedores na rua. Mas em breve, de passo em passo, atingirei o porte necessário, por acúmulo, não por volume mensal, e estarei lá.
Por enquanto, para verificar minha qualificação junto à Rodobens, basta ligar para o telefone da filial de Porto Alegre, (51) 2125-3666 (o telefone pode ser confirmado na página deles: http://www.rodobens.com/CONSORCIO/rod_filiais.htm) e falar com o gerente comercial de representações, Marco Rodrigues.
Mais uma vez, sem preocupações quanto a isso. As vezes eu mesmo fico pensando, como tantas pessoas fazem seus consórcios comigo sem ter alguma preocupação.
Abraços,
Fabricio.
Fabricio, enviei-te um email mas nao obtive resposta, quero entrar em 2 planos de 35 k, juntamente com minha namorada (2 cada um) para fins de investimento apenas! E temos muitas duvidas quanto ao inicio e funcionamento!
Obrigado
Oi Aureo,
Não recebi teu email. Pode ter sido “devorado” pelo meu antispam. Vou procurar ele, mas de toda forma te mando um email também, além da resposta aqui no site.
Abraço,
Fabricio.
Olá Fabricio,
Seria viavel fazer um consorcio, e já no primeiro mes dar um lance e conseguir a carta de credito?
a matematica é simples, eu faço um plano de 100.000 reais, já no primeiro més dou um lance de 30 parcelas que daria em torno de 25000, ou seja, conseguiria alavancar 100000 com apenas 25000, lógico que eu teria que continuar pagando as prestaçoes, mas o faria com rendimento que eu teria do investimento dos 100000.
Obrigado,
Tiago
Tiago: a coisa é simples e fácil, mas também não vamos exagerar. Para contemplar por lance livre, ou seja, o maior ganha, os lances são de aproximadamente 80 prestações. Bem mais da metade do crédito.
Há dois tipos de lance fixo, o de 30 prestações e o de 45 prestações. No primeiro, tu concorre com entre 20% a 30% dos participantes. No segundo, entre 5% a 10% dos participantes. Então as chances de contemplação cedo (mas não necessariamente no primeiro mês) são absurdamente altas.
Tu continua tendo que pagar as prestações, mas não pode usar o dinheiro do rendimento. Esse, é acrescido ao valor do crédito disponível, crescendo a juros compostos.
No próximo artigo, escrevo sobre não existir o último a ser contemplado. No artigo seguinte, para daqui a duas semanas, escreverei justamente sobre essa questão de rendimentos, mostrando como é possível ganhar rendimentos de 3 a 100 vezes o da renda fixa, com segurança e de forma legal.
Aguarde. Ou não, me escreve para fazer um consórcio e começa a ganhar desde já
os especialistas dizem isso porque outras opções são mais caras ou menos seguras, como tudo no mercado
ou seja, rendimento maior risco maior
entendo você ser tão ativo na divulgação de consórcios, especialmente por ser um representante dos mesmos, entretanto seria interessante ter a imparcialidade de citar suas desvantagens.
por exemplo, você está correndo risco da empresa quebrar e você perder todo o dinheiro (e esse risco não deve ser, de forma alguma, desconsiderado… veja o tanto de pessoas que perderam dinheiro por ter investido em bancos que ficaram podres, mesmo após existirem há mais de 20 anos, nos EUA).
também há o risco de ser um dos últimos a ser contemplado… neste caso, você terá PERDIDO dinheiro, porque ficou pagando juros para os outros
você pode dizer que, na média, você será contemplado no “meio”… ok, mas para garantir isso, é preciso fazer vários consórcios… além disso, ser contemplado no “meio” não é vantagem alguma, vc apenas “break-even”
isso sem falar na comissão dos consórcios… pois é, 10% NÃO é pouca coisa (nem 5%)… você PERDE muito dinheiro nisso
ou seja… consórcio deve ser ÚLTIMA opção, financiamento é bem mais seguro, já que consórcio é uma APOSTA (de que você será sorteado antes… caso contrário, vc vai perder dinheiro)
Fernando: sou ativo na divulgação das vantagens dos consórcios há anos. Divulgo as coisas que vou aprendendo na prática desde muito antes de me tornar representante da Rodobens. Nota que desde 2003 explico como ganhar dinheiro dessa forma, não na teoria, mas na prática. Simplesmente explico o que eu mesmo faço e como eu mesmo ganhei dinheiro com isso nos últimos sete anos.
