Como agir em caso de perda da comanda de consumação

Alexandre Nunes

por
em às | Listas


“Regra nº 1: o cliente tem sempre razão.

Regra nº 2: caso o cliente esteja errado, retorne à regra nº 1.”

É com esta filosofia de trabalho, estampada em grande parte dos estabelecimentos comerciais por aí, que começamos nosso texto. Tais regras não são – e nem devem ser – levadas como verdade absoluta, porém o que acontece na prática está muito longe do que se idealiza, principalmente quando ocorre a perda da comanda de consumação em casas noturnas. Quase sempre a alegação (inaceitável) é que o consumidor perdeu a comanda propositadamente só para pagar menos.

É bem verdade que muitas baladas atualmente dispõem de cartão identificado com foto ou impressão digital do consumidor que atesta, no momento de cada compra, a titularidade da comanda e ainda permite que o cliente solicite o seu devido bloqueio em caso de extravio. Há outras casas, mais retrógradas, que se valem do sistema de pagamento à vista do que é consumido: as jurássicas “fichas” (as melhores baladas de Madrid são assim, acredita?).

Entretanto, a grande maioria das boates ainda utiliza a comanda em branco, aquela cheia de quadradinhos a serem preenchidos, que causa quase que invariavelmente grande transtorno e constrangimento quando é perdida.

"E aí, meninas, vamos dar o golpe das comandas hoje?" | Foto: Cris França.

As casas noturnas costumam estipular expressamente nas próprias comandas o valor a ser pago em caso de extravio, que geralmente corresponde ao valor total a ser preenchido. Atropelando qualquer respeito que possa haver em relação ao frequentador honesto e afrontando o ordenamento jurídico brasileiro, exigem na maior cara-de-pau o referido pagamento, ofendendo violentamente o Direito do Consumidor.

Primeiramente, não há que se falar em tal cobrança tendo em vista que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa se não em virtude de lei” (Constituição Federal, artigo 5º, inciso II).

Logo, se não há lei obrigando o consumidor a controlar o que consome em determinado estabelecimento, é de fácil entendimento que tal incumbência é de responsabilidade da própria casa e que admitir hipótese em contrário configuraria prática abusiva, lesando indevidamente o cliente honrado.

Infelizmente sabemos que, na prática, ocorre o inverso.

Em regra, os consumidores são constrangidos, colocados em situações embaraçosas e, não muito raramente, são coagidos e ameaçados por pura e equívoca alegação de perda proposital do cartão de consumação por má-fé. Como já disse, não há cabimento algum encarar a situação desta forma, já que não há como provar que o consumidor efetivamente agiu de má-fé, fazendo com que infeliz e invariavelmente os bons paguem pelos maus.

A solução mais simples: bom senso

A solução mais simples – e ideal – para uma situação de perda de comanda é dizer o que se consumiu, pagar e todo mundo ficar feliz: você e a balada.

"Só bebi isso, garçom." | Treine sua cara de bêbado lúcido e mantenha a mesa limpa para acreditarem quando listar o que consumiu.

Contudo, não vivemos em um conto de fadas. Caso você seja constrangido e impedido de ir embora pagando o que disser que consumiu, você tem duas alternativas: a light ou a hardcore. Depende de como quer reagir diante de estar sendo vítima de vários crimes ao mesmo tempo e tendo suas honras objetiva (aquilo que as pessoas pensam de você) e subjetiva (seus sentimentos e emoções, como vergonha e medo) feridas.

O método light para lidar com abuso

Na light, você chama umas testemunhas, paga o valor estipulado pela boate (pedindo nota fiscal), vai pra casa puto da vida, corre atrás de um advogado e briga na justiça – comum ou via PROCON – para ter o dobro daquilo que você pagou acrescido de correção monetária e juros legais (Código de Defesa do Consumidor, artigo 42, parágrafo único).

O método hardcore

Na hardcore, você liga para a Polícia Militar solicitando uma viatura com urgência e registra um boletim de ocorrência por crimes de:

  • constrangimento ilegal (você está sendo constrangido a fazer algo que a lei não manda),
  • ameaça (se for o caso)
  • e cárcere privado (artigos 146, 147 e 148 do Código Penal, respectivamente).

Coloque-se à disposição para pagar o valor referente àquilo que consumiu e, caso haja recusa do estabelecimento, volte pra casa com uma cópia do b.o. ciente da possibilidade (remota) da casa noturna ajuizar uma ação contra você.

Vale lembrar que as mesmas considerações são aplicadas aos casos de perda de ticket de estacionamento, quando costumam cobrar o valor de uma diária completa.

Permaneça firme independente de sua escolha (light ou hardcore), meu caro leitor e honesto consumidor. Não permita que lhe tratem como mau-caráter, intimidem e constranjam ilegalmente por um mero extravio de comanda. Devemos nos valer da lei e aproveitar que o Brasil está em um estágio consideravelmente avançado em se tratando de direitos do Consumidor.

Outras dicas

Fazendo uma rápida abordagem sobre alguns questionamentos que podem ser levantados:

  • o pagamento da taxa de serviço de 10% sobre o valor consumido em qualquer estabelecimento é opcional e a imposição de seu pagamento configura prática abusiva;
  • a cobrança do “valor artístico” sobre apresentações ao vivo é legítima se o cliente for informado expressamente no momento que entrar no local;
  • e a cobrança de consumação mínima como forma de entrada em algum estabelecimento é também medida abusiva (porém não vejo vantagem em trocar o valor da consumação pela entrada e depois gastar consumindo).

Cobrar valores diferentes para homens e mulheres é ilegal?

Finalizo falando sobre a legalidade da estipulação de ingressos com valores diferentes para homens e mulheres em eventos em geral. A rigor, teoricamente falando, tal prática fere diretamente o princípio da igualdade entre as pessoas previsto no artigo 5º da Constituição Federal, visto que dá tratamento diferenciado entre os gêneros.

"Tem certeza que eu tenho de pagar o mesmo que você pra entrar?" | Foto: LastNightsParty.com

Acontece que tal princípio tem como objetivo tratar todos os iguais de forma igualitária e os desiguais de forma desigual, na medida de sua desigualdade. Partindo desse entendimento, temos que uma festa open bar que cobra valores diferentes entre homens e mulheres não está lesando o princípio da isonomia e sim o garantindo, tendo em vista que, em sua grande maioria, as mulheres bebem bem menos que os homens. Da mesma forma, cobrar preços desiguais em uma balada seca ou em um show, por exemplo, afronta em cheio a garantia constitucional.

De qualquer forma, insistir para ter uma equiparação de preços seria dar um tiro no próprio pé, já que muito provavelmente resultaria num aumento do preço da entrada feminina e não uma diminuição do valor da masculina. O desfecho leva à seguinte questão: quem quer menos mulher na noite?

Se tiver histórias sobre perda de comanda ou outras dúvidas, seguimos o papo nos comentários.

Alexandre Nunes

Advogado e jogador de poker. Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, vindo do interior. Responde por @LeLawyer no Twitter.


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  • Ge

    “quem quer menos mulher na noite?” É justamente por coisas assim que nada muda. Vc realmente acha q a mulherada sairia menos se tivesse que pagar o mesmo que os homens? Sempre achei injusto ter que pagar 40, 60, 80 reais pra entrar num lugar enqto as mulheres, que “lutaram” tanto pela igualdade entram pagando 10. Se eu não gostasse tanto de buceta mandava baladas pra pqp.

    • Acordabrasil

      eu não faço tanta questão de mulher na balada……..

      • TONHÃO .

        SE A BOITE FOSSE MINHA OS PREÇOS PARA OS HOMENS SERIAM DE R$10,00 E PARA AS MULHERES DE R$40,00. E NOS FINS DE SEMANAS HOMENS : R$ GRÁTIS E MULHERES: R$ 60,00. SE ESSAS MERCADORIAS SEXUAIS NÃO QUISEREM VIR PARA A BALADA, FIQUEM EM CASA !

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  • Dr Health

    Nos EUA e na Inglaterra, você paga ao entrar, e o que consumir, é no balcão ou na mão dos garçons, na hora. Evita esses transtornos todos.

    E sobre preços diferentes para homens e mulheres, mesmo que acabem com isso, vão utilizar outros expedientes, como só permitir entrada de homem acompanhado, ou como fazem na Nuth aqui no Rio, depois de determinada hora, a fila das mulheres flui a jato, e a dos homens, a um passo por hora.

  • Dr Health

    Nos EUA e na Inglaterra, você paga ao entrar, e o que consumir, é no balcão ou na mão dos garçons, na hora. Evita esses transtornos todos.

    E sobre preços diferentes para homens e mulheres, mesmo que acabem com isso, vão utilizar outros expedientes, como só permitir entrada de homem acompanhado, ou como fazem na Nuth aqui no Rio, depois de determinada hora, a fila das mulheres flui a jato, e a dos homens, a um passo por hora.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Pois é, Doctor… apesar de retrógrada, a medida parece ser a mais defensiva pra ambas as partes.
      Quanto ao tratamento diferenciado, esse é um direito que homem algum quer reivindicar pois todos queremos a night cheia de mulheres.

      • http://www.hellololla.com Lolla

        Você acha retrógrada? Eu acho ideal. Assim ninguém tem problemas, ninguém precisa provar nada, e o estabelecimento comercial não perde ao lidar com os espertinhos. Afinal, a tentação de dar o golpe seria imensa caso não existisse o medo de ter que pagar a comanda perdida com as calças. :)

    • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

      Se pra pegar bebida com comanda já é uma puta fila, imagina pagando na hora pro barman… “sistema do cartão fora do ar”, “to sem troco”, “tenta de novo que a maquininha do Visa ta ruim”, “calmai que eu vou buscar troco ali no outro caixa”

      Não, não ia rolar a logística

      • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

        Meu caro, o garçom não vende fichas, ele traz bebida. Nesse sistema, compra-se os vales e depois pede-se somente a bebida.

      • Dr Health

        Bom, te digo que a coisa funciona bem lá fora. Não tem confusão, ou ao menos eu nunca vi

      • Raxidex

        Nos bares e baladas que frequentei pela europa e eua você simplesmente entregava o cartão ou a grana e eles voltavam com a bebida…não havia uma diferença de tempo tão grande comparado com as comandas.

        Também tem o bom senso, n vi ninguém enchendo o balcão de moedinha por exemplo hehe e o cartão funciona incrivelmente rápido por lá, não como é o funcionamento das maquininhas aqui…lá o bartender passava o cartão e a maquininha já começava a imprimir.

    • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

      Se pra pegar bebida com comanda já é uma puta fila, imagina pagando na hora pro barman… “sistema do cartão fora do ar”, “to sem troco”, “tenta de novo que a maquininha do Visa ta ruim”, “calmai que eu vou buscar troco ali no outro caixa”

      Não, não ia rolar a logística

  • Pingback: Drops: Perdeu a comanda? (de novo!) | Prove Isso.net

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

    Eu sinceramente acho mais prático, em termos de organização, o sistema anglo-americano, de pagar conforme faz o pedido. Te dá a liberdade de sair na hora em que quiser sem precisar enfrentar uma fila e acaba com a questão da comanda de uma vez por todas, como mencionou o bom doutor.

