Ele é a última figura remanescente do clã Ban, uma linhagem de ninjas com mais de 500 anos de existência. Jinichi Kawakami é um engenheiro aposentado que já está na casa dos 63 anos de idade e é considerado o último ninja real todos Japão.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, Relatos
Pessoas perdem coisas. Uma quantidade bem considerável de objetos de valor pessoal acabam entulhados debaixo dos bueiros, no pé de pontes, nas grades das ruas. Pensando nisso, um porto riquenho chamado Eliel Santos se dedicou, nos últimos oito anos, a se transformar num verdadeiro caçador de tesouros urbanos.
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Eu já mochilei por sete países. Quero, claro, aumentar esse número pra dezenas, quem sabe, quando velho, chegar a centenas de nações em milhares de pontos culturais diferentes e possibilidades pra aventuras.
Pra chegar nesses números, há que rolar um começo, um início.
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Bom dia, Mayhara… bom dia Santa Bárbara, Minas Gerais… bom dia hálito gelado do outono no campo, a brisa gélida que se mistura com o sol seco e duro iluminando a janela, a entrada da casa, a grama.
Esse é mais um vídeo feito pelo pessoal do Libertine.nu, que já apareceu aqui no PapodeHomem em outras oportunidades (o Bom Dia, Jasmin e o Bom Dia, Ana Paula).
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Telegrama revela tentativa de parceria entre Jimi Hendrix, Paul McCartney e Miles Davis
Os fãs de Miles Davis e Jimi Hendrix já sabiam há muito tempo que os músicos faziam planos de gravar juntos um ano antes da morte de Hendrix, em 1970.
Porém, menos atenção tem sido dada para o baixista que eles tentavam recrutar para o projeto: Paul McCartney, que estava ocupado com outra banda na época.
O convite, que nunca saiu do papel, está documentado em um telegrama que Hendrix enviou para McCartney em 21 de outubro de 1969.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, PdH Shots
Todo artista que morre tem — para o bem ou para o mal — sua obra colocada num patamar acimados outros (ou do que deveria) e sua figura é celebrada nos anos seguintes. Uns mais e outros menos, claro, mas o que importa é a figura do artista sendo exaltada em fotos clássicas, em imagens poderosas.
Mas todos eles foram humanos como outra qualquer. Além dessas fotos em seu auge artístico, temos também por aí fotos mais humanas, mais mundanas dos heróis que conhecemos.
Tenho aqui alguns deles retratados nas últimas fotos conhecidas em que eles aparecem.
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É esse o alarde do título que faz o site The Eletric Typewriter, local onde são publicadas grandes matérias e reportagens escritas por autores fodaralhaços que conhecemos no mundo do jornalismo.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, PdH Shots
Se você quer saber como será o futuro da América, basta olhar para a cidade de Detroit. Era uma vez,um símbolo de tudo o que a América estava fazendo certo, mas hoje ele foi transformado em um podre, decadente, inferno pós-apocalíptico. Detroit foi a quarta maior cidade dos Estados Unidos, e em 1960 Detroit teve a maior renda per capita em toda a nação. Era a maior cidade de fabricação que o mundo já tinha visto, e o resto do mundo olhou para Detroit com um senso de respeito e admiração. Mas agora a cidade tornou-se uma piada de mau gosto para o resto do mundo.
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Meu apartamento tem a janela mais legal do bairro. De verdade. Pra olhar é uma maravilha, botar uma caneca de café na beirada e ficar vendo o movimento, sempre tem um pôr do sol bem bonito, é mesmo uma delícia gastar algumas horas lá.
Só que, se eu for falar de eficiência, produtividade e concentração no trabalho em casa, vai tudo por água abaixo. Colocar uma mesa de frente pra essa janela é pedir pra esquecer a tela do computador ou se enfiar na mais profunda procrastinação ouvindo a galera conversando lá fora, o entra-e-sai dos carros no mercado 24 horas, a putaria toda que só uma avenida movimentada pode oferecer. Do outro lado, tem a sala. Ampla, poucas coisas. Mas é uma área de convivência e seria uma tremenda burrice eu instalar um escritório lá no meio. Sala é lugar de televisão, vinil, bancos e sofás pra molecada sentar.
Postado por Jader Pires em | PdH Shots, Trabalho e negócios
Eu não sou lá o cara mais entendido de arquitetura ou design. Mas, cacete, a gente sabe quando algo é genuinamente bonito quando se vê. Ainda mais quando essa beleza surge a partir de uma ideia destroços, de construções que estavam abandonadas aos pedaços.
Claro, todo mundo gosta de algo novinho em folha, planejadinho para um propósito. Mas é interessante demais ver algo bonito surgindo do imperfeito, do impecável. O que poderia ser só mais uma tranqueira abandonada pelo tempo, jogada aos quatro ventos pela linha da história, agora se torna um lar muito estiloso ou um escritório que todos querem conhecer.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, Mente e atitude, PdH Shots
A consagração. Depois de dois filmes próprios e um dividindo espaço com Os Vingadores, o Homem de Ferro chega a um ponto crucial: parar por aqui ou seguir?
Há gente muito mais capacitada do que eu que fizeram boas críticas do filme — destaco aqui os artigos publicados pelo Omelete e pelo Judão — e, com isso, resolvi seguir uma linha mais fora da curva (até porque comecei a rascunhar uma crítica clássica e acabei caindo nos mesmos moldes dos dois citados: a humanização da personagem, o novo diretor, etc). Uma coisa é certa: é um baita de um filme divertido!