Porém, não obrigo ninguém a seguir meus passos. Apenas jogo palavras ao vento, escuta quem tiver vontade. Desculpa o tom desta resposta, mas infelizmente hoje não estou de muito bom humor para tratar com pessimistas. Não é absolutamente nada pessoal contigo, respeito totalmente teu direito de pensar assim.
Então vou continuar esta resposta simplesmente desmistificando certas afirmações enganosas tuas, feitas provavelmente por desconhecimento ou simplesmente por não ter mais nada por fazer.
NÃO HÁ o risco de perder o dinheiro por quebra da empresa atualmente. Isso aconteceu no passado, quando os consórcios não eram regulamentados e fiscalizados pelo Banco Central. Hoje em dia, o saldo dos grupos fica aplicado em conta vinculada, pertence ao grupo, não à administradora. Se por acaso quebrar a administradora, outra assume seu lugar. Bem diferente de investimento em bancos. Por favor não confunda as coisas com seu medo e desconhecimento do que fala.
Há o risco de ser um dos últimos a ser contemplado, apesar de que no próximo artigo demonstro que esse risco é MUITO MENOR do que as pessoas imaginam e comprovo isso matematicamente. E não, os últimos NÃO PERDEM DINHEIRO nem pagam juros para os outros, já que o valor do crédito é corrigido e os últimos recebem o valor corrigido em relação aos primeiros a contemplar.
Não sei a que tu se refere em relação a comissão dos consórcios. Se queria falar da taxa de administração e se confundiu, corrijo dizendo que a taxa de administração não é de 5% ou 10%, mas varia entre 17% e 23,5% nos consórcios da Rodobens, podendo ser maior ainda em outras administradoras. Mais uma vez, ninguém te obriga a fazer um consórcio. Mas por favor uso um pouco do teu tempo estudando antes de falar sobre o que tu não entende.
E sobre teu último parágrafo, realmente não há muito o que falar. Financiamento, pagando três vezes mais que o valor do imóvel é melhor? Tenho coisa mais divertida para fazer com meu tempo.
Abraço.
quantos imoveis voce possui Fernando?
Fabricio:
1) Não sou pessimista, estou expondo fatos/questionamentos, você pode discuti-los se desejar, como fez
2) ok, tudo bem, não tem o risco de quebrar
não sabia disso
(só pra constar, investimentos em bancos também tem garantia do fundo garantidor de crédito, até R$ 50.000,00, se não me engano)
3) o risco de ser contemplado em qualquer posição específica é o mesmo…
entretanto, a probabilidade de ser contemplato antes do meio é de 50%, assim como a probabilidade ser contemplado após o meio
você tem uma fórmula matemática que diga o contrário?
caso você queira fazer uma fórmula para mostrar que é difícil ser contemplado entre os 20% últimos, o resultado será o mesmo de ser contemplado entre os 20% primeiros (ou entre qualquer grupo de 20%)
o que importa é a média, não um resultado específico
4) os últimos não pagam juros para os primeiros? mas que interessante, então os juros vem de onde? você deve concordar comigo que juros existem, certo?
5) acho que isso também responde a questão sobre o financiamento… juros existem, simples assim
se você quer usar um dinheiro antes de de possui-lo, vai pagar por isso
por esse motivo financiamentos funcionam da forma que funcionam; por esse motivo eu acho melhor juntar dinheiro (especialmente considerando que o juros no brasil é um dos mais altos do munto) para depois gastar; e também por esse motivo que não existe fórmula mágica
(ah, além disso, assim que se faz o financiamento, você já adquire o imóvel, GARANTIDO… ao contrário do consórcio que, como disse, é uma APOSTA… se você demorar para ser contemplado, vai ficar pagando aluguél + consórcio por muito tempo)
Antonio Carlos:
só tenho alguns terrenos, mas eu só compro à vista e quando considero subavaliado, pois não gosto muito de imóveis (a avaliação do valor é muito subjetiva, vide crise americana atual, causada principalmente pela avaliação errada das tendências de preços dos imóveis, além da falta de liquidez)
a maior parte dos meus investimentos são em renda fixa (tesouro direto), com aproximadamente 30% em ações
Fabricio,
Se por exemplo eu der um lance de X, esse valor X vai ser abatido das prestações restantes?