    E bem informativo o texto, boa sacada tratar disso aqui no PDH.

  • http://justwrapped.interbarney.com/ João Baldi Jr.

    Eu sinceramente acho mais prático, em termos de organização, o sistema anglo-americano, de pagar conforme faz o pedido. Te dá a liberdade de sair na hora em que quiser sem precisar enfrentar uma fila e acaba com a questão da comanda de uma vez por todas, como mencionou o bom doutor.

    E bem informativo o texto, boa sacada tratar disso aqui no PDH.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, João. Bem mencionado o fato de sair sem ter que enfrentar filas, com certeza é um alívio!

    • http://www.facebook.com/people/Claudio-Pedroso/1799344240 Cláudio Pedroso

      O problema é que limita a forma de pagamento. Eu gosto do sistema do cartão com código de barras e pague tudo na saída. O problema das filas é só uma questão de disponibilidade/agilidade dos caixas.

  • http://twitter.com/macedo_540 Danilo Macedo

    olá, gostaria de saber se também é legal… assim como a diferenciação de preços pra mulheres e homens… a diferenciação de vestimentas pra entrar na casa… por exemplo… uma casa me barrou porque eu estava com uma bermuda que inclusive passava do joelho, enquanto entravam pessoas (inclusive homens) com “calça capri” que não tem muita diferença de comprimento com relação à minha bermuda… e mulheres entravam vestidas como quisessem… shorts de 10 cm de comprimento… vestidos e saias mais curtas ainda etc… gostaria de saber se isso não é ilegal também.

    Desde já agradeço.

  • Italo

    Cara, o sistema das fichas pode até ser jurássico, mas pra mim é o que dá mais certo. Economiza tempo tanto na hora de comprar (se você sabe que vai consumir pelo menos umas 3 cervejas, não precisa contar o dinheiro três vezes, compra logo as três fichas) e na hora de sair (sem fila), além de ser honesto. Se você perder a porra da ficha, o prejuízo vai ser só o preço da cerveja e não os 300 reais que alguns lugares cobram pela comanda perdida.

    Será que alguém já tentou a alternativa light e teve sucesso?

  • http://muitapimenta.com Francis Rosário

    Já me aconteceu uma vez de perder a comanda, e eu havia consumido apenas um chopp! Essa foi a pior balada da minha vida e o chopp mais caro também, singelos R$ 200.

    Tem lugares que não tem como reclamar, já que os seguranças costumam bater primeiro e perguntar depois.

  • Marco

    Seu texto mostra que a lei do bom senso é a melhor lei que existe… parabéns…

  • http://twitter.com/larimoya Larissa Moya

    Acho o sistema brasileiro de consumação ridículo. Além de toda a dor de cabeça de perder a comanda, algumas vezes já fui lesada quando garçons colocam a mais do que consumi na comanda, e imagino que isso deve acontecer muito e como normalmente a pessoa ja está mais pra lá do que pra cá, nem briga. Fora que além de pegar fila no bar pra pegar e bebida você enfrenta filas de as vezes 2, 3 horas pra poder pagar pela comanda e ir embora do local.

    Eu moro nos Estados Unidos e nas baladas aqui você paga pela entrada a hora q entra e paga pelo que consome no bar e a mesma pessoa que recebe o dinheiro pega a bebida pra você. Evita transtornos, brigas, mais filas e ser lesado. Simples e prático.

  • Anônimo

    O problema de ter pagar a cada cerveja ou bebida consumida, é hoje em dia quase ninguém anda com dinheiro, só cartão, e não dá pra ficar passando o cartão a cada 5, 10 reais, né.

    Fiquei sabendo de um caso na Anzu (casa noturna em Itu-SP), de uma menina que perdeu a comanda, não deixaram ela sair, ela chamou a polícia, entrou com processo e ganhou algo perto de 5 mil reais. Agora pergunta se a casa mudou os procedimentos? Nada! Acho que eles já contam com valores para isso na reserva.

  • http://twitter.com/_Shi Shi

    Colegas meus perderam a comanda uma vez aqui na Augusta, resultado? Tiveram que deixar os 2 celulares enquanto eram ameaçados…

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Obrigado, Bizareli! Forte abraço e continue recomendando!

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • Bizareli

    Boa dica, não sabia dessas saídas, Alexandre.
    Independente do lugar – até em restaurante – eu procuro me certificar muito bem de onde guardo essas comandas, porque usar o método hardcore costuma terminar em pancadaria por aqui, no mínimo.

    Grande abraço e texto recomendado.

  • http://www.facebook.com/williamhrs William Rufino

    Opa! Muito bom esse tópico,

    Como é o caso de casas que homem tem que ter 21 anos pra entrar e mulher 18?
    Isso não é ilegal, pois a maioridade é 18 anos?

  • http://www.facebook.com/people/Clara-Andrade/1301551499 Clara Andrade

    Fiz faculdade numa cidade universitária, Viçosa – MG, que requer dos estudantes um caixa 2 de alto investimento noturno (sabe como é, são muitos xerox a serem tirados para muitas provas! hehe). Daí que um belo ano, a turma de Direito começou a contestar os valores dos ingressos das festas dizendo que iriam pagar meia-entrada (só havia um valor “aceitável”). Como as festas eram feitas pelas repúblicas, não havia o menor controle quanto a isso. Só que a turminha lá levou a coisa tão a sério que o caso foi parar na justiça.

    Resultado da grandiosa manifestação? Os ingressos passaram a ser impressos com a escrita meia-entrada, custando o mesmo que antes, se não mais. Tal como eventos e cinemas já fazem, jogam o preço lá em cima, para poder cobrar uma meia-entrada razoável.

    As informações de cunho jurídico são sim importantes e fundamentais pra fazer valer nosso direito em situações abusivas e se tivessem maior notoriedade pública, muitos casos poderiam ser resolvidos em conversa e conciliação, desafogando a justiça. Mas em meio a certas culturas e tradições, fazer valer a regra a ferro e fogo talvez não seja a melhor saída pro bem geral da nação. O bom senso sempre vale mais a pena.

    A questão é: de onde vem o abuso? Do público que quer dar um jeitinho de engambelar e pagar sempre menos, ou dos organizadores que estabelecem preços altos visando máximo lucro fazendo com que essa situação de proveito seja criada?

    • http://www.facebook.com/viniciusduque Vinicius Duque

      Clara, eu moro em Viçosa atualmente.
      Realmente, a questão de determinação de preços das festas aqui que eu saiba desde sempre foi polêmica. Realmente é muita gente querendo ganhar dinheiro de forma ABUSIVA em cima de nós estudantes, muitas vezes deixando totalmente de lado qualquer tipo de comportamento relacionado à ética/moral básicas a qualquer um que tenha um mínimo de educação.
      Aliás, os preços das festas tem crescido progressivamente a cada ano. Tem festa aqui que, quando entrei em 2009 na universidade, custava 30 reais (sim, era muito barato pra dois dias de festa seguidos).. e que hoje galera tem vendido inicialmente pelo dobro desse preço, chegando a custar 4, 5 ou mais vezes esse preço quando na data do evento. Não to dizendo que tenham que vender pelo mesmo preço, até porque os tempos mudaram, e etc.. mas a diferença do atual valor para o antigo é  exagerado demais.

    • http://www.facebook.com/viniciusduque Vinicius Duque

      Aliás, por curiosidade .. tu formou na UFV? que ano?

  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    A maioria das baladas aqui de são paulo pedem o seu telefone na entrada, pra caso você perca a sua comanda, eles conseguem “recupera-la” pelo número do seu telefone.
    Já aconteceu isso comigo 2x e meu problema foi resolvido na hora sem nenhuma dor de cabeça.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Meu caro, você teve sorte de perceber a perda rapidamente. Caso contrário, alguma coisa teria sido consumida na sua comanda.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Meu caro, você teve sorte de perceber a perda rapidamente. Caso contrário, alguma coisa teria sido consumida na sua comanda.

  • http://www.facebook.com/rodrigo.cambiaghi Rodrigo DAvola Cambiaghi

    A maioria das baladas aqui de são paulo pedem o seu telefone na entrada, pra caso você perca a sua comanda, eles conseguem “recupera-la” pelo número do seu telefone.
    Já aconteceu isso comigo 2x e meu problema foi resolvido na hora sem nenhuma dor de cabeça.

  • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

    E porque diabos você aceitou pagar os R$200??

    • http://muitapimenta.com Francis Rosário

      Porque eu não queria apanhar, e convenhamos que um tratamento dentário sairia por bem mais que R$ 200.

      ;)

  • http://www.facebook.com/luizahsr Luiza Helena

    Acho q esse sistema devia ser informatizado q nem em algumas baladas aqui no RJ,paga com um cartão eletronico q fica registrado no seu rg,se vc perde é so passar seu rg q tem online o quanto vc consumiu ,utilizar a comanda de papel abre espaço para “o golpe da comanda”
    Eu ja vi muita gente bancr a espertinha,a boate diz q em caso de perca da msm deve-se pagar R$100,00,um grupo de pessoas consome os triplo disso e em apenas uma comanda,finge perder a msm e paga so os R$100,00

    ja tive um problema serio com uma casa noturna,rola na justiça uns 3 anos a minha restituição :/

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É Luiza, mas se não perceber logo bebidas serão consumidas em teu nome.
      Quanto aos espertinhos, este artigo não é pra eles. ;-)

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Eu não acho, meu caro. Eu tenho certeza.

    • Kumako

      Então você não entende de mulher, meu caro. Se você ainda acha que mulher é uma bonequinha frágil, que acha que é inferior aos homens, e que ao pagar menos elas se sentem em seu lugar, você não vive neste mundo. Os tempos mudaram completamente! Mulher quer curtir e paga qualquer preço se o lugar for bom! E se tem muito homem, melhor para elas! Ou você acha que mulher só anda nos vagões ‘femininos’ que tem la no Rio de Janeiro? Falou tão bonito o texto todo, só cagou na última frase. Mas não deixo de agradecer pelas dicas, todo mundo devia ler isso :)

      • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

        Eu nao, meu nobre, sou um eterno aprendiz. E sempre bom ler dicas de gurus do amor, como vc. Me desculpe a falta de acentuacao das palavras, e que estou em barcelona e o teclado e diferente. abracos

      • Caio

        Eu, como homem, já deixei de ir em varias baladas boas pelo preço, se me fosse cobrado o preço feminino eu teria entrado. Então o ponto não é que mulher é inferior aos homens, mas mulheres que não iriam na nessa balada passem a ir. Fato é que, na maioria, mulheres ficam menos incomodadas com uma balada com mais mulheres que os homens numa balada com mais homens.
        A possível interpretação de machismo está no fato dos donos de balada quererem mais mulheres possível em sua balada. Mas isso é um assunto bem longo para um post.

        Outro ponto interessante é que se alguem abre uma balada em que homem é mais barato poderá causar um efeito tal que algumas mulheres deixem de ir pois acham que só terá homens e por isso serão muito assediadas. Já os homens não irão por pensar que terá muito homem. Portanto uma queda subita de clientes o que nenhum dono quer arriscar.