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, PdH Shots, Resenhas
Alta do preço dos alimentos não deve ser creditada só a fatores climáticos
Falta de política agrícola, aumento da demanda e câmbio afetam preços. Inflação deve recuar nos próximos meses, estimam analistas.
Postado por Jader Pires em | Mundo, PdH Shots
A época exata era 16/04/2012. Pouco mais de um ano atrás eu escrevia sobre a dureza de ser um lenhador, de trabalhar arduamente nos confins do Oregon.
Postado por Jader Pires em | PdH Shots, Trabalho e negócios
“… onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais”
Parafraseando a tão conhecida canção da imortal Elis Regina, todo mundo já teve vontade de ter uma casinha simples no meio do mais completo nada pra poder exercer seu Fugere urbem, de exercer, na mais profunda prática, a antipatia momentânea do mundo em sociedade, de não pensar no cara do cartão da C&A, tocar o foda-se pro Controlar ou pra situação das cracolândias.
Postado por Jader Pires em | Mundo, PdH Shots
Venezuelana. Diana Levy tem a cor que dá febre nos olhos, que aponta, por meio da tonalidade da pele, onde fica o inferno, onde mora o pecado.
Postado por Jader Pires em | Bom dia, Mulheres, PdH Shots
Sempre há uma discussão, de tempos em tempos, sobre o que é e o que não é jazz. Eu já falei isso por aqui, usando o exemplo do grande trompetista Christian Scott. Manter a tradição, ampliar os horizontes de uma vertente musical, há sempre defensores de ambos os lados.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, PdH Shots
The night’s as hot as hell. It’s a lousy room in a lousy part of a lousy town – I’m staring at a goddess. She’s telling me she wants me. I’m not going to waste one more minute wondering how I’ve gotten this lucky.
She smells like angels ought to smell, the perfect woman… the Goddess. Goldie.
She says her name is Goldie…
Postado por Jader Pires em | Bom dia, Mulheres, PdH Shots
Esqueça a arte, o brilho no olhar, a profundidade de diálogos ou propósitos por trás de um filme bem arquitetado.
Tá na hora da pancadaria. O Judão botou lá no site deles e não deu pra resistir em deixar só lá. Trouxe, de forma humilde pro PapodeHomem, esse sensacional vídeo editado que mostra em onze lindos minutos, todas as porradas e voadoras e chutes e sacolejos e dedadas e pancadas e cabeçadas do grande mestre, o topo, a ponte de tudo.
Bruce Lee.
Postado por Jader Pires em | PdH Shots, Respiro
Charlie Parker era um atrevido. Ainda sem dominar por completo sua técnica e nem os maneirismos do jazz, o menino que levaria o apelido de Yardbird não se intimidava de entrar na roda de jazzistas com nomes de peso e experimentar sua sonoridade. Errava, mas não deixava de entrar nas jam sessions informais que os músicos faziam.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, PdH Shots
O sapateiro. Num mundo onde cada pessoa compra mais de um calçado por estação do ano, parece a coisa mais difícil (pra não dizer desnecessária) ver alguém tomando pra si a alcunha de sapateiro.
Ah… como eu adoro os enganos juvenis.
Postado por Jader Pires em | Crônicas e contos
Chegou uma época em que eu verdadeiramente fiquei preocupado com meu irmão. Depois de uma fase bem medrosa e introspectiva, o fedelho, sete anos mais novo que eu, resolveu desabrochar e, como todo moleque, fazer cagada.
Mesmo eu tendo feito minhas andanças tortas quando garoto, não queria ver meu irmão torteando por aí, fazendo a escolha errada quando, no meu tempo, acabei fazendo as certas. Andando com gente errada pra fazer coisa errada que transformava uma rotina tranquila de família em cotidianos errados. Muitas vezes foi isso que aconteceu.
Postado por Jader Pires em | PdH Shots, Relações
Em maio do ano passado eu escrevi o Bom Dia Danielle:
Temos aqui o pacote todo. Cara de menininha, seios deliciosamente “esparramados” quando se deita, cinta-liga pra mostrar que, apesar de toda a delicadeza dos olhinhos inocentes, da pele que faz faltar a respiração, ela pode ser, se quiser, bem mais danadinha do que manda a nossa desavisada imaginação.
Cinco meses depois, em outubro, a nossa pequena voltou. Com mais duas amigas, a Bryony Morgana e a Gabriella.
Postado por Jader Pires em | Bom dia, Mulheres, PdH Shots
não tenho medo da morte
mas medo de morrer, sim
a morte e depois de mim
mas quem vai morrer sou eu
o derradeiro ato meu
e eu terei de estar presente
assim como um presidente
dando posse ao sucessor
terei que morrer vivendo
sabendo que já me vou
— Gilberto Gil – “Não tenho medo da morte”
Morrer não deve ser fácil, não mesmo. Nem de brincadeira (no inglês, o verbo to play vale tanto para brincar quanto para atuar e jogar). Mas assim como há de haver talento e muito trabalho pra se saber jogar… ou atuar, também vê-se necessária uma boa capacidade pra brincar de morrer.
Postado por Jader Pires em | Cultura e arte, Listas, Listas descaralhantes, PdH Shots
Pioneiro. Uma bela palavra pra se começar um singelo post que fala um pouco sobre o afrojazz cubano.
Eu gosto muito da musicalidade brasileira e da nossa capacidade absurda e antropofágica de engolir todos (ou quase todos) os estilos musicais que pipocam no mundo, digerir e cuspir uma versão brasileira e genuinamente autêntica da coisa toda. É simplesmente fascinante. Outro país que faz isso muito bem é Cuba. O jazz é um belo exemplo.
Postado por Jader Pires em | Artigos e ensaios, Cultura e arte, PdH Shots