Estou no aguardo de uma “explicação” de quem entende mais do assunto sobre ser “difícil” de ser contemplado no fim.
A sua empresa também tem algum plano que ajuda a pagar o lance fixo, Digamos que por troca de metade do lucro ou ajuda o cliente a conseguir alguém que ajude desta maneira?
O pagamento do lance fixo tem que ser imediato na hora da contemplação?
abraços,
Fernando: o objetivo aqui nos comentários é gerar discussão (no bom sentido, claro) e diluir dúvidas que possam existir.
As chances de contemplação são bastante maiores no início do que no fim. São de 68% de contemplar antes da metade do tempo do que depois. Não são de 50% como tu afirmaste. Essa probabilidade é diferente devido ao funcionamento do consórcio. Ainda esta semana deve ser publicado meu novo artigo, onde explico isso em detalhes, com os cálculos envolvidos.
É muito mais fácil ser contemplado nos 20 primeiros meses do que nos 20 últimos (é praticamente impossível ser contemplado nos 20 últimos), mas explico isso no próximo artigo.
Ninguém paga juros a ninguém num consórcio. O consórcio foi criado justamente por este motivo. Não há juros nos consórcios. Todos pagam exatamente o mesmo, o valor das prestações mensais. Elas são corrigidas da mesma forma para todos. Há vantagens em contemplar mais cedo e vantagens em contemplar mais tarde, dependendo dos teus objetivos. Quem contempla cedo pode usufruir do bem antes, quem contempla depois, recebe um valor maior, devido à correção.
O consórcio não é um financiamento, é mais uma “ação entre amigos”, justamente com o objetivo de não precisar pagar os juros abusivos que temos no Brasil. Claro que juntar o dinheiro e comprar a vista sempre é a opção mais barata. Mas também é a mais demorada. Então, tudo depende dos objetivos de cada um.
Aproveitando tua resposta ao Antonio, comento que para mim, terrenos são imóveis também, com o problema de não ser tão simples fazer gerarem renda. Então suponho que estejas comprando os terrenos para vender com lucro ou construir.
Sobre a falta de liquidez, é um mito. O que existe é compra mal feita. Se tu comprares barato, como fazes, então não há baixa liquidez.
——
Henrique: Sim. Um lance de X que tu der no consórcio, abate essas X prestações do teu saldo restante. Tu antecipas o pagamento das prestações com o lance.
A explicação sobre ser “difícil” ser contemplado no fim, vai ser publicada em breve aqui no PdH. Já enviei o artigo aos editores do site.
Não tenho nenhum plano na empresa para o pagamento do lance, mas tenho diversos clientes que fazem essa oferta, então simplesmente coloco as duas partes em contato. Naturalmente não cobro nada para fazer isso. Quanto mais meus clientes e amigos ganharem, mais eu ganharei no futuro, com novas cartas de ambos os lados.
O pagamento do lance fixo tem que ser feito em 24h depois de receber o aviso por telegrama ou telefonema.
Abraço,
Fabricio.
Fabrício:
você não concorda comigo que o capital tem um “custo”?
Por exemplo, se eu dou R$ 1000,00/mês num consórcio e sou um dos últimos a ser contemplados eu vou estar PERDENDO DINHEIRO (como disse antes), pois, se eu tivesse investido R$ 1000,00/mês em uma aplicação, estaria ganhando os juros dele desde o primeiro mês. Nos consórcios isso não acontece pois o dinheiro não é investido, e sim utilizado (pelos que são sorteados), portanto não tem como render juros para os que ainda não foram sorteados. Provavelmente você está se referindo à correção que ocorre no valor (que também ocorre no valor das parcelas).
Comparação:
Investir R$ 1.000,00/mês a taxa de 0,6% a.m. acima da inflação durante 10 anos: aprox R$ 177.000,00 corrigidos pela inflação
Guardar R$ 1.000,00/mês durante 10 meses: R$ 120.000,00 SEM correção pela inflação
No caso, num consórcio você terá apenas esses R$ 120.000,00 corrigidos pela inflação (já que o custo da parcela é reajustado).