      • Renata

         Você não tá errado. Mulher nenhuma que gosta de sair deixaria de fazê-lo porque tá pagando um pouco a mais. Mas não precisa espalhar isso pra donos de baladas e afins ok?

      • Renata

         Você não tá errado. Mulher nenhuma que gosta de sair deixaria de fazê-lo porque tá pagando um pouco a mais. Mas não precisa espalhar isso pra donos de baladas e afins ok?

      • Renata

         Você não tá errado. Mulher nenhuma que gosta de sair deixaria de fazê-lo porque tá pagando um pouco a mais. Mas não precisa espalhar isso pra donos de baladas e afins ok?

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Acontece que muitas vezes, Claudio, quando este cartão é perdido, na hora em que você se dá conta já consumiram na tua conta. E quando à disponibilidade/agilidade dos caixas, acredito que há muito o que melhorar. Não concorda?

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Tem razão, Italo. É o mais seguro, com certeza.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Caraca, Francis. E eu achando que os chopps mais caros estavam em outro lugar, se é que você me entende. Rs.
    Francamente, sei que na prática não é tão simples quanto parece, mas o negócio é apanhar – se for preciso e se não tiver outra escolha – e depois correr atrás do que é seu, por direito. Abraço.

    • http://muitapimenta.com Francis Rosário

      É complicado, você sai para se divertir e convenhamos que apanhar não é nem um pouco divertido.

      Eu simplesmente nunca mais fui naquele local, quem perdeu foram eles. Eu freqüentava a balada toda semana e gasta em média uns 150 reais.

    • Sagaz

      como foi dito no artigo, pague os $200, peça nota fiscal, constando os produtos consumidos (obviamente deverá conter não os produtos, mas a multa cobrada por extravio de comanda) e procure seus direitos depois.

      se não tiver os $200.00 na hora, o jeito é apanhar um pouco mesmo e ir direto fazer o exame de corpo de delito. hehehe

    • Sagaz

      como foi dito no artigo, pague os $200, peça nota fiscal, constando os produtos consumidos (obviamente deverá conter não os produtos, mas a multa cobrada por extravio de comanda) e procure seus direitos depois.

      se não tiver os $200.00 na hora, o jeito é apanhar um pouco mesmo e ir direto fazer o exame de corpo de delito. hehehe

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Marco. Fico feliz que tenha gostado.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Pelo visto o sistema norte-americano é similar ao da maioria das baladas aqui na Europa, Larissa. Realmente, apesar de ser antigo, parece ser o mais seguro.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    TZinmi, infelizmente as baladas não mudam seus sistemas de cobrança – até porquê a maioria dos consumidores prefere pagar tudo na saída – e também não seguem a lei na hora que alguém perde a comanda. É osso, mas via de regra a saída inevitável é chamar a polícia.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Uma palavra: ultrajante.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Claro que é ilegal. Aonde ocorre isso?

    • Shrek

      Em diversas baladas de Campinas essa é a regra de idade..
      Mas como eu só comecei a sair lá depois dos 21, não sei o quanto eles aliviam..

      • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

        Totalmente ilegal!

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Danilo, ótima questão. No meu entendimento, se essa era uma festa particular, não há ilegalidade. Em outro sentido, se era uma simples casa noturna a ilegalidade é latente.
    Forte abraço.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Danilo, ótima questão. No meu entendimento, se essa era uma festa particular, não há ilegalidade. Em outro sentido, se era uma simples casa noturna a ilegalidade é latente.
    Forte abraço.

  • Bruno Andrade

    Ahh se eu fosse dono de balada, eu ia adorar a idéia de pessoas pagando direto para o barmen. Plenas confiança de que nenhum ia embolsar dinheiro e nem dar bebida de graça!

    Mas realmente, se o lugar não se estrutura para a hora da entrada e da saída, a fila fica insuportável!
    Já perdi o cartão na Anzu em Itu-SP e foi mto tranquilo… só informei a perda no caixa e depois de dar meu nome, a mulher cancelou o cartão e perguntou se tudo o que constava no sistema havia sido consumido. Na hora eu achei que tinha um energético a mais e ela cancelou sem problemas. Vai do treinamento e da política da casa.

    PS: No dia seguinte eu relembrei a noite e vi que a comanda estava certa! Ou seja, estou devendo um energético pra Anzu. Se o responsável ler isso, favor entrar em contato para quitação da dívida!

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Bruno, não se paga direto pro barman. Primeiro compra-se as fichas, depois troca-se a ficha pela bebida. Se você me disser que o barman pode embolsar as fichas e vendê-las, cairemos no mesmo problema.
      Acontece que, mesmo com comanda pra se pagar na saída, o barman pode dar bebida na faixa pra quem ele quiser e só fingir que tá marcando alguma coisa.
      Abraço.

    • Leonardo Costa

      Já que o pessoal da balada foi honesto e te tratou bem, porque não comparecer no local e pagar o energético ?

      Assim como queremos que os donos e funcionários da balada ajam corretamente conosco, também podemos fazer igual.

      Abraço.

      • Bruno Andrade

        Concordo plenamente! Não paguei porque ainda não voltei lá. Sou de Campinas e a balada é em Itu-SP. Só de gasolina e pedágio, dá pra comprar uma caixa de energético! ahhah

        Outro abraço!

    • Leonardo Costa

      Já que o pessoal da balada foi honesto e te tratou bem, porque não comparecer no local e pagar o energético ?

      Assim como queremos que os donos e funcionários da balada ajam corretamente conosco, também podemos fazer igual.

      Abraço.

    • Fabiano

      A galera da Anzu tem um excelente sistema de comandas… já perdi na Zoff (Indaiatuba) uma vez e fizeram exatamente a mesma coisa.. só que como tinha perdido no meio da balada me deram outro cartão com o consumido até então =D

  • Bruno Andrade

    Ahh se eu fosse dono de balada, eu ia adorar a idéia de pessoas pagando direto para o barmen. Plenas confiança de que nenhum ia embolsar dinheiro e nem dar bebida de graça!

    Mas realmente, se o lugar não se estrutura para a hora da entrada e da saída, a fila fica insuportável!
    Já perdi o cartão na Anzu em Itu-SP e foi mto tranquilo… só informei a perda no caixa e depois de dar meu nome, a mulher cancelou o cartão e perguntou se tudo o que constava no sistema havia sido consumido. Na hora eu achei que tinha um energético a mais e ela cancelou sem problemas. Vai do treinamento e da política da casa.

    PS: No dia seguinte eu relembrei a noite e vi que a comanda estava certa! Ou seja, estou devendo um energético pra Anzu. Se o responsável ler isso, favor entrar em contato para quitação da dívida!

  • http://twitter.com/leonardograton Leonardo Graton

    Alexandre parabéns pela materia, mto boa e útil. Gostaria de saber e o caso do bar cobrar rolha para você poder beber a garrafa que trouxe de casa. Sei que é mta sacanagem ir num bar e não consumir a bebida deles mas é que por exemplo uma garrafa de tequila sai por 60 reias em um super mercado, dentro de um bar não sai por menos de 100reias. Outro caso já aconteceu comigo, estavamos num barzinho bebendo cerveja e um amigo queria uma dose de tequila, só q a tequila do bar tinha acabado e tinhamos uma garrafa no carro, porem mesmo sem ter a bebida o bar queria cobrar “rolha”. Nestes dois casos é legal essa cobrança?

  • http://twitter.com/leonardograton Leonardo Graton

    Alexandre parabéns pela materia, mto boa e útil. Gostaria de saber e o caso do bar cobrar rolha para você poder beber a garrafa que trouxe de casa. Sei que é mta sacanagem ir num bar e não consumir a bebida deles mas é que por exemplo uma garrafa de tequila sai por 60 reias em um super mercado, dentro de um bar não sai por menos de 100reias. Outro caso já aconteceu comigo, estavamos num barzinho bebendo cerveja e um amigo queria uma dose de tequila, só q a tequila do bar tinha acabado e tinhamos uma garrafa no carro, porem mesmo sem ter a bebida o bar queria cobrar “rolha”. Nestes dois casos é legal essa cobrança?

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Leonardo, obrigado pelas palavras. Fico feliz que tenha gostado.
      A meu ver e deixando questões éticas à parte, tal prática dos estabelecimentos configura prática abusiva.
      Grande abraço.

  • http://twitter.com/johnnyschulte João Vitor Schulte

    Eu Nunca passei por esses problemas de perder comanda não mas as dicas são muito bem vindas ! e pra mim a melhor maneira é a americana com pagamento quando pega a bebida. evita a maioria desses problemas!

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, João.

  • http://twitter.com/johnnyschulte João Vitor Schulte

    Eu Nunca passei por esses problemas de perder comanda não mas as dicas são muito bem vindas ! e pra mim a melhor maneira é a americana com pagamento quando pega a bebida. evita a maioria desses problemas!

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Clara, confesso pra você que, a meu ver, não há abuso de nenhuma parte. Os estudantes têm, sim, o direito de pagar meia-entrada da mesma forma que os organizadores têm o direito de estipular o preço que lhes convier para seus eventos, já que são de cunho privado.
    Muito provavelmente você não comunga do meu entendimento, mas sob o ponto de vista legal não vejo problema algum.

    • http://www.facebook.com/people/Clara-Andrade/1301551499 Clara Andrade

      Alexandre, eu compreendi o seu ponto de vista sim e inclusive ratifiquei alguns pontos. Talvez não tenha sido clara o suficiente.
      Eu não ilustrei a situação da meia-entrada como um abuso. É uma prática muito bem firmada no Brasil. Por outro lado também sabemos do enorme número de pessoas formadas com carteirinha de estudante falsificada para pagar metade que, junto com o sistema de preços impostos pela iniciativa privada, formam um tema pra outro debate.

      A cidade que eu citei é caso muito peculiar, eram festas simples de república, com um preço simbólico pra entrada, tudo funcionava num esquema de amigos mesmo. Até que o pessoal resolveu levantar a questão da meia-entrada e foi a fundo com isso. Claro, não importa se o caso da cidade era “peculiar”, a lei se aplica a qualquer situação. Mas sinceramente, na minha opinião (e na de muitos outros estudantes de lá) foi desnecessário. Acabou com o clima de amizade, com os preços baixos e simbólicos e a mecenaria aumentou. Todo mundo continou pagando o mesmo preço que, aliás, só subiu desde então.

      O mesmo bom senso que você usou para citar a diferenciação de preços para mulheres e homens, eu uso para citar este caso (daí minha ratificação). Não apresenta resultados eficazes e o tiro no pé é o mesmo. Não entendo os princípios legais que regem cada um deles, não é a minha área e você certamente conseguirá detalhar os exemplos da maneira correta. Minha opinião baseia-se na questão do bom senso mesmo.

      O abuso ao qual me referi parte da concepção, ou até mesmo suposição, de um lado querer tirar vantagem do outro, como você citou no post.

      • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

        Perfeitamente, Clara. Absolutamente concordo com seu ponto de vista: o abuso parte da concepção!
        Costumo citar um pronunciamento da dep. estadual Cidinha Campos (http://www.youtube.com/watch?v=C3qX5crIRpg – é curto!) em que ela diz que a corrupção está no DNA do brasileiro.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Clara, confesso pra você que, a meu ver, não há abuso de nenhuma parte. Os estudantes têm, sim, o direito de pagar meia-entrada da mesma forma que os organizadores têm o direito de estipular o preço que lhes convier para seus eventos, já que são de cunho privado.
    Muito provavelmente você não comunga do meu entendimento, mas sob o ponto de vista legal não vejo problema algum.

  • Ulisses

    Moro em Londres e posso dizer duas coisas: levantar e sair na hora que você quiser sem se preocupar com a conta é sensacional. Por outro lado, você também se controla mais no que está pedindo, uma vez que vê a grana indo embora a cada pint…

    E já perdi cartão de estacionamento, vieram com esse papinho de me cobrar 100 pilas. Mandei o gerente do estacionamento pra PQP e disse que só ia pagar uma hora, que era o que de fato eu tinha ficado. Depois de muito bate boca e de eu acusá-lo de infringir a lei, o cara fez o óbvio: olhou a câmera de segurança da cancela e viu o horário que eu entrei. Descobriu que de fato eu estava falando a verdade e só me cobrou o justo!

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      O duro é ter que bater boca pra conseguir o óbvio, não?

  • http://www.facebook.com/zeinmaciel Lourenço Maciel

    Ótimo texto. E os comentários mataram a maioria das minhas dúvidas. Agora é manter uma cópia no celular pra poder falar bonito na hora do aperto.

    Btw, apesar de na europa se pagar com dinheiro direto pro barman, a maioria das vezes que eu fico mofando no bar por uma bebida é no brasil. E com o advento da gorjeta, sempre dá pra ficar amigo do barman e pegar seu drink bem mais rápido por lá.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Hehe, obrigado pela contribuição, Lourenço! Grande abraço.

  • Anônimo

    Muito bem dito…. já me aconteceu sim, por sorte o “dono da balada” percebeu que não era má fè falamos exatamente o que consumimos e deixamos até um valor extra pela gentileza e cordial idade com que nos tratou…. Agora sobre os tickets de estacionamento (como meu pai tem estacionamentos aqui) lhes falo, sempre sempre, (nos estacionamentos que usam maquinas no registro) uma segunda via no arquivo, então essa historia é balela, mesmo naqueles em quem a marcação é manual temos que exercer nossas prerrogativas (algo que o brasileiro normalmente não faz só briga, mas não usa dá lei mesmo) e não sermos dessa forma enganados um ps … que tbm acho q em bares a melhor forma é a anglo americana… mas fazer o q…

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, Lucinda. Obrigado pela sua contribuição. Ressalto que sua situação na balada foi atípica!

  • Rodrigo

    E obrigatório que as baladas tenham meias-entradas pra estudantes?

    A propósito, ótimo texto, simples e esclarecedor. Valeu!

  • http://twitter.com/MarceloRRaposo Marcelo Ramos Raposo

    Muito bem redigido o artigo, sou estudante de Direito (cursando o 9º período) e o artigo deixa evidente algo que na grande imprensa não é tão divulgado:
    O CDC é muito evoluído na defesa do Consumidor, mas se aproveitando da “ignorância” da população, os Comerciantes fazem o que querem dentro de seus estabelecimentos.

    Parabéns ao Alexandre e à Equipe PdH!

  • Leonardo Costa

    Texto muito útil Alexandre, parabéns pela iniciativa.

    Há uns três anos atrás, na hora da saída da balada, meu amigo foi passar o cartão dele , mas na máquina constava que o sistema estava inoperante. Eu não tinha levado cartão e paguei com dinheiro. Tava com o dinheiro contado, se não teria emprestado pro meu amigo e fim de papo.

    A funcionária inúmeras vezes passou o cartão e sem sistema. Falaram que meu amigo podia tirar dinheiro num banco fora dali, mas teria que deixar o celular.Estava aguardando meu amigo do lado de fora e ele volta e diz que o sistema do banco onde tinha ido também estava fora do ar e não conseguiu tirar dinheiro, ouvindo isso o segurança fechou a porta na nossa cara e que se ele quisesse pegasse o celular outro dia, com o pagamento. Entendo que o cara tá certo de cobrar a dívida, mas podia pedir pra assinar uma declaração de compromisso de dívida e nunca ficar com o celular do outro que é totalmente ilegal, um crime.

    Ligamos pra polícia , os policiais conversaram com o dono e falaram que ele teria que devolver o celular, se não teria que levá-lo pra delegacia. O cara ficou nervoso e disse ” que pobre enche o cu de pinga e depois não quer pagar”, quase teve briga, não precisa nem dizer que nunca mais frequentei o local. Meu amigo pediu pra tentar passar o cartão de novo, o sistema voltou e ele finalmente consegui pagar.

    Eu não gosto de briga e discussão, mas assistir o abuso calado só prejudica a todos em geral. Por muitos clientes ficarem calados, há abusos, constrangimentos e ameaças.

  • Leonardo Costa

    Texto muito útil Alexandre, parabéns pela iniciativa.

    Há uns três anos atrás, na hora da saída da balada, meu amigo foi passar o cartão dele , mas na máquina constava que o sistema estava inoperante. Eu não tinha levado cartão e paguei com dinheiro. Tava com o dinheiro contado, se não teria emprestado pro meu amigo e fim de papo.

    A funcionária inúmeras vezes passou o cartão e sem sistema. Falaram que meu amigo podia tirar dinheiro num banco fora dali, mas teria que deixar o celular.Estava aguardando meu amigo do lado de fora e ele volta e diz que o sistema do banco onde tinha ido também estava fora do ar e não conseguiu tirar dinheiro, ouvindo isso o segurança fechou a porta na nossa cara e que se ele quisesse pegasse o celular outro dia, com o pagamento. Entendo que o cara tá certo de cobrar a dívida, mas podia pedir pra assinar uma declaração de compromisso de dívida e nunca ficar com o celular do outro que é totalmente ilegal, um crime.

    Ligamos pra polícia , os policiais conversaram com o dono e falaram que ele teria que devolver o celular, se não teria que levá-lo pra delegacia. O cara ficou nervoso e disse ” que pobre enche o cu de pinga e depois não quer pagar”, quase teve briga, não precisa nem dizer que nunca mais frequentei o local. Meu amigo pediu pra tentar passar o cartão de novo, o sistema voltou e ele finalmente consegui pagar.

    Eu não gosto de briga e discussão, mas assistir o abuso calado só prejudica a todos em geral. Por muitos clientes ficarem calados, há abusos, constrangimentos e ameaças.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, Leonardo. Agiu corretamente, fico feliz que tenha gostado do artigo.

  • http://twitter.com/lourenzoavelar Lourenço Avelar

    Esse lance de mulher pagar menos é legal, balada sobrando homem é foda.
    Perto da facul tem um bar onde as 50 primeiras alunas não pagam e é só alegria.
    Mandou bem no post.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      ;-)

  • Jóta

    Eu sugiro outra forma de sair dessa.
    Aqui em Brasília, numa boate chamada CARIBEÑO, o extravio da comanda custa 500 reais… Um Blue Label na balada é mil reais. Ou seja.. .junta 5 brothers e cada um toma 1/5 de blue label na boate pagando metade do preço! kkkkkkkk, e eles pagam a entrada normal deles sem consumir nada na própria comanda =)

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Eee Brasília…

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Caro amigo Jota,

      Convenhamos que o trouxa não é o cara que perde a comanda, e sim quem vai pro Caribeño… Única coisa bacana é que vendem tacos no meio da balada… hhahahaha.

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Caro amigo Jota,

      Convenhamos que o trouxa não é o cara que perde a comanda, e sim quem vai pro Caribeño… Única coisa bacana é que vendem tacos no meio da balada… hhahahaha.

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Caro amigo Jota,

      Convenhamos que o trouxa não é o cara que perde a comanda, e sim quem vai pro Caribeño… Única coisa bacana é que vendem tacos no meio da balada… hhahahaha.

  • http://twitter.com/tipaspaschoale Tiago Leão

    Wait…então é por isso qeu com o $$ que eu ia numa festa no último semestre eu ia em um mês de festas no 1o periodo?!?! Estudei lá também e lembro de todos os ingressos que já passaram pela minha mão estarem escritos “Meia-entrada”…mas não acho isso de todo errado, afinal mesmo que vendessem “inteira”, não seriam 5% do público da festa, só não precisavam caçar briga pra isso…

    Quando entrei, lembro de festas a R$5,00…manifestação pra pagar meia é muita falta do que fazer…u.u

    • Clara Andrade

      Hahah provavelmente Tiago! Comigo foi a mesma coisa, no primeiro período eu pagava no máximo $12,00 em festas de bebida liberada, $5 ou 10 nas de república (bons tempos de Largados e Carraspana) e por aí vai… hoje você vai e encontra uns Nico Locos da vida a 40 reais. Claro que não foi só a tal manifestação que contribuiu, o pessoal viu que dava dinheiro e começou a enfiar a faca mesmo. Estudante hj lá compra carro e se sustenta com o lucro das festas. O que continua do mesmo jeito são as cervejadas, ainda bem! :D
      De que ano você é? Eu fui 2005.

      • Clara Andrade

        Como não tem um Responder ali embaixo, vai aqui mesmo.
        Td bem Gabriel?! internet pequena mesmo! rsrs

        Sim, Viçosa é uma roça mesmo no quesito administração pública, mas não concordo quando vc diz que só há bom senso por uma espécie de nepotismo. Os estudantes tanto fizeram que conseguiram a tal meia-entrada. Casos controversos sempre vão existir, seja em Viçosa ou em qualquer outra cidade, não é por provincianismo que a lei se perde, mas por conformismo.

        Daí é que entram as dicas boas do Alexandre… mas é, a gente sabe que a prática no Brasil muitas vezes passa loonge da teoria.

  • Nando Zapelini

    Olha, melhor texto do mês!!! Muito bom e boa sacada tratar disso aqui. É utilidade pública!

    Já aconteceu de eu perder sim. Mas a dona do estabelecimento conhecia minha família (pai, mãe, tios…) e aceitou que eu pagasse o que, de fato, havia consumido. Mas sei de histórias que eles não liberaram e ainda saíram “presos” pela PM. Absurdo. Eles (PM) ainda defendem o estabelecimento.

    Parabéns pelo texto!!!

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Obrigado, Nando! Já que gostou, dá um RT pra galera e sinta-se à vontade pra sugerir novo temas de utilidade pública.
      Grande abraço.

  • Matheus

    Cara, tava em um balada umas semanas atraz e na hora de pagar a comanda, pedi a nota fiscal e o cara falou que o maximo que ele podia fazer era me dar o comprovante do cartão, já que a empresa era optante do Simples. Ele tem razão? se sim, como que faço pra comprovar quanto eu gastei, pagando em dinehiro por exemplo?

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É claro que o cara não tem razão, Matheus!

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Ah Clara, com certeza o número de pessoas com carteirinha falsificada é enorme. Dá um debate e tanto.
    Quanto ao caso daí de Viçosa, cito um ensinamento que trago do meu berço: a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Concordo plenamente que a atitude de seus colegas foi desnecessária.
    Realmente eu não havia entendido aonde você quis chegar com sua exposição, imaginei que estava questionando a legalidade das condutas e não a falta de bom-senso das pessoas.
    Peço desculpas pela incompreensão, suas colocações foram muito pertinentes.

  • João

    Poderiam colocar uma pulseira com código de barras. No final c paga e corta. Não tem como perder.

    • http://www.facebook.com/people/Pedro-Henrique-de-Jesus/100001784884929 Pedro Henrique de Jesus

      Fazem isso aqui em Floripa :)

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Marcelo. Boa sorte na carreira jurídica!

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Não! Meia-entrada, a rigor, é pra cultura e esportes.
    Que bom que gostou, Rodrigo! Abraço

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Balada é um evento tanto cultural quanto esportivo, só depende como vc enxerga a coisa…

      Hahha, deixa pra lá…

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Balada é um evento tanto cultural quanto esportivo, só depende como vc enxerga a coisa…

      Hahha, deixa pra lá…

      • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

        Rs…..

    • http://papodehomem.com.br/ Gus Fune

      Balada é um evento tanto cultural quanto esportivo, só depende como vc enxerga a coisa…

      Hahha, deixa pra lá…

  • http://www.facebook.com/lzenon Leonard Zenon

    Tipo o cara da propaganda da Havaianas, vestido de havaiana.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Pois é. E se o modo de se vestir da pessoa é aquele mesmo?

  • http://twitter.com/TabaCruzFilho Tabaquara Cruz Filho

    Concordo com tudo que tá no texto. Ficou ótima a explicação.

    E como disse o Doc. mais acima, eu acho mais prático o sistema em que se paga pela bebida na hora que pede. Um lugar bem organizado consegue lidar muito bem com esse sistema.

    E quanto a histórias, buenas, lembro até hoje de uma festa da minha turma da faculdade. Uma das minhas amigas perdeu a comanda, e o dono da festa queria cobrar um valor exorbitante. Falei pra ela que era bobagem, que tinha que pagar só que bebeu. Resultado, quase sai da festa com promessas de nunca mais pôr os pés lá, sendo que eu conservei a comanda intacta e queriam me cobrar um valor superior ao consumido. ¬¬
    Muitos lugares não é má fé de quem perde a comanda, mas dos donos do estabelecimento que são uns puta cara de pau na hora de ver a grana entrar no bolso. Lamentável.
    (Ah, e minha amiga pagou só o que consumiu após falar com o dono do lugar, mas ela é gostosa, então ficou fácil pra resolver :P )

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Pois é, Tabaquara. Tudo é mais fácil quando se é uma mulher gostosa. Na verdade, é em torno delas que a economia mundial gira.

  • http://www.facebook.com/people/Graziela-Grazieadio/100000160322021 Graziela Grazieadio

    Parabéns, Dotô!
    Excelente texto, que merece ser divulgado.
    o/

  • Lucas S

    Texto de alto nível aqui no PdH…
    Me senti na própria aula de direito constitucional!

    Fica a dúvida: o autor conhece alguém que tenha feito a saída hardcore e tenha se dado bem?
    (os custos judiciais disso aí fatalmente levariam os custos maiores que os benfícios..)

  • Couri

    Alô Alexandre e demais,

    Excelente texto, além de honesto e correto. Sou Rodrigo Couri e trabalho na noite há 18 anos. Passei por quase todos os estágios de uma casa noturna tendo, inclusive, sido dono, consultor, gerente e o escambal de vários lugares neste nosso Brasil (Belo Horizonte, Brasília, Vítória, Salvador, Curitiba, Ribeirão Preto, além de algumas casas de bom porte nos interiores de alguns estados). Como acompanho sempre os artigos e textos do Papo de Homem, não poderia deixar de comentar um tópico que diz respeito à minha vida profissional.

    Também passei por quase todos os tipos de experiências aqui relatadas…

    O que queria apenas complementar, é a importância de se avaliar também o outro lado da moeda.

    Jamais concordaria com atitudes abusivas dentro de um estabelecimento que estivesse sob meu comando (sendo dono ou gerente).

    Mas é de importância plena ressaltar que até mesmo aqui nas respostas, vemos a expertise de algumas pessoas sendo admiradas com o fato de conseguir burlar o sistema e pagar menos do que se consumiu ou coisas do tipo.

    Hoje, as melhores casas do país utilizam mesmo o cartão (nem sempre eletrônico, muitas vezes impresso) personalizado. As mais modernas já utilizam biometria… E algumas na ponta, utilizam até a biometria facial (isto mesmo… Leitura da face do cliente) em que nem o cartão de consumo existe, evitando assim, a perda, a má-fé, a cobrança abusiva ou qq ato constrangedor.

    Citar fatos seria redundante, mas em minha trajetória, vi mesmo muita sacanagem de clientes bêbados, tentando ser espertos demais, ou simplesmente equivocados com relação às suas reclamações.

    Ora… Ninguém fica numa balada com seu cartão perdido por mais de uma hora… E mais… Imagina o caixa que está atendendo à uma multidão aflita para sair da casa (afinal, é um saco esperar na fila, né?) ouvir de um cliente, muitas vezes irritadiço e na maioria das vezes bêbado, que não consumiu o que está anotado? Na maioria das vezes, o caixa só chama um segurança no caso de ser ameaçado ou achincalhado por este cliente… Muitas vezes o caixa chega a ser ameaçado.

    Segurança não vai pra uma casa noturna pra bater em ninguém… Mas experimente desafiar um deles para ver o que acontece. Dono de casa noturna, gerente e sei lá mais o quê, não consegue e nem vai evitar que o cara reaja num caso destes. Não é o correto, mas é o lógico. Imagina o cara passar a noite inteira em pé esperando o momento de justificar seu pequeno salário ali naquele lugar? Qtas vezes assisti à clientes injuriados com a verdade (e não com abuso), rir na cara de gerentes e seguranças dizendo que tinham dinheiro pra pagar e que aquilo não seria problema pra eles, pois gastavam mais numa noite do que ganhávamos num mês? Sei que é duro, mas escolhemos uma profissão em que o fechamento da conta vem carregado de problemas… Sei lá qdo o cara está p… com alguma coisa, brigou com a namorada ou acabou de descobrir que levou um baita balão da amada e acaba descontando na casa…

    Sei sim, que nas melhores casas, existe um bom senso e a real vontade de resolver. Para uma casa noturna, chamar a policia e mandar um funcionário ficar com um cliente dentro da delegacia até duas horas da tarde esperando um delegado é mais fácil do que pro cliente que simplesmente está doido pra ir embora pra casa e muitas vezes trabalhar no dia seguinte. Mas casa noturna que se preze, vai sempre buscar um entendimento e no máximo, tentar um acordo. No caso dos cartões personalizados, é fácil descobrir se um cliente consumiu ou não o item reclamado, pois o garçon se lembra da maioria das coisas. Lembra da garrafa de Blue Label citada lá em cima? Pois é… Um garçon vende uma garrafa destas um ou duas vezes num mês quando a casa é realmente frequentada por clientes quem têm porte para comprar um produto destes. É CLARO QUE ELE VAI OLHAR PRO CLIENTE E LEMBRAR SE ELE COMPROU OU NÃO UMA GARRAFA DESTAS. Assim como de vários outros produtos… Difícil é ele esquecer! E se o garçon olhar pro cliente e garantir para o gerente ou segurança que o cliente consumiu sim o que está anotado… Ah!!!! A casa vai até o fim pra receber do espertão.

    Não escrevo tentando ser polêmico, apenas lembrando o outro lado… Discordo de abusos, violência, ameaça ou itens apreendidos como garantia de uma conta pendurada (que aliás, em muitas ocasiões, é oferecida pelo cliente). Mas lembrem-se que tem muita gente que age de má fé e a casa precisa, muitas vezes, se proteger. TIve um sem fim de casos em que só de conversar com um cliente, percebi sua idoneidade, seriedade, sinceridade, enfim… O cara não tava mentindo e nem tentando tapear ninguém. Neste caso, o garçon vai pagar pelo erro, afinal, trabalhamos com seres humanos que estão ante a possibilidade de errar o tempo todo. Seja marcando um produto equivocadamente, seja lançando uma comanda com um número errado, seja tentando ganhar um troquinho a mais marcando o item consumido por um cliente na comanda do outro. Daí a OBRIGATORIEDADE do bom senso numa casa noturna que precisa tantos dos funcionários (mão de obra dificílima!!!!) qto dos clientes que afinal, são o primórdio de qualquer tipo de comércio.

    Então… Bora continuar curtindo nossas melhores baladas e fechar nossas noite sem problemas e chateações. TIM TIM!!!!

    Abs

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Puta comentário bacana, Couri! Obrigado por contribuir com nosso papo.

      Abração.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Puta comentário bacana, Couri! Obrigado por contribuir com nosso papo.

      Abração.

    • http://www.papodehomem.com.br/ Guilherme Nascimento Valadares

      Puta comentário bacana, Couri! Obrigado por contribuir com nosso papo.

      Abração.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Põe comentário bacana nisso. Obrigado pela sua contribuição, Couri, e agradeço também por perceber que o artigo se destina aos consumidores honestos.
      Grande abraço.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Grazi! Manda pra galera, então!
    ;-)

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Grazi! Manda pra galera, então!
    ;-)

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Aô Lucas, quem me dera poder lecionar em Dir. Constitucional! Rs.
    Mesmo assim agradeço pelas palavras!
    Conheço sim quem fez a saída hardcore e se deu bem, Lucas. As custas judiciais ficam a cargo da parte sucumbente.
    Abraços

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Aô Lucas, quem me dera poder lecionar em Dir. Constitucional! Rs.
    Mesmo assim agradeço pelas palavras!
    Conheço sim quem fez a saída hardcore e se deu bem, Lucas. As custas judiciais ficam a cargo da parte sucumbente.
    Abraços

  • Bruno Tamanaka

    “Quem quer menos mulheres na noite?” Pergunta chave Hahahaha…

    Eu não vejo problema em ter muitas mulheres na balada, além disso essa diferença de preço ajuda o home, por exemplo, pagar a balada da namorada se for um casal baladeiro. Como o Alexandre disse, reclamar disso só faria aumentar o preço do ingresso da mulherada. Não compensa!

    Sobre o assunto principal do texto, achei excelente. Nunca perdi a comanda, mas sempre me perguntava “se eu perder essa porra, o que faço? eu tô fudido!”.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, Bruno!

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      É isso aí, Bruno!

    • Vitu

      É só lógico: Quanto mais barato, mais gente (mulheres) vão ir, quanto mais mulheres, mais homens vão ir e mais eles vão consumir. Lógica pura.