Ou não sei se tem outro tipo de consórcio, mas diga como funciona e lhe direi como você estará perdendo dinheiro sendo um dos últimos contemplados. Não Existe Almoço Grátis
Então não vejo porque você está negando que ser um dos últimos contemplados não é perder dinheiro.
Isso ainda sem considerar a taxa que você falou de aproximadamente 20%. A cada R$ 1000,00 que você coloca, é como se tivesse colocado R$ 800,00? Se for isso, é uma mordida forte, não?
Quanto à chance de ser contemplado no final, a conta é simples
Basta ver quantas pessoas são contempladas em cada mês e somar a probabilidade de ser contemplados nos meses que deseja. Por exemplo, se 2% das pessoas são contempladas nos últimos 3 meses, a chance é de 2%
Mas, como disse antes, isso é o menos importante.
Se você jogar um dado, a chance de cair [1 ou 2] é de 1/3
Se você jogar algumas vezes, talvez caia 4, 6, 8, 1, 1, 5… isso não importa, o que importa é o Valor Esperado que, nesse caso, é de 1/3.
–/–
Quanto aos terrenos, realmente eu geralmente compro barato e vendo uns 2 ou 3 meses depois com um pouco de lucro (uma outra vantagem é que não preciso fazer o registro, faço só a escritura). Porém há falta de liquidez sim; claro que, se baixar o preço, vende mais rápido. Mas liquidez é em função do “preço de mercado” (ou seja, o que realmente VALE). Qualquer coisa que tiver o preço reduzido terá liquidez maior.
PS: 8 no dado não, 3!
Fernando: basicamente o que tu estás dizendo é que a tua impressão de como funciona o investimento em consórcio é mais válida do que o meu conhecimento prático de efetivamente investir nisso nos últimos sete anos
Nota que não tenho a menor intenção de te convencer de nada. Se teus investimentos estão funcionando para ti, beleza. Cada pessoa tem o seu perfil, seu grau de risco aceitável, sua necessidade pessoal de liquidez maior ou menor e suas convicções internas. Só que todos os cálculos que tu demonstraste, na prática, não acontecem como tu descreveste. Tenho sete anos de lucros comprovando isso. Moro num apartamento enorme que não teria conseguido comprar sem a ajuda dos consórcios. Para mim, e friso de novo o para mim, os consórcios foram a melhor coisa que descobri.
Com eles encontrei um investimento seguro, de baixa liquidez e com altíssima lucratividade. A baixa liquidez enquanto as cartas não estão contempladas, que para algumas pessoas é uma coisa ruim, para mim é uma das grandes vantagens. O dinheiro que invisto nos consórcios não é o dinheiro que preciso para o dia a dia ou para alguma emergência. Tenho fundos extras para isso. O dinheiro que invisto nos consórcios serve para aumentar meu patrimônio de forma muito mais rápida do que seria possível se eu simplesmente colocasse o dinheiro em um fundo de renda fixa ou até mesmo de ações.
Um estudo que fiz no ano passado, comparando o que ganhei nestes últimos anos de investimento em consórcio com o que teria ganho se tivesse investido os mesmos valores mensais em um fundo de ações, me mostrou que ganhei seis vezes mais do que toda essa alta da bolsa nos últimos anos.
O que tu escreveste, tem muito sentido, mas é apenas UM dos lados da equação. Tu não viste na prática como ocorrem as correções anuais. A diferença entre um fundo de renda fixa é que todo mês tu vê teu dinheiro crescer um pouquinho. No consórcio, tu só vê isso uma vez por ano.
Mas com a explicação do próximo artigo, vai dar para ver algumas coisas interessantes. A principal delas é que por ser impossível contemplar no final e devido ao tempo máximo final da contemplação permitir que nos beneficiemos do rendimento sobre o crédito total, que é maior do que o valor pago até então, no final do prazo do consórcio teremos uma quantia superior à que teríamos deixando o dinheiro aplicado no banco. A probabilidade de contemplação bem antes do final, é outra coisa que estará explicada no próximo artigo.
—–
Legal a tua negociação dos terrenos. Jogo rápido, aproveitando as oportunidades de compra quando estão sendo vendidos por menos. Só toma cuidado, porque tens um mês para fazer o registro. Depois deste prazo, se o cara que te vendeu o terreno vender para outro e ele registrar, tu perderás o terreno. Claro que isso envolve comprar de alguma pessoa má intencionada, mas é bom estar preparado.
Abraço,
Fabricio.
Olá novamente, Fabrício,
Eu ia te mandar um email pessoal, mas preferi vir aqui escrever para que os outros leitores também possam acompanhar as discussões. Com certeza, eu já assinei as atualizações de comentários deste post [:)]
Vamos às perguntas: O INCC anda muito alto ultimamente. Olhei a lista dos valores nos doze últimos anos e notei que estamos em uma das fases altas do INCC, provavelmente causada pelo imenso pátio de construção que o Brasile se tornou. A dúvida é simples: é vantajoso entrar em um consórcio agora ou é melhor esperar a baixa do índice?
Outra pergunta: somando-se os reajustes pelo INCC, as taxas de administração da corretora e, por exemplo, demorando-se mais de 2 anos e meio na comtemplação, o valor não supera o de um empréstimo CDC simples pelo banco? Digo isso pois há riscos envolvidos.
Última pergunta: no seu texto para o site da Megacombo (Alavancando o Capital com Consórcios - 4 anos), uma das desvantagens apresentadas foi de não sermos sorteados de forma alguma em até cinco anos. Com isso, uma das estratégias apresentadas foi a de vender a carta com o menor deságio que conseguirmos e compensarmos a perda dessa com o lucro de outra carta. Isso só vale para o ágio ou vale também para a parte do já pagamos pela carta?
Fica ai algumas perguntas. Já vou avisando que tenho várias dúvidas, rs. Abraços e parabéns pelas respostas.
Gilbertow: quando as dúvidas são gerais e o pessoal todo pode se beneficiar da resposta, é legal responder direto aqui nos comentários.
O INCC está realmente alto neste último ano e um dos motivos é justamente esse que tu comentaste, estamos com grande falta de moradias e com muitas novas construções para equilibrar isso. Mas não somente por isso e sim também por conta da taxa de juros e um pouco de inflação.
Respondendo a tua pergunta, o fato do INCC estar mais alto do que históricamente não é um problema maior. Na verdade tem uma pequena vantagem técnica. O INCC maior implica em uma correção anual maior. Vamos analisar as diferentes situações:
- ainda não contemplamos no momento da correção anual: significa que o valor que pagamos durante o ano será corrigido por um índice maior. Vantagem para nós. Pagaremos prestações um pouco maiores, mas nosso crédito cresceu mais.
- já contemplamos no momento da correção anual: significa que nossa prestação será corrigida por um índice um pouco maior. Ao mesmo tempo, temos o crédito sendo corrigido a juros compostos pela renda fixa, que continua maior que o INCC, além deste ser aplicado apenas anualmente às prestações. Ou seja, apesar de pagarmos um pouco mais, continuamos em vantagem nos rendimentos.
O valor não supera o de um empréstimo em nenhum caso em que envolva mesmo prazo, pois mesmo com todas as taxas o valor anual é sempre muito menor do que os juros envolvidos. Lembra sempre que temos taxa de administração de uns 23,5% em 12,5 anos, enquanto que em um financiamento temos metade disso ANUAL.
Excelente a tua pergunta sobre o artigo antigo do site. Quando escrevi aquele artigo, não tinha ainda estudado a fundo a questão porque não tinha nenhuma carta que não tivesse sido contemplada bem antes. Ainda não tenho, a carta que mais me demorou para contemplar tem hoje pouco mais de 3 anos pagos. Mas já estudei o assunto e já fiz alguns cálculos, então hoje eu não venderia essa carta, manteria ela em carteira, pois a correção anual mantém o valor dela e mais cedo ou mais tarde ela contemplará e nos gerará lucro. Quando escrevi o artigo original só pensava em lucrar através da venda das cartas contempladas.
Qualquer nova dúvida, estou a disposição.
Abraço.
Minha duvida é a seguinte. Com base no seu conhecimento pratico, em um consórcio de por exemplo uns 45 mil. Nos primeiros 12 meses, o lance vencedor costuma ser de quantas parcelas?