  • Bruno Tamanaka

    “Quem quer menos mulheres na noite?” Pergunta chave Hahahaha…

    Eu não vejo problema em ter muitas mulheres na balada, além disso essa diferença de preço ajuda o home, por exemplo, pagar a balada da namorada se for um casal baladeiro. Como o Alexandre disse, reclamar disso só faria aumentar o preço do ingresso da mulherada. Não compensa!

    Sobre o assunto principal do texto, achei excelente. Nunca perdi a comanda, mas sempre me perguntava “se eu perder essa porra, o que faço? eu tô fudido!”.

  • http://www.facebook.com/gabe.cordeiro Gabe Cordeiro

    Haha…
    Clara aqui no Papo de Homem?
    Internet pequena essa, ou o site que cresceu.

    Enfim, aqui em Viçosa além desse problema, tem outros.
    Por ser uma cidade essencialmente universitária, com muita gente de outros Estados, mas ainda ter um Setor de Serviços de uma Roça, direto rolam problemas do tipo.
    Porém pela mentalidade provinciana quase coronelista, muitas vezes quando se luta por direitos em um local, compra-se uma briga real.
    Tenho amigos que mesmo citando a lei, foram negados de seus direitos, e acabaram aceitando pra não ficar mal na praça.

    Complicado lidar com cidades assim, onde a voz da lei pode te manchar.
    Bom senso? Só quando você é filho do… Sobrinho do… Neto do… Amigo do…
    Enfim.
    Belo texto Alexandre.
    rs (nome do meu pai, seu companheiro de formação)

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Gabe. Aproveita que gostou e divulga pra galera aí de Viçosa. Abraços.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado, Gabe. Aproveita que gostou e divulga pra galera aí de Viçosa. Abraços.

  • J@de

    Alexandre, não leva a mal não, direitos são direitos e eu até gostei do post, mas acho muita conversa para justificar o fato de que o sujeito não foi capaz de cuidar de uma simples comanda.
    Eu acho que o combinado não sai caro, se você entra num lugar sabendo que se perder a comanda vai pagar um absurdo, então porque não cuidou dela??

    • Alzemir Jr

      imprevistos acontecem, coisas caem no chão, as vzes a carteira está muito cheia.. e as vezes a cabeça ta muito cheia de alcool misturada aos problemas do dia, se fosse assim vc iria ficar vigiando a comanda a noite toda e nem aproveitaria a noite.

  • J@de

    Alexandre, não leva a mal não, direitos são direitos e eu até gostei do post, mas acho muita conversa para justificar o fato de que o sujeito não foi capaz de cuidar de uma simples comanda.
    Eu acho que o combinado não sai caro, se você entra num lugar sabendo que se perder a comanda vai pagar um absurdo, então porque não cuidou dela??

  • J@de

    Queria complementar o meu comentário depois de ter lido alguns comentários acima, falando em sistema anglo-americano e tal… eu acho muito bacana, mas aqui no Rio já tem muitos lugares que usam esse sistema… botequins na Lapa e até mesmo aqui na Gávea onde trabalho… paga depois bebe!! hehehe!!
    Acho que é o melhor sistema para quem gosta de beber… afinal, quem sai pra beber, relaxar e se divertir não merece ficar fazendo conta em fim de festa…

  • J@de

    Queria complementar o meu comentário depois de ter lido alguns comentários acima, falando em sistema anglo-americano e tal… eu acho muito bacana, mas aqui no Rio já tem muitos lugares que usam esse sistema… botequins na Lapa e até mesmo aqui na Gávea onde trabalho… paga depois bebe!! hehehe!!
    Acho que é o melhor sistema para quem gosta de beber… afinal, quem sai pra beber, relaxar e se divertir não merece ficar fazendo conta em fim de festa…

  • http://www.facebook.com/gabe.cordeiro Gabe Cordeiro

    Eu sei moça,
    Quando disse Bom Senso, quis dizer bom senso, quando ambas ou alguma das partes cede sem conflito maior que possa envolver Polícia, PROCON, Justiça.
    Mesmo o caso que você citou, o da meia entrada, envolveu a Justiça, não é?
    Exagerei sim ao inferir que Sempre o Bom Senso aqui envolve nepotismo..
    Mas não exagerei tanto não.
    No seu tempo de Viçosa você não percebeu,
    Mas em 17 anos aqui vi e ouvi bastante.
    Infelizmente tem horas que o formalismo da lei cede não só ao conformismo
    principalmente em casos pequenos como esses.

  • http://twitter.com/TiagoCampelo Tiago Campelo

    Excelente texto Alexandre. Já passei por isso, e fiquei super chateado quando perdi uma vez minha comanda. O jeito pra não fazer confusão, foi pagar a comanda completa, sendo que bebi nem 4 latinhas de cerva. Um absurdo.

  • Fdm

    Cara, parabens, o assunto foi bem explicado. mas na pratica, quem se atreve, no rio de janeiro (como é o meu caso) a ligar pra PM pra fazr um b.o.? capaz dos homens ficarem putos contigo e ainda tirarem mais dinheiro teu do que tu gastaria pagando a comanda completa… enfim, nao tem pra onde correr, na pratica
    e quanto a obrigatoriedade do pagamento dos 10%, isso é relativo: se a casa expressar (seja em cartazes, na comanda, no cardapio, etc) que cobra 10% ai os 10% adquirem carater de gorjeta compulsoria, ou tacitamente ajustada, e seu pagamento é de carater obrigatorio sim, pois implica no aviso ao cliente e sua tacita aceitaçao. agora, quando nao vem expresso em lugar nenhum que se cobra o valor de 10% pelo serviço, ai seu pagamento realmente é facultativo

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Cara, a gorjeta compulsoria sempre e pratica abusiva. Grande abraco, meu caro.

  • http://www.facebook.com/artur.guarnieri Artur Guarnieri

    Alexandre, excelente post.

    Couri, gostaria de aproveitar o espaço e perguntar se há algum treinamento específico dado aos seguranças de boate, para lidar com este tipo de situação, e uma ideia do número de casas que buscam este padrão de qualidade desde a portaria até o caixa, posto que não é muito difícil encontrar por aí policiais, do tipo truculentos, fazendo bico na noite.

    Eu mesmo já fui vítima de truculência faz uns 5 anos.

    Estava numa boate do interior, numa festa de faculdade, e havia deixado coisas em um guardador. Quando houve uma briga e senti que o clima não estava agradável e resolvi pegar minhas coisas e ir embora. No momento em que cheguei no guardador e pedi minhas coisas com o ticket, levei um soco. Estava de costas, a minha reação foi virar, me defender e dar outro soco no sujeito, que na verdade era um dos seguranças da casa e que também era policial. Ele e mais outro acabaram me segurando e do lado de fora já tinha uma viatura, na qual fui colocado por um pm. Lembrem que eu não estava na briga e quis me retirar do local por achar o clima pesado. Depois que fui colocado na viatura e o pm virou as costas, vi que a porta estava aberta, sai correndo e me escondi num matagal (podem rir) e liguei pra minha mãe do celular para ela ir com o táxi me buscar que eu estava “foragido”.

  • Jimmy McManis

    infelizmente o que acontece, na verdade mesmo e sim o cliente safado que perde ou esconde a comanda para tentar pagar menos, as pessoas ainda acham que ninguem ve o que elas estao fazendo dentro das casas, que ninguem fica de olho quando o vagabundo roda de bar em bar pedindo whisky, red bull a noite toda e depois vem com a cara de inocente, dizer que perdeu a cartela. ou pior ainda, o meliante abarrotou alguma cartela que ele encontrou no chao e aparece no caixa para pagar a dele mesmo com 2 refrigerantes marcados.
    aprendam a se comportar dentro da casa que NAO e de voces, a cartela e dada pra facilitar a sua vida e como um voto de confianca de que vc vai ser honesto e que vai cuidar daquele papel que confiamos a voce, se, num raro caso realmente acontece a perda do boleto, isso tambem e um erro, e sua obrigacao cuidar do que tem nos bolsos.
    concordo com o bom senso no trato do problema, portanto nunca chegue no gerente dizendo, ” ai, perdi minha cartela e so vou pagar 3 cervejas” faca essa aproximacao comm humildade e educacao, tenho certeza que ecebera exatamente o mesmo tratamento de volta.
    o profissional que esta na casa te mque prestar conta no fim da noite de tudo que foi retirado do escritorio, logo, se vc realmente perdeu a comanda, ajude ele a resolver o SEU problema, consertando o SEU erro.

  • Jimmy McManis

    regra unica: o cliente tem razão, unica e exclusivamente no caso dele realmente ter razão.

    infelizmente uma análise estatística, ao longo de 20 anos de trabalho na tal “balada” mostra uma realidade muito diferente da que é fantasiada nesse artigo. posso ser um exemplo apenas, uma exceção, sempre procurando tratar com respeito, justiça e em certos momentos com carinho todos os casos onde alguma falha de atendimento, ou do cliente tenha ocorrido. no caso específico da dissertação acima, da perda da comanda, onde o erro, sim, é de quem perdeu, levianamente ou não, peço sempre que tenha paciência e agsuarde um piuco o tempo de minha euipe fazer uma busca pelo salão e dependências, busca que resulta em sucesso em mais de 95% dos casos.
    não quero me alogar no assunto nem mesmo dar continuidade à questão, só gostaria muito que quem abre a boca ou liga o computador pra provocar uma discórdia dessas, deveria pensar em trabalhar na “balada” 1 noite que fosse, antes de jogar esse tanto de pedras nos profissionais (infelizmente, nem sempre treinados) que estão lá para servir e garantir sua segurança num lugar onde normalmente 1/3 das pessoas está se divertindo e metade disso embriagadas. uma noite onde somos cobrados o tempo todo com continuaidade em relatorios, inventarios e contagem das famigeradas comandas.

    resumindo, educação geralmente é tratada com educação, a saliva que se gasta pra ofender é a mesma que pra tratar com respeito, mas as consequencias são diametralmente opostas. não concordo com a punição descrita nas comandas, mas elas saervem, pra mim, como um bom ponto de partida para uma barganha mutuamente benéfica.

    saiam sempre para se divertir, bebam com moderação e sempre tratem as pessoas, seja que for, exatamente como você gosta de ser tratado.

    J.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Isso ai, cara. A vida, na maioria das vezes, e um espelho de nossas atitudes.

  • http://www.facebook.com/people/Vicente-Lo-Duca/100000327132630 Vicente Lo Duca

    Excelente e esclarecedor.

    A Questão do “valor Artístico” é foda, já tive que pagar 7 reais de couvert (por pessoa), sendo que ninguém me avisou o quanto era cobrado, e o pior dentre os 65 minutos que permaneci no local a banda tocou 30 e ficou 35 minutos curtindo o intervalo…

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Osso hein…

  • http://www.facebook.com/people/Debora-Viveiros/100000321170842 Débora Viveiros

    Post ótimo para esclarecer essa questão tão chata, porque sempre que vejo aquele “singelo valor” referente à perda da comanda fico indignada!