Roberto: os lances livres em consórcios novos são absurdamente altos. Mais de 60% do valor do crédito. Por isso que oriento a ofertar uma das modalidades de lance fixo, por serem mais baixos e concorrerem com menos participantes.
[...] todos sabemos, a forma mais rápida e barata de comprar um imóvel é através dos consórcios. Mas sempre que vamos conversar sobre isso vem um [...]
Fabricio,
Tenho uma duvida, estou pretendendo adquirir dentro do proximos 4 ou 5 anos um imovel. Sem pressa pois é tempo de minha nomorada se formar e estabilizar no mercado.
Comecei a ver no tradicional esquema da caixa de 25 anos pagando por um crédito de 75.000, porem este seu artigo me deu novas oportunidades.
No esquema da caixa, entrada de 13.000 + parcelas de 600 a 700 reais mensais com juros de 8,8 aano Achei um tanto qto monstruoso esse esquema pois não tenho a entrada agora teria que me desfazer de alguns bens para adqurir este capital e são 25 a 30 anos pagando.
Eu consigo no atual momento pagar o consorcio de 50.000, tranquilamente apartir do mês de janeiro/09.
Porem a minha enorme duvida é que:
Será que dentro de 4 anos serei contemplado após o inicio do pagamento do consórcio de 50.000?
Caso contemplado é melhor utilizar o credito de 50.000 ou vender a carta e pegar uma outra? pois afinal uma carta de 75.000 me atende porem as parcelas dela no momento eu não tenho disponivel este capital mensal.
O meu prazo é de 4 a 5 anos maximo, tenho 24 anos quero com meus 29 ou 30 ja estar com o capital para construir meu imovel.
Até que momento torna-se vantagem vender esta carta que pago caso contemplada para pegar uma outra?
Ex: estou pagando a de 50.000, vamos supor que ela seja contemplada após 2 anos pagando, eu vendo e pego a de 75.000, será que meu prazo de mais 2 anos será respeitado? será que serei contemplado após 2 anos novamente? eu sei que é como loteria mas é possivel isso? percebe que espero liquidez em 5 anos…
Bom é isso…
Em relação ao lance fixo, no mesmo caso de 45 mil, como que funciona?
Valeu!
ooo
Saulo: respondi teu email. Basicamente é escolher entre fazer os consórcios e “correr o risco” de dar tudo certo ou partir para um financiamento que vai te custar mais que três vezes mais.
Nota que com a economia que o consórcio proporciona, dá para eventualmente, caso as coisas não dêem tão certo quanto o planejado no teu prazo, alugar um apartamente temporariamente até a contemplação e mesmo assim pagar três vezes menos do que a alternativa do financiamento.
Roberto: O lance fixo é ofertado todos os meses. Quando a tua carta for a selecionada, ou seja, a tua for a cota seguinte à que foi contemplada por sorteio que tenha dado o lance fixo, tu pagas as 45 prestações e tens tua carta contemplada. Nota que nesta modalidade de lance tu depende um pouco da sorte. Por outro lado, tu concorres com apenas 5% a 8% dos participantes.
Fabrício, esse é o cara!!!! Conheço ele desde 2004 do grupo do Pai Rico. Genial!!!! Quero tirar algumas dúvidas(em CAIXA ALTA). Pincei o texto abaixo de um dos teus comentários acima:
“Esse é o plano mais atual utilizado para o investimento em consórcios. Olhe sempre a coluna de 150 meses para ver o valor mensal das prestações. Os segredos na escolha são os seguintes:
- Escolha o maior valor de crédito que possa ser pago com o valor mensal que você tem disponível.
- Se este valor mensal for maior que R$ 1.200, prefira fazer mais cartas, mantendo todas abaixo deste limite. PORQUE ESSE LIMITE???
Ou seja, se você tiver R$ 1.200 mensais para investir, faça duas cartas de R$ 70.000 cada. NÃO SERIA MELHOR FAZER QUATRO DE 35K???
- Se você pretende investir entre R$ 1.800 e R$ 6.000 mensais, faça seis ou mais cartas de R$ 35.000 cada. OK, FAZ TODO O SENTIDO PARA MIM!!!
- Se você pretende investir mais de R$ 6.000 mensais, faça no máximo 20 cartas, escolhendo o valor das mesmas para que alcance o valor mensal destinado às prestações. PORQUE NO MÁXIMO 20 CARTAS???
ABRAÇOS,
Marcio
Oi Marcio,
R$ 1200 é o valor para a carta de 140.000. Créditos maiores que este valor
são mais difíceis de contemplar, porque os grupos são mistos, ou seja, há
cartas de 35.000, 50.000, 150.000, 200.000, tudo no mesmo grupo. Então as
cartas de valor mais alto que 140.000 podem ser contempladas e não ter essa
contemplação efetivada por falta de saldo suficiente para isso.
Fazer mais cartas de 35.000 ou menos cartas de um valor um pouco maior,
depende do objetivo final. Para quem quer investir em imóveis ou deixar o
dinheiro rendendo após a contemplação, fazer apenas uma carta de 70.000 tem
menos chance de contemplação mas essa é compensada por ser uma contemplação
maior, caso ocorra mais cedo. E como as chances de acontecer mais cedo são
sempre maiores do que de acontecer mais tarde, acaba sendo mais simples
fazer menos cartas e tão bom quanto.
Girar o capital com o maior número de cartas. Todo sentido.
Limito em 20 cartas porque esse número é o suficiente para contemplar
praticamente todos os meses. E para quem tem dinheiro para fazer essa
quantidade de cartas, uma contemplaçãozinha de 35.000 acaba sendo um valor
pequeno. Então mantemos uma quantidade grande (20 cartas) e aumentamos o
valor de cada uma para cada contemplação “ser relevante” neste nível de
investimento.
Abraço,
Fabricio.
Opa Fabricio.
Bem legal os seus posts.
Sobre a setima dica deste, vc fala sobre adiantar parcelas p/ servir como lance. Seguinte, um autonomo, que nao possui regularidade na sua Receita, paga algumas parcelas adiantadas, elas poderiam ficar em “stand by” p/ se somarem a um futuro lance efetivo (um valor maior)?
Vou dar uma olhada no moedacorrente.
Parabens pelas conquistas!!!
Oi Danilo,
É exatamente o que escreveste. Quando tu adiantas parcelas, ao ofertar um lance essas parcelas adiantadas contam como parte já paga do lance. Então, se ao longo dos meses tu adiantaste 10 parcelas e em determinado momento deres um lance de 50 prestações, só irás desembolsar o valor de 40, pois as 10 adiantadas contam para teu lance total.
Abraço,
Fabricio.
PS: lembrando que isso é válido para o consórcio Rodobens. Outras administradoraspodem ter outras regras.
[...] já sabe qual é a forma melhor e mais barata de comprar um imóvel e também já aprendeu comigo que em um consórcio de imóvel não existe o último a ser [...]
Deixa eu ver se entendi, o conselho é basicamente que eu começe a pagar um consórcio? No que tenho que ficar atento? Qualquer consórcio quando a carta é comtemplada, o crédito total da carta cai em um “fundo de renda fixa”? O interessante é que quando isso aconteça, eu não pegue o bem e sim deixe la rendendo…?
Leonardo: neste artigo específico eu mostro como comprar imóveis usando o consórcio. Acredito que este teu comentário deva se referir ao meu artigo novo, onde mostro como lucrar mais que a renda fixa.
Mas respondendo as tuas perguntas:
1. sim, basicamente é começar a pagar um ou mais consórcios.
2. não é todo consórcio que quando contemplado é aplicado em renda fixa. Os que invisto, da Rodobens, são.
3. referente ao outro artigo, deixar o crédito rendendo é uma forma de ganhar mais do que a renda fixa renderia, pois ganhamos sobre o valor total do crédito, não sobre o que já aplicamos. No entanto, ainda acho mais lucrativo comprar um imóvel para alugar, pois desta forma ganhamos com a valorização do imóvel e também com o valor do aluguel, que ainda nos paga as prestações restantes do consórcio.
Se quiser fazer um consórcio, fica a vontade para me mandar um email. Posso te ajudar com o passo a passo necessário para isso.
Olá Fabricio!