    Aqui em BH geralmente é bem tranquilo, tanto os 10% dos garçons quanto o “couvert” e etc. Só essa questão do valor exorbitante cobrado no caso de vc perder a comanda é que pega mesmo, foda! Enfim…

    Mas parabéns pelo texto! Como já disseram, você tratou o assunto de forma clara e objetiva.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Obrigado, Debora! Fico feliz que tenha gostado!

  • http://twitter.com/gabrielvinicius Gabriel Alves

    Infelizmente não há como fugir de pagar a “multa” pela perda da comanda, principalmente porque a maiora das baladas sempre tem seguranças brutamontes prontos para encher de porrada, quem não fizer o pagamento da multa. A melhor forma de evitar confusão infelizmente, é pagar a multa e correr atrás dos seus direitos na justiça, já vi casos com amigos meus de arrumarem brigas com segurança (a grande maioria deles são policiais) de balada, por causa de perda de comanda e o mesmos apanharem feio por causa disso!

    Abraços

  • Couri

    Arthur, Sim!!! Existe treinamento sim… Mas hoje, 90% dos seguranças das casas é terceirizado. Hoje, para se abrir uma agência de segurnaça, é exigido um certificado que comprove o treinamento deles. Existem, inclusive, seguranças armados (licenciados e treinados para tal) e principalmente membros da equipe de segurança trabalhado “à paisana” e misturados aos público.

    Existem vários PM´s que complementam sua renda trabalhando na noite.

    O fato é que depois que uma confusão começa, é praticamente impossível parar. Ainda mais se o cliente que causou a confusão se acha muito mais “batedor” que um segurança que normalmente é treinado em algum tipo de luta, é grande e muitas vezes sem muita educação. Haja visto que o nível sócio-cultural deste tipo de mão de obra não é dos mais altos, mas o que o Jimmy ressaltou tem muito a ver. Educação com educação se paga. O responsável pela noite tem sim de responder por cada item que saiu do estoque e, como disse acima, A CASA VAI FAZER DE TUDO PARA RECEBER DO ESPERTALHÃO QUE ESTÁ TENTANDO BURLAR.

    Para enfatizar a questão, quando percebemos (todos os garçons e atendentes estão orientados para tal) um exagero na comanda ou cartão de algum cliente (fácil perceber pela conduta, vestimenta, idade e etc…), exigimos documentos e até a quitação imediata da cartela.

    O cliente que está lá com condições e intenção de pagar todo o seu consumo não se queixa de fechar a cartela/cartão e começar outro. Agora, basta vc pedir pro pateta que está abusando na cartela roubada ou achada que ele vai criar caso, brigar, ameaçar e dar TODOS OS CHILIQUES POSSÍVEIS. Este é o principal sintoma de que achamos um picareta querendo roubar. Aí, amigos… Prepara pq vai ter polícia, vai ter chateação, e tudo o mais… Ou o cara paga, ou vai EM CANA MESMO!!! Vai ficar na delegacia até à tarde do outro dia, no mínimo… Ou então paga a conta e pronto.

    Hoje é sexta… DIA DE BALADAAAAAAA!!! Bora divertir, galera!!!

    Abção

  • Couri

    Arthur, Sim!!! Existe treinamento sim… Mas hoje, 90% dos seguranças das casas é terceirizado. Hoje, para se abrir uma agência de segurnaça, é exigido um certificado que comprove o treinamento deles. Existem, inclusive, seguranças armados (licenciados e treinados para tal) e principalmente membros da equipe de segurança trabalhado “à paisana” e misturados aos público.

    Existem vários PM´s que complementam sua renda trabalhando na noite.

    O fato é que depois que uma confusão começa, é praticamente impossível parar. Ainda mais se o cliente que causou a confusão se acha muito mais “batedor” que um segurança que normalmente é treinado em algum tipo de luta, é grande e muitas vezes sem muita educação. Haja visto que o nível sócio-cultural deste tipo de mão de obra não é dos mais altos, mas o que o Jimmy ressaltou tem muito a ver. Educação com educação se paga. O responsável pela noite tem sim de responder por cada item que saiu do estoque e, como disse acima, A CASA VAI FAZER DE TUDO PARA RECEBER DO ESPERTALHÃO QUE ESTÁ TENTANDO BURLAR.

    Para enfatizar a questão, quando percebemos (todos os garçons e atendentes estão orientados para tal) um exagero na comanda ou cartão de algum cliente (fácil perceber pela conduta, vestimenta, idade e etc…), exigimos documentos e até a quitação imediata da cartela.

    O cliente que está lá com condições e intenção de pagar todo o seu consumo não se queixa de fechar a cartela/cartão e começar outro. Agora, basta vc pedir pro pateta que está abusando na cartela roubada ou achada que ele vai criar caso, brigar, ameaçar e dar TODOS OS CHILIQUES POSSÍVEIS. Este é o principal sintoma de que achamos um picareta querendo roubar. Aí, amigos… Prepara pq vai ter polícia, vai ter chateação, e tudo o mais… Ou o cara paga, ou vai EM CANA MESMO!!! Vai ficar na delegacia até à tarde do outro dia, no mínimo… Ou então paga a conta e pronto.

    Hoje é sexta… DIA DE BALADAAAAAAA!!! Bora divertir, galera!!!

    Abção

  • Couri

    Arthur, Sim!!! Existe treinamento sim… Mas hoje, 90% dos seguranças das casas é terceirizado. Hoje, para se abrir uma agência de segurnaça, é exigido um certificado que comprove o treinamento deles. Existem, inclusive, seguranças armados (licenciados e treinados para tal) e principalmente membros da equipe de segurança trabalhado “à paisana” e misturados aos público.

    Existem vários PM´s que complementam sua renda trabalhando na noite.

    O fato é que depois que uma confusão começa, é praticamente impossível parar. Ainda mais se o cliente que causou a confusão se acha muito mais “batedor” que um segurança que normalmente é treinado em algum tipo de luta, é grande e muitas vezes sem muita educação. Haja visto que o nível sócio-cultural deste tipo de mão de obra não é dos mais altos, mas o que o Jimmy ressaltou tem muito a ver. Educação com educação se paga. O responsável pela noite tem sim de responder por cada item que saiu do estoque e, como disse acima, A CASA VAI FAZER DE TUDO PARA RECEBER DO ESPERTALHÃO QUE ESTÁ TENTANDO BURLAR.

    Para enfatizar a questão, quando percebemos (todos os garçons e atendentes estão orientados para tal) um exagero na comanda ou cartão de algum cliente (fácil perceber pela conduta, vestimenta, idade e etc…), exigimos documentos e até a quitação imediata da cartela.

    O cliente que está lá com condições e intenção de pagar todo o seu consumo não se queixa de fechar a cartela/cartão e começar outro. Agora, basta vc pedir pro pateta que está abusando na cartela roubada ou achada que ele vai criar caso, brigar, ameaçar e dar TODOS OS CHILIQUES POSSÍVEIS. Este é o principal sintoma de que achamos um picareta querendo roubar. Aí, amigos… Prepara pq vai ter polícia, vai ter chateação, e tudo o mais… Ou o cara paga, ou vai EM CANA MESMO!!! Vai ficar na delegacia até à tarde do outro dia, no mínimo… Ou então paga a conta e pronto.

    Hoje é sexta… DIA DE BALADAAAAAAA!!! Bora divertir, galera!!!

    Abção

  • Filipe Figueira

    cara, realmente curti muito o post.
    tu por acaso é de libra? porque este signo tende a tentar defender os “necessitados”.
    quando tu citou o artigo 5 ta constituição federal eu curti pra caralho, nada como termos os nossos direitos bem defendidos.
    sacygsacgysygcsaygucsa

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Nao, Filipe. Nao sou de libra nao, brother. Que bom que gostou, da RT pra galera se puder. Abraco.

  • Maria Edwirgens

    Alexandre, conheco um estabelecimento que diz registrar todos os pedidos feitos por cada comanda. As comandas sao numeradas e cada vez q alguem faz um pedido nela, eles registram no sistema ou num bloquinho de papel oq foi pedido. Desse modo, mesmo que o cliente perca a comanda, eles tem supostamente registrado oq foi consumido nela. Houve uma ocasiao em que um amigo perdeu a comanda e cobraram 3 baldes de cerveja (conforme os registros deles). Ele (visivelmente alcoolizado) dizia que havia consumido 2. Ateh hj nao sei se ele consumiu 2 ou 3, mas ele poderia ter realmente questionado esses registros nao poderia? Lembro que eles apareceram com um papelzinho cheio de anotacoes, inclusive os “3 baldes” da comanda dele.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Maria, e claro que ele poderia ter questionado esses valores. O Codigo de Defesa do Consumidor admite a inversao do onus da prova em favor do consumidor, ou seja, o estabelecimento teria que provar que ele realmente consumiu os 3 baldes e aqueles papeizinhos nao constituem prova alguma.

  • Rodrigo

    Gosto do sistema de pulseira adotado Em algumas baladas aqui em Floripa. A pessoa paga sua entrada normal e recebe uma pulseira (que já serve para identificar quem é da área VIP), chega num caixa e “põe dinheiro nela”. Quando quer alguma coisa é só ir até o bar e descontar. No final da balada é só passar no caixa para retirar o que sobrou e ir embora.

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Absurdo mesmo, Tiago. Que bom que gostou do artigo, da um RT pra galera. Abracos

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Artur, obrigado pela sua contribuicao. Que bom que gostou do texto e compartilhou uma experiencia conosco. Se puder, da RT do artigo pra galera. Abracos

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Tem razao, Jimmy. Alem do mais, o artigo e pros honestos consumidores, e nao pros “safados”. Abraco

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Obrigado pela contribuicao, Gabriel. Forte abraco.

  • http://www.facebook.com/artur.guarnieri Artur Guarnieri

    Alexandre, nós que agradecemos. É bom ver um espaço no qual colegas de profissão deixam o ego em casa com as grandes teses e mostram a praticidade de uma situação “comum”. Abs,

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Porra, Artur. Valeu, brother!

  • Alzemir Jr

    Tenho uma duvida, tem uma casa noturna aqui em Curitiba que funciona no esquema de créditos pré pagos, vc entra, recebe um cartão personalizado com seu nome e código de barras, se deseja consumir alguma coisa vc vai ao caixa paga a entrada (R$15) e paga os créditos que deseja, quanto quiser. Só que se ao final da noite sobra créditos na ficha eles não devolvem, vc fica com o crédito no cartão, que pode ser consumido em outra noite.
    Isso é legal? pq ao meu ver, aquele dinheiro que ta nos creditos é meu, se eu quiser ele de volta ou quiser deixar no cartão para uma proxima noite é decisão minha.

  • Rafael

    Certa vez meu irmão mais novo perdeu sua comanda na balada e imediatamente avisou o dono da casa, o que aconteceu foi que ele ficou cuidando e meia hora depois acharam o espertinho que havia encontrado a comanda e enchido de cervejas. Tiraram o espertinho para fora da casa e aí começou a discussão, ele queria que eu pagasse tudo o que o esperto tinha consumido, cogitei chamar a polícia para resolver, mas como queria ir embora e o espertinho só havia consumido cervejas “ainda bem que não gostava de whisky com red bull”, paguei os 60 reais que o ladrão havia consumido a mais e fui embora. O dono da balada argumentava que ele só não queria perder o que fora consumido, pergunta: Eu conseguiria reaver estes 60 reais através das soluções soft ou hardcore?