Tenho apenas 18 anos e passei o dia inteiro hoje lendo esses comentários e confesso que aprendi muito sobre algo que (acho!) nunca tinha ouvido falar antes.
Será que existe uma nomeação para alguém mais-que-leigo e inesperiente?? rsrs
Tenho planos de começar uma faculdade ano que vem e eu e meu namorado há tempos pensamos em como compraríamos nossa casa.Pensei em fazer esse financiamento da caixa que já foi citado anteriormente…Acontece que é muito difícil dar a entrada que eles pedem.
Talvez a solução para o meu caso seria esperar você escrever aquele “Artigo para Leigos” que você disse que escreveria mais tarde após alguém ter comentado.
Fica com meus elogios e sinceros votos de que prospere sempre na vida!
P.S: Pode me mandar dicas e explicações por e-mail!
Olá Fabricio!
Tenho apenas 18 anos e passei o dia inteiro hoje lendo esses comentários e confesso que aprendi muito sobre algo que (acho!) nunca tinha ouvido falar antes.
Será que existe uma nomeação para alguém mais-que-leigo e inexperiente?? rsrs
Tenho planos de começar uma faculdade ano que vem e eu e meu namorado há tempos pensamos em como compraríamos nossa casa.Pensei em fazer esse financiamento da caixa que já foi citado anteriormente…Acontece que é muito difícil dar a entrada que eles pedem.
Talvez a solução para o meu caso seria esperar você escrever aquele “Artigo para Leigos” que você disse que escreveria mais tarde após alguém ter comentado.
Fica com meus elogios e sinceros votos de que prospere sempre na vida!
P.S: Pode me mandar dicas e explicações por e-mail!
Quase que eu assassino o portuga com essa “inexperiência” com “s”!!!Reconsiderem…
Renata: ser inexperiente não é demérito algum, todos somos sempre inexperientes em alguma coisa. O que é uma maravilha, pois sempre temos coisas divertidas a aprender. Dizem que os grandes mestres são grandes simplesmente por terem consciência do quão pouco sabem acerca das coisas.
Na minha opinião, a forma mais rápida e barata para investir em imóveis é através dos consórcios, afinal, foi o que expliquei neste artigo. Tem gente que vai te dizer que guardar o dinheiro e investir ele em algum fundo de investimento qualquer é mais lucrativo. E em alguns pontos essas pessoas estão certas. Mas o problema disso é que tu tens que esperar até ter todo o dinheiro necessário para a compra do imóvel. E isso simplesmente demora muito e é muito difícil, pois acima de tudo, requer uma disciplina férrea.
O artigo para leigos não é necessário no teu caso. Basta simplesmente adquirir um consórcio, pagar ele todos os meses, quando aumentar o valor mensal que vocês podem pagar, adquirir mais uma carta e assim, sem planos mirabolantes, em algum momento mais rápido do que tu poderia imaginar, bingo! Tua casa.
Investir nos consórcios é bastante simples. Basta olhar a tabela disponível em:
http://www.megacombo.com.br/wp-content/uploads/2008/09/TABELA-SOB-MEDIDA-MAX.pdf
Esse é o plano mais atual utilizado para o investimento em consórcios. Olha na coluna de 150 meses para ver o valor mensal das prestações. Os segredos na escolha são os seguintes:
- Escolha o maior valor de crédito que possa ser pago com o valor mensal que tu tens disponível.
- Se tu fores investir mais de R$ 600 mensais, faça duas ou mais cartas de R$ 35.000 cada. Isso porque dessa forma tu tens mais chances de contemplação em um mesmo sorteio mensal.
Para fazer um consórcio preciso dos seguintes dados:
Quantas cartas e de que valores
Nome completo:
CPF:
Data de nascimento:
Identidade/UF:
Endereço:
Bairro:
Cidade:
UF:
CEP:
DDD:
Telefone:
Celular:
Profissão:
e-mail:
O processo todo é bem simples: Com os dados acima, preencho o contrato da Rodobens e te envio pelo correio. Tu assinas e me envia de volta por Sedex, junto com uma cópia do comprovante de depósito da primeira prestação em uma das contas da Rodobens (a lista das contas da Rodobens está publicada no site da Megacombo, em Informações Úteis).
Pode enviar também um cheque nominal à Rodobens, no valor desta primei