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Agora que você já pagou e foi embora, só pelos meios legais!

  • Fred

    Alexandre, sou novo no PdH, mas queria registrar um constragimento que passei à alguns dias atrás.

    Estava numa fila com mais dois amigos brasileiros em uma boate de Coimbra – Portugal. Até aí tudo bem, gente entrando, passando pelo segurança e pegando o “cartãozinho” de consumação. Quando chega nossa vez de entrar o segurança nos barra e diz: “A consumação mínima agora é de 500€.” . Não entendemos bem porque ele disse isso pra gente e questionamos porque ele não falou o mesmo para as pessoas que tinham acabado de entrar, na nossa frente. Ele disse que eram regras da casa e que ela tinha o direito de cobrar o quanto quisesse. Logo, perguntei se o valor ABUSIVO tinha relação com Xenofobia, se era por éramos brasileiros. Ele disse que não e que essas são as regras da casa, a partir daquele momento era 500€ para entrar.

    Ora. Eu já tinha visitado aquela casa numa outra ocasião e paguei meros 4€ de consumação/entrada. É verdade que, na placa de entrada da casa do lado de fora (placa de alvará e informações legais) está escrito que a consumação mínima é 500€, mas todo mundo sabe que isso não é verdade.

    Conversando com uns amigos, eles me disseram que o motivo de ter cobrado esse valor da gente é porque a casa não pode recusar a presença de ninguém, porque agiria com preconceito, mas se cobrasse esse valor eles teriam um subterfúgio para impedir a entrada de qualquer um que eles não quisessem. O que na minha opinião funciona para a xenofobia.

    Batemos boca na porta, pedimos para falar com o gerente e ele disse que o gerente não estava e na ausência dele, ele era autoridade máxima. Outra mentira.

    Quer dizer, depois da humilhação na porta da boate, saímos xingando até a mãe do DJ que tocaria naquela noite, mas o sentimento era de revolta e de vergonha.

    Te pergunto. Eu poderia ter feito alguma coisa contra a casa, naquele momento ou depois? Mesmo tendo uma placa dizendo que a consumação mínima é de 500€, mas que NINGUÉM para esse valor porque além de eu já ter ido uma vez, diversos amigos já foram e pagaram bagatela (assim como outros que também passaram pelo mesmo constrangimento e humilhação na fila) na casa.

    Agradeço e parabéns pelo texto. É de muita valia.

    • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

      Cara, por um acaso foi na NB? Lá eles costumam fazer isso com quem não está bem vestido (como bermudas, chinelos) ou com quem está notoriamente embriagado.
      Você se enquadra em uma dessas hipóteses? De qualquer forma, só estou tentando encontrar o porquê do segurança ter agido assim, já que eles não costumam barrar brasileiros (alguns seguranças de lá até são brasileiros).
      Você poderia ter chamado a polícia, mas não posso te garantir que surtiria algum efeito em Portugal. É osso…
      Um abraço.

  • Fabiano

    Imagina passar o cartão a cada pedido… isso só funcionaria em uma mesa com 2 pessoas, pensa agora em um aniversário de alguém onde o cara quer fazer a festa no bar. Ou pior… “Me da uma breja”, “R$4,50 senhor”, “Troca essa de 100 aqui parcero” 5min depois “1 porção de salame com provolone”, “R$23,70 senhor”, “beleza, leva 25 e me traz o troco”

  • http://twitter.com/LeLawyer Alexandre Nunes

    Meu caro, você recarregou o cartão porquê quis. Logo, o dinheiro continua sendo seu, só que na moeda da balada.
    Um abraço.

  • http://www.neobrindes.com.br Alexandre

    Aconteceu comigo! No shopping SPMarketing, funcionários despreparados, me cobraram R$ 18,00 pela perda do ticket de estacionamento. Não quis pagar, constrangeram minha família, com criança de 10 anos, esposa e minha mãe, idosa de quase 70 anos, nos segurando nas dependências do shopping. Tive que pagar para não expô-los. O que pode ser feito para que fatos como esse não fiquem impunes e esses aproveitadores do povo (que no geral no reclama de nada), sejam punidos? Tudo por um ticket de estacionamento perdido.

  • http://www.facebook.com/people/Lara-Weiss/533871128 Lara Weiss

    Ahhhhhh. Quantas coisas numa espiadinha no PdH. Alexandre, parabéns! Muito claro o seu post. Bem, nunca tive problemas com os bares. Mas já esqueci de pagar e fui embora num domingo, voltei na quarta pra pagar, tinham jogado a comanda fora, falei o que tinha gasto e paguei. Já recebi muito troco errado. Exemplo: gastei R$ 10,00, paguei R$ 50,00 e estava recebendo R$ 80,00 de troco e devolvi. Também já recebi uma nota falsa de 50,00 (era falsa não vou por os R$… haha) e não repassei. Minha irmã ficou com ela e gastou na faculdade. Ela achou que estava fazendo certo, eu precisava do dinheiro e não achei correto fazer com os outros o que fizeram comigo. Eu sou do pensamento que aqui se faz, aqui se paga. Haja tranqüilamente, se informe, aprenda, cobre por seus direitos e viva feliz! 

  • Jaque

    Poxa, ótimo texto e super útil. Também sou da cidade de Viçosa – MG e atualmente trabalho numa casa noturna que abriu há 1 mês atrás. Podemos perceber que o perfil dos estudantes tem mudado a cada ano. A questão é, como o Alexandre mesmo disse, os estudantes tem sim o direito de pagar meia-entrada, da mesma forma que os organizadores tem o direito de estipular o preço que quiserem. E então a conclusão é que não adianta nada reivindicar. 

  • Convidado

    Cara, o principal problema para resolver isso é porque a polícia infelizmente é despreparada, ja aconteceu de em uma situação o sistema de cartao nao estar funcionando mas que não queriam resolver nada e me mantiveram la dentro ate o gerente poder falar comigo (tava me enrolando), que segundo o segurança seria só 7 horas da manhã, eu chamei a policia depois de muito custo com o celular de outro cliente, ja que a casa nao queria fazer essa ligacao para mim e meu celular acabou a bateria. Quando a policia chegou o policial disse que a policia servia pra atender “crimes” e ali nao era. Ora, sou estudante de direito, falei com o policial que era crime sim pois queriam me manter na casa ate as 7 horas (a hora do ocorrido foi 1:30 mais ou menos, cada vez eu ficando mais nervoso. No final o gerente veio falar comigo, o policial nao quis fazer o B.O. e acabamos por resolver o problema (deixei meu celular depois de muito custo) eu e o gerente. A unica magoa que guardo deste episodio foi que o “segurança-chefe” era muito babaca ele disse que o problema era meu e ainda me insultou. Só no Brasil isso fica impune mesmo!!

  • http://www.facebook.com/guikalil Guilherme Kalil

    Muito bom o texto, meu caro!!!! Parabéns! Uma observação: Em minha opinião as melhores baladas são as que se paga a vista o que se consome porque isto evita filas na hora da saída. Você prevê o que vai beber, compra tudo de uma vez e bebe aos poucos. Geralmente isto vai te fazer pegar duas filinhas para comprar no caixa ao invés de uma monstruosa para pagar a cartela no fim da balada!

  • http://www.facebook.com/people/Daniel-Ascar/100002451447808 Daniel Ascar

    pow cara oque vc fez ?aconteceu a msm coisa cmigo identico msm !! no meu caso a casa q fez um boletim de ocorrencia! to bolado to pensando em processar eles por carceres privado entre outros pq  gastaram no camarote e eu paguei entrada para a pista !

  • http://www.facebook.com/silvia.cunha.9828 Silvia Cunha

    eu acho q os preços tinha q se igual para todos independente do sexo

  • Danielle

    E sobre o furto de comandas? Ontem fui obrigada a pagar 270 reais, pois minha comanda foi furtada e aproveitaram para beber absolut e redbull aos montes usando o meu cartão. O meu gasto era de 40 reais e acabei tendo que pagar tudo e a casa nem fazia questão de tentar descobrir quem estava usando de má fé com o meu cartão. Apenas disseram que a responsabilidade do cartão era minha e que eu deveria ter comunicado o extravio dele. O problema é que estava usando tão pouco o cartão, que só notei no final da noite que já não estava com ele. Como os cartões são registrados pelo nome, não teve jeito, só me deixaram sair de lá após pagar tudo o que não consumi. Para evitar problemas paguei, mas estou aqui com uma nota fiscal e procurando alguma lei que me proteja desse prejuizo. Alguém sabe de alguma coisa?

  • Victor Montoya

    Eh muito mais fácil não ser responsável e não perder a comanda!

  • Tamara Ramos Fadul

    Primeiro: É muito chato vc ir para uma festa beber e se divertir e ainda ficar responsavel por um documento “Comanda” , visto que para uma pessoa bebada “perder” tal documento e muito facil, deve ser uma “jogada” da casa para cobrar “CARO” sabendo disso! deveriam ter mais tecnologia e mudanças nao apenas um cartão em branco que pode ser preenchido por qualquer um! Esses tais barzinhos “CHIQUES” que cobram ate para sentar na mesa, varios Cachês disso e daquilo é um absurdo! se vc nao pode? nao vá!! Frequente “Pés Sujos”, gastam-se pouco e divirta-se mais! o nivel e baixo, SEJA DISCRETO e fique na sua!

  • Tamara Ramos Fadul

    É muito chato vc ir para uma festa beber e se divertir e
    ainda ficar responsavel por um documento “Comanda” , visto que para uma
    pessoa bebada “perder” tal documento e muito facil, deve ser uma
    “jogada” da casa para cobrar “CARO” sabendo disso! deveriam ter mais
    tecnologia e mudanças nao apenas um cartão em branco que pode ser
    preenchido por qualquer um! Esses tais barzinhos “CHIQUES” que cobram
    ate para sentar na mesa, varios Cachês disso e daquilo é um absurdo! se
    vc nao pode? nao vá!! Frequente “Pés Sujos”, gastam-se pouco e
    divirta-se mais! o nivel e baixo, SEJA DISCRETO e fique na sua!

  • Vanderlan

    Dr. interessante o texto e muito útil, porem como leigo gostaria de fazer um questionamento referente a perda da comanda, um exemplo: eu perco a comanda no valor total de 500 reais, porem antes de perder eu só havia gastado 100 reais e um terceiro de má fé que achou gastou o restante, 400 reais…com base no seu texto acima só me é devido o valor de 100 reais que eu gastei, ai vem o grande questionamento, o dono da casa devera ficar no prejuízo dos 400 reais q o terceiro de má fé gastou?
    desde já agradeço a atenção…

  • Dina

    Oi Alexandre Nunes ;
    Gostaria de saber se a casa noturna ,pode de última hora cobrar outro valor pela entrada ? Sendo essa ,mais cara logicamente!!! ????
    Obrigado ….

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